Programa

Este curso propõe uma análise crítica da guerra no século XXI, com foco nos conflitos localizados e suas conexões com as estruturas globais de poder. A partir do estudo da Guerra na Síria, o curso examina como conflitos regionais se constituem como arenas de competição geopolítica e mecanismos de contestação da ordem internacional. Serão abordados os principais debates sobre a natureza da guerra. Em termos ontológicos, o curso questiona as fronteiras entre conflitos internos e externos; do ponto de vista epistemológico, propõe uma abordagem analítica que integra dinâmicas locais e imperativos sistêmicos. Ao fim do curso, os participantes serão capazes de compreender como guerras aparentemente locais estão profundamente imbricadas nas disputas estratégicas globais, exigindo novas categorias e modelos para a análise dos conflitos contemporâneos.

CRONOGRAMA DE AULAS:
Aula 1 (18/10) - Parte 1 : Guerra e Gênese do Estado Moderno. Leituras:
TILLY (1992)Capítulo 3; HOLSTI (1996) Capítulo 3; BARTELSON (2018) Capítulo 1.

Aula 1 (18/10) - Parte 2: Economia Política da Guerra e Reconfiguração da Hegemonia Global. Leituras:
ENGELS (1888); MORAIS et al. (2020).

Aula 2 (25/10) - Parte 1: Pensadores Clássicos da Guerra Convencional. Leituras:
CLAUSEWITZ (1984) Capítulos 1 e 2; JOMINI (1862) Capítulo 1.

Aula 2 (25/10) - Parte 2: Guerras Civis e Guerras Interestatais. Leituras:
SAMBANIS (2004); VAZQUEZ & VALERIANO (2010); BALCELLS & JUSTINO (2014); KENNEDY & WALDMAN (2014).

Aula 3 (01/11) - Parte 1: Guerras Contemporâneas – Debates Ontológicos e Epistemológicos. Leituras:
KALDOR (1999) Capítulos 2 e 3; MALESEVIC (2008); BARKAWI (2016).

Aula 3 (01/11) - Parte 2: Guerra por Procuração e Guerra Híbrida – O Papel da Ingerência Externa. Leituras: 
HUGHES (2012) Capítulo 1; KORYBKO (2018) Capítulos 2 e 3; RAUTA (2018).

Aula 4 (08/11) - Parte 1: Evolução do Combate no Mundo Multipolar – Modo de Guerra Americano e Russo. Leituras: 
TEIXEIRA JR. & DUARTE (2018); LARSDOTTER (2005) In: DUYVESTEYN; ANGSTROM (2005), Cap. 6; GERASIMOV (2016); BERZINS (2020); DERLETH (2020).

Aula 4 (08/11) - Parte 2: Conflitos Contemporâneos: A Guerra na Ucrânia e o Conflito Israel-Irã. Leituras: 
LEBELEM & VILLA (2022); YOUVAN (2024).

Aula 5 (22/11) - Parte 1: Interação de Forças e Mudanças Territoriais na Guerra da Síria (2011-2024). Leituras: 
GHOTME & RIPOLL (2014); DUKHAN (2014); YAZICI (2018); CHARAP, TREYGER & GEIST (2019); LOFT (2023); ABDULLAH (2024).

