Programa

Aula 1: Introdução ao curso - A aquisição de linguagem e a linguística formal + Aquisição de sintaxe

Aula 2: Aquisição de fonética-fonologia + oralidade e escrita + português como L2

Aula 3: Aquisição de pragmática + Qualidade do input

Referências bibliográficas:

AIRENTI, Gabriella. "Pragmatic development." Research in clinical pragmatics (2017): 3-28.
BASSO, R. M. “Os sons do português brasileiro e sua escrita”. In: BASSO, R. M. Descrição do português brasileiro. Linguística para o Ensino Superior, vol. 8. São Paulo: Parábola, 2019.
GLEITMAN, L. R., NEWPORT, E. L. The invention of language by children: environmental and biological influences on the acquisition of language. In: L. Gleitman, M. Liberman (eds.): An invitation to cognitive science: Language. MIT Press, p. 1 - 24, 1995.
GOLINKOFF, R. M., HOFF, E., ROWE, M. L., TAMIS‐LEMONDA, C. S., & HIRSH‐PASEK, K. (2019). Language matters: Denying the existence of the 30‐million‐word gap has serious consequences. Child development, 90(3), 985-992.
GROLLA, E., SILVA, M. C. F. Para conhecer: Aquisição da linguagem. Contexto: São Paulo, 2014.
HASSINGER-DAS, B., TOUB, T. S., HIRSH-PASEK, K., & GOLINKOFF, R. M. (2017). A matter of principle: Applying language science to the classroom andbeyond. Translational Issues in Psychological Science, 3(1), 5.
HIRSH-PASEK, K., ADAMSON, L. B., BAKEMAN, R., OWEN, M. T., GOLINKOFF, R. M., PACE, A. & SUMA, K. (2015). The contribution of early communication quality to low-income children’s language success. Psychological science, 26(7), 1071-1083.
HURTADO, N., MARCHMAN, V. A., & FERNALD, A. (2008). Does input influence uptake? Links between maternal talk, processing speed and vocabulary size in Spanish‐learning children. Developmental science, 11(6), F31-F39.
HYAMS, N., ORFITELLI, R. The acquisition of syntax. In: H. Cairns, E. Fernandez (eds.), Handbook of Psycholinguistics. Wiley/Blackwell Publishers, 2015.
KATO, M. A gramática do letrado: questões para a teoria gramatical. Ciências da linguagem: trinta anos de investigação e ensino. Braga, CEHUM: Universidade do Minho, p. 131-45, 2005.
KLEIN, W. “O processo de aquisição de línguas”. In: KLEIN, W. L’aquisition de Langue Étrangère. Paris : Armand Colin, 1989. p. 12-29 (texto traduzido para o português)
LUST, B.C. Child language: acquisition and growth. Cambridge University Press, 2006.
MATTHEWS, Danielle. "Pragmatic development in first language acquisition." (2014): 1-400.
OLIVEIRA, R. S. Linha do tempo da didática das línguas estrangeiras no Brasil. In: Non plus, nº 7, 2015. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/nonplus/article/view/80013/106747
UFRGS. Acervo de provas Celpe-Bras. Disponível em: http://www.ufrgs.br/acervocelpebras
SCHER, A. P.; BARBOSA, J.; MARANGONI JR.; SILVA, B. P. A Gramática e a Linguística na sala de aula. São Paulo: Pontes, 2022.
ZUFFEREY, Sandrine. Acquiring pragmatics: Social and cognitive perspectives. Routledge, 2014.
ZUFFEREY, Sandrine. "Pragmatic development in a first language: an overview." Developmental and clinical pragmatics (2020): 33-60.

Programa

Aula 1: “Afropeus”, exílio e exiliência: perspectivas introdutórias.

Aula 2: Estéticas do deslocamento: as crônicas de Djaimilia Pereira de Almeida.

Aula 3: Estéticas do deslocamento: o romance Cassandra em Mogadício (2024), de Igiaba Scego.

Referências:


AGAMBEN, Giorgio. Politica del exilio. Trad. Dante Bernardi. Archipiélago. Cuadernos de Crítica de la Cultura, Barcelona, n. 26-27, 1996, pp. 41-52.
ALMEIDA, Djaimilia Pereira de. Pintado com o pé. Lisboa: Relógio d’água, 2019.
ALMEIDA, Miguel Vale de. Um Mar da Cor da Terra: Raça, Cultura e Política da Identidade. Lisboa, Celta, 2000.
ALMEIDA, Miguel Vale de. Ninguém imagina de verdade um português negro. Portuguese Literary & Cultural studies (PLCS), v.35-35, p.32- 41, 2021.
ASSMANN, Jan. Communicative and cultural memory. In: ERLL, Astrid; NÜNNING, Ansgar (Ed.). Cultural memory studies: an international and interdisciplinary handbook. Berlin; New York: De Gruyter, 2008. p. 109-118.
ANDERSON, Benedict. Comunidades imaginadas. Tradução Denise Bottman. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
BHABHA, Homi. O local da cultura. tradução de Myriam Avila, Eliane Livia reis, Glauce Gonçalves. Belo Horizonte, Editora UFMG, 1998.
BENJAMIN, Walter. Sobre o conceito de história. Org. e trad. Adalberto Müller e Márcio Seligmann-Silva. São Paulo: Alameda, 2020
BUTLER, Judith; SPIVAK, Gayatri Chakravorty. Quem canta o Estado-nação?: língua, política e pertencimento. Tradução de Vanderlei J. Zacchi e Sandra Goulart Almeida. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2018.
CÉSAIRE, Aimé. Discurso sobre o colonialismo. São Paulo: Veneta, 2020.
DERRIDA, Jacques. Anne Dufourmantelle convida Jacques Derrida a falar “Da hospitalidade”. Tradução de Antonio Romane. São Paulo: Editora Escuta, 2003.
ÉVORA, Iolanda; MATA, Inocência. As Veias Abertas da Afrodescendência: Herança Colonial e Contemporaneidade. Portuguese Literary & Cultural studies (PLCS), v.42-65, p.11-31, 2021.
FANON, Frantz. Os condenados da Terra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.
HALL, Stuart. Da diáspora: identidades e mediações culturais. Tradução de Adelaine La Guardia Resente [et al.]. 2. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2013.
KRISTEVA, Julia. Estrangeiro para nós mesmos. Rio de Janeiro: Rocco, 1994.
MATA, Inocência; FAZZINI, Luca; MAGALHÃES, Lucas Breda; SARTECHI, Rosangela (orgs.). Escritas afrodescendentes em diálogos atlânticos. Teresina: Cancioneiro, 2025.
MIANO, Léonora. Afropea: utopia pós-ocidental e pós-racista. Rio de Janeiro: Editora Pallas, 2025.
MIGNOLO, Walter. Histórias locais, projetos globais: colonialidade, saberes subalternos. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003
NIMAKO, Kwame. Black Europe and a Contested European Union. Portuguese Literary & Cultural studies (PLCS), v.35-35, p.11-31, 2021.
NOUSS, Alexis. Pensar o exílio e a migração hoje. Porto: Edições Afrontamentos, 2016
OTELE, Olivette. African Europeans: an untold history. London: Hurst, 2020.
PITTS, Johny. Afropean: notes from Black Europe. Londres: Peguin Books, 2020.
QUIJANO, Aníbal. Colonialidade do poder, Eurocentrismo e América Latina. In: QUIJANO, Aníbal. A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: Editora CLACSO, Contejo Latinoamericano de Ciencias Sociales, 2005, p. 117- 142.
ROLDÃO; Cristina; LIMA, Raquel; VARELA; Pedro; RAPOSO, Otávio; MATIAS, Ana Raquel. Afroeuropeans: identities, racism, and resistances. New York: Routledge, 2025.
SAID, Edward. Reflexões sobre o exílio. In: SAID, Edward. Reflexões sobre o exílio e outros ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. p.46-60.
SCEGO, Igiaba. Cassandra em Mogadício. São Paulo: Editora Nós, 2024.
STEINER, George. Extraterritorial. In: STEINER, George. Extraterritorial: a literatura e a revolução da linguagem. São Paulo: Companhia das Letras, 1990, p. 15-22.

Programa

A produção artística e cultural russa desenvolvida no período da Primeira Guerra Mundial é marcada por uma série de contradições, que vão desde a presença de obras chauvinistas até a negação total do momento vivido por meio da utopia teatral. A relação entre esta produção e o acontecimento histórico que inaugurou a era dos massacres, é, porém, ainda pouco estudada e debatida no Brasil. Visando proporcionar um debate sobre as relações que se estabeleceram entre a arte e a guerra, o curso terá como ponto de partida não apenas a leitura e interpretação de textos literários e trechos de peças teatrais encenadas na Rússia a partir de 1914, como também o contato com obras que tratam diretamente da Primeira Guerra Mundial e o diálogo com grandes pensadores do século XX tais como Sigmund Freud e Walter Benjamin.
 
Critério de avaliação e certificado:
Participação em aula (75% de frequência)
 
 
Bibliografia:
 
ANDRÊIEV, L. Conversa noturna e outras histórias. Trad. Helena Kardash – São Paulo. Orel Books, 2019.
BECKER, A. As cicatrizes vermelhas. Primeira Guerra Mundial. França e Bélgica ocupadas. Trad. Procópio Abreu. 1ª ed. Rio de Janeiro: Tinta Negra, 2014
 
BENJAMIN, W. Experiência e pobreza. Obras escolhidas. Vol 1. Magia e técnica, arte e política. Ensaios sobre literatura e história da cultura. Prefácio de Jeanne Marie Gagnebin. São Paulo: Brasiliense, 1987, p.114-119
 
CANFORA, L. 1914. Trad. Aurora Bernardini; prefácio, Lincoln Secco – São Paulo, Edusp, 2014. 184 p.
 
FREUD, S. “Considerações atuais sobre a guerra e a morte (1915)” In: Obras Completas - Vol. 12 (1914-1916), Trad. Paulo César de Souza. pp. 156-184. São Paulo, Companhia das Letras: 2010
 
SCHNAIDERMAN, B. A poética de Maiakovski através da sua prosa. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2014.
 
