Programa

Aula 1: CONCEITOS FUNDAMENTAIS: SEXO, GÊNERO, SEXUALIDADE E CISHETERONORMA
Bibliografia sugerida:
● BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo: fatos e mitos, trad. Sérgio Milliet, Difel, 1970.
● BUTLER, J. Problemas de Gênero. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2021.
● PRECIADO, Paul. Transfeminismo. São Paulo: n-1 edições, 2018.
● VERGUEIRO, V. Por inflexões decoloniais de corpos e identidades de gênero inconformes. Salvador: UFBA, 2015. (Tese de Doutorado)

Aula 2: BIOESSENCIALISMO, TRANSFEMINISMO E RACIOCÍNIO NÃO-BINÁRIO
Bibliografia obrigatória:
● Transfobia: uma análise | Philosophy Tube. Produção e direção: Abigail Thorn. Londres, Inglaterra. Indra Studios. 12 de out. de 2018. 1 vídeo (23:33 minutos). Publicado pelo canal PhilosophyTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=yCxqdhZkxCo
Bibliografia sugerida:
● NASCIMENTO, Letícia. Transfeminismo . São Paulo: Jandaíra, 2021.
● Flanigan, J. The Use and Evolution of Gender Neutral Language in an Intentional Community. Women and Language, Vol. 36, no. 1, Abril 2013.
● GIAGIO, A. Í. B.; Martino, L. M. S. . Usos da linguagem neutra na comunicação de pessoas trans: um estudo exploratório. ESFERAS, v. 1, p. 373-396, 2023

Aula 3: HISTÓRIAS DE VIDA TRANS E DISCUSSÃO DA SALA
Bibliografia obrigatória:
● IRMÃS DE PAU - Shambaralai [Prod. BRUNOSO] - Clipe Oficial. Direção: Mariana Borga e Irmãs de Pau. [Local]: Pródigo Filmes: 14 de out. de 2022. Publicado por: Irmãs de Pau. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=shm6b826Khk

Bibliografia sugerida:
● ANZALDÚA, Gloria. Falando em línguas: uma carta para as mulheres escritoras do terceiro mundo. Revista Estudos Feministas, v. 8, n. 1, 2000.
● PRECIADO, Paul. Eu sou o monstro que vos fala. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2021.
● HERZER. A queda para o alto São Paulo: Vozes, 1982.
● MCLAREN, Jackson T.; BRYANT, Susan; BROWN, Brian. “See me! Recognize me!” An analysis of transgender media representation. Communication Quarterly, v. 69, n. 2, p. 172–191, 2021.

Programa

PROGRAMA

1. O estudo da variação linguística
2. A variação espacial: dialectología e geografia linguística.
3. A variação dialetal em galego
3.1. História da dialectologia galega
3.2. Fontes para o estudo da variação dialetal en galego
3.3. As variações dialectais do galego
3.3.1. A variação dialetal do galego no panorama românico e ibérico
3.3.2. Caracterização das variedades dialectais galegas: níveis linguísticos e variação
3.3.3. Propostas de clasificación das variedades dialectais
4. Variação e mudança linguística

Bibliografia galega

2003. Normas ortográficas e morfolóxicas do idioma galego. Real Academia Galega.
Álvarez, Rosario & Xulio Sousa. 2017. A investigación sobre a variación lingüística do galego: desde o ALGa ata a actualidade. Labor Histórico 3(1), 63-75. PDF.
Fernández Rei, Francisco. 1990. Dialectoloxía da lingua galega. Vigo: Xerais.
Freixeiro Mato, Xosé Ramón. 2013. Estilística da lingua galega. Xerais.
López Viñas, Xoán; Lourenço Módia, Cilha; Moreda Leirado, Marisa. 2011. Gramática práctica da lingua galega. Baía Edicións.
Santamarina, Anton. 1982. Dialectoloxía galega: historia e resultados. En R. Lorenzo & D. Kremer (eds.): Tradición, actualidade e futuro do galego. Actas do coloquio de Tréveris, 153-187. Santiago: Xunta de Galicia.
Sousa, Xulio. 2016. A xeolingüística e o estudo da historia da linguas. En A. Rodríguez Guerra (ed.), Lingüística histórica e dialectoloxía: coordenadas do cambio lingüístico. 35-52. Vigo: Servizo de Publicacións da Universidade de Vigo. PDF.
Sousa, Xulio. En prensa. Dialectal variation. En Xulio Sousa & Ernesto González Seoane (eds.), Manual of Galician Linguistics. Berlin: de Gruyter.
Valcárcel Riveiro, Carlos. 2011. Lingua e territorio en Galicia. En María J. Piñeira Mantiñán/José M. Santos Solla (eds.), Xeografía de Galicia. Vigo, Xerais, 33–64.
Zamora Vicente, Alonso. 1986. Dialectología española. Madrid: Gredos.

