Programa

Módulo 2
Revisão do Módulo 1
- Números
- Cumprimentos
- Presente Contínuo
- Sufixos de casos dativo, ablativo e locativo
- Sufixos de direção
- Sufixos de localização
- Sufixos de procedência
- antes de, depois de
- Países, Nacionalidades
- De onde você é?

Bibliografia:
OZTURK, Tuncay; AKCAY, Sezgin; GUN, Salih. Lale Turkce Ders Kitabi 2. DILSET YAYINLARI. 2011.
CELIK, A.Abbas. Acilim Turkce Ders Kitabi 2. DILSET YAYINLARI. 2020.

Programa

1º Dia - 12/04/21: A relação entre as desigualdades socioespaciais e os determinantes sociais da saúde:
possíveis implicações à dinâmica da pandemia de Covid-19 no Brasil
Texto de referência:
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE – OMS. Diminuindo diferenças: a prática das políticas sobre determinantes sociais da saúde. Documento de Discussão da Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde, 2011. Rio de Janeiro: OMS, 2011. Disponível em: https://www.who.int/sdhconference/discussion_paper/Discussion_Paper_PT…
Atividade: elaboração de nuvens de palavras pelo Mentimeter.

2º Dia – 13/04/21: Brasil: os déficits no acesso aos serviços de saúde no contexto da pandemia de Covid-19
Texto de referência:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SAÚDE COLETIVA – ABRASCO. Plano Nacional de Enfrentamento à Pandemia da COVID-19. 3ª versão. Rio de Janeiro: Abrasco, 2020. Disponível em: https://www.abrasco.org.br/site/wp-content/uploads/2020/07/PEP-COVID-19…
Atividade: construção de mural online pelo Padlet.

3º Dia – 19/04/21: Brasil: a vulnerabilidade social no contexto da pandemia de Covid-19
Texto de referência:
 Castello, Graziela; Vieira, Priscila; Picanço, Monise. Entre as lideranças, é forte a percepção de que os idosos são os mais afetados pela pandemia. A presença da fome, de crianças sem aula e pais preocupados com a falta de estrutura nas escolas acentuaram a tragédia dos mais vulneráveis. Como contraponto, há esperança de que o senso de solidariedade despertado nas comunidades seja duradouro. Nota Técnica Nº 24. Rede de Pesquisa Solidária. Publicada em 18 de setembro de 2020. Disponível em: https://redepesquisasolidaria.org/boletins/boletim-24/entre-as-lideranc…
Milanez, Felipe; Vida, Samuel. Pandemia, racismo e genocídio indígena e negro no Brasil: coronavírus e a política de extermínio. Buenos Aires: Clacso/Observatorio Social del Coronavirus, 2020. Disponível em: https://www.clacso.org/pandemia-racismo-e-genocidio-indigena-e-negro-no…
Atividade: aplicação de questionário pelo Google Forms

4º Dia – 20/04/21: Brasil: os déficits habitacional e de saneamento básico no contexto da pandemia de
Covid-19
Texto de referência:
RODRIGUES, Rute Imanishi. A Covid-19, a falta de água nas favelas e o direito à moradia no Brasil. Nota Técnica Nº 39, Diest. Brasília: IPEA, 2020. Disponível em: http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/10109
Atividade: aplicação de quiz pelo Mentimeter.

5º Dia – 26/04/21: A problemática do planejamento governamental brasileiro face aos desafios impostospela pandemia de Covid-19
Texto de referência:
LIMA, Luciana Dias de; PEREIRA, Adelyne Maria Mendes; MACHADO, Cristiani Vieira. Crise, condicionantes e desafios de coordenação do Estado federativo brasileiro no contexto da COVID-19. In: Cad. Saúde Pública 2020; vol. 36 n. 7. Disponível em: https://www.scielosp.org/pdf/csp/2020.v36n7/e00185220/pt
Atividade: aplicação de questionário pelo Google Forms

Programa

1. Visão histórica: de colônia espanhola à Estado Livre Associado
ANDERSON, Benedict. Comunidades Imaginadas. Reflexiones sobre el origen y la difusión del nacionalismo. México, D.F: Fondo de Cultura Económica, 1993.
BAGGIO, Kátia Gerab. A questão nacional em Porto Rico: o Partido Nacionalista (1922-1954). São Paulo: FAPESP: Annablume, 1998.
CAMPOS, Pedro Albizu. La conciencia nacional puertorriqueña. Organização de Manuel Maldonado-Denis. Buenos Aires: Siglo XXI Editores S.A., 1972.

2. A gesta da nação: o insularismo de Pedreira e a docilidade de Marqués
PEDREIRA, Antonio. Insularismo. Ensayos de interpretación puertorriqueña. San Juan: Editorial Plaza Mayor, 2001.
MARQUÉS, René. Ensayos (1953 – 1966). Barcelona: Editorial Antillana, 1966.

3. Uma visão racializada
BLANCO, Tomás. El prejuicio racial en Puerto Rico. Río Piedras: Ediciones Huracán, 1985.
GONZÁLEZ, José Luis. El Pais de Cuatro Pisos y otros ensayos. Río Piedras: Ediciones Huracán, 1989.

4. Aportes contemporâneos e a fadiga identitária
BHABHA, Homi K. O local da cultura. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2013.
LALO, Eduardo. A escrita riscada. São Paulo: Selo Editorial Malha Fina Cartonera, 2016.
WINTER, Juan Duchesne. Neonacionalismo y fatiga de identidad en Puerto Rico. In: ARBOR Ciencia, Pensamiento y Cultura. Número 724, março-abril (2007), pp. 265-274. Disponível em http://d-scholarship.pitt.edu/26297/ . Acesso em 30/01/2020.

