Programa

Aula 1: Estrutura da Instituição Oratória: autor, temas retóricos, circunstâncias de redação, fortuna histórica.

Aula 2: O que é a Retórica? (livros II e III)

Aula 3: A formação do Artífice, ou do Orador (livros I, II, X e XII.)

Aula 4: Panorama da teoria sobre a Obra: “Invenção” e “Elocução” (livros IV a XI).

Bibliografia


Principal:
QUINTILIANO. Instituição Oratória. 4 tomos. Trad. Bruno Fregni Bassetto. Campinas: Unicamp, 2015.

Secundária:
ARISTÓTELES: Art of Rhetoric. Translated by J. H. Freese. Loeb Classical Library 193. Cambridge, MA: Harvard University Press, 1926.
ARISTÓTELES: Retórica. Barcelona: Gredos. Versão Digital, 2018.        
BARTHES, R: “A Antiga Retórica”. In: A Aventura Semiológica. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
CICERO: “De Partitione Oratoria”, in: Cicero: On the Orator: Book 3. On Fate. Stoic Paradoxes. Divisions of Oratory. Translated by H. Rackham. Loeb Classical Library 349. Cambridge, MA: Harvard University Press, 1942.         
FIORIN, J. L. (2007). “Semiótica e retórica”. Gragoatá, 12(23). Recuperado de https://periodicos.uff.br/gragoata/article/view/33175
GENETTE, G: “A Retórica Restrita”, in: Figuras III. Estação Liberdade, 2017.
HANSEN, J. A. (2013). “INSTITUIÇÃO RETÓRICA, TÉCNICA RETÓRICA, DISCURSO.” Matraga - Revista Do Programa De Pós-Graduação Em Letras Da UERJ, 20(33). Recuperado de https://www.e-publicacoes.uerj.br/matraga/article/view/19759
LAUSBERG, H.: Elementos de retórica literária. Trad., pref. e adit. de R. M. Rosado. 5ª. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2004.
PSEUDO-CÍCERO. Rhétorique à Herennius. Paris: Les Belles Lettres, 1989.
ROSÁRIO, C. R. “A formulação do éthos na retórica antiga”. Rónai – Revista de Estudos Clássicos e Tradutórios, [S. l.], v. 1, n. 1, p. 60–72, 2023. Disponível em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/ronai/article/view/23058 .
TODOROV, T.: Teorias do Símbolo. São Paulo: Editora da UNESP, 2014.
VICKERS, B.: In Defence of Rhetoric. Oxford: Clarendon Press, 1988.

Programa

Aula 1 
 
- Introdução e linhas gerais do curso, objetivo, 
- Regras em sala de aula, preparo de utensílios, nomes de utensílios, 
- Formas de preparo e de arrumação, 
- Autoapresentação (do professor e aluno), 
- Postura, forma de segurar os pincéis, forma de preparar a tinta, expressões na sala de aula 2 
- Base da escrita (escritas em horizontal e vertical, harai para o lado esquerdo), “mikawa” 
- Escrita básica (dobra, harai para esquerda) 
- Devolução das correções / leitura e terminologia das correções 
- Sobre a formação de hiragana 
- Características e modo de escrita de hiragana 
 
Aula 2 
 
- Escrita básica (pontos, sori) 
- Sobre a origem de katakana 
- Características e modo de escrita de katakana 
- Escrita básica (linha que desce em diagonal à direita, dobra) 
- Eiji Happô 
 
- Sobre shôkei moji (ideogramas de origem pictórica) e shiji moji 
(ideogramas com representações abstratas) 
 
Aula 3 
 
- Escrita básica (tome, hane, harai) 
- sobre ordens de escrita – regras e vantagens 
- o estado da arte de shodô (caligrafia) no Japão 
- Escrita básica (paradas, curvas de traços) 
- Sobre os estilos de escrita (kaisho, gyôsho, sôsho) 
- O radical shinhô 
- Exercícios de caracteres 道, 速 e outros de mesmo radical 
 
Aula 4 
 
- Exercícios com ideogramas de linhas curtas e longas: 喜, 書 
- Ideogramas com três partes: 怒 
- Escolha de ideogramas para finalização do curso: apresentação de ideograma selecionado 
- Exercícios gerais 
- Experiência com textos clássicos Kyuseikyureisennomei 
- Distinção entre arte e prática 
 
Aula 5 
 
- Exercícios gerais com caracteres 愛 e 世界 
- Treino de obras próprias de cada aluno 
- Como fazer o carimbo próprio 
- Acabamento de obras de cada aluno 
- Apresentação de obras 
- Impressões e considerações finais sobre o curso 
- Exposição de trabalhos finais 
 
Obs.: O currículo pode sofrer alterações conforme níveis e demanda dos alunos.
 