STANISLÁVSKI, K. S. Minha vida na arte. Trad. Paulo Bezerra. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1989.
 
SZACHI, J. As utopias ou A felicidade imaginada. Trad. Rubem César Fernandes. Rio de Janeiro, Paz e Terrra, 1972.

 

Programa

 

Aula 1

Tópico

Introdução e apresentação do curso

Objetivo

Apresentação das disputas intelectuais na construção do pensamento econômico: abordagens da moeda e do desenvolvimento econômico. Discussão sobre escolas de pensamento econômico, ortodoxia/heterodoxia, hegemonia intelectual/contra-hegemonia intelectual ao longo da História Contemporânea

Bibliografia

BLAUG, Mark; MARK, Blaug. The methodology of economics: Or, how economists explain. Cambridge University Press, 1992.

DEQUECH, David. Neoclassical, mainstream, orthodox, and heterodox economics. Journal of Post Keynesian Economics, v. 30, n. 2, p. 279-302, 2007.

DOW, Sheila. Foundations for new economic thinking: a collection of essays. Springer, 2012.

FIORI, JOSE LUIS DA COSTA. Estados e moedas no desenvolvimento das nações.Vozes, 2017.

KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. Ed. Perspectivas. São Paulo, 1970.

ROBILLOTI, Paulo César das Neves Sanna. O desenvolvimento capitalista na obra de Maria da Conceição Tavares: influências teóricas, economia política e pensamento econômico. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Econômico) – Instituto de Economia, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2016.

 

Aula 2

Tópico

Regime Monetários e a construção histórica do Padrão-libra-ouro

Objetivo

Apresentar o regime monetário hegemônico do capitalismo no século XIX

Aspectos históricos: construção, auge, declínio e transição.

Aspectos teóricos: operacionalidade econômica e financeira do padrão libra-ouro. O sistema libra-ouro será o eixo da aula, acrescido de uma apresentação sobre a inserção do Brasil no ciclo de hegemonia britânica.  

Bibliografia

ABREU, Cristiano Addário de. A disputa monetária na primeira república (1890-1906). Entre papelistas e metalistas: a moeda como projeção e resultado do real. 2014. Dissertação (Mestrado em História Econômica) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014.

BARBOSA, Ruy; FRANCO, Gustavo Henrique Barroso. O papel e a baixa do câmbio: um discurso histórico de Rui Barbosa. Reler, 2005.

BORDO, Michael D. The gold standard and related regimes: collected essays. Cambridge University Press, 2005.

EICHENGREEN, Barry. Globalizing capital: a history of the international monetary system. Princeton University Press, 2019.

EICHENGREEN, Barry; FLANDREAU, Marc (Ed.). The gold standard in theory and history. Psychology Press, 1997.

GALLAROTTI, Giulio M. The anatomy of an international monetary regime: The classical gold standard, 1880-1914. Oxford University Press on Demand, 1995.

GOMES, Leonard. The International Adjustment Mechanism: From the Gold Standard to the EMS.Springer, 1993.

KREGEL, Jan. An alternative perspective on global imbalances and international reserve currencies. Public Policy Brief, 2010.

Macroeconomic History) Cambridge Books, 2005.

MARCUZZO, Maria Cristina & ROSSELLI, Annalisa. Ricardo and the Gold Standard: Foundations of the International Monetary Order. London: Macmillan, 1991.

VILLAR, Pierre. Ouro e Moeda na História 1450-1920. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1980.

 

Aula 3

Tópico

Do Greenback ao Goldbugs: o histórico do dólar de moeda fiduciária à moeda metálica, passando pela dívida pública monetizada

Objetivo

Expor as forças políticas e econômicas a lastrear as diferentes fases expressas pelo dólar, explicando as escolas de pensamento econômico que sustentaram intelectualmente cada campo de força ao longo da história. Será uma aula sobre história monetária e história do pensamento econômico das principais  linhas que defendiam cada modelo monetário ensaiado. Foco no século XIX, centrado na Guerra Civil como turning point histórico do dólar

Bibliografia

BRANDS, H. W.: The Money Men. Ed. Entreprise Series. 2007, New York

GUTTMANN, Robert. How Credit-Money Shapes the Economy. The United States in a Global System. New York, M.E. Sharpe. Columbia University Seminar Series

JONES, Peter: An Economic History of United States since 1783.Ed. Routledge & Kegan. 1956.London.

RITTER, Gretchen, Goldbugs and Greenbacks. Ed. Cambridge University Press. 1997, Cambridge.

 

Aula 4

Tópico

Do Goldbugs ao Greenback: do padrão dólar-ouro ao padrão dólar-dólar. De Lincoln a Nixon: do Greenback desenvolvimentista ao Greenback imperialista

Objetivo

Traçar o rápido salto da moeda fiduciária/contratual de uma nação semiperiférica, até sua entrada no padrão ouro e sua rápida marcha à moeda hegemônica. Séculos XIX/XX. Da Crise de 1929 ao equilíbrio de Bretton Woods. O salto do dólar, de moeda fiduciária de uma nação com tendências isolacionistas à moeda hegemônica do ciclo sistêmico acumulação norte-americano

Bibliografia

ABREU, Cristiano. Do Greenback ao Goldbug, do Goldbug ao Greenback: a história do dólar de moeda outsider (1862-1879) a moeda imperialista (pós-1973). Artigo em vias de publicação (no prelo).