Programa

Aula 1) Introdução à Semiótica discursiva
Aula 2) Humor e semiótica
Aula 3) Figuras de retórica e o nível do discurso
Aula 4) Análise de poemas bem-humorados

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso. 1 ed. São Paulo: Editora 34, 2016.

BAKHTIN, M. M./ VOLOSCHINOV, V. N. Discurso na vida e discurso na arte (sobre a poética sociológica). Trad. Carlos Alberto Faraco e Cristóvão Tezza [para fins didáticos]. Versão da língua inglesa de I. R. Titunik a partir do original russo, 1926. s/d. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=169865&pid=S…. Acesso em: 10 de setembro de 2022.

BARROS, Diana Luz Pessoa de. Teoria semiótica do texto. São Paulo: Editora Ática, 2005.

BARROS, Diana Luz Pessoa de. A comunicação humana. In: FIORIN, José Luís (org). Introdução à linguística I. São Paulo: Contexto, 2019. V. 1

BARROS, Diana Luz Pessoa de. Teoria do discurso: fundamentos semióticos. São Paulo: Humanitas; FFLCH/ USP: 2001

BERTRAND, Denis. Caminhos da semiótica literária. Bauru: Edusc, 2003.

BERTRAND, Denis. Ironie et humour: Le discours renversant. In: BERTRAND, Denis (org.). Revue Humoresques, n. 4, p. 27-41, jan. 1993b. Disponível em: http://www.humoresques.fr/images/stories/PDF/Humor_n_4_80Mo.pdf. Acesso em: 19 de maio de 2021.

BERTRAND, Denis. Introduction. In: BERTRAND, Denis (org.). Revue Humoresques, n. 4, p. 7 - 8, jan. 1993a.. Disponível em: http://www.humoresques.fr/images/stories/PDF/Humor_n_4_80Mo.pdf. Acesso em: 19 de maio de 2021.

BERTRAND, Denis. L’impersonnel de l’énonciation. Praxis énonciative, conversion, convocation, usage. Protée. Théories et pratiques sémiotiques, vol. 21, no 1, p. 25-32.

CHACAL. Tudo (e mais um pouco): poesia reunida (1971-2016). São Paulo: Editora 34, 2016.

CHKLÓVSKI, Victor. A arte como procedimento. In: TODOROV, Tzvetan. Teoria da literatura. Textos dos formalistas russos. São Paulo: Editora UNESP, 2013.

DISCINI, Norma. Diário e carta: questões de gênero e de estilo. In: CONGRESSO INTERNACIONAL DA ABRALIN (4: 2005) / Anais do IV congresso internacional da ABRALIN. -- Brasília: [s.n.], 2005. 1600 p.

DISCINI, Norma. O estilo nos textos: história em quadrinhos, mídia, literatura. São Paulo: Contexto, 2009.

DUBOIS, J; et. al. Retórica Geral, São Paulo: Cultrix, 1974.

FIORIN. José Luiz. Elementos de análise do discurso. São Paulo: Contexto, 2018.

FIORIN. José Luiz. As figuras de pensamento: estratégia do enunciador para persuadir o enunciatário. ALFA: Revista de Linguística. São Paulo, v. 32, 2001. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/alfa/article/view/3798. Acesso em: 21 abr. 2023.

FIORIN, José Luiz. Figuras de retórica. São Paulo: Contexto, 2022.

FIORIN, José Luiz. Linguística? Que é isso?. São Paulo: Contexto, 2019.

FIORIN, José Luiz. Objeto artístico e experiência estética. In: LANDOWSKI, Eric; DORRA, Raul; OLIVEIRA, Ana Claudia de. Semiótica, estesis, estética. São Paulo: EDUC/ Puebla: UAP, 1998.

FIORIN, José Luiz. Uma concepção discursiva de estilo. In: Em busca do sentido. Estudos discursivos. São Paulo: Contexto, 2008.

FONTANILLE, Jacques. Le cynisme: du sensible au risible. In: BERTRAND, Denis (org.). Revue Humoresques, n. 4, p. 27-41, jan. 1993b. Disponível em: http://www.humoresques.fr/images/stories/PDF/Humor_n_4_80Mo.pdf. Acesso em: 19 de maio de 2021.

GREIMAS, Algirdas Julien. Da imperfeição. 2 ed. São Paulo: Estação das letras e cores: CPS, 2017.

GREIMAS, Algirdas Julien. Sémantique structurale. Paris: Presses Universitaires de France, 1986.

GREIMAS, Algirdas Julien. Sobre o sentido II: ensaios semióticos. 1ed.. São Paulo: Nankin: Edusp, 2014.

GREIMAS, Algirdas Julien; COURTÉS, J. Dicionário de Semiótica. 2 ed. São Paulo: Contexto, 2020.

GREIMAS, Algirdas Julien; FONTANILLE, Jacques. O belo gesto. Tradução de Edna Maria Fernandes dos Santos Nascimento. Revisão e notas de Matheus Schwartzmann. In: NASCIMENTO, Edna Maria Fernandes dos Santos; ABRIATA, Vera Lucia Rodella (Orgs.). Formas de vida: rotina e acontecimento. Ribeirão Preto: Coruja, 2014.

GREIMAS, Algirdas Julien; FONTANILLE, Jacques. Semiótica das paixões. São Paulo: Ática, 1993.