Aula 5 (22/11) - Parte 2: Implicações Geopolíticas do Conflito Sírio – Conexões entre o Global e o Local. Leituras: 
KERR-OLIVEIRA, MORAIS SILVA & MENEM (2024); ALAOUI (2025).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ABDULLAH, M. A. Syria: Which groups have been fighting each other and where? ACLED – Armed Conflict Location & Event Data Project, 11 dez. 2024. Disponível em: <https://acleddata.com/2024/12/11/syria-which- groups-have-been-fighting-each-other-and-where/>.
ALAOUI, H. O novo ordenamento regional do Oriente Médio após Gaza e a Síria. Le Monde Diplomatique Brasil, edição 215, 30 maio 2025. Disponível em: < https://diplomatique.org.br/o-novo-ordenamento-regional-do- oriente-medio-apos-gaza-e-a-siria/ >.
BALCELLS, L.; JUSTINO, P. Bridging micro and macro approaches on civil wars and political violence: Issues, challenges, and the way forward. Journal of Conflict Resolution, v. 58, n. 8, p. 1343–1359, 2014.
BARKAWI, T. Decolonizing war. European Journal of International Security, v. 1, n. 2, p. 199–214, 2016.
BARTELSON, J. War in International Thought. Cambridge: Cambridge University Press, 2018.
BERZINS, J. The Theory and Practice of New Generation Warfare: The Case of Ukraine and Syria. The Journal of Slavic Military Studies, 33:3, 2020, p. 355-380.
CHARAP, S.; TREYGER, E.; GEIST, E. Understanding Russia’s Intervention in Syria. Santa Monica, CA: RAND Corporation, 2019. Disponível em: <https://www.rand.org/pubs/research_reports/RR3180.html&gt;.
CLAUSEWITZ, K. On War. Translated by Michael Howard and Peter Paret. Princeton: Princeton University Press, 1984.
DERLETH, J. Russian New Generation Warfare: Deterring and Winning the Tactical Fight. Military Review, September-October 2020, p. 82-94.
DUKHAN, H. Tribes and Tribalism in the Syrian Uprising. Syria Studies, 6(2), 1-28, 2014. Disponível em: <https://ojs.st-andrews.ac.uk/index.php/syria/article/view/897&gt;.
ENGELS, F. O papel da violência na história. In: MARX, K; ENGELS, F; LÊNIN, V. I. Escritos militares. Tradução de: I. Bueno. São Paulo: Global, 1981. p. 151-160.
GERASIMOV, V. The Value of Science Is in the Foresight: New Challenges Demand Rethinking the Forms and Methods of Carrying out Combat Operations. Translated from Russian by Robert Coalson. Military Review, January-February 2016, p. 23-29.
GHOTME, S.; RIPOLL, S. Las relaciones internacionales de la guerra civil Siria: Estados Unidos y Rusia. Revista de Relaciones Internacionales, Estrategia y Seguridad. 9(2): p. 49-76, 2014.
HOLSTI, K. The State, War, and the State of War. Cambridge: Cambridge University Prres, 1996.
HUGHES, G. My Enemy’s Enemy: Proxy Warfare in International Politics. Eastbourne: Sussex Academic Press, 2012.
JOMINI, A. The Art of War. Translated by G.H. Mendell and W.P. Craighill. Philadelphia: J.B. Lippincott & Co., 1862.
KALDOR, M. New and Old Wars: organised violence in a global era. 3rd edition. Cambridge: Polity Press, 2012.
KENNEDY, C.; WALDMAN, T. The changing nature of intrastate conflict and "new wars". In: NEWMAN, E; DEROUEN Jr., K. (Eds.). Routledge handbook of civil wars. Abingdon, England: Routledge, Taylor and Francis Group, 2014. p. 213-223.
KERR-OLIVEIRA, L.; MORAIS SILVA, A. K.; MENEM, I. R. Análise geopolítica e de conjuntura da Guerra Civil na Síria: o que muda com a queda do regime de Assad? Le Monde Diplomatique Brasil, 27 dez. 2024. Disponível em: < https://diplomatique.org.br/analise-geopolitica-e-de-conjuntura-da-guer…- muda-com-a-queda-do-regime-de-assad/ >.
KORYBKO, A. Guerras Híbridas: das revoluções coloridas aos golpes. São Paulo: Expressão Popular, 2018.
LARSDOTTER, K. New wars, old warfare? Comparing US tactics in Vietnam and Afghanistan. In: DUYVESTEYN, I; ANGSTRÖM, J (org.). Rethinking the nature of war. London; New York: Frank Cass, 2005.
Cap. 6, p. 135-158.
LEBELEM, C.; VILLA, R. D. A guerra russo-ucraniana: impactos sobre a segurança regional e internacional. Brazilian Journal of International Affairs. Ano 1, nº 3, Jul - Set 2022. p. 112-136.
LOFT, P. Syria's civil war in 2023: Assad back in the Arab League. House of Commons Library Research Briefing. June 9, 2023.
MALESEVIC, S. The sociology of new wars: Assessing the causes and objectives of contemporary violent conflicts. International Political Sociology, v. 2, n. 2, p. 97–112, 2008.
MORAIS SILVA, A. K.; FERES, C. P. C.; KERR-OLIVEIRA, L.; STADUTO, I. W. O debate teórico acerca da estabilidade do sistema internacional e suas contribuições. Oikos, Rio de Janeiro, v. 19, n. 3, p. 57-74, 2020.
RAUTA, V. A structural-relational analysis of party dynamics in proxy wars. International Relations, 32 (4). pp. 449-467, 2018.
SAMBANIS, N. What is civil war? Conceptual and empirical complexities of an operational definition. Journal of Conflict Resolution, v. 48, n. 6, p. 814–858, 2004.
TEIXEIRA JÚNIOR, A. W. M.; DUARTE, M. T. S. M. O modo americano de guerra: a transformação militar das Forças Armadas dos Estados Unidos. Revista Tempo do Mundo, Brasília, v. 4, n. 2, p. 11-26, jul. 2018.
TILLY, C. Coercion, Capital, and European States, AD 990–1992. Revised edition. Oxford: Blackwell, 1992.
VASQUEZ, J. A.; VALERIANO, B. Classification of interstate wars. The Journal of Politics, v. 72, n. 2, p. 292–309, 2010.
YAZICI, H. Proxy Wars in Syria and a New Balance of Power in the Middle East. Journal of Management and Economics Research, v. 16, n. 3, p. 1-10, Set. 2018.
YOUVAN, D. The Geopolitics of a Hypothetical Iran-Israel Conflict: Perspectives, Implications, and Global Responses. 2024. DOI: 10.13140/RG.2.2.10686.50244.

