Programa

 

Data

Conteudo da aula

07/08/23

Unidade 3: Vocabulario “familia” p68-70

10/08/23

Unidade 3: Gramática ”adjetivos” p71-73

14/08/23

Unidade 3: Vocabulario “adjetivos nacionais” p74-78

17/08/23

Unidade 3: Gramatica “verbos” p79-81

21/08/23

Unidade 3 - Revisão - Unidades 1-3

24/08/23

Unidade 4: Vocabulário Gramática “verbos” 86-90

28/08/23

Unidade 4: Vocabulário Gramática “plural”, p91-95

31/08/23

Unidade 4: Vocabulário “horas”, p98-102

04/09/23

Unidade 4: Gramatica “acusativo e verbos” 103-107

07/09/23

Feriado Independência do Brasil

11/09/23

Unidade 4: Revisão – Conversa p108-109

14/09/23

Unidade 5: Vocabulário “viagem” p110-114

18/09/23

Unidade 5: Gramática “subjuntivo” p115-118

21/09/23

Unidade 5: Vocabulário “viagem” p119- 125

25/09/23

Unidade 5:Gramatica “comparativo” p126-129

28/09/23

Unidade 5:Revisão – Conversa p130-131

02/10/23

Unidade 6: Vocabulario “casa” p132-135

05/10/23

Unidade 6: Gramática “adjetivos” p136-139

09/10/23

Unidade 6: Vocabulario “espaco” p140-143

12/10/23

Feriado Nossa Senhora Aparecida

16/10/23

Unidade 6: Gramatica “Imperativo” p144-147

19/10/23

Unidade 6: Conversa & Escrita-Revisão  p148-151

23/10/23

Unidade 7: Vocabulario “festas” p154-156

26/10/23

Unidade 7: Gramática “futuro simples” p157-161

30/10/23

Unidade 7:Vocabulario “festas” p162-167

02/11/23

Feriado Finados

06/11/23

Unidade 7: Gramática “pronomes pessoais” p168-171

09/11/23

Unidade 7: Conversa & Escrita p172-173

13/11/23

Revisão - tirar dúvidas

16/11/23

Emenda Feriado Proclamação da República

20/11/23

Feriado Dia da Consciência Negra

23/11/23

Avaliação

27/11/23

Correção da Avaliação e Feedback 

Programa

1. A África como totalidade continental
a. Fundamentos geológicos de uma unidade africana (e seus limites)
b. Invenções da África enquanto conceito/ideia/discurso
c. Construção política de uma unidade continental: da Organização da Unidade Africana (OUA) à União Africana (UA)

2. Regionalizações do continente africano
a. Regiões físico-naturais e suas dimensões socioculturais
b. África subsaariana e África do Norte: uma antiga (e polêmica) divisão
c. Regionalizações institucionais e blocos econômicos

3. A pertinência de estudar a escala nacional
a. Independências, fronteiras e Estados-nação africanos
b. Estado, regulação e contradição na África contemporânea
c. Estudos de caso: África do Sul, Angola, Etiópia, Marrocos, Moçambique e Nigéria

4. O urbano e o lugar na África
a. As origens coloniais das cidades africanas
b. Planejamento urbano e crescimento espontâneo no pós-independência
c. Metrópoles da África contemporânea

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

ARAÚJO, M. G. M.. Os espaços urbanos em Moçambique. GEOUSP – Espaço e Tempo, São Paulo, v. 7, n. 2 (14), p. 165-182, 2003.

BELLUCCI, B. Economia contemporânea em Moçambique: sociedade linhageira, colonialismo, socialismo, liberalismo. Rio de Janeiro : Educam, 2007.

CASTEL-BRANCO, C. N. Economic linkages between South Africa and Mozambique. Mimeo : Maputo, 2002

DEBRIE, J.; MAREÏ, N. Politiques territoriales et évolution des registres d’action de l’Etat au Maroc : une entrée para la logistique. L’Espace Politique, Reims, v. 36, n. 3, jul. 2018.

DIALLO, A. O. Integração Africana: da Organização da Unidade Africana à União Africana. Espaço Jurídico (UNOESC), Chapecó, v. 6, n. 1, p. 7-20, jan./jun. 2005.

DOPCKE, W. A vida longa das linhas retas: cinco mitos sobre as fronteiras na África Negra. Revista brasileira de política internacional, v.42, n.1, p. 77-109, 1999.

EDOZIE, R. K. The Sixth Zone: The African Diaspora and the African Union's Global Era Pan Africanism. Journal of African American Studies, v. 16, n. 2, p. 268-299, jun. 2012.

