Programa

Aula 1 – O indivíduo na etnomusicologia
Leituras obrigatórias:
Stock, Jonathan. Toward an Ethnomusicology of the Individual, or Biographical Writing in Ethnomusicology. The World of Music, Vol. 43, No. 1, p. 5-19, 2001.
Ruskin, Jesse; Rice, Timothy. The individual in musical ethnography. Ethnomusicology, v. 56, n. 2, p. 299-327, 2012.

Aula 2 – A abordagem (auto)biográfica
Leituras obrigatórias:
Gonçalves, Marco Antonio. Etnobiografia: biografia e etnografia ou como se encontram pessoas e personagens. In: Gonçalves, Marco Antonio; Marques, Roberto; Cardoso, Vânia (orgs.). Etnobiografia: subjetivação e etnografia. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2012. p. 19-41.
Stein, Daniel; Butler, Martin. Musical Autobiographies: An Introduction. Popular Music and Society, v. 38, n. 2, p. 115-121, 2015.

Aula 3 – O musicar
Leituras obrigatórias:
Rice, Timothy. Time, Place, and Metaphor in Musical Experience and Ethnography. Ethnomusicology, v. 47, n. 2, p. 151-179, 2003.
Small, Christopher. Musicking: the meanings of performance and listening. Middletown: Wesleyan University Press, 1998.

Programa

Aula 1 (29/01): Definições e breve histórico dos conceitos de metáfora e ritmo em poesia. Aportes modernos e contemporâneos a respeito do ritmo e da metáfora. Discussão de excertos teóricos e poéticos selecionados.

Aula 2 (30/01): Leitura, análise e discussão de trechos selecionados de poemas de Emily Dickinson, Baudelaire, Mallarmé, Cruz e Sousa, Maiakóvski, T.S. Eliot, García Lorca, Murilo Mendes, Ungaretti, Cecília Meireles, Drummond, Idea Vilariño.

Referências:

ARISTÓTELES. Poética. Tr. Ana Maria Valente. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2008.
ALONSO, Amado. Materia y forma en poesía. Madrid: Gredos, 1960.
BENVENISTE, Émile. A noção de ‘ritmo’ na sua expressão linguística. In: Problemas de linguística geral. Tr. Maria da Glória Novak e Luiza Neri. São Paulo: Cia. Ed. Nacional / Ed. da Universidade de São Paulo, 1970.
BOSI, Alfredo. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Cia. das Letras, 1977.
BRIK, Osip. Ritmo e sintaxe. In: Eikhenbaum et al. Teoria da literatura: formalistas russos. 3.ed. Porto Alegre: Globo, 1976.
CARRERA, Arturo. Mistério Ritmo. In O homem mais portátil do mundo. Seleção Teresa Arijón e Bárbara Belloc; tr. Marcelo Reis de Mello e Renato Rezende. Rio de Janeiro: Azougue / Circuito, 2014.
CAVARERO, Adriana. Vozes plurais: filosofia da expressão vocal. Tr. Flavio Terrigno Barbeitas. Belo Horizonte: UFMG, 2011.
DERRIDA, Jacques. A mitologia branca: a metáfora no texto filosófico. In: Margens da filosofia. Campinas: Papirus, 1991.
ECO, Umberto. “Metáfora”. In Enciclopédia Einaudi, Vol. 31. Roma: Einaudi, 1994.
ELIOT, T.S. A música da poesia. In: De poesia e poetas. Tr. Ivan Junqueira. São Paulo: Brasiliense, 1991.
GARCÍA LORCA, Federico. La imagen poética de don Luis de Góngora. In: Obras completas. Madrid: Aguilar, 1980.
GOMPERTZ, Will. Isso é arte? 150 anos de Arte Moderna do Impressionismo até hoje. Rio de Janeiro: Zahar, 2013.
HANSEN, João Adolfo. Alegoria: construção e interpretação da metáfora. 2.ed. São Paulo: Hedra; Campinas: EdUnicamp, 2006.
LEZAMA LIMA, José. El reino de la imagen. Caracas: Biblioteca Ayacucho, 1981.
MAIAKÓVSKI. Poética: como fazer versos. Tr. Maria Manuela Ferreira. São Paulo: Global, s/d.
MARTINS, Maria Sílvia Cintra (org.). Henri Meschonnic: ritmo, historicidade e a proposta de uma teoria crítica da linguagem. Campinas: Mercado de Letras, 2022.
MESCHONNIC, Henri. Linguagem: ritmo e vida. Trad. Cristiano Florentino. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2006.
______. Modernidade, Modernidade. Tr. Lucius Provase. São Paulo: EdUSP, 2017.
NANCY, Jean-Luc. À escuta. Tr. Fernanda Bernardo. Belo Horizonte: Chão da Feira, 2014.
PAZ, Octavio. O arco e a lira. Tr. Olga Savary. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.
PORRÚA, Ana. Caligrafía tonal. Ensayos sobre poesía. Buenos Aires: Entropía, 2011.
POUND, Ezra. ABC da literatura. Tr. Augusto de Campos e José Paulo Paes. 12.ed. São Paulo: Cultrix, 2014.
PRIGENT, Christian. Para que poetas ainda? Tr. Inês Oseki-Dépré e Marcelo J. de Moraes. Florianópolis: Cultura e Barbárie, 2017.
RICOUER, Paul. A metáfora viva. Tr. Dion D. Macedo. 3.ed. São Paulo: Loyola, 2000.
ROCHA, Marília Librandi. Escrever de ouvido. Belo Horizonte: Relicário, 2020.
SONTAG, Susan. Contra a interpretação. Tr. Denise Bottmann. São Paulo: Cia. das Letras, 2020.
STEELE, Timothy. Missing Measures: Modern Poetry and the Revolt Against Meter. Faieteville / London: The University of Arkansas Press, 1990.
VILARIÑO, Idea. La masa sonora del poema. Montevideo: Biblioteca Nacional de Uruguay, 2018.
ZAMBRANO, María. A metáfora do coração. 12.ed. Lisboa: Assírio & Alvim, 2000.

Programa

Aula 1: O “Prefácio” de Origem do drama trágico alemão – apresentação do escopo do texto, do contexto de sua confecção e de um certo conjunto de questões temáticas

Aula 2: Walter Benjamin e a mônada: a citação benjaminiana e questões de método

Aula 3: A teoria das ideias do “Prefácio” 1: nome e ideia

Aula 4: A teoria das ideias do “Prefácio” 2: origem e mônada

Aula 5: A Monadologia de Benjamin: a summa da teoria das ideias

BIBLIOGRAFIA

BENJAMIN, W. Origem do drama trágico alemão. Belo Horizonte: Autêntica, 2016. Edição e tradução de João Barrento
BENJAMIN, W. Sobre a linguagem em geral e a linguagem humana. São Paulo: Editora 34, 2014. Edição Jeanne-Marie Gagnebin; tradução de Ernani Chaves.
BENJAMIN. W. A tarefa do tradutor. São Paulo: Editora 34, 2014. Edição de Jeanne-Marie Gagnebin; tradução de Susana Kampff Lages
ROUANET, S P. Apresentação a Origem do drama barroco alemão. São Paulo: Editora Brasiliense, 1986, p. 11-48.
PINHEIRO MACHADO, F A. Imanência e história: a crítica do conhecimento em Walter Benjamin. Belo Horizonte: editora UFMG, 2004.
GAGNEBIN, J-M. Do conceito de Darstellung em Walter Benjamin ou verdade e beleza. Kriterion, Belo Horizonte, nº 112, Dez/2005, p. 183-190.
LEVIN, N. Expression and Perspectivism in Benjamin and Deleuze after Leibniz. 2019. 204 f. Tese. Filosofia. – Centre for Research in Modern European Philosophy, Kingston School Of Art, Kingston University, London. Londres, 2019.
SCHWEBEL, P. Walter Benjamin’s Monadology. 2012. 284 f. Tese. Filosofia. University of Toronto, Toronto, 2012.

Programa

  • Escrita: um conteúdo problematicamente ensinável;
  • Processos criativos;
  • Processos cognitivos de produção de texto;
  • Aspectos subjetivos da criação literária;
  • Metodologias de ensino de escrita: diferentes enfoques.
 