GOMES, Regina Souza. Gêneros do discurso: uma abordagem semiótica. Alfa, São Paulo, 53 (2): 575-594, 2009. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/alfa/article/view/2132. Acesso em: 08 mai. 2022

LANDOWSKI, Eric. Con el humor no se juega: la prensa política y sus caricaturas. Revista Acta poetica, n. 13, 1992. Disponível em: https://revistas-filologicas.unam.mx/acta-poetica/index.php/ap/article/…. Acesso em: 18 nov. 2021.
LOPES, Edward. Fundamentos da linguística contemporânea. São Paulo: Cultrix, 1997.

LOPES, Edward. Metáfora. Da retórica à semiótica. São Paulo: Atual, 1987.

PORTELA, Jean Cristtus; SWCHARTZMAN, Matheus Nogueira. A noção de gênero em semiótica. In: PORTELA, Jean Cristtus... [et al.] (org.). Semiótica: identidade e diálogos. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012.

RASTIER, François. Sistemática das isotopias. In: GREIMAS, Algirdas Julien (org.). Ensaios de semiótica poética. São Paulo: Cultrix, Ed. da Universidade de São Paulo,1975.

SALIBA, Elias T. História cultural do humor: Balanço provisório e perspectivas de pesquisas. Rev. Hist. (São Paulo), n.176, a01017, p.1-39. 2017. Disponível em: https://doi.org/10.11606/issn.2316-9141.rh.2017.127332. Acesso em: 22 nov. 2020.
TEIXEIRA, Lucia. Gêneros orais na escola. Bakhtiniana, São Paulo, 7 (1): 240-252, Jan./Jun. 2012. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/bakhtiniana/article/view/8953. Acesso em: 08 mai. 2022.

VAZ, Valteír. (2018). "Arte como procedimento" - 100 anos depois: Em memória de Svetlana Boym. RUS (São Paulo), 9(12), 3-28. 2018. Disponível em: https://doi.org/10.11606/issn.2317-4765.rus.2018.149992 Acesso em: 15 set. 2023.

Programa

Aula 1: Definições possíveis do urbano/ da cidade
Apresentação do curso + formulário da dinâmica da última aula
Tópicos:
1. Como os clássicos, do norte global, compreendem a cidade e o urbano
1.1. Georg Simmel, Durkheim e o nascimento da sociologia urbana;
1.2. A sociologia urbana da Escola de Chicago
1.3. Du Bois e o negro nas cidades estadunidenses

Textos sugeridos:
BOIS, W. D. B Du. O negro da Filadelfia: Um estudo social. Belo Horizonte: Autêntica, 2023;
PARK, Robert E. A Sociologia urbana e a Escola de Chicago. In: VALLADARES, Licia do Prado (org.) A sociologia urbana de Robert E. Park. Rio de Janeiro, Editora UFRJ, 2018.
SIMMEL, Georg. As grandes cidades e a vida do espírito (1903). Mana, v. 11, p. 577-591, 2005.

Aula 2: Estudos urbanos e raciais no Brasil do início do século XX
Tópicos:
2. A chegada da sociologia urbana no país e os estudos raciais
2.1. Estudos de Comunidade e os Estudos Urbanos
2.2. Os Estudos Raciais e o Projeto Unesco

Textos sugeridos:
BLAY, Eva Alterman. Tendências atuais da sociologia urbana no Brasil. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, n. 15, p. 61-77, 1974.
MENDOZA, Edgar SG. Donald Pierson e a escola sociológica de Chicago no Brasil: os estudos urbanos na cidade de São Paulo (1935-1950). Sociologias, p. 440-470, 2005.
FERNANDES, Florestan; BASTIDE, Roger. Brancos e negros em São Paulo. São Paulo: Global Editora e Distribuidora Ltda, 2015.

Aula 3: Do movimento negro na década de 70 aos estudos sobre segregação racial
3.1. Contribuições de Milton Santos - urbanização, território e raça
3.2 “Lugar de negro” no Brasil
3.3 Estudos sobre segregação racial

Textos sugeridos:
SANTOS, Milton. A urbanização brasileira. São Paulo: Edusp, 2005.
RATTS, Alex. Os lugares da gente negra: temas geográficos no pensamento de Beatriz
GONZALEZ, Lélia; HASENBALG, Carlos. Lugar de negro. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1982.
DE OLIVEIRA, Reinaldo José. Segregação racial no Brasil: questões contemporâneas em políticas públicas. Revista Rural & Urbano, v. 8, n. 1, p. 1-27, 2023.

Aula 4: O negro e a cidade pela lente da arte
Tópico:
4.1. Dinâmica de aula a partir das respostas do formulário preenchido na aula 1

