Programa

Aula 01: Il Barocco Italiano e la Figura Femminile nell’Arte Visiva

Aula 02: Atttività Didattiche

Aula 03: “Il Dramma del Sacro: Estasi e Devozione nella Scultura Barocca”

Aula 04: Atttività Didattiche

Aula 05: Il Futurismo e la Settimana d’Arte Moderna: Un paralelo

Aula 06: Attività Didattiche e Conclusione

Referências Bibliográficas:


AMARAL, Aracy. Arte e Meio Artístico: entre a feijoada e o x-burguer. São Paulo: Nobel, 1983.
AMARAL, Aracy. Tarsila: sua obra e seu tempo. São Paulo: Editora 34 / Edusp, 2003.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna: do Iluminismo aos movimentos contemporâneos. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
BAILEY, Gauvin Alexander. Baroque and Rococo. Londres: Phaidon Press, 2012.
BARDI, Pietro Maria. Tarsila. São Paulo: Instituto Lina Bo e P. M. Bardi, 1971.
BATTISTI, Eugenio. L’Antirinascimento. Milão: Feltrinelli, 1962.
BAZIN, Germain. História da História da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
BELLUZZO, Ana Maria de Moraes. O Brasil dos Viajantes. São Paulo: Metalivros, 2000.
BERNINI, Gian Lorenzo. Scritti. A cura di Cesare D’Onofrio. Roma: De Luca Editori, 1969.
BISSI, Anna. Artemisia Gentileschi. Firenze: Giunti, 2002.
BOCCIONI, Umberto. Pittura Scultura Futuriste (Dinamismo Plastico). Milão: Edizioni Futuriste di “Poesia”, 1914.
BORSI, Franco. Bernini. Milão: Electa, 1998.
BORSI, Franco. Umberto Boccioni. Milão: Electa, 1985.
BURCKHARDT, Jacob. O Renascimento na Itália. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
CASTRO, Mariângela. Aleijadinho: vida, obra e contexto. Belo Horizonte: C/Arte, 2008.
CHADWICK, Whitney. Donne, arte e società. Milão: Mondadori, 1992.
D’ONOFRIO, Cesare. Bernini. Roma: Laterza, 2001.
D’ONOFRIO, Mario. Beatrice Cenci tra storia e leggenda. Roma: Newton Compton, 2003.
FABRIS, Annateresa. Futurismo: uma poética da modernidade. São Paulo: Perspectiva, 1987.
FABRIS, Annateresa (org.). Modernidade e Modernismo no Brasil. Campinas: Mercado de Letras, 1994.
FRANCASTEL, Pierre. A Realidade Figurativa. São Paulo: Perspectiva, 2004.
GARRARD, Mary D. Artemisia Gentileschi: The Image of the Female Hero in Italian Baroque Art. Princeton: Princeton University Press, 1989.
GOMBRICH, E. H. A História da Arte. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
LEITE, José Roberto Teixeira. Arte Colonial Brasileira. Rio de Janeiro: PUC-Rio, 2004.
MARAVALL, José Antonio. A Cultura do Barroco. São Paulo: Edusp, 1997.
MARINETTI, Filippo Tommaso. Manifestos do Futurismo. Lisboa: Vega, 1990.
MENESES, Ulpiano T. Bezerra de. A Escultura Barroca no Brasil. São Paulo: Contexto, 1998.
MORAES, Eduardo Jardim de. A Brasilidade Modernista. Rio de Janeiro: Graal, 1978.
MORONI, Gabriele. La vera storia di Beatrice Cenci. Milão: Rizzoli, 1999.
PANOFSKY, Erwin. Significado nas Artes Visuais. São Paulo: Perspectiva, 2007.
PEDROSA, Mário. Arte, Forma e Personalidade. São Paulo: Kairós, 1979.
PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo: Ática, 2013.
PUGLISI, Catherine. Caravaggio. Milão: Phaidon, 2000.
RUSSO, Maria Grazia Bernardini. Bernini e il Barocco Romano. Florença: Giunti, 2005.
SANTOS, Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira. Aleijadinho e o Barroco Mineiro. Belo Horizonte: Itatiaia, 2003.
SCHÜTTE, Ulrich. Caravaggio. L’opera completa. Milão: Mondadori, 2009.
SCHWARTZ, Jorge. Vanguardas Latino-Americanas. São Paulo: Edusp / Iluminuras, 2008.
SEVCENKO, Nicolau. Orfeu Extático na Metrópole. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
SPIKE, John T. Caravaggio. New York: Abbeville Press, 2001.
TÉLES, Gilberto Mendonça. Vanguarda Europeia e Modernismo Brasileiro. Petrópolis: Vozes, 2005.
VASCONCELLOS, Sylvio de. Arte Barroca Mineira. Belo Horizonte: Itatiaia, 1979.

Programa

Nesse curso nos propomos a ler a Dissertação de 1770, dadas as limitações de tempo, tendo em vista um problema que poderíamos formular de muitas formas. Poderíamos chamá-lo de problema da coisa em si, mas também de questão do dogmatismo na Dissertação de 1770. Mas porque a possibilidade de julgar esse dogmatismo é posterior (só é formulado na Crítica), teríamos de formulá-lo como o problema do dogmatismo na Dissertação pensada a partir da Crítica. O que nos importa é compreender como as questões clássicas da leitura do Kant crítico são tratadas na Dissertação, ou seja, imaginamos um curso em que cada aula consiga expor o argumento de cada seção da Dissertação e, logo após, explorar sua distância em relação à formulação da Crítica. Isso se mostra importante tendo em vista a quantidade de leituras da Crítica (do problema da coisa em si) que se baseiam numa perspectiva que surge na Dissertação em relação a isso. Assim, seria sem dúvida muito útil compreender de forma clara o que é Síntese e Análise na Dissertação e fazer a tentativa de decidir se esses conceitos são os mesmos que aparecem na Crítica. Para isso, para compreender essa distância, precisamos considerar a relação de continuidade e ruptura que há entre o período Pré-crítico e o período Crítico. Quanto a isso, para o que nos interessa, a caracterização da lógica é o coração do argumento. A divisão entre lógica em geral e lógica transcendental que aparece no início da Lógica transcendental da primeira Crítica não aparece em nenhuma obra pré-crítica, nem na Dissertação. Mas, por outro lado, mesmo nas obras pré-críticas podemos encontrar formulações que antecipam a Crítica. Na Teoria do céu encontramos já o problema ao qual aquela divisão procurar resolver (o mundo na verdade é um caos, nós é que atribuímos ordem a ele). Na Dissertação encontramos talvez o mesmo problema e a mesma compreensão de fundo da Crítica, mas a diferença de formulação as distancia, aproximando a Dissertação das soluções dogmáticas (o estatuto da Dissertação é duplo, crítico na compreensão, dogmático na formulação). A contraposição entre Análise e Síntese na Dissertação, assim como a contraposição entre Sublime e Belo nas Observações sobre o sentimento do belo e do Sublime, são o último resquício do problema dogmático, ou seja, termos que foram criados para fixar uma contraposição (entre conceber e realizar) e que, portanto, já delimitam a questão do não-dogmatismo da metafísica, se tornam, na Crítica, articuláveis e interdependentes, ou seja, a delimitação (o conceber) é ainda abstrata, mas o ato puro (a realização) reabsorve, em outros termos, o conceber como potencializador do realizar. A análise tal como aparece na Dissertação não aparece mais na Crítica, mas é uma análise, no sentido crítico, dessa solução que colocará o problema para si e não mais para outro: problema dos juízos sintéticos a priori.
 

