Programa

A idade média e o dinheiro, desenvolvimento do crédito.

As instituições bancárias e a relação com a pobreza.

O banqueiro dos pobres, Muhammad Yunus criador do Grammen Bank.

Aspectos do crédito que precisam ser conhecidos para uma melhor atuação dentro das finanças pessoais.

Economia Solidária.

Bibliografia
GOFF, Jacques Le, A idade média e o dinheiro, 1. Ed. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 2014.
YUNUS, Muhammad: O banqueiro dos pobres. Tradução Maria Cristina Guimarães Cupertino. 1.ed. São Paulo: Editora Ática, 1997.
YUNUS, Muhammad; WEBER, Karl: Um mundo sem pobreza: a empresa social e o futuro do capitalismo. Tradução Juliana A. Saad e Henrique Amat Rêgo Monteiro. 1. ed. São Paulo: Editora Ática, 2007.
SECURATO, José Roberto. Crédito: Análise e avaliação do risco. 2. ed. São Paulo: Ed. Saint Paul, 2012
SINGER, Paul. Dominação e Desigualdade estrutura de classes e repartição de renda no Brasil. 1. ed. São Paulo: Ed. Paz e Terra, 1981.
SINGER, Paul. Globalização e desemprego: Diagnóstico e alternativas. 3. ed. São Paulo: Ed. Contexto, 1999.
SINGER, Paul. Introdução à economia solidária. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2002.

Programa

1. 09/08 - Movimento Negro Brasileiro: da década de 1970 aos dias atuais

2. 12/08 - Processos de Racialização e o Enigma do Pardo

3. 16/08 -  Ações afirmativas na Graduação e Pós-Graduação

4. 19/08 - Encarceramento e Violência Policial

BIBLIOGRAFIA

ADORNO, Sérgio. “Racismo, criminalidade violenta e justiça penal: réus brancos e negros em perspectiva comparativa”. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, 9 (18), pp. 283-300, 1996.
ADORNO, Sérgio. Discriminação racial e justiça criminal em São Paulo. Novos estudos CEBRAP, São Paulo, v. 43, p. 45-63, 1995.
Campos, Luiz Augusto. "O pardo como dilema político." Insight Inteligência 62 (2013): 80-91.
DAFLON, Verônica Toste. Tão longe, tão perto: pretos e pardos e o enigma racial brasileiro. Tese de Doutorado. Instituto de Estudos Sociais e Políticos, Rio de Janeiro, 2014.
FERES JÚNIOR, João; CAMPOS, Luiz Augusto; DAFLON, Veronica Toste. Fora de quadro: a ação afirmativa nas páginas d’O Globo.
GONZALEZ, Lélia. O movimento negro na última década. In: ; HASENBALG, Carlos (Orgs.). Lugar de negro. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1982.
GONZALEZ, Lélia; HASENBALG, Carlos Alfredo. Lugar de negro. Editora Marco Zero, 1982.
GUIMARÃES, Antônio Sérgio Alfredo. Racismo e Anti-racismo no Brasil. Novos Estudos, São Paulo, v. 3, n. 43, p. 26-44, 1 nov. 1995.
Hasenbalg, Carlos e Silva, Nelson do Valle (1988(. Estrutura social, mobilidade e raça. Rio de Janeiro: IUPERJ
LIMA, Márcia. Desigualdades raciais e políticas públicas: ações afirmativas no governo Lula. Novos estudos CEBRAP, n. 87, p. 77-95, 2010.
LIMA, Márcia; PRATES, Ian. Desigualdades raciais no Brasil: um desafio persistente. Trajetórias das desigualdades: como o Brasil mudou nos últimos cinquenta anos. São Paulo, SP: Editora Unesp, p. 163-189, 2015
MISSE, Michel. Crime, sujeito e sujeição criminal: aspectos de uma contribuição analítica sobre a categoria" bandido". Lua Nova: Revista de Cultura e Política, São Paulo, n. 79, p. 15-38, 2010b.
MOURA, Clóvis. Organizações negras. In: SINGER, Paul; BRANT, Vinicius de Caldeira. São Paulo: o povo em movimento. São Paulo: Editora Brasileira de Ciências, 1983.
PEREIRA, Amilcar Araújo. O mundo negro : relações raciais e a constituição do movimento negro contemporâneo no Brasil . Niterói: UFF, 2010.
RIOS, Flávia M. Elite Negra no Brasil. 2014. Tese de Doutorado. Tese (Doutorado). Departamento de Sociologia, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo.
RIOS, Flávia Matheus. Movimento negro brasileiro nas Ciências Sociais (1950-2000). Sociedade e Cultura, 12(2), 2009.
SILVA, Graziella; LEÃO, Luciana. O Paradoxo da Mistura: Identidades, Desigualdades e Percepção de Discriminação Entre Brasileiros Pardos. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 27, n. 80, p. p.117-133, 2012.
SINHORETTO, Jacqueline; DE LIMA, Renato Sérgio. Narrativa autoritária e pressões democráticas na segurança pública e no controle do crime. Contemporânea-Revista de Sociologia da UFSCar, v. 5, n. 1, p. 119, 2015
SINHORETTO, Jacqueline; et al. A filtragem racial na seleção policial de suspeitos: segurança pública e relações raciais. In: LIMA, Cristiane S. L.; BAPTISTA, Gustavo C.; FIGUEIREDO, Isabel S. de (org.). Segurança pública e direitos humanos: temas transversais. Brasília: Ministério da Justiça, 2014.
TILLY, Charles. Movimentos sociais como política. Revista Brasileira de Ciência Política,
Venturini,
Venturini, Anna Carolina. Políticas de inclusão na pós-graduação: os bastidores e o histórico da edição da portaria normativa 13/2016. Novos estudos CEBRAP. 2021, v. 40, n. 2, pp. 261-279.

