Programa

Aula 1: Introdução a Aristóteles e a noção de οὐσία
1.1 Contexto histórico de Aristóteles
1.2 O corpus aristotélico
1.3 Introdução as Categorias e a Metafísica
1.4 Introdução a substância nas Categorias

Aula 2: Substância nas Categorias
2.1 Substância em Cat. 4 1b25-28
2.2 Substância em Cat. 5 2a11-14
2.3 Substância em Cat. 5 2b15-21; 2b37-3a6
2.4 Relação entre οὐσία e ύποκείμενον
2.5 Ruptura entre Metafísica e Categorias

Aula 3: Substância em Metafísica Z 1-3
3.1 Continuação da ruptura da Metafísica e Categorias
3.2 Introdução em Met. Δ 8 1017b23-26
3.3 Substância em Met. Ζ 1 1028a31-1028b1
3.4 Substância em Met. Z 3 1028b33-1029a3
3.5 Analise de Met. Z 1029a2-7
3.6 Considerações finais sobre a οὐσία
3.7 Considerações finais sobre o curso

Bibliografia

Primária:
ACKRILL J. L. Aristotle’s Categories and De Interpretatione. Oxford: Oxford University Press; 2002 (1963).
ANGIONI, L. Aristóteles, Metafísica, livros VII e VIII: Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas: Unicamp, 2005.
NATALI, C. Aristóteles. São Paulo: Paulus, 2016.
ROSS, W. D. Aristotle’s Metaphysics (2 vols.), Oxford: Clarendon Press, 1928.
SANTOS, R. Categorias e Da Interpretação. Obras completas de Aristóteles. Campinas, Editora Unicamp, 2006.

Secundária:
Aula 1:
FREDE, M. Essays in Ancient Philosophy. University of Minnesota,1987.
ROSS, D. Aristotle. Routledge, London and New York, 1996.

Aula 2:
PORFÍRIO. Isagoge: introdução às Categorias de Aristóteles. Introdução, tradução e comentário de Bento Silva Santos. São Paulo: Attar Editorial, 2001.
ZINGANO, M. As Categorias de Aristóteles e a doutrina dos traços do ser. Em: Doispontos, Curitiba, São Carlos, vol. 10, nº 2, Outubro, 2013”.

Aula 3:
Barnes, J. Metafísica. In: BARNES, J. Aristóteles. Aparecida: Ideias & Letras, 2009. p. 103-153.
ZINGANO,M. Metafísica de Aristóteles. São Paulo: Filósofos na sala de aula, vol.3, 2009”. E ZINGANO, M. Sobre a Metafísica de Aristóteles: textos selecionados. São Paulo: Odysseus, 2005.

Programa

Aula 1 (10/02): Introdução ao cinema russo: primeiros filmes

Aula 2 (12/02): A linguagem do cinema e a cinematografia do texto literário

Aula 3 (17/02): Problemas em torno da adaptação cinematográfica

Aula 4 (19/02): Análise comparativa: a singularidade da imagem artística

Bibliografia:

EISENSTEIN, Sergei. Palavra e imagem. In O sentido do filme. Trad. Teresa Ottoni. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002. p. 13-50.
HUTCHEON, Linda. Uma teoria da adaptação. 2.ed. Trad. André Cechinel. Florianópolis: Ed. UFSC, 2013.
LEYDA, Jay. Kino: a history of the Russian and Soviet film. 3 ed. Princeton, New Jersey: Princeton University Press, 1983.
PEREIRA, E. M. de B. Literatura e cinema: a imagem artística nos escritos de Serguei Eisenstein. 2023. 298p. Tese (Doutorado em Teoria e História Literária) – Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2023. Disponível em: https://repositorio.unicamp.br/acervo/detalhe/1310808.
PÚCHKIN. Aleksandr. A dama de espadas: prosa e poemas. Trad. Boris Schnaiderman e Nelson Ascher. 2.ed. Ed. 34, 2006.
XAVIER, Ismail. Do texto ao filme: a trama, a cena e a construção do olhar no cinema. In PELLEGRINI et al. Literatura, cinema e televisão. São Paulo: Editora Senac São Paulo: Instituto Itáu Cultural, 2003. p. 61-89.
ФОМИН В. И.; ГРАЩЕНКОВА, И.Н. История российской кинематографии (1896-1940 гг.) [História da cinematografia russa (1896-1940)]. Москва: ВГИК, 2016.

Programa

Aula 1: Introdução à paleografia


Aula 2: O vestuário e as fontes escritas


Aula 3: Leitura e análise de documentos

Bibliografia:


ALVARADO, Thiago Henrique. Modos à mesa e maneiras de vestir em Castela e Portugal (séculos XIV e XV). 2021. 436f. Tese (Doutorado em História) – Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Estadual Paulista, Franca, 2021.
ALVARADO, Thiago Henrique. Vestidas e afeitas para serem virtuosas: as mulheres na Castela dos séculos XIV e XV. São Carlos: EdUFSCar, 2017.
BERNÍS MADRAZO, Carmen. Indumentaria española en tiempos de Carlos V. Madrid: Instituto Diego Velázquez del Consejo Superior de Investigaciones Científicas, 1962.
BERNÍS MADRAZO, Carmen. Indumentaria medieval española. Madrid: Instituto Diego Velázquez del Consejo Superior de Investigaciones Científicas, 1955.
BERNÍS MADRAZO, Carmen. Trajes y modas en la España de los Reyes Católicos. Madrid: Instituto Diego Velázquez del Consejo Superior de Investigaciones Científicas, 1978-1979, 2 v.
BERWANGER, Ana Regina; LEAL, João Eurípedes Franklin. Noções de Paleografia e de Diplomática. Santa Maria: Ed. da UFSM, 2008.
BETHENCOURT, Francisco. Sumptuary laws in Portugal and its empire from the Fourteenth to the Eighteenth Century. In: RIELLO, Giorgio; RUBLACK, Ulinka (eds.). The right to dress: sumptuary laws in a global perspective, c. 1200-1800. Cambridge: Cambridge University Press, 2019.
CASADO QUINTANILLA, Blas. Paleografía: nociones básicas para leer documentos conservados en los archivos históricos. Madrid: CSIC, 2019.
COLOMER, José Luis; DESCALZO, Amalia (dirs.). Vestir a la española en las cortes europeas (siglos XVI y XVII).
Madrid: Centro de Estúdios Europa Hispánica, 2014, 2v.
COSTA, Avelino de Jesus da. Álbum de Paleografia e Diplomática Portuguesa. Coimbra: Universidade de Coimbra, 1976.
COSTA, Avelino de Jesus da. Álbum de Paleografia e Diplomática: colecção provisória. Coimbra: Coimbra: Uni. Fac. de Letras, 1966.
COSTA, Avelino de Jesus da. Normas gerais de transcrição e publicação de documentos e textos medievais e modernos. Coimbra: Universidade de Coimbra, 1993.
CRUZ, Pedro Adriano Castro. As leis pragmáticas: estatuto e diferenciação social em Portugal (1340-1762). 2023.
109 f. Dissertação (Mestrado em História) – Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, Braga, 2023.
DIAS, João José Alves; MARQUES, António H. de Oliveira; RODRIGUES, Teresa F. Álbum de paleografia. Lisboa, Editorial Estampa, 1987.
EARLE, Rebecca. Race, clothing and identity: sumptuary laws in Colonial Spanish America. In: RIELLO, Giorgio;
RUBLACK, Ulinka (eds.). The right to dress: sumptuary laws in a global perspective, c. 1200-1800. Cambridge: Cambridge University Press, 2019.
FERREIRA, Ana Maria Pereira. A importação e o comércio têxtil em Portugal no século XV (1385 a 1481). Lisboa:
Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1983.
FERREIRA, Maria João. A conversão e reutilização de peças têxteis. Uma prática comum da sociedade quinhentista portuguesa. Revista de Artes Decorativas, n. 5, p. 11-37, 2011.
FERREIRA, Maria João. Procedência e consumo da seda asiática em Portugal (séculos XVI e XVIII). In: FRANCH BENAVENT, Ricardo; NAVARRO ESPINACH, Germán (coords.). Las rutas de la seda en la historia de España y Portugal. València: Universitat de València, 2017.
GALENDE DÍAZ, Juan Carlos; CABEZAS FONTANILLA, Susana; ÁVILA SEOANE, Nicolás (coords.). Paleografía y escritura hispánica. Madrid: Síntesis, 2016.
GONZÁLEZ ARCE, José Damián. Apariencia y poder: la legislación suntuaria castellana en los siglos XIII-XV. Jaén: Universidad de Jaén, 1998.
HUNT, Alan. Governance of the consuming passions: a history of sumptuary law. Nova York: St. Martins Press, 1996.
HUNT, Alan. Governing morals: a social history of moral regulation. Cambridge: Cambridge University Press, 1999.
LEAL, João Euripedes Gualandi Franklin. Glossário de paleografia. Rio de Janeiro: Associação dos Arquivistas Brasileiros, 1994.
LIPOVETSKY, Gilles. O império do efêmero. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
MACEDO, José Rivair. Os sinais da infâmia e o vestuário dos mouros em Portugal nos séculos XIV e XV. Bulletin du Centre d’Études Médiévales d’Auxerre, Hors Série, v. 2, p. 248-262, 2009.
MARÍN MARTÍNEZ, Tomás. Paleografía y diplomática. Madrid: Editorial UNED, 2018.
MARQUES, António H. de Oliveira. A pragmática de 1340. In: MARQUES, António H. de Oliveira. Ensaios de história medieval portuguesa. Lisboa: Editorial Verga, 1980.
MARQUES, António H. de Oliveira. A sociedade medieval portuguesa: aspectos de vida quotidiana. Lisboa: Esfera dos Livros, 2010 [1964].
MARQUES, António H. de Oliveira. Portugal na crise dos séculos XIV e XV. Lisboa: Presença, 1987.
MARTÍNEZ MARTÍNEZ, María. Indumentaria y sociedad medievales (ss. XIII-XV). En la España medieval, v. 26. p. 35-59, 2003.
MARTÍNEZ MARTÍNEZ, María; LORA SERRANO, Gloria. Las inversiones suntuarias de la nobleza a fines de la Edad Media. In: VILAR, Juan Bautista; PEÑAFIEL RAMÓN, Antonio; IRIGOYEN LOPES, Antonio (coords.). História y sociabilidad: homenaje a la profesora María del Carmen Melendreras Gimeno. Murcia: Universidad de Murcia, 2007.
NUNES, Eduardo Borges. Abreviaturas paleográficas portuguesas. Lisboa: Faculdade de Letras, 1981.
NUNES, Eduardo Borges. Álbum de paleografia portuguesa. Lisboa: Instituto de Alta Cultura, 1969.
NUNES, Eduardo Borges. Varia Palaeographica: maioria ac minoria. In: SERRÃO, Joaquim Veríssimo. Portugaliae historica. Lisboa: Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 1973.
NÚÑEZ CONTRERAS, Luis. Manual de paleografía: fundamentos e historia de la escritura latina hasta el siglo VIII. Madrid: Cátedra, 1994.
OLIVEIRA, Fernando. O vestuário português ao tempo da expansão (séculos XV e XVI). [Lisboa]: Grupo de Trabalho do Min. Educação para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, D.L. 1993.
PALLA, Maria José. Do essencial e do supérfluo: estudo lexical do traje e adornos em Gil Vicente. Lisboa: Estampa, 1992.
RIESCO TERRERO, Ángel (ed.). Introducción a la paleografía y la diplomática general. Madrid: Editorial Síntesis, 2004.
RIESCO TERRERO, Ángel. Diccionario de abreviaturas hispanas de los siglos XIII al XVIII: con un apéndice de expresiones y fórmulas jurídico-diplomáticas de uso corriente. Salamanca: Varona, 1983.
ROMERO TALLAFIGO, Manuel; RODRÍGUEZ LIÁÑEZ, Laureano; SÁNCHEZ GONZÁLEZ, Antonio. Arte de leer escrituras antiguas: paleografía de lectura. Huelva: Universidad, 2003.
SÁ, Isabel dos Guimarães. Coisas de princesas: casamentos, dotes e enxovais na família real portuguesa (1480- 1580). Revista de História da Sociedade e da Cultura, v. 10, n. 1, p. 95-118, 2010.
SÁ, Isabel dos Guimarães. The uses of luxury: some examples from the Portuguese courts from 1480 to 1580. Análise Social, v. 44, n. 192, p. 589-604, 2009.
SANTOS, Maria José Azevedo. Ler e compreender a escrita na Idade Média. Lisboa: Colibri, 2000.
SEMPERE Y GUARINOS, Juan. Historia del luxo, y de las leyes suntuarias de España. Madrid: Imprenta Real, 1788. 2 t.
SEQUEIRA, Joana. A indústria da seda em Portugal entre os séculos XIII e XVI. In: FRANCH BENAVENT, Ricardo;
NAVARRO ESPINACH, Germán (coords.). Las rutas de la seda en la historia de España y Portugal. València: Universitat de València, 2017.
SEQUEIRA, Joana. O pano da terra: produção têxtil em Portugal nos finais da Idade Média. Porto: Universidade do Porto, 2014.
WUNDER, Amanda. Spanish fashion and sumptuary legislation from the Thirteenth to the Eighteenth Century. In: RIELLO, Giorgio; RUBLACK, Ulinka (eds.). The right to dress: sumptuary laws in a global perspective, c. 1200-1800. Cambridge: Cambridge University Press, 2019.