Dia 13/04: Análise e síntese.
Dia 15/04: Sentir, perceber e representar.
Dia 20/04: Princípio de vinculação.
Dia 22/04: Ligação real e Ligação formal.
Dia 27/04: A impossibilidade da subordinação intuitiva.
Dia 29/04: O problema da síntese a priori.

Bibliografia:
DELBOS, V. La philosophie pratique de Kant. Paris: PUF, 1969.
HUME, D. Investigações sobre o entendimento humano e sobre os princípios da Moral. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Ed. UNESP, 2004.
KANT, I. Crítica da razão pura. Trad. Fernando Costa Matos. Petrópolis: Editora vozes Bragança Paulista : Editora Universitária, 2012.
_______. Crítica da razão prática. Trad. Monique Hulshof. Petrópolis: Editora vozes Bragança Paulista: Editora Universitária, 2016.
_______. Crítica da Faculdade de Julgar. Trad. Trad. Fernando Costa Matos. Petrópolis: Editora vozes Bragança Paulista : Editora Universitária, 2016.
LEBRUN, G. Kant e o fim da metafísica. Trad. de Carlos Alberto R. de Moura. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
______. Uma escatologia para a moral. In: Kant, I. Ideia de uma história universal de um ponto de vista cosmopolita. (org. Ricardo Terra). São Paulo: Brasiliense, 1986.
______. A Terceira crítica ou a teologia reencontrada. In: Sobre Kant. São Paulo: Iluminuras, 2001.
______. A Razão Prática na Crítica do Juízo. In: Sobre Kant. São Paulo: Iluminuras, 2001.
LONGUENESSE, B. Moral Judgment as a Judgment of Reason. In: Kant on the human standpoint. Cambridge: Cambridge University Press, 2005. p. 236-264.
LÖWITH, K. De Hegel a Nietzsche. Trad. Flamarion Caldeira e Luiz Fernando Barrére Martin. São Paulo: Ed. UNESP, 2014
TERRA, R.R. A política tensa. Ideia e realidade na filosofia da história de Kant. São Paulo: Iluminuras, 1995.
______. Passagens. Estudos sobre a filosofia de Kant. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2003.
TORRES FILHO, R.R. Ensaios de filosofia ilustrada. São Paulo: Iluminuras, 2004.

Programa

Ementa:
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O curso oferecerá uma introdução aos estudos sobre o continente africano, considerando alguns problemas da atualidade e formas específicas de abordar suas sociedades. Serão apresentados aspectos metodológicos relativos à pesquisa, como as possibilidades dadas pelas narrativas de viagem e ficcionais, e as relações entre literatura e história. Análises de sociedades particulares serão feitas para casos específicos, como os de Moçambique, Angola e África do Sul. O pensamento social africano do século XX será apresentado em suas linhas gerais, assim como um panorama sobre os estudos desenvolvidos no Brasil.
O principal objetivo do curso é colaborar com a difusão de conhecimentos sobre o continente africano, permitindo que os resultados das pesquisas e reflexões de alguns especialistas ultrapassem os muros da academia e cheguem ao público interessado.

1ª aula (27/09)
Prof. Dr. Kabengele Munanga
Os Desafios da África no Século XXI: Construção das nacionalidades, Democracias e Desenvolvimento

Leituras recomendadas: MUNANGA, Kabengele. “Aspectos históricos” In: __________. Origens africanas do Brasil contemporâneo – Histórias, línguas, culturas e civilizações. São Paulo: Global Ed., 2009, p. 41-79.
MUNANGA, Kabengele. Negritude, usos e sentidos. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2009, 3ª ed., p. 37-83
HISTÓRIA GERAL DA ÁFRICA, VII: África sob o domínio colonial, 1880-1935 – Editado por: BUAHEN, Albert Adu. Brasília: UNESCO, 2010. Cap. 29 “A África e o novo Mundo”, p.875-918.
MUNANGA, Kabengele. Negritude, usos e sentidos. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. (Introdução, p. 11-21)
MUNANGA, Kabengele. “Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia”. In: Cadernos PENESB (Programa de Educação sobre o Negro na Sociedade Brasileira), Universidade Federal Fluminense, nº 5, 2004, p. 15-34.
MUNANGA, Kabengele. “As facetas de um racismo silenciado”. In: SCHWARCZ, Lília M. e QUEIROZ, Renato S. (orgs). Raça e Diversidade. São Paulo: EDUSP/Estação Ciência, 1996, p. 213-229

2ª aula (4/10)
Profª Drª Tania Macedo - DLCV - FFLCH - USP
Literatura comparada e interdisciplinaridade

Leitura recomendada: FANON, Franz, Os Condenados da Terra, capítulo 1, Da violência.

3ª aula (11/10)
Prof. Dr. José Rivair de Macedo - DH - UFRGS
Fontes para o estudo da África Sub-saariana

Leituras recomendadas: DJAIT,  H.  As fontes escritas anteriores ao século XV. In: KI-ZERBO. Metodologia e pré-história da África (Coleção – História Geral da África, vol 1). Brasília: SECADI-MEC; UNESCO, UFSCAR, 2011, pp. 77-104:  http://www.ammapsique.org.br/baixe/historia-da-africa-volume-um.pdf
MACEDO, José Rivair. Antigas  formações sociais mandingas da África ocidental: introdução histórica, seguida de uma versão em língua portuguesa do relato de viagem de  Ibn Battuta ao Bilad al-Sudan em 1352-1353. In: THOMAZ, Fernanda (org). Afrikas: histórias, culturas e educação. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2019, pp. 17-66.

4ª aula (18/10)
Profª Drª Rejane Vecchia da Rocha e Silva - DLCV - FFLCH - USP
Literatura e história no contexto da África Índica: o caso de Moçambique

Leituras recomendadas: UZOIGWE, Godfrey Nwanoruo. Partilha europeia e conquista da África: apanhado geral. IN: História Geral da África, vol. VII: A África sob dominação colonial, 1880-1935.
RODNEY, Walter Anthony. A economia colonial. IN: História Geral da África, vol. VII: A África sob dominação colonial, 1880-1935.
MENESES, Maria Paula. Xiconhoca, o inimigo: narrativas de violência sobre a construção da nação em Moçambique. IN: Revista Crítica de Ciências Sociais. 106/2015. (o link deste nº da Revista:  106 | 2015 Memórias de violências: Que futuro para o passado? (openedition.org)
COELHO, João Paulo Borges. Abrir a fábula: questões da política do passado em Moçambique. IN: Revista Crítica de Ciências Sociais. 106/2015.

