Programa

Formato
4 aulas virtuais síncronas.

Cronograma
Aula 1
Apresentação da fase inicial de Orwell, os anos 1920-30
(Na Pior em Paris em Londres, Dias na Birmânia)
Temas: Desigualdade social, imperialismo

Aula 2
Escritos naturalistas e sociais, anos 1930
O Caminho para Wigan Pier, A Flor da Inglaterra, Lutando na Espanha
Temas: intelectuais e trabalhadores, alienação, revolução civil espanhola, socialismo

Aula 3
Escrita política como arte, anos 1940
Ensaios: Por que escrevo e Dentro da Baleia, Revolução dos Bichos, 1984
Temas: poder e instituições, linguagem e arte, privilégio e responsabilidade

Aula 4
Desmistificando Orwell - debate político entre a esquerda e a direita
Comentário sobre fortuna crítica, o legado orwelliano, equívocos e reflexões

Bibliografia

George Orwell
ORWELL, George. 1984. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
__________. A revolução dos bichos. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
__________. Lutando na Espanha, São Paulo: Editora Globo, 2006.
__________. A Flor da Inglaterra. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
__________. O Caminho para Wigan Pier. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
__________. Na Pior em Paris e Londres. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
__________. Dias na Birmânia. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
__________. Dentro da Baleia e outros ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
__________. Why I Write. London: Penguin Books – Great Ideas, 2004.
__________. Orwell and Politics. Londres: Penguim Books, 2001.
__________. George Orwell Diaries. Org. Peter Davison. New York: W.W. Norton & Company Inc., 2012.

Obras críticas sobre George Orwell


INGLE, Stephen. The Social and Political Thought of George Orwell. New York: Routhledge, 2006.
__________. George Orwell: a Political Life. Manchester: Manchester University Press, 1993.
SAUNDERS, Loraine. The Unsung Artistry of George Orwell. Burlinton: Ashgate Publishing Company, 2008.
MEYERS, Jeffrey. George Orwell, the Critical Heritage. Boston: Routhledge & Kegan Paul: 1995.
NEWSINGER, John. Orwell’s Politics. London: Macmilliam Press LTD, 1999.
PATAI, Daphne. The Orwell Mystique: A Study in Male Ideology. Amherst: University of Massachusetts, 1984.
RODDEN, John. The Cambridge Companion to George Orwell. Cambridge: University Press, 2007.
WILLIAMS, Raymond (ed). A Collection of Critical Essays. New Jersey: Prentice Hall, Inc. 1974.
________. George Orwell. New York: The Viking Press, 1971.
WOLOCH, Alex. Or Orwell – Writing and Democratic Socialism. Cambridge: Harvard University Press, 2016.

Obras teóricas


ADORNO, Theodor. Teoria estética. Lisboa: Edições 70 Ltda, 2011.
BENJAMIN, Walter. Obras Escolhidas Volume 1 - Magia e Técnica, Arte e Política. São Paulo: Editora Brasiliense, 1996.
__________. Capitalismo como religião. São Paulo: Boitempo Editorial, 2013.
BOURDIEU, Pierre. A Distinção – crítica social do julgamento. Porto Alegre: Editora Zouk, 2007.
__________. O Poder Simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1992.
CANDIDO, Antonio e outros. A personagem de Ficção. São Paulo: Perspectiva, 2007.
________. Literatura e Sociedade. Rio de Janeiro: Ouro sobre azul, 2008.
________. “O direito à literatura”. In: Vários Escritos. Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul, 2004.
________. Textos de Intervenção. São Paulo: Editora 34, 2002.
CHOMSKY, Noam. The Responsibility of Intellectuals. New York: The New Press, 2017.
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura, uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
________. How to Read Literature. Londres: Yale University Press, 2013.
________. Ideologia. São Paulo: Boitempo Editorial, 1991.
________. A Ideologia da Estética. Rio de Janeiro: Zahar, 1993.
________. Marx Estava Certo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2012.
________. Marxismo e Crítica Literária. São Paulo: Ed Unesp, 2011.
________. The English Novel, an Introduction. Oxford: Blackwell Publishing, 2005.
ENGELS, Friedrich. A Situação da Classe Trabalhadora na Inglaterra. São Paulo: Boitempo Editorial, 2010.
GRAMSCI, Antonio. Cadernos do Cárcere – Volume 2 Os intelectuais, O princípio educativo, Jornalismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.
HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos, o Breve Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
________. Como Mudar o Mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.
________. Mundos do trabalho: novos estudos sobre a história operária. São Paulo: Paz e Terra, 2015.
JAMESON, Fredric. Marxismo e Forma – Teorias Dialéticas da Literatura do Século XX. São Paulo: Hucitec, 1985.
________. O Inconsciente Político: A Narrativa Como Ato Socialmente Simbólico. São Paulo: Ática, 1992.
________. The Antinonimes of Realism. London: Verso, 2013.
LENIN, Vladmir Ilitch. O Estado e a Revolução. Campinas: Navegando Publicações, 2011.
__________. Que Fazer? A Organização Como Sujeito Político. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
LUKÁCS, Georg. Realism in our time: literature and class struggle. New York: Harper & Row, 1972.
________. História e consciência de classe – estudos sobre a dialética marxista. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
________. A teoria do romance: um ensaio histórico-filosófico sobre as formas da grande épica. São Paulo: Duas Cidades, Ed. 34, 2000.
________. Marxismo e teoria da literatura. São Paulo: Expressão Popular, 2010.
LUXEMBURGO, Rosa. Reforma ou revolução? São Paulo: Flama, 1975.
MARX, Karl & ENGELS, Friedrich. O capital: Crítica da Economia Política. Apresentação de Jacob Gorender. São Paulo: Abril Cultural, 1983.
________. Manifesto Comunista. São Paulo: Boitempo Editorial, 2010.
MARX, Karl. O 18 De Brumário de Luís Bonaparte. São Paulo: Boitempo, 2011.
________. A Ideologia Alemã. São Paulo: Boitempo, 2007.
________. A Origem do Capital – A Acumulação Primitiva. São Paulo: Centauro Editora, 2004.
________. A Miséria da Filosofia. São Paulo: Global, 1985.
________. Crítica do Programa de Gotha. São Paulo: Boitempo, 2012.
________. Contribuição à crítica da economia política. São Paulo: Expressão Popular, 2008.
________. Manuscritos Econômico-Filosóficos. São Paulo: Boitempo, 2010.
________. Sobre literatura e arte. São Paulo: Global, 1980.
________. Teorias da Mais Valia – História Crítica do Pensamento Econômico. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1980.
WILLIAMS, Raymond. Culture and Society. London: Chatto and Windus, 1958.
________. Cultura e Materialismo. São Paulo: Editora Unesp, 2005.
________. A Política e As Letras. São Paulo: Editora Unesp, 2013.
________. Marxism and Literature. Oxford: Oxford University Press, 1977.
________. O Campo e a cidade na história e na literatura. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
________. Palavras Chave. São Paulo: Boitempo Editorial, 2007.

