Programa

1. As línguas indoeuropeias e as línguas indoarianas. O devanágari, um abugida.
2. O sânscrito.
3. O híndi.
4. O nepalês e o pandjábi.
5. O guzerate e o marata.
6. O bangla (bengalês). Retomada panorâmica.

BIBLIOGRAFIA:

Aprigliano, Adriano (2020). Manual para o estudo da escrita devanāgarī. (Material de aula).
Bhatia, Tej (1993). Punjabi: A Cognitive-Descriptive Grammar. Routledge.
Cardona, George; Jain, Dhanesh (2003). The Indo-Aryan Languages. Routledge.
Chandralal, Dileep. (2010). Sinhala. (London Oriental and African language library, v. 15). Amsterdam: John Benjamins.
Clackson, James (2007). Indo-European Linguistics: An Introduction. Cambridge: Cambridge University Press.
Doctor, Raimond (2004). A Grammar of Gujarati. LINCOM Europa.
Kachru, Yamuna (2006). Hindi (London Oriental and African language library, v. 12). Amsterdam: John Benjamins.
Lambert, H. M.; Cantab, M.A. (1953). Introduction to the Devanagari Script for Students of Sanskrit, Hindi, Marathi, Gujarati and Bengali. Oxford: Oxford University Press.
Mallory, J.P. (1989). In Search of the Indo-Europeans. Language, Archaeology and Myth. Thames & Hudson Ltd.
Masica, Colin P. (1991). The Indo-Aryan Languages. Cambridge: Cambridge University Press.
Mawet, F. (2012). Grammaire Sanscrite à l’Usage des Étudiants Hellénistes et Latinistes. Leuven: Peeters.
Ramat, Anna Giacalone; Ramat, Paolo (1998). The Indo-European Languages. Londres: Routledge.
Ramesh Vaman Dhongde, Kashi Wali (2009). Marathi. (London Oriental and African language library, v. 13). Amsterdam: John Benjamins.
Rogers, G.G. (1991). Colloquial Nepali. Nova Délhi: Asian Educational Services.
Ruppel, A. M. (2017). The Cambridge Introduction to Sanskrit. Cambridge: Cambridge University Press.
Thompson, Hanne-Ruth (2012). Bengali. (London Oriental and African language library, v. 18). Amsterdam: John Benjamins.

Programa

Aula 1: 02.setembro: Conceitos gerais sobre o gênero literário conto de fadas literário e história e exemplos das ilustrações de contos de fadas
Aula 2: 09 setembro: Contos de fadas populares, literários e artísticos e contos de fadas contemporâneos e contemporanizados
Aula 3: 16 setembro: Tipos de intertextualidade, metaficcção e apresentação de obras exemplares

BIBLIOGRAFIA:


ABREU, A. O texto potencial no sistema ecológico do livro ilustrado infantil: palavra-imagem-design. Dissertação (Mestrado em Literatura e Crítica Literária). São Paulo: PUC-SP, 2013.
ANKER, M. et al. Grimms Märchenwelten im Bilderbuch. Beiträge zur Entwicklung des Märchenbilderbuches seit Mitte des 20. Jarhhunderts. Frankfurt: Schneider, 2015.
ANSTEY, M. “It’s not all black and white”: Postmodern picture books and new literacies. Journal of Adolescent & Adult Literacy, 45(6), 2002, p. 444-458.
BADER, B. American picturebooks from Noah's Ark to The beast within. Nova York: Macmillan Publishing Company, 1976.
BACCHILEGA, C. Postmodern fairy tales: gender and narrative strategies. Philadelphia: University of Pennsylvania Press, 1997.
BECKETT, S. Recycling Red Riding Hood. Nova Iorque/Londres: Routledge, 2002.
BERNHEIMER, K. Fairy tale as form, form as fairy tale. In: ALLISON, D.; BENDER, A.; BERNHEIMER, K.; SHEPARD, J. (Orgs.). The writer’s notebook: Craft essays from tin house. Tin House Books, 2009, p. 61-73.
BÖHN, A. Metafiktionalität, Erinnerung und Medialität in Romanen von Michael Kleeberg, Thomas Lehr und Wolf Haas. In: BAREIS, J. A.; GRUB, F. T. Metafiktion; Analysen zur deutschsprachigen Gegenwartsliteratur. Berlin: Kadmos, 2010. p. 11-33.
COELHO, N. N. O conto de fadas: símbolos, mitos, arquétipos. São Paulo: DCL, 2003.
DARNTON, R. O grande massacre dos gatos. São Paulo: Graal, 1986.
DONDIS, D. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
GARCIA, A. O livro ilustrado de conto de fadas: história, teoria e análise da tradição à contemporaneidade. Curitiba: Appris, 2020.
GENETTE, G. Palimpseste: Die Literatur auf zweiter Stufe. Frankfurt: Suhrkamp, 1993.
HUNT, P. Crítica, teoria e literatura infantil. São Paulo: Cosac Naify, 2010.
JOLLES, A. Formas simples. São Paulo: Cultrix, 1976.
JOOSEN, V. Picturebooks as adaptations of fairy tales. In: KÜMMERLING-MEIBAUER, B. (Org.). The Routledge companion to picturebooks. Londres/Nova York: Routledge, 2018, p. 473-484.
KIEFER, B. The potential of picturebooks: from visual literacy to aesthetic understanding. New Jersey: Prentice-Hall, 1995.
KÜMMERLING-MEIBAUER, B. Die Kunstmärchen von Hofmannsthal, Musil und Döblin. Colônia/Weimar/Viena: Böhlau, 1991.
LEWIS, D. Reading contemporary picturebooks: picturing text. Oxon: Routledge, 2001.
LÜTHI, M. The european folktale: form and nature. Filadélfia: Institute for the Study of Human Issues, 1982.
MASTROBERTI, P. Adaptação, versão ou recriação? Mediações da leitura literária para crianças e jovens. Revista Semioses, V. 1, n.8, fev. 2011, p. 104-112.
MOREIRA, M. E. Cânone e cânones: um plural singular. Língua e Literatura: Limites e Fronteiras, Rio Grande do Sul, v. 26, p. 89-94, 2003.
NAVAS, D. Metaficção e a formação do jovem leitor na literatura infantil e juvenil contemporânea. Linguagem – Estudos e Pesquisas. V. 19, n. 1, p. 83-95, jan./jun. 2015
NEUHAUS, S. Märchen. 2ª edição. Tübingen: A. Francke, 2017.
NIKOLAJEVA, M. Illustration. In: HAASE, D. (Org.). The Greenwood encyclopedia of folktales and fairy tales, vol. 2. Westport: Greenwood Press, 2007, p. 468-478.
NIKOLAJEVA, M.; SCOTT, C. Livro ilustrado: palavras e imagens. São Paulo: Cosac & Naify, 2011.
NÜNNING (Org.). Metzler-Lektion Literatur- und Kulturtheorie: Ansätze – Personen – Grundbegriffe. Stuttgart: Metzler, 2004.
PROPP, V. Morfologia do conto maravilhoso. 2ª edição, 1ª reimpressão. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2010.
RITZ, H. Die Geschichte vom Rotkäppchen: Ursprünge, Analyse, Parodien eines Märchens. Göttingen: Muriverlag, 1983.
RUMPF, M. Rotkäppchen: eine vergleichende Märchenforschung. Frankfurt: Peter Lang, 1989.
SANTAELLA, L.; NÖTH, W. Imagem: cognição, semiótica, mídia. São Paulo: Iluminuras, 2011.
SPERBER, S. F. A lenda da flor azul, o mito e o conto de fadas. In: VOLOBUEF, K. (Org.). Mito e magia. São Paulo: Editora UNESP, 2011, p. 09-23.
STOKER, P. Theorie der intertextuellen Lektüre; Modelle und Fallstudie. Paderborn: Ferdinand Schörningh, 1998.
TATAR, M. Chapeuzinho Vermelho. In: ______ (Ed.). Contos de fadas: edição comentada e ilustrada. 2ª edição. São Paulo: Zahar, 2013, p. 33-35.
UTHER, H. Handbuch zu den “Kinder- und Hausmärchen” der Brüder Grimm: Entstehung, Wirkung, Interpretation. 2ª edição. Berlim/Boston: De Gruyter, 2013.
VAN DER LINDEN, S. Para ler o livro ilustrado. São Paulo: Cosac Naify, 2011.
WAUGH, P. Metafiction; the theory and the practice of self-conscious fiction. Londres: Meuthen & C., 1985.
WOLF, W. Metafiktion; Formen und funktionen eines Merkmals postmodernistischen Erzählens. Eine Einführung und ein Beispiel: John Barth, “Life Story”. Literatur in Wissenschaft und Unterricht, 30, p. 31-49, 1997.
ZIPES, J. The trials and tribulations of Little Red Riding Hood. Nova York: Routledge, 1993.

Programa

Aula 1 – A construção social operada pelo cinema
Bibliografia:
MENEZES, Paulo. (2017), “Sociologia e Cinema: aproximações teórico-metodológicas”. Teoria e Cultura, 12, 2: 17-36.
SORLIN, Pierre. (1985), Sociologia del cine: la apertura para la história de mañana. Mexico, Fondo de Cultura Económica.

Aula 2 – O neoliberalismo como política econômica
Bibliografia:
HARVEY, David. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. São Paulo: Ed. Loyola, 1998.
STANDING, Guy. O precariado - a nova classe perigosa. São Paulo: Autêntica, 2013.

Aula 3 – O neoliberalismo como modo de subjetivação
Bibliografia:
FOUCAULT, Michel. Nascimento da biopolítica: curso dado no Collège de France (1978-1979). São Paulo: Martins Fontes, 2008.
FOUCAULT, Michel. Do governo dos vivos: Curso no Collège de France, 1979-1980. São Paulo:Centro de Cultura Social; Rio de Janeiro: Achiamé, 2011.
DARDOT, Pierre; LAVAL, Christian, A nova razão do mundo, ensaio sobre a sociedade neoliberal. Tradução de Mariana Echalar. São Paulo, Editora Boitempo, 2016.
HAN, Byung-Chul. Sociedade do cansaço. (2017), Tradução de Enio Giachini. 2a edição, Petrópolis, Vozes.

Aula 4 -Neoliberalismo, gênero e sexualidade
BROWN, Wendy. Nas ruínas do neoliberalismo: a ascensão da política antidemocrática no ocidente. São Paulo: Editora Filosófica Politéia, 2019. Capítulo 5.
COOPER, Melinda. Family values: between neoliberalism and the new social conservatism. New York: Zone Books, 2017.

Programa

Aula 1: Fundamentos do posicionamento por satélites.

Aula 2: Aplicações do GNSS. Georreferenciamento, Agricultura de Precisão e Mapeamento multifinalitário.

