Produção de Material Didático Virtual Livre e Aplicações para o Ensino de Italiano (L2/LE)

ATENÇÃO

- INFORMAÇÕES SUJEITAS A MODIFICAÇÕES. CONSULTE SEMPRE AS ATUALIZAÇÕES DO SITE.
- NÃO É PERMITIDO "ALUNO OUVINTE".

Valor

Gratuito.

Certificado/Critério de Aprovação
Para fazer jus ao certificado de extensão o aluno precisa ter o mínimo de 85% de frequência.
Coordenação
Profa. Dra. Paola Giustina Baccin, da FFLCH/USP.
Ministrante(s)

Prof. Msc. Rômulo Francisco de Souza, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Língua, Literatura e Culturas Italianas da FFLCH/USP.

Promoção
Departamento de Letras Modernas, da FFLCH/USP.
Período de Realização
02.07 a 06.07.2012
Detalhes

• Matrícula Presencial
• Apresentar comprovante de atuação no ensino de italiano ou experiência mínima de 60 horas (qualquer modalidade).
• Veja ao lado Procedimentos Matrícula Presencial.
 

Desistência:
O aluno desistente deverá comparecer à Secretaria ou ligar no telefone 3091-4645, no prazo de 2 dias antes do início do curso. Assim, caso haja Lista de Espera, poderemos preencher as vagas.

Período de Inscrição
11 a 27.06.2012
Detalhes

• Matrícula Presencial
• Apresentar comprovante de atuação no ensino de italiano ou experiência mínima de 60 horas (qualquer modalidade).
• Veja ao lado Procedimentos Matrícula Presencial.
 

Desistência:
O aluno desistente deverá comparecer à Secretaria ou ligar no telefone 3091-4645, no prazo de 2 dias antes do início do curso. Assim, caso haja Lista de Espera, poderemos preencher as vagas.

Produzindo etnografia: métodos, técnicas e particularidades antropológicas

ATENÇÃO

INFORMAÇÕES SUJEITAS A MODIFICAÇÕES

Clique nos títulos abaixo para abrir as caixas de informação:

Valor

Gratuito.

Natureza do curso
Difusão
Público Alvo

Interessados em geral.

Objetivo

O curso tem por objetivo: Analisar e discutir alguns conceitos que fundamentam a teoria e a prática da pesquisa de campo em Antropologia, com particular interesse às questões referentes à Etnografia; Discutir sobre questões epistemológicas, técnicas e éticas envolvidas na pesquisa de campo de caráter antropológica; Estimular a sensibilização do olhar, da escuta e dos vários sentidos e afetos que englobam o fazer etnográfico; Refletir sobre a produção de dados etnográficos, bem como à escrita etnográfica.

Programa
Carga horária
12.00h
Vagas

Máximo: 90.

Mínimo: 05.

Certificado/Critério de Aprovação
Mínimo de 75% frequência obrigatório. Os certificados serão enviados por e-mail quando os ministrantes disponibilizarem a lista de aprovados no sistema.
Coordenação
Prof. Julio Assis Simoes, da FFLCH.
Ministrante(s)

João Victtor Gomes Varjão

Promoção
Comissão de Cultura e Extensão Universitária da FFLCH.
Período de Realização
06/02/2023 a 17/02/2023.
Local
Curso à distância. Após a inscrição, as instruções serão enviadas por e-mail aos alunos matriculados pelo ministrante.
Detalhes
Terça-feira 18:00 às 22:00
Quinta-feira 18:00 às 22:00
sex, 19/06/2020 - 18:46
Período de Inscrição
01/02/2023 09:00 a 02/02/2023 23:59
Detalhes

► Inscrição On-line pelo  Sistema Apolo.

► As matrículas serão realizadas por meio de sorteio.

► Os alunos receberão automaticamente pelo sistema o resultado do sorteio.

► Os sorteados estarão diretamente matriculados, não sendo preciso entrar em contato para confirmação. É só aguardar o contato dos ministrantes por e-mail.

► As inscrições para o sorteio acontecerão diretamente no Sistema Apolo, e o sorteio será realizado no dia seguinte às inscrições, dia 03/02/2023.

