Programa

Este curso tem por objetivo preparar os alunos para realizar as provas de certificação em língua francesa, dando-lhe ferramentas para que eles conheçam as provas e desenvolvam as habilidades linguísticas e discursivas requeridas por elas.
Ele objetiva trabalhar habilidades comunicativas em Língua Francesa que permitam aos alunos dominar a língua em situações variadas, possibilitando que se apresentem aos exames DALF C1.
Nos módulos serão trabalhadas estratégias para o desenvolvimento das capacidades requeridas pelos exames. As aulas tratarão das quatro habilidades avaliadas nas provas: compreensão oral, compreensão escrita, produção oral e produção escrita. Para tanto, serão trabalhados as provas e objetivos específicos para permitir que os alunos possam realizar os exames DALF C1.

Trata-se de um curso modular, de 12 horas, que será dividido em 4 módulos sobre o DALF C1. Cada módulo será composto de 1 aula de 3 horas.


Justificativa
Não há muitos cursos que preparem a estes exames que são essenciais para estudar no exterior e, também, como prova de proficiência para diversos programas de pós-graduação.

Pré-requisitos para inscrever-se no curso

É necessário comprovar o nível por meio de um dos certificados (DELF B2) anterior ao nível que se deseja estudar ou fazer um teste de nível.


Bibliografia
BAPTISTE Auréliane, MARTY Roselyne. Réussir le DELF B2. Didier, 2010.
CHEVALLIER-WIXLER Dominique, DUPLEIX Dorothée, JOUETTE Ingrid, et al. Réussir le DALF C1/C2. Didier, 2007
VELTCHEFF Caroline, HILTON Stanley. Préparation à l'examen du DELF B2. Hachette FLE, 2006.

Programa

Aula 1: introdução às plataformas digitais e seus algoritmos
Gillespie, Tarleton. 2010. The politics of ‘platforms’. New Media & Society, 12(3): 347-364
Gillespie, Tarleton. 2018. A relevância dos algoritmos. Fronteiras, 6(1): 95-121.
D’Andrea, Carlos. 2020. Pesquisando plataformas online: conceitos e métodos. Salvador: EDUFBA

Aula 2: etnografia de sistemas algorítmicos
Dourish, Paul. 2016. Algorithms and their others: algorithmic culture in context. Big Data & Society, 3(2).
Kitchin, Rob. 2017. Thinking critically about and researching algorithms. Information, Communication & Society, 20(1): 14–29.
Araújo, William. 2018. A construção da norma algorítmica: análise dos textos sobre o feed de notícias do Facebook. E-Compós, 21(1): 1-21.

Aula 3: etnografia de sistemas algorítmicos
Seaver, Nick. 2017. Algorithms as culture: some tactics for the ethnography of algorithmic systems. Big Data & Society 4(2):1-12.
Christin, Angèle. 2020. The ethnographer and the algorithm: beyond the black box. Theory and Society 49: 897-918.
Abidin, Crystal. 2021. Mapeando celebridades da internet no TikTok: explorando economias da atenção e trabalhos de visibilidade. Revista Pauta Geral, 8(2): 1-50.

Aula 4: ferramentas e estratégias de pesquisa
Diakopoulos, Nicholas. 2013. Algorithmic accountability reporting: on the investigation of black boxes. Disponível em: https://academiccommons.columbia.edu/doi/10.7916/D8ZK5TW2. Acessado em 12.05.2022.
Mahnke, Martina & Uprichard, Emma. 2014. Algorithming the algorithm. In. König, René & Rasch, Miriam (Eds.), Society of the query reader: reflections on web search (pp. 256-270). Amsterdam: Institute of Network Cultures.
Paz, Samyr & Montardo, Sandra. 2018. Performance play: consumo digital como performance no streaming de games da plataforma Twitch. Fronteiras, 20(2): 190-203.

Material complementar:
Podcast: Expresso Ilustrada – Como algoritmos censuram artistas (setembro 2021)
Filme: Coded Bias (2020) - Netflix
Vídeo: Experiências culturais e subversão das tecnologias algorítmicas – Nina da Hora e Gabriel Pereira
https://www.youtube.com/watch?v=JO8AEMWtHXk

Programa

1. Dos novatores aos novatores: Nicolás Antonio por Gregorio de Mayans y Siscar
ALVAREZ BARRIENTOS, J.; MESTRE SANCHÍS, A. La nueva mentalidad científica. El ensayo y la ciencia literaria. Em:
GARCÍA DE LA CONCHA, V. G. de la (ed.). Historia de la Literatura Española. Espanha: Espasa Calpe, 1995. v. 6.
MAYANS I SISCAR, G. Pensamientos literarios. [S. l.], 2002. Disponível em:
https://bivaldi.gva.es/va/corpus/unidad.do?posicion=1&idCorpus=2000….
MESTRE SANCHIS, A. Historia, fueros y actitudes políticas: Mayans y la historiografía del XVIII. Valencia: Publicaciones
del ayuntamiento de Oliva, 1970.
MESTRE SANCHIS, A. Sobre la cultura española de los años 30 del XVIII. [s. l.], 2022. Disponível em:
https://roderic.uv.es/handle/10550/84360. Acesso em: 12 dez. 2022.