Bibliografia

MONICO, João F. Galera. Posicionamento pelo GNSS. Descrição, fundamentos e aplicações. 2ª edição. São Paulo-SP: Editora UNESP, 2008.
GONÇALVES, José Alberto, MADEIRA, Sérgio e SOUZA, J. João. Topografia – Conceitos e Aplicações. Lisboa: LIDEL, 2012.
SALVADOR DE OLIVEIRA. 7 Crônicas para quem gosta de medir. São Paulo-SP: Editora Nojosa, 2024.

Programa

Aula 1 (6/02/2025):
60 anos do golpe de 1964
Democracia e Direitos Humanos na transição

Aula 2 (13/02/2025):
Justiça de Transição e Responsabilização
Autoritarismo Socialmente Implantado

Aula 3 (20/02/2025):
Bancadas da bala: a inserção de policiais na política
Populismo Penal e Discursos autoritários
 

Aula 4 (27/02/2025):
Uma nova onda autoritária?

Bibliografia de referência:

Aldana, Raquel. (2006) A Victim-Centered Reflection on Truth Commissions and Prosecutions as a Response to Mass Atrocities, Journal of Human Rights, 5:1, 107-126, DOI: 10.1080/14754830500485916

Berlatto, F., Codato, A., & Bolognesi, B.. (2016). Da polícia à política: explicando o perfil dos candidatos das Forças Repressivas de Estado à Câmara dos Deputados. Revista Brasileira De Ciência Política, (21), 77–120.

D'araujo, Maria Celina e CASTRO, Celso. Democracia e Forças Armadas no Cone Sul /Organizadores. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2000.

Do Rio Caldeira, Teresa Pires. Direitos humanos ou “privilégios de bandidos”. Novos estudos CEBRAP, v. 30, p. 162-174, 1991.
Huntington, Samuel P. A terceira onda: a democratização no final do século XX, 1994.

Mezarobba, Glenda. De que se fala, quando se diz “Justiça de Transição? ”. Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais, v. 67, p. 111-122, 2009.

Novello, Roberta Heleno e ALVAREZ, Marcos César. Da ‘bancada da segurança’ à ‘bancada da bala’: Deputados-policiais no legislativo paulista e discursos sobre segurança pública. Dilemas, Rev. Estud. Conflito Controle Soc. – Rio de Janeiro – Vol. 15 – no 1 – JAN-ABR 2022 – pp. 81-101

Pinheiro, Paulo Sérgio. Autoritarismo e transição. Revista usp, n. 9, p. 45-56, 1991.

Vaquer, Jordi. Nacional-populismo no poder: uma terceira onda autoritária varre o mundo. Disponível em: https://www.opendemocracy.net/pt/nacional-populismo-poder-terceira-onda…

Programa

12 de abril de 2021 - segunda-feira
Aula 1 - Apresentação do curso / Mesoamérica e seus sistemas de escritura
Professora: Ana Cristina de Vasconcelos Lima
Conteúdo: Na primeira aula serão abordadas algumas características introdutórias sobre a macrorregião conhecida como Mesoamérica, bem como o contexto histórico das sociedades nahuas do período pós-clássico mesoamericano.

14 de abril de 2021 - quarta-feira
Aula 2 - Fontes pré-hispânicas mesoamericanas
Professora: Ana Cristina de Vasconcelos Lima
Conteúdo: Esta aula tem como objetivo apresentar algumas fontes pré-hispânicas mesoamericanas, assim como seus conteúdos e pressupostos de leitura, que servirão de base para entender o contexto histórico da língua nahuatl transcrita no período colonial. 
Texto de apoio: SANTOS, Eduardo Natalino dos. “Mesoamérica: história, pensamento e escrita”. In: Deuses do México indígena. Estudo comparativo entre narrativas espanholas e nativas. São Paulo: Editora Palas Athena, 2000, p. 36-104.

19 de abril de 2021 - segunda-feira
Aula 3 - Características gerais do nahuatl
Professora: Tonne de Andrade
Conteúdo: Nesta aula trataremos das principais características relacionadas à língua nahuatl, tais como: vogais, consoantes, aglutinantes, polissínteses, metáforas e modificações ortográficas do nahuatl nas fontes coloniais.
Texto de apoio: SULLIVAN, Thelma D. Compendio de la gramática náhuatl. Prefácio Miguel León Portilla. 2a.
edição. México: IIH – UNAM, 1998 (Serie Cultura Náhuatl – Monografías, 18), pp. 15-28. Disponível para consulta na internet em: https://www.historicas.unam.mx/publicaciones/publicadigital/libros/gram…

26 de abril de 2021 - segunda-feira
Aula 4 - Estruturas políticas e econômicas mexicas
Professora: Tonne de Andrade
Conteúdo: Abordaremos, nesta aula, os principais aspectos do sistema econômico mexica e das superestruturas políticas por eles adotadas para coletar tributos de várias províncias. Essa aula dará a dimensão econômica à qual a língua nahuatl também estava intimamente relacionada.
Texto de apoio: ZANTWIJK, Rudolf van. “El concepto del ‘Imperio Azteca’ en las fuentes históricas indígenas”.
Estudios de Cultura Náhuatl, 20. 1990. pp. 201 - 211. Disponível para consulta na internet em: http://www.historicas.unam.mx/publicaciones/revistas/nahuatl/pdf/ecn20/…

28 de abril de 2021 - quarta-feira
Aula 5 - Substantivos e gentílicos na língua nahuatl
Professor: Eduardo Henrique Gorobets Martins
Conteúdo: Nesta aula abordaremos brevemente duas classes de palavras do nahuatl, os substantivos e os gentílicos, exemplificando como as palavras são compostas e como podemos identificá-las nos textos.
Texto de apoio: SULLIVAN, Thelma D. Compendio de la gramática náhuatl. Prefácio Miguel León Portilla. 2a.
edição. México: IIH – UNAM, 1998 (Serie Cultura Náhuatl – Monografías, 18), pp. 29-44 e 175-178. Disponível para consulta na internet em: https://www.historicas.unam.mx/publicaciones/publicadigital/libros/gram…

