Programa

Aula 1Teorias da tradução e mulheres: a tradução feminista como transdisciplina
- Ampliando a concepção de tradução: o legado das canadenses
- A tradutologia feminista transnacional

Aula 2 – Relações sociais na tradução: as mulheres e o trabalho
- Entre produção e reprodução: a divisão sexual do trabalho na tradução
- Gênero, raça e classe: a tradução no novelo das contradições sociais

Aula 3 – Presenças e ausências: mulheres tradutoras, mulheres (in)traduzidas
- Mulheres tradutoras na história – de Malinche ao século XXI
- A (falta de) tradução de mulheres – da literatura ao meio acadêmico

Aula 4 – Possibilidades de pesquisa: mulheres em tradução
- Estratégias de tradução: feministas: das escolhas lexicais aos paratextos
- Ocupando espaços periféricos/subalternos: do cyberfeminismo à literatura cartonera

Referências bibliográficas

ANZALDÚA, Gloria; MORAGA, Cherríe (Eds.). (1981). This bridge called my back: Writings by radical women of color. San Francisco: Persephone Press.
BHATTACHARYA, Tithi. O que é a teoria da reprodução social? Revista Outubro, n. 32, 2019.
BUZELIN, Hélène. Agents of Translation. In: Handbook of Translation Studies. Nova York/Amsterdam: John Benjamins, 2011.
CASTRO, Olga. (Re)examinando horizontes en los estudios feministas de traducción: ¿hacia una tercera ola? MonTI, 1, 59-86, 2009.
CASTRO, Olga. (Re-)examining Horizons in Feminist Translation Studies: Towards a Third Wave?/ (Re)examinando horizontes em los estudios feministas de tradución: ¿hacia uma terceira ola?. MonTI 1, 2009, p. 59-86. Disponível em: https://rua.ua.es/dspace/bitstream/10045/13037/1/MonTI_01_08_trans.pdf
CASTRO, Olga. Género y traducción: elementos discursivos para una reescritura feminista. Lectora, 14: 285-301, 2008
CHAMBERLAIN, Lori. Gender and Metaphorics of Translation. Vol. 13. Chicago: Journals, 1988. pp. 454-472. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/3174168?origin=JSTOR-pdf&seq=1
COSTA, Claudia de Lima; ALVAREZ, Sonia, E. A circulação das teorias feministas e os desafios da tradução. Revista Estudos Feministas, vol.21, n.2, 2013. pp.579-586.  DOI:10.1590/S0104-026X2013000200009 .
FLOTOW, Luise Von. Feminist Translation: Contexts, Practices and Theories. In: TTR 4:2, 1991. pp. 69-84. Disponível em: https://www.erudit.org/fr/revues/ttr/1991-v4-n2-ttr1475/037094ar.pdf
FLOTOW, Luise Von. Gender in Translation. In: Handbook of Translation Studies. Nova York/Amsterdam: John Benjamins, 2010.
FONSECA, L. C.; RAMOS SILVA, L. e SILVA-REIS, D. (Orgs.) (2020) Women and Translation in Latin America and the Caribbean, Mutatis Mutandis 13 (2), Universidade de Antioquia, Medelín, Colômbia.
FONSECA, L.C.; SILVA, L. R.; SILVA-REIS, D. (2020) Apontamentos basilares para o estudo da tradução feminista na América Latina. MUTATIS MUTANDIS, v.13, p.210 - 227. 
GODARD, Barbara. Theorizing Feminist Discourse/Translation. Tessera 6 (1989): 42-53.
KLAHN, Norma. Locating Women's Writing and Translation in the Americas in the Age of Latinoamericanismo and Globalization. In: ALVAREZ, Sonia E. et al. (eds.). Translocalidades/Translocalities: Feminist Politics on Translation in the Latin/a America. Durham: Duke University Press, Forthcoming.
MILLS, Sara. Third Wave Linguistic Feminism and the Analysis of Sexism. Discourse Analysis Online 2:1, 2003. Disponível em: http://extra.shu.ac.uk/daol/articles/open/2003/001/mills2003001-paper.h…
MILLS, Sarah. Third Wave Linguistic Feminism and the Analysis of Sexism. Discourse Analysis Online 2:1, 2003. Disponível em: http://extra.shu.ac.uk/daol/articles/open/2003/001/mills2003001-paper.h… Acesso em: 29 dez 2016
ROSAS, Cecília; BITTENCOURT, Juliana; IZIDORO, Leila Giovana e MACEDO, Shisleni de Oliveira. (2020). Conjurando traduções: a tradução coletiva de Caliban and the Witch ao português brasileiro como estratégia feminista transnacional. Mutatis Mutandis. Revista Latinoamericana de Traducción, 13 (1), 117-138. DOI: 10.27533/udea.mut.v13n1a06
SILVA-REIS, Dennys; FONSECA, Luciana C. Nineteenth-Century Women Translators in Brazil: from the novel to historiographical narrative. Revista Brasileira de Literatura Comparada, v. 20, n. 34, 2018 pp. 22-46 Disponível em: http://revista.abralic.org.br/index.php/revista/article/view/472/478
SIMON, Sherry. Gender in Translation. Londres e Nova York: Routledge, 1996.
SPIVAK, Gayatri. The Politics of Translation. In: VENUTI, Lawrence (ed.), The Translation Studies Reader. London. New York: Routledge, 2000.
VENTOSA, Carmen Francí. La feminización del ejercicio profesional de la traducción editorial: entre la precariedad y el entusiasmo. Transfer, vol. XV, n. 1-2, 2020.
WOLF, Michaela. Sociology of Translation. In: Handbook of Translation Studies. Nova York/Amsterdam: John Benjamins, 2016.
WOLF, Michaela. The emergency of a sociology of translation. In: WOLF, Michaela; FUKARI, Alexandra (eds.), Constructinf a Sociology of translation. Philadelphia/Amstedam: John Benjamins, 2007.

Programa

02 de agosto - Introdução à Pedagogia Histórico-Crítica e à Psicologia Histórico-Cultural
As categorias que compõem a pedagogia Histórico-Crítica: prática social, problematização, instrumentalização e catarse. Conceito de trabalho educativo e vivência. O planejamento do professor e tomada de consciência sobre a dimensão do conteúdo escolar. A formação de conceitos a partir da psicologia histórico-cultural. O trabalho educativo a partir do aspectos para o desenvolvimento humano: a) o encadeamento de conceitos; b) funções psíquicas superiores; c) a conscientização da própria atividade mental; d) a relação entre sujeito e conhecimento.

04 de agosto - Cartografia e formação de conceitos nos anos iniciais
A Cartografia no Ensino Básico. A Cartografia Escolar no Brasil: teoria e prática. A mediação na Psicologia Histórico-Cultural e na Pedagogia Histórico-Crítica. O mapa como instrumento de mediação. Cartografia Geográfica.