ARRIGHI, Giovanni. O Longo Século XX: dinheiro, poder e as origens de nosso tempo. Ed. Unesp/Contraponto, 1994, São Paulo.

CAREY, Henry. Commerce, Christianity,and Civilization, Versus British Free Trade. Letters in Replay to the London Times. Ed. Collins Printer. 1876, Philadelfia.

GUTTMANN, Robert. How Credit-Money Shapes the Economy. The United States in a Global System. New York, M.E. Sharpe. Columbia University Seminar Series

JONES, Peter: An Economic History of United States since 1783.Ed. Routledge & Kegan. 1956.London.

RITTER, Gretchen, Goldbugs and Greenbacks. Ed. Cambridge University Press. 1997, Cambridge.

WRAY, Randall. Trabalho e Moeda Hoje. Ed.Contraponto, 2003, Rio de Janeiro

 

Aula 5

Tópico

A dinâmica capitalista pós Bretton Woods: financeirização enquanto padrão sistêmico da riqueza.

Hierarquia monetário-financeira e crise sistêmica como padrão

Objetivo

Abordar a financeirização global como o novo padrão sistêmico de riqueza do capitalismo contemporâneo e suas implicações geopolíticas, recortando o quadro histórico da hierarquia internacional de títulos e moedas como um eixo explicativo das forças políticas e econômicas do quadro do capitalismo histórico. Destaque para as disputas monetárias ao longo do desenvolvimento do capitalismo, recortado pelas disputas das ideias expressas nas Escolas de Pensamento Econômico explicadas ao longo do curso. Traçaremos um plano de visão do desenvolvimento marcado por especificidades econômico-analíticas em perspectiva histórica, até a crise sistêmica atual.

Bibliografia

ARRIGHI, Giovanni. O Longo Século XX: dinheiro, poder e as origens de nosso tempo. Ed. Unesp/Contraponto, 1994, São Paulo.

BRAGA, J. C., OLIVEIRA, G. C. D., WOLF, P. J. W., PALLUDETO, A. W. A., & DEOS, S. S. D. (2017). For a political economy of financialization: theory and evidence. Economia e Sociedade, 26(SPE), 829-856.

BRAGA, José Carlos de Souza. Financeirização global: o padrão sistêmico de riqueza do capitalismo contemporâneo. In TAVARES, Maria da Conceição; FIORI, José Luis. Poder e dinheiro: uma economia política da globalização. Editoria Vozes, Rio de Janeiro, 1998.

BRAGA, José Carlos de Souza.Temporalidade da riqueza: teoria da dinâmica e financeirização do capitalismo. Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Economia, 2000.

CAREY, Henry. Commerce, Christianity,and Civilization, Versus British Free Trade. Letters in Replay to the London Times. Ed. Collins Printer. 1876, Philadelfia

CONTI, Bruno Martarello De; PRATES, Daniela Magalhães; PLIHON, Dominique. A hierarquia monetária e suas implicações para as taxas de câmbio e de juros e a política econômica dos países periféricos. Economia e Sociedade, v. 23, n. 2, p. 341-372, 2014.

EICHENGREEN, Barry. Globalizing capital: a history of the international monetary system. Princeton University Press, 2019.

EICHENGREEN, Barry; FLANDREAU, Marc (Ed.). The gold standard in theory and history. Psychology Press, 1997.

GALLAROTTI, Giulio M. The anatomy of an international monetary regime: The classical gold standard, 1880-1914. Oxford University Press on Demand, 1995.

GOMES, Leonard. The international adjustment mechanism: from the gold standard to the EMS. Springer, 1993.

KREGEL, Jan. An alternative perspective on global imbalances and international reserve currencies. Public Policy Brief, 2010.

MARCUZZO, Maria Cristina; ROSSELLI, Annalisa. Ricardo and the gold standard: the foundations of the international monetary order. London: Macmillan, 1991.

ROBILLOTI, Paulo César das Neves Sanna. Finance-Led Global Imbalances? Artigo em vias de publicação (no prelo).  

WRAY, Randall. Trabalho e Moeda Hoje. Ed.Contraponto, 2003, Rio de Janeiro

 

 

 

Programa

I. Finalidade e Providência

Sócrates e a representação mítica e religiosa da finalidade: Os Memoráveis de Xenofonte

II. A Finalidade e a Causalidade do Bem

A causalidade do bem e o intelecto no Fédon de Platão

A resposta platônica ao projeto socrático no Timeu

III. Aristóteles e a Causa Final na Natureza

1. A finalidade e a noção de causalidade
2. A natureza como princípio imanente do devir
3. O papel da causa final na natureza: Física II, 2: Constituição e Uso
4. A finalidade na vida biológica: De Anima, II, 4; Parte dos Animais I,1
5. A finalidade na natureza inanimada: Física II, 8
6. O Primeiro motor é uma finalidade para a natureza? Metafísica, Λ, 7:

BIBLIOGRAFIA:

Principal:
XENOFONTE, Memoráveis, Trad. Ana Elias Pinheiro, Coimbra, Imprensa da Universidade de Coimbra, 2009.
PLATÃO, Fédon, trad. Carlos Alberto Nunes, Belém, EDUFPA, 2011.
PLATÃO, Timeu – Critias, Trad. Rodolfo Lopes, Coimbra, Imprensa da Universidade de Coimbra, 2011.
ARISTÓTELES, The complete works of Aristotle. The revised Oxford translation, 2 vols. ed. Jonathan Barnes. Princeton, Princeton University Press, 1995.
ARISTÓTELES, Física I – II. Prefácio, introdução, tradução e comentários por Lucas Angioni. Campinas, Editora da Unicamp, 2009.
ARISTÓTELES, Partes dos Animais, trad. Maria de Fátima Sousa e Silva, Lisboa, Imprensa Nacional Casa da Moeda, 2010.
ARISTÓTELES, De Anima, trad. Maria Cecília Gomes dos Reis, São Paulo, Editora 34, 2006.
ARISTÓTELES, Metafisica, v.2. texto grego com tradução, tradução italiano/português de M. Perini, São Paulo, Loyola, 2011.
ARISTÓTELES, Ética à Nicômaco, trad. António de Castro Caiero, São Paulo, Forense, 2017.

Comentários:

ANGIONI, L., “Necessidade, Teleologia e Hilemorfismo em Aristóteles”, Cad. Hist. Fil. Ci., Campinas, Série 3, v. 16, n. 1, p. 33-57, 2006.
COOPER, J. M., « Aristotle on Natural Teleology » in Language and Logos, éds. M. Schofield & M. Nussbaum, Cambridge University Press, 1982, pp. 197-222; Réédité in J. M. Cooper, Knowledge, Nature and the Good: Essays on Ancient Philosophy, Princeton; Oxford, Princeton University Press, 2004, pp. 107–129.
JOHNSON, M. R., Aristotle on teleology. Oxford: Clarendon Press, 2005.
LEUNISSEN, M., Explanation and teleology in Aristotle's science of nature, New York, Cambridge University Press, 2010.
MARTINS, R. de A., “A doutrina das causas finais na Antiguidade. 1. A teleologia na natureza, dos pré-socráticos a Platão”. Filosofia e História da Biologia, v. 8, p. 107-132, 2013.
MARTINS, R. de A., “A doutrina das causas finais na Antiguidade. 2. A teleologia na natureza, segundo Aristóteles”. Filosofia e História da Biologia, v. 8, p. 167-209, 2013.
McDONOUGH, J. K. (ed.), Teleology : a history, New York, Oxford University Press, 2020.
SEDLEY, D., “Teleology, Aristotelian and Platonic”, in G. Lennox et R. Bolton (éd.), Being, Nature and Life in Aristotle. Essays in Honor of A. Gotthelf, Cambridge, Cambridge University Press, 2010, 5-29.

Programa

Este curso tem por objetivo preparar os alunos para realizar as provas de certificação em língua francesa, dando-lhe ferramentas para que eles conheçam as provas e desenvolvam as habilidades linguísticas e discursivas requeridas por elas.
Ele objetiva trabalhar habilidades comunicativas em Língua Francesa que permitam aos alunos dominar a língua em situações variadas, possibilitando que se apresentem aos exames DALF C1.
Nos módulos serão trabalhadas estratégias para o desenvolvimento das capacidades requeridas pelos exames. As aulas tratarão das quatro habilidades avaliadas nas provas: compreensão oral, compreensão escrita, produção oral e produção escrita. Para tanto, serão trabalhados as provas e objetivos específicos para permitir que os alunos possam realizar os exames DALF C1.

Trata-se de um curso modular, de 12 horas, que será dividido em 4 módulos sobre o DALF C1. Cada módulo será composto de 1 aula de 3 horas.


Justificativa
Não há muitos cursos que preparem a estes exames que são essenciais para estudar no exterior e, também, como prova de proficiência para diversos programas de pós-graduação.

Pré-requisitos para inscrever-se no curso

É necessário comprovar o nível por meio de um dos certificados (DELF B2) anterior ao nível que se deseja estudar ou fazer um teste de nível.


Bibliografia
BAPTISTE Auréliane, MARTY Roselyne. Réussir le DELF B2. Didier, 2010.
CHEVALLIER-WIXLER Dominique, DUPLEIX Dorothée, JOUETTE Ingrid, et al. Réussir le DALF C1/C2. Didier, 2007
VELTCHEFF Caroline, HILTON Stanley. Préparation à l'examen du DELF B2. Hachette FLE, 2006.

