Programa | Investigação Social e Cultural da Contemporaneidade

Programa

1-Globalização, Estado de Bem-Estar e Neo-liberalismo
Prof. Francisco Maria Cavalcanti de Oliveira (USP)

2-Contradições e limites da democracia
Prof. André Vitor Singer (USP)

3-Ataque sistematizado aos direitos do trabalhador.
Prof. Jorge Souto Maior (USP)

4-Reorganização do trabalho e resposta sindical.
Prof. Leonardo Gomes M. e Silva (USP)

5 -A Cultura na Era da Globalização.
Profa . Maria Elisa Cevasco (USP)
Prof. Marcos Soares (USP)

6 -Arte e Colonização da subjetividade contemporânea.
Prof. Luiz Renato Martins (USP)
Prof. Francisco Alambert(USP)

7-Urbanismo, arquitetura e financeirização.
Prof. Luiz Recaman (USP)
Profa. Vera Pallamin (USP)

8-Reconstrução da teoria crítica.
Prof. Wolfgang Leo Maar (UFScar)
Profa. Isabel Loureiro (UNESP)

09- Crise e Crítica Marxista.
Prof. Jorge Grespan (USP)

10-Depois dos Estados Unidos... e antes do juízo final.
Prof.Francisco Maria Cavalcanti de Oliveira (USP)

Bibliografia

 

ADORNO, Th. W. - "Introdução à controvérsia do positivismo na sociologia alemã" (Trad.: Wolfgang Leo Maar), in ADORNO, Th. W. - Textos - col. Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 2005
ADORNO, Th. W. - Minima Moralia (Trad. Gabriel Cohn). Rio: Ed. Azougue, 2008
Alambert, F. & CANHÊTE, Polyana. Bienais de São Paulo: da era do museu à era do curadores. Boitempo, 2004.
Arantes, Paulo. Extinção. São Paulo, Boitempo Editorial,2007.
Arantes. O. Urbanismo em fim de linha. São Paulo Edusp, 2001.
Benjamin, Walter, "Sobre o conceito de história, trad. das teses J.M. Gagnebin, M. L Müller, in Michael LÖWY, Walter Benjamin: Aviso de Incêndio, trad. W. N. C. Brandt, São Paulo, Boitempo, 2005;
Benjamin, Walter, Magia e Técnica, Arte e Política/ Ensaios sobre literatura e história da cultura/ Obras Escolhidas, vol. 1, trad. Sergio Paulo Rouanet, prefácio Jeanne Marie Gagnebin, São Paulo, Brasiliense, 1985.
Beynon, H. and Nichols, T. (eds) The Fordism of Ford and Modern Management: Fordism and Post-Fordism, 2 Vols, Cheltenham: Edward Elgar,2006.
Cevasco, Maria Elisa. Dez Liçoes de Estudos Culturais. São Paulo, Boitempo,2003
Chesnais François. A Mundialização do Capital.
Chin-Tao Wu. A Privatização da cultura. São Paulo, Boitempo, 2006.
Dahl, Robert. La democracia y sus críticos. Buenos Aires, Paidós, 1993.
Durand, Jean Pierre. La Châine Invisible. Paris: Le Seuil,2003.
Durham, Duke University Press, 1992.
Estanque, E.; Mello e Silva, L.; Véras, R.; Ferreira, A.C.; Costa, H. (2005). Mudanças no trabalho e ação sindical: Brasil e Portugal no contexto da transnacionalização. São Paulo: Cortez
Francis Mulhern. Culture/Metaculture. Londres, Routledge, 2002.
Harvey, D. Condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1999.
Held,David. Models of democracy. Stanford, Stanford University Press, 1996
Hirst, Paul. A democracia representativa e seus limites. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Edior, 1992.
Jameson, Fredric. Postmodernism or the Cultural Logic of Late Capitalism.
Jameson. F. A Cultura do dinheiro. Petropolis: Vozes, 2001.
MAAR, Wolfgang Leo - "La actualidad de la Teoria Crítica de la sociedad y el futuro de la emancipación", in LEYVA, Gustavo (Ed.) - La teoria cíitica y las tareas actuales de la crítica. Madrid: Ed. ANTHROPOS, 2005
MARCUSE, Herbert - Cultura e Sociedade - Vol.1 e Vol.2 (Trad. Isabel Loureiro, Robespierre de Oliveira e Wolfgang Leo Maar). Ed. Paz e Terra, 1998
MARTINS, Luiz Renato, Manet: Uma Mulher de Negócios, um Almoço no Parque e um Bar, Rio, Zahar/ coleção Arte+, 2007;
Oliveira, Francisco de e Rizek, Cibele Saliba: A era da Indeterminação (Boitempo)
Oliveira, Francisco de, Braga, Ruy e Risek,Cibele(Orgs.)Hegemonia às Avessas: economia, política e cultura na era da servidão financeira. São Paulo, Boitempo, 2010.
Oliveira, Francisco de. Crítica à Razão Dualista, São Paulo, Boitempo editorial.
RUSH, Fred (Org.) - Teoria Crítica. Aparecida -SP: Ed. Idéias e Letras, 2008.
Schwarz, Roberto. Um clássico na periferia do capitalismo . São Paulo, Cia das Letras.

Programa-Transliteração de línguas orientais: o caso do armênio e do chinês

Conceitos: transliteração; romanização, fonema e grafema, regras ortográficas e etimologia.
A língua armênia: a clássica e a moderna; a língua armênia oriental e a ocidental. O método ALA-LC (American Library Association + Library of Congress), o método Hübschmann-Meillet
A língua chinesa: o universo linguístico chinês, o cantonês, o mandarim. Os métodos aplicados. A regulamentação do pinyin.
Aplicação e importância da transliteração e conclusões.

Bibliografia básica:
FERNANDES, Millôr. Hai-kais. Porto Alegre: L&PM, 2000.
MEY, Monika. Chinês rápido. São Paulo: Escala, 2011.
OLIVEIRA, João Pedro. O latinorum na Tóri di Babel: humor e língua na literatura em crioulo de Macau. Lisboa: CCCM e UMAC, 2024.
OUTTIER, Bernard e outros. Jubilé de l’Ordre des Pères mékhitaristes: tricentenaire de la Maison mère, l’Abbaye de Saint-Lazare 1717-2017. Lyon: Sources d’Arménie, 2017.
PALOMO, Sandra Maria Silva. O oriental e o ocidental no idioma armênio. Anais. São Paulo: FFLCH-USP,1990.
WU, Yi Chen e WU, Ming Tsung. Curso de chinês básico. São Paulo : Mandarim Escola de Idiomas, 2007.
ZEKIYAN, Levon e outros. Transcription de l’alphabet arménien. IN OUTTIER, Bernard e outros. Jubilé de l’Ordre des Pères Mékhitaristes: tricentenaire de la Maison mère, l’Abbaye de Saint-Lazare 1717-2017. Lyon: Sources d’Arménie, 2017.


 

Programa: Aspectos da Cultura e da História do Negro no Brasil

EMENTA 
 
O curso de difusão cultural Aspectos da cultura e da história do negro no Brasil foi elaborado pelo Centro de Estudos Africanos da FFLCH/USP em 2006, com o objetivo de suprir uma demanda surgida pela Lei nº 10.639/03, hoje alterada pela Lei nº 11.645/08, as quais estabelecem as diretrizes e bases da educação nacional, incluindo, no currículo oficial da rede de ensino, a obrigatoriedade dos estudos sobre a temática da “História e Culturas Afro-Brasileira e Indígena”. 
 
Com a efetivação da lei, surgem dois problemas a serem equacionados: 1) a capacitação de professores/educadores que possam ensinar as matérias prescritas, considerando que o conjunto dos professores do ensino básico e médio no sistema educativo brasileiro não teve acesso ao estudo da história da África e do negro no Brasil, dentro de uma visão divorciada da historiografia colonial; 2) a definição e delimitação do conteúdo da história da África, do negro e de sua cultura e, consequentemente, a produção de novos manuais e materiais didáticos em ruptura com a literatura colonial preconceituosa ainda dominante e resistente. 
 
Sendo o Centro de Estudos Africanos um espaço multidisciplinar da FFLCH, que reúne pesquisadores da África e da diáspora atuando nas diversas áreas de conhecimento – Antropologia, Sociologia, Ciência Política, História, Literatura, Lingüística, etc. –, fica justificada e legitimada sua liderança nesse processo. 
 
 
 
PROGRAMA 
 
11/08/2014 
1ª Aula – Prof. Dr. Kabengele Munanga 
a) Apresentação do curso: objetivos, conteúdo do programa, bibliografia básica, corpo docente, questões práticas e funcionamento; 
 
b) Profª Drª Rosângela Malachias 
Tema: O negro no território brasileiro e o regime escravista: adaptação e resistência: 1.1. Resistências individuais; 1.2. Resistências coletivas: rebeliões nas senzalas, quilombos, Revolta dos Malês e 1.3. Atuação do negro na abolição. 
 
18/08/2014 
2ª Aula – Profª Drª Rosângela Malachias 
Tema: O negro pós abolição e novas formas de resistências: 2.1. A revolta da Chibata; 2.2. A Frente Negra Brasileira – Imprensa Negra em São Paulo 
 
25/08/2014 
3ª Aula – Prof. Dr. Juarez Tadeu de Paula Xavier 
Tema: Culturas negras no Brasil: Leis e repressões contra as culturas negras no Brasil – estratégias e formas de resistência religiosa no candomblé e na umbanda. 
 
01/09/2014 
4ª Aula – Profª Drª Antonia Ap. Quintão dos Santos Cezerilo 
Tema: Culturas negras no Brasil: Leis e repressões contra as culturas negras no Brasil – estratégias e formas de resistência religiosa nas irmandades católicas. 
 
15/09/2014 
5ª Aula – Prof. Dr. Kabengele Munanga 
Tema: O Negro e discriminação racial no Brasil: Conceitos básicos: preconceito, raça, racismo e etnicidade no Brasil e Características do racismo à brasileira. 
 
22/09/2014 
6ª Aula – Profª Drª Lígia Fonseca Ferreira 
Tema: Resistências artísticas na Literatura. 
 
29/09/2014 
7ª Aula – Profª Drª Maria Cecília Félix Calaça 
Tema: Resistências artísticas nas artes visuais. 
 
06/10/2014 
8ª Aula – Prof. Dr. Dennis de Oliveira 
Tema: Formas de exclusão do negro no Brasil: O negro na mídia e no mercado de trabalho 
 
13/10/2014 
9ª Aula – Eliana de Oliveira 
Tema: O negro na educação (ensino fundamental, médio e superior) 
 
20/10/2014 
10ª Aula – Luís Eduardo Batista 
Tema: Saúde da população negra: questões práticas 
 
03/11/2014 
11ª Aula – Drª Isildinha Baptista Nogueira 
Tema: Saúde da população negra: questões psíquicas 
 
10/11/2014 
12ª Aula – Prof. Dr. Pedro Jaime de Coelho Junior 
Tema: Multiculturalismo e Ação Afirmativa no Brasil: Políticas de reconhecimento da Identidade Negra no Brasil, exemplos das Leis 10.639/03 e 11.645/08 e O debate sobre as cotas raciais 
 
17/11/2014 
13ª Aula – Prof. Dr. Kabengele Munanga 
Entrega da Avaliação 
Palestra de Encerramento do Curso (Professor Convidado) 
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: 
 
