Programa

Programa do curso

Este curso tem por objetivo preparar os alunos para realizar as provas de certificação em língua francesa, dando-lhe ferramentas para que eles conheçam as provas e desenvolvam as habilidades linguísticas e discursivas requeridas por elas.
Ele objetiva trabalhar habilidades comunicativas em Língua Francesa que permitam aos alunos dominar a língua em situações variadas, possibilitando que se apresentem aos exames DELF B2.
Nos módulos serão trabalhadas estratégias para o desenvolvimento das capacidades requeridas pelos exames. As aulas tratarão das quatro habilidades avaliadas nas provas: compreensão oral, compreensão escrita, produção oral e produção escrita. Para tanto, serão trabalhados as provas e objetivos específicos para permitir que os alunos possam realizar os exames DELF B2.

Trata-se de um curso modular, de 12 horas, que será dividido em 4 módulos: DELF B2. Cada módulo será composto de 1 aula de 3 horas.

Justificativa
Não há muitos cursos que preparem a estes exames que são essenciais para estudar no exterior e, também, como prova de proficiência para diversos programas de pós-graduação.

Pré-requisitos para inscrever-se no curso

É necessário comprovar o nível por meio de um dos certificados (DELF B1) anterior ao nível que se deseja estudar ou fazer um teste de nível.


Bibliografia
BAPTISTE Auréliane, MARTY Roselyne. Réussir le DELF B2. Didier, 2010.
BRETON Gilles, LEPAGE Sylvie, ROUSSE Marie. Réussir le DELF B1. Didier, 2010.
VELTCHEFF Caroline, HILTON Stanley. Préparation à l'examen du DELF B1. Hachette FLE, 2006.
VELTCHEFF Caroline, HILTON Stanley. Préparation à l'examen du DELF B2. Hachette FLE, 2006.

Programa

Aula 1: Histórias ou contos dos tempos passados: Contos da Mamãe Gansa

Nesta primeira aula, localizaremos Charles Perrault (1628-1703) e os demais contistas franceses em seu tempo: a Europa do século XVII. Refletiremos acerca do lugar ocupado pelo conto de fadas e pelo maravilhoso literário no século do racionalismo, em que nomes como René Descartes (1596-1650), Galileu Galilei (1564-1642) e Isaac Newton (1643-1727) lançavam as bases para o refinamento do pensamento crítico e científico do homem esclarecido. Trataremos de temas como A Querela dos Antigos e Modernos e o lugar da mulher na efervescente sociedade parisiense.

Aula 2: Os contos de fadas literários de Madame d’Aulnoy

Neste segundo encontro, volveremos o olhar para a produção literária de Marie-Catherine Le Jumel de Barneville, Madame d’Aulnoy (1652-1705), escritora do primeiro conto de fadas literário francês e responsável pela atribuição do título “Contos de fadas” a certo tipo de narrativas de natureza fantasiosa. Exploraremos alguns detalhes sobre sua biografia, suas publicações e alguns de seus contos de fadas, a fim de publicizar uma produção há séculos obliterada pela história literária. Nesta segunda aula também delinearemos um quadro panorâmico a respeito das demais mulheres que se dedicaram à escrita do conto de fadas no século XVII francês.

Bibliografia:

AULNOY, Marie-Catherine Le Jumel de Barneville Madame d’. O Pássaro Azul. Tradução de Paulo César Ribeiro Filho. E-book Amazon, 2020.
AULNOY, Marie-Catherine Le Jumel de Barneville Madame d’. A Ilha da Felicidade. Tradução de Paulo César Ribeiro Filho. E-book Amazon, 2021.
COELHO, Nelly Novaes. Panorama histórico da literatura infantil-juvenil: das origens indoeuropéias ao Brasil contemporâneo. 3ª ed. ref. e amp. São Paulo: Quíron, 1985.
COELHO, Nelly Novaes. O conto de fadas: Símbolos, mitos, arquétipos. 4.ª ed. São Paulo: Paulinas, 2016.
JEAN, Lydie. “O paradoxo de Charles Perrault: como contos de fadas aristocráticos se tornaram sinônimo de conservação folclórica”. Tradução de Paulo César Ribeiro Filho. In: Literartes, 1 (12), p. 295-308. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/literartes/article/view/170822. Acesso em 27 de maio de 2022.
PERRAULT, Charles. Contos de Mamãe Gansa. Tradução de Ivone C. Benedetti. São Paulo: LP&M, 2012.
RIBEIRO FILHO, P. C. “Contos de fadas: a esperança que ecoa do ‘Era uma vez...’: Entrevista com Jack Zipes”. In: Literartes, v. 1, n. 11, p. 13-26, 2019. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/literartes/article/view/165176. Acesso em 27 de maio de 2022.
RIBEIRO FILHO, P. C. “Marie-Catherine d’Aulnoy: a precursora de um gênero literário”. In: Revista Água Viva, v. 6, n. 2, 2021. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/aguaviva/article/view/38290. Acesso em de 27 maio de 2022.
SOUZA, B. C. B. “De Basile a Disney: uma comparação entre Sol, Lua e Tália e A Bela Adormecida”. In: Literartes, n. 2, p. 65-75, 2013. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/literartes/article/view/62360. Acesso em 27 de maio de 2022.

Programa

AULA 1 (01/08/2023) – Livros e Revolução: história e historiografia
Nesta aula de abertura, trataremos das transformações pelas quais o livro passou na
Europa Ocidental, tencionando reconstituir o incremento da produção e do comércio dos
impressos durante o século XVIII e debater a ampliação do público-leitor no período e
suas imbricações com os contextos revolucionários que se verificaram no continente.

AULA 2 (03/08/2023) – A Península Ibérica no circuito dos livros
Nesta segunda aula, abordaremos o status de Portugal e Espanha no amplo circuito dos
livros que se firma nos Setecentos europeu, procurando reconstituir os caminhos que as
obras percorriam, contemplando não só a entrada de livros estrangeiros na Península
Ibérica, como também esquadrinhando as condições que se impunham para que os
originais apresentados pudessem ser impressos no espaço metropolitano.