Programa

Módulo 3

- Revisão do Módulo 2
- Presente Contínuo (resumo)
- Interrogativo de Presente de Contínuo
- Sufixo ¨Com¨
- Pretérito de Perfeito
- Interrogativo de Pretérito de Perfeito

Bibliografia:
OZTURK, Tuncay; AKCAY, Sezgin; GUN, Salih. Lale Turkce Ders Kitabi 3. DILSET YAYINLARI. 2011.
CELIK, A.Abbas. Acilim Turkce Ders Kitabi 3. DILSET YAYINLARI. 2020.

Programa

 

Aula 1 – Apresentação do curso e introdução ao debate acerca do conceito de juventude 
Data: 16/09/2015 
Profs. responsáveis: Dr. Enrico Spaggiari, Ms. Giancarlo M. C. Machado, Ms. Lucas L. Moraes e Ms. Rosenilton S. de Oliveira. 
 
- Apresentação do curso: objetivos, conteúdo, metodologia, bibliografia e demais questões práticas. 
- Discussão introdutória: a juventude como uma construção sócio-histórica e um conceito analítico em constante reformulação. 
 
Leitura sugerida: 
GROPPO, Luis Antônio. Juventude - Ensaios sobre Sociologia e História das Juventudes Modernas. Rio de Janeiro, Difel, 2000. 
SPOSITO, Marilia. O Estado da Arte sobre juventude na pós-graduação brasileira: Educação, Ciências Sociais e Serviço Social. Belo Horizonte, Argumentum, 2009, v.1, p.7-16 (prefácio). 
 
Aula 2 – Socialidades juvenis: tribos, gangues, bandos, galeras e cenas 
Data: 23/09/2015 
Profs. responsáveis: Dr. Enrico Spaggiari, Ms. Giancarlo M. C. Machado, Ms. Lucas L. Moraes e Ms. Rosenilton S. de Oliveira. 
 
- Problematizar a consolidação da juventude enquanto temática fundamental nas Ciências Sociais a partir do alcance analítico de categorias comumente empregadas para delimitar formas de socialidades juvenis. 
 
Leitura sugerida: 
ABRAMO, Helena. Cenas juvenis: punks e darks no espetáculo urbano. São Paulo, Scritta, 1994. 
FEIXA, Carles. De jóvenes, bandas y tribus. Antropología de la juventud. Barcelona, Ariel, 2006 [1998]. 
MAFFESOLI, Michel. O tempo das tribos: o declínio do individualismo nas sociedades de massa. Rio de Janeiro, Forense Universitária, 2006, 4. ed. 
MAGNANI, José Guilherme Cantor. “Tribos urbanas: metáfora ou categoria?”. In: Cadernos de Campo – Revista dos alunos de pós-graduação em Antropologia. Departamento de Antropologia, FFLCH/USP, n.2, 1992. 
PAIS, José Machado. Culturas Juvenis. Lisboa, Imprensa Nacional, 1996. 
WAGNER, Roy. “Are there social groups in the New Guinea Highlands?”. In LEAF, M.J. (org.). Frontiers of anthropology: an introduction to anthropological thinking. New York, D. Van Nostrand Company, 1974, p.95-122. 
 
Aula 3 – Juventude: gênero e sexualidade em questão 
Data: 30/09/2015 
Profs. responsáveis: Dr. Enrico Spaggiari, Ms. Giancarlo M. C. Machado, Ms. Lucas L. Moraes e Ms. Rosenilton S. de Oliveira. 
 
- Analisar, na interface entre as questões de gênero, sexualidade e juventude, aspectos relacionados à diferença e estigmatização de certas práticas observadas em espaços urbanos. 
 
Leitura sugerida: 
HEILBORN, Maria Luiza. “Experiência da sexualidade, reprodução e trajetórias biográficas juvenis”. In: HEILBORN, Maria Luiza et al (orgs.). O aprendizado da sexualidade: reprodução e trajetórias sociais de jovens brasileiros. Rio de Janeiro, Garamond, 2006. p. 30-58. 
NEWTON, Esther. Mother Camp: female impersonators in América. Chicago: The University of Chicago Press, 1972. Ler Prefácio (p. XV) e Capítulo 2 - The “Queens” (p.20 a 40). 
PUCCINELLI, Bruno. Se essa rua fosse minha: sexualidade e apropriação do espaço na rua “gay” de São Paulo. Dissertação de Mestrado (Ciências Sociais - Unifesp), 2013. Ler capítulo 4 - Se essa rua fosse minha: percursos etnográficos na Frei Caneca, sub-capítulos 4.2 a 4.4 (p. 132 a 161). 
SIMÕES, Júlio Assis; FRANÇA, Isadora Lins & MACEDO, Marcio. “Jeitos de corpo: cor/raça, gênero, sexualidade e sociabilidade juvenil no centro de São Paulo.” In Cadernos Pagu 35, jul-dez de 2010, p. 37-78. 
 
 
 
 
Aula 4 – Religião, juventude e espaços públicos 
Data: 07/10/2015 
Profs. responsáveis: Dr. Enrico Spaggiari, Ms. Giancarlo M. C. Machado, Ms. Lucas L. Moraes e Ms. Rosenilton S. de Oliveira. 
 
- Abordar práticas e experiências juvenis através da discussão de etnografias focadas em processos que perpassam vivências religiosas em contextos urbanos. 
 