Programa

Introducció: història de la llengua catalana des dels orígens.
Els conceptes de llengua i dialecte.
El nom de la llengua. El cas del valencià.
El domini lingüístic actual de la llengua catalana. Oficialitat.
Els dos grans blocs dialectals del català (oriental i occidental) i els dialectes que els componen.
Selecció de cançons de grups de música i cantautors de cada dialecte.
Treball d’identificació dels trets dialectals exposats (lèxics, morfosintàctics, fonètics…) a partir de l’escolta activa i l’anàlisi de les cançons seleccionades.
Difusió dels canals per poder accedir a la recerca de grups de música i cantautors en llengua catalana de tot el domini lingüístic.

REFERÈNCIES BIBLIOGRÀFIQUES

bibiloni, g. Llengua estàndard i variació lingüística. València, 1997.
Institut d'Estudis Catalans. Secció Filològica. Proposta per a un estàndard oral de la llengua catalana, I. Fonètica. Barcelona: Institut d'Estudis Catalans, 1990 [1999].
Institut d'Estudis Catalans. Secció Filològica. Proposta per a un estàndard oral de la llengua catalana, II. Morfologia. Barcelona: Institut d'Estudis Catalans, 1992 [1999].
Institut d'Estudis Catalans. Secció Filològica. Gramàtica de la llengua catalana. Barcelona: Institut d'Estudis Catalans, 2016.
moll, f. de b. Llengua o dialecte? Català o mallorquí? Palma, 1978.
mollà, t. / palanca, c. Curs de sociolingüística 1. València, 1987.
polanco, l. “Llengua i dialecte: una aplicació dialectomètrica a la llengua catalana”. Miscel·lània Sanchis Guarner. València, 1984.
veny, j. Els parlars catalans. Síntesi de dialectologia catalana. Palma: Editorial Moll, 1982.
veny, j; massanell, m. Dialectologia catalana. Aproximació pràctica als parlars catalans. Barcelona: Edicions de la Universitat de Barcelona, 2015.


Atles lingüístic del domini català. Veny- Pons i Griera. https://aldc.espais.iec.cat/
Diccionari català-valencià-balear. Alcover-Moll. https://dcvb.iec.cat/
Els sons del català. Universitat de Barcelona. http://www.ub.edu/sonscatala/ca/presentacio
Enderrock. La música de la teva generació. https://www.enderrock.cat/
Viasona. Tota la música en català. https://www.viasona.cat/

Programa

Aula 1: Founding Mothers: Lucy Terry e Phillis Wheatley


Aula 2: A dor dos outros também é minha? A poesia de hoje sobre seu passado escravizado

Bibliografia:
CAPITEIN, J. E. Joannes. The Agony of Asar. A Thesis on Slavery by the Former Slave, Jacobus Elisa Johannes Capitein, 1717–1747. Princeton: Markus Wiener, 2001.
 
CARRETTA, Vincent. Phillis Wheatley (p. 117). University of GeorgiaPress. Kindle Edition.
 
FANON, F. Black Skin, White Masks. London, Pluto Press, 1986.
 
GATES, Henry Louis. WILLIAM, Andrews. Slave Narratives. PenguinPutnam, Nova York, 2000.
 
HAMMON, Jupiter. ROYSTER, Paul (editor). An Address to the Negroes in the State of New-York (1787. Electronic Texts in American Studies. 12.Disponível em <https://digitalcommons.unl.edu/etas/12 > Acesso em 25 de julho de 2020.


JEFFERS, Honorée Fanonne. The age of Phillis. Middletown: Wesleyan University Press, 2020. Kindle Edition.
 
KENDI, Ibram X. Stamped from the Beginning: The Definitive History of Racist Ideas in America. Nova York: Nation Books, 2017.
 
LEVERNIER, James A. Style as Protest in the Poetry of PhillisWheatley. Style, vol. 27, no. 2, 1993, pp. 172–193. JSTOR, www.jstor.org/stable/42946037. Acesso em 10 de julho de 2020.
 
LOVING, M. Subversion in Phillis Wheatley’s Signature Poem: “On being brought from AFRICA to AMERICA”. Springer Science+Business Media, Nova York, 2015.
 
SHOHAT, Ella; STAM, Robert. Crítica da imagem eurocêntrica. Tradutor: Marcos Soares. São Paulo: Cosac Naify, 2006.
 
SPIVAK, G. Pode o subalterno falar? Trad. Sandra R. Almeida, Marcos Feitosa, André P. Feitosa. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014.


WHEATLEY, Phillis. On being brought from AFRICA to AMERICA. Disponível em <  https://digital.library.sc.edu/blogs/rbsc/category/phillis-wheatley/ > Acesso em 15 de julho de 2020.