Programa

Semana 1 : Motivação e Introdução Geral

Aula Expositiva:                        
 Apresentação do curso - estrutura, conteúdo programático, conhecendo a turma
- diagnóstico do perfil 
 O que é uma linguagem de programação ? 
 O que é Python? Onde instalar, como utilizar
 Debate (parte I) : Ferramentas do dia-a-dia baseadas em linguística
computacional (chatbots, modelos de linguagem, assistentes de digitação)
 Debate (parte II) : A visão dos professores do ciclo básico sobre possibilidades
no uso destas tecnologias 

Aula Prática:

 Como criar e abrir um notebook (em distribuição local ou através do Google
Colab)
 Comandos iniciais: Hello World!, variáveis e tipos de objetos
 Como abrir um arquivo no Python? (csv)
 Criando uma calculadora com Python para realizar as 4 operações 

Semana 2: Aplicando Linguística Computacional para Ensino da Língua

Portuguesa

Aula Expositiva: 

 Como computadores processam um língua humana
 Conceitos de Linguística Computacional: O que é?  Aplicações cotidianas
 Níveis de conhecimentos linguísticos
 Tokenização, Lematização, Stemmização 
 Partes-da-fala (POS Tags)
 Palavras de Função vs Conteúdo (Stop Words vs Content Words).
 Expressões Regulares e Pattern Matching
 Debate: possibilidades no uso de linguística Computacional como ferramenta
didática.

   
Aula Prática:
 Abrindo um arquivo de texto no editor de código 
 Contar o número de palavras
 Contar o número de Pronomes Pessoais, Verbos e Advérbios
 Contar a Frequência de Palavras
 Gerar uma nuvem de palavras

Semana 3: Análise de Corpora com o Python

Aula Expositiva: 

 Revisão dos conceitos da aula anterior: (Tokenização, POS Tags, Stop Words,
Lematização) com novos exemplos
 Visão Geral das Ferramentas disponíveis
 Avaliação da Relevância de Expressões em um Corpus : Bag of Words e TF-
IDF.
 Corpora disponíveis em português : NLTK, Linguateca, Projeto Gutenberg
Aula Prática:

 Pré-processamento Linguístico (Tokenização, Remoção de Stop Words)
 Gerando uma representação Bag of Words
 Gerando uma Representação em TF-IDF
 Exercícios: Análise de assuntos em notícias

Semana 4 : O futuro em sala de aula

Aula Expositiva: 
 Introdução à Inteligência Artificial: Usos reais, mercado de trabalho e
perspectivas
 Aspectos Éticos: ChatGPT e Modelos de Linguagem
 Quais os principais desafios de um professor na atualidade?
 O que se espera do futuro na sala de aula? 
 Explicação do trabalho final 

Aula Prática:

 Apresentação do trabalho final
 Ferramentas disponíveis na web 
 Onde buscar exercícios para usar em sala de aula
 Dicas de cursos de aperfeiçoamento
Material Necessário:
Computador pessoal e acesso à internet.

Referências:

FERREIRA, Marcelo; LOPES, Marcos. Linguística Computacional. São Paulo:
Contexto, 2020. 
FREITAS, Cláudia. Linguística Computacional. São Paulo: Parábola, 2022. 
JURAFSKY, Daniel; MARTIN, James H. Speech and Language Processing (draft).
New Jersey: Prentice Hall PTR, 2021.