Leitura sugerida: 
 
ALVIM SILVA, Nayara. Vivendo como São Francisco de Assis: um estudo etnográfico sobre a Fraternidade Católica Toca de Assis. Dissertação de mestrado em Antropologia, UFMG, 2013. 
NOVAES, Regina. “Juventude e Políticas Públicas: o que há de novo?”. In: Juventude.br. São Paulo, vol 1, ano 1, p. 55-56, 2006. 
_____. “Juventude, religião e espaço público: exemplos ‘bons para pensar’ tempos e sinais”. In: Religião & Sociedade (Impresso), v. 32, p. 184-208, 2012.
 
Aula 5 – A cidade em jogo: juventude e práticas esportivas 
Data: 14/10/2015 
Profs. responsáveis: Dr. Enrico Spaggiari, Ms. Giancarlo M. C. Machado, Ms. Lucas L. Moraes e Ms. Rosenilton S. de Oliveira. 
 
- Analisar os usos e as apropriações citadinas dos espaços urbanos a partir do exercício de certas práticas esportivas juvenis. 
 
Leitura sugerida: 
MACHADO, Giancarlo Marques Carraro. De “carrinho” pela cidade: a prática do skate em São Paulo. São Paulo: Editora Intermeios / FAPESP, 2014. 
SPAGGIARI, Enrico. Família joga bola: constituição de jovens futebolistas na várzea paulistana. Tese (Doutorado em Antropologia Social) - Universidade de São Paulo, 2014. 
TOLEDO, Luiz Henrique. “POSFÁCIO - corporalidade e festa na metrópole”. In: MAGNANI, José Guilherme Magnani; MANTESE, Bruna (orgs.). Jovens na Metrópole: etnografia de circuitos de lazer, encontro e sociabilidade. 1. ed. São Paulo: Terceiro Nome, 2007, v. 1, p. 265-266. 
 
Trabalho de campo – Incursão etnográfica ao Parque Ibirapuera* 
Data: 17/10/2015 
Profs. responsáveis: Prof. Dr. José Guilherme Cantor Magnani, Dr. Enrico Spaggiari, Ms. Giancarlo M. C. Machado, Ms. Lucas L. Moraes e Ms. Rosenilton S. de Oliveira. 
 
* atividade não obrigatória 
 
Leitura sugerida: 
MAGNANI, José Guilherme C. “De perto e de dentro: notas para uma etnografia urbana”. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais, São Paulo, vol.17, n° 49, 2002, p. 11-29. 
_____. “Etnografia como prática e experiência”. In: Horizontes Antropológicos, vol.15, n.32, 2009, p.129-156. 
 
Aula 6 – Jovens na metrópole: circuitos de lazer, encontro e sociabilidade 
Data: 21/10/2015 
Prof. responsável: Prof. Dr. José Guilherme Cantor Magnani 
 
- Analisar e compreender as formas de sociabilidade, trajetos, relações de troca e modalidades de apropriação do espaço urbano, que envolvem os circuitos de jovens na metrópole paulistana. 
 
Leitura sugerida: 
MAGNANI, José Guilherme C.; SOUZA, Bruna Mantese (orgs.). Jovens na metrópole: etnografias de circuitos de lazer, encontro e sociabilidade. São Paulo, Editora Terceiro Nome, 2007. 
 
Aula 7 – Relações étnico-raciais e juventude 
Data: 04/11/2015 
Profs. responsáveis: Dr. Enrico Spaggiari, Ms. Giancarlo M. C. Machado, Ms. Lucas L. Moraes e Ms. Rosenilton S. de Oliveira. 
 
- Objetiva-se compreender como certas categorias – como “juventude negra”– emergiram no cenário urbano e têm norteado o debate tanto político quanto acadêmico em torno desse grupo social. Ressaltam-se, nesse contexto, as reflexões antropológicas sobre violência, racismo e políticas de ação afirmativa com recorte étnico-racial. 
 
Leitura sugerida: 
 
BENTO, M. A. S & BEGHIN, N. Juventude negra e exclusão radical. Ipea, 11 de agosto de 2005. 
MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. Belo Horizonte, Autêntica, 2004. 
RAMOS, P. C.; MORAIS, D. S. “A emergência da juventude negra como ator da construção democrática brasileira nos anos 2000”. In: XXVIII CONGRESSO INTERNACIONAL DA ALAS, 2011, Recife. Anais do XXVIII CONGRESSO INTERNACIONAL DA ALAS, 2011. 
WAISELFISZ, J. J. Mapa da Violência: os jovens do Brasil. UNESCO. Brasil. 2014 
 
Aula 8 – Juventude no contexto escolar 
Data: 11/11/2015 
Profs. responsáveis: Dr. Enrico Spaggiari, Ms. Giancarlo M. C. Machado, Ms. Lucas L. Moraes e Ms. Rosenilton S. de Oliveira. 
 
- Com base em estudos etnográficos realizados na interface com uma antropologia da educação, vislumbra-se compreender como as instituições de ensino configuram-se em expressivos espaços de sociabilidade e de experiências juvenis nas periferias paulistanas. 
 
Leitura sugerida: 
PEREIRA, Alexandre Barbosa. De rolê pela cidade: os pixadores em São Paulo. Dissertação de Mestrado em Antropologia Social. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, São Paulo, 2005. 
_____. “Aprendendo a ser jovem: a escola como espaço de sociabilidade juvenil”. In: XIII Congresso Brasileiro de Sociologia, 2007, Recife/PE. 
_____. “A maior zoeira”: experiências juvenis na periferia de São Paulo. Tese de doutorado (Antropologia Social). São Paulo, Universidade de São Paulo. 2010. 
 
Aula 9 – Cenas juvenis: produção musical e performance 
Data: 18/11/2015 
Profs. responsáveis: Dr. Enrico Spaggiari, Ms. Giancarlo M. C. Machado, Ms. Lucas L. Moraes e Ms. Rosenilton S. de Oliveira. 
 
- Essa aula abordará o tema das cenas juvenis, apresentando um conjunto de reflexões a respeito de arranjos coletivos ligados à produção musical. Serão levantadas questões relacionadas à condição juvenil e suas formas de ocupação e ação urbanas a partir da análise de diferentes performances e sonoridades. 
 
