Programa

Aula 1 – 01/08/2023 – Identificando desafios
Panorama introdutório de alguns dos principais desafios da pesquisa em canção popular na área de Humanidades,
especialmente nos campos da História, Sociologia, Letras e Música.
Bibliografia:
NAPOLITANO, Marcos. O fonograma como fonte para a pesquisa histórica sobre música popular: problemas e
perspectivas, Anais XIV Congresso Anppom, Porto Alegre, 2003, 1-3.
TRAVASSOS, Elizabeth. “Pontos de escuta da música popular no Brasil”. In: ULHÔA, Martha; OCHOA, Ana Maria
(orgs.). Música popular na América Latina: pontos de escuta. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2005, p. 94-111.

Aula 2 – 03/08/2023 – Contribuições da análise semiótica da canção
Abordagem das contribuições da análise semiótica da canção conforme a perspectiva de Luiz Tatit.
Bibliografia:
TATIT, Luiz. “Dicção do cancionista”. In: O cancionista: composição de canções no Brasil. 2ª ed. São Paulo: Ed.
USP, 2002, p. 9-27.
MACHADO, Regina. “A semiótica da canção e sua aplicação na análise do comportamento da voz cantada”. In: Da
intenção ao gesto interpretativo: análise semiótica do canto popular brasileiro. Tese de doutorado em Semiótica e
Linguística, FFLCH, USP, 2012, p. 41-54.

Aula 3 – 08/08/2023 – Canção, historicidade, performance
Discussão da performance na canção popular como um processo histórico-social.
Bibliografia:
PARANHOS, Adalberto. “A música popular e a dança dos sentidos: distintas faces do mesmo”, ArtCultura, n.º 9,
Uberlândia, Edufu, jul./dez., 2004, p. 22-31.
ZUMTHOR, Paul. Performance, recepção, leitura. São Paulo: EDUC, 2000.

Aula 4 – 10/08/2023 – A canção, o fonograma e o álbum
Caracterização histórico-social das especificidades do fonograma e do álbum de canções como objeto de estudo.
Bibliografia:
MAMMÌ, Lorenzo. “A era do disco”. In: A fugitiva: ensaios sobre música. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p.
104-124.
MOLINA, Sérgio. “Seis premissas e duas referências teóricas”. In: Música de montagem: a composição de música
popular no pós-1967. São Paulo: É Realizações, 2017, p. 19-49.

Programa

Aula 1: A Renascença Sulista
Aula 2: William Faulkner e O som e a fúria
Aula 3: Carson McCullers e O coração é um caçador solitário
Aula 4: Os pontos de vista de Faulkner: Trechos de O som e a fúria, Luz em agosto e Absalão, Absalão!
Aula 5: Os narradores oniscientes de McCullers: Trechos de O coração é um caçador solitário e A balada do café triste
Aula 6: Alguns temas em Faulkner e McCullers
a) o Sul
b) personagens mulheres

Referências:

ARSENAULT, Raymond. “The South”. In: A Companion to 20th century America. WHITFIELD, Stephen J. Maiden: Blackwell Publishing, 2004.
BARNARD, Rita. “Modern American Fiction”. In: The Cambridge Companion to American Modernism. Cambridge: Cambridge University Press, 2006.
BLOOM, Harold. Carson McCullers (Modern Critical Views). New York: Chelsea House Publishers, 1986.
BLOOM, Harold. Carson McCullers (Bloom’s Modern Critical Views). New York: Bloom’s Literary Criticism, 2009.
BLOOM, Harold. William Faulkner (Bloom’s Modern Critical View) New York: Infobase Publishing, 2008.
BRINKMEYER JR, Robert H. “The Southern literary renaissance”. In: GRAY, Richard. ROBINSON, Owen. A Companion to the literature and culture of the American South. Malden: Blackwell Publishing, 2004
BROOKS, Cleanth. “History and the sense of tragic”. William Faulkner: The Yoknapatawpha Country. New Haven: Yale University Press, 1974, p. 295-324.
BRUMM, Ursula. “William Faulkner and the Southern Renaissance” In: CUNLIFFE, Marcus. American Literature Since 1900. New York: Penguin Books, 1993.
CARR, Virginia Spencer. Understanding Carson McCullers (Understanding Contemporary American literature). Columbia: University of South Carolina Press, 1991.
COOK, Richard. “The Heart is a Lonely Hunter”. Carson McCulllers (Modern Literary Monographs). New York: Frederick Ungar Publishing Company, 1975.
DOWNEY, Dara. “The Gothic and the Grotesque in the Novels of Carson McCullers”. In: CROW, Charles L; STREET, Susan Castillo. The Palgrave Handbook of the Southern Gothic. London: Palgrave Macmillan, 2016.
EVANS, Oliver. “The Achievement of Carson McCullers”. In: BLOOM, Harold. Carson McCullers (Modern Critical Views). New York: Chelsea House Publishers, 1986.
FAULKNER, William. Absalão, Absalão!. Tradução de Celso Mauro Paciornik e Julia Romeu. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
FAULKNER, William. Luz em agosto. São Paulo: Companhia das Letras, 2021.
FAULKNER, William. O som e a fúria. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
GLEESON-WHITE, Sarah. “Revisiting the Southern Grotesque: Mikhail Bakhtin and the Case of Carson McCullers”. In: BLOOM, Harold. Carson McCullers: edited and with an introduction by Harold Bloom. New York: Bloom’s Literary Criticism, 2009.
GRAY, Richard. “The Social and Historical Context''. The Literature of Memory: Modern Writers of the American South. Baltimore: The John Hopkins University Press, 1977.
HOFFMAN, Frederick J. The Art of Southern Fiction: A study of some modern novelists. Carbondale: Southern Illinois University Press, 1967.
KARTIGANER, Donald M. “Absalom, Absalom!”. The Fragile Thread: the meaning of form in Faulkner’s novels. Amherst: The University of Massachusetts Press, 1979, p. 69-106.
KAZIN, Alfred. “The secret of the South: from Faulkner to Percy”. Bright Book of Life: American Novelists and Storytellers from Hemingway to Mailer. Boston: Little, Brown and Company, 1973.
LAWSON, Levis A. “The Grotesque in Recent American Fiction”. In: Patterns of Commitment in American Literature. LaFRANCE, Marston. Toronto: University of Toronto Press, 1967.
MILLGATE, Michael. Faulkner. Edinburgh: Oliver and Boyd, 1961.
McCULLERS, Carson. A balada do café triste e outras histórias. Tradução de Caio Fernando Abreu. Rio de Janeiro: José Olympio, 2009.
McCULLERS, Carson. Coração hipotecado. Osasco: Novo Século, 2010
McCULLERS, Carson. O coração é um caçador solitário. Tradução de Rosaura Eichenberg. São Paulo: Carambaia, 2022.
McDOWELL, Margaret B. Carson McCullers (Twayne’s United States Authors Series). Boston: G. K Hall, 1980.
MILLICHAP, Joseph R. The Realistic Structure of "The Heart Is a Lonely Hunter". Twentieth Century Literature. Durham: Duke University Press. Jan., 1971, Vol. 17, No. 1, 1971.
TOWNER, Theresa M. The Cambridge Introduction to William Faulkner. Cambridge: Cambridge University Press, 2008.
WEAVER, Richard M. “Contemporary Southern Literature”. Texas Quarterly II. Summer 1959.
WEINSTEIN, Philip M. The Cambridge Companion to William Faulkner. Cambridge: Cambridge University Press, 1995.
WEINSTOCK, Jeffrey Andrew. The Cambridge Companion to the American Gothic. Cambridge: Cambridge University Press, 2017.
WESTLING, Louise Hutchings. “The Blight of Southern Womanhood”. In: Sacred Groves and Ravaged Gardens. Athens: University of Georgia Press, 1985.
WILLIAMS, Raymond. “Dominant, Residual and Emergent”. Marxism and Literature. Oxford: University of Oxford Press, 1978.
WILSON, Charles Reagan. The American South: A Very Short Introduction. New York: Oxford University Press, 2021.
WILLIAMSON, Joel. William Faulkner and Southern History. New York: Oxford University Press, 1993.

