OBJETIVO, PROGRAMA E MINISTRANTE

MINISTRANTES

Módulo 1 – Introdução aos Estudos comparados de literaturas de língua portuguesa – 12 h

14/03 – Apresentação – José Nicolau Gregorin Filho, Maria Zilda da Cunha, Rejane Vecchia da Rocha e Silva e Rosangela Sarteschi – 4 h
21/03 – Benjamin Abdala Junior – Necessidade e solidariedade nos estudos de literatura comparada –4 h
28/03 – Regina Brito e Vima Lia Martin – Língua e literatura nos países de língua oficial portuguesa

Módulo 2 – Literaturas africanas de língua portuguesa – 16 h

04/04 – Mario Lugarinho – Introdução e panorama: as literaturas africanas de língua portuguesa – 4 h
25/04 – Tania Macêdo – A literatura de Angola – 4 h
09/05 – Simone Caputo Gomes – A literatura de Cabo Verde – 4 h
15/05 – Rejane Vecchia da Rocha e Silva – A literatura de Moçambique – 4 h

Módulo 3 – Relações literárias entre Brasil, Portugal e África – 16 h

23/05 – Elza Mine– 4 h
30/05 – Paulo Motta – 4 h
06/06 – Salete de Almeida Cara – 4 h
20/06 – Helder Garmes – 4 h

27/06 – Avaliação – diretrizes – 4 h 

Módulo 4 – A literatura e cultura afro-brasileira – 12 h

08/08 – Ligia Ferreira – 4 h
15/08 – Oswaldo de Camargo – 4 h
22/08 – Acácio Almeida – 4 h

Módulo 5 – Diversidade cultural: literaturas de língua portuguesa e educação – 12 h

29/08 – Rosangela Sarteschi – 4 h
05/09 – Elizabeth Ziani – 4 h
19/09 – Emerson da Cruz Inácio – 4 h 

Módulo 6 – Literatura infantil e juvenil em língua portuguesa – 12 h

26/09 – José Nicolau Gregorin Filho – 4 h
03/10 – Maria Zilda da Cunha – 4 h
17/10 – José Nicolau Gregorin Filho e Maria Zilda da Cunha – 4 h 

Módulo 7 – Literaturas de língua portuguesa, cinema e outras mídias – 8 h

24/10 – Mauricio Vasconcelos – 4 h
07/11 – Fabiana Buitor Carelli – 4 h 
14/11 – Avaliação e encerramento do curso – 4h  


PROGRAMA / OBJETIVO

Diversidade cultural: literaturas de língua portuguesa e educação

Dia da semana Período
Sábado 09:00 às 13:00

Carga Horária Ministrada
Aulas Teóricas em Sala de Aula: 12:00 hs
Aulas Práticas ou de Campo: 0 hs
Seminários: 0 hs
Total Ministrado: 12:00 hs
Carga Horária Não Ministrada
Outros: 0 hs
Total não Ministrado: 0 hs

Carga Horária Total da Disciplina:
12:00 hs

Detalhamento:
Ementa:

A disciplina propõe uma reflexão sobre alguns aspectos da realidade escolar brasileira, a partir da constatação das desigualdades presentes desde a formação de nosso sistema educacional, até os recentes avanços que dizem respeito às diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana. Propõe, também, o ensino e a aprendizagem da literatura como uma disciplina fundamental não apenas para a compreensão da diversidade cultural, mas também para o desenvolvimento de uma perspectiva crítica sobre questões sócio-políticas mais amplas. Nesse sentido, são destacadas as literaturas de língua portuguesa, cuja abordagem comparativa é bastante propícia para o estabelecimento de discussões sobre identidade, alteridade, preconceito e inclusão.

Objetivos:

Fornecer subsídios teóricos e práticos aos educadores para que, através da abordagem de textos literários produzidos nos países de língua oficial portuguesa, possam atuar pedagogicamente no combate à discriminação cultural e étnico-racial.

Conteúdo programático:

1.A desigualdade como marca constitutiva do sistema de ensino brasileiro.
2. A Lei 10.639/03 e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana.
3.Raça, gênero e etnia: uma abordagem crítica.
4.O mito da democracia racial brasileira.
5.O texto literário e seus valores.
6.Fundamentos de uma educação literária emancipadora.
7.A escolha e a abordagem crítica de textos literários.
8.As literaturas de língua portuguesa no contexto escolar.

Avaliação:

Prova escrita

Bibliografia:

ABDALA Jr., Benjamin. De vôos e ilhas. Literatura e comunitarismos. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003.

ABRAMOWICZ, A.; BARBOSA, L.M.A. e SILVÉRIO, V.R. (org.). Educação como prática da diferença. Campinas: Armazém do Ipê, 2006.

ABREU, Márcia. Cultura letrada. Literatura e leitura. São Paulo: Editora UNESP, 2006.

APA, A.; BARBEITOS, A. e DÁSKALOS, M. A. (org.) Poesia africana de língua portuguesa. Antologia. Rio de Janeiro: Lacerda editores, 2003.

BAGNO, Marcos. A norma oculta: língua e poder na sociedade brasileira. São Paulo: Parábola, 2003.

CADERNOS NEGROS. Organizador: Quilombhoje. São Paulo: Quilombhoje.

CANDIDO, Antonio. Vários escritos. São Paulo: Duas cidades, 1995.

CHAVES, Rita. Angola e Moçambique. Experiência Colonial e Territórios Literários. São Paulo: Ateliê Editorial, 2005.

CHEVALIER, J. & GHEERBRANT, A. Dicionário de símbolos. Rio de Janeiro: José Olympio Editora

Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Brasília: MEC, 2005.

FIGUEIREDO, Eurídice (org.). Conceitos de Literatura e Cultura. Juiz de Fora, UFJF, 2005.

FONSECA, Maria Nazareth Soares (org.). Brasil afro-brasileiro. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

FREIRE, Paulo e GUIMARÃES, Sérgio. A África ensinando a gente. São Paulo: Paz e Terra, 2003.

FREITAG, Bárbara. Escola, Estado e sociedade. São Paulo: Moraes, 1986.
GUIMARÃES, Antônio Sergio Alfredo. Racismo e anti-racismo no Brasil. São Paulo: Editora 34, 2005.

LEAHY-DIOS, Cyana. Educação literária como metáfora social. São Paulo: Martins Fontes, 2004.

LOPES, Nei. Dicionário escolar afro-brasileiro. São Paulo: Summus, 2006.

MELLO e SOUZA, Marina de. África e Brasil africano. São Paulo: Ática, 2006.

MUNANGA, Kabengelê. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil. Identidade nacional versus identidade negra. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.

MUNANGA, Kabengelê e GOMES, Nilma Lino. Para entender o negro no Brasil de hoje. São Paulo: Global/ Ação Educativa, 2000.

NOGUEIRA, M.A. e CATANI, A. (org.). Pierre Bourdieu. Escritos de Educação. Rio de Janeiro: Vozes, 1998.

SANTILLI, Maria Aparecida. Paralelas e tangentes entre literaturas de língua portuguesa. São Paulo: Arte & Ciência, 2003.

SILVA, Cidinha da.(org.). Ações afirmativas em educação. Experiências brasileiras. São Paulo: Summus, 2003.

Introdução aos estudos comparados de literaturas de língua portuguesa

Dia da semana Período
Sábado 09:00 às 13:00

Carga Horária Ministrada
Aulas Teóricas em Sala de Aula: 12:00 hs
Aulas Práticas ou de Campo: 0 hs
Seminários: 0 hs
Total Ministrado: 12:00 hs
Carga Horária Não Ministrada
Outros: 0 hs
Total não Ministrado: 0 hs

Carga Horária Total da Disciplina:
12:00 hs

Detalhamento:
Ementa:

A disciplina propõe o estudo do comparatismo literário como forma de compreensão das relações entre as culturas de Língua Portuguesa, propiciando ao educador a vivência dos aspectos teórico-críticos que permeiam os Estudos Comparados e a sua conseqüente aplicação no cotidiano escolar.

Objetivos:

Propiciar ao educador a reflexão crítica sobre as relações estabelecidas entre as literaturas de língua portuguesa na perspectiva comparatista, favorecendo a compreensão do macrossistema literário que as congrega.