03 de maio de 2021 - segunda-feira
Aula 6 - Fontes nahuas coloniais
Professora: Carla de Jesus Carbone
Conteúdo: Esta aula abordará os textos produzidos sobre e em nahuatl durante o período colonial, tais como as artes de la lengua (gramáticas) e vocabularios (dicionários), histórias de missionários e civis, catecismos, códices indígenas, testemunhos judiciais; também apresentaremos repositórios on-line das fontes.
Texto de apoio: MOLINA, Alonso de. Vocabulario en lengua castellana y mexicana y mexicana y castellana. Estudo preliminar Miguel León Portilla. 4a. edição. México: Editorial Porrúa, 2001 (Biblioteca Porrúa no. 44). Disponível para consulta na internet em: https://archive.org/details/vocabularioenlen00moli/page/n4

05 de maio de 2021 - quarta-feira
Aula 7 - Aspectos gerais sobre a cosmologia nahua
Professora: Carla de Jesus Carbone
Conteúdo: Nesta aula trataremos de como os nahuas entendiam o mundo, relacionando sua perspectiva com
alguns aspectos da língua nahuatl bem como com a concepção e escrita de histórias.
Texto de apoio: NAVARRETE LINARES, Federico. “Las fuentes indígenas más allá de la dicotomía entre historia y mito” in: Estudios de Cultura Náhuatl, vol. 30. México: IIH-UNAM, 1999. Disponível para consulta na internet em: http://www.revistas.unam.mx/index.php/ecn/article/view/9217/8595

10 de maio de 2021 - segunda-feira
Aula 8 - Os números em nahuatl e uma aproximação ao calendário mexica
Professor: Eduardo Henrique Gorobets Martins
Conteúdo: A última aula tratará do sistema numérico na língua nahuatl e de uma aproximação às principais
características do calendário mexica.
Texto de apoio: SANTOS, Eduardo Natalino dos. Tempo, espaço e passado na Mesoamérica: o calendário, a
cosmografia e a cosmogonia nos códices e textos nahuas. São Paulo, Brasil, Ed. Alameda, 2009, pp. 125-142. Disponível para consulta na internet em espanhol: http://www.historicas.unam.mx/publicaciones/publicadigital/libros/tiemp…


Referências Bibliográficas

NAVARRETE LINARES, Federico. “Las fuentes indígenas más allá de la dicotomía entre historia y mito” in: Estudios de Cultura Náhuatl, vol. 30. México: IIH-UNAM, 1999. Disponível para consulta na internet em: http://www.revistas.unam.mx/index.php/ecn/article/view/9217/8595
MOLINA, Alonso de. Vocabulario en lengua castellana y mexicana y mexicana y castellana. Estudo preliminar
Miguel León Portilla. 4a. edição. México: Editorial Porrúa, 2001 (Biblioteca Porrúa no. 44). Disponível para consulta na internet em: https://archive.org/details/vocabularioenlen00moli/page/n4
SANTOS, Eduardo Natalino dos. Deuses do México indígena. Estudo comparativo entre narrativas espanholas e nativas. São Paulo: Editora Palas Athena, 2000.
SANTOS, Eduardo Natalino dos. Tempo, espaço e passado na Mesoamérica: o calendário, a cosmografia e a
cosmogonia nos códices e textos nahuas. São Paulo, Brasil, Ed. Alameda, 2009, pp. 125-142.  Disponível para consulta na internet em espanhol: http://www.historicas.unam.mx/publicaciones/publicadigital/libros/tiemp…
SIMÉON, Remi. Diccionario de la lengua náhuatl o mexicana - redactado según los documentos impresos y manuscritos más auténticos y precedido de una introducción. Tradução de Josefina Oliva Coll. 14a. edição. México e Madrid: Siglo Veintiuno Editores, 1997 (Colección América Nuestra, nº. 1).
SULLIVAN, Thelma D. Compendio de la gramática náhuatl. Prefácio Miguel León Portilla. 2a. edição. México: IIH – UNAM, 1998 (Serie Cultura Náhuatl – Monografías, 18), pp. 15-28. Disponível para consulta na internet em: https://www.historicas.unam.mx/publicaciones/publicadigital/libros/gram…
ZANTWIJK, Rudolf van. “El concepto del ‘Imperio Azteca’ en las fuentes históricas indígenas”. Estudios de Cultura Náhuatl, 20. 1990. pp. 201 - 211. Disponível para consulta na internet em: http://www.historicas.unam.mx/publicaciones/revistas/nahuatl/pdf/ecn20/…

Programa

Aula 01 - Definições, os clássicos e a Nova Onda
Nessa primeira aula, serão trabalhados os conceitos iniciais para a definição de ficção científica como gênero, bem como um panorama histórico sobre a evolução do gênero desde o século XIX a meados do século XX. A partir
dessa conceituação, serão analisadas, na continuidade do curso, diversas obras do gênero, sempre com foco nos debates políticos, sociais e culturais que elas incitam acerca do desenvolvimento da ciência e da tecnologia. Não é necessária a leitura prévia das obras para o acompanhamento do curso. Serão, assim, apresentadas e debatidas algumas obras clássicas do gênero, como “Frankenstein” (1818/1931), de Mary Shelley e “A máquina do tempo” (1895), de H.G. Wells. Além disso, serão também comentadas obras da chamada Nova Onda da Ficção Científica, que começa a se desenvolver a partir da Segunda Guerra Mundial. Entre as obras trabalhadas estarão os romances “Solaris” (1961), de Stanislaw Lem, “Duna” (1965), de Frank Herbert e “A Mão Esquerda da Escuridão” (1969), de Ursula K. Le Guin.