Programa

1° Sessão: Introdução
2° Sessão: Cenografias expandidas: teatralidades e performatividades
3° Sessão: Exposições universais e coloniais: espetáculos políticos das metrópoles (Parte 1)
4° Sessão: Exposições universais e coloniais: espetáculos políticos das metrópoles (Parte 2)

AGAMBEN, Giorgio Agamben, Qu’est-ce qu’un dispositif ?, Paris, Rivages, 2007.
BARTHES, Roland et all. O efeito de real. In: Literatura e Semiologia: Pesquisas Semiológicas. Petrópolis: Ed. Vozes, 1972, pp.35-44.
BERNAL, Óscar Cornago, « Atuar “de verdade”. A confissão como estratégia cênica », Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, v. 2, n. 13, pp. 2018.
BLOEMBERGEN, Marieke. Colonial Spectacles: the Netherlands and the Dutch East Indies at the world exhibitions, 1880-1931, Singapore: Singapore University Press, 2006.
BOËTSCH, Gilles e BLANCHARD, Pascal. From Cabinets of Curiosity to the “Hottentot Venus”: A Long History of Human Zoos. In: BANCEL, Nicolas, DAVID, Thomas e THOMAS, Dominic. The Invention of Race: Scientific and Popular Representations. New York: Routledge, 2014.
COHEN, Matthew Isaac. Performing otherness: Java and Bali on international stages, 1905-1952. Basingstoke:
CONKLIN, Alice L. In the Museum of Man: Race, Anthropology, and Empire in France, 1850–1950. Ithaca: Cornell University Press, 2013.
DE L’ESTOILE, Benoît. Do Museu do Homem ao Quai Branly: as transformações dos Museus dos Outros na França. In: Cândido, Manuelina Maria Duarte; Ruoso, Carolina (Org.) Museus e patrimônio: experiências e devires. Recife: Fundação Joaquim Nabuco: Editora Massangana, 2015.
DE L’ESTOILE, Benoît. Le Goût des Autres. De l’Exposition coloniale aux arts premiers. Paris: Flammarion, 2007.
ETIENNE, Noémie. Memory in Action: Clothing, Art, and Authenticity in Anthropological Dioramas (New York, 1900). Material Culture Review, volume 79, 2014, p. 46–59.
ÉTIENNE, Noémie, Les Autres et les ancêtres. Les dioramas de Franz Boas et d’Arthur C. Parker à New York, 1900, Dijon, Les presses du réel – Œuvres en sociétés, 2020.
GOFFMAN, Erving. A representação do eu na vida cotidiana. Vozes, 1985.
FANON, Franz. (trad. Renato da Silveira) Peles negras, máscaras brancas. Salvador : EDUFBA, 2008.
FERAL, Josette. (trad. J. Guinsburg) Além dos limites: teoria e prática do Teatro. São Paulo: Perspectiva, 2015.
FISCHER-LICHTE, Erika. (trad. BORJA, M) Realidade e ficção no teatro contemporâneo. Sala Preta, v. 13, n. 2, p. 14-32, 15 dez. 2013.
FRANÇOZO, M. C. De Olinda a Holanda: o gabinete de curiosidades de Nassau. Campinas: editora Unicamp, 2014. (Introdução e capítulo 4)
HALE Dana. Races on display: French representations of colonized peoples (1886-1940). Bloomington : Indiana University Press, 2007.
MBEMBE, Achille. La colonie : son petit secret et sa part maudite. Politique Africaine, 2006/2 (N° 102), p. 101-127.
MBEMBE, Achille. De la scène coloniale chez Frantz Fanon. Rue Descartes 2007/4 (n° 58), p. 37-55.
MORTON, Patrícia. A. Hybrid Modernities : Architecture and Representation at the 1931 Colonial Exposition, Paris. Cambridge : MIT Press, 2003.
PESAVENTO, Sandra Jatahy. Exposições Universais: Espetáculos da Modernidade do Século XIX. São Paulo: Hucitec, 1997.
PERRONE-MOISES, Beatriz. L’alliance normando-tupi au XVIe siècle: la célébration de Rouen, Journal de la société des américanistes, vol. 94 / 94-1, pp. 45-64, juillet 2008.
RANCIERE, Jacques. O efeito de realidade e a política da ficção. Novos estud. - CEBRAP [online]. 2010, n.86 [cited 2020-09-27], pp.75-80.
ROTHFELS, Nigel. Savages and Beasts: The Birth of the Modern Zoo. London: The Johns Hopkins University Press, 2002.
SANJAD, Nelson. Exposições internacionais: uma abordagem historiográfica a partir da América Latina. Hist. cienc. Saúde-Manguinhos, Rio de Janeiro , v. 24, n. 3, pp. 785-82, 2017.
SEGALEN, Victor. Essays on Exotism: Aesthetics of Diversity. Durham & London: Duke University Press, 2002.
STOLER, Ann Laure. Race and the Education of Desire: Foucault's History of Sexuality and the Colonial Order of Things. Durham and London, Duke University Press, 1995.
SCHWARTZ, Vanessa R. Spectacular Realities, Berkeley, University of California Press, 1998.
TAYLOR, Diana. O arquivo e o repertório: performance e memória cultural nas Américas. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2013. (Capítulo 1)
VIEIRA, Marina Cavalcante. Figurações Primitivistas: Trânsitos do Exótico entre Museus, Cinema e Zoológicos Humanos. Tese (Doutorado) – Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, 2019.