Textos sugeridos:
Drive do curso: Curso Raça e Cidade - Textos

Referências:
BOIS, W. D. B Du. O negro da Filadelfia: Um estudo social. Belo Horizonte: Autêntica, 2023;
BLAY, Eva Alterman. Tendências atuais da sociologia urbana no Brasil. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, n. 15, p. 61-77, 1974.
CAMPOS, Andrelino. Do quilombo à favela: a produção do" espaço criminalizado" no Rio de Janeiro. 3 ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010.
CAVALCANTE, José Luiz. A Lei de Terras de 1850 e a reafirmação do poder básico do Estado sobre a terra. Histórica, v. 2, p. 1-8, 2005.
ELIAS, Norbert. Os estabelecidos e os outsiders. Rio de Janeiro: Zahar, 2000.
FERNANDES, Florestan; BASTIDE, Roger. Brancos e negros em São Paulo. São Paulo: Global Editora e Distribuidora Ltda, 2015.
GONZALEZ, Lélia.RIOS, Flávia. LIMA, Márcia. (org.) Por um feminismo afro-latino-americano: ensaios, intervenções e diálogos. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
GUIMARÃES, Iracema Brandão; BÓGUS, Lúcia Maria Machado; DE CARVALHO, Inaiá Maria Moreira. Entre os Estudos Urbanos e a Sociologia Urbana. Revista Brasileira de Sociologia, v. 6, n. 12, p. 200-221, 2018.
MAIO, Marcos Chor. O Projeto Unesco e a agenda das ciências sociais no Brasil dos anos 40 e 50. Revista brasileira de ciências sociais, v. 14, p. 141-158, 1999.
MARQUES, Eduardo Cesar Leão. Elementos conceituais de segregação, da pobreza urbana e da ação do Estado. São Paulo: segregação, pobreza e desigualdades sociais. São Paulo: SENAC São Paulo, 2005.
MENDOZA, Edgar SG. Donald Pierson e a escola sociológica de Chicago no Brasil: os estudos urbanos na cidade de São Paulo (1935-1950). Sociologias, p. 440-470, 2005.
RATTS, Alex. Os lugares da gente negra: temas geográficos no pensamento de Beatriz
Nascimento e Lélia Gonzalez in: Questões urbanas e racismo / Renato Emerson dos Santos (Org.). –Petrópolis, RJ : DP et Alii ; Brasília, DF : ABPN, 2012.
SANTOS, Milton. A urbanização brasileira. São Paulo: Edusp, 2005.
SIMMEL, Georg. As grandes cidades e a vida do espírito (1903). Mana, v. 11, p. 577-591, 2005.
VALLADARES, Licia do Prado (org.). A sociologia urbana de Robert E. Park. Rio de Janeiro, Editora UFRJ, 2018.
BICUDO, Virgínia Leone et al. Atitudes raciais de pretos e mulatos em São Paulo. In: Atitudes raciais de pretos e mulatos em São Paulo. 2010. p. 189-189.

Programa

Aula 01: Il Barocco Italiano e la Figura Femminile nell’Arte Visiva

Aula 02: Atttività Didattiche

Aula 03: “Il Dramma del Sacro: Estasi e Devozione nella Scultura Barocca”

Aula 04: Atttività Didattiche

Aula 05: Il Futurismo e la Settimana d’Arte Moderna: Un paralelo

Aula 06: Attività Didattiche e Conclusione

Referências Bibliográficas:


AMARAL, Aracy. Arte e Meio Artístico: entre a feijoada e o x-burguer. São Paulo: Nobel, 1983.
AMARAL, Aracy. Tarsila: sua obra e seu tempo. São Paulo: Editora 34 / Edusp, 2003.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna: do Iluminismo aos movimentos contemporâneos. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
BAILEY, Gauvin Alexander. Baroque and Rococo. Londres: Phaidon Press, 2012.
BARDI, Pietro Maria. Tarsila. São Paulo: Instituto Lina Bo e P. M. Bardi, 1971.
BATTISTI, Eugenio. L’Antirinascimento. Milão: Feltrinelli, 1962.
BAZIN, Germain. História da História da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
BELLUZZO, Ana Maria de Moraes. O Brasil dos Viajantes. São Paulo: Metalivros, 2000.
BERNINI, Gian Lorenzo. Scritti. A cura di Cesare D’Onofrio. Roma: De Luca Editori, 1969.
BISSI, Anna. Artemisia Gentileschi. Firenze: Giunti, 2002.
BOCCIONI, Umberto. Pittura Scultura Futuriste (Dinamismo Plastico). Milão: Edizioni Futuriste di “Poesia”, 1914.
BORSI, Franco. Bernini. Milão: Electa, 1998.
BORSI, Franco. Umberto Boccioni. Milão: Electa, 1985.
BURCKHARDT, Jacob. O Renascimento na Itália. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
CASTRO, Mariângela. Aleijadinho: vida, obra e contexto. Belo Horizonte: C/Arte, 2008.
CHADWICK, Whitney. Donne, arte e società. Milão: Mondadori, 1992.
D’ONOFRIO, Cesare. Bernini. Roma: Laterza, 2001.
D’ONOFRIO, Mario. Beatrice Cenci tra storia e leggenda. Roma: Newton Compton, 2003.
FABRIS, Annateresa. Futurismo: uma poética da modernidade. São Paulo: Perspectiva, 1987.
FABRIS, Annateresa (org.). Modernidade e Modernismo no Brasil. Campinas: Mercado de Letras, 1994.
FRANCASTEL, Pierre. A Realidade Figurativa. São Paulo: Perspectiva, 2004.
GARRARD, Mary D. Artemisia Gentileschi: The Image of the Female Hero in Italian Baroque Art. Princeton: Princeton University Press, 1989.
GOMBRICH, E. H. A História da Arte. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
LEITE, José Roberto Teixeira. Arte Colonial Brasileira. Rio de Janeiro: PUC-Rio, 2004.
MARAVALL, José Antonio. A Cultura do Barroco. São Paulo: Edusp, 1997.
MARINETTI, Filippo Tommaso. Manifestos do Futurismo. Lisboa: Vega, 1990.
MENESES, Ulpiano T. Bezerra de. A Escultura Barroca no Brasil. São Paulo: Contexto, 1998.
MORAES, Eduardo Jardim de. A Brasilidade Modernista. Rio de Janeiro: Graal, 1978.
MORONI, Gabriele. La vera storia di Beatrice Cenci. Milão: Rizzoli, 1999.
PANOFSKY, Erwin. Significado nas Artes Visuais. São Paulo: Perspectiva, 2007.
PEDROSA, Mário. Arte, Forma e Personalidade. São Paulo: Kairós, 1979.
PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo: Ática, 2013.
PUGLISI, Catherine. Caravaggio. Milão: Phaidon, 2000.
RUSSO, Maria Grazia Bernardini. Bernini e il Barocco Romano. Florença: Giunti, 2005.
SANTOS, Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira. Aleijadinho e o Barroco Mineiro. Belo Horizonte: Itatiaia, 2003.
SCHÜTTE, Ulrich. Caravaggio. L’opera completa. Milão: Mondadori, 2009.
SCHWARTZ, Jorge. Vanguardas Latino-Americanas. São Paulo: Edusp / Iluminuras, 2008.
SEVCENKO, Nicolau. Orfeu Extático na Metrópole. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
SPIKE, John T. Caravaggio. New York: Abbeville Press, 2001.
TÉLES, Gilberto Mendonça. Vanguarda Europeia e Modernismo Brasileiro. Petrópolis: Vozes, 2005.
VASCONCELLOS, Sylvio de. Arte Barroca Mineira. Belo Horizonte: Itatiaia, 1979.