Programa

Aula 1 - Qual fim do mundo? Três leituras do apocalipse Antropocênico
Tópicos
O colapso da visão antropocêntrica e de progresso
A “carbonização” como programa planetário neoliberal
Ruínas enquanto espaços a serem habitados

Textos:
Latour, Bruno. Diante de Gaia: oito conferências sobre a natureza no Antropoceno. Tradução Maryalua Meyer. São Paulo: Ubu Editora, 2020.
Mbembe, Achille. Brutalismo. Tradução Sebastião Nascimento. São Paulo: n-1 edições, 2022.
Tsing, Anna. Viver nas ruínas: paisagens multiespécies no Antropoceno. Tradução Thiago Mota Cardoso et al. Brasília: IEB Mil Folhas, 2019.
__________. O cogumelo no fim do mundo. Tradução Jorge Menna Barreto e Yudi Rafael. São Paulo: n-1 edições, 2022.

Aula 2 - Dispositivos escatológicos: tecnologias de governo de humanos e não humanos
Tópicos:
Governo das coisas: uma noção a ser atualizada para o Antropoceno
Escalabilidade no Plantationceno
Extrativismos

Textos:
Foucault, Michel. Segurança, Território, População. Curso dado no Collège de France (1977-1978). Tradução de Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
Mezzadra, Sandro e Neilson Brett. On the multiple frontiers of extraction: excavating contemporary capitalism, Cultural Studies, 31 (2-3), pp. 185-204, 2017. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1080/09502386.2017.1303425.
Tsing, Anna. Viver nas ruínas: paisagens multiespécies no Antropoceno. Tradução Thiago Mota Cardoso et al. Brasília: IEB Mil Folhas, 2019.
__________. O cogumelo no fim do mundo. Tradução Jorge Menna Barreto e Yudi Rafael. São Paulo: n-1 edições, 2022.

Aula 3 - Tecnopolíticas da conservação ambiental neoliberal
Tópicos:
A digitalização da natureza
A emergência das florestas políticas
Vigilância, securitização e financeirização do meio ambiente

Textos:
Adams, W. M. (2019). Geographies of conservation II: Technology, surveillance and conservation by algorithm. Progress in Human Geography, 43(2), 337-350. https://doi.org/10.1177/0309132517740220
Gabrys, J., Westerlaken, M., Urzedo, D., Ritts, M., & Simlai, T. Reworking the political in digital forests: The cosmopolitics of socio-technical worlds. Progress in Environmental Geography, 1(1-4), 58-83, 2022, Disponível em: https://doi.org/10.1177/27539687221117836 .
Goldstein, Jessica. The Volumetric Political Forest: Territory, Satellite Fire Mapping, and Indonesia's Burning Peatland, Antipode, 52, 4, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1111/anti.12576 .
Goldstein J. E., Faxon H. O. New Data Infrastructures for Environmental Monitoring in Myanmar: Is Digital Transparency Good for Governance? Environment and Planning E: Nature and Space 5(1), 39–59, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1177/2514848620943892 .
Rothe, D. Seeing like a satellite: Remote sensing and the ontological politics of environmental security. Security Dialogue, 48(4), 334-353, 2017.https://doi.org/10.1177/0967010617709399


Aula 4 - Outras histórias, contramapeamentos e resistências
Tópicos
Arte de notar: história das atividades humanas e dos participantes não humanos
Experiências de contramapeamento:
• Uso de drones por comunidades tradicionais em suas lutas
• Satélites e memórias recontam a história da Amazônia
Tecnologias e seus usos críticos

Textos:
Bennett, M. M., Chen, J. K., Alvarez León, L. F., & Gleason, C. J.. The politics of pixels: A review and agenda for critical remote sensing. Progress in Human Geography, 46(3), 729-752, 2022. https://doi.org/10.1177/03091325221074691
Fish, Adam. Drones: visual anthropology from the air. In: Vannini P (ed). The Handbook of Ethnographic Film and Video. Abingdon & Oxon: Routledge, 247–255, 2020.
Tavares, Paulo. In the Frontiers of Amazonia: A Brief Political Archaeology of Global Climate Emergency. In: Demos, T.J.; Scott, E. E and Baerjee, Subhankar (eds.); The Routledge companion to contemporary art, visual culture, and climate change: New York: Routledge, 26-34, 2021.
Tsing, Anna. O cogumelo no fim do mundo. Tradução Jorge Menna Barreto e Yudi Rafael. São Paulo: n-1 edições, 2022.

