Programa: Língua e Cultura Húngaras II, IV e VI

Nível II:

1. Metodologia 

Depois da apresentação da nova gramática, os alunos praticam os novos conhecimentos com atividades interativas e situações cotidianas. Realizam produções de textos escritos e orais de diálogos, narração, descrição e mensagens curtas. Praticam a compreensão de materiais audiovisuais e a recriação do seu conteúdo. Participam de exercícios e jogos que envolvem os alunos individualmente, em pares ou em pequenos grupos. Fazem debates sobre os assuntos decorrentes. 

2. Programa 

1. Cultura: Apresentação do curso, objetivos, resumo do conteúdo, avaliação. Revisão sobre a cultura e a história húngara (com materiais audiovisuais). Apresentação de músicas folclóricas que contam a história húngara. 
2. Língua: Revisão do semestre anterior: Produção e compreensão de textos 
3. Língua: Regência Verbal e alguns casos do Imperativo. Situação: “no Restaurante”, Vocabulário: comidas típicas húngaras e expressões comuns 
4. Cultura: Cidades e regiões húngaras e seus pontos turísticos mais importantes (com materiais audiovisuais) 
5. Língua: Rotina diária e o tempo. Sufixos: modo temporal: -kor (as); ablativo: - tól/től (desde), terminativo: -ig (até). Vocabulário: Expressões de Tempo 
6. Cultura: A virada do século: Budapeste, "a Paris do Leste”, o Parlamento e outras belezas da arquitetura (com materiais audiovisuais) 
7. Língua: Possessivo 1. Os pronomes possessivos; Sufixo genitivo. Vocabulário: Família, Parentes 
8. Cultura: A Primeira Guerra Mundial; 1. o final do Empério Áustro-Húngaro 
9. Língua: Possessivo 2. A estrutura do possessivo. Vocabulário: As partes do corpo 
10. Cultura: O Tratado de Trianon e suas consequências; Conhecimentos gerais sobre a Transilvânia (com materiais audiovisuais) 
11. Cultura: A Primeira Guerra Mundial 2. nas artes, literatura e cinema 
12. Língua: Possessivo 3. Possessivo no Plural 
13. Cultura: A II. Guerra Mundial (com materiais audiovisuais) 
14. Língua: Saber, Querer, Poder. Conjunções coordenativas: aditivas, adversativas. Vocabulário: atividades 
15. Cultura: A II. Guerra Mundial 2. nas artes, literatura e cinema (com materiais audiovisuais) 
16. Língua: O passado 1. Verbos regulares. Conjunções coordenativas: alternativas, conclusivas. 
17. Cultura: A Ditadura Socialista e a Revolução de 1956. 1. (com materiais audiovisuais) 
18. Língua: O passado 2. Verbos irregulares 
19. Cultura: A Ditadura Socialista e a Revolução de 1956. 2.- nas artes, literatura e cinema 
20. Língua: Prova 
21. Cultura: As ondas da imigração húngara no mundo, inclusive no Brasil. Húngaro-brasileiros ilustres. Palestrante convidado 
22. Língua: Produção e compreensão de textos no passado. 
23. Cultura: De 1989 até hoje; Hungria na União Europeia 
24. Língua: O clima. Vocabulário: as características do tempo 
25. Cultura: As ondas da imigração húngara no mundo, inclusive no Brasil 
26. Língua: O caso dativo: o sufixo dativo –nak/nek (para) 
27. Cultura: Szerelmesfilm de István Szabó, análise do filme. 
28. Língua: Revisão, Produção e compreensão de textos 
29. Cultura: Apresentação de músicas típicas que contam a história húngara. 
30. Prova Final 

3. Bibliografia 

Língua: 
DURST, Péter: Lépésenként magyarul 1.-2-3., Szegedi Tudományegyetem, Szeged, 2004. 
SZITA, Szilvia – PELCZ, Katalin: MagyarOK 1-2, Pécsi Tudományegyetem, Pécs, 2013. 
MARSCHALKÓ, Gabriella: Hungarolingua 1-2, Debreceni Nyári Egyetem, Debrecen, 2012. 
ERDŐS, József – PRILESZKY, Csilla: Halló, itt Magyarország! 1-2, Akadémiai kiadó, Budapest, 2007. 
Cultura: 
RÓNAI, Paulo: Antologia do conto húngaro, Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1998. 
SZABÓ, Ladislao: Hungria 1956. Contexto, São Paulo, 2006. 
MÁRAI, Sándor: As velas ardem até o fim, Dom Quixote, São Paulo, 2001. 
 

Nível IV:

1. Metodologia 

Utilizando situações já conhecidas, ampliamos o vocabulário. Realizamos produções de textos escritos e orais de diálogos, narração, descrição e argumentação, mensagens longas. Praticamos a compreensão de materiais audiovisuais e a recriação do seu conteúdo. Participamos de exercícios e jogos que envolvem os alunos individualmente, em pares ou em pequenos grupos. Fazemos debates sobre os assuntos decorrentes. 

2. Programa 

1. Cultura: Apresentação do curso, objetivos, resumo do conteúdo, avaliação. Revisão sobre a cultura e história húngara (com materiais audiovisuais). "Hungaricum" – os produtos típicos húngaros. 
2. Língua: Revisão do semestre anterior: Criação e compreensão de textos no presente, no passado e no futuro. 
3. Língua: Situação: "Na estação de trem/ônibus"; "No aeroporto".Aperfeiçoar a ordem das palavras nas frases simples e compostas. 
4. Cultura: A história da música húngara. Apresentação de danças húngaras. 
5. Língua: Situação: "Loja de roupas". Vocabulário: Materiais, moda, características, expressões. Aperfeiçoar a conjugação dos verbos irregulares. 
6. Cultura: Cientistas húngaros na área da física, matemática, biologia. Invenções que mudaram nosso cotidiano. Palestrante convidado. 
7. Língua: Situação: "Procurando aluguel". Vocabulário: moradia, imóveis. Aperfeiçoar todas as declinações. 
8. Cultura: História da Literatura Húngara 1. (com materiais audiovisuais) 
9. Língua: Situação: "Comprar ingressos para cinema/teatro/concerto/museu". Vocabulário: gêneros, características, expressões. Aperfeiçoar os prefixos verbais 
10. Cultura: História da Literatura Húngara 2. (com materiais audiovisuais) 
11. Língua: Situação: "Hotel". Vocabulário: reserva, características do quarto, reclamação 
12. Cultura: História da Literatura Húngara 3. (com materiais audiovisuais) 
13. Língua: Situação: "Na Polícia" Vocabulário: resolver situações desagradáveis 
14. Cultura: História da Literatura Húngara 4. (com materiais audiovisuais) 
15. Prova 

3. Bibliografia 

Língua: 
DURST, Péter: Lépésenként magyarul 1.-2-3., Szegedi Tudományegyetem, Szeged, 2004. 
SZITA, Szilvia – PELCZ, Katalin: MagyarOK 1-2, Pécsi Tudományegyetem, Pécs, 2013. 
MARSCHALKÓ, Gabriella: Hungarolingua 1-2, Debreceni Nyári Egyetem, Debrecen, 2012. 
ERDŐS, József – PRILESZKY, Csilla: Halló, itt Magyarország! 1-2, Akadémiai kiadó, Budapest, 2007. 
Cultura: 
RÓNAI, Paulo: Antologia do conto húngaro, Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1998. 
SZABÓ, Ladislao: Hungria 1956. Contexto, São Paulo, 2006. 
MÁRAI, Sándor: As velas ardem até o fim, Dom Quixote, São Paulo, 2001. 

Nível VI:

1. Metodologia 

Neste nível ao invés de separar as aulas entre língua e cultura, analisamos textos usando os conhecimentos dos semestres anteriores. Aproveitamos vários tipos de materiais e continuamos aumentando o vocabulário com palavras e expressões de alto nível. Realizamos produções de textos escritos e orais de diálogos, narração, descrição. Praticamos a compreensão de materiais audiovisuais e a recriação do seu conteúdo. Participamos de exercícios e jogos que envolvem os alunos individualmente, em pares ou em pequenos grupos. Fazemos debates sobre assuntos decorrentes. 

2. Programa 

1. Análise de "Notícia" de televisão com assuntos variados sobre política, economia, problemas da sociedade em linguagem formal. Criação de "Notícias". 
2. Análise de "Talk show": linguagem informal. Situação: "Entrevista" 
3. Análise de artigos de revista com temas e linguagem complexa 
4. Análise e criação de artigos de revista de entretenimento 
5. Análise e criação da linguagem usada no rádio 
6. Análise da linguagem de um seriado húngaro 
7. Análise de um curta metragem 1. 
8. Análise de "Stand up comedy". 
9. Análise de um curta metragem 2. 
10. Análise de Manuais para montar e consertar objetos. 
11. Situação: "No hospital". Análise de bulas de remédios e vocabulário de doenças e tratamentos. 
13. Situação: "Na natureza". Análise de textos sobre a fauna e flora do planeta, especialmente da Hungria 
14. Canções e jogos infantis com palestrante convidada. 
15. Prova 

3. Bibliografia 

Língua: 
DURST, Péter: Lépésenként magyarul 1.-2-3., Szegedi Tudományegyetem, Szeged, 2004. 
SZITA, Szilvia – PELCZ, Katalin: MagyarOK 1-2, Pécsi Tudományegyetem, Pécs, 2013. 
MARSCHALKÓ, Gabriella: Hungarolingua 1-2, Debreceni Nyári Egyetem, Debrecen, 2012. 
ERDŐS, József – PRILESZKY, Csilla: Halló, itt Magyarország! 1-2, Akadémiai kiadó, Budapest, 2007. 
Cultura: 
RÓNAI, Paulo: Antologia do conto húngaro, Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1998. 
SZABÓ, Ladislao: Hungria 1956. Contexto, São Paulo, 2006. 
MÁRAI, Sándor: As velas ardem até o fim, Dom Quixote, São Paulo, 2001.

 

Programa: Língua Tcheca II, IV e VI

 

Nível II:

Detalhamento:

  1. Verbos “-at” – diálogos – fazer compras – vocabulário: animais – frases de conversa básica – leitura – revisão – canções tchecas - trabalho com livro didático e livro de exercícios – vocabulário: profissão - substantivos depois de números 1, 2 - 4, 5… 

    2. Dias da semana – vocabulário: “semana” – preposição “v”, “do“, ”od” – canções tchecas – ditado – exercícios de áudio - palavra de conversa básica - leitura - trabalho com livro didático e livro de exercícios – verbos “jet” e “jít” (“ir”) – genitivo – instrumental – vocabulário “Rep. Tcheca” (norte, sul, Boêmia, Morávia,…) 

    3. Revisão – verbos “- ovat” – fonética: leitura – escutas - palavras de conversa básica – leitura - família - verbos “-at” e “-ovat” - trabalho com livro didático e livro de exercícios – vocabulário: nomes de lojas, lugares na cidade – expressões: mít rád, líbí se mi “eu gosto“ 

    4. Kolik je hodin? – canções de Natal – Kolik je ti let? – „estar com frio“, „estar com calor“ - vocabulário: restaurante – leitura – exercícios de áudio - trabalho com livro didático e livro de exercícios diálogos – grande revisão – verbos „-et, -it, -ět“ – idiomas no mundo – palavras de conversa básica – escrever um postal 

    5. Grande revisão 

    Bibliografia - material para as aulas: 
    Livro didático: Holá, L., New Czech Step by Step. Akropolis, Praha 2006. 
    Livro de exercícios: Holá, L., New Czech Step by Step. Akropolis, Praha 2006. 

    Bibliografia complementar: 
    Kopecká, Z., Učebnice pro začátečníky – Český jazyk 1.část. Německá škola v Praze, Praha 2006. 
    Čechová, E., ¿Quiere usted hablar checo? Pantype, Liberec 2006. 
    Hronová, K., Čeština pro cizince. Fraus, Plzeň 1998. 
    Documentos reais

 

Nível IV:

Detalhamento:

Agosto 
Diálogos – trabalho com textos - cultura tcheca – expressões escritas – exercícios de áudio - trabalho com livro didático e livro de exercícios de lição: 4 (lugares na cidade – Quão longe? - jet + instrum. - Kde? v, ve – Odkud? z, ze – Kam? do, .. ) 

Setembro 
Diálogos – trabalho com texto - cultura tcheca – expressão escrita – exercícios de áudio - trabalho com livro didático e livro de exercícios de lição: 4 (telefonema – escritura e leitura da carta, fruta, verdura) 

Outubro 
Diálogos – trabalho com texto - cultura tcheca – expressão escrita – canção tcheca - exercícios de áudio - trabalho com livro didático e livro de exercícios de lição: 4 (mám rád, líbí se mi, chutná mi, je mi líto, jsem rád, že…) 

Novembro 
Diálogos – trabalho com texto - cultura tcheca – expressão escrita – exercícios de áudio - trabalho com livro didático e livro de exercícios de lição: 5 (acusativo, expressões com verbo mít + subst.) 
Dezembro Grande revisão - diálogos – trabalho com texto - cultura tcheca – expressão escrita – escutas - trabalho com livro didático e livro de exercícios de lição: 5 (restaurante) 

Bibliografia - material para as aulas: 
Livro didático: Holá, L., New Czech Step by Step. Akropolis, Praha 2006. 
Livro de exercício: Holá, L. New Czech Step by Step. Akropolis, Praha 2006. 

Bibliografia complementar: 
Documentos reais 
Kopecká, Z., Učebnice pro začátečníky – Český jazyk 1.část. Německá škola v Praze, Praha 2006. 
Čechová, E., ¿Quiere usted hablar checo? Pantype, Liberec 2006. 
Hronová, K. Čeština pro cizinec. Fraus, Plzeň 1998.