EKWE-EKWE, H. What is ‘Sub-Sahara Africa’?. West Africa Review, n. 11, 2007.

FERREIRA, P. Sahara Ocidental: conflito diplomático (1991-2010) e os presumíveis interesses do Marrocos. AFRICANA STUDIA, Porto, n. 29, p.11-29 2018.

FONSECA, M. P. Os Corredores de Desenvolvimento em Moçambique. AFRICANA STUDIA, Porto, n. 6, p. 201-230, 2003.

HAUGE, J.; CHANG, H.. The concept of a ‘Developmental State’ in Ethiopia. In: CHERU, F.; CRAMER, C.; OQUBAY, A. (eds.). The Oxford Handbook of the Ethiopian Economy. Oxford: Oxford University Press, 2019.

KAJULA, L.; CHACHAGE, C. Whither ‘Sub-Saharan Africa’ can we use the compass instead?. CODESRIA Bulletin Online, n. 14, set. 2022.

MACEDO, J. R. (org.) O pensamento africano no século XX. São Paulo : Outras Expressões, 2016.

MAREÏ, N.; DEBRIE, J.; LOMBARD, J. Sur la route des métropoles logistiques du Sud : L’exemple de Casablanca. Urbanités [en ligne], n. 11, fev. 2019.

MBEMBE, A. [2010]. Sair da grande noite. Ensaio sobre a África descolonizada. Petrópolis : Vozes, 2019.

MKANDAWIRE, T. Thinking about developmental states in Africa. Cambridge Journal of Economics, v. 25, n. 3, p. 289-314, mai. 2011.

MONIÉ, F. Petróleo, desenvolvimento e dinâmicas espaciais na África subsaariana In: MONIÉ, F.; BINSZTOK, J. (org.). Geografia e geopolítica do petróleo. Rio de Janeiro: Mauad X, 2012. p.201-236.

MUDIMBE, V. Y [1988]. A invenção da África. Gnose, filosofia e a ordem do conhecimento. Petrópolis : Vozes, 2019.

NGOENHA, S. Filosofia africana: das independências às liberdades. Maputo : Edições Paulistas, 1993.

OVADIA, J. S. The Petro-Developmental State in Africa. Making oil work in Angola, Nigeria, and the Gulf of Guinea. London : Hurst Publishers, 2016.

OUMA, S. The difference that ‘capitalism’ makes: on the merits and limits of critical political economy in African Studies. Review of African Political Economy, v. 44, n.153, p. 499-509, 2017.

RODNEY, W. Como a Europa subdesenvolveu a África. São Paulo : Boitempo, 2022.

RAIMUNDO, I. M.; RAIMUNDO, J. A. A migração moçambicana na África Austral: povoamento e formação de famílias transnacionais. In: ARROYO, M.; CRUZ, R. C. A. (org.). Território e Circulação: a dinâmica contraditória da globalização. São Paulo : Annablume, 2015.

SANTOS, K. L. Africano: uma introdução ao continente. Rio de Janeiro : Record, 2022.

SANTOS, M. [1996]. Da totalidade ao lugar. São Paulo: EdUSP, 2014.

_____. [1979]. Economia espacial. Críticas e alternativas. São Paulo : EdUSP, 2014.

_____. Sociedade e espaço: a formação social como teoria e como método. Boletim Paulista de Geografia, São Paulo, n. 54, p. 81-99, 1977

_____. A cidade nos países subdesenvolvidos. Rio de Janeiro : Civilização Brasileira, 1965.

_____. Marianne em preto e branco. Salvador : Progresso Editora, 1960.

SARR, F. Afrotopia. São Paulo : n-1 edições, 2019.

SINGER, P. A política econômica externa da África do Sul. In: GUIMARÃES, S. P. (org.). África do Sul: visões brasileiras. Brasília : IPRI/Fundação Alexandre de Gusmão, 2000.

WUBNEH, M. Addis Ababa, Ethiopia – Africa’s diplomatic capital. Cities, v. 35, p. 255- 269, dez. 2013.

Programa

Aula 1: Jogos Digitais enquanto objeto de estudo interdisciplinar.

Aula 2: Continuação.

