Programa

Aula 1: Definições possíveis do urbano/ da cidade
Apresentação do curso + formulário da dinâmica da última aula
Tópicos:
1. Como os clássicos, do norte global, compreendem a cidade e o urbano
1.1. Georg Simmel, Durkheim e o nascimento da sociologia urbana;
1.2. A sociologia urbana da Escola de Chicago
1.3. Du Bois e o negro nas cidades estadunidenses

Textos sugeridos:
BOIS, W. D. B Du. O negro da Filadelfia: Um estudo social. Belo Horizonte: Autêntica, 2023;
PARK, Robert E. A Sociologia urbana e a Escola de Chicago. In: VALLADARES, Licia do Prado (org.) A sociologia urbana de Robert E. Park. Rio de Janeiro, Editora UFRJ, 2018.
SIMMEL, Georg. As grandes cidades e a vida do espírito (1903). Mana, v. 11, p. 577-591, 2005.

Aula 2: Estudos urbanos e raciais no Brasil do início do século XX
Tópicos:
2. A chegada da sociologia urbana no país e os estudos raciais
2.1. Estudos de Comunidade e os Estudos Urbanos
2.2. Os Estudos Raciais e o Projeto Unesco

Textos sugeridos:
BLAY, Eva Alterman. Tendências atuais da sociologia urbana no Brasil. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, n. 15, p. 61-77, 1974.
MENDOZA, Edgar SG. Donald Pierson e a escola sociológica de Chicago no Brasil: os estudos urbanos na cidade de São Paulo (1935-1950). Sociologias, p. 440-470, 2005.
FERNANDES, Florestan; BASTIDE, Roger. Brancos e negros em São Paulo. São Paulo: Global Editora e Distribuidora Ltda, 2015.

Aula 3: Do movimento negro na década de 70 aos estudos sobre segregação racial
3.1. Contribuições de Milton Santos - urbanização, território e raça
3.2 “Lugar de negro” no Brasil
3.3 Estudos sobre segregação racial

Textos sugeridos:

SANTOS, Milton. A urbanização brasileira. São Paulo: Edusp, 2005.
RATTS, Alex. Os lugares da gente negra: temas geográficos no pensamento de Beatriz
GONZALEZ, Lélia; HASENBALG, Carlos. Lugar de negro. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1982.
DE OLIVEIRA, Reinaldo José. Segregação racial no Brasil: questões contemporâneas em políticas públicas. Revista Rural & Urbano, v. 8, n. 1, p. 1-27, 2023.

Aula 4: O negro e a cidade pela lente da arte
Tópico:
4.1. Dinâmica de aula a partir das respostas do formulário preenchido na aula 1

Textos sugeridos:

Drive do curso: Curso Raça e Cidade - Textos

Referências:
BOIS, W. D. B Du. O negro da Filadelfia: Um estudo social. Belo Horizonte: Autêntica, 2023;
BLAY, Eva Alterman. Tendências atuais da sociologia urbana no Brasil. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, n. 15, p. 61-77, 1974.
CAMPOS, Andrelino. Do quilombo à favela: a produção do" espaço criminalizado" no Rio de Janeiro. 3 ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010.
CAVALCANTE, José Luiz. A Lei de Terras de 1850 e a reafirmação do poder básico do Estado sobre a terra. Histórica, v. 2, p. 1-8, 2005.
ELIAS, Norbert. Os estabelecidos e os outsiders. Rio de Janeiro: Zahar, 2000.
FERNANDES, Florestan; BASTIDE, Roger. Brancos e negros em São Paulo. São Paulo: Global Editora e Distribuidora Ltda, 2015.
GONZALEZ, Lélia.RIOS, Flávia. LIMA, Márcia. (org.) Por um feminismo afro-latino-americano: ensaios, intervenções e diálogos. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
GUIMARÃES, Iracema Brandão; BÓGUS, Lúcia Maria Machado; DE CARVALHO, Inaiá Maria Moreira. Entre os Estudos Urbanos e a Sociologia Urbana. Revista Brasileira de Sociologia, v. 6, n. 12, p. 200-221, 2018.
MAIO, Marcos Chor. O Projeto Unesco e a agenda das ciências sociais no Brasil dos anos 40 e 50. Revista brasileira de ciências sociais, v. 14, p. 141-158, 1999.
MARQUES, Eduardo Cesar Leão. Elementos conceituais de segregação, da pobreza urbana e da ação do Estado. São Paulo: segregação, pobreza e desigualdades sociais. São Paulo: SENAC São Paulo, 2005.
MENDOZA, Edgar SG. Donald Pierson e a escola sociológica de Chicago no Brasil: os estudos urbanos na cidade de São Paulo (1935-1950). Sociologias, p. 440-470, 2005.
RATTS, Alex. Os lugares da gente negra: temas geográficos no pensamento de Beatriz
Nascimento e Lélia Gonzalez in: Questões urbanas e racismo / Renato Emerson dos Santos (Org.). –Petrópolis, RJ : DP et Alii ; Brasília, DF : ABPN, 2012.
SANTOS, Milton. A urbanização brasileira. São Paulo: Edusp, 2005.
SIMMEL, Georg. As grandes cidades e a vida do espírito (1903). Mana, v. 11, p. 577-591, 2005.
VALLADARES, Licia do Prado (org.). A sociologia urbana de Robert E. Park. Rio de Janeiro, Editora UFRJ, 2018.
BICUDO, Virgínia Leone et al. Atitudes raciais de pretos e mulatos em São Paulo. In: Atitudes raciais de pretos e mulatos em São Paulo. 2010. p. 189-189.

Programa

1. Possíveis conceituações de ‘fantasmagoria’ e problemas sobre essa terminologia.
2. Formas fantasmagóricas dos anos noventa: categorias e contexto histórico.
3. Fantasmagorias dos jogos eletrônicos (1991-2001).
4. Fantasmagorias da eurodance (1991-2001).
5. Fantasmagorias dos reclames turísticos (1991-2001).
6. Refrações das fantasmagorias dos anos noventa durante a grande crise neoliberal (2001-2009).
7. Remodulações das fantasmagorias dos anos noventa durante a era dos smartphones e do
recrudescimento de discursos fascistas em escala global (2010-2025).
8. Fantasmagorias na era pós-pandêmica: inteligência artificial e visões do futuro.
9. Fetiche marxiano e fantasmagoria benjaminiana: aproximações e possíveis distanciamentos.
10. Sistemas análogos à ou relacionáveis com a fantasmagoria: espetáculo e hiper-realidade (Debord,
Baudrillard).
11. Aproximações entre conceitos de indústria cultural presentes na Dialética do esclarecimento, de
Adorno e Horkeimer, e a fantasmagoria benjaminiana.
12. Diálogos com Mark Fisher e Mario Perniola: cultura de massa e fantasmagorias no fim do século
XX.