2. Formas da lírica entre Espanha e América.
REYES, Rogélio. Poesía española del siglo XVIII. Madrid: Cátedra, 2012.
FERNÁNDEZ DE MORATÍN, Nicolás. El arte de las putas. Madrid: Clip, 2015.
BAUTISTA AGUIRRE, Juan. Poesías. In: Letras de la audiencia de Quito. (Período Jesuítico). Caracas: Ayacucho, 1984.


3. Difusão ilustrada e as mulheres
PERUGA, M. B. Traducción, cultura y política en el mundo hispánico del siglo XVIII: reescribir las «Lettres d’une péruvienne»
de Françoise de Graffigny. Studia Historica: Historia Moderna, [s. l.], v. 36, p. 293–325, 2014. Disponível em:
https://doi.org/10.14201/shhmo201436293325
PERUGA, M. B. El mundo en una biblioteca o apropiarse de los libros con la pluma en la mano. Joana de Vigo i Squella (1779-
1855), lectora ilustrada. [s. l.], [s. d.].


4. Vida conventual e escrita feminina: Catalina de Jesús Herrera, Ursula Suárez e Francisca Josefa del Castillo.
DE CASTILLO, Josefa. Su vida. Caracas: Ayacucho, 2007.
JESÚS HERRERA, Catalina. Los secretos entre el alma y Dios. In: Letras de la audiencia de Quito. (Período Jesuítico).
Caracas: Ayacucho, 1984.
SUÁREZ, Ursula. Relación autobiográfica. Santiago: Biblioteca Nacional, 1984.


5. História americana e as instituições burbônicas: de Andrés González de Barcia a Juan Bautista Muñoz
CAÑIZARES-ESGUERRA, J. Cómo escribir la historia del Nuevo Mundo: historiografías, epistemologías e identidades en el
mundo del Atlántico del siglo XVIII. México, D.F: Fondo de Cultura Económica, 2007.
CARLYON, J. E. Andrés González de Barcia and the creation of the colonial Spanish American library. Toronto ; Buffalo:
University of Toronto Press, 2005.
LEÓN PINELO, A. Epitome de la Bibliotheca Oriental, y Occidental, nautica, y geografica [Texto impreso] / de Don Antonio
de Leon Pinelo ... ; añadido, y enmendado nuevamente, en que se contienen los escritores de las Indias Orientales, y
Occidentales, y Reinos convecinos. Madrid: Francisco Martínez, 1737.
GOMES, M. H. Autorias do fracasso: uma comparação entre Naufragios, de Álvar Núñez Cabeza de Vaca, e Travels in the
interior districts of Africa, de Mungo Park. 2022. Mestrado em Língua Espanhola e Literaturas Espanhola e Hispano-Americana
- Universidade de São Paulo, São Paulo, 2022. Disponível em: https://doi.org/10.11606/D.8.2022.tde-04102022-191050.
GONZÁLEZ DE BARCIA, A. Proemio a esta segunda impresion de la Monarquia Indiana. TORQUEMADA, J. de. Primera
parte [ tercera] de los veinte i vn libros rituales i monarchia indiana :con el origen y guerras de los indios occidentales, de sus
poblaciones, descubrimiento, conquista, conuersion y otras cosas marauillosas de la mesma tierra, distribuydos en tres tomos.
Madrid: Nicolás Rodríguez Franco, 1723.


6. Saberes ilustrados e teias sociais: Alonso Carrió de la Vandera.
CARRIÓ DE LA VANDERA, Alonso. El lazarillo de ciegos caminantes. Caracas: Biblioteca Ayacucho, 1985.
CARILLA, Emilio, El libro de los misterios. El lazarillo de ciegos caminantes, Madrid, Gredos, 1976.
IGLESIA, Cristina & EL JABER, Loreley. Una patria literaria, volumen 1 de la Historia Crítica de la Literatura Argentina.
Buenos Aires: Emecé, 2014.


7. Primeiros ensaios: Benito Feijoo e Cadalso
ALVAREZ BARRIENTOS, J.; MESTRE SANCHÍS, A. La nueva mentalidad científica. El ensayo y la ciencia literaria. Em:
GARCÍA DE LA CONCHA, V. G. de la (ed.). Historia de la Literatura Española. Espanha: Espasa Calpe, 1995. v. 6.
ALVAR, M. La turbada historia de la palabra “Ensayo”. [S. l.], [s. d.]. Disponível em:
https://www.cervantesvirtual.com/obra-visor/la-turbada-historia-de-la-p…-
000475f5bda5_11.html.