Nível VI:

Detalhamento:

Agosto 
Livro didático: unidade 11 
Gramática: Repasso de preposições de movimento (+ genitivo, acusativo, dativo) e estáticas (+ locativo). 
Léxico: cidades, eventos, prédios. 
Tema: Donde e aonde você vai? Onde está? 


Setembro 
Livro didático: unidade 11 
Gramática: Pronomes interrogativos em genitivo. Advérbios de quantidade (+ genitivo). Significado possessivo do genitivo. 
Léxico: Na cozinha: verbos de cozinhar, utensílios de cozinha. Medidas. 
Tema: Receitas de comidas típicas. 


Outubro 
Livro didático: unidade 12 
Gramática: Verbos perfeitos e imperfeitos em passado. 
Léxico: Lista de atividades em forma perfeita e imperfeita. 
Tema: O que é que vocês fizeram ontem quando...? 


Novembro 
Livro didático: unidade 12 
Gramática: Verbos perfeitos e imperfeitos em presente e futuro. 
Léxico: Trabalhos de casa. 
Tema: O papel de homens e mulheres na família atual. 

Bibliografia - material para as aulas: 
Holá, L., New Czech Step by Step (livro didático), Akropolis, Praha 2006. 
Holá, L., New Czech Step by Step (livrode exercícios), Akropolis, Praha 2006. 
Pravidla českého pravopisu, Academia 2008. 

Bibliografia complementar: 
Documentos autênticos 
Holá, L., Bořilová, P., Czech express 1, Akropolis 2007. 
Obrázkový slovník, FRAUS, s.r.o. 2006. 
Čechová, E., ¿Quiere usted hablar checo?, Pantype, Liberec 2006. 
Hronová, K., Čeština pro cizince, FRAUS, Plzeň 1998.


Programação - Tradição clássica no Brasil contemporâneo: literatura, língua e arquitetura


Apresentação 
Aula 1 (12/03/2013, terça-feira) 
Título: “Tradição clássica” e contemporaneidade. 
Descrição: Trata-se da apresentação da discussão ampla sobre a importância dos conteúdos “clássicos” (história, literatura, artes plásticas entre outros), na constituição da idéia de Ocidente. Nesta aula, a perspectiva de apresentação estará ligada a essa dinâmica chamada uso/apropriação/recepção do passado na Europa e EUA, explorando-se também a situação do Brasil nesse contexto. 

Primeira parte: Literatura 
Aula 2 (19/03/2013, terça-feira) 
Título: Brasil, identidade brasileira e tradição clássica. 
Descrição: A experiência grega e romana antiga serve como parâmetro para a constituição de uma história brasileira? Há algo de épico nas narrativas literárias do Brasil? Para José de Alencar, a forma de contar a narrativa do povo brasileiro não deveria ser a homérica (Cartas sobre a Confederação dos Tamoios), o que já tinha sido feito por Gonçalves de Magalhães (A confederação dos Tamoios). Na década de 1940, um editorial da Folha da Manhã dizia: “O Brasil não precisa de latinistas e helenistas para nada”, mas duas grandes obras de síntese da brasilidade apontam para a referência clássica: N’O povo brasileiro, Darcy Ribeiro chega a caracterizar o Brasil como “Roma tropical” e, ao comentar o seu Viva o povo brasileiro, João Ubaldo Ribeiro diz que a ideia da condução da Guerra do Paraguai relacionada ao combate entre orixás é baseado na disputa entre deuses na Ilíada e Odisséia. Entre essas idas e vindas, o objetivo desta aula é discutir a apropriação do referencial clássico, greco-romano, na articulação de uma identidade brasileira no campo da literatura. 

*** Dia 26/03/2012 não haverá aula *** 

Aula 3 (02/04/2013, terça-feira) 
Título: O Minotauro e Os doze trabalhos de Hércules de Monteiro Lobato. 
Descrição: A obra de Monteiro Lobato tornou-se referencial importante para a formação infantil, seja na sua produção ficcional, até a informativa, como a História do Mundo para Crianças. Entre polêmicas recentes (o debate sobre a inadequação de elementos possivelmente racistas) e passadas (por exemplo, sua ação engajada na Campanha do Petróleo e a crítica à exposição da pintora Anita Malfatti – “Paranóia ou mistificação?”), é claramente observável a preocupação com a descrição de tipos humanos brasileiros e um debate sobre a modernidade. Nesse contexto, as obras O Minotauro e Os doze trabalhos de Hércules indicam como esses temas eram vistos por esse influente autor, tendo como referência elementos, na sua ótica, positivos (como a Atenas de Péricles, como um exemplo utópico – o próprio Sítio do Pica-Pau Amarelo) e negativos (o Minotauro como metáfora da modernidade). 
Aula 4 (09/04/2013, terça-feira) 
Título: A Lisístrata paulista e a Medéia carioca – sobre a atualidade do teatro grego na História recente do Brasil. 
Descrição: Em 2 de setembro de 1968, o então deputado federal Márcio Moreira Alves apresentou um discurso no Congresso Nacional que ficou conhecido como “Operação Lisístrata”: a partir do exemplo dessa comédia de Aristófanes, que ele acabara de assistir em uma montagem dirigida por Maurice Vaneau, Alves estabeleceu uma relação entre as mulheres paulistas que resistiram na Guerra dos Emboabas propondo, assim, uma parâmetro para a atuação feminina no momento em que vivia: um boicote feminino aos militares, acirrando a tensão entre o governo militar e o Congresso Nacional, o que desencadeou na instituição do AI 5. Em 1975, Chico Buarque e Paulo Pontes publicaram a peça intitulada Gota d’Água; na qual, Jasão, Creonte e Egeu dividem a cena com Cacetão, Galego e Xulé, além da heroína da peça: Joana, uma versão carioca de Medéia. No prefácio da peça, os autores dizem: “o fundamental é que a vida brasileira possa, novamente, ser devolvida, nos palcos, ao público brasileiro. (...) Nossa tragédia é uma tragédia da vida brasileira”. O objetivo desta aula é discutir a idéia de universalidade dessas estórias contadas no teatro grego como referência para a reflexão da história do Brasil. 

Segunda parte: Língua 
Aula 5 (16/04/2013, terça-feira) 
Título: Processo de alfabetização e a origem do sistema alfabético. 
Descrição: O processo de alfabetização, que se tornou elemento fundamental das sociedades ocidentais desde o século XIX, é caracterizado pela aptidão básica de domínio de um sistema simples de caracteres (em torno de 20) que representam dois grupos de fonemas (vogais e consoantes) e sua projeção a um conjunto lexical; ou seja, um processo baseado na descrição de fonemas vocálicos e consonantais. O objetivo desta aula é apresentar as conexões entre essa fase do processo de alfabetização e a própria origem do alfabeto, na medida em que o sistema alfabético grego organizava-se a partir dessa distinção básica entre vogais e consoantes, o que não acontecia com o alfabeto fenício (exclusivamente consonantal). Com isso, serão exploradas questões sobre a origem do alfabeto fenício e grego, sua influência na composição do alfabeto latino e as conexões de longa duração com a forma de aquisição do letramento ainda atualmente. 
Aula 6 (23/04/2013, terça-feira) 
Título: Letras gregas e simbologia cristã (aula teórica). 
Descrição: O grego antigo e o latim, caracterizadas como línguas mortas, são frequentemente apresentados em ambientes específicos e exercem ainda atualmente alguma influência, como no ensino das línguas clássicas no sistema de ensino primário (atualmente quase ausente), universitário e áreas afins (por exemplo, usos mais delimitados como a nomenclatura cientifica das espécies na Biologia e a utilização de caracteres gregos na descrição de fórmulas matemáticas); e também em ambiente religioso cristão manteve-se, em várias situações, a presença de elementos ligados à língua grega e latina. O objetivo dessa aula é apresentar um exemplo bastante freqüente no espaço urbano atual – o monograma cristão estruturado pelas letras gregas XP, iniciais da palavra grega Christos, e relacionados; bem como as estratégias de sua manutenção ao longo de séculos. 
Aula 7 (28/04/2013, domingo) 
Título: Letras gregas e simbologia cristã (estudo do meio [excursão] – circulação no Cemitério da Consolação). 

Descrição: Explorando as questões apresentadas na aula anterior, o objetivo desta aula é apresentar um exemplo a partir do estudo do meio – a circulação no Cemitério da Consolação, SP, para identificar e interpretar a presença do monograma cristão XP e relacionados nesse local. 

Terceira parte: Arquitetura 
Aula 8 (30/04/2013, terça-feira) 
Título: O debate sobre a “arquitetura clássica” – o clássico greco-romano, o clássico renascentista, o barroco, o neoclássico, o eclético e os estilos historicistas. 
Descrição: A chamada “arquitetura clássica” (compreendendo principalmente a edificação pública civil e religiosa grega e romana) foi base para inúmeras recuperações em períodos posteriores. Entretanto, tais recuperações moldaram, em vários aspectos, a compreensão das formas “clássicas” arquitetônicas. Um exemplo é a própria compreensão cronológica atualmente observada: pensa-se na arquitetura grega desde os palácios em Creta da Idade do Bronze, passando pelas edificações do período arcaico, clássico e helenístico, posteriormente apropriadas pelos romanos que também as associavam a outros elementos como arcos e abóbadas. Entretanto, a redescoberta dessas formas arquitetônicas se deu de forma quase oposta: a arquitetura romana foi amplamente discutida desde o século XV por vários tratadistas renascentistas, e apenas no século XVIII a arquitetura grega passou a ser mais profundamente compreendida, principalmente os edifícios clássicos e arcaicos que forneciam também fonte para a criação arquitetônica européia nesse contexto, o que se convencionou chamar de arquitetura neoclássica. Sobre as edificações da Idade do Bronze, apenas no século XIX é que elas passam a ser mais consistentemente estudadas. Dessa forma, a influência do debate moderno e contemporâneo é bastante grande para a compreensão da “arquitetura clássica”. 
Aula 9 (07/05/2013, terça-feira) 
Título: Elementos da “arquitetura clássica” no centro histórico de São Paulo (aula teórica). 
Descrição: O centro histórico da cidade de São Paulo é composto por edifícios, monumentos e outros tipos de espaços cuja caracterização estilística é bastante variada. Nesse contexto, é claramente observável uma presença consistente de edifícios portando elementos próprios da arquitetura clássica, como colunas dóricas, jônicas, coríntias, toscanas e compósitas; arcadas, cornijas, frontões, balaústres, entre outros. Esses edifícios são caracterizados como neoclássicos, neorrenascentistas e ecléticos e o nome mais constantemente mencionado é o do arquiteto Ramos de Azevedo. O objetivo dessa aula é discutir, a partir de elementos da aula anterior, a caracterização específica do estilo de vários desses edifícios, o que parece ser bastante importante, na medida em que os estilos indicam diferentes propostas de diálogo como o referencial antigo (a arquitetura clássica – greco-romana). Além disso, a própria situação desses edifícios como bens tombados apresenta uma discussão importante sobre a sua manutenção e o valor (histórico, arquitetônico e (ou) artístico) atribuído a eles. 
Aula 10 (11/05/2013, domingo) 
Título: Elementos da “arquitetura clássica” no centro histórico de São Paulo (estudo do meio [excursão] – circulação no “centro velho” de São Paulo). 
Descrição: Explorando as questões apresentadas nas aulas anteriores, o objetivo desta aula é apresentar um exemplo a partir do estudo do meio – a circulação no Centro Histórico de São Paulo (entre o Pátio do Colégio e o Teatro Municipal), para identificar e interpretar a presença de elementos da arquitetura clássica. 
Aula 11 (14/05/2013, terça-feira) 
Título: O neoclássico contemporâneo e a paisagem urbana atual (aula teórica). 
Descrição: A verticalidade das cidades atuais é consistentemente caracterizada por novas técnicas, muitas delas desenvolvidas no século XIX e amplamente projetadas nos séculos posteriores (como o vergalhão de aço relacionado ao concreto armado), elementos praticamente ausentes da discussão e prática da arquitetura clássica. Entretanto, mesmo nesse contexto, os elementos da arquitetura clássica não desaparecem completamente e foram também utilizados na composição estética (ornamentação) de arranha-céus. O objetivo dessa aula é apresentar essa nova utilização dos elementos clássicos na arquitetura contemporânea, o que se convencionou chamar “neoclássico contemporâneo” e a sua influência na paisagem urbana atual. 
Aula 12 (19/05/2013, domingo) 
O neoclássico contemporâneo e a paisagem urbana atual (estudo do meio [excursão]: circulação na Avenida Paulista, SP). 

Descrição: Explorando as questões apresentadas na aula anterior, o objetivo desta aula é apresentar um exemplo a partir do estudo do meio – a circulação na região da Avenida Paulista, SP, para identificar e interpretar a presença de elementos da arquitetura do neoclássico contemporâneo. 

Conclusão 
Aula 13 (21/05/2013, terça-feira) 
Título: “Somos todos gregos”? 
Descrição: No prefácio ao poema Hellas (1822), o poeta Shelley disse que “somos todos gregos. Nossa cultura e nossas e artes têm suas raízes na Grécia”, o que foi replicado mais de cento e setenta anos depois pelo então presidente dos EUA em 1999, Bill Clinton: “Somos todos gregos, não por causa de monumentos e memórias, mas porque o que começou aqui dois mil e quinhentos anos atrás, foi finalmente, depois de todas as lutas sangrentas do século 20, adotado em todo o mundo”. Pensando que a identidade está ligada a processos ativos de seleção de memória, como pensar a constituição de uma “tradição clássica”? O objetivo desta aula é discuti-la, aproveitando os casos tratados ao longo do curso. 