 

Bibliografia:

ABADALA Jr., Benjamin. Ecos do Brasil: Eça de Queirós. São Paulo: Senac, 2000.
___________________. Literatura, história e política. São Paulo: Ática, 1989.
___________________. De Vôos e Ilhas: Literatura e Comunitarismos. São Paulo: Ateliê, 2003.
___________ & FANTINI, Marli Scarpelli. Portos Flutuantes: trânsitos ibero-afro-americanos. São Paulo: Ateliê, 2004.
BAKHTIN, Mikhail. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1995.
BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
CARVALHAL, Tania Franco. O próprio e o alheio. Ensaios de literatura comparada. São Leopoldo: UNISINOS, 2003.
___________ & COUTINHO, E. Literatura comparada: textos fundadores. Rio de Janeiro: Rocco, 1994.
CANCLINI, Nestor Garcia. Diferentes, Desiguais e Desconectados. Rio de Janeiro: UFRJ, 2005.
___________________. Consumidores e Cidadãos. Rio de Janeiro: UFRJ, 2006.
CHAVES, Rita. Angola e Moçambique: experiência colonial e territórios literários. São Paulo: Ateliê, 2005.
___________________. A formação do romance angolano: entre intenção e gestos. São Paulo: FFLCH/USP, 1999.
CONVERGÊNCIA LUSIADA (monográfico). Brasil e Portugal: 500 anos de enlaces e desenlaces. Vol. 2. Rio de Janeiro: Real Gabinete Português de Leitura, 2001.
CRISTÓVÃO, Fernando. Cruzeiro do Sul, a Norte: Estudos Luso-Brasileiros. Lisboa: INCM, 2005.
FERREIRA, Manuel. O Discurso no percurso africano I. Lisboa: Plátano, 1989.
FRY, Peter. A Persistência da Raça: Estudos Antropológicos sobre o Brasil e a África. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006.
LOURENÇO, Eduardo. A nau de Ícaro. Lisboa: Gradiva, 1999.
MACÊDO, Tânia. Angola e Brasil: Estudos comparados. São Paulo: Arte e Ciência, 2002.
NITRINI, Sandra. Literatura comparada. São Paulo: EDUSP, 1997.
PENELOPE (monográfico). O Imaginário do Império. Lisboa: Cosmos, 1991.
PORTUGAL, Francisco Salinas. O texto nas margens: Ensaios de Literaturas em Língua Portuguesa. Santiago de Compostela: Laiovento, 1997.
SANTILLI, Maria Aparecida. Paralelas e Tangentes – entre literaturas de língua portuguesa. São Paulo: Arte & Ciência, 2003.
TRIGO, Salvato. Ensaios de Literatura Comparada Afro-Luso-Brasileira. Lisboa: Vega, 1989.

Literatura e cultura afro-brasileira

Dia da semana Período
Sábado 09:00 às 13:00

Carga Horária Ministrada
Aulas Teóricas em Sala de Aula: 12:00 hs
Aulas Práticas ou de Campo: 0 hs
Seminários: 0 hs
Total Ministrado: 12:00 hs
Carga Horária Não Ministrada
Outros: 0 hs
Total não Ministrado: 0 hs

Carga Horária Total da Disciplina:
12:00 hs

Detalhamento:
Ementa:

A disciplina propõe uma discussão sobre a constituição da literatura afro-descendente brasileira e sua relação com fenômenos culturais que priorizam a problemática étnico-racial. Propõe ainda uma reflexão sobre o alcance e os limites da categoria "literatura afro-descendente", levando em consideração as noções de autoria, sujeito leitor, público-alvo e circulação literária, e sua inserção no cânone literário. Durante o curso, serão analisadas obras produzidas por escritores negros, bem como obras que problematizam a representação e o lugar social do negro no Brasil.


Objetivos:

Instrumentalizar os educadores para o trabalho com a literatura e a cultura afro-brasileira, capacitando-os a vivenciar, no cotidiano escolar, questões ligadas à etnia e sua relação com a prática pedagógica.


Conteúdo programático:

1.Imagens do negro na cultura brasileira.
2.Os discursos sobre o negro e as palavras do negro.
3.Teorizando a literatura afro-brasileira: de Roger Bastide às contribuições contemporâneas.
4.Poesia afro-brasileira em perspectiva e o cânone literário.
5.Prosa afro-brasileira em perspectiva e o cânone literário.
6.A produção afro-descendente e os materiais didáticos.

Avaliação:

Prova escrita

Bibliografia:

ABRAMOWICZ, A.; BARBOSA, L.M.A. e SILVÉRIO, V.R. (org.). Educação como prática da diferença. Campinas: Armazém do Ipê, 2006.

CADERNOS NEGROS. Organizador: Quilombhoje. São Paulo: Quilombhoje.

Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Brasília: MEC, 2005.

BASTIDE, Roger. A poesia afro-brasileira. São Paulo: Martins Fontes, 1943.

_____________. Estudos afro-brasileiros. São Paulo: Perspectiva, 1973.

BERND, Zilá. Introdução à literatura negra. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1998.


BERND, Zilá. Poesia negra brasileira. Antologia. Porto Alegre: AGE, IEL/IGEL, 1992.

CAMARGO, Oswaldo de. O negro escrito: apontamentos sobre a presença do negro na literatura brasileira. São Paulo: Secretaria de Estado da Cultura, 1987.

CHEVALIER, J. & GHEERBRANT, A. Dicionário de símbolos. Rio de Janeiro: José Olympio Editora

DUARTE, Eduardo de Assis. Literatura, política, identidades. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2005.

_____________. (org.) Machado de Assis afro-descendente. Rio de Janeiro/Belo Horizonte:
Pallas/Crisálida, 2007.

_____________. "Notas sobre a Literatura brasileira afro-descendente". In: SCARPELLI, M. F. e DUARTE, E. A. (org.). Poéticas da diversidade. Belo Horizonte: UFMG/FALE, 2002.

EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio. Belo Horizonte: Mazza edições, 2005.

FIGUEIREDO, M.C.L. e FONSECA, M.N.S. (org.) Poéticas afro-brasileiras. Belo Horizonte: Mazza/PUC Minas, 2002.

FIGUEIREDO, Eurídice (org.). Conceitos de Literatura e Cultura. Juiz de Fora: UFJF, 2005.

FONSECA, Maria Nazareth Soares (org.). Brasil afro-brasileiro. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.

FREIRE, Marcelino. Contos negreiros. Rio de Janeiro: Record, 2005.

LIMA, Heloísa Pires de. Histórias da Preta. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2005.

LOPES, Nei. Dicionário escolar afro-brasileiro. São Paulo: Summus, 2006.

MELLO e SOUZA, Marina de. África e Brasil africano. São Paulo: Ática, 2006.

MUNANGA, Kabengelê. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil. Identidade nacional versus identidade negra. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.

MUNANGA, Kabengelê e GOMES, Nilma Lino. Para entender o negro no Brasil de hoje. São Paulo: Global/ Ação Educativa, 2000.

PEREIRA, Edimilson de Almeida. As coisas arcas. Juiz de Fora: Funalfa edições, 2003.

SANTOS, Elzelina Dóris dos. Contando a história do samba. Belo Horizonte: Mazza edições, 2003.

SOUZA, F. S. e LIMA, M. N. (Org.). A literatura afro-brasileira. Salvador/Brasília: Centro de Estudos Afro-Orientais/Fundação Cultural Palmares, 2006.

TRINDADE, Solano. Canto negro. São Paulo: Nova Alexandria, 2006.

Literatura Infantil e Juvenil em Língua Portuguesa

Dia da semana Período
Sábado 09:00 às 13:00

Carga Horária Ministrada
Aulas Teóricas em Sala de Aula: 12:00 hs
Aulas Práticas ou de Campo: 0 hs
Seminários: 0 hs
Total Ministrado: 12:00 hs
Carga Horária Não Ministrada
Outros: 0 hs
Total não Ministrado: 0 hs

Carga Horária Total da Disciplina:
12:00 hs

Detalhamento:
Ementa:

A disciplina procura refletir sobre a especificidade e a gênese da literatura infantil no Brasil, seus principais autores e historiografia. Além de estabelecer uma relação dialógica com suas origens em textos da literatura mundial, procura discutir a função pedagógica a ela associada. São estudadas as principais formas que assume no percurso de formação. O sincretismo de linguagens e as imagens produzidas por essa literatura. A disciplina discute as questões sociais pertinentes à diversidade cultural dos países de língua portuguesa que se fazem presentes nessa modalidade de texto, questões essas que assumem características específicas quando engendradas em um objeto artístico-literário.

Objetivos:

Ampliar a competência textual dos educadores no que se refere ao trabalho com a literatura infantil e juvenil produzida em língua portuguesa, bem como instrumentalizá-los para a leitura e ensino desse gênero, seja no seu aspecto estético, seja na abordagem de questões ideológicas.

Avaliação:

Freqüência e prova escrita ao final da disciplina

Conteúdo Programático:

1. As origens da literatura infantil: a narrativa primordial
2. Leitor, leitura e texto
3. Os precursores da literatura infantil no Brasil
4. Monteiro Lobato e a criação da literatura infantil no Brasil
5. As formas assumidas pela literatura infantil na atualidade
6. A escolarização da literatura infantil-juvenil.
7. Sincretismo de linguagens na literatura infantil
8. Brasil, Portugal e África: imagens em diálogo na literatura infantil/juvenil.

Bibliografia:

BÁSICA
ARROYO, Leonardo. Literatura Infantil Brasileira. São Paulo, Melhoramentos, 1988.

CARVALHO, Bárbara Vasconcelos de. A literatura Infantil. São Paulo: Global, 1984.

COELHO, Nelly Novaes. Dicionário Crítico da Literatura Infantil Brasileira. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2006.

_____________________. Panorama Histórico da literatura infantil e juvenil. São Paulo: Ática, 1991.

_____________________. A Literatura Infantil. São Paulo: Moderna, 2000.

GÓES, Lúcia Pimentel. Olhar de Descoberta. São Paulo: Paulinas, 2004.


GERAL

ARROYO, Leonardo. Literatura Infantil Brasileira. São Paulo, Melhoramentos, 1988.