Desistência: 

O aluno desistente deverá escrever à Secretaria (agenda@usp.br)

Atenção:

  • A INSCRIÇÃO é realizada pela parte "pública" do Sistema Apolo. NÃO É PRECISO LOGAR.
  • Qualquer pessoa pode fazer a matrícula, aluno da USP ou não.
  • O curso aparecerá no Sistema Apolo somente na data de inscrição indicada para cada curso.
  • Não é por ordem de chegada. 
  • As vagas são limitadas.
  • O Sistema Apolo é gerenciado pela Reitoria. Não temos como dar suporte técnico a eventuais problemas de acesso ao sistema. O suporte é: apolo@usp.br
  • Para este evento NÃO HAVERÁ listas de espera ou matrículas posteriores. 
  • Recomendamos que o aluno não faça matrícula sem a certeza de que irá cursar as aulas.
  • Não tire a oportunidade de outro interessado! 
  • Todos os aprovados (75% de frequência mínima) terão certificados.
  • Recomendamos a inscrição em computadores. Alguns dispositivos de celulares ou navegadores de internet não conseguem completar a inscrição no Sistema Apolo.

 

Profetas Exílicos e Pós-Exílicos: reflexões sobre a destruição do Templo e a perda da terra

Natureza do curso
Difusão
Objetivo

Levar o aluno leigo a uma leitura crítica e contextualizada do fenômeno profético.

Programa

Introdução – O Exílio: a perda da terra e do templo e seu impacto na profecia. 
      2Rs 25:1 “...Nabucodososor, rei de Babilônia, chegou diante de Jerusalém...” 
I – Ezequiel: a calamidade que vem do norte. 
      A. Contexto histórico 
      B. Texto e mensagem 
      Ez 1:1 “...encontrava-me no meio dos deportados, às margens do Rio Kebar...” 
II – Dêutero-Isaías : o profeta anônimo do exílio. 
      A. Contexto histórico 
      B. Texto e mensagem 
      Is 1:1-2 “consolai, consolai o meu povo, diz vosso Deus, falai ao coração de Jerusalém...” 
III – Ageu e Zacarias: o retorno e a reconstrução do Templo 
      A. Contexto histórico 
      B. Texto e mensagem 
      Ag 1:1 “No segundo ano do reinado de Dario... a palavra do Senhor veio por intermédio de Ageu...” 
      Zc 1:1 “ ...no segundo ano de reinado de Dario, a palavra do Senhor veio ao profeta Zacarias...” 
IV – Joel, Jonas e Malaquias: as etapas finais da profecia de Israel. 
      A. Contexto histórico 
      B. Texto e mensagem 
      Jl 1:15 “...Próximo está o dia do Senhor...” 

Bibliografia
Básica DA SILVA, A. J. A Voz Necessária: encontro com os profetas do século VIII a.C. São Paulo: Paulus, 1998. 
SCHWANTES, M. et al. Profetas e profecias: novas leituras. Estudos Bíblicos, Petrópolis, n. 73, 2002. SCHÖKEL, L. A.; SICRE DIAZ, J. L. Profetas 2v. 2. ed. São Paulo: Paulus, 2002-2004. 
SICRE, J.L. Profetismo em Israel : o profeta, os profetas, a mensagem. Trad. João Luís Baraúna. 2. Ed. Petrópolis, Vozes, 2002. SICRE, J. L. A Justiça Social nos Profetas. São Paulo: Paulus, 1990. WILSON, R. R. Profecia e Sociedade no Antigo Israel. 2. ed. revista. São Paulo: Targumim/Paulus, 2006.

Programa Detalhado
Carga horária
36.00h
Vagas

• máximo: 65 alunos
• mínimo: 5 alunos

qua, 31/12/1969 - 21:00
Público Alvo para Sorteio

Poderão participar do sorteio: comunidade USP e 3ª idade, assim distribuídas: 2 docentes, 2 discentes, 2 funcionários e 3 para 3ª idade.

Detalhes

• Matrícula presencial (veja ao lado Procendimentos Matricula Presencial).

Desistência: 
O aluno desistente deverá comparecer à Secretaria ou ligar no telefone 3091-4645, no prazo de 2 dias antes do início do curso. Assim, caso haja Lista de Espera, poderemos preencher as vagas.