Programa

AULA 01 (02/08, quarta-feira, 19h30 – 22h30) – A classe trabalhadora de mulheres nos EUA e a criação dos Women’s em
1920
Sugestões de leitura:
CRENSHAW, Kimberlé. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero.
Estudos Feministas, [s. l], v. 10, n. 1, p. 171-188, 01 jan. 2002. Disponível em:
https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/S0104-026X2002000… . Acesso em: 28 maio 2023.
UNITED STATES CONGRESS. An Act To establish in the Department of Labor a bureau to be known as the Women’s
Bureau, jun. 5, 1920. Disponível em: < https://fraser.stlouisfed.org/title/5564 >. Acesso em: 20 dez. 2020. *
FRACCARO, Glaucia Cristina Candian. O trabalho feminino sob o olhar estrangeiro: relatório de Mary M. Cannon ao
Departamento do Trabalho dos Estados Unidos, 1943. Mundos do Trabalho, Florianópolis, v. 2, n. 4, p. 336-352, 01 jan. 2010.
Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/mundosdotrabalho/article/view/1984… . Acesso em: 4 nov.
2022.
*será disponibilizada uma tradução própria do documento

AULA 02 (08/10, terça-feira, 19h30 – 22h30) – Desconstruindo Rosie the Riveter: trabalhadoras durante a Segunda Guerra
Mundial
Sugestão de leitura:
FONSECA, Renan Reis. “Você será mobilizada(o)!”: gênero e trabalho na Segunda Guerra Mundial – Estados Unidos e Brasil.
Antíteses, Londrina, v. 12, n. 24, p. 517-542, 23 dez. 2019. Disponível em:
https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/antiteses/article/view/38010 . Acesso em: 28 maio 2023.

AULA 03 (10/08, quinta-feira, 19h30 – 22h30) – Perfil e perspectivas futuras da força de trabalho feminina no pós-guerra
FONTES HISTÓRICAS (PRINCIPAL)
UNITED STATES CONGRESS. An Act To establish in the Department of Labor a bureau to be known as the Women’s
Bureau, jun. 5, 1920. Disponível em: https://fraser.stlouisfed.org/title/5564 . Acesso em: 20 dez. 2020.
WOMEN’S BUREAU, United States Department of Labor. Women workers in ten war production areas and their postwar
employment plans, n. 209. Washington: U. S. Government Printing Office, 1946. Disponível em:
https://fraser.stlouisfed.org/title/5480 . Acesso em: 07 set. 2019.
WOMEN’S BUREAU, United States Department of Labor. 1952 Handbook of facts on women workers, n. 242. Washington: U.
S. Government Printing Office, 1952. Disponível em: https://fraser.stlouisfed.org/title/5560/item/539710 . Acesso em: 14 set. 2019.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


ABRAMO, Lais Wendel. A inserção da mulher no mercado de trabalho: uma força de trabalho secundária? 2007. 328 f. Tese
(Doutorado) - Curso de Sociologia, Departamento de Sociologia, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da
Universidade de São Paulo, São Paulo, 2007. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8132/tde-23102007-
141151/pt-br.php . Acesso em: 28 mai. 2023.
DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2016. Publicado originalmente em 1981.
FERNANDES, Luiz Estevam; MORAIS, Marcus Vinícius de. Os EUA no século XIX: os tempos modernos e os magnatas da
indústria. In: KARNAL, Leandro; FERNANDES, Luiz Estevam; MORAIS, Marcus Vinícius de; PURDY, Sean. História dos
Estados Unidos: das origens ao século XXI. São Paulo: Contexto, 2007. p. 151-160.
FONSECA, Renan Reis. O transnacional e o local nas revistas Reader's Digest e Seleções: relações de gênero nos Estados
Unidos e no Brasil (1939-1971). 2018. 275 f. Tese (Doutorado) - Curso de História Social, Departamento de História, Faculdade de
Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2019. Disponível em:
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-30072019-164459/pt-br… . Acesso em: 28 mai. 2023.
FONSECA, Renan Reis. “Você será mobilizada(o)!”: gênero e trabalho na segunda guerra mundial - Estados Unidos e Brasil.
Antíteses, [s. l], v. 12, n. 24, p. 517-542, 23 dez. 2019. Disponível em:
https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/antiteses/article/view/38010 . Acesso em: 28 maio 2023.
FRACCARO, Glaucia Cristina Candian. Os direitos das mulheres – Organização social e legislação trabalhista no entreguerras
brasileiro (1917-1937). 2016. 198 f. Tese (Doutorado) – Curso de História Social, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da
Universidade Estadual de Campinas (IFCH-UNICAMP), Campinas, 2016. Disponível em: https://www.ifch.unicamp.br/ifch/direitos-
mulheres-organizacao-social-legislacao-trabalhista-entreguerras-brasileiro-1917-1937-0 . Acesso em: 28 mai. 2023.
GUIMARÃES, Nadya Araujo (org.). Entrevista com Patricia Hill Collins. Tempo Social, [s. l], v. 33, n. 1, p. 287-322, jan-abr. 2021.
Disponível em: https://www.scielo.br/j/ts/a/dT97sQMW5MCHWL9y3n3wNgc/ . Acesso em: 28 maio 2023.
hooks, bell. Racismo e feminismo: a questão da responsabilidade. In: hooks, bell. E eu não sou uma mulher?: mulheres negras e
feminismo. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2019. Cap. 4. Publicado originalmente 1981.
hooks, bell. Repensando a natureza do trabalho. In: HOOKS, Bell. Teoria feminista: da margem ao centro. São Paulo:
Perspectiva, 2019. Cap. 7. Publicado originalmente em 1984.
PURDY, Sean. O século americano. In: KARNAL, Leandro; FERNANDES, Luiz Estevam; MORAIS, Marcus Vinícius de; PURDY,
Sean. História dos Estados Unidos: das origens ao século XXI. São Paulo: Contexto, 2007. p. 173-275.
INDICAÇÕES DE REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ESPECÍFICAS (COMPLEMENTAR)
COBBLE, Dorothy Sue. The other women’s movement: workplace justice and social rights in modern America. Nova Jersey:
Princeton University Press, 2004.
HARTMANN, Susan M. The home front and beyond: american women in the 1940s. Boston: Twayne Publishers, 1982.
HENDRICKSON, Mark. Gender research as labor activism: the Women's Bureau in the New Era. The Journal of Policy History,
Pensilvânia, v. 20, n. 4, p. 482-515, out. 2008.
HONEY, Maureen. Creating rosie the riveter: class, gender, and propaganda during World War II. Amherst: University Of
Massachusetts Press, 1984.
JONES, Jacqueline. Labor of love, labor of sorrow: black women, work, and the family, from slavery to the present. 2. ed. New
York: Basic Books, 2010. Publicado originalmente em 1985.
KESSLER-HARRIS, Alice. In Pursuit of equity: women, men, and the quest for economic citizenship in 20th-century America.
New York: Oxford University Press, 2001.
LAUGHLIN, Kathleen Anne. Backstage activism: the policy initiatives of the Women’s Bureau of the U.S. Department of Labor in
the Postwar Era, 1945-1970. 1993. 260 f. Tese (Doutorado) – Curso de Filosofia, Ohio State University, Ohio, 1993. Disponível
em: https://etd.ohiolink.edu/apexprod/rws_olink/r/1501/10?clear=10&p10_acce… . Acesso em: 28
mai. 2023.
MCGUIRE, John Thomas. Gender and the personal shaping of public administration in the United States: Mary Anderson and the
Women’s Bureau, 1920-1930. Public Administration Review, New Jersey, v. 72, n. 2, p. 265-271, mar./abr. 2012.

