Programa

Aula 1: Letramento matemático como prática social e cognitiva.

Aula 2: Fundamentos da metodologia CRA: teoria e prática no ensino de matemática.

Aula 3: Key concepts e ensino por conceitos: o papel da abstração no raciocínio matemático.

Aula 4: A transição do 5º para o 6º ano: análise de documentos curriculares (BNCC e IB).

Aula 5: Linguística de corpus aplicada à análise de currículos de matemática.

Aula 6: Estratégias para o ensino bilíngue de matemática: desafios e potencialidades.

Aula 7: Planejamento de sequências didáticas no ciclo de transição.

Aula 8: Avaliação formativa e práticas reflexivas com base no CRA.

Bibliografia

Baker, C. (2011). Foundations of Bilingual Education and Bilingualism (5ª ed.). Multilingual Matters.
Brasil. (2017). Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Ministério da Educação.
Bruner, J. (1990). Acts of Meaning. Harvard University Press.
Dowker, A. (2005). Individual Differences in Arithmetic: Implications for Psychology, Neuroscience and Education. Psychology Press.
Gibbons, P. (2002). Scaffolding Language, Scaffolding Learning: Teaching Second Language Learners in the Mainstream Classroom. Heinemann.
Gravemeijer, K., & Doorman, M. (1999). Contextual Learning in Primary Mathematics: A Design Research Approach. IOWO State University Press.
Halliday, M. A. K., & Hasan, R. (1989). Language, Context and Text: Aspects of Language in a Social-semiotic Perspective. Oxford University Press.
Hiebert, J., & Grouws, D. A. (2007). The Teaching of Mathematics. In L. Corno (Ed.), Encyclopedia of Education (2ª ed.). Macmillan.
International Baccalaureate Organization (IBO). (2019). Mathematics: Applications and Interpretation Guide. IBO.
McEnery, T., & Hardie, A. (2005). Corpus Linguistics: Method, Theory and Practice. Cambridge University Press.
NCTM. (2000). Principles and Standards for School Mathematics. National Council of Teachers of Mathematics.
Sinclair, J. (1991). Corpus, Concordance, Collocation. Oxford University Press.
Skeemp, R. R. (1976). Relational Understanding and Instrumental Understanding. Mathematics Teaching, 77.
TAGNIN, S. E. O. (2004) Um corpus multilíngüe para ensino e tradução - COMET. TRADTERM, São Paulo, v. 10, p. 117-141.
Vygotsky, L. S. (2001). Pensamento e Linguagem. Martins Fontes.

Programa

Gêneros textuais acadêmicos: produção de textos orais e escritos em francês para participação no contexto universitário

 

Objetivos:

O curso tem por objetivos:

- desenvolver as habilidades para a produção de gêneros textuais da esfera acadêmica em francês como língua estrangeira por meio do contato efetivo com os gêneros mais frequentemente requisitados em contexto universitário, quer seja para graduandos ou pós-graduandos, tais como: resumo, resenha, plano de estudos, apresentação oral, artigo científico, entre outros.

- contribuir para o desenvolvimento da escrita e da comunicação acadêmica, por meio da aprendizagem do processo de redação de textos científicos, envolvendo: reflexão sobre o contexto no qual o texto será produzido, definição de objetivos e perguntas de pesquisa, processo de sumarização, inserção de subjetividade do autor e inserção de vozes dos autores lidos.

 

Programa

Este curso será ministrado em francês e terá como foco a produção nessa língua, sendo abordados alguns dos gêneros textuais (resumo, resenha, planos de estudos, apresentação oral e/ou artigo científico etc.) de maior circulação na esfera universitária. Serão também tratados aspectos gerais da escrita acadêmica, como a importância do contexto de produção para a produção textual, e a definição de objetivos e perguntas de pesquisa.

 

Público-alvo:

Graduandos, graduados, pós-graduandos e pós-graduados que desejam:

- desenvolver a escrita acadêmica em francês

- preparar-se para apresentar seu trabalho acadêmico ou pesquisa em francês

 

Pré-requisito:

- Nível 5 (completo) dos Cursos Extracurriculares de Francês

- DELF A2

- Teste de nível dos Cursos Extracurriculares de Francês – apto para nível 6

- Graduação em Francês – Francês 4 (completo)

 

 

BIBLIOGRAFIA GERAL
 

GARNIER, Sylvie; SAVAGE, Alan D. Rédiger un texte académique en français, Paris: Ophrys, 2011

MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvêa; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Resumo. São Paulo: Parábola, 2004. 

MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvêa; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Resenha. São Paulo: Parábola, 2004.

MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvêa; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola, 2005. 

MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvêa; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Trabalhos de pesquisa: diários de leitura para revisão bibliográfica. São Paulo: Parábola, 2007. 

MOTTA-ROTH, Désirée. Comunidade acadêmica internacional? Multicultural? Onde? Como? In Linguagem & Ensino, Vol. 5, No. 2, 2002, p.49-65. 

MOTTA-ROTH, Désirée.; HENDGES, Graciela H. Produção textual na universidade. São Paulo: Parábola Editorial, 2010.

PERROTTA, Claudia. Um texto para chamar de seu. São Paulo: Martins Fontes, 2004.

SANTOS-GUIMARÃES, Luiza. La rédaction universitaire: vers une formation en français langue seconde. Major Paper, University of Guelph, 2013.

SILVA, E. C., LOUSADA, E. G. O plano de estudos: um gênero textual acadêmico para pleitear intercâmbio. Horizontes. , v.32, p.73 - 87, 2014.

 

Programa

 
Aula 1
Profa. Me. Érika Bodstein Apresentação do programa; Conteúdo teórico;
Conferência virtual com Mabel Velloso;
 
Aula 2
Profa. Me. Érika Bodstein O processo de recolha de poemas para a antologia
Poesia Mabel (Intermeios, 2013);
 
Aula 3
Profa. Me. Érika Bodstein As paisagens santamarenses expressas nas obras de Caetano
e Mabel Vel(l)oso: estudo de caso I;
 
Aula 4
Profa. Me. Valéria Marchi.
 
Aula 5
Profa. Me. Érika Bodstein As paisagens santamarenses expressas nas obras de Caetano
e Mabel Vel(l)oso: estudo de caso II; Leitura de paper (trabalho a ser elaborado pelos alunos durante o curso)
 
Forma de Avaliação:
Apresentação oral e escrita de trabalho de conclusão (paper).
 
Bibliografia:
 
CANDIDO, Antonio. O estudo analítico do poema. 4.ed. São Paulo: Associação Editorial Humanitas, 2004 _____. Na sala de aula. Caderno de análise literária. São Paulo: Ática, 2007.
MOREIRA. R.C.C Histórias e histórias. Educação e relações de gênero na obra de Mabel Velloso. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2013. RIKLE, R. M. Cartas a um jovem poeta. Porto Alegre: L&PM, 2011.
VELOSO, Caetano. Letra Só/ Sobre as Letras. Organização de Eucanaã Ferraz. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
_____. O mundo não é chato. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. _____. Verdade Tropical. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
VELLOSO, Mabel. Arraia Azul. Salvador: Rio Gráfica, 1986. _____. Barrinho, o menino de barro. Salvador: Oiti, 2005.
_____. Bonequinhos de papel. Salvador: Oiti, 2005. _____. Caetano Veloso. Série Mestres da Música no Brasil. São Paulo: Moderna, 2002.
_____. Candeias, Milagres e Romarias. Salvador: Fundação Casa de Jorge Amado, 2000. _____. Cartas de Dor. Cartas de Alforria. Salvador: Oiti, 2005.
_____. Cavalinho de Pau. São Paulo: Paulinas, 1990. _____. Cem horas de Poesia. Salvador: Editora Multipress, 1991.
_____. Conversando com Nossa Senhora. Salvador: Oiti, 2011. _____. Donas. Salvador: EPP Publicações e Publicidade, 2003.
_____. Farol. Salvador: Caramurê Produções, 2019. _____. Gilberto Gil. Série Mestres da Música no Brasil. São Paulo: Moderna, 2002.
_____. Gritos d’Estampados. Ilustrações de Caetano Veloso. Salvador: Dimensão Gráfica e Editora, 1984.
_____. Inclusão. Uma carta. Salvador: NACPC, 2013. _____. Irmã Dulce. Coleção A luta de cada um. São Paulo: Callis, 2005.
_____. Janelas. Salvador: Empresa Gráfica da Bahia, 1990.
_____. Ladainha de Nossa Senhora de Santo Amaro. Ladainha de Nossa Senhora do Brasil. São Paulo: LeYa Casa da Palavra, 2016. _____. Medo do Escuro. São Paulo: Paulinas, 2007.
_____. Muito Prazer. Salvador: Editora Multipress, 1988. _____. Mulher nos Cantos e na Poesia. Salvador: Editora do autor, 1987.
_____. Mato Verde Magia. Organização de Luiz Ademir Souza. Salvador: Editora Contemp, 1981. _____. O Trenzinho Azul. São Paulo: Paulinas, 1992.
_____. O Sal é um Dom: receitas de Mãe Canô. Rio de Janeiro: Corrupio e Nova Fronteira, 2008. _____. O Sal é um Dom: receitas de Mãe Canô. São Paulo: LeYa Casa da Palavra, 2015.
_____. Pedras de Seixo. Salvador: Editora da Fundação Cultural do Estado da Bahia, 1980. _____. Pedras de Seixo. Edição comemorativa dos 20 anos. Salvador: Contexto Arte Editorial, 2000.
_____. Poemas de cor. Salvador: Editora do Autor, 1996. _____. Poemas Endereçados. Salvador: Revista Alfa e Gráfica Editora, 1987.
_____. Poemas Grisalhos. Salvador: Fundação Casa de Jorge Amado, 1997. _____. Poesia Mabel. Organização de Érika Bodstein e Valéria Marchi. Prefácio de Caetano Velloso. Coleção Selo Laranja Original. São Paulo, Intermeios, 2013. _____. Terno. Salvador: Editora BDA Bahias, 1995.
_____. Theodoro, uma viagem no ontem. Salvador: Caramurê Produções, 2015. _____. Trenzinho Azul. São Paulo: Paulinas, 1992.
_____. Trilhas. Santo Amaro: Editora Imprensa Oficial, 1985.

