Programa

Aula 1: O Iluminismo e o teatro
Aula 2: Carta à d”Alembert sobre os espetáculos, de Rousseau
Aula 3: Paradoxo do Comediante, de Diderot

Bibliografia:
CARLSON, Marvin. Teorias do Teatro: estudo histórico-crítico, dos gregos à atualidade. Tradução: Gilson César Cardoso de Souza. São Paulo: Ed. UNESP, 1997.
DIDEROT. Denis. Paradoxo sobre o Comediante; Trad.: Marilena Chauí e J. Guinsburg - São Paulo: Abril Cultural, 1979. Col. Os Pensadores.
________________. Discurso sobre a poesia dramática. Tradução, organização, apresentação e notas: Franklin de Mattos. 2ª ed. São Paulo: Cosac Naify, 2005.
HAZARD, Paul. Crise da consciência europeia. Trad.: Oscar de Freitas Lopes - Lisboa, Portugal: Ed. Cosmos, 1948.
PORTICH, Ana. A arte do ator entre os séculos XVI e XVIII: da Commedia dell'Arte ao Paradoxo do Comediante. São Paulo: Ed. Perspectiva, 2008.
ROUSSEAU, Jean_Jacques. Carta a d'Alembert sobre os espetáculos. Trad.: Roberto Leal Ferreira - Campinas: Ed. UNICAMP, 1993.
________________________. Júlia ou A nova Heloísa. Tradução, introdução e notas: Fulvia M. L. Moretto. Campinas: Ed. Unicamp, 1994.
STAROBINSKI, Jean. Jean-Jacques Rousseau: a transparência e o obstáculo. Tradução: Maria Lúcia Machado. São Paulo: Companhia das Letras, 1991.
WILSON, Arthur McCandless. Diderot. Tradução: Bruna Torlay. São Paulo: Perspectiva, 2012.

Programa

O curso de língua e cultura galegas no nível intermediário abrange as 4 grandes destrezas clássicas (expressão oral e escrita, compreensão oral e escrita), também a interação comunicativa, a dimensão pragmática-cultural e a dimensão metafórica (o mundo simbólico, o imaginário dos jogos de palavras, etc.):

Tópico 1: Descrever as características e o funcionamento do algo. Opinar sobre objetos. Repasso da gramatica e dos tempos verbais.
Tópico 2: Expressar interesses e sentimentos. Falar das relações entre as pessoas. Mostrar desacordo em diversos registros. Contra argumentar. Uso do pretérito mais-que-perfeito.
Tópico 3: Fazer hipóteses e conjunturas. Relatar acontecimentos misteriosos. Usos do indicativo e subjuntivo.
Tópico 4: Escrever uma notícia e comentá-la. Formas e valores do particípio. Verbos de transmissão da informação.
Tópico 5: Dar conselhos. Evocar situações imaginarias. Imperfeito do subjuntivo + condicional.
Tópico 6: Transmitir ordens, petição e conselhos. Referir o que disseram outras pessoas no passado em estilo direto e indireto. Pretérito do subjuntivo de outros verbos.
Tópico 7: Expressar condições e consequências hipotéticas. Verbos com preposição. Falar de sentimentos, do caráter e da personalidade. Vocabulário para falar de relações pessoais e afetivas.
Tópico 8: Correlação temporal nas frases de relativo. O emprego dalguns conetores. Expressar desejos. Expressar a causa e a finalidade.
Tópico 9: Infinitivo conjugado. Falar de feitos passados e das suas consequências no presente. Outros empregos do imperfeito de subjuntivo. Colocação e combinações dos pronomes de objeto direto e indireto.
Tópico 10: Informar sobre causas e rações: porque/por/como/debido a/a causa de/por mor de/por culpa de/grazas a. Retomar conhecidas: como ao +infinitivo/xa que, posto que, dado que. Construção enfática com valore causal: tan...que/tanto que/com/de. Estruturas passivas.