Programa

1- Dramaturgia e encenação: conceitos envolvidos e implicações de pesquisa. Configurações e transformações históricas da forma dramatúrgica e do espaço.
2- Abordagens histórico-críticas: indicações comentadas de leitura.
3- Técnicas interpretativas desenvolvidas na especificidade do teatro estadunidense e sua ressonância no Brasil
4- Repertório dramatúrgico: exemplos comentados.
5- Pesquisas realizadas e seus desdobramentos.

Referências bibliográficas atualizadas (ordem alfabética do sobrenome dos autores)

ALBEE, Edward. Quem tem medo de Virginia Woolf? Tradução Nice Rissone. São Paulo: Abril Cultural, 1977.

BETTI, Maria Sílvia. Dramaturgia Comparada Estados Unidos - Brasil: três estudos. São Bernardo do Campo (SP): Cia. Fagulha, 2017.

COSTA, Iná Camargo. Panorama do rio vermelho: ensaios sobre o teatro americano moderno. São Paulo: Nankin Editorial, 2001.

GASSNER, John. Rumos do teatro moderno. Tradução de Luzia Machado da Costa. Rio de Janeiro: Editora Lidador, 1965.

MILLER, Arthur. A morte do caixeiro viajante e outras quatro peças. Tradução José Rubens Siqueira. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

O’NEILL, Eugene. Longa jornada noite adentro. São Paulo: Peixoto Neto, 2004.

RICE, Elmer. Teatro vivo. Tradução de Zora Seljan. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1959.

SHEPARD, Sam. Quatro peças. (La turista / tradução de Marcos Renaux e Otavio Frias Filho. Angel city / tradução de Marcos Renaux e Otavio Frias Filho. Oeste verdadeiro / tradução de Marcos Renaux e Marilene Felinto. Mente mentira / tradução de Marcos Renaux e Marilene Felinto.) São Paulo: Paz e Terra, 1994.

STRASBERG, Lee. Um sonho de paixão: o desenvolvimento do método. Texto original editorado por Evangeline Morphos; tradução Anna Zelma Campos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1990.

WILDER, Thornton. Nossa cidade. Tradução Elsie Lessa. São Paulo: Abril Cultural, 1976.

WILLIAMS, Tennessee. O Zoológico de vidro; De repente no último verão; Doce pássaro da juventude. Tradução: Grupo Tapa e Clara Carvalho. São Paulo: É Realizações, 2014.

Programa

Aula 1 (20 de outubro):
- Fals Borda: biografia fundamental - Julio César Suzuki
- Fals Borda e o campesinato - Bernardo Mançano Fernandes
- Fals Borda e sua importância na Psicologia Latino-Americana - Marilene Proença Rebello. Ementa: Vida e obra de Orlando Fals Borda. Questão agrária colombiana. Campesinato colombiano. Agricultura camponesa. Psicologia latino-americana.

Aula 2 (21 de outubro):
- Os aportes de Fals Borda ao pensamento crítico latino-americano - Nicolás Herrera
- Antecedentes e emergência da Investigação-Ação Participativa - Alfonso Torres. Ementa: Pensamento crítico latino-americano. Contexto histórico latino-americano do século XX. Investigação-ação participativa. Pesquisa-participante.

Aula 3  (22 de outubro):
- Viajando pelo pensamento de Fals Borda - Nohra León
- Fals Borda em 2025: vigência e atualidade - Breno Bringel. Ementa: Investigação-ação participante. Subversão. Compromisso-ação.

Aula 4 (23 de outubro):
- Fals Borda: intersecções entre investigação participativa e Educação Popular - Fernanda do Santos Paulo
- Investigar transformando: Fals Borda e a atualidade da Investigação-Ação Participativa - Luz Angela Rojas. Ementa: Educação popular. Diálogos entre Orlando Fals Borda, Paulo Freire e Carlos Rodrigues Brandão. Pesquisa participante. Investigação-ação participativa.
 

Bibliografia básica do curso:
● FALS BORDA, Orlando. Una sociología sentipensante para América Latina: antología essencial. Edição: Daniel Guillermo López. Bogotá: CLACSO: Siglo del Hombre
Editores: Universidad Nacional de Colombia, 2017. (Coleção Pensamiento Crítico Latino-americano)
● FALS BORDA, Orlando. La insurgencia de las masas en Colombia: antología essencial. Edição: Daniel Guillermo López. Bogotá: CLACSO: Siglo del Hombre Editores: Universidad Nacional de Colombia, 2017. (Coleção Pensamiento Crítico Latino- americano)
● FALS BORDA, Orlando. La violencia en Colombia: la trayectoria de la Guerra Civil en el siglo XIX: antología essencial. Edição: Daniel Guillermo López. Bogotá: CLACSO:
Siglo del Hombre Editores: Universidad Nacional de Colombia, 2017. (Coleção Pensamiento Crítico Latino-americano)
● FALS BORDA, Orlando. El problema de la tierra en Colombia y el desarrollo del capitalismo: antología essencial. Edição: Daniel Guillermo López. Bogotá: CLACSO: Siglo del Hombre Editores: Universidad Nacional de Colombia, 2017. (Coleção
Pensamiento Crítico Latino-americano)
● FALS BORDA, Orlando. El poder de las regiones y la lucha popular en Colombia: antología essencial. Edição: Daniel Guillermo López. Bogotá: CLACSO: Siglo del Hombre Editores: Universidad Nacional de Colombia, 2017. (Coleção Pensamiento Crítico Latino-americano)
● FALS BORDA, Orlando. Historia de la cuestión agraria en Colombia y la lucha de clases: antología essencial. Edição: Daniel Guillermo López. Bogotá: CLACSO: Siglo del Hombre Editores: Universidad Nacional de Colombia, 2017. (Coleção Pensamiento Crítico Latino-americano)
● FALS BORDA, Orlando. El legado de la IAP: antología essencial. Edição: Daniel Guillermo López. Bogotá: CLACSO: Siglo del Hombre Editores: Universidad Nacional de Colombia, 2017. (Coleção Pensamiento Crítico Latino-americano)

