Programa
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Aula 01: Il Barocco Italiano e la Figura Femminile nell’Arte Visiva
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Aula 01: Il Barocco Italiano e la Figura Femminile nell’Arte Visiva
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Nesse curso nos propomos a ler a Dissertação de 1770, dadas as limitações de tempo, tendo em vista um problema que poderíamos formular de muitas formas. Poderíamos chamá-lo de problema da coisa em si, mas também de questão do dogmatismo na Dissertação de 1770. Mas porque a possibilidade de julgar esse dogmatismo é posterior (só é formulado na Crítica), teríamos de formulá-lo como o problema do dogmatismo na Dissertação pensada a partir da Crítica. O que nos importa é compreender como as questões clássicas da leitura do Kant crítico são tratadas na Dissertação, ou seja, imaginamos um curso em que cada aula consiga expor o argumento de cada seção da Dissertação e, logo após, explorar sua distância em relação à formulação da Crítica. Isso se mostra importante tendo em vista a quantidade de leituras da Crítica (do problema da coisa em si) que se baseiam numa perspectiva que surge na Dissertação em relação a isso. Assim, seria sem dúvida muito útil compreender de forma clara o que é Síntese e Análise na Dissertação e fazer a tentativa de decidir se esses conceitos são os mesmos que aparecem na Crítica. Para isso, para compreender essa distância, precisamos considerar a relação de continuidade e ruptura que há entre o período Pré-crítico e o período Crítico. Quanto a isso, para o que nos interessa, a caracterização da lógica é o coração do argumento. A divisão entre lógica em geral e lógica transcendental que aparece no início da Lógica transcendental da primeira Crítica não aparece em nenhuma obra pré-crítica, nem na Dissertação. Mas, por outro lado, mesmo nas obras pré-críticas podemos encontrar formulações que antecipam a Crítica. Na Teoria do céu encontramos já o problema ao qual aquela divisão procurar resolver (o mundo na verdade é um caos, nós é que atribuímos ordem a ele). Na Dissertação encontramos talvez o mesmo problema e a mesma compreensão de fundo da Crítica, mas a diferença de formulação as distancia, aproximando a Dissertação das soluções dogmáticas (o estatuto da Dissertação é duplo, crítico na compreensão, dogmático na formulação). A contraposição entre Análise e Síntese na Dissertação, assim como a contraposição entre Sublime e Belo nas Observações sobre o sentimento do belo e do Sublime, são o último resquício do problema dogmático, ou seja, termos que foram criados para fixar uma contraposição (entre conceber e realizar) e que, portanto, já delimitam a questão do não-dogmatismo da metafísica, se tornam, na Crítica, articuláveis e interdependentes, ou seja, a delimitação (o conceber) é ainda abstrata, mas o ato puro (a realização) reabsorve, em outros termos, o conceber como potencializador do realizar. A análise tal como aparece na Dissertação não aparece mais na Crítica, mas é uma análise, no sentido crítico, dessa solução que colocará o problema para si e não mais para outro: problema dos juízos sintéticos a priori.
Dia 13/04: Análise e síntese.
Dia 15/04: Sentir, perceber e representar.
Dia 20/04: Princípio de vinculação.
Dia 22/04: Ligação real e Ligação formal.
Dia 27/04: A impossibilidade da subordinação intuitiva.
Dia 29/04: O problema da síntese a priori.
Bibliografia:
DELBOS, V. La philosophie pratique de Kant. Paris: PUF, 1969.
HUME, D. Investigações sobre o entendimento humano e sobre os princípios da Moral. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Ed. UNESP, 2004.
KANT, I. Crítica da razão pura. Trad. Fernando Costa Matos. Petrópolis: Editora vozes Bragança Paulista : Editora Universitária, 2012.
_______. Crítica da razão prática. Trad. Monique Hulshof. Petrópolis: Editora vozes Bragança Paulista: Editora Universitária, 2016.
_______. Crítica da Faculdade de Julgar. Trad. Trad. Fernando Costa Matos. Petrópolis: Editora vozes Bragança Paulista : Editora Universitária, 2016.
LEBRUN, G. Kant e o fim da metafísica. Trad. de Carlos Alberto R. de Moura. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
______. Uma escatologia para a moral. In: Kant, I. Ideia de uma história universal de um ponto de vista cosmopolita. (org. Ricardo Terra). São Paulo: Brasiliense, 1986.