Em linha
Atlas Lingüístico Galego, Instituto da Lingua Galega https://ilg.usc.gal/es/proxectos/atlas-linguistico-gallego-alga Universidade de Santiago de Compostela

Programa

Programação de aulas
 
1) Introdução aos tipos de sistemas de escrita
 
2) Brami (Brāhmī) e karosti (kharoṣṭhī)
Devanágari: sânscrito; híndi, marata, nepalês
 
3) Guzerate e gurmukhi (pandjábi)
Bangla (bengáli, bengalês)
Tamil
 
4) Tibetano
 
5) Abugidas do sudeste asiático, com ênfase no tailandês
 
Bibliografia
 
Coulmas, Florian (2003). Writing Systems: An Introduction to their Linguistic Analysis. Cambridge: Cambridge University Press.
Daniels, Peter T. e Bright, William (1996). The World’s Writing Systems. Oxford: Oxford University Press.
Gnanadesikan, Amalia E (2009). The writing revolution : cuneiform to the internet. Oxford: Blackwell.
Lehmann T. (2014). Lehrbuch des Tamil. Einführung in die Schrift - und Umgangssprache des Modernen Tamil. Band 1: Schrift- und Lautlehre. Heidelberg: Südasien-Institut der Universität Heidelberg.
Radhakrishnan Sankaran (2002). Tamil Script Book. Learner's Manual. Austin: University of Texas.
Rogers, Henry (2005). Writing Systems: A Linguistic Approach. Oxford: Blackwell.
Sommerschuh, Christine (2008). Einführung in die tibetische Schriftsprache. Norderstedt: Books on Demand.
Stopperka, Ulf (2017). Einführung in die thailändische Schrift. Hamburg: Buske.

 

Programa

Referência bibliográfica atualizada:

AGAMBEN, G. Potentialities: collected essays in Philosophy. Tradução de Daniel Heller-Roazen. Stanford: Stanford University Press, 1999.
ARENDT, H. Briefe 1925 bis 1975: und andere Zeugnisse. Frankfurt am Main: Vittorio Klostermann, 2002.
ARENDT, H.; HEIDEGGER, M. Correspondência, 1925/1975. Tradução de Marco Antonio Casanova. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2001.
BORGES-DUARTE, I. O afecto na Análise Existencial heideggeriana. In: ESTRADA, P. C. D.; CASANOVA, M. A. Fenomenologia Hoje V. [S.l.]: [s.n.], p. 3-19.
CASANOVA, M. Mundo e historicidade: leituras fenomenológicas de ser e tempo. Rio de Janeiro: Via Verita, v. volume um: existência e mundaneidade, 2017.
COSTA, A. A. R. Confinamento e cuidado: a suspensão no mundo da técnica como condição para a liberdade. Voluntas, Santa Maria, v. 11, n. Especial, 2020. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/voluntas/article/view/43812. Acesso em: jul. 2020.
DAHLSTROM, D. The Heidegger Dictionary. London, New York: Bloomsbury, 2013.
FERNANDES, M. A. O cuidado como amor em Heidegger. Revista de Abordagem Gestáltica, Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-terapia de Goiânia, Goiânia, v. XVII, n. 2, p. 158-171, jul./dez 2011.
FERREIRA, A. M. C. Amor e liberdade em Heidegger. Kriterion, Belo Horizonte, n. 123, p. 139-158, Jun 2011.
FERREIRA, A. M. C. Amor como um modo existencial de afinação. Princípios, Natal, v. 23, n. 42, p. 99-124, set.-dez. 2016.
HEIDEGGER, M. Prolegomena zur Geschichte des Zeitbegriffs. Frankfurt am Main: Vittorio Klostermann, v. GA 20, 1979.
HEIDEGGER, M. Zollikoner Seminare. 2. ed. Frankfurt am Main: Vittorio Klostermann, v. GA 89, 1994.
HEIDEGGER, M. Introdução à filosofia. Tradução de Marco Antonio Casanova. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2009.
HEIDEGGER, M. Nietzsche I. Tradução de Marco Antonio Casanova. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2010.
HEIDEGGER, M. Conceitos fundamentais da metafísica: mundo, finitude, solidão. Tradução de Marco Antônio Casanova. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2011.
HEIDEGGER, M. Ser e Tempo. Tradução de Fausto Castilho. Campinas, SP; Petrópolis, RJ: Unicamp; Vozes, 2012. edição bilíngue.
KAHLMEYER-MERTENS, R. S. S. G. A. D. Befindlichkeit e Stimmung, das tonalidades afetivas na analítica existencial de Heidegger. Ekstasis: revista de hermenêutica e fenomenologia, v. 9, n. 1, p. 179-194, 2020.
LANCELIN, A.; LEMONNIER, M. Os filósofos e o amor: de Sócrates a Simone de Beauvoir. Tradução de André Telles. Rio de Janeiro: Agir, 2009.
LIMA, P. S. O caminho do amor: a possibilidade existencial do amor em Heidegger e sua importância para a investigação do justo. [S.l.]: Tese apresentada à Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo para obtenção do título de Doutora em Direito, São Paulo, USP, 2015.
MORAES, D. A Pertença do Sentido Origiário do Amor ao Horizonte Central do Pensamento de Martin Heidegger. Trans/Form/Ação, Marília, v. 41, n. 2, p. 137-156, abr.-jun 2018.
MORAES, D. História filosófica do amor: Ensaio para uma nova compreensão da essência do amor humano. Natal, RN: EDUFRN, 2019.
MORAES, D. O acontecimento do amor: ensaio para a recolocação da essência do amor humano. Porto Alegre: Editora da UFCSPA, 2020.
PASQUALIN, C. Uma releitura do cuidado heideggeriano a partir do primado ontológico da afetividade. Ekstasis: revista de hermenêutica e fenomenologia, v. 5, n. 1, p. 34-60, 2016.
SCHUBACK, M. S. C. Heideggerian Love. In: _________ (ORG.), M. S. C. Phenomenology of Eros. Södertörn: Philosofical Studies 10, 2012. p. 129-152.
SCHUBACK, M. S. C.; MORAES, D. Amor (Liebe) Verbete Do Abécédaire De Martin Heidegger. Beaulieu, Alain. (Dir.). Mons: Sils Maria; Vrin, 2008. P. 14-17. Princípios, Natal, v. 22, n. 38, p. 361-368, mai-ago 2015.
TÖMMEL, T. N. Love as Passion: Epistemic and Existential Aspects of Heidegger’s Unknown Concept. In: (ED.), C. H. Heidegger on Affect. Hatfield, UK: Palgrave Macmillan, 2019. p. 227-244.

Programa

1. Dar continuidade ao ensino da língua chinesa em nível básico e intermediário, visando
capacitar o aluno para entender, falar, ler e escrever em língua chinesa;
2. Preparar os alunos para participar os exames do HSK 3, 4; 5;
3. As aulas serão ministradas uma vez por semana, por 16 semanas. Cada aula tem 120 minutos
(2 horas).

Programa

Aula 1 – A hospitalidade como instituição e como ritual (Parte 1 de 2)