Bibliografia:

 

EMORI, K.  字と書の歴史(História da escrita/letras e do manuscrito)”,  Tóquio,  Nihon Shuuji Fukyuukyôkai, 2013, 42ª. edição.

EMORI, K.  筆順のすべて(O universo da ordem de traços da escrita)”,  Tóquio,  Nihon Shuuji Fukyuukyôkai, 1965.

MIYAZAWA, M.  書写一年生 ( Shosha – Transcrição, primeira série)” Mitsumura tosho, 2014.

MIYAZAWA, M.  書写二年生 (Shosha – Transcrição, segunda série)”. Tóquio,   Mitsumura tosho. 2014.

MIYAZAWA, M..,書写三年生 (Shosha – Transcrição, terceira série)”. Tóquio,   Mitsumura Tosho. 2014.

MIYAZAWA, M.  書写四年生 (Shosha – Transcrição, quarta série)”. Tóquio,   Mitsumura Tosho. 2014.

MIYAZAWA, M.  書写五年生 (Shosha – Transcrição, quinta série)”. Tóquio,  Mitsumura Tosho. 2014.

MIYAZAWA, M.  書写六年生 (Shosha – Transcrição, sexta série)”. Tóquio,   Mitsumura Tosho, 2014.

UYAMA, S.  書のまなびや (Escola do manuscrito)”. Tóquio, Zennihon shodôin. 1999.

ROWLEY, Michael. Kanji Pictográfico - Dicionário Ilustrado Memômico Japonês-Português. São Paulo, Editora Conrad, 2003.

http://www.japaoemfoco.com/shodo-o-caminho-da-escrita-caligrafia-japonesa/

 

Programa

Objetivo
O objetivo deste curso é dar ferramentas linguístico-fonológicas, no que se refere aos conceitos básicos de consciência fonológica, fonética articulatória e processos fonológicos da língua portuguesa, essenciais para o ensino de escrita de língua materna. Especificamente, busca-se mostrar como a oralidade influi na escrita de alunos de todas as séries de ensino e, ainda, como um conhecimento mais especializado em fonologia pode auxiliar as práticas docentes.
 
Justificativa
O presente curso justifica-se na medida em que visa dar instrumentos aos professores de língua portuguesa e aos pedagogos, auxiliando-os em suas práticas docentes no que concerne aos processos de alfabetização e de letramento, de maneira que eles possam lidar com a assimetria entre letra e som. Ainda, busca-se estimular a análise das dificuldades de escrita dos alunos de todas as séries de ensino de um ponto de vista linguístico-fonológico, criando estratégias de intervenção.
 
Programação do curso
O curso está estruturado em três eixos centrais: consciência fonológica, introdução à fonética articulatória e processos fonológicos aplicados à escrita. Cada um deles objetiva
apresentar e discutir a relação dos aspectos linguísticos aplicados ao ensino de Língua Portuguesa, no que se refere ao processo de alfabetização e à aquisição de escrita. Para isso, os seguintes tópicos serão abordados ao longo das aulas:
1. Introdução à Linguística
2. Consciência fonológica
3. Fonética articulatória
4. Processos fonológicos e interferências na escrita
 