Programa

Ementa:
 
As Relações Internacionais sempre partilharam o pressuposto de uma separação dura entre o doméstico (hierárquico) e o internacional (anárquico), e privilegiaram as relações interestatais. A ascensão de atores não estatais (empresas e ONGs), processos decisórios complexos entre Estados, Organizações Internacionais formais, empresas e Organizações Não Governamentais, e regras e normas implementadas foram do âmbito governamental trouxeram a necessidade de formulação de novos conceitos e teorias para estudar a adesão a elas (compliance), a origem da regulação (pública e/ou privada), a estrutura de governança para a tomada de decisão, as ‘partes interessadas’ envolvidas, e as suas implicações e resultados. Dessa forma, o curso explora o conceito de Governança Transnacional, considerado uma sub-área da Ciência Política e Relações Internacionais.
 
Metodologia: 
 
Aula tipo ‘problem solving’, apresentação de novos conceitos (arena transnacional), jogos em grupos e simulações.
Haverá distribuição de material específico no dia de aula.
 
Bibliografia:
 
Charles Roger e Peter Dauvergne (2016). “The Rise of Transnational Governance as a Field of Study”, International Studies Review (0), pp. 1-23.
Büthe, Tim and Mattli, Walter (2011). “Private Nonmarket Rule-Making in Context – A Typology of Global Regulation”, The New Global Rulers – The Privatization of Regulation in the World Economy, Princeton University Press, Princeton: pp. 18-41.
Debora D. Avant, Martha Finnemore, and Susan K. Sell (2010)(Eds.). Who Governs the Globe?, Cambridge University Press, Cambridge, UK.

Programa

Programa
1. O judeu como estrangeiro: algumas reflexões
2. A situação dos judeus na Europa: séculos XIII a XVIII
3. A Inquisição Espanhola e a Inquisição Portuguesa: tipicidades, semelhanças e diferenças.
4. A cultura como perseguição: Autos de Fé, descrição, análise.
5. A constituição de Estados "puros" étnica e religiosamente. Os Estatutos de limpeza de sangue.
6. O marranismo e os cripto-judeus: transculturação.
7. A Diáspora Sefaradita: América Colonial e Europa. Conflitos inter-comunitários: toshavim/megorashim; sefaradim/ashkenazim.
8. Os judeus no Brasil colonial: a transferência do preconceito para o Brasil-Colônia
9. Um estudo de caso: os cristãos novos da Bahia
10. Desenvolvimento cultural dos judeus sob domínio espanhol e lusitano.

Bibliografia


Berezin, R. (org): Caminhos do Povo Judeu. São Paulo: Vaad há'chinuch, 1975
Elazar, D. I. "Sefaradim y Ashkenazim: La Tradición Clásica y Romántica en el Judaísmo" em Merkaz Ierushalaim, N*2
Gendler, E.E. "Community" em Cohen, A.A. & Mendes-Flohr, P (eds). Contemporary Jewish Religious Thought. London: Collier Macmillan Publishers, 1987.
Johnson, P. História dos Judeus, Rio de Janeiro: Imago Ed., 1995.
Kamen, H. A Inquisição Española. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 1966 (caps. 1, 2 e 3)
Malamat, A, Tadmor, H., Stern, M, Safrai, S., Bem-Sasson, H. H. & Ettinger, S. Historia del Pueblo Judío. Madrid: Alianza Editorial, 1988 (Volume II)
Novinsky, Anita. Cristãos Novos na Bahia. São Paulo: Editora Perspectiva, 1972
Novinsky, A. & Tucci Carneiro, M.A. Inquisição: Ensaios sobre Mentalidade, Heresias e Arte. São Paulo: EDUSP, 1992
Roth, C. La época europea, em Grandes Épocas e Ideas del Pueblo Judío. Buenos Aires: Editora Paidós, 1965.
Scholem, G. A Mística Judaica. São Paulo: Editora Perspectiva, 1972 (cap. 7)
Tucci Carneiro, M. L. Preconceito Racial no Brasil Colonia. São Paulo: Editora Brasiliense, 1983.