 

Bibliografia:

ASSIS, Jesus de P. Artes do Videogame: conceitos e técnicas. São Paulo: Alameda, 2007.
BELLO, Robson Scarassati. O playground do passado: o videogame e a reificação da memória, do lúdico e do oeste americano (1971-2018). 2023. Tese (Doutorado em História Social) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2023.
CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Documento de área: interdisciplinar. Brasília, DF: CAPES, 2019. Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/INTERDISCIPLINAR.pdf.
DYER-WITHEFORD, Nick; DE PEUTER, Greig. Games of empire: Global capitalism and video games. Minneapolis: University of Minnesota Press, 2009.
HUIZINGA, J. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. Editora Perspectiva: São Paulo. 2000.
IVORY, James D. A brief history of video ames. In: KOWERT, Rachel; QUANDT, Thorsten (Ed.)., The Video Game Debate: Unraveling the Physical, Social, and Psychological Effects of Video Games. London: Routledge, 2015.
KONZACK, L. Rhetorics of computer and video game research. em WILLIAMS, J.P. & SMITH, J.H., The players’ realm: Studies on the culture of video games and gaming. London: McFarland and Company, Inc. 2007.
LIMA, Carmen Lúcia Castro. Cultura, economia criativa e a sociedade do conhecimento: notas sobre o segmento de jogos digitais. I Encontro Internacional de Cultura, Linguagens e Tecnologias do Recôncavo. 2017.
MURRAY, Janet. Hamlet no Holodeck: O Futuro da Narrativa no Ciberespaço. São Paulo: Itaú Cultural: Unesp, 2003.
NIEBORG, David B.; HERMES, Joke. What is game studies anyway?. European Journal of Cultural Studies, v. 11, n. 2, p. 131-147, 2008.
NIEBORG, D. B. Prolonging the Magic: The political economy of the 7th generation console game, Eludamos: Journal for Computer Game Culture, 8(1), pp. 47–63. 2014. doi: 10.7557/23.6155.
PEREIRA, S. K. O videogame como esporte: uma comparação entre esportes eletrônicos e esportes tradicionais. Monografia (Graduação em Comunicação) – Universidade de Brasília, Faculdade de Comunicação, Brasília, 2014.
WONG, Jackson. More Than Just A Game: The Labor and Employment Issues Within Esports, 11 UNLV Gaming L.J. 123. 2020.
WOODCOCK, Jamie. Marx no fliperama: videogames e luta de classes. Autonomia Literária: São Paulo. 2020

Programa

O curso permitirá o desenvolvimento de habilidades orais e escritas, visando a descrever lugares, viagens e livros. A partir desses eixos temáticos, serão revisados aspectos importantes para a comunicação oral e escrita, assegurando ao aluno maior confiança para se expressar corretamente em francês. Neste curso serão trabalhos os seguintes objetivos comunicativos e linguísticos, por meio dos gêneros textuais abaixo relacionados.

Objetivos comunicativos:
-Descrever lugares
-Relatar viagens
-Descrever livros, obras literárias
-Sintetizar conteúdos sobre livros e obras literárias

Objetivos linguísticos:
-Adjetivos qualificativos para descrever lugares
-Preposições de lugar
-Pronomes relativos
-Gêneros textuais:
-Resenha de livros
-Verbetes de guias de turismo
-Folhetos turísticos

Referências bibliográficas:
DOLZ, J. As atividades e os exercícios de língua: uma reflexão sobre a engenharia didática. DELTA: Documentação e Estudos em Linguística Teórica e Aplicada, [S. l.], v. 32, n. 1, 2016. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/delta/article/view/26773. Acesso em: 17 abr. 2025.
MAGNONI, L. T; LOUSADA, E. G. De la vie quotidienne à la vie universitaire: genres textuels pour l´ enseignement- apprentissage du français langue étrangère. Belo Horizonte, Editora UFMG, 2024.

Programa

CONTEÚDO:
- Introdução ao crioulo haitiano: história, cultura, expressões fáticas
- Aspectos fonético-fonológicos do crioulo haitiano
- Aspectos da morfossintaxe do crioulo haitiano
- Aspectos da sintaxe e da semântica verbal do crioulo haitiano
 
METODOLOGIA:
Aulas expositivas combinadas com exercícios que são resolvidos em sala.
 
BIBLIOGRAFIA:
ABOH, Enoch, e DEGRAFF, Michel. (2017). A Null Theory of Creole Formation Based on Universal Grammar. Oxford Handbooks Online.
DEGRAFF, Michel. 2007. Haitian Creole. In Comparative Creole Syntax: Parallel Outlines of 18 Creole Grammars, John Holm and Peter Patrick, eds., London: Battlebridge Publications (Westminster Creolistics Series, 7), 2007.
________________. 2017. La langue maternelle comme fondement du savoir: L’initiative MIT-Haïti: vers une education en créole efficace et inclusive. Revue transatlantique d’études suisses.
DEJEAN, Yves, 1983. Diglossia revisited: French and Creole in Haiti. Word, 34, 189-213.
HOLM, John. An Introduction to Pidgins and Creoles. Cambridge University Press, 2000.
LEFEBVRE, Claire. Creole genesis and the acquisition of grammar: the case of Haitian Creole. Cambridge, Cambridge University Press, 1998.
SILVA, Bruno Pinto. 2019. Afinal, o que são crioulos e pidgins? Texto apresentado para a conclusão da disciplina FLL 5087 - Contato de Línguas. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Departamento de Linguística, Universidade de São Paulo, São Paulo.
 