Programa

Aula 1: Apresentação da disciplina. Noções de ensaio. Guia de perplexos: A reflexão como criação, a reflexão como experiência
Leituras: T.W. Adorno, “O ensaio como forma” (em Notas de literatura); Calasso: “A sereia Adorno” (em Os 49 degraus); Borges, “Nova refutação do tempo”; Eliot Weinberger, “Tigres” (em Algo elemental); Octavio Armand, “Laberinto y ágora” (em El pez volador).
 
Aula 2: Escrever o mundo: viagens à volta da esquina; viagens ao fim do mundo; viagens no tempo
Leitura: Virgina Woolf, “Maré de Oxford Street” (em Cenas londrinas); Clarice Lispector, “Brasília” (em A descoberta do mundo); Robert Macfarlane, “Limestone” (em The old ways); V.S. Naipaul, “Trinidad” (em The Middle Passage); Pierre Bergounioux, Um quarto em Holanda.
 
Aula 3: Elogio da conversação: observação, critica, biografismos
Leituras: Janet Malcolm, “Forty-one false starts” (em Forty-one false starts); Walter Benjamin, “Elogio da boneca” (em Reflexões sobre a criança, o brinquedo e a educação); Massimo Cacciari, “Andrey Rublev” (em Três ícones); Guillermo Cabrera Infante, “Lorcahace llover en La Habana” (em Mea Cuba); Antonio José Ponte, 2 ensaios.
 
Aula 4: Vida examinada: o ensaio como espelho; a intimidade refletida; a subjetividade ensaiada
Leitura: Cynthia Ozick, “Metaphor & Memory” (em Metaphor & Memory); Victoria de Stefano, La insubordinación de los márgenes (trechos); Juliano Garcia Pessanha, “Certeza do agora” (em Testemunho transiente); Armando Rojas Guardia, El calidoscopio de Hermes (trechos); Peter Handke, Ensayo sobre el cansancio.
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
 
ADORNO, T.W. “O ensaio como forma”. In: Notas de literatura I. Trad. Jorge de Almeida. São
Paulo: Editora 34, 2003.
__________________Minima moralia. Trad. Artur Morão. Rio de Janeiro: Azougue, 2008.
BENJAMIN, Walter. “Elogio da boneca”. In: Reflexões sobre a criança, o brinquedo e a educação.
Trad. Marcus Vinicius Mazzari. São Paulo: Editora 34, 2002.
_______________________ Rua de mão única/ Infância berlinense: 1900. Trad. Joao Barrento. São
Paulo: Autentica, 2013.
BORGES, Jorge Luis Borges. “Nova refutação do tempo”. In: Outras inquisições. Trad. Davi
Arrigucci Jr. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
CABRERA INFANTE, Guillermo. “Lorca hace llover en La Habana”. In: Infantería. México: FCE,
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CACCIARI, Massimo. Três Ícones. Veneza: Ayiné, 2016.
CALASSO, Roberto. Os 49 degraus. Trad. Nilson Moulin. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
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LISPECTOR, Clarice. “Brasília”. In: A descoberta do mundo. São Paulo: Rocco, 1999.
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Serrote. Org. Paulo Roberto Pires. Rio: Instituto Moreira Salles, 2018.
WEINBERGER, Eliot Weinberger. “Tigres”. In: Algo elemental. Trad. Aurelio Major. Barcelona:
Atalanta, 2007.
WOOLF, Virginia. Cenas londrinas. Trad. Myriam Campello. São Paulo: José Olympio, 2017.
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
 