Cronograma das atividades
Aula 1 – O que é ensinar a escrever?
O ensino de escrita ao longo do tempo
O que acontece quando escrevemos
Diferentes concepções do ensino de escrita
 
Aula 2 – Processos criativos
Aspectos subjetivos da criação literária
Processos cognitivos de escrita
Uma metodologia de ensino de escrita, na prática
 
 
Bibliografia
 
ABED, C. Z. Aspectos emocionais das dificuldades de produção de texto. In: Construção psicopedagógica, São Paulo , v. 24, n. 25, p. 46-59, 2016.
AZANHA, J. M. P. A pedagogia das competências e o ENEM. In: A formação do professor e outros escritos. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2006.
FERNÁNDEZ, A. Sobre a teoria psicopedagógica. In: A inteligência aprisionada. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991.
FLOWER, L. & HAYES, J. R. Uma teoria do processo cognitivo da escrita. In: Revera – escritos de criação literária, São Paulo, v. 1, p. 39-70, 2016.
FORTUNATO, Márcia V. Autoria e aprendizagem da escrita. São Paulo: Universidade de São Paulo. Programa de pós-graduação em Educação - Área de concentração: linguagem e educação. Tese de doutorado, 2009.
GOLDBERG, Natalie. Mente selvagem: como se tornar um escritor. Trad. Tati de Moraes. Rio de Janeiro: Gryphus, 1994.
KELLOG, R. A aquisição das habilidades de escrita: uma perspectiva do desenvolvimento cognitivo. In: Revera – escritos de criação literária, São Paulo, v. 2, p. 51-89, 2017.
KOCH, S. Oficina de escritores. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2008. pp. 149-178
OSTROWER, Fayga. Criatividade e processos de criação. Petrópolis: Vozes, 2014.
PROSE, Francine. Para ler como um escritor. Trad. Maria Luiza Borges. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.
RYLE, G. Teaching and training. In: PETERS, R.S. The Concept of Education. Londres: Routledge & Kegam Paul, 1967.
SALLES, Cecília Almeida. Redes de criação: a construção da obra de arte. Vinhedo: Horizonte, 2006.

 

Programa

Programação do Curso
O curso está organizado em uma introdução e nove módulos temáticos, cobrindo os seguintes temas: introdução à linguística, historiografia linguística, mudança linguística, fonética, fonologia e ortografia, morfologia, sintaxe, semântica, pragmática, aquisição de português brasileiro como L2 e gêneros textuais.
Para cada módulo, além das videoaulas, leituras e exercícios, será dedicado um encontro síncrono semanal com duração de 1 hora. Estes encontros servirão para discutir a assimilação do conteúdo, bem como relacionar o conteúdo das aulas com a experiência dos participantes. A Tabela 1, abaixo, ilustra a programação do curso:

Tabela 1: Programação do Curso
Introdução 19/09/2020 Introdução ao Curso
Módulo 1 19/09/2020 Historiografia Linguística: reflexões sobre a gramática e seu ensino
Módulo 2 26/09/2020 Linguística Histórica: mudança linguística ocorridas no português brasileiro.
Módulo 3 03/10/2020 Questões de fonética, fonologia e ortografia do português brasileiro
Módulo 4 10/10/2020 Morfologia: estrutura da palavra.
Módulo 5 17/10/2020 Sintaxe: dimensão da estrutura oracional.
Módulo 6 24/10/2020 Semântica: coesão textual.
Módulo 7 31/10/2020 Pragmática: linguagem em uso.
Módulo 8 07/11/2020 Aquisição de Português Brasileiro como L2
Módulo 9 14/11/2020 Gêneros: teoria e prática em sala de aula


Bibliografia (por módulo):

Bibliografia - Aula “O que é linguística?”:

CUNHA, A. F.; COSTA, M. A.; MARTELOTTA, M. E. Linguística. IN: MARTELOTTA, E. et al. Manual de Linguística. São Paulo: Contexto, 2008, p. 15-30.
ILARI, Rodolfo; BASSO, Renato. O português da gente: a língua que estudamos, a língua que falamos. São Paulo: Contexto, 2006.
FARACO, Carlos Alberto; ZILLES, Ana Maria. Para conhecer: norma linguística. São Paulo: Contexto, 2017.
FIORIN, José Luiz (org.). Introdução à Linguística: I. Objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2002.
FIORIN, José Luiz (org.). Introdução à Linguística: II. Princípios de análise. São Paulo: Contexto, 2002.

Bibliografia - Aula “Historiografia”:

CAVALIERE, Ricardo S. Gramaticografia da língua portuguesa no Brasil: tradição e inovação. Revista Limite. Nº 6, 2012. Disponível em: https://www.academia.edu/37482089/A_gramaticografia_no_Brasil_tradi%C3%…
MOURA NEVES, Maria Helena de. A gramática escolar no contexto do uso lingüístico. Revista de Estudos da Linguagem. Vol 10, No 2 (2002). Disponível em: http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/relin/article/view/2341/…
SWIGGERS, P. La historiografía de la lingüística: apuntes y reflexiones. Revista Argentina de historiografía lingüística, I, 2009, p. 67-76. Disponível em: http://www.rahl.com.ar/index.php/rahl/article/view/6/18

Bibliografia - Aula “Mudança linguística”:

BORGES, Poliana Rossi. (2007). Estrutura morfofonológica do futuro no português arcaico. Estudos Linguísticos XXXVI. GEL. 191 - 199.
CHAGAS, Paulo. (2002) A Mudança linguística. Em: FIORIN, J. (org.). Introdução à Linguística. I. Objetos teóricos. São Paulo: Contexto.
VIOTTI, Evani. (2015). Mudança Linguística. Em: FIORIN, J. (org.). Linguística? O que é isso? 137 - 179. São Paulo: Contexto.
Why can’t the world speak one universal language. Em: The Nerds. Disponível em: Acessado em: 25 de Setembro de 2018.

Bibliografia - Aula “Fonética, fonologia e ortografia:”

BASSO, R. M. Os sons do português brasileiro e sua escrita. In: BASSO, R. M. Descrição do português brasileiro. Linguística para o Ensino Superior, vol. 8. São Paulo: Parábola, 2019.
BATTISTI, Elisa. Fonologia. In: SCHWINDT, Luiz Carlos (org.). Manual de Linguística: fonologia, morfologia e sintaxe. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014.
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização & Lingüística. São Paulo: Scipione, 1989.
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetizando sem o bá-bé-bi-bó-bu. São Paulo: Scipione, 1998.
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e ortografia. Educ. rev., Curitiba , n. 20, p. 35-42, Dec. 2002 . Available from . accesso em 18 June 2020. http://dx.doi.org/10.1590/0104-4060.263.
CHAGAS DE SOUZA, Paulo; SANTOS, Raquel Santana. Fonética. In: FIORIN, José Luiz (org.). Introdução à Linguística: II. Princípios de análise. São Paulo: Contexto, 2002.
CHAGAS DE SOUZA, Paulo; SANTOS, Raquel Santana. Fonologia. In: FIORIN, José Luiz (org.). Introdução à Linguística: II. Princípios de análise. São Paulo: Contexto, 2002.
MASSINI-CAGLIARI, Gladis.; CAGLIARI, Luiz Carlos. Diante das letras: a escrita na alfabetização. Campinas: Mercado de Letras, 1999.
MASSINI-CAGLIARI, Gladis; CAGLIARI, Luiz Carlos. Fonética. In: MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Anna Christina (org.). Introdução à linguística: domínios e fronteiras. Vol. 1. São Paulo: Cortez Editora, 2001.
MORI, Angel Corbera. Fonologia. In: MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Anna Christina (org.). Introdução à linguística: domínios e fronteiras. Vol. 1. São Paulo: Cortez Editora, 2001.
SEARA, Izabel Christine; NUNES, Vanessa Gonzaga; LAZZAROTTO-VOLCÃO, Cristiane. Para conhecer fonética e fonologia do português brasileiro. São Paulo: Contexto, 2015.

Bibliografia - Aula “Morfologia”:

CHACON, L. Prosódia e letramento em hipersegmentações: reflexões sobre a aquisição da noção de palavra. In: CORRÊA, M. L. G. (org.) Ensino de língua: representação e letramento. Campinas: Mercado de Letras, p.155-167, 2006.
CORRÊA, M. L. G. O modo heterogêneo de constituição da escrita. São Paulo: Martins Fontes. 2004. 309 p.
PETTER, M. M. T. Morfologia. In: FIORIN, José Luiz. Introdução à lingüística II: Princípios de Análise. Contexto, 2003.
LIEBER, Rochelle. Introducing morphology. Cambridge University Press, 2015.
TENANI, L. Hipersegmentação de palavras: análise de aspectos prosódicos e discursivos. Linguagem & Ensino, Pelotas, v. 16, p. 305-324, 2013. Disponível em: http://www.rle.ucpel.tche.br/index.php/rle/article/view/884. Acesso em 02/07/2020.