SITES DE APOIO:
Blog Aprenda Crioulo Haitiano: https://aprannkreyolayisyen.blogspot.com
Dicionário Crioulo Haitiano-Português: http://sites.google.com/view/dkaweb

 

Programa

1. Objetivo e justificativa
Este curso online tem por objetivo analisar e interpretar obras específicas da filmografia de Kleber Mendonça Filho, de maneira a investigar a hipótese de que as películas do diretor pernambucano apresentam como um eixo temático comum a apropriação de um passado histórico que irrompe no tempo presente das narrativas. Assim, eventos do passado impactam a vida dos personagens, direta ou indiretamente, sobretudo no que diz respeito à constituição das relações sociais, as quais aparecem marcadas por conflitos e pela violência. Para a realização da análise e da interpretação das obras, leva-se em consideração quais são os procedimentos formais que sustentariam esse eixo temático. Ou seja, investiga-se de que de maneira o som, a montagem cinematográfica e outras instâncias narrativas se articulam de forma a corroborar a temática discutida. O corpus a ser investigado é composto pelos longas-metragens O som ao redor (2013) e Aquarius (2016), dirigidos por Kleber Mendonça Filho, bem como por Bacurau, filme do diretor pernambucano e de Juliano Dornelles, lançado em 2019.

2. Ministrantes
Prof. Jaime Ginzburg – Professor Titular de Literatura Brasileira – DLCV
Profa. Ariadne Tadeu Pinheiro Arruda – Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Literatura Brasileira da FFLCH-USP
Prof. Vinícius da Cunha Bisterço - – Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Literatura Brasileira da FFLCH-USP

3. Cronograma

O curso terá duração de duas semanas, e as aulas serão realizadas duas vezes por semanas nos dias 13, 15, 20 e 22 de Outubro. As aulas terão duração de duas horas cada, e ocorrerão das 19h às 21h. Serão selecionadas sequências do filme para serem debatidas em sala, mas os filmes não serão exibidos integralmente. O acesso aos filmes será discutido na abertura do curso e as aulas serão relizadas via Google Meet. Segue abaixo uma projeção do funcionamento das atividades do curso:
• Aula 1 (terça-feira, dia 13 de Outubro): Apresentação de elementos introdutórios
• Aula 2 (quinta-feira, dia 15 de Outubro): Aula sobre o filme O som ao redor (Kleber Mendonça Filho, 2013)
• Aula 3 (terça-feira, dia 20 de Outubro): Aula sobre o filme Aquarius (Kleber Mendonça Filho, 2016)
• Aula 4 (quinta-feira, dia 22 de Outubro): Aula sobre o filme Bacurau (Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, 2019)

4. Objetivos

a) Apresentação de elementos introdutórios
Introduzir a posição de Kleber Mendonça Filho no cinema brasileiro contemporâneo e as linhas gerais de sua produção. Apresentar, com base em Anatol Rosenfeld e Ismail Xavier, entre outros autores, elementos teóricos sobre a narrativa cinematográfica.
b) O som ao redor
Analisar quais procedimentos formais são utilizados para indicar a incidência, no presente narrativo, de modos reelaborados de organização social herdados do sistema colonialista. Investigar a representação de núcleos urbanos enquanto localidades nas quais prevalecem conflitos e relações marcadas pela violência, bem como evidenciar as diferenças existentes entre espaço público e ambientes privados.
c) Aquarius
Identificar as relações entre o espaço e a memória, particularmente na maneira com que o reconhecimento do espaço pode suscitar a rememoração do passado. Investigar como existem marcas de segregação social sedimentadas no espaço. Analisar a relação da protagonista com a experiência contracultural brasileira dos anos 60.
d) Bacurau
Estabelecer um diálogo com Bacurau, - longa-metragem dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, de modo a evidenciar como o filme propõe uma representação da contemporaneidade brasileira em termos políticos e sociais. Discutir como a obra aborda a temática da violência a partir da presença do passado histórico no presente narrativo. Compreender como o passado é tomado também como fonte mobilizada para apontar caminhos de resistência política.