Programa

 
Nível II
 
METAS BÁSICAS 
- Mostrar para o aluno como ele pode se comunicar em grego dentro de diferentes situações. 
- Ajudar o aluno a falar simplesmente e o mais correto possível, desenvolver a percepçao do ouvir, a capacidade de ler e também a capacidade de escrever certo. 
- Dar ênfase no entusiasmo do aluno, mostrando que ele aprende e fala coisas uteis desde o inicio. 
 
OS PRINCIPAIS ESTÁGIOS DA APRENDIZAGEM 
- Apresentação do novo idioma (fenomeno gramatical, funcionamento da lingua, vocabulario) com a ajuda de algum dialogo ou texto. 
- Os alunos praticam aquilo que aprenderam com ajuda dos exercícios de controle da comunicaçao oral 
- Explicação analítica do fenomeno linguistico. 
- Os alunos fazem em classe exercícios escritos sobre o tema explicado para melhor aprendizado. 
- Os alunos fazem os outros exercícios na comunicao oral com maior liberdade. 
- Fazem exercícios de listening para melhorar a percepçao do ouvir. 
- Os alunos fazem a outra parte dos exercícios escritos em classe ou em casa, de acordo com a escolha do professor. 
- Os diálogos sao introduzidos, primeiro, depois um ou mais fenômenos lingüísticos e em segundo, um novo vocabulário. 
 
BIBLIOGRAFIA 
"Τα νέα ελληνικά για ξένους" (Ta nea ellinika gia xenous- o grego moderno para estrangeiros)
 
 
 
Nível III
 
METAS BÁSICAS 
 
- Mostrar para o aluno como ele pode se comunicar em grego dentro de diferentes situações. 
 
- Ajudar o aluno a falar simplesmente e o mais correto possível, desenvolver a percepção do ouvir, a capacidade de ler e também a capacidade de escrever certo. 
 
- Dar ênfase no entusiasmo do aluno, mostrando que ele aprende e fala coisas uteis desde o início. 
 
 
PRINCIPAIS ESTÁGIOS DA APRENDIZAGEM 
 
- Apresentação do novo idioma (fenômeno gramatical, funcionamento da língua, vocabulário) com a ajuda de algum dialogo ou texto. 
 
- Os alunos praticam aquilo que aprenderam com ajuda dos exercícios de controle da comunicação oral. 
 
- Explicação analítica do fenômeno linguístico. 
 
- Os alunos fazem em classe exercícios escritos sobre o tema explicado para melhor aprendizado. 
 
- Os alunos fazem os outros exercícios na comunicação oral com maior liberdade. 
 
- Fazem exercícios de listening para melhorar a percepção do ouvir. 
 
- Os alunos fazem a outra parte dos exercícios escritos em classe ou em casa, de acordo com a escolha do professor. 
 