Bibliografia - Aula “Sintaxe”:
CORRÊA, Manoel Luiz Gonçalves. Pontuação: sobre seu ensino e concepção. Leitura: Teoria e prática, 24: 52-65. 1994.
DAHLET, V. A pontuação e as culturas da escrita. Filologia e Linguística Portuguesa, n. 8, p. 287-314, 2 ago. 2006.
KENEDY, Eduardo & OTHERO, Gabriel de Ávila. Funções Sintáticas. Para conhecer sintaxe. Editora Contexto, São Paulo, 2018.
KENEDY, Eduardo & OTHERO, Gabriel de Ávila. Articulação entre orações. Para conhecer sintaxe. Editora Contexto, São Paulo, 2018.
LUFT, Celso Pedro. A vírgula: considerações sobre o seu ensino e o seu emprego. 2. ed., São Paulo: Ática, 2005.
LUIZ SOBRINHO, Viviane Vomeiro. Pontuação na internet: usos não convencionais de vírgulas em bate-papos virtuais. São Paulo: Editora Unesp, 2012. Disponível en: .
NEGRÃO, Esmeralda Vailati; SCHER, Ana Paula & VIOTTI, Evani de Carvalho. Sintaxe: explorando a estrutura da sentença. Introdução à Linguística: II. Princípios de análise. Editora Contexto, São Paulo, 2010.
MIOTO, Carlos; SILVA, Maria Cristina Figueiredo & LOPES, Ruth. O estudo da Gramática. Novo manual de sintaxe. Editora Contexto, São Paulo, 2013.
KATO, Mary A. A Gramática do Letrado: questões para a teoria gramatical. Ciências da Linguagem: trinta anos de investigação e ensino. M. A.Marques, E. Koller, J. Teixeira & A. S.Lemos (orgs). Braga, CEHUM (U. do Minho), 2005: 131-145.

Bibliografia - Aula “Semâmtica”
ANTUNES, I. Lutar com palavras: coesão e coerência. 5ª. ed. São Paulo: Parábola, 2009.
FERREIRA, L. F. & BARCELLOS, M. E. Ensino de coesão textual em um paradigma formal: uma abordagem ativa. No prelo.
FREGE, G. Sense and reference. The philosophical review, 57 (3), 1948. 209-230.
GOMES, A. Q.; SANCHEZ-MENDES, L. Para conhecer Semântica. São Paulo: Contexto, 2018.
HALLIDAY, M. A. K.; HASAN, R. Cohesion in English. London: Longman, 1976.
KOCH, I. G. V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989.
LOPES FÁVERO, L. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 1991.
MARCUSCHI, L. A. Tudo o que você queria saber sobre como construir um bom texto sem se estressar. In: ANTUNES, I. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. p. 9-15.
MORÁN, J. Mudando a educação com metodologias ativas. Coleção mídias contemporâneas. Convergências midiáticas, educação e cidadania: aproximações jovens, v. 2, n. 1, p. 15-33, 2015.
MÜLLER, A. A semântica do sintagma nominal. In: FOLTRAN, M. J.; MÜLLER, A.; NEGRÃO, E. V. Semântica Formal. São Paulo: Contexto, 2003, p. 61-73.
MÜLLER, A.; VIOTTI, E. Semântica Formal. In: FIORIN, J. L., et al. Introdução à Linguística II: Princípios de análise. São Paulo: Contexto, 2003, p. 137-159.
OLIVEIRA, R. P. Semântica Formal: Uma breve introdução. Campinas: Mercado de Letras, 2001.
PILATI, E. Linguística, gramática e aprendizagem ativa. 2ª. ed. São Paulo: Pontes, 2017.
SHIMODA, L. T.; FERREIRA, L. F. O ensino de coerência textual em enunciados verbais e não-verbais: uma abordagem alternativa. Estudos Semióticos, 15, 2019. 158-180.

Bibliografia - Aula “Pragmática”

ANTUNES, I. Lutar com as palavras: coesão e coerência. 5ªed. São Paulo: Parábola, 2009.
BENVENISTE, E. Estrutura das relações de pessoa no verbo In: BENVENISTE, E. Problemas de lingüística Geral I. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1976, p. 247-259.
BENVENISTE, E. A natureza dos pronomes. In: BENVENISTE, E. Problemas de lingüística Geral I. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1976, p. 277-285.
FERREIRA, L. F. & BARCELLOS, M. E. O ensino de coerência textual em enunciados verbais e não verbais: uma abordagem alternativa. Estudos Semióticos, 15, 2019, p. 158-180.
FIORIN, J. L. Astúcias da enunciação: as categorias de pessoa, espaço e tempo. São Paulo: Contexto, 1996.
FIORIN, J. L. A Linguagem em uso. In: FIORIN, J. L. Introdução à Linguística I: Objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2003, p. 165-186.
FIORIN, J. L. Pragmática. In: FIORIN, J. L. Introdução à Linguística II: Princípios de análise. São Paulo: Contexto, 2003, p. 161-185.
GRICE, H. P. Logic and Conversation. In: GRICE, H. P. Studies on the way of words., Massachusetts: Harvard University Press, 1991, p. 32-40.
KOCH, I.; TRAVAGLIA, L. C. A coerência textual. São Paulo: Contexto, 2001.
LEVINSON, S. C. O âmbito da Pragmática. In: LEVINSON, S. C. Pragmática. Tradução de Luiz Carlos Borges & Aníbal Mari. São Paulo: Martins Fontes, 2007, p. 1-64.
LOPES FÁVERO, L. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 1991.
STALNAKER, R. Common ground. Linguistics and philosophy, 2002, 25, p. 701–721.

Bibliografia - Aula “Aquisição de Português como L2”

DELL’ ISOLA, Regina Lúcia Péret (Org.). O Exame de Proficiência Celpe-Bras em foco. Campinas: Pontes, 2014.
KENEDY, E. O problema de Platão. In: KENEDY, E. Curso básico de linguística gerativa. São Paulo: Contexto, 2016.
OLIVEIRA, Renilson dos Santos. Linha do tempo da didática das línguas estrangeiras no Brasil. In: Non plus, nº 7, 2015. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/nonplus/article/view/80013/106747
UFRGS. Acervo de provas Celpe-Bras. Disponível em:

Bibliografia - Aula “Gêneros textuais”:

BONINI, A. Mídia/supor e hipergênero: os gêneros textuais e suas relações. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, v. 11, n. 3. Belo Horizonte: 2011. Disponível em:https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-639820110…
PETRONI, M. R.; OLIVEIRA, E. de S. Livro didático de língua portuguesa: formando o leitor e o produtor de textos? Polifonia, v. 17, n. 21. Cuiabá: 2010. Disponível em: http://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/polifonia/article/vi….
ROJO, Roxane; BARBOSA, Jacqueline. Como se organizam os gêneros. Hipermodernidade, multiletramentos e gêneros discursivos. São Paulo: Parábola, 2015, p. 85-113.

Programa

16/04/2021: Thomas Sydenham e o empirismo médico moderno:
- O methodus curandi;
- Os manuscritos médicos de Locke;
- Baconianismo em medicina;
- O prefácio às Observationes.

23/04/2021: Hipocratismo moderno:
- O Corpus Hippocraticum;
- Empirismo hipocrático;
- A concepção antiga de doença

- Revisão moderna das doutrinas hipocráticas.
30/04/2021: Consolidação da nosologia:
- Giorgio Baglivi e a teoria das fibras corporais;
- A nosologia metódica de Boissier de Sauvages;
- Anatomia patológica.
- Desenvolvimentos posteriores.