 

Bibliografia

ADORNO, T. e HORKHEIMER, M. Dialética do esclarecimento. Fragmentos filosóficos. Rio de Janeiro: Zahar, 2006.
ADORNO, T. In search of Wagner. New York: Verso, 2005.
________. As estrelas descem à terra. A coluna de astrologia do Los Angeles Times. Um estudo sobre superstição secundária. São Paulo: Unesp, 2008.
AB’SÁBER, T. A música do tempo infinito. São Paulo: Cosac Naify, 2012.
AUGÉ, M. Não-lugares: introdução a uma antropologia da super-modernidade. Campinas: Papirus, 2017.
BAKHTIN, M. A teoria do romance: as formas do tempo e do cronotopo. São Paulo: 34, 2018.
BAUMAN, S. Mal-estar na pós-modernidade. Rio de Janeiro: Zahar, 1998.
_________. Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Rio de Janeiro, Zahar, 2004.
BAUDELAIRE, C. As flores do mal. São Paulo: Nova Fronteira, 1985.
BAUDRILLARD, J. América. Rio de Janeiro: Rocco, 1986.
BEE, F. Crítica da cultura e fantasmagoria: Benjamin na década de 30. 2016. 1 recurso online ( 129 p.) Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Campinas, SP. Disponível em: 20.500.12733/1628301.
_____. Mito e crítica: uma interpretação da Teoria Crítica de Walter Benjamin. 2021. 1 recurso online (167 p.) Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Campinas, SP. Disponível em: 20.500.12733/3066.
BELLANGER, A. Eurodance. Paris: Gallimard, 2018.
BENJAMIN, W. Baudelaire e a modernidade. Belo Horizonte: Autêntica: 2015.
___________. Estética e sociologia da arte. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.
___________. Obras escolhidas vol. 1: magia e técnica, arte e política. São Paulo: Brasiliense, 1987.
___________. Origem do drama trágico alemão. São Paulo: Autêntica, 2011.
__________. Origem do drama barroco alemão. São Paulo: Brasiliense, 1984.
___________. Passagens. Belo Horizonte/São Paulo: Imprensa Oficial/UFMG, 2009.
__________. Reflexões sobre a criança, o brinquedo e a educação. São Paulo: Duas Cidades; Editora 34, 2014.
BERDET, M. Mouvement social et fantasmagories dans Paris, capitale du XIXe siècle. Philosophie. Université Paris 7, 2009. Fonte: https://theses.hal.science/tel-04673089v1 .
_______.Eight Thesis on Phantasmagoria. Anthropology & Materialism [Online], 1 | 2013. Fonte: http://journals.openedition.org/am/225 ; DOI : 10.4000/am.225.
_______. Fantasmagories du capital. L’invention de la ville marchandise. Paris: La Découverte, 2013b.
_______. Le chiffonnier de Paris. Walter Benjamin et les fantasmagories. Paris: Vrin, 2015.
BEY, H. Overcoming tourism. 2012. Fonte: https://hermetic.com/bey/tourism .
BOLLE, W. Fisiognomia da metrópole moderna. São Paulo: Edusp, 2022.
BRAUDEL, F. História e ciências sociais: a longa duração. Escritos sobre a História. São Paulo: Perspectiva, 1976.
BRETAS, A. Fantasmagorias da modernidade. Ensaios benjaminianos. São Paulo: Editora da Unifesp, 2021.
CALDEIRA, T. Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São Paulo. São Paulo: 34, 2016.
CELMY, M. Página do emissor. In: Guia PanRotas. Guia de horários e tarifas aéreas nacionais e
internacionais. N. 302, maio de 1998. São Paulo: editora PanRotas, 1998.
COHEN, M. The Arcades Project: Benjamin’s phantasmagoria. In: Ferris, D. [org.]. A Cambridge
Companion to Walter Benjamin. Cambridge: Cambridge University Press, 2006.
DEBORD, G. A sociedade do espetáculo. Cascais: Edições Antipáticas, 2005.
DERRIDA, J. Espectros de Marx. Madrid: Trotta, 1998.
DURÃES-DIAS, W. As exposições universais e suas fantasmagorias. In: Machado, C.; Machado, R. e Vedda, M. [orgs.]. Walter Benjamin: experiência histórica e imagens dialéticas. São Paulo: Unesp, 2013.
ENGELS, F. e MARX, K. A ideologia alemã. São Paulo: Boitempo, 2007.
FILGUEIRAS, L. História do Plano Real: fundamentos, impactos, contradições. São Paulo: Boitempo, 2006.
FISHER, M. Fantasmas da minha vida. Escritos sobre depressão, assombrologia e futuros perdidos. São Paulo: Autonomia Literária, 2022.
FOUCAULT, M. O corpo utópico, as heterotopias. São Paulo: n-1, 2013.
FLUSSER, V. Filosofia da caixa-preta. São Paulo: Hucitec, 1985.
FREUD, S. Neurose, psicose e perversão. São Paulo: Autêntica, 2016.
FUKUYAMA, F. O fim da história e o último homem. Rio de Janeiro: Rocco, 1992.
HARDMAN, F. Trem-fantasma. A ferrovia Madeira-Mamoré e a modernidade na selva. São Paulo: Cia. das Letras, 2005.
HOBSBAWM, E. A Era dos Extremos. O breve século XX. São Paulo: Cia das Letras, 2008.
HOUELEBECQ, M. Plataforma. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2018.
JAMESON, F. Cultura do dinheiro. Petrópolis: Vozes, 2001.
JUNG, C. et alii [org.]. O homem e seus símbolos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1996.
KLEIN, N. Doppelgänger: uma viagem através do mundo-espelho. São Paulo: Carambaia, 2023.
KRACAUER, S. From Calligari to Hitler. A psychological history of German film. New Jersey: Princeton University Press, 1947.
MARKUS, G. Commodity as phantasmagoria. In: Walter Benjamin. New German Critique, n. 83
(spring/summer), 2001.
MARTINEZ, H (org.). Coleção Old Gamer: Super Nintendo. São Paulo: Europa, 2016.
_______________. Coleção Old Gamer: Nintendo 64. São Paulo: Europa, 2017.
MARX, K. O capital. Vol. 1. São Paulo: Boitempo, 2013.
MATOS, O. (org.). Benjaminianas. Cultura capitalista e fetichismo contemporâneo. São Paulo: Editora Unesp, 2009.
________. Aufklärung na metrópole: Paris e a Via-Láctea. In: Benjamin, W. Passagens. Belo Horizonte/São Paulo: UFMG/Imprensa Oficial, 2009
________. Os arcanos do inteiramente outro. A escola de Frankfurt, a melancolia e a Revolução. São Paulo: Brasiliense, 1989
________. Palíndromos filosóficos. São Paulo: ed. Unifesp, 2018.
MBEMBE, A. Necropolítica. São Paulo: n-1, 2018.
MEDEIROS, G. À galáxia de Taurus, nossa tristeza: fantasmagorias de fim-de-século na obra de Roberto Bolaño. 2025. 1 recurso online (256 p.) Tese (doutorado). Universidade Estadual de Campinas
(UNICAMP), IEL. Campinas, SP. Disponível em: 20.500.12733/28764.
MIZANZUK, I. O caso Evandro. Rio de Janeiro, HarperCollins, 2021.
PAASONEN, S. Carnal resonance: affect and online pornography. London/Cambridge: MIT Press, 2011.
PACH, R. Guia Rússia para o turismo de colapso. São Paulo: Elefante, 2018.
PERNIOLA, M. O sex-appeal do inorgânico. São Paulo: ECA/USP e Nobel, 2005.
PRECIADO, P. Testo junkie. Sexo, drogas e biopolítica na era farmacopornográfica. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
SARLO, B. A cidade vista. Mercadorias e cultura urbana. São Paulo: Martins Fontes, 2014.
SELIGMAN-SILVA, M. Walter Benjamin e a guerra de imagens. São Paulo: Perspectiva, 2021.
SERVA, L. Dez anos em um mês. Campinas: Sonae Sierra, 2012.
SONTAG, S. Diante da dor dos outros. São Paulo: Cia. das letras, 2003.
SOININEN, J. Move your body 2 the 90’s: unlimited Eurodance. Helsinki: BoD GmbH, 2020. E-book.
Tolkien, J. O Silmarillion. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
VARELLA, J. Videogame: a evolução da arte. São Paulo: Lote 42, 2020.
VAROUFAKIS, Y. Tecnofeudalismo: o que matou o capitalismo. São Paulo: Planeta, 2024.