Programa

Aula 1 (14/10) – Os círculos boêmios de literatos e pintores: uma nova estética em ascensão
Aula 2 (16/10) – O romance francês e o impressionismo: L’Oeuvre (1886), de Émile Zola
Aula 3 (21/10) – O romance inglês e o impressionismo: A Modern Lover (1883), de George Moore
Aula 4 (23/10) – O romance brasileiro e o impressionismo: Mocidade Morta (1899), de Gonzaga Duque

Bibliografia:
BENJAMIN, Walter. Paris, capital do século XIX. Trad. Flávio Kothe. In: KOTHE, Flávio (Org.) Walter Benjamin: sociologia. São Paulo: Ática, 1985.
BOURDIEU, Pierre. As regras da arte: gênese e estrutura do campo literário. Trad. Maria Lucia Machado. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
CASANOVA, Pascale. A República Mundial das Letras. Trad. Marina Appenzeller. São Paulo: Estação Liberdade, [1999] 2002.
CLARK, T.J. A pintura na vida moderna: Paris na arte de Manet e de seus seguidores. Trad. José Geraldo Couto. São Paulo: Companhia das Letras, [1984] 2004.
COLI, Jorge. O corpo da liberdade: reflexões sobre a pintura do século XIX. São Paulo: SESI-SP Editora, 2018.
DOMBROWSKI, André (Org.) A Companion to Impressionism. Newark: John Wiley & Sons Ltd, 2021.
DUQUE, Gonzaga. A Arte Brasileira (1888). Introdução e notas de Tadeu Chiarelli. Campinas: Mercado de Letras, 1995.
DUQUE, Gonzaga. Mocidade Morta (1899). Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1995.
DUQUE, Gonzaga. Impressões de um amador. Textos esparsos de crítica (1882-1909). Organização de Júlio Castañon Guimarães e Vera Lins. Belo Horizonte: Editora UFMG; Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 2001.
DUQUE, Gonzaga. Outras impressões: crônica, ficção, crítica, correspondência, 1882- 1910. Organização de Júlio Castañon Guimarães e Vera Lins. Rio de Janeiro: Contra Capa/FAPERJ, 2011.
DUQUE, Gonzaga. Contemporâneos: pintores e escultores. Organização de Vera Lins. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2024.
FLINT, Kate (Ed.) Impressionists in England: The Critical Reception. London: Routledge & Kegan Paul, 1984.
GATHERAL, James. The Bohemian Republic: Transnational Literary Networks in the Nineteenth Century. London: Routledge, 2021.
GLINOER, Anthony. La bohème: Une figure de l’imaginaire social. Montréal: Les Presses de l’Université de Montréal, 2018.
HERBERT, Robert. Impressionism: Art, Leisure, and Parisian Society. New Haven; London: Yale University Press, 1988.
JOYCE, Simon. Modernism and Naturalism in British and Irish Fiction, 1880-1930. New York: Cambridge University Press, 2015.
MOORE, George. A Modern Lover (1883). 2 ed. London: Vizetelly & Company, 1885.
MOORE, George. Confessions of a Young Man (1888). Gloucester: Dodo Press, 2007.
MOORE, George. Modern Painting. London: Walter Scott, 1893.
MOORE, George. Reminiscences of the Impressionist Painters. Dublin: Maunsel & Co., Ltd., 1906.
NEEDELL, Jeffrey. Belle Époque Tropical: Sociedade e cultura de elite no Rio de Janeiro na virada do século. Trad. Celso Nogueira. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
REWALD, John. História do Impressionismo. Trad. Jefferson Luís Camargo. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
SANDANELLO, Franco Baptista. Por uma definição de impressionismo literário (ou para além do impressionismo na
literatura). Afluente: Revista de Letras e Linguística, v. 1, n. 2, p. 155-175, 2016.
VIEIRA, Miriam de Paiva. Écfrase: de recurso retórico na Antiguidade a fenômeno midiático na contemporaneidade. Todas as Letras, São Paulo, v. 19, n.1, p. 45-57, jan./abr. 2017.
ZOLA, Émile. Mon Salon. Paris: Librairie Centrale, 1866.
ZOLA, Émile. Éd. Manet: étude biographique et critique. Paris: E. Dentu, Éditeur, 1867.
ZOLA, Émile. L’Oeuvre (1886). Préface, notes et dossier par Marie-Ange Voisin-Fougère. Paris: Le Livre de Poche, 1996.
ZOLA, Émile. A obra (1886). Trad. Jorge Coli. São Paulo: Editora Unesp, 2022.
ZOLA, Émile. Écrits sur l’art. Chronologie et préface par Antoinette Ehrard. Paris: Garnier- Flammarion, 1970.
ZOLA, Émile. A Batalha do Impressionismo. Trad. Martha Gambini. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989.

Programa

Detalhamento:

1. Breve histórico da língua russa e seu alfabeto
2. Algumas particularidades da língua russa (casos, aspectos verbais, verbos de movimento)
3. Alfabetização
4. O caso nominativo
5. O gênero do substantivo: masculino, feminino e neutro
6. O número do substantivo: singular e plural
7. O adjetivo: gênero e número
8. O verbo russo: primeira e segunda conjugação
9. Os advérbios
10. O caso prepositivo: declinação do substantivo singular
11. O caso prepositivo: declinação do adjetivo e pronomes
12. Vocabulário
13. Fonética
14. Informações complementares relativas à história e à cultura russa 


Bibliografia
AMÉRICO, Ekaterina Volkova; FERNANDES, Gláucia Roberta Rocha. Fale tudo em russo! Barueri:
Disal Editora, 2013. 336 p.
CASTRO, Tanira. Fale russo: leitura. Porto Alegre: Ediplat, 2007. 144 p.
ESMANTOVA, T. Russkii iazyk: 5 elementov. Nível A1 (elementar). São Petersburgo: Zlatoust,
2016, 319p.
KHAVRÓNINA, S. A e CHIROTCHÉNSKAIA, A. I. Russian in exercises. Moscou: Progress
Publishers, 1981.
MILLER, L. V.; POLITKÔVA, L. V.; RIBAKÔVA I. I. Jíli-bíli – 28 urokov rússkogo iaziká dlia
natchináiuschikh. 4ª edição. São Petersburgo: Zlatoust, 2003. 152 p.
STEPÁNOVA, F.; IÉVLIEVA, Z.; TRÍUCHINA, L. Rússki iazyk dliá vsiekh. Moscou: Editorial
Progresso, 1981.
TCHERNICHÔV, S. I. Poiekhali! Rússki iazik dlia vzroslikh. Natchalni kurs. São Petersburgo:
Zlatoust, 2019. 280 p.

