Oficina de mangá: teoria e prática - criação de quadrinização (segundo semestre de 2018)
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VAGAS ESGOTADAS
Lista de espera
Gratuito.
Objetivo geral:
O objetivo do projeto é apresentar a arte de fazer mangá, enfatizando a criação da quadrinização e arte-final através do método tradicional (à mão livre), tanto para o público conhecedor e apreciador quanto para aqueles que queiram conhecê-lo.
Objetivo específico:
Será através da análise de aspectos teóricos, técnicos, orientação sobre a criação da quadrinização e roteiro, pretende-se apresentar a história do mangá, as influências, semelhanças e diferenças da arte da construção de quadrinização de mangá dando ênfase aos aspectos visuais que o quadrinho japonês possui quando comparado ao quadrinho europeu e americano.
Os estudos e as características estéticas serão considerados desde a criação do termo dado pelo artista gravador Katsushika Hokusai até sua presença nas artes visuais contemporânea, particularmente, na arte pop japonesa. Nas apresentações teóricas serão convidados 6 (seis) palestrantes que abordem a cultura, arte e sociedade japonesa para ampliar o conhecimento dos alunos.
Máximo: 40.
Mínimo: 5.
Barbara Dantas Mendes da Silva
Gabriela Rocha Itocazo
Mariany Toriyama Nakamura
Regiane Akemi Ishii
Simonia Fukue Nakagawa
Oficina de Paleografia
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Lista de espera
Gratuito.
Apresentar os conceitos básicos da Paleografia; praticar a decifração e a transcrição de textos manuscritos em português, datados do século XIII ao século XVIII.
1. Conceitos básicos. Etapas da escrita manuscrita em português.
2. Dificuldades de decifração do manuscrito. Normas de transcrição.
3. Exercício 1: texto do séc. XV
4. Exercício 2: texto do séc. XVI
5. Exercício 3: textos dos sécs. XVII a XVIII.
BIBLIOGRAFIA
ACIOLI, V. L. C. A escrita no Brasil colônia: um guia para leitura de documentos manuscritos. Recife: UFPe; Massangana, 1994.
BURGHART, M. Album interactif de paléographie médiévale. Disponível em: http://ciham.ish-lyon.cnrs.fr/paleographie/index.php. Acesso em: 24 out. 2016.
BELLOTTO, H. L. Como fazer análise diplomática e análise tipológica de documentos de arquivo. São Paulo: Arquivo do Estado; Imprensa Oficial do Estado, 2002.
BERWANGER, A. R.; LEAL, J. E. F. Noções de paleografia e de diplomática. 3. ed. rev. e ampl. Santa Maria: Editora da UFSM, 2008.
COSTA, A. de J. da. Estudos de cronologia, diplomática, paleografia e histórico-linguísticos. Porto: Sociedade portuguesa deestudos medievais, 1992.
CRUZ, A. Paleografia portuguesa. Porto: Cadernos Portucale, 1987.
DEROLEZ, A. The palaeography of gothic manuscript books. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
FLEXOR, M. H. O. Abreviaturas: manuscritos dos séculos XVI ao XIX. 3. ed. rev. e aum. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2008.
HIGOUNET, C. História concisa da escrita. São Paulo: Parábola, 2003.
MARTÍNEZ, T. M. Paleografía y diplomática. Madrid: Universidad Nacional de Educación a Distancia, 1991.
MEGALE, H.; TOLEDO NETO, S. de A. (org.). Por minha letra e sinal. Cotia: Ateliê, 2005.
MEGALE, H. et al. A leitura de manuscritos em português: documentação do século XVII. In: MURAKAWA, C. de A.; GONÇALVES, M. F. (org.). Novas contribuições para o estudo da história e da historiografia da língua portuguesa. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2007, p. 127-158.
SAMARA, E. de M. (org.). Paleografia, documentação e metodologia histórica. São Paulo: Humanitas, 2010.