Programa

Aula 1: introdução às plataformas digitais e seus algoritmos
Gillespie, Tarleton. 2010. The politics of ‘platforms’. New Media & Society, 12(3): 347-364
Gillespie, Tarleton. 2018. A relevância dos algoritmos. Fronteiras, 6(1): 95-121.
D’Andrea, Carlos. 2020. Pesquisando plataformas online: conceitos e métodos. Salvador: EDUFBA

Aula 2: etnografia de sistemas algorítmicos
Dourish, Paul. 2016. Algorithms and their others: algorithmic culture in context. Big Data & Society, 3(2).
Kitchin, Rob. 2017. Thinking critically about and researching algorithms. Information, Communication & Society, 20(1): 14–29.
Araújo, William. 2018. A construção da norma algorítmica: análise dos textos sobre o feed de notícias do Facebook. E-Compós, 21(1): 1-21.

Aula 3: etnografia de sistemas algorítmicos
Seaver, Nick. 2017. Algorithms as culture: some tactics for the ethnography of algorithmic systems. Big Data & Society 4(2):1-12.
Christin, Angèle. 2020. The ethnographer and the algorithm: beyond the black box. Theory and Society 49: 897-918.
Abidin, Crystal. 2021. Mapeando celebridades da internet no TikTok: explorando economias da atenção e trabalhos de visibilidade. Revista Pauta Geral, 8(2): 1-50.

Aula 4: ferramentas e estratégias de pesquisa
Diakopoulos, Nicholas. 2013. Algorithmic accountability reporting: on the investigation of black boxes. Disponível em: https://academiccommons.columbia.edu/doi/10.7916/D8ZK5TW2. Acessado em 12.05.2022.
Mahnke, Martina & Uprichard, Emma. 2014. Algorithming the algorithm. In. König, René & Rasch, Miriam (Eds.), Society of the query reader: reflections on web search (pp. 256-270). Amsterdam: Institute of Network Cultures.
Paz, Samyr & Montardo, Sandra. 2018. Performance play: consumo digital como performance no streaming de games da plataforma Twitch. Fronteiras, 20(2): 190-203.

Material complementar:
Podcast: Expresso Ilustrada – Como algoritmos censuram artistas (setembro 2021)
Filme: Coded Bias (2020) - Netflix
Vídeo: Experiências culturais e subversão das tecnologias algorítmicas – Nina da Hora e Gabriel Pereira
https://www.youtube.com/watch?v=JO8AEMWtHXk

Programa

1. Dos novatores aos novatores: Nicolás Antonio por Gregorio de Mayans y Siscar
ALVAREZ BARRIENTOS, J.; MESTRE SANCHÍS, A. La nueva mentalidad científica. El ensayo y la ciencia literaria. Em:
GARCÍA DE LA CONCHA, V. G. de la (ed.). Historia de la Literatura Española. Espanha: Espasa Calpe, 1995. v. 6.
MAYANS I SISCAR, G. Pensamientos literarios. [S. l.], 2002. Disponível em:
https://bivaldi.gva.es/va/corpus/unidad.do?posicion=1&idCorpus=2000….
MESTRE SANCHIS, A. Historia, fueros y actitudes políticas: Mayans y la historiografía del XVIII. Valencia: Publicaciones
del ayuntamiento de Oliva, 1970.
MESTRE SANCHIS, A. Sobre la cultura española de los años 30 del XVIII. [s. l.], 2022. Disponível em:
https://roderic.uv.es/handle/10550/84360. Acesso em: 12 dez. 2022.


2. Formas da lírica entre Espanha e América.
REYES, Rogélio. Poesía española del siglo XVIII. Madrid: Cátedra, 2012.
FERNÁNDEZ DE MORATÍN, Nicolás. El arte de las putas. Madrid: Clip, 2015.
BAUTISTA AGUIRRE, Juan. Poesías. In: Letras de la audiencia de Quito. (Período Jesuítico). Caracas: Ayacucho, 1984.


3. Difusão ilustrada e as mulheres
PERUGA, M. B. Traducción, cultura y política en el mundo hispánico del siglo XVIII: reescribir las «Lettres d’une péruvienne»
de Françoise de Graffigny. Studia Historica: Historia Moderna, [s. l.], v. 36, p. 293–325, 2014. Disponível em:
https://doi.org/10.14201/shhmo201436293325
PERUGA, M. B. El mundo en una biblioteca o apropiarse de los libros con la pluma en la mano. Joana de Vigo i Squella (1779-
1855), lectora ilustrada. [s. l.], [s. d.].


4. Vida conventual e escrita feminina: Catalina de Jesús Herrera, Ursula Suárez e Francisca Josefa del Castillo.
DE CASTILLO, Josefa. Su vida. Caracas: Ayacucho, 2007.
JESÚS HERRERA, Catalina. Los secretos entre el alma y Dios. In: Letras de la audiencia de Quito. (Período Jesuítico).
Caracas: Ayacucho, 1984.
SUÁREZ, Ursula. Relación autobiográfica. Santiago: Biblioteca Nacional, 1984.


