Programa

Aula 1: Geografia e transportes: epistemologia e aspectos históricos.
Categorias e conceitos para o debate dos transportes
História dos transportes no Brasil
Aula 2: Território brasileiro e transportes no período atual: a multimodalidade e suas características
Modal aeroviário
Modal ferroviário
Modal aquaviário
Modal dutoviário
Aula 3: Transporte rodoviário no Brasil: fixos, fluxos, cargas e passageiros
Transporte rodoviário de cargas no Brasil
Transporte rodoviário de passageiros no Brasil

Bibliografia:
ARROYO, Mónica e CRUZ, Rita de Cássia Ariza. Território e Circulação: a dinâmica contraditória da globalização. São Paulo: FAPESP/PPGH/CAPES/Annablume Geografia, 2015.
ARROYO, Mónica; SANTOS, Bruno Candido dos. Fluidez e porosidade territorial: o transporte rodoviário de passageiros como vetor da integração sul-americana. ENTRE-LUGAR, [S. l.], v. 16, n. 31, p. 37–61, 2024.
ARROYO, Mónica. Flujos mercantiles y división territorial del trabajo en Brasil. Revista Geográfica Venezolana, v.55, n.1, enerojunio, 2014, p. 155-172.
ARROYO, Mónica. Redes e circulação no uso e controle do território. In: ARROYO, Mónica e CRUZ, Rita de Cássia Ariza (orgs.). Território e Circulação: a dinâmica contraditória da globalização. São Paulo: FAPESP/PPGH/CAPES/Annablume Geografia, 2015, p. 37-49.
CONTEL, Fábio Betioli. (2001). Os sistemas de movimento do território brasileiro. In SANTOS, Milton e SILVEIRA, María Laura. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. 3.ed. Rio de Janeiro: Record, 2012.
HUERTAS, Daniel Monteiro. Território e Circulação: Transporte rodoviário de carga no Brasil. São Paulo: Editora UNIFESP, 2018.
LAMOSO, Lisandra Pereira. A infra-estrutura como elemento organização do território. In: SILVEIRA, Márcio Rogério; LAMOSO, Lisandra Pereira e MOURÃO, Paulo Fernando Cirino (Orgs.). Questões nacionais e regionais do território brasileiro. São Paulo: Expressão Popular, 2009, p. 43-62.
LEMOS, João Henrique Zöehler. Transporte público, cidades e justiça espacial: explorações geográficas na região de Chapecó. 367f. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Universidade Federal da Fronteira Sul, Chapecó, 2021.
OLIVEIRA NETO, Thiago e NOGUEIRA, Ricardo José Batista. Transporte rodoviário de passageiros no Brasil. Revista Transporte y Territorio, Buenos Aires, n. 17, p. 229-250, 2017.
RODRIGUES, Lucas Azeredo. Transporte aéreo de passageiros no estado de Santa Catarina: estratégias logísticas e organização territorial 331f. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2020.
SANTOS, Bruno Candido dos. Redes geográficas e transporte rodoviário interestadual de passageiros no Brasil. 622f. Tese (Doutorado em Geografia Humana) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2024.
SANTOS, Milton (1996). A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. 4.ed. São Paulo: Edusp, 2012.
SANTOS, Milton (1993). A urbanização brasileira. 5.ed. São Paulo: Edusp, 2013.
SANTOS, Milton (1979). Economia espacial: críticas e alternativas. 2.ed. São Paulo: Edusp, 2011.
SANTOS, Milton (1988). Metamorfoses do espaço habitado. 6.ed. São Paulo: Edusp, 2014.
SANTOS, Milton e SILVEIRA, María Laura. (2001). O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. 3.ed. Rio de Janeiro: Record, 2012.
SILVA, Moacir Malheiros Fernandes. Geografia dos Transportes no Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 1949.
SILVEIRA, Márcio Rogério. Circulação, transportes e logística: construção epistemológica e perspectivas. In: SILVEIRA, Márcio Rogério (org.). Circulação, transportes e logística: diferentes perspectivas. São Paulo: Expressão Popular, 2011, p. 21-68.

Programa

Referências Bibliográficas:
Comin, A. A., Oliveira, C. G. B., Kaufman, D., Bucci, E., & Arbix, G. (2024). Inteligência artificial: Democracia e impactos sociais. Editora Dialética.
Ferreira, A. H., Trevisan, A. C., M. Flores, A. M., & Pinheiro da Silva, D. (2025). Inteligência Artificial nas Ciências Sociais e Humanas: usos, reflexões e impacto na intersecção com o audiovisual no Brasil (version 1). Observatório Social para a Inteligência Artificial & Dados Digitais (OSIADD). https://doi.org/10.5281/zenodo.15257282
Ferreira, A. H., Trevisan, A. C., & Baptista, C. (2024). Comprendiendo, Integrando y Gestionando Cambios Tecnológicos en la Era de la IA - un enfoque para periodistas. In Inteligencia artificial y periodismo: narrativas,
aplicaciones y herramientas (pp. 41–66). Comunicación Social Ediciones y Publicaciones.
Groenner, L., Lopes de Faria, L. I., Perissini, R. C., & Gracioso, L. D. S. (2022). Estudo bibliométricosobre a pesquisa
em inteligência artificial no Brasil. 16, e02147. https://doi.org/10.36311/1981-1640.2022.v16.e02147
Jironza Hidalgo, J. (2024). Análisis de la implementación de Inteligencia Artificial como herramienta de postproducción digital audiovisual. Ñawi: arte diseño comunicación, 8(2), 165-177.
Leite, F., Gonçalvez, I. X., Azevedo, T. L. de, Moherdaui, L., & Pereira, E. (2024). IA responsável, plataformas de mídia social e regulação no Brasil: Notas para pensar a participação social em tempos de incertezas. Novos Olhares, 13(2), 51–70. https://doi.org/10.11606/issn.2238-7714.no.2024.225630
McLuhan, M. (1974). Os meios de comunicação: como extensões do homem. Editora Cultrix.
Vela, S., Sánchez, P., & Navarro, N. (2024). La revolución será artificial. Un análisis de la creación audiovisual generada por IA. Tripodos, 55, 05. https://doi.org/10.51698/tripodos.2024.55.05 In:
https://tripodos.com/index.php/Facultat_Comunicacio_Blanquerna/article/…

Programa

Detalhamento:

1) Introdução: Transmissão de uma identidade étnico-religiosa minoritária em contextos de mudança. O judeu como estrangeiro. Inserção diferenciada na estrutura da sociedade maior: a lógica das expulsões. 