VII. Bibliografia:
ALENCAR, J. de. (1953) Cartas sobre a Confederação dos Tamoios. In: CASTELO, J. A. A Polêmica sobre a Confederação dos Tamoios. São Paulo: Edusp. 
AUGUSTO, M. das G. de M. (2011) Vamos ler Platão. Lá está tudo. Notas sobre os gregos em Tutaméia de João Guimarães Rosa. In: BRUNO, M. C. O.; CERQUEIRA, F. V. & FUNARI, P. P. A. (orgs.). Arqueologia do Mediterrâneo Antigo: Estudos em homenagem a Haiganuch Sarian. Campo Grande: Life Editora, p. 129-60. 
CASTRO, I. (1991) Curso de história da língua portuguesa. Lisboa: Universidade Aberta 
CHEVITARESE, A. L.; CORNELLI, G. & SILVA, M. A. De O. (orgs.) (2008) Tradição clássica e o Brasil. Brasília: Fotium Editora. 
COLQUHOUN, A. (2004) Modernidade e tradição clássica. Ensaios sobre arquitetura. São Paulo: Cosac & Naify. 
COSTA, A. L. M. (1997/1998) Rosa, ledor de Homero. Revista USP, n. 36 (Dossiê 30 anos sem Guimarães Rosa), São Paulo. 
COULANGES, N. D. F. de (1864) La cité antique. Paris : Durand. 
DETIENNE, M. (2008) Os gregos e nós. Uma antropologia comparada da Grécia antiga. Trad.: Mariana P. S. da Cunha; São Paulo: Edições Loyola. 
EVERS, B. et al. (2003) Teoria da arquitetura. Do Renascimento até aos nossos dias. 117 tratados apresentados em 89 estudos. Trad.: Maria do Rosário Paiva Boléo; Köln, London, Los Angeles, Madrid, Paris, Tokyo: Taschen. 
FINLEY, M. I. (1988) Democracia antiga e moderna. Rio de Janeiro: Graal. 
FRANCISCO, G. da S. (2009) Tradição clássica no Brasil contemporâneo: abordagens a partir da epigrafia grega. In: Semana de Arqueologia (MAE/USP), 2009, São Paulo. Revista do MAE/USP: Anais da I Semana de Arqueologia - MAE. São Paulo: Imprensa Oficial, 2007. v. 8, p. 133-41. 
_____. (2012) Tradição Clássica no Brasil contemporâneo. Elementos da arquitetura clássica em São Paulo e em Londrina. Boletim do Museu Histórico de Londrina. n. 4, 2012 (no prelo). 
HAVELOCK, E. A. (1996) A revolução da escrita na Grécia e suas conseqüências culturais. Trad.: Ordep José Trindade Serra. São Paulo, Rio de Janeiro: Editora da Universidade Estadual Paulista, Paz e Terra. 
HOOKER, J. T. (org.). (1996) Lendo o passado: a história da escrita antiga do cuneiforme ao alfabeto. São Paulo: EDUSP, Melhoramentos. 
JEFFERY, L. H. (1990) The local scripts of archaic Greece. A study of the origin of Greek alphabet and its development from the eighth to the fifth centuries B.C. Oxford: Clarendon Press.
LOBATO, J. B. M. (1933) História do Mundo Para Crianças. São Paulo: Cia. Editôra Nacional. 
_____. (1944) O Minotauro: maravilhosas aventuras dos netos de dona Benta na Grécia antiga. 3ª ed., São Paulo: Brasiliense. 
_____. (1956) Os doze trabalhos de Hércules. 2 vol. São Paulo: Brasiliense. 
MARQUES, L. (org.) (2008) A fábrica do Antigo. Campinas: Ed. da UNICAMP. 
RIBEIRO, D. (2006) O povo brasileiro. A formação e o sentido do Brasil. 2ª ed. (reimpressão), São Paulo: Cia. das Letras. 
RIBEIRO, J. U. (1984) Viva o povo brasileiro. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira. 
RISÉRIO, A. Dicotomia racial e riqueza cromática. Site do Ministério da Cultura, consultado em 06/08/2007: http://www2.cultura.gov.br/scripts/artigos.idc?codigo=387 
SARIAN, H. (1998-1999a) A escrita alfabética grega: uma invenção da polis? A contribuição da arqueologia. Clássica, São Paulo. v. 11/12, n. 11/12, p. 159-177. 
SHELLEY, P. B. (1822) Hellas: a lyrical drama. London: Charles and James Ollier. 
SUMMERSON, J. (2006) A linguagem clássica da Arquitetura. Trad.: Sylvia Ficher; São Paulo: Martins Fontes.

 

 

Programação - Diálogos e resistências: A África no Brasil e o Brasil na África

 

16/03 – Apresentação do curso, dos professores e das questões abordadas pelas aulas. 
23/03 – Sistemas de pensamento, organização social e política de sociedades africanas do passado. 
Docente responsável: Profa. Dra. Marina de Mello e Souza (DH/FFLCH-USP) 
A aula abordará os princípios básicos dos sistemas de pensamento e formas de organização social e política de sociedades sub-saarianas, como a relação entre o mundo visível e o mundo invisível, a centralidade das linhagens, e estruturas de poder descentralizadas e centralizadas. Serão apresentados alguns exemplos, considerando-se os espaços de maior incidência do comércio de escravos, como a costa ocidental, centro-ocidental e oriental. Nesses estudos de caso serão destacadas as situações nas quais ocorreram processos entendidos como diálogos e resistências entre os agentes africanos e os agentes estrangeiros, decorrentes das dinâmicas criadas a partir de espaços externos ao continente. 
Texto de base para a aula: 
SOUZA, Marina de Mello e, África e Brasil africano, capítulos 1 e 2. São Paulo: Ática, 2008. 

13/04 – Cultura material, símbolos e estéticas. 
Docente responsável: Marta Heloisa (Lisy) Leuba Salum (MAE/USP) 
A aula abordará tecnologias, formas e espaços materiais criados pelas sociedades africanas antigas e produções estéticas tradicionais conhecidas da África desde os primórdios do contato do mundo mediterrânico com a África, passando pelo período imperial europeu, até o fato colonial centrado na primeira metade do século XX. Abordando também a formação das coleções e museus, pretendemos destacar através de imagens aspectos do assunto vistos pelos ângulos da antropologia e da arqueologia, da diversidade e da alteridade, da noção de território e dos processos de construção de identidade sócio-cultural, para discutir o tema central do curso. Na emergência do período moderno, sobretudo, os diálogos mantidos com reinos, sociedades e grupos africanos pelos agentes exteriores ao continente ocorreram em situações forçadas, de fora e internamente também – sendo este o modo como serão abordadas as estratégias éticas, filosóficas, espirituais e simbólicas empreendidas pelas culturas africanas que o tema alude. Assim, na nossa abordagem, incluímos como conteúdo da aula, além da chamada “arte africana”, a produção espiritual-estética afro-americana, a arte afro-brasileira, assim como a cultura material de territórios de origem africana nas Américas, a partir dos tipicamente brasileiros, como os terreiros de candomblé, os quilombos, as senzalas, entre outros. 
Textos-base para a aula: 
1) FEIST, Hildegard. Arte africana. São Paulo: Editora Moderna, 2010. (Artistas anônimos) 
2) SALUM, Marta Heloísa Leuba. O homem e sua obra, e, os objetos e os homens: da relação homem-matéria. Museu, Identidades e Patrimônio Cultural. Rev. do Museu de Arqueologia e Etnologia, São Paulo, Suplemento 7, 2008, p. 49-61. 

20/04 – A escravidão na África e o tráfico atlântico de escravos: feições, dinâmicas e interações. 
Docente Responsável: Profa. Dra. Maria Cristina C. Wissenbach (DH/FFLCH-USP) 
O objetivo da aula é apresentar e discutir as diferentes formas que a escravidão assumiu nas sociedades africanas no período pré-colonial tendo como base o capítulo sobre o tema de Alberto da Costa e Silva. Procurar-se-á desenvolver também a questão das interações entre poder politico e comércio de escravos na África Ocidental e entre as formas de obtenção de escravos e as dinâmicas do tráfico atlântico ao longo dos séculos XVII ao XIX. Considerando-se, por outro lado, o comércio de escravos em sua feição histórica, pretende-se avaliar quantitativamente suas variações no tempo e nos diversos espaços africanos e americanos, bem como seus impactos tanto nas sociedades africanas quanto na sociedade brasileira desse período. Por fim, realizar uma discussão sobre as fontes disponíveis sobre o tema. 
Textos de base para a aula: 
Alberto da Costa e Silva. A escravidão entre os africanos. In: A manilha e o libambo. A África e a escravidão de 1500 a 1700. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, Fundação Biblioteca Nacional, 2002, p. 79-132. 
Paul Lovejoy. A exportação de escravos, 1600-1800. In: A escravidão na África – uma história de suas transformações. Tradução Regina Bhering e Luiz Guilherme Chaves. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002, p. 89-109. 
The Trans Atlantic Slave Trade Database Voyages. Emory University; W. E. B. Du Bois Institute (Harvard University) 2008/2009. Disponível em: http://slavevoyages.org/tast/index.faces.
Olaudah Equiano. A interessante narrativa da vida de Olaudah Equiano ou Gustavus Vassa o Africano (1789). Trechos selecionados e traduzidos de Equiano´s Travels. His Autobiography. The Interesting Narrative of the Life of Olaudah Equiano or Gustavus Vassa the African. Edited by Paul Edwards. Nova York: F. A. Praeger, 1967. 

27/04 – Economia e demografia da escravidão no Brasil. 
Docente responsável: Prof. Dr. José Flávio Motta (FEA – USP) 

Pretende-se, nesta aula, explorar os resultados da historiografia produzida nas últimas décadas por estudiosos da escravidão no Brasil. Composta por alentado conjunto de trabalhos, o mais das vezes de caráter monográfico, essa historiografia permitiu o aprofundamento, de modo significativo, do saber acerca dos cativos. Com isso sedimentou-se, pouco a pouco, um entendimento que atribui a esses indivíduos papel de destaque enquanto sujeitos históricos cuja atuação, juntamente à dos livres e libertos, foi fundamental na construção quotidiana do escravismo brasileiro. 
Afastou-se, pois, de um lado, o estereótipo do escravo submisso, dócil, a integrar — até mesmo feliz?! — a grande família do patriarca branco, ilustração viva de uma pretensa democracia racial. De outro, distanciou-se igualmente do cativo reificado, esmagado pela violência do cativeiro, equiparado seja a um bem de produção, seja a um artigo de consumo, semovente tal como o gado, e que só conseguia humanizar-se mediante a negação do sistema escravista, pela fuga, pelo crime. Sem em nenhum momento negar a aludida violência, volta-se os olhos para o escravo que lutava sem se tornar necessariamente um Zumbi dos Palmares; luta renhida, dia após dia, repleta de reveses, mas também marcada por conquistas, na qual procurava reter exatamente sua humanidade, eventualmente emancipar-se, explorando as possibilidades, ocupando os interstícios, em suma, moldando também os parâmetros do ser escravo. 
A incursão pela historiografia, empreendida nesta aula, é pautada pelo privilégio dado, sobretudo, aos temas da família escrava, da estrutura da posse de cativos e do tráfico interno de escravos. 
Textos de base para a aula: 
MOTTA, José Flávio, NOZOE, Nelson & COSTA, Iraci Del Nero da. “Às vésperas da Abolição - um estudo sobre a estrutura da posse de escravos em São Cristóvão (RJ), 1870”. Estudos Econômicos, São Paulo, v. 34, n. 1, p. 157-213, 2004, em especial “abordagem comparativa” às p. 183-207. 
MOTTA, José Flávio. “A família escrava na historiografia brasileira: os últimos 25 anos”. In: SAMARA, Eni de Mesquita. (Org.). Historiografia Brasileira em Debate: "olhares, recortes e tendências". São Paulo: Humanitas, 2002, p. 235-254. 
MOTTA, José Flávio. Escravos daqui, dali e de mais além: o tráfico interno de cativos na expansão cafeeira paulista (Areias, Guaratinguetá, Constituição/ Piracicaba e Casa Branca, 1861-1887). São Paulo: Alameda/FAPESP, 2012. 

11/05 – Saúde e doença 

Responsável: Dra. Márcia Moisés Ribeiro (pós-doutoranda do NAP Brasil África) 

A proposta da aula é discutir a produção de tratados médicos que circularam pelo universo colonial escravista e pelo mundo Atlântico do século XVIII. Apresentados em várias versões, esses livros circularam entre cirurgiões e práticos, fazendeiros, donos de plantations, proprietários de navios e mercadores interessados na mercadoria escrava. Na aula serão analisados trechos de alguns dos livros apresentados no início o que propiciará a visualização dos diálogos culturais estabelecidos entre o Brasil e as Áfricas 
Texto base para a aula: 
WISSENBACH, Maria Cristina Cortez. Cirurgiões do Atlântico Sul- conhecimento médico e terapêutico nos circuitos do tráfico e da escravidão (séculos XVII-XIX) Anais do XVVV Encontro Regional de História- O lugar da História. ANPUH/SP- UNICAMP, Campinas, 6 a10 de setembro de 2004. Cd-Rom. 