Programa

Dia 1 (10/2/2025) - Introdução ao curso / Fundamentos teóricos do Meridionalismo
Este tema será abordado a partir de uma perspectiva histórica e teórica. Serão apresentados os principais conceitos da geopolítica, as teorias de integração regional e as perspectivas sobre o papel do Brasil no Hemisfério Sul.

Dia 2 (11/2/2025) - História do Meridionalismo
Este tema visa analisar como o Meridionalismo emergiu e foi moldado por eventos históricos, considerando fatores como a Guerra Fria, diferentes regimes políticos e mudanças no cenário internacional, analisando especialmente a evolução das relações do Brasil com as regiões da América do Sul, África, Ásia e Oceania.

Dia 3 (12/2/2025) - Instrumentos meridionalistas do Brasil
Este tema busca examinar as relações bilaterais e multilaterais do Brasil com países do Hemisfério Sul, como Argentina, África do Sul, Índia, entre outros, bem como avaliar como essas relações impactam a diplomacia, o comércio e a segurança regional, considerando a perspectiva do Meridionalismo. Ao final, os alunos serão incentivados a analisar casos concretos e a propor soluções para os desafios da integração regional.

Dia 4 (13/2/2025) - Desafios da liderança meridional brasileira / Encerramento do curso
Este tema será abordado a partir da análise dos obstáculos que o Brasil enfrenta para promover a integração regional nas regiões da América do Sul, África, Ásia e Oceania. Serão discutidos os problemas políticos, econômicos e sociais que dificultam a cooperação entre os países dessas regiões.

Bibliografia

ALBUQUERQUE, Edu Silvestre. A teoria geopolítica meridionalista de André Martin. Revista de Geopolítica, v. 5, nº 2, p. 5-18, jul./dez. 2014.

“FOREIGN RELATIONS OF THE UNITED STATES, 1964–1968, VOLUME XXXIV, ENERGY DIPLOMACY AND GLOBAL ISSUES”, The Office of Historian – Department of State. Disponível em: https://history.state.gov/historicaldocuments/frus1964-68v34/summary

GABRIEL, João Paulo Nicoline et all. Brazilian engagement to Asia and the Belt and Road Initiative in 2017: less politics, more trade and investments. Estudos internacionais. Belo Horizonte, ISSN 2317 773X, v.6 n.1 (2018), p.26 43

KAPLAN, R.D. (2009), Center stage for the twenty first century, Foreign Affairs, Vol. no.2, pp. 16 32.

KORNEGAY, Francis A. África do Sul, o Atlântico Sul e a Equação IBAS-BRICS: o Espaço Transatlântico em Transição. In: Austral - Revista Brasileira de Estratégia e Relações Internacionais. Porto Alegre: UFRGS, v.2, n.3, Jan-Jun 2013, p.79-106.

KORNEGAY JR, Francis A. & Sanusha Naidu (2019): BRICS in the Post Liberal World Order: A New Agenda for Cooperation? Perspectives from South Africa, Strategic Analysis, DOI: 10.1080/09700161.2019.1669893

KUMAR, Deepak. Competição no Oceano Índico à Luz do Emergente Triângulo Estratégico. Revista da Escola de Guerra Naval, Rio de Janeiro, no 14 (2009), p. 123-153.

LEITE, Patrícia Soares. O Brasil e a Cooperação Sul-Sul em três momentos de política externa: os governos Jânio Quadros/João Goulart, Ernesto Geisel e Luiz Inácio Lula da Silva. Brasília: FUNAG, 2011.

MARTIN, André R. Qual é o nosso bloco? O Brasil procura o seu lugar no mundo. In: Globalização e Espaço Latino-Americano. São Paulo: Hucitec, 1994, pp. 34-39

MARTIN, André R. Brasil, geopolítica e poder mundial: O anti-Golbery. São Paulo: Hucitec, 2018.

PENHA, Eli Alves. Relações Brasil-África e Geopolítica do Atlântico Sul. Salvador: EDUFBA, 2011.

PEREIRA, Analúcia D; CLOSS, Marília B. A Importância do Fórum IBAS na Nova Geopolítica Mundial. Conjuntura Internacional. Belo Horizonte, v. 11, n. 2, p. 35 - 44, 2o sem. 2014.

REGIANI, Rafael. Meridionalismo: o novo paradigma da geopolítica brasileira? Revista de Geopolítica, v. 11, nº 1, p. 48-61, jan./fev./mar. de 2020.