5ª aula  (25/10)
Profª D ra Rosangela Sarteschi - DLCV - FFLCH - USP
Literatura e história, século XX: Angola

Leituras recomendadas: ABDALA, Benjamin. “Panorama histórico da literatura angolana”. In: CHAVES, Rita. MACÊDO, Tania (org.). Marcas da Diferença: as literaturas africanas de língua portuguesa. São Paulo: Alameda, 2006.
CHAVES, Rita. A Formação do Romance Angolano: entre intenções e gestos. São Paulo: FBLP, Via Atlântica, 1999.
CHAVES, Rita. “O projeto literário angolano: a identidade a contrapelo”. In: Angola e Moçambique: experiência colonial e territórios literários. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2005.
EVERDOSA, Carlos. A literatura angolana (resenha histórica). Lisboa: Edição da Casa dos Estudantes do Império, 1963.
FONSECA, Maria Nazareth Soares. “A Literatura Angolana”. Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro/literafricas/1473-maria-nazareth-so…
PEPETELA. Algumas Questões Sobre A Literatura Angolana. Disponível no site da União dos Escritores Angolanos: http://www.ueangola.com/criticas-e-ensaios/item/122-algumas-quest%C3%B5…- literatura-angolana
PINTO, João Paulo Henrique. Literatura e identidade nacional em Angola. Revista Hydra, vol. 2, n. 3, junho de 2017.
SECCO, Carmen Lucia Tindó. “A literatura e a arte em angola na pós-independência. Conexão Letras. Volume 8, no 9, 2013.
SERRANO, Carlos. “Angola: a Geração dos 50, os jovens intelectuais e a raiz das coisas”. Disponível no site da União dos Escritores Angolanos: http://www.ueangola.com/criticas-e-ensaios/item/157-angola-a-gera%C3%A7…- das-coisas.

6ª aula (8/11)
Profª Drª Laura Moutinho - DA - FFLCH - USP 
Boas pessoas que se amam de odiar todo mundo": sobre a extrema direita sul-africana ontem e hoje.

Leituras recomendadas: BORGES, Antonádia. Very Rural Background: Os Desafios da Constituição Terra da África do Sul e do Zimbábue à Chamada Educação Superior. REVISTA DE ANTROPOLOGIA, v. 63, p. 1-30, 2020.
MATEBENI, ZETHU. Perspectivas do Sul sobre relações de gênero e sexualidades: uma intervenção queer. Revista De Antropologia, 60(3), 26-44. 2017  https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2017.141826
 MOUTINHO, Laura. On The other side? Das implicações morais de certos horizontes imaginativos na África do Sul. Anuário Antropológico, v. 40, p. 77-97
LOPES, Pedro & MOUTINHO, Laura. Uma Nação de Onze Línguas? Diversidade social e linguística nas novas configurações de poder na África do Sul. Tomo (UFS), v. 20, p. 27-57, 2012. 
MOUTINHO, Laura. Razão, Cor e Desejo: Uma Análise Comparativa sobre Relacionamentos Afetivo-Sexuais inter-raciais no Brasil e na África do Sul. São Paulo: UNESP, 2004. 450p

7ª aula (22/11)
Prof. D r. Muryatan Santana Barbosa - Relações Internacionais - UFABC
Pensamento social africano

Leitura recomendada: BARBOSA, Muryatan Santana - Pan-africanismo e relações internacionais: uma herança (quase) esquecida. Revista Carta Internacional, Belo Horizonte, vol. 11, n. 1, 2016. p. 144-162.

8 a aula (29/11)
Prof. Dr. Acácio S. Almeida Santos - Relações Internacionais - UFABC
Os estudos africanos no Brasil
Leitura recomendada: FURTADO. Cláudio Alves. Pesquisa em e sobre África no século XXI: África, africanos e africanistas.
beÁfrica: Revista da Associação Brasileira de Estudos Africanos, v.04, n.04, Abril de 2020.

Programa

Sessão 1 – Fundamentos, princípios e sistemas processuais penais brasileiros
1.1 – Fundamentos do processo penal
1.2 – Princípios do processo penal
1.3 – Sistemas processuais penais

Sessão 2 – Provas
2.1 – Conceito e sistemas de valoração da prova
2.2 – Provas ilícitas
2.3 – Meios de prova

Sessão 3 – Investigação, ação penal e execução da pena
3.1 – Procedimentos de investigação criminal (inquérito policial, perícias e outros)
3.2 – Ação Penal (procedimentos, pessoas envolvidas e recursos)
3.3 – Execução Penal (regimes de cumprimento de penas e medidas de segurança)

Sessão 4 – Tribunal do Júri
4.1 – Competência, fases e etapas dos procedimentos
4.2 – Composição do Júri, espaço cênico, roteiros e performances durante os julgamentos em plenário
4.3 – Principais etnografias e contribuições da antropologia para a observação de outras dimensões do Júri

Sessão 5 – Justiças Especializadas (Federal, Eleitoral e Militar) e Segredo de Justiça
5.1 – Justiças Criminais Especializadas
5.2 – Segredo de Justiça nos procedimentos criminais
5.3 – Balanço final do curso

BIBLIOGRAFIA

REBOUÇAS, Sérgio. Curso de direito processual penal. Salvador: JusPodivm, 2017. 1504 p.
RIBEIRO, Pedro Roney Dias. Uma bolha de perfis e sensibilidades: etnografia do processamento de crimes federais em Fortaleza/CE. Dissertação (Mestrado em Antropologia), Universidade Federal do Ceará, 2019. 148 p.
SCHRITZMEYER, Ana Lúcia Pastore. Júri, Ritual e Teatro: um estudo antropológico do Tribunal do Júri. São Paulo: Terceiro Nome, 2012. 296 p.

Programa

Aula 1 (17/08) – introdução à Linguística Sistêmico-Funcional: estratificação; metafunção; instanciação; sistema, estrutura e
delicadeza; localização do sistema de AVALIATIVIDADE.
Aula 2 (24/08) – o subsistema de ATITUDE: afeto, julgamento e apreciação; polaridade; RESPONSABILIDADE; MANIFESTAÇÃO;
GRADAÇÃO.
Aula 3 (31/08) – o subsistema de ENGAJAMENTO: monoglossia e heteroglossia; contração dialógica e expansão dialógica;
contração: contraposição e proposição; expansão: ponderação e atribuição.
Aula 4 (14/09) – a escala de individuação: afiliação e alocação; acoplamentos; vínculos afiliativos; estratégias de afiliação.
Aula 5 (21/09) – exercícios de análise.