2) A Alta Idade Média na Europa: a transformação urbana, o papel dos judeus.

3) A situação dos judeus sob o domínio muçulmano: o "povo protegido". Principais contribuições culturais. 

4) A Era das Cruzadas. As matanças de 1096 e o kidush há'shem. Efeitos psicológicos. 

5) Marginalidade dos judeus na Idade Média: um estudo de caso, os judeus da França.

6) A entrada em cena dos judeus no comércio mundial. Prestamistas, ramificações das atividades bancárias.

7) A transformação das lideranças judaicas: do Exilarca aos Rabinos. O conceito de kehilá

8) Desenvolvimento da cultura judaica em diferentes contextos: Talmude, a Ética dos Pais, Rashi, Saadia Gaon, Ibn Gabirol, Iehuda Há'levi, Maimônides.
 

Bibliografia

Baron, S. História Social y Religiosa del Pueblo Judío: El encuentro de Oriente y Occidenete. Buenos Aires: Paidós, 1968 (vol. IV)

Berezin, R. (org): Caminhos do Povo Judeu. São Paulo: Vaad há'chinuch, 1975 Bonfin Batalla, G. "La teoría del control cultural en el estudio de procesos etnicos", em Revista Papeles de la Casa Chata, Año 2, N*3, México, 1987.

Dinur, Bem-Zion "História Judaica: Singularidade e Continuidade" em Vida e Valores do Povo Judeu. São Paulo: Editora Perspectiva.

Guglielmi, N. "La condición de los judíos medievales (Francia siglo XIV), em Anales de Historia Antigua y Medieval, Vol. 20, Buenos Aires, 1982

Guinsburg, J. Do Estudo da Oração. São Paulo: Editora Perspectiva, 1968.

Johnson, P. História dos Judeus, Rio de Janeiro: Imago Ed., 1995.

Koltai, K. (org) O Estrangeiero. São Paulo: Editora Escuta, 1998.

Lewis, B. Os judeus e o Islão. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1993.

Malamat, A, Tadmor, H., Stern, M, Safrai, S., Bem-Sasson, H. H. & Ettinger, S. Historia del Pueblo Judío. Madrid: Alianza Editorial, 1988 (Volume II)

Pirenne, H. Las Ciudades de la Edad Media. Madrid: Alianza Editorial, 1980.


Obs. Outros itens bibliográficos serão incorporados ao longo do curso.

Programa

Justificativa:
Este curso, voltado para iniciantes e iniciados no estudo da morfologia, pretende abordar alguns dos mecanismos que podem explicar a estruturação das palavras das línguas naturais, procurando comparar um modelo lexicalista com um modelo não lexicalista, propiciando-lhes condições para refletir sobre a natureza da interface entre a morfologia e a sintaxe, bem como sobre a necessidade ou não de se postular a existência de módulos gramaticais específicos e distintos para a formação de palavras e de sentenças. A discussão sobre o lugar da morfologia em relação aos outros componentes da gramática ocupa posição importante entre as questões em debate na teoria linguística atual. Em particular, sua relação com a sintaxe e a fonologia, bem como o tipo e o montante de informações que a morfologia pode fornecer sobre a sintaxe, vêm despertando o interesse de muitos pesquisadores.
 
Objetivo:
Neste curso, procura-se familiarizar o participante com os mecanismos da Morfologia. No detalhe, são discutidas questões sobre a identificação de morfemas nas línguas naturais, a noção de alomorfia contextual e o fenômeno do sincretismo.
 
Cronograma:
 
Aula 1: Morfologia: Panorama e Identificação dos Morfemas da Língua.
Questões Clássicas em Morfologia;
Estrutura Interna das Palavras e seus Constituintes Imediatos;
Morfemas, Morfes e Alomorfes;
 
Aula 2: Interfaces: Morfofonologia e Morfossintaxe.
A Interface entre Morfologia e Fonologia;
A interface entre Morfologia e Sintaxe.
 
Aula 3: Modelo Não Lexicalista: Morfologia Distribuída.
Modelos lexicalistas e não lexicalistas;
Estrutura da Gramática;
Operações Morfológicas;
Flexão Verbal e Sincretismo em Morfologia Distribuída.
 
BIBLIOGRAFIA POR AULA:
Aula 1:
ARONOFF, M. Word formation in generative grammar. Cambridge. MA. MIT Press,1976.
EMBICK, D. The morpheme: a theoretical introduction. De Gruyter Mouton, 2015.
LIEBER, R. Introducing Morphology. Cambridge: CUP, 2010.
ROSA, M. C. Introdução à Morfologia: Nova Edição. São Paulo: Contexto, 2018.
SIDDIQI, D. The morphology–syntax interface. In: CARNIE, A.; SIDDIQI, D.; SATO, Y. The Routledge Handbook of Syntax. London: Routledge, 2014, p. 345-365.
SILVA, M. C. F.; MEDEIROS, A. B. Para Conhecer Morfologia. São Paulo: Contexto, 2016.
 
