Programa

Aula 1: Ensino e pesquisa sobre a História dos Povos Indígenas
Bibliografia básica:
BRASIL. Lei nº 11.645. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei nº 10.639, de 9 de
janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede
de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. Diário Oficial da República
Federativa do Brasil, Brasília, 2008.
CUNHA, Manoela Carneiro (Org.). História dos índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
FUNARI, Pedro Paulo; PIÑON, Ana. A temática indígena na escola: subsídios para os professores. São Paulo:
Contexto, 2011.
SILVA, Aracy Lopes da; GRUPIONI, Luís Donisete Benzi (Orgs.). A Temática Indígena na Escola: novos subsídios
para professores de primeiro e segundo graus. Brasília: MEC/MARI/UNESCO, 1995.
SOUZA, Rosemeire de Oliveira; RODRIGUES, Sonia da Silva (orgs.) Ensino de História Indígena na sala de aula:
Repensando práticas e metodologias. São Carlos: Pedro & João Editores, 2023.

Aula 2: Povos Indígenas e a construção nacional – projetos e leis de inclusão subordinada e tutela
Bibliografia básica:
LIMA, Antonio Carlos de Souza. Um grande cerco de paz: poder tutelar, indianidade e formação do Estado no
Brasil. Petrópolis-RJ: Vozes, 1995.
MONTEIRO, John M. Tupis, Tapuias e historiadores: estudos de História Indígena e do Indigenismo. Tese de livre
docência, Unicamp, Campinas-SP, 2001.
SILVA, José Bonifácio de Andrada e Silva. Projetos para o Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
SOUZA, Adriana Barreto de [et al.]. Pacificar o Brasil: das guerras justas às UPPs. São Paulo: Alameda, 2017.

Aula 3: Ensino e pesquisa sobre os Povos Indígenas e as novas abordagens
Bibliografia básica:
GONZAGA, Alvaro de Azevedo. Decolonialismo Indígena. 2. Ed. São Paulo: Matrioska, 2022.
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019
SMITH, Linda Tuhiwai. Descolonizando metodologias: pesquisa e povos indígenas. Curitiba: Ed. UFPR, 2018.

Aula 4: Os Indígenas na História – conhecendo fontes e materiais de apoio para pesquisa e ensino
Bibliografia básica:
FERREIRA, Ana Carolina Sodré. Fontes para a história indígena do e antes do século XVI. Humanidades em
diálogo, 9 (1), 115-126, 2019. https://doi.org/10.11606/issn.1982-7547.hd.2019.154276
LIMA, Pablo Luiz de Oliveira (Org.). Fontes e reflexões para o ensino de história indígena e afro-brasileira: uma
contribuição da área de História do PIBID/FaE/UFMG. Belo Horizonte: UFMG – Faculdade de Educação, 2012.
MONTEIRO, John Manuel (Org.). Guia de fontes para a história indígena e do indigenismo em arquivos brasileiros:
acervos das capitais. São Paulo: USP-NHII/Fapesp, 1994.

Bibliografia

BRASIL. Lei nº 11.645. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei nº 10.639, de 9 de
janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede
de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. Diário Oficial da República
Federativa do Brasil, Brasília, 2008.
CUNHA, Manoela Carneiro (Org.). História dos índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
FERREIRA, Ana Carolina Sodré. Fontes para a história indígena do e antes do século XVI. Humanidades em
diálogo, 9 (1), 115-126, 2019. https://doi.org/10.11606/issn.1982-7547.hd.2019.154276
FUNARI, Pedro Paulo; PIÑON, Ana. A temática indígena na escola: subsídios para os professores. São Paulo:
Contexto, 2011.
GONZAGA, Alvaro de Azevedo. Decolonialismo Indígena. 2. Ed. São Paulo: Matrioska, 2022.
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019
LIMA, Antonio Carlos de Souza. Um grande cerco de paz: poder tutelar, indianidade e formação do Estado no
Brasil. Petrópolis-RJ: Vozes, 1995.
LIMA, Pablo Luiz de Oliveira (Org.). Fontes e reflexões para o ensino de história indígena e afro-brasileira: uma
contribuição da área de História do PIBID/FaE/UFMG. Belo Horizonte: UFMG – Faculdade de Educação, 2012.
MONTEIRO, John Manuel (Org.). Guia de fontes para a história indígena e do indigenismo em arquivos brasileiros:
acervos das capitais. São Paulo: USP-NHII/Fapesp, 1994.
MONTEIRO, John Manuel. O desafio da história indígena no Brasil. In: LOPES DA SILVA, Aracy; GRUPIONI, Luís
Donisete Benzi (Orgs.). A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1º. e 2º. graus.
Brasília: MEC/ Mari/ Unesco, 1995. p. 221-228.
MONTEIRO, John M. Tupis, Tapuias e historiadores: estudos de História Indígena e do Indigenismo. Tese de livre
docência, Unicamp, Campinas-SP, 2001.
SILVA, Aracy Lopes da; GRUPIONI, Luís Donisete Benzi (Orgs.). A Temática Indígena na Escola: novos subsídios
para professores de primeiro e segundo graus. Brasília: MEC/MARI/UNESCO, 1995.
SILVA, José Bonifácio de Andrada e Silva. Projetos para o Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
SMITH, Linda Tuhiwai. Descolonizando metodologias: pesquisa e povos indígenas. Curitiba: Ed. UFPR, 2018.
SOUZA, Adriana Barreto de [et al.]. Pacificar o Brasil: das guerras justas às UPPs. São Paulo: Alameda, 2017.
SOUZA, Rosemeire de Oliveira; RODRIGUES, Sonia da Silva (orgs.) Ensino de História Indígena na sala de aula:
Repensando práticas e metodologias. São Carlos: Pedro & João Editores, 2023.