Leitura sugerida: 
MORAES, Lucas Lopes. Hordas do Metal Negro: Guerra e Aliança na cena Black Metal paulista. Dissertação de Mestrado em Antropologia Social. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, São Paulo, 2014. 
 
Objetivo: Essa aula abordará o tema das cenas juvenis, apresentando um conjunto de reflexões a respeito de arranjos coletivos ligados à produção musical. Serão levantadas questões relacionadas à condição juvenil e suas formas de ocupação e ação urbanas a partir da análise de diferentes performances e sonoridades. 
 
Leituras sugeridas: 
HIKIJI, Rose Satiko Gitirana. Música para matar o tempo: intervalo, suspensão e imersão. Mana, Nº 12 (1): 151-178, 2006. 
JANOTTI JUNIOR, J. S. Are you experience? Experiência e mediatização nas cenas musicais. Contemporânea (UFBA. Online), v. 10, p. 1, 2012. 
MORAES, Lucas Lopes. Hordas do Metal Negro: Guerra e Aliança na cena Black Metal paulista. Dissertação (Mestrado em Antropologia) - FFLCH, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014. 
PEREIRA, Alexandre Barbosa. Funk Ostentação em São Paulo: Imaginação, consumo e novas tecnologias da informação e da comunicação. Revista de Estudos Culturais: Dossiê sobre Cultura Popular Urbana (USP), v.1, p.1, 2014, s/p. 
 
Aula 10 – Conclusão: afinal, a juventude é apenas uma palavra? 
Data: 25/11/2015 
Profs. responsáveis: Dr. Enrico Spaggiari, Ms. Giancarlo M. C. Machado, Ms. Lucas L. Moraes e Ms. Rosenilton S. de Oliveira. 
 
- Pretende-se analisar o modo como a temática juventude tem sido enfrentada e administrada pelas políticas públicas, problematizando suas duas concepções dominantes: uma centrada na ideia da juventude como um período problemático, com o jovem estigmatizado ora como violento e desviante, ora como vítima; e outra focada na juventude transição para a vida adulta e o jovem como adulto em potencial, com capacidade para gerar mudanças sociais. 
- A última aula terá ainda um balanço final do curso, com a retomada das principais discussões realizadas. Os alunos e alunas entregarão os trabalhos para avaliação (relato de campo ou resenha bibliográfica). 
 
Leitura sugerida: 
ABRAMO, Helena W. “Considerações sobre a tematização social da juventude”. In: Revista Brasileira de Educação, n. 5-6. São Paulo, 1997.p.25-36. 
BOURDIEU, Pierre. “A juventude é apenas uma palavra”. In: BOURDIEU, Pierre. Questões de Sociologia. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1983. 
HIKIJI, Rose Satiko Gitirana. A música e o risco. São Paulo, EDUSP, 2006. 
ZALUAR, Alba. Cidadãos não vão ao paraíso. Campinas, Ed. UNICAMP, 1994. 
 
Sugestão de bibliografia complementar 
 
ABRAMO, H.; FREITAS, M; SPOSITO, M. P. (orgs.) Juventude em debate. São Paulo, Cortez, 2000. 
ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. Rio de Janeiro, LTC, 2006. 
BARROS, Myriam Moraes Lins de. “Trajetórias de jovens adultos: ciclo de vida e mobilidade social”. In: Horizontes Antropológicos. vol. 16, n.34, 2010. pp. 71-92. 
BECKER, Howard. Outsiders – Estudos de Sociologia do Desvio. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editores, 2008. 
BORELLI, Silvia & FREIRE FILHO, João (orgs). Culturas juvenis no século XXI. São Paulo, EDUC, 2008. 
CARRANO, Paulo César Rodrigues. Os jovens e a cidade: identidades e práticas culturais em Angra de tantos reis e rainhas. Rio de Janeiro: Relume Dumará, FAPERJ, 2002. 
COSTA, Márcia Regina da. Os carecas do subúrbio: caminhos de um Nomadismo Moderno. São Paulo: Editora Musa, 2000. 
DEBERT, Guita Grim. “As classificações etárias e a juventude como estilo de vida”. In: A reinvenção da velhice: socialização e processos de reprivatização do envelhecimento. São Paulo, Edusp, Fapesp, 1999, p. 39-69. 
_____. “A antropologia e o estudo dos grupos e das categorias de idade”. In: BARROS, Myriam Moraes Lins (org.) Velhice ou Terceira Idade? Estudos antropológicos sobre identidade, memória e política. Rio de Janeiro, Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1998. 
DE CERTEAU, Michel. A invenção do cotidiano: artes de fazer. Petrópolis, Editora Vozes, 2009, 16° ed. 
FOOTE-WHYTE, William. Sociedade de Esquina. Rio de Janeiro, Zahar Editores, 2005. 
FORTES, Rafael. “Os anos 80, a juventude e os esportes radicais”. In: DEL PRIORE, Mary; MELO, Victor Andrade (orgs.). História do Esporte no Brasil. São Paulo, Editora UNESP, 2009, p. 417-451. 
FRÚGOLI JR, Heitor. Sociabilidade urbana. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2007. 
GROPPO, Luís Antonio. Juventude: ensaios sobre Sociologia e História das Juventudes Modernas. Rio de Janeiro, Difel, 2000. 
_____. “Condição juvenil e modelos Contemporâneos de análises sociológica da juventude”. In: Ultima década, dez 2010, vol.18, n.33, p.11-26. 
LE BRETON, David. Condutas de risco: dos jogos de morte ao jogo de viver. Campinas, Autores Associados, 2009. 
PAIS, José Machado. (1990), “A construção sociológica da juventude - alguns contributos”. Análise Social, vol. 25, nº 105-106, pp. 139-165. 
_____. “Buscas de si: expressividades e identidades juvenis”. In: ALMEIDA, M. I. M.; EUGENIO, F. Culturas juvenis: novos mapas do afeto. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2006, p. 7-21. 
SPOSITO, M. P. “A Sociabilidade Juvenil e a Rua: novos conflitos e a ação coletiva na cidade”. In: Tempo Social: Revista de Sociologia da USP, São Paulo, v. 5, n° 1-2, 1994. 
VIANNA, Hermano. O mundo funk carioca. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1988.

Programa

Programa
  • Processos de escrita;
  • Narrativas breves (teorias latino-americanas);
  • Narratividade para além do enredo;
  • Tensão e fricção no uso da linguagem;
  • Formas de montagem.
 