Aula 2:
ACKEMA, P.; NEELEMAN, A. Morphology ≠ Syntax. In: RAMCHAND, G.; REISS, C. (eds.) The Oxford Handbook of Linguistic Interfaces. Oxford University Press, 2012, p. 289- 324.
EMBICK, D. The morpheme: a theoretical introduction. De Gruyter Mouton, 2015.
HALLE, M. Distributed Morphology and the Syntax/Morphology Interface. In: RAMCHAND, G.; REISS, C. (eds.) The Oxford Handbook of Linguistic Interfaces. Oxford University Press, 2012, p. 289- 324.
KEHDI, V. Formação de palavras em português. Editora Ática, 1992.
KIPARSKY, P. From Cyclic Phonology to Lexical Phonology. In: VAN DER HULST, H.; SMITH, H. & N. (eds.) The Structure of Phonological Representations, v.1. Foris: Dordrecht, 1982, p. 131-175.
LIEBER, R. Introducing Morphology. Cambridge: CUP, 2010.
MARRANTZ, A. No Escape From Syntax: don’t try morphological analysis in the privacy of your own lexicon. University of Pennsylvania Working Papers in Linguistics, v. 4, n. 2. 1997, p. 201-225.
 
Aula 3:
BONET, E. Morphology after syntax. (Doutorado em Linguística). Cambridge: MITWPL, 1991.
EMBICK, D. and NOYER, R. Movement operations after syntax. In: Linguistic Inquiry. v. 32, n. 4, p. 555-595, 2001.
HALLE, M.; MARANTZ, A. Distributed Morphology and the Pieces of /inflection. In: HALE, K. and KEYSER, S. J. (eds.) The view from building 20: essays in linguistics in honor of Sylvain Bromberger. Cambridge, Mass.: MIT Press, p. 111-176, 1993.
KIPARSKY, P. From Cyclic Phonology to Lexical Phonology. In: VAN DER HULST, H.; SMITH, H. & N. (eds.) The Structure of Phonological Representations, v.1. Foris: Dordrecht, 1982, p. 131-175.
LIEBER, R. Introducing Morphology. Cambridge: CUP, 2010.
 
BIBLIOGRAFIA DE APOIO
CHOMSKY, N. Remarks on Nominalization. In: JACOBS, R. A.; ROSENBAUM, P. S. (eds.) Readings in English Transformational Grammar. Waltham, MA: Ginn & Co, 1970, pp. 184-221.
FIORIN, J. L. (org.) Introdução à Linguística I: Objetos Teóricos. São Paulo: Contexto, 2008.
FIORIN, J. L. (org.) Introdução à Linguística II: Princípios de Análise. São Paulo: Contexto, 2008.
GONÇALVES, C. A. Iniciação aos Estudos Morfológicos: Flexão e Derivação em Português. São Paulo: Contexto, 2011.
LEMLE, M et al. A Morfologia Distribuída no Brasil: duas décadas de existência. In: Revista de Estudos da Linguagem, v. 20, n. 2, p. 141-182, Dez. 2012.
Disponível em: . Acesso em: 14/11/2019.
SCHER, A. P. ReVEL na Escola: Morfologia Distribuída. In: ReVEL, São Leopoldo, v. 13, n. 24, p. 1-7, Mar. 2015. Disponível em: . Acesso em: 14/11/2019.

 

Programa

1º encontro:
1. Introdução às Metodologias Ativas;
2. Ensino Híbrido e a Sala de Aula Invertida;
3. Ferramentas digitais que auxiliam na implementação da Sala de Aula Invertida, possibilitando a
personalização e autonomia do aluno no ensino de idiomas.

2º encontro:
1. O que são as Estratégias de Aprendizado: um panorama sobre a teoria e exemplos
2. Princípio de Fomento à reflexão sobre o aprendizado de língua adicional: teoria e prática
3. Ferramentas digitais que podem ser utilizadas no trabalho com as estratégias.

3º encontro:
1. Aquisição e treino de vocabulário: teoria e prática;
2. Vocabulário, autonomia e estratégias de memorização;
3. Ferramentas digitais e sugestões de exercícios e jogos.

Referências bibliográficas

​​​​​​​
BACICH, Lilian; MORAN, José (org.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018.
BACICH, Lilian; NETO, Adolfo Tanzi; TREVISANI, Fernando de Mello (org.). Ensino Híbrido: Personalização e tecnologia na educação. Porto Alegre: Penso, 2015.
BALLWEG S, DRUMM S, HUFEISEN B, KLIPPEL J, PILYPAITYTE L. DLL - Deutsch lehren lernen 2. Wie lernt man die Fremdsprache Deutsch? DLL - Deutsch lehren lernen: Fort- und Weiterbildung weltweit. Stuttgart: Klett-Langenscheidt; 2013.
BERGMANN, Jonathan. Aprendizagem invertida para resolver o problema da lição de casa. Porto Alegre: Penso, 2018.
BERGMANN, Jonathan; SAMS, Aaron. Sala de aula invertida: Uma metodologia ativa de aprendizagem. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
BIMMEL, Peter; RAMPILLON, Ute. Lernerautonomie und Lernstrategien. Fernstudieneinheit 23. Berlin u.a.: Langenscheidt, 2000.
CAMARGO, Fausto; DAROS, Thuinie. A sala de aula inovadora: Estratégias pedagógicas para fomentar o aprendizado ativo. Porto Alegre: Penso, 2018.
FUNK, Hermann. Methodische Konzepte für den Deutsch als Fremdsprache-Unterricht. In: Krumm, Hans-Jürgen et al. (orgs.). Deutsch als Fremd- und Zweitsprache. Ein internationales Handbuch, vol. 1. Berlin/New York: de Gruyter, 2010, p. 940-952.
FUNK, Hermann. Aufgabenorientierung und Fremdsprachenerwerb. In: Ahrenholz, Bernt; Oomen-Welke, Ingeborg (orgs.). Deutsch als Fremdsprache. Baltmannsweiler: Schneider Hohengehren, 2013, p. 298-310.
LEWIS, Michael. Implementing the lexical approach. Putting theory into practice. Hampshire: Heinle, 2008.
MATTAR, João. Metodologias ativas: Para a educação presencial, blended e a distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.
MCGONIGAL, Jane. A realidade em jogo. Rio de Janeiro: BestSeller, 2012.
MEERHOLZ-HÄRLE, Birgit. Wortschatzvermittlung im DaZ-Unterricht. In: KAUFMANN, Susanne et al. Fortbildung für Kursleitende Deutsch als Zweitsprache. Band 2: : Didaktik und Methodik. Ismaning: Hueber, 2008, p. 1-34.
OXFORD, Rebecca L. Language learning styles and strategies: An overview. In: Learning styles & strategies. Oxford: GALA, 2003.
RÖSLER, D. Deutsch als Fremdsprache: Eine Einführung. Stuttgart/Weimar: Metzler, 2012.
TANAKA, V. A.; UPHOFF, D. Influências interlinguais e estratégias de comunicação por aprendizes de alemão como terceira língua: análise de uma escrita comunicativa online. Pandaemonium Germanicum, São Paulo, v. 22, n. 36, p. 128-152, 2019. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/pg/article/view/151433.​​​​​​​