Bibliografia
ABAURRE, M. B. M.; FIAD, R. S.; MAYRINK-SABINSON, M. L. T. Cenas de aquisição de escrita. Campinas, SP: Mercado de Letras/ABL, 1997.
BENEVIDES, A.de L. Consciência Fonológica, Fonética Articulatória e Ensino. Revista Trama, vol. 15, n. 34, 2019, p. 18-28.
BISOL, L. (Org.) Introdução a estudos de fonologia do português brasileiro. Porto Alegre:
EDIPUCRS, 2010. BORTONI-RICARDO, S. M. Métodos de alfabetização e consciência fonológica: o tratamento de regras de variação e mudança. SCRIPTA, Belo Horizonte, v.9, n.18, p. 201-220, 1. sem. 2006.
CORRÊA, M. L. G. Encontros entre prática de pesquisa e ensino: oralidade e letramento no ensino da escrita. PERSPECTIVA, Florianópolis, v. 28, n. 2, 625-648, jul./dez. 2010.
CRISTÓFARO-SILVA, T. Fonética e Fonologia do Português: roteiro de estudos e guia de exercícios. São Paulo: Contexto, 2009.
FIORIN, J. L. (org.) Introdução à Linguística I: objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2008.
GNERRE, Maurizio. Linguagem, escrita e poder. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
GODOY, D. M. A. Aprendizagem inicial da leitura e da escrita no português do Brasil: influência da consciência fonológica e do método de alfabetização. Tese de Doutorado. Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2005. 188 p.
LAMPRECHT, R. R. Qual é a diferença entre consciência fonológica e consciência fonêmica? Letra A: o jornal do alfabetizador. Belo Horizonte, ano 4. n. 16,
outubro/novembro, 2008, p. 3.
LARA, C. C. & IIHA, S. E. A relação entre processos fonológicos e na escrita inicial de crianças e consciência fonológica. Verba Volant, v. 1, n.1, julho/dezembro 2010. p. 28-38.
MIRANDA, A. R. M. & MATZENAUER, C. L. B. Aquisição da fala e da escrita: relações com a fonologia. Cadernos de Educação, FaE/PPGE;UFPel, Pelotas [35], p. 359-405, janeiro/abril 2010.
MARTINS, M. A.; VIEIRA, S. R. & TAVARES, M. A. Ensino de Português e Sociolinguística. São Paulo: Contexto, 2014.
RIBEIRO, V. S. Consciência fonológica e aprendizagem da leitura e da escrita: uma análise dessa relação em crianças em fase inicial de alfabetização. Entrepalavras, Fortaleza, ano 1, v. 1, n.1, p. 100-116, ago/dez 2011.
VARELLA, N. K. Na aquisição da escrita pelas crianças ocorrem processos fonológicos similares aos da aquisição da fala? Letras de Hoje, Porto Alegre, v. 30, no 4, p. 265-271,
dezembro 1995.

 

Programa

Aula 1: Fundamentos da pesquisa de campo em Antropologia e particularismos da etnografia

Referências obrigatórias
MALINOWSKI, Bronislaw. Introdução: Tema, método e objetivo desta pesquisa. Argonautas do Pacífico Ocidental. Os pensadores. São Paulo, abril, 1984.
OLIVEIRA, Roberto Cardoso. O trabalho do antropólogo: olhar, ouvir, escrever. Revista de Antropologia, USP, 1996, v.39, n.1, p. 13-37.
Bibliografia complementar
MAGNANI, José Guilherme. De perto e de dentro: notas para uma etnografia urbana. Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol.17. n.49, 2002.
PEIRANO, Mariza: Etnografia não é método. Horizontes Antropológicos, n. 42, p. 377-391, jul./dez. 2014. Disponível em https://www.scielo.br/j/ha/a/n8ypMvZZ3rJyG3j9QpMyJ9m/

Aula 2: Trabalho de campo: sentidos, efeitos e experiências
Referências obrigatórias
NASCIMENTO, Silvana: O corpo da antropóloga e os desafios da experiência próxima. Revista de Antropologia, v. 62 n. 2 459-484. USP 2019. Disponível em https://www.revistas.usp.br/ra/article/view/161080
FAVRET-SAADA, Jeanne. Ser afetado. Cadernos de Campo (São Paulo - 1991), n 13, p.155-161, 2005.
MEDEIROS, Flavia. Visão e o cheiro dos mortos: uma experiência etnográfica no Instituto Médico-Legal. Cadernos de Campo (São Paulo - 1991), [S. l.], v. 23, n. 23, p. 77-89, 2014. 2022
Bibliografia complementar
GOLDMAN, Márcio. Jeanne Favret-Saada, os afetos, a etnografia. Cadernos de Campo (São Paulo - 1991), n 13, p.149-153, 2005.
VARJAO, João Victtor Gomes. Atos de coragem, angústia e insegurança na pesquisa etnográfica: Notas teórico-metodológicas sobre o trabalho de campo com a Companhia de Teatro. PRELÚDIOS: REVISTA DO PROGRAMA
DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS DA UFBA, 2021.