AULA 3 (08/08/2023) – Conexões entre a cultura impressa, os manuscritos e a
oralidade no Império Português

Neste terceiro encontro, exploraremos as relações que a cultura impressa estabeleceu
com a efetiva circulação de manuscritos, bem como sua interpenetração pela oralidade
no Império português no século XVIII, levando-se em conta os contatos que se
estabeleceram entre a cultura popular e a erudita.

AULA 4 (10/08/2023) – Os livros e as contestações coloniais: Minas Gerais, 1789; Rio
de Janeiro, 1794; Bahia, 1798; Pernambuco; 1817 Na aula de encerramento, serão discutidas as presenças dos livros no âmbito de
movimentos de contestação política que tiveram lugar na América portuguesa em fins do
século XVIII e início do século XIX. Com base nas pesquisas que se destinaram a
investigar as bibliotecas de letrados implicados nestes movimentos e trabalhando com as
possibilidades colocadas pelo campo da história da leitura, debateremos como os livros
podem ser objeto de estudo para a compreensão dos desafios que se colocavam para a
colônia naquele contexto revolucionário global.

BIBLIOGRAFIA

ABREU, Márcia. Os caminhos dos livros. Campinas: Mercado de Letras/ ALB; São Paulo:
Fapesp, 2003.
ABREU, Márcia; SCHAPOCHNIK, Nelson (org.) Cultura letrada no Brasil - objetos e
práticas. Campinas: Mercado de Letras/ ALB; São Paulo: Fapesp, 2005.
ALGRANTI, Leila Mezan. Livros de devoção, atos de censura – ensaios de história do livro e
da leitura na América Portuguesa (1750-1821). São Paulo: Hucitec, 2004.
ALVARENGA, Thábata de Araújo. Homens e livros em Vila Rica (1750-1800). Dissertação
(Mestrado em História Social). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas,
Universidade de São Paulo, São Paulo, 2003.
ANDRADE, Breno Gontijo. A Guerra das Palavras: Cultura oral e escrita na Revolução de
1817. Dissertação (Mestrado em História e Culturas Políticas), Faculdade de Filosofia e
Ciências Humanas, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2012.
BOMPARD, Jean-Jacques. Livreiros do Novo Mundo – de Briançon ao Rio de Janeiro.
Campinas, São Paulo: Editora da Unicamp, Edusp, Editora Unesp, 2021.
BOUZA, Fernando. Comunicação, conhecimento e memória na Espanha dos séculos XVI e
XVII. Cultura – Revista de História e Teoria das Ideias, Lisboa, v. 19, segunda série,
2002, p. 105-171.
BOUZA, Fernando; CARDIM, Pedro; FEROS, Antonio. (eds.) The Iberian World: 1450-1820.
London: Routledge, 2019.
BRAGANÇA, Aníbal; ABREU, Márcia (orgs.). Impresso no Brasil: dois séculos de livros
brasileiros. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, São Paulo: Editora da Unesp,
2010.
CAÑIZARES-ESGUERRA, Jorge. Como escrever a História do Novo Mundo – Histórias,
Epistemologias e Identidades no Mundo Atlântico do século XVIII. São Paulo: Edusp,
2011.
CHARTIER, Roger. A ordem dos livros. Leitores, autores e bibliotecas na Europa entre os
séculos XIV e XVIII. Trad. de Mary Del Priore. 2ª. Edição. Brasília: Editora Universidade
de Brasília, 1999.
_____. Origens culturais da Revolução Francesa. São Paulo: Editora Unesp, 2009.
_____. Editar e traduzir – mobilidade e materialidade dos textos (séculos XVI-XVIII). São
Paulo: Editora Unesp, 2022.
CONCEIÇÃO, Adriana Angelita da; MEIRELLES, Juliana Gesuelli. Cultura escrita em debate.
Reflexões sobre o império português na América - séculos XVI a XIX. Jundiaí, SP: Paco,
2018.
CURTO, Diogo Ramada [coord.]. Bibliografia da História do Livro em Portugal. Séculos XV a
XIX. Lisboa: Biblioteca Nacional, 2003.
_____. As gentes do livro. In ______; DOMINGOS, Manuela D.; FIGUEIREDO, Dulce;
GONÇALVES, Paula. As gentes do livro – Lisboa, século XVIII. Lisboa: Biblioteca
Nacional, 2007, p. 15-47.
_____. História política da cultura escrita. Estudos e notas críticas. Lisboa: Verbo, 2015.
DARNTON, Robert. A questão dos livros: passado, presente e futuro. São Paulo: Companhia
das Letras, 2010.
_____.Poesia e Polícia: redes de comunicação na Paris do século XVIII. São Paulo: Companhia
das Letras, 2014.