Programa

Aula 1: de uma estética da violência
A aula inicial apresentará o curso, bem como os métodos utilizados. Explicará como funciona a estrutura, links, presenças e perguntas, apresentará o professor. Após a apresentação, uma introdução sobre a teoria sobre estética da violência e um curto debate historiográfico sobre a literatura feminina brasileira, temas que balizarão as discussões seguintes.

Bibliografia:
Telles, Norma. Escritoras, escritas, escrituras. In: Priore, Mary Del. História das mulheres no Brasil. São Paulo: Editora Unesp, 1992.


Aula 2: Estética da violência em Patrícia Melo
A segunda aula discutirá a obra da escritora paulista contemporânea Patrícia Melo, à luz dos conceitos discutidos na aula anterior. Em particular, será proposto uma discussão sobre dois de seus romances: Gog magog e O matador.

Bibliografia:
Melo, Patrícia. Gog Magog. Rio de Janeiro: Rocco, 2017.

Aula 3: Da obra esquecida de Sylvia Serafim
Esta aula discutirá a obra de Sylvia Serafim, apagada do cânone intelectual brasileiro, a despeito de sua relevância na época, por ter assassinado o irmão de Nelson Rodrigues. Serão selecionados trechos de sua obra para discussão em aula.

Bibliografia:
SERAFIM, Sylvia. Fios de prata, symphonia da dor. Rio de Janeiro: Officinas Graphicas Alba, 1930.

Aula 4: a desumanização de Sylvia Serafim
Se a aula anterior trouxe a obra apagada de Serafim, e as demais aulas discutiram a estetização da violência, a aula derradeira mobilizará um debate sobre o processo de desumanização que Serafim sofreu após o crime, bem como sua captura pela memória popular e a disputa narrativa que se seguiu. Enfim todo o debate se encontrará sobre esta aula, conforme as narrativas sobre Sylvia serão colocadas em diálogo.

Bibliografia principal:
LINHA Direta. A primeira tragédia de Nelson Rodrigues. Rio de Janeiro: Rede Globo, 7 de junho, 2007. Programa de TV.

Programa

Aula 1 – As línguas indígenas de importância histórica no Brasil e seu papel na nomeação do território brasileiro.
Aula 2 – Os topônimos quinhentistas de origem tupi.
Aula 3 – Os nomes de origem tupi com a posposição tupi -PE.
Aula 4 – A nomeação da Amazônia com topônimos indígenas
Aula 5 – Os nomes de origem indígena da “Paulistânia”, isto é, a região do sudeste, sul e centro-oeste do Brasil influenciada pelos paulistas
Aula 6 – Os nomes geográficos de origem indígena não tupi no Brasil; os nomes de origem indígena surgidos nos séculos XIX e XX

Bibliografia:
CARDOSO, Armando Levy. Toponímia Brasílica. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército Editora, 1961.
NAVARRO, Eduardo de Almeida. O último refúgio da língua geral no Brasil. In: Estudos Avançados. São Paulo, USP, v. 26, p. 245-254, 2012.
_________________ Tupi or not Tupi: A Identidade Indígena do Brasil. In: Revista Brasileira, Rio de Janeiro, 1941, v. I, p. 91-104, 2017.
_________________Os topônimos com a posposição tupi –pe no território brasileiro. In Revista do Museu Emílio Goeldi. Belém, 2021 (no pelo).

Programa

Dia 1 - Histórico da interface semiótica e computação
Por meio dos trabalhos de Pierre Maranda (1967; 1978) e Diana Luz Pessoa de Barros(2002; 2009), apresentaremos alguns conceitos de gramática discursiva e contexto situacional.

Dia 2 - Ferramentas e conceitos de linguística computacional
A partir de Ferreira e Lopes (2019), forneceremos um apanhado geral sobre a área de linguística computacional por meio dos conceitos de token e lema. Espera-se construir um primeiro extrator de n-gramas
e um concordanciador.

Dia 3 - Semiótica e TripAdvisor
Evidenciaremos o modelo pressuposto pela simples existência de um enunciado do tipo "avaliação de restaurante no TripAdvisor". Será apresenta nossa proposta de tipologia da sanção pragmática por meio de atualização do famoso quadrado semiótico via modelo catenário.

Dia 4 - Fora do corpus não há salvação: exemplo de análise
Apresentaremos as plataformas GitHub e Stack Overflow como ferramentas para consulta de códigos e retirada de dúvidas na Internet. Por meio do Google Colaboratory, apresentaremos um modelo de análise semiocomputacional realizado na “nuvem”.