Programa

Aula 1Teorias da tradução e mulheres: a tradução feminista como transdisciplina
- Ampliando a concepção de tradução: o legado das canadenses
- A tradutologia feminista transnacional

Aula 2 – Relações sociais na tradução: as mulheres e o trabalho
- Entre produção e reprodução: a divisão sexual do trabalho na tradução
- Gênero, raça e classe: a tradução no novelo das contradições sociais

Aula 3 – Presenças e ausências: mulheres tradutoras, mulheres (in)traduzidas
- Mulheres tradutoras na história – de Malinche ao século XXI
- A (falta de) tradução de mulheres – da literatura ao meio acadêmico

Aula 4 – Possibilidades de pesquisa: mulheres em tradução
- Estratégias de tradução: feministas: das escolhas lexicais aos paratextos
- Ocupando espaços periféricos/subalternos: do cyberfeminismo à literatura cartonera

Referências bibliográficas

ANZALDÚA, Gloria; MORAGA, Cherríe (Eds.). (1981). This bridge called my back: Writings by radical women of color. San Francisco: Persephone Press.
BHATTACHARYA, Tithi. O que é a teoria da reprodução social? Revista Outubro, n. 32, 2019.
BUZELIN, Hélène. Agents of Translation. In: Handbook of Translation Studies. Nova York/Amsterdam: John Benjamins, 2011.
CASTRO, Olga. (Re)examinando horizontes en los estudios feministas de traducción: ¿hacia una tercera ola? MonTI, 1, 59-86, 2009.
CASTRO, Olga. (Re-)examining Horizons in Feminist Translation Studies: Towards a Third Wave?/ (Re)examinando horizontes em los estudios feministas de tradución: ¿hacia uma terceira ola?. MonTI 1, 2009, p. 59-86. Disponível em: https://rua.ua.es/dspace/bitstream/10045/13037/1/MonTI_01_08_trans.pdf
CASTRO, Olga. Género y traducción: elementos discursivos para una reescritura feminista. Lectora, 14: 285-301, 2008
CHAMBERLAIN, Lori. Gender and Metaphorics of Translation. Vol. 13. Chicago: Journals, 1988. pp. 454-472. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/3174168?origin=JSTOR-pdf&seq=1
COSTA, Claudia de Lima; ALVAREZ, Sonia, E. A circulação das teorias feministas e os desafios da tradução. Revista Estudos Feministas, vol.21, n.2, 2013. pp.579-586.  DOI:10.1590/S0104-026X2013000200009 .
FLOTOW, Luise Von. Feminist Translation: Contexts, Practices and Theories. In: TTR 4:2, 1991. pp. 69-84. Disponível em: https://www.erudit.org/fr/revues/ttr/1991-v4-n2-ttr1475/037094ar.pdf
FLOTOW, Luise Von. Gender in Translation. In: Handbook of Translation Studies. Nova York/Amsterdam: John Benjamins, 2010.
FONSECA, L. C.; RAMOS SILVA, L. e SILVA-REIS, D. (Orgs.) (2020) Women and Translation in Latin America and the Caribbean, Mutatis Mutandis 13 (2), Universidade de Antioquia, Medelín, Colômbia.
FONSECA, L.C.; SILVA, L. R.; SILVA-REIS, D. (2020) Apontamentos basilares para o estudo da tradução feminista na América Latina. MUTATIS MUTANDIS, v.13, p.210 - 227. 
GODARD, Barbara. Theorizing Feminist Discourse/Translation. Tessera 6 (1989): 42-53.
KLAHN, Norma. Locating Women's Writing and Translation in the Americas in the Age of Latinoamericanismo and Globalization. In: ALVAREZ, Sonia E. et al. (eds.). Translocalidades/Translocalities: Feminist Politics on Translation in the Latin/a America. Durham: Duke University Press, Forthcoming.
MILLS, Sara. Third Wave Linguistic Feminism and the Analysis of Sexism. Discourse Analysis Online 2:1, 2003. Disponível em: http://extra.shu.ac.uk/daol/articles/open/2003/001/mills2003001-paper.h…
MILLS, Sarah. Third Wave Linguistic Feminism and the Analysis of Sexism. Discourse Analysis Online 2:1, 2003. Disponível em: http://extra.shu.ac.uk/daol/articles/open/2003/001/mills2003001-paper.h… Acesso em: 29 dez 2016
ROSAS, Cecília; BITTENCOURT, Juliana; IZIDORO, Leila Giovana e MACEDO, Shisleni de Oliveira. (2020). Conjurando traduções: a tradução coletiva de Caliban and the Witch ao português brasileiro como estratégia feminista transnacional. Mutatis Mutandis. Revista Latinoamericana de Traducción, 13 (1), 117-138. DOI: 10.27533/udea.mut.v13n1a06
SILVA-REIS, Dennys; FONSECA, Luciana C. Nineteenth-Century Women Translators in Brazil: from the novel to historiographical narrative. Revista Brasileira de Literatura Comparada, v. 20, n. 34, 2018 pp. 22-46 Disponível em: http://revista.abralic.org.br/index.php/revista/article/view/472/478
SIMON, Sherry. Gender in Translation. Londres e Nova York: Routledge, 1996.
SPIVAK, Gayatri. The Politics of Translation. In: VENUTI, Lawrence (ed.), The Translation Studies Reader. London. New York: Routledge, 2000.
VENTOSA, Carmen Francí. La feminización del ejercicio profesional de la traducción editorial: entre la precariedad y el entusiasmo. Transfer, vol. XV, n. 1-2, 2020.
WOLF, Michaela. Sociology of Translation. In: Handbook of Translation Studies. Nova York/Amsterdam: John Benjamins, 2016.
WOLF, Michaela. The emergency of a sociology of translation. In: WOLF, Michaela; FUKARI, Alexandra (eds.), Constructinf a Sociology of translation. Philadelphia/Amstedam: John Benjamins, 2007.