_____. Censores em ação: como os Estados influenciaram a literatura. São Paulo: Companhia
das Letras, 2016.
_____. Pirataria e publicação: o comércio de livros na era do Iluminismo. São Paulo: Editora
Unesp, 2021.
DELPIANO, Patrizia. La battaglia per la stampa nell’ età dei Lumi. Roma, Bari: Editori
Laterza, 2015.
DOMINGOS, Manuela. Livreiros de setecentos. Lisboa: Biblioteca Nacional de Portugal, 2000.
DUTRA, Eliana; MOLLIER, Jean-Yves (orgs.). Política, nação e edição: o lugar do impresso
na construção da vida política. Brasil, Europa e Américas nos séculos XVIII-XX. São
Paulo: Annablume, 2006.
FALCON, Francisco José Calazans. A época pombalina: política econômica e monarquia
ilustrada, São Paulo: Ática, 1982.
FALCON, Francisco José Calazans; RODRIGUES, Claudia. (orgs.). A “época pombalina” no
mundo luso-brasileiro. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2015.
FEBVRE, Lucien; MARTIN, Henri-Jean. O aparecimento do livro. São Paulo: Edusp, 2015.
FERRONE, Vincenzo; ROCHE, Daniel (dir.). Le monde des lumières. Paris: Fayard, 1999.
FIGUEIREDO, Luciano Raposo de Almeida. Revoluções atlânticas – rebeliões e ideias
políticas na formação das Américas portuguesa e inglesa, século XVII. Tese (Titular do
Departamento de História da Universidade Federal Fluminense), Niterói, 2017.
FRIEIRO, Eduardo. O diabo na livraria do cônego. 2. ed., Belo Horizonte, Itatiaia/São Paulo,
Edusp, 1981.
GASPAR, Tarcísio de Souza. Palavras no chão: murmurações e vozes em Minas Gerais no
século XVIII. São Paulo: Annablume, 2011.
GÓMEZ, Antonio Castillo (coord.). Historia de la cultura escrita – Del Próximo Oriente a la
sociedade informatizada. Gijón: Ediciones Trea, S.L., 2002.
GRANJA, Lúcia; Tânia de Luca (orgs.). Suportes e mediadores – a circulação transatlântica
dos impressos (1789-1914). Campinas: Editora da Unicamp, 2019.
GUEDES, Fernando. O livro e a leitura em Portugal. Subsídios para a sua história. Séculos
XVIII e XIX. Lisboa: ed. Verbo, 1987.
HESSE, Carla. Publishing and Cultural Politics in Revolutionary Paris, 1789 - 1810. Berkeley:
University of California Press, 1991.
______. Transformações econômicas na edição. In: DARNTON, Robert e ROCHE, Daniel
(orgs.) Revolução Impressa: a imprensa na França. 1775-1800. São Paulo: Edusp, 1996.
JANCSÓ, István. “A sedução da liberdade: cotidiano e contestação política no final do século
XVIII”. In: SOUZA, Laura de Mello e (org.). História da vida privada no Brasil –
Cotidiano e vida privada na América Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras,
1997.
KANTOR, Iris. Do dilúvio universal ao Pai Tomé – Fundamentos teológico-políticos e
mensuração do tempo na historiografia brasílica (1724-1759). Cultura – Revista de
História e Teoria das Ideias. Lisboa, vol. 24, 2007, p. 181-193.
______. Impressos Flamengos nas academias coloniais: leitores de Abraham Ortelius Justus
Lipsius na América portuguesa. In: STOLS, Eddy; THOMAS, Werner; KANTOR, Iris;
FURTADO, Júnia Ferreira. Um mundo sobre papel: Livros, gravuras e impressos
Flamengos nos Impérios Português e Espanhol (Sécs.XVI - XVIII). São Paulo:
Edusp/UFMG 2014.
LIMA, Luis Filipe Silvério; MACHEL, Marília de Azambuja Ribeiro (orgs.). Cultura letrada
no espaço euro-atlântico (sécs. XVI-XVIII). Recife: Editora UFPE, 2022.
LISBOA, João Luís & MIRANDA, Tiago C. P. dos Reis. A cultura escrita nos espaços
privados. In: MONTEIRO, Nuno Gonçalo (org.). História da vida privada em Portugal. A
Idade Moderna. Lisboa: Círculo de Leitores, 2011, p. 334-394.
MAGALHÃES, Pablo Antonio Iglesias . As servinas em Portugal: a rede comercial

intercontinental de livros impressos na Bahia colonial. Topoi (Rio J.) [online]. 2016.
vol.17, n.32, 223-256.
MAXWELL, Kenneth. (org.). O livro de Tiradentes: transmissão atlântica de ideias políticas
no século XVIII. São Paulo: Penguin Companhia das Letras, 2013.
MEIRELLES, Juliana Gesuelli. Política e cultura no governo de D. João VI: imprensa, teatros,
academias e bibliotecas (1792-1821). São Bernardo do Campo: Edufabc, 2017.
MONTEIRO, Rodrigo Bentes. O papel da cópia In: _____. Modernos em curso. Escritos e
imagens no tempo. Rio de Janeiro: Eduff/Ouro sobre Azul, 2022.
MORAES, Rubens Borba de. Livros e bibliotecas no Brasil colonial. 2ª edição. Brasília: Briquet
de Lemos, 2006.
MOREIRA, Marcello. Cultura escribal e o movimento sedicioso de 1798: A Pecia In:
ALGRANTI, Leila Mezan; MEGIANI; Ana Paula Torres. (orgs.). O Império por escrito:
formas de transmissão da cultura letrada no mundo ibérico, séc. XVI-XIX. São Paulo:
Alameda, 2009, p. 495-504.
MOTA, Carlos Guilherme. Ideia de revolução no Brasil (1789-1801): estudo das formas de
pensamento, São Paulo: Cortez, 1989.
NEVES, Guilherme P. C. P. das. De 1789 a 1798: Percursos da francesia na Bahia. Revista da
SBPH, vol. 18, 2000, p. 93-101.
NEVES, Lúcia Maria Bastos P. das (org.). Livros e impressos – retratos do Setecentos e do
Oitocentos. Rio de Janeiro: Eduerj, 2009.
OUTRAM, Dorinda. The Enlightenment. Cambridge: Cambridge University Press, 2013.
PAQUETTE, Gabriel. Imperial Portugal in the Age of Atlantic Revolutions: The Luso-Brazilian
World, c. 1770-1850. Cambridge: Cambridge University Press, 2013.
PONCIONI, Claudia; Orna Levin (orgs.). Deslocamentos e mediações: a circulação
transatlântica dos impressos (1789-1814). Campinas: Editora da Unicamp, 2019.
PUCHNER, Martin. O mundo da escrita – como a literatura transformou a civilização. São
Paulo: Companhia das Letras, 2019.
PUGA, Gabriel Torres. Opinión pública y censura en Nueva España. Indicios de un silencio
imposible (1767-1794). México: El Colégio de México/Centro de Estudios Historicos,
2010.
_____. Información manuscrita sobre la Revolución Francesa en la ciudad de México: el caso
Morel en 20/10. El mundo atlántico y la modernidad iberoamericana, México, RG
Medios, n. 2., dic., 2013, p. 285-295.
ROCHE, Daniel. O povo de Paris – ensaio sobre a cultura popular no século XVIII. São Paulo:
Edusp, 2004.
RODRIGUES, André Figueiredo. A fortuna dos inconfidentes – Caminhos e descaminhos dos
bens dos conjurados mineiros (1760-1850). São Paulo: Editora Globo, 2010.
_____. Inconfidência mineira – negócios, conspiração e traição em Minas Gerais. São Paulo:
Humanitas, 2020.
SÁNCHEZ-BLANCO, Francisco. El Absolutismo y las Luces en el reinado de Carlos III.
Madrid: Marcial Pons, 2002.
SILVA, Maria Beatriz Nizza da. Cultura letrada e cultura oral no Rio de Janeiro dos vice-reis.
São Paulo: Editora Unesp, 2013.
THOMPSON. John B. As guerras do livro – a revolução digital no mundo editorial. São Paulo:
Editora Unesp, 2021.
TUNA, Gustavo Henrique. Silva Alvarenga – Representante das Luzes na América Portuguesa.
Tese (Doutorado em História Social). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas,
Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009.
______. A construção das diferenças – Silva Alvarenga (1749-1814) e os limites de sua
condição de fiel vassalo de Sua Majestade. História (São Paulo), Assis, Unesp, vol. 33,
2017, p. 1-22.
______. Conjuração do Rio de Janeiro (1794). In: SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloisa

M. (org.). Dicionário da República. São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 60-66.
VILLALTA, Luiz Carlos. Usos do livro no mundo luso-brasileiro sob as luzes: reformas,
censura e contestações. Belo Horizonte, Fino Traço, 2015.
______. Os contrarrevolucionários de 1817 e suas apropriações da história: ‘os perigos das
Revoluções’. História (São Paulo), Assis, Unesp, vol. 33, 2017, p. 1-33.

Programa

Encontro 1 | 14 de agosto
Horário: 19 às 21:30h
Local: SESC Centro de Pesquisa e Formação (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - 4º andar. Bela Vista)
Conteúdo: introdução ao tema, a biografia de von Martius e o romance Frey Apollonio

Encontro 2 | 21 de agosto
Horário: 19 às 21:30h
Local: SESC Centro de Pesquisa e Formação (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - 4º andar. Bela Vista)
Conteúdo: Frey Apollonio – análise e interpretação

Encontro 3 | 28 de agosto
Horário: 19 às 21:30h
Local: SESC Centro de Pesquisa e Formação (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - 4º andar. Bela Vista)
Conteúdo: Frey Apollonio – montagem crítica

Encontro 4 | 11 de setembro
Horário: 19 às 21:30h
Local: SESC Centro de Pesquisa e Formação (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - 4º andar. Bela Vista)
(Participação da artista Frauke Zabel e/ou do Professor de Literatura Jörg Dünne)
Conteúdo: Introdução á segunda parte do seminário: Discutir a proposta de construir um
contra-arquivo sobre von Martius. Discussão crítica sobre produção, descolonização, e
reparação de Memórias, Arquivos, e Ecologias.


Encontro 5 | 18 de setembro
Horário: 19 às 21:30h
Local: SESC Centro de Pesquisa e Formação (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - 4º andar. Bela Vista)
Conteúdo: Introdução à métodos espaciais. Caminhar, mapear, escutar como métodos
reparativos.


Encontro 6 | caminhada “retraçando Martius” em SP
Datas: entre 16-26.09
Local: A definir (em São Paulo, p.e. Itaú Cultural, Jardim Botânico, e outros)


Encontro 7 | Simpósio “Martius Revisited”
Dias: 30. setembro e 01 outubro
Local: USP, Casa de Cultura Japonesa


Bibliografia


Ahmed, Sara. What's the use?: On the uses of use. Duke University Press, 2019.
Bolle, Willi. "From Ouro Preto to Diamantina: remaking Spix and Martius’ journey in 1818."
Pandaemonium Germanicum 21, no. 33 (2018): 16-35.
Cvetkovich, Ann, Ana Dragojlovic, and C. L. Quinan. "An Archive of Feelings@ 20: An
interview with Ann Cvetkovich." Memory Studies 16, no. 1 (2023): 140-145.
Ferdinand, Malcom. Uma ecologia decolonial: pensar a partir do mundo caribenho. Ubu Editora,
2022.
Gandy, Matthew. “Acoustic terrains: an introduction” In: Gandy, Matthew, and B. J. Nilsen. "The
acoustic city." (2014), p. 7ff.
Lisboa, Karen M. “Mediadores na viagem de Spix e Martius pelo Brasil: uma experiência de
travessia de culturas e transferência de saberes”. In Producción de saberes y transferencias
culturales: América Latina en contexto transregional (pp. 213-238). Iberoamericana Vervuert
( 2023).
Martius, Carl. Frei Apolônio: Um Romance do Brasil. São Paulo: Brasiliense (1992).
Nobre, Ana Luiza, and Sperling, David. “ground atlas.” you are here: the journal of creative
geography, 24 (2023) (special issue: counter/cartographies). School of Geography, Development
& Environment, University of Arizona (Tucson, AZ). https://youareheregeography.com/
Rohde, Katharina, and Kathrin Wildner. "Urban Citizen Walkers." sub\urban: 241.
Rothberg, Michael. Multidirectional memory. No. 119. Fondation Auschwitz et de la mémoire
d'Auschwitz ASBL, 2014.
Sedgwick, Eve Kosofsky. “Paranoid Reading and Reparative Reading, Or, You’re so Paranoid,
You Probably Think This Essay Is About You”, in: Touching, Feeling. Affect, Pedagogy,
Performativity, Durham: Duke 2003, 123-151.
Simpson, Audra. "On ethnographic refusal: Indigeneity,‘voice’and colonial citizenship."
Junctures: the journal for thematic dialogue 9 (2007).

Programa

Aula 1: Analogia e simbolização na matemática de Leibniz – Pedro Naccarato.
Aula 2: Origem das línguas e história dos povos segundo Leibniz – Pedro Naccarato.
Aula 3: Introdução à filosofia de Condillac – Danielly Santos
Aula 4: Conhecimento e linguagem – Danielly Santos
Aula 5: "Assim como a orelha escuta os sons, a alma escuta as ideias": possíveis diálogos entre Leibniz e Condillac. – Danielly Santos e Pedro Naccarato

 

Bibliografia:

Aula 1:
LEIBNIZ, G. W. O que é ideia. In Revista Conatus. v. 9. n. 18. dez/2015. pp. 57 – 60.
LEIBNIZ, G. W. La caractéristique géometrique. Paris: Vrin, 1995.