8. O teatro na época das reformas: Leandro Fernández de Moratín.
ANDIOC, René. Teatro y sociedad en el Madrid del siglo XVIII. Valencia: Fundación Juan March y Editorial Castalia, 1976.
LAFARGA, Francisco. El teatro europeo en la España del siglo XVIII. Barcelona: Edicions Universität de Lleida, 1997.
MORATÍN, Leandro Fernández. El sí de las niñas. Madrid: Cátedra, 2005.

9. A veracidade americana: jesuítas e criollos
CAÑIZARES-ESGUERRA, J. Cómo escribir la historia del Nuevo Mundo: historiografías, epistemologías e identidades en el
mundo del Atlántico del siglo XVIII. México, D.F: Fondo de Cultura Económica, 2007.
CORDIVIOLA, A. De memorias y profecías: tres jesuitas en el exilio italiano. Colonial Latin American Review, [s. l.], v. 27,
n. 2, p. 226–242, 2018. Disponível em: https://doi.org/10.1080/10609164.2018.1481273


10. Rumo ao romance: Isla, Olavide e Lizardi.
BARRIENTOS, Joaquín Álvarez. La novela del siglo XVIII. Madrid: Ediciones Júcar, 1991.
FERNÁNDEZ DE LIZARDI, Joaquín. La educación de las mujeres o la Quijotita y su prima. Historia muy cierta con
apariencias de novela. México: Ballescá y Compañía, 1897.
OLAVIDE, Pablo. El evangelio en triunfo o historia de un filósofo desenganado. Madrid: Imprenta Don Josef Doblado,
1803.

Programa

Cronograma

XX: Aula 1: Explora a produção artística e poética do autor, sua trajetória e os
desdobramentos da obra desde a sua morte precoce até os dias de hoje. Entre suas
produções literárias, filosóficas e artísticas, serão pontuados os elementos temáticos e
estilísticos que distinguem a inabitual presença/ausência do autor no campo intelectual dentro
e fora da Itália. Além da apresentação geral, faremos um mapeamento das edições e
publicações de Michelstaedter.
XX: Aula 2: Concentra-se sobre o livro a La Persuasione e la Rettorica. Apresentação geral
da estrutura e dos argumentos do principal trabalho do autor. Foco na relação entre a
visualidade e a escrita ensaística no âmbito da prosa filosófica. Também será apresentada
uma reunião de aforismos de Michelstaedter.
XX: Aula 3: Uma leitura através da tradução. Neste último encontro a ideia é explorar
momentos importantes do livro através da tradução que estou desenvolvendo em minha
pesquisa e levantar alguns problemas que surgiram no caminho, bem como os pontos em que
o trânsito entre o italiano e o português constituem oportunidades para se aproximar da
complexidade do pensamento de Michelstaedter. Aqui também discutiremos sobre a questão
das imagens e do pensamento sobre tradução a partir delas.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ADORNO, Theodor (1986). O ensaio como forma. In: COHN, Gabriel. Theodor Adorno. São
Paulo: Ática.
BENSMAÏA, RÉDA (1987). The Barthes effect: the essay as reflective text. Minneapolis:
University of Minnesota Press.
BERARDINELLI, Alfonso (2002). La forma del saggio. Definizione e attualità di un genere
letterario. Venezia: Marsilio.
_____. (1996). La forma del saggio. IN: F. Brioschi, C. Di Girolamo (org.), Manuale di
letteratura italiana. Torino: Bollati Boringhieri.
CALVINO, Italo (1989). Lezioni americane. Sei proposte per il prossimo millennio. Milano:
Mondadori.
DIDI-HUBERMAN, Georges (2005). Immagini malgrado tutto. Traduzione di D. Tarizzo.
Milano: Raffaello Cortina Editore.
_____ (2009). Sobrevivência dos vaga-lumes. Tradução de Vera Casa Nova e Márcia Arbex.
Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014.
ECO, Umberto (2011). Quase a mesma coisa. Experiências de tradução. Rio de Janeiro:
Best Bolso.
HATIM, Basil; MASON, Ian (1990). “Context in Translating: Register Analysis”. In:
Discourse and the Translator. London/New York: Longman.
LESSING, G. E (1998). Laocoonte ou sobre as fronteiras da pintura e da poesia. Tradução:
Márcio Seligmann-Silva. São Paulo: Iluminuras.
MICHELSTAEDTER, Carlo (1983). Epistolario. Adelphi
_____(1988). Il dialogo della salute. Milano: Adelphi.
_____ (2010). La melodia del giovane divino. Milano: Adelphi.
_____ (1990). La persuasione e la rettorica. Milano: Adelphi.
_____ (1995). La persuasione e la rettorica - appendici critiche. Milano: Adelphi.
_____ (1975). Opera grafica e pittorica. Gorizia: Istituto per gli incontri Culturali
Mitteleuropei.
_____ (1987). Poesie. Milano: Adelphi.
PIRES, Paulo Roberto (2018). (org.). Doze Ensaios Sobre o Ensaio: Antologia Serrote. São
Paulo: IMS.
VALÉRY, Paul (2003). Degas, Dança, Desenho. São Paulo: Cosac & Naify.
VENUTI, Lawrence (1995). The translator’s invisibility.