Aula 3: Construindo dados etnográficos
Referências obrigatórias
BEAUD, Stéphane.; WEBER, Florence. Segunda parte – O trabalho de pesquisa. Guia para a pesquisa de campo: Produzir e analisar dados etnográficos. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2007
SÁEZ, Oscar Calavia. Etnografia: O campo. Esse obscuro objeto da pesquisa: um manual de método, técnicas e teses em antropologia. Ilha de Santa Catarina: Edição do Autor, 2013.
Complementares
CLIFFORD, James. Notes on (Field)Notes. In: SANJEK, R. (ed.). Fieldnotes. The makings of Anthropology. London/Ithaca: CornellUPress, 1985.
LEDERMAN, Rena. Pretexts for Ethnography: on reading fieldnotes. In: SANJEK, R. (ed.). Fieldnotes. The makings of Anthropology. London/Ithaca: CornellUPress, 1985.

Aula 4: Produção antropológica e questões éticas
Referências obrigatórias
FONSECA, Claudia. PESQUISA ‘RISCO ZERO’: é desejável? é possível?. In: GROSSI, Miriam Pillar; SCHWADE, Elisete; MELLO, Anahi Guedes de; SALA, Arianna (org.). Trabalho de Campo, Ética e Subjetividade. Florianópolis, Tribo da Ilha, 2018.
LINO E SILVA, Moisés. The Violence of Structural Violence: Ethical Commitments and an Exceptional Day in a Brazilian Favela. Built Environment. 2014; 40 (3), 2014
FERREIRA, Vitor Sérgio. Artes e manhas da entrevista compreensiva. Saúde e Sociedade [online]. 2014, v. 23, n. 3 [Acessado 17 Novembro 2022], pp. 979-992. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S0104-12902014000300020&gt;. ISSN 1984-0470. https://doi.org/10.1590/S0104-12902014000300020.

Programa

Aula 01: Apresentação de Anna Kariênina - parte I: contextualização da obra-prima de Liev Tolstói.

Aula 02: Apresentação de Anna Kariênina – parte II: a estrutura da obra.

Aula 03: A Questão Feminina na Rússia (século XIX): contextualização.

Aula 04: Análise de fragmentos: os contrastes entre os olhares masculinos e femininos no romance.

Referências

TOLSTÓI, Liev. Anna Kariênina. Tradução: Rubens Figueiredo. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
Referências complementares:
FONSECA FILHO, Odomiro Barreiro. Niilismo: estrada para a emancipação. O destino literário das
personagens femininas russas na época das grandes reformas (1855-1866). 2017. Tese (Doutorado) –
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017.
NABOKOV, Vladimir. Lições de literatura russa Tradução: Jorio Dauster. São Paulo: Editora Fósforo,
2021.
SCHEPKINA, Ekaterina. História da personalidade feminina na Rússia. Trad. Érika Batista. 1ª ed. São Paulo:
Feminas, 2021.
STEINER, George. Tolstói ou Dostoiévski: um ensaio sobre o Velho Criticismo; tradução de Isa
Kopelman - São Paulo: Perspectiva, 2006.

Programa

Primeira aula: Introdução à obra de W.G. Leibniz e aos princípios fundamentais de sua filosofia (19/02)

Segunda aula: A percepção na teoria do conhecimento de Leibniz (21/02)

Terceira aula: Teoria da percepção na Monadologia (26/02)

Quarta aula: A recepção contemporânea da teoria da percepção leibniziana (28/02)

Bibliografia 

LEIBNIZ, G. W. (2004), Discurso de metafísica e outros textos. Apresentação: Tessa Moura Lacerda. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
LEIBNIZ, G.W. Novos Ensaios sobre o Entendimento Humano. Coleção Pensadores. Tradução de Luiz João Baraúna. Nova Cultural, São Paulo, 1988
LEIBNIZ, G.W. Sistema novo da natureza e da comunicação das substâncias e outros textos. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2002.

Bibliografia secundária:

DELEUZE, Gilles. A Dobra: Leibniz e o barroco. Trad. Luiz B. L. Orlandi. Campinas, SP: Ed. Papirus, 2002

Programa

Aula 1: introdução ao drama barroco alemão: o teatro profissional inglês e italiano, preceptivas retórico-poéticas (“poéticas codificadas do drama”, Stefanie Stockhorst) e teológico-políticas (razão de Estado);
Aula 2: o teatro de Andreas Gryphius, 1ª geração dramática barroca;
Aula 3: o teatro de Daniel Casper von Lohenstein, 2ª geração dramática barroca;
Aula 4: o teatro católico (jesuíta e beneditino).