______. A Terceira crítica ou a teologia reencontrada. In: Sobre Kant. São Paulo: Iluminuras, 2001.
______. A Razão Prática na Crítica do Juízo. In: Sobre Kant. São Paulo: Iluminuras, 2001.
LONGUENESSE, B. Moral Judgment as a Judgment of Reason. In: Kant on the human standpoint. Cambridge: Cambridge University Press, 2005. p. 236-264.
LÖWITH, K. De Hegel a Nietzsche. Trad. Flamarion Caldeira e Luiz Fernando Barrére Martin. São Paulo: Ed. UNESP, 2014
TERRA, R.R. A política tensa. Ideia e realidade na filosofia da história de Kant. São Paulo: Iluminuras, 1995.
______. Passagens. Estudos sobre a filosofia de Kant. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2003.
TORRES FILHO, R.R. Ensaios de filosofia ilustrada. São Paulo: Iluminuras, 2004.
Ementa:
O curso oferecerá uma introdução aos estudos sobre o continente africano, considerando alguns problemas da atualidade e formas específicas de abordar suas sociedades. Serão apresentados aspectos metodológicos relativos à pesquisa, como as possibilidades dadas pelas narrativas de viagem e ficcionais, e as relações entre literatura e história. Análises de sociedades particulares serão feitas para casos específicos, como os de Moçambique, Angola e África do Sul. O pensamento social africano do século XX será apresentado em suas linhas gerais, assim como um panorama sobre os estudos desenvolvidos no Brasil.
O principal objetivo do curso é colaborar com a difusão de conhecimentos sobre o continente africano, permitindo que os resultados das pesquisas e reflexões de alguns especialistas ultrapassem os muros da academia e cheguem ao público interessado.
1ª aula (27/09)
Prof. Dr. Kabengele Munanga
Os Desafios da África no Século XXI: Construção das nacionalidades, Democracias e Desenvolvimento
Leituras recomendadas: MUNANGA, Kabengele. “Aspectos históricos” In: __________. Origens africanas do Brasil contemporâneo – Histórias, línguas, culturas e civilizações. São Paulo: Global Ed., 2009, p. 41-79.
MUNANGA, Kabengele. Negritude, usos e sentidos. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2009, 3ª ed., p. 37-83
HISTÓRIA GERAL DA ÁFRICA, VII: África sob o domínio colonial, 1880-1935 – Editado por: BUAHEN, Albert Adu. Brasília: UNESCO, 2010. Cap. 29 “A África e o novo Mundo”, p.875-918.
MUNANGA, Kabengele. Negritude, usos e sentidos. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. (Introdução, p. 11-21)
MUNANGA, Kabengele. “Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia”. In: Cadernos PENESB (Programa de Educação sobre o Negro na Sociedade Brasileira), Universidade Federal Fluminense, nº 5, 2004, p. 15-34.
MUNANGA, Kabengele. “As facetas de um racismo silenciado”. In: SCHWARCZ, Lília M. e QUEIROZ, Renato S. (orgs). Raça e Diversidade. São Paulo: EDUSP/Estação Ciência, 1996, p. 213-229
2ª aula (4/10)
Profª Drª Tania Macedo - DLCV - FFLCH - USP
Literatura comparada e interdisciplinaridade
Leitura recomendada: FANON, Franz, Os Condenados da Terra, capítulo 1, Da violência.
3ª aula (11/10)
Prof. Dr. José Rivair de Macedo - DH - UFRGS
Fontes para o estudo da África Sub-saariana
Leituras recomendadas: DJAIT, H. As fontes escritas anteriores ao século XV. In: KI-ZERBO. Metodologia e pré-história da África (Coleção – História Geral da África, vol 1). Brasília: SECADI-MEC; UNESCO, UFSCAR, 2011, pp. 77-104: http://www.ammapsique.org.br/baixe/historia-da-africa-volume-um.pdf
MACEDO, José Rivair. Antigas formações sociais mandingas da África ocidental: introdução histórica, seguida de uma versão em língua portuguesa do relato de viagem de Ibn Battuta ao Bilad al-Sudan em 1352-1353. In: THOMAZ, Fernanda (org). Afrikas: histórias, culturas e educação. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2019, pp. 17-66.