Programa

AULA 1: Apresentação do curso; Tennessee Williams, the fugitive kind e the American blues: a importância da fase inicial na obra do autor; a esquerda e o teatro engajado nos EUA: Group Theater, Actor’s Studios, Federal Theater Project; A Teoria do Drama Moderno (2001), de Peter Szondi: as antinomias do drama; O teatro épico (2008), de Anatol Rosenfeld: a teoria dos gêneros; o passado e presente na obra do autor: Tennessee escreveu dramas?
 
AULA 2: Apresentação e discussão de aspectos da peça Gata em telhado de zinco quente (1955): análise de trechos da peça; as mitomanias sulistas e o American Way of Life: as mitologias do All-American football hero e do self-made man; o sistema de plantations: homoafetividade, homossocialidade e a questão da sucessão familiar.
 
AULA 3: Apresentação e discussão de aspectos da peça Um bonde chamado Desejo (1955): análise de trechos da peça; a personagem de Blanche DuBois: psicanálise, biografismo e “realismo psicológico”; Belle Rêve: o Código Napoleônico e a questão da propriedade; a personagem de Allan e outros personagens off-stage na obra de Tennessee; outras peças do autor: De repente, no último verão (1958), E contar tristes histórias das mortes das bonecas (1957) e Vieux Carré (1979).
 
AULA 4: Gay drama e queer studies: contextualização e comentário sobre literatura recente; sociedade civil e políticas identitárias: a crítica marxista de Elle Meiksins Wood (2007); Marxismo e Pós-modernismo: a crítica de Terry Eagleton (1997); finalização e encerramento.
 
BIBLIOGRAFIA:
 
ARRELL, D. "Homosexual Panic in Cat on a Hot Tin Roof." Modern Drama, 51, no. 1, 2008, pp. 60-72.
BIBLER, 2002. “‘A Tenderness which Was Uncommon’: Homosexuality, Narrative and the Southern Plantation in Tennessee Williams’s Cat on a Hot Tin Roof”. The Mississippi Quarterly, no. 55, n. 3, 2012, pp. 381-400.
COSTA, I. C. Panorama do Rio Vermelho: ensaios sobre o teatro americano moderno. Nankin Editorial, 2001.
DEVLIN, A. J. “Writing in a ‘place of stone’”. In: ROUDANÉ, M. (Ed.) The Cambridge Companion to Tennessee Williams. New York: Cambridge University Press, 1997.
FLORES, F. T. Da Depressão às raízes do macartismo: representação de questões sócio- históricas em American Blues, de Tennessee Williams. São Paulo: Humanitas, 2015.
HOBSBAWM, E. Era dos extremos: o breve século XX – 1914-1991. Tradução: Marcos Santarrita. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
KARNAL, L. et al. História dos Estados Unidos: das origens ao século XXI. Editora Contexto, 2017.
KING, K. “Tennessee Williams: A Southern Writer”. The Mississippi Quarterly, 48, No. 4, Special Issue: Tennessee Williams, 1995, pp. 627-647.
LINK, A. S. História moderna dos Estados Unidos, v. III. Rio de Janeiro: Zahar, 1965.
MURPHY, B. “Tennessee Williams”. In: KRASNER, D. (Ed.) A companion to twentieth- century American drama. John Wiley & Sons, 2008.
NAESS, H. It Was Too Rare To Be Normal: The Impact of Off-Stage Characters, Homosexuality and Homophobia in A Streetcar Named Desire and Cat on a Hot Tin Roof. Dissertação de Mestrado. Oslo: The University of Oslo, 2012.
PETERSON, J. M. Tennessee Williams as a social critic. Dissertação de Mestrado. North Texas State University, 1969.
ROSENFELD, A. O teatro épico. 6 ed. São Paulo: Perspectiva, 2008.
SAVRAN, D. Communists, Cowboys, and Queers: The Politics of Masculinity in the Work of Arthur Miller and Tennessee Williams. London and Minneapolis: University of Minnesota Press, 1992.
SHACKELFORD, D. “The Truth That Must Be Told: Gay Subjectivity, Homophobia,
and Social History in Cat on a Hot Tin Roof”. Tennessee Williams Annual Review, no. 1, 1998, pp. 103-18.
SIMKINS, F. B. A History of the South. New York: Alfred A. Knopf, 1953.
SZONDI, P. Teoria do drama moderno [1880-1950]. São Paulo: Cosac Naify, 2001.
TOLEDO, L. M. A. O Tennessee Williams Desconhecido e Experimental de Seis Peças em Um Ato das Décadas de 1960 a 1980: Abordagem, Análise e Contexto das Personagens Femininas. Tese de doutorado. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2019.
WILLIAMS, R. Tragédia moderna. São Paulo: Cosac Naify, 2002.
WILLIAMS, T. Cat on a Hot Tin Roof. Introduction: Edward Albee. New York: New Directions, 2004.
_____________. Gata em Telhado de Zinco Quente / A Descida de Orfeu / A Noite do Iguana. Trad: Augusto Cesar dos Santos. São Paulo: É Realizações, 2016.
_____________. 27 Carros de Algodão e Outras Peças em um Ato. Trad: Grupo Tapa. São Paulo: É Realizações, 2013.
_____________. A Streetcar Named Desire. Introduction: Arthur Miller. New York: New Directions, 2004.
_____________. Um bonde chamado Desejo. Trad: Vadim Nikitin. São Paulo: Peixoto Neto, 2004.
______________. The Theatre of Tennessee Williams, 8 vols. New York: New
Directions, 1990.
WOOD, E. Democracy against capitalism: Renewing historical materialism. Aakar
Books, 2007.
__________; FOSTER, J. B. Em defesa da História. Tradução: Ruy Jungmann. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.

