Programa

Módulo 1
- Alfabeto Turco
- Cumprimentos em Língua Turca
- Harmonia Vocálica (1,2)
- Pronomes Pessoais
- Sufixo de Possessivo
- Números
- Verbo Ser-Estar

Bibliografia:
OZTURK, Tuncay; AKCAY, Sezgin; GUN, Salih. Lale Turkce Ders Kitabi 1. DILSET YAYINLARI. 2011.
CELIK, A.Abbas. Acilim Turkce Ders Kitabi 1. DILSET YAYINLARI. 2020.

Programa

 

O curso objetiva trabalhar habilidades comunicativas em Língua Francesa que permitam aos alunos dominar a língua em situações variadas, desenvolvendo um comportamento discursivo consciente e elaborando atividades de escrita em situações complexas a partir da perspectiva dos gêneros textuais. Assim, visamos a promover o ensino sistemático da comunicação escrita, por meio de sequências didáticas criadas para melhorar as práticas de linguagem, mas também da comunicação oral, necessária para a comunicação em sala de aula. Vários gêneros textuais escritos e/ou orais poderão ser trabalhados nessas sequências, a saber: tutoriais em vídeo, receitas, anúncios publicitários, notícias, relatos e itinerários de viagem, entre outros. 
 
Aprender uma língua é aprender a compreender e produzir textos orais e escritos variados. O trabalho com os gêneros textuais permite uma compreensão da situação de produção desses textos, gerando não só uma leitura de extração de informações, mas também uma leitura interpretativa, reflexiva e crítica, além de uma produção guiada pelas situações de ação de linguagem, pelos conteúdos mobilizados e pelas finalidades dos textos. Nesse sentido, o curso permitirá que os alunos se apropriem dos gêneros trabalhados, mas também que desenvolvam outras habilidades comunicativas que poderão ser transpostas para outros gêneros textuais e outras situações de escrita e oralidade. 
 
Os alunos serão confrontados a situações reais durante a aprendizagem para que a linguagem seja usada como uma forma de ação no mundo e aprenderão também a adaptar um gênero textual em função de sua situação de produção particular. 
 
Serão estudados e praticados os elementos lexicais, gramaticais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão escrita e oral que será desenvolvida no curso. 
 
Pré-requisitos para inscrever-se no curso 
 
DELF A2 
N4 completo – cursos extracurriculares 
N3 completo-graduação 
Teste de nível- apto p/ N5 
 
Bibliografia 
 
BRONCKART, Jean-Paul. Atividade de linguagem, textos e discursos. Por um interacionismo sociodiscursivo. SP: Educ, 1999. 
CHARAUDEAU, Patrick. Grammaire du sens et de l'expression. Paris, Hachette, 1998 
DIONÍSIO, Angela; MACHADO, Anna Rachel; BEZERRA, Maria Auxiliadora (Orgs.) Gêneros Textuais & Ensino. Rio de Janeiro: Editora Lucerna. 2002. (reedição em 2010 - Parábola editora) 
DOLZ, Joaquim; GAGNON, Roxane; TOULOU, Simon. Production écrite et difficultés d’apprentissage. Carnets des Sciences de l’Education, Université de Genève, 2008. 
DOLZ, Joaquim; GAGNON, Roxane; DECÂNDIO, Fabrício. Produção escrita e dificuldades de aprendizagem. Campinas: Mercado de letras, 2010. 
KARWOSKI, Acir Mário; GAYDECZKA, Beatriz; BRITO, Karim S. Gêneros textuais: reflexões e ensino. São Paulo: Parábola Editora, 2011. 
LOUSADA, E. G., ROCHA, S.M. Coerções e liberdades textuais: o relato de viagem na aprendizagem do FLE. Eutomia (Recife). , v.1, p.581 - 603, 2014. 
LOUSADA, E. G., AMORIM, R. O. Produção escrita e desenvolvimento da atividade linguageira“relatar”: uma experiência com alunos universitários por meio da plataforma Moodle. Gragoatá. , v.19, p.105 - 134, 2014. 
LOUSADA, E. G. Gêneros textuais e perspectiva acional no ensino do francês como língua estrangeira: prescrições e instrumentos para o agir de alunos e professores In: DIAS, R. ; DELL’ISOLA, R. L. P. Gêneros textuais: teoria e prática de esnino em LE.1 ed.Campinas : Mercado de Letras, 2012, v.1, p. 99-123. 
MELAO, P. A., LOUSADA, E. G. As contribuições do gênero textual anúncio publicitário para o ensino- aprendizagem do francês: a capacidade de argumentar e a variedade linguística e cultural através da linguagem verbal e visual. Moara. , v.42, p.161 - 180, 2014. 
ROCHA, S.M., LOUSADA, E. G. Gêneros textuais e escrita criativa: intersecções possíveis no ensino-aprendizagem do francês como língua estrangeira. Raído (Online). , v.6, p.37 - 54, 2012. 
SCHNEUWLY, Bernard.; DOLZ, Joaquim. Gêneros Orais e Escritos na Escola. Campinas: Mercado de Letras. 2004.
 

Programa

Módulo 1 - O Raciocínio Geográfico na histórica da Geografia Escolar (4 horas)
Neste módulo, discutiremos como o raciocínio geográfico foi abordado na história da Geografia Escolar. Para tanto, analisaremos o processo de constituição da disciplina de geografia na educação básica no Brasil, compreendendo as diferentes etapas deste processo. Além disso, interessa-nos discutir as diferentes concepções teórico-metodológicas desenvolvidas na interface entre Geografia Escolar e Acadêmica e seus desdobramentos sobre as abordagens acerca do raciocínio geográfico. Como último momento do módulo, problematizaremos como tal conceito aparece nas atuais reformas curriculares brasileiras, com especial destaque para o preconizado na Base Nacional Comum Curricular.