Referências bibliográficas básicas:
AURNHAMMER, Achim; DETERING, Nicolas. Deutsche Literatur der Frühen Neuzeit. Humanismus, Barock, Frühaufklärung. Tübingen: Narr Francke Attempto, 2019;
BEHAR, Pierre. SIlesia tragica: Epanouissement et fin de l’école dramatique silésienne dans l’oeuvre tragique de Daniel Casper von Lohenstein. Wiesbaden: Harrassowitz, 1988 (2 vols.);
DETERING, Nicolas. Krise und Kontinent: Die Entstehung der deutschen Europa-Literatur in der Frühen Neuzeit. Köln; Weimar; Wien: Böhlau, 2017;
KAMINSKI, Nicola; SCHÜTZE, Robert. Gryphius-Handbuch. Berlin: De Gruyter, 2016;
MEID, Volker. Die deutsche Literatur im Zeitalter des Barock: vom Späthumanismus zur Frühaufklärung.München: Beck: 2009;
STOCKHORST, Stefanie. Reformpoetik. Kodifizierte Genustheorie des Barock und Alternative Normenbildung in poetologischen Paratexten. Tübingen: Max Niemeyer, 2008;
VALENTIN, Jean-Marie. Le thêatre des jésuites dans le pays de langue allemand (1554-1680). Bern: Peter Lang, 1978 (3 vols.);
WESCHE, Jörg. Literarische Diversität. Abweichungen, Lizenzen und Spielräume in der deutschen Poesie und Poetik der Barockzeit. Tübingen: Max Niemeyer, 2004;

Programa

Aula 1 (31/07) : Ventre e escravidão: o processo de legitimação da escravidão nas Américas
Aula 2 (04/08) : Mulheres escravizadas e historiografia: legislação, reprodução e maternidade.
Aula 3 (07/08): Abolicionismo e gênero: mulheres escravizadas e discurso abolicionista
Aula 4 (11/08): Leis de ventre livre no mundo atlântico e disputas de mães libertas por seus filhos.

Bibliografia:

ARIZA, Marília B.A. Mães libertas, filhos escravos: desafios femininos nas últimas décadas da escravidão em São Paulo. Revista Brasileira de História. São Paulo, v.38, nº79, 2018, p.151-171.
COWLING, Camillia. Concebendo a Liberdade: mulheres de cor, gênero e abolição da escravidão nas cidades de Havana e Rio de Janeiro. Campinas: SP, Editora Unicamp, 2018.
DAVIS, Angela. Mulheres, Raça e Classe. São Paulo: Boitempo, 2016.
GONZALEZ, Lelia. Por um feminismo Afro Latino Americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
HARTMAN. Saidiya. Cenas da Sujeição: Terror, escravidão e criação de si na América do século 19. São Paulo: Fósforo, 2025.
MACHADO, Maria Helena Pereira Toledo. Mulher, Corpo e Maternidade. In: SCHWARCZ, Lilia; GOMES, Flavio (orgs.). Dicionário da Escravidão e da Liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2018,p.334-340.
___. CARDOSO, Alexandre Antonio Alexandre Isidio. Geminiana e seus filhos: escravidão, maternidade e morte no Brasil do século XIX. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2024.
___. BRITO, Luciana; VIANA, Iamara; GOMES, Flávio. (Org.). Ventres Livres? Gênero, maternidade e legislação. São Paulo: Editora Unesp, 2021.
PASSARINI SOUSA, Caroline. Escravidão, abolição e gênero: mulheres negras, corpo e reprodução nas Américas. Revista Eletrônica da ANPHLAC, [S. l.], v. 21, n. 31, p. 188–222, 2021.
____. Partus sequitur ventrem: reprodução e maternidade no estabelecimento da escravidão e abolição nas Américas até a primeira metade do século XIX. [Dissertação de mestrado]. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2021.
TELLES, Lorena Féres da S. Lorena Féres da Silva. Teresa Benguela e Felipa Crioula estavam grávidas: maternidade e escravidão no Rio de Janeiro (século XIX). São Paulo: Editora Unifesp, 2022.
VIANA, Iamara. “Tríplice utilização” dos corpos negros femininos: gênero, raça, sevícias e escravidão – Rio de Janeiro, século XIX. Tempo Niterói Vol. 29 n. 1 Jan./Abr. 2023, 278-296
XAVIER, Giovana; FARIAS, Juliana Barreto; Gomes, Flávio (orgs.) Mulheres Negras no Brasil Escravista e do Pós-Emancipação. São Paulo: Summus/Selo Negro, 2012