 
BIBLIOGRAFIA 
"Τα νέα ελληνικά για ξένους" (Ta nea ellinika gia xenous- o grego moderno para estrangeiros)

 

Nível IV

Unidade 6 Vocabulario “escola” p120-123

Unidade 6 Gramatica “conditional” p124-129

Unidade 6 Gramatica “discurso indireto” p130-133

Unidade 6 Conversa p134-135

Unidade 6 Escrita p136-137

Revisao Unidades 4-6 p138-139

Simulado de prova: texto & audio p142-147

Simulado de prova: escrita & conversa p147-148

 

BIBLIOGRAFIA 
"Τα νέα ελληνικά για ξένους" (Ta nea ellinika gia xenous- o grego moderno para estrangeiros)

Programa

Aulas 1 e 2 – A história de resistência do Quilombo dos Palmares (séc. XVII-XVIII)
As duas primeiras aulas do curso serão dedicadas às figurações historiográfica e literária do mocambo de Palmares na narrativa de Sebastião da Rocha Pita (1750) e nos poemas de Joaquim Norberto de Souza Silva (c. 1850) e de Castro Alves (c. 1870), observando a perspectiva política que ora vilanizou ora mitificou o ethos guerreiro do mocambo.

Aula 3 – O sentido nativista de Frei Caneca e da militância independentista
A terceira aula se concentrará na figuração na participação Frei Caneca na Revolução Pernambucana (1817) e na Confederação do Equador (1824) e sua posterior figuração no drama histórico de Aprígio Guimarães João de Souto Maior ou o delírio do patriota (1876).

Aulas 4 e 5 – A Revolução Praieira (1848-1849) e a figuração de Pedro Ivo
As duas últimas aulas do curso tratarão do contexto histórico da Revolução Praieira em A lágrima de um caeté (1849) de Nísia Floresta e da figuração de Pedro Ivo como símbolo de liberdade republicana para Álvares de Azevedo (1850) e Castro Alves (1865).