RIBEIRO, Erik Herejk; OTAVIO, Anselmo. Geopolítica E Cooperação No Atlântico Sul E No Oceano Índico: Uma Análise Comparativa Das Iniciativas E Desafios. S/d. Acesso em: Disponível em: https://www.academia.edu/31361577/Geopol%C3%ADtica_e_coopera%C3%A7%C3%A…

RIZZO, Aline Duarte da Graça. Avaliação da cooperação Sul-Sul: uma análise comparada das perspectivas de avaliação do Brasil, Índia e África do Sul. Brasília: IPEA, 2019.

“The colapse of the Trans Pacific Partnership”. THE ECONOMIST EXPLAINS. Disponível em: https://www.economist.com/the-economist-explains/2016/11/23/the-collaps…. Acessado em 20/11/2023

Programa

Aula 1: Letramento matemático como prática social e cognitiva.

Aula 2: Fundamentos da metodologia CRA: teoria e prática no ensino de matemática.

Aula 3: Key concepts e ensino por conceitos: o papel da abstração no raciocínio matemático.

Aula 4: A transição do 5º para o 6º ano: análise de documentos curriculares (BNCC e IB).

Aula 5: Linguística de corpus aplicada à análise de currículos de matemática.

Aula 6: Estratégias para o ensino bilíngue de matemática: desafios e potencialidades.

Aula 7: Planejamento de sequências didáticas no ciclo de transição.

Aula 8: Avaliação formativa e práticas reflexivas com base no CRA.

Bibliografia

Baker, C. (2011). Foundations of Bilingual Education and Bilingualism (5ª ed.). Multilingual Matters.
Brasil. (2017). Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Ministério da Educação.
Bruner, J. (1990). Acts of Meaning. Harvard University Press.
Dowker, A. (2005). Individual Differences in Arithmetic: Implications for Psychology, Neuroscience and Education. Psychology Press.
Gibbons, P. (2002). Scaffolding Language, Scaffolding Learning: Teaching Second Language Learners in the Mainstream Classroom. Heinemann.
Gravemeijer, K., & Doorman, M. (1999). Contextual Learning in Primary Mathematics: A Design Research Approach. IOWO State University Press.
Halliday, M. A. K., & Hasan, R. (1989). Language, Context and Text: Aspects of Language in a Social-semiotic Perspective. Oxford University Press.
Hiebert, J., & Grouws, D. A. (2007). The Teaching of Mathematics. In L. Corno (Ed.), Encyclopedia of Education (2ª ed.). Macmillan.
International Baccalaureate Organization (IBO). (2019). Mathematics: Applications and Interpretation Guide. IBO.
McEnery, T., & Hardie, A. (2005). Corpus Linguistics: Method, Theory and Practice. Cambridge University Press.
NCTM. (2000). Principles and Standards for School Mathematics. National Council of Teachers of Mathematics.
Sinclair, J. (1991). Corpus, Concordance, Collocation. Oxford University Press.
Skeemp, R. R. (1976). Relational Understanding and Instrumental Understanding. Mathematics Teaching, 77.
TAGNIN, S. E. O. (2004) Um corpus multilíngüe para ensino e tradução - COMET. TRADTERM, São Paulo, v. 10, p. 117-141.
Vygotsky, L. S. (2001). Pensamento e Linguagem. Martins Fontes.

Programa

Gêneros textuais acadêmicos: produção de textos orais e escritos em francês para participação no contexto universitário

 

Objetivos:

O curso tem por objetivos:

- desenvolver as habilidades para a produção de gêneros textuais da esfera acadêmica em francês como língua estrangeira por meio do contato efetivo com os gêneros mais frequentemente requisitados em contexto universitário, quer seja para graduandos ou pós-graduandos, tais como: resumo, resenha, plano de estudos, apresentação oral, artigo científico, entre outros.

- contribuir para o desenvolvimento da escrita e da comunicação acadêmica, por meio da aprendizagem do processo de redação de textos científicos, envolvendo: reflexão sobre o contexto no qual o texto será produzido, definição de objetivos e perguntas de pesquisa, processo de sumarização, inserção de subjetividade do autor e inserção de vozes dos autores lidos.

 

Programa

Este curso será ministrado em francês e terá como foco a produção nessa língua, sendo abordados alguns dos gêneros textuais (resumo, resenha, planos de estudos, apresentação oral e/ou artigo científico etc.) de maior circulação na esfera universitária. Serão também tratados aspectos gerais da escrita acadêmica, como a importância do contexto de produção para a produção textual, e a definição de objetivos e perguntas de pesquisa.