Cronograma das atividades
 
Aula 1 – O conto: descarga elétrica
Leituras: “Conto: círculo, circuito” (Mauricio Vasconcelos)
“Teses sobe o conto” e “Novas teses sobre o conto” (Ricarco Piglia)
Música: “Amanhã” (Filarmônica de Pasargada)
 
Aula 2 – Contos de discurso
Leituras: “Instruções para subir uma escada” (Julio Cortázar)
“Breves entrevistas com homens hediondos” (David Foster Wallace)
“Exortação” (George Saunders)
 
Aula 3 – Formas de montagem: justaposição, superposição, acumulação
Leituras: “A quinta história” (Clarice Lispector)
“Minha fantasma” (Nuno Ramos)
“O nado” (Amelia Loureiro)
Filme: “Ato, atalho e vento” (Marcelo Masagão)
Fotografia: Evgen Bavcar
 
Aula 4 – Roda de leitura comentada dos textos produzidos durante o curso
Fechamento
 
 
Critérios de aprovação
 
- Frequência de no mínimo 75% das aulas;
- Desenvolvimento das atividades de escrita propostas no decurso dos trabalhos.
 
Bibliografia
 
ABED, Carolina Zuppo. Narrativas possíveis para o século 21. In: Revista Revera – Escritos de Criação Literária., v. 1, nº 1, p. 25-38. São Paulo: 2016.
AIRA, Cesar. Pequeno manual de procedimentos. Curitiba: Arte Letra, 2007.
BESSIÉRE, Jean. Notas sobre o estado da literatura e da crítica francesas contemporâneas – a respeito das duas vias da criação literária hoje. In: Revista Cerrados, v. 22, nº 36, p. 30-46. Brasília: 2013.
CORTÁZAR, Julio. Histórias de cronópios e de famas. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 1994.
GOLDBERG, Natalie. Mente selvagem: como se tornar um escritor. Trad. Tati de Moraes. Rio de Janeiro: Gryphus, 1994.
LISPECTOR, Clarice. Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Rocco, 1998
LOUREIRO, Amelia. O nado. São Paulo: Córrego, 2018.
OSTROWER, Fayga. Criatividade e processos de criação. Petrópolis: Vozes, 2014.
PIGLIA, Ricardo. Formas breves. Trad. José Marcos Mariani de Macedo. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
PROSE, Francine. Para ler como um escritor. Trad. Maria Luiza Borges. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.
RAMOS, Nuno. Ensaio Geral: projetos, roteiros, ensaios, memória. São Paulo: Globo, 2007.
SALLES, Cecília Almeida. Redes de criação: a construção da obra de arte. Vinhedo: Horizonte, 2006.
SAUNDERS, George. Dez de dezembro. São Paulo: Companhia das letras, 2014.
VASCONCELOS, Mauricio Salles. Conto: círculo, circuito. In: Revista Polifonia, v. 14, n. 16. Campo Grande: 2008.
WALLACE, David Foster. Breves entrevistas com homens hediondos. Trad. José Rubens Siqueira. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.

 

Programa

Primeiro dia: Introdução
* Introdução ao relato de viagem de Hans Staden
* Características específicas do género literário de relatos de viagem
* O texto de Hans Staden no contexto da literatura do século XVI

Segundo dia: Fundamentação teórica
* Aspectos fundamentais sobre a teoria do estranhamento
* Espaço para debate

Terceiro dia: Exercícios
* Leitura de passagens do texto Warhaftige Historia para consolidar os aspectos analisados no primeiros dois dias do Curso de Extensão
* Espaço para debate

Bibliografia do Curso de Extensão (Difusão)
Hans Staden: Wahrhaftige Historia

STADEN, HANS (1557): Warhaftige Historia und beschreibung eyner Landtschafft der Wilden Nacketen, Grimmigen Menschfresser-Leuthen in der Newenwelt America gelegen… (https://archive.org/details/staden e https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/4570)

STADEN, HANS (1557): Warhaftige Historia. Zwei Reisen nach Brasilien (1548–1555). História de duas viagens ao Brasil. [ed.] Publicação em conjunto com o Instituto Martius-Staden. [trad.] Guiomar de Carvalho Franco e Joachim Tiemann. Edição crítica: Franz Obermeier. Kiel: Westensee Verlag, 2007, Fontes Americanae 1.

BRENNER, P. (1990): Der Reisebericht in der deutschen Literatur. Ein Forschungsüberblick als Vorstudie zu einer Gattungsgeschichte. Tübingen: Niemeyer.

CAMPANÁRIO, Manoel de Abreu (1980): Hans Staden: O Homem e a Obra. São Paulo: Editora Parma.

CARNEIRO DA CUNHA (1990), Manuela: Imagens de Índios do Brasil: O Século XVI. Estudos Avançados, 4(10), 91-110. Recuperado de http://www.revistas.usp.br/eav/article/view/8582.

MÜNKLER, H.; LADWIG, B. (1997): Dimensionen der Fremdheit. Em: Herfried Münkler/ Ladwig, Bernd (Org.): Furcht und Faszination. Facetten der Fremdheit. Berlin: Akademie Verlag.

MÜNKLER, M. (2000): Erfahrung des Fremden. Die Beschreibung Ostasiens in den Augenzeugenberichten des 13. und 14. Jahrhunderts. Berlin: Akademie Verlag.

OBERMEIER, F. (2002): Hans Stadens Wahrhafftige Historia 1557 und die Literatur der Zeit. In: STÄCKER, T.; WEYRAUCH, E. (Org.): Wolfenbütteler Notizen zur Buchgeschichte. Herzog August Bibliothek Wiesbaden: Harrassowitz, p. 43–80. (https://macau.uni-kiel.de/servlets/MCRFileNodeServlet/macau_derivate_00…)

____________ (2005): Identidades latinoamericanas no século dos descobrimentos: pontos de encontro e divergências nas definições das identidades indígena e européia. In: ERTLER, Klaus-Dieter; RODRIGUES-MOURA, Enrique: Fronteras e identitdades – Identidades e fronteiras. Civilizacíon y barbarie – Sertão e litoral. Frankfurt am Main et al.: Peter Lang, p. 17–43. (https://macau.uni-kiel.de/receive/publ_mods_00000466)

STICHWEH, R. (2010): Der Fremde. Berlin: Suhrkamp.