ALENCASTRO, Luiz Felipe. O trato dos viventes. Formação do Brasil no Atlântico Sul, séculos XVI e XVII. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. 
ANDREI, Elena Maria e FERNANDES, Frederico Augusto Garcia (orgs.) Cultura Afro-Brasileira: construindo novas histórias. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2007 (Caderno UNIAFRO, vol. 2) 
ANDREWS, George Reid. Negros e Brancos em São Paulo (1888-1988). Bauru-SP: EDUSC. 1998 
ANJOS, Rafael Sânzio Araújo dos. Quilombos, Geografia Africana – Cartografia Étnica – Territórios Tradicionais. Brasília: Mapas Editora & Consultoria, 2009. 
ARAUJO, Rosângela ‘Janja’ C. A África e a Afro descendência: um debate sobre a cultura e o saber. In. SILVA, Cidinha da. Ações Afirmativas em Educação: Experiências Brasileiras. Editora Summus, São Paulo, 2003. 
ARRUTI, José Maurício (e outros) “Educação Quilombola em Debate: A Escola em Campinho da Independência (RJ) e a Proposta de uma Pedagogia Quilombola”. In: CUNHA, Ana Stela A. Construindo Quilombos, Desconstruindo Mitos: A educação formal e a realidade quilombola no Brasil. São Luís/MA: Ed. do Autor, 2011, p. 29-43. - Disponível em: www.fflch.usp.br/dl/indl/baixar.php?arq=344e173555d4978.pdf 
BALOGUM, Ola. A escultura dos signos. In: O CORREIO, Rio de Janeiro: UNESCO, ano 5 (7)12-21, jul, 1977. 
BANDEIRA DE MELLO, Celso Antonio – Conteúdo Jurídico do Princípio da Igualdade. São Paulo: Malheiros Editora 
BARBOSA, Luciene C. Racismo e Branquitude: representações na telenovela ‘Da Cor do Pecado’. In: Revista Mídia e Etnia. São Paulo: PMSP/CONE, ano 1 (1):5-9. 
BATISTA, Leandro Leonardo; LEITE, Francisco (orgs). O negro nos espaços publicitários brasileiros. S. Paulo: ECA/USP – CONE, 2011 
BRAGA, Júlio. Na Gamela do Feitiço: repressão e resistência nos Candomblés da Bahia. Salvador: EDUFBA, 1995. 
BRANDÃO, Ana Paula (coord.). Saberes e Fazeres, vol. 1 (Modo de Ver). Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 2006. [ww.acordacultura.org.br] 
BRANDÃO, Ana Paula (coord.). Memória das Palavras. Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 2006. [www.acordacultura.org.br] 
BRANDÃO, Ana Paula (coord.). Saberes e Fazeres, vol. 2 (Modo de Sentir). Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 2006. [ww.acordacultura.org.br] 
BRANDÃO, Ana Paula (coord.). Saberes e Fazeres, vol. 3 (Modo de Interagir). Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 2006. [ww.acordacultura.org.br] 
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Parecer CNE/CP 3/2004, de 10 de março de 2004. 
CADERNOS DE DEBATES, Política Democrática. Brasília: Edições Fundação Astrogildo Pereira, Ano I, nº 2, maio de 2008. 
CARNEIRO, Sueli. “Mulheres em movimento”. In: REVISTA ESTUDOS AVANÇADOS, 17(49):117-132, São Paulo, set/dez, 2003. 
CASHMORE, Ellis. Dicionário de Relações Étnicas e Raciais. São Paulo, Selo Negro/Summus, 2000. 
CASTRO JÚNIOR, Luis Victor - Capoeira Angola: Olhares e toques cruzados entre ancestalidade e historicidade In: Rev. Bras.Cienc. Esporte. Campinas. Autores Associados. V. 25 nº2, p. 143-158. Jan. 2004. 
CIVILETTI, Maria V. P. O cuidado às crianças pequenas no Brasil escravista. In: CADERNO DE PESQUISA, São Paulo, p. 31-40, s.d. 
CRUZ, A. C. J. Dimensões de educar para as relações étnicorraciais refletindo sobre suas tensões, sentidos e práticas. In: 33ª Reunião Anual da Anped. Caxambu, 2010. http://www.anped.org.br/33encontro/app/webroot/files/file/Trabalhos%20e…;
CRUZ, A. C. J. Relações raciais em sala de aula: construindo saberes desconstruindo estereótipos. In: XII Congresso da Associação Internacional para a Pesquisa Intercultural, 2009, Florianópolis, SC. Anais do XII Congresso da ARIC. Florianópolis: Edugraf, 2009. p. 26. Link: http://aric.edugraf.ufsc.br/congrio/html/anais/anais.html 
CUTI. Moreninho, Neguinho, Pretinho, vol. 3. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009. 
DEOSCÓREDES Maximiliano dos Santos. História de um terreiro Nagô. Salvador: Instituto Brasileiro de Estudos Afro-Asiático, 1962. 
DIAS, Adriana Albert: Mandinga, Manha e Malícia – uma história sobre os capoeiras na capital da Bahia (1910-1925). Edufba, Salvador, 2006. Em: http://www.ffch.ufba.br/IMG/pdf/2004adriana_albert_dias.pdf 
DUARTE, Eduardo de Assis. Literatura e afrodescendência no Brasil: antologia crítica. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011. v. 1: Precursores, 583p.; v. 2: Consolidação, 442p.; v. 3: Contemporaneidade, 565p.; v. 4: História, teoria, polêmica, 419p. 
DUARTE, Evandro C. Piza (e outros). Cotas raciais no ensino superior: entre o Jurídico e o Político. Curitiba: Juruá, 2008. 
EDUCAÇÃO QUILOMBOLA (Coletânea de Textos). MEC/SEAD, 2007. Disponível em: http://www.slideshare.net/Geraaufms/educao-quilombola 
FERRETTI, Sérgio. O Negro e o Catolicismo Popular, In: Sincretismo Religioso: O Ritual Afro ( Tânia Lima-Org).Congresso Afro-brasileiro (4:1994:Recife), Anais do IV Congresso Afro-brasileiro- Recife, FUNDAJ, ed. Massangana, 1996. 
FERRETTI, Sérgio. Repensando o Sincretismo: estudo sobre a Casa das Minas. São Paulo: Edusp, 1995. 
GOMES, N. L. Alguns termos e conceitos presentes no debate sobre relações raciais no Brasil: uma breve discussão. In: Educação anti-racista caminhos abertos pela Lei 10.639/2003. Brasília: SECAD, MEC, 2005. Pag. 39-62. Link: http://www.geledes.org.br/areas-de-atuacao/educacao/lei-10-639-03-e-out…;
GOMES, Nilma Lino. Limites e possibilidades da implementação da Lei 10.639/03 no contexto das politicas públicas em educação. In: HERNGER, Rosana e PAULA, Marilene. Caminhos Convergentes – Estado e sociedade na superação das desigualdades raciais no Brasil. Rio de Janeiro: Fundação Heinrich Boll, ActionAid, 2009. 
GONÇALVES, Maria Alice Rezende. Educação e Cultura: pensamento em cidadania. RJ: Quartet, 1999 
GOREN, Jacob. A escravidão reabilitada. São Paulo: Ed. Ática, 1990, 2ª ed. (p. 87-96; 189-206). 
HALL, Stuart. “A questão multicultural”. In: SOVIK, Liv (org.). Da Diáspora: identidades e mediações culturais. Belo Horizonte: Ed. UFMG / Brasília: UNESCO, 2003, p. 51-95. 
HASENBALG, Carlos Alfredo. Discriminação e desigualdades raciais no Brasil. Rio de Janeiro: Graal, 1979 
LIMA, Heloisa P. “De personagem a editor: vozes negras na literatura infanto-juvenil”. In: VIA ATLÂNTICA: publicação da área de estudos comparados de literaturas de língua portuguesa. (orgs) Ferreira, Ligia Fonseca; Sarteschi, Rosângela; Vecchia, Rejane. São Paulo: FFLCH- Departamento de Letras clássicas e vernáculas, n.18, 2010, págs 43-56 
LIMA, Heloisa P. Entre a orelha, a língua e a mão: a origem africana para o leitor infantil e juvenil. (org) Taborda, Scripta Literatura : Revista do Programa de Pós-graduação em Letras e do Cespuc– v. 1, n. 1, 1997 – Belo Horizonte: Ed. PUC Minas, 2009. 
LIMA, Heloisa. P. “Personagens negros: um breve perfil na literatura infanto-juvenil”. In: Kabengele Munanga. (Org.). Superando o racismo na escola. 2 ed. Brasília: Secad-Ministério da Educação, 2001, v. 1, p. 101-115. 
LOPES, Fernanda. “Experiências desiguais ao nascer, viver, adoecer e morrer: tópicos em saúde da população negra no Brasil”. In: I Seminário da Saúde da População Negra, São Paulo: Secretaria da Saúde/CONE, 2004, p. 53-97. 
MALACHIAS, Rosângela. (e outros). Eles têm a cara preta. vol. 10. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009. 
MALACHIAS, Rosângela. Cabelo Bom. Cabelo Ruim, vol. 4. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009. 
MALACHIAS, Rosângela. Mídia, Educação e Movimentos Negros. In: REVISTA MÍDIA E ETNIA, ano 1, nº 1. São Paulo: PMSP/CONE, s.d. 
MALACHIAS, Rosângela.. Movimentos Negros. Uma síntese de sua ação na História. São Paulo, mimeo/1998. 
MARTINS, Leda Maria. A Oralitura da Memória, In: Afrografias da Memória, São Paulo, Perspectiva; Belo Horizonte: Mazza Edições, 1997. 
MARTINS, Roseli F. e MUNHOZ, Maria L. P. Professora, não quero brincar com aquela negrinha!, vol. 5. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009. 
MATTOSO, Kátia M. de Queirós. Ser escravo no Brasil. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1988, 2ª ed. 
MEILLASSOUX, Claude. Antropologia da escravidão. O ventre de ferro e dinheiro. Rio de Janeiro: Zahar, 1995. 297p. 
MELLO, Manoel Messias (Major) e outros – Os direitos e a ordem social da Constituição Federal e o caso do “ônibus 174”. São Paulo: Centro de Aperfeiçoamento e Estudos Superiores da Polícia Militar do Estado de São Paulo – CAES, trabalho de conclusão do Curso Superior de Polícia de 2006. 
MIRANDA, Maria A. e MARTINS, Marilza S. Maternagem. Quando o bebê pede colo, vol. 2. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009. 
MOEHLECKE, Sabrina. Ação afirmativa: história e debates no Brasil In: Cadernos de Pesquisa, n. 117, novembro de 2002. 
MUNANGA, K. “Teoria social e relações raciais no Brasil contemporâneo”. In: Cadernos PENESB (Programa de Educação sobre o Negro na Sociedade Brasileira), Universidade Federal Fluminense, nº 12, 2010 
MUNANGA, K. “Algumas considerações sobre ‘raça’, ação afirmativa e identidade negra no Brasil: fundamentos antropológicos”. In: REVISTA USP, (68):46-57, São Paulo, dez/fev., 2005/2006. 
MUNANGA, K. “As facetas de um racismo silenciado”. In: SCHWARCZ, Lília M. e QUEIROZ, Renato S. (orgs). Raça e Diversidade. São Paulo: EDUSP/Estação Ciência, 1996. 
MUNANGA, K. “Políticas de ação afirmativa em benefício da população negra no Brasil: um ponto de vista em defesa de côta”. In: GOLÇALVES e SILVA, Petronilha B. e SILVÉRIO, Valter R. Educação e Ações Afirmativas: entre a injustiça simbólica e a injustiça econômica. Brasília: INEP/MEC, 2003. 
MUNANGA, K. “Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia”. In: Cadernos PENESB (Programa de Educação sobre o Negro na Sociedade Brasileira), Universidade Federal Fluminense, Centro de Estudos Sociais Aplicada da Faculdade de Educação, nº 5, 2004. 
MUNANGA, Kabengele (org.). Superando o Racismo na Escola. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2005. 
MUNANGA, Kabengele e GOMES, Nilma. Para entender o negro no Brasil de hoje: história, realidades, problemas e caminhos. São Paulo: Global: Ação Educativa, 2004. 
MUNANGA, Kabengele. “A difícil tarefa de definir quem é negro no Brasil”. Entrevista com In: ESTUDOS AVANÇADOS, 18(50):51-56, São Paulo: IEA/USP, 2004. 
MUNANGA, Kabengele. “Origem e Histórico do Quilombo na África”. In: Disponível em: http://www.usp.br/revistausp/28/04-kabe.pdf 
MUNANGA, Kabengele. Arte afro-brasileira: o que é, afinal? In: Catálogo Mostra do Redescobrimento – Brasil 500 é mais. São Paulo: Associação Brasil 500 anos Artes Virtuais, 2000. 
MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a Mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. Petrópolis-RJ: Vozes, 1999. 
OLIVEIRA, Eduardo. Cosmovisão Africana no Brasil: elementos para uma filosofia afrodescentende. Fortaleza: LCR, 2003. 
OLIVEIRA, Eliana de. “Conscientização e socialização sobre o racismo”. In: _____________. Mulher negra professora universitária: trajetória, conflitos e identidade. Brasília: Líber Livro Editora, 2006. 
OLIVEIRA, Fátima. Saúde da população negra – Brasil ano 2001. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2003. 
OLIVEIRA, Iolanda (org.). Relações raciais e educação: novos desafios. RJ: DP&A, 2003. 
OLIVEIRA, Lúcio. Tímidos ou indisciplinados?, vol. 7. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009. 
OLIVEIRA, Zilma R. de. “Os primeiros passos da história da educação infantil no Brasil. In: Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002. 
PENA, Sérgio D.J. Homo brasilis. Aspectos genéticos, lingüísticos, históricos e socioantropológicos da formação do povo brasileiro. . Ribeirão Preto/SP: FUNPEC-RP, 2002. 
PRÊMIO ABA/MDA Territórios Quilombolas/Associação Brasileira de Antropologia. Organizador – Brasília: Ministério do Desenvolvimento Agrário, Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural, 2006. 
PROGRAMA Brasil Quilombola: um ensaio sobre a política pública de promoção da igualdade racial para comunidades de quilombos. In: Cadernos Gestão Pública e Cidadania, V. 15, nº 57, São Paulo, 2010. Disponível em: http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/cgpc/article/view/3258&nb…;
PROGRAMA de Ação Durban. 3a Conferência Mundial contra o Racismo, a Xenofobia e Intolerâncias Correlatas. 
QUINTÃO, Antonia Aparecida. Lá vem os meus parentes: as irmandades de pretos e pardos no Rio de Janeiro e em Pernambuco (séc. XVIII). São Paulo: Annablume: FAPESP, 2002 
QUINTÃO, Antonia Aparecida.. “As irmandades negras: outro espaço de luta e resistência”. Irmandades Negras: Outro espaço de luta e resistência. (São Paulo: 1870-1890). São Paulo: Annablume: Fapesp, 2002. 
QUINTÃO, Antonia Aparecida.. Professora, existem santos negros? Histórias de identidades religiosa negra, vol. 8. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009. 
ROCHA, Rosa Margarida de Carvalho. Almanaque Pedagógico Afro-brasileiro. MG: Mazza Edições, 2004. 
RODRIGUES, Nina. Os africanos no Brasil. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 2004. 
RODRIGUES, Vera. “A Gênese do Debate e do Conceito de Quilombo”. Cadernos CERU/USP, Séria 2, v. 19, n.1, São Paulo, junho 2008, pp. 203-222. 
SALUM, Marta H. L. Cem anos de arte afro-brasileira. In: Catálogo Mostra do Redescobrimento – Brasil 500 é mais. São Paulo: Associação Brasil 500 anos Artes Virtuais, 2000. 
SANTOS, Gislene Aparecida dos. Percepções da Diferença, vol. 1. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009. 
SANTOS, Gislene Aparecida dos. A invenção do “ser negro”: um percurso de idéias que naturalizam a inferioridade dos negros. São Paulo: EDUC/FAPESP; Rio de Janeiro: Pallas, 2002. 
SANTOS, Jocélio Telles dos. O Dono da terra: o caboclo nos candomblés da Bahia. Salvador: Sarah Letras, 1995. 
SANTOS, Juana Elbein dos. Os Nagô e a morte: Pade, Asese e o culto Egum na Bahia. Petrópolis: Editora Vozes, 1977. 
SANTOS, Maria Stella de Azevedo. Meu tempo é agora. São Paulo: Editora Oduduwa, 1993. 
SANTOS, Sales Augusto [e outras autoras]. Ações Afirmativas: Polêmicas e possibilidades sobre igualdade racial e o papel do Estado. In: Revista Estudos Feministas/REF – Dossiê: 120 anos da Abolição da escravidão no Brasil: um processo ainda inacabado (v. 16, n. 13 - Dez). Santa Catarina/Florianópolis: 2008. 
SANTOS, Sandra. Brincando e ouvindo histórias, vol. 9. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009. 
SERRANO, Carlos. Ginga, a Rainha Quilombola de Matamba e Angola. Disponível em: http://www.usp.br/revistausp/28/10-serrano.pdf 
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SILVA, Dilma de Melo. Por que riem da África?, vol. 6. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009. 
SILVA, Lucia Helena Oliveira e FERNANDES, Frederico Augusto Garcia (orgs.) Cultura Afro-Brasileira: expressões religiosas e questões escolares. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2006 (Caderno Uniafro, vol. 1) 
SOARES, Mariza de Carvalho. Devotos da cor: identidade étnica, religiosidade e escravidão no Rio de Janeiro, séc. XVIII. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000. 
SOUZA, Ana Lúcia Silva e CROSO, Camila (coords) Igualdade das relações étnico-raciais na escola: possibilidades e desafios para implementação da Lei 10.639/2003. São Paulo: Peirópolis: Ação Educativa, Ceafro, Ceert, 2007. 
SOUZA, Marina de Mello e. As Congadas no Quadro da Desintegração do Escravismo, In: Reis Negros No Brasil Escravista: História da Festa de Coroação de Rei Congo, Belo Horizonte, ed. UFMG, 2002 
SOVIK, Liv. “Aqui ninguém é branco: hegemonia branca e media no Brasil”. In: WARE, Vrom (org.) Branquidade, identidade branca e multiculturalismo. Rio de Janeiro: Garamond, 2004. 
TAYLOR, Charles. “A política de reconhecimento”. In: APPIAH, K. Anthony (e outros). Multiculturalismo: examinando a política de reconhecimento. Lisboa: Instituto Piaget, 1998. 
TELLES, Edward. Racismo a brasileira. Uma perspectiva sociológica. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2003. 
VERGER, Pierre Fatumbi. Lendas dos Orixás. Salvador: Editora Corrupio, 1981. 
WISSENBACH, Maria Cristina Cortez. “Cartas, procurações, escapulários e patuás: os múltiplos significados da escrita entre escravos e forros na sociedade oitocentista brasileira In: REVISTA BRASILEIRA DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO, nº 4, jul/dez, 2002 
 
