Programa

Aula 1 - dia 24/02: Literatura negra e a literatura afrofuturista
Referências:
BOSI, Alfredo. História concisa da Literatura Brasileira. 55° ed. São Paulo: Cultrix, 2024.
CUTI. Literatura Negro-Brasileira. São Paulo: Selo Negro Edições, 2010.
DELANY. Samuel. A Necessidade de Amanhãs. In: AFROFUTURISMO. 1 ed. São Paulo: Revista Ponto Virgulina, 2020, p. 162- 185.
ESHUN, Kodwo. Mais Considerações sobre o Afrofuturismo. In: FREITAS, Kênia. AFROFUTURISMO, Cinema e Música em uma Diáspora Intergaláctica. 1 ed. São Paulo: Caixa Cultural, 2015, p. 44-62.
MOURA, Clóvis. Dialética Radical do Brasil Negro. 2. ed. São Paulo: Editora e Livraria Anita LTDA, 2014.
MEDEIROS, Mário Augusto. A descoberta do insólito: literatura negra e literatura periférica no Brasil (1960-2020). 2 ed. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2023.
RANGEL, Edson. Afrofuturismo e questões políticas do negro na ficção científica. Revista de Audiovisual, Vitória, n. 5, p. 129-148, 2016.
STELLA, Marcello Giovanni Pocai. Literatura como vocação: escritores brasileiros contemporâneos no pós-redemocratização. 2018. Dissertação (Mestrado em Sociologia)- Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo,
São Paulo, 2018. doi:10.11606/D.8.2019.tde-29032019-134526. Acesso em agosto de 2025.

Aula 2 - dia 25/02: Rap e a relevância da identidade
Referências:
AZEVEDO, Amailton Magno; DA SILVA, Salomão Jovino. Um raio X do movimento Hip-Hop. Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN), v. 7, n. 15, p. 212-239, 2015.
BARBOSA, Patrícia Oliveira et al. Rap e identidade social: um estudo de caso. 2005.
DO NASCIMENTO, Mayk Andreele. O rap e a indústria cultural: entre o underground e o mainstream. 2015.
GILROY, Paul. O Atlântico negro: modernidade e dupla consciência. Editora 34, 2001.
REILY, Suzel Ana. O musicar local e a produção musical da localidade. GIS-Gesto, Imagem E Som-Revista De Antropologia, v. 6, n. 1, 2021.
SANTOS, Daniela Vieira. A nova condição do rap: De cultura de rua à São Paulo Fashion Week. Estudos de Sociologia, 2022.
VIEIRA, Daniela; SANTOS, Jaqueline Lima (org.). Racionais  entre o gatilho e a tempestade. São Paulo, SP: Perspectiva, 2023. (Hip-Hop em Perspectiva).

Aula 3 - dia 03/03: Literatura afrofuturista e identidade
Referências:
BACO EXU DO BLUES. Bluesman (Filme Oficial). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=-xFz8zZo-Dw. Acesso em 17 de abril de 2025.
CALENTI, Carlos. Octavia Butler, Afrofuturismo e a necessidade de criar novos mundos. In: FREITAS, Kênia. AFROFUTURISMO, Cinema e Música em uma Diáspora Intergaláctica. 1 ed. São Paulo: Caixa Cultural, 2015, p. 10-25. 
HALL, Stuart. Identidade Cultural da Pós-Modernidade. 10° ed. Rio de Janeiro: DP&A editora. 2006. 
LIMA, Ana Carolina de Paula; LANZA, Fabio; SANTOS, Daniela Vieira dos. Afrofuturismo e o “Afropensamento” na sociedade brasileira: literatura e a identidade na conquista do protagonismo negro. Teoria e Cultura. v. 19, n 1, p. 179-190, 2024.
MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a Mestiçagem no Brasil: identidade nacional vs identidade negra. Petrópolis: Vozes, 1999.

Aula 4 - dia 04/03: Rap e as relações de gênero
Referências:
ARRUDA, Clodoaldo; SANTOS, Jaqueline Lima; SILVA, Ildslaine Mônica da. Projeto Rappers: a primeira casa do Hip Hop brasileiro, história e legado. 1. ed. São Paulo: Perspectiva: Geledés Instituto da Mulher Negra, 2023.
CARNEIRO, Sueli. Enegrecer o feminismo: a situação da mulher negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero. Racismos contemporâneos. Rio de Janeiro: Takano Editora, v. 49, p. 49-58, 2003.
CARNEIRO, Sueli. Mulheres em movimento. Estudos avançados, v. 17, p. 117-133, 2003.
COLLINS, Patricia Hill. Aprendendo com a outsider within: a significação sociológica do pensamento feminista negro. Sociedade e Estado, v. 31, n. 1, p. 99-127, 2016.
COLLINS, Patricia Hill. Do Black Power ao Hip-Hop: racismo, nacionalismo e feminismo. Editora Perspectiva S/A, 2023.
COLLINS, Patricia Hill. O poder da autodefinição. O pensamento feminista negro: conhecimento, consciência e a política do empoderamento; tradução Jamille Pinheiro Dias.–1. Ed.–São Paulo: Boitempo, 2019.
DE ABREU, Mariana Sales et al. “Permita que eu fale, não as minhas cicatrizes”: teoria e música em Beyoncé e Emicida. 2022.
DE CARVALHO, Alexandra Bittencourt; DE SOUZA, Jéser Abílio; DE ABREU, Mariana Sales. Branquitude, imagens de controle e desidentificação: uma análise de discurso textualmente orientada de raps produzidos por mulheres negras. Língu@ Nostr@, v. 10, n. 1, p. 43-64, 2022.
DE SOUSA, Ana Beatriz Alves. Pensando o Rap contemporâneo a partir das produções de Tasha e Tracie. Universidade Estadual de Londrina. 2024.
GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo afro-latino-americano. Editora Schwarcz-Companhia das Letras, 2020.
GONZALEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista ciências sociais hoje, v. 2, n. 1, p. 223-244, 1984.
ROSE, Tricia. Barulho de Preto: Rap e Cultura Negra nos Estados Unidos Contemporâneos. Editora Perspectiva S/A, 2021