5. Material de referência

• OLIVEIRA, Graziele Rodrigues de. “Como contar uma história? – Alegoria e memória em O som ao redor”. Revista de Literatura, História e Memória. Cascavel, v.14, n.24, p.259-273, 2018.
• QUEIRÓZ, Carlos Eduardo Japiassú de; NÓBREGA, Maria de Lourdes Carneiro da Cunha. “Registros híbridos: uma análise da estrutura dos filmes O som ao redor e Recife frio, do diretor Kleber Mendonça Filho”. Revista Tempos e Espaços em Educação, São Cristóvão, Sergipe, Brasil, v. 10, n. 21, p. 77-98, jan./abr. 2017.
• RABELLO, Ivone Daré. “O Som ao redor: sem futuro, só revanche?”. Novos estudos – CEBRAP. São Paulo, n.101, p.157-173, Mar.2015.
Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-3300201500….
• ROSENFELD, Anatol. Cinema: arte & indústria. São Paulo: Perspectiva, 2002.
• SAMPAIO, Leon. “Casa grande e senzala na obra de Kleber Mendonça Filho: ressonâncias da tradição escravocrata e cenas do dissenso”. ENICECULT (2017): n. pág. Web. 7 Out. 2019
• SOUTO, Mariana. Infiltrados e invasores: uma perspectiva comparada sobre as relações de classe no cinema brasileiro contemporâneo. Tese (Doutorado em Comunicação Social) – Universidade Federal de Minas Gerais, 2016.
• SOUZA, Aline Aparecida de Souza. “A Recife como Mise en Scène na obra de Kleber Mendonça Filho”. Vozes e diálogos. Itajaí, v. 17, n. 01, jan./jun. 2018.
• XAVIER, Ismail, org. A experiência do cinema. Rio de Janeiro: Graal, 1983.
• XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico. A opacidade e a transparência. São Paulo, Paz e Terra, 2008.

Programa

O cenário caótico da condução das relações exteriores no Brasil tem suscitado intenso debate público sobre a política externa no país. Moldado como o ponta-de-lança de uma “cruzada antiglobalista”, o uso do Itamaraty por políticos e a competição entre o MRE e demais ministérios chocou muitos analistas. Ancorados em uma imagem de excelência da burocracia diplomática brasileira, muitos clamam por uma política externa “técnica” e “livre de ideologia”, a ser formulada pelo Itamaraty. Para além da conjuntura atual: será isso um cenário desejável ou mesmo possível? Como chegamos a essa situação?
O curso pretende discutir criticamente o “declínio” do MRE e os atores e processos envolvidos na produção da política externa brasileira, tendo como questões de fundo a ideia da política externa como política pública e a possibilidade de sua democratização. Para isso, será retomada a trajetória da política externa brasileira pela chave da transformação dos processos decisórios no tempo. Colocando o cenário contemporâneo em uma perspectiva mais ampla, deixando de lado particularidades do governo e da conjuntura atual, vislumbram-se processos mais profundos de transformação: a multiplicação de atores envolvidos com temas internacionais, o aumento do interesse social e político em questões de política externa e uma crescente insatisfação com a diplomacia tradicional.

Calendário e conteúdo das aulas

12/04 - Aula 1. O Itamaraty: decisor técnico e insulado?
Apresentação do curso e de conceitos básicos: o que é política externa, diplomacia como instrumento de política externa. O Itamaraty como ator excepcional e seu papel na formulação da política externa. Estrutura do serviço diplomático, insulamento burocrático e a trajetória histórica do MRE. As ideias clássicas de política externa no Itamaraty. O perfil dos diplomatas e a cultura “aristocrática” no Itamaraty.

14/04 - Aula 2. A Redemocratização e os novos atores: o insulamento questionado
Transformações no Estado brasileiro e nas relações internacionais nos anos 1990 e suas implicações para os processos decisórios em política externa. A multiplicação dos atores e a internacionalização das políticas públicas domésticas. Política burocrática e ministérios como atores internacionais. Discussão de estudos de casos selecionados.

16/04 - Aula 3. Os políticos e a política externa: tensões entre burocracia, sistema político e sociedade
O aumento do debate sobre política externa no Brasil e sua relevância na política doméstica. O presidente e o Congresso como atores de política externa. Movimentações da sociedade civil: o lobby de empresas, ONGs e outros grupos organizados. Embates entre lógica de decisão e concepções de política externa do MRE e da sociedade. Discussão de estudos de caso selecionados.

19/04 - Aula 4. Analisando a cena contemporânea: uma política externa “pós-diplomática”?
Retomada das transformações em curso na diplomacia e na forma da política externa, no Brasil e no mundo. Declínio dos ministérios de relações exteriores no mundo. A linguagem diplomática frente às mudanças tecnológicas e às pressões do público global. Limitações e benefícios da política externa “pós-diplomática”. Especificidades do Brasil atual. Discussões normativas: nesse contexto, qual a melhor forma de construir a política externa brasileira? Qual o papel de um ministério de Relações Exteriores hoje?