Aula 2:
LEIBNIZ, G. W. Novos ensaios sobre o entendimento humano. São Paulo: Editora Nova Cultural,
1996.
LEIBNIZ, G. W. L’harmonie des langues. Paris: Éditions du Seuil, 2000.

Aula 3:
CONDILLAC, Étienne Bonnot de. Ensaio sobre a Origem dos Conhecimentos Humanos. São Paulo:
UNESP, 2018.
DERRIDA, Jacques. L’Archéologie du Frivole. Paris : Galilée, 1990.

Aula 4:
CONDILLAC, Étienne Bonnot de. Arte de Escrever. São Paulo: UNESP, 2018.
DERRIDA, Jacques. L’Archéologie du Frivole. Paris : Galilée, 1990

Programa

01. A ascensão econômica da China e seu impacto na América Latina
Professor Responsável: Thomas Law  (07 de outubro- 9h-13h)

Justificativa: A transformação da China em uma potência econômica global alterou as dinâmicas comerciais e de investimento na América Latina, tornando-se seu principal parceiro comercial. Este tema explora os efeitos dessa relação assimétrica, porém bastante distinta se comparada a outras dinâmicas entre países desenvolvidos e em desenvolvimento.

Pontos de Análise
●    Principais produtos exportados da América Latina para a China: soja, minério de ferro, petróleo
●    Dependência da América Latina em relação ao mercado chinês: riscos e oportunidades
●    Empresas chinesas na América Latina: infraestrutura, energia e tecnologia
●    Diferenças no modelo de investimentos chineses e ocidentais
●    Bancos chineses na América Latina
●    Big Techs chinesas: caso especificio da Inteligencia Artificial
Bibliografia sugerida
●    Gallagher, K. P., & Porzecanski, R. (2010). The Dragon in the Room: China and the Future of Latin American Industrialization. Stanford University Press.
●    CEPAL. (2018). La Inversión Extranjera Directa en América Latina y el Caribe. Disponível em: https://www.cepal.org 
●    World Bank. (2021). China’s Economic Rise: History, Trends, Challenges, and Implications for the United States. Disponível em: https://www.worldbank.org 

02. Documentos sobre relações China-América Latina
Professor Responsável: Víctor Gabriel Rodríguez (14 de outubro, 9h-13h)

Justificativa
A análise de tratados, acordos bilaterais e marcos legais é fundamental para compreender a estrutura formal das relações entre a China e os países da América Latina. Esses documentos refletem os interesses mútuos e as áreas prioritárias de cooperação, como comércio, investimentos e infraestrutura.
Pontos de Análise
●    Principais tratados bilaterais Brasil-China
●    Acordos multilaterais CELAC – China Forum
●    Declarações dos líderes chineses sobre a relação com a América Latina
Bibliografia sugerida
●     Ellis, R. E. (2014). China on the Ground in Latin America: Challenges for the Chinese and Impacts on the Region. Palgrave Macmillan.
●    Acordos bilaterais disponíveis no site do Ministério das Relações Exteriores da China. Disponível em: https://www.fmprc.gov.cn 
●    Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). (2020). China-Latin America and the Caribbean: Opportunities for Trade and Investment. Disponível em: https://publications.iadb.org 
●    XI JINPING, Carry forward the spirit of the war to resist US aggression and Aid Korea in the Great Historic Struggle, in: In The Governance of China IV, Beijing: Foreign Languages Press Co. Ltd., 2022.
●    XI JINPING, Stay true to multilateralism and contribute to world prosperity. (nov. 2020, 12th Brics Summit). In The Governance of China IV, Beijing: Foreign Languages Press Co. Ltd., 2022.

03. Bancos de Desenvolvimento e a Cooperação China-América Latina: AIIB, Banco dos BRICS e Outros
Professores Responsáveis: Thomas Law, Víctor Rodríguez (21 de outubro, 9h-13h)
Justificativa
Os bancos de desenvolvimento desempenham um papel crucial no financiamento de projetos de infraestrutura e desenvolvimento na América Latina. Este tema explora o papel do Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (AIIB), sediado em Pequim, em comparação com o Banco dos BRICS (Novo Banco de Desenvolvimento - NBD) e outras instituições financeiras internacionais. O AIIB, liderado pela China, tem expandido sua atuação global, incluindo a América Latina, oferecendo uma alternativa aos bancos tradicionais como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A tendência desses bancos multilaterais de desenvolvimento é sempre ampliar-se.
Pontos de Análise
●    O papel do AIIB no financiamento de infraestrutura na América Latina
●    Comparação entre o AIIB e o Banco dos BRICS em termos de objetivos, estrutura e projetos financiados
●    A relação entre o AIIB e os bancos regionais, como o BID e a CAF (Corporação Andina de Fomento)
●    Os desafios e críticas relacionados à governança e transparência dessas instituições
Bibliografia sugerida
●    AIIB. (2022). Annual Report and Financial Statements. Disponível em: https://www.aiib.org 
●    Stuenkel, O. (2016). Post-Western World: How Emerging Powers Are Remaking Global Order. Polity Press.
●    NBD. (2022). Annual Report. Disponível em: https://www.ndb.int 
●    Gallagher, K. P., & Myers, M. (2021). China-Latin America Finance Database. Boston University Global Development Policy Center. Disponível em: https://www.bu.edu 
●    CEPAL. (2020). Financiamiento para el Desarrollo en América Latina y el Caribe. Disponível em: https://www.cepal.org.
 