Bibliografia:

Baglivi, G. The practice of physick, reduc’d to the ancient way of observations. containing the wisdom and experience of the ancients and the hypothesis’s of modern physicians. Intermixed with many practical remarks upon most distempers. Together with several new and curious dissertations; particularly of the tarantula, and the nature of its poison: of the use and abuse of blistering-plasters: of epidemical apoplexies, &c. Londres: A. Bel, 1704.
_______. Georgii Baglivi opera omnia medico-pratica ed anatomica. 8ª edição. Lyon: Anisson & Joannis Posuel, 1714.
______. Opere complete medico-pratiche ed anatomiche di Giorgio Baglivi. Coll'aggiunta di quattro opuscoli del Santorio. Pellegrini, R. (Trad.). Florença: Sansone Coen, 1841.
______. De l’accroissement de la médecine pratique. Bouquet, J. (Trad.). Paris: Labé, 1851.
______. The Baglivi correspondence from the library of Sir William Osler. Schullian, D. (Ed.). Ithaca e Londres: Cornell University Press, 1974.
Bouquet, J. Introduction sur l’influence du baconisme en médecine. In: Baglivi, G. De l’accroissement de la médecine pratique. Bouquet, J. (Trad.). Paris: Labé, 1851.
Cairus, H.; Ribeiro J., W. Textos hipocráticos. O doente, o médico e a doença. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2005. (Coleção história e saúde).
Clifton, F. Hippocrates upon Air, water, and situation; upon Epidemical diseases; and upon Prognosticks, in acute diseases especially. To this is added (by way of comparison) Thucydides’s account of the plague of Athens. The whole translated, methodis’d, and illustrated with useful and explanatory notes. Londres: J. Watts, 1734.
Daremberg, C. (Ed.). Oeuvres anatomiques, physiologiques et médicales de Galien. Paris: J. B. Baillère, 2 v., 1854-6.
Dewhurst, K. Dr. Thomas Sydenham. His life and original writings. Berkeley e Los Angeles: University of California Press, 1966.
Diels, H. Die Fragmente der Vorsokratiker. Griechisch und Deutsch. Cambridge: Cambridge University Press, 2019 [1903].
Helmreich, G. (Ed.). Claudii Galeni Pergameni Scripta minora. Leipzig: , v.3, 1893. (Corpus medicorum græcorum).
Jones. W. H. S. (Ed.) Hippocrates. London: Harvard University Press, 10 v., 1923-2018. (Loeb classical library).
Littré, E. (Ed.) Oeuvres complètes d’Hippocrate. Paris: J. B. Baillière, 9 v., 1839-61.
Locke, J. An essay concerning human understanding. Nidditch, P. (ed.). Oxford: Claredon Press, 1979 [1689].
Müller, I. (Ed.). Claudii Galeni Pergameni Scripta minora. Leipzig, v. 2, 1891. (Corpus medicorum græcorum).
Sauvages, F. Dissertation où l'on recherche comment l'air, suivant ses différentes qualités, agit sur le corps humain. Bordeaux: Pierre Brun, 1754.
______. Nosologie méthodique, ou distribution des maladies en classes, en genres et en espèces, suivant l’esprit de Sydenham, & la méthode des botanistes. Lyon: Gouvion, 1772.
Spedding, J.; Ellis, R.; Heath, D. (ed.). The works of Francis Bacon. Londres: Longman and Co. et al., v. 4, 1858.
Sydenham, T. Opera Omnia. Greenhill, W. (ed.). Londres: Sydenham Society, 1844.
______. The works of Thomas Sydenham, M.D. Translated from the latin of Dr. Greenhill with a life of the author by R. G. Latham, M.D. etc. etc. etc. in two volumes. Londres: The Sydenham Society, 1848.
______. Anatomie. In: Dewhurst, K. Dr. Thomas Sydenham. His life and original writings. Berkeley e Los Angeles: University of California Press, 1966
Temkin, O. Galenism. Rise and decline of a medical philosophy. Ithaca: Cornell University Press, 1973.
______. Hippocrates in a world of pagans and christians. Londres: The John Hopkins University Press, 1995.

Programa

Aula 1 (09.09.2021) – Prof. Me. Rodrigo Bravo
Título: A tradução do pensamento mítico na épica greco-latina.


Resumo: A aula tem por objetivo discutir os procedimentos por meio dos quais tem sido conduzido o processo das traduções de textos do gênero épico em língua grega e latina. A aula se situará na intersecção entre as áreas da linguística, da filologia, da escrita criativa e da tradutologia, demonstrando como ferramentas e conceitos oriundos de cada ciência podem guiar a tarefa do tradutor. Ao final, serão realizadas leituras de trechos de obras de Homero e Virgílio, traduzidas segundo o método exposto na primeira parte da aula, a fim de demonstrar os resultados de sua
aplicação.

Referências: CASSIRER, Ernst. Essay on man. New Haven, Yale University Press: 1944
____________ . Language and Myth. Nova Iorque, Dover Publications: 1946
_____________. La philosophie des formes symboliques – Vol II. La pensée mytique. Paris, Éditions de Minuit: 1972
_____________. Esencia y efecto del concepto de simbolo. Cidade do México, Fondo de Cultura Econômica: 1975
_____________. Antropologia filosófica. São Paulo, Editora Mestre Jou: 1977
GENETTE, Gérard. Palympsestes. Paris, PUF: 1982
TAPIA, Marcelo. Diferentes percursos de tradução da épica homérica como paradigmas metodológicos de recriação poética – um estudo propositivo sobre linguagem, poesia e tradução. 2012. 290 p. Dissertação (Doutorado em Crítica Literária) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo: 2012
TORRANO, Jaa. Teogonia – A Origem dos Deuses. São Paulo, Iluminuras: 2011
_____________. Mito e Imagens Míticas – Hesíodo, Homéricos, Tragédia, Platão. São Paulo, Córrego/Neûron: 2019

Aula 2 (14.09.2021) – Profa. Me. Zyanya Carolina Ponce Torres
Título: Duas culturas, um enredo: elementos culturais na tradução literária e o caso de Lygia Fagundes Telles.


Resumo: A aula abordará os conceitos de marcas e marcadores culturais e a importância de eles na tradução dos textos literários. A literatura é composta por uma dimensão criativa na qual, através do discurso, “sela vínculos com seu entorno e com a cultura que lhe serve de moldura” (Azenha, 2010: 54). A cultura se tece no decorrer do discurso e as suas marcas, como “relações abstratas”, encontram sua textualidade nos marcadores culturais. Quando levado a tradução, o texto literário interatua com duas culturas e consegue que elas dialoguem entre si. As referências possíveis são infinitas e vão desde festividades, culinária, nomes próprios até questões sociais, econômicas e raciais. Três contos
do livro Antes do baile verde de Lygia Fagundes Telles e a sua tradução para o público mexicano servirão como exemplo para falar sobre como o trabalho de tradução das marcas e marcadores culturais ecoa no texto traduzido e a sua recepção.

Referências: AUBERT, F. H. Indagações acerca dos marcadores culturais na tradução. In: Revista de Estudos Orientais, n. 5, 2006, p. 23-36
AZENHA, J. J. Lingüística Textual e redação: Redefinindo o conceito de "marca cultural". In: Tradterm, v. 12, 2006, p. 13-32. DOI: 10.11606/issn.2317-9511.tradterm.2006.46720. Disponible en: http://www.revistas.usp.br/tradterm/article/view/46720. Acceso en: 15 sept. 2020.
_____________________. Transferência cultural em tradução: contextualização, desdobramentos, desafios In: TradTerm, v.16, São Paulo: CITRAT-USP, 2010, p. 37-66. Disponible en <https://www.revistas.usp.br/tradterm/article/view/46311&gt;. Acceso en: 10/feb/2021
REICHMANN, T.; ZAVAGLIA. A. A tradução juramentada de documentos escolares (português, francês, alemão). In: Tradução em Revista, Rio de Janeiro, n 17, v. 2, 2014.
TELLES, Lygia Fagundes. Antes do baile verde. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

Aula 3 (16.09.2021) – Profa. Dra. Juliana Hass
Título: Tradução Comentada do Italiano


Resumo: Análise da tradução mediante a observação das especificidades de um texto literário escrito em 1911 traduzido do italiano para o português.

Referências: AUBERT, F. H. As (in)fidelidades da tradução: servidões e autonomia do tradutor. Campinas: Editora da UNICAMP, 1992.

Aula 4 (21.09.2021) – Profa. Me. Valquíria Pereira Alcantara
Título: Tradução de literatura infantil: estudo de duas traduções para o português de Revolting Rhymes de Roald Dahl.


Resumo: Considerando a relevância de Roald Dahl no cenário da literatura infantil britânica, apresentamos um estudo comparativo dos contos “Chapeuzinho Vermelho e o lobo” e “Os três porquinhos” recriados por Dahl com as traduções em língua portuguesa publicadas no Brasil e em Portugal tendo como aporte teórico a abordagem funcionalista de Christiane Nord complementada pela análise das modalidades de tradução atualizadas por Francis Aubert. Ademais, observamos também as relações hipertextuais segundo Gérard Genette instauradas entre os textos. A
interlocução entre textos verbal e visual foi analisada segundo as observações de Sophie Van der Linden acerca dos livros ilustrados. Como resultado, percebe-se que Dahl não só atualiza os contos tradicionais analisados, como também oferece a oportunidade para reflexão sobre o papel do masculino e do feminino.