Referências Bibliográficas

ALLISON, G.T. Conceptual Models and Cuban Missile Crisis. The American Political Science Review, Volume 63, Issue 3, 1969.
CHEIBUB, Z. Diplomacia e construção institucional: o Itamaraty em perspectiva histórica. Dados, v.I, 28, n°1, 1985.
FARIA, C. A. P. de. O Itamaraty e a Política Externa Brasileira: do insulamento à busca por coordenação dos atores governamentais e de cooperação com os agentes societários. Contexto Internacional. Vol. 34, no 1, Rio de Janeiro, p. 311-355, janeiro/junho 2012.
FARIA, C. A. P. Opinião pública e política externa: insulamento, politização e reforma na produção da política
exterior do Brasil. Revista Brasileira de Política Internacional, v.51, n° 2, 2008.
LOPES, D. B. De-westernization, democratization, disconnection: the emergence of Brazil’s post-diplomatic foreign policy. Global Affairs, v.6, p.1-18, 2020.
LOPES, D.B. A política externa pós-diplomática. O Estado de São Paulo(Blog Gestão, Política e Sociedade), São Paulo, 2 de Março de 2017.
MILANI, C.R.S.; PINHEIRO, L. Política Externa Brasileira: os desafios de sua caracterização como política pública. Contexto Internacional. Vol. 35, no 1, Rio de Janeiro, janeiro/junho 2013, p. 11-41.

Programa

Cronograma
Aula 1.
Apresentação.
Introdução a Grande Sertão: Veredas. Contexto, surgimento e recepção.
Linhas de abordagem do romance: história, poética e filosofia.

Aula 2.
1ª parte do romance: discussão e sínteses parciais.

Aula 3.
2ª parte do romance: discussão e sínteses parciais.

Aula 4.
3ª parte do romance: discussão e síntese parcial.

Debate final.
Carga horária 10h
2as e 5as – 14h às 16h30
De 06 a 16/02/2023
80 vagas
Avaliação:
Frequência mínima: 75%
Entrega de atividade escrita.

Bibliografia
Obra literária:
ROSA, J. G. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: José Olympio, 1956.
Obras críticas (apoio):
ANDRADE, V. L. “Conceituação de jagunço e jagunçagem em Grande Sertão: Veredas.” In COUTINHO, E. F. Guimarães Rosa. Coleção Fortuna crítica. V. 6. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1983. 491-499.
ATRAVESSAR o Grande Sertão. Curso com José Miguel Wisnik. São Paulo: Atelier Paulista, 2022. Color. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=dV3ZDLYSnvY. Acesso em: 18 nov. 2022. (vídeo)
BOLLE, W. grandesertão.br: o romance de formação. São Paulo: Duas cidades; Ed. 34, 2004.
_. O sertão como forma de pensamento. Scripta, 2(3), 259-271. Belo Horizonte, PUCMinas, 1998.
CAMPOS, A. de. “Um lance de ‘Dês’ do Grande Sertão”. In COUTINHO, E. F. Guimarães Rosa. Coleção Fortuna crítica. V. 6. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1983. P. 321-349.
CANDIDO, A. “O homem dos avessos”. In IDEM. Tese e antítese. São Paulo: Ouro sobre Azul, 2017.
GALVÃO, W. N. “O certo no incerto: o pactário”. In COUTINHO, E. F. Guimarães Rosa. Coleção Fortuna crítica. V. 6. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1983. 408-421.
GARBUGLIO, J. C. O mundo movente de Guimarães Rosa. São Paulo, Ática, 1972.
HANSEN, João Adolfo. A imaginação do paradoxo. In: Floema. Ano II, n. 3, p. 103-108, jan./jun. 2006, pp. 103-8.
_. O O: a ficção da literatura em Grande sertão: veredas. São Paulo: Hedra, 2000.
LARA, C. de. Grande Sertão: Veredas – Processo de criação. Scripta, 2(3), 41-49. Belo Horizonte, PUCMinas, 1998.
LIMA, L. C. “O sertão e o mundo”. In IDEM. Por que literatura? Petrópolis: Vozes, 1966. 73-99.
LORENZ, Günter. “Diálogo com Guimarães Rosa”. In COUTINHO, E. F. Guimarães Rosa. Coleção Fortuna crítica. V. 6. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1983. P. 62-97.
MARTINS, N. S. O Léxico de Guimarães Rosa. São Paulo: Edusp, 2021.
NUNES, B. A Rosa o que é de Rosa: literatura e filosofia em Guimarães Rosa. São Paulo: Bertrand Brasil, 2013.
_. O mito em Grande Sertão: Veredas. Scripta, 2(3), 33-40. Belo Horizonte, PUCMinas, 1998.
PRADO JÚNIOR, Bento. O destino cifrado: linguagem e existência em Guimarães Rosa: alguns ensaios, São Paulo: Max Limonade, 1985.
RÓNAI, P. Rosa & Rónai: O universo de Guimarães por Paulo Rónai, seu maior decifrador. Org. Martins, Ana C. et alii. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2020.
RONCARI, L. Lutas e auroras: os avessos do Grande Sertão: Veredas. São Paulo: Editora UNESP, 2018.
ROSENBAUM, Y.. A Batalha Final: Riobaldo na encruzilhada dos Fantasmas. Literatura e Sociedade (USP), v. 1, p. 137-147, 2008.
SCHWARZ, R. “Grande sertão: a fala”. In IDEM. A sereia e o desconfiado. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1965.
STARLING, H. M. M. (1998). O sentido do moderno no Brasil de João Guimarães Rosa - veredas de politica e ficção. Scripta, 2(3), 138-146. Belo Horizonte, PUCMinas, 1998.
UTÉZA, F. JGR: metafísica do Grande Sertão. São Paulo: EdUSP, 2016.
_. Realismo e transcendência: o mapa das minas do grande sertão. Scripta, 2(3), 127-137. Belo Horizonte, PUCMinas, 1998.