Programa

O curso terá quatro encontros de 2h horas cada, com dois blocos de exposição seguidos por meia hora para discussão. A comunicação com os alunos se dará principalmente através de uma sala do Google Classroom, onde serão também disponibilizados os links para as aulas, além de uma pasta com as leituras sugeridas e complementares.

Aula 1 (19/04/21, 17h)
- Sócrates entre “a vida sem investigação não vale a pena ser vivida” e ‘só sei que nada sei’
Na Apologia, o reconhecimento de sua própria ignorância não impede Sócrates de defender uma vida de auto investigação. Por que sua consciência dos limites do conhecimento humano não o dissuade de continuar perseguindo a verdade?
Leitura sugerida: A Apologia de Sócrates de Platão

Aula 2 (23/04/21, 17h)
- O mote platônico: “Encontre a sua verdade, que também é a verdade” A aposta de Platão nas “Ideias”: uma investigação que leve ao conhecimento sobre si mesmo é também uma investigação que leva ao conhecimento da verdade. Platão arrisca dizer, se não o que é o conhecimento, ao menos como ele é.
Leitura sugerida: o Grande Discurso do Fedro (244a-257b) de Platão.

Aula 3 (26/04/21, 17h)
- O método de descoberta da verdade Como se investiga a verdade? A posta de Platão: através de uma investigação da linguagem, algo que deve ser feito através do diálogo.
Leitura sugerida: o Crátilo de Platão

Aula 4 (30/04/21, 17h)
- O mote platônico como paradigma ético. Mesmo se não for possível encontrar a verdade, viver como se ela existisse, e à sua busca, representa a melhor vida possível.
Leitura sugerida: A República de Platão, em especial os livros 6 e 7.

Bibliografia básica
Estas são traduções confiáveis dos diálogos que vamos trabalhar mais diretamente. Há outras, qualquer dúvida, pode me mandar um e-mail.

Platão, Apologia de Sócrates. Tradução de Andre Malta. Rio de Janeiro: L&PM, 2013.
Platão, Crátilo: ou sobre a correção dos nomes. Tradução de Celso de Oliveira Vieira. Rio de Janeiro: Paulus, 2014.
Platão, Fedro. Tradução de Carlos Alberto Nunes. Belém: edufpa, várias edições. (nota: são excelentes, ainda que mais difíceis de obter online, as traduções de M.C.G. Reis, J. Ferreira e J.C. Souza)
Platão, República. Tradução de Maria Helena da Rocha Pereira. Lisboa: Calouste Goulbenkian, s.d. (também é recomendada a tradução de A.L. do A. Prado)