 

Público-alvo:

Graduandos, graduados, pós-graduandos e pós-graduados que desejam:

- desenvolver a escrita acadêmica em francês

- preparar-se para apresentar seu trabalho acadêmico ou pesquisa em francês

 

Pré-requisito:

- Nível 5 (completo) dos Cursos Extracurriculares de Francês

- DELF A2

- Teste de nível dos Cursos Extracurriculares de Francês – apto para nível 6

- Graduação em Francês – Francês 4 (completo)

 

 

BIBLIOGRAFIA GERAL
 

GARNIER, Sylvie; SAVAGE, Alan D. Rédiger un texte académique en français, Paris: Ophrys, 2011

MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvêa; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Resumo. São Paulo: Parábola, 2004. 

MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvêa; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Resenha. São Paulo: Parábola, 2004.

MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvêa; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola, 2005. 

MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvêa; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Trabalhos de pesquisa: diários de leitura para revisão bibliográfica. São Paulo: Parábola, 2007. 

MOTTA-ROTH, Désirée. Comunidade acadêmica internacional? Multicultural? Onde? Como? In Linguagem & Ensino, Vol. 5, No. 2, 2002, p.49-65. 

MOTTA-ROTH, Désirée.; HENDGES, Graciela H. Produção textual na universidade. São Paulo: Parábola Editorial, 2010.

PERROTTA, Claudia. Um texto para chamar de seu. São Paulo: Martins Fontes, 2004.

SANTOS-GUIMARÃES, Luiza. La rédaction universitaire: vers une formation en français langue seconde. Major Paper, University of Guelph, 2013.

SILVA, E. C., LOUSADA, E. G. O plano de estudos: um gênero textual acadêmico para pleitear intercâmbio. Horizontes. , v.32, p.73 - 87, 2014.

 

Programa

 
Aula 1
Profa. Me. Érika Bodstein Apresentação do programa; Conteúdo teórico;
Conferência virtual com Mabel Velloso;
 
Aula 2
Profa. Me. Érika Bodstein O processo de recolha de poemas para a antologia
Poesia Mabel (Intermeios, 2013);
 
Aula 3
Profa. Me. Érika Bodstein As paisagens santamarenses expressas nas obras de Caetano
e Mabel Vel(l)oso: estudo de caso I;
 
Aula 4
Profa. Me. Valéria Marchi.
 
Aula 5
Profa. Me. Érika Bodstein As paisagens santamarenses expressas nas obras de Caetano
e Mabel Vel(l)oso: estudo de caso II; Leitura de paper (trabalho a ser elaborado pelos alunos durante o curso)
 
Forma de Avaliação:
Apresentação oral e escrita de trabalho de conclusão (paper).
 
Bibliografia:
 
CANDIDO, Antonio. O estudo analítico do poema. 4.ed. São Paulo: Associação Editorial Humanitas, 2004 _____. Na sala de aula. Caderno de análise literária. São Paulo: Ática, 2007.
MOREIRA. R.C.C Histórias e histórias. Educação e relações de gênero na obra de Mabel Velloso. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2013. RIKLE, R. M. Cartas a um jovem poeta. Porto Alegre: L&PM, 2011.
VELOSO, Caetano. Letra Só/ Sobre as Letras. Organização de Eucanaã Ferraz. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
_____. O mundo não é chato. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. _____. Verdade Tropical. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
VELLOSO, Mabel. Arraia Azul. Salvador: Rio Gráfica, 1986. _____. Barrinho, o menino de barro. Salvador: Oiti, 2005.
_____. Bonequinhos de papel. Salvador: Oiti, 2005. _____. Caetano Veloso. Série Mestres da Música no Brasil. São Paulo: Moderna, 2002.
_____. Candeias, Milagres e Romarias. Salvador: Fundação Casa de Jorge Amado, 2000. _____. Cartas de Dor. Cartas de Alforria. Salvador: Oiti, 2005.
_____. Cavalinho de Pau. São Paulo: Paulinas, 1990. _____. Cem horas de Poesia. Salvador: Editora Multipress, 1991.
_____. Conversando com Nossa Senhora. Salvador: Oiti, 2011. _____. Donas. Salvador: EPP Publicações e Publicidade, 2003.
_____. Farol. Salvador: Caramurê Produções, 2019. _____. Gilberto Gil. Série Mestres da Música no Brasil. São Paulo: Moderna, 2002.
_____. Gritos d’Estampados. Ilustrações de Caetano Veloso. Salvador: Dimensão Gráfica e Editora, 1984.
_____. Inclusão. Uma carta. Salvador: NACPC, 2013. _____. Irmã Dulce. Coleção A luta de cada um. São Paulo: Callis, 2005.
_____. Janelas. Salvador: Empresa Gráfica da Bahia, 1990.
_____. Ladainha de Nossa Senhora de Santo Amaro. Ladainha de Nossa Senhora do Brasil. São Paulo: LeYa Casa da Palavra, 2016. _____. Medo do Escuro. São Paulo: Paulinas, 2007.
_____. Muito Prazer. Salvador: Editora Multipress, 1988. _____. Mulher nos Cantos e na Poesia. Salvador: Editora do autor, 1987.
_____. Mato Verde Magia. Organização de Luiz Ademir Souza. Salvador: Editora Contemp, 1981. _____. O Trenzinho Azul. São Paulo: Paulinas, 1992.
_____. O Sal é um Dom: receitas de Mãe Canô. Rio de Janeiro: Corrupio e Nova Fronteira, 2008. _____. O Sal é um Dom: receitas de Mãe Canô. São Paulo: LeYa Casa da Palavra, 2015.
_____. Pedras de Seixo. Salvador: Editora da Fundação Cultural do Estado da Bahia, 1980. _____. Pedras de Seixo. Edição comemorativa dos 20 anos. Salvador: Contexto Arte Editorial, 2000.
_____. Poemas de cor. Salvador: Editora do Autor, 1996. _____. Poemas Endereçados. Salvador: Revista Alfa e Gráfica Editora, 1987.
_____. Poemas Grisalhos. Salvador: Fundação Casa de Jorge Amado, 1997. _____. Poesia Mabel. Organização de Érika Bodstein e Valéria Marchi. Prefácio de Caetano Velloso. Coleção Selo Laranja Original. São Paulo, Intermeios, 2013. _____. Terno. Salvador: Editora BDA Bahias, 1995.
_____. Theodoro, uma viagem no ontem. Salvador: Caramurê Produções, 2015. _____. Trenzinho Azul. São Paulo: Paulinas, 1992.
_____. Trilhas. Santo Amaro: Editora Imprensa Oficial, 1985.