Programa

Análise das noções de Totemismo e Sacrifício no pensamento de Marcel Mauss, Claude Lévi-Strauss e Eduardo Viveiros de Castro.

1ª sessão: Mauss e os “pais” da sociologia, repensando o sacrifício e o sagrado
DURKHEIM, Émile. As Formas Elementares da Vida Religiosa. São Paulo: Editora Martins Fontes, 1996.
MAUSS, Marcel; HUBERT, Henri. Sobre o sacrifício. Tradução: Paulo Neves. São Paulo: Ubu editora, 2017.Brumana, Fernando Giobellina. Antropologia dos Sentidos: Introdução às Ideias de Marcel Mauss.

2ª sessão: O “fato social total” e o sacrifício enquanto teoria da troca
MAUSS, Marcel. Ensaio sobre a Dádiva: Forma e Razão da Troca nas Sociedades Arcaicas. São Paulo: Cosac Naify, 2008.
LÉVI-STRAUSS, Claude. 1988, Introdução à obra de Marcel Mauss

3ª sessão: Totemismo: instituição, ou estrutura? Lévi-Strauss a contrapelo dos funcionalistas.
LÉVI-STRAUSS, Claude, Le totémisme aujourd’hui, Paris, Presses Universitaires de France, 1962 (Trad. Port. José António Braga Fernandes Dias, Lisboa, Edições 70, 1986)
LANNA, Marcos; COSTA, Carlos Eduardo; SOUZA, Alexandre Colli; Sacrifício, tempo, antropologia: três exercícios em torno de O Pensamento selvagem. IN: Revista de Antropologia. São Paulo. 2015.

4ª sessão: Totemismo e sacrifício: a metáfora e a metonímia no estruturalismo
LÉVI-STRAUSS, Claude, La pensée sauvage (1962), Paris, Plon, 2010 (Trad. Bras. Tânia Pellegrini, Campinas, Papirus, 1989). Cap. I, IV e VIII

5ª sessão: A etnologia depois do estruturalismo: Eduardo Viveiros de Castro e o perspectivismo ameríndio
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Os pronomes cosmológicos e o perspectivismo ameríndio. (1996) In: Mana, 2(2), 115-144.
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. A imanência do inimigo. In: Inconstâncias da alma selvagem. São Paulo: Cosac Naify, 2002, p. 271).

6ª sessão: Sacrifício e canibalismo: o pensamento enquanto conceito
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. 2008ª. “Xamanismo transversal : Lévi-Strauss e as cosmopolíticas amazônicas”. In : Nobre, Renarde & Queiroz, Ruben C. Lévi-Strauss: leituras Brasileiras. Editora UFMG.

Programa

Aula 1: Panorama acerca da literatura de autoria negra em Portugal;
Aula 2: As narrativas de autoria negra em Portugal: as crônicas de Djaimilia Pereira de Almeida e a literatura infantil-juvenil de Kátia Casimiro;
Aula 3: A poesia e o teatro de autoria negra em Portugal: Gisela Casimiro e Lara Mesquita.

Bibliografia:

ALMEIDA, Djaimilia Pereira de. Uma fotografia com Mariam. In: Pintando com o pé. Lisboa: Relógio d’água. 2019.

ALMEIDA, Djaimilia Pereira de. Exílio contínuo: O que será que fica de nós num lugar quando o abandonamos?. Disponível em: https://quatrocincoum.com.br/colunas/onde-queremos-viver/exilio-continu…. Acesso em: 02 jun. 2024.