Referências: DAHL, Roald. Revolting Rhymes. Illustrated by Quentin Blake. London: Puffin Books, 2001
______. Historinhas em versos perversos. Ilust. Quentin Blake. Trad. Luciano Vieira Machado. São Paulo: Salamandra/ Moderna, 2007.
______. Histórias em versos para meninos perversos. Ilust. Quentin Blake. Trad. Luísa Ducla Soares. Lisboa: Editorial Teorema, 2010.

Aula 5 (23.09.2021) – Prof. Me. Marcel Twardowsky Avila
Título: O nheengatu e as traduções: panorama histórico e recentes trabalhos desenvolvidos por discentes da USP.


Resumo: O nheengatu, desenvolvimento histórico da língua geral amazônica colonial, é ainda falado por alguns milhares de pessoas na Amazônia, sobretudo na sub-bacia do Rio Negro. Essa língua tem grande importância histórica, por ter sido em certo período a língua mais difundida na Amazônia brasileira, adentrando também territórios de países vizinhos, como a Colômbia e a Venezuela. A aula tratará brevemente do histórico do idioma nheengatu, abordando seu processo de formação, dispersão e o posterior declínio de seu uso, no qual perdeu falantes e abrangência territorial, frente o avanço e estabelecimento da língua portuguesa na Região Amazônia. Em seguida abordaremos o histórico de traduções envolvendo o nheengatu que foram publicadas nos séculos 19 e 20. A esse respeito, dedicaremos atenção à influência das traduções nheengatu-português em certas obras importantes da literatura brasileira modernista e ao histórico de traduções português-nheengatu de cunho religioso, como parte das estratégias missionárias para conversão e aculturação dos povos indígenas e ribeirinhos. Finalmente, trataremos dos projetos que estão sendo feito para traduzir obras literárias para o nheengatu na Universidade de São Paulo (USP). Esses trabalhos, levados a cabo por graduandos do curso de TUPI IV (nheengatu) e pós-graduandos do Programa de Estudos da Tradução, têm como objetivo fomentar o desenvolvimento de uma literatura no idioma, ajudando assim no fortalecimento da língua.

Referências: AVILA, M. T.; MILTON, J. Tradução, interpretação e multilinguismo na municipalidade de São Gabriel da Cachoeira (AM). Muiraquitã - Revista de Letras e Humanidades, v. 7, p. 84-100, 2019.
CHESTERMAN, Andrew. Proposal for a hieronymic oath. In: The translator. Manchester, v. 7, n. 2, pp. 139-154, 2001. Disponível em: <http://www.docfoc.com/week-7-translation-ethics&gt;. Acesso em: 20 mar. 2014
FREIRE, J.R.B. Rio Babel: a história das línguas na Amazônia. 2.ed. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2011.
______. Tradução e interculturalidade: o passarinho, a gaiola e o cesto. Revista Alea, Rio de Janeiro, v. 11, n. 2, pp. 321-338, jul.-dez., 2009.
NAVARRO, E. A.; AVILA, M. T.; GOES NETO, A. F. Stradelli, dicionarista e tradutor. In: Livia Raponi. (Org.). A única vida possível - Itinerários de Ermanno Stradelli na Amazônia. 1ed.São Paulo: Editora da Unesp, 2016, v., p. 99-120.
NAVARRO, E. A.;  AVILA, M. T. ; TREVISAN, R. G. O Nheengatu entre a vida e a morte: a tradução literária como possível instrumento de sua revitalização lexical. Revista Letras Raras, v. 6, p. 9-29, 2017.

Aula 6 (28.09.2021) – Prof. Dr. Marco Syrayama de Pinto
Título: Tuhaf bir Kadın de Leylâ Erbil e seus desafios tradutórios.


Resumo: Discussão e comentário de diversas questões que surgiram durante o meu processo de tradução do romance Tuhaf bir Kadın (Mulher estranha) da escritora turca Leylâ Erbil. Na aula, entre outras coisas, serão discutidos temas como: tradução de língua regional/dialeto, a importância da curiosidade e do tradutor-pesquisador, a tradução cultural (referentes de uma cultura islâmica) e erros curiosos encontrados nas traduções cotejadas, a saber: croata, alemã, francesa e inglesa.

Referências: Erbil, Leylâ. Tuhaf bir Kadın. Istambul: Türkiye Iş Bankası Kültür, 2009.
______. Èudna ena. Zagreb: sijeèanj, 2016.
______. Eine seltsame Frau. Zurique: Unionsverlag, 2005.
______. Une drôle de femme. Paris: Belleville éditions, 2018

Aula 7 (30.09.2021) – Profa. Jamilly Brandão Alvino e Profa. Me. Verena Veludo Papacidero
Título: Criatividade e tradução: a literatura de Dr. Seuss em enfoque e Língua chinesa em tradução: poesia e literatura infantil


Resumo: Parte 1 – Verena Veludo Papacidero
A língua chinesa sempre desperta certo estranhamento naqueles que não a conhecem, embora seja a mais antiga e única língua da história humana usada continuamente até hoje, a mais falada no mundo atual, e uma das cinco línguas oficiais da ONU. Muito já foi traduzido dos poemas Tang, mas pouco se sabe sobre as formas e estilos da poesia chinesa, e muito menos foi estudado sobre poesia chinesa moderna no Brasil. Inicialmente, nesta aula, vamos desvendar as principais características da língua chinesa nas suas dimensões fonológica, escrita e gramatical; em um segundo momento, conheceremos sumariamente as singularidades da arte poética chinesa, e aspectos fundamentais da poesia chinesa moderna e da Poesia Nebulosa, movimento de poesia marginal das décadas de 70 e 80 na China; para que, posteriormente, possamos explorar de forma breve e prática o processo de tradução literária do chinês para o português de um trecho do poema Céu (1973), de Mang Ke, um dos pioneiros da Poesia Nebulosa.

Parte 2 – Jamilly Brandão
O autor e ilustrador Theodor Geisel Seuss (1904-1991), conhecido pelo pseudônimo Dr. Seuss, é considerado um ícone da Literatura Infantil, com mais de 60 livros publicados na área, os quais trazem como destaque a marca criativa dos vocábulos. Ainda em vida, seus títulos atingiram a marca de mais de 700 milhões de cópias vendidas, tendo sido traduzidos para mais de 20 idiomas, entre eles, o português brasileiro e o chinês. Com isso em vista, a aula pretende (1) suscitar a reflexão acerca das dificuldades práticas na tradução de livros infantis ilustrados; (2) explanar a utilização da Linguística de Corpus como metodologia; (3) apresentar as Modalidades de Tradução (Aubert, 1998; 2006) de modo a apontá-las nos vocábulos criativos de Dr. Seuss traduzidos para o português brasileiro e para o chinês; (4) propor um exercício de tradução de excertos selecionados no par inglês-português e (5) discutir as soluções apresentadas nas traduções em estudo.

Referências:Parte 1
CAI, Z. (Ed.). How to read Chinese poetry: A guided anthology. Columbia University Press, 2008.
CHENG, F. A escrita poética chinesa. In: Revista de Cultura, nº 25. Edição: Instituto Cultural de Macau, 1995, p. 5-65. Disponível em: http://www.icm.gov.mo/rc/viewer/30025/1829#%22LAB3002500030001%22 ). Acesso em: 07/06/2021.
CHENG, G. Zhongguo Dangdai Shige shi (História da Poesia Chinesa Contemporânea). 2 ed. Pequim: Zhongguo Renmin Daxue Chubanshe, 2019.1.
DEFRANCIS, J. The Chinese Language: Fact and Fantasy. University of Hawaii Press, 1984.
DONG, Hongyuan. A history of the Chinese language. Routledge, 2020.
GU, M. D. Routledge Handbook of Modern Chinese Literature. New York: Routledge, 2019. 48 p.
HUANG, B.; Liao X. Xiandai Hanyu (Língua Chinesa Moderna). Pequim: Gaodeng jiaoyu Chubanshe, 1991, Vol. 1 e 2.
JATOBÁ, J. R. Poesia e (In)traduzibilidade na Língua Chinesa. Scientia Traductionis, n. 13, 2013.
LAVRAC, M. China's New Poetry or Into the Mist. Asian and African Studies, v. 14, p. 29-40, dez. 2010.
YEH, M. Misty Poetry. In: Ed. Joshua S. Mostow, et al. The Columbia Companion to Modern East Asian Literature. New York: Columbia UP, p. 520-6, 2003.