Dia 5 - Exercício de análise e programação
Faremos a distribuição entre os alunos de corpora (pacotes de avaliações de restaurantes divididos em diferentes categorias). Por meio de análises descritiva e estatística, bem como do fornecimento de códigos de programação, guiaremos os alunos a realizar as próprias análises.

Dia 6 - Mini-seminários e horizontes futuros
Os interessados em apresentar os resultados das análises poderão utilizar slides para expor seus achados. Após, faremos uma rápida apresentação de horizontes de pesquisa por meio da semiótica tensiva e da inteligência artificial.

Referência bibliográfica
​​​​​​​

ARNOLD, M.; La machine molle de W. S. Burroughs: étude sémiotique assistée par ordinateur des structures narratives du roman; Semiotics Unfolding: Proceedings of The Second Congress of the Internacional Association for Semiotics Studies Vienna, 1979; V. 1; pp. 713-720; De Gruyter Mouton; Berlin; 1984.
_________; Report on the Semiotics and Artificial Intelligence Workshop (Paris, France); The Semiotic Web 1987; de Gruyter Mouton; pp. 667–700; Berlin; 1988
_________; La sémiotique: un instrument pour la représentation des connaissances en intelligence artificielle; Études littéraires; vol. 21; n° 3; p. 81-90; Paris; 1989.
BARROS, D.; Teoria do discurso: fundamentos semióticos; Humanitas; São Paulo; 2002
——————-; Uma reflexão semiótica sobre a "exterioridade" discursiva; ALFA: Revista de Linguística; v. 53, n. 2; [online], 2009.
BEIVIDAS, W.; Um modelo catenário e tensivo para a estrutura do quadrado semiótico; Estudos Semióticos, 15, 39-53. 2019. https://doi.org/10.11606/issn.1980-4016.esse.2019.156046 .
FERREIRA, M.; LOPES, M.; Para conhecer linguística computacional; Contexto; São Paulo; 2019.
GÉRON, A.; Mãos à obra. Aprendizado de máquina com Scikit-Learn e TensorFlow: ferramentas e técnicas para a construção de sistemas inteligentes; Alta Books Editora; Rio de Janeiro; [2017] 2019. Trad. Rafael Cantori.
GREIMAS, A.; L’ énonciation: une posture épistémologique; in Significação: Revista de Cultura Audiovisual, volume 1, pp 9 - 25; São Paulo; 1974; Disponível em: http://www.revistas.usp.br/significacao/article/view/9011 . Consulta: 22/01/2021
___________; A Enunciação (uma postura epistemológica). Cópia PDF traduzida por Jean Cristtus Portela e Maria Lúcia V. P. Diniz; Disponível em: http://semiotica.fflch.usp.br/sites/semiotica.fflch.usp.br/files/u45/en… .Consulta: 22/01/2021
___________; Semiótica e ciências sociais; Cultrix; São Paulo; [1976] 1981. Trad. Álvaro Lorencini e Sandra Nitrini
___________; Sobre o sentido II; Edusp, São Paulo; [1980] 2014. Trad. Dilson Ferreira da Cruz.
___________; e COURTÉS, J.; Dicionário de semiótica; Contexto; São Paulo; [1979] 2016. Trad. Alceu Dias Lima et al.
GRUS, J.; Data science do zero: primeiras regras com Python; Alta Books Editora; Rio de Janeiro; [2015] 2016. Trad. Welington Nascimento.
JURAFSKY, D.; MARTIN, J.; Speech and language processing; Prentice Hall; New Jersey; 2000.
MARANDA, P.; Formal analysis and inter-cultural studies; Social Science Information; 6(4); pp. 7-36; Paris; 1967.
__________; Sémantographie du domaine "travail" dans la haute-ville et dans la basse-ville de Québec; in Anthropologica, New Series, Vol. 20, No. 1/2; pp. 249-292; Canada; 1978.
MCKINNEY, W.; Python para análise de dados: tratamento de dados com Pandas, Numpy e IPython; Novatec Editora; São Paulo; 2018.Trad. Lucia Kinoshita
PANG, B.; LEE, L.; Opinion mining and sentiment analyses; in Foundations and Trends in Information Retrieval; v. 2 n. 1-2; pp 1-135.; Boston; 2008 http://dx.doi.org/10.1561/1500000011
TATIT, L.; Quantificações subjetivas: crônicas e críticas; in Caderno de Letras da UFF, Niterói, vol. 1º sem.(42), 35-50, 2011.
_______; Passos da semiótica tensiva; Ateliê Editorial; São Paulo; 2019.
ZILBERBERG, C.; Elementos de semiótica tensiva; Ateliê Editorial, São Paulo; [2006] 2011. Trad. Ivã Carlos Lopes, Luiz Tatit e Waldir Beividas.
______________; e FONTANILLE, J.; Tensão e significação. Humanitas-USP, [1998] 2001. Trad. Ivã Carlos Lopes, Luiz Tatit e Waldir Beividas.

Programa

Introdução ao curso e à linguística

BNCC e o ensino de língua portuguesa

Aquisição de português brasileiro como L1 e L2

Fonética e fonologia do português brasileiro

Morfologia: estrutura da palavra

Sintaxe: dimensão da estrutura oracional

Semântica: tempo e aspecto gramatical

Pragmática: linguagem em uso

Sociolinguística

Linguística histórica: mudanças no português brasileiro

Semiótica discursiva

Bibliografia (por módulo):

Introdução - O que é linguística?

Básica:
CUNHA, A. F.; COSTA, M. A.; MARTELOTTA, M. E. “Linguística”. In: MARTELOTTA, E. et al. Manual de Linguística. São Paulo: Contexto, 2008, p. 15-30.

