Programa

24.02
Apresentação do Curso: Apresentação do curso, apresentação da equipe de professores, apresentação da equipe de monitores, apresentação da dinâmica do curso, apresentação das plataformas de compartilhamento dos conteúdos e atividades.

1. A Lei 10639/03 e a Educação para as relações étnico-raciais - Racismo Estrutural e a Lei 10639/03 - Profa. Dra. Rosangela Sarteschi FFLCH USP, Profa. Dra. Cecil Chow Robilotta IF USP, Profa. Dra. Ana Paula Archanjo UFMS Campus Aquidauana

Discussão sobre a questão do racismo estrutural brasileiro e a importância da lei 10639/03 nas ciências Humanas, Exatas e da Natureza.

Bibliografia:
ALMEIDA, Silvio L. de. Racismo estrutural. São Paulo: Sueli Carneiro; Polén, 2019.
BRASIL, Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Resolução Nº 1, DE 17 DE JUNHO DE 2004. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/res012004.pdf Acesso em 01/2024.
BRASIL, Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/CP no. 3/2004, aprovado em 10 de março de 2004. Disponível em https://www.gov.br/mec/pt-br/cne/arecer-cp-2004

Leitura complementar
BRASIL, Ministério da Educação. Plano nacional de implementação das diretrizes curriculares nacionais para educação das relações étnico-raciais e para o ensino de História e cultura afro-brasileira e africana. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/docman/marco-2012-pdf/10206-15-plano-nacional-… Acesso em 01/2024
BRASIL. Lei 10.639/2003 (lei ordinária) de 09 de janeiro de 2003. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 10 jan. 2003. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.639.htm Acesso em 01/2024
BRASIL. Lei 12.288 de 20 de julho de 2010. Estatuto da Igualdade Racial, Brasília, DF: Presidência da República, 2010. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12288.htm… Acesso em: 09/2023
BRASIL. Lei 9.394/1996, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 20 dez. 2006. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm. Acesso em: 03/2023. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/docman/marco-2012-pdf/10206-15-plano-nacional-…

31.03
2. Nações diaspóricas africanas no mundo da escravidão e do pós-abolição: rupturas e permanências – Profa. Dra. Maria Cristina C. Wissembach – FFLCH USP, Profa. Ms Yaracê M. B. Rego – IFSergipe/Campus Itabaiana

Apesar da enorme importância para a formação da sociedade brasileira e para a compreensão das gerações passadas que precederam mais da metade da população brasileira que se autoidentifica como parda e negra, a história do continente africano é pouco conhecida entre nós. Nos últimos 20 anos isso está deixando de ser uma realidade, sobretudo porque a Lei 10.639/03 que alterou as LDB, instituiu a História da África como disciplina obrigatória em todas as escola do ensino básico do Brasil. Nossa aula tem como objetivo fornecer elementos para a compreensão do processo da diáspora africana para as Américas e principalmente para o Brasil. Pretende-se trabalhar com dados quantitativos e qualitativos sobre a vinda de africanos e africanas para o Brasil e aqui a construção das nações diaspóricas congo-angola, iorubá, nagô, e moçambique e, por meio das identidades constituídas por elas, a definição de matrizes das religiosidades e cultura afro-brasileira.

Bibliografia:
PARÉS, L. N. Africanos ocidentais. In: SCHWARCZ, L.; GOMES, F. (orgs). Dicionário da escravidão e liberdade – 50 textos críticos. São Paulo: Cia das Letras, 2018, p. 77- 83.
SLENES, R. W., Africanos centrais. In: SCHWARCZ, L.; GOMES, F. (orgs). Dicionário da escravidão e liberdade – 50 textos críticos. São Paulo: Cia das Letras, 2018, 64-70.
ADICHIE, C. N. Os perigos de uma história única. São Paulo: Cia das Letras, 2019. Exibição em TED 2019: chimamanda_adichie_the_danger_of_a_single_storywww.ted.com/talks/lang/eng/.htm)