5. História americana e as instituições burbônicas: de Andrés González de Barcia a Juan Bautista Muñoz
CAÑIZARES-ESGUERRA, J. Cómo escribir la historia del Nuevo Mundo: historiografías, epistemologías e identidades en el
mundo del Atlántico del siglo XVIII. México, D.F: Fondo de Cultura Económica, 2007.
CARLYON, J. E. Andrés González de Barcia and the creation of the colonial Spanish American library. Toronto ; Buffalo:
University of Toronto Press, 2005.
LEÓN PINELO, A. Epitome de la Bibliotheca Oriental, y Occidental, nautica, y geografica [Texto impreso] / de Don Antonio
de Leon Pinelo ... ; añadido, y enmendado nuevamente, en que se contienen los escritores de las Indias Orientales, y
Occidentales, y Reinos convecinos. Madrid: Francisco Martínez, 1737.
GOMES, M. H. Autorias do fracasso: uma comparação entre Naufragios, de Álvar Núñez Cabeza de Vaca, e Travels in the
interior districts of Africa, de Mungo Park. 2022. Mestrado em Língua Espanhola e Literaturas Espanhola e Hispano-Americana
- Universidade de São Paulo, São Paulo, 2022. Disponível em: https://doi.org/10.11606/D.8.2022.tde-04102022-191050.
GONZÁLEZ DE BARCIA, A. Proemio a esta segunda impresion de la Monarquia Indiana. TORQUEMADA, J. de. Primera
parte [ tercera] de los veinte i vn libros rituales i monarchia indiana :con el origen y guerras de los indios occidentales, de sus
poblaciones, descubrimiento, conquista, conuersion y otras cosas marauillosas de la mesma tierra, distribuydos en tres tomos.
Madrid: Nicolás Rodríguez Franco, 1723.


6. Saberes ilustrados e teias sociais: Alonso Carrió de la Vandera.
CARRIÓ DE LA VANDERA, Alonso. El lazarillo de ciegos caminantes. Caracas: Biblioteca Ayacucho, 1985.
CARILLA, Emilio, El libro de los misterios. El lazarillo de ciegos caminantes, Madrid, Gredos, 1976.
IGLESIA, Cristina & EL JABER, Loreley. Una patria literaria, volumen 1 de la Historia Crítica de la Literatura Argentina.
Buenos Aires: Emecé, 2014.


7. Primeiros ensaios: Benito Feijoo e Cadalso
ALVAREZ BARRIENTOS, J.; MESTRE SANCHÍS, A. La nueva mentalidad científica. El ensayo y la ciencia literaria. Em:
GARCÍA DE LA CONCHA, V. G. de la (ed.). Historia de la Literatura Española. Espanha: Espasa Calpe, 1995. v. 6.
ALVAR, M. La turbada historia de la palabra “Ensayo”. [S. l.], [s. d.]. Disponível em:
https://www.cervantesvirtual.com/obra-visor/la-turbada-historia-de-la-p…-
000475f5bda5_11.html.


8. O teatro na época das reformas: Leandro Fernández de Moratín.
ANDIOC, René. Teatro y sociedad en el Madrid del siglo XVIII. Valencia: Fundación Juan March y Editorial Castalia, 1976.
LAFARGA, Francisco. El teatro europeo en la España del siglo XVIII. Barcelona: Edicions Universität de Lleida, 1997.
MORATÍN, Leandro Fernández. El sí de las niñas. Madrid: Cátedra, 2005.

9. A veracidade americana: jesuítas e criollos
CAÑIZARES-ESGUERRA, J. Cómo escribir la historia del Nuevo Mundo: historiografías, epistemologías e identidades en el
mundo del Atlántico del siglo XVIII. México, D.F: Fondo de Cultura Económica, 2007.
CORDIVIOLA, A. De memorias y profecías: tres jesuitas en el exilio italiano. Colonial Latin American Review, [s. l.], v. 27,
n. 2, p. 226–242, 2018. Disponível em: https://doi.org/10.1080/10609164.2018.1481273


10. Rumo ao romance: Isla, Olavide e Lizardi.
BARRIENTOS, Joaquín Álvarez. La novela del siglo XVIII. Madrid: Ediciones Júcar, 1991.
FERNÁNDEZ DE LIZARDI, Joaquín. La educación de las mujeres o la Quijotita y su prima. Historia muy cierta con
apariencias de novela. México: Ballescá y Compañía, 1897.
OLAVIDE, Pablo. El evangelio en triunfo o historia de un filósofo desenganado. Madrid: Imprenta Don Josef Doblado,
1803.