Módulo 2 - Aprendizagem, uma abordagem histórico-cultural (4 horas)
Neste módulo, discutiremos o conceito ensino-aprendizagem-desenvolvimento com base na psicologia histórico-cultural, perscrutando uma didática da Geografia com base na pedagogia histórico-crítica. Partimos da relação entre Cartografia e Geografia de modo que as representações espaciais sejam compreendidas como linguagens a serem problematizadas e meios para a comunicação de informações espaciais para análise geográfica. Discutiremos a aprendizagem como um processo de formação de conceitos científicos e de mobilização das funções psíquicas superiores (pensamento, memória, percepção e atenção). Como último momento do módulo, será possível problematizar as pedagogias do “aprender a aprender” e a relação entre ensino-aprendizagem-desenvolvimento, no sentido de que os participantes compreendam que a produção do conhecimento se realiza em condição objetiva e histórica do ser social, portanto de caráter ontológico.

Módulo 3 - Dimensões da prática docente (avaliação e perspectivas) (4 horas)
Neste último módulo, desenvolveremos processo de avaliação compartilhada entre os participantes do grupo, com o intuito de compreender como, a partir do cotidiano escolar, pensam e constroem processos de ensino-aprendizagem que articulam o ensino de geografia e raciocínio geográfico. Neste processo, os participantes apresentarão suas reflexões e produções didáticas (projetos didáticos, plano de aula, entre outros.) Além disso, este módulo terá fundamental importância para a organização do próximo oferecimento do curso, em seu formato ampliado, previsto para o segundo semestre de 2021.​​​​​​​

Programa

1 dia: Os alvores: de Gaibéus (Alves Redol) a Aldeia Nova (Manoel da Fonseca);
2 dia: A Virada Urbana: Carlos de Oliveira e Cardoso Pires (Os caminheiros);
3 dia: Novos Ares: Maria Judite de Carvalho (Tanta gente, Mariana) e José Saramago (Levantado do chão);
4 dia: Escritas de abril: José Saramago (A noite) e Natália Corrêa (O encoberto).

Referências Bibliográficas:
ABDALA JR., Benjamin. A escrita neo-realista. São Paulo: Ática, 1981.
AGUIAR E SILVA, Vitor Manuel. Teoria da literatura. São Paulo: Martins Fontes,
1976.
AGUILERA, Fernando Gómez. José Saramago a consistência dos sonhos. Cronobiografia. Trad. António
Gonçalves. Lisboa/São Paulo: Caminho/Instituto Tomie Ohtake, 2008.
______ (org.). As Palavras de Saramago. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
ARNAUT, Ana Paula. Post-modernismo no romance português contemporâneo: fios de Ariadne. Máscaras de
Proteu. Almedina: Coimbra, 2002.
BAKHTIN, Mikhail. Problemas da Poética de Dostoievski. 2ª ed. Trad. Paulo Bezerra. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 1997.
BARBOSA, João Alexandre. A leitura do intervalo. São Paulo: Iluminuras, 1990.
BENJAMIN, Walter. O Narrador: considerações sobre a obra de Nikolai Leskov. In: ______. Magia e técnica, arte e
política: ensaios sobre literatura e história da cultura. Obras escolhidas. Trad. Sérgio Paulo Rouanet. 7ª ed. São
Paulo: Brasiliense, 1994, p. 197-221, vol. I.
BERRINI, Beatriz. Ler Saramago: o romance. Lisboa: Caminho, 1998.
CALBUCCI, Eduardo. Saramago, um roteiro para os romances. Cotia: Atêlie Editorial, 1999.
CERDEIRA DA SILVA, Teresa Cristina. José Saramago entre a história e a ficção: uma saga de portugueses.
Lisboa, Publicações Dom Quixote. 1989.
COSTA, Horácio. José Saramago: o período formativo. Lisboa: Caminho, 1997.
______. Mar Aberto. São Paulo: Lumme Editor, 2010.
CORREIA, Natália. O Encoberto. Lisboa: Afrodite, 1969.
ECO, Umberto. Obra aberta: forma e indeterminação nas poéticas contemporâneas.
Trad. Giovanni Cutolo. São Paulo: Perspectiva, 1986.
______. Seis passeios pelos bosques da ficção. Trad. Hildegard Feist. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
ELIADE, Mircea. Mito e Realidade. Trad. Pola Civeli. São Paulo: Perspectiva, 2004.
FUKS, Julián. A era da pós-ficção: notas sobre a insuficiência da fabulação no romance contemporâneo. In:

DUNKER, Christian et all. Ética e pós-verdade. Porto Alegre: Dublinense, 2017, p. 73-93.
GOMES, Álvaro Cardoso. A voz itinerante: ensaio sobre o romance português contemporâneo. São Paulo: Edusp,
1993.
GONÇALVES NETO, Nefatalin. A ordem e o caos: Plauto e Saramago. 156 f. (orient.: Lilian Lopondo). Dissertação
(mestrado) – USP, São Paulo – SP, 2011.
JÚDICE, Nuno. Viagem por um século de literatura portuguesa. Lisboa: Relógio d’Água, 1997.
LEPECKI, Maria Lúcia. Sobreimpressões. Estudos de Literatura Portuguesa e Africana. Lisboa: Caminho, 1988.
LOPONDO, Lílian (Org.). Saramago segundo terceiros. São Paulo: Humanitas, 1998.
MENDONÇA, Fernando. Para a interpretação dos diversos neo-realismos. In: ______. A literatura portuguesa no
século XX. São Paulo/Assis: HUCITEC/Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, 1973, p. 98-123.
ORNELLAS, José N. Construção da identidade e a narrativa portuguesa contemporânea. In: REMÉDIOS, Maria
Luiza Ritzel (org). Transversais da memória: história e identidade na literatura portuguesa. Santa Maria: Editora da
UFSM, 2012, p. 151-174.
PUGA, Rogério Miguel. O essencial sobre o romance histórico. Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da Moeda, 2006.
REAL, Miguel. O romance português contemporâneo: 1950-2010. Lisboa: Caminho, 2012.
REDOL, Alves. Breve memória para os que têm menos de 40 anos ou para quantos já esqueceram o que
aconteceu em 1939. In: ______. Gaibéus. 8ª ed. Lisboa: Europa-América, 1983, p. 9-20.
REDOL, Alves. Gaibéus. 8ª ed. Lisboa: Europa-América, 1983.
REIS, Carlos. Textos teóricos do Neo-realismo português. Lisboa: Seara Nova, 1981.
RICOEUR, Paul. Teoria da interpretação. O discurso e o excesso de significação. Trad. Artur Morão. Lisboa:
Edições 70, 1976.
______. Tempo e narrativa. Trad. Roberto Leal Ferreira. Campinas: Papirus Editora, 1997, vol III.
SACRAMENTO, Mário. Há uma estética neo-realista? Lisboa: Vega, 1985.
SAID, Edward. Reflexões sobre o exílio e outros ensaios. Trad. Pedro Maia Soares. São Paulo: Companhia das
Letras, 2003.
______. Representações do intelectual. As conferencias de Reich de 1993. Trad. Milton Hatoum. São Paulo:
Companhia das Letras, 2005.
SANTOS, Boaventura de Sousa. Pela mão de Alice. O social e o político na pós-modernidade. São Paulo: Cortez,
1997.
VECCHIA, Rejane. Literatura e memoria política: Angola, Brasil, Moçambique, Portugal. Cotia: Ateliê Editorial, 2015,
p. 269-285.
SANTOS, Cybele Regina Melo dos. Uma análise intertextual da peça ‘Que farei com este livro?’, de José
Saramago. 153f. (oriente.: José Horácio de Almeida Nascimento Costa ). Dissertação (mestrado) – USP. São
Paulo – SP, 2018.
SARAIVA, António José. Iniciação à literatura portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
SARAMAGO, José. Levantado do chão. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1980.
______. Que farei com este livro? Companhia das Letras, 1998.
SILVEIRA, Jorge Fernandes da. Discurso/Desconcerto. Alguns nós na Literatura Portuguesa. In: ______. Verso
com verso. Coimbra: Angelus Novus, 2003, p. 41-58.
TORRES, Alexandre Pinheiro. O neo-realismo literário português. Lisboa: Moraes, 1977.
VIÇOSO, Victor. A narrativa no movimento neo-realista. Lisboa: Colibri, 2011.
VOLOCHÍNOV, Valentin. Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do método sociológico na
ciência da linguagem. Trad. Sheila Grillo e Ekaterina Vólkova Américo. São Paulo: Editora 34, 2017.

Programa

Aula 1 – Apresentação do curso e Clima Urbano
Conteúdo: Dinâmica com o Padlet sobre o que cada aluno espera do curso.
Apresentação e compreensão das escalas climáticas, segundo diferentes autores.
Apresentação de fenômenos urbanos, como a Ilha de Calor, e de estudos recentes sobre o clima na cidade de São Paulo.
Bibliografia:
MONTEIRO, Carlos Augusto de Figueiredo. Teoria e Clima Urbano. In: MONTEIRO, Carlos Augusto de Figueiredo; MENDONÇA, Francisco (org.). Clima Urbano. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2021. p. 9-68.
TARIFA, José Roberto; ARMANI, Gustavo. Os climas urbanos. In: TARIFA, José Roberto; AZEVEDO, Tarik Rezende de. Os climas na cidade de São Paulo: teoria e prática. São Paulo: USP/FFLCH, 2001, p. 47-70 (Coleção Novos Caminhos).
BARROS, H. R.; LOMBARDO, M. A. A ilha de calor urbana e o uso e cobertura do solo em São Paulo-SP. Geousp – Espaço e Tempo (Online), v. 20, n. 1, p. 160-177, mês. 2016. ISSN 2179-0892. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/geousp/article/view/97783. DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.21790892.geousp.20 16.97783. Acesso em: 5 de jan. de 2019.
FERREIRA, Luciana Schwandner. Vegetação, temperatura de superfície e morfologia urbana: um retrato da região metropolitana de São Paulo. 2019. Tese (Doutorado em Tecnologia da Arquitetura) - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2019. doi:10.11606/T.16.2019.tde-02102019-173844.
LOMBARDO, Magda Adelaide. Ilha de calor nas metrópoles: o exemplo de São Paulo. São Paulo: Hucitec, 1985.

Aula 2 - Vegetação e Clima
Conteúdo: Bioclimatologia vegetal. A vegetação influencia o fluxo de calor sensível e latente, modificando o balanço de energia em superfície.
Apresentação de estudos sobre a influência das árvores na temperatura do ar, umidade relativa, vento e quantidade de sombra (luz filtrada) em São Paulo e no Brasil, destacando os principais autores.
Bibliografia:
MASCARÓ, Lucia Elvira Raffo de; MASCARÓ, Juan Luis. Vegetação urbana. Porto Alegre: Edelbra, 2002. 242p.
OMETTO, J. C. Bioclimatologia Vegetal.. São Paulo: Ed. Agronômica Ceres, 1981. 425p.
ABREU, Loyde Vieira; LABAKI, Lucila Chebel. Conforto térmico propiciado por algumas espécies arbóreas: avaliação do raio de influência através de diferentes índices de conforto. Ambiente Construído, Porto Alegre, v. 10, n. 4, p.103-117, out./dez. 2010.
BASSO, Jussara Maria; CORRÊA, Rodrigo Studart. Arborização urbana e qualificação da paisagem. Paisagem e Ambiente: Ensaios, São Paulo, v. 0, n. 34, p.129-148, dez. 2014.
DUARTE, Denise Helena Silva. O impacto da vegetação no microclima em cidades adensadas e seu papel na adaptação aos fenômenos de aquecimento urbano.: Contribuições a uma abordagem interdisciplinar. 2015. 167 f. Tese (Doutorado) - Curso de Arquitetura e Urbanismo, Departamento de Tecnologia da Arquitetura, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015.
SHINZATO, Paula. O impacto da vegetação nos microclimas urbanos. 2009. 173 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Arquitetura e Urbanismo, Tecnologia da Arquitetura, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009.