Programa

02 de agosto - Introdução à Pedagogia Histórico-Crítica e à Psicologia Histórico-Cultural
As categorias que compõem a pedagogia Histórico-Crítica: prática social, problematização, instrumentalização e catarse. Conceito de trabalho educativo e vivência. O planejamento do professor e tomada de consciência sobre a dimensão do conteúdo escolar. A formação de conceitos a partir da psicologia histórico-cultural. O trabalho educativo a partir do aspectos para o desenvolvimento humano: a) o encadeamento de conceitos; b) funções psíquicas superiores; c) a conscientização da própria atividade mental; d) a relação entre sujeito e conhecimento.

04 de agosto - Cartografia e formação de conceitos nos anos iniciais
A Cartografia no Ensino Básico. A Cartografia Escolar no Brasil: teoria e prática. A mediação na Psicologia Histórico-Cultural e na Pedagogia Histórico-Crítica. O mapa como instrumento de mediação. Cartografia Geográfica.

09 de agosto - Conceitos e planejamento na abordagem das temáticas físico naturais
A formação e o desenvolvimento dos conceitos na constituição da aprendizagem. A função da palavra na psicologia histórico-cultural como a expressão do pensamento e os conceitos geográficos e as estratégias do pensamento científico fundamentais para a interpretação da realidade. Relação entre os conceitos científicos e situações problematizadoras na construção do conhecimento geográfico. Aproximação entre a empiria e a generalização na formação do conhecimento geográfico. O planejamento do professor como instrumento cognitivo que expressa suas concepções de ciência e aprendizagem.

18 de agosto - Dimensões da prática docente
Processo de avaliação compartilhada entre os participantes do grupo, com o intuito de compreender como, a partir do cotidiano escolar, pode-se construir processos formativos de ensino-aprendizagem que articula conceitos, representação cartográfica e conhecimento geográfico. Neste processo, os participantes apresentarão suas reflexões e produções didáticas (projetos didáticos, plano de aula, mapas conceituais).

Referências bibliográficas:
ALMEIDA, R. D. Cartografia escolar e pensamento espacial. Goiânia: Signos Geográficos, v. 1, p. 2 -17, 2019.
DUARTE, Newton. Educação escolar, teoria do cotidiano e a escola de Vigotski. 2ª ed. Campinas: Autores Associados, 1999.
GALVÃO, Ana Carolina; LAVOURA, Tiago Nicola; MARTINS, Lígia Márcia. Fundamentos da didática histórico-crítica. Autores Associados, 2019.
GIRARDI, G. Funções de mapas e espacialidade: elementos para modificação da cultura cartográfica na formação em geografia. Revista Brasileira de Cartografia, Rio de Janeiro, n. 63/4, p. 861-876, Jul/Ago/2014.
MACEACHREN, A. M. How maps work: representation, visualization and design. New York: The Guilford press, 2004.
MARTINS, L. M. O desenvolvimento do psiquismo e a educação escolar: contribuições à luz da psicologia histórico-cultural e da pedagogia histórico-crítica. Campinas: Autores associados, 2015.
SAVIANI, D. Escola e Democracia. Campinas: Autores Associados.
SAVIANI, Dermeval. Pedagogia Histórico-Crítica: primeiras aproximações. 8a. ed. revista e ampliada. Campinas, SP: Autores Associados, 2003.
SAVIANI, D. O conceito dialético de mediação na pedagogia histórico-crítica em intermediação com a psicologia histórico-cultural. Germinal: marxismo e educação em debate, Salvador, v. 7, n. 1, p. 26-43, jun. 2015.
SCHNEUWLY, B; DOLZ, J. Gêneros orais e escritos na escola. Mercado de Letras, 2004.
SCHNEUWLY, B.; LEOPOLDFF MARTIN, I. . (2022). Vygotskij, o Trabalho do Professor e a Zona de Desenvolvimento Próximo. Educação & Realidade, 47.
SIMIELLI, M. E. R. Cartografia no Ensino Fundamental e Médio. In: CARLOS, A. F. A. (Org.). A Geografia na sala de aula. 2ed.São Paulo: Contexto, 2005, v. 1, p. 92-108.
VIGOSTKI, L. S. A construção do pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes. 2009.
VIGOTSKI, L. S. O pensamento do escolar. Tradução de Zoia Prestes e Lucas Gago Estevam. In: Paulino José Orso, Julia Malanchen, André Paulo Castanha, (Org.). Pedagogia histórico-crítica, educação e revolução. Campinas, SP: Armazém do Ipê, p. 207-224, 2017.
VIGOTSKI, Lev Semionovich. Sete aulas de L. S. Vigotski sobre os fundamentos da pedologia. Organização [e tradução] Zoia Prestes, Elizabeth Tunes; tradução Claudia da Costa Guimarães Santana. Rio de Janeiro: E-Papers, 2018.
WOOD, D.; FELS, J. The Natures of Maps: Cartographic Constructions of the Natural World. Cartographica. 43(3): 189-202, 2008.

Programa

1. Elaboração de diálogos completos usando diferentes tempos verbais.
2. Reforço da oralidade.
3. Verbos - infinitivos – verbos no presente, passado e futuro.
4. Reforço da parte escrita - elaboração de textos usando verbos nos três tempos verbais.
5. Leitura de textos
6. Preposições.
7. Situações do cotidiano e elaboração de diálogos correspondentes.
8. Revisão de verbos nas diferentes construções verbais no presente, no passado e no futuro.
9. Reforço do tempo futuro.
10. Músicas de Israel

Bibliografia

CHAYAT; ISRAELI & KOBLINER - Ivrit myn Haatchalá. Jerusalém, Academon, Ed. Universidade Hebraica de Jerusalém, Parte I, 2007.