Programa

O curso terá quatro encontros de 2h horas cada, com dois blocos de exposição seguidos por meia hora para discussão. A comunicação com os alunos se dará principalmente através de uma sala do Google Classroom, onde serão também disponibilizados os links para as aulas, além de uma pasta com as leituras sugeridas e complementares.

Aula 1 (19/04/21, 17h)
- Sócrates entre “a vida sem investigação não vale a pena ser vivida” e ‘só sei que nada sei’
Na Apologia, o reconhecimento de sua própria ignorância não impede Sócrates de defender uma vida de auto investigação. Por que sua consciência dos limites do conhecimento humano não o dissuade de continuar perseguindo a verdade?
Leitura sugerida: A Apologia de Sócrates de Platão

Aula 2 (23/04/21, 17h)
- O mote platônico: “Encontre a sua verdade, que também é a verdade” A aposta de Platão nas “Ideias”: uma investigação que leve ao conhecimento sobre si mesmo é também uma investigação que leva ao conhecimento da verdade. Platão arrisca dizer, se não o que é o conhecimento, ao menos como ele é.
Leitura sugerida: o Grande Discurso do Fedro (244a-257b) de Platão.

Aula 3 (26/04/21, 17h)
- O método de descoberta da verdade Como se investiga a verdade? A posta de Platão: através de uma investigação da linguagem, algo que deve ser feito através do diálogo.
Leitura sugerida: o Crátilo de Platão

Aula 4 (30/04/21, 17h)
- O mote platônico como paradigma ético. Mesmo se não for possível encontrar a verdade, viver como se ela existisse, e à sua busca, representa a melhor vida possível.
Leitura sugerida: A República de Platão, em especial os livros 6 e 7.

Bibliografia básica
Estas são traduções confiáveis dos diálogos que vamos trabalhar mais diretamente. Há outras, qualquer dúvida, pode me mandar um e-mail.

Platão, Apologia de Sócrates. Tradução de Andre Malta. Rio de Janeiro: L&PM, 2013.
Platão, Crátilo: ou sobre a correção dos nomes. Tradução de Celso de Oliveira Vieira. Rio de Janeiro: Paulus, 2014.
Platão, Fedro. Tradução de Carlos Alberto Nunes. Belém: edufpa, várias edições. (nota: são excelentes, ainda que mais difíceis de obter online, as traduções de M.C.G. Reis, J. Ferreira e J.C. Souza)
Platão, República. Tradução de Maria Helena da Rocha Pereira. Lisboa: Calouste Goulbenkian, s.d. (também é recomendada a tradução de A.L. do A. Prado)