Bibliografia
FAIRCLOUGH, N. Analysing Discourse: Textual analysis for social research. London: Routledge, 2003.
FARHAT, T. C. Movimentos afiliativos em interações digitais: explorações em postagens multimodais. EntreLetras, v. 13, n.
1, p. 317-343, 2022.
FARHAT, T. C.; GONÇALVES-SEGUNDO, P. R. Identidades em comunhão: estratégias multimodais de individuação em um
grupo de Facebook. Texto Digital, v. 17, n. 2, p. 35-71, 2021c.
FARHAT, T. C.; GONÇALVES-SEGUNDO, P. R. Análise multimodal: noções e procedimentos fundamentais. Trabalhos em
Linguística Aplicada, v. 61, p. 435-454, 2022.
FIGUEREDO, G. P. Introdução ao perfil metafuncional do português brasileiro: contribuições para os estudos
multilíngues. 2011. Tese (Doutorado em Linguística Aplicada) – Faculdade de Letras, Universidade Federal de Minas Gerais,
Belo Horizonte, 2011.
FUZER, C.; CABRAL, S. R. S. Introdução à Gramática Sistêmico-Funcional em Língua Portuguesa. Campinas: Mercado
de Letras, 2014.
GONÇALVES-SEGUNDO, P. R. Tradição, dinamicidade e estabilidade nas práticas discursivas: um estudo da negociação
intersubjetiva na imprensa paulistana. 2011. 447 f. Tese (Doutorado em Filologia e Língua Portuguesa) – Faculdade de
Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011.
GONÇALVES-SEGUNDO, P. R. O papel da avaliatividade na construção da polêmica: uma abordagem semântico-discursiva
das cartas ao leitor acerca do falecimento de Hugo Chávez. Metalinguagens, vol. 1, n. 1, p. 9-28, 2014.
HALLIDAY, M. A. K. Methods – techniques – problems. In: HALLIDAY, M. A. K.; WEBSTER, J. (org.). Continuum
Companion to Systemic Functional Linguistics. London: Continuum International, 2009. p. 59-86.
HALLIDAY, M. A. K.; MATTHIESSEN, C. M. I. M. Introduction to Functional Grammar. 4. ed. New York/London:
Routledge, 2014.
KNIGHT, N. K. Wrinkling complexity: concepts of identity and affiliation in humour. In: BEDNAREK, M.; MARTIN, J. R.

(ed.). New Discourse on Language: Functional Perspectives on Multimodality, Identity, and Affiliation. London: Continuum,
2010. p. 35-58.
LAM, S. L.; CROSTHWAITE, P. Appraisal resources in L1 and L2 argumentative essays: A contrastive learner corpus-
informed study of evaluative stance. Journal of Corpora and Discourse Studies, v. 1, n. 1, p. 8-35, 2018.
MARTIN, J. R. Semantic Variation: Modelling Realisation, Instantiation and Individuation in Social Semiosis. In:
BEDNAREK, M.; MARTIN, J. R. (ed.). New Discourse on Language. London: Continuum, 2010. p. 1-34.
MARTIN, J. R.; WHITE, P. The Language of Evaluation: Appraisal in English. Hampshire: Palgrave Macmillan, 2005.
MARTIN, J. R.; ROSE, D. Working with Discourse: Meaning beyond the clause. 2. ed. Continuum: London, 2007.
MARTIN, J. R.; ZAPPAVIGNA, M.; DWYER, P.; CLÉIRIGH, C. Users in Uses of Language: Embodied Identity in Youth
Justice Conferencing. Text and Talk, v. 33, n. 4-5, p. 467–96, 2013.
NININ, M. O. G.; BARBARA, Leila. Engajamento na perspectiva linguística sistêmico-funcional em trabalhos de conclusão de
curso de Letras. Trabalhos em Linguística Aplicada, v. 52, p. 127-146, 2013.
PAINTER, C. Developing attitude: An ontogenetic perspective on APPRAISAL. Text & Talk, v. 23, n. 2, p. 183-209, 2003.
PAINTER, C.; MARTIN, J. R.; UNSWORTH, L. Reading visual narratives: Image analysis of children's picture books.
Sheffield: Equinox, 2013.
POYNTON, C. Language and gender: Making the difference. Oxford: Oxford University Press, 1989.
SOUZA, L. M. F. S. Interlingual re-instantiation–a new systemic functional perspective on translation. Text & Talk, v. 33, n. 4-
5, p. 575-594, 2013.
THOMPSON, G. Introducing Functional Grammar. London: Routledge, 2014.
ZAPPAVIGNA, M. Ambient Affiliation: A Linguistic Perspective on Twitter. New Media & Society, vol. 13, n. 5, p. 788–806,
2011.
ZAPPAVIGNA, M. Language and social media: enacting identity through ambient affiliation. In: THOMPSON, G.;
BOWCHER, W. L.; FONTAINE, L.; SCHOENTHAL, D. (org.) The Cambridge Handbook of Systemic Functional
Linguistics. Cambridge: Cambridge University Press, 2019. p. 715-738.

Programa

Aula 1: Introdução a Aristóteles e a noção de οὐσία
1.1 Contexto histórico de Aristóteles
1.2 O corpus aristotélico
1.3 Introdução as Categorias e a Metafísica
1.4 Introdução a substância nas Categorias

Aula 2: Substância nas Categorias
2.1 Substância em Cat. 4 1b25-28
2.2 Substância em Cat. 5 2a11-14
2.3 Substância em Cat. 5 2b15-21; 2b37-3a6
2.4 Relação entre οὐσία e ύποκείμενον
2.5 Ruptura entre Metafísica e Categorias

Aula 3: Substância em Metafísica Z 1-3
3.1 Continuação da ruptura da Metafísica e Categorias
3.2 Introdução em Met. Δ 8 1017b23-26
3.3 Substância em Met. Ζ 1 1028a31-1028b1
3.4 Substância em Met. Z 3 1028b33-1029a3
3.5 Analise de Met. Z 1029a2-7
3.6 Considerações finais sobre a οὐσία
3.7 Considerações finais sobre o curso

Bibliografia

Primária:
ACKRILL J. L. Aristotle’s Categories and De Interpretatione. Oxford: Oxford University Press; 2002 (1963).
ANGIONI, L. Aristóteles, Metafísica, livros VII e VIII: Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas: Unicamp, 2005.
NATALI, C. Aristóteles. São Paulo: Paulus, 2016.
ROSS, W. D. Aristotle’s Metaphysics (2 vols.), Oxford: Clarendon Press, 1928.
SANTOS, R. Categorias e Da Interpretação. Obras completas de Aristóteles. Campinas, Editora Unicamp, 2006.

Secundária:
Aula 1:
FREDE, M. Essays in Ancient Philosophy. University of Minnesota,1987.
ROSS, D. Aristotle. Routledge, London and New York, 1996.

Aula 2:
PORFÍRIO. Isagoge: introdução às Categorias de Aristóteles. Introdução, tradução e comentário de Bento Silva Santos. São Paulo: Attar Editorial, 2001.
ZINGANO, M. As Categorias de Aristóteles e a doutrina dos traços do ser. Em: Doispontos, Curitiba, São Carlos, vol. 10, nº 2, Outubro, 2013”.

Aula 3:
Barnes, J. Metafísica. In: BARNES, J. Aristóteles. Aparecida: Ideias & Letras, 2009. p. 103-153.
ZINGANO,M. Metafísica de Aristóteles. São Paulo: Filósofos na sala de aula, vol.3, 2009”. E ZINGANO, M. Sobre a Metafísica de Aristóteles: textos selecionados. São Paulo: Odysseus, 2005.