Programa

Cronograma

XX: Aula 1: Explora a produção artística e poética do autor, sua trajetória e os
desdobramentos da obra desde a sua morte precoce até os dias de hoje. Entre suas
produções literárias, filosóficas e artísticas, serão pontuados os elementos temáticos e
estilísticos que distinguem a inabitual presença/ausência do autor no campo intelectual dentro
e fora da Itália. Além da apresentação geral, faremos um mapeamento das edições e
publicações de Michelstaedter.
XX: Aula 2: Concentra-se sobre o livro a La Persuasione e la Rettorica. Apresentação geral
da estrutura e dos argumentos do principal trabalho do autor. Foco na relação entre a
visualidade e a escrita ensaística no âmbito da prosa filosófica. Também será apresentada
uma reunião de aforismos de Michelstaedter.
XX: Aula 3: Uma leitura através da tradução. Neste último encontro a ideia é explorar
momentos importantes do livro através da tradução que estou desenvolvendo em minha
pesquisa e levantar alguns problemas que surgiram no caminho, bem como os pontos em que
o trânsito entre o italiano e o português constituem oportunidades para se aproximar da
complexidade do pensamento de Michelstaedter. Aqui também discutiremos sobre a questão
das imagens e do pensamento sobre tradução a partir delas.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ADORNO, Theodor (1986). O ensaio como forma. In: COHN, Gabriel. Theodor Adorno. São
Paulo: Ática.
BENSMAÏA, RÉDA (1987). The Barthes effect: the essay as reflective text. Minneapolis:
University of Minnesota Press.
BERARDINELLI, Alfonso (2002). La forma del saggio. Definizione e attualità di un genere
letterario. Venezia: Marsilio.
_____. (1996). La forma del saggio. IN: F. Brioschi, C. Di Girolamo (org.), Manuale di
letteratura italiana. Torino: Bollati Boringhieri.
CALVINO, Italo (1989). Lezioni americane. Sei proposte per il prossimo millennio. Milano:
Mondadori.
DIDI-HUBERMAN, Georges (2005). Immagini malgrado tutto. Traduzione di D. Tarizzo.
Milano: Raffaello Cortina Editore.
_____ (2009). Sobrevivência dos vaga-lumes. Tradução de Vera Casa Nova e Márcia Arbex.
Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014.
ECO, Umberto (2011). Quase a mesma coisa. Experiências de tradução. Rio de Janeiro:
Best Bolso.
HATIM, Basil; MASON, Ian (1990). “Context in Translating: Register Analysis”. In:
Discourse and the Translator. London/New York: Longman.
LESSING, G. E (1998). Laocoonte ou sobre as fronteiras da pintura e da poesia. Tradução:
Márcio Seligmann-Silva. São Paulo: Iluminuras.
MICHELSTAEDTER, Carlo (1983). Epistolario. Adelphi
_____(1988). Il dialogo della salute. Milano: Adelphi.
_____ (2010). La melodia del giovane divino. Milano: Adelphi.
_____ (1990). La persuasione e la rettorica. Milano: Adelphi.
_____ (1995). La persuasione e la rettorica - appendici critiche. Milano: Adelphi.
_____ (1975). Opera grafica e pittorica. Gorizia: Istituto per gli incontri Culturali
Mitteleuropei.
_____ (1987). Poesie. Milano: Adelphi.
PIRES, Paulo Roberto (2018). (org.). Doze Ensaios Sobre o Ensaio: Antologia Serrote. São
Paulo: IMS.
VALÉRY, Paul (2003). Degas, Dança, Desenho. São Paulo: Cosac & Naify.
VENUTI, Lawrence (1995). The translator’s invisibility.

Programa

1) O que é sociologia do esporte
Assumpção Lot, S., Sampaio, T. M. V., Caetano, J. N. N., Caetano Júnior, M. A., & Silva, J. V. P. (2010). Temas e questões fundamentais na sociologia do esporte. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, 18(2), 92–99. https://seer.ufrgs.br/Movimento/article/view/11159

Souza, J. de, & Marchi Júnior, W. (2010). Por uma gênese do campo da sociologia do esporte: Cenários e perspectivas. Movimento, 16(2), 45–70. https://doi.org/10.22456/1982-8918.11159
 

2) O futebol como objeto sociológico
Campos, F. de, & Alfonsi, D. (2014). Apresentação. In Futebol objeto das ciências humanas (pp. 8–21). São Paulo: Leya.

Spaggiari, E., Machado, G. M. C., & Giglio, S. S. (2016). Apresentação. Por uma (nova) agenda de pesquisa sobre práticas esportivas. In Entre jogos e copas: Reflexões de uma década esportiva (pp. 9–31). São Paulo: Intermeios.

Giglio, S. S., & Proni, M. W. (Orgs.). (2020). O futebol nas ciências humanas no Brasil. Campinas: Editora da Unicamp.
 

3) Pensando os esportes sociologicamente
Bourdieu, P. (2004). Um programa para a sociologia do esporte. In Coisas ditas. São Paulo: Brasiliense. https://drive.google.com/file/d/17SkSof3iCTO8YkG4togH8Y5vzVFJVooK/view?…



4) Esportes olímpicos e a Olimpíada
Júnior, N. F. (2021). Colonisation sportive: O laboratório da “simbiose” racismo e esporte moderno. Revista do Centro de Pesquisa e Formação - SESCSP, 13, 73–98. https://cev.org.br/biblioteca/colonisation-sportive-o-laboratorio-da-si…

Luiz, L. I. M. (2024). A Iugoslávia na Olimpíada dos Imigrantes de São Paulo: Lutas, disputas e pertencimento no entorno do esporte olímpico. In Leste Europeu em Movimento (Vol. 1, pp. 114–135). https://www.researchgate.net/publication/386210185_A_Iugoslavia_na_Olim…

Fukuzawa, H. (n.d.). Olympics for savages: The Anthropology Days. https://www.hosannafukuzawa.com/anthropologyday/

What Happened? 1904 Olympics. (n.d.). YouTube. https://www.youtube.com/watch?v=lEF7F2R6HWE