09 de agosto - Conceitos e planejamento na abordagem das temáticas físico naturais
A formação e o desenvolvimento dos conceitos na constituição da aprendizagem. A função da palavra na psicologia histórico-cultural como a expressão do pensamento e os conceitos geográficos e as estratégias do pensamento científico fundamentais para a interpretação da realidade. Relação entre os conceitos científicos e situações problematizadoras na construção do conhecimento geográfico. Aproximação entre a empiria e a generalização na formação do conhecimento geográfico. O planejamento do professor como instrumento cognitivo que expressa suas concepções de ciência e aprendizagem.

18 de agosto - Dimensões da prática docente
Processo de avaliação compartilhada entre os participantes do grupo, com o intuito de compreender como, a partir do cotidiano escolar, pode-se construir processos formativos de ensino-aprendizagem que articula conceitos, representação cartográfica e conhecimento geográfico. Neste processo, os participantes apresentarão suas reflexões e produções didáticas (projetos didáticos, plano de aula, mapas conceituais).

Referências bibliográficas:
ALMEIDA, R. D. Cartografia escolar e pensamento espacial. Goiânia: Signos Geográficos, v. 1, p. 2 -17, 2019.
DUARTE, Newton. Educação escolar, teoria do cotidiano e a escola de Vigotski. 2ª ed. Campinas: Autores Associados, 1999.
GALVÃO, Ana Carolina; LAVOURA, Tiago Nicola; MARTINS, Lígia Márcia. Fundamentos da didática histórico-crítica. Autores Associados, 2019.
GIRARDI, G. Funções de mapas e espacialidade: elementos para modificação da cultura cartográfica na formação em geografia. Revista Brasileira de Cartografia, Rio de Janeiro, n. 63/4, p. 861-876, Jul/Ago/2014.
MACEACHREN, A. M. How maps work: representation, visualization and design. New York: The Guilford press, 2004.
MARTINS, L. M. O desenvolvimento do psiquismo e a educação escolar: contribuições à luz da psicologia histórico-cultural e da pedagogia histórico-crítica. Campinas: Autores associados, 2015.
SAVIANI, D. Escola e Democracia. Campinas: Autores Associados.
SAVIANI, Dermeval. Pedagogia Histórico-Crítica: primeiras aproximações. 8a. ed. revista e ampliada. Campinas, SP: Autores Associados, 2003.
SAVIANI, D. O conceito dialético de mediação na pedagogia histórico-crítica em intermediação com a psicologia histórico-cultural. Germinal: marxismo e educação em debate, Salvador, v. 7, n. 1, p. 26-43, jun. 2015.
SCHNEUWLY, B; DOLZ, J. Gêneros orais e escritos na escola. Mercado de Letras, 2004.
SCHNEUWLY, B.; LEOPOLDFF MARTIN, I. . (2022). Vygotskij, o Trabalho do Professor e a Zona de Desenvolvimento Próximo. Educação & Realidade, 47.
SIMIELLI, M. E. R. Cartografia no Ensino Fundamental e Médio. In: CARLOS, A. F. A. (Org.). A Geografia na sala de aula. 2ed.São Paulo: Contexto, 2005, v. 1, p. 92-108.
VIGOSTKI, L. S. A construção do pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes. 2009.
VIGOTSKI, L. S. O pensamento do escolar. Tradução de Zoia Prestes e Lucas Gago Estevam. In: Paulino José Orso, Julia Malanchen, André Paulo Castanha, (Org.). Pedagogia histórico-crítica, educação e revolução. Campinas, SP: Armazém do Ipê, p. 207-224, 2017.
VIGOTSKI, Lev Semionovich. Sete aulas de L. S. Vigotski sobre os fundamentos da pedologia. Organização [e tradução] Zoia Prestes, Elizabeth Tunes; tradução Claudia da Costa Guimarães Santana. Rio de Janeiro: E-Papers, 2018.
WOOD, D.; FELS, J. The Natures of Maps: Cartographic Constructions of the Natural World. Cartographica. 43(3): 189-202, 2008.

Programa

1. Elaboração de diálogos completos usando diferentes tempos verbais.
2. Reforço da oralidade.
3. Verbos - infinitivos – verbos no presente, passado e futuro.
4. Reforço da parte escrita - elaboração de textos usando verbos nos três tempos verbais.
5. Leitura de textos
6. Preposições.
7. Situações do cotidiano e elaboração de diálogos correspondentes.
8. Revisão de verbos nas diferentes construções verbais no presente, no passado e no futuro.
9. Reforço do tempo futuro.
10. Músicas de Israel

Bibliografia

CHAYAT; ISRAELI & KOBLINER - Ivrit myn Haatchalá. Jerusalém, Academon, Ed. Universidade Hebraica de Jerusalém, Parte I, 2007.

ELIOR, Mika; DOLBERG, Lilach e RIVLIN, Tina – Ivrit Mibait Tov. Jerusalém, Haagaf Lechinuch mevugarim, 2004

GANENI, Nili e SHIMONI, Ruth – Ivrit Mibereshit. Holon, David Rachgold, 2005 – Volumes I e II

MAADIA, Meira – Leatsliach Beivrit – helek alef. Ramat Gan, Haagaf Lechinuch mevugarim, 2008

WAINBECH, Liora e LAUDAN, Edna – Et Laivrit. Tel Aviv, Matach, 1992

Programa

Aula 1: Introdução: Explicação de como vai funcionar o curso e um panorama do que será oferecido e o que se espera. Apresentação do povo Ovimbundu

Aula 2: Aspectos Culturais

Aula 3: Aspectos Linguísticos

Aula 4: Aspectos Sociais

Aula 5: Aspectos Políticos

Bibliografia:


ALVES, A. Dicionário etimológico bundo-português: ilustrado com muitos milhares de exemplos, entre os quais 2.000 provérbios indígenas, pelo P. Albino Alves. Lisboa, Tip. Silvas, 1951. [S.l.]: Centro Tip. Colonial, 1951. (Dicionário etimológico bundo- português: ilustrado com muitos milhares de exemplos, entre os quais 2.000 provérbios indígenas, pelo P. Albino Alves. Lisboa, Tip. Silvas, 1951, v. 1).
CHATELAIN, Heli. African Races. The Journal of American Folklore, Vol. 7, No. 27 (Oct.
- Dec., 1894), pp. 289-302. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/532721, acessado: 22- 09-2019 18:40 UTC.
CHILDS, Gladwyn Murray. UMBUNDU: kinship and Character. London: Oxford University Press for the international African Institute and the Witwatersrand University Press, 1949.
CHILDS, Gladwyn Murray. The Chronology of the Ovimbundu Kingdoms. The Jornal of the African History, Vol. 11, No. 2, Problems of African Chronology (1970), 241-248.
Dulley I. Chronicles of Bailundo: a fragmentary account in Umbundu of life before and after Portuguese colonial rule. Africa. 2021;91(5):713-741. doi:10.1017/S0001972021000553.
DULLEY I. DEUS É FEITICEIRO: prática e disputa nas missões católicas em Angola colonial. São Paulo: Annablume, 2010.
Iracema Dulley, «Cristianismo e distinção: uma análise comparativa da recepção da presença missionária entre os «Ovimbundu» e os «Ovakwanyama» de Angola», Mulemba [Online], 5 (9) | 2015, posto online no dia 28 novembro 2016, consultado o 29 maio
2025. URL: http://journals.openedition.org/mulemba/404; DOI: https://doi.org/10.4000/mulemba.404
NASCIMENTO, J. P. do. GRAMÁTICA DO UMBUNDU OU LÍNGUA DE BENGUELA. Lisboa: Imprensa Nacional, 1894.