Programa

Aula 01: Poder e imagem em um mundo globalizado: soft power e nation branding
Aula 02: Cool Japan: a cultura pop japonesa como ponte para o diálogo
Aula 03: Hallyu: a cultura pop sul-coreana como propulsor econômico
Aula 04: A eficácia do soft power: comparando Hallyu e Cool Japan

Referências Bibliográficas:
ASO, Taro. Diplomacia do Japão: Garantindo a Segurança e a Prosperidade. Japan Institute of International Affairs. Discurso proferido pelo então primeiro-ministro do Japão em 30 de junho de 2009. Disponível em: https://www.mz.emb-japan.go.jp/Garantindo%20a%20Seguranca.pdf

ASSOCIATION OF JAPANESE ANIMATIONS (AJA). Anime Industry Report 2019. 2020. Disponível em:
https://aja.gr.jp/english/japan-anime-data

BELINI, Lais S. A Diplomacia Pop-cultural Japonesa de 2004 a 2014: motivações e antagonismos. Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Paulo, 2019.

BLAIR, Gavin. Anime ‘Doraemon’ Latest Victim of Japan-South Korea Trade War. The Hollywood Reporter. 4 de agosto de 2019. Disponível https://www.hollywoodreporter.com/news/doraemon-latest-victim-japan-sou…- trade-war-1229136

BRASOR, Phillip; TSUBUKU, Masako. Defining the Heisei Era: Japan Embraces Insularity. The Japan Times. 28 de julho de 2018. Disponível em: https://features.japantimes.co.jp/heisei-moments-part-3 introspection

CARVALHO, Bruno A. Cultura e imagem como instrumentos de poder: analisando Cool Japan e Hallyu. 2021. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2021. Disponível em:
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8157/tde-23052022-183201/

CNBC. East meets East: China’s increasing appetite for South Korean Entertainment. 24 de novembro de 2014. Disponível em: https://www.cnbc.com/2014/11/24/ades-south-korean entertainment.html

DINNIE, Keith. Nation Branding: Concepts, Issues, Practice, Oxford, Butterworth Heinemann, 2008. Disponível em: http://www.culturaldiplomacy.org/academy/pdf/research/books/nation_bran…
_Concepts,_Issues,_Practice_-_Keith_Dinnie.pdf

GALLAROTTI, Giulio M. Soft Power: What it is, why it’s important, and the conditions under which it can be effectively used. Division II Faculty Publications. Paper 57. Wesleyan University, 2011.

GARVIZU, Nicolas. Cool Japan: the relationships between the state and the cultural industries. Dissertação (Doutorado). Universidade de Sheffield. 2017. Disponível em:
https://etheses.whiterose.ac.uk/16405/3/Nicolas%20Garvizu%20PhD%20Thesi…

GENRON-NPO. The 8th Japan-South Korea Public Opinion Poll. 2020. Disponível em: https://www.genron- npo.net/en/20201018_3.pdf

GLOSSERMAN, Brad. Koizumi’s Dangerous Promise. The New York Times. 25 de outubro de 2005. Disponível em: https://www.nytimes.com/2005/10/25/opinion/koizumis-dangerous-promise.h…

INTELLECTUAL PROPERTY STRATEGY HEADQUARTERS (IPSH). Chiteki Zaisan Ni Kansuru Kisoshiryo.
2014. Disponível em: http://www.kantei.go.jp/jp/singi/titeki2/tyousakai/kensho_hyoka_kikaku/…

The INTERNATIONAL FEDERATION OF THE PHONOGRAPHIC INDUSTRY (IFPI). Global Music Report:
Industry in 2019. 2020. Disponível em: https://www.ifpi.org/wp content/uploads/2020/07/Global_Music_Report- the_Industry_in_2019-en.pdf