Leitura complementar:
Base de dados. Viagens em Escravos, Universidade de Emory. Disp: https://slavevoyages.org/
Base de dados - The Atlantic Slave Trade and Slave Life in the Americas: a visual record. Jerome S. Handles; Michael Tuite Jr. (org). Universidade de Virginia. Disp. www.slaveryimage.org

28.04
3. A circulação e as mobilidades africanas contemporâneas e as possibilidades do multipertencimento e do acolhimento - Profa.Iolanda Évora - CEsA (Iseg Research, ISEG, ULisboa)

A tese amplamente difundida de que uma onda de migrantes africanos está prestes a chegar à Europa tem sido contestada por autores como De Haas ou Achille Mbembe que insistem na centralidade da circulação interna, no continente, como fator determinante da caracterização das mobilidades africanas. Os autores concordam que resta por descolonizar o espaço africano, ainda definido pelas fronteiras herdadas da época colonial que contrariam a circulação protagonizada, cotidianamente, pelas pessoas e comunidades cujas deslocações não consideram os limites formais de cada estado. Para esta reflexão, propomos que a importância atribuída à circulação interna continental determina uma nova abordagem sobre a África contemporânea e a sua posição global além de apresentar perspetivas africanas sobre a mobilidade humana. Este quadro analítico contesta a perspetiva sobre as mobilidades e migrações como movimentos de ruptura e, ao contrário, aborda quer o multipertencimento como uma reivindicação legítima, quer a possibilidade da formação de espaços permanentes de acolhimento.

Bibliografia:
Bakewell, O. & de Haas, H. (2007) “African Migrations: Continuities, discontinuities and recent transformations”, in Patrick Chabal, Ulf Engel and Leo de Haan (eds.) African Alternatives. Leiden: Brill: 95-118.
Flahaux and De Haas “African migration: trends, patterns, drivers” Comparative Migration Studies (2016) 4:1
Mbembe, A. (2017), “L’identité n’est pas essentielle, nous sommes tous des passants”, Le Monde (ed. digital), http://mobile.lemonde.fr/idees/article/2017/01/24/nuit-des-idees-achill… essentielle_5068460_3232.html?xtref=http%3A%2F%2Fm.facebook.com%2F.

Leitura complementar
Mudimbe, V.Y. (2019) A invenção de África: Gnose, filosofia e a ordem do conhecimento. Lisboa/Luana: Vozes.

26.05
4. A construção imagética de África e dos quilombos nos materiais didáticos – Profa. Dra. Fernanda Padovesi FFLCH USP

A aula tem por objetivo a construção de uma discussão transversal à formação do professor que é a utilização das imagens em sala de aula. O que nos move é trazer as questões da denominada “virada visual” ou “virada imagética” na realização das análises. E, em primeiro plano, há o questionamento da naturalização das imagens, que geralmente cumprem uma função ilustrativa, de reforço da linguagem verbal-sequencial. Outra questão é trazer o lugar do olhar, da visão, na própria produção do conhecimento. E, por fim, discutir a função desses repertórios imagéticos nos materiais didáticos para que o racismo, o preconceito e a desigualdade étnico-racial sejam combatidos.

Bibliografia:
FONSECA, Fernanda Padovesi. A naturalização como obstáculo à inovação da cartografia escolar. Geografares, v. 12, p. 175-210, 2012. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/geografares/article/view/3192.
HARLEY, John Brian. “Mapas, saber e poder”, Confins [En ligne], 5 | 2009. Disponível em: http://journals.openedition.org/confins/5724
SANTOS, João Almeida dos; COSTA, Candida Soares da. Territórios quilombolas e o ensino de Geografia. Ciência Geográfica, Vol. XXIV (1): 305-321, Janeiro/Dezembro - 2020. Disponível em: https://www.agbbauru.org.br/publicacoes/revista/anoXXIV_1/agb_xxiv_1_we….

Leitura complementar
GRATALOUP, Christian. Os períodos do espaço. Rio de Janeiro: GEOgraphia, Vol. 8, No 16, p. 31-40, 2006. Disponível em: http://periodicos.uff.br/geographia/article/view/13520.
MUDIMBE, Valentin Yves. A invenção da África: gnose, filosofia e a ordem do conhecimento. Editora Vozes, 2019.