Programa

INTRODUÇÃO À SEMIÓTICA DISCURSIVA

1. A base da Semiótica Discursiva: a linguagem como criadora da existência humana, a existência humana
enquanto significação.
2. A influência estruturalista: a Semiótica Discursiva e sua origem em Saussure, Hjelmslev e Propp; seus
desenvolvimentos mais atuais.
3. Metodologia analítica da Semiótica Discursiva: plano da expressão, plano do conteúdo; percurso gerativo do sentido.

EXERCÍCIOS ANALÍTICOS EM SEMIÓTICA


1. A veridicção como pressuposto político: a Semiótica como ferramenta de leitura de construções de verdade no espaço político. Análise de uma cena em Tristes trópicos (2016), onde há um impasse entre um grupo Nambikwara e seu chefe.
2. A semiótica na sala de aula: a partir da BNCC (Base Nacional Comum Curricular), serão apresentadas as
possíveis contribuições da semiótica, especialmente a respeito da noção de texto e textualidade, para o uso no ensino básico regular.
3. A superfície que leva às profundezas da significação – como temas e figuras no discurso jornalístico atuam na construção de sentidos: uma análise de reportagens sobre a tragédia da Vale em Brumadinho.
4. A Semiótica e a linguagem jurídica: com base na Semiótica, será apresentado como o campo jurídico é
construído por meio da linguagem jurídica, enquanto um recorte da língua natural. Análise de uma denúncia
criminal da Operação Lava Jato, estabelecendo um diálogo com as noções de justiça, prática jurídica, construção de atores jurídicos e contratos enunciativos.
5. Quadrinhos na sala de aula: Como analisar a construção do sentido presente nos segmentos verbal e visual nas Histórias em Quadrinhos a partir da semiótica discursiva.
6. A construção de personagens negras na literatura: examinando excertos do romance O Cortiço (1890), a partir do ferramental teórico da Semiótica discursiva, propõe-se entender quais são as estratégias utilizadas para caracterizar personagens negras em tal romance e quais são os efeitos resultantes de tal caracterização.