18/05 – Colonialismo e independência 

Docente Responsável: Profa. Dra. Leila Leite Hernandez (DH/FFLCH-USP) 

Propomos periodizar, definir e problematizar temas e conceitos referentes às resistências e diálogos em várias situações coloniais em África. Propomos também compreender as dinâmicas sociais e as culturas em movimento, configuradoras dos processos históricos que levaram os países africanos às independências. 
Textos de base para a aula: 
HERNANDEZ, Leila M.G. Leite. “Civilizados” e “Primitivos” na constituição do sistema colonial africano. In A África na sala de aula-visita à história contemporânea. SP: Selo Negro, 2010, p.91-108. 
OLORUNTIMEHIN, B. Olatun-Ji. A política e o nacionalismo africanos, 1919-1935. In BOAHEN, Adu. História Geral da África –Volume VII- África sob dominação colonial, 1880-1935. UNESCO/Ática, 1985, p.575-588. 
MUNANGA, Kabengele. África: trinta anos de processo de independência. In Dossiê Brasil/África. Revista USP. SP: EDUSP, n. 18, junho/julho/agosto 1993, p.101-111. 


25/05 – Relações Geopolíticas e Econômicas Brasil – África (Passado e Presente) 
Docente Responsável: Prof. Dr. Alexandre de Freitas Barbosa (IEB – USP) 
O objetivo desta aula é desenvolver os quatro tópicos abaixo de maneira integrada. A partir da obra seminal de José Honório Rodriguez, procura-se demonstrar como a África esteve ausente da política externa brasileira da independência até 1960. 
Entre os anos 60 e 70, principalmente durante os governos Jânio Quadros e João Goulart, e mais adiante no governo Geisel, ainda que não se tenha desenvolvido uma política “africanista” coerente, este continente passou a se integrar no âmbito da “diplomacia do desenvolvimento” praticada pelo Brasil. O objetivo era ganhar autonomia negociadora para o país em relação aos países desenvolvidos nos fóruns internacionais, contando para tanto com apoio dos demais países da periferia capitalista. Relações bilaterais com países fora do mundo desenvolvido também passaram a ser estimuladas. 
Durante os anos 80 e 90, ainda que a África não tenha propriamente “sumido” da política externa brasileira, ela perde o papel e a relevância que antes havia obtido. Com o governo Lula, o Brasil, agora num novo cenário global, passa a dialogar com a tradição da política externa “desenvolvimentista” dos anos 60 e 70 e a enfatizar novamente a importância do continente africano. 
Os dados da presença brasileira na África ao longo dos anos 2000 não deixam margem a dúvidas a este respeito. Mas existem várias dúvidas, aí sim, sobre o que o Brasil – o governo, as empresas, a sociedade civil – quer(em) com a África? Ademais de não haver uma coerência entre as várias frentes brasileira de expansão rumo ao continente, em muitos aspectos a presença brasileira geralmente vem acompanhada de aspectos contraditórios, ao menos quando se comparam as dimensões cultural e de cooperação técnica, de um lado, com as de cunho mais econômico e geopolítico, de outro. 
Estrutura da Aula: 
1. A Política Externa Brasileira no pós-Independência (até 1960): entre o Ocidentalismo e o Regionalismo 

2. A África “Ingressa” na Política Externa Brasileira (anos 60 e 70) 

3. O Retorno da África à Política Externa Brasileira no Governo Lula – (apontar os principais avanços e a mudança do patamar na relação) 

4. A Presença do Brasil na África Hoje: Relações Contraditórias entre a “Conexão Cultural”, a Cooperação Técnica, os Interesses Econômicos e as Relações Geopolíticas 

Textos de base para a aula: 
RODRIGUES, José Honório (1982), Brasil e África: Outro Horizonte. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 3ª. edição ampliada, parte II. 

SARAIVA, José Flávio Sombra (2012). África Parceira do Brasil Atlântico: Relações internacionais do Brasil e da África no início do século XXI. Belo Horizonte: Fino Traço. 



01/06 – Panorama das confluências e divergências entre as literaturas africanas de língua portuguesa: textos e contextos nos séculos XX e XXI 
Docente responsável: Profa. Dra. Rejane Vecchia da Rocha e Silva (DLCV/FFLCH-USP) 
A aula pretende apresentar sob o ponto de vista das imbricações entre os campos literário e histórico a emergência das literaturas africanas em língua portuguesa, de acordo com os seguintes aspectos: 1. Sua formação, organização e afirmação vinculadas ao processo assimilacionista português (procurando problematizar literaturas produzidas em língua portuguesa, no entanto, mobilizadas por uma referencialidade endógena voltada para as populações locais e suas condições de vida dentro do sistema colonial) e a uma política educacional organizada essencialmente dentro do modelo colonialista; 2. Sua produção nos centros urbanos e nas zonas libertadas ao longo das guerras de libertação; 3. A produção literária no período da pós-independência concomitantemente às guerras de agressão/desestabilização; 4. A produção literária de escritores na primeira década do século XXI. 
Textos de base para a aula: 
KI-ZERBO, Joseph. "O despertar da África Negra ou a história recomeça" (p.157 a 182), "As possessões portuguesas: Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe" (p. 272 a 285). In: História da África Negra - Vol. II. Portugal: Publicações Europa-América, 2002. 
MARGARIDO, Alfredo. "Das várias maneiras de ver e de não ver a colonização" (p. 05 a 32), "Panorama" (p. 33 a 42) 
SANTILLI, Maria Aparecida. "Apresentação: uma antologia de africanos para brasileiros" e "Três literaturas distintas" (p. 05 a 28) 


08/06 – Diálogos literários entre o Brasil e os países africanos de língua portuguesa 

Docente responsável: Profa. Dra. Vima Lia de Rossi Martin (DLCV/FFLCH-UDP) 

Ao longo dos últimos cinco séculos, os laços históricos que aproximaram o Brasil e a África foram muito fortes. E a constituição e o desenvolvimento dessas relações - políticas, comerciais, sociais, culturais - tem sido objeto de investigação cada vez mais frequente de estudiosos ligados à área de Humanidades. 
No terreno da literatura, as marcas da presença brasileira na formação das literaturas produzidas nos países africanos colonizados por Portugal são bastante significativas. Várias pesquisas apontam para a importância do patrimônio literário brasileiro, que já havia se tornado “independente” desde o Modernismo, no estabelecimento da autonomia cultural dos povos africanos. De fato, em meados do século passado, a nossa produção literária funcionou como uma espécie de modelo inspirador para a produção dos escritores africanos de língua portuguesa. 
Na aula proposta, analisaremos alguns textos poéticos africanos em que o Brasil é referido como um espaço fraternal e seus escritores considerados como interlocutores de um profícuo diálogo cultural. 
Textos de base para a aula: 
HAMILTON, Russell. “A influência e percepção do Brasil nas literaturas africanas de língua portuguesa”. In. Contatos e ressonâncias. Literaturas africanas de língua portuguesa. (org. Ângela Vaz Leão). Belo Horizonte: PUC Minas, 2003. Poemas a serem selecionados 


15/06 – A literatura negra brasileira na escola: algumas perspectivas 

Docente responsável: Profa. Dra. Rosangela Sarteschi (DLCV/FFLCH-USP) 
A aula propõe uma discussão sobre a constituição da literatura negra brasileira no sistema literário nacional como uma forma de discurso identitário de resistência, problematizando sua inclusão no ensino básico das redes oficiais e particulares no âmbito da Lei 11.645/08. Propõe ainda uma reflexão sobre o alcance e os limites do conceito “literatura negra”, levando em consideração as noções de autoria, sujeito leitor, público-alvo e circulação literária, e sua inserção no cânone literário. 
Programa Resumido: 
Literatura negra: conceito e problematização; relações étnico-raciais na educação; a lei 10.639/03 e 11.645/08: alcance e limites na sua aplicação no contexto da LDB, lei 9.394/96; poéticas afro-brasileiras; literatura para jovens: textos afro-brasileiros. 
Textos-base para a aula: 
Texto da Lei, Parecer 003/2004, do Conselho Nacional de Educação (relatora: Professora Petronilla Beatriz Gonçalves e Silva); 

FONSECA, Maria Nazareth Soares. “Literatura Negra: os sentidos e as ramificações” In: DUARTE, Eduardo de Assis & FONSECA, Maria Nazareth Soares (org). Literatura e afrodescendência no Brasil: antologia crítica. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2011. 


22/06 – encerramento e balanço final 


Bibliografia geral 
ABDALA JR., Benjamin. Literatura, História e Política. Literaturas de língua portuguesa no século XX. Cotia, SP: Ateliê editorial, 2007. 
ALENCASTRO, Luis Felipe de – O trato dos viventes. Formação do Brasil no Atlântico sul, São Paulo, Companhia das Letras, 2000. 
BARBOSA, Alexandre de Freitas, Thaís Narciso & Marina Biancalana (2009), Brazil in Africa: Another Emerging Power in the Continent?, in: Politikon – South African Journal of Political Studies, Vol. 36 (1). 
BOAHEN, Adu - Os estados e as culturas da Guiné inferior, A. Boahen, História Geral da África, vol. V, organizado por Bethwell Allan Ogot: capítulo 14 – pp. 475-518. http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000322.pdf 
BOAHEN, Adu. História Geral da África - Volume VII - África sob dominação colonial, 1880-1935. UNESCO/Ática, 1985. 
BOSI, Alfredo. Literatura e resistência. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. 
CABRAL, Lidia (2011), “Cooperação Brasil-África para o Desenvolvimento: Caracterização, Tendências e Desafios”, in: Textos Cindes, no. 26, dezembro.
CERVO, Amado Luiz & Clodoaldo Bueno - História da Política Exterior no Brasil. Brasília, Editora da UNB, 3ª. edição ampliada, 2008. 
CHAVES, Rita. Angola e Moçambique. Experiência colonial e territórios literários. Cotia, SP: Ateliê editorial, 2005. 
COUTO, Mia. E se Obama fosse africano? São Paulo: Companhia das Letras, 2011. 
CUTI (Luiz Silva). “O leitor e o texto afro-brasileiro”. In: FIGUEIREDO, Maria do Carmo Lanna e FONSECA, Maria Nazareth Soares. Poéticas afro-brasileiras. Belo Horizonte: Mazza/PUC-MG, 2002. 
ERVEDOSA, Carlos. Roteiro da literatura angolana. Luanda: União dos Escritores Angolanos, s/d. 
FDC-CPII (2007), Brazil’s Multinationals Take Off, Fundação Dom Cabral & The Columbia Program on International Investment, New York, dezembro. 
FONSECA, Maria Nazareth Soares. “Literatura Negra: os sentidos e as ramificações” In: DUARTE, Eduardo de Assis & FONSECA, Maria Nazareth Soares (org). Literatura e afrodescendência no Brasil: antologia crítica. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2011.
GOMES, Nilma Lino. “Alguns termos e conceitos presentes no debate sobre relações raciais no Brasil: uma breve discussão” In: BRASIL. Educação anti-racista: caminhos abertos pela Lei Federal no. 10639/03. Brasília: MEC/SECAD, 2005. (Coleção Educação para todos no. 2). 
HAMPÂTÉ BÂ, Amadou – A tradição viva, em História Geral da África I. Metodologia e pré-história da África. Organizado por Joseph Ki-Zerbo. São Paulo, Ed. Ática/UNESCO, 1980. 
- Amkoullel, o menino fula. Tradução Xina Smith de Vasconcellos. São Paulo? Casa das Áfricas, Editora Palas Athena, 2003. 
HERNANDEZ, Leila M.G. Leite. A África na sala de aula - visita à História contemporânea. SP: Selo Negro, 2ª edição, 2010. 
IGLESIAS, Roberto Magno & Katarina Costa (2011), “O Investimento Direto Brasileiro na África”, in: Textos Cindes, no. 27, dezembro. 
IPEA/Banco Mundial (2011). Ponte sobre o Atlântico, Brasil e África Subsahariana. Parceria Sul-Sul para o Crescimento. Brasília: IPEA/Banco Mundial. 
KI-ZERBO, Joeph. História Geral da África. Portugal: Publicações Europa-América, 1999, vol. I/ II. 
LAFER, Celso - A Identidade Internacional do Brasil e a Política Externa Brasileira. Editora Perspectiva: São Paulo, 2004. 
LAYA, D. - Os estados haussas, D. Laya, História Geral da África, vol. V, organizado por Bethwell Allan Ogot, capítulo 16: pp. 541-582. http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000322.pdf 
LEÃO, Ângela Vaz. Contatos e ressonâncias. Literaturas africanas de língua portuguesa. Belo Horizonte: PUC Minas, 2003. 
LIMA, Maria Regina Soares de (1990), “A Economia Política da Política Externa Brasileira: uma Proposta de Análise”. Contexto Internacional, no. 12, Rio de Janeiro, julho-dezembro. LOVEJOY, Paul E. – A escravidão na África. Uma história e suas transformações, tradução Regina Bhering e Luiz Guilherme Chaves. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2002. 
ARGARIDO, Alfredo. Estudos sobre literaturas das nações africanas de língua portuguesa. Lisboa: A regra do jogo, 1980. 
M’BOKOLO, Elikia – África negra. História e civilizações. Tomo I. Salvador / São Paulo: EDUFBA / Casa das Áfricas, 2009. 
- África Negra. História e civilizações. Tomo II. Do século XIX aos nossos dias. Lisboa: Ed. Colibri, 2007. 
- África Negra. História e civilizações, até ao século XVIII. Tomo I. Lisboa: Ed. Vulgata, 2003. 
MILLER, Joseph C. – África Central durante a era do comércio de escravizados de 1490 a 1850, em Diáspora negra no Brasil, HEYWOOD, Linda M. (org.), São Paulo, Ed. Contexto, 2008.
MUNANGA, Kabengele. Negritude - Usos e sentidos. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2009. 
- Rediscutindo a mestiçagem no Brasil. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. 
NEWITT, Malyn - História de Moçambique. Sintra: Publicações Europa-América, 1997. 
PADILHA, Laura Cavalcante. Entre voz e letra: o lugar da ancestralidade na ficção angolana do século XX. Niterói: EdUFF, Rio de Janeiro: Pallas Editora, 2007. 
PENHA, Eli Alves - Relações Brasil-África e a Geopolítica do Atlântico Sul. Salvador: EDUFBA, 2011. 
PROENÇA FILHO, Domício. “A Trajetória do Negro na Literatura Brasileira”. In: Revista do Instituto de Estudos Avançados. São Paulo: IEB/USP, 2004, no. 50 (disponível em rede: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-40142004000100017&script=sci_…;
RODRIGUES, Jaime – De costa a costa. Escravos, marinheiros e intermediários do tráfico negreiro de Angola ao Rio de Janeiro (1780-1860), São Pulo, Companhia das Letras, 2005. RODRIGUES, José Honório, Brasil e África: Outro Horizonte. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 3ª. edição ampliada, 1982. 
- Interesse Nacional e Política Externa. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1966. 
ROSÁRIO, Lourenço do. Moçambique: história, culturas, sociedade e literatura. Belo Horizonte: Nandyala, 2010. 
RYDER, Allan Frederick Charles – Do rio Volta aos Camarões, em História Geral da África IV. A África do século XII ao XVI. São Paulo: Ática/UNESCO, 1980, coordenador do volume D.T. Niane, pp.353-384. 
SANTILLI, Maria Aparecida. Estórias africanas: história e antologia. São Paulo: Editora Ática, 1985. 
SARAIVA, José Flávio Sombra - África Parceira do Brasil Atlântico: Relações internacionais do Brasil e da África no início do século XXI. Belo Horizonte: Fino Traço, 2012. 
SILVA, Alberto da Costa e – A manilha e o libambo. A África e a escravidão de 1500 a 1700. Rio de Janeiro, Nova Fronteira: Fundação Biblioteca Nacional, 2002.
- Um rio chamado atlântico. A África no Brasil e o Brasil na África. Rio de Janeiro, Ed. Nova Fronteira / Ed. UFRJ, 2003. 
- Francisco Félix de Souza, mercador de escravos. Rio de Janeiro, Nova Fronteira: EdUERJ, 2004. 
- Das Mãos do Oleiro. Editora Nova Fronteira: Rio de Janeiro, 2005. 
SOUZA, Marina de Mello e - África e Brasil africano. São Paulo, Ática, 2ª edição, 2008. 
- Religião e poder no Congo e Angola, séculos XVI e XVII: universo mental e organização social, em O governo dos povos, org. Laura de Mello e Souza et alii. São Paulo, Alameda, 2009, pp. 263-279. 
- Catolicismo e comércio na região do Congo e de Angola, séculos XVI e XVII, em Nas rotas do império, organizadores: João Fragoso, Manolo Florentino e outros. Ilha de Vitória, EDUFES, 2006, pp.279-297. 
- Reis negros no Brasil escravista. História da festa da coroação de rei congo. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2006. 
THORNTON, John – A África e os africanos na formação do mundo atlântico, 1400-1800, Tradução Marisa Rocha Motta. Rio de Janeiro, Editora Campus: Elsevier, 2006. 
VIZENTINI, Paulo (2005), Relações Internacionais do Brasil: de Vargas a Lula. Editora Perseu Abamo: São Paulo, 2ª. edição.