4ª aula (18/10)
Profª Drª Rejane Vecchia da Rocha e Silva - DLCV - FFLCH - USP
Literatura e história no contexto da África Índica: o caso de Moçambique
Leituras recomendadas: UZOIGWE, Godfrey Nwanoruo. Partilha europeia e conquista da África: apanhado geral. IN: História Geral da África, vol. VII: A África sob dominação colonial, 1880-1935.
RODNEY, Walter Anthony. A economia colonial. IN: História Geral da África, vol. VII: A África sob dominação colonial, 1880-1935.
MENESES, Maria Paula. Xiconhoca, o inimigo: narrativas de violência sobre a construção da nação em Moçambique. IN: Revista Crítica de Ciências Sociais. 106/2015. (o link deste nº da Revista: 106 | 2015 Memórias de violências: Que futuro para o passado? (openedition.org)
COELHO, João Paulo Borges. Abrir a fábula: questões da política do passado em Moçambique. IN: Revista Crítica de Ciências Sociais. 106/2015.
5ª aula (25/10)
Profª D ra Rosangela Sarteschi - DLCV - FFLCH - USP
Literatura e história, século XX: Angola
Leituras recomendadas: ABDALA, Benjamin. “Panorama histórico da literatura angolana”. In: CHAVES, Rita. MACÊDO, Tania (org.). Marcas da Diferença: as literaturas africanas de língua portuguesa. São Paulo: Alameda, 2006.
CHAVES, Rita. A Formação do Romance Angolano: entre intenções e gestos. São Paulo: FBLP, Via Atlântica, 1999.
CHAVES, Rita. “O projeto literário angolano: a identidade a contrapelo”. In: Angola e Moçambique: experiência colonial e territórios literários. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2005.
EVERDOSA, Carlos. A literatura angolana (resenha histórica). Lisboa: Edição da Casa dos Estudantes do Império, 1963.
FONSECA, Maria Nazareth Soares. “A Literatura Angolana”. Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro/literafricas/1473-maria-nazareth-so…
PEPETELA. Algumas Questões Sobre A Literatura Angolana. Disponível no site da União dos Escritores Angolanos: http://www.ueangola.com/criticas-e-ensaios/item/122-algumas-quest%C3%B5…- literatura-angolana
PINTO, João Paulo Henrique. Literatura e identidade nacional em Angola. Revista Hydra, vol. 2, n. 3, junho de 2017.
SECCO, Carmen Lucia Tindó. “A literatura e a arte em angola na pós-independência. Conexão Letras. Volume 8, no 9, 2013.
SERRANO, Carlos. “Angola: a Geração dos 50, os jovens intelectuais e a raiz das coisas”. Disponível no site da União dos Escritores Angolanos: http://www.ueangola.com/criticas-e-ensaios/item/157-angola-a-gera%C3%A7…- das-coisas.
6ª aula (8/11)
Profª Drª Laura Moutinho - DA - FFLCH - USP
Boas pessoas que se amam de odiar todo mundo": sobre a extrema direita sul-africana ontem e hoje.
Leituras recomendadas: BORGES, Antonádia. Very Rural Background: Os Desafios da Constituição Terra da África do Sul e do Zimbábue à Chamada Educação Superior. REVISTA DE ANTROPOLOGIA, v. 63, p. 1-30, 2020.
MATEBENI, ZETHU. Perspectivas do Sul sobre relações de gênero e sexualidades: uma intervenção queer. Revista De Antropologia, 60(3), 26-44. 2017 https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2017.141826
MOUTINHO, Laura. On The other side? Das implicações morais de certos horizontes imaginativos na África do Sul. Anuário Antropológico, v. 40, p. 77-97
LOPES, Pedro & MOUTINHO, Laura. Uma Nação de Onze Línguas? Diversidade social e linguística nas novas configurações de poder na África do Sul. Tomo (UFS), v. 20, p. 27-57, 2012.
MOUTINHO, Laura. Razão, Cor e Desejo: Uma Análise Comparativa sobre Relacionamentos Afetivo-Sexuais inter-raciais no Brasil e na África do Sul. São Paulo: UNESP, 2004. 450p
7ª aula (22/11)
Prof. D r. Muryatan Santana Barbosa - Relações Internacionais - UFABC
Pensamento social africano
Leitura recomendada: BARBOSA, Muryatan Santana - Pan-africanismo e relações internacionais: uma herança (quase) esquecida. Revista Carta Internacional, Belo Horizonte, vol. 11, n. 1, 2016. p. 144-162.