Aula 3 – Métodos
Conteúdo: Apresentação dos métodos usados em artigos específicos (em português). Apresentação de instrumentos que podem ser utilizados na coleta de dados em campo/ dados primários.
Bibliografia:
FIORI, Ana Maria. Um método para medir a sombra: Pesquisa avalia cinco espécies de árvores plantadas na área urbana e indica quais as mais adequadas para dar conforto aos habitantes. Pesquisa Fapesp, São Paulo, v. 61, p.26-29, fev. 2001. Disponível em: http://revistapesquisa.fapesp.br/2001/01/01/um-metodo-para-medir-a- sombra/. Acesso em: 28 fev. 2017.
MASCARÓ, Juan José; DIAS, A. P. A.; GIACOMIN, Suelen Debona. Arborização pública como estratégia de sustentabilidade urbana. SEMINÁRIO INTERNACIONAL DO NÚCLEO DE PESQUISA EM TECNOLOGIA DA ARQUITETURA E URBANISMO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (NUTAU 2008), 2008.
LABAKI, Lucila Chebel et al. Conforto térmico em espaços públicos de passagem: estudos em ruas de pedestres no estado de São Paulo. Ambiente Construído [online]. 2012, v. 12, n. 1 [Acessado 12 Novembro 2021] , pp. 167-183. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1678-86212012000 100003. Epub 02 Maio 2012. ISSN 1678-8621. https://doi.org/10.1590/S1678-86212012000100003.

Aula 4 – Estudo de Caso e devolutiva sobre as expectativas com o curso
Conteúdo: Apresentação sobre o ENVI-met e pesquisas já realizadas. Conversa com os participantes, com o uso da dinâmica realizada na primeira aula (Padlet), fornecendo uma devolutiva e uma possibilidade de cada um contar a sua trajetória.
Bibliografia:
SILVA, A. L. T. ; FIGUEIREDO, E. C. . A INFLUÊNCIA DA ARBORIZAÇÃO NO CONFORTO TÉRMICO DO PEDESTRE NO MICROCLIMA URBANO NOS BAIRROS DE HIGIENÓPOLIS E SANTA CECÍLIA. In: XIV Jornada de Iniciação Científica e VIII Mostra de Iniciação Tecnológica , 2018 , São Paulo. Jornada de Iniciação Científica e Mostra de Iniciação Tecnológica. : , 2018. p. s/ p.
SILVA, A. L. T. da. A influência da proposta de transformação de quadra urbana no microclima do Largo Santa Cecília em São Paulo-SP, Brasil. In: ENCONTRO NACIONAL DE CONFORTO NO AMBIENTE CONSTRUÍDO, 17., 2023. Anais [...]. [S. l.], 2023. p. 1–10. Disponível em: https://eventos.antac.org.br/index.php/encac/article/view/3753. Acesso em: 12 nov. 2023.
GONÇALVES, Joana; BODE, K. (ed.) Edifício ambiental. São Paulo: Oficina de Textos, 2015

Programa

Aula 1: Definições possíveis do urbano/ da cidade
Apresentação do curso + formulário da dinâmica da última aula
Tópicos:
1. Como os clássicos, do norte global, compreendem a cidade e o urbano
1.1. Georg Simmel, Durkheim e o nascimento da sociologia urbana;
1.2. A sociologia urbana da Escola de Chicago
1.3. Du Bois e o negro nas cidades estadunidenses

Textos sugeridos:
BOIS, W. D. B Du. O negro da Filadelfia: Um estudo social. Belo Horizonte: Autêntica, 2023;
PARK, Robert E. A Sociologia urbana e a Escola de Chicago. In: VALLADARES, Licia do Prado (org.) A sociologia urbana de Robert E. Park. Rio de Janeiro, Editora UFRJ, 2018.
SIMMEL, Georg. As grandes cidades e a vida do espírito (1903). Mana, v. 11, p. 577-591, 2005.

Aula 2: Estudos urbanos e raciais no Brasil do início do século XX
Tópicos:
2. A chegada da sociologia urbana no país e os estudos raciais
2.1. Estudos de Comunidade e os Estudos Urbanos
2.2. Os Estudos Raciais e o Projeto Unesco

Textos sugeridos:
BLAY, Eva Alterman. Tendências atuais da sociologia urbana no Brasil. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, n. 15, p. 61-77, 1974.
MENDOZA, Edgar SG. Donald Pierson e a escola sociológica de Chicago no Brasil: os estudos urbanos na cidade de São Paulo (1935-1950). Sociologias, p. 440-470, 2005.
FERNANDES, Florestan; BASTIDE, Roger. Brancos e negros em São Paulo. São Paulo: Global Editora e Distribuidora Ltda, 2015.

Aula 3: Do movimento negro na década de 70 aos estudos sobre segregação racial
3.1. Contribuições de Milton Santos - urbanização, território e raça
3.2 “Lugar de negro” no Brasil
3.3 Estudos sobre segregação racial

Textos sugeridos:

SANTOS, Milton. A urbanização brasileira. São Paulo: Edusp, 2005.
RATTS, Alex. Os lugares da gente negra: temas geográficos no pensamento de Beatriz
GONZALEZ, Lélia; HASENBALG, Carlos. Lugar de negro. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1982.
DE OLIVEIRA, Reinaldo José. Segregação racial no Brasil: questões contemporâneas em políticas públicas. Revista Rural & Urbano, v. 8, n. 1, p. 1-27, 2023.