 

PROGRAMAÇÃO - Francês de Férias

 

 

Francês - Nível 1 

Detalhamento:

Habilidades comunicativas em Língua Francesa que possibilitem a aquisição de estruturas e do léxico básico utilizados em situações cotidianas diversas, entre as quais: apresentações, cumprimentos, recursos para identificar e caracterizar pessoas e objetos, dar e pedir informações, exprimir sua opinião. Elementos de cultura dos países de expressão francesa Comunicação: Entrar em contato, convidar e responder a um convite, descrever pessoas e objetos, exprimir ordem e obrigação, pedir, solicitar e comandar, avaliar e apreciar, felicitar e agradecer, explicar e justificar, dar opinião. Vocabulário: Profissões e nacionalidades, lazeres, descrições físicas e psicológicas, números cardinais e ordinais, habitações e alimentação. Gramática: Artigos definidos e indefinidos, gênero e número de substantivos e adjetivos, interrogação e negação, artigos partitivos, pronomes tônicos, conjugação do presente do indicativo, imperativo, futuro próximo, noções do passado. Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfosintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso. 

Bibliografia 
BESCHERELLE. La conjugaison. Paris, Hachette, 2000. 
CAPELLE, G. GIDON, N. Le nouvel espaces. Paris, Hachette, 1997. 
CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de Ia communication. Paris:Didier, 1998. 
CHARAUDEAU, P. Grammaire du sens et de l'expression. Paris, Hachette, 1998 CICUREL, F. Communiquer en français. Paris, Hatier, 2002. 
GIRARDET, J;PECHEUR. Campus I. Paris:CLE, 2002. 
GIRARDET, J. et aI. Panorama de Ia langue française. Paris, CLE, 1998. 
GREGOlRE, M. et aI. Grammaire progressive du français - niveau intermédiaire. Paris: CLE, 2000 
GREVISSE, M. Le bon usage. Gembloux, Duculot, 1964. 
REY-DEBOVE, J. et aI. Le petit Robert. Paris: Dictionnaires Le Robert, 1999. 
STEEL, R. Civilisation progressive du français. Paris, CLE, 2002. 
VEIGA. C. Gramática nova do francês. São Paulo, Editora do Brasil, 1990.

 

Francês – Nível 2

Detalhamento:

PROGRAMA DE FRANCÊS - NÍVEL II: Habilidades comunicativas em Língua Francesa que possibilitem a aquisição de estruturas e do léxico básico utilizados em situações cotidianas diversas. Elementos de cultura dos paises de expressão francesa. Comunicação: Aconselhar, exprimir sua opinião, pedir e dar informações, descrever pessoas, pedir, dar e recusar conselhos, desculpar-se, justificar-se, escrever cartas, solicitar entrevistas de trabalho, redigir textos informativos, elaborar curriculum vitae, narrar Vocabulário: alimentos, esportes e saúde, roupas, cores, relações familiares e de trabalho. Gramática: Artigos partitivos; formação do passado; e do futuro, adjetivos demonstrativos, comparativos, pronomes pessoais (C.O.D.), pronomes en e y, formação do passado e do futuro Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morto-sintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso. Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morto-sintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso. 

BIBLIOGRAFIA:
BESCHERELLE. La conjugaison. Paris, Hachette, 2000. 
CAPELLE, G. GIDON, N. Le nouvel espaces. Paris, Hachette, 1997. 
CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de Ia communication. Paris, Didier, 1998. 
CHARAUDEAU, P. Grammaire du sens et de I'expression. Paris, Hachette, 1998 CICUREL, F. Communiquer en français. Paris, Hatier, 2002. 
DELAISNE, P. Café-Creme 3. Paris, Hachette, 2000. 
GIRARDET, J;PECHEUR. Campus I. Paris:CLE, 2002. 
GIRARDET, J. et ai. Panorama de Ia langue française. Paris, CLE, 1998. 
GREGOIRE, M. et ai. Grammaire progressive du français - niveau intermédiaire. Paris, CLE, 2000 
GREVISSE, M. Le bon usage. Gembloux, Duculot, 1964. 
REY-DEBOVE, J. et aI. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999. 
STEEL, R. Civilisation progressive du français. Paris, CLE, 2002. 
VEIGA. C. Gramática nova do francês. São Paulo, Editora do Brasil, 1990.

 

Francês – Nível 3

Detalhamento:

Habilidades comunicativas em Língua Francesa que. possibilitem a aquisição de estruturas e do léxico básico utilizados em situações cotidianas diversas. Elementos de cultura dos países de expressão francesa. Comunicação: compreender e analisar um fato da sociedade em um texto escrito. Apreciar, pedir, dar e recusar conselhos; compreender e redigir um texto informativo; desculpar-se diante de uma situação formal; falar de si e narrar. Vocabulário: alimentação, transportes, vida privada, viagens, turismo em geral, caracterizar um personagem, descrição de lugares e de tempo. Gramática: COI : lui et leur ,imperativo, verbos irregulares no passado e no futuro, pronomes relativos (que, qui) , imperfeito, passado recente, presente contínuo. Plural dos substantivos, adjetivos e advérbios: depuis, bien, mieux, bon, meilleur, oui, si. Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfo-sintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso" 

BIBLIOGRAFIA GERAL 
BESCHERELLE. La conjugaison. Paris, Hachette , 2000. 
CAPELLE, G. GIDON, N. Le nouvel espaces. Paris, Hachette, 1997. 
CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de Ia communication. Paris, Didier, 1998. 

CHARAUDEAU, P. Grammaire du sens et de I'expression. Paris, Hachette, 1998 CICUREL, F. Communiqueren français. Paris, Hatier, 2002. 
DELAISNE, P. Café-Creme 3. Paris, Hachette, 2000. 
GIRARDET, J. et aI. Panorama de Ia langue française. Paris, CLE, 1998. 
GIRARDET, J;PECHEUR. Campus I. Paris:CLE, 2002. 
GREGOIRE, M. et ai. Grammaire progressive du français - niveau intermédiaire. Paris, CLE, 2000. 
GREVISSE, M. Le bon usage. Gembloux, Duculot, 1964. 
REY-DEBOVE, J. et aI. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999. 
STEEL, R. Civilisation progressive du français. Paris, CLE, 2002. 
TREVISI, T. et aI. Café-Creme I. Paris, Hachette, 2000. 
VEIGA. C. Gramática nova do francês. São Paulo, Editora do Brasil, 1990.

 

PROGRAMAÇÃO - Francês Regular

 

Francês – Nível 1

Objetivos:

Desenvolver habilidades comunicativas em Língua Francesa que possibilitem a aquisição e ampliação de estruturas e do léxico utilizados em situações diversas. Sensibilizar para os elementos de cultura dos países de expressão francesa.

Livro didático adotado:

- Alter Ego Plus 1

- Cahier d’activités Alter Ego Plus 1

Programa:

Comunicação: apresentar-se, informar-se sobre o outro, contar, comunicar-se em aula, cumprimentar e despedir-se em diferentes contextos, perguntar e dar informações pessoais, perguntar o preço, falar de sonhos e paixões, falar da cidade, nomear e localizar lugares na cidade, pedir e dar explicações, informar-se para se hospedar, agradecer e responder a um agradecimento, indicar um itinerário simples, escrever um cartão postal, dar impressões sobre um lugar, falar das atividades, falar do tempo, da profissão, do que gosta, de si e dos centros de interesse, propor, aceitar e recusar uma saída, marcar um encontro, convidar e dar instruções.

Vocabulário: línguas, nacionalidades, números de 0 a 100, alfabeto, momentos do dia, dias da semana, fórmulas de cumprimento formais e informais, elementos da identidade, meses do ano, expressão do que se gosta, alguns lugares da cidade, algumas expressões de localização, termos para se hospedar, algumas indicações de direção, algumas fórmulas de polidez, termos ligados à correspondência, fórmulas para começar e terminar um cartão postal, algumas profissões, algumas atividades esportivas e culturais, alguns nomes de animais, caracterização física e psicológica, termos ligados à saídas, o registro familiar.

Gramática: adjetivos de nacionalidade, verbos chamar-se, ser e ter, artigos definidos e indefinidos, ajectifs possessifs (pronomes possessivos), negação, presente dos verbos do 1º grupo, preposições com nomes de país, preposições de lugar com artigos contraídos, por que/porque, perguntas fechadas, pronomes demonstrativos, verbos da ordem do gostar seguidos de substantivo ou verbo, presente de alguns verbos seguidos de artigo contraído, masculino e feminino das profissões, masculino, feminino e plural dos adjetivos, pronomes tônicos, pronome on (a gente), imperativo.

Elementos de fonética: acentuação da última sílaba, distinção dos sons [y] e [u], entonação ascendente e descendente, pronúncia dos números, ligação da última sílaba com a seguinte, entonação de pergunta, distinção do feminino das profissões, marca do gênero nos adjetivos orais.

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliografia Geral:
 

AKYÜZ, A.; BAZELLE-SHAHMEI, B. et al. Exercices d’oral en contexte. Niveau débutant. Paris : Hachette, 2001.

______. CD - Exercices d’oral en contexte. Niveau débutant. Paris : Hachette, 2001.

BESCHERELLE. La conjugaison. Paris, Hachette, 2000.

CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de la communication. Paris, Didier, 1998.

CHARAUDEAU, P. Grammaire du sens et de l'expression. Paris, Hachette, 1998.

D’OLIM MAROTE, J. T. Minidicionário Francês-Português. Ática, 2003.

LAROUSSE. Dicionário Larousse Francês-Português/ Português-Francês. Larousse Brasil, 2009.

GARCIA, F. En avant la grammaire! Débutant. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed. Montréal, Marcel Didier, 2006.

GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.

______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.

REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.
 

 

 

Francês – Nível 2

Objetivos:

Desenvolver habilidades comunicativas em Língua Francesa que possibilitem a aquisição e ampliação de estruturas e do léxico utilizados em situações diversas. Sensibilizar para os elementos de cultura dos países de expressão francesa.