Aula 02 - Transformações na Ficção Científica
Nessa segunda e última aula, trataremos de novas tendências do gênero da ficção científica, como o Cyberpunk e o Afrofuturismo, e aprofundaremos o debate sobre as definições do gênero, levando em conta seus desenvolvimentos mais atuais. Serão apresentadas e debatidas obras de fins do século XX e do século XXI, entre as quais os romances “Neuromancer” (1984), de William Gibson, “Parábola do Semeador” (1993), de Octavia Butler, a coletânea de novelas “Radicalized” (2019), de Cory Doctorow e o conto “Tudo o que transporta o ar”, de Pétala e Isa Souza (2021).

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICAS

OBRAS LITERÁRIAS

AULA 01
ASIMOV, Isaac. O Cair da Noite. In: ASIMOV, Isaac. O Cair da Noite. São Paulo: Hemus, 1981.
DICK, Phillip K. Autofab. In: DICK, Phillip. Sonhos elétricos. São Paulo.Aleph, 2018.
HEINLEIN, Robert. The roads must roll. In: SILVERBERG, Robert. The Science Fiction Hall of Fame: v. 1, 1929-1964.
HERBERT, Frank. Duna. São Paulo: Aleph, 2021.
HUXLEY, Aldous. Admirável mundo novo. Rio de Janeiro: Globo, 2010
LE GUIN, Ursula K. A mão esquerda da escuridão. São Paulo: Aleph, 2014.
LEM, Stanislaw. Solaris. Editora Aleph, 2017.
MERRIL, Judith. That Only a Mother. In: SILVERBERG, Robert. The Science Fiction Hall of Fame: v. 1, 1929-1964.
POHL, Frederick. The day after the day the Martians came. In: ELLISON, Harlan. Dangerous Vision. London: Gollancz, 2013.
QUEIROZ, Rachel de. Ma-Hôre. In: Galaxia 2000: magazine of Fantasy and Science Fiction, v. 01. Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1968.
SHELLEY, Mary. Frankenstein ou o Prometeu moderno. São Paulo: Martin Claret, 2012.
WELLS, H.G. A máquina do tempo. Rio de Janeiro: Francisco Alves,1981.

AULA 02
ATWOOD, Margaret. Oryx e Crake. São Paulo: Rocco, 2018.
ATWOOD, Margaret. O Ano do dilúvio. São Paulo: Rocco, 2018.
ATWOOD, Margaret. Maddadão. São Paulo: Rocco, 2018.
BANKS, Iain M.. A gift from the Culture. In: BANKS, Iain M. The state of the art. London: Orbit, 1993.
BUTLER, Octavia. Parábola do semeador. São Paulo: Morro Branco, 2018.
DOCTOROW, Cory. Radicalized. New York: Tor Books, 2019.
GIBSON, William. Neuromancer. São Paulo: Aleph, 2003.
JEMISIN, N.K. A Quinta estação. São Paulo: Morro Branco, 2017.
MACLEOD, Ken. Intrusion. London: Orbit, 2012.
MACLEOD, Ken. Oort Crowd. In: MACLEOD, Ken. Giant Lizards from Another Star. Sommerville: NESFA Press, 2006.
OKORAFOR, Nnedi. Binti. Rio de Janeiro: Galera, 2021.
RÜSCHE, Ana. A telepatia são os outros. São Paulo: Monomito 2019
SOUZA, Pétala; SOUZA, Isa. Tudo o que transporta o ar. In: SOUZA, Waldson (org.). Raízes do Amanhã: 8 contos afrofuturistas. Pontes Gestal: Plutão, 2021