Programa

Aula 1 (10/02): Introdução ao cinema russo: primeiros filmes

Aula 2 (12/02): A linguagem do cinema e a cinematografia do texto literário

Aula 3 (17/02): Problemas em torno da adaptação cinematográfica

Aula 4 (19/02): Análise comparativa: a singularidade da imagem artística

Bibliografia:

EISENSTEIN, Sergei. Palavra e imagem. In O sentido do filme. Trad. Teresa Ottoni. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002. p. 13-50.
HUTCHEON, Linda. Uma teoria da adaptação. 2.ed. Trad. André Cechinel. Florianópolis: Ed. UFSC, 2013.
LEYDA, Jay. Kino: a history of the Russian and Soviet film. 3 ed. Princeton, New Jersey: Princeton University Press, 1983.
PEREIRA, E. M. de B. Literatura e cinema: a imagem artística nos escritos de Serguei Eisenstein. 2023. 298p. Tese (Doutorado em Teoria e História Literária) – Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2023. Disponível em: https://repositorio.unicamp.br/acervo/detalhe/1310808.
PÚCHKIN. Aleksandr. A dama de espadas: prosa e poemas. Trad. Boris Schnaiderman e Nelson Ascher. 2.ed. Ed. 34, 2006.
XAVIER, Ismail. Do texto ao filme: a trama, a cena e a construção do olhar no cinema. In PELLEGRINI et al. Literatura, cinema e televisão. São Paulo: Editora Senac São Paulo: Instituto Itáu Cultural, 2003. p. 61-89.
ФОМИН В. И.; ГРАЩЕНКОВА, И.Н. История российской кинематографии (1896-1940 гг.) [História da cinematografia russa (1896-1940)]. Москва: ВГИК, 2016.

Programa

Aula 1: Introdução à paleografia


Aula 2: O vestuário e as fontes escritas


Aula 3: Leitura e análise de documentos

Bibliografia:


ALVARADO, Thiago Henrique. Modos à mesa e maneiras de vestir em Castela e Portugal (séculos XIV e XV). 2021. 436f. Tese (Doutorado em História) – Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Estadual Paulista, Franca, 2021.
ALVARADO, Thiago Henrique. Vestidas e afeitas para serem virtuosas: as mulheres na Castela dos séculos XIV e XV. São Carlos: EdUFSCar, 2017.
BERNÍS MADRAZO, Carmen. Indumentaria española en tiempos de Carlos V. Madrid: Instituto Diego Velázquez del Consejo Superior de Investigaciones Científicas, 1962.
BERNÍS MADRAZO, Carmen. Indumentaria medieval española. Madrid: Instituto Diego Velázquez del Consejo Superior de Investigaciones Científicas, 1955.
BERNÍS MADRAZO, Carmen. Trajes y modas en la España de los Reyes Católicos. Madrid: Instituto Diego Velázquez del Consejo Superior de Investigaciones Científicas, 1978-1979, 2 v.
BERWANGER, Ana Regina; LEAL, João Eurípedes Franklin. Noções de Paleografia e de Diplomática. Santa Maria: Ed. da UFSM, 2008.
BETHENCOURT, Francisco. Sumptuary laws in Portugal and its empire from the Fourteenth to the Eighteenth Century. In: RIELLO, Giorgio; RUBLACK, Ulinka (eds.). The right to dress: sumptuary laws in a global perspective, c. 1200-1800. Cambridge: Cambridge University Press, 2019.
CASADO QUINTANILLA, Blas. Paleografía: nociones básicas para leer documentos conservados en los archivos históricos. Madrid: CSIC, 2019.
COLOMER, José Luis; DESCALZO, Amalia (dirs.). Vestir a la española en las cortes europeas (siglos XVI y XVII).
Madrid: Centro de Estúdios Europa Hispánica, 2014, 2v.
COSTA, Avelino de Jesus da. Álbum de Paleografia e Diplomática Portuguesa. Coimbra: Universidade de Coimbra, 1976.
COSTA, Avelino de Jesus da. Álbum de Paleografia e Diplomática: colecção provisória. Coimbra: Coimbra: Uni. Fac. de Letras, 1966.
COSTA, Avelino de Jesus da. Normas gerais de transcrição e publicação de documentos e textos medievais e modernos. Coimbra: Universidade de Coimbra, 1993.
CRUZ, Pedro Adriano Castro. As leis pragmáticas: estatuto e diferenciação social em Portugal (1340-1762). 2023.
109 f. Dissertação (Mestrado em História) – Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, Braga, 2023.
DIAS, João José Alves; MARQUES, António H. de Oliveira; RODRIGUES, Teresa F. Álbum de paleografia. Lisboa, Editorial Estampa, 1987.
EARLE, Rebecca. Race, clothing and identity: sumptuary laws in Colonial Spanish America. In: RIELLO, Giorgio;
RUBLACK, Ulinka (eds.). The right to dress: sumptuary laws in a global perspective, c. 1200-1800. Cambridge: Cambridge University Press, 2019.
FERREIRA, Ana Maria Pereira. A importação e o comércio têxtil em Portugal no século XV (1385 a 1481). Lisboa:
Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1983.
FERREIRA, Maria João. A conversão e reutilização de peças têxteis. Uma prática comum da sociedade quinhentista portuguesa. Revista de Artes Decorativas, n. 5, p. 11-37, 2011.
FERREIRA, Maria João. Procedência e consumo da seda asiática em Portugal (séculos XVI e XVIII). In: FRANCH BENAVENT, Ricardo; NAVARRO ESPINACH, Germán (coords.). Las rutas de la seda en la historia de España y Portugal. València: Universitat de València, 2017.
GALENDE DÍAZ, Juan Carlos; CABEZAS FONTANILLA, Susana; ÁVILA SEOANE, Nicolás (coords.). Paleografía y escritura hispánica. Madrid: Síntesis, 2016.
GONZÁLEZ ARCE, José Damián. Apariencia y poder: la legislación suntuaria castellana en los siglos XIII-XV. Jaén: Universidad de Jaén, 1998.
HUNT, Alan. Governance of the consuming passions: a history of sumptuary law. Nova York: St. Martins Press, 1996.
HUNT, Alan. Governing morals: a social history of moral regulation. Cambridge: Cambridge University Press, 1999.
LEAL, João Euripedes Gualandi Franklin. Glossário de paleografia. Rio de Janeiro: Associação dos Arquivistas Brasileiros, 1994.
LIPOVETSKY, Gilles. O império do efêmero. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
MACEDO, José Rivair. Os sinais da infâmia e o vestuário dos mouros em Portugal nos séculos XIV e XV. Bulletin du Centre d’Études Médiévales d’Auxerre, Hors Série, v. 2, p. 248-262, 2009.
MARÍN MARTÍNEZ, Tomás. Paleografía y diplomática. Madrid: Editorial UNED, 2018.
MARQUES, António H. de Oliveira. A pragmática de 1340. In: MARQUES, António H. de Oliveira. Ensaios de história medieval portuguesa. Lisboa: Editorial Verga, 1980.
MARQUES, António H. de Oliveira. A sociedade medieval portuguesa: aspectos de vida quotidiana. Lisboa: Esfera dos Livros, 2010 [1964].
MARQUES, António H. de Oliveira. Portugal na crise dos séculos XIV e XV. Lisboa: Presença, 1987.
MARTÍNEZ MARTÍNEZ, María. Indumentaria y sociedad medievales (ss. XIII-XV). En la España medieval, v. 26. p. 35-59, 2003.
MARTÍNEZ MARTÍNEZ, María; LORA SERRANO, Gloria. Las inversiones suntuarias de la nobleza a fines de la Edad Media. In: VILAR, Juan Bautista; PEÑAFIEL RAMÓN, Antonio; IRIGOYEN LOPES, Antonio (coords.). História y sociabilidad: homenaje a la profesora María del Carmen Melendreras Gimeno. Murcia: Universidad de Murcia, 2007.
NUNES, Eduardo Borges. Abreviaturas paleográficas portuguesas. Lisboa: Faculdade de Letras, 1981.
NUNES, Eduardo Borges. Álbum de paleografia portuguesa. Lisboa: Instituto de Alta Cultura, 1969.
NUNES, Eduardo Borges. Varia Palaeographica: maioria ac minoria. In: SERRÃO, Joaquim Veríssimo. Portugaliae historica. Lisboa: Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 1973.
NÚÑEZ CONTRERAS, Luis. Manual de paleografía: fundamentos e historia de la escritura latina hasta el siglo VIII. Madrid: Cátedra, 1994.
OLIVEIRA, Fernando. O vestuário português ao tempo da expansão (séculos XV e XVI). [Lisboa]: Grupo de Trabalho do Min. Educação para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, D.L. 1993.
PALLA, Maria José. Do essencial e do supérfluo: estudo lexical do traje e adornos em Gil Vicente. Lisboa: Estampa, 1992.
RIESCO TERRERO, Ángel (ed.). Introducción a la paleografía y la diplomática general. Madrid: Editorial Síntesis, 2004.
RIESCO TERRERO, Ángel. Diccionario de abreviaturas hispanas de los siglos XIII al XVIII: con un apéndice de expresiones y fórmulas jurídico-diplomáticas de uso corriente. Salamanca: Varona, 1983.
ROMERO TALLAFIGO, Manuel; RODRÍGUEZ LIÁÑEZ, Laureano; SÁNCHEZ GONZÁLEZ, Antonio. Arte de leer escrituras antiguas: paleografía de lectura. Huelva: Universidad, 2003.
SÁ, Isabel dos Guimarães. Coisas de princesas: casamentos, dotes e enxovais na família real portuguesa (1480- 1580). Revista de História da Sociedade e da Cultura, v. 10, n. 1, p. 95-118, 2010.
SÁ, Isabel dos Guimarães. The uses of luxury: some examples from the Portuguese courts from 1480 to 1580. Análise Social, v. 44, n. 192, p. 589-604, 2009.
SANTOS, Maria José Azevedo. Ler e compreender a escrita na Idade Média. Lisboa: Colibri, 2000.
SEMPERE Y GUARINOS, Juan. Historia del luxo, y de las leyes suntuarias de España. Madrid: Imprenta Real, 1788. 2 t.
SEQUEIRA, Joana. A indústria da seda em Portugal entre os séculos XIII e XVI. In: FRANCH BENAVENT, Ricardo;
NAVARRO ESPINACH, Germán (coords.). Las rutas de la seda en la historia de España y Portugal. València: Universitat de València, 2017.
SEQUEIRA, Joana. O pano da terra: produção têxtil em Portugal nos finais da Idade Média. Porto: Universidade do Porto, 2014.
WUNDER, Amanda. Spanish fashion and sumptuary legislation from the Thirteenth to the Eighteenth Century. In: RIELLO, Giorgio; RUBLACK, Ulinka (eds.). The right to dress: sumptuary laws in a global perspective, c. 1200-1800. Cambridge: Cambridge University Press, 2019.