Livro didático adotado:

- Alter Ego 1

- Cahier d’activités Alter Ego 1

 

Programa:

Comunicação: perguntar e indicar as horas e os horários, falar dos hábitos e atividades cotidianas, do emprego e do tempo atual, contar acontecimentos passados, compreender um questionário, fazer perguntas, falar de projetos, anunciar um evento familiar, reagir, parabenizar, perguntar as novidades de alguém, falar da família, falar e responder ao telefone, compreender dados estatísticos, evocar fatos passados, descrever fisicamente uma pessoa, falar das estações do ano, expressar sensações, percepções e sentimentos, compreender informações simples sobre o clima e o tempo, situar um evento no ano, situar um lugar geograficamente, apresentar e caracterizar um lugar, falar das atividades ao ar livre, entender um programa de visita, falar de atividades culturais e lazer, escrever uma carta de férias.

Vocabulário: preposições seguidas de horas, atividades cotidianas, articuladores cronológicos, expressões de frequência, termos ligados a festas, família, partes do corpo, descrição física de pessoas e lugares, meteorologia e clima, sensações, localização geográfica, atividades de lazer.

Gramática: presente para indicar hábitos, verbos pronominais no presente, expressão de tempo: a regularidade, passé composé (pretérito perfeito), negação no passado, estrutura das perguntas, futuro imediato, passado recente, futuro do presente, presente contínuo, estruturas para falar do clima, para situar um acontecimento no ano, para caracterizar um lugar.

Elementos de fonética: ligação, enchaînement (encadeamento) na pronúncia da hora, discriminação do presente e passado, entonação de pergunta, ligação com o pronome possessivo, discriminação entre vogais abertas e fechadas, entre vogais abertas e nasalizadas.

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliografia Geral:
 

BERTHET, A., HUGOT, C., KIZIRIAN, V. et al. Alter Ego 1. Paris, Hachette, 2006.

 

AKYÜZ, A.; BAZELLE-SHAHMEI, B. et al. Exercices d’oral en contexte. Niveau débutant. Paris : Hachette, 2001.

______. CD - Exercices d’oral en contexte. Niveau débutant. Paris : Hachette, 2001.

BESCHERELLE. La conjugaison. Paris, Hachette, 2000.

CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de la communication. Paris, Didier, 1998.

CHARAUDEAU, P. Grammaire du sens et de l'expression. Paris, Hachette, 1998.

D’OLIM MAROTE, J. T. Minidicionário Francês-Português. Ática, 2003.

LAROUSSE. Dicionário Larousse Francês-Português/ Português-Francês. Larousse Brasil, 2009.

GARCIA, F. En avant la grammaire! Débutant. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed. Montréal, Marcel Didier, 2006.

GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.

______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.

            REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.

 

Francês – Nível 3

 

Objetivos:

Desenvolver habilidades comunicativas avançadas em Língua Francesa que possibilitem a aquisição e ampliação de estruturas e do léxico utilizados em situações diversas. Sensibilizar para elementos de cultura dos países de expressão francesa.

Livro didático adotado:

- Alter Ego 1

- Cahier d’activités Alter Ego 1

 

Programa:

Comunicação: falar do que gosta e do consumo alimentar, compreender e produzir um cardápio, descrever um vestuário, fazer uma apreciação positiva ou negativa, perguntar e indicar o tamanho da roupa ou calçado, aconselhar alguém em situação formal, escolher um presente, caracterizar um objeto e sua função, fazer compras, expressar quantidades precisas, caracterizar produtos alimentícios, compreender um anúncio de espetáculo e reagir, propor um programa, escolher um espetáculo, fazer uma reserva, expressar uma restrição, compreender a apresentação de um restaurante, fazer um pedido, expressar sua satisfação ou insatisfação com o restaurante, evocar lembranças, comparar uma situação antiga com a atual, descrever uma habitação e suas transformações, indicar a função de um cômodo, situar um evento no tempo, procurar uma habitação, compreender um anúncio imobiliário, fazer perguntas sobre as condições de locação, falar da relação com os moradores.

Vocabulário: alimentos, expressões de frequência, roupas e acessórios, adjetivos para apreciação positiva ou negativa, advérbios para nuançar a apreciação, cores, tamanhos, comércios, expressões de quantidade, espetáculos, registro familiar, termos ligados ao restaurante, expressões para evocar uma lembrança, termos ligados à vida no interior, habitações e mobília, anúncios imobiliários.

Gramática: artigos partitivos, pronomes COD, estruturas para aconselhar, fazer uma apreciação, pronomes COI, pronomes relativos, pronome en, expressão da quantidade precisa e imprecisa, pretérito imperfeito, comparação.

Elementos de fonética: permanência ou supressão do “e caduco”, entonação e apreciação positiva ou negativa: a dúvida e a persuasão, vogais nasais, pronunciação de “plus”, distinção do pretérito perfeito e do imperfeito.

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliografia Geral:
 

BERTHET, A., HUGOT, C., KIZIRIAN, V. et al. Alter Ego 1. Paris, Hachette, 2006.

 

AKYÜZ, A.; BAZELLE-SHAHMEI, B. et al. Exercices d’oral en contexte. Niveau débutant. Paris : Hachette, 2001.

______. CD - Exercices d’oral en contexte. Niveau débutant. Paris : Hachette, 2001.

BESCHERELLE. La conjugaison. Paris, Hachette, 2000.

CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de la communication. Paris, Didier, 1998.

CHARAUDEAU, P. Grammaire du sens et de l'expression. Paris, Hachette, 1998.

D’OLIM MAROTE, J. T. Minidicionário Francês-Português. Ática, 2003.

LAROUSSE. Dicionário Larousse Francês-Português/ Português-Francês. Larousse Brasil, 2009.

GARCIA, F. En avant la grammaire! Débutant. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed. Montréal, Marcel Didier, 2006.

GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.

______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.

REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.
 

 

Francês – Nível 4

 

Objetivos

Desenvolver habilidades comunicativas em Língua Francesa que possibilitem a aquisição e ampliação de estruturas e do léxico utilizados em situações diversas. Sensibilizar para os elementos de cultura dos países de expressão francesa.

Livro didático adotado:

- Alter Ego Plus 2

- Cahier d’activités Alter Ego Plus 2

Programa:

Comunicação: falar sobre relações pessoais, descrever uma pessoa, reportar falas, comparar e evocar mudanças, narrar um encontro, apresentar-se em contexto profissional, compreender e redigir um CV, dar conselhos, indicar mudanças necessárias, falar de experiências profissionais, falar de um país e seus habitantes, compreender informações turísticas, fazer uma reserva, falar do ambiente de vida, justificar escolhas.

Vocabulário: características de personalidade, termos ligados à vizinhança, encontro amoroso, estudos, trabalho, informações turísticas, reservas, expressões para falar de um país, expressões para escrever uma carta formal, de motivação.

Gramática: pronomes relativos simples, discurso direto no presente, uso do pretérito imperfeito e presente, uso do pretérito imperfeito e passé composé (pretérito perfeito), advérbios de tempo, imperativo, subjuntivo, pretérito mais-que-perfeito, pronomes indefinidos, superlativo.

Elementos de fonética: elisão, registros da língua oral, entonação: conselho, obrigação, ênfase, entusiasmo, surpresa e decepção.

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliografia Geral:

AKYÜZ, A.; BAZELLE-SHAHMEI, B. et al. Exercices d’oral en contexte. Niveau intermédiaire. Paris : Hachette, 2002.

______. CD - Exercices d’oral en contexte. Niveau intermédiaire. Paris : Hachette, 2002.

BESCHERELLE. La conjugaison. Paris, Hachette, 2000.

CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de la communication. Paris, Didier, 1998.

CHARAUDEAU, P. Grammaire du sens et de l'expression. Paris, Hachette, 1998.

D’OLIM MAROTE, J. T. Minidicionário Francês-Português. Ática, 2003.

LAROUSSE. Dicionário Larousse Francês-Português/ Português-Francês. Larousse Brasil, 2009.

GARCIA, F. En avant la grammaire! Intermédiaire. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed. Montréal, Marcel Didier, 2007.

GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau intermédiaire. Paris, CLE, 2003.

______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau intermédiaire. Paris, CLE, 2003.

            REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.
 

 

Francês – Nível 5

 

Nível 5 (CECR : A2.2)

Objetivos:

Desenvolver habilidades comunicativas em Língua Francesa que possibilitem a aquisição e ampliação de estruturas e do léxico utilizados em situações diversas. Sensibilizar para os elementos de cultura dos países de expressão francesa.

Livro didático adotado:

- Alter Ego 2

- Cahier d’activités Alter Ego 2

 

Programa:

Comunicação: compreender títulos de imprensa, eventos relatados na mídia, apresentações de filmes e comentários, dar sua opinião sobre um programa de televisão, dar um depoimento sobre um acontecimento, fazer apreciações, pensar no futuro: expressar desejos e esperanças, fazer sugestões, falar de centros de interesse e de compromissos, apresentar um projeto, imaginar uma situação hipotética, compreender o resumo e apresentação de um livro, dar opiniões, justificar escolhas, expressar causa e consequência, concordar ou discordar, evocar uma mudança de vida, compreender uma biografia, reportar falas no passado, relatar um acontecimento, imaginar um passado diferente, expressar arrependimentos.

Vocabulário: termos ligados à: imprensa, rádio, televisão, declaração de roubos, cinema, grupos musicais, relato de viagem, biografia, profissões, sorte e imprevistos.

Gramática: frase nominal, pretéritos, forma passiva, causa e consequência, particípio presente e gerúndio, expressão do objetivo, expressões de tempo, conditionnel (futuro do pretérito), oração condicional, discurso indireto no passado, subjuntivo nas proposições relativas, advérbios de tempo.

Elementos de fonética: entoação e elementos de prosódia para expressar a ênfase, desencorajamento e determinação, enchaînement (encadeamento)  vocálico, ritmo do discurso na narração.

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

 

Bibliografia Geral:

             BERTHET, A., HUGOT, C., KIZIRIAN, V. et al. Alter Ego 2. Paris, Hachette, 2006.

AKYÜZ, A.; BAZELLE-SHAHMEI, B. et al. Exercices d’oral en contexte. Niveau intermédiaire. Paris : Hachette, 2002.

______. CD - Exercices d’oral en contexte. Niveau intermédiaire. Paris : Hachette, 2002.

BESCHERELLE. La conjugaison. Paris, Hachette, 2000.

CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de la communication. Paris, Didier, 1998.

CHARAUDEAU, P. Grammaire du sens et de l'expression. Paris, Hachette, 1998.

D’OLIM MAROTE, J. T. Minidicionário Francês-Português. Ática, 2003.

LAROUSSE. Dicionário Larousse Francês-Português/ Português-Francês. Larousse Brasil, 2009.

GARCIA, F. En avant la grammaire! Intermédiaire. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed. Montréal, Marcel Didier, 2007.

GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau intermédiaire. Paris, CLE, 2003.

______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau intermédiaire. Paris, CLE, 2003.

            REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.
 

Francês – Nível 6

 

Objetivos:

Desenvolver habilidades comunicativas avançadas em Língua Francesa que possibilitem a aquisição e ampliação de estruturas e do léxico utilizados em situações diversas. Sensibilizar para elementos de cultura dos países de expressão francesa.

Livro didático adotado:

- Alter Ego 2

- Cahier d’activités Alter Ego 2

 

Programa:

Comunicação: compreender um manifesto, tomar posição, expressar opinião, falar de leituras, pedir um objeto emprestado, expressar impaciência e incômodo, compreender argumentos, comentar fatos da sociedade, fazer uma reclamação, redigir uma petição, protestar, expressar um ponto de vista sobre um assunto polêmico, expressar reservas, expressar um julgamento, fazer recomendações, informar-se sobre um objeto ou uma inovação, reagir a um anúncio, pedir informações sobre um serviço, escolher e escrever um tipo determinado texto.

Vocabulário: termos ligados ao meio ambiente e ecologia, leitura, escolaridade e igualdade, regras e sanções, internet, blogues; expressões de nuances, registros de língua.

Gramática: subjuntivo, contraste do subjuntivo com o indicativo, advérbios de tempo, pronomes duplos, causa e consequência, expressões de oposição, concessão, orações impessoais, pronomes interrogativos, pronomes relativos compostos, pronomes possessivos.

Elementos de fonética: entonação de pedido simples ou de incômodo, reclamação, protesto, incredulidade, hesitação ou afirmação; expressão de acordo ou desacordo.

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

 

BIBLIOGRAFIA GERAL
 

Bibliografia Geral:

             BERTHET, A., HUGOT, C., KIZIRIAN, V. et al. Alter Ego 2. Paris, Hachette, 2006.

AKYÜZ, A.; BAZELLE-SHAHMEI, B. et al. Exercices d’oral en contexte. Niveau intermédiaire. Paris : Hachette, 2002.

______. CD - Exercices d’oral en contexte. Niveau intermédiaire. Paris : Hachette, 2002.

BESCHERELLE. La conjugaison. Paris, Hachette, 2000.

CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de la communication. Paris, Didier, 1998.

CHARAUDEAU, P. Grammaire du sens et de l'expression. Paris, Hachette, 1998.

D’OLIM MAROTE, J. T. Minidicionário Francês-Português. Ática, 2003.

LAROUSSE. Dicionário Larousse Francês-Português/ Português-Francês. Larousse Brasil, 2009.

GARCIA, F. En avant la grammaire! Intermédiaire. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed. Montréal, Marcel Didier, 2007.

GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau intermédiaire. Paris, CLE, 2003.

______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau intermédiaire. Paris, CLE, 2003.

            REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.
 