FILMES INDICADOS 
 
AFRICANIDADES BRASILEIRAS. TV Brasil: o Futuro. SEED/MEC, 2008, 54’21”. [www.mec.gov.br/seed] – [www.tvbrasil.com.br/salto] 
LIVROS ANIMADOS (várias histórias). A Cor da Cultura. SEPPIR/MEC. [ww.acordacultura.org.br] 
MOJUBÁ. (várias histórias). A Cor da Cultura. SEPPIR/MEC. [ww.acordacultura.org.br] 
HERÓIS DE TODO MUNDO. A Cor da Cultura. SEPPIR/MEC. [ww.acordacultura.org.br] 
PROGRAMA NOTA 10. (várias histórias). A Cor da Cultura. SEPPIR/MEC. [ww.acordacultura.org.br] 
TEORIAS RACIAIS COMO TEORIAS DAS DIFERENÇAS. Programa Ações Afirmativas da UFMG. Belo Horizonte, Faculdade de Educação/UFMG, 2004, 55’. 
DIREITO À EDUCAÇÃO E AÇÕES AFIRMATIVAS. Programa Ações Afirmativas da UFMG. Belo Horizonte, Faculdade de Educação/UFMG, 2004, 50’. 
DESIGUALDADES RACIAIS E POLÍTICAS PÚBLICAS. Programa Ações Afirmativas da UFMG. Belo Horizonte, Faculdade de Educação/UFMG, 2004, 50’.

Programa: Aspectos da Cultura e da História do Negro no Brasil

EMENTA 
O curso de difusão cultural Aspectos da cultura e da história do negro no Brasil foi organizado pelo Centro de Estudos Africanos da FFLCH/USP em 2006, e vem sendo ministrado desde então de acordo com o espírito das leis nº 10.639/03 e nº 11.645/08 que tornam obrigatório o ensino das culturas e histórias dos povos indígenas e afro-descendentes na escola brasileira. Pretende-se no presente módulo, ampliar o leque dos temas e questões não tratadas no Módulo I, de acordo com a demanda e as necessidades do nosso público alvo. 

PROGRAMA 

17/02/2014 – 1ª Aula 
1. Apresentação do Curso 
Prof. Dr. Kabengele Munanga 
Antropólogo, Professor Titular da USP 
Prof. Senior do CEA/USP 

1.1. – O negro no território brasileiro: resistências quilombolas 
Profª Drª Sandra Regina do N. Santos 
Doutora em Ciências da Comunicação, ECA/USP 

24/02/2014 – 2ª Aula 
Profª Drª Rosângela Malachias 
Doutora em Ciências da Comunicação – ECA/USP 
2. Movimento Negro Contemporâneo: (MNU e outras entidades do movimento negro da atualidade) 

10/03/2014 – 3ª Aula 
Prof. Dr. Kabengele Munanga 
3. O processo de Construção da Identidade Negra no Brasil 

17/03/2014 – 4ª Aula 
Prof. Dr. Alberto T Ikeda 
Etnomusicólogo – Professor e Pesquisador do Instituto de Artes da UNESP/SP 
4. 4. Resistências Negras na Religiosidade Popular (Irmandades do Rosário, Congos, Reisados, etc.) 

24/03/2014 – 5ª Aula 
Prof. Dr. Andre Paula Bueno 
Pós-Doutorado em Lingüística (Línguas, Etnomusicologia e Literatura Oral) 
5. Cultura Tradicional - Resistência e resgate nas Danças Populares (Congadas, Bois, Maracatus, Jongos, Cavalos-Marinhos, Sambas-de-viola) 

31/03/2014 – 6ª Aula 
Profª Drª Rosangela Costa Araujo 
Professora da Faculdade de Educação da UFBA 
Fundadora do Instituto Nzinga de Capoeira 
6. Estratégias e formas da resistência artística: o caso da Capoeira 

07/04/2014 – 7ª Aula 
Prof. Dr. Celso Luiz Prudente 
Doutor em Educação pela USP 
7. O Negro no Cinema Brasileiro 

28/04/2014 – 8ª Aula 
Prof. Oswaldo de Camargo 
Jornalista e Escritor 
Especialista em Literatura. Coordenador da área de Literatura do Museu Afro-Brasil 
8. Língua e Literatura Negra de Resistência 

05/04/2014 – 9ª Aula 
Profª Ana Cristina Juvenal da Cruz 
Doutoranda em Educação pela UFSCar 
9. Estereótipos e as Imagens do Negro no Livro Didático 

12/05/2014 – 10ª Aula 
Profª Drª Heloisa Pires de Lima 
Doutora em Antropologia pela USP 
10. O Negro na Literatura Infanto-Juvenil 

19/05/2014 - 12ª Aula 

Prof. Dr. Dennis de Oliveira 
Docente da área de Jornalismo e Editoração da ECA/USP 
12. Ações Afirmativas no Brasil: as cotas raciais (telecomunicações; mídia, educação; concurso público; mercado de trabalho) 


26/05/2014 – 13ª Aula 
Profª Drª Matilde Ribeiro 
Doutora em Serviço Social pela PUC/SP 
Subsecretária SEPPIR/PMSP 
13. A institucionalização das Políticas de Ação Afirmativa no Brasil. 

02/06/2014 – 14ª Aula – Entrega da Avaliação 
Prof. Dr. Kabengele Munanga 
Palestra de Encerramento do Curso (Professor Convidado) 

Referências Bibliográficas 

ABRAMOWICZ, A. RODRIGUES, T. C. CRUZ, A. C. J. Fracasso escolar na sociedade de controle. In: A Reconfiguração da Escola: entre a negação e a afirmação de direitos. Campinas, SP: Papirus, 2009. ISBN: 978-85-308-0896-9. 
ANDRADE, Mário de. "Lundu do Escravo". In: Música, Doce Música, São Paulo: Martins, 1963. 
ANDREI, Elena Maria (org.) Cultura Afro-Brasileira: civilizações africanas. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2007 (Caderno UNIAFRO, vol. 3) 
ANDREI, Elena Maria e FERNANDES, Frederico Augusto Garcia (orgs.) Cultura Afro-Brasileira: construindo novas histórias. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2007 (Caderno Uniafro, vol. 2) 
ANDREWS, George Reid. Negros e Brancos em São Paulo (1888-1988). Bauru-SP: EDUSC. 1998 
ANJOS, Rafael Sânzio Araújo dos. Quilombos, Geografia Africana – Cartografia Étnica – Territórios Tradicionais. Brasília: Mapas Editora & Consultoria, 2009. 
BALOGUM, Ola. A escultura dos signos. In: O CORREIO, Rio de Janeiro: UNESCO, ano 5 (7)12-21, jul, 1977. 
BANDEIRA DE MELLO, Celso Antonio – Conteúdo Jurídico do Princípio da Igualdade. São Paulo: Malheiros Editora 
BARBOSA, Luciene C. Racismo e Branquitude: representações na telenovela ‘Da Cor do Pecado’. In: Revista Mídia e Etnia. São Paulo: PMSP/CONE, ano 1 (1):5-9. 
BASTIDE, Roger. As religiões africanas no Brasil, Vol 1 e 2, São Paulo, Edusp,1971. 
BATISTA, Leandro Leonardo; LEITE, Francisco (orgs). O negro nos espaços publicitários brasileiros. S. Paulo: ECA/USP – CONE, 2011 
BOSCHI, Caio César.Os leigos e o poder. Irmandades leigas e política colonizadora em Minas Gerais. São Paulo, Editora Ática, 1986. 
BRAGA, Júlio. Na Gamela do Feitiço: repressão e resistência nos Candomblés da Bahia. Salvador: EDUFBA, 1995. 
BRANDÃO, Ana Paula (coord.). Memória das Palavras. Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 2006. [ww.acordacultura.org.br] 
BRANDÃO, Ana Paula (coord.). Saberes e Fazeres, vol. 1 (Modo de Ver). Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 2006. [ww.acordacultura.org.br] 
BRANDÃO, Ana Paula (coord.). Saberes e Fazeres, vol. 2 (Modo de Sentir). Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 2006. [ww.acordacultura.org.br] 
BRANDÃO, Ana Paula (coord.). Saberes e Fazeres, vol. 3 (Modo de Interagir). Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 2006. [ww.acordacultura.org.br] 
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. A Festa do Santo de Preto. Rio de Janeiro, FUNARTE, 1985. 
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Memória do Sagrado: estudos de religião e ritual, Bibliografia São Paulo, Paulinas, 1985. 
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O Divino, o Santo e a Senhora. Rio de Janeiro: FUNARTE, 1978. 
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MATTOSO, Kátia M. de Queirós. Ser escravo no Brasil. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1988, 2ª ed. 
MEILLASSOUX, Claude. Antropologia da escravidão. O ventre de ferro e dinheiro. Rio de Janeiro: Zahar, 1995. 297p. 
MELLO, Manoel Messias (Major) e outros – Os direitos e a ordem social da Constituição Federal e o caso do “ônibus 174”. São Paulo: Centro de Aperfeiçoamento e Estudos Superiores da Polícia Militar do Estado de São Paulo – CAES, trabalho de conclusão do Curso Superior de Polícia de 2006. 
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SCARANO, Julia . Devoção e escravidão, São Paulo, Nacional,1976. 
SERRANO, Carlos. Ginga, a Rainha Quilombola de Matamba e Angola. Disponível em: http://www.usp.br/revistausp/28/10-serrano.pdf 
SILVA, Dilma de Melo. Por que riem da África?, vol. 6. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009. 
SILVA, Lucia Helena Oliveira e FERNANDES, Frederico Augusto Garcia (orgs.) Cultura Afro-Brasileira: expressões religiosas e questões escolares. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2006 (Caderno Uniafro, vol. 1) 
SILVA, P. B. G. Ensinar, aprender e relações étnico-raciais no Brasil. Porto Alegre/RS, ano XXX, n. 3 (63), p. 489-506, set./dez. 2007. http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/índex.php/daced/article/viewFil…;
SILVA, Silvio Jose Albuquerque. Combate ao Racismo. Brasília: Fundação Alexandre Gusmão, 2008. 
SOARES, Mariza de Carvalho. Devotos da cor: identidade étnica, religiosidade e escravidão no Rio de Janeiro, séc. XVIII. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000. 
SOUZA, Ana Lúcia Silva e CROSO, Camila (coords) Igualdade das relações étnico-raciais na escola: possibilidades e desafios para implementação da Lei 10.639/2003. São Paulo: Peirópolis: Ação Educativa, Ceafro, Ceert, 2007. 
SOVIK, Liv. “Aqui ninguém é branco: hegemonia branca e media no Brasil”. In: WARE, Vrom (org.) Branquidade, identidade branca e multiculturalismo. Rio de Janeiro: Garamond, 2004. 
TAYLOR, Charles. “A política de reconhecimento”. In: APPIAH, K. Anthony (e outros). Multiculturalismo: examinando a política de reconhecimento. Lisboa: Instituto Piaget, 1998. 
THEODORO, Mário (org). As políticas públicas e desigualdade racial no Brasil: 120 anos após a abolição. Brasília: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), 2008. 
TINHORÃO, José R. Os Sons dos negros no Brasil, São Paulo: Art Editora, 1988. 
VERGER, Pierre Fatumbi. Lendas dos Orixás. Salvador: Editora Corrupio, 1981.