Parte 2
AUBERT, F. H. Em busca das refrações na literatura brasileira traduzida - revendo a ferramenta de análise. Literatura E Sociedade, 2006, 11(9), 60- 69.
AUBERT, F. H. Modalidades de tradução: teoria e resultados. Tradterm, 1998, 5(1), 99-128/129
BERBER SARDINHA, T. Linguística de Corpus. São Paulo: Manole, 2004.
KENNY, Dorothy. Lexical Hide-and-Seek: Looking for Creativity in a Parallel Corpus. In. OLOHAN, Maeven. Intercultural Faultlines: Research Model in Translation Studies I – Textual and Cognitive Aspects. Manchester:St. Jerome Publishing, 2000.
KENNY, Dorothy. Lexis and creativity in translation: corpus-based study. New York: Routledge, 2014. (Reimpressão)
MORGAN, J.; MORGAN, N. Dr. Seuss & Mr. Geisel: a biography. New York: Random House, 1995.
OITTINEN, R.; KETOLA, A.; GARAVANI, M. Translating Picturebooks: Revoicing the Verbal, the Visual, and the Aural for a Child Audience. NY: Routledge, 2018.
SCOTT, Mike. WordSmith Tools Software – version 8. Stroud: Lexical Analysis Software, 2020. Disponível em: https://lexically.net/wordsmith/
SEUSS, Dr. A guerra do pão com manteiga. Tradução de Bruna Beber. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2018.
SEUSS, Dr. Ah, os lugares aonde você irá!. Tradução de Bruna Beber. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2018.
SEUSS, Dr. Como o Grinch roubou o natal. Tradução de Bruna Beber. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2017.
SEUSS, Dr. How the Grinch Stole Christmas. 1. ed. Boston: Random House, 1957.
SEUSS, Dr. O Gatola da Cartola. Tradução de Bruna Beber. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2017.
SEUSS, Dr. O Lórax. Tradução de Bruna Beber. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2017.
SEUSS, Dr. Oh, The Places You’ll Go. 1. ed. Boston: Random House, 1990.
SEUSS, Dr. The Butter Battle Book. 1. ed. Boston: Random House, 1984.
SEUSS, Dr. The Cat in the Hat. 1. ed. Boston: Houghton Mifflin e Random House, 1957.
SEUSS, Dr. The Lorax. 1. ed. Boston: Random House, 1971.
SEUSS, Dr. 你要去往多少美妙的地方! [Oh, The Places You’ll Go]. Tradução de Xīnyuè 馨月馨. Beijing: Liánhuánhuà chūbǎn shè 連環画出版社, 2014.
SEUSS, Dr. 冒牌儿圣诞老人鬼机灵 [How the Grinch Stole Christmas]. Tradução de Xīnyuè 馨月馨. Beijing: Liánhuánhuà chūbǎn shè 連環画出 版社, 2014.
SEUSS, Dr. 戴高帽子的猫 [The Cat in the Hat]. Tradução de Xīnyuè 馨月馨. Beijing: Liánhuánhuà chūbǎn shè 連環画出版社, 2014.
SEUSS, Dr. 绒毛树 [The Lorax]. Tradução de Xīnyuè 馨月馨. Beijing: Liánhuánhuà chūbǎn shè 連環画出版社, 2014.
SEUSS, Dr. 黄油大战 [The Butter Battle Book]. Tradução de Xīnyuè 馨月馨. Beijing: Liánhuánhuà chūbǎn shè 連環画出版社, 2014.
S-MSRSeg. Natural Language Computing Group at Microsoft Research Asia, 2004.
TAGNIN, Stella E. O. A Linguística de Corpus na e para a tradução. In: Corpora na Tradução, São Paulo: Hub Editorial, 2015.

Aula 8 (05.10.2021) – Profa. Renata Cazarini de Freitas
Título: Latim: língua de reza e de praga, do cânone e não só.


Resumo: A aula pretende apresentar a história do latim e de sua tradução, com exemplos do mercado editorial brasileiro e do exterior. A abordagem do tema será pela via da problematização de tópicos como a pervivência do latim, língua de cultura e/ou de dominação, a vulnerabilidade da transmissão textual, gêneros literários em latim, tradução criativa vs. tradução filológica, clássicos latinos nos tempos de #MeToo e #BlackLivesMatter.

Referências: CARDOSO, Zelia de Almeida. A literatura latina. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2011.
DUARTE, Adriane da Silva. “Por uma história da tradução dos clássicos greco-latinos no Brasil”. Translatio. Porto Alegre: UFRGS, 2016. n.12, p. 43-62. https://seer.ufrgs.br/translatio/article/view/69211
FREITAS, Renata Cazarini de; FUNARI, Pedro Paulo. “Invocando deuses e clamando por vingança em fontes literárias e epigráficas”. CORNELLI, G.; COUTINHO, L.; Orgs. Estudos Clássicos IV: Percursos, p.281-308. Brasília/Coimbra: Archai, Annablume/IUC, 2018.
https://www.researchgate.net/publication/334432308_Invocando_deuses_e_c…
FREITAS, Renata Cazarini de. “‘Matar’ e ‘morrer’ em textos latinos e portugueses”. CARDOSO, E.; GIL, B.; ARAÚJO, M.; Orgs. Os estudos lexicais em diferentes perspectivas: volume VIII, p.66-80. São Paulo: FFLCH/USP, 2020. http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/499
GONÇALVES, Willamy Fernandes. Tendência atual na tradução de poesia grega e latina em Portugal. In: DE BROSE, Robert (org.). Pervivência Clássica: interfaces entre tradução e recepção dos Clássicos. Belo Horizonte: Moinhos, 2018.
VASCONCELLOS, Paulo Sérgio de. “A tradução poética e os estudos clássicos no Brasil de hoje: algumas considerações”. Scientia Traductionis. Florianópolis: UFSC, 2011, n.10, p. 68-79. https://periodicos.ufsc.br/index.php/scientia/article/view/1980-4237.20…

Aula 9 (07.10.2021) – Profa. Maria Carolina Gonçalves
Título: Tradução de poesia nacionalista palestina em verso livre: estudo da obra de Fadwa Tuqan.


Resumo: Fadwa Tuqan (1917-2003) é considerada uma das mais importantes e proeminentes poetas árabes do século XX. Esta aula tem como objetivo apresentar sua obra, com foco na fase de sua produção literária em que a poeta palestina opta pelo verso livre em poemas nos quais predominam os temas do nacionalismo, em oposição a sua poética inicial, caracterizada por uma escrita em tom intimista em poemas que seguem padrões de métrica e rima tradicionais, estabelecidos pela poesia árabe desde o período pré-islâmico e ainda observados nas primeiras décadas daquele século. A partir de trechos de poemas traduzidos, serão discutidas as especificidades da poesia palestina nacionalista, do verso
livre em árabe e questões envolvendo a tradução de poesia de modo geral.

Referências: JAYYUSI, Salma Khadra (ed.). Anthology of modern Palestinian literature. Nova York: Columbia University Press, 1992.
______. Modern Arabic Poetry: an anthology. Nova York: Columbia University Press, 1987.
KHOURI, Mounah Abdallah; ALGAR, Hamid (ed.). An anthology of modern Arabic poetry. Berkeley; Los Angeles: University Of California Press, 1974.
LAÂBI, Abdellatif. La Poésie palestinienne contemporaine. Paris: Le temps des cerises, 2002.
TUQAN, Fadwa. Al-riḥlah al-aṣʿab (الرحلة الأصعب). Amã: Shurūq, 1993.
______. A mountainous journey: an autobiography. Tradução de Olive Kenny. Edição de Salma Khadra Jayyusi. Saint Paul: Graywolf Press, 1990.
______. Dīwān Fadwa Ṭūqān (ديوان فدوى طوقان). Beirute: ʿAwda, 2005.
______. Riḥlah jabaliyyah, riḥlah ṣaʿbah (رحلة جبلية رحلة صعبة). Amã: Shurūq, 1985.

Aula 10 (14.10.2021) – Profa. Carolina de Mello Guimarães
Título: O espelho na poesia de Yi Sang - poética modernista coreana em tradução.