 

Francês – Nível 7

 

Objetivos:

Desenvolver habilidades comunicativas em Língua Francesa que possibilitem a aquisição e ampliação de estruturas e do léxico utilizados em situações diversas. Sensibilizar para os elementos de cultura dos países de expressão francesa.

Livro didático adotado:

- Alter Ego 3

- Cahier d’activités Alter Ego 3

 

Programa:

Comunicação: falar de sua relação com a imagem, pedir informações e conselhos por email, caracterizar pessoas e comportamentos, fazer elogios, sugestões, dar conselhos e ordens, expressar sentimentos, falar de consumo, caracterizar um objeto ou serviço, escrever um email de reclamação, negociar e discutir preços, relatar o que foi dito, falar de sua aprendizagem, relatar seu percurso em uma entrevista, inscrever-se na universidade, falar do passado.

Vocabulário: características de personalidade, roupas, expressões de sentimentos, qualidades profissionais, expressões para falar de meios e locais de aprendizagem, vocabulário administrativo da universidade, vocabulário das compras, do consumo e da internet.

Gramática: pronomes relativos simples, subjuntivo e infinitivo, comparações e graus de comparações, pronomes relativos compostos, discurso relatado, pretérito imperfeito, passé composé (pretérito perfeito), pretérito mais-que-perfeito, concordância, expressões de oposição e concessão.

Elementos de fonética: entoação do conselho, elogio, ordem, sugestão, ritmo, jogos fonéticos.

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliografia Geral:

DOLLEZ, C. ; PONS, S. Alter Ego 3. Paris, Hachette, 2009.
BESCHERELLE. La conjugaison. Paris, Hachette, 2000

CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de la communication. Paris, Didier, 1998.
CHARAUDEAU, P. Grammaire du sens et de l'expression. Paris, Hachette, 1998

GIRARDET, J. et al. Campus 2. Clé International. 2002
GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau intermédiaire. Paris, CLE, 2000
REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.
 

Francês – Nível 8

 

Objetivos:

Desenvolver habilidades comunicativas em Língua Francesa que possibilitem a aquisição e ampliação de estruturas e do léxico utilizados em situações diversas. Sensibilizar para os elementos de cultura dos países de expressão francesa.

Livro didático adotado:

- Alter Ego 3

- Cahier d’activités Alter Ego 3

Programa:

Comunicação: dar informações, compreender títulos de imprensa, relatar um acontecimento e compreender um texto narrativo; pedir esclarecimentos em um email; defender um ponto de vista; encorajar, expressar objetivos; expressar a duração; dar suas impressões; fazer uma entrevista; propor um programa cultural; participar em um debate.

Vocabulário: termos ligados à: imprensa, notícias, solidariedade, ajuda humanitária, protestos, pintura, espetáculos, programas culturais.

Gramática: frase nominal, forma passiva, causa e consequência, particípio presente e gerúndio, expressão do objetivo, expressões de tempo, subjuntivo nas proposições relativas, inversão da questão, advérbios em –ment.

Elementos de fonética: entoação e elementos de prosódia para expressar diferentes pontos de vista, sentimentos e interrogações.

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliografia Geral:

DOLLEZ, C. ; PONS, S. Alter Ego 3. Paris, Hachette, 2009.

BESCHERELLE. La conjugaison. Paris, Hachette, 2000
CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de la communication. Paris, Didier, 1998.
CHARAUDEAU, P. Grammaire du sens et de l'expression. Paris, Hachette, 1998

GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau intermédiaire. Paris, CLE, 2000
REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.

Francês – Nível 9

 

Objetivos:

Desenvolver habilidades comunicativas avançadas em Língua Francesa que possibilitem a aquisição e ampliação de estruturas e do léxico utilizados em situações diversas. Sensibilizar para elementos de cultura dos países de expressão francesa.

Livro didático adotado:

- Alter Ego 3

- Cahier d’activités Alter Ego 3

Programa:

Comunicação: falar sobre ecologia, justiça e viagens, escrever um relatório de estágio, uma carta de contestação, uma narração, falar do futuro, fazer hipóteses, expressar proibições, expressar certezas e dúvidas, situar eventos em um relato, fazer um relato no passado, fazer uma demonstração, resolver um problema no telefone, negociar uma viagem.

Vocabulário: termos ligados ao espaço urbano, ao meio ambiente natural, ao romance policial, à justiça, às viagens e à descrição de diferentes destinos; expressões para falar de ecologia.

Gramática: futuro simples, hipóteses, futuro do pretérito (conditionnel), pronomes y e en, expressão da certeza e da dúvida, substituição por pronomes e dupla pronominalização, pronomes indefinidos, frase negativa, passado simples (passé simple).

Elementos de fonética: entoação (injunção), sentimentos e entoação, entoação e mal-entendidos.

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliografia Geral:

DOLLEZ, C. ; PONS, S. Alter Ego 3. Paris, Hachette, 2009.

BESCHERELLE. La conjugaison. Paris, Hachette, 2000
CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de la communication. Paris, Didier, 1998.
CHARAUDEAU, P. Grammaire du sens et de l'expression. Paris, Hachette, 1998

GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau intermédiaire. Paris, CLE, 2000
REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.

Francês – Nível 10

Detalhamento:

Comunicação: falar sobre ecologia, justiça e viagens; escrever um relatório de estágio, uma carta de contestação, uma narração, falar do futuro, fazer hipóteses, expressar proibições, expressar certezas e dúvidas, situar eventos em um relato, fazer um relato no passado, fazer uma demonstração, resolver um problema no telefone, negociar uma viagem. 

Vocabulário: termos ligados ao espaço urbano, ao meio ambiente natural, ao romance policial, à justiça, às viagens e à descrição de diferentes destinos; expressões para falar de ecologia. 

Gramática: futuro simples, hipóteses, futuro do pretérito (conditionnel), pronomes Y e EN, expressão da certeza e da dúvida, substituição por pronomes e dupla pronominalização, pronomes indefinidos, frase negativa, passado simples (passé simple). 

Elementos de fonética: entoação (injunção), sentimentos e entoação, entoação e malentendidos. 

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfo-sintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso. 




BIBLIOGRAFIA GERAL 
DOLLEZ, C. ; PONS, S. Alter Ego 3. Paris, Hachette, 2006 
BESCHERELLE. La conjugaison. Paris, Hachette, 2000 
CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de la communication. Paris, Didier, 1998. 
CHARAUDEAU, P. Grammaire du sens et de l'expression. Paris, Hachette, 1998 
GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau intermédiaire. Paris, CLE, 2000 
REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.

 

Francês – Nível 12

Detalhamento:

Comunicação: discutir sobre os novos viajantes, tipos de viagens, turismo ecológico, desenvolvimento sustentável, ecologia, pena de morte, globalização; falar sobre problemas do meio ambiente, sobre a história do país; descrever locais naturais, argumentar em favor de uma causa, contar memórias, fazer uma reclamção, expressar gostos e preferências de maneira complexa, comparar a escola em diferentes países, dar sua opinião, escrever uma resenha crítica, redigir um blog, entre outros. 

Vocabulário: termos ligados à ecologia, ao turismo, à história, à geografia, aos transportes, às viagens, visando a um desenvolvimento mais preciso e completo do campo lexical dos alunos. 

Gramática: os seguintes aspectos linguísticos serão revistos, porém com ênfase nos detalhes de uso e da estrutura linguísstica, não abordados anteriormente: os pronomes pessoais, a causa e a consequência, a expressão da possibilidade e do conselho. 

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfo-sintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso. 

BIBLIOGRAFIA GERAL 

BESCHERELLE. La conjugaison. Paris, Hachette, 2000 
BRILLANT, C.; BAZOU, V; RACINE, R; SCHENKER, J.-C. Le nouvel Edito. Paris: 
Didier. 
CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de la communication. Paris, Didier, 
1998. 
CHARAUDEAU, P. Grammaire du sens et de l'expression. Paris, Hachette, 1998 
GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau intermédiaire. Paris, 
CLE, 2000 
REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.

 

Programação da Visita Monitorada FFLCH-USP 2025

VEM PRA FFLCH 1 Prancheta 1 cópia 3 0

29/05/2025 (13:00) – Encontro e boas-vindas aos alunos secundaristas. 

A atividade inicial será no Auditório Nicolau Sevcenko (Prédio de História e Geografia - Av. Prof. Lineu Prestes, 338, Cidade Universitária, Butantã).

Após as boas-vindas, cada visitante poderá seguir a programação do curso que deseja.

Confira abaixo a programação de cada curso:

 

CIÊNCIAS SOCIAIS

 

13h00-13h30: Recepção no Auditório -  (Prof. Eduardo Marques)

13h30 - 14h00: Visita às instalações do prédio do meio e biblioteca e ida ao LISA

1400hs -1500hs: Visita ao Laboratório de Imagem e Som em Antropologia - LISA (Profa. Marina Vanzolini)

15h00 - 15h30: Ida ao Núcleo de Estudos da Violência - NEV (Prof. Laurindo Minhoto)

15h30 - 16h30: Visita ao NEV

16h30 - 17hs: Retorno ao prédio da História.

 

FILOSOFIA

14h00 - Apresentação do curso - Prof. Oliver Tolle 

14h30 - Apresentação sobre licenciatura - Priscilla

14h40 - Sobre Intercâmbio na Graduação - Marina 

14h50 - Levar estudantes até a sala do Prof. Edelcio de Souza.

15h20 - Caminhada com os estudantes pelo prédio da Filosofia, Biblioteca, Brasiliana e terminar na Praça do Relógio. Apresentação da Universidade e tudo o que ela oferece na vida universitária (Bandejão, Cinusp, Cepeusp, etc)

 

GEOGRAFIA

14h00 - Graduação em Geografia: Perspectivas acadêmicas e profissionais 

Profa. Ligia Vizeu, Profa Sueli Furlan e pesquisadores Eliza Melo, Julia Sena e Thiago Muniz

Recepção no anfiteatro com exposição sobre a formação em Geografia e as possibilidades acadêmicas e profissionais, com abertura para perguntas.

14h30 - Geotur: Visita pelo prédio, salas de aula e laboratórios, onde professores e estudantes vão apresentar equipamentos, pesquisas em andamento e tirar dúvidas. Os visitantes que se interessarem poderão permanecer nos laboratórios acompanhando os trabalhos e trocando ideias com pesquisadores;

15h00 - Laboratório de Pedologia: Prof. Bruno Soares e pesquisadoras;

15h30 - Laboratório de Geomorfologia: Profa. Bianca Giordano e pesquisadoras;

16h00 - Laboratório de Ensino e Material Didático: Profa. Paula Juliasz (a confirmar), Eliza Melo e Julia Sena; 

16h30 - Laboratório de Climatologia e Biogeografia: Profa. Sueli Furlan, Emerson Galvani e Janine Passos;

17h00 - Visita e aula de campo na estação meteorológica da Geografia: Prof. Emerson Galvani e Rogério Rozolen

18h00 - Roda de conversa e fechamento.
 

HISTÓRIA

13h30 - visita ao Laboratório de Ensino e Material Didático (LEMAD) - Profa. Antonia Terra

14h30 Cátedra Jaime Cortesão: Laboratório de Estudos Medievais (LEME) e Laboratório de Estudos e Cartografia Histórica (LECH) - Professor Marcelo Cândido e estagiários

15h00 lanche

15h30: CAPH (Centro de Apoio a Pesquisa Histórica), com a Professora Gisele Conceição Maria Aparecida Araújo Ferreira

16h00: Centro de Estudos de Demografia Histórica da América Latina (CEUMA /CEDHAL) - Professores Guilherme Bianchi e Horácio Gutierrez

16h30: Programa de Educação Tutorial (PET) - alunos bolsistas


LETRAS

13h30 – Deslocamento (em direção ao prédio da Letras) – Professores do curso de Letras buscam alunos no prédio da História e seguem para o prédio da Letras. Responsáveis: Prof. Fernando Pimenta (DLO), Prof. Fernando Viotti (DTLLC), Profa. Renata Bastianello (DLM).

13:45 – Apresentação do curso de Letras (sala 107 do prédio de Letras). Responsáveis: Prof. Fernando Pimenta (DLO), Prof. Fernando Viotti (DTLLC), Profa. Renata Bastianello (DLM).

15:15 – Pausa.

15:30 – Visita à Biblioteca Florestan Fernandes. Responsáveis: Funcionários da Biblioteca.

 

Mais informações sobre os cursos da FFLCH neste site: http://vempra.fflch.usp.br/

Programação visita monitorada na FFLCH 24/05/2024

PONTO DE ENCONTRO: Vão da história 13h (Av. Prof. Lineu Prestes, 338 - Butantã, São Paulo)

 

CIÊNCIAS SOCIAIS

13h - Recepção dos estudantes e visita às instalações da FFLCH

14h - Apresentação do Núcleo de Estudos da Violência 

15h - Oficina do Sociologia em Movimento

15h50 - 16h - Encerramento 

Profs. Responsáveis: Laurindo Dias Minhoto e Sylvia Gemignani Garcia 

 

 FILOSOFIA

13:00 – 13:30: Recepção dos estudantes

13:30 – 14:00: Apresentação do depto. de Filosofia

14:00 – 14:15: Apresentação da Iniciação Científica

14:15 – 14:30: Apresentação da licenciatura

14:30 – 15:30: Visita às instalações da FFLCH

15:30 – 16:00: Conversa final

Profs. Responsáveis: Eduardo Brandão e Marcus Sacrini

 

DEPARTAMENTO DE LETRAS

Av. Professor Luciano Gualberto, 403 – Sala 271 – às 14 horas

MODERNAS - Érica Sarsur Câmara

CLÁSSICAS - Cilaine Alves Cunha

LINGUÍSTICA - Alexander Cobbinah 

ORIENTAIS - Fernando Januário Pimenta e Mona Hawi

 

HISTÓRIA

 13-13:40h

Sala 16 (no segundo andar do prédio da História)

Professor responsável: Angelo Segrillo

Programando a sociedade: trabalho, inteligência artificial e outras tecnologias

ATENÇÃO

INFORMAÇÕES SUJEITAS A MODIFICAÇÕES

Clique nos títulos abaixo para abrir as caixas de informação:

Valor

Gratuito.