ELIOR, Mika; DOLBERG, Lilach e RIVLIN, Tina – Ivrit Mibait Tov. Jerusalém, Haagaf Lechinuch mevugarim, 2004

GANENI, Nili e SHIMONI, Ruth – Ivrit Mibereshit. Holon, David Rachgold, 2005 – Volumes I e II

MAADIA, Meira – Leatsliach Beivrit – helek alef. Ramat Gan, Haagaf Lechinuch mevugarim, 2008

WAINBECH, Liora e LAUDAN, Edna – Et Laivrit. Tel Aviv, Matach, 1992

Programa

Aula 1: Introdução: Explicação de como vai funcionar o curso e um panorama do que será oferecido e o que se espera. Apresentação do povo Ovimbundu

Aula 2: Aspectos Culturais

Aula 3: Aspectos Linguísticos

Aula 4: Aspectos Sociais

Aula 5: Aspectos Políticos

Bibliografia:


ALVES, A. Dicionário etimológico bundo-português: ilustrado com muitos milhares de exemplos, entre os quais 2.000 provérbios indígenas, pelo P. Albino Alves. Lisboa, Tip. Silvas, 1951. [S.l.]: Centro Tip. Colonial, 1951. (Dicionário etimológico bundo- português: ilustrado com muitos milhares de exemplos, entre os quais 2.000 provérbios indígenas, pelo P. Albino Alves. Lisboa, Tip. Silvas, 1951, v. 1).
CHATELAIN, Heli. African Races. The Journal of American Folklore, Vol. 7, No. 27 (Oct.
- Dec., 1894), pp. 289-302. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/532721, acessado: 22- 09-2019 18:40 UTC.
CHILDS, Gladwyn Murray. UMBUNDU: kinship and Character. London: Oxford University Press for the international African Institute and the Witwatersrand University Press, 1949.
CHILDS, Gladwyn Murray. The Chronology of the Ovimbundu Kingdoms. The Jornal of the African History, Vol. 11, No. 2, Problems of African Chronology (1970), 241-248.
Dulley I. Chronicles of Bailundo: a fragmentary account in Umbundu of life before and after Portuguese colonial rule. Africa. 2021;91(5):713-741. doi:10.1017/S0001972021000553.
DULLEY I. DEUS É FEITICEIRO: prática e disputa nas missões católicas em Angola colonial. São Paulo: Annablume, 2010.
Iracema Dulley, «Cristianismo e distinção: uma análise comparativa da recepção da presença missionária entre os «Ovimbundu» e os «Ovakwanyama» de Angola», Mulemba [Online], 5 (9) | 2015, posto online no dia 28 novembro 2016, consultado o 29 maio
2025. URL: http://journals.openedition.org/mulemba/404; DOI: https://doi.org/10.4000/mulemba.404
NASCIMENTO, J. P. do. GRAMÁTICA DO UMBUNDU OU LÍNGUA DE BENGUELA. Lisboa: Imprensa Nacional, 1894.

Programa

Nas últimas décadas, conflitos étnicos e disputas religiosas configuram-se como uma das principais ameaças à paz e segurança internacionais. Assim como em outras regiões do globo, os conflitos contemporâneos nas ex-repúblicas soviéticas e no Oriente Médio, seus antecedentes, bem como as possíveis soluções para estas disputas são percebidos em termos etno-religiosos ou sectários. Nestas sociedades extremamente divididas frequentemente a partilha de poder ou territorial é entendida como a forma mais eficiente de dirimir conflitos e mobilizações étnicas e religiosas. Rupturas institucionais nesses contextos podem gerar ou aprofundar instabilidades tanto no âmbito da política doméstica quanto do Sistema Internacional – o conflito da Síria e a crise ucraniana reacenderam velhos antagonismos entre as principais potências, elevando o potencial de tensão aos patamares da Guerra Fria. Diante do exposto, à luz das Relações Internacionais e da Política Comparada, o curso buscará esclarecer as seguintes questões: de que modo conceitos como política étnica, nacionalismo, autoritarismo, representação identitária e sectarismo religioso relacionam-se entre si? Quais as vantagens e desvantagens das diferentes políticas étnicas e modalidades de partilha de poder? Quais as perspectivas de democratização em cenários conflitivos? Como princípios do Direito Internacional, como o direito à autonomia dos povos e o da soberania estatal, podem entrar em contradição? Análises de casos de duas das regiões com maior tensão geopolítica nos dias atuais complementarão as discussões teóricas. Espera-se que o curso desperte o interesse em pesquisas sobre identidade e política, campo ainda pouco explorado pela Ciência Política brasileira.
 
Módulo 1: Representação e Identidade
 
· AULA 1 - Identidade, Conflitos e Políticas Étnicas.
Etnicidade e nacionalismo;
Contradições de estados multinacionais, descolonização e a construção de estados nacionais (nation-building);
Democratização e conflitos étnicos em sociedades divididas;
Políticas étnicas – direitos linguísticos, autonomia territorial e cidadania;
Principais indicadores relacionados à diversidade étnica e conflitos;
Breve apresentação dos casos mais abordados pela literatura.
 
· AULA 2 - Política Identitária, Partilhas de Poder e Acomodação de Minorias.
A ascensão e relevância do debate cultural e identitário nas Relações Internacionais
Quando e como religião importa
Perspectivas críticas, sectarização de conflitos e Segurança Ontológica
Desenhos de partilha de poder em sociedades divididas e proteção de minorias
 
 
 
PARTE EMPÍRICA
Módulo 2: Estudos de Caso
 
· AULA 3 - Conflitos étnicos e separatistas no Espaço Pós-Soviético
Introdução – o etnofederalismo e o etnonacionalismo na União Soviética
Rússia – mobilizações étnicas e a guerra da Chechênia
Repúblicas da Ásia Central – sistema de clãs e a ameaça de conflito como sustentação de regimes autoritários
Geórgia, Moldávia e Azerbaijão – separatismos, estados não-reconhecidos e ambiguidades do Direito Internacional
Ucrânia – a questão da Crimeia e a nova Guerra Fria
Repúblicas Bálticas – a privação do direito de cidadania às minorias
 
· AULA 4 – Experiências de partilha de poder no Oriente Médio
O confessionalismo libanês: entre política e religião
Consociativismo liberal e corporativo
Partilha de poder no Iraque pós-2003
Debate sobre soluções propostas para guerra Síria e curdistão
 
 
 
Bibliografia principal
 
· AULA 1 - Identidade, Conflitos e Políticas Étnicas
 
MERKEL, Wolfgang & WEIFFEN, Brigitte. Does Heterogeneity Hinder Democracy? Comparative Sociology 11, 2012, p. 387–421.
SNYDER, Jack. Problems of Democratic Transition in Divided Societies. In: NARDULLI, P. (Org.). Domestic Perspectives on Contemporary Democracy. Urbana/Chicago: University of Illinois Press, 2008, p. 11–32.
VARSHNEY, Ashutosh. Ethnicity and Ethnic Conflict. In: BOIX, C. & STOKES, S., The Oxford Handbook of Comparative Politics. Oxford University Press, 2009.
 