Aula 4: O negro e a cidade pela lente da arte
Tópico:
4.1. Dinâmica de aula a partir das respostas do formulário preenchido na aula 1

Textos sugeridos:

Drive do curso: Curso Raça e Cidade - Textos

Referências:
BOIS, W. D. B Du. O negro da Filadelfia: Um estudo social. Belo Horizonte: Autêntica, 2023;
BLAY, Eva Alterman. Tendências atuais da sociologia urbana no Brasil. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, n. 15, p. 61-77, 1974.
CAMPOS, Andrelino. Do quilombo à favela: a produção do" espaço criminalizado" no Rio de Janeiro. 3 ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010.
CAVALCANTE, José Luiz. A Lei de Terras de 1850 e a reafirmação do poder básico do Estado sobre a terra. Histórica, v. 2, p. 1-8, 2005.
ELIAS, Norbert. Os estabelecidos e os outsiders. Rio de Janeiro: Zahar, 2000.
FERNANDES, Florestan; BASTIDE, Roger. Brancos e negros em São Paulo. São Paulo: Global Editora e Distribuidora Ltda, 2015.
GONZALEZ, Lélia.RIOS, Flávia. LIMA, Márcia. (org.) Por um feminismo afro-latino-americano: ensaios, intervenções e diálogos. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
GUIMARÃES, Iracema Brandão; BÓGUS, Lúcia Maria Machado; DE CARVALHO, Inaiá Maria Moreira. Entre os Estudos Urbanos e a Sociologia Urbana. Revista Brasileira de Sociologia, v. 6, n. 12, p. 200-221, 2018.
MAIO, Marcos Chor. O Projeto Unesco e a agenda das ciências sociais no Brasil dos anos 40 e 50. Revista brasileira de ciências sociais, v. 14, p. 141-158, 1999.
MARQUES, Eduardo Cesar Leão. Elementos conceituais de segregação, da pobreza urbana e da ação do Estado. São Paulo: segregação, pobreza e desigualdades sociais. São Paulo: SENAC São Paulo, 2005.
MENDOZA, Edgar SG. Donald Pierson e a escola sociológica de Chicago no Brasil: os estudos urbanos na cidade de São Paulo (1935-1950). Sociologias, p. 440-470, 2005.
RATTS, Alex. Os lugares da gente negra: temas geográficos no pensamento de Beatriz
Nascimento e Lélia Gonzalez in: Questões urbanas e racismo / Renato Emerson dos Santos (Org.). –Petrópolis, RJ : DP et Alii ; Brasília, DF : ABPN, 2012.
SANTOS, Milton. A urbanização brasileira. São Paulo: Edusp, 2005.
SIMMEL, Georg. As grandes cidades e a vida do espírito (1903). Mana, v. 11, p. 577-591, 2005.
VALLADARES, Licia do Prado (org.). A sociologia urbana de Robert E. Park. Rio de Janeiro, Editora UFRJ, 2018.
BICUDO, Virgínia Leone et al. Atitudes raciais de pretos e mulatos em São Paulo. In: Atitudes raciais de pretos e mulatos em São Paulo. 2010. p. 189-189.

Programa

1. Possíveis conceituações de ‘fantasmagoria’ e problemas sobre essa terminologia.
2. Formas fantasmagóricas dos anos noventa: categorias e contexto histórico.
3. Fantasmagorias dos jogos eletrônicos (1991-2001).
4. Fantasmagorias da eurodance (1991-2001).
5. Fantasmagorias dos reclames turísticos (1991-2001).
6. Refrações das fantasmagorias dos anos noventa durante a grande crise neoliberal (2001-2009).
7. Remodulações das fantasmagorias dos anos noventa durante a era dos smartphones e do
recrudescimento de discursos fascistas em escala global (2010-2025).
8. Fantasmagorias na era pós-pandêmica: inteligência artificial e visões do futuro.
9. Fetiche marxiano e fantasmagoria benjaminiana: aproximações e possíveis distanciamentos.
10. Sistemas análogos à ou relacionáveis com a fantasmagoria: espetáculo e hiper-realidade (Debord,
Baudrillard).
11. Aproximações entre conceitos de indústria cultural presentes na Dialética do esclarecimento, de
Adorno e Horkeimer, e a fantasmagoria benjaminiana.
12. Diálogos com Mark Fisher e Mario Perniola: cultura de massa e fantasmagorias no fim do século
XX.

 

Bibliografia

ADORNO, T. e HORKHEIMER, M. Dialética do esclarecimento. Fragmentos filosóficos. Rio de Janeiro: Zahar, 2006.
ADORNO, T. In search of Wagner. New York: Verso, 2005.
________. As estrelas descem à terra. A coluna de astrologia do Los Angeles Times. Um estudo sobre superstição secundária. São Paulo: Unesp, 2008.
AB’SÁBER, T. A música do tempo infinito. São Paulo: Cosac Naify, 2012.
AUGÉ, M. Não-lugares: introdução a uma antropologia da super-modernidade. Campinas: Papirus, 2017.
BAKHTIN, M. A teoria do romance: as formas do tempo e do cronotopo. São Paulo: 34, 2018.
BAUMAN, S. Mal-estar na pós-modernidade. Rio de Janeiro: Zahar, 1998.
_________. Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Rio de Janeiro, Zahar, 2004.
BAUDELAIRE, C. As flores do mal. São Paulo: Nova Fronteira, 1985.
BAUDRILLARD, J. América. Rio de Janeiro: Rocco, 1986.
BEE, F. Crítica da cultura e fantasmagoria: Benjamin na década de 30. 2016. 1 recurso online ( 129 p.) Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Campinas, SP. Disponível em: 20.500.12733/1628301.
_____. Mito e crítica: uma interpretação da Teoria Crítica de Walter Benjamin. 2021. 1 recurso online (167 p.) Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Campinas, SP. Disponível em: 20.500.12733/3066.
BELLANGER, A. Eurodance. Paris: Gallimard, 2018.
BENJAMIN, W. Baudelaire e a modernidade. Belo Horizonte: Autêntica: 2015.
___________. Estética e sociologia da arte. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.
___________. Obras escolhidas vol. 1: magia e técnica, arte e política. São Paulo: Brasiliense, 1987.
___________. Origem do drama trágico alemão. São Paulo: Autêntica, 2011.
__________. Origem do drama barroco alemão. São Paulo: Brasiliense, 1984.
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________. Palíndromos filosóficos. São Paulo: ed. Unifesp, 2018.
MBEMBE, A. Necropolítica. São Paulo: n-1, 2018.
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(UNICAMP), IEL. Campinas, SP. Disponível em: 20.500.12733/28764.
MIZANZUK, I. O caso Evandro. Rio de Janeiro, HarperCollins, 2021.
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SELIGMAN-SILVA, M. Walter Benjamin e a guerra de imagens. São Paulo: Perspectiva, 2021.
SERVA, L. Dez anos em um mês. Campinas: Sonae Sierra, 2012.
SONTAG, S. Diante da dor dos outros. São Paulo: Cia. das letras, 2003.
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VARELLA, J. Videogame: a evolução da arte. São Paulo: Lote 42, 2020.
VAROUFAKIS, Y. Tecnofeudalismo: o que matou o capitalismo. São Paulo: Planeta, 2024.