SANTOS, M. J. A. Da visigótica à carolina. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian/Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica, 1994.
SPINA, S. Introdução à edótica. 2.ª ed. rev. e atual. São Paulo: Ars Poetica/Editora da Universidade de São Paulo, 1994.
• máximo: 20 inscritos.
• mínimo: 05 alunos.
Profa. Vanessa Martins do Monte (FFLCH/USP).
Prof. Phablo Roberto Marchis Fachin (FFLCH/USP)
Prof. Sílvio de Almeida Toledo Neto (FFLCH/USP).
Oficina de Paleografia
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Apresentar os conceitos básicos da Paleografia; praticar a decifração e a transcrição de textos manuscritos em português, datados do século XIII ao século XVIII.
1. Conceitos básicos. Etapas da escrita manuscrita em português.
2. Dificuldades de decifração do manuscrito. Normas de transcrição.
3. Exercício 1: texto do séc. XV
4. Exercício 2: texto do séc. XVI
5. Exercício 3: textos dos sécs. XVII a XVIII.
BIBLIOGRAFIA
ACIOLI, V. L. C. A escrita no Brasil colônia: um guia para leitura de documentos manuscritos. Recife: UFPe; Massangana, 1994.
BURGHART, M. Album interactif de paléographie médiévale. Disponível em: http://ciham.ish-lyon.cnrs.fr/paleographie/index.php. Acesso em: 24 out. 2016.
BELLOTTO, H. L. Como fazer análise diplomática e análise tipológica de documentos de arquivo. São Paulo: Arquivo do Estado; Imprensa Oficial do Estado, 2002.
BERWANGER, A. R.; LEAL, J. E. F. Noções de paleografia e de diplomática. 3. ed. rev. e ampl. Santa Maria: Editora da UFSM, 2008.
COSTA, A. de J. da. Estudos de cronologia, diplomática, paleografia e histórico-linguísticos. Porto: Sociedade portuguesa deestudos medievais, 1992.
CRUZ, A. Paleografia portuguesa. Porto: Cadernos Portucale, 1987.
DEROLEZ, A. The palaeography of gothic manuscript books. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
FLEXOR, M. H. O. Abreviaturas: manuscritos dos séculos XVI ao XIX. 3. ed. rev. e aum. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2008.
HIGOUNET, C. História concisa da escrita. São Paulo: Parábola, 2003.
MARTÍNEZ, T. M. Paleografía y diplomática. Madrid: Universidad Nacional de Educación a Distancia, 1991.
MEGALE, H.; TOLEDO NETO, S. de A. (org.). Por minha letra e sinal. Cotia: Ateliê, 2005.
MEGALE, H. et al. A leitura de manuscritos em português: documentação do século XVII. In: MURAKAWA, C. de A.; GONÇALVES, M. F. (org.). Novas contribuições para o estudo da história e da historiografia da língua portuguesa. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2007, p. 127-158.
SAMARA, E. de M. (org.). Paleografia, documentação e metodologia histórica. São Paulo: Humanitas, 2010.
SANTOS, M. J. A. Da visigótica à carolina. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian/Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica, 1994.
SPINA, S. Introdução à edótica. 2.ª ed. rev. e atual. São Paulo: Ars Poetica/Editora da Universidade de São Paulo, 1994.
• máximo: 20 inscritos.
• mínimo: 05 alunos.
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Prof. Sílvio de Almeida Toledo Neto (FFLCH/USP).
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Máximo: 15.
Mínimo: 4.
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Prof. Sílvio de Almeida Toledo Neto (FFLCH/USP).
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• máximo: 20 inscritos.
• mínimo: 05 alunos.
Profa. Vanessa Martins do Monte (FFLCH/USP).
Prof. Phablo Roberto Marchis Fachin (FFLCH/USP)
Prof. Sílvio de Almeida Toledo Neto (FFLCH/USP).

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