Complementar:
FARACO, C.A.; ZILLES, A.M. Para conhecer: norma linguística. São Paulo: Contexto, 2017.
FIORIN, J.L. (org.). Introdução à Linguística: I. Objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2002.
FIORIN, J.L. (org.). Introdução à Linguística: II. Princípios de análise. São Paulo: Contexto, 2002.
ILARI, R.; BASSO, R. O português da gente: a língua que estudamos, a língua que falamos. São Paulo: Contexto, 2006.

Módulo 1 - BNCC e o ensino de língua portuguesa”

Básica:
GERALDI, J. W. O ensino de língua portuguesa - e a Base Nacional Comum Curricular. Revista Retratos da Escola, Brasília, v. 9, n. 17, p. 381-396, jul./dez. 2015. Disponível em: http://retratosdaescola.emnuvens.com.br/rde/article/view/587.

Complementar:
ANTUNES, I. C. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola Editorial, 2005.
ANTUNES, I. C. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola Editorial, 2007.
ANTUNES, I. C. Gramática contextualizada: limpando “o pó das ideias simples”. São Paulo: Parábola Editorial, 2014.
BORTONI-RICARDO, S. M. et al. (org.) Por que a escola não ensina gramática assim? São Paulo: Parábola Editorial, 2014.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.
FARACO, C. A. Gramática e ensino. Revista Diadorim, Rio de Janeiro, v. 2, n. 19, p. 11-26, jul./dez. 2017.
MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
NEVES, M. H. M. Que gramática estudar na escola? Norma e uso na língua portuguesa. São Paulo: Contexto, 2003.
ROJO, R.; BARBOSA, J. P. Hipermodernidade, multiletramentos e gêneros discursivos. São Paulo: Parábola Editorial, 2015.
SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. Gêneros orais e escritos na escola. 2. ed. São Paulo: Mercado de Letras, 2010.
TRAVAGLIA, L. C. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática. 14. ed. São Paulo: Cortez, 2016.

Módulo 2 - Aquisição de português brasileiro como L1 e L2

Básica:
KLEIN, W. “O processo de aquisição de línguas”. In: KLEIN, W. L’aquisition de Langue Étrangère. Paris : Armand Colin, 1989. p. 12-29 (texto traduzido para o português)

Complementar:
DELL’ ISOLA, R. L. P. (org.). O Exame de Proficiência Celpe-Bras em foco. Campinas: Pontes, 2014.
GROLLA, E.; SILVA, M. C. F. “A fala do bicho homem e a fala dos outros bichos”. In: Para conhecer: aquisição de linguagem. São Paulo: Contexto, 2014, p. 14-25.
KENEDY, E. “O problema de Platão”. In: KENEDY, E. Curso básico de linguística gerativa. São Paulo: Contexto, 2016.
OLIVEIRA, R. S. Linha do tempo da didática das línguas estrangeiras no Brasil. In: Non plus, nº 7, 2015. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/nonplus/article/view/80013/106747
UFRGS. Acervo de provas Celpe-Bras. Disponível em: http://www.ufrgs.br/acervocelpebras

Módulo 3 - Fonética e fonologia do português brasileiro

Básica:
BASSO, R. M. “Os sons do português brasileiro e sua escrita”. In: BASSO, R. M. Descrição do português brasileiro. Linguística para o Ensino Superior, vol. 8. São Paulo: Parábola, 2019.

Complementar:
BATTISTI, E. “Fonologia”. In: SCHWINDT, L. C. (org.). Manual de Linguística: fonologia, morfologia e sintaxe. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014.
CHAGAS DE SOUZA, P.; SANTOS, R. S. “Fonética”. In: FIORIN, J. L. (org.). Introdução à Linguística: II. Princípios de análise. São Paulo: Contexto, 2002.
CHAGAS DE SOUZA, P.; SANTOS, R. S. “Fonologia”. In: FIORIN, J. L. (org.). Introdução à Linguística: II. Princípios de análise. São Paulo: Contexto, 2002.
MASSINI-CAGLIARI, G.; CAGLIARI, L. C. “Fonética”. In: MUSSALIM, F.; BENTES, A. C. (org.). Introdução à linguística: domínios e fronteiras. Vol. 1. São Paulo: Cortez Editora, 2001.
MORI, A. C. “Fonologia”. In: MUSSALIM, F.; BENTES, A. C. (org.). Introdução à linguística: domínios e fronteiras. Vol. 1. São Paulo: Cortez Editora, 2001.
SEARA, I. C.; NUNES, V. G.; LAZZAROTTO-VOLCÃO, C. Para conhecer fonética e fonologia do português brasileiro. São Paulo: Contexto, 2015.

Módulo 4 - Morfologia: estrutura da palavra

Básica:
BASÍLIO, M. Formação e classes de palavras no português do Brasil. 3ª edição. São Paulo: Contexto, 2011.

Complementar:
FIGUEIREDO SILVA, M. C.; BOECHAT DE MEDEIROS, A. Para conhecer Morfologia. 1ª edição. São Paulo: Contexto, 2016.
GONÇALVES, C. A. V. Blends lexicais em português: não-concatenatividade e correspondência. Veredas, v.7, n.1, p.149-167, 2003.
GONÇALVES, C. A. V. A ambimorfemia de cruzamentos vocabulares: uma abordagem por ranking de restrições. Revista da Abralin, v. 5, n.1, p. 169-183, 2006.
PREARO-LIMA, R. Blends lexicais e neologismos: alguns conceitos e problematizações. Entrepalavras, [S.l.], v. 9, n. 3, p. 38-56, out. 2019. ISSN 2237-6321. Disponível em: http://www.entrepalavras.ufc.br/revista/index.php/Revista /article/view/1502/633.
MINUSSI, R. D.; OLIVEIRA, C. da S. Observações sobre o pejorativo sufixal: testando a intuição dos falantes diante de uma teoria de fase nas palavras. Gragoatá, [S.l.], v. 23, n. 46, p. 470-491, aug. 2018. ISSN 23584114. Disponível em: https://periodicos.uff.br/gragoata/article/view/33586.
PETTER, M. M. T. “Morfologia”. In: FIORIN, José Luiz. Introdução à linguística II: Princípios de Análise. São Paulo: Contexto, 2003.
ROSA, M. C. Introdução à Morfologia. 1ª edição. São Paulo: Contexto, 2000.
SANDALO, M. F. “Morfologia”. In: MUSSALIN, F.; BENTES, A. C. (eds.). Introdução à linguística. São Paulo: Cortez, 2001.
SANDMANN, A. J. Formação de Palavras. Curitiba: Scientia et Labor, 1988.
SANDMANN, A. J. Morfologia Geral. São Paulo: Contexto, 1991.
SANDMANN, A. J. Morfologia Lexical. São Paulo: Contexto, 1992.
SCHER, A. P. Formas truncadas em português brasileiro e espanhol peninsular: descrição preliminar. ReVEL, ed. esp. n. 5, p. 61-79, 2011.
VILLALVA, A. Estruturas morfológicas: unidades e hierarquia do Português. Lisboa: FCT, 2000.