Programa

AULA 1: Apresentação do curso; Tennessee Williams, the fugitive kind e the American blues: a importância da fase inicial na obra do autor; a esquerda e o teatro engajado nos EUA: Group Theater, Actor’s Studios, Federal Theater Project; A Teoria do Drama Moderno (2001), de Peter Szondi: as antinomias do drama; O teatro épico (2008), de Anatol Rosenfeld: a teoria dos gêneros; o passado e presente na obra do autor: Tennessee escreveu dramas?
 
AULA 2: Apresentação e discussão de aspectos da peça Gata em telhado de zinco quente (1955): análise de trechos da peça; as mitomanias sulistas e o American Way of Life: as mitologias do All-American football hero e do self-made man; o sistema de plantations: homoafetividade, homossocialidade e a questão da sucessão familiar.
 
AULA 3: Apresentação e discussão de aspectos da peça Um bonde chamado Desejo (1955): análise de trechos da peça; a personagem de Blanche DuBois: psicanálise, biografismo e “realismo psicológico”; Belle Rêve: o Código Napoleônico e a questão da propriedade; a personagem de Allan e outros personagens off-stage na obra de Tennessee; outras peças do autor: De repente, no último verão (1958), E contar tristes histórias das mortes das bonecas (1957) e Vieux Carré (1979).
 
AULA 4: Gay drama e queer studies: contextualização e comentário sobre literatura recente; sociedade civil e políticas identitárias: a crítica marxista de Elle Meiksins Wood (2007); Marxismo e Pós-modernismo: a crítica de Terry Eagleton (1997); finalização e encerramento.
 
BIBLIOGRAFIA:
 
ARRELL, D. "Homosexual Panic in Cat on a Hot Tin Roof." Modern Drama, 51, no. 1, 2008, pp. 60-72.
BIBLER, 2002. “‘A Tenderness which Was Uncommon’: Homosexuality, Narrative and the Southern Plantation in Tennessee Williams’s Cat on a Hot Tin Roof”. The Mississippi Quarterly, no. 55, n. 3, 2012, pp. 381-400.
COSTA, I. C. Panorama do Rio Vermelho: ensaios sobre o teatro americano moderno. Nankin Editorial, 2001.
DEVLIN, A. J. “Writing in a ‘place of stone’”. In: ROUDANÉ, M. (Ed.) The Cambridge Companion to Tennessee Williams. New York: Cambridge University Press, 1997.
FLORES, F. T. Da Depressão às raízes do macartismo: representação de questões sócio- históricas em American Blues, de Tennessee Williams. São Paulo: Humanitas, 2015.
HOBSBAWM, E. Era dos extremos: o breve século XX – 1914-1991. Tradução: Marcos Santarrita. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
KARNAL, L. et al. História dos Estados Unidos: das origens ao século XXI. Editora Contexto, 2017.
KING, K. “Tennessee Williams: A Southern Writer”. The Mississippi Quarterly, 48, No. 4, Special Issue: Tennessee Williams, 1995, pp. 627-647.
LINK, A. S. História moderna dos Estados Unidos, v. III. Rio de Janeiro: Zahar, 1965.
MURPHY, B. “Tennessee Williams”. In: KRASNER, D. (Ed.) A companion to twentieth- century American drama. John Wiley & Sons, 2008.
NAESS, H. It Was Too Rare To Be Normal: The Impact of Off-Stage Characters, Homosexuality and Homophobia in A Streetcar Named Desire and Cat on a Hot Tin Roof. Dissertação de Mestrado. Oslo: The University of Oslo, 2012.
PETERSON, J. M. Tennessee Williams as a social critic. Dissertação de Mestrado. North Texas State University, 1969.
ROSENFELD, A. O teatro épico. 6 ed. São Paulo: Perspectiva, 2008.
SAVRAN, D. Communists, Cowboys, and Queers: The Politics of Masculinity in the Work of Arthur Miller and Tennessee Williams. London and Minneapolis: University of Minnesota Press, 1992.
SHACKELFORD, D. “The Truth That Must Be Told: Gay Subjectivity, Homophobia,
and Social History in Cat on a Hot Tin Roof”. Tennessee Williams Annual Review, no. 1, 1998, pp. 103-18.
SIMKINS, F. B. A History of the South. New York: Alfred A. Knopf, 1953.
SZONDI, P. Teoria do drama moderno [1880-1950]. São Paulo: Cosac Naify, 2001.
TOLEDO, L. M. A. O Tennessee Williams Desconhecido e Experimental de Seis Peças em Um Ato das Décadas de 1960 a 1980: Abordagem, Análise e Contexto das Personagens Femininas. Tese de doutorado. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2019.
WILLIAMS, R. Tragédia moderna. São Paulo: Cosac Naify, 2002.
WILLIAMS, T. Cat on a Hot Tin Roof. Introduction: Edward Albee. New York: New Directions, 2004.
_____________. Gata em Telhado de Zinco Quente / A Descida de Orfeu / A Noite do Iguana. Trad: Augusto Cesar dos Santos. São Paulo: É Realizações, 2016.
_____________. 27 Carros de Algodão e Outras Peças em um Ato. Trad: Grupo Tapa. São Paulo: É Realizações, 2013.
_____________. A Streetcar Named Desire. Introduction: Arthur Miller. New York: New Directions, 2004.
_____________. Um bonde chamado Desejo. Trad: Vadim Nikitin. São Paulo: Peixoto Neto, 2004.
______________. The Theatre of Tennessee Williams, 8 vols. New York: New
Directions, 1990.
WOOD, E. Democracy against capitalism: Renewing historical materialism. Aakar
Books, 2007.
__________; FOSTER, J. B. Em defesa da História. Tradução: Ruy Jungmann. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.