Leitura indicada:
MAUSS, Marcel. [1925] 2003. “Ensaio sobre a dádiva: forma e razão das trocas na sociedade antiga”. In:
MAUSS, Marcel. Sociologia e Antropologia. São Paulo: Cosac Naify, 2003.
PITT-RIVERS, Julian. [1977] 2012. “The law of hospitality”. HAU: Journal of Ethnographic Theory, v. 2, n. 1, pp.
501-517.
VAN GENNEP, Arnold. [1960] 2013. Ritos de passagem. 4ª ed. Rio de Janeiro: Vozes. [Capítulo I (“Classificação
dos ritos”), Capítulo II (“A passagem material”) e Capítulo III (“Os indivíduos e os grupos”)].
Leitura complementar:
BOAS, Franz. 1887. A year among the Eskimo. Nova Iorque: American Geographical Society.
HERZFELD, Michael. 1987. “’As in your own house’: hospitality, ethnography, and the stereotype of
Mediterranean Society”. In: GILMORE, D. (ed.). Honor and shame and the Unity of the Mediterranean. Washington: American Anthropological Association, pp. 75-89.
HOCART, Arthur Maurice. 1953. “The divinity of the guest”. In: The life-giving myth and other essays. Nova
Iorque: Grove Press, pp. 78-86.
IHERING, Rudolf von. [1887] 1955. "A hospitalidade no passado". Trad.: BEVILAQUA, Clovis. In: IHERING,
Rudolf von. Questões e estudos de direito. Salvador: Liv. Progresso.
LEVY, Harry L. 1963. “The Odyssean Suitors and the Host-Guest Relationship”. Transactions and Proceedings of
the American Philological Association, v. 94, pp. 145-153.
PERISTIANY, J. G. 1966. Honour and Shame: the values of Mediterranean Society. Chicago: University of
Chicago Press.
WESTERMARCK, Edward. 1905. “The Influence of Magic on Social Relationships”. The Sociological Review,
sp.2, issue 1, pp. 141-170.
Aula 2 – O hóspede como estrangeiro, a política e a integração social
Leitura indicada:
BOUDOU, Benjamin. 2012. “A Political Anthropology of Hospitality”, Revue du MAUSS, v. 40, issue 2, pp. 267-
284.
FORTES, Meyer. 1975. “Strangers”. In: FORTES, Meyer; PATTERSON, Sheila (eds.). Studies in African Social
Anthropology. Londres, Nova Iorque, São Francisco: Academic Press, pp. 229-254.
SAHLINS, Marshall. 2008. “The Stranger-King or, Elementar Forms of the Politics of Life”. Indonesia and the
Malay World, v. 36, n. 105, pp. 177-199.
SIMMEL, Georg. [1950] 1999. “The stranger”. In: FRIBY, G.; DEATHERSTONE, M. (eds.). Simmel on culture:
selected writings. Londres: Sage, pp. 137-169.
Leitura complementar:
BOUDOU, Benjamin. 2017. Politique de l’hospitalité: une généalogie conceptuelle. Paris: CNRS Editions.
FRANKENBERG, Ronald. 1957. Village on the Border: a social study of religion, politics and football in a North
Wales Community. Londres: Cohen & West.
FRAZER, James George. 1922. The Golden Bough: a study in magic and religion. Nova Iorque: The Macmillan
Co. [XIX. Tabooed Acts; §1º Taboos on Intercourse with Strangers].
LÉVI-STRAUSS, Claude. 1940. “La politique étrangère d’une société primitive”. Politique Étrangère, n. 2, ano
14, pp. 139-152.
PARK, Robert Ezra. [1928] 1967. Human migration and the marginal man. In: TURNER, R. H. On social control
and collective behavior: selected papers. Chicago: University of Chicago Press.
RADCLIFFE-BROWN, Alfred. [1940] 1980. “Prefácio”. In: FORTES, M.; EVANS-PRITCHARD, E. E. Sistemas
políticos africanos. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian.
SCHAPERA, Isaac. 1956. “The Political Community”. In: Government and Politics in Tribal Societies. Londres:
C.A. Watts & Co. Ltd. pp. 1-37.
Aula 3 – Críticas político-filosóficas e recontextualização antropológica.
Leitura indicada:
AGIER, Michel. 2021. The stranger as my guest: a critical anthropology of hospitality. Cambridge. Medford:
Polity.
DERRIDA, Jacques. 2000. Of hospitality. Stanford: University Press.
Leitura complementar:
BENHABIB, Seyla. 2004. The rights of others: aliens, residentes and citizens. Cambridge: Cambridge University
Press.
DERRIDA, Jacques. 1998. “Hospitality, justice and responsibility: a dialogue with Jacques Derrida”. In:
KEARNEY, R; DOOLEY, M. (eds). Questioning ethics: contemporary debates in philosophy. Londres: Routledge,
pp. 65-83.
DI CESARE, Donatella. 2020. Estrangeiros residentes: uma filosofia da migração. Belo Horizonte: Ed. Âyné.
HABERMAS, Jürgen. 2018. A inclusão do outro: estudos de teoria política. São Paulo: Ed. UNESP.
KANT, Immanuel. [1795] 2020. À paz perpétua. Rio de Janeiro: Vozes.