Programa

Módulo 3

- Revisão do Módulo 2
- Presente Contínuo (resumo)
- Interrogativo de Presente de Contínuo
- Sufixo ¨Com¨
- Pretérito de Perfeito
- Interrogativo de Pretérito de Perfeito

Bibliografia:
OZTURK, Tuncay; AKCAY, Sezgin; GUN, Salih. Lale Turkce Ders Kitabi 3. DILSET YAYINLARI. 2011.
CELIK, A.Abbas. Acilim Turkce Ders Kitabi 3. DILSET YAYINLARI. 2020.

Programa

 

Aula 1 – Apresentação do curso e introdução ao debate acerca do conceito de juventude 
Data: 16/09/2015 
Profs. responsáveis: Dr. Enrico Spaggiari, Ms. Giancarlo M. C. Machado, Ms. Lucas L. Moraes e Ms. Rosenilton S. de Oliveira. 
 
- Apresentação do curso: objetivos, conteúdo, metodologia, bibliografia e demais questões práticas. 
- Discussão introdutória: a juventude como uma construção sócio-histórica e um conceito analítico em constante reformulação. 
 
Leitura sugerida: 
GROPPO, Luis Antônio. Juventude - Ensaios sobre Sociologia e História das Juventudes Modernas. Rio de Janeiro, Difel, 2000. 
SPOSITO, Marilia. O Estado da Arte sobre juventude na pós-graduação brasileira: Educação, Ciências Sociais e Serviço Social. Belo Horizonte, Argumentum, 2009, v.1, p.7-16 (prefácio). 
 
Aula 2 – Socialidades juvenis: tribos, gangues, bandos, galeras e cenas 
Data: 23/09/2015 
Profs. responsáveis: Dr. Enrico Spaggiari, Ms. Giancarlo M. C. Machado, Ms. Lucas L. Moraes e Ms. Rosenilton S. de Oliveira. 
 
- Problematizar a consolidação da juventude enquanto temática fundamental nas Ciências Sociais a partir do alcance analítico de categorias comumente empregadas para delimitar formas de socialidades juvenis. 
 
Leitura sugerida: 
ABRAMO, Helena. Cenas juvenis: punks e darks no espetáculo urbano. São Paulo, Scritta, 1994. 
FEIXA, Carles. De jóvenes, bandas y tribus. Antropología de la juventud. Barcelona, Ariel, 2006 [1998]. 
MAFFESOLI, Michel. O tempo das tribos: o declínio do individualismo nas sociedades de massa. Rio de Janeiro, Forense Universitária, 2006, 4. ed. 
MAGNANI, José Guilherme Cantor. “Tribos urbanas: metáfora ou categoria?”. In: Cadernos de Campo – Revista dos alunos de pós-graduação em Antropologia. Departamento de Antropologia, FFLCH/USP, n.2, 1992. 
PAIS, José Machado. Culturas Juvenis. Lisboa, Imprensa Nacional, 1996. 
WAGNER, Roy. “Are there social groups in the New Guinea Highlands?”. In LEAF, M.J. (org.). Frontiers of anthropology: an introduction to anthropological thinking. New York, D. Van Nostrand Company, 1974, p.95-122. 
 
Aula 3 – Juventude: gênero e sexualidade em questão 
Data: 30/09/2015 
Profs. responsáveis: Dr. Enrico Spaggiari, Ms. Giancarlo M. C. Machado, Ms. Lucas L. Moraes e Ms. Rosenilton S. de Oliveira. 
 