30.06
5. O ensino escolar de Geografia da África: um olhar para a prática docente e os livros didáticos – Prof. Dr. Bruno Candido

O ensino escolar de Geografia da África: um olhar para a prática docente e os livros didáticos- nessa aula serão discutidos os seguintes tópicos: O ensino de África e a Base Nacional Curricular Comum; A Geografia da África nos livros didáticos;Cultura, política e sociedade: a pluralidade territorial do continente; Para além do quadro físico, humano e político: reflexões e possibilidades para a prática docente

Bibliografia:
SILVA, Matheus Henrique Pereira e BISPO, Marciléia Oliveira. Explorando a Geografia da África na sala de aula: uma análise da BNCC como referência curricular. Boletim Paulista de Geografia, v. 1, n. 111, p. 186-201, 2024.

Bibliografia complementar:
FERRACINI, Rosemberg. A velha roupa colorida: Brasil e África na Geografia Escolar. Geografia, Ensino & Pesquisa, v. 22, p. 1-9, 2018.
FERRACINI, Rosemberg e CASTELLAR, Sonia. Da partilha às independências – o continente africano nos livros didáticos de Geografia do Brasil. Estudios socioterritoriales. Revista de Geografía. n. 9, p. 33-55, jan-jun 2011.

Leitura complementar:
JESUS NETO, Antonio Gomes de; REINKE, Verena; BAGOLY-SIMÓ, Péter. A África nos livros didáticos de Geografia de São Paulo (Brasil) e de Berlim (Alemanha). GEOUSP Espaço e Tempo (Online), São Paulo, Brasil, v. 27, n. 1, p. e-208347, 2023.

28.07
6. Quilombos: para além da imagem colonial e dos enquadramentos jurídico-políticos do Estado – Profa. Dra. Valeria de Marcos FFLCH USP, Lucas Martines (mestrando PPGH FFLCH USP)

Atualizar o conceito de comunidade quilombola para além da representação de Palmares, de um lado, e das determinações legais para fins de titulação dos territórios, de outro, é fundamental para que possamos pensar as comunidades quilombolas em suas diversidades e singularidades na atualidade é de fundamental importância para que possamos avançar na construção de práticas educacionais antirracistas.

Bibliografia:
ALMEIDA, A. W. B. de. “Os quilombos e as novas etnias: é necessário que nos libertamos da definição arqueológica”. In: LEITÃO, Sérgio (org.). Documentos do ISA n. 5: Direitos territoriais das comunidades negras rurais. 1999. Disponível em: http://www.socioambiental.org/inst/pub/detalhe_down_html?codigo=10104
BIASE, L. De. A comunidade quilombola do Bairro Ribeirão Grande. In: _______. Agroecologia quilombola ou quilombo agroecológico? Dilemas agroflorestais e territorialização no Vale do Ribeira/SP. Tese (Doutorado). São Paulo, FFLCH USP, 2016, p.131-188.
GUERRERO, N. R. Quilombos: desfazendo o império do consenso. In: __________. Em terra vestida. Dissertação (Mestrado). São Paulo, FFLCH USP, 2012, P. 80-117.

Leitura complementar:
SILVA, A. C. A. da. Entender-se quilombola: processos históricos, disputas conceituais e ressignificação da memória. In: ________. ENTRE A ROÇA E A TRADIÇÃO: Território, Agricultura, Alimentação e Tradição nos Quilombos do Vale do Ribeira (SP). 2025, 295f. Dissertação (Mestrado) Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas USP (Geografia Humana), São Paulo, 2025, p. 66-120

25.08
7. Agricultura e Culinária Quilombola e Horta Agroecológica: Experiências de Aprender e Ensinar (NUCLEO NEGRAS) / Saberes quilombolas em sala de aula - quilombola– Profa. Dra. Valeria de Marcos (FFLCH USP); Profa. Dra. Vivian Delfino Motta (IFSP São Roque/Nucleo NEGRAS); Eder Ribeiro (Núcleo NEGRAS/Comitê Gestor Quilombola e do Conselho da Comunidade Negra de Pelotas-RS)

Reflexão sobre a culinária quilombola e a horta agroecológica como práticas educativas que articulam saberes tradicionais, produção e processos de ensino-aprendizagem.