Programa

Nas últimas décadas, conflitos étnicos e disputas religiosas configuram-se como uma das principais ameaças à paz e segurança internacionais. Assim como em outras regiões do globo, os conflitos contemporâneos nas ex-repúblicas soviéticas e no Oriente Médio, seus antecedentes, bem como as possíveis soluções para estas disputas são percebidos em termos etno-religiosos ou sectários. Nestas sociedades extremamente divididas frequentemente a partilha de poder ou territorial é entendida como a forma mais eficiente de dirimir conflitos e mobilizações étnicas e religiosas. Rupturas institucionais nesses contextos podem gerar ou aprofundar instabilidades tanto no âmbito da política doméstica quanto do Sistema Internacional – o conflito da Síria e a crise ucraniana reacenderam velhos antagonismos entre as principais potências, elevando o potencial de tensão aos patamares da Guerra Fria. Diante do exposto, à luz das Relações Internacionais e da Política Comparada, o curso buscará esclarecer as seguintes questões: de que modo conceitos como política étnica, nacionalismo, autoritarismo, representação identitária e sectarismo religioso relacionam-se entre si? Quais as vantagens e desvantagens das diferentes políticas étnicas e modalidades de partilha de poder? Quais as perspectivas de democratização em cenários conflitivos? Como princípios do Direito Internacional, como o direito à autonomia dos povos e o da soberania estatal, podem entrar em contradição? Análises de casos de duas das regiões com maior tensão geopolítica nos dias atuais complementarão as discussões teóricas. Espera-se que o curso desperte o interesse em pesquisas sobre identidade e política, campo ainda pouco explorado pela Ciência Política brasileira.
 
Módulo 1: Representação e Identidade
 
· AULA 1 - Identidade, Conflitos e Políticas Étnicas.
Etnicidade e nacionalismo;
Contradições de estados multinacionais, descolonização e a construção de estados nacionais (nation-building);
Democratização e conflitos étnicos em sociedades divididas;
Políticas étnicas – direitos linguísticos, autonomia territorial e cidadania;
Principais indicadores relacionados à diversidade étnica e conflitos;
Breve apresentação dos casos mais abordados pela literatura.
 
· AULA 2 - Política Identitária, Partilhas de Poder e Acomodação de Minorias.
A ascensão e relevância do debate cultural e identitário nas Relações Internacionais
Quando e como religião importa
Perspectivas críticas, sectarização de conflitos e Segurança Ontológica
Desenhos de partilha de poder em sociedades divididas e proteção de minorias
 
 
 
PARTE EMPÍRICA
Módulo 2: Estudos de Caso
 
· AULA 3 - Conflitos étnicos e separatistas no Espaço Pós-Soviético
Introdução – o etnofederalismo e o etnonacionalismo na União Soviética
Rússia – mobilizações étnicas e a guerra da Chechênia
Repúblicas da Ásia Central – sistema de clãs e a ameaça de conflito como sustentação de regimes autoritários
Geórgia, Moldávia e Azerbaijão – separatismos, estados não-reconhecidos e ambiguidades do Direito Internacional
Ucrânia – a questão da Crimeia e a nova Guerra Fria
Repúblicas Bálticas – a privação do direito de cidadania às minorias
 
· AULA 4 – Experiências de partilha de poder no Oriente Médio
O confessionalismo libanês: entre política e religião
Consociativismo liberal e corporativo
Partilha de poder no Iraque pós-2003
Debate sobre soluções propostas para guerra Síria e curdistão
 
 
 
Bibliografia principal
 
· AULA 1 - Identidade, Conflitos e Políticas Étnicas
 
MERKEL, Wolfgang & WEIFFEN, Brigitte. Does Heterogeneity Hinder Democracy? Comparative Sociology 11, 2012, p. 387–421.
SNYDER, Jack. Problems of Democratic Transition in Divided Societies. In: NARDULLI, P. (Org.). Domestic Perspectives on Contemporary Democracy. Urbana/Chicago: University of Illinois Press, 2008, p. 11–32.
VARSHNEY, Ashutosh. Ethnicity and Ethnic Conflict. In: BOIX, C. & STOKES, S., The Oxford Handbook of Comparative Politics. Oxford University Press, 2009.
 
· AULA 2 - Política Identitária, Partilhas de Poder e Acomodação de Minorias
 
HASHEMI, Nader; POSTEL, Danny (Org.). Sectarianization: Mapping the New Politics of the Middle East. London: Ed. C. Hurst & Co. 2017.
SHEIKH, Mona Kanwal. How does religion matter? Pathways to religion in International Relations. Review of International Studies, v. 38, n. 2, p. 365-392, 2012.
VALBJØRN, Morten. Still Dripping with Identity Politics? Beyond Classic Identity Politics: Three Ways of Discussing Identity Politics in the Study of International Relations of the New Middle East. Apsa Mena Politics Newsletter, v. 2, n. 1, p. 33-36, 2019.
 
· AULA 3 - Conflitos étnicos e separatistas no Espaço Pós-Soviético
 
BRUBAKER, Rogers. Nationalizing States Revisited: Projects and Processes of Nationalization in Post-Soviet States. Ethnic and Racial Studies 34, 2011, p.1785–1814.
HUGHES, James & Gwedolyn Sasse. Conflict and Accommodation in the Former Soviet Union: The Role of Institutions and Regime, Regional & Federal Studies, 11:3, 2001, 220-240.
SEGRILLO, A. O Declínio da URSS: Um estudo das causas. Rio de Janeiro: Editora Record, 2000. Capítulo: “O problema das nacionalidades na URSS”.
 
· AULA 4 – Experiências de partilha de poder no Oriente Médio
 
KHATIB, Lina. Sectarianism is not Part of Solution for Syria. Carnegie Middle East Center. Beirute, 13 maio 2015. Disponível em: http://carnegie-mec.org/2015/05/13/sectarianism-is-not-part-of-solution….
MAKDISI, Ussama. Reconstructing the nation-state: The modernity of sectarianism in Lebanon. Middle East Report 200, p. 23-30, 1996.
YOUNIS, Nussaibah. Set up to fail: Consociational political structures in post‐war Iraq, 2003–2010. Contemporary Arab Affairs, v. 4, n. 1, p. 1-18, 2011.
 