Módulo 5 - Sintaxe: dimensão da estrutura oracional

Básica:
KATO, M. A. & NASCIMENTO, M. do. A arquitetura da Gramática. Gramática do Português Culto Falado no Brasil. Volume III: A construção da sentença. Campinas: Editora da Unicamp, 2009, p. 19 – 41.

Complementar:
CORRÊA, M. L. G. Pontuação: sobre seu ensino e concepção. Leitura: Teoria e prática, 24: 52-65. 1994.
DAHLET, V. A pontuação e as culturas da escrita. Filologia e Linguística Portuguesa, n. 8, p. 287-314, 2 ago. 2006.
KENEDY, E.; OTHERO, G. A. “A noção de constituinte”. In: KENEDY, E.; OTHERO, G. A. Para conhecer sintaxe. São Paulo: Contexto, 2018.
KENEDY, E.; OTHERO, G. A. “Articulação entre orações”. In: KENEDY, E.; OTHERO, G. A. Para conhecer sintaxe. Editora Contexto, São Paulo, 2018.
KENEDY, E.; OTHERO, G. A. “Funções Sintáticas”. In: KENEDY, E.; OTHERO, G. A. Para conhecer sintaxe. São Paulo: Contexto, 2018.
NEGRÃO, E.V.; SCHER, A.P.; VIOTTI, E.C. “Sintaxe: explorando a estrutura da sentença”. Introdução à Linguística: II. Princípios de análise. São Paulo: Contexto, 2010.
MIOTO, C.; SILVA, M. C.; LOPES, R. “O estudo da Gramática”. In: MIOTO, C.; SILVA, M. C.; LOPES, R. Novo manual de sintaxe. São Paulo: Contexto, 2013.
KATO, M. A. “A Gramática do Letrado: questões para a teoria gramatical”. In: KOLLER, E. et. al. (orgs.) Ciências da Linguagem: trinta anos de investigação e ensino. Braga: CEHUM (Universidade do Minho), 2005. p. 131-145.

Módulo 6 - Semântica: tempo e aspecto gramatical

Básica:
GUEDES, M. M. F. “Descrição Semântica de Tempo Gramatical e Aspecto e o Ensino dos Tempos Verbais”. In: MULLER, A.; Martins, N. P. (org.) Ensino de Gramática: Reflexões sobre a Semântica do Português Brasileiro. 1. ed. Campinas: Pontes Editores, 2021, p. 98-115. Disponível em: http://semanticaensino.fflch.usp.br/sites/semanticaensino.fflch.usp.br/….

Complementar:
ILARI, R. A expressão do tempo em Português. São Paulo: Contexto, 1997.
_______. A linguística e o ensino de língua portuguesa. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
ILARI, R.; OLIVEIRA, F.; BASSO, R. “Tense and Aspect: a Survey”. In: WETZELS, W. L.; COSTA, J.; MENUZZI, S. The Handbook of Portuguese Linguistics. John Wiley & Sons, 2016.
KLEIN, W. “How time is encoded”. In: KLEIN, W.; Li, P. (eds.) The expression of time. Berlin: Mouton de Gruyter, 2009, p. 39-82.
_______. Time in Language. London and New York: Routledge, 1994.
LACA, B.; MULLER, A. A Semântica dos tempos não marcados. Universidade de São Paulo, 2005.
OLIVEIRA, R. P. Semântica Formal: uma breve introdução. Campinas: Mercado das Letras, 2004.
WACHOWICZ, T. C. & FOLTRAN, M. J. Sobre a noção de aspecto. Cadernos de estudos linguísticos, Unicamp, 48, 2006. p. 211-232.

Módulo 7 - Pragmática: linguagem em uso

Básica:
FIORIN, J. L. “A Linguagem em uso”. In: FIORIN, J. L. (org.). Introdução à Linguística I: Objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2003, p. 165-186.

Complementar:
BENVENISTE, E. Problemas de linguística Geral I. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1976, p. 247-259.
FIORIN, J. L. Astúcias da enunciação: as categorias de pessoa, espaço e tempo. São Paulo: Contexto, 1996.
FIORIN, J. L. “Pragmática”. In: FIORIN, J. L. (org.). Introdução à Linguística II: Princípios de análise. São Paulo: Contexto, 2003, p. 161-185.
GRICE, H. P. “Logic and Conversation”. In: GRICE, H. P. Studies on the way of words. Massachusetts: Harvard University Press, 1991, p. 32-40.
LEVINSON, S. C. “O âmbito da Pragmática”. In: LEVINSON, S. C. Pragmática. Tradução de Luiz Carlos Borges & Aníbal Mari. São Paulo: Martins Fontes, 2007, p. 1-64.
STALNAKER, R. Common ground. Linguistics and philosophy, 25, 2002. p. 701–721.
STALNAKER, R. Pragmatic Presuppositions. In: STALNAKER, R. Context and Content. Oxford University Press, 1999, p. 47-62.
SEARLE, J. “Uma Taxinomia dos Atos Ilocucionários”, In: SEARLE, J. Expressão e Significado: estudos da teoria dos atos de fala. 2a ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002
AUSTIN, J. L. Quando dizer é fazer. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990.