Bibliografia:
FONSECA, E. R. AS FOLHAS SAGRADAS DE OSSAIM: AGROECOLOGIA QUILOMBOLA NO RIO GRANDE DO SUL, BRASIL. In: XI Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA), 2019, Aracaju: Sergipe. XI Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA), 2019.
MOTTA, V. D.; CAMARGO, A. A experiencia do Mais Alimentos: Tecnologias apropriadas para Agricultura Familiar. In: Congresso Brasileiro de Agroecologia, 2011, Fortaleza. Cadernos de Agroecologia. Fortaleza- CE: Revista Brasileira de Agroecologia, 2011. v. 6.
SILVA, A. C. A. da. Cozinhando a partir da tradição: a alimentação cotidiana e devocional quilombola. In: ________. ENTRE A ROÇA E A TRADIÇÃO: Território, Agricultura, Alimentação e Tradição nos Quilombos do Vale do Ribeira (SP). 2025, 295f. Dissertação (Mestrado) Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas USP (Geografia Humana), São Paulo, 2025, p. 198-274 (em especial 198-239)

Leitura Complementar:
FONSECA, E. R. Comitê Gestor Quilombola de Pelotas. Tradição/ Regional, Pelotas, p. 31 - 31, 29 mar. 2019.
PARON, M.; COELHO, R.; OLIVEIRA, A. R.; MOTTA, V. D.; BORGES, K.H.; MONTEIRO, S.R. O Núcleo de Agroecologia do IFSP- Campus São Roque. Cadernos Agroecológicos, v. 6, p. 92-101, 2011.
MOTTA, V. D. Para Quem é Esse Lugar: problematização sobre a presença de pessoas não brancas nos espaços de visibilidade da agroecologia. Revista Brasileira de Agroecologia (Online), v. 17, p. 223-241, 2022.
__________. Agroecologia Antirracista: Uma insistência. Cadernos de Agroecologia, v. 16, p. 250, 2021.
__________. Análise do cultivo de alimentos e medicinais em unidades demonstrativas de hortas verticais instaladas no IFSP- São Roque. Cadernos Agroecológicos, v. 9, p. 18-28, 2014.
PESTANA, M. B. ; FONSECA, E. R. ; FUNK, T. R. . As quatro Pedras de Xangô: educação patrimonial dos quilombos agroecológicos de São Lourenço do Sul, RS.. TESSITURAS: REVISTA DE ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA, 2022.

29.09
8. Geografia e religiões de matriz africana/Racismo religioso – Prof. Ms. João Rodrigues (IFSP)
A aula visa a análise da intersecção entre religião, território e relações sociais no Brasil, com foco no fenômeno do racismo religioso. A partir de uma perspectiva geográfica, investiga a construção histórica da intolerância e sua manifestação espacial, especialmente nas periferias urbanas. Examina as dinâmicas contemporâneas entre o avanço neopentecostal, alicerçado na Teologia da Prosperidade, e as estratégias de resistência de religiões de matriz africana, como o Candomblé e a Umbanda. Discute o impacto do racismo religioso na esfera escolar, visando capacitar educadores para o desenvolvimento de práticas pedagógicas antirracistas no ambiente escolar.