Bibliografia

ADORNO, Sérgio. Os aprendizes do poder. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
ALVES, Castro. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1997.
ARAÚJO, Giovanna Gobbi Alves. A pintura das águas: um estudo da visualidade poética n’A Cachoeira de Paulo Afonso de Castro Alves, 2015
ARISTÓTELES. Retórica. Tradução Manuel Alexandre Júnior, Paulo Farmhouse Alberto e Abel do Nascimento Pena. São Paulo: Martins Fontes, 2012.
AUGUSTA, Nísia Floresta Brasileira. A lágrima de um caeté. Edição atualizada com notas e estudo crítico de Constância Lima Duarte. Natal: Fundação José Augusto, 1997.
AZEVEDO, Álvares de. Poesias completas. Edição crítica de Péricles Eugênio da Silva Ramos. Organização Iumna Maria Simon. Campinas; São Paulo: Editora da UNICAMP/Imprensa Oficial, 2002.
BARTHÉLEMY. Douze journées de la Révolution. Paris: Perrotin, Éditeur, 1835.
CAMILO, Vagner. Álvares de Azevedo, o Fausto e o mito romântico do adolescente no contexto político-estudantil do Segundo Reinado. Itinerários. Araraquara, n. 33, p. 61-108, jul/dez 2011.
______. Bonaparte dos poetas: notas sobre as figurações napoleônicas no Romantismo brasileiro. Meridional: Revista Chilena de Estudios Latinoamericanos. n. 1, p. 9-35, Octubre 2013.
CARVALHO, José Murilo de. A construção da ordem: a política imperial. Teatro de sombras: a política imperial. 3. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.
CARVALHO, Marcus J. M. de. Os nomes da revolução: lideranças populares na Insurreição Praieira, Recie, 1848-1849. Revista Brasileira de História. São Paulo, v. 23, n. 45, pp. 209-238, Julho 2003.
COSTA, Emília Viotti da. Da monarquia à república: momentos decisivos. 6. ed. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1999
FERREIRA, Luzilá Gonçalves. Escritores Pernambucanos do Século XIX. Tomos 1 e 2. Recife: Editora CEPE, 2010.
GOMES, Flávio. Palmares. Escravidão e liberdade no Atlântico Sul. São Paulo: Contexto, 2011 (E-book).
GUSDORF, Georges. Le romantisme. Tome I: Le savoir romantique. Paris: Éditions Payot & Rivages, 2011
ILLUSTRAÇÃO DO BRAZIL. Rio de Janeiro, Anno I, n. 5, 25 de set. 1876.
______. Rio de Janeiro, Anno I, n. 6, 10 de out. 1876.
MAGALHÃES JÚNIOR, R. Poesia e vida de Álvares de Azevedo. São Paulo: Editora das Américas, 1962.
MARIN, Richard. Zumbi dos Palmares: um novo Tiradentes? CLIO: Revista de Pesquisa Histórica. Série História do Nordeste. n. 20, Recife: UFPE, p. 233-247, 2002.
MATTOS, Ilmar Rohrloff de. Do Império à República. Estudos históricos. Rio de Janeiro, v.2, n. 4, p. 163-171, 1989.
NABUCO, Joaquim. Minha formação. São Paulo: Instituto Progresso Editorial S.A., 1949.
______. Um estadista do império. Nabuco de Araújo, sua vida, suas opiniões, sua época por seu filho Joaquim Nabuco. Tomos II e III. 1866-1878. Rio de Janeiro: H. Garnier, 1897.
PITA, Sebastião da Rocha. Historia da America Portugueza desde o anno de mil e quinhentos do seu descobrimento, até o de mil e setecentos e vinte e quatro. Lisboa Occidental: Na officina de Joseph Antonio da Sylva, 1730.
QUINTAS, Amaro. O sentido social da Revolução Praieira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1967.
RAMA, Ángel. Transculturación narrativa em América Latina. México, D.F.: Siglo Veintiuno Editores, 1982.
RANCIÈRE, Jacques. Os nomes da história: ensaio de poética do saber. Tradução Mariana Echalar. 1. ed. São Paulo: Editora Unesp, 2014.
ROMERO, Sílvio. História da Literatura Brasileira. v. 2. Rio de Janeiro: H. Garnier, 1888.
______. Últimos harpejos. Pelotas e Porto Alegre: Carlos Pinto & C., 1883.
SCHWARTZ, Stuart B. Mocambos, Quilombos e Palmares: A Resistencia Escrava no Brasil colonial. Estudos Econômicos, São Paulo, v. 17, n. especial, p. 61-88, 1987.
SOARES, Sônia Regina Pinto. Joaquim Norberto de Souza Silva: historiador. Um olhar sobre Minas Gerais colonial. 2002. Dissertação (Mestrado em História). Instituto de Filosofia e Ciências Humanas. Universidade Estadual de Campinas. Campinas. 2002.
SOUZA, Roberto Acízelo de. Joaquim Norberto e sua contribuição à edição de textos e à crítica literária. Revista de Letras, São Paulo, v. 48, n. 1, p.9-26, jan./jun. 2008.
SOUZA SILVA, Joaquim Norberto de. Os Palmares. Fragmentos de um poema. Guanabara, revista mensal, artística, científica e literária I, n. 12, p. 411-423, 1851.
TRINDADE, Solano. Canto dos Palmares. In: BERND, Zilá (org.). Poesia negra brasileira: antologia. Prefácio Domício Proença Filho. Porto Alegre: AGE, 1992. p. 47-52.