 

Programa

ATENÇÃO: As aulas serão ministradas em francês. Textos em francês. Discussões em francês e/ou português. Nível de francês solicitado para o acompanhamento das aulas: B2

23/09 - Encontro 1 : apresentação do curso e discussão de L’analphabète (2004) de Agota Kristof. Hungria - Suíça
30/09 - Encontro 2 : Marx et la Poupée (2017) de Maryam Madjidi. Irã - França 
07/10 - Encontro 3 : La femme sans sépulture (2002) de Assia Djebar. Argélia - França
14/10 - Encontro 4 : Ru (2010) de  Kim Thuy. Vietnã - Québec. 
21/10 - Encontro 5 : La tresse (2018) de Laetitia Colombani. França
28/10 - Encontro 6 : Le ciel par-dessus le toit de Natasha Appanah. Ilhas Maurício
04/11 - Encontro 7 : La femme aux pieds nus (2008) de Scholastique Mukasonga. Ruanda
11/11 - Encontro 8 : La vraie vie (2018) de Adeline Dieudonné. Bélgica 
18/11 - Encontro 9 : L’espèce fabulatrice (2008) de Nancy Huston. Canadá
25/11 - Encontro 10 : Vernon Subutex (2015), de Virginie. Despentes. França
02/12 - Encontro 11 : L’histoire de la femme cannibale (2005) de Maryse CONDÉ. Guadalupe
09/12 - Encontro 12 : Chanson douce de Leila Slimani. França-Marrocos
16/12 - Encontro extra : Une chance folle (2017), de Anne Godard. França – encontro mediado pela coordenadora Profa. Dra. Cristina Pietraroia.
 
Referências bibliográficas

Livros do curso:APPANAH, Natasha. Le ciel par-dessus le toit. Paris : Gallimard, 2019.
COLOMBANI, Laetitia. La tresse. Paris : Grasset, 2018. 
CONDÉ, Maryse. L’histoire de la femme canibale, Paris : Folio2005
DESPENTES, Virginie. Vernon Subutex. Paris : Grasset, 2015 
DIEUDONNÉ, Adeline. La vraie vie. Paris : L’Iconoclaste, 2018.
DJEBAR, Assia. La femme sans sépulture. Paris : Albin Michel, 2002 
HUSTON, Nancy. L’espèce fabulatrice. Arles : Actes Sud, 2008. 
GODARD, Anne. Une chance folle. Paris : Éditions de Minuit, 2017. 
KRISTOF, Agota. L’Anaphabète. Genebra : Éditions Zoé, 2004. 
MADJIDI, Maryam. Marx et la Poupée. Paris : Le Nouvel Attila, 2016.
MUKASONGA, Scholastique. La femme aux pieds nus. Paris : Gallimard, 2008
SLIMANI, Leila. Chanson douce. Paris : Gallimard, 2016.  
THUY, Kim. Ru. Montréal: Libre Expression, 2009. 

Outras referências 

ADORNO, Theodor W. « La situation du narrateur dans le roman contemporain ». In : ________. Notes sur la littérature. Trad. Sibylle Muller. Paris : Flammarion, 1984, p. 41.
ALLAMAND, Carole. Le “Pacte” de Philippe Lejeune ou l’autobiographie en théorie. Paris. Honoré Champion, 2018.
BERGOUNIOUX, Pierre. La puissance du souvenir dans l’écriture. Nantes : Éditions Pleins Feux, 2000.
BOIVIN, Aurélien ; DUFOUR, Bruno. Les identités francophones. Québec: Les Publications Québec français, 2008.
CHARTIER, Roger. A história ou a leitura do tempo. Tradução de Cristina Antunes. 2ª edição. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2010.
COMPAGNON, Antoine. La littérature pour quoi faire ? Paris : Collège de France – Fayard, 2007.
DAMATO, Diva. Edouard Glissant: Poética e Política. São Paulo: Annablume,1996.
DIAZ, Jose-Luiz. L’écrivain imaginaire. Scénographies auctoriales à l’époque romantique. Paris : Honoré Champion Éditeur, 2007.
DION, Robert ; LEPAGE, Mahigan. « L’archive du biographe : usage du document dans la biographie d’écrivain contemporaine ». In Protée, vol. 35, no 3, 2007, p. 11-21. Disponible sur : http://id.erudit.org/iderudit/017475ar .
DUFAYS, Jean-Louis; GEMENNE, Louis; LEDUR. Pour une lecture littéraire. Louvain-la-Neuve: de Boeck Supérieur, 2015 [2005] .
ESTIVILL, Ester Pino. « L'écriture barthésienne contre l'oubli (vue depuis l'Espagne) », Revue Roland Barthes, nº 1, juin 2014 [en ligne]. URL : http://www.roland-barthes.org/article_messager.html [Site consulté le 07 janvier 2017].
GODARD, Anne (dir.). La littérature dans l’enseignement du FLE. Paris: Les Éditions Didier, 2015. 
HUSTON, Nancy. Nord perdu suivi de Douze France. Arles: Actes Sud, 1999.
________. Hors-sol. Tracts de la crise n°34. Paris: Gallimard, 2020.
________. Journal de la création. Arles: Actes Sud, 2001.
JOUVE, Vincent. Por que estudar literatura? Tradução Marcos Bagno e Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola, 2012. 
LE BRIS, Michel; ROUAUD, Jean (dir.). Pour une littérature-monde. Paris : Gallimard, 2007.
LEBRUN, Monique; COLLÈS, Luc. La littérature migrante dans l’espace francophone : Belgique – France – Québec – Suisse. Proximités EME. 
LEJEUNE, Philippe. Le pacte autobiographique. Paris. Seuil, 1975.
MAINGUENEAU, Dominique. Le contexte de l’oeuvre littéraire. Énonciation, écrivain, société. Paris : Dunod, 1993.
MANGUEL, Alberto. La méthode de Schéhérazade: Résister, écrire, imaginer. Chêne-Bourg: Georg Éditeur, 2018. 
PACE, Ana Amélia B. C. Lendo e escrevendo sobre o pacto autobiográfico de Philippe Lejeune. Dissertação de mestrado. Orientadora: Claudia Amigo Pino. FFLCH-USP, 2012
PERROT, Michelle. As mulheres ou os silêncios da história. Tradução de Viviane Ribeiro. Bauru, SP: EDUSC, 2005.
PETIT, Michèle. Éloge de la lecture. La construction de soi. Paris: Éditions Belin, 2002.
 ____________. Os jovens e a leitura. Tradução Celina Olga de Souza. São Paulo: Editora 34, 2009.
PIETRAROIA, Cristina C. M. Percursos de leitura. São Paulo: Editora Annablume, 1997. 
________________________. Questões de Leitura. Aspectos Práticos e Teóricos da Leitura em Francês Língua Estrangeira. São Paulo: Annablume, 2001.
PINO, Claudia; FENOGLIO, Irène;GALINDEZ, Verônica. Écritures du XXIe siècle. Genèses in vivo. Paris : Le Manuscrit, 2012.
PLUVINET, Charline. L’auteur déplacé dans la fiction. Configurations, dynamiques et enjeux des représentations fictionnelles de l’auteur dans la littérature contemporaine. Thèse de Doctorat en Littératures comparées présentée à l’Université de Rennes 2. Novembre 2009.
ROUXEL, Annie e LANGLADE, Gérard. Le sujet lecteur. Lecture subjective et enseignement de la littérature. Rennes : Presses Universitaires de Rennes, 2004 
SOUZA, Eneida Maria de. Janelas indiscretas: ensaios de crítica biográfica. Belo Horizonte: UFMG, 2011.
TEIXEIRA, Lucília S.L. A voz e a vez do leitor: o Pós-Método na prática da leitura literária em francês língua estrangeira em contexto universitário. Tese de doutorado. Orientadora: Cristina C. M. Pietraroia. FFLCH-USP, 2019. 
TODOROV, Tzvetan. Literatura em perigo. Tradução Caio Meira. Rio de Janeiro: DIFEL, 2009.