Programa

Nesse curso nos propomos a ler a Dissertação de 1770, dadas as limitações de tempo, tendo em vista um problema que poderíamos formular de muitas formas. Poderíamos chamá-lo de problema da coisa em si, mas também de questão do dogmatismo na Dissertação de 1770. Mas porque a possibilidade de julgar esse dogmatismo é posterior (só é formulado na Crítica), teríamos de formulá-lo como o problema do dogmatismo na Dissertação pensada a partir da Crítica. O que nos importa é compreender como as questões clássicas da leitura do Kant crítico são tratadas na Dissertação, ou seja, imaginamos um curso em que cada aula consiga expor o argumento de cada seção da Dissertação e, logo após, explorar sua distância em relação à formulação da Crítica. Isso se mostra importante tendo em vista a quantidade de leituras da Crítica (do problema da coisa em si) que se baseiam numa perspectiva que surge na Dissertação em relação a isso. Assim, seria sem dúvida muito útil compreender de forma clara o que é Síntese e Análise na Dissertação e fazer a tentativa de decidir se esses conceitos são os mesmos que aparecem na Crítica. Para isso, para compreender essa distância, precisamos considerar a relação de continuidade e ruptura que há entre o período Pré-crítico e o período Crítico. Quanto a isso, para o que nos interessa, a caracterização da lógica é o coração do argumento. A divisão entre lógica em geral e lógica transcendental que aparece no início da Lógica transcendental da primeira Crítica não aparece em nenhuma obra pré-crítica, nem na Dissertação. Mas, por outro lado, mesmo nas obras pré-críticas podemos encontrar formulações que antecipam a Crítica. Na Teoria do céu encontramos já o problema ao qual aquela divisão procurar resolver (o mundo na verdade é um caos, nós é que atribuímos ordem a ele). Na Dissertação encontramos talvez o mesmo problema e a mesma compreensão de fundo da Crítica, mas a diferença de formulação as distancia, aproximando a Dissertação das soluções dogmáticas (o estatuto da Dissertação é duplo, crítico na compreensão, dogmático na formulação). A contraposição entre Análise e Síntese na Dissertação, assim como a contraposição entre Sublime e Belo nas Observações sobre o sentimento do belo e do Sublime, são o último resquício do problema dogmático, ou seja, termos que foram criados para fixar uma contraposição (entre conceber e realizar) e que, portanto, já delimitam a questão do não-dogmatismo da metafísica, se tornam, na Crítica, articuláveis e interdependentes, ou seja, a delimitação (o conceber) é ainda abstrata, mas o ato puro (a realização) reabsorve, em outros termos, o conceber como potencializador do realizar. A análise tal como aparece na Dissertação não aparece mais na Crítica, mas é uma análise, no sentido crítico, dessa solução que colocará o problema para si e não mais para outro: problema dos juízos sintéticos a priori.
 

Dia 13/04: Análise e síntese.
Dia 15/04: Sentir, perceber e representar.
Dia 20/04: Princípio de vinculação.
Dia 22/04: Ligação real e Ligação formal.
Dia 27/04: A impossibilidade da subordinação intuitiva.
Dia 29/04: O problema da síntese a priori.

Bibliografia:
DELBOS, V. La philosophie pratique de Kant. Paris: PUF, 1969.
HUME, D. Investigações sobre o entendimento humano e sobre os princípios da Moral. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Ed. UNESP, 2004.
KANT, I. Crítica da razão pura. Trad. Fernando Costa Matos. Petrópolis: Editora vozes Bragança Paulista : Editora Universitária, 2012.
_______. Crítica da razão prática. Trad. Monique Hulshof. Petrópolis: Editora vozes Bragança Paulista: Editora Universitária, 2016.
_______. Crítica da Faculdade de Julgar. Trad. Trad. Fernando Costa Matos. Petrópolis: Editora vozes Bragança Paulista : Editora Universitária, 2016.
LEBRUN, G. Kant e o fim da metafísica. Trad. de Carlos Alberto R. de Moura. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
______. Uma escatologia para a moral. In: Kant, I. Ideia de uma história universal de um ponto de vista cosmopolita. (org. Ricardo Terra). São Paulo: Brasiliense, 1986.
______. A Terceira crítica ou a teologia reencontrada. In: Sobre Kant. São Paulo: Iluminuras, 2001.
______. A Razão Prática na Crítica do Juízo. In: Sobre Kant. São Paulo: Iluminuras, 2001.
LONGUENESSE, B. Moral Judgment as a Judgment of Reason. In: Kant on the human standpoint. Cambridge: Cambridge University Press, 2005. p. 236-264.
LÖWITH, K. De Hegel a Nietzsche. Trad. Flamarion Caldeira e Luiz Fernando Barrére Martin. São Paulo: Ed. UNESP, 2014
TERRA, R.R. A política tensa. Ideia e realidade na filosofia da história de Kant. São Paulo: Iluminuras, 1995.
______. Passagens. Estudos sobre a filosofia de Kant. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2003.
TORRES FILHO, R.R. Ensaios de filosofia ilustrada. São Paulo: Iluminuras, 2004.

