CEA

1. PERÍODO

17.03 a 30.06.2011

2. PÚBLICO-ALVO

Professores das Redes Pública e Particular de Ensino e interessados em geral.

3. OBJETIVO, PROGRAMA E MINISTRANTE veja aqui

4. REALIZAÇÃO

Período: 17.03 a 30.06.2011
Horário: 5ª feira, 19:00 às 22:00
Carga Horária: 45 horas
Vagas: 110 (mínimo de 60 alunos)
Local: Prédio de Filosofia e Ciências Sociais, Av. Prof. Luciano Gualberto, 315 - salas 105, 107 e 109.

CERTIFICADO
Para fazer jus ao certificado de extensão o aluno precisa ter o mínimo de 85% e nota mínima 5.

COORDENAÇÃO
Prof. Dr. Kabengele Munanga, da FFLCH/USP.

PROMOÇÃO
Centro de Estudos Africanos, da FFLCH/USP.

5. INVESTIMENTO

  • R$ 100,00: Interessados em geral.
  • R$ 90,00: Graduandos e pós-graduandos da FFLCH.
  • R$ 50,00: Professores Ativos da Rede Pública, maiores de 60 anos, monitores bolsistas e estagiários da FFLCH.
  • Gratuito: Docentes e Funcionários da FFLCH.

MATERIAL DIDÁTICO (não incluso): Será informado pelo professor no 1º dia de aula.

OBJETIVO

Capacitação dos professores das redes pública e particular de ensino no aprendizado dos aspectos da cultura e da história do negro no Brasil, propiciando acesso a material de apoio e didático para ser utilizado em sala de aula, embasados nos conhecimentos apreendidos em cada temática que certamente, serão de utilidade prática.O curso de difusão cultural Aspectos da cultura e da história do negro no Brasil foi elaborado pelo Centro de Estudos Africanos da FFLCH/USP em 2006, com o objetivo de suprir uma demanda surgida pela Lei nº 10.639/03, hoje alterada pela Lei nº 11.645/08, as quais estabelecem as diretrizes e bases da educação nacional, incluindo, no currículo oficial da rede de ensino, a obrigatoriedade dos estudos sobre a temática da “História e Culturas Afro-Brasileira e Indígena”.


Com a efetivação da lei, surgem dois problemas a serem equacionados: 1) a capacitação de professores/educadores que possam ensinar as matérias prescritas, considerando que o conjunto dos professores do ensino básico e médio no sistema educativo brasileiro não teve acesso ao estudo da história da África e do negro no Brasil, dentro de uma visão divorciada da historiografia colonial; 2) a definição e delimitação do conteúdo da história da África, do negro e de sua cultura e, conseqüentemente, a produção de novos manuais e materiais didáticos em ruptura com a literatura colonial preconceituosa ainda dominante e resistente.

PÚBLICO-ALVO
Professores das Redes Pública e Estadual de Ensino e Interessados em geral.

 

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