Bibliografia complementar
 
· AULA 1 - Identidade, Conflitos e Políticas Étnicas
 
ANDERSON, Benedict. Imagined communities: reflections on the origin and spread of nationalism. London - New York: Verso, 1991.
CONNOR, Walker. The National Question in Marxist-Leninist Theory and Strategy. Princeton: Princeton University Press, 1984.
FUKUYAMA, Francis. “Stateness” First. Journal of Democracy 16(1), 2005: 84-88.
GELLNER, E. Nationalism. London: Weidenfeld & Nicholson, 1997.
HOBSBAWM, E. Nations and Nationalism Since 1780: Programme, Myth and Reality. Cambridge, Cambridge University Press, 1990.
HOROWITZ, D. Ethnic Groups in Conflict. Berkeley: University of California Press, 1985.
_______________. Constitutional Design: Proposals Versus Processes. In REYNOLDS, A. (Org.). The Architecture of Democracy: Constitutional Design, Conflict Management, and Democracy. Oxford: Oxford University Press, 2002.
KYMLICKA, W. Multicultural Citizenship: A Liberal Theory of Minority Rights. Oxford: Oxford University Press, 1995.
LAKE, D., ROTHCHILD, D. (Org.). The International Spread of Ethnic Conflict: Fear, Diffusion, and Escalation. Princeton: Princeton University Press, 1998.
LIJPHART, Arend. Constitutional design for divided societies. Journal of democracy, 15(2), 2004, p. 96-109.
LINZ, J. & Alfred Stepan. Problems of Democratic Consolidation: Southern Europe, South America, and Post-Communist Europe. Baltimore: John Hopkins University Press, 1996.
MØLLER, Jørgen & Svend-Erik Skaaning (2011). Stateness first?, Democratization, 18:1, 1-24.
SAIDEMAN S.; LANOUE D.; CAMPENNI M.; STANTON, S. Democratization, political institutions, and ethnic conflict: A pooled time-series analysis, 1985–1998. Comp Polit Stud 35, 2002, p. 103-129.
SNYDER, J. From Voting to Violence: Democratization and Nationalist Conflict. New York: W. W. Norton, 2000.
STROSCHEIN, S. Ethnic Struggle, Coexistence, and Democratization in Eastern Europe. Cambridge: Cambridge University Press, 2012.
TILLY, Charles. Coercion, Capital and European States, Ad 990 –1992. Oxford: Blackwell Publishers, 1992.
VAN CREVELD, Martin. The Rise and Decline of the State. Cambridge: Cambridge University Press, 1999.
YACK, B. The Myth of the Civic Nation. Critical Review 10, Spring, 1996, p.193–211.
WEBER, Eugen. Peasants into Frenchmen: The Modernization of Rural France. Stanford, CA: Stanford University Press, 1976.
 
· AULA 2 - Política Identitária, Partilhas de Poder e Acomodação de Minorias
 
ANDEWEG, Rudy B. Consociational democracy. Annual Review of Political Science, v. 3, n. 1, p. 509-536, 2000.
BERNSTEIN, Mary. Identity politics. Annu. Rev. Sociol., v. 31, p. 47-74, 2005.
CAMMETT, Melani; MALESKY, Edmund. Power sharing in postconflict societies: Implications for peace and governance. Journal of Conflict Resolution, v. 56, n. 6, p. 982-1016, 2012.
CORSTANGE, Daniel. Ethnicity on the Sleeve and Class in the Heart: When Do People Respond to Identity and Material Interests?. British Journal of Political Science, v. 43, n. 4, p. 889-914, 2013.
EGEL, Daniel. Tribal heterogeneity and the allocation of publicly provided goods: Evidence from Yemen. Journal of Development Economics, v. 101, p. 228-232, 2013.
EHRLICH, Charles E. Democratic Alternatives to Ethnic Conflict: Consociationalism and Neo-Separatism. Brook. J. Int'l L., v. 26, n.2, p. 447-484, 2000.
HALLIDAY, Fred. The Middle East in international relations: power, politics and ideology. Cambridge University Press, 2005.
HEYES, Cressida. Identity Politics. The Stanford Encyclopedia of Philosophy (Fall 2018 Edition), Edward N. Zalta (ed.). Disponível em: https://plato.stanford.edu/archives/fall2018/entries/identity-politics/.
HOROWITZ, Donald. Ethnic Groups in Conflict. Berkeley: Univ of California Press. 1985.
KEITH, Michael; PILE, Steve (Ed.). Place and the Politics of Identity. Routledge, 2004.
LAPID, Yosef et al. (Ed.). The return of culture and identity in IR theory. Rienner, 1996.
PATEL, David S. Identity and Politics. In: ANGRIST, Michele Penner (Org.), Politics and Society in the Contemporary Middle East, Lynne Rienner Publishers, 2010, Cap 7.
SALLOUKH, Bassel; VERHEIJ, Renko. A. Transforming Power Sharing: From Corporate to Hybrid Consociation in Postwar Lebanon. Middle East Law and Governance, v. 9, n. 2, p. 147–173, 23 ago. 2017.
WEHREY, Frederic (Ed.) Beyond Sunni and Shia: The Roots of Sectarianism in a Changing Middle East. Oxford: Oxford University Press. First Edition. 2017.
WICKHAM, Carrie Rosefsky. Mobilizing Islam: Religion, activism, and political change in Egypt. Columbia University Press, 2002, cap. 1, 5-7
VAN SCHENDELEN, Rinus. The views of Arend Lijphart and collected criticisms. Acta Politica, v. 19, n. 1, p. 19-49, 1984.
Segurança Ontológica
MITZEN, Jennifer. Ontological security in world politics: State identity and the security dilemma. European journal of international relations, v. 12, n. 3, p. 341-370, 2006.
STEELE, Brent J. Ontological security in international relations: Self-identity and the IR state. Routledge, 2008.
 
· AULA 3 - Conflitos étnicos e separatistas no Espaço Pós-Soviético
 
BEISSINGER, M. A New Look at Ethnicity and Democratization. Journal of Democracy, 19, 3, 2008, p. 85-97.
BUNCE, V. The National Idea: Imperial Legacies and Post-Communist Pathways in Eastern Europe, East European Politics and Societies 19 (Summer 2005).
COLLINS, K. The Logic of Clan Politics: Evidence From the Central Asian Trajectories. World Politics 56, no. 2, 2004, p. 224–61.
CONNOR, W. The National Question in Marxist-Leninist Theory and Strategy. Princeton: Princeton University Press, 1984.
DARDEN, K., A. GRZYMALA-BUSSE. The Great Divide: Literacy, Nationalism, and the Communist Collapse. World Politics 59 (1), 2006, p.83–115.
KUZIO, Taras. The national factor in Ukraine's quadruple transition, Contemporary Politics, 6:2, 2000, 143-164.
LAITIN, D. (1995). Identity in formation: The russian-speaking nationality in the post-Soviet diaspora. European Journal of Sociology / Archives Européennes De Sociologie / Europäisches Archiv Für Soziologie, 36(2), 1995, 281-316.
LEVITSKY, S., WAY L. A. Competitive Authoritarianism: Hybrid Regimes after the Cold War. New York: Cambridge University Press, 2010.
LINZ, J.; STEPAN, A. Problems of Democratic Consolidation: Southern Europe, South America, and Post-Communist Europe. Baltimore: John Hopkins University Press, 1996.
PETERSON, J.; KUCK S. Civil War in Ukraine: Ethnic Conflict, Authoritarian Leadership, and Outside Involvement. Contemporary European Studies, 1/2014.
SCHATZ, Edward, 2004. Modern Clan Politics and Beyond: The Power of “Blood” in Kazakhstan. Seattle, WA: University of Washington Press.
SNYDER, J. From Voting to Violence: Democratization and Nationalist Conflict. New York: W. W. Norton, 2000.
TREISMAN, D. Russia’s "Ethnic Revival": The Separatist Activism of Regional Leaders in a Postcommunist Order. World Politics 49(2), 1997, p. 212—249.
TISHKOV, Valery. Ethnic Conflicts in the Former USSR: The Use and Misuse of Typologies and Data, Journal of Peace and Research, vol.36, no.5, 1999, p.571-591.
WAY, L. Pluralism by Default: Weak Autocrats and the Rise of Competitive Politics. Baltimore: Johns Hopkins University Press, 2015.
WAY, Lucan Ahmad & Adam Casey (2018). The structural sources of postcommunist regime trajectories, Post-Soviet Affairs, 34:5, 317-332.
 