ALMEIDA, Migual Vale de. Ninguém imagina de verdade um português negro. Portuguese Literary & Cultural studies (PLCS), v.35-35, p.32-41, 2021.

ALMEIDA, Miguel Vale de. Um Mar da Cor da Terra: Raça, Cultura e Política da Identidade. Lisboa, Celta, 2000.

ANDERSON, Benedict. Comunidades imaginadas. Tradução Denise Bottman. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

ASSMANN, Jan. Communicative and cultural memory. In: ERLL, Astrid; NÜNNING, Ansgar (Ed.). Cultural memory studies: an international and interdisciplinary handbook. Berlin; New York: De Gruyter, 2008. p. 109-118.

BHABHA, Homi. O local da cultura. tradução de Myriam Avila, Eliane Livia reis, Glauce Gonçalves. Belo Horizonte, Editora UFMG, 1998.

BUTLER, Judith; SPIVAK, Gayatri Chakravorty. Quem canta o Estado-nação?: língua, política e pertencimento. Tradução de Vanderlei J. Zacchi e Sandra Goulart Almeida. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2018.

CALAFATE, Pedro. Portugal, um perfil histórico. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2016.

CASIMIRO, Gisela. Giz. Setúbal: Editora Urutau, 2023.

CASIMIRO, Kátia. A cana de bambu. Vila Nova de Famalicão : Editorial Novembro, 2021.

DIAS, Jorge. Algumas considerações acerca da estrutura social do povo português. In: Estudos de Antropologia. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1955b p.183-206

DIAS, Jorge. Os elementos fundamentais da cultura portuguesa. In: Estudos de Antropologia, vol.1, Lisboa, 1955a, p.135-157.

EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. 3. ed. Trad. Waltensir Dutra. São Paulo: Martins Fonte, 1977.

ÉVORA, Iolanda; MATA, Inocência. As Veias Abertas da Afrodescendência: Herança Colonial e Contemporaneidade. Portuguese Literary & Cultural studies (PLCS), v.42-65, p.11-31, 2021.

FAEDRICH, Anna. Autoficção: um percurso histórico. Criação & Crítica, v. 17, Rio de Janeiro, p.30-46, 2016.

FANNON, Frantz. Os condenados da Terra. Tradução de José Laurênio de Melo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.

GELLNER, Ernest. Nações e nacionalismo. Tradução: Inês Vaz Pinto. Lisboa: Editora Gradiva, 1993.

GILROY, Paul. O Atlântico negro. São Paulo: Editora 34, 2012.

HALL, Stuart. Da diáspora: identidades e mediações culturais. Tradução de Adelaine La Guardia Resente [et al.]. 2. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2013.

HENRIQUES, Isabel de Castro. A Herança Africana em Portugal – séculos XV-XX, Lisboa: CTT Correios de Portugal, 2009.

HENRIQUES, Isabel de Castro. Africanos em Portugal: Uma dialética de integração e de exclusão (séculos XV-XX). Portuguese Literary & Cultural studies (PLCS), v.42-65, p.69-130, 2021.

HOBSBAWN, Eric; RANGER, Terence. A invenção das tradições. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2008.

LOURENÇO, Eduardo. Do colonialismo como nosso impensado. Prefácio de Margarida Calafate Ribeiro e Roberto Vecchi. Lisboa: Gradiva, 2014.

LOURENÇO, Eduardo. Mitologia da saudade: seguido de Portugal como destino. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.

LOURENÇO, Eduardo. Nós e a Europa. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1988.

MACHADO, Fernando Luís & AZEVEDO, Joana. “A investigação sobre imigração e etnicidade em Portugal: Tendências, vazios e propostas”. Revista Migrações, 4, 2009, pp. 7-31.

MACHADO, Fernando Luís. Etnicidade em Portugal – contrastes e politização. Sociologia – problemas e práticas, no. 12, 1992, pp.123-136.

MACHADO, Fernando Luís. Luso-africanos em Portugal: nas margens da etnicidade. Sociologia – problemas e práticas, no. 16, 1994b, pp. 111-134.

MACHADO, Fernando Luís. Quarenta anos de imigração africana: um balanço. Revista Ler HIstória 56, 2009, pp. 135-165.

MARGARIDO, Alfredo. A lusofonia e os lusófonos: novos mitos portugueses. Lisboa: Ed. Universitárias Lusófonas, 2000.

MATTOSO, José. A identidade Nacional. Lisboa: Gradiva Publicações, 1998. 114p. Coleção da Fundação Mário Soares.

MESQUITA, Lara. Sempre que acordo. Portugal: Europress; Prémio Nova Dramaturgia de Autoria Feminina, 2021.