VIVEIROS DE CASTRO, E. (2018): Metafísicas canibais: Elementos para uma antropologia pós-estrutural. São Paulo: Ubu Editora, n-1 edições.

WALDENFELS, B. (2013): Topographie des Fremden. Studien zur Phänomenologie des Fremden 1. Frankfurt am Main: Suhrkamp.

Programa

Módulo 1: “ AMÉFRICA”
● Abertura e apresentação do curso.
● Discutir o processo de formação e criação da América Latina e ressignificar esse conceito, através da categoria de amefricanidade.

Módulo 2: “Diásporas Negras: Argentina e Colômbia”
● “Buenos Aires Negra, Negra Buenos Aires”: Com enfoque na cidade de Buenos Aires propomos pluralizar as narrativas acerca do ideário brancocentrado da cidade, através da discussão das geo-grafias negras e identificar os antigos “barrios negros”.
● Pacífico Negro Colombiano: Trazer novas releituras da história e geografia da população negra na Colômbia, com o intuito de problematizar como esse país construiu uma imagem que remete à colonização pela imigração europeia, mas oculta a presença afrocolombiana.

Módulo 3: “Diásporas Negras: Brasil”
● População negra em São Paulo (virada séc XIX -XX): Apresentar as sociabilidades negras e a ocupação do espaço urbano frente ao projeto higienista de modernização da cidade.
● Momento para debate e reflexões com o grupo.
● Encerramento

Referências bibliográficas

ANDREWS, George Reid. Los Afroargentinos de Buenos Aires. Buenos Aires: Ediciones de la Flor S.R.L., 1989.
CARNEIRO, Sueli. A construção do outro como não-ser como fundamento do ser. FEUSP, 2005. Disponível em: <https://negrasoulblog.files.wordpress.com/2016/04/a-construc3a7c3a3o-do… > Acesso: 14/10/2020.
GELER, Lea. Andares negros, caminos blancos: afroporteños, Estado y Nación. Argentina a fines del siglo XIX. Rosario: Prohistoria Ediciones, TEIAA (Universidad de Barcelona), 2010.
GONZALEZ, Lélia. A categoria político-cultural de Amefricanidade. In: Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro, nº 92/93 (jan/jun) 1988.
GROSFOGUEL, Ramón. “A estrutura do conhecimento nas universidades ocidentalizadas: racismo/sexismo epistêmico e os quatro genocídios/epistemicídios do longo século XVI”. In: Revista e Sociedade e Estado- Volume 31, Número 1, Janeiro/ Abril 2016.
GROSFOGUEL, Rámon. Para descolonizar os estudos da economia política e os estudos pós-coloniais. Trasmodernidade, pensamento de fronteira e colonialidade global. in SANTOS, Boaventura S.; MENESS, Maria P. (org.). Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez, 2010.
GUERRA, Geinne Monteiro de Souza Guerra. Pacífico Negro Colombiano: territorialidades e os movimentos negros de 1980 a 1990. 73f. Trabalho de Graduação Individual (TGI)- FFLCH- Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: http://www.tcc.sc.usp.br/tce/disponiveis/8/8021104/tce-18022019-081013/… Acesso: 09/12/2021.
GUIMARÃES, Geny Ferreira. “Geo-grafias Negras e Geografias Negras”. In: Revista da ABPN, v. 12, n. Ed. Especial. Caderno Temático: “Geografias Negras”, abril de 2020, pp. 292-311. Disponível em: http://abpnrevista.org.br/revista/index.php/revistaabpn1/article/view/8…. Acesso em: julho de 2020.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano. Rio de Janeiro: Editora Cobogó, 2019.
MIGNOLO, Walter D. La idea de América Latina. La herida colonial y la opción decolonial. Trad. JAWERBAUM, Silvia; BARBA, Julieta. Barcelona: Editorail Gedisa, 2007.
MORAES, Amanda de Lima. Negras e negros na cidade de São Paulo: A igreja do Rosário como espaço de resistência. In: Estudios afrolatinoamericanos 4 : actas de las sextas jornadas del GEALA . p.357-367 - 1a ed . - Ciudad Autónoma de Buenos Aires : Ediciones del CCC Centro Cultural de la Cooperación Floreal Gorini, 2019. Disponível em: https://geala.files.wordpress.com/2019/09/estudios-afrolatinoamericanos…
NASCIMENTO, Elisa Larkin. Lutas Africanas no Mundo e nas Américas. A Matriz Africana no Mundo. Elisa Larkin Nascimento (org.). São Paulo: Selo Negro, 2008. Sankofa: Matrizes africanas da cultura brasileira. Disponível em: https://afrocentricidade.files.wordpress.com/2016/04/a-matriz-africana-… Acesso: 09/ 02/2021.
QUIJANO, Aníbal. “Colonialidade do poder, Eurocentrismo e América Latina”. In: A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: CLACSO, 2005. Disponível em: http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/clacso/sur-sur/20100624103322/12…. Acesso em: julho de 2020.
RATTS, Alex. Eu sou Atlântica. Sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento. São Paulo: Imprensa Oficial, 2006.
REIS, Marilise Luiza Martins dos. Vozes e políticas da diáspora na América Latina e Caribe: A Red de Mujeres Afrolatinoamericanas, Afrocaribeñas y de la Diáspora como movimento transnacionl afrodiaspórico. Florianópolis, 2012. Disponível em: <https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=159121748006&gt; Acesso: 25/01/2021.
ROLNIK, Raquel. Territórios negros nas cidades brasileiras. In:Revista de Estudos Afro-Asiáticos 17 – CEAA, Universidade Cândido Mendes, Rio de Janeiro, 1989.
SANTOS, Carlos José Ferreira dos. Nem tudo era italiano. São Paulo e Pobreza 1890-1915. São Paulo, Annablume, 1998.
SANTOS, Maria do Carmos Rebouças da Cruz Ferreira dos. “Lélia Gonzalez: a amefricanidade como contributo para a construção de uma nova epistemologia”. In: Revista Espaço Acadêmico, n. 225. nov/dez, 2020. Disponível em: http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/539…. Acesso em 22/01/2021.
SANTOS, Milton. “Sociedade e Espaço: a Formação Social como Teoria e como Método” In: Boletim Paulista de Geografia. São Paulo, n. 54, Junho, 1977.
SILVA, Beatriz Pereira. “Buenos Aires Negra, Negra Buenos Aires: uma contextualização acerca das geo-grafias negras da cidade (século XIX)”. In: Boletim Paulista de Geografia, n. 104: Edição Especial – Geografia e relações étnico-raciais. (pp. 121-141), São Paulo, 2020. Disponível em: https://www.agb.org.br/publicacoes/index.php/boletim-paulista/article/v…. Acesso em 09/02/2021.
TROUILLOT, Michel-Rolph. Silenciando o passado: poder e a produção da história. Curitiba: huya, 2016. 272p.