· AULA 4 – Experiências de partilha de poder no Oriente Médio
BARRY, Brian. The Consociational Model and its Dangers. European Journal of Political Research, v. 3, n. 4, p. 393–412, 1975.
BRANCATI, Dawn. Peace by design: Managing intrastate conflict through decentralization. Oxford University Press, 2009, Introdução.
CAMMETT, Melani. Compassionate communalism: Welfare and sectarianism in Lebanon. Cornell University Press, 2014.
DALACOURA, Katerina. US democracy promotion in the Arab Middle East since 11 September 2001: A critique. International Affairs, v. 815, n. 5, p. 963-979, 2005.
HOROWITZ, Donald L. Making Moderation Pay: The Comparative Politics of Ethnic Conflict Management. In: Conflict and Peacemaking in Multiethnic Societies. J. Montville. Lexington, Massachusetts, Lexington Books, 1990, cap. 25 (pp. 451-475).
MAJED, Rima. In the Arab world, sectarianism is real, sects are not. Al Jazeera [online]. 16 oct. 2016. Disponível em: http://www.aljazeera.com/news/2016/10/arab-world-sectarianism-real-sect…. Acesso em: 15 maio 2017.
MAKDISI, Ussama. The Culture of Sectarianism: Community, History, and Violence in Nineteenth-Century Ottoman Lebanon. Los Angeles: University of California Press, 2000.
YAHYA, Maha. 2017. ‘The summer of our discontent: Sects and citizens in Lebanon and Iraq.’ Carnegie Middle East Center. [online]. 30 June. Disponível em: http://carnegie-mec.org/2017/06/30/summer-of-our-discontent-sects-and-c….
 

 

Programa

Aula 1 – 13 de abril
Na primeira aula, vamos contextualizar o debate em dois níveis. Primeiro, referindo autor e obra ao contexto de discussão em que ela foi escrita. Segundo, mostrando como o problema do conservadorismo se inscreve no interstício entre a sociologia do conhecimento e a sociologia política.
Aula 2 – 16 de abril
Nesta aula, vamos apresentar o primeiro capítulo do livro “Konservatismus” de Karl Mannheim. A discussão se concentrará nos aspectos teórico-metodológicos de seu trabalho.
Aula 3 – 20 de abril
Na terceira aula, vamos apresentar o segundo capítulo de “Konservatismus”: o conceito de conservadorismo, sua natureza, história, morfologia e a relação com o conceito de liberdade.
Aula 4 – 23 de abril
Dedicaremos a última aula a aplicar algumas das ideias desenvolvidas por Mannheim para pensar formas
contemporâneas do pensamento conservador. O conservadorismo segundo os conservadores clássicos e
contemporâneos: as ideias de E. Burke e de R. Scruton.

BIBLIOGRAFIA

Leitura recomendada
MANNHEIM, Karl (1986). “O pensamento conservador”. In: MARTINS, José de S. (Org.). Introdução critica à
sociologia rural. São Paulo: Hucitec, 1986. cap 3, p.77-131.

Bibliografia de apoio
BURKE, Edmund. (2001) Reflections on the Revolution in France, ed. J. C. D. Clark. Stanford, Calif. :Stanford
University Press. [em Português: Reflexões sobre a Revolução na França (1982). Coleção Pensamento Político (51). Brasília: Editora da UNB].
ESCORSIM NETTO, Leila. (2013) “O conservadorismo como objeto da sociologia do conhecimento (K. Mannheim)”. In: O conservadorismo clássico: elementos de caracterização e crítica. São Paulo: Cortez.
GARCÍA, José M. G. (1993), “Reflexiones sobre «El Pensamiento Conservador» de Karl Mannheim”. In: Revista española de investigaciones sociológicas, n. 62, p. 61-81.
FRISBY, David P. (1992). The alienated mind: the sociology of knowledge in Germany. Routledge: Londres.
LEPENIES, Wolf (1996). “O espírito alemão em perigo: E. R. Curtius, Karl Mannheim e T. S. Elliot”. In: As três
culturas. São Paulo: Edusp, pp. 309-328.
LONGHURST, Brian (1989). Karl Mannheim and the Contemporary Sociology of Knowledge. London: MacMillan Press.
MANNHEIM, Karl (1984). Korservatismus – Ein Beitrag zur Soziologie des Wissens (orgs. KETTLER, David; MEJA, Volker; STEHR, Nico). Frankfurt am Main: Surkhamp Taschebuch Wissenschaft. [Em inglês: (1986), Conservatism – A contribution to the sociology of Knowledge (orgs. KETTLER, David; MEJA, Volker; STEHR, Nico). Londres, Nova York: Routledge & Kegan Paul.]
MANNHEIM, Karl (1998). Ideology and Utopia (Routledge Classics in Sociology). Routledge. [Em português: (1968).
Ideologia e Utopia. Rio de Janeiro: Zahar.]
MANNHEIM, Karl (1927). “Das konservative Denken: soziologische Beiträge zum Werden des politisch-historischen Denkens in Deutschland”. In: Archiv für Sozialwissenschaft und Sozialpolitik, v. 57, pp. 68-142 (p. I) e 470-495 (p. II). [Em inglês: (1954) “Conservative thought”. In: Essays on Sociology and Social Psychology. Londres, Nova York: Routledge & Kegan Paul, pp. 74-164. Em francês: (2009). “La pensée conservatrice.” Éditions de la revue Conférence.]
MEJA, Volker, STEHR, Nico (orgs.) (2006). Der Streit um die Wissenssoziologie. Frankfurt am Main: Surkhamp Taschenbuch Wissenschaft.
NELSON, Rodney D. (1992). “The Sociology of Styles of Thought”. In: The British Journal of Sociology, vol. 43, no. 1, pp. 25-54.
NISBET, Robert (1952). Conservatism and sociology. American Journal of Sociology, 58(2), 167-175. [Em
Português: (1986) "As idéias-unidades da Sociologia; Conservadorismo e Sociologia." In: MARTINS, José de S. (org.). Introdução Crítica à Sociologia Rural (2ª edição). Universidade de São Paulo & Hucitec.
NISBET, Robert (1986). Conservatism: dream and reality. Transaction publishers. [Em Português: O
conservadorismo. (1987) Tradução M. F. Gonçalves de Azevedo. Lisboa: Editorial Estampa (Col. Temas de
Ciências Sociais)].
ROUVILLOIS, Frederic., DARD, Olivier., & BOUTIN, Christophe. (2017). Le dictionnaire du conservatisme. Les éditions du Cerf.
RINGER, Fritz (2010). “A sociologia da cultura e do conhecimento”. In: O declínio dos mandarins alemães. São Paulo: Edusp, pp. 384-397.
SCRUTON, Roger. (1980). The meaning of conservatism. Harmondsworth: Penguin Books. [Em Português: O que é conservadorismo? (2015). São Paulo. Ed É Realizações. Capítulos I e II, pp. 45-95.]
VILLAS BOAS, Glaucia (2006). A recepção da sociologia alemã no Brasil. Rio de Janeiro: Topbooks