MIANO, Léonora. Afropea: utopie post-occidentale et post-raciste. Paris: Grasset, 2020.

NIMAKO, Kwame. Black Europe and a Contested European Union. Portuguese Literary & Cultural studies (PLCS), v.35-35, p.11-31, 2021.

OTELE, Olivette. African Europeans: an untold history. London: Hurst, 2020.

PITTS, Johny. Afropean: notes from Black Europe. Londres: Peguin Books, 2020.

RIBEIRO, Margarida Calafate. Uma história de regressos: Império, Guerra Colonial e Pós-colonialismo. Porto: Edições Afrontamento, 2004.

ROLDÃO, Cristina; PEREIRA, José Augusto; VARELA, Pedro. Tribuna negra: origens do movimento negro em Portugal (1911-1933).

SAID, Edward. Cultura e Imperialismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.

SANTOS, Boaventura de Sousa Santos. Pela mão de Alice: o social e o político na pós-modernidade. São Paulo: Cortez, 1995.

SOBRAL, José Manuel. Portugal. Portugueses: uma identidade nacional. Lisboa: Fundaçao Francisco Manuel Dos Santos, 2016.

Programa

Aula 1: Geografia e transportes: epistemologia e aspectos históricos.
Categorias e conceitos para o debate dos transportes
História dos transportes no Brasil
Aula 2: Território brasileiro e transportes no período atual: a multimodalidade e suas características
Modal aeroviário
Modal ferroviário
Modal aquaviário
Modal dutoviário
Aula 3: Transporte rodoviário no Brasil: fixos, fluxos, cargas e passageiros
Transporte rodoviário de cargas no Brasil
Transporte rodoviário de passageiros no Brasil

Bibliografia:
ARROYO, Mónica e CRUZ, Rita de Cássia Ariza. Território e Circulação: a dinâmica contraditória da globalização. São Paulo: FAPESP/PPGH/CAPES/Annablume Geografia, 2015.
ARROYO, Mónica; SANTOS, Bruno Candido dos. Fluidez e porosidade territorial: o transporte rodoviário de passageiros como vetor da integração sul-americana. ENTRE-LUGAR, [S. l.], v. 16, n. 31, p. 37–61, 2024.
ARROYO, Mónica. Flujos mercantiles y división territorial del trabajo en Brasil. Revista Geográfica Venezolana, v.55, n.1, enerojunio, 2014, p. 155-172.
ARROYO, Mónica. Redes e circulação no uso e controle do território. In: ARROYO, Mónica e CRUZ, Rita de Cássia Ariza (orgs.). Território e Circulação: a dinâmica contraditória da globalização. São Paulo: FAPESP/PPGH/CAPES/Annablume Geografia, 2015, p. 37-49.
CONTEL, Fábio Betioli. (2001). Os sistemas de movimento do território brasileiro. In SANTOS, Milton e SILVEIRA, María Laura. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. 3.ed. Rio de Janeiro: Record, 2012.
HUERTAS, Daniel Monteiro. Território e Circulação: Transporte rodoviário de carga no Brasil. São Paulo: Editora UNIFESP, 2018.
LAMOSO, Lisandra Pereira. A infra-estrutura como elemento organização do território. In: SILVEIRA, Márcio Rogério; LAMOSO, Lisandra Pereira e MOURÃO, Paulo Fernando Cirino (Orgs.). Questões nacionais e regionais do território brasileiro. São Paulo: Expressão Popular, 2009, p. 43-62.
LEMOS, João Henrique Zöehler. Transporte público, cidades e justiça espacial: explorações geográficas na região de Chapecó. 367f. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Universidade Federal da Fronteira Sul, Chapecó, 2021.
OLIVEIRA NETO, Thiago e NOGUEIRA, Ricardo José Batista. Transporte rodoviário de passageiros no Brasil. Revista Transporte y Territorio, Buenos Aires, n. 17, p. 229-250, 2017.
RODRIGUES, Lucas Azeredo. Transporte aéreo de passageiros no estado de Santa Catarina: estratégias logísticas e organização territorial 331f. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2020.
SANTOS, Bruno Candido dos. Redes geográficas e transporte rodoviário interestadual de passageiros no Brasil. 622f. Tese (Doutorado em Geografia Humana) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2024.
SANTOS, Milton (1996). A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. 4.ed. São Paulo: Edusp, 2012.
SANTOS, Milton (1993). A urbanização brasileira. 5.ed. São Paulo: Edusp, 2013.
SANTOS, Milton (1979). Economia espacial: críticas e alternativas. 2.ed. São Paulo: Edusp, 2011.
SANTOS, Milton (1988). Metamorfoses do espaço habitado. 6.ed. São Paulo: Edusp, 2014.
SANTOS, Milton e SILVEIRA, María Laura. (2001). O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. 3.ed. Rio de Janeiro: Record, 2012.
SILVA, Moacir Malheiros Fernandes. Geografia dos Transportes no Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 1949.
SILVEIRA, Márcio Rogério. Circulação, transportes e logística: construção epistemológica e perspectivas. In: SILVEIRA, Márcio Rogério (org.). Circulação, transportes e logística: diferentes perspectivas. São Paulo: Expressão Popular, 2011, p. 21-68.