OBRAS TEÓRICAS
BASTANI, Aaron. Fully Automated Luxury Communism: A Manifesto. New York: Verso, 2019.
BOOKER. Keith. Monsters, Mushroom Clouds and the Cold War. American Science Fiction and the roots of post-modernism, 1946- 1964. Westport, Connecticut: Greenwood Publishing Group, 2001.
BOULD, Mark. MIÉVILLE, China. Red Planets: Marxism and Science Fiction. Connecticut: Wesleyan University Press, 2000.
BOULD, Mark; et al. Voices on the Boom. Science Fiction Studies, Vol. 30, No. 3, The British SF Boom (Nov., 2003), p. 483-491.
BUSCH, Willian P. História da ficção científica nos Estados Unidos do herói cientista de John W. Campbell ao herói antropólogo de Ursula Kroeber Le Guin. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História. Curitiba: UFPR, 2019.
DOCTOROW, Cory. Science Fiction is a Luddite Literature. Locus, Oakland, n. 732, jan. 2022. Disponível em: https://locusmag.com/2022/01/cory-doctorow-science-fiction-is-a-luddite…. Acesso em 25 de maio de 2022
DOCTOROW, Cory. How to Destroy Surveillance Capitalism. New York: Medium Editions, 2021.
DOUGHERTY, Stephen. The Dangerous Rays of the Future: Democracy, Media, Science Fiction. Science Fiction Studies, Vol. 40, No. 3 (November 2013). Greencastle: DePauw University, 2013.
FREEDMAN, Carl. Critical Theory and Science Fiction. Middletown, Connecticut: Wesleyan University Press, 2000.
JAMESON, F. Archaeologies of the future: the desire called Utopia and other science fictions. New York: Verso, 2005.
JAMES, Edward; MENDLESOHN, Farah. The Cambridge Companion to Science Fiction. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
LACEY, Hugh. Ciência e Valores. Manuscrito- Revista Internacional de Filosofia, v. 20, n. 01. Campinas: Unicamp, 1997.
LE GUIN, Ursula. Introduction. In: The Left Hand of Darkness. New York, NY: Ace Books, 1976.
MACLEOD, Ken. Giant Lizards from Another Star. Sommerville: NESFA Press, 2006.
MOROZOV, Evgeny. Big Tech. A ascensão dos dados e a morte da política. São Paulo: Editora Ubu, 2018.
MOYLAN, Tom. (Ed. BACCOLINI, Raffaella). Demand the impossible: science fiction and the utopian imagination. Bern: Peter Lang, 2014
O’CONNELL, Hugh C. The British Science Fiction Boom: Tracking the Currents of the Future between Postimperialism, Postnationalism, and Globalization: Editorial Introduction. The New Centennial Review, vol. 13, No. 2, “The British Boom” (Fall 2013), p.1-12.
ROBERTS, Adam. A verdadeira História da Ficção Científica: do preconceito à conquista das massas. São Paulo: Seoman, 2018.
SHIVA, Vandana. The Violence of Reductionist Science. Alternatives: Global, Local, Political, n. 12. Sage Publications, 1987
SUVIN, Darko. Metamorphosis of Science Fiction. New Heaven: Yale University Press, 1979.

Programa

Aula 1: Ensino e pesquisa sobre a História dos Povos Indígenas
Bibliografia básica:
BRASIL. Lei nº 11.645. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei nº 10.639, de 9 de
janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede
de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. Diário Oficial da República
Federativa do Brasil, Brasília, 2008.
CUNHA, Manoela Carneiro (Org.). História dos índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
FUNARI, Pedro Paulo; PIÑON, Ana. A temática indígena na escola: subsídios para os professores. São Paulo:
Contexto, 2011.
SILVA, Aracy Lopes da; GRUPIONI, Luís Donisete Benzi (Orgs.). A Temática Indígena na Escola: novos subsídios
para professores de primeiro e segundo graus. Brasília: MEC/MARI/UNESCO, 1995.
SOUZA, Rosemeire de Oliveira; RODRIGUES, Sonia da Silva (orgs.) Ensino de História Indígena na sala de aula:
Repensando práticas e metodologias. São Carlos: Pedro & João Editores, 2023.

Aula 2: Povos Indígenas e a construção nacional – projetos e leis de inclusão subordinada e tutela
Bibliografia básica:
LIMA, Antonio Carlos de Souza. Um grande cerco de paz: poder tutelar, indianidade e formação do Estado no
Brasil. Petrópolis-RJ: Vozes, 1995.
MONTEIRO, John M. Tupis, Tapuias e historiadores: estudos de História Indígena e do Indigenismo. Tese de livre
docência, Unicamp, Campinas-SP, 2001.
SILVA, José Bonifácio de Andrada e Silva. Projetos para o Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
SOUZA, Adriana Barreto de [et al.]. Pacificar o Brasil: das guerras justas às UPPs. São Paulo: Alameda, 2017.

Aula 3: Ensino e pesquisa sobre os Povos Indígenas e as novas abordagens
Bibliografia básica:
GONZAGA, Alvaro de Azevedo. Decolonialismo Indígena. 2. Ed. São Paulo: Matrioska, 2022.
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019
SMITH, Linda Tuhiwai. Descolonizando metodologias: pesquisa e povos indígenas. Curitiba: Ed. UFPR, 2018.

Aula 4: Os Indígenas na História – conhecendo fontes e materiais de apoio para pesquisa e ensino
Bibliografia básica:
FERREIRA, Ana Carolina Sodré. Fontes para a história indígena do e antes do século XVI. Humanidades em
diálogo, 9 (1), 115-126, 2019. https://doi.org/10.11606/issn.1982-7547.hd.2019.154276
LIMA, Pablo Luiz de Oliveira (Org.). Fontes e reflexões para o ensino de história indígena e afro-brasileira: uma
contribuição da área de História do PIBID/FaE/UFMG. Belo Horizonte: UFMG – Faculdade de Educação, 2012.
MONTEIRO, John Manuel (Org.). Guia de fontes para a história indígena e do indigenismo em arquivos brasileiros:
acervos das capitais. São Paulo: USP-NHII/Fapesp, 1994.