Programa

AGAMBEN, Giorgio. O que é o ato de criação. 1987. In: AGAMBEN, Giorgio. O fogo e o relato: ensaios sobre criação,
escrita, artes e livros. Tradução de Andrea Santurbano e Patricia Peterle. São Paulo: Boitempo, 2018.
AIRA, César. Pequeno manual de procedimentos. Tradução de Eduardo Marquardt e Marcos Maschio Chaga. Curitiba:
Arte e Letra, 2007.
BARTHES, Rolland. A morte do autor. In: O rumor da língua. Trad. Mário Laranjeira. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
BOURRIAUD, Nicolas. Pós-produção: como a arte reprograma o mundo contemporâneo. Trad. Denisse Bottman. São
Paulo: Martins, 2009.
CHKLOVSKI, Viktor. “A arte como procedimento”. 1917. In: RIBEIRO, Ana Mariza et al. Teoria da literatura: os formalistas
russos. Porto Alegre: Editora Globo, 1976. p. 39-56.
GOLDSMITH, K. Uncreative Writing. Managing Language in the Digital Age. New York: Columbia University Press, 2011.
LE GUIN, Ursula K. A teoria da bolsa de ficção. São Paulo: N-1 Edições, 2021.
MALLO, Augustín Fernández. Postpoesia: hacia un nuevo paradigma. Barcelona: Anagrama, 2009.
MALLO, Augustín Fernández. Blog Up. Ensayos sobre cultura y sociedad. Valladolid: Universidad de Valladolid, 2012.
MALLO, Augustín Fernández. Nocilla Experience. Tradução de Joana Angélica d&#39;Avila Melo. São Paulo: Cia. Das Letras,
2013.
MALLO, Augustín Fernández. Teoría General de la Basura (cultura, apropiación, complejidad). Barcelona: Galaxia
Gutenberg, 2018.
MERLEAU-PONTY, Maurice. A linguagem indireta e as vozes do silêncio. In: BERLINK, Marilena de Souza Chauí (org.).
Maurice Merleau-Ponty: textos escolhidos. Trad.: Marilena de Souza Chauí Berlink. São Paulo: Abril Cultural, 1975. p. 331-
365. (Coleção Os Pensadores – Vol. XLI).
MOLINA, Débora. Autoria no século XXI: escrita não criativa e gênio não original. 2017. 81f. Dissertação (Mestrado em
Letras) – Instituto de Letras, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2017.
PERLOFF, Marjorie. O gênio não original: poesía por otros meios no novo século. Belo Horizonte: UFMG, 2013.
TABAROVSKY, Damián. Literatura de Esquerda. Belo Horizonte: Relicário, 2017.
VILLA-FORTE, Leonardo. Escrever sem escrever: literatura e apropriação no século XXI. Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio;
Belo Horizonte: Relicário, 2019.

Programa

Aula 1: CONCEITOS FUNDAMENTAIS: SEXO, GÊNERO, SEXUALIDADE E CISHETERONORMA
Bibliografia sugerida:
● BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo: fatos e mitos, trad. Sérgio Milliet, Difel, 1970.
● BUTLER, J. Problemas de Gênero. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2021.
● PRECIADO, Paul. Transfeminismo. São Paulo: n-1 edições, 2018.
● VERGUEIRO, V. Por inflexões decoloniais de corpos e identidades de gênero inconformes. Salvador: UFBA, 2015. (Tese de Doutorado)

Aula 2: BIOESSENCIALISMO, TRANSFEMINISMO E RACIOCÍNIO NÃO-BINÁRIO
Bibliografia obrigatória:
● Transfobia: uma análise | Philosophy Tube. Produção e direção: Abigail Thorn. Londres, Inglaterra. Indra Studios. 12 de out. de 2018. 1 vídeo (23:33 minutos). Publicado pelo canal PhilosophyTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=yCxqdhZkxCo
Bibliografia sugerida:
● NASCIMENTO, Letícia. Transfeminismo . São Paulo: Jandaíra, 2021.
● Flanigan, J. The Use and Evolution of Gender Neutral Language in an Intentional Community. Women and Language, Vol. 36, no. 1, Abril 2013.
● GIAGIO, A. Í. B.; Martino, L. M. S. . Usos da linguagem neutra na comunicação de pessoas trans: um estudo exploratório. ESFERAS, v. 1, p. 373-396, 2023

Aula 3: HISTÓRIAS DE VIDA TRANS E DISCUSSÃO DA SALA
Bibliografia obrigatória:
● IRMÃS DE PAU - Shambaralai [Prod. BRUNOSO] - Clipe Oficial. Direção: Mariana Borga e Irmãs de Pau. [Local]: Pródigo Filmes: 14 de out. de 2022. Publicado por: Irmãs de Pau. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=shm6b826Khk

Bibliografia sugerida:
● ANZALDÚA, Gloria. Falando em línguas: uma carta para as mulheres escritoras do terceiro mundo. Revista Estudos Feministas, v. 8, n. 1, 2000.
● PRECIADO, Paul. Eu sou o monstro que vos fala. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2021.
● HERZER. A queda para o alto São Paulo: Vozes, 1982.
● MCLAREN, Jackson T.; BRYANT, Susan; BROWN, Brian. “See me! Recognize me!” An analysis of transgender media representation. Communication Quarterly, v. 69, n. 2, p. 172–191, 2021.