Programa

Referências Bibliográficas:
Comin, A. A., Oliveira, C. G. B., Kaufman, D., Bucci, E., & Arbix, G. (2024). Inteligência artificial: Democracia e impactos sociais. Editora Dialética.
Ferreira, A. H., Trevisan, A. C., M. Flores, A. M., & Pinheiro da Silva, D. (2025). Inteligência Artificial nas Ciências Sociais e Humanas: usos, reflexões e impacto na intersecção com o audiovisual no Brasil (version 1). Observatório Social para a Inteligência Artificial & Dados Digitais (OSIADD). https://doi.org/10.5281/zenodo.15257282
Ferreira, A. H., Trevisan, A. C., & Baptista, C. (2024). Comprendiendo, Integrando y Gestionando Cambios Tecnológicos en la Era de la IA - un enfoque para periodistas. In Inteligencia artificial y periodismo: narrativas,
aplicaciones y herramientas (pp. 41–66). Comunicación Social Ediciones y Publicaciones.
Groenner, L., Lopes de Faria, L. I., Perissini, R. C., & Gracioso, L. D. S. (2022). Estudo bibliométricosobre a pesquisa
em inteligência artificial no Brasil. 16, e02147. https://doi.org/10.36311/1981-1640.2022.v16.e02147
Jironza Hidalgo, J. (2024). Análisis de la implementación de Inteligencia Artificial como herramienta de postproducción digital audiovisual. Ñawi: arte diseño comunicación, 8(2), 165-177.
Leite, F., Gonçalvez, I. X., Azevedo, T. L. de, Moherdaui, L., & Pereira, E. (2024). IA responsável, plataformas de mídia social e regulação no Brasil: Notas para pensar a participação social em tempos de incertezas. Novos Olhares, 13(2), 51–70. https://doi.org/10.11606/issn.2238-7714.no.2024.225630
McLuhan, M. (1974). Os meios de comunicação: como extensões do homem. Editora Cultrix.
Vela, S., Sánchez, P., & Navarro, N. (2024). La revolución será artificial. Un análisis de la creación audiovisual generada por IA. Tripodos, 55, 05. https://doi.org/10.51698/tripodos.2024.55.05 In:
https://tripodos.com/index.php/Facultat_Comunicacio_Blanquerna/article/…

Programa

Detalhamento:

1) Introdução: Transmissão de uma identidade étnico-religiosa minoritária em contextos de mudança. O judeu como estrangeiro. Inserção diferenciada na estrutura da sociedade maior: a lógica das expulsões. 

2) A Alta Idade Média na Europa: a transformação urbana, o papel dos judeus.

3) A situação dos judeus sob o domínio muçulmano: o "povo protegido". Principais contribuições culturais. 

4) A Era das Cruzadas. As matanças de 1096 e o kidush há'shem. Efeitos psicológicos. 

5) Marginalidade dos judeus na Idade Média: um estudo de caso, os judeus da França.

6) A entrada em cena dos judeus no comércio mundial. Prestamistas, ramificações das atividades bancárias.

7) A transformação das lideranças judaicas: do Exilarca aos Rabinos. O conceito de kehilá

8) Desenvolvimento da cultura judaica em diferentes contextos: Talmude, a Ética dos Pais, Rashi, Saadia Gaon, Ibn Gabirol, Iehuda Há'levi, Maimônides.
 

Bibliografia

Baron, S. História Social y Religiosa del Pueblo Judío: El encuentro de Oriente y Occidenete. Buenos Aires: Paidós, 1968 (vol. IV)

Berezin, R. (org): Caminhos do Povo Judeu. São Paulo: Vaad há'chinuch, 1975 Bonfin Batalla, G. "La teoría del control cultural en el estudio de procesos etnicos", em Revista Papeles de la Casa Chata, Año 2, N*3, México, 1987.

Dinur, Bem-Zion "História Judaica: Singularidade e Continuidade" em Vida e Valores do Povo Judeu. São Paulo: Editora Perspectiva.

Guglielmi, N. "La condición de los judíos medievales (Francia siglo XIV), em Anales de Historia Antigua y Medieval, Vol. 20, Buenos Aires, 1982

Guinsburg, J. Do Estudo da Oração. São Paulo: Editora Perspectiva, 1968.