Programa

AULA 1 - Introdução à análise fílmica aplicada ao documentário
O que é a análise fílmica? Na primeira aula, faremos uma sistematização dos princípios da análise fílmica aplicada ao documentário, procurando esboçar um método para sua realização. Também traremos elementos para compreender a análise formal e a relação obra-sociedade.
Filme: Viramundo (Geraldo Sarno - 1965 - 37 min.)
Texto principal:
VANOYE, Francis; GOLIOT-LÉTÉ, Anne. Introdução. In: ____________. Ensaio sobre a análise fílmica. Campinas: Papirus, 1994, p. 9-20.

AULA 2 - Teorias sobre documentário
As discussões acerca das diferenças entre ficção e documentário são uma constante no audiovisual. Nesta aula, a proposta é refletir sobre as especificidades da linguagem documental a partir das teorias próprias a esse segmento, utilizando exemplos da cinematografia nacional.
Filme: Jogo de Cena (Eduardo Coutinho - 2007 - 105 min.)
Texto principal:
CAIXEITA, Rubens; GUIMARÃES, César. Pela distinção entre ficção e documentário, provisoriamente. In: COMOLLI, Jean-Louis. Ver e Poder. Belo Horizonte: UFMG, 2008.

AULA 3 - Uma trajetória do documentário no Brasil
Quais são os clássicos do documentário brasileiro? Por que são escolhidos e quem os escolhe? Aqui, nossa proposta é traçar uma breve trajetória do documentário no Brasil, relacionando filmes clássicos e esquecidos à historiografia do cinema e suas grandes interpretações.
Filme: Ôri (Raquel Gerber - 1989 - 100 min.)
Texto principal:
​​​​​​​LABAKI, Amir. Introdução ao documentário brasileiro. São Paulo: Francis, 2006.

BIBLIOGRAFIA
​​​​​​​
BERNARDET, Jean-Claude. Cineastas e Imagens do Povo. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
CORRIGAN, Timothy. O filme-ensaio: desde Montaigne e depois de Marker. Campinas: Papirus, 2015.
GOMES, Paulo Emílio Salles. Cinema: Trajetória no subdesenvolvimento. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999.
MIGLIORIN, Cezar. Ensaios no real. Rio de Janeiro: Becos do Azougue, 2010.
MARTIN, Marcel. A linguagem cinematográfica. São Paulo: Brasiliense, 2003.
NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. Campinas: Papirus, 2016.
RAMOS, Fernão Pessoa; SCHVARZMAN, Sheila. Nova história do cinema brasileiro. São Paulo: Edições Sesc, 2018. [2 volumes]
STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. Campinas: Papirus, 2013.
TEIXEIRA, Francisco Elinaldo (org.). O ensaio no cinema: formação de um quarto domínio das imagens na cultura audiovisual contemporânea. São Paulo: Hucitec, 2015.
TEIXEIRA, Francisco Elinaldo (org.). Documentário no Brasil: tradição e transformação. São Paulo: Summus, 2004.
VANOYE, Francis; GOLIOT-LÉTÉ, Anne. Ensaio sobre a análise fílmica. Campinas: Papirus, 1994.

FILMOGRAFIA COMPLEMENTAR
A Entrevista (Helena Solberg - 1966 - 20 min)
A opinião pública (Arnaldo Jabor - 1967 - 71 min)
Cabra Marcado Para Morrer (Eduardo Coutinho - 1984 - 119 min)
Filhas de Lavadeira (Edileuza Penha de Souza - 2019 - 22 min)
Helena (Petra Costa - 2012 - 90 min)
Maioria Absoluta (Leon Hirszman - 1964 - 18 min)
O caso do homem errado (Camila de Moraes - 2017 - 77 min)
Passe Livre (Oswaldo Cadeira - 1974 - 73 min)
Subterrâneos do Futebol (Maurice Capovilla - 1965 - 32 min)
Vila Boa de Goyaz (Vladimir Carvalho - 1974 - 19 min)

Programa

1ª aula (27/09)
Prof. Dr. Kabengele Munanga
Os Desafios da África no Século XXI: Construção das nacionalidades, Democracias e Desenvolvimento

Leituras recomendadas: MUNANGA, Kabengele. “Aspectos históricos” In: __________. Origens africanas do Brasil contemporâneo – Histórias, línguas, culturas e civilizações. São Paulo: Global Ed., 2009, p. 41-79.
MUNANGA, Kabengele. Negritude, usos e sentidos. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2009, 3ª ed., p. 37-83
HISTÓRIA GERAL DA ÁFRICA, VII: África sob o domínio colonial, 1880-1935 – Editado por: BUAHEN, Albert Adu. Brasília: UNESCO, 2010. Cap. 29 “A África e o novo Mundo”, p.875-918.
MUNANGA, Kabengele. Negritude, usos e sentidos. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. (Introdução, p. 11-21)
MUNANGA, Kabengele. “Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia”. In: Cadernos PENESB (Programa de Educação sobre o Negro na Sociedade Brasileira), Universidade Federal Fluminense, nº 5, 2004, p. 15-34.
MUNANGA, Kabengele. “As facetas de um racismo silenciado”. In: SCHWARCZ, Lília M. e QUEIROZ, Renato S. (orgs). Raça e Diversidade. São Paulo: EDUSP/Estação Ciência, 1996, p. 213-229

2ª aula (4/10)
Profª Drª Tania Macedo - DLCV - FFLCH - USP
Literatura comparada e interdisciplinaridade

Leitura recomendada: FANON, Franz, Os Condenados da Terra, capítulo 1, Da violência.