Programa

PROGRAMA

1. O estudo da variação linguística
2. A variação espacial: dialectología e geografia linguística.
3. A variação dialetal em galego
3.1. História da dialectologia galega
3.2. Fontes para o estudo da variação dialetal en galego
3.3. As variações dialectais do galego
3.3.1. A variação dialetal do galego no panorama românico e ibérico
3.3.2. Caracterização das variedades dialectais galegas: níveis linguísticos e variação
3.3.3. Propostas de clasificación das variedades dialectais
4. Variação e mudança linguística

Bibliografia galega

2003. Normas ortográficas e morfolóxicas do idioma galego. Real Academia Galega.
Álvarez, Rosario & Xulio Sousa. 2017. A investigación sobre a variación lingüística do galego: desde o ALGa ata a actualidade. Labor Histórico 3(1), 63-75. PDF.
Fernández Rei, Francisco. 1990. Dialectoloxía da lingua galega. Vigo: Xerais.
Freixeiro Mato, Xosé Ramón. 2013. Estilística da lingua galega. Xerais.
López Viñas, Xoán; Lourenço Módia, Cilha; Moreda Leirado, Marisa. 2011. Gramática práctica da lingua galega. Baía Edicións.
Santamarina, Anton. 1982. Dialectoloxía galega: historia e resultados. En R. Lorenzo & D. Kremer (eds.): Tradición, actualidade e futuro do galego. Actas do coloquio de Tréveris, 153-187. Santiago: Xunta de Galicia.
Sousa, Xulio. 2016. A xeolingüística e o estudo da historia da linguas. En A. Rodríguez Guerra (ed.), Lingüística histórica e dialectoloxía: coordenadas do cambio lingüístico. 35-52. Vigo: Servizo de Publicacións da Universidade de Vigo. PDF.
Sousa, Xulio. En prensa. Dialectal variation. En Xulio Sousa & Ernesto González Seoane (eds.), Manual of Galician Linguistics. Berlin: de Gruyter.
Valcárcel Riveiro, Carlos. 2011. Lingua e territorio en Galicia. En María J. Piñeira Mantiñán/José M. Santos Solla (eds.), Xeografía de Galicia. Vigo, Xerais, 33–64.
Zamora Vicente, Alonso. 1986. Dialectología española. Madrid: Gredos.

Em linha
Atlas Lingüístico Galego, Instituto da Lingua Galega https://ilg.usc.gal/es/proxectos/atlas-linguistico-gallego-alga Universidade de Santiago de Compostela

Programa

Programação de aulas
 
1) Introdução aos tipos de sistemas de escrita
 
2) Brami (Brāhmī) e karosti (kharoṣṭhī)
Devanágari: sânscrito; híndi, marata, nepalês
 
3) Guzerate e gurmukhi (pandjábi)
Bangla (bengáli, bengalês)
Tamil
 
4) Tibetano
 
5) Abugidas do sudeste asiático, com ênfase no tailandês
 
Bibliografia
 
Coulmas, Florian (2003). Writing Systems: An Introduction to their Linguistic Analysis. Cambridge: Cambridge University Press.
Daniels, Peter T. e Bright, William (1996). The World’s Writing Systems. Oxford: Oxford University Press.
Gnanadesikan, Amalia E (2009). The writing revolution : cuneiform to the internet. Oxford: Blackwell.
Lehmann T. (2014). Lehrbuch des Tamil. Einführung in die Schrift - und Umgangssprache des Modernen Tamil. Band 1: Schrift- und Lautlehre. Heidelberg: Südasien-Institut der Universität Heidelberg.
Radhakrishnan Sankaran (2002). Tamil Script Book. Learner's Manual. Austin: University of Texas.
Rogers, Henry (2005). Writing Systems: A Linguistic Approach. Oxford: Blackwell.
Sommerschuh, Christine (2008). Einführung in die tibetische Schriftsprache. Norderstedt: Books on Demand.
Stopperka, Ulf (2017). Einführung in die thailändische Schrift. Hamburg: Buske.

 

Programa

Referência bibliográfica atualizada:

AGAMBEN, G. Potentialities: collected essays in Philosophy. Tradução de Daniel Heller-Roazen. Stanford: Stanford University Press, 1999.
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Programa

1. Dar continuidade ao ensino da língua chinesa em nível básico e intermediário, visando
capacitar o aluno para entender, falar, ler e escrever em língua chinesa;
2. Preparar os alunos para participar os exames do HSK 3, 4; 5;
3. As aulas serão ministradas uma vez por semana, por 16 semanas. Cada aula tem 120 minutos
(2 horas).