Programa

Aula 1 (20/02/2024) – Introdução ao Tratado da Emenda do Intelecto:
1. Apresentação da filosofia de Espinosa e de suas obras;
2. Apresentação do Tratado da Emenda do Intelecto;
3. Publicação e estabelecimento do texto;
4. Datação;
5. Inacabamento;
5. Objetivo da obra;
6. Estrutura.

Aula 2 (22/02/2024) – Explicação da resolução de buscar um bem verdadeiro e exposição da primeira etapa dessa resolução:
1. O recurso à experiência;
2. Os requisitos de um bem verdadeiro;
3. O estatuto de resolução;
4. A primeira etapa: a renúncia de um bem certo por um bem incerto.

Aula 3 (27/02/2024) – Explicação das reviravoltas do processo de resolução
1. A segunda etapa: a renúncia de um bem incerto por sua natureza por um bem certo por sua natureza, mas incerto por sua obtenção;
2. A terceira etapa: a renúncia de um mal certo por um bem certo.

Aula 4 (29/02/2024) – Conclusão da processo de resolução e discussão de duas interpretações
1. A conciliação de bens incertos com a busca por um bem verdadeiro;
2. O relato de conversão;
3. A medicina da mente.

BIBLIOGRAFIA

I. Bibliografia primária – traduções da obra de Espinosa para a língua portuguesa
______. (1973). Tratado da Correção do Intelecto. Tradução e notas de Carlos Lopes de Matos. Coleção Os Pensadores, contendo também Pensamentos Metafísicos, Ética, Tratado Político e Correspondência. São Paulo: Abril Cultural.
______. (1987). Tratado da Reforma do Entendimento. Introdução e notas de A. Koyré. Tradução da edição francesa por Abílio Queirós. Lisboa: Edições 70.
______. (2004). Tratado da Reforma da Inteligência. Tradução, introdução e notas de Lívio Teixeira. São Paulo: Martins Fontes.
______. (2014). Tratado da Correção do Intelecto. Obra Completa I. Tradução de J. Guinsburg e Newton da Cunha. Organização de Roberto Romano. São Paulo: Editora Perspectiva.
______. (2015). Tratado da Emenda do Intelecto. Edição em latim e em português. Tradução de Cristiano Novaes de Rezende. Campinas: Editora UNICAMP
______. (2023). Tratado da Emenda do Intelecto. Contendo também a Correspondência completa entre Espinosa, Tschirnhaus e Schuller e outras cartas conexas; A medicina da mente por E. W. von Tschirnhaus. Tradução de Samuel Thimounier. Prefácio, tradução, introdução e posfácio de Cristiano Novaes de Rezende. Revisão técnica de Luís César Oliva. Belo Horizonte: Autêntica Editora.