AGAMBEN, Giorgio. A potência do pensamento. Trad. António Guerreiro. São Paulo: Auténtica,
2015.
BARTHES, Roland. Incidentes. Trad. Mário Laranjeira. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
_____________________Fragmentos de um discurso amoroso. Trad. Valéria Martínez de Aguiar. São
Paulo: Martins Fontes, 2003.
_____________________Roland Barthers por Roland Barthes. Trad. Leyla Perrone-Moisés. São Paulo:
Estacão Liberdade, 2003.
_____________________”Salir del cine”. In: Lo obvio y lo obtuso. Trad. C. Fernández Medrano. Madri:
Paidós, 1982.
_____________________Diário de luto. Trad. L. Perrone-Moisés. São Paulo: Martins Fontes, 2011.
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CATELLI, Nora. En la era de la intimidad. Seguido de El espacio autobiográfico. Rosario: Beatriz
Viterbo, 2006.
DERRIDA, Jacques. Le monolinguisme de l'autre, ou, La prothèse d'origine. Paris: Galilée, 1996.
______________________ Essa estranha instituição chamada literatura. Trad. M. Dias Esqueda. Belo
Horizonte: Ed. UFMG, 2014.
DIDI-HUBERMAN, Georges. Cascas. Trad. André Telles. São Paulo: Editora 34, 2017.
_______________________________ Survivance des lucioles. Paris: Minuit, 2009.
EAGLETON, Terry. A funcão da crítica. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
FERREIRA, Evandro: Nunca houve tanto fim como agora. Rio de Janeiro: Record, 2017.
GENETTE, Gerard. “L’utopie littéraire”. In: Figures I. Paris: Seuil, 1966.
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de ficcão, do ensaísmo e da crítica literária. São Paulo: A Girafa, 2005.
LE BRETON, David. Eloge de la marche. Paris : Métaillé, 2000.
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MONTAIGNE, Michel de. “Du repentir”. In : Essais III. Paris : Gallimard, 2009.
MONTALBETTI, Christine. Le voyage, le monde et la bibliothéque. Paris : PUF, 1997.
PALACIOS, María Fernanda. Sabor y saber de la lengua. Caracas : Otero Ediciones, 2004.
PERRONE-MOISÉS, Leyla. “Os críticos-escritores”. In: Texto, crítica, escritura. São Paulo: Ática,
1978.
PITOL, Sergio. El arte de la fuga. Barcelona: Anagrama, 2006.
PONTE, Antonio José. Un seguidor de Montaigne mira La Habana/Las comidas profundas. Madri:
Verbum, 2001.
QUIGNARD, Pascal. La Leçon de musique. Paris : Gallimard, 2002.
RANCIÈRE, Jacques. A partilha do sensível: estética e política. Trad. Monica Costa Neto. São
Paulo: Editora 34, 2005.
ROSA, Nicolás. El arte del olvido (sobre la autobiografía). Buenos Aires: Punto Sur, 1990.
ROSSI, Alejandro. Manual del distraído. México: Fondo de Cultura Económica, 1987.
RIBEYRO, Julio Ramón. Prosas apátridas. Barcelona: Seix Barral, 2007.
SAVATER, Fernando. Diccionario filosófico. Madri: Ariel, 2007.
SONTAG, Susan. Questão de Ênfase. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
___________________A doença como metáfora/Aids e suas metáforas. Trad. Rubens Figuereido. São
Paulo: Companhia das Letras, 2007.
SUCRE, Guillermo. “Paz: la vivacidad, la transparencia”. In. La máscara, la transparencia. México:
FCE, 2001.
STEINER, George. “O leitor incomum”. In: Nenhuma Paixão Desperdiçada. Rio: Record, 2001.
TSVETAIEVA, Marina. Vivendo sob o fogo. Trad. Aurora Fornoni Bernardini. São Paulo: Martins
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VILA-MATAS, Enrique. Dietario voluble. Barcelona: Anagrama, 2008.
WEINBERG, Liliana. Situación del ensayo. México: Universidad Nacional Autónoma de México,
2006.
ZAMBRANO, María. Algunos lugares de la poesía. Madri: Trotta, 2007.

 

Programa

1. Quinta-feira - 27/05 (2:00h)

Apresentação do curso;
Repasse das referências;
Esclarecimentos dos conteúdos a serem abordados;
Construção do panorama das mulheres do século XIX: Revolução Francesa, Era Napoleônica, Monarquia de Julho de 1830;
Pausa de 10 minutos;
Construção do panorama das mulheres do século XIX: Revolução de 1848, Comuna de Paris de 1870, Terceira República;
Exposição das trocas discursivas estabelecidas por essas mulheres, por meio do fenômeno compreendido pelas correspondências
feministas;

2.1 Sexta-feira - 28/05 (1:00h)

Introdução à Semiótica Discursiva (ou standard):
Síntese da proposta semiótica elaborada Greimas, nos detendo, contudo, no percurso gerativo de sentido: nível fundamental,
nível narrativo e nível discursivo.
Apresentação das categorias do nível discursivo: sintaxe e semântica discursiva;
Pausa de 10 minutos;


2.2 Sexta-feira - 28/05 (1:00h)
​​​​​​​

Jornais: La Citoyenne e La Fronde;
Imersão na prática: análise de editoriais de ambos os jornais;
Resultado de análise / Abertura para discussões;

Referencias básicas

Ativismo feminino no século XIX
ABRAHAM, P., DESNÉ, R. Manuel d'histoire littéraire de la France: 1789-1848. Poitiers : Aubin, 1987,
4v.
ALBISTUR, M.; ARMOGATHE, D. Histoire du féminisme français: de l’empire napoléonien à nos
jours. Paris: Éditions des Femmes, 1977, 2v.
ANDRADE, Joana El-Jaick. O feminismo marxista e a demanda pela socialização do trabalho doméstico
e do cuidado com as crianças. Revista Brasileira de Ciência Política, no 18, 2015, p. 265-300.
BEAUVOIR, Simone. O segundo sexo: fatos e mitos. Tradução: Sérgio Milliet. São Paulo: Difusão
Europeia do Livro, 1970.
DUBY, G.; FRAISSE, G.; PERROT, M. História das Mulheres no Ocidente: o século XIX. Porto:
Edições Afrontamento, 1994. 4v.
FEDERICI, Silvia. Calibã e a Bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva. Tradução Coletivo
Sycorax. São Paulo : Elefante, 2017.
PERROT, Michelle. Os excluídos da história. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
PERROT, Michelle . Mulheres públicas. Tradução: Roberto Leal Ferreira. São Paulo: Fundação Editora
da UNESP, 1998.
PERROT, Michelle. Minha história das mulheres. Tradução: Angela M. S. Corrêa. São Paulo: Contexto,
2015.
PRIMI, Alice. « Être fille de son siècle »: L’engagement politique des femmes dans l’espace public em
France et em Allemagne de 1848 à 1870. 2006. Tese (Doutorado em História) – História, Literatura e

Sociedade, Universidade Paris 8, Paris, 2006.
MICHEL, Andrée. Que sais-je : Le féminisme. Paris: Presse Universitaire de France, 1979.
MOSES, Claire Goldberg. French Feminism in the Nineteenth Century. New York : State of University of
New York Press, 1984.
SCOTT, Joan W. A cidadã paradoxal : as feministas francesas e os direitos dos homens. Tradução Élvio
Antônio Funck. Florianópolis : Ed. Mulheres, 2002.
ZYLBERBERG-HOCQUARD, Marie-Hélène. Femmes sans droit / Droits des femmes au XIXo siècle.
Les femmes face à la citoyenneté. Cahiers du GEDISST, no 6, 1993, p. 11-27.