Bibliografia:

Barreiro Fernandez, Xosé Ramón. 2007. Os símbolos de Galicia. Consello Cultura Galega.
Bermúdez, Ana; Colmenero, Antonio. 1999. Prácticas de lingua. Edicións do Cumio.
Callón, Carlos. 2012. Como falar e escribir en galego con corrección e fluidez. Xerais.
Chamorro, Margarita; da Silva, Ivonete; Núñez, Xaquín, 2008. Aula de Galego 1. Xunta de Galicia.
https://www.lingua.gal/c/document_library/get_file?file_path=/portal-li…
Corbacho Quintela, Antón. 2009. A aculturação e os galegos do Brasil: o vazio galeguista. Tese de doutorado. Universidade Santiago de Compostela.
Cuba, Xohán R.; Reigosa, Antonio; Miranda, Xosé. 2007. Dicionario dos seres míticos galegos. Xerais.
Mariño Paz, Ramón. 1998. Historia da lingua galega. Sotelo Blanco Edicións
Martínez Vilanova, Fernando. 1998. A pintura galega (1850- 1950). Xerais.

 

Programa

CONTEÚDO:
- Introdução ao crioulo haitiano: história, cultura, expressões fáticas
- Aspectos fonético-fonológicos do crioulo haitiano
- Aspectos da morfossintaxe do crioulo haitiano
- Aspectos da sintaxe e da semântica verbal do crioulo haitiano
 
METODOLOGIA:
Aulas expositivas combinadas com exercícios que são resolvidos em sala.
 
BIBLIOGRAFIA:
ABOH, Enoch, e DEGRAFF, Michel. (2017). A Null Theory of Creole Formation Based on Universal Grammar. Oxford Handbooks Online.
DEGRAFF, Michel. 2007. Haitian Creole. In Comparative Creole Syntax: Parallel Outlines of 18 Creole Grammars, John Holm and Peter Patrick, eds., London: Battlebridge Publications (Westminster Creolistics Series, 7), 2007.
________________. 2017. La langue maternelle comme fondement du savoir: L’initiative MIT-Haïti: vers une education en créole efficace et inclusive. Revue transatlantique d’études suisses.
DEJEAN, Yves, 1983. Diglossia revisited: French and Creole in Haiti. Word, 34, 189-213.
HOLM, John. An Introduction to Pidgins and Creoles. Cambridge University Press, 2000.
LEFEBVRE, Claire. Creole genesis and the acquisition of grammar: the case of Haitian Creole. Cambridge, Cambridge University Press, 1998.
SILVA, Bruno Pinto. 2019. Afinal, o que são crioulos e pidgins? Texto apresentado para a conclusão da disciplina FLL 5087 - Contato de Línguas. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Departamento de Linguística, Universidade de São Paulo, São Paulo.
 
SITES DE APOIO:
Blog Aprenda Crioulo Haitiano: https://aprannkreyolayisyen.blogspot.com
Dicionário Crioulo Haitiano-Português: http://sites.google.com/view/dkaweb

 

Programa

(12/04) 1° Sessão: A mise en scène colonial do outro
(13/04) 2° Sessão: Gabinetes de curiosidade, cenografias e museografias
(15/04) 3° Sessão: Exposições universais e coloniais: espetáculos políticos das metrópoles (Parte 1)
(16/04) 4° Sessão: Exposições universais e coloniais: espetáculos políticos das metrópoles (Parte 2)

Bibliografia:

BANCEL, Nicolas. Le sens des mots et usages de la photographie anthropologique (1860-1900). Hommes et migrations, n° 1252, pp. 82-88, 2004.
BANCEL, Nicolas, BLANCHARD, Pascal, BOËTCH, Gilles, DEROO, Éric e LEMAIRE, Sandrine (org.) Zoos humains: Au temps des exhibitions humaines. Paris: La Découverte, 2011.
BERNAL, Óscar Cornago, « Atuar “de verdade”. A confissão como estratégia cênica », Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, v. 2, n. 13, pp. 2018.
BOËTSCH, Gilles e BLANCHARD, Pascal. From Cabinets of Curiosity to the "Hottentot Venus": A Long History of Human Zoos. In: BANCEL, Nicolas, DAVID, Thomas e THOMAS, Dominic. The Invention of Race: Scientific and Popular Representations. New York: Routledge, 2014.
CONKLIN, Alice L. In the Museum of Man: Race, Anthropology, and Empire in France, 1850–1950. Ithaca: Cornell University Press, 2013.
DE L’ESTOILE, Benoît. Do Museu do Homem ao Quai Branly: as transformações dos Museus dos Outros na França. In: Cândido, Manuelina Maria Duarte; Ruoso, Carolina (Org.) Museus e patrimônio: experiências e devires. Recife: Fundação Joaquim Nabuco: Editora Massangana, 2015.
GOFFMAN, Erving. A representação do eu na vida cotidiana. Vozes, 1985.
FERAL, Josette. (trad. J. Guinsburg) Além dos limites: teoria e prática do Teatro. São Paulo: Perspectiva, 2015.
KOUTSOUKOS, Sandra Maria Machado. Zoológicos humanos: gente em exibição na era do imperialismo. Campinas: Editora da Unicamp, 2020.
HALE Dana. Races on display: French representations of colonized peoples (1886-1940). Bloomington : Indiana University Press, 2007.
MBEMBE, Achille. La colonie : son petit secret et sa part maudite. Politique Africaine, 2006/2 (N° 102), p. 101-127.
MORTON, Patrícia. A. Hybrid Modernities : Architecture and Representation at the 1931 Colonial Exposition, Paris. Cambridge : MIT Press, 2003.
ROTHFELS, Nigel. Savages and Beasts: The Birth of the Modern Zoo. London: The Johns Hopkins University Press, 2002.
SEGALEN, Victor. Essays on Exotism: Aesthetics of Diversity. Durham & London: Duke University Press, 2002.
STOLER, Ann Laure. Race and the Education of Desire: Foucault's History of Sexuality and the Colonial Order of Things. Durham and London, Duke University Press, 1995.
VIEIRA, Marina Cavalcante. Figurações Primitivistas: Trânsitos do Exótico entre Museus, Cinema e Zoológicos Humanos. Tese (Doutorado) – Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, 2019.

Programa

Conteúdo programático:
1. Teatro e dramaturgia;
2. Teatro para crianças e o seu engendrar na História ocidental;
3. Panorama do teatro para a infância no Brasil;
4. Questões norteadoras da encenação para crianças;
5. Tradições e rupturas no teatro para a infância.

Bibliografia:
ANCHIETA, José de. Teatro de José de Anchieta. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
BELINKY, Tatiana; GOUVEIA, Júlio. Teatro para crianças e adolescentes: a experiência do TESP. In: ZILBERMAN, Regina. A produção cultural para a criança. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1990. p. 29-41.
BENEDETTI, Lúcia. Aspectos do teatro infantil. Rio de Janeiro: Serviço Nacional do Teatro, 1969.
BERTHOLD, Margot. História mundial do teatro. São Paulo: Perspectiva, 2006.
BUARQUE, Chico. Os saltimbancos. [s.l.], [s.d.]. Disponível em: http://www.colegionomelini.com.br/midia/arquivos/2014/8/70b9172b88d52d4…. Acesso em 21 ago. 2019.
FERNANDES, Sílvia. Teatralidades contemporâneas. São Paulo: Perspectiva, 2013.
FROTA, Teresa. A lei e o rei. In: Coleção teatro brasileiro 2. Belo Horizonte: Hamdan, 2002. p. 7-44.
GUINSBURG, Jacó et al. Dicionário do teatro brasileiro: temas, formas e conceitos. São Paulo: Perspectiva, 2009.
GUINSBURG, Jacó; FARIA, João Roberto. História do teatro brasileiro: do Modernismo às tendências contemporâneas. São Paulo: Perspectiva, 2013.
LAJOLO, Marisa; ZILBERMAN, Regina. Literatura infantil brasileira: história e histórias. São Paulo: Ática, 2002.
LAJOLO, Marisa; ZILBERMAN, Regina. Literatura infantil brasileira: uma nova outra história. Curitiba: PUCPress, 2017.
MAGALDI, Sábato. Panorama do teatro brasileiro. São Paulo: Global, 2004.
MARCOS, Plínio. Obras teatrais: roda de samba, roda dos bichos. Rio de Janeiro: FUNARTE, 2017.
MELAMED, Simone. Teatro infantil vira gente grande. In: Revista de teatro. Rio de Janeiro: SBAT(520): 22-25. set./out. 2008.
NAZARETH, Carlos Augusto. Trama: um olhar sobre o teatro infantil ontem e hoje. Rio de Janeiro: Lamparina, 2012.
PAVIS, Patrice. Dicionário de teatro. São Paulo: Perspectiva, 2011.
PUPO, Maria Lúcia de Souza Barros. No reino da desigualdade: teatro infantil em São Paulo nos anos setenta. São Paulo: Perspectiva, 1991.
ROSENFELD, Anatol. Teatro em crise. São Paulo: Perspectiva, 2012.
RYNGAERT, Jean-Pierre. Ler o teatro contemporâneo. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
SILVA, Márcia Cabral da. Infância e literatura. Rio de Janeiro: UERJ, 2010.