Aula 4 – A antropologia da hospitalidade como antropologia da condição cosmopolitana – questões
metodológicas e epistemológicas
Leitura indicada:
DA COL, Giovanni. 2019. “The H-Factor of Anthropology: hoardingm hosting, hospitality”. L’Homme, v. 231-
232, pp. 13-40.
DIKEÇ, Mustafa; CLARK, N.; BARNETT, C. 2009. “Extending hospitality: giving space, taking time”.
Paragraph, v. 32, pp. 1-14.
MARCUS, George. 1995. Ethnography in/of the World System: the emergence of Multi-Sited Ethnography.
Annual Review of Anthropology, v. 24, pp. 95-117.
WIMMER, A.; GLICK-SCHILLER, N. 2002. “Methodological Nationalism and Beyond: Nation-State Building,
Migration and the Social Sciences”. Global Networks, v. 2, n. 4, pp. 301-334.
Leitura complementar:
GLICK-SCHILLER, N. 2010. A global perspective on transnational migration: theorizing migration without
methodological nationalism. In: BAUBÖCK, R.; FAIST, T. (orgs.). Diaspora and transnationalism: concepts,
theories and methods. Amsterdam: University of Amsterdam and IMISCOE.
GLISSANT, Édouard. [1997] 2020.Treatise on the Whole-World. Liverpool: Liverpool University Press.
FAUSTO, Carlos. 2012. “The friend, the enemy, and the anthropologist: hostility and hospitality among the
Parakanã (Amazonia, Brazil)”. Journal of the Royal Anthropological Institute, v. 18, issue s1, pp. S196-S209.

Aula 5 – A antropologia da hospitalidade em alguns desenvolvimentos etnográficos contemporâneos:
Leitura indicada:
AGIER, Michel. 2006. “Refugiados diante da nova ordem mundial”. Tempo social, v. 18, n. 2, pp. 197-215.
FASSIN, Didier. 2014. “Compaixão e repressão: a economia moral das políticas de imigração na França”. Ponto
Urbe, v. 15.
FERNANDES JR., João Gilberto Belvel. 2022. “A arte de se tornar visível: a política e a estética para a integração
na perspectiva dos imigrantes e refugiados venezuelanos em Botucatu, São Paulo”. In: ROCHA, Elizabete Sanches.
Cultura como facilitadora na integração de pessoas em situação de refúgio. São Paulo: Memorial da América
Latina.
Leitura complementar:
CANDEA, Matei; DA COL, Giovanni. 2012. “The return to hospitality”. Journal of the Royal Anthropological
Institute, v. 18, issue s1, pp. S1-S19.
FASSIN, Didier; MORICE, Alain; QUIMINAL, Catherine. 1997. Les Lois de l’inhospitalité: les politiques de
l’immigration à l’épreuve des sans-papiers. Paris: Cahiers Libres.
GROTTI, Vanessa; BRIGHTMAN, Marc (eds.). 2021. Migrant hospitalities in the Mediterranean: encounters with
alterity in birth and death. Londres: Palgrave Macmillan.
LIMA, Martonio Mont’Alverne Barreto; DIAS, Thaís Araújo. 2021. “Hospitalidade universal mitigada: políticas
raciais e pensamento constitucional brasileiro”. Direito & Práxis, v. 12, n. 4, pp. 2569-2600.
ROSELLO, Mireille. 2001. Postcolonial hospitality: the immigrant as guest. Stanford, California: Stanford
University Press.
ROZAKOU,K. 2012. “The biopolitics of hospitality in Greece: Humanitarianism and the management of
refugees”. American Ethnologist. v. 39, n. 3, p. 562–577.