Bibliografia

BRASIL. Lei nº 11.645. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei nº 10.639, de 9 de
janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede
de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. Diário Oficial da República
Federativa do Brasil, Brasília, 2008.
CUNHA, Manoela Carneiro (Org.). História dos índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
FERREIRA, Ana Carolina Sodré. Fontes para a história indígena do e antes do século XVI. Humanidades em
diálogo, 9 (1), 115-126, 2019. https://doi.org/10.11606/issn.1982-7547.hd.2019.154276
FUNARI, Pedro Paulo; PIÑON, Ana. A temática indígena na escola: subsídios para os professores. São Paulo:
Contexto, 2011.
GONZAGA, Alvaro de Azevedo. Decolonialismo Indígena. 2. Ed. São Paulo: Matrioska, 2022.
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019
LIMA, Antonio Carlos de Souza. Um grande cerco de paz: poder tutelar, indianidade e formação do Estado no
Brasil. Petrópolis-RJ: Vozes, 1995.
LIMA, Pablo Luiz de Oliveira (Org.). Fontes e reflexões para o ensino de história indígena e afro-brasileira: uma
contribuição da área de História do PIBID/FaE/UFMG. Belo Horizonte: UFMG – Faculdade de Educação, 2012.
MONTEIRO, John Manuel (Org.). Guia de fontes para a história indígena e do indigenismo em arquivos brasileiros:
acervos das capitais. São Paulo: USP-NHII/Fapesp, 1994.
MONTEIRO, John Manuel. O desafio da história indígena no Brasil. In: LOPES DA SILVA, Aracy; GRUPIONI, Luís
Donisete Benzi (Orgs.). A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1º. e 2º. graus.
Brasília: MEC/ Mari/ Unesco, 1995. p. 221-228.
MONTEIRO, John M. Tupis, Tapuias e historiadores: estudos de História Indígena e do Indigenismo. Tese de livre
docência, Unicamp, Campinas-SP, 2001.
SILVA, Aracy Lopes da; GRUPIONI, Luís Donisete Benzi (Orgs.). A Temática Indígena na Escola: novos subsídios
para professores de primeiro e segundo graus. Brasília: MEC/MARI/UNESCO, 1995.
SILVA, José Bonifácio de Andrada e Silva. Projetos para o Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
SMITH, Linda Tuhiwai. Descolonizando metodologias: pesquisa e povos indígenas. Curitiba: Ed. UFPR, 2018.
SOUZA, Adriana Barreto de [et al.]. Pacificar o Brasil: das guerras justas às UPPs. São Paulo: Alameda, 2017.
SOUZA, Rosemeire de Oliveira; RODRIGUES, Sonia da Silva (orgs.) Ensino de História Indígena na sala de aula:
Repensando práticas e metodologias. São Carlos: Pedro & João Editores, 2023.

Programa

Análise das noções de Totemismo e Sacrifício no pensamento de Marcel Mauss, Claude Lévi-Strauss e Eduardo Viveiros de Castro.

1ª sessão: Mauss e os “pais” da sociologia, repensando o sacrifício e o sagrado
DURKHEIM, Émile. As Formas Elementares da Vida Religiosa. São Paulo: Editora Martins Fontes, 1996.
MAUSS, Marcel; HUBERT, Henri. Sobre o sacrifício. Tradução: Paulo Neves. São Paulo: Ubu editora, 2017.Brumana, Fernando Giobellina. Antropologia dos Sentidos: Introdução às Ideias de Marcel Mauss.

2ª sessão: O “fato social total” e o sacrifício enquanto teoria da troca
MAUSS, Marcel. Ensaio sobre a Dádiva: Forma e Razão da Troca nas Sociedades Arcaicas. São Paulo: Cosac Naify, 2008.
LÉVI-STRAUSS, Claude. 1988, Introdução à obra de Marcel Mauss

3ª sessão: Totemismo: instituição, ou estrutura? Lévi-Strauss a contrapelo dos funcionalistas.
LÉVI-STRAUSS, Claude, Le totémisme aujourd’hui, Paris, Presses Universitaires de France, 1962 (Trad. Port. José António Braga Fernandes Dias, Lisboa, Edições 70, 1986)
LANNA, Marcos; COSTA, Carlos Eduardo; SOUZA, Alexandre Colli; Sacrifício, tempo, antropologia: três exercícios em torno de O Pensamento selvagem. IN: Revista de Antropologia. São Paulo. 2015.

4ª sessão: Totemismo e sacrifício: a metáfora e a metonímia no estruturalismo
LÉVI-STRAUSS, Claude, La pensée sauvage (1962), Paris, Plon, 2010 (Trad. Bras. Tânia Pellegrini, Campinas, Papirus, 1989). Cap. I, IV e VIII

5ª sessão: A etnologia depois do estruturalismo: Eduardo Viveiros de Castro e o perspectivismo ameríndio
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Os pronomes cosmológicos e o perspectivismo ameríndio. (1996) In: Mana, 2(2), 115-144.
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. A imanência do inimigo. In: Inconstâncias da alma selvagem. São Paulo: Cosac Naify, 2002, p. 271).

6ª sessão: Sacrifício e canibalismo: o pensamento enquanto conceito
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. 2008ª. “Xamanismo transversal : Lévi-Strauss e as cosmopolíticas amazônicas”. In : Nobre, Renarde & Queiroz, Ruben C. Lévi-Strauss: leituras Brasileiras. Editora UFMG.

Programa

Aula 1: Panorama acerca da literatura de autoria negra em Portugal;
Aula 2: As narrativas de autoria negra em Portugal: as crônicas de Djaimilia Pereira de Almeida e a literatura infantil-juvenil de Kátia Casimiro;
Aula 3: A poesia e o teatro de autoria negra em Portugal: Gisela Casimiro e Lara Mesquita.

Bibliografia:

ALMEIDA, Djaimilia Pereira de. Uma fotografia com Mariam. In: Pintando com o pé. Lisboa: Relógio d’água. 2019.

ALMEIDA, Djaimilia Pereira de. Exílio contínuo: O que será que fica de nós num lugar quando o abandonamos?. Disponível em: https://quatrocincoum.com.br/colunas/onde-queremos-viver/exilio-continu…. Acesso em: 02 jun. 2024.

ALMEIDA, Migual Vale de. Ninguém imagina de verdade um português negro. Portuguese Literary & Cultural studies (PLCS), v.35-35, p.32-41, 2021.