Semiótica discursiva

BARROS, Diana Luz Pessoa de. Teoria do Discurso: fundamentos semióticos. São Paulo: Atual Editora,
2002.
________________. Teoria Semiótica do Texto. São Paulo: Ática, 2005.
________________. Estudos do discurso. In : FIORIN, José Luiz (Org.). Introdução à Linguística : II
Princípios de análise. São Paulo : Contexto, 2019.
FIORIN, José Luiz..Sendas e Veredas da Semiótica Narrativa e Discursiva. DELTA. São Paulo, v. 15, n.
1, p. 177-207, 1999.
________________. As astúcias da enunciação: as categorias de pessoa, espaço e tempo. São Paulo:
Contexto, 2016.
________________. Elementos de análise do discurso. São Paulo: Contexto, 2018.
FIORIN, J. L. DISCINI, N. O uso linguístico: a pragmática e o discurso. In: FIORIN, José Luiz (Org.).
Linguística? Que é isso?. São Paulo: Contexto, 2019.
GREIMAS, A. J.; COURTÉS, J. Dicionário de Semiótica. Tradução de Alceu Dias lima et al.. São Paulo:
Cultrix, 1983.
LARA, G. M. P.; MATTE, A. C. F. Um panorama da semiótica Greimasiana. Alfa: Revista de
Linguística.v. 53, n. 2, dez. 2009. p. 339-350.
Referências específicas
Revolução Francesa de 1789 a Revolução de 1848
AMARANTE, Maria Inês. Flora Tristan: jornalismo militante em tempo de revoltas. Revista Katal, v. 13
n.1, 2010.
DEVANCE, Louis. Femme, famille, travail et morale sexuelle dans l'idéologie de 1848. Romantisme, no
13/14, 1976, p. 77-103.
FORGET, Evelyn L. Saint-Simonian Feminism. In : Feminist Economics, vol. 7, no 1, 2001, p. 79-96.
GODINEAU, Dominique. Femmes en citoyenneté. Annales historiques de la Révolution française, no
300, 1995, p. 197-207.
HUFTON, Olwen H. Women and the Limits of Citzenship in the French Revolution. Toronto: University
of Toronto Press, 1999.
JAUME, Lucien. Terminer la Révolution par le Code civil?. Association française pour l’histoire de la

Justice, no 19, 2009, p. 183 – 202.
LOTTERIE, Florence. De la littérature comme une chose sérieuse : Chateaubriand, Madame de Staël et
Napoléon. Bulletin de l’Association Guillaume Budé, no 3, 2000, p. 259-272.
NORA, Pierre. Retour au XIX° siècle. In: MITTERAND, H., LECHERBONNIER, B., RINCÉ. D.
Litterature : textes et documents. Paris: Nathan, 1986. cap. 1, p. 3-6.
PILBEAM, Pamela. French Socialists Before Marx: workers, women and the social question in France.
Teddington : Acumen, 2000
.RANVIER, Adrien. Une féministe de 1848 : Jeanne Deroin. Bulletin de la Société d’histoire de la
Révolution de 1848, no 26, 1908, p. 480-498.
RÉGNIER, Philippe. Du côté de chez Saint Simon : question raciale, question sociale et question
religieuse. Romantisme, no 130, 2005, p. 23-37.
SCHWARTZ, Jorge (org.) Borges babilônico: Uma enciclopédia. São Paulo: Companhia das Letras,
2017
SCOTT, Joan W. O enigma da igualdade. Estudos feministas, v. 13, no 1, 2005.
STEPAN, Nancy Leys. Raça e gênero : o papel da analogia na ciência. In : HOLLANDA, Heloísa
Buarque de (Org.). Tendências e impasses – o feminismo como crítica da cultura. Rio de Janeiro : Rocco,
1994.
VEAUVY, Christiane. As proletárias saint-simonianas e sua herança. Entre ocultação e (re)descoberta de
seus itinerários e escritos. Ilha : Revista de Antropologia, v. 19, no 1, 2017.
WOLLSTONECRAFT, Mary. Reivindicação dos direitos da mulher. Tradução Ivania Pocinho Mota. São
Paulo: Boitempo, 2016.
XAVIER, Martin. Fonction paternelle et Code Napoléon. Annales historiques de la Révolution française,
n°305, 1996, p. 465-475.
ZÉVAÈS, Alexandre. Une candidature féministe. La Révolution de 1849 et les révolutions du XIXe siècle, no 138, 1931, p. 127-134.
Comuna de Paris e Terceira República
ARTOUS, Antoine. Système capitaliste et oppression des femmes. Critique Communiste, no 21, 1978.
BORON, Atílio A. Os duradouros ensinamentos da Comuna de Paris. Revista: Lutas Sociais, no 25-26,
2011.
CHENUT, H. H. L'esprit antiféministe et la campagne pour le suffrage en France, 1880-1914. Cahiers du Genre, vol. 52, no. 1, 2012, p. 51-73.
COSSET, Charlotte; MALANDAIN, Gilles. André Léo journaliste. Engagement et témoignage (1866-
1871). Cahier d’histoire: Revue d’histoire critique, no 132, 2016, p. 139-154.
DAUNE-RICHARD, Anne-Marie. Travail et citoyenneté: un enjeu sexué hier et aujourd’hui. Cahiers du
GEDISST (Groupe d’études sur la division sociale et sexuelle du travail), no 16, 1996.
KLEJMAN, L., ROCHEFORT, F. Le féminisme sous la troisième république: 1870-1914. Matériaux
pour l'histoire de notre temps, n°1, 1985. Histoire des femmes et du féminisme. p. 8-11
MENDES, Amanta Colhado. Louise Michel e a Comuna de Paris (1871). História Revista, v. 16, 2011, p.
69-90.
SCHULKIND, Eugene W. Le rôle des femmes dans la Commune de 1871. 1848. Revue des révolutions
contemporaines, no 185, 1950, p. 15-29.
TAÏEB, Édith. Le politique et le domestique : l’argumentation d’Hubertine Auclert sous la Troisième
République. Mots. Les langages du politique, no 78, 2005.
VINTEUIL, Frédérique. Marxisme et féminisme. Critique Comuniste, no hors de série, 1983
Imprensa
DZEH-DJEN, Li. La presse féministe en France de 1869 à 1914. Paris : L. Rodstein, 1934.
THÉRENTY, Marie-Ève. La littérature au quotidien : poétiques journalistiques au XIXe siècle. Paris :
Seuil, 2007.
VEAUVY, Christiane. As proletárias saint-simonianas e sua herança. Entre ocultação e (re)descoberta de
seus itinerários e escritos. Ilha : Revista de Antropologia, v. 19, no 1, 2017.