Programa

Ementa:
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O curso oferecerá uma introdução aos estudos sobre o continente africano, considerando alguns problemas da atualidade e formas específicas de abordar suas sociedades. Serão apresentados aspectos metodológicos relativos à pesquisa, como as possibilidades dadas pelas narrativas de viagem e ficcionais, e as relações entre literatura e história. Análises de sociedades particulares serão feitas para casos específicos, como os de Moçambique, Angola e África do Sul. O pensamento social africano do século XX será apresentado em suas linhas gerais, assim como um panorama sobre os estudos desenvolvidos no Brasil.
O principal objetivo do curso é colaborar com a difusão de conhecimentos sobre o continente africano, permitindo que os resultados das pesquisas e reflexões de alguns especialistas ultrapassem os muros da academia e cheguem ao público interessado.

1ª aula (27/09)
Prof. Dr. Kabengele Munanga
Os Desafios da África no Século XXI: Construção das nacionalidades, Democracias e Desenvolvimento

Leituras recomendadas: MUNANGA, Kabengele. “Aspectos históricos” In: __________. Origens africanas do Brasil contemporâneo – Histórias, línguas, culturas e civilizações. São Paulo: Global Ed., 2009, p. 41-79.
MUNANGA, Kabengele. Negritude, usos e sentidos. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2009, 3ª ed., p. 37-83
HISTÓRIA GERAL DA ÁFRICA, VII: África sob o domínio colonial, 1880-1935 – Editado por: BUAHEN, Albert Adu. Brasília: UNESCO, 2010. Cap. 29 “A África e o novo Mundo”, p.875-918.
MUNANGA, Kabengele. Negritude, usos e sentidos. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. (Introdução, p. 11-21)
MUNANGA, Kabengele. “Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia”. In: Cadernos PENESB (Programa de Educação sobre o Negro na Sociedade Brasileira), Universidade Federal Fluminense, nº 5, 2004, p. 15-34.
MUNANGA, Kabengele. “As facetas de um racismo silenciado”. In: SCHWARCZ, Lília M. e QUEIROZ, Renato S. (orgs). Raça e Diversidade. São Paulo: EDUSP/Estação Ciência, 1996, p. 213-229

2ª aula (4/10)
Profª Drª Tania Macedo - DLCV - FFLCH - USP
Literatura comparada e interdisciplinaridade

Leitura recomendada: FANON, Franz, Os Condenados da Terra, capítulo 1, Da violência.

3ª aula (11/10)
Prof. Dr. José Rivair de Macedo - DH - UFRGS
Fontes para o estudo da África Sub-saariana

Leituras recomendadas: DJAIT,  H.  As fontes escritas anteriores ao século XV. In: KI-ZERBO. Metodologia e pré-história da África (Coleção – História Geral da África, vol 1). Brasília: SECADI-MEC; UNESCO, UFSCAR, 2011, pp. 77-104:  http://www.ammapsique.org.br/baixe/historia-da-africa-volume-um.pdf
MACEDO, José Rivair. Antigas  formações sociais mandingas da África ocidental: introdução histórica, seguida de uma versão em língua portuguesa do relato de viagem de  Ibn Battuta ao Bilad al-Sudan em 1352-1353. In: THOMAZ, Fernanda (org). Afrikas: histórias, culturas e educação. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2019, pp. 17-66.

4ª aula (18/10)
Profª Drª Rejane Vecchia da Rocha e Silva - DLCV - FFLCH - USP
Literatura e história no contexto da África Índica: o caso de Moçambique

Leituras recomendadas: UZOIGWE, Godfrey Nwanoruo. Partilha europeia e conquista da África: apanhado geral. IN: História Geral da África, vol. VII: A África sob dominação colonial, 1880-1935.
RODNEY, Walter Anthony. A economia colonial. IN: História Geral da África, vol. VII: A África sob dominação colonial, 1880-1935.
MENESES, Maria Paula. Xiconhoca, o inimigo: narrativas de violência sobre a construção da nação em Moçambique. IN: Revista Crítica de Ciências Sociais. 106/2015. (o link deste nº da Revista:  106 | 2015 Memórias de violências: Que futuro para o passado? (openedition.org)
COELHO, João Paulo Borges. Abrir a fábula: questões da política do passado em Moçambique. IN: Revista Crítica de Ciências Sociais. 106/2015.