Programa: Elementos para o estudo do texto: teoria e aplicação

 

Primeira aula: 
(i) Apresentação do curso; 
(ii) Nível discursivo: o significado da palavra em seu contexto. 

Segunda aula: 
(i) Nível discursivo: as instâncias que produzem e que compõem os textos. 

Terceira aula: 
(i) Nível narrativo: a força atrativa primordial entre sujeito e objeto; 
(ii) Nível narrativo: as etapas básicas de todos os textos; 
(iii) Nível narrativo: instâncias mais abstratas que compõem os textos. 

Quarta aula: 
(i) Nível tensivo: o bem e o mal enquanto direção dos textos; 
(ii) Nível tensivo: dimensões sensível e inteligível dos textos. 

Quinta aula: 
(i) Nível tensivo: a quantidade relacional como efeito de significação dos textos; 
(ii) Nível tensivo: regimes do esperado e do surpreendente como efeito de significação dos textos; 
(iii) Fechamento do curso. 

Sexta aula: 
(i) Retomada das bases teóricas estudadas com professor convidado: Prof. Dr. Waldir Beividas 
(FFLCH-USP); 
(ii) Aplicação das ferramentas estudadas com professor convidado: Prof. Dr. Ivã Carlos Lopes 
(FFLCH-USP). 
 
BIBLIOGRAFIA
 
BARROS, Diana Luz Pessoa de. Teoria semiótica do texto. São Paulo: Ática, 1990. 
_______. Teoria do discurso: fundamentos semióticos. São Paulo: Humanitas, 2002. 
COSTA, Ana Maria Beserra; MAZZARI, Marcus Vinicius. O Mito em “A hora e a vez de Augusto 
Matraga” de João Guimarães Rosa. Magma Revista, São Paulo, n.9, p. 111, 2004/2006. 
FIORIN, José Luiz. As astúcias da enunciação. As categorias de pessoa, tempo e espaço. São 
Paulo: Ática, 1996. 
_______. Elementos de análise do discurso. 14 ed. São Paulo: Contexto, 2003. 
FONTANILLE, Jacques. A estrutura tensiva. In: ______. Semiótica do discurso. Trad. Jean 
Cristtus Portela. São Paulo: Contexto, 2008. 
GALVÃO, Walnice Nogueira. Matraga: sua marca. In______. Mínima mímica: ensaios sobre 
Guimarães Rosa. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. 
GREIMAS, Algirdas Julien. Semântica Estrutural. Trad. Haquira Osakabe e Isidoro Blikstein. 
São Paulo: Cultrix, 1973. 
_______. Du sens. Essais sémiotiques. Paris: Seuil, 1970. 
_______. Du sens II. Essais sémiotiques. Paris: Seuil, 1983. 
HJELMSLEV, Louis. Prolegômenos a uma teoria da linguagem. Trad. Teixeira Coelho Netto. 2 
ed. São Paulo: Perspectiva, 2006. 
RIBEIRO, Renato Janine. Augusto Matraga, a salvação pelo porrete. In: Mota, L. D. & Abdala JR, 
Benjamin (orgs.). Personæ: grandes personagens da literatura brasileira. São Paulo: SENAC, 
2001. 
SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de Linguística Geral. Trad. Antônio Chelini, José Paulo Paes, 
Izidoro Blikstein. 27 ed. São Paulo: Cultrix, 2006. 
TATIT, Luiz. Análise semiótica através das letras. 3 ed. São Paulo: Ateliê, 2008. 
_______. Semiótica à luz de Guimarães. São Paulo: Ateliê, 2010. 
ZILBERBERG, Claude. Elementos de semiótica tensiva. Trad. Ivã Carlos Lopes, Luiz Tatit e 
Waldir Beividas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2011. 
_______. Louvando o acontecimento. Revista Galáxia. São Paulo, n.13, p. 13 – 28, jun., 2007.

Programa: Língua e Cultura Húngaras II, IV e VI

Nível II:

1. Metodologia 

Depois da apresentação da nova gramática, os alunos praticam os novos conhecimentos com atividades interativas e situações cotidianas. Realizam produções de textos escritos e orais de diálogos, narração, descrição e mensagens curtas. Praticam a compreensão de materiais audiovisuais e a recriação do seu conteúdo. Participam de exercícios e jogos que envolvem os alunos individualmente, em pares ou em pequenos grupos. Fazem debates sobre os assuntos decorrentes. 

2. Programa 

1. Cultura: Apresentação do curso, objetivos, resumo do conteúdo, avaliação. Revisão sobre a cultura e a história húngara (com materiais audiovisuais). Apresentação de músicas folclóricas que contam a história húngara. 
2. Língua: Revisão do semestre anterior: Produção e compreensão de textos 
3. Língua: Regência Verbal e alguns casos do Imperativo. Situação: “no Restaurante”, Vocabulário: comidas típicas húngaras e expressões comuns 
4. Cultura: Cidades e regiões húngaras e seus pontos turísticos mais importantes (com materiais audiovisuais) 
5. Língua: Rotina diária e o tempo. Sufixos: modo temporal: -kor (as); ablativo: - tól/től (desde), terminativo: -ig (até). Vocabulário: Expressões de Tempo 
6. Cultura: A virada do século: Budapeste, "a Paris do Leste”, o Parlamento e outras belezas da arquitetura (com materiais audiovisuais) 
7. Língua: Possessivo 1. Os pronomes possessivos; Sufixo genitivo. Vocabulário: Família, Parentes 
8. Cultura: A Primeira Guerra Mundial; 1. o final do Empério Áustro-Húngaro 
9. Língua: Possessivo 2. A estrutura do possessivo. Vocabulário: As partes do corpo 
10. Cultura: O Tratado de Trianon e suas consequências; Conhecimentos gerais sobre a Transilvânia (com materiais audiovisuais) 
11. Cultura: A Primeira Guerra Mundial 2. nas artes, literatura e cinema 
12. Língua: Possessivo 3. Possessivo no Plural 
13. Cultura: A II. Guerra Mundial (com materiais audiovisuais) 
14. Língua: Saber, Querer, Poder. Conjunções coordenativas: aditivas, adversativas. Vocabulário: atividades 
15. Cultura: A II. Guerra Mundial 2. nas artes, literatura e cinema (com materiais audiovisuais) 
16. Língua: O passado 1. Verbos regulares. Conjunções coordenativas: alternativas, conclusivas. 
17. Cultura: A Ditadura Socialista e a Revolução de 1956. 1. (com materiais audiovisuais) 
18. Língua: O passado 2. Verbos irregulares 
19. Cultura: A Ditadura Socialista e a Revolução de 1956. 2.- nas artes, literatura e cinema 
20. Língua: Prova 
21. Cultura: As ondas da imigração húngara no mundo, inclusive no Brasil. Húngaro-brasileiros ilustres. Palestrante convidado 
22. Língua: Produção e compreensão de textos no passado. 
23. Cultura: De 1989 até hoje; Hungria na União Europeia 
24. Língua: O clima. Vocabulário: as características do tempo 
25. Cultura: As ondas da imigração húngara no mundo, inclusive no Brasil 
26. Língua: O caso dativo: o sufixo dativo –nak/nek (para) 
27. Cultura: Szerelmesfilm de István Szabó, análise do filme. 
28. Língua: Revisão, Produção e compreensão de textos 
29. Cultura: Apresentação de músicas típicas que contam a história húngara. 
30. Prova Final 

3. Bibliografia 

Língua: 
DURST, Péter: Lépésenként magyarul 1.-2-3., Szegedi Tudományegyetem, Szeged, 2004. 
SZITA, Szilvia – PELCZ, Katalin: MagyarOK 1-2, Pécsi Tudományegyetem, Pécs, 2013. 
MARSCHALKÓ, Gabriella: Hungarolingua 1-2, Debreceni Nyári Egyetem, Debrecen, 2012. 
ERDŐS, József – PRILESZKY, Csilla: Halló, itt Magyarország! 1-2, Akadémiai kiadó, Budapest, 2007. 
Cultura: 
RÓNAI, Paulo: Antologia do conto húngaro, Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1998. 
SZABÓ, Ladislao: Hungria 1956. Contexto, São Paulo, 2006. 
MÁRAI, Sándor: As velas ardem até o fim, Dom Quixote, São Paulo, 2001. 
 

Nível IV:

1. Metodologia 

Utilizando situações já conhecidas, ampliamos o vocabulário. Realizamos produções de textos escritos e orais de diálogos, narração, descrição e argumentação, mensagens longas. Praticamos a compreensão de materiais audiovisuais e a recriação do seu conteúdo. Participamos de exercícios e jogos que envolvem os alunos individualmente, em pares ou em pequenos grupos. Fazemos debates sobre os assuntos decorrentes. 

2. Programa 

1. Cultura: Apresentação do curso, objetivos, resumo do conteúdo, avaliação. Revisão sobre a cultura e história húngara (com materiais audiovisuais). "Hungaricum" – os produtos típicos húngaros. 
2. Língua: Revisão do semestre anterior: Criação e compreensão de textos no presente, no passado e no futuro. 
3. Língua: Situação: "Na estação de trem/ônibus"; "No aeroporto".Aperfeiçoar a ordem das palavras nas frases simples e compostas. 
4. Cultura: A história da música húngara. Apresentação de danças húngaras. 
5. Língua: Situação: "Loja de roupas". Vocabulário: Materiais, moda, características, expressões. Aperfeiçoar a conjugação dos verbos irregulares. 
6. Cultura: Cientistas húngaros na área da física, matemática, biologia. Invenções que mudaram nosso cotidiano. Palestrante convidado. 
7. Língua: Situação: "Procurando aluguel". Vocabulário: moradia, imóveis. Aperfeiçoar todas as declinações. 
8. Cultura: História da Literatura Húngara 1. (com materiais audiovisuais) 
9. Língua: Situação: "Comprar ingressos para cinema/teatro/concerto/museu". Vocabulário: gêneros, características, expressões. Aperfeiçoar os prefixos verbais 
10. Cultura: História da Literatura Húngara 2. (com materiais audiovisuais) 
11. Língua: Situação: "Hotel". Vocabulário: reserva, características do quarto, reclamação 
12. Cultura: História da Literatura Húngara 3. (com materiais audiovisuais) 
13. Língua: Situação: "Na Polícia" Vocabulário: resolver situações desagradáveis 
14. Cultura: História da Literatura Húngara 4. (com materiais audiovisuais) 
15. Prova 

3. Bibliografia 

Língua: 
DURST, Péter: Lépésenként magyarul 1.-2-3., Szegedi Tudományegyetem, Szeged, 2004. 
SZITA, Szilvia – PELCZ, Katalin: MagyarOK 1-2, Pécsi Tudományegyetem, Pécs, 2013. 
MARSCHALKÓ, Gabriella: Hungarolingua 1-2, Debreceni Nyári Egyetem, Debrecen, 2012. 
ERDŐS, József – PRILESZKY, Csilla: Halló, itt Magyarország! 1-2, Akadémiai kiadó, Budapest, 2007. 
Cultura: 
RÓNAI, Paulo: Antologia do conto húngaro, Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1998. 
SZABÓ, Ladislao: Hungria 1956. Contexto, São Paulo, 2006. 
MÁRAI, Sándor: As velas ardem até o fim, Dom Quixote, São Paulo, 2001. 

Nível VI:

1. Metodologia 

Neste nível ao invés de separar as aulas entre língua e cultura, analisamos textos usando os conhecimentos dos semestres anteriores. Aproveitamos vários tipos de materiais e continuamos aumentando o vocabulário com palavras e expressões de alto nível. Realizamos produções de textos escritos e orais de diálogos, narração, descrição. Praticamos a compreensão de materiais audiovisuais e a recriação do seu conteúdo. Participamos de exercícios e jogos que envolvem os alunos individualmente, em pares ou em pequenos grupos. Fazemos debates sobre assuntos decorrentes. 

2. Programa 

1. Análise de "Notícia" de televisão com assuntos variados sobre política, economia, problemas da sociedade em linguagem formal. Criação de "Notícias". 
2. Análise de "Talk show": linguagem informal. Situação: "Entrevista" 
3. Análise de artigos de revista com temas e linguagem complexa 
4. Análise e criação de artigos de revista de entretenimento 
5. Análise e criação da linguagem usada no rádio 
6. Análise da linguagem de um seriado húngaro 
7. Análise de um curta metragem 1. 
8. Análise de "Stand up comedy". 
9. Análise de um curta metragem 2. 
10. Análise de Manuais para montar e consertar objetos. 
11. Situação: "No hospital". Análise de bulas de remédios e vocabulário de doenças e tratamentos. 
13. Situação: "Na natureza". Análise de textos sobre a fauna e flora do planeta, especialmente da Hungria 
14. Canções e jogos infantis com palestrante convidada. 
15. Prova 

3. Bibliografia 

Língua: 
DURST, Péter: Lépésenként magyarul 1.-2-3., Szegedi Tudományegyetem, Szeged, 2004. 
SZITA, Szilvia – PELCZ, Katalin: MagyarOK 1-2, Pécsi Tudományegyetem, Pécs, 2013. 
MARSCHALKÓ, Gabriella: Hungarolingua 1-2, Debreceni Nyári Egyetem, Debrecen, 2012. 
ERDŐS, József – PRILESZKY, Csilla: Halló, itt Magyarország! 1-2, Akadémiai kiadó, Budapest, 2007. 
Cultura: 
RÓNAI, Paulo: Antologia do conto húngaro, Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1998. 
SZABÓ, Ladislao: Hungria 1956. Contexto, São Paulo, 2006. 
MÁRAI, Sándor: As velas ardem até o fim, Dom Quixote, São Paulo, 2001.