BORDINI, Maria da Glória. Poesia Infantil. São Paulo: Ática, 1986.

CAMARGO, Luís. A ilustração do livro infantil. Belo Horizonte: Editora Lê, 1995.

CÃNDIDO, Antonio. Estudo analítico do poema. São Paulo: Associação Editorial Humanitas, 2004.

CUNHA, Maria Antonieta Antunes. Literatura Infantil: Teoria e Prática. São Paulo: Ática, 1983.

CUNHA, Maria Zilda. "A literatura infantil e os novos meios de produção de linguagem". In: Pedagogias do Imaginário: olhares sobre a literatura infantil. Portugal, Ed. ASA, 2002.

DINORAH, Maria. O livro na sala de aula. Porto Alegre: LP&M, 1987.

EVANGELISTA, Aracy Alves. M. (org.). A escolarização da leitura literária: o jogo do livro infantil e juvenil. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.

GÓES, Lúcia Pimentel. A aventura da literatura para crianças. São Paulo: Melhoramentos, 1991.

_____________________. A Fábula Brasileira ou a Fábula Saborosa. Tentativa paideumática da Fábula no Brasil. São Paulo, 1994. Tese apresentada à FFLCH-USP.

_____________________. Em busca da matriz. Uma contribuição para a História da Literatura Infantil Portuguesa. São Paulo: Cliper/ Fac. Teresa Martin, 1998.

GREGORIN FILHO, José Nicolau. A roupa infantil da literatura. Araraquara, SP: 1995. Dissertação apresentada à FCL-UNESP.

_____________________. Figurativização e imaginário cultural. Araraquara. SP, 2002. Tese apresentada à FCL-UNESP.

JESUALDO, J. A Literatura Infantil. São Paulo: Cultrix/USP, 1978.

JOLLES, André. As formas simples. (trad. Álvaro Cabral) São Paulo: Cultrix, 1976.

JOUVE, Vincent. A leitura. Trad. Brigitte Hervor. São Paulo: Editora UNESP, 2002.

KHEDE, Sônia Salomão (org.) Literatura Infanto-Juvenil:uma gênero polêmico. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1983.

_____________________. Personagens da Literatura Infanto-Juvenil. São Paulo: Ática, 1986.

LAJOLO Marisa. Usos e abusos da Literatura na escola. Rio de Janeiro: Globo, 1982.

MENDES, Maria dos Prazeres Santos. Monteiro Lobato, Clarice Lispector e Lygia B. Nunes: o estético em diálogo na literatura infanto-juvenil. São Paulo: 1994. Tese apresentada à Comunicação e Semiótica PUC-SP.

MORAES, Antonieta Dias de. Reflexos da violência na literatura infanto-juvenil. SP: letras e Letras, 1991.

PERROTTI, Edmir. O texto sedutor na Literatura Infantil. São Paulo: Ícone, 1986.

_____________________. Confinamento cultural, Infância e Leitura. São Paulo: Summus Editorial, 1990.

ROSEMBERG. Fúlvia. Literatura Infantil e ideologia. São Paulo: Global, 1984.

VALE, Fernando Marques do. A obra infantil de Monteiro Lobato. Inovações e repercussões. Lisboa: Portugalmundo, 1994.

ZILBERMAN, Regina (org.). Leitura em crise na escola. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1982.

_____________________. (org.). A produção cultural para crianças. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1982.

_____________________. A literatura infantil na escola. São Paulo: Global, 2003.

WORNICOV, Ruth et al. Criança, leitura, livro. São Paulo: Nobel, 1986.

Literaturas Africanas de Língua Portuguesa

Dia da semana Período
Sábado 09:00 às 13:00

Carga Horária Ministrada
Aulas Teóricas em Sala de Aula: 16:00 hs
Aulas Práticas ou de Campo: 0 hs
Seminários: 0 hs
Total Ministrado: 16:00 hs
Carga Horária Não Ministrada
Outros: 0 hs
Total não Ministrado: 0 hs

Carga Horária Total da Disciplina:
16:00 hs

Detalhamento:
Ementa:

A disciplina desenvolve um programa de iniciação ao estudo das Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, versando sobre a literatura de Angola, de Cabo Verde e de Moçambique. Para viabilizar a abrangência de três países, foi necessária uma seleção estrita, cujo critério de escolha foi o da literatura moderna e de obras e escritores mais divulgados ou renomados, através dos quais essas séries literárias vêm se definindo e consolidando.


Objetivos:

Oferecer subsídios práticos e teóricos, por meio indispensáveis à compreensão dessas literaturas, que propiciem o conhecimento de suas singularidades culturais. No Brasil, onde o hibridismo cultural e a presença da África são relevantes, esta disciplina concorre com subsídios fundamentais para a compreensão do próprio perfil do povo brasileiro.


Conteúdo Programático:

1. Introdução
1.1 O uso comum do Português como primeira ou segunda língua
A mesma língua e a diversidade cultural, na comunidade dos países de língua portuguesa. O respeito à diferença. A função cultural da língua.
O encontro das culturas: européia e africanas. Língua e identidade cultural.
A literatura como manifestação de plenitude do uso da língua, de momentos privilegiados do desempenho lingüístico. Literatura escrita e oralidade.

1.2 Literaturas Africanas de Língua Portuguesa: Angola, Cabo Verde e Moçambique. Do mapa à línguas e culturas.
Africanidade, angolanidade, cabo-verdianidade.


2. Literatura Angolana

2.1 A poesia e a prosa de consciência nacional, na fase de emancipação política:
Agostinho Neto e Costa Andrade.
José Luandino Vieira, Jofre Rocha e Pepetela

2.2 Poesia e prosa na pós-independência: novos rumos
Arlindo Barbeitos, David Mestre, Ruy Duarte de Carvalho
Manuel Rui, Boaventura Cardoso e José Eduardo Agualusa

3. Literatura Cabo-Verdiana

3.1 Prosa e poesia no impulso da revista Claridade: Jorge Barbosa, Onésimo Silveira. Baltazar Lopes, Manuel Lopes.

3.2 Prosa e poesia, novas tendências: Ovídio Martins e Osvaldo Osório. Orlanda Amarílis e Germano Almeida.

4. Literatura Moçambicana
Expoentes da poesia e da prosa na pré e na pós libertação.

4.1 Noêmia de Souza, Rui Knopfli e José Craveirinha
4.2 Luiz Bernardo Honwana, Mia Couto e Paulina Chiziane

Avaliação:

Prova escrita


I. Bibliografia:

Dos autores estudados:

APA, A.; BARBEITOS, A. e DÁSKALOS, M. A. (org) Poesia africana de língua portuguesa. Antologia. Rio de Janiero: Lacerda Editores, 2003.

SANTILLI, Maria Aparecida. Estórias Africanas. História & Antologia. São Paulo: Ed. Ática 1985


Textos teóricos:

ERVEDOSA, C. Roteiro da Literatura Angolana. Lisboa, Ed. 70, 1979.

HAMILTON, R. Literatura africana, literatura necessária. Lisboa, Ed. 70, 1981.

CHAVES, R. A formação do romance angolano. São Paulo: Ed. FFLCH/USP, 1999. Co.. Via Atlântica

_______________. Angola e Moçambique: experiência colonial e territórios literários . São Paulo: Ateliê Editorial, 2005

FERREIRA, M. Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa. São Paulo. Ed. Ática, 1987

HARLOW, B. Literatura de resistencia. Santiago de Compostela. Edicións Laiovento, 1993

LEITE, M. Literaturas africanas e formulações pós-coloniais. Lisboa: Ed. Colibri, 2003

MARGARIDO, A. Estudos sobre literaturas das nações africanas de Língua Portuguesa. Lisboa: A Regra do Jogo, 1980.
SANTILLI, M.A.C.B. Paralelas e tangentes – entre literaturas de língua portuguesa. São Paulo Centro de Estudo Portugueses/USP, 2003. Col. Via Atlântica

Literaturas de Língua Portuguesa, Cinema e outras mídias

Dia da semana Período
Sábado 09:00 às 13:00

Carga Horária Ministrada
Aulas Teóricas em Sala de Aula: 8:00 hs
Aulas Práticas ou de Campo: 0 hs
Seminários: 0 hs
Total Ministrado: 8:00 hs
Carga Horária Não Ministrada
Outros: 0 hs
Total não Ministrado: 0 hs

Carga Horária Total da Disciplina:
8:00 hs

Detalhamento:
Ementa:

A disciplina perfaz uma leitura de cunho comparatista entre literatura, cinema e outras mídias, focalizando a produção cinematográfica do Brasil e da África de colonização portuguesa a partir da segunda metade do século XX e buscando discutir como a filmografia vai construindo imagens dessas nações e culturas, fundamentadas em relações complexas e não esquemáticas entre cinema e realidade. O curso procura mostrar como muitas das estéticas cinematográficas desenvolvidas nos países de língua portuguesa vinculam-se a uma visão de cinema como representação e, ao mesmo tempo, como desejo de desmascaramento ideológico do real, cujas raízes podem ser encontradas na chamada estética neo-realista. Além disso, a disciplina também contempla aspectos da roteirização do texto literário e da relação entre literatura e outras artes, especialmente através da hipermídia.