3ª aula (11/10)
Prof. Dr. José Rivair de Macedo - DH - UFRGS
Fontes para o estudo da África Sub-saariana

Leituras recomendadas: DJAIT,  H.  As fontes escritas anteriores ao século XV. In: KI-ZERBO. Metodologia e pré-história da África (Coleção – História Geral da África, vol 1). Brasília: SECADI-MEC; UNESCO, UFSCAR, 2011, pp. 77-104:  http://www.ammapsique.org.br/baixe/historia-da-africa-volume-um.pdf
MACEDO, José Rivair. Antigas  formações sociais mandingas da África ocidental: introdução histórica, seguida de uma versão em língua portuguesa do relato de viagem de  Ibn Battuta ao Bilad al-Sudan em 1352-1353. In: THOMAZ, Fernanda (org). Afrikas: histórias, culturas e educação. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2019, pp. 17-66.

4ª aula (18/10)
Profª Drª Rejane Vecchia da Rocha e Silva - DLCV - FFLCH - USP
Literatura e história no contexto da África Índica: o caso de Moçambique

Leituras recomendadas: UZOIGWE, Godfrey Nwanoruo. Partilha europeia e conquista da África: apanhado geral. IN: História Geral da África, vol. VII: A África sob dominação colonial, 1880-1935.
RODNEY, Walter Anthony. A economia colonial. IN: História Geral da África, vol. VII: A África sob dominação colonial, 1880-1935.
MENESES, Maria Paula. Xiconhoca, o inimigo: narrativas de violência sobre a construção da nação em Moçambique. IN: Revista Crítica de Ciências Sociais. 106/2015. (o link deste nº da Revista:  106 | 2015 Memórias de violências: Que futuro para o passado? (openedition.org)
COELHO, João Paulo Borges. Abrir a fábula: questões da política do passado em Moçambique. IN: Revista Crítica de Ciências Sociais. 106/2015.

5ª aula  (25/10)
Profª D ra Rosangela Sarteschi - DLCV - FFLCH - USP
Literatura e história, século XX: Angola

Leituras recomendadas: ABDALA, Benjamin. “Panorama histórico da literatura angolana”. In: CHAVES, Rita. MACÊDO, Tania (org.). Marcas da Diferença: as literaturas africanas de língua portuguesa. São Paulo: Alameda, 2006.
CHAVES, Rita. A Formação do Romance Angolano: entre intenções e gestos. São Paulo: FBLP, Via Atlântica, 1999.
CHAVES, Rita. “O projeto literário angolano: a identidade a contrapelo”. In: Angola e Moçambique: experiência colonial e territórios literários. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2005.
EVERDOSA, Carlos. A literatura angolana (resenha histórica). Lisboa: Edição da Casa dos Estudantes do Império, 1963.
FONSECA, Maria Nazareth Soares. “A Literatura Angolana”. Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro/literafricas/1473-maria-nazareth-so…
PEPETELA. Algumas Questões Sobre A Literatura Angolana. Disponível no site da União dos Escritores Angolanos: http://www.ueangola.com/criticas-e-ensaios/item/122-algumas-quest%C3%B5…- literatura-angolana
PINTO, João Paulo Henrique. Literatura e identidade nacional em Angola. Revista Hydra, vol. 2, n. 3, junho de 2017.
SECCO, Carmen Lucia Tindó. “A literatura e a arte em angola na pós-independência. Conexão Letras. Volume 8, no 9, 2013.
SERRANO, Carlos. “Angola: a Geração dos 50, os jovens intelectuais e a raiz das coisas”. Disponível no site da União dos Escritores Angolanos: http://www.ueangola.com/criticas-e-ensaios/item/157-angola-a-gera%C3%A7…- das-coisas.

6ª aula (8/11)
Profª Drª Laura Moutinho - DA - FFLCH - USP 
Boas pessoas que se amam de odiar todo mundo": sobre a extrema direita sul-africana ontem e hoje.

Leituras recomendadas: BORGES, Antonádia. Very Rural Background: Os Desafios da Constituição Terra da África do Sul e do Zimbábue à Chamada Educação Superior. REVISTA DE ANTROPOLOGIA, v. 63, p. 1-30, 2020.
MATEBENI, ZETHU. Perspectivas do Sul sobre relações de gênero e sexualidades: uma intervenção queer. Revista De Antropologia, 60(3), 26-44. 2017  https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2017.141826
 MOUTINHO, Laura. On The other side? Das implicações morais de certos horizontes imaginativos na África do Sul. Anuário Antropológico, v. 40, p. 77-97
LOPES, Pedro & MOUTINHO, Laura. Uma Nação de Onze Línguas? Diversidade social e linguística nas novas configurações de poder na África do Sul. Tomo (UFS), v. 20, p. 27-57, 2012. 
MOUTINHO, Laura. Razão, Cor e Desejo: Uma Análise Comparativa sobre Relacionamentos Afetivo-Sexuais inter-raciais no Brasil e na África do Sul. São Paulo: UNESP, 2004. 450p

7ª aula (22/11)
Prof. D r. Muryatan Santana Barbosa - Relações Internacionais - UFABC
Pensamento social africano

Leitura recomendada: BARBOSA, Muryatan Santana - Pan-africanismo e relações internacionais: uma herança (quase) esquecida. Revista Carta Internacional, Belo Horizonte, vol. 11, n. 1, 2016. p. 144-162.

8 a aula (29/11)
Prof. Dr. Acácio S. Almeida Santos - Relações Internacionais - UFABC
Os estudos africanos no Brasil
Leitura recomendada: FURTADO. Cláudio Alves. Pesquisa em e sobre África no século XXI: África, africanos e africanistas.
beÁfrica: Revista da Associação Brasileira de Estudos Africanos, v.04, n.04, Abril de 2020.