Programa

1) O que é sociologia do esporte
Assumpção Lot, S., Sampaio, T. M. V., Caetano, J. N. N., Caetano Júnior, M. A., & Silva, J. V. P. (2010). Temas e questões fundamentais na sociologia do esporte. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, 18(2), 92–99. https://seer.ufrgs.br/Movimento/article/view/11159

Souza, J. de, & Marchi Júnior, W. (2010). Por uma gênese do campo da sociologia do esporte: Cenários e perspectivas. Movimento, 16(2), 45–70. https://doi.org/10.22456/1982-8918.11159
 

2) O futebol como objeto sociológico
Campos, F. de, & Alfonsi, D. (2014). Apresentação. In Futebol objeto das ciências humanas (pp. 8–21). São Paulo: Leya.

Spaggiari, E., Machado, G. M. C., & Giglio, S. S. (2016). Apresentação. Por uma (nova) agenda de pesquisa sobre práticas esportivas. In Entre jogos e copas: Reflexões de uma década esportiva (pp. 9–31). São Paulo: Intermeios.

Giglio, S. S., & Proni, M. W. (Orgs.). (2020). O futebol nas ciências humanas no Brasil. Campinas: Editora da Unicamp.
 

3) Pensando os esportes sociologicamente
Bourdieu, P. (2004). Um programa para a sociologia do esporte. In Coisas ditas. São Paulo: Brasiliense. https://drive.google.com/file/d/17SkSof3iCTO8YkG4togH8Y5vzVFJVooK/view?…



4) Esportes olímpicos e a Olimpíada
Júnior, N. F. (2021). Colonisation sportive: O laboratório da “simbiose” racismo e esporte moderno. Revista do Centro de Pesquisa e Formação - SESCSP, 13, 73–98. https://cev.org.br/biblioteca/colonisation-sportive-o-laboratorio-da-si…

Luiz, L. I. M. (2024). A Iugoslávia na Olimpíada dos Imigrantes de São Paulo: Lutas, disputas e pertencimento no entorno do esporte olímpico. In Leste Europeu em Movimento (Vol. 1, pp. 114–135). https://www.researchgate.net/publication/386210185_A_Iugoslavia_na_Olim…

Fukuzawa, H. (n.d.). Olympics for savages: The Anthropology Days. https://www.hosannafukuzawa.com/anthropologyday/

What Happened? 1904 Olympics. (n.d.). YouTube. https://www.youtube.com/watch?v=lEF7F2R6HWE

Programa

Módulo 1
- Alfabeto Turco
- Cumprimentos em Língua Turca
- Harmonia Vocálica (1,2)
- Pronomes Pessoais
- Sufixo de Possessivo
- Números
- Verbo Ser-Estar

Bibliografia:
OZTURK, Tuncay; AKCAY, Sezgin; GUN, Salih. Lale Turkce Ders Kitabi 1. DILSET YAYINLARI. 2011.
CELIK, A.Abbas. Acilim Turkce Ders Kitabi 1. DILSET YAYINLARI. 2020.

Programa

 

O curso objetiva trabalhar habilidades comunicativas em Língua Francesa que permitam aos alunos dominar a língua em situações variadas, desenvolvendo um comportamento discursivo consciente e elaborando atividades de escrita em situações complexas a partir da perspectiva dos gêneros textuais. Assim, visamos a promover o ensino sistemático da comunicação escrita, por meio de sequências didáticas criadas para melhorar as práticas de linguagem, mas também da comunicação oral, necessária para a comunicação em sala de aula. Vários gêneros textuais escritos e/ou orais poderão ser trabalhados nessas sequências, a saber: tutoriais em vídeo, receitas, anúncios publicitários, notícias, relatos e itinerários de viagem, entre outros. 
 
Aprender uma língua é aprender a compreender e produzir textos orais e escritos variados. O trabalho com os gêneros textuais permite uma compreensão da situação de produção desses textos, gerando não só uma leitura de extração de informações, mas também uma leitura interpretativa, reflexiva e crítica, além de uma produção guiada pelas situações de ação de linguagem, pelos conteúdos mobilizados e pelas finalidades dos textos. Nesse sentido, o curso permitirá que os alunos se apropriem dos gêneros trabalhados, mas também que desenvolvam outras habilidades comunicativas que poderão ser transpostas para outros gêneros textuais e outras situações de escrita e oralidade. 
 