Programa

 

Data

Conteudo da aula

07/08/23

Unidade 3: Vocabulario “familia” p68-70

10/08/23

Unidade 3: Gramática ”adjetivos” p71-73

14/08/23

Unidade 3: Vocabulario “adjetivos nacionais” p74-78

17/08/23

Unidade 3: Gramatica “verbos” p79-81

21/08/23

Unidade 3 - Revisão - Unidades 1-3

24/08/23

Unidade 4: Vocabulário Gramática “verbos” 86-90

28/08/23

Unidade 4: Vocabulário Gramática “plural”, p91-95

31/08/23

Unidade 4: Vocabulário “horas”, p98-102

04/09/23

Unidade 4: Gramatica “acusativo e verbos” 103-107

07/09/23

Feriado Independência do Brasil

11/09/23

Unidade 4: Revisão – Conversa p108-109

14/09/23

Unidade 5: Vocabulário “viagem” p110-114

18/09/23

Unidade 5: Gramática “subjuntivo” p115-118

21/09/23

Unidade 5: Vocabulário “viagem” p119- 125

25/09/23

Unidade 5:Gramatica “comparativo” p126-129

28/09/23

Unidade 5:Revisão – Conversa p130-131

02/10/23

Unidade 6: Vocabulario “casa” p132-135

05/10/23

Unidade 6: Gramática “adjetivos” p136-139

09/10/23

Unidade 6: Vocabulario “espaco” p140-143

12/10/23

Feriado Nossa Senhora Aparecida

16/10/23

Unidade 6: Gramatica “Imperativo” p144-147

19/10/23

Unidade 6: Conversa & Escrita-Revisão  p148-151

23/10/23

Unidade 7: Vocabulario “festas” p154-156

26/10/23

Unidade 7: Gramática “futuro simples” p157-161

30/10/23

Unidade 7:Vocabulario “festas” p162-167

02/11/23

Feriado Finados

06/11/23

Unidade 7: Gramática “pronomes pessoais” p168-171

09/11/23

Unidade 7: Conversa & Escrita p172-173

13/11/23

Revisão - tirar dúvidas

16/11/23

Emenda Feriado Proclamação da República

20/11/23

Feriado Dia da Consciência Negra

23/11/23

Avaliação

27/11/23

Correção da Avaliação e Feedback 

Programa

1. A África como totalidade continental
a. Fundamentos geológicos de uma unidade africana (e seus limites)
b. Invenções da África enquanto conceito/ideia/discurso
c. Construção política de uma unidade continental: da Organização da Unidade Africana (OUA) à União Africana (UA)