Bibliografia especializada
Annas, J. An Introduction to Plato’s Republic. Oxford: Clarendon, 1981.
Blackburn, S. On Truth. Oxford: Oxford University Press, 2018.
Brickhouse, T.C. e Smith, N.D. Routledge Philosophy GuideBook to Plato and the Trial of Socrates. Nova York: Routledge, 2004.
Gonzalez, F.J. (1998) Nonpropositional knowledge in Plato. Apeiron, Vol. 31 Issue 3.
Griswold, C. Self-Knowledge in Plato's Phaedrus. Pennsylvania: Penn State University Press, 1996.
Hestir, B.E. Plato on the Metaphysical Foundation of Meaning and Truth. Cambridge: Cambridge University Press, 2016.
Polanyi, M. Personal Knowledge. Chicago: University of Chicago Press, 2005.
Putnam, H. Meaning and the Moral Sciences. London: Routledge & Kegan Paul, 1978.
Sedley, D. Plato’s Cratylus. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
Szaif, J. “Plato and Aristotle on Truth and Falsehood”, in M. Glazenberg, The Oxford Handbook of Truth. Oxford: Oxford University Press, 2018.
Woolf, R. Truth as a value in Plato’s Republic. Phronesis vol. 54, no. 1 (2009), pp. 9-39.

Programa

Encontro 1 – Poemas da nação
• “Canção do Exílio” - Gonçalves Dias
• “O navio negreiro” - Castro Alves

Encontro 2 – O indianismo e a natureza
• “Leito de folhas verdes” - Gonçalves Dias
• “Qui Sum” - Sousândrade

Encontro 3 – Poemas do amor e da morte
• “Lembrança de morrer” - Álvares de Azevedo
• “Tristeza - Fagundes Varela

Encontro 4 – Poemas de riso
• “Namoro a cavalo” - Álvares de Azevedo
• “Orgia dos duendes” - Bernardo Guimarães

​​​​​​​Encontro 5 – O ser negro e o ser escravo
• “Álbum a meu amigo J. A. da Silva Sobral” - Luiz Gama
• “O africano e o poeta” - Narcisa Amália

Referências bibliográficas:

ALVES, Cilaine. O belo e o disforme: Álvares de Azevedo e a ironia romântica. São Paulo, SP: Edusp, 1998
_____ Intodução In: DIAS, Gonçalves. Cantos. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Antologia da poesia romântica brasileira. Pablo Simpson, Pedro Marques e Cristiane Escolastico Siniscalchi, orgs. São Paulo: Companhia Editora Nacional: Lazuli Editora, 2007.
BANDEIRA, Manuel. A versificação em Língua Portuguesa. In: AUGÉ, Paul. Encyclopédie larousse méthodique. [S. l.]: Delta S.A., 1960. p. 3239-3249.
CAMILO, Vagner. Riso entre pares: Poesia e humor românticos. São Paulo, SP: Edusp, 1997. p. 160-179.
CANDIDO, Antonio. Formação da Literatura Brasileira: Momentos Decisivos. 16. ed. Rio de Janeiro e São Paulo: Ouro Sobre azul | Fapesp, 2017.
_____ Navio negreiro. In Recortes. 3. ed. rev. Rio de Janeiro, RJ: Ouro sobre azul, 2004.
_____ Cavalgada ambígua. In: Na sala de aula: Caderno de análise literária. 8. ed. São Paulo, SP: Ática, 1986.
_____ O estudo analítico do poema. 5. ed. São Paulo, SP: Humanitas, 2006.
____ A poesia pantagruélica In O discurso e a cidade. 3ª ed. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2004.
CUCCAGNA, Claudio. A visão do ameríndio na obra de Sousândrade. Trad. Wilma Katinsky Barreto de Souza. São Paulo: Editora Hucitec, 2004.
DANTAS, Luiza; SIMPSON, Pablo. Introdução. In: ALVES, Castro. Espumas flutuantes e Os Escravos. 2. ed. São Paulo, SP: Martins Fontes, 2001.
FAEDRICH, Anna. Posfácio: A lírica de Narcisa Amália: diálogos, intempéries e esquecimento. In: AMÁLIA, Narcisa. Nebulosas. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Gradiva Editorial, 2017.
FERREIRA, Ligia Fonseca. Introdução In GAMA, Luiz. Primeiras trovas burlescas & outros poemas. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
_____ Luiz Gama por Luiz Gama: carta a Lúcio de Mendonça. Teresa, São Paulo, SP, p. 300-321, 2008.
FRANCHETTI, Paulo. O riso romântico. Notas sobre o cômico em Bernardo Guimarães e de seus contemporâneos. Remate de males, n. 7, Campinas, 1987, pp. 7-17.
_____“O triunfo do romantismo: Indianismo e estilização épica em Gonçalves Dias” In TEIXEIRA, Ivan (Org.). Épicos. São Paulo, SP: Edusp, 2008.
RAMOS, Péricles Eugênio da Silva (org). Poesia Romântica: Antologia. [S. l.]: Edições Melhoramentos, 1965.
ReVisão de Sousândrade. Augusto e Haroldo de Campos, orgs. 3ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2002.
Roteiro da poesia brasileira: Romantismo. Antonio Carlos Secchin, org. São Paulo: Editora Global, 2007.