Programa

07/02- Aula 1- Breve panorama do amor na obra de Clarice e análise das crônicas “Uma revolta”, “Ao que leva o amor”, “Mas há vida” e “Amor”
09/02- Aula 2- Análise do conto "Os desastres de Sofia"
14/02- Aula 3- Análise do conto "O búfalo"
16/02- Aula 4- Análise do romance Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres

Bibliografia:

FITTIPALDI, Eliane Pereira. Trajetórias do feminino em narrativas de Clarice Lispector, Simone de Beauvoir & Agnès Varda. Hucitec Editora, 2021.
FRANCO JR., Arnaldo (2008). “Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres, de Clarice Lispector, romance moderno e romance de mocinha”. In: Signótica, vol. 18, no 1, pp. 1-16. Disponível em https://www.revistas.ufg.br/index.php/sig/article/view/3716 Acesso em 14 nov. 2022.
FREUD, Sigmund. Luto e melancolia. Trad. Marilene Carone. São Paulo: Cosac Naify, 2011.
HOMEM, M. L. Notas sobre o impossível: dizer e amor em Clarice Lispector. Insight, , v. 119, 01 jun. 2001.
LISPECTOR, Clarice. A legião estrangeira. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. p. 74-76.
________________. Todos os contos. Rio de Janeiro: Rocco, 2016.
________________. Todas as crônicas. Rio de Janeiro: Rocco, 2018.
________________. Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres. Rio de Janeiro: Rocco, 2009.
LACAN, Jacques.(1972-73) O Seminário, livro 20: Mais, ainda. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1985.
MAIA, Ana Martha W. (1999). As máscaras d’A Mulher: a feminilidade em Freud e Lacan. Rio de Janeiro : Rios Ambiciosos.
ROSENBAUM, Yudith. Metamorfoses do mal: uma leitura de Clarice Lispector. São Paulo: EDUSP, 2006.
__________________. “Na contramão da palavra: a escrita de Clarice”. In: Constelação Clarice. São Paulo: IMS, 2021.

Programa

Neste curso de língua galega continuar-se-á com a análise dos principais elementos constitutivos do sistema
linguístico galego: prosódia, morfologia, sintaxe, léxico e questões sociolinguísticas e culturais. Dado que o galego e
o português são muito inteligíveis, o aluno não encontrará dificuldades na aprendizagem da língua e por isso o
curso será ministrado integramente em língua galega. Como o nível é intermédio será necessário um conhecimento
prévio da língua. O curso faz referência às diferentes competências da língua:
- expressão oral: resolver situações e tarefas como intervenções simples de carácter social;
-compreensão escrita: compreensão, interpretação e identificação de informação e instruções simples relacionadas
com situações habituais e previsíveis encontradas em textos;
- compreensão oral: compreensão de expressões e vocabulário sobre temas de interesse pessoal.
- expressão escrita (expressar opiniões, sentimentos, desejos e preferencias; fazer sugestões, convites e dar
instruções mínimas, saudar, se apresentar, agradecer e pedir desculpas);
- dimensão intercultural e sociolinguística (serão abordados diferentes temas sobre a cultura galega como a
mitologia, as tradições, os símbolos, os principais autores, a relação Galícia-Brasil).
- dimensão metafórica: saber falar em modo simbólico e indireto mediante metáforas e metonímias.
O professor fornecerá ao aluno muitas ferramentas virtuais para que a aprendizagem possa se tornar autónoma e
para que o aluno use os recursos on-line para o estudo e a revisão dos conteúdos. Ao longo do curso será
entregado muito material procedente de revistas e jornais culturais galegos.
Os conteúdos gramaticais incluem: o grupo nominal, os pronomes, a colocação dos pronomes átonos, os acentos,
os principais tempos verbais (pretérito, imperfecto, condicional) e perífrases verbais.
As seguintes referências bibliográficas incluem os textos que o professor fará chegar aos alunos virtualmente. De
cada obra serão selecionados os fragmentos mais pertinentes e nunca a obra inteira.
Recursos didáticos
Livro de texto didático
Lingua e Literatura I, 2005, Rodeira-grupo edebé.
Chamorro, Margarita; da Silva, Ivonete; Núñez, Xaquín, 2008. Aula de Galego 4. Xunta de Galicia.
https://www.lingua.gal/celga-4/aula-de-galego/alumnado
Gramáticas e manuais de estilo
———— 2003. Normas ortográficas e morfolóxicas do idioma galego. Real Academia Galega.
Freixeiro Mato, Xosé Ramón. 2013. Estilística da lingua galega. Xerais.
López Viñas, Xoán; Lourenço Módia, Cilha; Moreda Leirado, Marisa. 2011. Gramática práctica da lingua galega.
Baía Edicións.
Livros de leitura
Prado, Tucho; Prado, Miguelanxo. 2007. O xabaril branco. Biblos Clube De Lectores
Tabuyo Romero, Domingo M. 1998. Balsaín blues. Espiral Maior.
Quadrinhos

Alves, Abel; Tolj, Esteban. 2018. A tumba de Breogán. Demo.
Prado, Miguelanxo. 2012. Ardalén. Norma Editorial.
Prado, Migueanxo. 2020. O pacto do letargo. Retranca Edicións.
Ensaios sobre cultura
Barreiro Fernandez, Xosé Ramón. 2007. Os símbolos de Galicia. Consello Cultura Galega.
Cuba, Xohán R.; Reigosa, Antonio; Miranda, Xosé. 2007. Dicionario dos seres míticos galegos. Xerais.
Mariño Paz, Ramón. 1998. Historia da lingua galega. Sotelo Blanco Edicións
Reigosa, Antonio. 2015. Galicia Encantada: O país das mil e unha fantasías. Xerais.