8 a aula (29/11)
Prof. Dr. Acácio S. Almeida Santos - Relações Internacionais - UFABC
Os estudos africanos no Brasil
Leitura recomendada: FURTADO. Cláudio Alves. Pesquisa em e sobre África no século XXI: África, africanos e africanistas.
beÁfrica: Revista da Associação Brasileira de Estudos Africanos, v.04, n.04, Abril de 2020.
Sessão 1 – Fundamentos, princípios e sistemas processuais penais brasileiros
1.1 – Fundamentos do processo penal
1.2 – Princípios do processo penal
1.3 – Sistemas processuais penais
Sessão 2 – Provas
2.1 – Conceito e sistemas de valoração da prova
2.2 – Provas ilícitas
2.3 – Meios de prova
Sessão 3 – Investigação, ação penal e execução da pena
3.1 – Procedimentos de investigação criminal (inquérito policial, perícias e outros)
3.2 – Ação Penal (procedimentos, pessoas envolvidas e recursos)
3.3 – Execução Penal (regimes de cumprimento de penas e medidas de segurança)
Sessão 4 – Tribunal do Júri
4.1 – Competência, fases e etapas dos procedimentos
4.2 – Composição do Júri, espaço cênico, roteiros e performances durante os julgamentos em plenário
4.3 – Principais etnografias e contribuições da antropologia para a observação de outras dimensões do Júri
Sessão 5 – Justiças Especializadas (Federal, Eleitoral e Militar) e Segredo de Justiça
5.1 – Justiças Criminais Especializadas
5.2 – Segredo de Justiça nos procedimentos criminais
5.3 – Balanço final do curso
BIBLIOGRAFIA
REBOUÇAS, Sérgio. Curso de direito processual penal. Salvador: JusPodivm, 2017. 1504 p.
RIBEIRO, Pedro Roney Dias. Uma bolha de perfis e sensibilidades: etnografia do processamento de crimes federais em Fortaleza/CE. Dissertação (Mestrado em Antropologia), Universidade Federal do Ceará, 2019. 148 p.
SCHRITZMEYER, Ana Lúcia Pastore. Júri, Ritual e Teatro: um estudo antropológico do Tribunal do Júri. São Paulo: Terceiro Nome, 2012. 296 p.
Aula 1 (17/08) – introdução à Linguística Sistêmico-Funcional: estratificação; metafunção; instanciação; sistema, estrutura e
delicadeza; localização do sistema de AVALIATIVIDADE.
Aula 2 (24/08) – o subsistema de ATITUDE: afeto, julgamento e apreciação; polaridade; RESPONSABILIDADE; MANIFESTAÇÃO;
GRADAÇÃO.
Aula 3 (31/08) – o subsistema de ENGAJAMENTO: monoglossia e heteroglossia; contração dialógica e expansão dialógica;
contração: contraposição e proposição; expansão: ponderação e atribuição.
Aula 4 (14/09) – a escala de individuação: afiliação e alocação; acoplamentos; vínculos afiliativos; estratégias de afiliação.
Aula 5 (21/09) – exercícios de análise.
Bibliografia
FAIRCLOUGH, N. Analysing Discourse: Textual analysis for social research. London: Routledge, 2003.
FARHAT, T. C. Movimentos afiliativos em interações digitais: explorações em postagens multimodais. EntreLetras, v. 13, n.
1, p. 317-343, 2022.
FARHAT, T. C.; GONÇALVES-SEGUNDO, P. R. Identidades em comunhão: estratégias multimodais de individuação em um
grupo de Facebook. Texto Digital, v. 17, n. 2, p. 35-71, 2021c.
FARHAT, T. C.; GONÇALVES-SEGUNDO, P. R. Análise multimodal: noções e procedimentos fundamentais. Trabalhos em
Linguística Aplicada, v. 61, p. 435-454, 2022.
FIGUEREDO, G. P. Introdução ao perfil metafuncional do português brasileiro: contribuições para os estudos
multilíngues. 2011. Tese (Doutorado em Linguística Aplicada) – Faculdade de Letras, Universidade Federal de Minas Gerais,
Belo Horizonte, 2011.
FUZER, C.; CABRAL, S. R. S. Introdução à Gramática Sistêmico-Funcional em Língua Portuguesa. Campinas: Mercado
de Letras, 2014.