04. Relações Brasil-China: Diplomacia e Relações com a China no governo brasileiro atual
Professor Responsável: Júlio César Suzuki e Suzana Silveira (28 de outubro, 9h-13h)
Justificativa
As relações entre Brasil e China têm se intensificado nas últimas décadas, tornando-se um eixo estratégico tanto para a política externa brasileira quanto para a chinesa. Durante os governos do Presidente Lula (2003-2010 e 2023-), essa relação ganhou destaque, com avanços significativos nas áreas de comércio, investimentos, cooperação tecnológica e diplomacia multilateral. Este tema explora a evolução dessa parceria, com foco no papel do Presidente Lula na aproximação bilateral e no fortalecimento dos BRICS.
Pontos de Análise
●    A política externa do governo Lula e a priorização das relações com a China
●    O aumento do comércio bilateral e os principais setores de cooperação (agropecuária, energia, tecnologia)
●    O papel do Brasil e da China nos BRICS e sua influência na governança global
●    Os desafios e críticas à relação bilateral, incluindo questões ambientais, dependência comercial e assimetrias
●    A retomada das relações bilaterais no terceiro mandato de Lula (2023-) e as perspectivas futuras
●    A política externa de Trump e os efeitos para a aproximação chinesa
Bibliografia sugerida
●    Vigevani, T., & Cepaluni, G. (2007). A Política Externa de Lula da Silva: A Estratégia da Autonomia pela Diversificação. Contexto Internacional.
●    Oliveira, H. A. (2018). China-Brazil Relations: From Strategic Partnership to Global Power Shift. Journal of Latin American Studies.
●    BRICS Policy Center. (2023). Relatório sobre as Relações Brasil-China no Governo Lula. Disponível em: https://www.bricspolicycenter.org 
●    CEPAL. (2022). As Relações Econômicas entre Brasil e China: Comércio e Investimentos. Disponível em: https://www.cepal.org 
●    Ministério das Relações Exteriores do Brasil (MRE). (2023). Declarações Conjuntas Brasil-China. Disponível em: https://www.gov.br/mre 

05. A Geopolítica da China: Estratégias, Disputas e Soberania marítima
Professor Responsável: Júlio César Suzuki (04 de novembro - 9h-13h))
Justificativa
A ascensão da China como potência global envolve uma estratégia marítima fundamental para sua segurança e projeção de poder. O controle de rotas estratégicas, como o Mar do Sul da China e o Estreito de Malaca, a militarização de ilhas artificiais e a política da “String of Pearls” refletem seu objetivo de consolidar influência no Indo-Pacífico. Questões pouco compreendidas no ocidente como as regiões de Taiwan e Hong Kong afetam diretamente sua política externa, enquanto a Rota Marítima da Seda, parte da Belt and Road Initiative (BRI), amplia sua presença na América Latina por meio de investimentos portuários.
Pontos de Análise
●    A geografia estratégica da China e sua relação com o poder marítimo
●    O conceito de First Island Chain e Second Island Chain
●    O Mar do Sul da China e o estreito de Malaca
●    A importância dos portos estratégicos e a política da 'String of Pearls'
●    Taiwan e Hong Kong: desafios de soberania e projeção de poder
●    Taiwan: histórico da separação e sua posição estratégica no Indo-Pacífico
●    A política de 'Uma Só China' e as implicações para a América Latina
●    Hong Kong: transição do domínio britânico para a administração chinesa e sua posição no comércio global
●    A militarização do Mar do Sul da China e suas implicações internacionais
●    Aquisição de infraestrutura portuária na Argentina, Brasil e Panamá
●    O papel da América Latina na estratégia global chinesa
Bibliografia sugerida
●    Cheng, J. Y. S. (2019). Multilateral Approach in China's Foreign Policy: An Assessment of the South China Sea Issue. Routledge.
●    Oliveira, Vagner Belarmino de, A evolução da estratégia naval da China nos últimos 40 anos, Caderno da Escola de Guerra Naval, Rio de Janeiro, v. 3, pp. 6-86, 2019.


06. Influência na América Latina: cultura, educação e diplomacia
Professor Responsável: Thomas Law, Victor Rodríguez (11 de novembro, 9h-13h))
Justificativa
A China tem expandido sua influência cultural e educacional na região, promovendo o ensino do mandarim, bolsas de estudo e centros culturais. Este tema analisa o soft power como ferramenta de aproximação, destacando suas estratégias, impactos e desafios.
Pontos de Análise
●    A estratégia de soft power da China na América Latina
●    Comparação com o soft power de outras potências, como os Estados Unidos e a União Europeia
●    Expansão dos Institutos Confúcio na América Latina: números, localização e objetivos
●    O papel dos Institutos Confúcio no ensino do mandarim e na difusão da cultura chinesa
●    Centros culturais e eventos de promoção da China
●    A criação de centros culturais chineses na América Latina
●    Eventos como o Ano da China na América Latina e festivais culturais
●    A utilização de mídias sociais e plataformas digitais para promover a cultura chinesa
●    Parcerias entre veículos de comunicação chineses e latino-americanos
●    A atuação da CCTV e da Xinhua na região
●    O sucesso da China em melhorar sua imagem: superar o ‘século da humilhação’
●    A reação de outros atores globais e regionais à expansão do soft power chinês
Bibliografia sugerida
●    ROUVINSKI, V., China’s soft power in Latin America, Diálogo Político, 1/2023, pp. 56-65
●    UNESCO. (2021). China’s Cultural Diplomacy in Latin America. Disponível em: https://www.unesco.org.
●    Hanban/Confucius Institute Headquarters. (2022). Annual Report on Confucius Institutes. Disponível em: http://www.hanban.org.
●    CEPAL. (2020). La Influência Cultural de China en América Latina. Disponível em: https://www.cepal.org.
●    Shambaugh, D. (2015). China’s Soft-Power Push: The Search for Respect. Foreign Affairs.
Bibliografia básica do curso:
XI JINPING, A governança da China IV, Beijing: Foreign Languages Press Co. Ltd., 2022.
RIVERO SOTO, VILLEGAS ARCE, Priscila, China y América Latina y el Caribe: relaciones multidimensionales y multinivel, Flacso, 2024 (descarga disponível na FLACSO)
LAW, Thomas, RODRÍGUEZ, Víctor, WU Wenfang (orgs), A consolidação legal das relações entre Brasil e China, SP: Ed. D’Placido/Ibrachina,  2023.
 