ISSHIKI, Jaqueline, & MIYAZAKI, Silvio. Soft Power como estratégia de marketing: a manifestação da cultura pop japonesa no Brasil. Estudos Japoneses, volume 36, pgs. 59-70, 2016. Disponível em
http://www.revistas.usp.br/ej/article/view/127690

IWABUCHI, Koichi. Cool Japan, Creative Industries, and Diversity. Economic Research Institute for ASEAN and East Asia Discussion Paper Series, n. 287, Indonésia, junho de 2019. Disponível em:
https://www.eria.org/uploads/media/ERIA_DP_no.287.pdf

IWABUCHI, Koichi. Pop-culture diplomacy in Japan: soft power, nation branding and the question of
‘international cultural exchange’. International Journal of Cultural Policy. Volume 21, n. 4, p. 419 432, 2015.
JUNG, Eun-young. Transnational Cultural Traffic in Northeast Asia: The “Presence” of Japan in Korea’s Popular Music Culture. Dissertação (Doutorado), Universidade de Pittsburgh, 2007.

KANG, Hyung-seok. Contemporary cultural policy in South Korea: explicit and implicit approaches. International Journal of Cultural Policy, vol. 21, n.4, p. 433-447, 2015

KAWASHIMA, Nobuko. Film policy in Japan - an isolated species on the verge of extinction?. International Journal of Cultural Policy, n. 22, p. 787-804, Taylor & Francis (Routledge), 2016.

KELTS, Roland. Can METI’s ¥50 billion fund unfreeze ‘Cool Japan’?. The Japan Times. 9 de julho de 2013. Disponível em: https://www.japantimes.co.jp/culture/2013/07/09/general/can-metis-%C2%A… billion-fund- unfreeze-cool-japan/

KHUMTHUKTHIT, Ploy. A nova diplomacia pública do Japão. Dissertação (Mestrado).Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, 2010. Disponível em: https://www.maxwell.vrac.puc
rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=16075@1

KIM, Dae-jung. Let Us Open a New Era: Overcoming National Crisis and Taking a New Leap Forward. Inaugural
Address by Kim Dae Jung, the 15th Term President of the Republic of Korea, 1998. Disponível em:
https://www.unikorea.go.kr/eng_unikorea/news/speeches/ %3Bjsessionid=HXI4u4Ynlv14Y72tUznSAQkn.unikorea11? boardId=bbs_0000000000000036&mode=view&cntId=31906&category=&pageIdx=10

JIM, Ju-young. Rethinking media flow under globalization: rising Korean Wave and Korean TV and film policy since 1980s, University of Warwick Publications, 2007.

KOREA CREATIVE CONTENT AGENCY (KOCCA). Directory Book. Disponível em:
https://www.kocca.kr/img/foreign/file/DirectoryBook.pdf

KOREA FOUNDATION FOR INTERNATIONAL CULTURAL EXCHANGE (KOFICE). Global Hallyu Trends
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NYE, Joseph. South Korea’s Growing Soft Power. The Korea Times. 13 de Novembro de 2009. Disponível em: http://www.koreatimes.co.kr/www/news/opinon/2009/11/160_55438.html

ODA, Ernani. Condições Estruturais do Nacionalismo Japonês Recente. Lua Nova. São Paulo, 103, 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/ln/n103/1807-0175-ln-103-11.pdf
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PARK, Mi-sook. South Korea Cultural History Between 1960s and 2012. International Journal of Korean Humanities and Social Sciences, vol. 1, p.71-118, 2015.

PICKLES, Matt. K-pop drives boom in Korean language lessons. BBC. 11 de julho de 2018. Disponível em: https://www.bbc.com/news/business-44770777

RHEE, Wonkyung. A Comparative Study on Japanese and Korean Content Distribution in East Asia and its Policy Implications. Dissertação (Doutorado), Waseda University, 2017. Disponível em: https://core.ac.uk/download/pdf/144469531.pdf

SAITO, Yuta. Cool Japan Fund’s big ambitions mostly fall flat. Nikkei Asia. 6 de novembro de 2017. Disponível em: https://asia.nikkei.com/Business/Cool-Japan-Fund-s-big-ambitions-mostly…

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UEHARA, Alexandre Ratsuo. A política externa do Japão no final do século XX: o que faltou?. São Paulo, Annablume, 2003