GONÇALVES-SEGUNDO, P. R. Tradição, dinamicidade e estabilidade nas práticas discursivas: um estudo da negociação
intersubjetiva na imprensa paulistana. 2011. 447 f. Tese (Doutorado em Filologia e Língua Portuguesa) – Faculdade de
Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011.
GONÇALVES-SEGUNDO, P. R. O papel da avaliatividade na construção da polêmica: uma abordagem semântico-discursiva
das cartas ao leitor acerca do falecimento de Hugo Chávez. Metalinguagens, vol. 1, n. 1, p. 9-28, 2014.
HALLIDAY, M. A. K. Methods – techniques – problems. In: HALLIDAY, M. A. K.; WEBSTER, J. (org.). Continuum
Companion to Systemic Functional Linguistics. London: Continuum International, 2009. p. 59-86.
HALLIDAY, M. A. K.; MATTHIESSEN, C. M. I. M. Introduction to Functional Grammar. 4. ed. New York/London:
Routledge, 2014.
KNIGHT, N. K. Wrinkling complexity: concepts of identity and affiliation in humour. In: BEDNAREK, M.; MARTIN, J. R.
(ed.). New Discourse on Language: Functional Perspectives on Multimodality, Identity, and Affiliation. London: Continuum,
2010. p. 35-58.
LAM, S. L.; CROSTHWAITE, P. Appraisal resources in L1 and L2 argumentative essays: A contrastive learner corpus-
informed study of evaluative stance. Journal of Corpora and Discourse Studies, v. 1, n. 1, p. 8-35, 2018.
MARTIN, J. R. Semantic Variation: Modelling Realisation, Instantiation and Individuation in Social Semiosis. In:
BEDNAREK, M.; MARTIN, J. R. (ed.). New Discourse on Language. London: Continuum, 2010. p. 1-34.
MARTIN, J. R.; WHITE, P. The Language of Evaluation: Appraisal in English. Hampshire: Palgrave Macmillan, 2005.
MARTIN, J. R.; ROSE, D. Working with Discourse: Meaning beyond the clause. 2. ed. Continuum: London, 2007.
MARTIN, J. R.; ZAPPAVIGNA, M.; DWYER, P.; CLÉIRIGH, C. Users in Uses of Language: Embodied Identity in Youth
Justice Conferencing. Text and Talk, v. 33, n. 4-5, p. 467–96, 2013.
NININ, M. O. G.; BARBARA, Leila. Engajamento na perspectiva linguística sistêmico-funcional em trabalhos de conclusão de
curso de Letras. Trabalhos em Linguística Aplicada, v. 52, p. 127-146, 2013.
PAINTER, C. Developing attitude: An ontogenetic perspective on APPRAISAL. Text & Talk, v. 23, n. 2, p. 183-209, 2003.
PAINTER, C.; MARTIN, J. R.; UNSWORTH, L. Reading visual narratives: Image analysis of children's picture books.
Sheffield: Equinox, 2013.
POYNTON, C. Language and gender: Making the difference. Oxford: Oxford University Press, 1989.
SOUZA, L. M. F. S. Interlingual re-instantiation–a new systemic functional perspective on translation. Text & Talk, v. 33, n. 4-
5, p. 575-594, 2013.
THOMPSON, G. Introducing Functional Grammar. London: Routledge, 2014.
ZAPPAVIGNA, M. Ambient Affiliation: A Linguistic Perspective on Twitter. New Media & Society, vol. 13, n. 5, p. 788–806,
2011.
ZAPPAVIGNA, M. Language and social media: enacting identity through ambient affiliation. In: THOMPSON, G.;
BOWCHER, W. L.; FONTAINE, L.; SCHOENTHAL, D. (org.) The Cambridge Handbook of Systemic Functional
Linguistics. Cambridge: Cambridge University Press, 2019. p. 715-738.
Aula 1: Introdução a Aristóteles e a noção de οὐσία
1.1 Contexto histórico de Aristóteles
1.2 O corpus aristotélico
1.3 Introdução as Categorias e a Metafísica
1.4 Introdução a substância nas Categorias
Aula 2: Substância nas Categorias
2.1 Substância em Cat. 4 1b25-28
2.2 Substância em Cat. 5 2a11-14
2.3 Substância em Cat. 5 2b15-21; 2b37-3a6
2.4 Relação entre οὐσία e ύποκείμενον
2.5 Ruptura entre Metafísica e Categorias
Aula 3: Substância em Metafísica Z 1-3
3.1 Continuação da ruptura da Metafísica e Categorias
3.2 Introdução em Met. Δ 8 1017b23-26
3.3 Substância em Met. Ζ 1 1028a31-1028b1
3.4 Substância em Met. Z 3 1028b33-1029a3
3.5 Analise de Met. Z 1029a2-7
3.6 Considerações finais sobre a οὐσία
3.7 Considerações finais sobre o curso
Bibliografia
Primária:
ACKRILL J. L. Aristotle’s Categories and De Interpretatione. Oxford: Oxford University Press; 2002 (1963).