Programa

Aula 1: A psychē em Homero 1: forças psíquicas, organização, funções e limitações - Teorias tradicionais sobre o "eu" homérico (Snell, Dodds, Adkins)
Aula 2: A psychē em Homero 2: forças psíquicas, organização, funções e limitações - Reavaliação da psicologia homérica (Gill, Williams, Jeremiah)
Aula 3: A teoria da alma simples ou socrática em Platão: Protágoras, Górgias e Fédon
Aula 4: A teoria da alma complexa ou tripartite em Platão: República, Fedro e Timeu
 

Metodologia:

O curso será ministrado através de aulas expositivas, com análise de textos primários em tradução e discussão de interpretações contemporâneas. Cada aula incluirá momentos de análise de passagens selecionadas e discussão coletiva ao final. Espera-se a escuta atenta e participação ativa dos estudantes.
 

Bibliografia:

ADKINS, A. From the Many to the One: a study of personality and views of human nature in the context of ancient Greek society, values and beliefs. London: Constable, 1970.
BARNEY, Rachel; BRENNAN, Tad; BRITTAIN, Charles (Org.). Plato and the Divided Self. Cambridge; New York: Cambridge University Press, 2012.
CAIRNS, D. Ψυχή, Θυμός, and Metaphor in Homer and Plato. Études Platoniciennes, n. 11, 2014.
CAIRNS, D. The Tripartite Soul as Metaphor. In: DESTREE, Pierre; EDMONDS, Radcliffe G. (Org.). Plato and the Power of Images. Leiden Boston: Brill, 2017. p. 219-238.
DODDS, E. R. Os Gregos e o Irracional. Tradução de Paulo Domenech Oneto. São Paulo: Escuta, 2002.
FOLEY, Helene P. Reflection: Faculties and Self-Debate. In: PERLERP, Dominik (Org.). The faculties. A history. Oxford: Oxford University Press, 2015. p. 59-65.
GASKIN, Richard. Do Homeric Heroes Make Real Decisions? The Classical Quarterly, v. 40, n. 1, p. 1-15,1990.
GILL, Christopher. Personality in Greek Epic, Tragedy, and Philosophy: The Self in Dialogue. Oxford: Clarendon Press, 1996.
JEREMIAH, E. T. The Emergence of Reflexivity in Greek Language and Thought. Leiden; Boston: Brill, 2012.
LONG, A. A. Greek Models of Mind and Self. Cambridge, MA: Harvard University Press, 2015.
ROBINSON, T. M. As Origens da Alma: Os Gregos e o Conceito de Alma de Homero a Aristóteles. São Paulo: Annablume, 2010.
SHARPLES, R. W. 'But Why Has My Spirit Spoken with Me Thus?': Homeric Decision-Making. Greece & Rome, Second Series, v. 30, n. 1, p. 1-7, 1983.
SNELL, Bruno. A Cultura Grega e as Origens do Pensamento Europeu. Tradução de Pérola de Carvalho. São Paulo: Perspectiva, 2001.
SULLIVAN, Shirley Darcus. Psychological and Ethical Ideas: What Early Greeks Say. Berlin/Boston: Brill, 1995.
WILLIAMS, B. Shame and Necessity. Berkeley: University of California Press, 1993.

Programa

Primeiro encontro (18 de outubro): O apagamento histórico de pessoas afro-indígenas: Os casos de Honduras e México.
López Oro, Paul Joseph. 2021. “Black Caribs/Garifuna: Maroon Geographies of Indigenous Blackness.” Small Axe 25 (3): 134–146.
Mora, Mariana, and Mónica Moreno Figueroa. 2021. “Horizons of Anti-Racist Organizing in Mexico.” NACLA Report on the Americas 53 (3): 239–247.

Segundo encontro (1º de novembro): Discursos científicos sobre pessoas afro-indígenas: O caso da genética Chersfield, Michell. 2023. “Genetics, Health and the Making of America’s Triracial Isolates, 1950–80.” In The Edinburgh Companion to the Politics of American Health, edited by Martin Halliwell and Sophie A. Jones. Edinburgh University Press.