 

Programa: Língua Tcheca II, IV e VI

 

Nível II:

Detalhamento:

  1. Verbos “-at” – diálogos – fazer compras – vocabulário: animais – frases de conversa básica – leitura – revisão – canções tchecas - trabalho com livro didático e livro de exercícios – vocabulário: profissão - substantivos depois de números 1, 2 - 4, 5… 

    2. Dias da semana – vocabulário: “semana” – preposição “v”, “do“, ”od” – canções tchecas – ditado – exercícios de áudio - palavra de conversa básica - leitura - trabalho com livro didático e livro de exercícios – verbos “jet” e “jít” (“ir”) – genitivo – instrumental – vocabulário “Rep. Tcheca” (norte, sul, Boêmia, Morávia,…) 

    3. Revisão – verbos “- ovat” – fonética: leitura – escutas - palavras de conversa básica – leitura - família - verbos “-at” e “-ovat” - trabalho com livro didático e livro de exercícios – vocabulário: nomes de lojas, lugares na cidade – expressões: mít rád, líbí se mi “eu gosto“ 

    4. Kolik je hodin? – canções de Natal – Kolik je ti let? – „estar com frio“, „estar com calor“ - vocabulário: restaurante – leitura – exercícios de áudio - trabalho com livro didático e livro de exercícios diálogos – grande revisão – verbos „-et, -it, -ět“ – idiomas no mundo – palavras de conversa básica – escrever um postal 

    5. Grande revisão 

    Bibliografia - material para as aulas: 
    Livro didático: Holá, L., New Czech Step by Step. Akropolis, Praha 2006. 
    Livro de exercícios: Holá, L., New Czech Step by Step. Akropolis, Praha 2006. 

    Bibliografia complementar: 
    Kopecká, Z., Učebnice pro začátečníky – Český jazyk 1.část. Německá škola v Praze, Praha 2006. 
    Čechová, E., ¿Quiere usted hablar checo? Pantype, Liberec 2006. 
    Hronová, K., Čeština pro cizince. Fraus, Plzeň 1998. 
    Documentos reais

 

Nível IV:

Detalhamento:

Agosto 
Diálogos – trabalho com textos - cultura tcheca – expressões escritas – exercícios de áudio - trabalho com livro didático e livro de exercícios de lição: 4 (lugares na cidade – Quão longe? - jet + instrum. - Kde? v, ve – Odkud? z, ze – Kam? do, .. ) 

Setembro 
Diálogos – trabalho com texto - cultura tcheca – expressão escrita – exercícios de áudio - trabalho com livro didático e livro de exercícios de lição: 4 (telefonema – escritura e leitura da carta, fruta, verdura) 

Outubro 
Diálogos – trabalho com texto - cultura tcheca – expressão escrita – canção tcheca - exercícios de áudio - trabalho com livro didático e livro de exercícios de lição: 4 (mám rád, líbí se mi, chutná mi, je mi líto, jsem rád, že…) 

Novembro 
Diálogos – trabalho com texto - cultura tcheca – expressão escrita – exercícios de áudio - trabalho com livro didático e livro de exercícios de lição: 5 (acusativo, expressões com verbo mít + subst.) 
Dezembro Grande revisão - diálogos – trabalho com texto - cultura tcheca – expressão escrita – escutas - trabalho com livro didático e livro de exercícios de lição: 5 (restaurante) 

Bibliografia - material para as aulas: 
Livro didático: Holá, L., New Czech Step by Step. Akropolis, Praha 2006. 
Livro de exercício: Holá, L. New Czech Step by Step. Akropolis, Praha 2006. 

Bibliografia complementar: 
Documentos reais 
Kopecká, Z., Učebnice pro začátečníky – Český jazyk 1.část. Německá škola v Praze, Praha 2006. 
Čechová, E., ¿Quiere usted hablar checo? Pantype, Liberec 2006. 
Hronová, K. Čeština pro cizinec. Fraus, Plzeň 1998.

Nível VI:

Detalhamento:

Agosto 
Livro didático: unidade 11 
Gramática: Repasso de preposições de movimento (+ genitivo, acusativo, dativo) e estáticas (+ locativo). 
Léxico: cidades, eventos, prédios. 
Tema: Donde e aonde você vai? Onde está? 


Setembro 
Livro didático: unidade 11 
Gramática: Pronomes interrogativos em genitivo. Advérbios de quantidade (+ genitivo). Significado possessivo do genitivo. 
Léxico: Na cozinha: verbos de cozinhar, utensílios de cozinha. Medidas. 
Tema: Receitas de comidas típicas. 


Outubro 
Livro didático: unidade 12 
Gramática: Verbos perfeitos e imperfeitos em passado. 
Léxico: Lista de atividades em forma perfeita e imperfeita. 
Tema: O que é que vocês fizeram ontem quando...? 


Novembro 
Livro didático: unidade 12 
Gramática: Verbos perfeitos e imperfeitos em presente e futuro. 
Léxico: Trabalhos de casa. 
Tema: O papel de homens e mulheres na família atual. 

Bibliografia - material para as aulas: 
Holá, L., New Czech Step by Step (livro didático), Akropolis, Praha 2006. 
Holá, L., New Czech Step by Step (livrode exercícios), Akropolis, Praha 2006. 
Pravidla českého pravopisu, Academia 2008. 

Bibliografia complementar: 
Documentos autênticos 
Holá, L., Bořilová, P., Czech express 1, Akropolis 2007. 
Obrázkový slovník, FRAUS, s.r.o. 2006. 
Čechová, E., ¿Quiere usted hablar checo?, Pantype, Liberec 2006. 
Hronová, K., Čeština pro cizince, FRAUS, Plzeň 1998.


Programação - Tradição clássica no Brasil contemporâneo: literatura, língua e arquitetura


Apresentação 
Aula 1 (12/03/2013, terça-feira) 
Título: “Tradição clássica” e contemporaneidade. 
Descrição: Trata-se da apresentação da discussão ampla sobre a importância dos conteúdos “clássicos” (história, literatura, artes plásticas entre outros), na constituição da idéia de Ocidente. Nesta aula, a perspectiva de apresentação estará ligada a essa dinâmica chamada uso/apropriação/recepção do passado na Europa e EUA, explorando-se também a situação do Brasil nesse contexto. 

Primeira parte: Literatura 
Aula 2 (19/03/2013, terça-feira) 
Título: Brasil, identidade brasileira e tradição clássica. 
Descrição: A experiência grega e romana antiga serve como parâmetro para a constituição de uma história brasileira? Há algo de épico nas narrativas literárias do Brasil? Para José de Alencar, a forma de contar a narrativa do povo brasileiro não deveria ser a homérica (Cartas sobre a Confederação dos Tamoios), o que já tinha sido feito por Gonçalves de Magalhães (A confederação dos Tamoios). Na década de 1940, um editorial da Folha da Manhã dizia: “O Brasil não precisa de latinistas e helenistas para nada”, mas duas grandes obras de síntese da brasilidade apontam para a referência clássica: N’O povo brasileiro, Darcy Ribeiro chega a caracterizar o Brasil como “Roma tropical” e, ao comentar o seu Viva o povo brasileiro, João Ubaldo Ribeiro diz que a ideia da condução da Guerra do Paraguai relacionada ao combate entre orixás é baseado na disputa entre deuses na Ilíada e Odisséia. Entre essas idas e vindas, o objetivo desta aula é discutir a apropriação do referencial clássico, greco-romano, na articulação de uma identidade brasileira no campo da literatura. 

*** Dia 26/03/2012 não haverá aula *** 

Aula 3 (02/04/2013, terça-feira) 
Título: O Minotauro e Os doze trabalhos de Hércules de Monteiro Lobato. 
Descrição: A obra de Monteiro Lobato tornou-se referencial importante para a formação infantil, seja na sua produção ficcional, até a informativa, como a História do Mundo para Crianças. Entre polêmicas recentes (o debate sobre a inadequação de elementos possivelmente racistas) e passadas (por exemplo, sua ação engajada na Campanha do Petróleo e a crítica à exposição da pintora Anita Malfatti – “Paranóia ou mistificação?”), é claramente observável a preocupação com a descrição de tipos humanos brasileiros e um debate sobre a modernidade. Nesse contexto, as obras O Minotauro e Os doze trabalhos de Hércules indicam como esses temas eram vistos por esse influente autor, tendo como referência elementos, na sua ótica, positivos (como a Atenas de Péricles, como um exemplo utópico – o próprio Sítio do Pica-Pau Amarelo) e negativos (o Minotauro como metáfora da modernidade). 
Aula 4 (09/04/2013, terça-feira) 
Título: A Lisístrata paulista e a Medéia carioca – sobre a atualidade do teatro grego na História recente do Brasil. 
Descrição: Em 2 de setembro de 1968, o então deputado federal Márcio Moreira Alves apresentou um discurso no Congresso Nacional que ficou conhecido como “Operação Lisístrata”: a partir do exemplo dessa comédia de Aristófanes, que ele acabara de assistir em uma montagem dirigida por Maurice Vaneau, Alves estabeleceu uma relação entre as mulheres paulistas que resistiram na Guerra dos Emboabas propondo, assim, uma parâmetro para a atuação feminina no momento em que vivia: um boicote feminino aos militares, acirrando a tensão entre o governo militar e o Congresso Nacional, o que desencadeou na instituição do AI 5. Em 1975, Chico Buarque e Paulo Pontes publicaram a peça intitulada Gota d’Água; na qual, Jasão, Creonte e Egeu dividem a cena com Cacetão, Galego e Xulé, além da heroína da peça: Joana, uma versão carioca de Medéia. No prefácio da peça, os autores dizem: “o fundamental é que a vida brasileira possa, novamente, ser devolvida, nos palcos, ao público brasileiro. (...) Nossa tragédia é uma tragédia da vida brasileira”. O objetivo desta aula é discutir a idéia de universalidade dessas estórias contadas no teatro grego como referência para a reflexão da história do Brasil. 

Segunda parte: Língua 
Aula 5 (16/04/2013, terça-feira) 
Título: Processo de alfabetização e a origem do sistema alfabético. 
Descrição: O processo de alfabetização, que se tornou elemento fundamental das sociedades ocidentais desde o século XIX, é caracterizado pela aptidão básica de domínio de um sistema simples de caracteres (em torno de 20) que representam dois grupos de fonemas (vogais e consoantes) e sua projeção a um conjunto lexical; ou seja, um processo baseado na descrição de fonemas vocálicos e consonantais. O objetivo desta aula é apresentar as conexões entre essa fase do processo de alfabetização e a própria origem do alfabeto, na medida em que o sistema alfabético grego organizava-se a partir dessa distinção básica entre vogais e consoantes, o que não acontecia com o alfabeto fenício (exclusivamente consonantal). Com isso, serão exploradas questões sobre a origem do alfabeto fenício e grego, sua influência na composição do alfabeto latino e as conexões de longa duração com a forma de aquisição do letramento ainda atualmente. 
Aula 6 (23/04/2013, terça-feira) 
Título: Letras gregas e simbologia cristã (aula teórica). 
Descrição: O grego antigo e o latim, caracterizadas como línguas mortas, são frequentemente apresentados em ambientes específicos e exercem ainda atualmente alguma influência, como no ensino das línguas clássicas no sistema de ensino primário (atualmente quase ausente), universitário e áreas afins (por exemplo, usos mais delimitados como a nomenclatura cientifica das espécies na Biologia e a utilização de caracteres gregos na descrição de fórmulas matemáticas); e também em ambiente religioso cristão manteve-se, em várias situações, a presença de elementos ligados à língua grega e latina. O objetivo dessa aula é apresentar um exemplo bastante freqüente no espaço urbano atual – o monograma cristão estruturado pelas letras gregas XP, iniciais da palavra grega Christos, e relacionados; bem como as estratégias de sua manutenção ao longo de séculos. 
Aula 7 (28/04/2013, domingo) 
Título: Letras gregas e simbologia cristã (estudo do meio [excursão] – circulação no Cemitério da Consolação). 

Descrição: Explorando as questões apresentadas na aula anterior, o objetivo desta aula é apresentar um exemplo a partir do estudo do meio – a circulação no Cemitério da Consolação, SP, para identificar e interpretar a presença do monograma cristão XP e relacionados nesse local. 