Johnson, P. História dos Judeus, Rio de Janeiro: Imago Ed., 1995.

Koltai, K. (org) O Estrangeiero. São Paulo: Editora Escuta, 1998.

Lewis, B. Os judeus e o Islão. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1993.

Malamat, A, Tadmor, H., Stern, M, Safrai, S., Bem-Sasson, H. H. & Ettinger, S. Historia del Pueblo Judío. Madrid: Alianza Editorial, 1988 (Volume II)

Pirenne, H. Las Ciudades de la Edad Media. Madrid: Alianza Editorial, 1980.


Obs. Outros itens bibliográficos serão incorporados ao longo do curso.

Programa

Justificativa:
Este curso, voltado para iniciantes e iniciados no estudo da morfologia, pretende abordar alguns dos mecanismos que podem explicar a estruturação das palavras das línguas naturais, procurando comparar um modelo lexicalista com um modelo não lexicalista, propiciando-lhes condições para refletir sobre a natureza da interface entre a morfologia e a sintaxe, bem como sobre a necessidade ou não de se postular a existência de módulos gramaticais específicos e distintos para a formação de palavras e de sentenças. A discussão sobre o lugar da morfologia em relação aos outros componentes da gramática ocupa posição importante entre as questões em debate na teoria linguística atual. Em particular, sua relação com a sintaxe e a fonologia, bem como o tipo e o montante de informações que a morfologia pode fornecer sobre a sintaxe, vêm despertando o interesse de muitos pesquisadores.
 
Objetivo:
Neste curso, procura-se familiarizar o participante com os mecanismos da Morfologia. No detalhe, são discutidas questões sobre a identificação de morfemas nas línguas naturais, a noção de alomorfia contextual e o fenômeno do sincretismo.
 
Cronograma:
 
Aula 1: Morfologia: Panorama e Identificação dos Morfemas da Língua.
Questões Clássicas em Morfologia;
Estrutura Interna das Palavras e seus Constituintes Imediatos;
Morfemas, Morfes e Alomorfes;
 
Aula 2: Interfaces: Morfofonologia e Morfossintaxe.
A Interface entre Morfologia e Fonologia;
A interface entre Morfologia e Sintaxe.
 
Aula 3: Modelo Não Lexicalista: Morfologia Distribuída.
Modelos lexicalistas e não lexicalistas;
Estrutura da Gramática;
Operações Morfológicas;
Flexão Verbal e Sincretismo em Morfologia Distribuída.
 
BIBLIOGRAFIA POR AULA:
Aula 1:
ARONOFF, M. Word formation in generative grammar. Cambridge. MA. MIT Press,1976.
EMBICK, D. The morpheme: a theoretical introduction. De Gruyter Mouton, 2015.
LIEBER, R. Introducing Morphology. Cambridge: CUP, 2010.
ROSA, M. C. Introdução à Morfologia: Nova Edição. São Paulo: Contexto, 2018.
SIDDIQI, D. The morphology–syntax interface. In: CARNIE, A.; SIDDIQI, D.; SATO, Y. The Routledge Handbook of Syntax. London: Routledge, 2014, p. 345-365.
SILVA, M. C. F.; MEDEIROS, A. B. Para Conhecer Morfologia. São Paulo: Contexto, 2016.
 
Aula 2:
ACKEMA, P.; NEELEMAN, A. Morphology ≠ Syntax. In: RAMCHAND, G.; REISS, C. (eds.) The Oxford Handbook of Linguistic Interfaces. Oxford University Press, 2012, p. 289- 324.
EMBICK, D. The morpheme: a theoretical introduction. De Gruyter Mouton, 2015.
HALLE, M. Distributed Morphology and the Syntax/Morphology Interface. In: RAMCHAND, G.; REISS, C. (eds.) The Oxford Handbook of Linguistic Interfaces. Oxford University Press, 2012, p. 289- 324.
KEHDI, V. Formação de palavras em português. Editora Ática, 1992.
KIPARSKY, P. From Cyclic Phonology to Lexical Phonology. In: VAN DER HULST, H.; SMITH, H. & N. (eds.) The Structure of Phonological Representations, v.1. Foris: Dordrecht, 1982, p. 131-175.
LIEBER, R. Introducing Morphology. Cambridge: CUP, 2010.
MARRANTZ, A. No Escape From Syntax: don’t try morphological analysis in the privacy of your own lexicon. University of Pennsylvania Working Papers in Linguistics, v. 4, n. 2. 1997, p. 201-225.
 