Programa

Programação de aulas
 
1) Introdução aos tipos de sistemas de escrita
 
2) Brami (Brāhmī) e karosti (kharoṣṭhī)
Devanágari: sânscrito; híndi, marata, nepalês
 
3) Guzerate e gurmukhi (pandjábi)
Bangla (bengáli, bengalês)
Tamil
 
4) Tibetano
 
5) Abugidas do sudeste asiático, com ênfase no tailandês
 
Bibliografia
 
Coulmas, Florian (2003). Writing Systems: An Introduction to their Linguistic Analysis. Cambridge: Cambridge University Press.
Daniels, Peter T. e Bright, William (1996). The World’s Writing Systems. Oxford: Oxford University Press.
Gnanadesikan, Amalia E (2009). The writing revolution : cuneiform to the internet. Oxford: Blackwell.
Lehmann T. (2014). Lehrbuch des Tamil. Einführung in die Schrift - und Umgangssprache des Modernen Tamil. Band 1: Schrift- und Lautlehre. Heidelberg: Südasien-Institut der Universität Heidelberg.
Radhakrishnan Sankaran (2002). Tamil Script Book. Learner's Manual. Austin: University of Texas.
Rogers, Henry (2005). Writing Systems: A Linguistic Approach. Oxford: Blackwell.
Sommerschuh, Christine (2008). Einführung in die tibetische Schriftsprache. Norderstedt: Books on Demand.
Stopperka, Ulf (2017). Einführung in die thailändische Schrift. Hamburg: Buske.

 

Programa

AULA 1: Resgate a intelectualidades silenciadas;
Considerar outras epistemologias que não europeizadas/ocidentais faz-se importante para a construção e consolidação de intelectualidades plurais dentro e fora da academia. Para isso, iniciamos o curso apresentando conceitos questionadores da “totalidade” a partir de um locus de enunciação do Sul Global.
LEITURAS DA AULA:
ADICHE, Chimamanda Ngozi. A historiadora obstinada. In: No seu pescoço. Trad. Julia Romeu. São Paulo:
Companhia das letras, 2017, p. 212-233.
GONZALEZ, Lélia. Por um Feminismo Afrolatinoamericano. In: Primavera para as rosas negras. Editora Filhos da África, 2018, p. 307-320.
GONZALEZ, Lélia. A categoria Político-Cultural da Amefricanidade. In: Primavera para as rosas negras. Editora Filhos da África, 2018, p. 321-334.
MIGNOLO, Walter. Os estudos subalternos são pós modernos ou pós coloniais? In: Histórias locais, projetos
globais: colonialidade, saberes subalternos e pensamento liminar. Belo Horizonte: Ed. da UFMG, 2003. p. 239-260.

AULA 2: Crítica ao sujeito produtor da representação;
O que é representação? É possível um representante falar e dar voz a todos? Ao representar, o que se ausenta? A partir dessas perguntas, discutiremos o conceito de representações, quem as constrói, quais imagens circulam entre nós e suas implicações nos estudos atuais.
LEITURAS DA AULA:
SPIVAK, Gayatri Chakravorty. Pode o subalterno falar? Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010, p. 23-60.
MIGNOLO, Walter. “Os estudos subalternos são pós modernos ou pós coloniais?”. Histórias locais / Projetos
Globais: colonialidade, saberes subalternos e pensamento liminar. 1 ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2020, p. 261-285.

AULA 3: Categorias em embate.
Nas últimas décadas os movimentos negros e feministas tem colocado em debate na militância e na academia a necessidade de se operar com marcadores como sexo/gênero e raça para aprofundar análises que só se pautavam pela opressão de classes sociais. O conceito de colonialidade trouxe novas considerações para essas categorias, entendidas então como derivadas do processo político, econômico e cultural da colonização, retomando também a necessidade de se considerar epistemologias produzidas em regiões que foram/são colonizadas.
LEITURAS DA AULA:
LUGONES, Maria. Colonialidade e gênero. HOLLANDA, Heloisa Buarque (org.). Pensamento feminista hoje:
perspectivas decoloniais. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2020, p. 52-83.
OYĚWÙMÍ, Oyèrónké. Conceituando o gênero: os fundamentos eurocêntricos dos conceitos feministas e o desafio das epistemologias africanas. Concepts, Methodologies and Paradigms. CODESRIA Gender Series. Volume 1, Dakar, CODESRIA, 2004, p. 1-8.

BIBLIOGRAFIA:
ADICHE, Chimamanda Ngozi. A historiadora obstinada. In: No seu pescoço. Trad. Julia Romeu. São Paulo:
Companhia das letras, 2017, p. 2012-233.
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