Módulo 8 - Sociolinguística

Básica:
BAGNO, M. “O que é ensinar português?”. In: BAGNO, M. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 55ª ed. São Paulo: Edições Loyola, 2013. p. 143-147.
BAGNO, M. “O que é erro?”. In: BAGNO, M. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 55ª ed. São Paulo: Edições Loyola, 2013. p. 147-154.
BAGNO, M. “Então vale tudo?”. In: BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 55ª ed. São Paulo: Edições Loyola, 2013. p. 154-156.
BORTONI-RICARDO, S. M. “Diversidade linguística e pluralidade cultural no Brasil”. In: BORTONI-RICARDO, S. M. Educação em língua materna: a sociolinguística na sala de aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2004. p. 23-35.
FARACO, C. A. “Os três continua e a linguagem urbana comum”. In: FARACO, C. A. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. p. 43-49.

Complementar:
BAGNO, M. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 55ª ed. São Paulo: Edições Loyola, 2013.
BORTONI-RICARDO, S. M. Educação em língua materna: a sociolinguística na sala de aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2004.
FARACO, C. A. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
MENDES, R. B. “Língua e variação”. In: FIORIN, J. L. (org.). Linguística? Que é isso? São Paulo: Contexto, 2013. p. 111-135.

Módulo 9 - Linguística histórica: mudanças no português brasileiro

Básica:
CHAGAS, P. “A mudança linguística”. In: FIORIN, J. L. (org.). Introdução à Linguística I: objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2003. p. 141-164.

Complementar:
DE CAUX, D. D. TARALLO, Fernando (1990) Tempos linguísticos: itinerário histórico da língua portuguesa. DELTA: Documentação e Estudos em Linguística Teórica e Aplicada, v. 7, n. 2, 1991.
FARACO, C. A. Linguística histórica: Uma introdução ao estudo da história das línguas. São Paulo: Parábola, 2005.
NEGRÃO, E. V.; VIOTTI, E. Em busca de uma história linguística. Revista de Estudos da Linguagem, v. 20, n. 2, p. 309-342, 2012.
SILVA, R. V. M. Orientações atuais da linguística histórica brasileira. DELTA: Documentação de Estudos em Linguística Teórica e Aplicada, v. 15, n. SPE, p. 147-166, 1999.
TARALLO, Fernando. Tempos linguísticos. São Paulo: Ática, 1990.
VIOTTI, E. “Mudança linguística”. In: FIORIN, J. L. (org.). Linguística? O que é isso? São Paulo: Contexto, 2015. p. 137-179.

Módulo 10 - Semiótica discursiva
Básica:
BARROS, D. L. P. “Estudos do discurso”. In: FIORIN, J. L. (org.) Introdução à Linguística II: princípios de análise. 4. ed. São Paulo: Contexto, 2005. p. 187-213.

Complementar:

BARROS, D. L. P. Teoria semiótica do texto. 5. ed. São Paulo: Ática, 2014.
BRASIL. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Diário Oficial da União: Brasília: MEC/CEF, 2017. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/#/site/inicio
FIORIN, J. L. Elementos de análise do discurso. 15. ed. São Paulo: Contexto, 2018.
FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Para entender o texto: leitura e redação. 7. ed. São Paulo: Ática, 1993.
FLOCH, J-M. Alguns conceitos fundamentais em semiótica geral. Documentos de estudo do CPS, 1. São Paulo: CPS PUC-SP, 2001, p. 9-29.

Programa

Aula 1: Introdução a um assassinato: quem foi Sylvia Serafim e por que nunca ouvi falar dela?
A primeira aula apresentará o curso, bem como os métodos utilizados. Explicará como funciona a estrutura, links, presenças e perguntas, apresentará o professor. Após a apresentação, terá espaço uma aula introdutória sobre o estudo de caso que permeará todo o curso. A intenção desta aula inicial é apresentar a personagem, contextualizar sua história, e pavimentar o caminho à discussão teórica que se seguirá.
Bibliografia:
CARLONI, Karla; FORTES, Carolina Coelho (org.). Mulheres tecendo o tempo: experiências e experimentos femininos no medievo e na contemporaneidade. Curitiba: CRV, 2020.
SERAFIM, Sylvia. Fios de prata, symphonia da dor. Rio de Janeiro: Officinas Graphicas Alba, 1930.

Aula 2: De uma estética da violência: sensacionalismo no jornalismo e na literatura
A segunda aula desdobrará elementos teóricos essenciais à compreensão do caso de Sylvia Serafim, colocando em diálogo estética da violência e sensacionalismo. Por meio desse contato, será possível perceber o cenário
político e social de 1929, e as razões pelas quais Marialva Barbosa classifica o assassinato de Roberto Rodrigues como marco no fim da era de ouro do jornalismo de sensações.
Bibliografia:
BARBOSA, Marialva. História cultural da imprensa. Rio de Janeiro: Mauad X, 2007.

Aula 3 - Queimem as bruxas: o espaço da mulher na literatura, na imprensa e a desumanização de desviantes
A última aula continuará o fio legado pelas duas anteriores, na intenção de pensar como essa estética da violência e sensacionalismo impulsionam um processo de desumanização do feminino desviante. Para isso, além de
contextualizar o conceito de desumanização, também trabalhará sobre o papel feminino na literatura e no jornalismo no cenário da década de 1920.
Bibliografia:
MORAES, Eliane Robert. Perversos, amantes e outros trágicos. São Paulo: Iluminuras, 2013.