Programa

O curso Introdução à filosofia prática de Kant será desenvolvido em seis passos, isto é, seis aulas, cujos títulos são:

1. Introdução à filosofia de Kant;
2. A terceira antinomia da Crítica da Razão Pura;
3. A primeira secção da Fundamentação da Metafísica dos Costumes;
4. A segunda secção da Fundamentação da Metafísica dos Costumes;
5. Prefácio e Introdução da Crítica da Razão Prática;
6. A exposição do princípio supremo da razão prática.

Bibliografia primária:

KANT, I. Crítica da razão prática. Trad. e notas por Monique Hulshof, Vozes, Bragança Paulista, 2016.
KANT, I. Crítica da razão pura. Trad. Fernando Costa Mattos, Vozes, Bragança Paulista, 2015.
KANT, I. Fundamentação da metafísica dos costumes. Tradução com introdução e notas por
Guido de Almeida, Discurso Editorial: Barcarolla, São Paulo, 2009.

Bibliografia secundária:

ALLISON, H. Kant’s theory of freedom. Cambridge University Press, New York, 1990.
BECK, L. A Commentary on Kant’s Critique of Practical Reason. Chicago & London: Phoenix Books: The University of Chicago Press, 1960.
BITTNER, R. Máximas. In: Studia Kantiana 5: 7-25, 2004.
PATON, H. J. The Categorical Imperative: A Study in Kant's Moral Philosophy. Hutchinson's University Library, 1946.

Programa

1. A literatura no primeiro terzo do século XX. Contexto político e social.
2. A Xeración Nós, a Xeración das Vangardas e tendencias.
3. Literatura no exilio. Contexto histórico, situación lingüística. A poesía: 1936-1975: A xeración do 36, a promoción
de enlace, xeración das Festas Minervais
4. Narrativa e teatro na posguerra
5. Narrativa e teatro a partir dos anos 60: Nova narrativa. Épica rural. Promoción dos premio de narrativa
6. Literatura actual. Galicia nos nosos días: contexto histórico, situación
lingüística.
Manuais teóricos:
Asociación Socio-Pedagóxica Galega (ed.) (1996). Historia da Literatura Galega 5 vols.. Vigo: A Nosa Terra
Bernárdez, Carlos L. et alii (2001). Literatura galega S. XX. Vigo: A Nosa Terra
Carballo Calero, Ricardo (1981). Historia da Literatura Galega Contemporánea. Vigo Xerais
Lingua e Literatura II (2005), A Coruña: Rodeira
Pena, Xosé Ramón (2019). Historia da Literatura IV. De 1936 a 1975. Vigo: Xerais
Rodríguez Sánchez, Francisco (1990). Literatura galega contemporánea. Problemas de método e interpretación .
Vilaboa: Ed. do Cumio
Vilavedra, Dolores (1999). Historia da Literatura Galega. Vigo: Galaxia

Programa

Aula 1: Introdução sobre a Biogeografia do Antropoceno e suas divisões. Biogeografia da Biofilia e Biogeografia dos Saberes
Aula 2: Biogeografia dos Translados, Biogeografia dos Impactos Antropogênicos
Aula 3: Biogeografia dos Sistemas Fitozootecnológicos, Biogeografia da Conservação
Aula 4: Biogeografia Urbana