Objetivos:

Possibilitar aos educadores uma reflexão sobre obras literárias que constituem parte importante do imaginário dos países de língua portuguesa, relacionando-as com produções cinematográficas e hipermidiáticas. A disciplina também apresenta caráter informativo e interdisciplinar, já que os produtos culturais a ela serão analisados segundo critérios não apenas literários ou fílmicos, mas também históricos, sociológicos e antropológicos.

Conteúdo programático:

1. Aspectos teóricos do comparatismo: comparatismo entre linguagens
2. Fundamentos da análise fílmica: cinema e narrativa
3. Cinema, identidade nacional e alegoria
4. História do cinema no Brasil: o Cinema Novo numa perspectiva neo-realista
5. Aspectos do cinema africano de língua portuguesa
6. A roteirização literária no cinema
7. Literatura, hipermídia e artes visuais

Avaliação:

Prova escrita

Bibliografia:

ABDALA Jr., Benjamin. De vôos e ilhas. Literatura e comunitarismos. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003.
ARANTES, Paulo. "Nação e reflexão". In ABDALA JR., Benjamin & CARA, Salete de Almeida. Moderno de nascença: figurações críticas do Brasil. São Paulo: Boitempo, 2006. p. 27-45.
AVELLAR, José Carlos. O Chão da Palavra: Cinema e Literatura no Brasil. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 1994.
BRITO, João Batista de. Literatura no Cinema. São Paulo: Unimarco, 2006 (Série Leitura Crítica).
CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos 1750-1880. 10.ed. revista pelo autor. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2006.
CARVALHAL, Tânia Franco & COUTINHO, Eduardo F. Literatura comparada: textos fundadores. Rio de Janeiro: Rocco, 1994.
DIEGUES, Carlos. Cinema brasileiro: idéias e imagens. Porto Alegre: UFRS, 1988.
FABRIS, Mariarosaria. Nelson Pereira dos Santos: um olhar neo-realista? São Paulo: FAPESP/EDUSP, 1994.
FABRIS, Mariarosaria. O neo-realismo cinematográfico italiano. São Paulo: EDUSP/FAPESP, 1996.
FIELD, Syd. Manual do Roteiro: os fundamentos do texto cinematográfico. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
GUGLER, Josef. African film: re-imagining a continent. Indiana University Press, 2004.
JOHNSON, Randal & STAM, Robert. Brazilian cinema (expanded edition). Columbia University Press, 1995.
REIS, Carlos (org.). Textos teóricos do neo-realismo português. Lisboa: Seara Nova, 1981.
ROCHA, Glauber. Revolução do cinema novo. São Paulo: Cosac & Naify, 2004.
SANTIAGO, Silviano. Uma literatura nos trópicos. São Paulo: Perspectiva, 1985.
SHOHAT, Ella & STAM, Robert. Crítica da imagem eurocêntrica: multiculturalismo e representação. São Paulo: Cosac & Naify, 2006.
STAM, Robert. Tropical multiculturalism: a comparative history of race in Brazilian cinema and culture. Durham/London: Duke University Press, 1997.
TRIGO, Salvato. Ensaios de literatura comparada afro-luso-brasileira. Lisboa: Vega, s.d.
XAVIER, Ismail. Alegorias do subdesenvolvimento. São Paulo: Brasiliense, 1993.

Relações Literárias entre Brasil, Portugal e África

Dia da semana Período
Sábado 09:00 às 13:00

Carga Horária Ministrada
Aulas Teóricas em Sala de Aula: 16:00 hs
Aulas Práticas ou de Campo: 0 hs
Seminários: 0 hs
Total Ministrado: 16:00 hs
Carga Horária Não Ministrada
Outros: 0 hs
Total não Ministrado: 0 hs

Carga Horária Total da Disciplina:
16:00 hs

Detalhamento:
IV. Ementa:

O programa foi projetado de forma a aproximar obras das diferentes literaturas de língua portuguesa, a partir do pressuposto de que pertencem a séries literárias distintas e as focaliza com base no fato de que, superados os vínculos históricos da fase colonialista, cada qual vem construindo sua própria trajetória, com as peculiaridades que se pretende mostrar. As analogias que justificam o comparatismo não se fundam, pois, em razão de dependência, mas em razão de relações horizontais que se estabelecem entre povos e suas respectivas culturas, no caso com o denominador comum da língua portuguesa.

V. Objetivos:

A disciplina, que se inclui no quadro dos estudos comparados, tem por objetivo contribuir para o melhor entendimento do conjunto de povos que se constituem na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, respeitadas as diferenças entre eles pela visão de que a autonomia cultural de cada um, assim como a autonomia política, é a base para consolidar a união e fomentar as relações culturais entre todos.

VI. Conteúdo programático:

1. Literatura e descolonização.
1.1. A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa: relações horizontais.
1.2. Os estudos comparados de literaturas de língua portuguesa.

2. Literatura e identidade nos países de língua portuguesa.
2.1. As literaturas de língua portuguesa no século XIX.
2.2. A celebração do centenário da independência brasileira (1922): repercussões literárias. Os modernistas paulistas e a fórmula "antropofágica". Reflexos nos países de língua portuguesa.
2.3. A poesia de identidade nacional, nos países de língua portuguesa.

3. Literatura e mestiçagem nos países de língua portuguesa

4. As literaturas de língua portuguesa na atualidade
4.1. Questões sociais e respectivos processos literários de significação, nos países de língua portuguesa. A literatura da seca e da exploração do homem do campo, no Brasil, em Cabo Verde e em Portugal.
4.2. Viagens, no espaço poético das literaturas de língua portuguesa.
4.3. Literatura e História, nas literaturas de língua portuguesa.

Avaliação:

Prova escrita
Bibliografia:

ABDALA JR., B. De vôos e ilhas : literatura e comunitarismos. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003

__________________. Literatura, história e política. São Paulo: Ed. Ática, 1989.

CARVALHAL, T. & COUTINHO, E. F. (org) Literatura comparada – textos fundadores. Rio de Janeiro: Rocco, 1994.

CARVALHAL, T. F. O próprio e o alheio. São Leopoldo. Ed. Unisinos, 2003.

CHAVES, R. Angola e Moçambique : experiência colonial e territórios literários . São Paulo, Ateliê Editorial, 2005

FERREIRA, M. Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa. São Paulo. Ed. Ática, 1987

HARLOW, B. Literatura de resistencia. Santiago de Compostela. Edicións Laiovento, 1993

JORGE, S. R. (org) Literaturas de abril e outros estudos. Niterói: EDUFF, 2002.

MACÊDO, T. Angola e Brasil – estudos comparados. São Paulo. Centro de Estudos Portugueses, 2002, Col. Via Atlântica

SANTILLI, M.A.C.B. Paralelas e tangentes – entre literaturas de língua portuguesa. São Paulo Centro de Estudo Portugueses/USP, 2003. Col. Via Atlântica

TRIGO, S. Ensaios de literatura comparada afro-luso-brasileira. Lisboa: Ed. Veja, s/d
 

OBJETIVO, PROGRAMA E MINISTRANTE

OBJETIVO

Capacitação dos professores das redes pública e particular de ensino no aprendizado dos aspectos da cultura e da história do negro no Brasil, propiciando acesso a material de apoio e didático para ser utilizado em sala de aula, embasados nos conhecimentos apreendidos em cada temática que certamente, serão de utilidade prática.O curso de difusão cultural Aspectos da cultura e da história do negro no Brasil foi elaborado pelo Centro de Estudos Africanos da FFLCH/USP em 2006, com o objetivo de suprir uma demanda surgida pela Lei nº 10.639/03, hoje alterada pela Lei nº 11.645/08, as quais estabelecem as diretrizes e bases da educação nacional, incluindo, no currículo oficial da rede de ensino, a obrigatoriedade dos estudos sobre a temática da “História e Culturas Afro-Brasileira e Indígena”.


Com a efetivação da lei, surgem dois problemas a serem equacionados: 1) a capacitação de professores/educadores que possam ensinar as matérias prescritas, considerando que o conjunto dos professores do ensino básico e médio no sistema educativo brasileiro não teve acesso ao estudo da história da África e do negro no Brasil, dentro de uma visão divorciada da historiografia colonial; 2) a definição e delimitação do conteúdo da história da África, do negro e de sua cultura e, conseqüentemente, a produção de novos manuais e materiais didáticos em ruptura com a literatura colonial preconceituosa ainda dominante e resistente.

Sendo o Centro de Estudos Africanos um espaço multidisciplinar da FFLCH, que reúne pesquisadores da África e da diáspora atuando nas diversas áreas de conhecimento – Antropologia, Sociologia, Ciência Política, História, Literatura, Lingüística, etc. –, fica justificada e legitimada sua liderança nesse processo.


17/03/2011
1ª Aula – Prof. Dr. Kabengele Munanga
1. Introdução
Apresentação do curso: objetivos, conteúdo do programa, bibliografia básica
Origens geográficas dos africanos escravizados no Brasil
Existe uma história do negro no Brasil? E por onde ela começa?