2. Regionalizações do continente africano
a. Regiões físico-naturais e suas dimensões socioculturais
b. África subsaariana e África do Norte: uma antiga (e polêmica) divisão
c. Regionalizações institucionais e blocos econômicos

3. A pertinência de estudar a escala nacional
a. Independências, fronteiras e Estados-nação africanos
b. Estado, regulação e contradição na África contemporânea
c. Estudos de caso: África do Sul, Angola, Etiópia, Marrocos, Moçambique e Nigéria

4. O urbano e o lugar na África
a. As origens coloniais das cidades africanas
b. Planejamento urbano e crescimento espontâneo no pós-independência
c. Metrópoles da África contemporânea

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

ARAÚJO, M. G. M.. Os espaços urbanos em Moçambique. GEOUSP – Espaço e Tempo, São Paulo, v. 7, n. 2 (14), p. 165-182, 2003.

BELLUCCI, B. Economia contemporânea em Moçambique: sociedade linhageira, colonialismo, socialismo, liberalismo. Rio de Janeiro : Educam, 2007.

CASTEL-BRANCO, C. N. Economic linkages between South Africa and Mozambique. Mimeo : Maputo, 2002

DEBRIE, J.; MAREÏ, N. Politiques territoriales et évolution des registres d’action de l’Etat au Maroc : une entrée para la logistique. L’Espace Politique, Reims, v. 36, n. 3, jul. 2018.

DIALLO, A. O. Integração Africana: da Organização da Unidade Africana à União Africana. Espaço Jurídico (UNOESC), Chapecó, v. 6, n. 1, p. 7-20, jan./jun. 2005.

DOPCKE, W. A vida longa das linhas retas: cinco mitos sobre as fronteiras na África Negra. Revista brasileira de política internacional, v.42, n.1, p. 77-109, 1999.

EDOZIE, R. K. The Sixth Zone: The African Diaspora and the African Union's Global Era Pan Africanism. Journal of African American Studies, v. 16, n. 2, p. 268-299, jun. 2012.

EKWE-EKWE, H. What is ‘Sub-Sahara Africa’?. West Africa Review, n. 11, 2007.

FERREIRA, P. Sahara Ocidental: conflito diplomático (1991-2010) e os presumíveis interesses do Marrocos. AFRICANA STUDIA, Porto, n. 29, p.11-29 2018.

FONSECA, M. P. Os Corredores de Desenvolvimento em Moçambique. AFRICANA STUDIA, Porto, n. 6, p. 201-230, 2003.

HAUGE, J.; CHANG, H.. The concept of a ‘Developmental State’ in Ethiopia. In: CHERU, F.; CRAMER, C.; OQUBAY, A. (eds.). The Oxford Handbook of the Ethiopian Economy. Oxford: Oxford University Press, 2019.

KAJULA, L.; CHACHAGE, C. Whither ‘Sub-Saharan Africa’ can we use the compass instead?. CODESRIA Bulletin Online, n. 14, set. 2022.

MACEDO, J. R. (org.) O pensamento africano no século XX. São Paulo : Outras Expressões, 2016.

MAREÏ, N.; DEBRIE, J.; LOMBARD, J. Sur la route des métropoles logistiques du Sud : L’exemple de Casablanca. Urbanités [en ligne], n. 11, fev. 2019.

MBEMBE, A. [2010]. Sair da grande noite. Ensaio sobre a África descolonizada. Petrópolis : Vozes, 2019.

MKANDAWIRE, T. Thinking about developmental states in Africa. Cambridge Journal of Economics, v. 25, n. 3, p. 289-314, mai. 2011.

MONIÉ, F. Petróleo, desenvolvimento e dinâmicas espaciais na África subsaariana In: MONIÉ, F.; BINSZTOK, J. (org.). Geografia e geopolítica do petróleo. Rio de Janeiro: Mauad X, 2012. p.201-236.

MUDIMBE, V. Y [1988]. A invenção da África. Gnose, filosofia e a ordem do conhecimento. Petrópolis : Vozes, 2019.