Aula 3:
BONET, E. Morphology after syntax. (Doutorado em Linguística). Cambridge: MITWPL, 1991.
EMBICK, D. and NOYER, R. Movement operations after syntax. In: Linguistic Inquiry. v. 32, n. 4, p. 555-595, 2001.
HALLE, M.; MARANTZ, A. Distributed Morphology and the Pieces of /inflection. In: HALE, K. and KEYSER, S. J. (eds.) The view from building 20: essays in linguistics in honor of Sylvain Bromberger. Cambridge, Mass.: MIT Press, p. 111-176, 1993.
KIPARSKY, P. From Cyclic Phonology to Lexical Phonology. In: VAN DER HULST, H.; SMITH, H. & N. (eds.) The Structure of Phonological Representations, v.1. Foris: Dordrecht, 1982, p. 131-175.
LIEBER, R. Introducing Morphology. Cambridge: CUP, 2010.
 
BIBLIOGRAFIA DE APOIO
CHOMSKY, N. Remarks on Nominalization. In: JACOBS, R. A.; ROSENBAUM, P. S. (eds.) Readings in English Transformational Grammar. Waltham, MA: Ginn & Co, 1970, pp. 184-221.
FIORIN, J. L. (org.) Introdução à Linguística I: Objetos Teóricos. São Paulo: Contexto, 2008.
FIORIN, J. L. (org.) Introdução à Linguística II: Princípios de Análise. São Paulo: Contexto, 2008.
GONÇALVES, C. A. Iniciação aos Estudos Morfológicos: Flexão e Derivação em Português. São Paulo: Contexto, 2011.
LEMLE, M et al. A Morfologia Distribuída no Brasil: duas décadas de existência. In: Revista de Estudos da Linguagem, v. 20, n. 2, p. 141-182, Dez. 2012.
Disponível em: . Acesso em: 14/11/2019.
SCHER, A. P. ReVEL na Escola: Morfologia Distribuída. In: ReVEL, São Leopoldo, v. 13, n. 24, p. 1-7, Mar. 2015. Disponível em: . Acesso em: 14/11/2019.

 

Programa

1º encontro:
1. Introdução às Metodologias Ativas;
2. Ensino Híbrido e a Sala de Aula Invertida;
3. Ferramentas digitais que auxiliam na implementação da Sala de Aula Invertida, possibilitando a
personalização e autonomia do aluno no ensino de idiomas.

2º encontro:
1. O que são as Estratégias de Aprendizado: um panorama sobre a teoria e exemplos
2. Princípio de Fomento à reflexão sobre o aprendizado de língua adicional: teoria e prática
3. Ferramentas digitais que podem ser utilizadas no trabalho com as estratégias.

3º encontro:
1. Aquisição e treino de vocabulário: teoria e prática;
2. Vocabulário, autonomia e estratégias de memorização;
3. Ferramentas digitais e sugestões de exercícios e jogos.

Referências bibliográficas

​​​​​​​
BACICH, Lilian; MORAN, José (org.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018.
BACICH, Lilian; NETO, Adolfo Tanzi; TREVISANI, Fernando de Mello (org.). Ensino Híbrido: Personalização e tecnologia na educação. Porto Alegre: Penso, 2015.
BALLWEG S, DRUMM S, HUFEISEN B, KLIPPEL J, PILYPAITYTE L. DLL - Deutsch lehren lernen 2. Wie lernt man die Fremdsprache Deutsch? DLL - Deutsch lehren lernen: Fort- und Weiterbildung weltweit. Stuttgart: Klett-Langenscheidt; 2013.
BERGMANN, Jonathan. Aprendizagem invertida para resolver o problema da lição de casa. Porto Alegre: Penso, 2018.
BERGMANN, Jonathan; SAMS, Aaron. Sala de aula invertida: Uma metodologia ativa de aprendizagem. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
BIMMEL, Peter; RAMPILLON, Ute. Lernerautonomie und Lernstrategien. Fernstudieneinheit 23. Berlin u.a.: Langenscheidt, 2000.
CAMARGO, Fausto; DAROS, Thuinie. A sala de aula inovadora: Estratégias pedagógicas para fomentar o aprendizado ativo. Porto Alegre: Penso, 2018.
FUNK, Hermann. Methodische Konzepte für den Deutsch als Fremdsprache-Unterricht. In: Krumm, Hans-Jürgen et al. (orgs.). Deutsch als Fremd- und Zweitsprache. Ein internationales Handbuch, vol. 1. Berlin/New York: de Gruyter, 2010, p. 940-952.
FUNK, Hermann. Aufgabenorientierung und Fremdsprachenerwerb. In: Ahrenholz, Bernt; Oomen-Welke, Ingeborg (orgs.). Deutsch als Fremdsprache. Baltmannsweiler: Schneider Hohengehren, 2013, p. 298-310.
LEWIS, Michael. Implementing the lexical approach. Putting theory into practice. Hampshire: Heinle, 2008.
MATTAR, João. Metodologias ativas: Para a educação presencial, blended e a distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.
MCGONIGAL, Jane. A realidade em jogo. Rio de Janeiro: BestSeller, 2012.
MEERHOLZ-HÄRLE, Birgit. Wortschatzvermittlung im DaZ-Unterricht. In: KAUFMANN, Susanne et al. Fortbildung für Kursleitende Deutsch als Zweitsprache. Band 2: : Didaktik und Methodik. Ismaning: Hueber, 2008, p. 1-34.
OXFORD, Rebecca L. Language learning styles and strategies: An overview. In: Learning styles & strategies. Oxford: GALA, 2003.
RÖSLER, D. Deutsch als Fremdsprache: Eine Einführung. Stuttgart/Weimar: Metzler, 2012.
TANAKA, V. A.; UPHOFF, D. Influências interlinguais e estratégias de comunicação por aprendizes de alemão como terceira língua: análise de uma escrita comunicativa online. Pandaemonium Germanicum, São Paulo, v. 22, n. 36, p. 128-152, 2019. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/pg/article/view/151433.​​​​​​​