24/03/2011
2ª Aula – Profª Drª Marina Pereira Almeida Mello
2. O negro no território brasileiro e o regime escravista: adaptação e resistência.
1.1. Resistências individuais
1.2. Resistências coletivas: rebeliões nas senzalas, quilombos, Revolta dos Malês.
1.3. Atuação do negro na abolição

31/03/2011
3ª Aula – Profª Drª Rosângela Malachias
3. O negro pós abolição e novas formas de resistências:
3.1. A revolta da Chibata
3.2. A Frente Negra Brasileira – Imprensa Negra em São Paulo
3.3. O Movimento Negro Contemporâneo

07/04/2011
4ª Aula – Prof. Dr. Juarez Tadeu de Paula Xavier
4. Culturas negras no Brasil:
4.1. Leis e repressões contra as culturas negras no Brasil – estratégias e formas de resistência religiosa: candomblé e umbanda.

14/04/2011
5ª Aula – Profª Drª Antonia Ap. Quintão dos Santos Cezerilo
4.1.1. As irmandades católicas.

28/04/2011
6ª Aula – Profª Maria Cecília Félix Calaça
4.2. Resistências artísticas: culinária, música, dança, artes visuais, literatura, arte do corpo (capoeira), arquitetura, etc.: arte africana e afro-brasileira

05/05/2011
7ª Aula – Profª Drª Lígia Fonseca Ferreira
4.2.1. Literatura de Resistência.

12/05/2011
8ª Aula – Prof. Dr. Kabengele Munanga
5. O Negro e discriminação racial no Brasil:
5.1. Conceitos básicos: preconceito, raça, racismo e etnicidade no Brasil
5.2. Características do racismo à brasileira

19/05/2011
9ª Aula – Prof. Antonio Carlos Arruda
5.3. Direitos Humanos e a questão racial

26/05/2011
10ª Aula – Prof. Dr. Dennis de Oliveira
6. Formas de exclusão do negro no Brasil:
6.1. O negro na mídia e no mercado de trabalho

02/06/2011
11ª Aula – Eliana de Oliveira
6.2. O negro na educação (ensino fundamental, médio e superior)

09/06/2011
12ª Aula – Prof. Dr. Luis Eduardo Batista
6.3. Saúde da população negra: questões específicas

16/06/2011
13ª Aula – Prof. Dr. Kabengele Munanga
7. Multiculturalismo e a Ação Afirmativa no Brasil:
7.1. Políticas de reconhecimento da Identidade Negra no Brasil, exemplos das Leis 10.639/03 e 11.645/08
7.2. O debate sobre as cotas raciais

30/06/2011
14ª Aula – Prof. Dr. Kabengele Munanga
Avaliação
Palestra de Encerramento do Curso


BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ANDREI, Elena Maria (org.) Cultura Afro-Brasileira: civilizações africanas. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2007 (Caderno Uniafro, vol. 3)
ANDREI, Elena Maria e FERNANDES, Frederico Augusto Garcia (orgs.) Cultura Afro-Brasileira: construindo novas histórias. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2007 (Caderno Uniafro, vol. 2)
ANDREWS, George Reid. Negros e Brancos em São Paulo (1888-1988). Bauru-SP: EDUSC. 1998
BALOGUM, Ola. A escultura dos signos. In: O CORREIO, Rio de Janeiro: UNESCO, ano 5 (7)12-21, jul, 1977.
BANDEIRA DE MELLO, Celso Antonio – Conteúdo Jurídico do Princípio da Igualdade. São Paulo: Malheiros Editora
BARBOSA, Luciene C. Racismo e Branquitude: representações na telenovela ‘Da Cor do Pecado’. In: Revista Mídia e Etnia. São Paulo: PMSP/CONE, ano 1 (1):5-9.
BRAGA, Júlio. Na Gamela do Feitiço: repressão e resistência nos Candomblés da Bahia. Salvador: EDUFBA, 1995.
BRANDÃO, Ana Paula (coord.). Saberes e Fazeres, vol. 1 (Modo de Ver). Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 2006. [ww.acordacultura.org.br]
___________. Saberes e Fazeres, vol. 2 (Modo de Sentir). Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 2006. [ww.acordacultura.org.br]
___________. Saberes e Fazeres, vol. 3 (Modo de Interagir). Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 2006. [ww.acordacultura.org.br]
___________. Memória das Palavras. Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 2006. [ww.acordacultura.org.br]
CADERNOS DE DEBATES, Política Democrática. Brasília: Edições Fundação Astrojildo Pereira, Ano I, nº 2, maio de 2008.
CARNEIRO, Sueli. “Mulheres em movimento”. In: REVISTA ESTUDOS AVANÇADOS, 17(49):117-132, São Paulo, set/dez, 2003.
CASHMORE, Ellis. Dicionário de Relações Étnicas e Raciais. São Paulo, Selo Negro/Summus, 2000.
CIVILETTI, Maria V. P. O cuidado às crianças pequenas no Brasil escravista. In: CADERNO DE PESQUISA, São Paulo, p. 31-40, s.d.
Constituição Federal de 1988 – Preâmbulo, artigos 1º ao 6º, 37 caput, e 144.
CUTI. Moreninho, Neguinho, Pretinho, vol. 3. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009.
DEOSCÓREDES Maximiliano dos Santos. História de um terreiro Nagô. Salvador: Instituto Brasileiro de Estudos Afro-Asiático, 1962.
DUARTE, Evandro C. Piza (e outros). Cotas raciais no ensino superior: entre o Jurídico e o Político. Curitiba: Juruá, 2008.
FERRETTI, Sérgio. Repensando o Sincretismo: estudo sobre a Casa das Minas. São Paulo: Edusp, 1995.
GONÇALVES, Maria Alice Rezende. Educação e Cultura: pensamento em cidadania. RJ: Quartet, 1999
GOREN, Jacob. A escravidão reabilitada. São Paulo: Ed. Ática, 1990, 2ª ed. (p. 87-96; 189-206).
HALL, Stuart. “A questão multicultural”. In: SOVIK, Liv (org.). Da Diáspora: identidades e mediações culturais. Belo Horizonte: Ed. UFMG / Brasília: UNESCO, 2003, p. 51-95.
LOPES, Fernanda. “Experiências desiguais ao nascer, viver, adoecer e morrer: tópicos em saúde da população negra no Brasil”. In: I Seminário da Saúde da População Negra, São Paulo: Secretaria da Saúde/CONE, 2004, p. 53-97.
MALACHIAS, Rosângela. Mídia, Educação e Movimentos Negros. In: REVISTA MÍDIA E ETNIA, ano 1, nº 1.São Paulo: PMSP/CONE, s.d.
__________. Movimentos Negros. Uma síntese de sua ação na História. São Paulo, mimeo/1998.
__________. Cabelo Bom. Cabelo Reuim, vol. 4. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009.
__________ (e outros). Eles têm a cara preta. vol. 10. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009.
MARTINS, Roseli F. e MUNHOZ, Maria L. P. Professora, não quero brincar com aquela negrinha!, vol. 5. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009.
MATTOSO, Kátia M. de Queirós. Ser escravo no Brasil. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1988, 2ª ed.
MEILLASSOUX, Claude. Antropologia da escravidão. O ventre de ferro e dinheiro. Rio de Janeiro: Zahar, 1995. 297p.
MELLO, Manoel Messias (Major) e outros – Os direitos e a ordem social da Constituição Federal e o caso do “ônibus 174”. São Paulo: Centro de Aperfeiçoamento e Estudos Superiores da Polícia Militar do Estado de São Paulo – CAES, trabalho de conclusão do Curso Superior de Polícia de 2006.
MIRANDA, Maria A. e MARTINS, Marilza S. Maternagem. Quando o bebê pede colo, vol. 2. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009.
MUNANGA, K. “Algumas considerações sobre ‘raça’, ação afirmativa e identidade negra no Brasil: fundamentos antropológicos”. In: REVISTA USP, (68):46-57, São Paulo, dez/fev., 2005/2006.
MUNANGA, K. “As facetas de um racismo silenciado”. In: SCHWARCZ, Lília M. e QUEIROZ, Renato S. (orgs). Raça e Diversidade. São Paulo: EDUSP/Estação Ciência, 1996.
MUNANGA, K. “Políticas de ação afirmativa em benefício da população negra no Brasil: um ponto de vista em defesa de côta”. In: GOLÇALVES e SILVA, Petronilha B. e SILVÉRIO, Valter R. Educação e Ações Afirmativas: entre a injustiça simbólica e a injustiça econômica. Brasília: INEP/MEC, 2003.
MUNANGA, K. “Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia”. In: Cadernos PENESB (Programa de Educação sobre o Negro na Sociedade Brasileira), Universidade Federal Fluminense, Centro de Estudos Sociais Aplicada da Faculdade de Educação, nº 5, 2004.
MUNANGA, Kabengele (org.). Superando o Racismo na Escola. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2005.
MUNANGA, Kabengele e GOMES, Nilma. Para entender o negro no Brasil de hoje: história, realidades, problemas e caminhos. São Paulo: Global: Ação Educativa, 2004.
MUNANGA, Kabengele. “A difícil tarefa de definir quem é negro no Brasil”. Entrevista com In: ESTUDOS AVANÇADOS, 18(50):51-56, São Paulo: IEA/USP, 2004.
MUNANGA, Kabengele. Arte afro-brasileira: o que é, afinal? In: Catálogo Mostra do Redescobrimento – Brasil 500 é mais. São Paulo: Associação Brasil 500 anos Artes Virtuais, 2000.
MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a Mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. Petrópolis-RJ: Vozes, 1999.
OLIVEIRA, Eduardo. Cosmovisão Africana no Brasil: elementos para uma filosofia afrodescentende. Fortaleza: LCR, 2003.
OLIVEIRA, Eliana de. “Conscientização e socialização sobre o racismo”. In: _____________. Mulher negra professora universitária: trajetória, conflitos e identidade. Brasília,: Líber Livro Editora, 2006.
OLIVEIRA, Fátima. Saúde da população negra – Brasil ano 2001. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2003.
OLIVEIRA, Iolanda (org.). Relações raciais e educação: novos desafios. RJ: DP&A, 2003.
OLIVEIRA, Lúcio. Tímidos ou indisciplinados?, vol. 7. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009.
OLIVEIRA, Zilma R. de. “Os primeiros passos da história da educação infantil no Brasil. In: Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002.
PROGRAMA de Ação Durban. 3a Conferência Mundial contra o Racismo, a Xenofobia e Intolerâncias Correlatas.
QUINTÃO, Antonia Aparecida. Lá vem os meus parentes: as irmandades de pretos e pardos no Rio de Janeiro e em Pernambuco (séc. XVIII). São Paulo: Annablume: FAPESP, 2002
__________. “As irmandades negras: outro espaço de luta e resistência”. Irmandades Negras: Outro espaço de luta e resistência. (São Paulo: 1870-1890). São Paulo: Annablume: Fapesp, 2002.
__________. Professora, existem santos negros? Histórias de identidades religiosa negra, vol. 8. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009.
ROCHA, Rosa Margarida de Carvalho. Almanaque Pedagógico Afro-brasileiro. MG: Mazza Edições, 2004.
RODRIGUES, Nina. Os africanos no Brasil. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 2004.
SALUM, Marta H. L. Cem anos de arte afro-brasileira. In: Catálogo Mostra do Redescobrimento – Brasil 500 é mais. São Paulo: Associação Brasil 500 anos Artes Virtuais, 2000.
SANTOS, Gislene Aparecida dos. A invenção do “ser negro”: um percurso de idéias que naturalizam a inferioridade dos negros. São Paulo: EDUC/FAPESP; Rio de Janeiro: Pallas, 2002.
__________. Percepções da Diferença, vol. 1. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009.
SANTOS, Jocélio Telles dos. O Dono da terra: o caboclo nos candomblés da Bahia. Salvador: Sarah Letras, 1995.
SANTOS, Juana Elbein dos. Os Nagô e a morte: Pade, Asese e o culto Egum na Bahia. Petrópolis: Editora Vozes, 1977.
SANTOS, Maria Stella de Azevedo. Meu tempo é agora. São Paulo: Editora Oduduwa, 1993.
SANTOS, Sandra. Brincando e ouvindo histórias, vol. 9. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009.
SILVA, Dilma de Melo. Por que riem da África?, vol. 6. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009.
SILVA, Lucia Helena Oliveira e FERNANDES, Frederico Augusto Garcia (orgs.) Cultura Afro-Brasileira: expressões religiosas e questões escolares. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2006 (Caderno Uniafro, vol. 1)
SOARES, Mariza de Carvalho. Devotos da cor: identidade étnica, religiosidade e escravidão no Rio de Janeiro, séc. XVIII. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.
SOUZA, Ana Lúcia Silva e CROSO, Camila (coords) Igualdade das relações étnico-raciais na escola: possibilidades e desafios para implementação da Lei 10.639/2003. São Paulo: Peirópolis: Ação Educativa, Ceafro, Ceert, 2007.
SOVIK, Liv. “Aqui ninguém é branco: hegemonia branca e media no Brasil”. In: WARE, Vrom (org.) Branquidade, identidade branca e multiculturalismo. Rio de Janeiro: Garamond, 2004.
TAYLOR, Charles. “A política de reconhecimento”. In: APPIAH, K. Anthony (e outros). Multiculturalismo: examinando a política de reconhecimento. Lisboa: Instituto Piaget, 1998.
VERGER, Pierre Fatumbi. Lendas dos Orixás. Salvador: Editora Corrupio, 1981.