· AULA 2 - Política Identitária, Partilhas de Poder e Acomodação de Minorias
 
HASHEMI, Nader; POSTEL, Danny (Org.). Sectarianization: Mapping the New Politics of the Middle East. London: Ed. C. Hurst & Co. 2017.
SHEIKH, Mona Kanwal. How does religion matter? Pathways to religion in International Relations. Review of International Studies, v. 38, n. 2, p. 365-392, 2012.
VALBJØRN, Morten. Still Dripping with Identity Politics? Beyond Classic Identity Politics: Three Ways of Discussing Identity Politics in the Study of International Relations of the New Middle East. Apsa Mena Politics Newsletter, v. 2, n. 1, p. 33-36, 2019.
 
· AULA 3 - Conflitos étnicos e separatistas no Espaço Pós-Soviético
 
BRUBAKER, Rogers. Nationalizing States Revisited: Projects and Processes of Nationalization in Post-Soviet States. Ethnic and Racial Studies 34, 2011, p.1785–1814.
HUGHES, James & Gwedolyn Sasse. Conflict and Accommodation in the Former Soviet Union: The Role of Institutions and Regime, Regional & Federal Studies, 11:3, 2001, 220-240.
SEGRILLO, A. O Declínio da URSS: Um estudo das causas. Rio de Janeiro: Editora Record, 2000. Capítulo: “O problema das nacionalidades na URSS”.
 
· AULA 4 – Experiências de partilha de poder no Oriente Médio
 
KHATIB, Lina. Sectarianism is not Part of Solution for Syria. Carnegie Middle East Center. Beirute, 13 maio 2015. Disponível em: http://carnegie-mec.org/2015/05/13/sectarianism-is-not-part-of-solution….
MAKDISI, Ussama. Reconstructing the nation-state: The modernity of sectarianism in Lebanon. Middle East Report 200, p. 23-30, 1996.
YOUNIS, Nussaibah. Set up to fail: Consociational political structures in post‐war Iraq, 2003–2010. Contemporary Arab Affairs, v. 4, n. 1, p. 1-18, 2011.
 
Bibliografia complementar
 
· AULA 1 - Identidade, Conflitos e Políticas Étnicas
 
ANDERSON, Benedict. Imagined communities: reflections on the origin and spread of nationalism. London - New York: Verso, 1991.
CONNOR, Walker. The National Question in Marxist-Leninist Theory and Strategy. Princeton: Princeton University Press, 1984.
FUKUYAMA, Francis. “Stateness” First. Journal of Democracy 16(1), 2005: 84-88.
GELLNER, E. Nationalism. London: Weidenfeld & Nicholson, 1997.
HOBSBAWM, E. Nations and Nationalism Since 1780: Programme, Myth and Reality. Cambridge, Cambridge University Press, 1990.
HOROWITZ, D. Ethnic Groups in Conflict. Berkeley: University of California Press, 1985.
_______________. Constitutional Design: Proposals Versus Processes. In REYNOLDS, A. (Org.). The Architecture of Democracy: Constitutional Design, Conflict Management, and Democracy. Oxford: Oxford University Press, 2002.
KYMLICKA, W. Multicultural Citizenship: A Liberal Theory of Minority Rights. Oxford: Oxford University Press, 1995.
LAKE, D., ROTHCHILD, D. (Org.). The International Spread of Ethnic Conflict: Fear, Diffusion, and Escalation. Princeton: Princeton University Press, 1998.
LIJPHART, Arend. Constitutional design for divided societies. Journal of democracy, 15(2), 2004, p. 96-109.
LINZ, J. & Alfred Stepan. Problems of Democratic Consolidation: Southern Europe, South America, and Post-Communist Europe. Baltimore: John Hopkins University Press, 1996.
MØLLER, Jørgen & Svend-Erik Skaaning (2011). Stateness first?, Democratization, 18:1, 1-24.
SAIDEMAN S.; LANOUE D.; CAMPENNI M.; STANTON, S. Democratization, political institutions, and ethnic conflict: A pooled time-series analysis, 1985–1998. Comp Polit Stud 35, 2002, p. 103-129.
SNYDER, J. From Voting to Violence: Democratization and Nationalist Conflict. New York: W. W. Norton, 2000.
STROSCHEIN, S. Ethnic Struggle, Coexistence, and Democratization in Eastern Europe. Cambridge: Cambridge University Press, 2012.
TILLY, Charles. Coercion, Capital and European States, Ad 990 –1992. Oxford: Blackwell Publishers, 1992.
VAN CREVELD, Martin. The Rise and Decline of the State. Cambridge: Cambridge University Press, 1999.
YACK, B. The Myth of the Civic Nation. Critical Review 10, Spring, 1996, p.193–211.
WEBER, Eugen. Peasants into Frenchmen: The Modernization of Rural France. Stanford, CA: Stanford University Press, 1976.
 