Programa

Aula 1 – Escrita acadêmica: o contexto de produção dos gêneros textuais pertencentes à esfera dos estudos universitários e à esfera da carreira acadêmica. Contexto de produção de um projeto de pesquisa; as partes nas quais ele se organiza; formulação dos objetivos e das perguntas de pesquisa.
 
Aula 2 – Características do contexto de produção de um congresso; características de resumo para congresso.
 
Aula 3 – O contexto de produção de uma comunicação oral; as principais características de uma comunicação oral; as partes nas quais ela se organiza; Características da comunicação oral; oral formal; produção de slides
 
Aula 4 – Apresentação dos alunos.
 
Metodologia:
Aulas interativas com leitura, discussões e produção textual; uso de vídeos que abordem os temas trabalhados na aula e a partir dos quais os alunos possam realizar produções escritas.
 
Bibliografia:
 
ECO, U. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2008. 21.edição.
MACHADO, A. R. ; LOUSADA, E. L. ; ABREU-TARDELLI, L. S. Resenha. São Paulo: Parábola, 2004a.
__________. Resumo. São Paulo: Parábola, 2004b.
__________. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola, 2005.
MOTTA-ROTH, D.; HENDGES, G. H. Produção textual na universidade. São Paulo: Parábola Editorial, 2010.
PERROTTA, C. Um texto para chamar de seu. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
 
 
Bibliografia para elaboração do curso:
 
BRONCKART, J.-P. Atividade de linguagem, textos e discursos: Por um interacionismo sócio-discursivo. São Paulo: Educ, 1999/2012.
DEZUTTER, O. et al. Se familiariser avec l’écriture des genres académiques, un défi pour les étudiants universitaires au Brésil et au Québec. CRIPFE, 2016 (Comunicação Oral).
DOLZ, J.; GAGNON, R. ; DECÂNDIO, F. Produção escrita e dificuldades de aprendizagem. Campinas: Mercado de Letras, 2010.
DOLZ, J. As atividades e os exercícios de língua: uma reflexão sobre a engenharia didática. DELTA, vol.32, no.1 , São Paulo jan./abr. 2016, p. 237-260.
FAYOL, M., SCHNEUWLY, B. La mise en texte et ses problèmes. In: J.-L. Chiss, J.-P. Laurent, J.-C. Meyer, H. Romian & B. Schneuwly. Apprendre/enseigner à produire des textes écrits : actes du 3e Colloque international de didactique du français, Namur 09-1986. Bruxelles : De Boeck, 1987. p. 223-239.
LEA, M. R.; STREET, B.V. Student writing in higher education: an academic literacies approach. Studies in Higher Education, v. 23, n. 2, p. 157-172, 1998.
LEITE, E. G.; LEITE, F. E. G. ; PEREIRA, R. C. M. A infraestrutura textual de resumos acadêmicos (abstracts) publicados em periódicos de literatura. Veredas (UFJF. Online), v. 17, p. 252-265, 2013.
LOUSADA, E.G.; DEZUTTER, O. Comment soutenir le développement des compétences en littératie académique en FLE : le cas de la rédaction du résumé et de la note de lecture. V SLPC, Universidade de São Paulo, 2016. (Comunicação oral).
LOUSADA, E.G.; DEZUTTER, O. La rédaction de genres universitaires : pratiques et points de vue d’étudiants universitaires au Brésil et au Québec. Le Français à l’Université, 21e année, numéro 01, 2016. Consultado em www.bulletin.auf.org/index.php?id=2219.
_________. Revisando o conceito de resumos. DIONISIO, A. P. ; MACHADO, A. R. ; BEZERRA, M.A. (Org.) Gêneros textuais e ensino. São Paulo : Parabola
MATENCIO, M. L. M. Referenciação e retextualização de textos acadêmicos: um estudo do resumo e da resenha. Texto publicado nos ANAIS DO III CONGRESSO INTERNACIONAL DA ABRALIN, março de 2003 (disponível no Site da ABRALIN).
MELO, L. C. ; GONÇALVES, A. V. ; SILVA, W. R. . Escrita Acadêmica na Escrita Reflexiva Profissional: citações de literatura científica em relatórios supervisionado. Bakhtiniana: Revista de Estudos do Discurso, v. 8, p. 95-119, 2013.
MIRANDA, F. O ‘resumo de comunicação’ como objeto de ensino. Raído, Dourados, MS, v.8 , n.16, jul./dez. 2014a, p. 33-55.
_______. “Contribuições para um modelo didático do gênero ‘resumo de comunicação’”, in Pereira, Regina Celi M. (org.). Ateliê de Textos Acadêmicos: didatização e construção de saberes. João Pessoa: Ideia Editora, 2014b, p. 273- 314.
MOTTA-ROTH, D. Comunidade acadêmica internacional? Multicultural? Onde? Como? In Linguagem & Ensino, Vol. 5, No. 2, 2002, p.49-65.
MUNIZ-OLIVEIRA, S. Os verbos de dizer em resenhas acadêmica e a interpretação do Agir verbal. Dissertação de mestrado. PUC: São Paulo, 2004.
RUSSELL, D. R. Activity Theory and Its Implications for Writing Instruction. In Reconceiving Writing, Rethinking Writing Instruction. Ed. Joseph Petraglia. Hillsdale, NJ: Erlbaum,1995.pp 51-78. Consultado em http://s3.amazonaws.com/academia.edu.documents/30609014/Russell-Activit…
SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. Gêneros Orais e Escritos na Escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004.

 

Programa

Conteúdo Programático:
1. Apresentação do curso:
1.1 Espírito crítico e formação em humanidades;
1.2 Espírito crítico e argumentação.
2. O fichamento de estrutura expositiva:
2.1 Fichamento expresso;
2.2 Fichamento detalhado;
2.3 Fichamento sintético.
3. Conclusão

Método:
Aulas expositivas, realização de fichamentos, discussões sobre as atividades.