NGOENHA, S. Filosofia africana: das independências às liberdades. Maputo : Edições Paulistas, 1993.

OVADIA, J. S. The Petro-Developmental State in Africa. Making oil work in Angola, Nigeria, and the Gulf of Guinea. London : Hurst Publishers, 2016.

OUMA, S. The difference that ‘capitalism’ makes: on the merits and limits of critical political economy in African Studies. Review of African Political Economy, v. 44, n.153, p. 499-509, 2017.

RODNEY, W. Como a Europa subdesenvolveu a África. São Paulo : Boitempo, 2022.

RAIMUNDO, I. M.; RAIMUNDO, J. A. A migração moçambicana na África Austral: povoamento e formação de famílias transnacionais. In: ARROYO, M.; CRUZ, R. C. A. (org.). Território e Circulação: a dinâmica contraditória da globalização. São Paulo : Annablume, 2015.

SANTOS, K. L. Africano: uma introdução ao continente. Rio de Janeiro : Record, 2022.

SANTOS, M. [1996]. Da totalidade ao lugar. São Paulo: EdUSP, 2014.

_____. [1979]. Economia espacial. Críticas e alternativas. São Paulo : EdUSP, 2014.

_____. Sociedade e espaço: a formação social como teoria e como método. Boletim Paulista de Geografia, São Paulo, n. 54, p. 81-99, 1977

_____. A cidade nos países subdesenvolvidos. Rio de Janeiro : Civilização Brasileira, 1965.

_____. Marianne em preto e branco. Salvador : Progresso Editora, 1960.

SARR, F. Afrotopia. São Paulo : n-1 edições, 2019.

SINGER, P. A política econômica externa da África do Sul. In: GUIMARÃES, S. P. (org.). África do Sul: visões brasileiras. Brasília : IPRI/Fundação Alexandre de Gusmão, 2000.

WUBNEH, M. Addis Ababa, Ethiopia – Africa’s diplomatic capital. Cities, v. 35, p. 255- 269, dez. 2013.

Programa

Aula 1: Jogos Digitais enquanto objeto de estudo interdisciplinar.

Aula 2: Continuação.

 

Bibliografia:

ASSIS, Jesus de P. Artes do Videogame: conceitos e técnicas. São Paulo: Alameda, 2007.
BELLO, Robson Scarassati. O playground do passado: o videogame e a reificação da memória, do lúdico e do oeste americano (1971-2018). 2023. Tese (Doutorado em História Social) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2023.
CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Documento de área: interdisciplinar. Brasília, DF: CAPES, 2019. Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/INTERDISCIPLINAR.pdf.
DYER-WITHEFORD, Nick; DE PEUTER, Greig. Games of empire: Global capitalism and video games. Minneapolis: University of Minnesota Press, 2009.
HUIZINGA, J. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. Editora Perspectiva: São Paulo. 2000.
IVORY, James D. A brief history of video ames. In: KOWERT, Rachel; QUANDT, Thorsten (Ed.)., The Video Game Debate: Unraveling the Physical, Social, and Psychological Effects of Video Games. London: Routledge, 2015.
KONZACK, L. Rhetorics of computer and video game research. em WILLIAMS, J.P. & SMITH, J.H., The players’ realm: Studies on the culture of video games and gaming. London: McFarland and Company, Inc. 2007.
LIMA, Carmen Lúcia Castro. Cultura, economia criativa e a sociedade do conhecimento: notas sobre o segmento de jogos digitais. I Encontro Internacional de Cultura, Linguagens e Tecnologias do Recôncavo. 2017.
MURRAY, Janet. Hamlet no Holodeck: O Futuro da Narrativa no Ciberespaço. São Paulo: Itaú Cultural: Unesp, 2003.
NIEBORG, David B.; HERMES, Joke. What is game studies anyway?. European Journal of Cultural Studies, v. 11, n. 2, p. 131-147, 2008.
NIEBORG, D. B. Prolonging the Magic: The political economy of the 7th generation console game, Eludamos: Journal for Computer Game Culture, 8(1), pp. 47–63. 2014. doi: 10.7557/23.6155.
PEREIRA, S. K. O videogame como esporte: uma comparação entre esportes eletrônicos e esportes tradicionais. Monografia (Graduação em Comunicação) – Universidade de Brasília, Faculdade de Comunicação, Brasília, 2014.
WONG, Jackson. More Than Just A Game: The Labor and Employment Issues Within Esports, 11 UNLV Gaming L.J. 123. 2020.
WOODCOCK, Jamie. Marx no fliperama: videogames e luta de classes. Autonomia Literária: São Paulo. 2020