ALMEIDA, Miguel Vale de. Um Mar da Cor da Terra: Raça, Cultura e Política da Identidade. Lisboa, Celta, 2000.

ANDERSON, Benedict. Comunidades imaginadas. Tradução Denise Bottman. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

ASSMANN, Jan. Communicative and cultural memory. In: ERLL, Astrid; NÜNNING, Ansgar (Ed.). Cultural memory studies: an international and interdisciplinary handbook. Berlin; New York: De Gruyter, 2008. p. 109-118.

BHABHA, Homi. O local da cultura. tradução de Myriam Avila, Eliane Livia reis, Glauce Gonçalves. Belo Horizonte, Editora UFMG, 1998.

BUTLER, Judith; SPIVAK, Gayatri Chakravorty. Quem canta o Estado-nação?: língua, política e pertencimento. Tradução de Vanderlei J. Zacchi e Sandra Goulart Almeida. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2018.

CALAFATE, Pedro. Portugal, um perfil histórico. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2016.

CASIMIRO, Gisela. Giz. Setúbal: Editora Urutau, 2023.

CASIMIRO, Kátia. A cana de bambu. Vila Nova de Famalicão : Editorial Novembro, 2021.

DIAS, Jorge. Algumas considerações acerca da estrutura social do povo português. In: Estudos de Antropologia. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1955b p.183-206

DIAS, Jorge. Os elementos fundamentais da cultura portuguesa. In: Estudos de Antropologia, vol.1, Lisboa, 1955a, p.135-157.

EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. 3. ed. Trad. Waltensir Dutra. São Paulo: Martins Fonte, 1977.

ÉVORA, Iolanda; MATA, Inocência. As Veias Abertas da Afrodescendência: Herança Colonial e Contemporaneidade. Portuguese Literary & Cultural studies (PLCS), v.42-65, p.11-31, 2021.

FAEDRICH, Anna. Autoficção: um percurso histórico. Criação & Crítica, v. 17, Rio de Janeiro, p.30-46, 2016.

FANNON, Frantz. Os condenados da Terra. Tradução de José Laurênio de Melo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.

GELLNER, Ernest. Nações e nacionalismo. Tradução: Inês Vaz Pinto. Lisboa: Editora Gradiva, 1993.

GILROY, Paul. O Atlântico negro. São Paulo: Editora 34, 2012.

HALL, Stuart. Da diáspora: identidades e mediações culturais. Tradução de Adelaine La Guardia Resente [et al.]. 2. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2013.

HENRIQUES, Isabel de Castro. A Herança Africana em Portugal – séculos XV-XX, Lisboa: CTT Correios de Portugal, 2009.

HENRIQUES, Isabel de Castro. Africanos em Portugal: Uma dialética de integração e de exclusão (séculos XV-XX). Portuguese Literary & Cultural studies (PLCS), v.42-65, p.69-130, 2021.

HOBSBAWN, Eric; RANGER, Terence. A invenção das tradições. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2008.

LOURENÇO, Eduardo. Do colonialismo como nosso impensado. Prefácio de Margarida Calafate Ribeiro e Roberto Vecchi. Lisboa: Gradiva, 2014.

LOURENÇO, Eduardo. Mitologia da saudade: seguido de Portugal como destino. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.

LOURENÇO, Eduardo. Nós e a Europa. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1988.

MACHADO, Fernando Luís & AZEVEDO, Joana. “A investigação sobre imigração e etnicidade em Portugal: Tendências, vazios e propostas”. Revista Migrações, 4, 2009, pp. 7-31.

MACHADO, Fernando Luís. Etnicidade em Portugal – contrastes e politização. Sociologia – problemas e práticas, no. 12, 1992, pp.123-136.

MACHADO, Fernando Luís. Luso-africanos em Portugal: nas margens da etnicidade. Sociologia – problemas e práticas, no. 16, 1994b, pp. 111-134.

MACHADO, Fernando Luís. Quarenta anos de imigração africana: um balanço. Revista Ler HIstória 56, 2009, pp. 135-165.

MARGARIDO, Alfredo. A lusofonia e os lusófonos: novos mitos portugueses. Lisboa: Ed. Universitárias Lusófonas, 2000.

MATTOSO, José. A identidade Nacional. Lisboa: Gradiva Publicações, 1998. 114p. Coleção da Fundação Mário Soares.

MESQUITA, Lara. Sempre que acordo. Portugal: Europress; Prémio Nova Dramaturgia de Autoria Feminina, 2021.

MIANO, Léonora. Afropea: utopie post-occidentale et post-raciste. Paris: Grasset, 2020.

NIMAKO, Kwame. Black Europe and a Contested European Union. Portuguese Literary & Cultural studies (PLCS), v.35-35, p.11-31, 2021.

OTELE, Olivette. African Europeans: an untold history. London: Hurst, 2020.

PITTS, Johny. Afropean: notes from Black Europe. Londres: Peguin Books, 2020.

RIBEIRO, Margarida Calafate. Uma história de regressos: Império, Guerra Colonial e Pós-colonialismo. Porto: Edições Afrontamento, 2004.

ROLDÃO, Cristina; PEREIRA, José Augusto; VARELA, Pedro. Tribuna negra: origens do movimento negro em Portugal (1911-1933).

SAID, Edward. Cultura e Imperialismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.

SANTOS, Boaventura de Sousa Santos. Pela mão de Alice: o social e o político na pós-modernidade. São Paulo: Cortez, 1995.

SOBRAL, José Manuel. Portugal. Portugueses: uma identidade nacional. Lisboa: Fundaçao Francisco Manuel Dos Santos, 2016.