Terceira parte: Arquitetura 
Aula 8 (30/04/2013, terça-feira) 
Título: O debate sobre a “arquitetura clássica” – o clássico greco-romano, o clássico renascentista, o barroco, o neoclássico, o eclético e os estilos historicistas. 
Descrição: A chamada “arquitetura clássica” (compreendendo principalmente a edificação pública civil e religiosa grega e romana) foi base para inúmeras recuperações em períodos posteriores. Entretanto, tais recuperações moldaram, em vários aspectos, a compreensão das formas “clássicas” arquitetônicas. Um exemplo é a própria compreensão cronológica atualmente observada: pensa-se na arquitetura grega desde os palácios em Creta da Idade do Bronze, passando pelas edificações do período arcaico, clássico e helenístico, posteriormente apropriadas pelos romanos que também as associavam a outros elementos como arcos e abóbadas. Entretanto, a redescoberta dessas formas arquitetônicas se deu de forma quase oposta: a arquitetura romana foi amplamente discutida desde o século XV por vários tratadistas renascentistas, e apenas no século XVIII a arquitetura grega passou a ser mais profundamente compreendida, principalmente os edifícios clássicos e arcaicos que forneciam também fonte para a criação arquitetônica européia nesse contexto, o que se convencionou chamar de arquitetura neoclássica. Sobre as edificações da Idade do Bronze, apenas no século XIX é que elas passam a ser mais consistentemente estudadas. Dessa forma, a influência do debate moderno e contemporâneo é bastante grande para a compreensão da “arquitetura clássica”. 
Aula 9 (07/05/2013, terça-feira) 
Título: Elementos da “arquitetura clássica” no centro histórico de São Paulo (aula teórica). 
Descrição: O centro histórico da cidade de São Paulo é composto por edifícios, monumentos e outros tipos de espaços cuja caracterização estilística é bastante variada. Nesse contexto, é claramente observável uma presença consistente de edifícios portando elementos próprios da arquitetura clássica, como colunas dóricas, jônicas, coríntias, toscanas e compósitas; arcadas, cornijas, frontões, balaústres, entre outros. Esses edifícios são caracterizados como neoclássicos, neorrenascentistas e ecléticos e o nome mais constantemente mencionado é o do arquiteto Ramos de Azevedo. O objetivo dessa aula é discutir, a partir de elementos da aula anterior, a caracterização específica do estilo de vários desses edifícios, o que parece ser bastante importante, na medida em que os estilos indicam diferentes propostas de diálogo como o referencial antigo (a arquitetura clássica – greco-romana). Além disso, a própria situação desses edifícios como bens tombados apresenta uma discussão importante sobre a sua manutenção e o valor (histórico, arquitetônico e (ou) artístico) atribuído a eles. 
Aula 10 (11/05/2013, domingo) 
Título: Elementos da “arquitetura clássica” no centro histórico de São Paulo (estudo do meio [excursão] – circulação no “centro velho” de São Paulo). 
Descrição: Explorando as questões apresentadas nas aulas anteriores, o objetivo desta aula é apresentar um exemplo a partir do estudo do meio – a circulação no Centro Histórico de São Paulo (entre o Pátio do Colégio e o Teatro Municipal), para identificar e interpretar a presença de elementos da arquitetura clássica. 
Aula 11 (14/05/2013, terça-feira) 
Título: O neoclássico contemporâneo e a paisagem urbana atual (aula teórica). 
Descrição: A verticalidade das cidades atuais é consistentemente caracterizada por novas técnicas, muitas delas desenvolvidas no século XIX e amplamente projetadas nos séculos posteriores (como o vergalhão de aço relacionado ao concreto armado), elementos praticamente ausentes da discussão e prática da arquitetura clássica. Entretanto, mesmo nesse contexto, os elementos da arquitetura clássica não desaparecem completamente e foram também utilizados na composição estética (ornamentação) de arranha-céus. O objetivo dessa aula é apresentar essa nova utilização dos elementos clássicos na arquitetura contemporânea, o que se convencionou chamar “neoclássico contemporâneo” e a sua influência na paisagem urbana atual. 
Aula 12 (19/05/2013, domingo) 
O neoclássico contemporâneo e a paisagem urbana atual (estudo do meio [excursão]: circulação na Avenida Paulista, SP). 

Descrição: Explorando as questões apresentadas na aula anterior, o objetivo desta aula é apresentar um exemplo a partir do estudo do meio – a circulação na região da Avenida Paulista, SP, para identificar e interpretar a presença de elementos da arquitetura do neoclássico contemporâneo. 

Conclusão 
Aula 13 (21/05/2013, terça-feira) 
Título: “Somos todos gregos”? 
Descrição: No prefácio ao poema Hellas (1822), o poeta Shelley disse que “somos todos gregos. Nossa cultura e nossas e artes têm suas raízes na Grécia”, o que foi replicado mais de cento e setenta anos depois pelo então presidente dos EUA em 1999, Bill Clinton: “Somos todos gregos, não por causa de monumentos e memórias, mas porque o que começou aqui dois mil e quinhentos anos atrás, foi finalmente, depois de todas as lutas sangrentas do século 20, adotado em todo o mundo”. Pensando que a identidade está ligada a processos ativos de seleção de memória, como pensar a constituição de uma “tradição clássica”? O objetivo desta aula é discuti-la, aproveitando os casos tratados ao longo do curso. 

VII. Bibliografia:
ALENCAR, J. de. (1953) Cartas sobre a Confederação dos Tamoios. In: CASTELO, J. A. A Polêmica sobre a Confederação dos Tamoios. São Paulo: Edusp. 
AUGUSTO, M. das G. de M. (2011) Vamos ler Platão. Lá está tudo. Notas sobre os gregos em Tutaméia de João Guimarães Rosa. In: BRUNO, M. C. O.; CERQUEIRA, F. V. & FUNARI, P. P. A. (orgs.). Arqueologia do Mediterrâneo Antigo: Estudos em homenagem a Haiganuch Sarian. Campo Grande: Life Editora, p. 129-60. 
CASTRO, I. (1991) Curso de história da língua portuguesa. Lisboa: Universidade Aberta 
CHEVITARESE, A. L.; CORNELLI, G. & SILVA, M. A. De O. (orgs.) (2008) Tradição clássica e o Brasil. Brasília: Fotium Editora. 
COLQUHOUN, A. (2004) Modernidade e tradição clássica. Ensaios sobre arquitetura. São Paulo: Cosac & Naify. 
COSTA, A. L. M. (1997/1998) Rosa, ledor de Homero. Revista USP, n. 36 (Dossiê 30 anos sem Guimarães Rosa), São Paulo. 
COULANGES, N. D. F. de (1864) La cité antique. Paris : Durand. 
DETIENNE, M. (2008) Os gregos e nós. Uma antropologia comparada da Grécia antiga. Trad.: Mariana P. S. da Cunha; São Paulo: Edições Loyola. 
EVERS, B. et al. (2003) Teoria da arquitetura. Do Renascimento até aos nossos dias. 117 tratados apresentados em 89 estudos. Trad.: Maria do Rosário Paiva Boléo; Köln, London, Los Angeles, Madrid, Paris, Tokyo: Taschen. 
FINLEY, M. I. (1988) Democracia antiga e moderna. Rio de Janeiro: Graal. 
FRANCISCO, G. da S. (2009) Tradição clássica no Brasil contemporâneo: abordagens a partir da epigrafia grega. In: Semana de Arqueologia (MAE/USP), 2009, São Paulo. Revista do MAE/USP: Anais da I Semana de Arqueologia - MAE. São Paulo: Imprensa Oficial, 2007. v. 8, p. 133-41. 
_____. (2012) Tradição Clássica no Brasil contemporâneo. Elementos da arquitetura clássica em São Paulo e em Londrina. Boletim do Museu Histórico de Londrina. n. 4, 2012 (no prelo). 
HAVELOCK, E. A. (1996) A revolução da escrita na Grécia e suas conseqüências culturais. Trad.: Ordep José Trindade Serra. São Paulo, Rio de Janeiro: Editora da Universidade Estadual Paulista, Paz e Terra. 
HOOKER, J. T. (org.). (1996) Lendo o passado: a história da escrita antiga do cuneiforme ao alfabeto. São Paulo: EDUSP, Melhoramentos. 
JEFFERY, L. H. (1990) The local scripts of archaic Greece. A study of the origin of Greek alphabet and its development from the eighth to the fifth centuries B.C. Oxford: Clarendon Press.
LOBATO, J. B. M. (1933) História do Mundo Para Crianças. São Paulo: Cia. Editôra Nacional. 
_____. (1944) O Minotauro: maravilhosas aventuras dos netos de dona Benta na Grécia antiga. 3ª ed., São Paulo: Brasiliense. 
_____. (1956) Os doze trabalhos de Hércules. 2 vol. São Paulo: Brasiliense. 
MARQUES, L. (org.) (2008) A fábrica do Antigo. Campinas: Ed. da UNICAMP. 
RIBEIRO, D. (2006) O povo brasileiro. A formação e o sentido do Brasil. 2ª ed. (reimpressão), São Paulo: Cia. das Letras. 
RIBEIRO, J. U. (1984) Viva o povo brasileiro. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira. 
RISÉRIO, A. Dicotomia racial e riqueza cromática. Site do Ministério da Cultura, consultado em 06/08/2007: http://www2.cultura.gov.br/scripts/artigos.idc?codigo=387 
SARIAN, H. (1998-1999a) A escrita alfabética grega: uma invenção da polis? A contribuição da arqueologia. Clássica, São Paulo. v. 11/12, n. 11/12, p. 159-177. 
SHELLEY, P. B. (1822) Hellas: a lyrical drama. London: Charles and James Ollier. 
SUMMERSON, J. (2006) A linguagem clássica da Arquitetura. Trad.: Sylvia Ficher; São Paulo: Martins Fontes.

 

 

Programação - Diálogos e resistências: A África no Brasil e o Brasil na África

 

16/03 – Apresentação do curso, dos professores e das questões abordadas pelas aulas. 
23/03 – Sistemas de pensamento, organização social e política de sociedades africanas do passado. 
Docente responsável: Profa. Dra. Marina de Mello e Souza (DH/FFLCH-USP) 
A aula abordará os princípios básicos dos sistemas de pensamento e formas de organização social e política de sociedades sub-saarianas, como a relação entre o mundo visível e o mundo invisível, a centralidade das linhagens, e estruturas de poder descentralizadas e centralizadas. Serão apresentados alguns exemplos, considerando-se os espaços de maior incidência do comércio de escravos, como a costa ocidental, centro-ocidental e oriental. Nesses estudos de caso serão destacadas as situações nas quais ocorreram processos entendidos como diálogos e resistências entre os agentes africanos e os agentes estrangeiros, decorrentes das dinâmicas criadas a partir de espaços externos ao continente. 
Texto de base para a aula: 
SOUZA, Marina de Mello e, África e Brasil africano, capítulos 1 e 2. São Paulo: Ática, 2008. 

13/04 – Cultura material, símbolos e estéticas. 
Docente responsável: Marta Heloisa (Lisy) Leuba Salum (MAE/USP) 
A aula abordará tecnologias, formas e espaços materiais criados pelas sociedades africanas antigas e produções estéticas tradicionais conhecidas da África desde os primórdios do contato do mundo mediterrânico com a África, passando pelo período imperial europeu, até o fato colonial centrado na primeira metade do século XX. Abordando também a formação das coleções e museus, pretendemos destacar através de imagens aspectos do assunto vistos pelos ângulos da antropologia e da arqueologia, da diversidade e da alteridade, da noção de território e dos processos de construção de identidade sócio-cultural, para discutir o tema central do curso. Na emergência do período moderno, sobretudo, os diálogos mantidos com reinos, sociedades e grupos africanos pelos agentes exteriores ao continente ocorreram em situações forçadas, de fora e internamente também – sendo este o modo como serão abordadas as estratégias éticas, filosóficas, espirituais e simbólicas empreendidas pelas culturas africanas que o tema alude. Assim, na nossa abordagem, incluímos como conteúdo da aula, além da chamada “arte africana”, a produção espiritual-estética afro-americana, a arte afro-brasileira, assim como a cultura material de territórios de origem africana nas Américas, a partir dos tipicamente brasileiros, como os terreiros de candomblé, os quilombos, as senzalas, entre outros. 
Textos-base para a aula: 
1) FEIST, Hildegard. Arte africana. São Paulo: Editora Moderna, 2010. (Artistas anônimos) 
2) SALUM, Marta Heloísa Leuba. O homem e sua obra, e, os objetos e os homens: da relação homem-matéria. Museu, Identidades e Patrimônio Cultural. Rev. do Museu de Arqueologia e Etnologia, São Paulo, Suplemento 7, 2008, p. 49-61. 

20/04 – A escravidão na África e o tráfico atlântico de escravos: feições, dinâmicas e interações. 
Docente Responsável: Profa. Dra. Maria Cristina C. Wissenbach (DH/FFLCH-USP) 
O objetivo da aula é apresentar e discutir as diferentes formas que a escravidão assumiu nas sociedades africanas no período pré-colonial tendo como base o capítulo sobre o tema de Alberto da Costa e Silva. Procurar-se-á desenvolver também a questão das interações entre poder politico e comércio de escravos na África Ocidental e entre as formas de obtenção de escravos e as dinâmicas do tráfico atlântico ao longo dos séculos XVII ao XIX. Considerando-se, por outro lado, o comércio de escravos em sua feição histórica, pretende-se avaliar quantitativamente suas variações no tempo e nos diversos espaços africanos e americanos, bem como seus impactos tanto nas sociedades africanas quanto na sociedade brasileira desse período. Por fim, realizar uma discussão sobre as fontes disponíveis sobre o tema. 
Textos de base para a aula: 
Alberto da Costa e Silva. A escravidão entre os africanos. In: A manilha e o libambo. A África e a escravidão de 1500 a 1700. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, Fundação Biblioteca Nacional, 2002, p. 79-132. 
Paul Lovejoy. A exportação de escravos, 1600-1800. In: A escravidão na África – uma história de suas transformações. Tradução Regina Bhering e Luiz Guilherme Chaves. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002, p. 89-109. 
The Trans Atlantic Slave Trade Database Voyages. Emory University; W. E. B. Du Bois Institute (Harvard University) 2008/2009. Disponível em: http://slavevoyages.org/tast/index.faces.
Olaudah Equiano. A interessante narrativa da vida de Olaudah Equiano ou Gustavus Vassa o Africano (1789). Trechos selecionados e traduzidos de Equiano´s Travels. His Autobiography. The Interesting Narrative of the Life of Olaudah Equiano or Gustavus Vassa the African. Edited by Paul Edwards. Nova York: F. A. Praeger, 1967. 