ANGIONI, L. Aristóteles, Metafísica, livros VII e VIII: Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas: Unicamp, 2005.
NATALI, C. Aristóteles. São Paulo: Paulus, 2016.
ROSS, W. D. Aristotle’s Metaphysics (2 vols.), Oxford: Clarendon Press, 1928.
SANTOS, R. Categorias e Da Interpretação. Obras completas de Aristóteles. Campinas, Editora Unicamp, 2006.
Secundária:
Aula 1:
FREDE, M. Essays in Ancient Philosophy. University of Minnesota,1987.
ROSS, D. Aristotle. Routledge, London and New York, 1996.
Aula 2:
PORFÍRIO. Isagoge: introdução às Categorias de Aristóteles. Introdução, tradução e comentário de Bento Silva Santos. São Paulo: Attar Editorial, 2001.
ZINGANO, M. As Categorias de Aristóteles e a doutrina dos traços do ser. Em: Doispontos, Curitiba, São Carlos, vol. 10, nº 2, Outubro, 2013”.
Aula 3:
Barnes, J. Metafísica. In: BARNES, J. Aristóteles. Aparecida: Ideias & Letras, 2009. p. 103-153.
ZINGANO,M. Metafísica de Aristóteles. São Paulo: Filósofos na sala de aula, vol.3, 2009”. E ZINGANO, M. Sobre a Metafísica de Aristóteles: textos selecionados. São Paulo: Odysseus, 2005.
Aula 1 (10/02): Introdução ao cinema russo: primeiros filmes
Aula 2 (12/02): A linguagem do cinema e a cinematografia do texto literário
Aula 3 (17/02): Problemas em torno da adaptação cinematográfica
Aula 4 (19/02): Análise comparativa: a singularidade da imagem artística
Bibliografia:
EISENSTEIN, Sergei. Palavra e imagem. In O sentido do filme. Trad. Teresa Ottoni. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002. p. 13-50.
HUTCHEON, Linda. Uma teoria da adaptação. 2.ed. Trad. André Cechinel. Florianópolis: Ed. UFSC, 2013.
LEYDA, Jay. Kino: a history of the Russian and Soviet film. 3 ed. Princeton, New Jersey: Princeton University Press, 1983.
PEREIRA, E. M. de B. Literatura e cinema: a imagem artística nos escritos de Serguei Eisenstein. 2023. 298p. Tese (Doutorado em Teoria e História Literária) – Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2023. Disponível em: https://repositorio.unicamp.br/acervo/detalhe/1310808.
PÚCHKIN. Aleksandr. A dama de espadas: prosa e poemas. Trad. Boris Schnaiderman e Nelson Ascher. 2.ed. Ed. 34, 2006.
XAVIER, Ismail. Do texto ao filme: a trama, a cena e a construção do olhar no cinema. In PELLEGRINI et al. Literatura, cinema e televisão. São Paulo: Editora Senac São Paulo: Instituto Itáu Cultural, 2003. p. 61-89.
ФОМИН В. И.; ГРАЩЕНКОВА, И.Н. История российской кинематографии (1896-1940 гг.) [História da cinematografia russa (1896-1940)]. Москва: ВГИК, 2016.
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Aula 1: Introdução à paleografia
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Módulo 3
- Revisão do Módulo 2
- Presente Contínuo (resumo)
- Interrogativo de Presente de Contínuo
- Sufixo ¨Com¨
- Pretérito de Perfeito
- Interrogativo de Pretérito de Perfeito
Bibliografia:
OZTURK, Tuncay; AKCAY, Sezgin; GUN, Salih. Lale Turkce Ders Kitabi 3. DILSET YAYINLARI. 2011.
CELIK, A.Abbas. Acilim Turkce Ders Kitabi 3. DILSET YAYINLARI. 2020.