Programa

1. O cinema em catalão do século XXI
2. Criação, desenvolvimento e produção de Creatura, de Elena Martín
3. Exibição de Creatura
4. Discussão de Creatura: personagens, temas e linguagem
5. Contexto de Casa em flames, de Dani de la Orden
6. Exibição de Casa em flames
7. Discussão de Casa em flames: personagens, temas e linguagem

2. BIBLIOGRAFIA

Seleção de sites
Acadèmia del Cinema Català.
Disponível em: http://academiadelcinema.cat/ca/
Catalan Films & TV. Consorci Catalan Films & TV.
Disponível em: http://www.catalanfilms.cat/
Cinema amb denominació d'origen. Adrià Guxens.
Disponível em: https://vimeo.com/96512921
Cinema Català.net. Albert Galera.
Disponível em: http://www.cinemacatala.net/
Cinema en català. Generalitat de Catalunya. Direcció General de Política Lingüística.
Disponível em: http://www.gencat.cat/llengua/cinema
Cinema en català. Pel•lícules, sessions, espectadors i recaptació. Per tipus de versió. Idescat.
Disponível em: https://www.idescat.cat/indicadors/?id=aec&n=15756&lang=es&t=202300
Diccionari del cinema a Catalunya. Història del cinema a Catalunya. Enciclopedia.cat.
Disponível em: https://www.enciclopedia.cat/diccionari-del-cinema-a-catalunya/historia…
El cinema català actual. Documental. Generalitat de Catalunya.
Disponível em: https://drac.cultura.gencat.cat/handle/20.500.12368/24939
El cinèfil: Revista de cinema en xarxa i en català.
Disponível em: http://elcinefil.cat/
Filmoteca de Catalunya. Generalitat de Catalunya. Departament de Cultura.
Disponível em: http://www.filmoteca.cat/web/

Seleção de livros
Acadèmia del cinema català. L'Acadèmia del Cinema Català: Què és, qui som i per què. Barcelona: La Busca, 2009.
Alegre, Sergio [et al.]. El cine en Cataluña: Una aproximación histórica. Barcelona: PPU (Col•lecció Libros Film- Historia; 1), 1993.
Comas, Àngel. Vint anys d'història del cinema a Catalunya (1990-2009). Barcelona: Laertes (Col•lecció Kaplan; 34), 2010.
Romaguera i Ramió, Joaquim (dir.). Diccionari del cinema a Catalunya.
Barcelona: Enciclopèdia Catalana (Col•lecció Diccionaris d'Enciclopèdia Catalana), 2005.

Seleção de artigos jornalísticos
La ciutat. El cine en catalán vive su mejor año desde 2003 y se acerca al millón de espectadores, 27-11-2024. https://laciutat.cat/es/la-ciutat/cinema-catala-millor-any-des-del-2003…
Meseguer, Astrid. La Vanguardia. El cine catalán tuvo 2,2 millones de espectadores en 2023, un 45% menos. 4-7- 2024. Disponível em: https://www.lavanguardia.com/cultura/20240704/9780792/cine-catalan-2-2-…-
espectadores-2023-45-menos.html
Serra, Xavier. Diari Ara. L'últim gran fenomen del cinema català, 8-8-2024. Disponível em:
https://www.ara.cat/cultura/cinema/casa-flames-fenomen-exits-cinema- catala_1_5110149.html?giveAway=BWONV4bw39KmQa8f

Seleção de artigos acadêmicos
Gimeno Ugalde, Esther. “Cinema català contemporani: Presentació del dossier.” Dentro: Zeitschrift für Katalanistik /
Revista d'Estudis Catalans, 27, 2014.
Gimeno Ugalde, Esther. “El cinema català d’avui: noves perspectives i nous reptes per a la llengua catalana”; dentro: Gimeno Ugalde, Esther / Fernandes, Fátima Silva / Serra Lopes, Francisco (ed.): ACT 25, Catalunya/Catalunha. Relacions literàries i culturals entre Catalunya i Portugal, Lisboa / Benicarló: Húmus / Onada Edicions, pp. 119–159, 2013.
Losilla Alcalde, Carlos; Rodríguez Granell, Ana; Costa Vila, Jordi; Ortega Oroz, Elena; Caballero Molina, Juan José. La identitat projectada: Cinema català. UOC, 2014.
Quintana, Àngel. “Un cinema en trànsit per a un temps d’incertesa.” Dentro: Zeitschrift für Katalanistik, 27, pp. 11–26, 2014.