Programa

O curso permitirá o desenvolvimento de habilidades orais e escritas, visando a descrever lugares, viagens e livros. A partir desses eixos temáticos, serão revisados aspectos importantes para a comunicação oral e escrita, assegurando ao aluno maior confiança para se expressar corretamente em francês. Neste curso serão trabalhos os seguintes objetivos comunicativos e linguísticos, por meio dos gêneros textuais abaixo relacionados.

Objetivos comunicativos:
-Descrever lugares
-Relatar viagens
-Descrever livros, obras literárias
-Sintetizar conteúdos sobre livros e obras literárias

Objetivos linguísticos:
-Adjetivos qualificativos para descrever lugares
-Preposições de lugar
-Pronomes relativos
-Gêneros textuais:
-Resenha de livros
-Verbetes de guias de turismo
-Folhetos turísticos

Referências bibliográficas:
DOLZ, J. As atividades e os exercícios de língua: uma reflexão sobre a engenharia didática. DELTA: Documentação e Estudos em Linguística Teórica e Aplicada, [S. l.], v. 32, n. 1, 2016. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/delta/article/view/26773. Acesso em: 17 abr. 2025.
MAGNONI, L. T; LOUSADA, E. G. De la vie quotidienne à la vie universitaire: genres textuels pour l´ enseignement- apprentissage du français langue étrangère. Belo Horizonte, Editora UFMG, 2024.

Programa

CONTEÚDO:
- Introdução ao crioulo haitiano: história, cultura, expressões fáticas
- Aspectos fonético-fonológicos do crioulo haitiano
- Aspectos da morfossintaxe do crioulo haitiano
- Aspectos da sintaxe e da semântica verbal do crioulo haitiano
 
METODOLOGIA:
Aulas expositivas combinadas com exercícios que são resolvidos em sala.
 
BIBLIOGRAFIA:
ABOH, Enoch, e DEGRAFF, Michel. (2017). A Null Theory of Creole Formation Based on Universal Grammar. Oxford Handbooks Online.
DEGRAFF, Michel. 2007. Haitian Creole. In Comparative Creole Syntax: Parallel Outlines of 18 Creole Grammars, John Holm and Peter Patrick, eds., London: Battlebridge Publications (Westminster Creolistics Series, 7), 2007.
________________. 2017. La langue maternelle comme fondement du savoir: L’initiative MIT-Haïti: vers une education en créole efficace et inclusive. Revue transatlantique d’études suisses.
DEJEAN, Yves, 1983. Diglossia revisited: French and Creole in Haiti. Word, 34, 189-213.
HOLM, John. An Introduction to Pidgins and Creoles. Cambridge University Press, 2000.
LEFEBVRE, Claire. Creole genesis and the acquisition of grammar: the case of Haitian Creole. Cambridge, Cambridge University Press, 1998.
SILVA, Bruno Pinto. 2019. Afinal, o que são crioulos e pidgins? Texto apresentado para a conclusão da disciplina FLL 5087 - Contato de Línguas. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Departamento de Linguística, Universidade de São Paulo, São Paulo.
 
SITES DE APOIO:
Blog Aprenda Crioulo Haitiano: https://aprannkreyolayisyen.blogspot.com
Dicionário Crioulo Haitiano-Português: http://sites.google.com/view/dkaweb