REFERÊNCIAS

​​​​​​​
ALBUQUERQUE DE OLIVEIRA, Renato. Sistemas de veridicção e a previsibilidade de desdobramentos políticos em momentos de crise: leituras a partir de uma cena de tristes trópicos. In: Cadernos de Campo : revista de ciências sociais [on-line]. Org.: Fernando Moreira, Luciana Santana, n. 28, p. 351-366. Disponível em: https://doi.org/10.47284/2359-2419.2020.28.351366 Acesso em: 12 fev. 2021.
AZEVEDO, Aluísio Tancredo Gonçalves de. O Cortiço. Rio de Janeiro: Editora BestBolso, 2016.
BARROS, Diana Luz Pessoa de. A estratégia enunciativa nos discursos de ódio que marcam ambientes políticos e sociais na contemporaneidade. [Entrevista concedida a] MOREIRA, Fernando; LOPES, Joyce. In: Cadernos de Campo : revista de ciências sociais [on-line]. Org. Fernando Moreira, Luciana Santana, n. 28, p. 17-26. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/cadernos/article/view/14184 Acesso em: 10 fev. 2021.
BENVENISTE, Émile. Estrutura das relações de pessoa no verbo. In: Problemas de Lingüística Geral I. 3 ed. São Paulo: Pontes, 1991 [1966].
BERTRAND, Denis. Caminhos da Semiótica Literária. Trad. Grupo CASA. Bauru, SP: Edusc, 2003.
FONTANILLE, Jacques. Pratiques sémiotiques. Paris: PUF, 2008a.
FONTANILLE, Jacques. Práticas semióticas: imanência e pertinência, eficiência e otimização. Trad. Maria Lúcia Vissotto Paiva Diniz et al. In: DINIZ, Maria Lúcia Vissotto Paiva; PORTELA, Jean Cristtus (Orgs.). Semiótica e mídia: textos, práticas, estratégias. Bauru: Unesp/Faac, 2008b, p. 15-74.
GONZALES, Lélia. A Mulher negra na sociedade brasileira (Uma abordagem político-econômica). In: Madel T. Luz.
(Org.). O lugar da mulher: estudos sobre a condição feminina na sociedade atual. 1ed. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1982, pp. 89-106.
GONZALES, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. In: Revista Ciências Sociais Hoje, Anpocs, 1984, p. 223-244.
GREIMAS, Algirdas Julien. Sobre o Sentido II: ensaios semióticos. Trad. Dilson Ferreira da Cruz. 1 ed. São Paulo: Nankin : Edusp, 2014 [1983].
GREIMAS, Algirdas Julien. Semiótica e ciências sociais. São Paulo: Cultrix, 1981 [1976].
GREIMAS, Algirdas Julien.; COURTÉS, Joseph. Dicionário de Semiótica. Trad. Alceu Dias Lima et al. São Paulo: Cultrix, 1983 [1979].
HJELMSLEV, Louis. Prolegômenos a uma Teoria da Linguagem. Trad. J. Teixeira Coelho Netto. São Paulo: Perspectiva, 2013 [1943].
LANDOWSKI, Eric. A sociedade refletida: ensaios sociossemióticos. São Paulo: EDUC/Pontes, 1992 [1989].
LÉVI-STRAUSS, Claude. Tristes trópicos. Trad. Rosa Freire D’Aguiar. São Paulo: Companhia das Letras, 2016 [1955].
LOPES, Ivã Carlos; HERNANDES, Nilton (org.). Semiótica: objetos e práticas. São Paulo: Contexto, 2005.
LOPES, Ivã Carlos; SOUZA, Paula Martins de (org.). Estudos semióticos do plano da expressão. São Paulo:
FFLCH-USP, 2018. E-book disponível em: http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/314.
MOREIRA, Fernando ; CARVALHO, Pedro Henrique Varoni de. Diversidade e equidade na governança editorial do jornalismo: a inclusão como credibilidade. Revista Observatório , v. 6, n. 5, p. a5en, 31 ago. 2020. Disponível em: https://doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2020v6n5a5en Acesso em: 12 fev. 2021.
MOURA E SOUZA, Marcos de. Brumadinho vive entre a dor do luto e a satisfação do consumo. Valor Econômico [on-line], Belo Horizonte, 30 set. 2019. Brasil. Disponível em:< https://valor.globo.com/brasil/noticia/2019/09/30/brumadinho-vive-entre…-
consumo.ghtml?fbclid=IwAR1nlUMD8LZkvQrtO2T5WhBwiUQmMnff8T4CV1EA9zAuPPMEvgnmxkb1flA > Acesso em: 07 fev. 2021.
PIETROFORTE, Antônio Vicente Seraphim Análise do texto visual - a construção da imagem. São Paulo: Contexto, 2007
PIETROFORTE, Antônio Vicente Seraphim; GÊ, Luiz Análise textual da História em Quadrinhos - uma abordagem semiótica da obra de Luiz Gê. São Paulo: Annablume, 2009
PORTELA, Jean Cristtus; SCHWARTZMANN, Matheus Nogueira. A noção de gênero em semiótica. In: PORTELA, Jean Cristtus; BEIVIDAS, Waldir; LOPES, Ivã Carlos; SCHWARTZMANN, Matheus Nogueira (Org.). Semiótica: Identidades e diálogos. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012. p. 69-98.
QUIJANO, Aníbal. Notas sobre o conceito de marginalidade social In: PEREIRA, Luiz (Org.). Populações marginais. São Paulo: Duas Cidades, 1978.
RASTIER, François. Linguística e ciência da literatura. Estudos Semióticos, vol. 16, n. 2 (2020), 1-12. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/174819 .
SARAIVA, José Américo Bezerra; LEITE, Ricardo Lopes. Exercícios de semiótica discursiva. Fortaleza: Imprensa Universitária UFC, 2017. Disponível em: http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/24993/1/2017_liv_jabsaraiva.p… .
SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de linguística geral. Trad. de Antônio Chelini; José Paulo Paes e Izidoro
Blikstein. 27ª Ed. São Paulo: Cultrix, 2006. Cours de linguistique générale. Charles Bally e Albert Sechehaye
(orgs.), com a colaboração de Albert Riedlinger, [1916].
SCHREIBER, Mariana. Tragédia em Brumadinho: quase três anos após desastre de Mariana, Vale ofereceu R$ 30 mi em bônus recorde a seis diretores executivos. BBC Brasil [on-line] 01 fev. 2019. Disponível em: <
https://www.bbc.com/portuguese/brasil-47095802 > Acesso em: 10 jan. 2021.
SPIVAK, Gayatri. Pode o subalterno falar? Trad. Regina Goulart Almeida et al. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010 [1985]