Resumo: Yi Sang (1910-1937), em sua curta carreira de sete anos como escritor, produziu cerca de cem poemas, dezesseis contos e diversos artigos e escritos espalhados em jornais e revistas da época. Sua obra esteve no centro das maiores polêmicas da literatura coreana na década de 1930. Em 1934, a publicação de sua coletânea de poemas “Olho-de-corvo” (em coreano, 오감도 - “Ogamdo”) foi recebida com indignação pelo público por causa de sua experimentação radical com a linguagem e a forma, divergindo da poética lírica e realista que era esperada (PARK, 2019). Em 1999, “Olho-de-corvo e outras obras de Yi Sang” é publicado no Brasil, em tradução de Yun Jung Im. Nesta obra, a tradutora
emprega experimentações formais tais como espaçamento silábico, falta de espaçamento entre as palavras, jogos de palavras, dentre outros, a fim de espelhar a subversão linguística do poeta coreano. Em comparação, as traduções para o espanhol (“A vista de cuervo y otros poemas” (2003), de Whangbai Bahk) e para o inglês (“Yi Sang: selected works” (2020), de Don Mee Choi, Jack Jung, Sawako Nakayasu e Joyelle McSweeney) se mantém muito mais próximas das convenções gramaticais e ortográficas de suas línguas. A temática do espelho, fundamental por toda a obra do autor, será usada como fio condutor para as leituras e discussões sobre tradução.

Referências: PARK, Hyun Seon. Colonial modernism and inverted subjectivity: the paradoxes of the mirror in the writings of Yi Sang. In: SEIGNEURIE, Ken (ed.). A companion to world literature. New Jersey: John Wiley & Sons, 2019.
SONE Seunghee. The Mirror Motif in the Crow’s-Eye View (Ogamdo) Poems. Seoul Journal of Korean Studies, Seul, vol. 29, n. 1, pp. 193-217, 2016. Disponível em: <https://muse.jhu.edu/article/623888&gt;. Acesso em: 09 fev. 2021.
YI SANG. Tradução por Don Mee Choi, Jack Jung, Sawako Nakayasu e Joyelle McSweeney. Yi Sang: selected works. Seattle: Wave Books, 2020.
YI SANG. Tradução por Whangbai Bahk. A vista de cuervo y otros poemas. Madrid: Editorial Verbum, 2003.
YI SANG. Tradução por Yun Jung Im. Olho-de-corvo e outras obras de Yi Sang. São Paulo: Perspectiva, 1999.

Aula 11 (19.10.2021) – Prof. Oleg Evguénievitch Andréev Almeida (Oleg Almeida)
Título: Dilemas da tradução literária.


Resumo: Propõe-se a discutir, durante a aula, as questões seguintes:
- Tarefas profissionais do tradutor literário, contexto geral em que ele trabalha, aspectos éticos de suas atividades;
- Diferenças entre vários tipos de traduções (técnica/artística, direta/indireta, prosaica/poética, “tecnologicamente precisa”/criativa) e escolhas feitas pelo tradutor;
- Dilemas enfrentados pelo tradutor literário (espírito versus letra e similares) e resultados de seu trabalho.
Referências: DELISLE, Jean. La traduction littéraire ou l’art de « faire refleurir les déserts du sens ». Caleidoscópio: linguagem e tradução, volume 1, número 2, Brasília, 2017, pp. 14-33.

Aula 12 (21.10.2021) – Prof. Me. João Paulo Ribeiro
Título: Aspectos cosmológicos na tradução de língua indígena Guarani


Resumo: O posicionamento do tradutor que traduz pela língua indígena é de espera. A atenção está para o futuro do presente. Os aspectos sonoros do texto são também cantos de outros animais em busca de uma poética da relação. Estamos considerando as cosmologias indígenas para pensar a tradução que condiz com esse pensamento ameríndio. Essa aula considera a cosmologia e a gramática pelo caminho da poética do traduzir. É uma experimentação que tem como base o texto mbya-guarani de Ayvu Rapyta (CADOGAN, 1959) e o pensamento de Davi Kopenawa em A Queda do Céu ([2010] 2015), sobre a poética do traduzir a referência é Henri Meschonnic ([1989] 2006).

Referências: CADOGAN, León. Ayvu Rapyta: Textos míticos de los Mbyá-Guarani del Guairá. FFLCH/USP, Boletim N.227, Antropologia N.5. São Paulo, 1959.
KOPENAWA, Davi & ALBERT, Bruce. A queda do céu: palavras de um xamã yanomami. Trad. Beatriz Perrone-Moisés. Companhia das Letras, [2010] 2015.
MESCHONNIC, Henri. Linguagem, ritmo e vida. Belo Horizonte: FALE/UFMG, [1989] 2006.

Programa

Programa do curso: A tradução de referentes culturais em textos turísticos

Aula 1: - Introdução à teoria funcionalista da tradução (Christiane Nord, Hans J. Vermeer e Katharina Reiss); - O que são referentes culturais? - Estratégias de tradução de referentes culturais de Josep Marco.
Aula 2: - Análise de traduções e discussão com base na aula anterior com foco nos seguintes referentes culturais: festas (e o vocabulário relacionado a elas), ritmos e danças. - Prática de tradução de trechos de textos turísticos seguida de discussão sobre as soluções encontradas, desafios e dificuldades.
Aula 3: - Análise de traduções e discussão com base na aula 1. Foco nos seguintes referentes culturais: pratos típicos, nomes de instituições e biomas. - Prática de tradução de trechos de textos turísticos seguida de discussão sobre as soluções encontradas, desafios e dificuldades.

Bibliografia
COSTA, Ana Teresa Perez. Brasil mostrando a sua cara: estratégias de tradução no material de divulgação cultural: um estudo baseado em corpus. 2006. 233 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Linguística Aplicada, Departamento de Línguas Estrangeiras e Tradução, Universidade de Brasília, Brasília, 2006.
FUCHS, Sandra Navarro. Orientações culturais e suas implicações para a tradução funcionalista: um estudo na área do turismo à luz da linguística de corpus. 2018. 366 f. Tese (Doutorado) - Curso de Estudos Linguísticos e Literários em Inglês, Letras Modernas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8160/tde-27082018-165601/p…. Acesso em: 16 nov. 2022.
KELLY, Dorothy. The translations of texts from the tourist sector: textual conventions, cultural distance and other constraints. Trans: Revista de Traductología, Málaga, v. 2, p.33-42, 1997.
MARCO, Josep. El fil d'Ariadna: Anàlisi Estilística i Traducció literària. Vic: Eumo Editorial, 2002. 331 p.
MARCUSCHI, Luiz Antonio. Gêneros Textuais: definição e funcionalidade. In: MARCUSCHI, Luiz Antonio. Gêneros Textuais: constituição e práticas sociodiscursivas. São Paulo: Cortez, 2009. p. 1-18
MARQUEZE, Giovana Martins de Castro. Proposta de um vocabulário bilíngue de festas populares brasileiras baseada em um estudo de corpus. 2018. 202 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Letras, Letras Modernas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: . Acesso em: 22 maio 2019.
MERKAJ, Ledina. Tourist communication: a specialized discourse with difficulties in translation. European Scientific Journal, Açores, v. 2, p.321-325, dez. 2013. MUÑOZ, Isabel Durán. Analysing common mistakes in translations of tourist texts (Spanish, English and German). Onomázein, Málaga, v. 2, n. 23, p.335-349, 2012.
NEWMARK, Peter. A textbook of translation. Hertfordshire: Prentice Hall International, 1988. 311 p.
NORD, Christiane. Scopos, Loyalty, and Translational Conventions. Target International Journal of Translation Studies, [s.l.], v. 3, n. 1, p.91-109, 1 jan. 1991. John Benjamins Publishing Company.
NORD, Christiane. Translating as a Purposeful Activity: Functionalist Approaches Explained. Amsterdam: St. Jerome Publishing, 1997. 154 p.
REBECHI, Rozane Rodrigues. A tradução da culinária típica brasileira para o inglês: um estudo sob o enfoque da Linguística de Corpus. 2015. 393 f. Tese (Doutorado) - Curso de Estudos Linguísticos e Literários em Inglês, Departamento de Letras Modernas, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP.
REISS, Katharina; VERMEER, Hans J. Fundamentos para una teoría funcional de la traducción. Madrid: Ediciones Akal, 1996. 206 p. Tradução de Sandra García Reina e Celia Martín de León da edição em alemão de 1991.
REISS, Katharina. Type, kind and individuality of text: decision making in translation, 1971. In: VENUTI, Lawrence (Ed.). The translation studies reader. London: Routledge, 2000. Cap. 12. p. 160-171.
SNELL-HORNBY, Mary. Communicating in the Global Village: on language, translation and cultural identity. Current Issues in Language And Society, [s.l.], v. 6, n. 2, p.103-120, abr. 1999b. Informa UK Limited.