Os alunos serão confrontados a situações reais durante a aprendizagem para que a linguagem seja usada como uma forma de ação no mundo e aprenderão também a adaptar um gênero textual em função de sua situação de produção particular. 
 
Serão estudados e praticados os elementos lexicais, gramaticais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão escrita e oral que será desenvolvida no curso. 
 
Pré-requisitos para inscrever-se no curso 
 
DELF A2 
N4 completo – cursos extracurriculares 
N3 completo-graduação 
Teste de nível- apto p/ N5 
 
Bibliografia 
 
BRONCKART, Jean-Paul. Atividade de linguagem, textos e discursos. Por um interacionismo sociodiscursivo. SP: Educ, 1999. 
CHARAUDEAU, Patrick. Grammaire du sens et de l'expression. Paris, Hachette, 1998 
DIONÍSIO, Angela; MACHADO, Anna Rachel; BEZERRA, Maria Auxiliadora (Orgs.) Gêneros Textuais & Ensino. Rio de Janeiro: Editora Lucerna. 2002. (reedição em 2010 - Parábola editora) 
DOLZ, Joaquim; GAGNON, Roxane; TOULOU, Simon. Production écrite et difficultés d’apprentissage. Carnets des Sciences de l’Education, Université de Genève, 2008. 
DOLZ, Joaquim; GAGNON, Roxane; DECÂNDIO, Fabrício. Produção escrita e dificuldades de aprendizagem. Campinas: Mercado de letras, 2010. 
KARWOSKI, Acir Mário; GAYDECZKA, Beatriz; BRITO, Karim S. Gêneros textuais: reflexões e ensino. São Paulo: Parábola Editora, 2011. 
LOUSADA, E. G., ROCHA, S.M. Coerções e liberdades textuais: o relato de viagem na aprendizagem do FLE. Eutomia (Recife). , v.1, p.581 - 603, 2014. 
LOUSADA, E. G., AMORIM, R. O. Produção escrita e desenvolvimento da atividade linguageira“relatar”: uma experiência com alunos universitários por meio da plataforma Moodle. Gragoatá. , v.19, p.105 - 134, 2014. 
LOUSADA, E. G. Gêneros textuais e perspectiva acional no ensino do francês como língua estrangeira: prescrições e instrumentos para o agir de alunos e professores In: DIAS, R. ; DELL’ISOLA, R. L. P. Gêneros textuais: teoria e prática de esnino em LE.1 ed.Campinas : Mercado de Letras, 2012, v.1, p. 99-123. 
MELAO, P. A., LOUSADA, E. G. As contribuições do gênero textual anúncio publicitário para o ensino- aprendizagem do francês: a capacidade de argumentar e a variedade linguística e cultural através da linguagem verbal e visual. Moara. , v.42, p.161 - 180, 2014. 
ROCHA, S.M., LOUSADA, E. G. Gêneros textuais e escrita criativa: intersecções possíveis no ensino-aprendizagem do francês como língua estrangeira. Raído (Online). , v.6, p.37 - 54, 2012. 
SCHNEUWLY, Bernard.; DOLZ, Joaquim. Gêneros Orais e Escritos na Escola. Campinas: Mercado de Letras. 2004.
 

Programa

Módulo 1 - O Raciocínio Geográfico na histórica da Geografia Escolar (4 horas)
Neste módulo, discutiremos como o raciocínio geográfico foi abordado na história da Geografia Escolar. Para tanto, analisaremos o processo de constituição da disciplina de geografia na educação básica no Brasil, compreendendo as diferentes etapas deste processo. Além disso, interessa-nos discutir as diferentes concepções teórico-metodológicas desenvolvidas na interface entre Geografia Escolar e Acadêmica e seus desdobramentos sobre as abordagens acerca do raciocínio geográfico. Como último momento do módulo, problematizaremos como tal conceito aparece nas atuais reformas curriculares brasileiras, com especial destaque para o preconizado na Base Nacional Comum Curricular.

Módulo 2 - Aprendizagem, uma abordagem histórico-cultural (4 horas)
Neste módulo, discutiremos o conceito ensino-aprendizagem-desenvolvimento com base na psicologia histórico-cultural, perscrutando uma didática da Geografia com base na pedagogia histórico-crítica. Partimos da relação entre Cartografia e Geografia de modo que as representações espaciais sejam compreendidas como linguagens a serem problematizadas e meios para a comunicação de informações espaciais para análise geográfica. Discutiremos a aprendizagem como um processo de formação de conceitos científicos e de mobilização das funções psíquicas superiores (pensamento, memória, percepção e atenção). Como último momento do módulo, será possível problematizar as pedagogias do “aprender a aprender” e a relação entre ensino-aprendizagem-desenvolvimento, no sentido de que os participantes compreendam que a produção do conhecimento se realiza em condição objetiva e histórica do ser social, portanto de caráter ontológico.