FILMES INDICADOS

AFRICANIDADES BRASILEIRAS. TV Brasil: o Futuro. SEED/MEC, 2008, 54’21”. [www.mec.gov.br/seed] – [www.tvbrasil.com.br/salto]
LIVROS ANIMADOS (várias histórias). A Cor da Cultura. SEPPIR/MEC. [ww.acordacultura.org.br]
MOJUBÁ. (várias histórias). A Cor da Cultura. SEPPIR/MEC. [ww.acordacultura.org.br]
HERÓIS DE TODO MUNDO. A Cor da Cultura. SEPPIR/MEC. [ww.acordacultura.org.br]
PROGRAMA NOTA 10. (várias histórias). A Cor da Cultura. SEPPIR/MEC. [ww.acordacultura.org.br]
TEORIAS RACIAIS COMO TEORIAS DAS DIFERENÇAS. Programa Ações Afirmativas da UFMG. Belo Horizonte, Faculdade de Educação/UFMG, 2004, 55’.
DIREITO À EDUCAÇÃO E AÇÕES AFIRMATIVAS. Programa Ações Afirmativas da UFMG. Belo Horizonte, Faculdade de Educação/UFMG, 2004, 50’.
DESIGUALDADES RACIAIS E POLÍTICAS PÚBLICAS. Programa Ações Afirmativas da UFMG. Belo Horizonte, Faculdade de Educação/UFMG, 2004, 50’.
 

OBJETIVOS

CORSI REGOLARI

Desenvolver as habilidades comunicativas (ouvir, falar, ler e escrever) em italiano, bem como apresentar elementos culturais da Itália.

CORSI DI CONVERSAZIONE

·         Elementare: Desenvolver a fluência em língua italiana dos participantes, tornando-os mais seguros para se comunicarem oralmente em situações simples e quotidianas.

·         Intermédio:Praticar e desenvolver a fluência verbal em língua italiana dos participantes, tornando-os mais seguros para se comunicarem oralmente em diversas situações do quotidiano.

 

CORSI DI LINGUA E CULTURA

STORIA DELL’ARTE ITALIANA: dal Trecento al Rinascimento

Estudar a evolução da arte italiana desde o Trecento até o Renascimento através das obras de grandes artistas (pintores, escultores e arquitetos). Para o curso será utilizado material audiovisual, além de textos escritos.

L’EMIGRAZIONE ITALIANA ATTRAVERSO IL CINEMA

Analisar aspectos da emigração italiana em diversos países desde fins dos Oitocentos até os dias atuais através documentários e filmes baseados em fatos reais e, também de ficção. Os filmes e documentários serão apresentados integralmente e discutidos em aula.

VIAGGIO NELLA CITTÀ ITALIANE

Estudar algumas cidades italianas através de sua arte (pintura, escultura arquitetura e monumentos) e cultura (costumes e culinária). O curso será desenvolvido através de amplo material audiovisual (filmes, documentários, slides etc).

OBJETIVOS

CORSI REGOLARI

Desenvolver as habilidades comunicativas (ouvir, falar, ler e escrever) em italiano, bem como apresentar elementos culturais da Itália.

CORSI DI CONVERSAZIONE

·         Elementare: Desenvolver a fluência em língua italiana dos participantes, tornando-os mais seguros para se comunicarem oralmente em situações simples e quotidianas.

·         Intermédio:Praticar e desenvolver a fluência verbal em língua italiana dos participantes, tornando-os mais seguros para se comunicarem oralmente em diversas situações do quotidiano.

 

CORSI DI LINGUA E CULTURA

IL GIRO DELL’ITALIA IN 180 SITI: UN VIAGGIO VIRTUALE TRA SITI E TESTI
Propiciar aos participantes uma viagem virtual pela Itália, apresentando aspectos culturais e linguísticos a partir de sites italianos. Apresentar a Internet como um ótimo recurso na ampliação dos conhecimentos da língua e da cultura italianas. Contribuir para o desenvolvimento da produção oral dos participantes. Exercitar a produção escrita dos alunos a partir de textos extraídos dos sites vistos.

VIAGGIO NELLE REGIONI ITALIANE 4: Campania, Puglia, Basilicata, Calabria e Sicilia.

Estudar alguns aspectos de cinco regiões italianas através de sua história, geografia e cultura (língua, culinária, música e monumentos). O programa do curso será desenvolvido através de textos escritos e de material audiovisual (filmes, documentários, slides, etc.).

DALLA MIGRAZIONE VERSO NORD AGLI IMMIGRANTI STRANIERI IN ITALIA OGGI: STORIA E CINEMA

Analisar aspectos da imigração de meridionais para o Norte por motivo de trabalho durante o “miracolo econômico” comparando este processo com a situação dos imigrantes estrangeiros (africanos, albaneses e chineses) hoje. Para tanto serão apresentados documentários e filmes baseados em fatos reais e, também de ficção. Os filmes e documentários serão apresentados integralmente e discutidos em aula.