 

Programa

ATENÇÃO: As aulas serão ministradas em francês. Textos em francês. Discussões em francês e/ou português. Nível de francês solicitado para o acompanhamento das aulas: B2

23/09 - Encontro 1 : apresentação do curso e discussão de L’analphabète (2004) de Agota Kristof. Hungria - Suíça
30/09 - Encontro 2 : Marx et la Poupée (2017) de Maryam Madjidi. Irã - França 
07/10 - Encontro 3 : La femme sans sépulture (2002) de Assia Djebar. Argélia - França
14/10 - Encontro 4 : Ru (2010) de  Kim Thuy. Vietnã - Québec. 
21/10 - Encontro 5 : La tresse (2018) de Laetitia Colombani. França
28/10 - Encontro 6 : Le ciel par-dessus le toit de Natasha Appanah. Ilhas Maurício
04/11 - Encontro 7 : La femme aux pieds nus (2008) de Scholastique Mukasonga. Ruanda
11/11 - Encontro 8 : La vraie vie (2018) de Adeline Dieudonné. Bélgica 
18/11 - Encontro 9 : L’espèce fabulatrice (2008) de Nancy Huston. Canadá
25/11 - Encontro 10 : Vernon Subutex (2015), de Virginie. Despentes. França
02/12 - Encontro 11 : L’histoire de la femme cannibale (2005) de Maryse CONDÉ. Guadalupe
09/12 - Encontro 12 : Chanson douce de Leila Slimani. França-Marrocos
16/12 - Encontro extra : Une chance folle (2017), de Anne Godard. França – encontro mediado pela coordenadora Profa. Dra. Cristina Pietraroia.
 
Referências bibliográficas

Livros do curso:APPANAH, Natasha. Le ciel par-dessus le toit. Paris : Gallimard, 2019.
COLOMBANI, Laetitia. La tresse. Paris : Grasset, 2018. 
CONDÉ, Maryse. L’histoire de la femme canibale, Paris : Folio2005
DESPENTES, Virginie. Vernon Subutex. Paris : Grasset, 2015 
DIEUDONNÉ, Adeline. La vraie vie. Paris : L’Iconoclaste, 2018.
DJEBAR, Assia. La femme sans sépulture. Paris : Albin Michel, 2002 
HUSTON, Nancy. L’espèce fabulatrice. Arles : Actes Sud, 2008. 
GODARD, Anne. Une chance folle. Paris : Éditions de Minuit, 2017. 
KRISTOF, Agota. L’Anaphabète. Genebra : Éditions Zoé, 2004. 
MADJIDI, Maryam. Marx et la Poupée. Paris : Le Nouvel Attila, 2016.
MUKASONGA, Scholastique. La femme aux pieds nus. Paris : Gallimard, 2008
SLIMANI, Leila. Chanson douce. Paris : Gallimard, 2016.  
THUY, Kim. Ru. Montréal: Libre Expression, 2009. 

Outras referências 

ADORNO, Theodor W. « La situation du narrateur dans le roman contemporain ». In : ________. Notes sur la littérature. Trad. Sibylle Muller. Paris : Flammarion, 1984, p. 41.
ALLAMAND, Carole. Le “Pacte” de Philippe Lejeune ou l’autobiographie en théorie. Paris. Honoré Champion, 2018.
BERGOUNIOUX, Pierre. La puissance du souvenir dans l’écriture. Nantes : Éditions Pleins Feux, 2000.
BOIVIN, Aurélien ; DUFOUR, Bruno. Les identités francophones. Québec: Les Publications Québec français, 2008.
CHARTIER, Roger. A história ou a leitura do tempo. Tradução de Cristina Antunes. 2ª edição. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2010.
COMPAGNON, Antoine. La littérature pour quoi faire ? Paris : Collège de France – Fayard, 2007.
DAMATO, Diva. Edouard Glissant: Poética e Política. São Paulo: Annablume,1996.
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DION, Robert ; LEPAGE, Mahigan. « L’archive du biographe : usage du document dans la biographie d’écrivain contemporaine ». In Protée, vol. 35, no 3, 2007, p. 11-21. Disponible sur : http://id.erudit.org/iderudit/017475ar .
DUFAYS, Jean-Louis; GEMENNE, Louis; LEDUR. Pour une lecture littéraire. Louvain-la-Neuve: de Boeck Supérieur, 2015 [2005] .
ESTIVILL, Ester Pino. « L'écriture barthésienne contre l'oubli (vue depuis l'Espagne) », Revue Roland Barthes, nº 1, juin 2014 [en ligne]. URL : http://www.roland-barthes.org/article_messager.html [Site consulté le 07 janvier 2017].
GODARD, Anne (dir.). La littérature dans l’enseignement du FLE. Paris: Les Éditions Didier, 2015. 
HUSTON, Nancy. Nord perdu suivi de Douze France. Arles: Actes Sud, 1999.
________. Hors-sol. Tracts de la crise n°34. Paris: Gallimard, 2020.
________. Journal de la création. Arles: Actes Sud, 2001.
JOUVE, Vincent. Por que estudar literatura? Tradução Marcos Bagno e Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola, 2012. 
LE BRIS, Michel; ROUAUD, Jean (dir.). Pour une littérature-monde. Paris : Gallimard, 2007.
LEBRUN, Monique; COLLÈS, Luc. La littérature migrante dans l’espace francophone : Belgique – France – Québec – Suisse. Proximités EME. 
LEJEUNE, Philippe. Le pacte autobiographique. Paris. Seuil, 1975.
MAINGUENEAU, Dominique. Le contexte de l’oeuvre littéraire. Énonciation, écrivain, société. Paris : Dunod, 1993.
MANGUEL, Alberto. La méthode de Schéhérazade: Résister, écrire, imaginer. Chêne-Bourg: Georg Éditeur, 2018. 
PACE, Ana Amélia B. C. Lendo e escrevendo sobre o pacto autobiográfico de Philippe Lejeune. Dissertação de mestrado. Orientadora: Claudia Amigo Pino. FFLCH-USP, 2012
PERROT, Michelle. As mulheres ou os silêncios da história. Tradução de Viviane Ribeiro. Bauru, SP: EDUSC, 2005.
PETIT, Michèle. Éloge de la lecture. La construction de soi. Paris: Éditions Belin, 2002.
 ____________. Os jovens e a leitura. Tradução Celina Olga de Souza. São Paulo: Editora 34, 2009.
PIETRAROIA, Cristina C. M. Percursos de leitura. São Paulo: Editora Annablume, 1997. 
________________________. Questões de Leitura. Aspectos Práticos e Teóricos da Leitura em Francês Língua Estrangeira. São Paulo: Annablume, 2001.
PINO, Claudia; FENOGLIO, Irène;GALINDEZ, Verônica. Écritures du XXIe siècle. Genèses in vivo. Paris : Le Manuscrit, 2012.
PLUVINET, Charline. L’auteur déplacé dans la fiction. Configurations, dynamiques et enjeux des représentations fictionnelles de l’auteur dans la littérature contemporaine. Thèse de Doctorat en Littératures comparées présentée à l’Université de Rennes 2. Novembre 2009.
ROUXEL, Annie e LANGLADE, Gérard. Le sujet lecteur. Lecture subjective et enseignement de la littérature. Rennes : Presses Universitaires de Rennes, 2004 
SOUZA, Eneida Maria de. Janelas indiscretas: ensaios de crítica biográfica. Belo Horizonte: UFMG, 2011.
TEIXEIRA, Lucília S.L. A voz e a vez do leitor: o Pós-Método na prática da leitura literária em francês língua estrangeira em contexto universitário. Tese de doutorado. Orientadora: Cristina C. M. Pietraroia. FFLCH-USP, 2019. 
TODOROV, Tzvetan. Literatura em perigo. Tradução Caio Meira. Rio de Janeiro: DIFEL, 2009.