Programa

Aula 1: Introdução: Recepção dos clássicos; o rapto de Perséfone em sua fonte mais antiga – o Hino Homérico a Deméter
Aula 2: Iconografia de Perséfone na Grécia antiga; Proserpina e As metamorfoses de Ovídio; o rapto em expressões de arte clássica
Aula 3: Perséfone na literatura contemporânea: Proserpine (Mary Shelley), literatura young adult, Flower crowns & fearsome things (amanda lovelace)
Aula 4: Perséfone em outras mídias: A deusa da primavera (curta-metragem Disney), Hadestown (musical), Hades (videogame) e Lore Olympus (história em quadrinho)


Referências Bibliográficas

BAKOGIANNI, A. “O que há de tão ‘clássico’ na recepção dos clássicos? Teorias, metodologias e perspectivas futuras”. Codex, v. 4, nº 1, 2016, pp. 114-131.
CAMPBELL, P. (ed.). Reflections on Young Adult Literature. Toronto: The Scarecrow Press, 2010.
CARVALHO, T. R. Perséfone e Hécate: representação das deusas na poesia grega arcaica. 133 fls. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Letras Clássicas, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). São Paulo, 2019. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8143/tde-16082019-133218/pt….
CLAY, J. S. The Politics of Olympus: form and meaning in the major Homeric hymns. London: Bristol Classical Press, 2006.
DEACY, S. “From ‘Flowey Tales’ to ‘Heroic Rapes’: virginal subjectivity in the mythological meadow”. Arethusa, vol. 46, n. 3, 2013, pp. 395-413.
FOLEY, H. P. (ed.). The Homeric Hymn to Demeter. Translation, commentary, and interpretative essays. Princeton: Princeton University Press, 1999.
GANTZ, T. Early Greek Myth. Baltimore: The John Hopkins University Press, 1996.
HARDWICK, L.; STRAY, C. (eds.). A Companion to Classical Receptions. Londres: Blackwell Publishing, 2008.
RICHARDSON, N. J. (ed., coment.). The Homeric Hymn to Demeter. Oxford: Oxford University Press, 1974.

Programa

Aula 1 - 01/8/2023, 13h às 16h
Presentación de la propuesta, bibliografía y dinámica del curso.
Introducción al estudio de las fronteras. El papel de la frontera en la constelación de conceptos geográficos: espacio, territorio, región y lugar. Perspectivas clásicas naturalistas y nuevas perspectivas críticas. Líneas temáticas y tradiciones disciplinares.
BENEDETTI, Alejandro. (2018). “Claves para pensar las fronteras desde una perspectiva geográfica”. GEOUSP: Espaço e Tempo 22(2). http://www.revistas.usp.br/geousp/article/view/133707/148242
FERRARI, Maristela (2014). As noções de fronteira em geografia, Revista Perspectiva Geográfica, v.9, n.10, pp. 1-25.
PORCARO, Tania (2017). “Perspectivas teóricas en el estudio de las fronteras estatales desde la geografía”. En: Braticevic, S., Rascovan, A. y Tommei, C. (Comps.) Bordes, límites, frentes e interfaces. Algunos aportes sobre la cuestión de las fronteras (83-102). Tijuana: El Colegio de la Frontera Norte.
SALIZZI, Esteban (2017) “Notas para el estudio de la frontera agraria en Geografía: de la frontera del agricultor a la frontera agraria moderna”. En: Braticevic, Sergio; Constanza Tommei y Alejandro Rascovan (comps) Bordes, límites, frentes e interfaces. Algunos aportes sobre la cuestión de las fronteras (pp. 186-208). Tijuana: El Colegio de la Frontera Norte.

Aula 2 - 03/8/2023, 13h às 16h
Fronteras estatales en la construcción de los territorios nacionales. Procesos de diferenciación territorial y delimitación durante la emergencia de los Estados nacionales sudamericanos. Consolidación de la estatalidad y fronterización. Planificación, ordenamiento, gestión y políticas públicas en la configuración de las fronteras: infraestructura, seguridad y desarrollo. Vida cotidiana en las fronteras del Estado: habitar y transitar. Inseguridad, informalidad e ilegalismos.
BENEDETTI, Alejandro (2017). “Construcción conceptual en los procesos de delimitación y de fronterización: la región platina de Sudamérica (siglos XIX y XX)”. Geopolítica(s) 8(1).
DORFMAN, Adriana y CARDIN, Eric Gustavo. (2014). Estratégias espaciais do ativismo em condição fronteiriça no Cone Sul. Cuadernos de Geografía: Revista Colombiana de Geografía, 23(2), 31-44. https://doi.org/10.15446/rcdg.v23n2.43369
RENOLDI, Brígida (2015). Estados posibles: travesías, ilegalismos y controles en la Triple Frontera. Etnográfica, 19(3). https://doi.org/10.4000/etnografica.4049
SERJE, Margarita (2017). Fronteras y periferias en la historia del capitalismo: el caso de América Latina. Revista de Geografía Norte Grande, 66, 33-48. http://dx.doi.org/10.4067/S0718-34022017000100003
STEIMAN, Rebeca y REGO MONTEIRO, Licio Caetano (2020). “Viejos hábitos nunca mueren: el dilema entre seguridad y desarrollo en las políticas públicas de frontera”. En Alberto Hernández Hernández (Comp.) Puentes que unen y muros que separan: fronterización, securitización y procesos de cambio en las fronteras de México y Brasil (215-241). Tijuana: El Colegio de la Frontera Norte; Brasil: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). https://libreria.colef.mx/detalle.aspx?id=7746

Aula 3 - 08/8/2023, 13h às 16h
Fronteras productivas y frentes de expansión. Frentes y fronteras de expansión. Tesis turneriana. Colonización, franja pionera, frente pionero, frontera agraria/agropecuaria, frontera productiva. Fronteras productivas y extractivas en el contexto sudamericano. La frontera agraria moderna: territorialización del capital y reestructuración productiva; difusión de nuevos sistemas técnicos; conflictos ambientales y por el acceso a la tierra.
BERNARDES, Julia Adão (2015) “Novas fronteiras do capital no Cerrado: dinâmica e contradições da expansão do agronegócio na região Centro-Oeste, Brasil”, Scripta Nova. Revista Electrónica de Geografía y Ciencias Sociales, vol. XIX, nº 507.
GÓMEZ LENDE, Sebastián (2022) “De frentes y cercamientos: las fronteras tecnológico conceptuales, geográficas y políticas del extractivismo. Estudios de caso en la Argentina contemporánea”. En Porcaro, Tania; Esteban Salizzi; Juan Luis Martirén y Sol Lanteri (comps) Fronteras: aportes para la consolidación de un campo de estudios (pp. 145-179). Ciudad Autónoma de Buenos Aires: TeseoPress.
SALIZZI, Esteban (2020a) “Avance”. En: BENEDETTI, A. (ed) Palabras clave para el estudio de las fronteras. CABA: Teseo Press.
SALIZZI, Esteban (2020b) “Frontera agraria (América Latina, segunda mitad del s. XX - comienzos s. XXI)”. En: SALOMÓN, A. y J. MUSLERA (eds) Diccionario del agro iberoamericano, 2da ed. CABA: Teseo Press.