- Analisar, na interface entre as questões de gênero, sexualidade e juventude, aspectos relacionados à diferença e estigmatização de certas práticas observadas em espaços urbanos. 
 
Leitura sugerida: 
HEILBORN, Maria Luiza. “Experiência da sexualidade, reprodução e trajetórias biográficas juvenis”. In: HEILBORN, Maria Luiza et al (orgs.). O aprendizado da sexualidade: reprodução e trajetórias sociais de jovens brasileiros. Rio de Janeiro, Garamond, 2006. p. 30-58. 
NEWTON, Esther. Mother Camp: female impersonators in América. Chicago: The University of Chicago Press, 1972. Ler Prefácio (p. XV) e Capítulo 2 - The “Queens” (p.20 a 40). 
PUCCINELLI, Bruno. Se essa rua fosse minha: sexualidade e apropriação do espaço na rua “gay” de São Paulo. Dissertação de Mestrado (Ciências Sociais - Unifesp), 2013. Ler capítulo 4 - Se essa rua fosse minha: percursos etnográficos na Frei Caneca, sub-capítulos 4.2 a 4.4 (p. 132 a 161). 
SIMÕES, Júlio Assis; FRANÇA, Isadora Lins & MACEDO, Marcio. “Jeitos de corpo: cor/raça, gênero, sexualidade e sociabilidade juvenil no centro de São Paulo.” In Cadernos Pagu 35, jul-dez de 2010, p. 37-78. 
 
 
 
 
Aula 4 – Religião, juventude e espaços públicos 
Data: 07/10/2015 
Profs. responsáveis: Dr. Enrico Spaggiari, Ms. Giancarlo M. C. Machado, Ms. Lucas L. Moraes e Ms. Rosenilton S. de Oliveira. 
 
- Abordar práticas e experiências juvenis através da discussão de etnografias focadas em processos que perpassam vivências religiosas em contextos urbanos. 
 
Leitura sugerida: 
 
ALVIM SILVA, Nayara. Vivendo como São Francisco de Assis: um estudo etnográfico sobre a Fraternidade Católica Toca de Assis. Dissertação de mestrado em Antropologia, UFMG, 2013. 
NOVAES, Regina. “Juventude e Políticas Públicas: o que há de novo?”. In: Juventude.br. São Paulo, vol 1, ano 1, p. 55-56, 2006. 
_____. “Juventude, religião e espaço público: exemplos ‘bons para pensar’ tempos e sinais”. In: Religião & Sociedade (Impresso), v. 32, p. 184-208, 2012.
 
Aula 5 – A cidade em jogo: juventude e práticas esportivas 
Data: 14/10/2015 
Profs. responsáveis: Dr. Enrico Spaggiari, Ms. Giancarlo M. C. Machado, Ms. Lucas L. Moraes e Ms. Rosenilton S. de Oliveira. 
 
- Analisar os usos e as apropriações citadinas dos espaços urbanos a partir do exercício de certas práticas esportivas juvenis. 
 
Leitura sugerida: 
MACHADO, Giancarlo Marques Carraro. De “carrinho” pela cidade: a prática do skate em São Paulo. São Paulo: Editora Intermeios / FAPESP, 2014. 
SPAGGIARI, Enrico. Família joga bola: constituição de jovens futebolistas na várzea paulistana. Tese (Doutorado em Antropologia Social) - Universidade de São Paulo, 2014. 
TOLEDO, Luiz Henrique. “POSFÁCIO - corporalidade e festa na metrópole”. In: MAGNANI, José Guilherme Magnani; MANTESE, Bruna (orgs.). Jovens na Metrópole: etnografia de circuitos de lazer, encontro e sociabilidade. 1. ed. São Paulo: Terceiro Nome, 2007, v. 1, p. 265-266. 
 
Trabalho de campo – Incursão etnográfica ao Parque Ibirapuera* 
Data: 17/10/2015 
Profs. responsáveis: Prof. Dr. José Guilherme Cantor Magnani, Dr. Enrico Spaggiari, Ms. Giancarlo M. C. Machado, Ms. Lucas L. Moraes e Ms. Rosenilton S. de Oliveira. 
 
* atividade não obrigatória 
 
Leitura sugerida: 
MAGNANI, José Guilherme C. “De perto e de dentro: notas para uma etnografia urbana”. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais, São Paulo, vol.17, n° 49, 2002, p. 11-29. 
_____. “Etnografia como prática e experiência”. In: Horizontes Antropológicos, vol.15, n.32, 2009, p.129-156. 
 
Aula 6 – Jovens na metrópole: circuitos de lazer, encontro e sociabilidade 
Data: 21/10/2015 
Prof. responsável: Prof. Dr. José Guilherme Cantor Magnani 
 
- Analisar e compreender as formas de sociabilidade, trajetos, relações de troca e modalidades de apropriação do espaço urbano, que envolvem os circuitos de jovens na metrópole paulistana. 
 
Leitura sugerida: 
MAGNANI, José Guilherme C.; SOUZA, Bruna Mantese (orgs.). Jovens na metrópole: etnografias de circuitos de lazer, encontro e sociabilidade. São Paulo, Editora Terceiro Nome, 2007. 
 
Aula 7 – Relações étnico-raciais e juventude 
Data: 04/11/2015 
Profs. responsáveis: Dr. Enrico Spaggiari, Ms. Giancarlo M. C. Machado, Ms. Lucas L. Moraes e Ms. Rosenilton S. de Oliveira. 
 
- Objetiva-se compreender como certas categorias – como “juventude negra”– emergiram no cenário urbano e têm norteado o debate tanto político quanto acadêmico em torno desse grupo social. Ressaltam-se, nesse contexto, as reflexões antropológicas sobre violência, racismo e políticas de ação afirmativa com recorte étnico-racial. 
 
Leitura sugerida: 
 
BENTO, M. A. S & BEGHIN, N. Juventude negra e exclusão radical. Ipea, 11 de agosto de 2005. 
MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. Belo Horizonte, Autêntica, 2004. 
RAMOS, P. C.; MORAIS, D. S. “A emergência da juventude negra como ator da construção democrática brasileira nos anos 2000”. In: XXVIII CONGRESSO INTERNACIONAL DA ALAS, 2011, Recife. Anais do XXVIII CONGRESSO INTERNACIONAL DA ALAS, 2011. 
WAISELFISZ, J. J. Mapa da Violência: os jovens do Brasil. UNESCO. Brasil. 2014 
 
Aula 8 – Juventude no contexto escolar 
Data: 11/11/2015 
Profs. responsáveis: Dr. Enrico Spaggiari, Ms. Giancarlo M. C. Machado, Ms. Lucas L. Moraes e Ms. Rosenilton S. de Oliveira. 
 
- Com base em estudos etnográficos realizados na interface com uma antropologia da educação, vislumbra-se compreender como as instituições de ensino configuram-se em expressivos espaços de sociabilidade e de experiências juvenis nas periferias paulistanas. 
 