Programa

Aula 1 - Métodos e Grafias em Arquivos (21/02/2024 – 15 às 17 horas)

BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos pessoais em face da teoria arquivística tradicional: debate com Terry Cook. In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro, n. 21, p. 201-207, 1998.
GALVÃO, Walnice Nogueira. A trajetória do acervo de Mário – Depoimento de Antonio Candido. In: Revista Teoria e Debate, Edição 108. São Paulo, 22 jan. 2013.
LIMA, Solange Ferraz de; CARVALHO, Vânia Carneiro de. Fotografias: usos sociais e historiográficos. In: PINSKY, Carla B.; LUCA, Tania R. (orgs). O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2013, p. 29 – 60.
LOPEZ, Telê Ancona. A criação literária na biblioteca do escritor. In: Ciência e cultura, revista da SBPC, v. 59, n. 1, 2007, p. 33 - 37.
MALATIAN, Teresa. Cartas: narrador, registro e arquivo. In: PINSKY, Carla B.; LUCA, Tania R. (orgs). O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2013, p. 195 – 222.

Aula 2 - A história dos estudos de marginália na Teoria Literária (22/02/2024 – 15 às 17 horas)

CESAR, Ana Cristina. Antigos e soltos: poemas e prosas da pasta rosa. Org. Viviana Bosi. 1a ed. São Paulo: Instituto Moreira Sales, 2008.
COSTA, Cristiane. A morte do autor. Um die-cut emerge do livro Os Sertões, de Euclides da Cunha, a partir de um exemplar com as rasuras, sublinhados e anotações de um leitor especial, o homem que o matou, o militar Dilermando de Assis. In: Tenso Diagonal, n.o 12, p. 82 – 99.
CUNHA, Maria Teresa. Diários pessoais: territórios abertos para a história. In: PINSKY, Carla B.; LUCA, Tania R. (orgs). O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2013, p. 251 – 279.
MORICONI, Italo. Ana Cristina Cesar: o sangue de uma poeta. 1a ed. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1996.

Aula 3 - O arquivo de Ana Cristina Cesar: revisões sobre a literatura brasileira (23/02/2024 – 15 às 17 horas)
CESAR, Ana Cristina. Inconfissões: fotobiografia de Ana Cristina Cesar. Organização e prefácio: Eucanãa Ferraz. Sao Paulo: Instituto Moreira Salles, 2016.
______. O poeta é um fingidor. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 30 abr., 1977. Suplemento Livro, p. 3.
CAMARGO, Maria Lucia de Barros. Atrás dos olhos pardos: uma leitura da poesia de Ana Cristina Cesar. Chapecó: Argos, 2003.
LEONE, Luciana María di. Não ter posição marcada: Ana C. nos anos 70. Remate de Males, Campinas, SP, v. 36, n. 2, p. 559-579, 2016.
ANDRADE, Mário. Aspectos da literatura brasileira. 6a ed. São Paulo: Martins, 1978.

Programa

1. Módulo - O problema do sujeito e da Verdade – Nietzsche e Foucault
Módulo de 4h dividido em duas aulas de 2h cada
1.1 A verdade
Este primeiro encontra tem como objetivo discutir a passagem metodológica em Foucault da arqueologia para a genealogia, a partir de seus apontamentos sobre Nietzsche.
Deste caráter metodológico pensaremos o problema fundamental da obra foucaultina que é: o problema da verdade.
1.2 O problema ontoepistemologico em Michel Foucault
Foucault e Descartes e o problema da Filosofia Moderna
O objetivo agora é pensar o problema do sujeito dentro da modernidade e de que forma ele estabelece um estatuto da verdade excludente. Pensar a questão dos jogos de verdade e a ficção.
Textos:
Sobre verdade e Mentira no Sentido extramoral – Nietzsche
A verdade e as formas jurídicas – Michel Foucault
Aurora – Nietzsche
Nietzsche, genealogia e história – Michel Foucault.
Meditações sobre Filosofia Primeira- René Descartes

2. Módulo – A guerra e a guerra civil – Foucault e Hobbes
Módulo de 4h dividido em 2h cada
O objetivo deste módulo é pensar o conceito de guerra em Michel Foucault a partir de suas análises sobre Hobbes. Para isso compreenderemos o problema do domínio e da resistência através da investigação da relação entre vida e obediência; os tipos de vida em Hobbes; e a defesa da civilização, sendo ela a vida capaz de se desenvolver e operar indústria.
2.1. Leitura das primeiras aulas do curso: A sociedade Punitiva. Leitura do capítulo XIII do Leviatã de Thomas Hobbes. Discussão sobre a questão da guerra e da guerra civil e dos tipos de vida em Hobbes.
2.2. Os tipos de Soberania em Hobbes e o problema da conquista para pensar os processos de Colonização, a partir da aula de 4 de Fevereiro de 1976 do Curso em Defesa da Sociedade de Michel Foucault.

Textos:
A sociedade Punitiva – Michel Foucault
Em Defesa da Sociedade – Michel Foucault
Leviatã – Thomas Hobbes

3. Módulo – A guerra, o biopoder e o racismo de Estado
Módulo de 4h dividido em 2h cada
Leitura do curso em Defesa da sociedade. Apresentação dos conceitos de disciplina e biopolítica em Michel Foucault e discussão do dispositivo central do funcionamento destes, isto é, o racismo de Estado.

3.1. Disciplina e Biopolítica, uma breve introdução dos conceitos na obra foucaultina. A administração do corpo e dos corpos. Breve apresentação do problema de: Vigiar e Punir, o trabalhador x o delinquente e os espaços disciplinares.
3.2. Biopoder, racismo de Estado e sociedade suicidária. Discutir a partir da última aula do curso em Defesa da Sociedade o que é o racismo de Estado? Do que se trata esta invenção ontoepistemologica? Diferenças entre racismo de estado e poder soberano. E por fim, o racismo de estado como máquina perpétua de morte para fazer a espécie viver.