27/04 – Economia e demografia da escravidão no Brasil. 
Docente responsável: Prof. Dr. José Flávio Motta (FEA – USP) 

Pretende-se, nesta aula, explorar os resultados da historiografia produzida nas últimas décadas por estudiosos da escravidão no Brasil. Composta por alentado conjunto de trabalhos, o mais das vezes de caráter monográfico, essa historiografia permitiu o aprofundamento, de modo significativo, do saber acerca dos cativos. Com isso sedimentou-se, pouco a pouco, um entendimento que atribui a esses indivíduos papel de destaque enquanto sujeitos históricos cuja atuação, juntamente à dos livres e libertos, foi fundamental na construção quotidiana do escravismo brasileiro. 
Afastou-se, pois, de um lado, o estereótipo do escravo submisso, dócil, a integrar — até mesmo feliz?! — a grande família do patriarca branco, ilustração viva de uma pretensa democracia racial. De outro, distanciou-se igualmente do cativo reificado, esmagado pela violência do cativeiro, equiparado seja a um bem de produção, seja a um artigo de consumo, semovente tal como o gado, e que só conseguia humanizar-se mediante a negação do sistema escravista, pela fuga, pelo crime. Sem em nenhum momento negar a aludida violência, volta-se os olhos para o escravo que lutava sem se tornar necessariamente um Zumbi dos Palmares; luta renhida, dia após dia, repleta de reveses, mas também marcada por conquistas, na qual procurava reter exatamente sua humanidade, eventualmente emancipar-se, explorando as possibilidades, ocupando os interstícios, em suma, moldando também os parâmetros do ser escravo. 
A incursão pela historiografia, empreendida nesta aula, é pautada pelo privilégio dado, sobretudo, aos temas da família escrava, da estrutura da posse de cativos e do tráfico interno de escravos. 
Textos de base para a aula: 
MOTTA, José Flávio, NOZOE, Nelson & COSTA, Iraci Del Nero da. “Às vésperas da Abolição - um estudo sobre a estrutura da posse de escravos em São Cristóvão (RJ), 1870”. Estudos Econômicos, São Paulo, v. 34, n. 1, p. 157-213, 2004, em especial “abordagem comparativa” às p. 183-207. 
MOTTA, José Flávio. “A família escrava na historiografia brasileira: os últimos 25 anos”. In: SAMARA, Eni de Mesquita. (Org.). Historiografia Brasileira em Debate: "olhares, recortes e tendências". São Paulo: Humanitas, 2002, p. 235-254. 
MOTTA, José Flávio. Escravos daqui, dali e de mais além: o tráfico interno de cativos na expansão cafeeira paulista (Areias, Guaratinguetá, Constituição/ Piracicaba e Casa Branca, 1861-1887). São Paulo: Alameda/FAPESP, 2012. 

11/05 – Saúde e doença 

Responsável: Dra. Márcia Moisés Ribeiro (pós-doutoranda do NAP Brasil África) 

A proposta da aula é discutir a produção de tratados médicos que circularam pelo universo colonial escravista e pelo mundo Atlântico do século XVIII. Apresentados em várias versões, esses livros circularam entre cirurgiões e práticos, fazendeiros, donos de plantations, proprietários de navios e mercadores interessados na mercadoria escrava. Na aula serão analisados trechos de alguns dos livros apresentados no início o que propiciará a visualização dos diálogos culturais estabelecidos entre o Brasil e as Áfricas 
Texto base para a aula: 
WISSENBACH, Maria Cristina Cortez. Cirurgiões do Atlântico Sul- conhecimento médico e terapêutico nos circuitos do tráfico e da escravidão (séculos XVII-XIX) Anais do XVVV Encontro Regional de História- O lugar da História. ANPUH/SP- UNICAMP, Campinas, 6 a10 de setembro de 2004. Cd-Rom. 


18/05 – Colonialismo e independência 

Docente Responsável: Profa. Dra. Leila Leite Hernandez (DH/FFLCH-USP) 

Propomos periodizar, definir e problematizar temas e conceitos referentes às resistências e diálogos em várias situações coloniais em África. Propomos também compreender as dinâmicas sociais e as culturas em movimento, configuradoras dos processos históricos que levaram os países africanos às independências. 
Textos de base para a aula: 
HERNANDEZ, Leila M.G. Leite. “Civilizados” e “Primitivos” na constituição do sistema colonial africano. In A África na sala de aula-visita à história contemporânea. SP: Selo Negro, 2010, p.91-108. 
OLORUNTIMEHIN, B. Olatun-Ji. A política e o nacionalismo africanos, 1919-1935. In BOAHEN, Adu. História Geral da África –Volume VII- África sob dominação colonial, 1880-1935. UNESCO/Ática, 1985, p.575-588. 
MUNANGA, Kabengele. África: trinta anos de processo de independência. In Dossiê Brasil/África. Revista USP. SP: EDUSP, n. 18, junho/julho/agosto 1993, p.101-111. 


25/05 – Relações Geopolíticas e Econômicas Brasil – África (Passado e Presente) 
Docente Responsável: Prof. Dr. Alexandre de Freitas Barbosa (IEB – USP) 
O objetivo desta aula é desenvolver os quatro tópicos abaixo de maneira integrada. A partir da obra seminal de José Honório Rodriguez, procura-se demonstrar como a África esteve ausente da política externa brasileira da independência até 1960. 
Entre os anos 60 e 70, principalmente durante os governos Jânio Quadros e João Goulart, e mais adiante no governo Geisel, ainda que não se tenha desenvolvido uma política “africanista” coerente, este continente passou a se integrar no âmbito da “diplomacia do desenvolvimento” praticada pelo Brasil. O objetivo era ganhar autonomia negociadora para o país em relação aos países desenvolvidos nos fóruns internacionais, contando para tanto com apoio dos demais países da periferia capitalista. Relações bilaterais com países fora do mundo desenvolvido também passaram a ser estimuladas. 
Durante os anos 80 e 90, ainda que a África não tenha propriamente “sumido” da política externa brasileira, ela perde o papel e a relevância que antes havia obtido. Com o governo Lula, o Brasil, agora num novo cenário global, passa a dialogar com a tradição da política externa “desenvolvimentista” dos anos 60 e 70 e a enfatizar novamente a importância do continente africano. 
Os dados da presença brasileira na África ao longo dos anos 2000 não deixam margem a dúvidas a este respeito. Mas existem várias dúvidas, aí sim, sobre o que o Brasil – o governo, as empresas, a sociedade civil – quer(em) com a África? Ademais de não haver uma coerência entre as várias frentes brasileira de expansão rumo ao continente, em muitos aspectos a presença brasileira geralmente vem acompanhada de aspectos contraditórios, ao menos quando se comparam as dimensões cultural e de cooperação técnica, de um lado, com as de cunho mais econômico e geopolítico, de outro. 
Estrutura da Aula: 
1. A Política Externa Brasileira no pós-Independência (até 1960): entre o Ocidentalismo e o Regionalismo 

2. A África “Ingressa” na Política Externa Brasileira (anos 60 e 70) 

3. O Retorno da África à Política Externa Brasileira no Governo Lula – (apontar os principais avanços e a mudança do patamar na relação) 

4. A Presença do Brasil na África Hoje: Relações Contraditórias entre a “Conexão Cultural”, a Cooperação Técnica, os Interesses Econômicos e as Relações Geopolíticas 

Textos de base para a aula: 
RODRIGUES, José Honório (1982), Brasil e África: Outro Horizonte. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 3ª. edição ampliada, parte II. 

SARAIVA, José Flávio Sombra (2012). África Parceira do Brasil Atlântico: Relações internacionais do Brasil e da África no início do século XXI. Belo Horizonte: Fino Traço. 



01/06 – Panorama das confluências e divergências entre as literaturas africanas de língua portuguesa: textos e contextos nos séculos XX e XXI 
Docente responsável: Profa. Dra. Rejane Vecchia da Rocha e Silva (DLCV/FFLCH-USP) 
A aula pretende apresentar sob o ponto de vista das imbricações entre os campos literário e histórico a emergência das literaturas africanas em língua portuguesa, de acordo com os seguintes aspectos: 1. Sua formação, organização e afirmação vinculadas ao processo assimilacionista português (procurando problematizar literaturas produzidas em língua portuguesa, no entanto, mobilizadas por uma referencialidade endógena voltada para as populações locais e suas condições de vida dentro do sistema colonial) e a uma política educacional organizada essencialmente dentro do modelo colonialista; 2. Sua produção nos centros urbanos e nas zonas libertadas ao longo das guerras de libertação; 3. A produção literária no período da pós-independência concomitantemente às guerras de agressão/desestabilização; 4. A produção literária de escritores na primeira década do século XXI. 
Textos de base para a aula: 
KI-ZERBO, Joseph. "O despertar da África Negra ou a história recomeça" (p.157 a 182), "As possessões portuguesas: Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe" (p. 272 a 285). In: História da África Negra - Vol. II. Portugal: Publicações Europa-América, 2002. 
MARGARIDO, Alfredo. "Das várias maneiras de ver e de não ver a colonização" (p. 05 a 32), "Panorama" (p. 33 a 42) 
SANTILLI, Maria Aparecida. "Apresentação: uma antologia de africanos para brasileiros" e "Três literaturas distintas" (p. 05 a 28) 


08/06 – Diálogos literários entre o Brasil e os países africanos de língua portuguesa 

Docente responsável: Profa. Dra. Vima Lia de Rossi Martin (DLCV/FFLCH-UDP) 

Ao longo dos últimos cinco séculos, os laços históricos que aproximaram o Brasil e a África foram muito fortes. E a constituição e o desenvolvimento dessas relações - políticas, comerciais, sociais, culturais - tem sido objeto de investigação cada vez mais frequente de estudiosos ligados à área de Humanidades. 
No terreno da literatura, as marcas da presença brasileira na formação das literaturas produzidas nos países africanos colonizados por Portugal são bastante significativas. Várias pesquisas apontam para a importância do patrimônio literário brasileiro, que já havia se tornado “independente” desde o Modernismo, no estabelecimento da autonomia cultural dos povos africanos. De fato, em meados do século passado, a nossa produção literária funcionou como uma espécie de modelo inspirador para a produção dos escritores africanos de língua portuguesa. 
Na aula proposta, analisaremos alguns textos poéticos africanos em que o Brasil é referido como um espaço fraternal e seus escritores considerados como interlocutores de um profícuo diálogo cultural. 
Textos de base para a aula: 
HAMILTON, Russell. “A influência e percepção do Brasil nas literaturas africanas de língua portuguesa”. In. Contatos e ressonâncias. Literaturas africanas de língua portuguesa. (org. Ângela Vaz Leão). Belo Horizonte: PUC Minas, 2003. Poemas a serem selecionados 


15/06 – A literatura negra brasileira na escola: algumas perspectivas 

Docente responsável: Profa. Dra. Rosangela Sarteschi (DLCV/FFLCH-USP) 
A aula propõe uma discussão sobre a constituição da literatura negra brasileira no sistema literário nacional como uma forma de discurso identitário de resistência, problematizando sua inclusão no ensino básico das redes oficiais e particulares no âmbito da Lei 11.645/08. Propõe ainda uma reflexão sobre o alcance e os limites do conceito “literatura negra”, levando em consideração as noções de autoria, sujeito leitor, público-alvo e circulação literária, e sua inserção no cânone literário. 
Programa Resumido: 
Literatura negra: conceito e problematização; relações étnico-raciais na educação; a lei 10.639/03 e 11.645/08: alcance e limites na sua aplicação no contexto da LDB, lei 9.394/96; poéticas afro-brasileiras; literatura para jovens: textos afro-brasileiros. 
Textos-base para a aula: 
Texto da Lei, Parecer 003/2004, do Conselho Nacional de Educação (relatora: Professora Petronilla Beatriz Gonçalves e Silva); 

FONSECA, Maria Nazareth Soares. “Literatura Negra: os sentidos e as ramificações” In: DUARTE, Eduardo de Assis & FONSECA, Maria Nazareth Soares (org). Literatura e afrodescendência no Brasil: antologia crítica. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2011. 