Bibliografia:
MUNANGA, Kabengele. Superando o Racismo na escola. 2ª edição revisada / Kabengele Munanga, organizador. – [Brasília]: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 204p.: il., 2005. https://sl1nk.com/aH3LF
NOGUEIRA, Sidnei B. Intolerância Religiosa. São Paulo: Ciclo Contínuo, 2021. https://l1nq.com/5SRcb
Carneiro, Sueli Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil I Sueli Carneiro - São Paulo: Selo Negro, 2011. - (Consciência em debate/ coordenadora Vera Lúcia Benedito)

Leitura complementar:
BARER, Karin, "Como o homem cria Deus na África Ocidental: atitudes dos Yoruba para com o òrìsà", em Moura, C. E. M. de (org.) Meu Sinal está no teu corpo. São Paulo: EDICON-EDUSP, pp.142-175.
BARROS, Sulivan. C. Brasil Imaginário: umbanda, poder, marginalidade social e possessão. Tese (Doutorado em Sociologia). Departamento de Sociologia, Universidade de Brasília, Brasília, 2004
BESSA, Laide Laura Souza; ANTONIO, Gabriel Henrique Burnatelli de. RACISMO RELIGIOSO NO BRASIL CONTEMPORÂNEO: UMA ANÁLISE SOBRE NEOPENTECOSTALISMO E CULTURA EXURIANA. Resumo apresentado no Congresso Nacional dos Estudantes de Geografia da UFES. Vitória: UFES, 2023.
BIRMAN, P. O que é umbanda. São Paulo: Brasiliense, 1985. [Coleção Primeiros Passos].
ELIADE, M. Tratado de história das religiões. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
FALOLA, Toyin; CHILDS, Matt D. (org.). A Diáspora Iorubá no mundo atlântico. Tradução Roberto Lucas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2024.
FERREIRA, Diogo Gonçalves. Intolerância religiosa em ambiente de trabalho. Recife: UCP, 2017.
GOMES, Maria. Racismo Religioso e Religiosidade. Minas Gerais: UFMG: 2022
HURTADO, José Roberto Jesus Valejo. A escrita da tradição no espaço: terreiros de macumba e candomblé em São Paulo na primeira metade do século XX. São Paulo: 2023. Dissertação de Mestrado em Geografia apresentada na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.
KILEUY, Odé. O Candomblé bem explicado. Salvador: Pallas, 2017.
LÖWY, Michael. Marx e Engels como sociólogos da religião. Lua Nova (43), p.157-222, 1998, traduzido por Frank Roy Cintra Ferreira de Archives de Sciences Sociales des Religions, 89, 1995, pp. 41-52.
ROCHA, Carolina. A culpa é do Diabo: o que li, vivi e senti nas encruzilhadas do racismo religioso. Rio de Janeiro: Oficina Raquel, 2025.
SILVA, V. G. da.(org.). Intolerância Religiosa: o impacto do Neopentecostalismo no Campo Religioso Afro-brasileiro. São Paulo: Edusp, 328p., 2015.
SIMAS, Luiz Antonio. Umbandas: uma história do Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2024.

27.10
9. Literatura negra antirracista/Práticas antirracistas a partir da obra de Carolina de Jesus – Profa. Ms. Maria Paula de Jesus Correa; Profa. Dra. Ana Paula Archanjo Batarce (UFMS Campus Aquidauana); Profa. Dra. Claudia Roma (UFGD)

A leitura literária de autoria negra como caminho de letras e afetos: curadoria e práticas de mediação que unem sensibilidade estética, reflexão crítica e relações étnico-raciais. Na aula, serão discutidos:
● Escolhas curatoriais que valorizem vozes negras brasileiras e estrangeiras;
● O papel do afeto e da imaginação na mediação leitora;
● Leitura como prática estética, crítica e política;
● Contribuições da literatura negra para uma educação básica antirracista.

Bibliografia
ASSIS, M. S. . Currículo, Racismo, letras e leis: os desafios da escola para a formação de leitores negros. In: Cidinha da Silva. (Org.). Africanidades e Relações Raciais: Insumos para Políticas Públicas na Área do Livro, Leitura e Bibliotecas no Brasil. 1ed.Brasília: Fundação Palmares, 2014, v. , p. 134-143.
GONZALES, L. Racismo e Sexismo Na Cultura Brasileira. Revista Ciências Sociais Hoje, Anpocs, 1984, p. 223-244.
hooks, bell. Ensinando a transgredir: A educação como prática da liberdade. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2017
JESUS, M. C. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. - São Paulo: Ática, 2014.