Bibliografia:
ABRAÃO, M. B. et al. Ethnobotanical ground-truthing: indigenous knowledge, floristic inventories and satellite imagery in the upper Rio Negro, Brazil. Journal of Biogeography, v. 35, p.2237-2248, 2008. https://doi.org/10.1111/j.1365-2699.2008.01975.x
APPENZELLER, T. Global warming has made iconic Andean peak unrecognizable: Ecuador’s Chimborazo is being transformed by shrinking ice and greening slopes. Science News, 11 sep 2019. https://doi.org/10.1126/science.aaz4542
BENSAUDE-VINCENT, B. Rethinking time in response to the Anthropocene: From timescales to timescapes. The Anthropocene Review, v. 9, n. 2, p. 206-219, 2022. https://doi.org/10.1177/20530196211006888
BROWN, J. H.; LOMOLINO, M. V. Biogeografia. Ribeirão Preto: FUNPEC, 2006.
CAMARGO, J. C. G.; TROPPMAIR, H. A evolução da biogeografia no âmbito da ciência geográfica no brasil. GEOGRAFIA, v. 27, n. 3, p. 133-155. https://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/ageteo/article/…
CAPINHA, C. et al. The dispersal of alien species redefines biogeography in the Anthropocene. Science, v. 348, p.1248-1251, 2015. https://doi.org/10.1126/science.aaa8913
CARRUTHERS, J. The Anthropocene. South African Journal of Science, v. 115, n. 7-8, p. 1, 2019. https://dx.doi.org/10.17159/sajs.2019/6428
CARTER, J. Biogeographies: transcending anthropocentrism in the anthropocene. Geographical Research, v. 58, p. 416-421, 2020. https://doi.org/10.1111/1745-5871.12436
CHALLENDER, D. W. S. et al. Identifying species likely threatened by international trade on the IUCN Red List can inform CITES trade measures. Nature Ecology & Evolution, v. 7, n.6, Epub ahead of print, 2023. https://doi.org/10.1038/s41559-023-02115-8
COX, C. B.; MOORE, P. D.; LADLE, R. J. Biogeografia: uma abordagem ecológica e evolucionária. Rio de Janeiro: LTC, 2019.
CRUTZEN, P. Geology of mankind. Nature, v. 415, p. 23, 2002. https://doi.org/10.1038/415023a
DAVIS, J. et al. Anthropocene, Capitalocene, … Plantationocene?: a Manifesto for Ecological Justice in an Age of Global Crises. Geography Compass, v. 13, n. 5, p. 1-15, 2019. https://doi.org/10.1111/gec3.12438
DAVIS, R., OLDROYD, D. Inventing the present: historical roots of the anthropocene. Earth Sciences History, v. 30, n. 1, p. 63-84, 2011. https://doi.org/10.17704/eshi.30.1.p8327x7042g3q989
DORNELAS, M. et al. BioTIME: A database of biodiversity time series for the Anthropocene. Global Ecology and Biogeography., v. 27, p. 760-786, 2018. https://doi.org/10.1111/geb.12729
ELLIS, E. C. et al. Anthropogenic Biomes: 10,000 BCE to 2015 CE. Land, v. 9, n. 5, p. 129, 2020. https://doi.org/10.3390/land9050129
ELLIS, E. C. et al. Anthropogenic transformation of the biomes, 1700 to 2000. Global Ecology and Biogeography, v, 19, p. 589-606, 2010. https://doi.org/10.1111/j.1466-8238.2010.00540.x
ELLIS, E. C.; RAMANKUTTY, N. Putting people in the map: anthropogenic biomes of the world. Frontiers in Ecology and the Environment, v. 6, p. 439-447, 2008. https://doi.org/10.1890/070062
ELLIS. E. C. Evolution: Biodiversity in the Anthropocene. Current Biology, v, 29, n. 17, p. 831-833, 2019. https://doi.org/10.1016/j.cub.2019.07.073
FIGUEIRÓ, A. S. Biogeografia, historicidade e episteme: notas para a compreensão de uma natureza híbrida no antropoceno. Humboldt - Revista de Geografia Física e Meio Ambiente, v. 1, n. 2, p. 1-35, 2021. https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/humboldt/article/view/57367
FOURNIER, B. et al. The origin of urban communities: From the regional species pool to community assemblages in city. Journal of Biogeography, v. 47, p. 615-629, 2020. https://doi.org/10.1111/jbi.13772
FULLER D. Q. et al. Convergent evolution and parallelism in plant domestication revealed by an expanding archaeological record. Proceedings of the National Academy of Sciences, v. 111, n. 17, p. 6147-6152, 2014. https://doi.org/10.1073/pnas.1308937110
GIBBARD, P. et al. The Anthropocene as an Event, not an Epoch. Journal of Quaternary Science, v. 37, p. 395-399, 2022. https://doi.org/10.1002/jqs.3416
GONZÁLEZ-DEL-PLIEGO, P. et al. Vacant niches help predict invasion risk by birds. Journal of Biogeography, v. online 00, p. 1-11, 2023. https://doi.org/10.1111/jbi.14693
HAFF, P. Humans and technology in the Anthropocene: Six rules. The Anthropocene Review, v. 1, n. 2, p. 126-136, 2014. https://doi.org/10.1177/2053019614530575
HARAWAY, D. (2015). Anthropocene, Capitalocene, Plantationocene, Chthulucene: Making Kin. Environmental Humanities, 6(1), 159– 165. https://doi.org/10.1215/22011919-3615934
HÄUSLER, H. Did anthropogeology anticipate the idea of the Anthropocene? The Anthropocene Review, v. 5, p. 1, p. 69-86, 2018. https://doi.org/10.1177/2053019617742169
HESKETH, I. Disciplining the anthropocene. History and Theory, v. 61, p. 482-491, 2022. https://doi.org/10.1111/hith.12267
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Programa