Módulo 3 - Dimensões da prática docente (avaliação e perspectivas) (4 horas)
Neste último módulo, desenvolveremos processo de avaliação compartilhada entre os participantes do grupo, com o intuito de compreender como, a partir do cotidiano escolar, pensam e constroem processos de ensino-aprendizagem que articulam o ensino de geografia e raciocínio geográfico. Neste processo, os participantes apresentarão suas reflexões e produções didáticas (projetos didáticos, plano de aula, entre outros.) Além disso, este módulo terá fundamental importância para a organização do próximo oferecimento do curso, em seu formato ampliado, previsto para o segundo semestre de 2021.​​​​​​​

Programa

1 dia: Os alvores: de Gaibéus (Alves Redol) a Aldeia Nova (Manoel da Fonseca);
2 dia: A Virada Urbana: Carlos de Oliveira e Cardoso Pires (Os caminheiros);
3 dia: Novos Ares: Maria Judite de Carvalho (Tanta gente, Mariana) e José Saramago (Levantado do chão);
4 dia: Escritas de abril: José Saramago (A noite) e Natália Corrêa (O encoberto).

Referências Bibliográficas:
ABDALA JR., Benjamin. A escrita neo-realista. São Paulo: Ática, 1981.
AGUIAR E SILVA, Vitor Manuel. Teoria da literatura. São Paulo: Martins Fontes,
1976.
AGUILERA, Fernando Gómez. José Saramago a consistência dos sonhos. Cronobiografia. Trad. António
Gonçalves. Lisboa/São Paulo: Caminho/Instituto Tomie Ohtake, 2008.
______ (org.). As Palavras de Saramago. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
ARNAUT, Ana Paula. Post-modernismo no romance português contemporâneo: fios de Ariadne. Máscaras de
Proteu. Almedina: Coimbra, 2002.
BAKHTIN, Mikhail. Problemas da Poética de Dostoievski. 2ª ed. Trad. Paulo Bezerra. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 1997.
BARBOSA, João Alexandre. A leitura do intervalo. São Paulo: Iluminuras, 1990.
BENJAMIN, Walter. O Narrador: considerações sobre a obra de Nikolai Leskov. In: ______. Magia e técnica, arte e
política: ensaios sobre literatura e história da cultura. Obras escolhidas. Trad. Sérgio Paulo Rouanet. 7ª ed. São
Paulo: Brasiliense, 1994, p. 197-221, vol. I.
BERRINI, Beatriz. Ler Saramago: o romance. Lisboa: Caminho, 1998.
CALBUCCI, Eduardo. Saramago, um roteiro para os romances. Cotia: Atêlie Editorial, 1999.
CERDEIRA DA SILVA, Teresa Cristina. José Saramago entre a história e a ficção: uma saga de portugueses.
Lisboa, Publicações Dom Quixote. 1989.
COSTA, Horácio. José Saramago: o período formativo. Lisboa: Caminho, 1997.
______. Mar Aberto. São Paulo: Lumme Editor, 2010.
CORREIA, Natália. O Encoberto. Lisboa: Afrodite, 1969.
ECO, Umberto. Obra aberta: forma e indeterminação nas poéticas contemporâneas.
Trad. Giovanni Cutolo. São Paulo: Perspectiva, 1986.
______. Seis passeios pelos bosques da ficção. Trad. Hildegard Feist. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
ELIADE, Mircea. Mito e Realidade. Trad. Pola Civeli. São Paulo: Perspectiva, 2004.
FUKS, Julián. A era da pós-ficção: notas sobre a insuficiência da fabulação no romance contemporâneo. In:

DUNKER, Christian et all. Ética e pós-verdade. Porto Alegre: Dublinense, 2017, p. 73-93.
GOMES, Álvaro Cardoso. A voz itinerante: ensaio sobre o romance português contemporâneo. São Paulo: Edusp,
1993.
GONÇALVES NETO, Nefatalin. A ordem e o caos: Plauto e Saramago. 156 f. (orient.: Lilian Lopondo). Dissertação
(mestrado) – USP, São Paulo – SP, 2011.
JÚDICE, Nuno. Viagem por um século de literatura portuguesa. Lisboa: Relógio d’Água, 1997.
LEPECKI, Maria Lúcia. Sobreimpressões. Estudos de Literatura Portuguesa e Africana. Lisboa: Caminho, 1988.
LOPONDO, Lílian (Org.). Saramago segundo terceiros. São Paulo: Humanitas, 1998.
MENDONÇA, Fernando. Para a interpretação dos diversos neo-realismos. In: ______. A literatura portuguesa no
século XX. São Paulo/Assis: HUCITEC/Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, 1973, p. 98-123.
ORNELLAS, José N. Construção da identidade e a narrativa portuguesa contemporânea. In: REMÉDIOS, Maria
Luiza Ritzel (org). Transversais da memória: história e identidade na literatura portuguesa. Santa Maria: Editora da
UFSM, 2012, p. 151-174.
PUGA, Rogério Miguel. O essencial sobre o romance histórico. Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da Moeda, 2006.
REAL, Miguel. O romance português contemporâneo: 1950-2010. Lisboa: Caminho, 2012.
REDOL, Alves. Breve memória para os que têm menos de 40 anos ou para quantos já esqueceram o que
aconteceu em 1939. In: ______. Gaibéus. 8ª ed. Lisboa: Europa-América, 1983, p. 9-20.
REDOL, Alves. Gaibéus. 8ª ed. Lisboa: Europa-América, 1983.
REIS, Carlos. Textos teóricos do Neo-realismo português. Lisboa: Seara Nova, 1981.
RICOEUR, Paul. Teoria da interpretação. O discurso e o excesso de significação. Trad. Artur Morão. Lisboa:
Edições 70, 1976.
______. Tempo e narrativa. Trad. Roberto Leal Ferreira. Campinas: Papirus Editora, 1997, vol III.
SACRAMENTO, Mário. Há uma estética neo-realista? Lisboa: Vega, 1985.
SAID, Edward. Reflexões sobre o exílio e outros ensaios. Trad. Pedro Maia Soares. São Paulo: Companhia das
Letras, 2003.
______. Representações do intelectual. As conferencias de Reich de 1993. Trad. Milton Hatoum. São Paulo:
Companhia das Letras, 2005.
SANTOS, Boaventura de Sousa. Pela mão de Alice. O social e o político na pós-modernidade. São Paulo: Cortez,
1997.
VECCHIA, Rejane. Literatura e memoria política: Angola, Brasil, Moçambique, Portugal. Cotia: Ateliê Editorial, 2015,
p. 269-285.
SANTOS, Cybele Regina Melo dos. Uma análise intertextual da peça ‘Que farei com este livro?’, de José
Saramago. 153f. (oriente.: José Horácio de Almeida Nascimento Costa ). Dissertação (mestrado) – USP. São
Paulo – SP, 2018.
SARAIVA, António José. Iniciação à literatura portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
SARAMAGO, José. Levantado do chão. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1980.
______. Que farei com este livro? Companhia das Letras, 1998.
SILVEIRA, Jorge Fernandes da. Discurso/Desconcerto. Alguns nós na Literatura Portuguesa. In: ______. Verso
com verso. Coimbra: Angelus Novus, 2003, p. 41-58.
TORRES, Alexandre Pinheiro. O neo-realismo literário português. Lisboa: Moraes, 1977.
VIÇOSO, Victor. A narrativa no movimento neo-realista. Lisboa: Colibri, 2011.
VOLOCHÍNOV, Valentin. Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do método sociológico na
ciência da linguagem. Trad. Sheila Grillo e Ekaterina Vólkova Américo. São Paulo: Editora 34, 2017.

Programa

Aula 1 – Apresentação do curso e Clima Urbano
Conteúdo: Dinâmica com o Padlet sobre o que cada aluno espera do curso.
Apresentação e compreensão das escalas climáticas, segundo diferentes autores.
Apresentação de fenômenos urbanos, como a Ilha de Calor, e de estudos recentes sobre o clima na cidade de São Paulo.
Bibliografia:
MONTEIRO, Carlos Augusto de Figueiredo. Teoria e Clima Urbano. In: MONTEIRO, Carlos Augusto de Figueiredo; MENDONÇA, Francisco (org.). Clima Urbano. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2021. p. 9-68.
TARIFA, José Roberto; ARMANI, Gustavo. Os climas urbanos. In: TARIFA, José Roberto; AZEVEDO, Tarik Rezende de. Os climas na cidade de São Paulo: teoria e prática. São Paulo: USP/FFLCH, 2001, p. 47-70 (Coleção Novos Caminhos).
BARROS, H. R.; LOMBARDO, M. A. A ilha de calor urbana e o uso e cobertura do solo em São Paulo-SP. Geousp – Espaço e Tempo (Online), v. 20, n. 1, p. 160-177, mês. 2016. ISSN 2179-0892. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/geousp/article/view/97783. DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.21790892.geousp.20 16.97783. Acesso em: 5 de jan. de 2019.
FERREIRA, Luciana Schwandner. Vegetação, temperatura de superfície e morfologia urbana: um retrato da região metropolitana de São Paulo. 2019. Tese (Doutorado em Tecnologia da Arquitetura) - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2019. doi:10.11606/T.16.2019.tde-02102019-173844.
LOMBARDO, Magda Adelaide. Ilha de calor nas metrópoles: o exemplo de São Paulo. São Paulo: Hucitec, 1985.