Programa

1. Programa Resumido

O programa de todos os módulos está organizado conforme os capítulos do livro didático
Čeština Expres 1 (A1/1) e Čeština Expres 2 (A1/2) distribuidos da seguinte maneira:

Módulo I Estudo dos capítulos 1 a 3 de Čeština Expres 1
Módulo II Estudo dos capítulos 4 a 7 de Čeština Expres 1
Módulo III Estudo dos capítulos 8 a 10 de Čeština Expres 2
Módulo IV Estudo dos capítulos 11 a 14 de Čeština Expres 2

2. Bibliografia Complementar

HOLÁ, Lída a Pavla BOŘILOVÁ. Čeština expres 1: [úroveň] A1/1 : [anglická verze]. 2.,
opr. vyd. Praha: Akropolis, 2011. ISBN 978-80-87481-22-6.
Disponível para compra em:
https://issuu.com/akropolis/docs/cestina_expres_1_aj_issuu_1
HOLÁ, Lída a Pavla BOŘILOVÁ. Čeština expres 2: [úroveň] A1/2 : [anglická verze].
Praha: Akropolis, 2011. ISBN 978-80-87481-26-4.
Disponível para compra em:
https://issuu.com/akropolis/docs/cestina_expres_1_aj_issuu_1
REMEDIOSOVÁ, Helena a Elga ČECHOVÁ. Chcete mluvit česky? Liberec: Harry Putz,
2009. ISBN 978-80-86727-19-6.
REMEDIOSOVÁ, Helena a Elga ČECHOVÁ. Chcete mluvit česky? Liberec: Harry Putz,
2009. ISBN 80-86727-08-4.
Portugalština: slovníček. V Brně: Lingea, 2015. Nejen pro začátečníky. ISBN 978-80-
7508-084-4

Programa

Aula 1 – O primeiro Bildungsroman: a formação feminina no Wilhelm Meister de Goethe
ALBUQUERQUE, J.  Meine Schwester Natalie ist hiervon ein lebhaftes Beispiel: Bildung and Gender in Goethe’s Wilhelm Meisters Lehrjahre, in: Anti/Idealism: Re-Interpreting a German Discourse, pp. 27-48. Berlim: De Gruyter, 2019;
AURAS, N. O feminino como horizonte formativo: aproximações entre Grande Sertão: Veredas e Os anos de aprendizado de Wilhelm Meister. Primeiros Escritos, v. 1, pp. 68-78, 2022;
GOETHE, J.W.V. Os anos de aprendizado de Wilhelm Meister. São Paulo: Editora 34, 2006;
______________ Wilhelm Meisters Theatralische Sendung. Hamburg: Fischer Bücherei, 1960;
HEGEL, G.W.F. Cursos de Estética, vols. 1-4. São Paulo: Edusp, 2015
____________ Escritos pedagógicos. Trad. Arsenio Ginzo. Madrid: Fondo de Cultura Económica, 1991;
____________ Linhas Fundamentais da Filosofia do Direito. Trad. Paulo Meneses. São Leopoldo: Unisinos, 2010;
HIRSCH, M.; ABEL, E.; LANGLAND, E. (Org.) The Voyage In: Fictions of Female Development. Hanover and London, 1983;
HUMBOLDT, W.V. Humboldt: linguagem, literatura, Bildung. HEIDERMANN, W.; WEININGER, M.J. (Org.) Florianópolis: UFSC, 2006;
LUKACS, G. Posfácio (“Goethe und seine Zeit”), in: Os anos de aprendizado de Wilhelm Meister. São Paulo: Editora 34, 2006;
MAAS, W.P.M.D. O Cânone Mínimo: o Bildungsroman na história da literatura. São Paulo: Unesp, 1999;
MAZZARI, M.; MARKS, C. (Org.) Romance de formação: caminhos e descaminhos do heroi. São Paulo: Ateliê Editorial, 2020;
NORDENBO, S.E. “Bildung and the thinking of Bildung”. The Journal of Philosophy of Education of Great Britain, 2002, vol. 36.