Calendário do curso:

Aula 1
13/04 - Apresentação do curso; o papel formativo da leitura.
Apresentar o programa do curso;

Aula 2
15/04 Fichamento de estrutura expositiva; fichamento expresso.
Apresentar o fichamento de estrutura expositiva e seu primeiro momento: o fichamento expresso.

Aula 3
20/04 Fichamento expresso.
Discutir a atividade de fichamento expresso proposta.

Aula 4
22/04 Fichamento detalhado e fichamento sintético.
Apresentar o segundo e terceiro momentos do modelo de fichamento proposto: os fichamentos detalhado e sintético.

Aula 5
27/04 Fichamento detalhado e fichamento sintético.
Discutir a atividade de fichamento detalhado e sintético proposta.

Aula 6
29/04 Conclusão.
Retomar sinteticamente o percurso realizado; concluir a reflexão sobre o papel formativo da escrita; sanar dúvidas que tenham restado.

Bibliografia:

DE MARCO, Valéria; SACRINI, Marcus. Breves considerações sobre o curso “Práticas de Leitura e Escrita Acadêmicas em Humanidades”. Revista de Graduação USP, 1(1), 91-94.
DE MARCO, Valéria; SACRINI, Marcus. Reflexões sobre o aprendizado formal em Humanidades com base no projeto “Práticas de leitura e escrita acadêmicas”. Estudos Avançados, 32(93), 43-62.
KANT, Immanuel. Resposta à pergunta: O que é esclarecimento. In: MARÇAL, Jairo (Org.). Antologia de Textos Filosóficos. Curitiba: SEED – PR. 2009.
SACRINI, Marcus. Introdução à Análise Argumentativa. São Paulo: Paulus. 2016.
SACRINI, Marcus. Leitura e Escrita de Textos Argumentativos. São Paulo: Edusp. 2019.

Programa

– Aula 1 (08/02/2023) – Os primeiros livros de recontos folclóricos com ilustrações (1980-1985)
– Aula 2 (09/02/2023) – Ryu Jae-soo e a transmidiação nos primeiros livros ilustrados coreanos (1985-1990)
– Aula 3 (10/02/2023) – Exposições e internacionalização de ilustradores coreanos (1990-2000)


Referências
CHO, Eun-sook. A Study on the Meaning of The Story of Baekdu Mountain in Korean Picture Book History. Folktale
and Translation, Seoul, n. 37, p. 171-199, 2019a.
CHO, Eun-sook. A Study on the Relation of a Picture Book Illustrator and Social Conditions Before the 1990s.
Journal of Children’s Literature and Education, Seoul, n. 1, v. 17, p. 1-24, 2016.
CHO, Eun-sook. The history of Development for Korean Picture Books. Journal of Children’s Literature and
Education, Seoul, n. 2, v. 7, p. 113-151, 2006.
ELLESTRÖM, Lars. Transmedial Narration: Narratives and Stories in Different Media. Cham: Palgrave, 2019.
KIM, Jae-hyun; LEE, Hyun-jean. Picture books as Interactive Art. Journal of Basic Design & Art, Seoul, v. 19, n. 3, p.
69-83, jun. 2016.
KIM, Ji-eun. The Return of Oral Narratives in Picture Books and Children’s Literature of Digital Age. The Korean
Journal of Children’s Literature Studies, Seoul, n. 25, p. 325-361, 2019.
KIM, Kyung-hee. A Study on the System and Structure of Chosun Old Story Picture Book. Folktale and Translation,
Seoul, n. 35, p. 72-97, 2018.
KONG, Jeong-ja; SHIM, Won-sik. An Analysis of the Development of Picture Book Reviews in Korea. Journal of
Korean Library and Information Science Society, Gongju, v. 45, n. 4, p. 165-184, dec. 2012.
KWON, Hyug-jun. The reconsideration about the definition, scope, and the types of fantasy in children's literature.
The Korean Journal of Children’s Literature Studies, Seoul, n. 16, p. 5-42, may 2009.
KWON, Youngmin; FULTON, Bruce. What Is Korean Literature? Berkeley: Institute of East Asian Studies, 2020.
LINDEN, Sophie V. D. Para ler o livro ilustrado. Trad. Dorothée de Bruchard. São Paulo: Cosac Naify, 2011.
NIKOLAJEVA, Maria; SCOTT, Carole. Livro ilustrado: Palavras e imagens. Trad. Cid Knipel. São Paulo: Cosac
Naify, 2011.
PICTUREBOOK MUSEUM. History of picture books in Korea. Picturebook Museum. Seoul, 23 mai. 2016.
Disponível em: < http://picturebook-museum.com/user/community_01_d.asp?idx=13 >. Acesso em: 15 fev. 2022.

Programa

Encontro 1: Peter Huchel e a literatura da Alemanha Oriental
Encontro 2: Peter Huchel - Imigração interna e exílio
Encontro 3: Johannes Bobrowski e o imaginário da Lituânia Menor
Encontro 4: Johannes Bobrowski e as duas Alemanhas

Referências bibliográficas:

Bobrowski, J. Gesammelte Werke. Berlin: Union-Verlag, 1987.
______; HUCHEL, P. Briefwechsel. Ed.: Eberhard Haufe. Stuttgart: Klett-Cotta, 1993.
Egger, S. Dialog mit dem Fremden: Erinnerung an den "europäischen Osten" in der Lyrik Johannes Bobrowskis. Würzburg: Königshausen & Neumann, 2009.
Emmerich, W. Kleine Literaturgeschichte der DDR. Berlin: Aufbau-Taschenbuch-Verlag, 2000.
Huchel, P. Gesammelte Werke in zwei Bänden: Band 1 – Die Gedichte. Frankfurt am Main: Suhrkamp Verlag, 2007.
Minde, F. Johannes Bobrowskis Lyrik und die Tradition. Frankfurt am Main: Lang, 1981.
Siemes, C. Das Testament gestürzter Tannen: Das lyrische Werk Peter Huchels. Freiburg im Breisgau: Rombach, 1996.
Vieregg, A. Die Lyrik Peter Huchels: Zeichensprache und Privatmythologie. Berlin: Schmidt, 1976