II. Bibliografia secundária – obras de introdução à filosofia de Espinosa
BARTUSCHAT, Wolfgang. (2010) Espinosa. Introdução. Porto Alegre: Editora Artmed.
CHAUI, Marilena. (1995). Espinosa, uma filosofia da liberdade. São Paulo: Editora Moderna
DELBOS, Victor. (2002). O espinosismo. São Paulo: Discurso Editorial.
DELEUZE, Gilles. (2002). Espinosa, filosofia prática. São Paulo: Editora Escuta.
RAMOND, Charles. (2010) Vocabulário de Espinosa. São Paulo, WMF Martins Fontes.
SCALA, André. (2003). Espinosa. São Paulo, Estação Liberdade.
TEIXEIRA, Lívio (2001). A doutrina dos modos de percepção e o conceito de abstração na filosofia de Espinosa. São Paulo: Editora Unesp.

Programa

Aula 1. 07/02/2025 – Boas-vindas: Ser ou Estar professor de espanhol

Aula 2. 10/02/2025 – Cartazes da Guerra Civil Espanhola - Leitura de Imagens e Cultura Visual

Aula 3. 12/02/2025 – Multiletramentos e Leitura de Imagens

Aula 4. 14/02/2025 – Aprendizagem com base em projetos e tecnologias

Aula 5. 17/02/2025 – Ensino de Espanhol para a Proficiência de Surdos

Aula 6. 19/02/2025 – Encerramento: Integração de Práticas e Reflexões no Ensino de Espanhol

Referências

CALVO, Alfredo Hernando. Viagem à escola do século XXI: assim trabalham os colégios mais inovadores do mundo. São Paulo: Fundação Telefônica Vivo, 2016. Disponível em: http://fundacaotelefonica.org.br/wp-content/uploads/pdfs/04-11-16-viage… Acessado em setembro de 2024.
DONDIS, D. A. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
GOLDSTEIN, Ben. El uso de imágenes como recurso didáctico. 1. ed. Madrid: Cambridge University Press, 2013.
GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola, 2009. Disponível em: https://pdfcoffee.com/livro-libras-que-lingua-e-essa-pdf-free.html
HERNÁNDEZ, Fernando. ¿De qué hablamos cuando hablamos de Cultura Visual?. Educação & Realidade, [S. l.], v. 30, n. 2, 2010. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/view/12413. Acesso em: 6 maio. 2024
HERNÁNDEZ, Fernando. Catadores da Cultura Visual. Proposta para uma nova narrativa educacional. Porto Alegre: Mediação, 2007.
HERNÁNDEZ, Fernando. La cultura visual en los procesos de documentación sobre cómo los jóvenes aprenden dentro y fuera de la escuela secundaria - DOI 10.5216/vis.v11i2.30686. Visualidades, Goiânia, v. 11, n. 2, 2014. DOI: 10.5216/vis.v11i2.30686. Disponível em: https://revistas.ufg.br/VISUAL/article/view/30686. Acesso em: 6 maio. 2024.
JOLY, M. Introdução à análise da imagem. São Paulo: Papirus, 1996.
KALANTZIS, M.; COPE, B.; PINHEIRO, P. Letramentos. Campinas: Editora da Unicamp, 2020.
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MAYRINK, Mônica, F., O; ALBUQUERQUE-COSTA, H. Ressignificando como tecnologia para a aprendizagem e o conhecimento (TAC) e para o empoderamento e participação (TEP). In: ROCHA, N.; RODRIGUES, A.; CAVALARI, S. (Org.). Novas práticas em pesquisa sobre a linguagem: rompendo fronteiras. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2018.
MIRZOEFF, Nicholas. Una introducción a la cultura visual. Londres: Paidós, 2003.
MOLES, Abraham Antoine. O cartaz. São Paulo: Editora Perspectiva, 1974.
ROCHA, R. Estratégias de escrita por alunos surdos no contexto de ensino: aprendizagem de espanhol como L3. Dissertação (mestrado) – Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-graduação em Linguística, Florianópolis, 2014. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/132437
SAMAIN, Etienne (org). Como pensam as imagens. Campinas, SP: Ed. da Unicamp, 2012. 239 p.
SANTAELLA, Lucia. Leitura de imagens. 1. ed. São Paulo: Editora Melhoramentos, 2012.
SANTAELLA, Lucia. Semiótica aplicada. 1. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
SBARAI, Tiago Rodrigues. Turismo Sp: competências e recursos tecnológicos no desenvolvimento de um projeto de língua espanhola no Ensino Fundamental. Dissertação de mestrado. Programa de Pós-graduação em Língua Espanhola e Literaturas Espanhola e Hispano-americanas da USP. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8145/tde-21092020-202844/p… Acessado em abril de 2024.
ROJO, R.; MOURA, E. (Orgs.) Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola, 2012.
ROJO, R.; MOURA, E. Letramentos Mídias Linguagens. 1º ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2019.