Programa

1ª aula – Profa. Cristina Pellegrino Feres – As noivas de guerra: histórias de amor e de imigração de mulheres italianas que se casaram com soldados da FEB
2a. aula – Profa. Dra. Catarina Zanini (UFSM/RS) – A imigração italiana feminina no Rio Grande do Sul (final do século XIX)  
3a. aula – Profa. Dra. Adriana Marcolini – A imigração de italianas para o Brasil após a Segunda Guerra nos relatos autobiográficos
4a. aula – Profa. Dra. Syrléa Marques Pereira –  Mulheres migrantes italianas: memórias, fotografias de família e história oral.

Bibliografia

1ª aula:
ASSIS, Glaucia de Oliveira. Mulheres migrantes no passado e no presente: gênero, redes sociais e migração internacional. Estudos Feministas, 15(3): 745-772, 2007.
CASSAMAGNAGHI, Silvia. Operazione spose di guerra. Milano: Feltrinelli, 2014.
FERES, Pellegrino Cristina de Lourdes. Amor em tempo de guerra e a imigração de 58 esposas para o Brasil. Rivista del Cesla, International Latin-American Studies Review, (22), 2018, p.95-
114. Disponível em: https://www.revistadelcesla.com/index.php/revistadelcesla/article/view/… Último acesso em 24/5/2022.
PRIORE, Mary del. História da Gente Brasileira. Vol. 3: República. Rio de Janeiro: Editora Casa da Palavra, 2017.
QUETEL, Claude. As mulheres na guerra: 1939-1945. São Paulo: Editora Larousse, 2009.

2ª aula:
ZANINI, Maria Catarina Chitolina. Um olhar antropológico sobre fatos e memórias da imigração italiana. Rio de Janeiro: Mana, v. 13, p. 521-547, 2007. Disponível em: https://www.scielo.br/j/mana/a/yYBvc5XNc5CrxTyYqSvmVQw/abstract/?lang=pt

3ª aula:
CATTARULLA, Camilla. Di proprio pugno. Autobiografie di emigranti italiani in Argentina e in Brasile. 1ª edizione, Reggio Emilia: Edizioni Diabasis, 2003.
HERZOG, Nerina Bortoluzzi. Nerina. Relatos de uma vida. Vitória: Casa d’Italia do Espírito Santo, 2018. 
LAGANÀ, Liliana. Terra Amada. São Paulo: Casa Amarela, 2005. 
_______________. A última fábula. São Paulo: Casa Amarela, 2002.
RÓNAI, Nora. Memórias de um lugar chamado onde. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2014.

4ª aula:
PEREIRA, Syrléa Marques. Entre histórias, fotografias e objetos: imigração italiana e memórias de mulheres. Tese de Doutorado em História Social, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia – Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2008.
PEREIRA, S. M.; MATOS, M. I. S. de; MENEZES, L. M.; GOMES, E. S. Italianos no Brasil: partidas, chegadas e heranças. Rio de Janeiro: UERJ / LABIMI, 2013, v.01. p.470.
PEREIRA, S. M.; VENDRAME, M. I. Mulheres em Movimento. Experiências, conexões e trajetórias. São Leopoldo: Oikos / Editora Unisinos, 2017, v.1. p.382
PEREIRA, S. M.; MATOS, M. I. S. de; MENEZES, L. M.; GOMES, E. S. Italianos no Brasil: história, presença e cultura. São Paulo: e-Manuscrito, 2020, v.01.

Programa

1) As primeiras representações da bruxa na Antiguidade Clássica.

2) A degradação da bruxa no período de Inquisição.

3) As releituras literárias e o resgate da bruxa.

4) A bruxa na literatura contemporânea.

Referências bibliográficas

ALEXANDER, B. & RUSSEL, J. B. História da Bruxaria. São Paulo: Aleph, 2019.
BAUM, L. Frank. O Mágico de Oz. São Paulo: Pandorga, 2020.
BRADLEY, M. Z. As brumas de Avalon: A senhora da magia. Rio de Janeiro: Imago, 2008.
CASTRO, Fernanda. Mariposa Vermelha. Suma, 2023.
CHIOVATTO, Carol. Porém bruxa. Rio de Janeiro: Suma, 2022.
CHOLLET, Mona. Bruxas - A força invencível das mulheres. Tradução: Camila Boldrini. Minas Gerais: Âyiné, 2022.
CONDÉ, Maryse. Eu, Tituba - Bruxa Negra de Salém. Tradução: Natalia Borges Polesso. 1°. ed. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2019.
EURÍPEDES. Medeia. Rio de Janeiro: Zahar, 2021.
FEDERICI, Silvia. Calibã e a bruxa: mulheres, corpos e acumulação primitiva. São Paulo: Editora Elefante, 2019.
HOMERO. Odisseia. Tradução, notas e comentários de Frederico Lourenço. Lisboa: Quetzal Editores, 2018.
KRAMER, Heinrich; SPRENGER, James. O martelo das feiticeiras. Editora Record, 2020.
MAGUIRE, Gregory. Wicked: a história não contada das bruxas de Oz. São Paulo: Leya, 2016.
MALORY, Sir Thomas. A morte de Arthur. 2a edição. Belo Horizonte: Barbudânia, 2020.
MICHELET, Jules. A Feiticeira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1992.
MILLER, Arthur. As Bruxas de Salém. Trad. de Valeria Chamon. Rio de Janeiro: Ediouro, 1997
MILLER, Madeline. Circe. São Paulo: Planeta, 2020.
RICE, Anne. A hora das bruxas. Rio de Janeiro: Rocco, 2022.