Leitura sugerida: 
PEREIRA, Alexandre Barbosa. De rolê pela cidade: os pixadores em São Paulo. Dissertação de Mestrado em Antropologia Social. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, São Paulo, 2005. 
_____. “Aprendendo a ser jovem: a escola como espaço de sociabilidade juvenil”. In: XIII Congresso Brasileiro de Sociologia, 2007, Recife/PE. 
_____. “A maior zoeira”: experiências juvenis na periferia de São Paulo. Tese de doutorado (Antropologia Social). São Paulo, Universidade de São Paulo. 2010. 
 
Aula 9 – Cenas juvenis: produção musical e performance 
Data: 18/11/2015 
Profs. responsáveis: Dr. Enrico Spaggiari, Ms. Giancarlo M. C. Machado, Ms. Lucas L. Moraes e Ms. Rosenilton S. de Oliveira. 
 
- Essa aula abordará o tema das cenas juvenis, apresentando um conjunto de reflexões a respeito de arranjos coletivos ligados à produção musical. Serão levantadas questões relacionadas à condição juvenil e suas formas de ocupação e ação urbanas a partir da análise de diferentes performances e sonoridades. 
 
Leitura sugerida: 
MORAES, Lucas Lopes. Hordas do Metal Negro: Guerra e Aliança na cena Black Metal paulista. Dissertação de Mestrado em Antropologia Social. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, São Paulo, 2014. 
 
Objetivo: Essa aula abordará o tema das cenas juvenis, apresentando um conjunto de reflexões a respeito de arranjos coletivos ligados à produção musical. Serão levantadas questões relacionadas à condição juvenil e suas formas de ocupação e ação urbanas a partir da análise de diferentes performances e sonoridades. 
 
Leituras sugeridas: 
HIKIJI, Rose Satiko Gitirana. Música para matar o tempo: intervalo, suspensão e imersão. Mana, Nº 12 (1): 151-178, 2006. 
JANOTTI JUNIOR, J. S. Are you experience? Experiência e mediatização nas cenas musicais. Contemporânea (UFBA. Online), v. 10, p. 1, 2012. 
MORAES, Lucas Lopes. Hordas do Metal Negro: Guerra e Aliança na cena Black Metal paulista. Dissertação (Mestrado em Antropologia) - FFLCH, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014. 
PEREIRA, Alexandre Barbosa. Funk Ostentação em São Paulo: Imaginação, consumo e novas tecnologias da informação e da comunicação. Revista de Estudos Culturais: Dossiê sobre Cultura Popular Urbana (USP), v.1, p.1, 2014, s/p. 
 
Aula 10 – Conclusão: afinal, a juventude é apenas uma palavra? 
Data: 25/11/2015 
Profs. responsáveis: Dr. Enrico Spaggiari, Ms. Giancarlo M. C. Machado, Ms. Lucas L. Moraes e Ms. Rosenilton S. de Oliveira. 
 
- Pretende-se analisar o modo como a temática juventude tem sido enfrentada e administrada pelas políticas públicas, problematizando suas duas concepções dominantes: uma centrada na ideia da juventude como um período problemático, com o jovem estigmatizado ora como violento e desviante, ora como vítima; e outra focada na juventude transição para a vida adulta e o jovem como adulto em potencial, com capacidade para gerar mudanças sociais. 
- A última aula terá ainda um balanço final do curso, com a retomada das principais discussões realizadas. Os alunos e alunas entregarão os trabalhos para avaliação (relato de campo ou resenha bibliográfica). 
 
Leitura sugerida: 
ABRAMO, Helena W. “Considerações sobre a tematização social da juventude”. In: Revista Brasileira de Educação, n. 5-6. São Paulo, 1997.p.25-36. 
BOURDIEU, Pierre. “A juventude é apenas uma palavra”. In: BOURDIEU, Pierre. Questões de Sociologia. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1983. 
HIKIJI, Rose Satiko Gitirana. A música e o risco. São Paulo, EDUSP, 2006. 
ZALUAR, Alba. Cidadãos não vão ao paraíso. Campinas, Ed. UNICAMP, 1994. 
 
Sugestão de bibliografia complementar 
 
ABRAMO, H.; FREITAS, M; SPOSITO, M. P. (orgs.) Juventude em debate. São Paulo, Cortez, 2000. 
ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. Rio de Janeiro, LTC, 2006. 
BARROS, Myriam Moraes Lins de. “Trajetórias de jovens adultos: ciclo de vida e mobilidade social”. In: Horizontes Antropológicos. vol. 16, n.34, 2010. pp. 71-92. 
BECKER, Howard. Outsiders – Estudos de Sociologia do Desvio. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editores, 2008. 
BORELLI, Silvia & FREIRE FILHO, João (orgs). Culturas juvenis no século XXI. São Paulo, EDUC, 2008. 
CARRANO, Paulo César Rodrigues. Os jovens e a cidade: identidades e práticas culturais em Angra de tantos reis e rainhas. Rio de Janeiro: Relume Dumará, FAPERJ, 2002. 
COSTA, Márcia Regina da. Os carecas do subúrbio: caminhos de um Nomadismo Moderno. São Paulo: Editora Musa, 2000. 
DEBERT, Guita Grim. “As classificações etárias e a juventude como estilo de vida”. In: A reinvenção da velhice: socialização e processos de reprivatização do envelhecimento. São Paulo, Edusp, Fapesp, 1999, p. 39-69. 
_____. “A antropologia e o estudo dos grupos e das categorias de idade”. In: BARROS, Myriam Moraes Lins (org.) Velhice ou Terceira Idade? Estudos antropológicos sobre identidade, memória e política. Rio de Janeiro, Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1998. 
DE CERTEAU, Michel. A invenção do cotidiano: artes de fazer. Petrópolis, Editora Vozes, 2009, 16° ed. 
FOOTE-WHYTE, William. Sociedade de Esquina. Rio de Janeiro, Zahar Editores, 2005. 
FORTES, Rafael. “Os anos 80, a juventude e os esportes radicais”. In: DEL PRIORE, Mary; MELO, Victor Andrade (orgs.). História do Esporte no Brasil. São Paulo, Editora UNESP, 2009, p. 417-451. 
FRÚGOLI JR, Heitor. Sociabilidade urbana. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2007. 
GROPPO, Luís Antonio. Juventude: ensaios sobre Sociologia e História das Juventudes Modernas. Rio de Janeiro, Difel, 2000. 
_____. “Condição juvenil e modelos Contemporâneos de análises sociológica da juventude”. In: Ultima década, dez 2010, vol.18, n.33, p.11-26. 
LE BRETON, David. Condutas de risco: dos jogos de morte ao jogo de viver. Campinas, Autores Associados, 2009. 
PAIS, José Machado. (1990), “A construção sociológica da juventude - alguns contributos”. Análise Social, vol. 25, nº 105-106, pp. 139-165. 
_____. “Buscas de si: expressividades e identidades juvenis”. In: ALMEIDA, M. I. M.; EUGENIO, F. Culturas juvenis: novos mapas do afeto. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2006, p. 7-21. 
SPOSITO, M. P. “A Sociabilidade Juvenil e a Rua: novos conflitos e a ação coletiva na cidade”. In: Tempo Social: Revista de Sociologia da USP, São Paulo, v. 5, n° 1-2, 1994. 
VIANNA, Hermano. O mundo funk carioca. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1988.