Textos:
Vigiar e Punir – Michel Foucault
Em defesa da Sociedade – Michel Foucault

Bibliografia Principal:

CUNHA. GUINSBURG. ROMANO. Org. Descartes Obras escolhidas. ed. 1. Perspectiva. São Paulo, SP. 2010.
HOBBES. Leviatã: Ou matéria, forma e poder de um Estado eclesiástico e civil. ed. 1. Edipro. São Paulo-SP. 2019
FOUCAULT.«Il faut défendre la société» Cours au Collège de France (1975-1976). ed. 1. Gallimard Seuil1. France. 1997
___________.«La société punitive» Cours au Collège de France (1972-1973). ed. s/n. Gallimard Seuil1. France. 2013
___________. A verdade e as formas jurídicas. ed. 3. NAU Editora. Rio de Janeiro-RJ. 2013
___________. Em defesa da sociedade – Curso no Collège de France (1975-1976). ed. 2. WMF Martins Fontes. São Paulo-SP. 2021
___________. Microfísica do Poder. MACHADO (Org). ed. 1. Graal. Rio de Janeiro-RJ. 2011.
_____________. Sociedade Punitiva – Curso no Collège de France (1972-1973). ed. 1. WMF Martins Fontes. São Paulo. 2020.
____________. Vigiar e Punir – Nascimento da Prisão. ed. 40. Editora Vozes. Petrópolis-RJ. 2012.
NIETZSCHE. Obras incompletas. ed. Editora 34. São Paulo-SP. 2014
Bibliografia de Apoio
BATAILLE. O erotismo. ed. 2. Autêntica. Belo Horizonte-MG. 2021
CLAUSEWITZ. Da guerra. ed.3. WMF Martins Fontes. São Paulo. SP. 2020
DREYFUS. RABINOW. Foucault uma trajetória filosófica - para além estruturalismo e da hermenêutica. ed. 1. Editora Forense Universitária. Rio de Janeiro-RJ. 1995
LEBRUN. O que é o poder. ed. s/n. Brasiliense. São Paulo-SP. 1981
LEMKE. Biopolítica: críticas, debates, perspectivas. ed. 1. São Paulo-SP. 2018.
_______. Foucault – Governamentalidade e Crítica. ed. 1. Editora Filoófica Politeia. São Paulo-SP. 2017.
MACHADO. Ciência e Saber – trajetória da arqueologia de Michel Foucault. ed. 2. Graal. Rio de Janeiro-RJ. 1981
__________. Nietzsche e a verdade. ed. s/n. Graal. Rio de Janeiro-RJ. 1999
MORTON, SCARLETT. Foucault leitor de Nietzsche. In: Renato Janine Ribeiro. Org. Recordar Foucault. ed. 1. São Paulo-SP. Editora brasiliense, 1985
MOSÉ. Nietzsche e a grande política da linguagem. ed. 1. Vozes Noblis. Petrópolis-RJ. 2018
RIBEIRO. Carlos, Eduardo. Nietzsche, a genealogia, a história: Foucault, a genealogia e os corpos. Cad. Nietzsche. Guarulhos/Porto Seguro. v. 39, n. 2. p. 125-160. Maio/Agosto. 2018
RIBEIRO, Renato. 3 Hobbes: o medo e a esperança. In: Weffort, Francisco. Org. Os Clássicos da Política Maquiavel, Hobbes, Locke, Montesquieu, Rousseau, "Os federalista" Vol.1. São Paulo-SP. Ática, 2001
THOMPSON. A formação da classe operária inglesa 1 árvore da liberdade. ed. 13. Paz e Terra. Rio de Janeiro-RJ. 2022

Programa

O curso de língua e cultura galegas no nível básico abrange as 4 grandes destrezas clássicas (expressão oral e escrita, compreensão oral e escrita), também a interação comunicativa, a dimensão pragmática-cultural e a dimensão metafórica (o mundo simbólico, o imaginário dos jogos de palavras, etc.):

Tópico 1: O alfabeto. Letras e sons. Vogais abertas e pechadas. Prosódia e pronúncia do galego.
Tópico 2: Apresentação breve e simples da família e de outras pessoas, das condições de vida ou de trabalho, das atividades diárias, costumes, gostos e preferências, objetos e possessões.
Tópico 3: Cartas, catálogos, prospectos, menus de restaurantes, listas, horários, anúncios publicitários e artigos breves de carácter informativo.
Tópico 4: Informação e instruções de âmbitos como a hotelaria, a sanidade e a vida académica; identificação pessoal e professional.
Tópico 5: Interpretação eficaz do discurso para poder se enfrentar a necessidades concretas.
Tópico 6: Música, cinema, seriais e televisão de Galícia. O galego nas plataformas digitais.
Tópico 7: Numerais. O grupo nominal. O artigo. Os demonstrativos. Os possesivos. Os pronomes pessoais. Colocação dos pronomes átonos. Contrações. Comparações. Presente dos verbos. Relatar em passado. Imperativo afirmativo e negativo. Gerúndio. Particípio. Perífrases verbais simples.
Tópico 8: Expressar opiniões, sentimentos, desejos e preferencias; fazer sugestões.
5. Saber (dimensão pragmática, intercultural e sociolinguística):
Tópico 9: Mitologia, tradições, símbolos, festividades e principais escritores galegos. Emigração, diáspora e relação Galícia-Brasil hoje.
Tópico 10: Bilinguismo e diglossia, normalização e normativização. A construção da norma padrão.

Bibliografia:

Barreiro Fernandez, Xosé Ramón. 2007. Os símbolos de Galicia. Consello Cultura Galega.
Bermúdez, Ana; Colmenero, Antonio. 1999. Prácticas de lingua. Edicións do Cumio.
Callón, Carlos. 2012. Como falar e escribir en galego con corrección e fluidez. Xerais.
Chamorro, Margarita; da Silva, Ivonete; Núñez, Xaquín, 2008. Aula de Galego 1. Xunta de Galicia.
https://www.lingua.gal/c/document_library/get_file?file_path=/portal-li…
Corbacho Quintela, Antón. 2009. A aculturação e os galegos do Brasil: o vazio galeguista. Tese de doutorado. Universidade Santiago de Compostela.
Cuba, Xohán R.; Reigosa, Antonio; Miranda, Xosé. 2007. Dicionario dos seres míticos galegos. Xerais.
Mariño Paz, Ramón. 1998. Historia da lingua galega. Sotelo Blanco Edicións
Martínez Vilanova, Fernando. 1998. A pintura galega (1850- 1950). Xerais.

 

Programa

CONTEÚDO
1. Autoritarismo militar: a história do(s) choque(s)
2. Autoritarismo político: a revolução furtiva do neoliberalismo e os caminhos da desdemocratização
3. Autoritarismo punitivo: encarceramento em massa, segurança e controle social
4. Autoritarismo social: precarização do trabalho, desigualdade e violência econômica
5. Autoritarismo e subjetividade: investimentos em resiliência para uma abordagem segura de vida
6. Neoliberalismo progressista? Conservadorismo social e violência neoliberal de Reagan a Bolsonaro

PROGRAMA
Aula 01 - Autoritarismo militar: a história do(s) choque(s)
Indicações Principais:
KLEIN, Naomi. "Estados de choque: o nascimento sangrento da contra-revolução". Em: A Doutrina do Choque: a ascensão do capitalismo do desastre. São Paulo: Nova Fronteira, 2008, pp. 95-122.
Indicações Complementares:
DARDOT, Pierre. LAVAL, Christian. A nova razão do mundo: ensaio sobre a sociedade neoliberal. São Paulo: Boitempo, 2016.
GAGO, Verónica. “Introdução”. Em: Razão neoliberal: economias barrocas e pragmática popular. São Paulo: Elefante, 2018, p. 14-35.