Programa

Aula 1: de uma estética da violência
A aula inicial apresentará o curso, bem como os métodos utilizados. Explicará como funciona a estrutura, links, presenças e perguntas, apresentará o professor. Após a apresentação, uma introdução sobre a teoria sobre estética da violência e um curto debate historiográfico sobre a literatura feminina brasileira, temas que balizarão as discussões seguintes.

Bibliografia:
Telles, Norma. Escritoras, escritas, escrituras. In: Priore, Mary Del. História das mulheres no Brasil. São Paulo: Editora Unesp, 1992.


Aula 2: Estética da violência em Patrícia Melo
A segunda aula discutirá a obra da escritora paulista contemporânea Patrícia Melo, à luz dos conceitos discutidos na aula anterior. Em particular, será proposto uma discussão sobre dois de seus romances: Gog magog e O matador.

Bibliografia:
Melo, Patrícia. Gog Magog. Rio de Janeiro: Rocco, 2017.

Aula 3: Da obra esquecida de Sylvia Serafim
Esta aula discutirá a obra de Sylvia Serafim, apagada do cânone intelectual brasileiro, a despeito de sua relevância na época, por ter assassinado o irmão de Nelson Rodrigues. Serão selecionados trechos de sua obra para discussão em aula.

Bibliografia:
SERAFIM, Sylvia. Fios de prata, symphonia da dor. Rio de Janeiro: Officinas Graphicas Alba, 1930.

Aula 4: a desumanização de Sylvia Serafim
Se a aula anterior trouxe a obra apagada de Serafim, e as demais aulas discutiram a estetização da violência, a aula derradeira mobilizará um debate sobre o processo de desumanização que Serafim sofreu após o crime, bem como sua captura pela memória popular e a disputa narrativa que se seguiu. Enfim todo o debate se encontrará sobre esta aula, conforme as narrativas sobre Sylvia serão colocadas em diálogo.

Bibliografia principal:
LINHA Direta. A primeira tragédia de Nelson Rodrigues. Rio de Janeiro: Rede Globo, 7 de junho, 2007. Programa de TV.

Programa

Aula 1 – As línguas indígenas de importância histórica no Brasil e seu papel na nomeação do território brasileiro.
Aula 2 – Os topônimos quinhentistas de origem tupi.
Aula 3 – Os nomes de origem tupi com a posposição tupi -PE.
Aula 4 – A nomeação da Amazônia com topônimos indígenas
Aula 5 – Os nomes de origem indígena da “Paulistânia”, isto é, a região do sudeste, sul e centro-oeste do Brasil influenciada pelos paulistas
Aula 6 – Os nomes geográficos de origem indígena não tupi no Brasil; os nomes de origem indígena surgidos nos séculos XIX e XX

Bibliografia:
CARDOSO, Armando Levy. Toponímia Brasílica. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército Editora, 1961.
NAVARRO, Eduardo de Almeida. O último refúgio da língua geral no Brasil. In: Estudos Avançados. São Paulo, USP, v. 26, p. 245-254, 2012.
_________________ Tupi or not Tupi: A Identidade Indígena do Brasil. In: Revista Brasileira, Rio de Janeiro, 1941, v. I, p. 91-104, 2017.
_________________Os topônimos com a posposição tupi –pe no território brasileiro. In Revista do Museu Emílio Goeldi. Belém, 2021 (no pelo).