Programa

AULA 1 - Introdução à análise fílmica aplicada ao documentário
O que é a análise fílmica? Na primeira aula, faremos uma sistematização dos princípios da análise fílmica aplicada ao documentário, procurando esboçar um método para sua realização. Também traremos elementos para compreender a análise formal e a relação obra-sociedade.
Filme: Viramundo (Geraldo Sarno - 1965 - 37 min.)
Texto principal:
VANOYE, Francis; GOLIOT-LÉTÉ, Anne. Introdução. In: ____________. Ensaio sobre a análise fílmica. Campinas: Papirus, 1994, p. 9-20.

AULA 2 - Teorias sobre documentário
As discussões acerca das diferenças entre ficção e documentário são uma constante no audiovisual. Nesta aula, a proposta é refletir sobre as especificidades da linguagem documental a partir das teorias próprias a esse segmento, utilizando exemplos da cinematografia nacional.
Filme: Jogo de Cena (Eduardo Coutinho - 2007 - 105 min.)
Texto principal:
CAIXEITA, Rubens; GUIMARÃES, César. Pela distinção entre ficção e documentário, provisoriamente. In: COMOLLI, Jean-Louis. Ver e Poder. Belo Horizonte: UFMG, 2008.

AULA 3 - Uma trajetória do documentário no Brasil
Quais são os clássicos do documentário brasileiro? Por que são escolhidos e quem os escolhe? Aqui, nossa proposta é traçar uma breve trajetória do documentário no Brasil, relacionando filmes clássicos e esquecidos à historiografia do cinema e suas grandes interpretações.
Filme: Ôri (Raquel Gerber - 1989 - 100 min.)
Texto principal:
​​​​​​​LABAKI, Amir. Introdução ao documentário brasileiro. São Paulo: Francis, 2006.

BIBLIOGRAFIA
​​​​​​​
BERNARDET, Jean-Claude. Cineastas e Imagens do Povo. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
CORRIGAN, Timothy. O filme-ensaio: desde Montaigne e depois de Marker. Campinas: Papirus, 2015.
GOMES, Paulo Emílio Salles. Cinema: Trajetória no subdesenvolvimento. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999.
MIGLIORIN, Cezar. Ensaios no real. Rio de Janeiro: Becos do Azougue, 2010.
MARTIN, Marcel. A linguagem cinematográfica. São Paulo: Brasiliense, 2003.
NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. Campinas: Papirus, 2016.
RAMOS, Fernão Pessoa; SCHVARZMAN, Sheila. Nova história do cinema brasileiro. São Paulo: Edições Sesc, 2018. [2 volumes]
STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. Campinas: Papirus, 2013.
TEIXEIRA, Francisco Elinaldo (org.). O ensaio no cinema: formação de um quarto domínio das imagens na cultura audiovisual contemporânea. São Paulo: Hucitec, 2015.
TEIXEIRA, Francisco Elinaldo (org.). Documentário no Brasil: tradição e transformação. São Paulo: Summus, 2004.
VANOYE, Francis; GOLIOT-LÉTÉ, Anne. Ensaio sobre a análise fílmica. Campinas: Papirus, 1994.

FILMOGRAFIA COMPLEMENTAR
A Entrevista (Helena Solberg - 1966 - 20 min)
A opinião pública (Arnaldo Jabor - 1967 - 71 min)
Cabra Marcado Para Morrer (Eduardo Coutinho - 1984 - 119 min)
Filhas de Lavadeira (Edileuza Penha de Souza - 2019 - 22 min)
Helena (Petra Costa - 2012 - 90 min)
Maioria Absoluta (Leon Hirszman - 1964 - 18 min)
O caso do homem errado (Camila de Moraes - 2017 - 77 min)
Passe Livre (Oswaldo Cadeira - 1974 - 73 min)
Subterrâneos do Futebol (Maurice Capovilla - 1965 - 32 min)
Vila Boa de Goyaz (Vladimir Carvalho - 1974 - 19 min)