Aula 4 - 10/8/2023, 13h às 16h
Fronteras en la globalización y la integración regional en Latinoamérica. Integración y transfronterización. Cooperación y paradiplomacia. Dimensiones material, institucional y simbólica. Tensiones entre la movilidad, la securitización y la tecnificación. Nociones de desfronterización y refronterización, permeabilidad y porosidad, fronteras tecnificadas y fronteras móviles.
HAESBAERT, Rogério (2019). Muros como tecnologías y dispositivos de control territorial. Punto Sur. Revista de Geografía de la Universidad de Buenos Aires, (1), 81-103. https://doi.org/10.34096/ps.n1.6914
LAURÍN, Alicia (2016). Las fronteras en el siglo XXI: apuntes breves para continuar la reflexión en tiempos de integración regional. En Nicoletti, M. Andrea; Núñez, Andrés; Núñez, Paula G., Araucanía-Norpatagonia: discursos y representaciones de la materialidad (61-80). Viedma: UNRN; San Carlos de Bariloche: IIDYPCA. https://books.openedition.org/eunrn/559
OLIVERAS GONZÁLEZ, Xavier. (2016). Iniciativas de planificación territorial transfronteriza en Matamoros-Brownsville (México-Estados Unidos). Investigaciones Geográficas, 89, 154. https://doi.org/10.14350/rig.44396
OVANDO SANTANA, Cristian y GÓMEZ, Diego Riquelme (2019). Una aproximación a la paradiplomacia en Chile: algunos alcances de su dimensión transfronteriza en la franja norte. Aldea Mundo. Revista sobre Fronteras e Integración Regional, 24(47), 59-70. https://www.redalyc.org/journal/543/54364072010/html/
TAPIA LADINO, Marcela (2017). Las fronteras, la movilidad y lo transfronterizo: Reflexiones para un debate. Estudios Fronterizos, 18(37), 61-80. https://doi.org/10.21670/ref.2017.37.a04

Aula 5 - 15/8/2023, 13h às 16h
Experiencias y resultados de investigación en estudios fronterizos. Reflexiones finales y cierre del curso.
ZUSMAN, Perla. (2006). “Geografías históricas y fronteras”. En: LINDÓN, A. y HIERNAUX-NICOLAS, D. (Ed.) Tratado de geografía humana (pp. 171-186). Barcelona: Anthropos.
SALIZZI, Esteban, RASCOVAN, Alejandro, PORCARO, Tania, TOMMEI, Constanza y GHILARDI, Matías (2019). “Fronteras argentinas: aportes para una sistematización de su campo de estudios”. Revista Frontera Norte, v. 31, a. 13. https://fronteranorte.colef.mx/index.php/fronteranorte/article/view/204…
WALTHER, O. J., AMILHAT SZARY, A.-L., BRAMBILLA, C., BRUNET-JAILLY, E., KLATT, M., LAINE, J. P., MOYO, I., NUGENT, P., PTAK, T., y RADIL, S. M. (2023). Border studies at 45. Political Geography, 102909. https://doi.org/10.1016/j.polgeo.2023.102909

Programa

● Aula 1 (14/08) – Introdução das atividades; história do mangá: de emakimono a atualidade (teoria I); como desenhar personagens de mangá – cabeça; expressões faciais (prático I).
● Aula 2 (21/08) – como desenhar personagens de mangá – cabeça; expressões faciais (prático II).
● Aula 3 (28/08) – Mangá e a cultura pop japonesa (teoria II); como desenhar personagens de mangá – corpo: frontal, perfil, 3/4 (prático III).
● Aula 4 (11/09) – como desenhar personagens de mangá – corpo: escorço e movimentos (prático IV).
● Aula 5 (18/09) – Mercado de mangá; Mangá X animê (teoria III); como desenhar personagens de mangá – corpo: escorço e movimentos e cenas (prático V).
● Aula 6 (25/09) – como desenhar personagens de mangá – criação de personagens: protagonista e antagonista (prático VI).
● Aula 7 (02/10) – Ilustração: grafite, nanquim e lápis de cor (prático VII)
● Aula 8 (09/10) – ilustração: aquarela, pastel seco e canetinhas (prático VIII)
● Aula 9 (16/10) – Estudo para criação de uma imagem: ilustração e construção de personagem (prático IX)
● Aula 10 (23/10) – Finalização da ilustração dos personagens (prático X).

Programa

Aula 1: Primeiros anos: de Casarsa à Roma
Aula 2: Anos 1950: primeiros romances
Aula 3: Anos 1960: cinema magmático
Aula 4: Anos 1970: Trilogia da Vida e Saló


Bibliografia:

TRADUÇÕES DE PIER PAOLO PASOLINI EM PORTUGUÊS:
PASOLINI, Pier Paolo. As cinzas de Gramsci. Trad. Alexandre Pilati. Brasília: C14/Casa da Edição,
2021.
_________. Ali dos olhos azuis. Ali dos olhos azuis. Trad. Andréia Guerini, Bruno Berlendis de Carvalho,
Maria Cristina Pompa, Renata Lucia Bottini. São Paulo: Berlendis e Vertecchia, 2006.
_________. A hora depois do sonho. Trad. Edilson Alkmin Cunha. Rio de Janeiro, Bloch Editores, 1968.
_________. Amado meu. Trad. Elisabeth Braz, Luiz Nazário. São Paulo: Brasiliense, 1982.
_________. Caos: crônicas políticas. Trad. Carlos Nélson Coutinho. São Paulo, Brasiliense, 1982.
_________. Diálogo com Pier Paolo Pasolini: Escritos (1957-1984). Trad. Nordana Benetazzo. São
Paulo, SP: Nova Stella Editorial Ltda, São Paulo, SP: Instituto Cultural Ítalo-Brasileiro, 1986.
_________. Empirismo herege. Trad. Miguel Serras Pereira. Lisboa: Assírio & Alvim, 1982.
_________. Escritos Corsários. Trad. Maria Betânia Amoroso. São Paulo: Editora 34, 2020.
_________. Meninos da vida. Trad. Rosa Artini Petraitis, Luiz Nazário. São Paulo: Brasiliense, 1985.
_________. O pai selvagem. Trad. Silvana S. Rodrigues. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977.
_________. Os jovens infelizes. Trad. Michel Lahud, Maria Betânia Amoroso. São Paulo: Brasiliense,
1990.
_________. Poemas Trad. Maurício Santana Dias] São Paulo: Cosac Naify, 2015.
_________. Teorema. Trad.Fernando Travassos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1968.
_________. Uma vida violenta. Trad. José Lima. Lisboa: Assírio & Alvim, 2004.
EDIÇAO DE REFERÊNCIA PARA AS OBRAS DE PIER PASOLO PASOLINI:

PIER PAOLO PASOLINI: TUTTE LE OPERE. Edizione diretta da Walter Siti. Milano: Mondadori - I
Meridiani [collana]
PASOLINI, Pier Paolo. Romanzi e racconti, Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 1998.
_________. Saggi sulla letteratura e sull'arte. Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 1999.
_________. Saggi sulla politica e sulla società. Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 1999.
_________. Per il cinema, Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 2001.
_________. Teatro, Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 2001.
_________. Le poesie. Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 2003.