Aula 2 – Elizabeth Bennet, sucessora de Wilhelm Meister: iluminismo e formação feminina em Jane Austen
AUSTEN, J. Emma. Hertfordshire: Wordsworth, 2007;
_________ Pride and Prejudice. Londres: Penguin, 2006;
_________ Sense and Sensibility. Londres: Penguin, 2008;
ARMONSTRONG, N. Desire and Domestic Fiction: A Political History of the Novel. Nova Iorque: Oxford University Press, 1897;
COPELAND, E.; MCMASTER, J. (Org.) The Cambridge Companion to Jane Austen. Cambridge University Press, 1997;
HUME, D. Essays and Treatises on Several Subjects. Edinsburgh: James Clarke, 1809;
________ Political Essays. Cambridge: Cambridge Texts in the History of Political Thought, 1994;
KNOX-SHAW, P. Jane Austen and the Enlightenment. Cambridge: Cambridge University Press, 2009;
LOCKE, J. Some Thoughts Concerning Education. Londres: J. and R. Tonson, 1779;
MOONEYHAM, L.G. Romance, language and education in Jane Austen’s novels. Londres: The Macmillan Press, 1988;
MORETTI, F. The way of the world: the Bildungsroman. Londres: Verso, 1987;
SMITH, A. The Theory of Moral Sentiments. Indianapolis: Liberty Fund, 1982.

Aula 3 – Formação e deformação feminina: Jane Eyre e O Morro dos Ventos Uivantes
BRONTË, C. Jane Eyre. Londres: Penguin, 2006;
BRONTË, E. Wuthering Heights. Nova Iorque: Barnes & Noble Classics, 2004;
ARMONSTRONG, N. Desire and Domestic Fiction: A Political History of the Novel. Nova Iorque: Oxford University Press, 1897;
GOETHE, J.W.V. Os anos de aprendizado de Wilhelm Meister. São Paulo: Editora 34, 2006;
HIRSCH, M.; ABEL, E.; LANGLAND, E. (Org.) The Voyage In: Fictions of Female Development. Hanover and London, 1983;
MORETTI, F. The way of the world: the Bildungsroman. Londres: Verso, 1987;
MORITZ, K.P. Anton Reiser. São Paulo: Carambaia, 2019;
SHOWALTER, E. A literature of their own: British Women Novelists from Brontë to Lessing. New Jersey: Princeton University Press, 1977;
THORMALEN, M. The Brontës and Education. Cambridge: Cambridge University Press, 2007.

Aula 4 – A formação da mulher moderna: Virginia Woolf e Clarice Lispector
WOOLF, V. A room of one’s own. Londres: Penguin, 2004;
_________ Modern Fiction. In: MCNEILLE, A. (Org.) The Essays of Virginia Woolf. Volume 4: 1925 to 1928. Londres: The Hogarth Press, 1984;
_________ Mrs. Dalloway. In: Selected Works of Virginia Woolf. Hertfordshire: Wordsworth, 2007;
_________ Orlando. In: Selected Works of Virginia Woolf. Hertfordshire: Wordsworth, 2007;
_________ O valor do riso e outros ensaios. São Paulo: Cosac & Naify, 2014;
_________ Profissões para mulheres e outros artigos feministas. Porto Alegre: L&PM, 2012;
LISPECTOR, C. Perto do Coração Selvagem. Rio de Janeiro: Rocco, 1998;
____________ Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres. Rio de Janeiro: Rocco, 1998;
HIRSCH, M.; ABEL, E.; LANGLAND, E. (Org.) The Voyage In: Fictions of Female Development. Hanover and London, 1983;
JOANNOU, M. The Female Bildungsroman in the Twentieth Century. In: GRAHAM, S. (Org.) A History of the Bildungsroman. Cambridge: Cambridge University Press, 2018;
NUNES, B. O drama da linguagem: uma leitura de Clarice Lispector. São Paulo: Ática, 1995;
PARK, S.S. Suffrage and Virginia Woolf: ‘The Mass behind the Single Voice’. The Review of English Studies, New Series, vol. 56, no. 223 (Fev. 2005), pp. 119-134.
MAZZARI, M.; MARKS, C. (Org.) Romance de formação: caminhos e descaminhos do heroi. São Paulo: Ateliê Editorial, 2020.