Bibliografia especializada
Annas, J. An Introduction to Plato’s Republic. Oxford: Clarendon, 1981.
Blackburn, S. On Truth. Oxford: Oxford University Press, 2018.
Brickhouse, T.C. e Smith, N.D. Routledge Philosophy GuideBook to Plato and the Trial of Socrates. Nova York: Routledge, 2004.
Gonzalez, F.J. (1998) Nonpropositional knowledge in Plato. Apeiron, Vol. 31 Issue 3.
Griswold, C. Self-Knowledge in Plato's Phaedrus. Pennsylvania: Penn State University Press, 1996.
Hestir, B.E. Plato on the Metaphysical Foundation of Meaning and Truth. Cambridge: Cambridge University Press, 2016.
Polanyi, M. Personal Knowledge. Chicago: University of Chicago Press, 2005.
Putnam, H. Meaning and the Moral Sciences. London: Routledge & Kegan Paul, 1978.
Sedley, D. Plato’s Cratylus. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
Szaif, J. “Plato and Aristotle on Truth and Falsehood”, in M. Glazenberg, The Oxford Handbook of Truth. Oxford: Oxford University Press, 2018.
Woolf, R. Truth as a value in Plato’s Republic. Phronesis vol. 54, no. 1 (2009), pp. 9-39.

Programa

Encontro 1 – Poemas da nação
• “Canção do Exílio” - Gonçalves Dias
• “O navio negreiro” - Castro Alves

Encontro 2 – O indianismo e a natureza
• “Leito de folhas verdes” - Gonçalves Dias
• “Qui Sum” - Sousândrade

Encontro 3 – Poemas do amor e da morte
• “Lembrança de morrer” - Álvares de Azevedo
• “Tristeza - Fagundes Varela

Encontro 4 – Poemas de riso
• “Namoro a cavalo” - Álvares de Azevedo
• “Orgia dos duendes” - Bernardo Guimarães

​​​​​​​Encontro 5 – O ser negro e o ser escravo
• “Álbum a meu amigo J. A. da Silva Sobral” - Luiz Gama
• “O africano e o poeta” - Narcisa Amália

Referências bibliográficas:

ALVES, Cilaine. O belo e o disforme: Álvares de Azevedo e a ironia romântica. São Paulo, SP: Edusp, 1998
_____ Intodução In: DIAS, Gonçalves. Cantos. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Antologia da poesia romântica brasileira. Pablo Simpson, Pedro Marques e Cristiane Escolastico Siniscalchi, orgs. São Paulo: Companhia Editora Nacional: Lazuli Editora, 2007.
BANDEIRA, Manuel. A versificação em Língua Portuguesa. In: AUGÉ, Paul. Encyclopédie larousse méthodique. [S. l.]: Delta S.A., 1960. p. 3239-3249.
CAMILO, Vagner. Riso entre pares: Poesia e humor românticos. São Paulo, SP: Edusp, 1997. p. 160-179.
CANDIDO, Antonio. Formação da Literatura Brasileira: Momentos Decisivos. 16. ed. Rio de Janeiro e São Paulo: Ouro Sobre azul | Fapesp, 2017.
_____ Navio negreiro. In Recortes. 3. ed. rev. Rio de Janeiro, RJ: Ouro sobre azul, 2004.
_____ Cavalgada ambígua. In: Na sala de aula: Caderno de análise literária. 8. ed. São Paulo, SP: Ática, 1986.
_____ O estudo analítico do poema. 5. ed. São Paulo, SP: Humanitas, 2006.
____ A poesia pantagruélica In O discurso e a cidade. 3ª ed. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2004.
CUCCAGNA, Claudio. A visão do ameríndio na obra de Sousândrade. Trad. Wilma Katinsky Barreto de Souza. São Paulo: Editora Hucitec, 2004.
DANTAS, Luiza; SIMPSON, Pablo. Introdução. In: ALVES, Castro. Espumas flutuantes e Os Escravos. 2. ed. São Paulo, SP: Martins Fontes, 2001.
FAEDRICH, Anna. Posfácio: A lírica de Narcisa Amália: diálogos, intempéries e esquecimento. In: AMÁLIA, Narcisa. Nebulosas. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Gradiva Editorial, 2017.
FERREIRA, Ligia Fonseca. Introdução In GAMA, Luiz. Primeiras trovas burlescas & outros poemas. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
_____ Luiz Gama por Luiz Gama: carta a Lúcio de Mendonça. Teresa, São Paulo, SP, p. 300-321, 2008.
FRANCHETTI, Paulo. O riso romântico. Notas sobre o cômico em Bernardo Guimarães e de seus contemporâneos. Remate de males, n. 7, Campinas, 1987, pp. 7-17.
_____“O triunfo do romantismo: Indianismo e estilização épica em Gonçalves Dias” In TEIXEIRA, Ivan (Org.). Épicos. São Paulo, SP: Edusp, 2008.
RAMOS, Péricles Eugênio da Silva (org). Poesia Romântica: Antologia. [S. l.]: Edições Melhoramentos, 1965.
ReVisão de Sousândrade. Augusto e Haroldo de Campos, orgs. 3ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2002.
Roteiro da poesia brasileira: Romantismo. Antonio Carlos Secchin, org. São Paulo: Editora Global, 2007.