SCRIVIAMO IN ITALIANO!

Ajudar o aluno a desenvolver e melhorar suas habilidades, iniciando pela compreensão escrita e terminando com a produção escrita. Partindo do nível básico ao intermediário (A1/A2), orientando o discente gradualmente da redação guiada à produção livre. Os textos a serem desenvolvidos serão descritivos, narrativos e cartas tanto informais quanto formais.

ITALIANO PARA VIAGENS

Preparar os alunos através de atividades em grupos nas mais diversas situações comunicativas relativas à viagem (hotel, restaurante, compras, trem, aeroporto etc) e também fornecer informações turísticas e culturais da Itália.

LE GRANDI GUERRE NEL CINEMA ITALIANO

Estudar a história da Itália nas duas Guerras Mundiais, enfocados por seis filmes de renomados diretores: Luigi Comencini, Mario Monicelli, Ettore Scola, Vittorio De Sica, Dino Risi e Gabriele Salvatores. Os filmes serão apresentados integralmente e analisados e discutidos em aula.

CANZONI ITALIANE: storia, lingua e cultura

Estudar a música italiana (a lírica, as canzonette regionali, as escolas genovese, romana, napoletana e bolognese), contextualizando-a na história italiana. As músicas selecionadas serão discutidas em sala de aula.

CONSOLIDAMENTO GRAMMATICALE PER LA PRODUZIONE ORALE E SCRITTA (A2)

Rever e consolidar aspectos gramaticais ministrados até ao nível V do Italiano no Campus, sistematizando o seu conhecimento através de exercícios e atividades de produção oral e escrita sobre temáticas específicas.

INTRODUZIONE ALLA STORIA LINGUISTICA DELL’ ITALIA: SOGGETTI, SPAZI E IDEE

Propiciar um percurso de estudo da realidade linguística italiana na diacronia. Despertar o interesse do público para os processos históricos que levaram ao cenário linguístico contemporâneo na Itália, pondo as bases para sucessivos aprofundamentos do tema.
 
LETTERATURA E CINEMA ITALIANO: Estudar a língua e história italiana através de textos literários, em particular os contos, que inspiraram às realizações cinematográficas. Os escritores selecionados são: Luigi Pirandello, Camillo Boito, Alberto Moravia, Ítalo Calvino e Andrea Camilleri. Os contos bem como os filmes serão lidos, vistos e discutidos integralmente.

 

OBJETIVOS

CORSI REGOLARI

Desenvolver as habilidades comunicativas (ouvir, falar, ler e escrever) em italiano, bem como apresentar elementos culturais da Itália.

CORSI DI CONVERSAZIONE

·         Elementare: Desenvolver a fluência em língua italiana dos participantes, tornando-os mais seguros para se comunicarem oralmente em situações simples e quotidianas.
 

CORSI DI LINGUA E CULTURA

SCRIVIAMO IN ITALIANO!

Ajudar o aluno a desenvolver e melhorar suas habilidades, iniciando pela compreensão escrita e terminando com a produção escrita. Partindo do nível básico ao intermediário (A1/A2), orientando o discente gradualmente da redação guiada à produção livre. Os textos a serem desenvolvidos serão descritivos, narrativos e cartas tanto informais quanto formais.

ITALIANO PARA VIAGENS

Preparar os alunos através de atividades em grupos nas mais diversas situações comunicativas relativas à viagem (hotel, restaurante, compras, trem, aeroporto etc) e também fornecer informações turísticas e culturais da Itália.

CONSOLIDAMENTO GRAMMATICALE PER LA PRODUZIONE ORALE E SCRITTA (A2)

Rever e consolidar aspectos gramaticais ministrados até ao nível V do Italiano no Campus, sistematizando o seu conhecimento através de exercícios e atividades de produção oral e escrita sobre temáticas específicas.

OBJETIVOS

CORSI REGOLARI

Desenvolver as habilidades comunicativas (ouvir, falar, ler e escrever) em italiano, bem como apresentar elementos culturais da Itália.

CORSI DI CONVERSAZIONE

·         Elementare: Desenvolver a fluência em língua italiana dos participantes, tornando-os mais seguros para se comunicarem oralmente em situações simples e quotidianas.

·         Intermédio:Praticar e desenvolver a fluência verbal em língua italiana dos participantes, tornando-os mais seguros para se comunicarem oralmente em diversas situações do quotidiano.

OBJETIVOS

         CORSI REGOLARI

Desenvolver as habilidades comunicativas (ouvir, falar, ler e escrever) em italiano, bem como apresentar elementos culturais da Itália.

         CORSI DI CONVERSAZIONE

Elementare: Desenvolver a fluência em língua italiana dos participantes, tornando-os mais seguros para se comunicarem oralmente em situações simples e quotidianas.

Intermédio:Praticar e desenvolver a fluência verbal em língua italiana dos participantes, tornando-os mais seguros para se comunicarem oralmente em diversas situações do quotidiano.

CORSI DI LINGUA E CULTURA

 Aspetti della cultura italianaPropiciar a utilização da língua italiana em situações comunicativas, exercitando a competência comunicativa; Melhorar a fluência em língua italiana utilizando atividades de compreensão de textos e atividades de compreensão oral (vídeos, documentários, entrevistas e material em áudio) que visem à reflexão sobre aspectos da cultura italiana;Promover por meio de inputs culturais o desenvolvimento e a melhoria das habilidades tanto de compreensão e produção em língua italiana.

 Compreensão e discussão de textos jurídicos em italianoCompreender textos jurídicos em língua italiana e adquirir competência do léxico juridico. Os textos jurídicos serão trabalhados de forma progressiva; dos mais simples ao mais complexos, por meio de debates em língua italiana em que os alunos terão oportunidade de praticar o idioma utilizando um vocabulário especifico.

• I generi autobiografici: parlare e scriviere di se italianoO curso terá duas abordagens complementares: a primeira histórico-literária e, a segunda, prática, de uso da língua italiana. Os alunos irão ler, discutir e interpretar trechos de autobiografias, memórias, cartas e diários de personalidades importantes da história e da literatura italiana, assim como de pessoas comuns, publicados em forma de livros ou filmes. Paralelamente, os alunos realizarão atividades de produção oral e escrita voltadas à narração de suas próprias experiências pessoais, incrementando, dessa forma, o léxico e o domínio das estruturas da língua italiana.

• Parliamo di parlare: O objetivo principal deste curso é promover o conhecimento metalinguístico e a aprendizagem consciente dos sons e de sua correspondência escrita na língua italiana, através de materiais lúdicos, multimídias e da análise contrastiva. Deste modo, espera-se que o aluno, ao final do curso, tenha consolidado os aspectos fonéticos e que estes venham a auxiliar e a estimular a produção oral.

• Viaggio nella Toscana di ieri e di oggi: Apresentar aos alunos os principais aspectos que caracterizam a Toscana (antigamente e atualmente) por meio da imersão na cultura dessa região: história, geografia, gastronomia e enologia, curiosidades, festas e músicas tradicionais, turismo, artes, literatura e língua.Propiciar a utilização da língua italiana em situações comunicativas, exercitando a competência comunicativa de compreensão e produção oral e escrita dos alunos. Colaborar para a difusão da cultura e da língua italianas de maneira a extrapolar os limites do âmbito acadêmico e estender à população os conhecimentos compartilhados e produzidos pelas áreas de ensino e pesquisa da universidade.

Oficina de Adaptação de Clássicos: Cervantes e Shakespeare

ATENÇÃO

INFORMAÇÕES SUJEITAS A MODIFICAÇÕES. CONSULTE SEMPRE AS ATUALIZAÇÕES DO SITE.
Clique nos títulos abaixos para abrir as caixas de informação.

Valor
Valor: 

► Gratuito: Docentes e Funcionários da FFLCH.
► R$ 300,00: Interessados em geral
► R$ 270,00: Graduandos e pós-graduandos da FFLCH.
► R$ 150,00: Professores Ativos da Rede Pública, maiores de 60 anos, monitores bolsistas e estagiários da FFLCH.

Detalhes
• O pagamento será à vista, mediante boleto bancário impresso no ato da matrícula;
• Não haverá devolução da taxa após o início do curso;
• Os descontos serão concedidos mediante solicitação do interessado e comprovação da categoria a que pertence (apresentação da carteirinha USP ou holerite).
• O não pagamento do boleto implica no cancelamento da matrícula.

 

Natureza do curso
Difusão
Objetivo

A oficina de adaptação visa valorizar a atividade do adaptador, que se transforma em um segundo autor ao reescrever uma obra. O aluno acabará o curso com um projeto de adaptação e uma primeira versão da adaptação de um dos episódios da obra cervantina, no formato que desejar: versos de cordel; prosa; HQ; peça de teatro; roteiro de curta/animação.

Programa
Programa Detalhado
Carga horária
20.00h
Vagas

máximo: 30 alunos
mínimo: 20 alunos

Certificado/Critério de Aprovação
Mínimo de 75% de frequência. Após a finalização do curso os alunos deverão solicitar o certificado pelo e-mail agenda@usp.br
Coordenação
Profº Drº Álvaro Silveira Faleiros, da FFLCH/USP.
Ministrante(s)

Silvia Beatriz Cobelo

Promoção
Centro Interdepartamental de Tradução e Terminologia
Período de Realização
07/03/2018 a 23/05/2018
Detalhes

Presencial

Horário: 9:00 às 16:45.