Leitura complementar:
ARAUJO, Débora Oyayomi. Caminhos trilhados pelas personagens negras na literatura infantil brasileira: percalços e percursos. Disponível em http://www.letras.ufmg.br/literafro/artigos/artigos-teorico-criticos/10… epercursos#:~:text=Os%20caminhos%20trilhados%20por%20personagens,%2C%20ainda%2C%20por%20total%20invisibilidade. Acesso em 24 mar.2025.
BRASIL. Lei 10.639/2003 (lei ordinária) de 09 de janeiro de 2003. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 10 jan. 2003. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.639.htm Acesso em 01/2024
CUTI. Literatura negro-brasileira. São Paulo: Selo Negro, 2010.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. Disponível em https://educacaointegral.org.br/wp-content/uploads/2014/10/importancia_…. Acesso 25 mar.2025.
GOMES, N. L. O movimento Negro Educador: saberes construídos nas lutas por emancipação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2017.
PEREIRA, Rosa Vani. Aprendendo valores étnicos na escola. Belo Horizonte: Autêntica, 2010.
PETIT, Michèle. Leituras: do espaço íntimo ao espaço público. São Paulo; Editora 34, 2013.
SILVA, Petronilha Beatriz Gonçalves e. Aprender, ensinar e relações étnico-raciais no Brasil. Porto Alegre/RS, ano XXX, n. 3 (63), p. 489-506, set./dez. 2007.

24.11
10. Aquilombando a sala de aula: desdobramentos sobre os impactos do processo de embranquecimento nas escolas públicas e a prática em sala de aula – Prof. Robson Guarnieri da Silva (EMEF Luis Washington Vita), Prof. Marcelo Henrique Santos Silva

Nesse encontro, nosso principal objetivo é incentivar um diálogo a partir dos relatos das práticas de ensino desenvolvidas por professores da educação básica, que fazem de suas aulas espaço de formação atento às necessidades de acolhimento de um público historicamente oprimido no ambiente escolar por ideologias racistas em um contexto de racismo estrutural. Visando o combate linha a linha ao racismo na educação e todas as formas de discriminação étnico-raciais presente na comunidades escolar, partimos da afroperspectiva para a construção de saberes críticos em contato com conteúdos currículares. Refletiremos sobre valores inscritos na nossa memória, no nosso modo de ser, na nossa música, na nossa ciência, na nossa pele, no nosso coração.

Bibliografia
AMARAL, Mônica G.T. do. O que o rap diz e a escola contradiz: um estudo sobre arte de rua e a formação da juventude na periferia de São Paulo. São Paulo: Alameda, 2016.
BENTO, Cida. O pacto da branquitude. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.
FONSECA, S. G. Didática e Prática de Ensino de História: Experiências, reflexões e aprendizados. Campinas, SP: Papirus, 2003.
FUSARI, J. C. O Planejamento do Trabalho Pedagógico: Alguma Indagações e Tentativas de respostas. Disponível em: http: //www.crmariocovas.sp.gov.br/pdf/ideias_08_p044-053_c.pdf.Acesso em: 07 Mai.2006.

Leitura complementar:
FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. São Paulo: Ubu Editora, 2020.
TRINDADE, Azoilda Loretto da. Valores civilizatórios afro-brasileiros e Educação Infantil. In: Revista Valores Afro-brasileiros na Educação. 2005
Samba-enredo da G.R.E.S Beija-Flor. https://g1.globo.com/rj/rio-dejaneiro/carnaval/2022/noticia/2022/04/05/…
08.12

11. Como combater o racismo ainda presente no material didático – Guia para uma leitura crítica do material didático Equipe Saberes em Diálogo

A análise de algumas coleções do material didático para o Ensino Fundamental Anos Iniciais, todas elas aprovada pelo PNLD, revelou ainda uma série de problemas no que diz respeito ao ensino das relações étnico-raciais. Notamos uma presença secundária da temática envolvendo populações negras em relação à temática indígena e, quando esta presença ocorre, não raro ela leva ao racismo ao invés de combatê-lo. Assim, a partir da análise e destas constatações, apresentamos aqui um Guia para leitura crítica do material didático, onde apontamos as questões problemáticas e apresentamos possibilidades de abordagem para contorná-las. O material será disponibilizado gratuitamente a todos os inscritos e faremos uma apresentação dos pontos principais e uma discussão geral sobre o tema.