22/06 – encerramento e balanço final 


Bibliografia geral 
ABDALA JR., Benjamin. Literatura, História e Política. Literaturas de língua portuguesa no século XX. Cotia, SP: Ateliê editorial, 2007. 
ALENCASTRO, Luis Felipe de – O trato dos viventes. Formação do Brasil no Atlântico sul, São Paulo, Companhia das Letras, 2000. 
BARBOSA, Alexandre de Freitas, Thaís Narciso & Marina Biancalana (2009), Brazil in Africa: Another Emerging Power in the Continent?, in: Politikon – South African Journal of Political Studies, Vol. 36 (1). 
BOAHEN, Adu - Os estados e as culturas da Guiné inferior, A. Boahen, História Geral da África, vol. V, organizado por Bethwell Allan Ogot: capítulo 14 – pp. 475-518. http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000322.pdf 
BOAHEN, Adu. História Geral da África - Volume VII - África sob dominação colonial, 1880-1935. UNESCO/Ática, 1985. 
BOSI, Alfredo. Literatura e resistência. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. 
CABRAL, Lidia (2011), “Cooperação Brasil-África para o Desenvolvimento: Caracterização, Tendências e Desafios”, in: Textos Cindes, no. 26, dezembro.
CERVO, Amado Luiz & Clodoaldo Bueno - História da Política Exterior no Brasil. Brasília, Editora da UNB, 3ª. edição ampliada, 2008. 
CHAVES, Rita. Angola e Moçambique. Experiência colonial e territórios literários. Cotia, SP: Ateliê editorial, 2005. 
COUTO, Mia. E se Obama fosse africano? São Paulo: Companhia das Letras, 2011. 
CUTI (Luiz Silva). “O leitor e o texto afro-brasileiro”. In: FIGUEIREDO, Maria do Carmo Lanna e FONSECA, Maria Nazareth Soares. Poéticas afro-brasileiras. Belo Horizonte: Mazza/PUC-MG, 2002. 
ERVEDOSA, Carlos. Roteiro da literatura angolana. Luanda: União dos Escritores Angolanos, s/d. 
FDC-CPII (2007), Brazil’s Multinationals Take Off, Fundação Dom Cabral & The Columbia Program on International Investment, New York, dezembro. 
FONSECA, Maria Nazareth Soares. “Literatura Negra: os sentidos e as ramificações” In: DUARTE, Eduardo de Assis & FONSECA, Maria Nazareth Soares (org). Literatura e afrodescendência no Brasil: antologia crítica. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2011.
GOMES, Nilma Lino. “Alguns termos e conceitos presentes no debate sobre relações raciais no Brasil: uma breve discussão” In: BRASIL. Educação anti-racista: caminhos abertos pela Lei Federal no. 10639/03. Brasília: MEC/SECAD, 2005. (Coleção Educação para todos no. 2). 
HAMPÂTÉ BÂ, Amadou – A tradição viva, em História Geral da África I. Metodologia e pré-história da África. Organizado por Joseph Ki-Zerbo. São Paulo, Ed. Ática/UNESCO, 1980. 
- Amkoullel, o menino fula. Tradução Xina Smith de Vasconcellos. São Paulo? Casa das Áfricas, Editora Palas Athena, 2003. 
HERNANDEZ, Leila M.G. Leite. A África na sala de aula - visita à História contemporânea. SP: Selo Negro, 2ª edição, 2010. 
IGLESIAS, Roberto Magno & Katarina Costa (2011), “O Investimento Direto Brasileiro na África”, in: Textos Cindes, no. 27, dezembro. 
IPEA/Banco Mundial (2011). Ponte sobre o Atlântico, Brasil e África Subsahariana. Parceria Sul-Sul para o Crescimento. Brasília: IPEA/Banco Mundial. 
KI-ZERBO, Joeph. História Geral da África. Portugal: Publicações Europa-América, 1999, vol. I/ II. 
LAFER, Celso - A Identidade Internacional do Brasil e a Política Externa Brasileira. Editora Perspectiva: São Paulo, 2004. 
LAYA, D. - Os estados haussas, D. Laya, História Geral da África, vol. V, organizado por Bethwell Allan Ogot, capítulo 16: pp. 541-582. http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000322.pdf 
LEÃO, Ângela Vaz. Contatos e ressonâncias. Literaturas africanas de língua portuguesa. Belo Horizonte: PUC Minas, 2003. 
LIMA, Maria Regina Soares de (1990), “A Economia Política da Política Externa Brasileira: uma Proposta de Análise”. Contexto Internacional, no. 12, Rio de Janeiro, julho-dezembro. LOVEJOY, Paul E. – A escravidão na África. Uma história e suas transformações, tradução Regina Bhering e Luiz Guilherme Chaves. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2002. 
ARGARIDO, Alfredo. Estudos sobre literaturas das nações africanas de língua portuguesa. Lisboa: A regra do jogo, 1980. 
M’BOKOLO, Elikia – África negra. História e civilizações. Tomo I. Salvador / São Paulo: EDUFBA / Casa das Áfricas, 2009. 
- África Negra. História e civilizações. Tomo II. Do século XIX aos nossos dias. Lisboa: Ed. Colibri, 2007. 
- África Negra. História e civilizações, até ao século XVIII. Tomo I. Lisboa: Ed. Vulgata, 2003. 
MILLER, Joseph C. – África Central durante a era do comércio de escravizados de 1490 a 1850, em Diáspora negra no Brasil, HEYWOOD, Linda M. (org.), São Paulo, Ed. Contexto, 2008.
MUNANGA, Kabengele. Negritude - Usos e sentidos. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2009. 
- Rediscutindo a mestiçagem no Brasil. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. 
NEWITT, Malyn - História de Moçambique. Sintra: Publicações Europa-América, 1997. 
PADILHA, Laura Cavalcante. Entre voz e letra: o lugar da ancestralidade na ficção angolana do século XX. Niterói: EdUFF, Rio de Janeiro: Pallas Editora, 2007. 
PENHA, Eli Alves - Relações Brasil-África e a Geopolítica do Atlântico Sul. Salvador: EDUFBA, 2011. 
PROENÇA FILHO, Domício. “A Trajetória do Negro na Literatura Brasileira”. In: Revista do Instituto de Estudos Avançados. São Paulo: IEB/USP, 2004, no. 50 (disponível em rede: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-40142004000100017&script=sci_…;
RODRIGUES, Jaime – De costa a costa. Escravos, marinheiros e intermediários do tráfico negreiro de Angola ao Rio de Janeiro (1780-1860), São Pulo, Companhia das Letras, 2005. RODRIGUES, José Honório, Brasil e África: Outro Horizonte. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 3ª. edição ampliada, 1982. 
- Interesse Nacional e Política Externa. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1966. 
ROSÁRIO, Lourenço do. Moçambique: história, culturas, sociedade e literatura. Belo Horizonte: Nandyala, 2010. 
RYDER, Allan Frederick Charles – Do rio Volta aos Camarões, em História Geral da África IV. A África do século XII ao XVI. São Paulo: Ática/UNESCO, 1980, coordenador do volume D.T. Niane, pp.353-384. 
SANTILLI, Maria Aparecida. Estórias africanas: história e antologia. São Paulo: Editora Ática, 1985. 
SARAIVA, José Flávio Sombra - África Parceira do Brasil Atlântico: Relações internacionais do Brasil e da África no início do século XXI. Belo Horizonte: Fino Traço, 2012. 
SILVA, Alberto da Costa e – A manilha e o libambo. A África e a escravidão de 1500 a 1700. Rio de Janeiro, Nova Fronteira: Fundação Biblioteca Nacional, 2002.
- Um rio chamado atlântico. A África no Brasil e o Brasil na África. Rio de Janeiro, Ed. Nova Fronteira / Ed. UFRJ, 2003. 
- Francisco Félix de Souza, mercador de escravos. Rio de Janeiro, Nova Fronteira: EdUERJ, 2004. 
- Das Mãos do Oleiro. Editora Nova Fronteira: Rio de Janeiro, 2005. 
SOUZA, Marina de Mello e - África e Brasil africano. São Paulo, Ática, 2ª edição, 2008. 
- Religião e poder no Congo e Angola, séculos XVI e XVII: universo mental e organização social, em O governo dos povos, org. Laura de Mello e Souza et alii. São Paulo, Alameda, 2009, pp. 263-279. 
- Catolicismo e comércio na região do Congo e de Angola, séculos XVI e XVII, em Nas rotas do império, organizadores: João Fragoso, Manolo Florentino e outros. Ilha de Vitória, EDUFES, 2006, pp.279-297. 
- Reis negros no Brasil escravista. História da festa da coroação de rei congo. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2006. 
THORNTON, John – A África e os africanos na formação do mundo atlântico, 1400-1800, Tradução Marisa Rocha Motta. Rio de Janeiro, Editora Campus: Elsevier, 2006. 
VIZENTINI, Paulo (2005), Relações Internacionais do Brasil: de Vargas a Lula. Editora Perseu Abamo: São Paulo, 2ª. edição.

 

PROGRAMAÇÃO - Francês de Férias

 

 

Francês - Nível 1 

Detalhamento:

Habilidades comunicativas em Língua Francesa que possibilitem a aquisição de estruturas e do léxico básico utilizados em situações cotidianas diversas, entre as quais: apresentações, cumprimentos, recursos para identificar e caracterizar pessoas e objetos, dar e pedir informações, exprimir sua opinião. Elementos de cultura dos países de expressão francesa Comunicação: Entrar em contato, convidar e responder a um convite, descrever pessoas e objetos, exprimir ordem e obrigação, pedir, solicitar e comandar, avaliar e apreciar, felicitar e agradecer, explicar e justificar, dar opinião. Vocabulário: Profissões e nacionalidades, lazeres, descrições físicas e psicológicas, números cardinais e ordinais, habitações e alimentação. Gramática: Artigos definidos e indefinidos, gênero e número de substantivos e adjetivos, interrogação e negação, artigos partitivos, pronomes tônicos, conjugação do presente do indicativo, imperativo, futuro próximo, noções do passado. Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfosintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso. 

Bibliografia 
BESCHERELLE. La conjugaison. Paris, Hachette, 2000. 
CAPELLE, G. GIDON, N. Le nouvel espaces. Paris, Hachette, 1997. 
CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de Ia communication. Paris:Didier, 1998. 
CHARAUDEAU, P. Grammaire du sens et de l'expression. Paris, Hachette, 1998 CICUREL, F. Communiquer en français. Paris, Hatier, 2002. 
GIRARDET, J;PECHEUR. Campus I. Paris:CLE, 2002. 
GIRARDET, J. et aI. Panorama de Ia langue française. Paris, CLE, 1998. 
GREGOlRE, M. et aI. Grammaire progressive du français - niveau intermédiaire. Paris: CLE, 2000 
GREVISSE, M. Le bon usage. Gembloux, Duculot, 1964. 
REY-DEBOVE, J. et aI. Le petit Robert. Paris: Dictionnaires Le Robert, 1999. 
STEEL, R. Civilisation progressive du français. Paris, CLE, 2002. 
VEIGA. C. Gramática nova do francês. São Paulo, Editora do Brasil, 1990.

 

Francês – Nível 2

Detalhamento:

PROGRAMA DE FRANCÊS - NÍVEL II: Habilidades comunicativas em Língua Francesa que possibilitem a aquisição de estruturas e do léxico básico utilizados em situações cotidianas diversas. Elementos de cultura dos paises de expressão francesa. Comunicação: Aconselhar, exprimir sua opinião, pedir e dar informações, descrever pessoas, pedir, dar e recusar conselhos, desculpar-se, justificar-se, escrever cartas, solicitar entrevistas de trabalho, redigir textos informativos, elaborar curriculum vitae, narrar Vocabulário: alimentos, esportes e saúde, roupas, cores, relações familiares e de trabalho. Gramática: Artigos partitivos; formação do passado; e do futuro, adjetivos demonstrativos, comparativos, pronomes pessoais (C.O.D.), pronomes en e y, formação do passado e do futuro Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morto-sintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso. Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morto-sintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso. 

BIBLIOGRAFIA:
BESCHERELLE. La conjugaison. Paris, Hachette, 2000. 
CAPELLE, G. GIDON, N. Le nouvel espaces. Paris, Hachette, 1997. 
CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de Ia communication. Paris, Didier, 1998. 
CHARAUDEAU, P. Grammaire du sens et de I'expression. Paris, Hachette, 1998 CICUREL, F. Communiquer en français. Paris, Hatier, 2002. 
DELAISNE, P. Café-Creme 3. Paris, Hachette, 2000. 
GIRARDET, J;PECHEUR. Campus I. Paris:CLE, 2002. 
GIRARDET, J. et ai. Panorama de Ia langue française. Paris, CLE, 1998. 
GREGOIRE, M. et ai. Grammaire progressive du français - niveau intermédiaire. Paris, CLE, 2000 
GREVISSE, M. Le bon usage. Gembloux, Duculot, 1964. 
REY-DEBOVE, J. et aI. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999. 
STEEL, R. Civilisation progressive du français. Paris, CLE, 2002. 
VEIGA. C. Gramática nova do francês. São Paulo, Editora do Brasil, 1990.

 

Francês – Nível 3

Detalhamento:

Habilidades comunicativas em Língua Francesa que. possibilitem a aquisição de estruturas e do léxico básico utilizados em situações cotidianas diversas. Elementos de cultura dos países de expressão francesa. Comunicação: compreender e analisar um fato da sociedade em um texto escrito. Apreciar, pedir, dar e recusar conselhos; compreender e redigir um texto informativo; desculpar-se diante de uma situação formal; falar de si e narrar. Vocabulário: alimentação, transportes, vida privada, viagens, turismo em geral, caracterizar um personagem, descrição de lugares e de tempo. Gramática: COI : lui et leur ,imperativo, verbos irregulares no passado e no futuro, pronomes relativos (que, qui) , imperfeito, passado recente, presente contínuo. Plural dos substantivos, adjetivos e advérbios: depuis, bien, mieux, bon, meilleur, oui, si. Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfo-sintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso" 

BIBLIOGRAFIA GERAL 
BESCHERELLE. La conjugaison. Paris, Hachette , 2000. 
CAPELLE, G. GIDON, N. Le nouvel espaces. Paris, Hachette, 1997. 
CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de Ia communication. Paris, Didier, 1998. 

CHARAUDEAU, P. Grammaire du sens et de I'expression. Paris, Hachette, 1998 CICUREL, F. Communiqueren français. Paris, Hatier, 2002. 
DELAISNE, P. Café-Creme 3. Paris, Hachette, 2000. 
GIRARDET, J. et aI. Panorama de Ia langue française. Paris, CLE, 1998. 
GIRARDET, J;PECHEUR. Campus I. Paris:CLE, 2002. 
GREGOIRE, M. et ai. Grammaire progressive du français - niveau intermédiaire. Paris, CLE, 2000. 
GREVISSE, M. Le bon usage. Gembloux, Duculot, 1964. 
REY-DEBOVE, J. et aI. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999. 
STEEL, R. Civilisation progressive du français. Paris, CLE, 2002. 
TREVISI, T. et aI. Café-Creme I. Paris, Hachette, 2000. 
VEIGA. C. Gramática nova do francês. São Paulo, Editora do Brasil, 1990.