Local: Serviço de Cultura e Extensão Universitária – sala 126. Prédio da Administração da FFLCH. Rua do Lago, 717, Cidade Universitária, São Paulo, SP.

Documentos necessários: RG, CPF ou carteirinha USP (comunidade USP)

Atenção!

  • A matrícula poderá ser feita pessoalmente ou por procuração simples (CLIQUE AQUI)
  • Não é permitido matrícula por telefone ou e-mail.
  • Não é permitido reservar vagas.

Desistência: 
O aluno desistente deverá comparecer à Secretaria ou ligar no telefone 3091-4645, no prazo de 2 dias antes do início do curso. Assim, caso haja Lista de Espera, poderemos preenc
her as vagas.

Público Alvo para Sorteio

Comunidade USP: 1 discente, 1 funcionário e 1 para terceira idade.

Formulário para SORTEIO DE BOLSA: até 15/02/2018 CLIQUE AQUI

Resultado: 16/02/2018:

Caroline Figueiredo Pujol Yamamoto (aluna USP)

Maria Elizabete Rodrigues (3ª idade)

ATENÇÃO!

 O sorteio não garante a vaga, devendo a pessoa contemplada (ou seu representante) comparecer no dia de matrícula.
• Veja as regras no link BOLSAS E DESCONTOS.

 

Período de Inscrição
19/02/2018 a 06/03/2018
Detalhes

Presencial

Horário: 9:00 às 16:45.

Local: Serviço de Cultura e Extensão Universitária – sala 126. Prédio da Administração da FFLCH. Rua do Lago, 717, Cidade Universitária, São Paulo, SP.

Documentos necessários: RG, CPF ou carteirinha USP (comunidade USP)

Atenção!

  • A matrícula poderá ser feita pessoalmente ou por procuração simples (CLIQUE AQUI)
  • Não é permitido matrícula por telefone ou e-mail.
  • Não é permitido reservar vagas.

Desistência: 
O aluno desistente deverá comparecer à Secretaria ou ligar no telefone 3091-4645, no prazo de 2 dias antes do início do curso. Assim, caso haja Lista de Espera, poderemos preenc
her as vagas.

Oficina de Adaptação de Clássicos: Dom Quixote

ATENÇÃO

INFORMAÇÕES SUJEITAS A MODIFICAÇÕES. CONSULTE SEMPRE AS ATUALIZAÇÕES DO SITE.
Clique nos títulos abaixos para abrir as caixas de informação.

Valor
Valor: 

► Gratuito: Docentes e Funcionários da FFLCH.
► R$ 120,00: Interessados em geral
► R$ 108,00: Graduandos e pós-graduandos da FFLCH.
► R$ 60,00: Professores Ativos da Rede Pública, maiores de 60 anos, monitores bolsistas e estagiários da FFLCH.

Detalhes
• O pagamento será à vista, mediante boleto bancário impresso no ato da matrícula;
• Não haverá devolução da taxa após o início do curso;
• Os descontos serão concedidos mediante solicitação do interessado e comprovação da categoria a que pertence (apresentação da carteirinha USP ou holerite).
• O não pagamento do boleto implica no cancelamento da matrícula.

 

Natureza do curso
Difusão
Objetivo

A oficina de adaptação visa valorizar a atividade do adaptador, que se transforma em um segundo autor ao reescrever uma obra. O aluno acabará o curso com um projeto de adaptação e uma primeira versão da adaptação de um dos episódios da obra cervantina, no formato que desejar: versos de cordel; prosa; HQ; peça de teatro; roteiro de curta/animação.

Programa
Programa Detalhado
Carga horária
18.00h
Vagas

máximo: 30 alunos
mínimo: 20 alunos

Certificado/Critério de Aprovação
Mínimo de 85% de frequência. Após a finalização do curso os alunos deverão solicitar o certificado pelo e-mail agenda@usp.br
Coordenação
Profa. Dra. Mariangela de Araujo, da FFLCH/USP.
Ministrante(s)

Silvia Beatriz Cobelo

Promoção
Centro Interdepartamental de Tradução e Terminologia.
Período de Realização
03/05/2017 à 28/06/2017
Detalhes

Presencial

Horário: 9:00 às 12:00 e das 13:00 às 16:30.

Local: Serviço de Cultura e Extensão Universitária – sala 126. Prédio da Administração da FFLCH. Rua do Lago, 717, Cidade Universitária, São Paulo, SP.

Documentos necessários: RG, CPF ou carteirinha USP (comunidade USP)

Atenção!

  • A matrícula poderá ser feita pessoalmente ou por procuração simples (CLIQUE AQUI)
  • Não é permitido matrícula por telefone ou e-mail.
  • Não é permitido reservar vagas.

Desistência: 
O aluno desistente deverá comparecer à Secretaria ou ligar no telefone 3091-4645, no prazo de 2 dias antes do início do curso. Assim, caso haja Lista de Espera, poderemos preenc
her as vagas.

Público Alvo para Sorteio

Comunidade USP: 1 para discente e 1 para terceira idade.

Formulário para SORTEIO DE BOLSA: até 15/04/2017 CLIQUE AQUI

Resultado

Kethyllin Santos da Silva (Aluna USP)

Marcelo Dias Almada (Terceira idade)

ATENÇÃO!

 O sorteio não garante a vaga, devendo a pessoa contemplada (ou seu representante) comparecer no dia de matrícula.
• Veja as regras no link BOLSAS E DESCONTOS.

 

Período de Inscrição
17/04/2017 a 28/04/2017
Detalhes

Presencial

Horário: 9:00 às 12:00 e das 13:00 às 16:30.

Local: Serviço de Cultura e Extensão Universitária – sala 126. Prédio da Administração da FFLCH. Rua do Lago, 717, Cidade Universitária, São Paulo, SP.

Documentos necessários: RG, CPF ou carteirinha USP (comunidade USP)

Atenção!

  • A matrícula poderá ser feita pessoalmente ou por procuração simples (CLIQUE AQUI)
  • Não é permitido matrícula por telefone ou e-mail.
  • Não é permitido reservar vagas.

Desistência: 
O aluno desistente deverá comparecer à Secretaria ou ligar no telefone 3091-4645, no prazo de 2 dias antes do início do curso. Assim, caso haja Lista de Espera, poderemos preenc
her as vagas.

Oficina de armênio oriental (on-line)

ATENÇÃO

INFORMAÇÕES SUJEITAS A MODIFICAÇÕES

Clique nos títulos abaixo para abrir as caixas de informação:

 

Valor

Gratuito.

Natureza do curso
Difusão
Público Alvo

Interessados em geral.

Atenção: para fazer este curso é necessário ser alfabetizado em armênio. Os alunos que não forem alfabetizados em armênio não conseguirão acompanhar o curso.

Pré-Requisito

Alfabetizado em armênio (Ver o campo "Inscrição").

Objetivo

A série de oficinas tem por objetivo dar subsídios para um melhor desempenho dos alunos interessados em aprender armênio, em relação ao desenvolvimento de capacidade de expressão própria nessa língua. As oficinas se justificam por proporcionar a realização de sequências didáticas que contribuirão para o processo de ensino-aprendizagem do armênio oriental como língua estrangeira.

O curso será on-line e ministrado na plataforma Google Meet, valendo-se também de recursos didáticos de multimídia, compatíveis com a referida plataforma.

Programa
Carga horária
8.00h
Vagas

Máximo: 60.

Mínimo: 05.

Certificado/Critério de Aprovação
Mínimo de 75% frequência obrigatório. Os certificados serão enviados por e-mail quando os ministrantes disponibilizarem a lista de aprovados no sistema.
Coordenação
Profa. Dra. Deize Crespim Pereira, da FFLCH
Ministrante(s)

Profa. Juliana Camargo Mariano

Promoção
Letras Orientais.
Período de Realização
22/11/2021 a 26/11/2021.
Local
Curso à distância. Após a inscrição, as instruções serão enviadas por e-mail aos alunos matriculados pelo ministrante.
Detalhes
Segunda-feira 16:00 às 18:00
Terça-feira 16:00 às 18:00
Quinta-feira 16:00 às 18:00
Sexta-feira 16:00 às 18:00
sex, 19/06/2020 - 18:46
Período de Inscrição
de 29/10 a 15/11/2021.
Detalhes

► Para inscrição o interessado deverá enviar em um mesmo e-mail, até o dia 15/11/21, os documentos abaixo para: deize.pereira@usp.br

1) Currículo Lattes, ou outro, atualizados;

2) Carta de apresentação do candidato e de motivação (explicar brevemente por que tem interesse em fazer esse curso);

3)  Ficha de inscrição devidamente preenchida: CLIQUE AQUI

► Após a seleção dos inscritos, a coordenadora enviará o resultado por e-mail até o dia 19/11/21, assim como as demais orientações para as dinâmicas didáticas do curso.

 

Desistência: 

O aluno desistente deverá escrever à Secretaria (agenda@usp.br) com cópia para o ministrante do curso.