5ª aula  (25/10)
Profª D ra Rosangela Sarteschi - DLCV - FFLCH - USP
Literatura e história, século XX: Angola

Leituras recomendadas: ABDALA, Benjamin. “Panorama histórico da literatura angolana”. In: CHAVES, Rita. MACÊDO, Tania (org.). Marcas da Diferença: as literaturas africanas de língua portuguesa. São Paulo: Alameda, 2006.
CHAVES, Rita. A Formação do Romance Angolano: entre intenções e gestos. São Paulo: FBLP, Via Atlântica, 1999.
CHAVES, Rita. “O projeto literário angolano: a identidade a contrapelo”. In: Angola e Moçambique: experiência colonial e territórios literários. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2005.
EVERDOSA, Carlos. A literatura angolana (resenha histórica). Lisboa: Edição da Casa dos Estudantes do Império, 1963.
FONSECA, Maria Nazareth Soares. “A Literatura Angolana”. Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro/literafricas/1473-maria-nazareth-so…
PEPETELA. Algumas Questões Sobre A Literatura Angolana. Disponível no site da União dos Escritores Angolanos: http://www.ueangola.com/criticas-e-ensaios/item/122-algumas-quest%C3%B5…- literatura-angolana
PINTO, João Paulo Henrique. Literatura e identidade nacional em Angola. Revista Hydra, vol. 2, n. 3, junho de 2017.
SECCO, Carmen Lucia Tindó. “A literatura e a arte em angola na pós-independência. Conexão Letras. Volume 8, no 9, 2013.
SERRANO, Carlos. “Angola: a Geração dos 50, os jovens intelectuais e a raiz das coisas”. Disponível no site da União dos Escritores Angolanos: http://www.ueangola.com/criticas-e-ensaios/item/157-angola-a-gera%C3%A7…- das-coisas.

6ª aula (8/11)
Profª Drª Laura Moutinho - DA - FFLCH - USP 
Boas pessoas que se amam de odiar todo mundo": sobre a extrema direita sul-africana ontem e hoje.

Leituras recomendadas: BORGES, Antonádia. Very Rural Background: Os Desafios da Constituição Terra da África do Sul e do Zimbábue à Chamada Educação Superior. REVISTA DE ANTROPOLOGIA, v. 63, p. 1-30, 2020.
MATEBENI, ZETHU. Perspectivas do Sul sobre relações de gênero e sexualidades: uma intervenção queer. Revista De Antropologia, 60(3), 26-44. 2017  https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2017.141826
 MOUTINHO, Laura. On The other side? Das implicações morais de certos horizontes imaginativos na África do Sul. Anuário Antropológico, v. 40, p. 77-97
LOPES, Pedro & MOUTINHO, Laura. Uma Nação de Onze Línguas? Diversidade social e linguística nas novas configurações de poder na África do Sul. Tomo (UFS), v. 20, p. 27-57, 2012. 
MOUTINHO, Laura. Razão, Cor e Desejo: Uma Análise Comparativa sobre Relacionamentos Afetivo-Sexuais inter-raciais no Brasil e na África do Sul. São Paulo: UNESP, 2004. 450p

7ª aula (22/11)
Prof. D r. Muryatan Santana Barbosa - Relações Internacionais - UFABC
Pensamento social africano

Leitura recomendada: BARBOSA, Muryatan Santana - Pan-africanismo e relações internacionais: uma herança (quase) esquecida. Revista Carta Internacional, Belo Horizonte, vol. 11, n. 1, 2016. p. 144-162.

8 a aula (29/11)
Prof. Dr. Acácio S. Almeida Santos - Relações Internacionais - UFABC
Os estudos africanos no Brasil
Leitura recomendada: FURTADO. Cláudio Alves. Pesquisa em e sobre África no século XXI: África, africanos e africanistas.
beÁfrica: Revista da Associação Brasileira de Estudos Africanos, v.04, n.04, Abril de 2020.

Programa

Sessão 1 – Fundamentos, princípios e sistemas processuais penais brasileiros
1.1 – Fundamentos do processo penal
1.2 – Princípios do processo penal
1.3 – Sistemas processuais penais

Sessão 2 – Provas
2.1 – Conceito e sistemas de valoração da prova
2.2 – Provas ilícitas
2.3 – Meios de prova

Sessão 3 – Investigação, ação penal e execução da pena
3.1 – Procedimentos de investigação criminal (inquérito policial, perícias e outros)
3.2 – Ação Penal (procedimentos, pessoas envolvidas e recursos)
3.3 – Execução Penal (regimes de cumprimento de penas e medidas de segurança)

Sessão 4 – Tribunal do Júri
4.1 – Competência, fases e etapas dos procedimentos
4.2 – Composição do Júri, espaço cênico, roteiros e performances durante os julgamentos em plenário
4.3 – Principais etnografias e contribuições da antropologia para a observação de outras dimensões do Júri

Sessão 5 – Justiças Especializadas (Federal, Eleitoral e Militar) e Segredo de Justiça
5.1 – Justiças Criminais Especializadas
5.2 – Segredo de Justiça nos procedimentos criminais
5.3 – Balanço final do curso

BIBLIOGRAFIA

REBOUÇAS, Sérgio. Curso de direito processual penal. Salvador: JusPodivm, 2017. 1504 p.
RIBEIRO, Pedro Roney Dias. Uma bolha de perfis e sensibilidades: etnografia do processamento de crimes federais em Fortaleza/CE. Dissertação (Mestrado em Antropologia), Universidade Federal do Ceará, 2019. 148 p.
SCHRITZMEYER, Ana Lúcia Pastore. Júri, Ritual e Teatro: um estudo antropológico do Tribunal do Júri. São Paulo: Terceiro Nome, 2012. 296 p.