Bibliografia:
Guia para uma leitura crítica do material didático – Equipe Saberes em Diálogo – Coordenação Geral: Valeria de Marcos



Os Encontros, que ocorrerão uma vez por mês, às terças-feiras, das 19h às 21h em formato virtual serão ocasiões de apresentação de temáticas ligadas à educação antirracista seguidas de espaços para diálogos e debates sobre os temas apresentados e suas repercussões em sala de aula. Os inscritos receberão os textos com antecedência, de modo a poderem ler os textos para melhor acompanharem as discussões.

Realização: Equipe Saberes em Diálogo. Coordenação Geral: Valeria de Marcos (DG FFLCH USP)

Bibliografia Geral

ADICHIE, C. N. Os perigos de uma história única. São Paulo: Cia das Letras, 2019. Exibição em TED 2019: chimamanda_adichie_the_danger_of_a_single_storywww.ted.com/talks/lang/eng/.htm)
ALMEIDA, A. W. B. de. “Os quilombos e as novas etnias: é necessário que nos libertamos da definição arqueológica”. In: LEITÃO, Sérgio (org.). Documentos do ISA n. 5: Direitos territoriais das comunidades negras rurais. 1999. Disponível em: http://www.socioambiental.org/inst/pub/detalhe_down_html?codigo=10104.
ALMEIDA, Silvio L. de. Racismo estrutural. São Paulo: Sueli Carneiro; Polén, 2019.
AMARAL, M. G.T. do. O que o rap diz e a escola contradiz: um estudo sobre arte de rua e a formação da juventude na periferia de São Paulo. São Paulo: Alameda, 2016.
ARAUJO, D. O. Caminhos trilhados pelas personagens negras na literatura infantil brasileira: percalços e percursos. Disponível em http://www.letras.ufmg.br/literafro/artigos/artigos-teorico-criticos/10…. Acesso em 24 mar.2025.
ASSIS, M. S. . Currículo, Racismo, letras e leis: os desafios da escola para a formação de leitores negros. In: Cidinha da Silva. (Org.). Africanidades e Relações Raciais: Insumos para Políticas Públicas na Área do Livro, Leitura e Bibliotecas no Brasil. 1ed.Brasília: Fundação Palmares, 2014, v. , p. 134-143.
Bakewell, O. & de Haas, H. (2007) “African Migrations: Continuities, discontinuities and recent transformations”, in Patrick Chabal, Ulf Engel and Leo de Haan (eds.) African Alternatives. Leiden: Brill: 95-118.
BARER, K., "Como o homem cria Deus na África Ocidental: atitudes dos Yoruba para com o òrìsà", em Moura, C. E. M. de (org.) Meu Sinal está no teu corpo. São Paulo: EDICON-EDUSP, pp.142-175.
BARROS, S. C. Brasil Imaginário: umbanda, poder, marginalidade social e possessão. Tese (Doutorado em Sociologia). Departamento de Sociologia, Universidade de Brasília, Brasília, 2004.
Base de dados. Viagens em Escravos, Universidade de Emory. Disp: https://slavevoyages.org/.
Base de dados - The Atlantic Slave Trade and Slave Life in the Americas: a visual record. Jerome S. Handles; Michael Tuite Jr. (org). Universidade de Virginia. Disp. www.slaveryimage.org.
BESSA, L. L. S.; ANTONIO, G. H. B. de. RACISMO RELIGIOSO NO BRASIL CONTEMPORÂNEO: UMA ANÁLISE SOBRE NEOPENTECOSTALISMO E CULTURA EXURIANA. Resumo apresentado no Congresso Nacional dos Estudantes de Geografia da UFES. Vitória: UFES, 2023.
BENTO, C. O pacto da branquitude. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.
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