· AULA 2 - Política Identitária, Partilhas de Poder e Acomodação de Minorias
 
ANDEWEG, Rudy B. Consociational democracy. Annual Review of Political Science, v. 3, n. 1, p. 509-536, 2000.
BERNSTEIN, Mary. Identity politics. Annu. Rev. Sociol., v. 31, p. 47-74, 2005.
CAMMETT, Melani; MALESKY, Edmund. Power sharing in postconflict societies: Implications for peace and governance. Journal of Conflict Resolution, v. 56, n. 6, p. 982-1016, 2012.
CORSTANGE, Daniel. Ethnicity on the Sleeve and Class in the Heart: When Do People Respond to Identity and Material Interests?. British Journal of Political Science, v. 43, n. 4, p. 889-914, 2013.
EGEL, Daniel. Tribal heterogeneity and the allocation of publicly provided goods: Evidence from Yemen. Journal of Development Economics, v. 101, p. 228-232, 2013.
EHRLICH, Charles E. Democratic Alternatives to Ethnic Conflict: Consociationalism and Neo-Separatism. Brook. J. Int'l L., v. 26, n.2, p. 447-484, 2000.
HALLIDAY, Fred. The Middle East in international relations: power, politics and ideology. Cambridge University Press, 2005.
HEYES, Cressida. Identity Politics. The Stanford Encyclopedia of Philosophy (Fall 2018 Edition), Edward N. Zalta (ed.). Disponível em: https://plato.stanford.edu/archives/fall2018/entries/identity-politics/.
HOROWITZ, Donald. Ethnic Groups in Conflict. Berkeley: Univ of California Press. 1985.
KEITH, Michael; PILE, Steve (Ed.). Place and the Politics of Identity. Routledge, 2004.
LAPID, Yosef et al. (Ed.). The return of culture and identity in IR theory. Rienner, 1996.
PATEL, David S. Identity and Politics. In: ANGRIST, Michele Penner (Org.), Politics and Society in the Contemporary Middle East, Lynne Rienner Publishers, 2010, Cap 7.
SALLOUKH, Bassel; VERHEIJ, Renko. A. Transforming Power Sharing: From Corporate to Hybrid Consociation in Postwar Lebanon. Middle East Law and Governance, v. 9, n. 2, p. 147–173, 23 ago. 2017.
WEHREY, Frederic (Ed.) Beyond Sunni and Shia: The Roots of Sectarianism in a Changing Middle East. Oxford: Oxford University Press. First Edition. 2017.
WICKHAM, Carrie Rosefsky. Mobilizing Islam: Religion, activism, and political change in Egypt. Columbia University Press, 2002, cap. 1, 5-7
VAN SCHENDELEN, Rinus. The views of Arend Lijphart and collected criticisms. Acta Politica, v. 19, n. 1, p. 19-49, 1984.
Segurança Ontológica
MITZEN, Jennifer. Ontological security in world politics: State identity and the security dilemma. European journal of international relations, v. 12, n. 3, p. 341-370, 2006.
STEELE, Brent J. Ontological security in international relations: Self-identity and the IR state. Routledge, 2008.
 
· AULA 3 - Conflitos étnicos e separatistas no Espaço Pós-Soviético
 
BEISSINGER, M. A New Look at Ethnicity and Democratization. Journal of Democracy, 19, 3, 2008, p. 85-97.
BUNCE, V. The National Idea: Imperial Legacies and Post-Communist Pathways in Eastern Europe, East European Politics and Societies 19 (Summer 2005).
COLLINS, K. The Logic of Clan Politics: Evidence From the Central Asian Trajectories. World Politics 56, no. 2, 2004, p. 224–61.
CONNOR, W. The National Question in Marxist-Leninist Theory and Strategy. Princeton: Princeton University Press, 1984.
DARDEN, K., A. GRZYMALA-BUSSE. The Great Divide: Literacy, Nationalism, and the Communist Collapse. World Politics 59 (1), 2006, p.83–115.
KUZIO, Taras. The national factor in Ukraine's quadruple transition, Contemporary Politics, 6:2, 2000, 143-164.
LAITIN, D. (1995). Identity in formation: The russian-speaking nationality in the post-Soviet diaspora. European Journal of Sociology / Archives Européennes De Sociologie / Europäisches Archiv Für Soziologie, 36(2), 1995, 281-316.
LEVITSKY, S., WAY L. A. Competitive Authoritarianism: Hybrid Regimes after the Cold War. New York: Cambridge University Press, 2010.
LINZ, J.; STEPAN, A. Problems of Democratic Consolidation: Southern Europe, South America, and Post-Communist Europe. Baltimore: John Hopkins University Press, 1996.
PETERSON, J.; KUCK S. Civil War in Ukraine: Ethnic Conflict, Authoritarian Leadership, and Outside Involvement. Contemporary European Studies, 1/2014.
SCHATZ, Edward, 2004. Modern Clan Politics and Beyond: The Power of “Blood” in Kazakhstan. Seattle, WA: University of Washington Press.
SNYDER, J. From Voting to Violence: Democratization and Nationalist Conflict. New York: W. W. Norton, 2000.
TREISMAN, D. Russia’s "Ethnic Revival": The Separatist Activism of Regional Leaders in a Postcommunist Order. World Politics 49(2), 1997, p. 212—249.
TISHKOV, Valery. Ethnic Conflicts in the Former USSR: The Use and Misuse of Typologies and Data, Journal of Peace and Research, vol.36, no.5, 1999, p.571-591.
WAY, L. Pluralism by Default: Weak Autocrats and the Rise of Competitive Politics. Baltimore: Johns Hopkins University Press, 2015.
WAY, Lucan Ahmad & Adam Casey (2018). The structural sources of postcommunist regime trajectories, Post-Soviet Affairs, 34:5, 317-332.
 
· AULA 4 – Experiências de partilha de poder no Oriente Médio
BARRY, Brian. The Consociational Model and its Dangers. European Journal of Political Research, v. 3, n. 4, p. 393–412, 1975.
BRANCATI, Dawn. Peace by design: Managing intrastate conflict through decentralization. Oxford University Press, 2009, Introdução.
CAMMETT, Melani. Compassionate communalism: Welfare and sectarianism in Lebanon. Cornell University Press, 2014.
DALACOURA, Katerina. US democracy promotion in the Arab Middle East since 11 September 2001: A critique. International Affairs, v. 815, n. 5, p. 963-979, 2005.
HOROWITZ, Donald L. Making Moderation Pay: The Comparative Politics of Ethnic Conflict Management. In: Conflict and Peacemaking in Multiethnic Societies. J. Montville. Lexington, Massachusetts, Lexington Books, 1990, cap. 25 (pp. 451-475).
MAJED, Rima. In the Arab world, sectarianism is real, sects are not. Al Jazeera [online]. 16 oct. 2016. Disponível em: http://www.aljazeera.com/news/2016/10/arab-world-sectarianism-real-sect…. Acesso em: 15 maio 2017.
MAKDISI, Ussama. The Culture of Sectarianism: Community, History, and Violence in Nineteenth-Century Ottoman Lebanon. Los Angeles: University of California Press, 2000.
YAHYA, Maha. 2017. ‘The summer of our discontent: Sects and citizens in Lebanon and Iraq.’ Carnegie Middle East Center. [online]. 30 June. Disponível em: http://carnegie-mec.org/2017/06/30/summer-of-our-discontent-sects-and-c….