Natureza do curso
Difusão
Público Alvo

Interessados em geral.

Objetivo

Compreender as mudanças promovidas por novas tecnologias nas relações de trabalho e empreendedorismo dentro de diferentes setores e ramos de atividade. O curso abordará os processos de digitalização, dataficação, plataformização, gerenciamento algorítmico e emprego da inteligência artificial de um ponto de vista sociológico. Dessa forma diferentes atividades e tecnologias serão apresentadas, desde plataformas como a Uber, LinkedIn, OnlyFans e GoBrax, até a produção de jogos e o papel crescente dos dados na sociedade, com o objetivo de oferecer um panorama atualizado e crítico sobre a inovação tecnológica e seus impactos sociais.

As aulas serão ministradas pelo Google Meet.

Programa
Carga horária
12.00h
Vagas

Máximo: 90

Certificado/Critério de Aprovação
Mínimo de 75% frequência obrigatório. Os certificados serão enviados por e-mail quando os ministrantes disponibilizarem a lista de aprovados no sistema.
Coordenação
Veridiana Domingos Cordeiro, da FFLCH.
Ministrante(s)

Antônio Olegário Ferreira Neto
Diego dos Santos Moura Gonçalves
Guilherme Olímpio Fagundes
Júlia Rodrigues Barros Alves
Marcus Vinicius Santos Repa

Promoção
Comissão de Cultura e Extensão Universitária da FFLCH.
Período de Realização
05/08/2025 a 21/08/2025.
Local
Curso à distância. Após a inscrição, as instruções serão enviadas por e-mail pelo ministrante.
Detalhes
Terça-feira 19:30 às 21:30
Quinta-feira 19:30 às 21:30
sex, 19/06/2020 - 18:46
Período de Inscrição
28/07/2025 (09:00) a 29/07/2025 (23:59).
Detalhes

► Inscrição On-line pelo  Sistema Apolo.

► As matrículas serão realizadas por meio de sorteio.

► O resultado do sorteio será informado automaticamente pelo sistema.

► Quem for sorteado estará diretamente matriculado, não sendo preciso entrar em contato para confirmação. É só aguardar o contato dos ministrantes por e-mail.

► As inscrições para o sorteio acontecerão diretamente no Sistema Apolo, e o sorteio será realizado no dia seguinte às inscrições, dia 30/07/2025.

Desistência: 

Desistências deverão ser comunicadas à Secretaria pelo agenda@usp.br

Atenção:

  • A INSCRIÇÃO é realizada pela parte "pública" do Sistema Apolo. NÃO É PRECISO LOGAR.
  • Qualquer pessoa pode fazer a inscrição, estudante da USP ou não.
  • O curso aparecerá no Sistema Apolo somente na data de inscrição indicada para cada curso.
  • Não é por ordem de chegada. 
  • As vagas são limitadas.
  • O Sistema Apolo é gerenciado pela Reitoria. Não temos como dar suporte técnico a eventuais problemas de acesso ao sistema. O suporte é: apolo@usp.br
  • Para este evento NÃO HAVERÁ listas de espera ou matrículas posteriores. 
  • Recomendamos que não se faça matrícula sem a certeza de que irá cursar as aulas.
  • Não tire a oportunidade de outra pessoa interessada! 
  • Recomendamos a inscrição em computadores. Alguns dispositivos de celulares ou navegadores de internet não conseguem completar a inscrição no Sistema Apolo.

Programas

NÍVEL I
 
1.Jo sóc així (Eu sou assim) 
 
Cultura: Como nos apresentamos, desde o ponto de vista verbal e não verbal (pragmática). 
Descrever pessoas que formam parte da cultura catalã (políticos, cantores, esportistas, atores...). 
 
Farem servir: 
Articles personals: el, la, els, les 
Demostratius: aquest, aquesta, aquell, aquella 
Interrogatius: com, qui, quants, quantes, d’on, quina, quines, què, de què... 
Numerals de l’1 al 100 
Present d’indicatiu: ser, dir-se, tenir, parlar, fer, estudiar, treballar, agradar 
Pronoms febles: em, et, es, li 
Pronoms forts: jo, tu, ell, ella, nosaltres... 
Noms de països, nacionalitats, llengües, estudis i professions 
Verbs que indiquen activitats de lleure: anar al cinem, sopar a un restaurant, visitar un museu... 
 
Aspecte historicocultural: Història de Catalunya des de la prehistòria fins al 1714. 
 
Tarefa final: Redação de uma descrição do perfil físico e psicológico de uma pessoa. 
 
2. Ciutats i gent (Cidades e gente) 
 
Cultura: Descrever fotos de lugares emblemáticas de cidades catalãs. 
 
Farem servir: 
Adjectius: gros, prim, alt, baix, sorollós... 
Connectors: a més (a més), també, perquè, però... 
Demostratius: aquest, aquell... 
Expressions locatives: lluny, a prop, aquí, allà... 
Interrogatius: on, què, com... 
Numerals a partir del 100 
Possessius: meu, meua, seu... 
Pronoms febles: et, li, ens, us... 
Pronoms febles: et, li, ens, us... 
Present d’indicatiu: dir-se, tenir, haver-hi, parlar, viure, conèixer, saber... 
Noms de parentesc: mare, pare, oncle, gendre, nora... 
 
Aspecte historicocultural: les grans ciutats dels Països Catalans, història de Catalunya del 1714 fins a la Guerra Civil Espanyola (1936). 
 
Tarefa final: Falar de pessoas que vivem em lugares diferentes e descrever os lugares nas quais vivem. 
 
3. De sol a sol (De sol a sol) 
 
Cultura: quando, onde e como se celebram algumas das festas mais importantes dos territórios de fala catalã. 
Farem servir: 
Expressions temporals: abans de, aviat, ara, sovint, sempre, de tant en tant... 
Noms col·lectius: la gent, la majoria... 
Perífrasi: estar + gerundi 
Present d’indicatiu de verbs regulars: triar, treballar... 
Noms dels dies de la setmana, dels mesos de l’any, d’establiments... 
Verbs que indiquen accions quotidianes: llevar-se, rentar-se, dutxar-se, esmorzar, dinar, córrer, estudiar, dormir, gitar-se... 
 
Aspecte historicocultural: la situació política actual a Catalunya. El procés sobiranista. 
Tarefa final: Escrever um texto para se conhecer como é uma pessoa, segundo os seus hábitos cotidianos. 
 
Referência Bibliográfica 
 
Andrews, Colman (2008) Cuina catalana: el darrer secret culinari d’Europa. Barcelona: Martínez Roca. 
Bastons, Núria et al. (2003) Català bàsic II: iniciació a la llengua oral. Barcelona: Generalitat de Catalunya. 
Esteban, Jordi (2012) El trampolí. 120 impulsos per llançar-se a parlar. Barcelona: Teide. 
Esteve, Francesc (Coord.) (2011) Gramàtica zero. València: Universitat de València. http://www.spluv.es/PDFS/gramatica_zero.pdf 
Ginebra, Jordi et al. (2009) Diccionari d'ús dels verbs catalans: règim verbal i canvi i caiguda de preposicions. Barcelona: Educaula. 
Mas, Marta; Vilagrasa, Albert et al. (2005) Veus 1. Curs de català. Barcelona: Publicacions de l'Abadia de Montserrat. 
Pujol, Núria et al. (2013) Catalonia is Calling. El món ho ha de saber. Barcelona Sàpiens Publicacions. 
Rovira, Josep M. (1987) La Arquitectura catalana de la modernidad. Barcelona: Universitat Politècnica de Catalunya.
 
NÍVEL III
 
1. Així, com quedam? 
 
Cultura: Geografia física i humana dels Països Catalans, expressions folklòriques, festes tradicionals 
 
i festes populars, hàbits socials... 
 
Expressions locatives: allà mateix, a la cantonada, davant… 
 
Expressions temporals: més d’hora, cap a, una hora abans… 
 
Estructures d’expressió de possibilitat i de voluntat: poder/voler + infinitiu 
 
Futur 
 
Imperatiu: agafar, pujar, baixar 
 
Present d’indicatiu: avenir-se, poder, voler… 
 
Pronoms febles: el, la, els, les, ho 
 
Quantificadors: molt, bastant, una mica, no gaire, moltíssim… 
 
Adjectius per fer valoracions 
 
Expressions per fer propostes i per donar excuses 
 
Noms i verbs relacionats amb el món del lleure, les festes i el temps meteorològic 
 
Aspecte historicocultural: Geografia i antropologia dels Països Catalans 
 
Tarefa final: Organitzar un cap de setmana i convidar-hi algú 
 
2. Notícies fresques 
 
Cultura: conèixer quins són els temes de més actualitat als territoris de parla catalana en aquest 
 
moment: política, conflictivitat social, medi ambient... 
 
Connectors: perquè, per això, doncs… 
 
Demostratius: aquest, aquesta, aquests, aquestes + període de temps 
 
Expressions temporals: avui, ara, ara mateix, fa una estona, fa un moment, fa mitja hora, no fa gaire, 
 
fa temps, llavors, aleshores, encara no, ja, mai (no)… 
 
Participis 
 
Perfet d’indicatiu i passat perifràstic d’indicatiu 
 
Pronoms febles: m’, t’, li, ens, us, l’, els, les, n’, hi, me l’, te l’, se l’, me n’, m’ho, t’ho… 
 
Que + adjectiu 
 
Quin, quina, quins, quines + nom 
 
Verbs que es podem conjugar amb pronom: beure’s, menjar-se 
 
Expressions per reaccionar davant d’una notícia: ostres, enhorabona… 
 
Lèxic relacionat amb notícies d’actualitat i incidents: terratrèmol, huracà, incendi... 
 
Aspecte historicocultural: Actualitat política als Països Catalans 
 
Tarefa final: Explicar una notícia d’actualitat 
 
3. Temps era temps 
 
Cultura: Hàbits de vida dels intel·lectuals (artistes, pensadors, escriptors, músics…) catalans a les 
 
diferents èpoques de la història catalana (Edat Mitjana, Renaixença, 2 a República, dictadura...) 
 
Adjectius: gènere i nombre 
 
Connectors: en canvi, encara que 
 
Estructures: acostumar a / soler + infinitiu, deure + infinitiu 
 
Estructures comparatives: tots dos, ni l’un ni l’altre, ni ell ni jo, cap dels dos, cap d’ells, abans... en 
 
canvi ara / després 
 
Expressions temporals: abans, en aquella època, durant un temps / una temporada, al cap de, a la 
 
dècada dels..., el 25 d’agost de... 
 
Imperfet d’indicatiu: fer, dur, ser, suspendre, llegir, portar, tenir, soler... 
 
Passat perifràstic, imperfet i perfet d’indicatiu 
 
Present d’indicatiu: dur i soler 
 
Pronoms febles: el, la, els, les, en, ho, l’hi, els hi, les hi 
 
Adjectius per descriure característiques físiques, maneres de ser, parts del cos i peces de vestir 
 
Noms de parts del cos, peces de vestir, colors i materials, jocs d’infants… 
 
Verbs per descriure persones i maneres de vestir: assemblar-se, tenir, dur, portar, posar-se, anar, 
 
vestir-se, ser, fer-se, tornar-se, acostumar-se, soler, aprimar-se, engreixar-se... 
 
Aspecte historicocultural: Història social d’alguns grups dels Països Catalans 
 
Tarefa final: Explicar qui era i com era el millor amic de la infància 
 
 
BIBLIOGRAFIA 
 
Bastons, Núria et al. (2003) Català bàsic II: iniciació a la llengua oral. Barcelona: Generalitat de Catalunya. 
 
Bastons, Núria et al. (2011) Gramàtica pràctica del català. Barcelona: Teide 
 
Boix, E., Vila, F. X. (1998) Sociolingüística de la llengua catalana. Barcelona: Ariel 
 
Esteban, Jordi (2012) El trampolí. 120 impulsos per llançar-se a parlar. Barcelona: Teide. 
 
Esteve, Francesc (Coord.) (2011) Gramàtica zero. València: Universitat de València. 
 
 
Ginebra, Jordi et al. (2009) Diccionari d'ús dels verbs catalans: règim verbal i canvi i caiguda de preposicions. 
 
Barcelona: Educaula. 
 
Institut d’Estudis Catalans (2016) Gramàtica de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans 
 
Mas, Marta; Vilagrasa, Albert et al. (2010) Veus 2. Curs de català. Barcelona: Publicacions de l'Abadia de 
 
Montserrat. 
 
Pujol, Núria et al. (2013) Catalonia is Calling. El món ho ha de saber. Barcelona Sàpiens Publicacions. 
 
Puxant, M., i Rosàs, M. (2014). El disseny i la implementació d'un programa de llengua catalana que integra 
 
llengua i cultura a les universitats de Harvard i de Chicago. Llengua i ús: revista tècnica de política lingüística, 
 
55, 39-50. 
 
Sinner, C., i Bernaus, O. (2014). La realitat lingüística i sociolingüística a la class de català com a L2. 
 
Comunicació presentada al IV Simposi Internacional sobre l’Ensenyament del Català, Vic 4-5 d’abril de 2014