Programa

Aula 1 (17/08) – introdução à Linguística Sistêmico-Funcional: estratificação; metafunção; instanciação; sistema, estrutura e
delicadeza; localização do sistema de AVALIATIVIDADE.
Aula 2 (24/08) – o subsistema de ATITUDE: afeto, julgamento e apreciação; polaridade; RESPONSABILIDADE; MANIFESTAÇÃO;
GRADAÇÃO.
Aula 3 (31/08) – o subsistema de ENGAJAMENTO: monoglossia e heteroglossia; contração dialógica e expansão dialógica;
contração: contraposição e proposição; expansão: ponderação e atribuição.
Aula 4 (14/09) – a escala de individuação: afiliação e alocação; acoplamentos; vínculos afiliativos; estratégias de afiliação.
Aula 5 (21/09) – exercícios de análise.

Bibliografia
FAIRCLOUGH, N. Analysing Discourse: Textual analysis for social research. London: Routledge, 2003.
FARHAT, T. C. Movimentos afiliativos em interações digitais: explorações em postagens multimodais. EntreLetras, v. 13, n.
1, p. 317-343, 2022.
FARHAT, T. C.; GONÇALVES-SEGUNDO, P. R. Identidades em comunhão: estratégias multimodais de individuação em um
grupo de Facebook. Texto Digital, v. 17, n. 2, p. 35-71, 2021c.
FARHAT, T. C.; GONÇALVES-SEGUNDO, P. R. Análise multimodal: noções e procedimentos fundamentais. Trabalhos em
Linguística Aplicada, v. 61, p. 435-454, 2022.
FIGUEREDO, G. P. Introdução ao perfil metafuncional do português brasileiro: contribuições para os estudos
multilíngues. 2011. Tese (Doutorado em Linguística Aplicada) – Faculdade de Letras, Universidade Federal de Minas Gerais,
Belo Horizonte, 2011.
FUZER, C.; CABRAL, S. R. S. Introdução à Gramática Sistêmico-Funcional em Língua Portuguesa. Campinas: Mercado
de Letras, 2014.
GONÇALVES-SEGUNDO, P. R. Tradição, dinamicidade e estabilidade nas práticas discursivas: um estudo da negociação
intersubjetiva na imprensa paulistana. 2011. 447 f. Tese (Doutorado em Filologia e Língua Portuguesa) – Faculdade de
Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011.
GONÇALVES-SEGUNDO, P. R. O papel da avaliatividade na construção da polêmica: uma abordagem semântico-discursiva
das cartas ao leitor acerca do falecimento de Hugo Chávez. Metalinguagens, vol. 1, n. 1, p. 9-28, 2014.
HALLIDAY, M. A. K. Methods – techniques – problems. In: HALLIDAY, M. A. K.; WEBSTER, J. (org.). Continuum
Companion to Systemic Functional Linguistics. London: Continuum International, 2009. p. 59-86.
HALLIDAY, M. A. K.; MATTHIESSEN, C. M. I. M. Introduction to Functional Grammar. 4. ed. New York/London:
Routledge, 2014.
KNIGHT, N. K. Wrinkling complexity: concepts of identity and affiliation in humour. In: BEDNAREK, M.; MARTIN, J. R.

(ed.). New Discourse on Language: Functional Perspectives on Multimodality, Identity, and Affiliation. London: Continuum,
2010. p. 35-58.
LAM, S. L.; CROSTHWAITE, P. Appraisal resources in L1 and L2 argumentative essays: A contrastive learner corpus-
informed study of evaluative stance. Journal of Corpora and Discourse Studies, v. 1, n. 1, p. 8-35, 2018.
MARTIN, J. R. Semantic Variation: Modelling Realisation, Instantiation and Individuation in Social Semiosis. In:
BEDNAREK, M.; MARTIN, J. R. (ed.). New Discourse on Language. London: Continuum, 2010. p. 1-34.
MARTIN, J. R.; WHITE, P. The Language of Evaluation: Appraisal in English. Hampshire: Palgrave Macmillan, 2005.
MARTIN, J. R.; ROSE, D. Working with Discourse: Meaning beyond the clause. 2. ed. Continuum: London, 2007.
MARTIN, J. R.; ZAPPAVIGNA, M.; DWYER, P.; CLÉIRIGH, C. Users in Uses of Language: Embodied Identity in Youth
Justice Conferencing. Text and Talk, v. 33, n. 4-5, p. 467–96, 2013.
NININ, M. O. G.; BARBARA, Leila. Engajamento na perspectiva linguística sistêmico-funcional em trabalhos de conclusão de
curso de Letras. Trabalhos em Linguística Aplicada, v. 52, p. 127-146, 2013.
PAINTER, C. Developing attitude: An ontogenetic perspective on APPRAISAL. Text & Talk, v. 23, n. 2, p. 183-209, 2003.
PAINTER, C.; MARTIN, J. R.; UNSWORTH, L. Reading visual narratives: Image analysis of children's picture books.
Sheffield: Equinox, 2013.
POYNTON, C. Language and gender: Making the difference. Oxford: Oxford University Press, 1989.
SOUZA, L. M. F. S. Interlingual re-instantiation–a new systemic functional perspective on translation. Text & Talk, v. 33, n. 4-
5, p. 575-594, 2013.
THOMPSON, G. Introducing Functional Grammar. London: Routledge, 2014.
ZAPPAVIGNA, M. Ambient Affiliation: A Linguistic Perspective on Twitter. New Media & Society, vol. 13, n. 5, p. 788–806,
2011.
ZAPPAVIGNA, M. Language and social media: enacting identity through ambient affiliation. In: THOMPSON, G.;
BOWCHER, W. L.; FONTAINE, L.; SCHOENTHAL, D. (org.) The Cambridge Handbook of Systemic Functional
Linguistics. Cambridge: Cambridge University Press, 2019. p. 715-738.