Aula 02 - Autoritarismo político: a revolução furtiva do neoliberalismo e os caminhos da desdemocratização
Indicações Principais:
BROWN, Wendy. Undoing the demos: neoliberalism's stealth revolution. Nova Iorque (EUA): Zone Books, 2015.
DAGNINO, Evelina. Construção democrática, neoliberalismo e participação: os dilemas da confluência perversa. Política & Sociedade, 3(5), 139-164, 2004.
Indicações Complementares:
FOUCAULT, Michel. “Aula de 21 de março de 1979”. Nascimento da biopolítica, São Paulo: Martins Fontes, 2010.
RODRIGUEZ, Dylan. “The Political Logic of the Non-Profit Industrial Complex”. In: Incite! Women of Color Against Violence (Eds.). The Revolution Will Not Be Funded: Beyond the Non-Profit Industrial Complex. South End Press, 2007: 21-40.
BOURCIER, Sam. Homo Inc.Orporated: O triângulo e o unicórnio que peida. São Paulo: n-1 Edições. 2020.

Aula 03 - Autoritarismo punitivo: encarceramento em massa, segurança e controle social
Indicações Principais:
MINHOTO, Laurindo Dias. Foucault e o ponto cego na análise da guinada punitiva contemporânea. Lua Nova, 95, 2015, pp. 289-311.
ALEXANDER, Michelle. “O novo Jim Crow”. Em: A nova segregação: racismo e encarceramento em massa. São Paulo: Boitempo, 2017, pp. 257-306.
Indicações Complementares:
WACQUANT, Loïc. Forjando o estado neoliberal: trabalho social, regime prisional e insegurança social. Em: MALAGUTI BATISTA, Vera (org.). Loïc Wacquant e a questão penal no capitalismo neoliberal. Rio de Janeiro: Revan, 2012, p. 11-42.
SIMON, Jonathan. Governing through crime: how the war on crime transformed American democracy and created a culture of fear. London: Oxford University Press, 2007.
HARCOURT, Bernard E. Neoliberal penalty: a brief genealogy. Theoretical criminology, v. 14, 2010.
Documentário/Reportagem: Quanto mais presos, maior o lucro, de Paula Sacchetta. Realização: Agência Pública. Disponível em: < https://apublica.org/2014/05/quanto-mais-presos-maior-o-lucro >

Aula 04 - Autoritarismo social: precarização do trabalho, desigualdade e violência econômica
Indicações Principais:
HARVEY, David. A transformação político-econômica do capitalismo do final do século XX. Em: Condição pós-moderna. Tradução de Adail Ubirajara Sobral e Maria Stela Gonçalves. São Paulo: Edições Loyola, pp. 115-184.
Indicações Complementares:
CASTEL, Robert. As metamorfoses da questão social: uma crônica do salário. Petrópolis: Vozes, 2010, pp. 495-591.
ANTUNES, Ricardo. O privilégio da servidão. São Paulo: Boitempo, 2019.
Filme: GIG - A Uberização do trabalho, de Carlos Juliano Barros, Caue Angeli, Maurício Monteiro Filho. Realização: Repórter Brasil.

Aula 05 - Autoritarismo e subjetividade: investimentos em resiliência para uma abordagem segura de vida
Indicações Principais:
FOUCAULT, Michel. "Aula de 14 de março de 1979 - O neoliberalismo americano". In: Nascimento da Biopolítica. Tradução de Eduardo Brandão. São Paulo, Martins Fontes, 2008, pp. 297-328.
OLIVEIRA, Salete. Política e resiliência – apaziguamentos distendidos. Revista Ecopolítica, São Paulo, PUC-SP, n. 4, 2012, pp. 105-129. Disponível em: http://revistas.pucsp.br/index.php/ecopolitica/article/view/13067/9568.
Indicações Complementares:
RODRIGUES, Thiago. “Segurança planetária”. In: Ecopolítica. São Paulo: Hedra, 2020, pp. 187-219.
WALKER, Jeremy; COOPER, Melinda. Genealogies of Resilience From Systems Ecology to the Political Economy of Crisis Adaptation. Security Dialogue, Oslo, v. 14, n. 2, 2011, pp. 143-160. Disponível em:
https://www.researchgate.net/publication/258186723_Genealogies_of_Resil… .

Aula 06 - Neoliberalismo progressista? Conservadorismo social e violência neoliberal de Reagan a Bolsonaro
Indicações Principais:
BROWN, Wendy. Nas ruínas do neoliberalismo: a ascensão da política antidemocrática no Ocidente São Paulo: Politeia Filosófica, 2019, pp. 9-32, pp. 109-150.
COOPER, Melinda. Family Values: Between Neoliberalism and the New Social Conservatism. Nova Iorque, EUA: Zone Books, 2017, pp. 25-66.
FRASER, Nancy. Do neoliberalismo progressista a Trump - e além. Revista Política e Sociedade, Florianópolis, UFSC, n. 40, 2018, pp. 43-64.
Indicações Complementares:
DELLA TORRE, Bruna. A sagrada família: neoliberalismo e neoconservadorismo na extrema-direita hoje - entrevista com Melinda Cooper. Disponível em: < https://marxismofeminista.com/2020/06/30/a-sagrada-familia-neoliberalis… >
LACERDA, Marina Basso. O novo conservadorismo brasileiro: de Reagan a Bolsonaro. Porto Alegre:Editora Zouk, 2019, pp. 165-184.

INDICAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS:
BELL, E. Insisting on neoliberalism. The persistente influence of neoliberalism in contemporary penality. Delito y sociedad, v. 38, dez. 2014, pp. 50–62.
BROWN, Wendy. Undoing the Demos: Neoliberalism’s Stealth Revolution. New York: Zone Books, 2015.
COOPER, Melinda. Family values: between neoliberalism and the new social conservatism. New York: Zone Books, 2017.
DARDOT, Pierre; LAVAL, Christian. A nova razão do mundo: ensaio sobre a sociedade neoliberal. São Paulo: Boitempo, 2016a.
DAVIS, Angela. Estarão as prisões obsoletas? Rio de janeiro: Difel, 2018.
HARCOURT, Bernard E. The counterrevolution: how our government went to war against its own citizens. New York: Basic Books, 2018.
LEMKE, Thomas. Foucault, governamentalidade e crítica. São Paulo: Politeia, 2017.
MINHOTO, Laurindo Dias. Encarceramento em massa, racketeering de estado e racionalidade neoliberal. Lua Nova, 109, 2020, p. 161-190.
SPADE, Dean. Normal life: Administrative violence, critical trans politics, and the limits of law. Duke University Press, 2015.
STANLEY, Eric A.; SMITH, Nat. Captive Genders. Trans Embodiment and the Prison Industrial Complex, Oakland, AK Press. 2011.
WACQUANT, Loïc. As Prisões da miséria. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
_____. Punir os pobres: a nova gestão da miséria nos Estados Unidos – a onda punitiva. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Revan, 2007b.