Programa


Unitat 5: Casa meva és casa vostra
GRAMÀTICA
- Quantificadors: massa, molt, bastant, força, més aviat, una mica, poc, gaire, gens
- Interrogatius: on / (a) quin
- Preposicions: a, en, amb
- Present d’indicatiu: haver-hi, ser, viure, estar-se, preferir
- Numerals ordinals: primer, segon...
- Estructures comparatives
- Expressions locatives: a prop, al costat, al mig, al darrere, entre, al final, lluny, al davant
- Connectors: a més, també
LÈXIC
- Noms de les vies públiques
- Noms i adjectius per indicar característiques de barris, pobles i ciutats
FONÈTICA
- La vocal neutra
CULTURA
- Barris de Barcelona i València
Unitat 6: Històries de vida
GRAMÀTICA
- Pronoms febles: el, la, els, les, ho
- Pronoms febles: em, et, es, ens, us (davant i darrere del verb)
- Interrogatiu: quan
- Numerals a partir del 100
- Expressions temporals: als 10 anys, quan, al cap de, l’any 2009, fa tres mesos, del 2010 al 2012...
- Present d’indicatiu: saber, conèixer
- Passat perifràstic d’indicatiu
- Imperfet d’indicatiu: ser, tenir, haver-hi
- Connector: per això
LÈXIC
- Verbs que indiquen experiències personals
- Noms i verbs que indiquen fets històrics
- Expressions per a reaccionar: què dius ara?, que fort, quina pena!, ostres!...
FONÈTICA
- Entonació d’expressions de sorpresa i tristesa
- El verb conèixer
CULTURA
- Dones invisibles de la història de Catalunya
- Persones destacades en diferents àmbits
- Fets rellevants de la història de Catalunya
Unitat 7: Menjar-se el món
GRAMÀTICA

- Quantificadors: gens, cap
- Pronoms febles: el, la, els, les, en
- Perífrasi d’obligació en present d’indicatiu: haver de + infinitiu
- Forma impersonal: es pot / s’ha de + infinitiu
- Present d’indicatiu: preferir, estimar-se més, agradar (més), voler, poder
- Connector: doncs
LÈXIC
- Noms de plats, d’aliments i de mesures
- Adjectius per a indicar qualitats del menjar
- Noms de dietes especials
FONÈTICA
- Entonació de preguntes que comencen amb que: Que tenim oli?
- Entonació de preguntes que comencen amb de + objecte directe: D’oli, en tenim?
CULTURA
- Arrossos tradicionals dels Països Catalans
- Plats típics catalans
Unitat 8: Xarxes, estils i tendències
GRAMÀTICA
- Interrogatius: què, quin, quina, quins, quines
- Demostratius: aquest, aquesta, aquests, aquestes / aquell, aquella, aquells, aquelles
- Pronom feble: hi
- Present d’indicatiu: dur, portar, posar-se, anar (vestit) amb / de
- Connectors: i tant, és clar, exacte
LÈXIC
- Noms de peces de vestir, de complements, de materials i de colors
- Adjectius per a descriure peces de vestir i complements
FONÈTICA
- Les vocals o i u
- Emmudiments
CULTURA
- Dissenyadors dels Països Catalans
- Els premis Gaudí del cinema català
Unitat 9: Hem fet molta feina!
GRAMÀTICA
- Expressions temporals: avui, fins ara, aquest matí, aquesta setmana...
- Pronoms febles: m’, t’, s’, ens, us
- Present d’indicatiu: saber, poder
- Perfet d’indicatiu
- Participis
- Connector: és que
LÈXIC
- Lèxic relacionat amb les habilitats, i l’experiència laboral i formativa
- Expressions per a reaccionar: quin greu, em sap greu, ho sento, perdona...
FONÈTICA
- Les consonants p, b, t, d, c, g a final de paraula
- Entonació de frases de disculpa
CULTURA
- Voluntariats
B. BIBLIOGRAFIA
ALABADÍ, J. [et al.]. D’ací i d’allà: Oral A2. València: Tabarca Llibres, 2010.
BADIA, D.; PÉREZ, M. Camí de Ronda: 40 primeres classes de català. Vic: L’Àlber, 2015.
BASTONS, N. [et al.].Gramàtica pràctica del català. Barcelona: Teide, 2012.
BERNADÓ, X.; ESCARTÍN, M. ; PUJOL, A. Som-hi! Bàsic 1, 2 i 3. Llengua catalana. Barcelona: Barcanova, 2019.
ESTEBAN, J. Català A2. Barcelona: Teide, 2019.
GUERRERO, I. [et al.]. Nou nivell bàsic (1, 2 i 3): Curs de llengua catalana: Formació de persones adultes.
Barcelona: Castellnou, 2017.
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2016
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017. (També
disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans, 2018. (També disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS Gramàtica bàsica i d’ús de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans: 2019.
MAS, M. [et al.]. Veus: Curs de català: Nivell 1. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2010.
MONEGAL, C. 156 activitats per a parlar en català. Vic: L’Àlber, 2003.
ROIG, N.; PADRÓS, M.; CAMPS, S. Passos 1: Nivell bàsic: Curs de català per a no catalanoparlants. Barcelona:

Octaedro, 2017.
RUAIX I VINYET, J. Català fàcil: Curs bàsic per a catalanoparlants. Barcelona: Claret, 2012.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 1. Curs de català. Llibre de l’alumne. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de
Montserrat, 2018.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 1. Curs de català. Llibre d’exercicis. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de
Montserrat, 2018.
CARRERA, J.; PONS, C.; SOLÀ, J. Els sons del català. http://www.ub.edu/sonscatala
Enxaneta.info. http://enxaneta.info/index.htm
GENERALITAT DE CATALUNYA, INSTITUT RAMON LLULL I CONSORCI PER A LA NORMALITZACIÓ
LINGÜÍSTICA. Parla.cat. http://www.parla.cat
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017.
https://www.iec.cat/llengua/documents/ortografia_catalana_versio_digita…
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans, 2018. https://geiec.iec.cat/

Programa

PROGRAMA:

Comunicação: apresentar-se, informar-se sobre o outro, contar, comunicar-se em aula, cumprimentar e despedir-se em diferentes contextos, perguntar e dar informações pessoais, perguntar o preço, falar de sonhos e paixões, falar da cidade, nomear e localizar lugares na cidade, pedir e dar explicações, informar-se para se hospedar, agradecer e responder a um agradecimento, indicar um itinerário simples, escrever um cartão postal, dar impressões sobre um lugar, falar das atividades, falar do tempo, da profissão, do que gosta, de si e dos centros de interesse, propor, aceitar e recusar uma saída, marcar um encontro, convidar e dar instruções.

Vocabulário: línguas, nacionalidades, números de 0 a 100, alfabeto, momentos do dia, dias da semana, fórmulas de cumprimento formais e informais, elementos da identidade, meses do ano, expressão do que se gosta, alguns lugares da cidade, algumas expressões de localização, termos para se hospedar, algumas indicações de direção, algumas fórmulas de polidez, termos ligados à correspondência, fórmulas para começar e terminar um cartão postal, algumas profissões, algumas atividades esportivas e culturais, alguns nomes de animais, caracterização física e psicológica, termos ligados à saídas, o registro familiar.

 
adjetivos de nacionalidade, verbos chamar-se, ser e ter, artigos definidos e indefinidos, adjectifs possessifs (pronomes possessivos), negação, presente dos verbos do 1º grupo, preposições com nomes de país, preposições de lugar com artigos contraídos, por que/porque, perguntas fechadas, pronomes demonstrativos, verbos da ordem do gostar seguidos de substantivo ou verbo, presente de alguns verbos seguidos de artigo contraído, masculino e feminino das profissões, masculino, feminino e plural dos adjetivos, pronomes tônicos, pronome on (a gente), imperativo.

Elementos de fonética: acentuação da última sílaba, distinção dos sons [y] e [u], entonação ascendente e descendente, pronúncia dos números, ligação da última sílaba com a seguinte, entonação de pergunta, distinção do feminino das profissões, marca do gênero nos adjetivos orais.

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliografia Geral:
LAROUSSE. Dicionário Larousse Francês-Português/ Português-Francês. Larousse Brasil, 2009.
GARCIA, F. En avant la grammaire! Débutant. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed. Montréal, Marcel Didier, 2006.
GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.
______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.
HIMBER, C.; WAENDENDRIES, M.; HUGOT, C. Mon Alter Ego. Niveau A1. Paris: Hachette, 2023.
REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.