Programa

1. A Recepção Clássica: proposições de Charles Martindale e desdobramentos

2. A Recepção Clássica no Brasil: outras teorias para pensar a recepção clássica

3. A recepção de Xenofonte na historiografia nacional do século XIX: a concepção de uma identidade nacional (Francisco Adolpho de Varnhagen, coletâneas biográficas de personagens brasileiros ilustres, Visconde de Taunay);

4. A recepção de Xenofonte por Machado de Assis: da monarquia à república (em Esaú e Jacó).

Bibliografia

BRANDÃO, J. “A Grécia de Machado de Assis”. Kléos, n. 6, 2001/2002, p.125-144.
FOWLER, D. “Nos ombros de gigantes: intertextualidade e estudos clássicos”. In: PRATA, P., VASCONCELLOS, P. S. de. (orgs.). Sobre Intertextualidade na Literatura Latina. São Paulo: Editora Unifesp, 2020 [1997], p. 93-118.
HARDWICK, L. Reception Studies. Greece and Rome New Surveys in the Classics 33, Oxford: Oxford University Press, 2003.
MARTINDALE, C. Redeeming the Text: Latin Poetry and the Hermeneutics of Reception. Cambridge: Cambridge University Press, 1993.
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ROOD, T. The Sea! The Sea! The Shout of the Ten Thousand in the Modern Imagination. London: Duckworth, 2004.
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SCHWARZ, R. “Leituras em Competição”. Novos Estudos Cebrap, 2006, p. 61-79.
STEPHENS, S. A., VAZUNIA, P. (eds.). Classics and National Cultures. Oxford: Oxford University Press, 2010.

Programa

Aula 1: Estrutura da Instituição Oratória: autor, temas retóricos, circunstâncias de redação, fortuna histórica.

Aula 2: O que é a Retórica? (livros II e III)

Aula 3: A formação do Artífice, ou do Orador (livros I, II, X e XII.)

Aula 4: Panorama da teoria sobre a Obra: “Invenção” e “Elocução” (livros IV a XI).

Bibliografia


Principal:
QUINTILIANO. Instituição Oratória. 4 tomos. Trad. Bruno Fregni Bassetto. Campinas: Unicamp, 2015.

Secundária:
ARISTÓTELES: Art of Rhetoric. Translated by J. H. Freese. Loeb Classical Library 193. Cambridge, MA: Harvard University Press, 1926.
ARISTÓTELES: Retórica. Barcelona: Gredos. Versão Digital, 2018.        
BARTHES, R: “A Antiga Retórica”. In: A Aventura Semiológica. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
CICERO: “De Partitione Oratoria”, in: Cicero: On the Orator: Book 3. On Fate. Stoic Paradoxes. Divisions of Oratory. Translated by H. Rackham. Loeb Classical Library 349. Cambridge, MA: Harvard University Press, 1942.         
FIORIN, J. L. (2007). “Semiótica e retórica”. Gragoatá, 12(23). Recuperado de https://periodicos.uff.br/gragoata/article/view/33175
GENETTE, G: “A Retórica Restrita”, in: Figuras III. Estação Liberdade, 2017.
HANSEN, J. A. (2013). “INSTITUIÇÃO RETÓRICA, TÉCNICA RETÓRICA, DISCURSO.” Matraga - Revista Do Programa De Pós-Graduação Em Letras Da UERJ, 20(33). Recuperado de https://www.e-publicacoes.uerj.br/matraga/article/view/19759
LAUSBERG, H.: Elementos de retórica literária. Trad., pref. e adit. de R. M. Rosado. 5ª. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2004.
PSEUDO-CÍCERO. Rhétorique à Herennius. Paris: Les Belles Lettres, 1989.
ROSÁRIO, C. R. “A formulação do éthos na retórica antiga”. Rónai – Revista de Estudos Clássicos e Tradutórios, [S. l.], v. 1, n. 1, p. 60–72, 2023. Disponível em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/ronai/article/view/23058 .
TODOROV, T.: Teorias do Símbolo. São Paulo: Editora da UNESP, 2014.
VICKERS, B.: In Defence of Rhetoric. Oxford: Clarendon Press, 1988.