Unidade 01. Configuração de mão/classificadores
Unidade 02. Tree
Unidade 03. Perspectivas
Unidade 04. Ritmos
Unidade 05. Metáforas
Unidade 06. Haiku
Unidade 07. Trabalhos
Unidade 08. Sarau

Referências bibliografias

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Programa

PROGRAMA:

Eixos temáticos:

1) Falar sobre os cuidados a saúde: a doação de órgãos, as dificuldades de um tratamento médico, os resultados de uma pesquisa médica, as descobertas científicas, as dificuldades de uma área de estudo e/ou pesquisa, as dificuldades profissionais, os assuntos polêmicos, as terapias alternativas
2) Falar sobre o corpo (físico e psicológico): as tendências estéticas, as desigualdades sociais, a linguagem e os gestos corporais, as obras de arte, o trabalho do artista
3) À decidir: escolha temática dos participantes do curso.


Comunicação: compreender e interpretar um artigo legal; analisar e interpretar trechos de uma obra literária (romance); fazer perguntas sobre a doação de orgãos; compreender e reformular as dificuldades de um tratamento médico, gravar um podcast à respeito de um tratamento médico; compreender e interpretar uma conferência; expor os resultados de uma pesquisa científica; explicitar uma descoberta científica; realizar uma miniconferência sobre uma descoberta científica; compreender e interpretar uma emissão de rádio; explicar a especificidade de um sistema de estudos; escrever um diário sobre as dificuldades profissionais; a escrita criativa; apresentar um sujeito polêmico; explicar o funcionamento de terapias alternativas; apresentar uma polêmica; compreender e interpretar uma reportagem televisiva; falar sobre uma tendência (moda, estética); denunciar uma desigualdade social; redigir um manifesto sobre uma desigualdade social; compreender e declamar a letra de uma música (le slam); interpretar os gestos e a linguagem corporais à partir de um vídeo; descrever e analisar uma obra de arte; compreender o trabalho de um(a) artista;

Vocabulário: o corpo humano; os órgãos; a doação de órgãos; a reprodução humana assistida (a inseminação artificial, fertilização in vitro); o relatório e os estudos médicos; o tratamento de câncer; a medicina alternativa; as dificuldades profissionais; a autoimagem; as redes sociais; as deficiências; as partes do corpo; as expressões idiomáticas ligadas ao corpo; as obras de arte

Gramática: adjetivos qualificativos para descrever; a argumentação; os conectivos argumentativos; as interdições e conselhos; as expressões idiomáticas do registro informal; a formulação de perguntas (verbos e expressões relativos às enquetes e questionários); exprimir uma opinião pessoal; os tempos verbais da narração; as estruturas gramaticais de uma reivindicação; a escrita inclusiva (l’écriture inclusive);

Elementos de fonética: a prosódia e o ritmo frasais;

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso, além de um eixo temático a ser escolhido pelos participantes.


BIBLIOGRAFIA GERAL :

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