Aula 2 - Vegetação e Clima
Conteúdo: Bioclimatologia vegetal. A vegetação influencia o fluxo de calor sensível e latente, modificando o balanço de energia em superfície.
Apresentação de estudos sobre a influência das árvores na temperatura do ar, umidade relativa, vento e quantidade de sombra (luz filtrada) em São Paulo e no Brasil, destacando os principais autores.
Bibliografia:
MASCARÓ, Lucia Elvira Raffo de; MASCARÓ, Juan Luis. Vegetação urbana. Porto Alegre: Edelbra, 2002. 242p.
OMETTO, J. C. Bioclimatologia Vegetal.. São Paulo: Ed. Agronômica Ceres, 1981. 425p.
ABREU, Loyde Vieira; LABAKI, Lucila Chebel. Conforto térmico propiciado por algumas espécies arbóreas: avaliação do raio de influência através de diferentes índices de conforto. Ambiente Construído, Porto Alegre, v. 10, n. 4, p.103-117, out./dez. 2010.
BASSO, Jussara Maria; CORRÊA, Rodrigo Studart. Arborização urbana e qualificação da paisagem. Paisagem e Ambiente: Ensaios, São Paulo, v. 0, n. 34, p.129-148, dez. 2014.
DUARTE, Denise Helena Silva. O impacto da vegetação no microclima em cidades adensadas e seu papel na adaptação aos fenômenos de aquecimento urbano.: Contribuições a uma abordagem interdisciplinar. 2015. 167 f. Tese (Doutorado) - Curso de Arquitetura e Urbanismo, Departamento de Tecnologia da Arquitetura, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015.
SHINZATO, Paula. O impacto da vegetação nos microclimas urbanos. 2009. 173 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Arquitetura e Urbanismo, Tecnologia da Arquitetura, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009.

Aula 3 – Métodos
Conteúdo: Apresentação dos métodos usados em artigos específicos (em português). Apresentação de instrumentos que podem ser utilizados na coleta de dados em campo/ dados primários.
Bibliografia:
FIORI, Ana Maria. Um método para medir a sombra: Pesquisa avalia cinco espécies de árvores plantadas na área urbana e indica quais as mais adequadas para dar conforto aos habitantes. Pesquisa Fapesp, São Paulo, v. 61, p.26-29, fev. 2001. Disponível em: http://revistapesquisa.fapesp.br/2001/01/01/um-metodo-para-medir-a- sombra/. Acesso em: 28 fev. 2017.
MASCARÓ, Juan José; DIAS, A. P. A.; GIACOMIN, Suelen Debona. Arborização pública como estratégia de sustentabilidade urbana. SEMINÁRIO INTERNACIONAL DO NÚCLEO DE PESQUISA EM TECNOLOGIA DA ARQUITETURA E URBANISMO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (NUTAU 2008), 2008.
LABAKI, Lucila Chebel et al. Conforto térmico em espaços públicos de passagem: estudos em ruas de pedestres no estado de São Paulo. Ambiente Construído [online]. 2012, v. 12, n. 1 [Acessado 12 Novembro 2021] , pp. 167-183. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1678-86212012000 100003. Epub 02 Maio 2012. ISSN 1678-8621. https://doi.org/10.1590/S1678-86212012000100003.

Aula 4 – Estudo de Caso e devolutiva sobre as expectativas com o curso
Conteúdo: Apresentação sobre o ENVI-met e pesquisas já realizadas. Conversa com os participantes, com o uso da dinâmica realizada na primeira aula (Padlet), fornecendo uma devolutiva e uma possibilidade de cada um contar a sua trajetória.
Bibliografia:
SILVA, A. L. T. ; FIGUEIREDO, E. C. . A INFLUÊNCIA DA ARBORIZAÇÃO NO CONFORTO TÉRMICO DO PEDESTRE NO MICROCLIMA URBANO NOS BAIRROS DE HIGIENÓPOLIS E SANTA CECÍLIA. In: XIV Jornada de Iniciação Científica e VIII Mostra de Iniciação Tecnológica , 2018 , São Paulo. Jornada de Iniciação Científica e Mostra de Iniciação Tecnológica. : , 2018. p. s/ p.
SILVA, A. L. T. da. A influência da proposta de transformação de quadra urbana no microclima do Largo Santa Cecília em São Paulo-SP, Brasil. In: ENCONTRO NACIONAL DE CONFORTO NO AMBIENTE CONSTRUÍDO, 17., 2023. Anais [...]. [S. l.], 2023. p. 1–10. Disponível em: https://eventos.antac.org.br/index.php/encac/article/view/3753. Acesso em: 12 nov. 2023.
GONÇALVES, Joana; BODE, K. (ed.) Edifício ambiental. São Paulo: Oficina de Textos, 2015