Programa

Programa
  • Processos de escrita;
  • Narrativas breves (teorias latino-americanas);
  • Narratividade para além do enredo;
  • Tensão e fricção no uso da linguagem;
  • Formas de montagem.
 
Cronograma das atividades
 
Aula 1 – O conto: descarga elétrica
Leituras: “Conto: círculo, circuito” (Mauricio Vasconcelos)
“Teses sobe o conto” e “Novas teses sobre o conto” (Ricarco Piglia)
Música: “Amanhã” (Filarmônica de Pasargada)
 
Aula 2 – Contos de discurso
Leituras: “Instruções para subir uma escada” (Julio Cortázar)
“Breves entrevistas com homens hediondos” (David Foster Wallace)
“Exortação” (George Saunders)
 
Aula 3 – Formas de montagem: justaposição, superposição, acumulação
Leituras: “A quinta história” (Clarice Lispector)
“Minha fantasma” (Nuno Ramos)
“O nado” (Amelia Loureiro)
Filme: “Ato, atalho e vento” (Marcelo Masagão)
Fotografia: Evgen Bavcar
 
Aula 4 – Roda de leitura comentada dos textos produzidos durante o curso
Fechamento
 
 
Critérios de aprovação
 
- Frequência de no mínimo 75% das aulas;
- Desenvolvimento das atividades de escrita propostas no decurso dos trabalhos.
 
Bibliografia
 
ABED, Carolina Zuppo. Narrativas possíveis para o século 21. In: Revista Revera – Escritos de Criação Literária., v. 1, nº 1, p. 25-38. São Paulo: 2016.
AIRA, Cesar. Pequeno manual de procedimentos. Curitiba: Arte Letra, 2007.
BESSIÉRE, Jean. Notas sobre o estado da literatura e da crítica francesas contemporâneas – a respeito das duas vias da criação literária hoje. In: Revista Cerrados, v. 22, nº 36, p. 30-46. Brasília: 2013.
CORTÁZAR, Julio. Histórias de cronópios e de famas. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 1994.
GOLDBERG, Natalie. Mente selvagem: como se tornar um escritor. Trad. Tati de Moraes. Rio de Janeiro: Gryphus, 1994.
LISPECTOR, Clarice. Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Rocco, 1998
LOUREIRO, Amelia. O nado. São Paulo: Córrego, 2018.
OSTROWER, Fayga. Criatividade e processos de criação. Petrópolis: Vozes, 2014.
PIGLIA, Ricardo. Formas breves. Trad. José Marcos Mariani de Macedo. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
PROSE, Francine. Para ler como um escritor. Trad. Maria Luiza Borges. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.
RAMOS, Nuno. Ensaio Geral: projetos, roteiros, ensaios, memória. São Paulo: Globo, 2007.
SALLES, Cecília Almeida. Redes de criação: a construção da obra de arte. Vinhedo: Horizonte, 2006.
SAUNDERS, George. Dez de dezembro. São Paulo: Companhia das letras, 2014.
VASCONCELOS, Mauricio Salles. Conto: círculo, circuito. In: Revista Polifonia, v. 14, n. 16. Campo Grande: 2008.
WALLACE, David Foster. Breves entrevistas com homens hediondos. Trad. José Rubens Siqueira. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.

 

Programa

Primeiro dia: Introdução
* Introdução ao relato de viagem de Hans Staden
* Características específicas do género literário de relatos de viagem
* O texto de Hans Staden no contexto da literatura do século XVI

Segundo dia: Fundamentação teórica
* Aspectos fundamentais sobre a teoria do estranhamento
* Espaço para debate

Terceiro dia: Exercícios
* Leitura de passagens do texto Warhaftige Historia para consolidar os aspectos analisados no primeiros dois dias do Curso de Extensão
* Espaço para debate

Bibliografia do Curso de Extensão (Difusão)
Hans Staden: Wahrhaftige Historia

STADEN, HANS (1557): Warhaftige Historia und beschreibung eyner Landtschafft der Wilden Nacketen, Grimmigen Menschfresser-Leuthen in der Newenwelt America gelegen… (https://archive.org/details/staden e https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/4570)

STADEN, HANS (1557): Warhaftige Historia. Zwei Reisen nach Brasilien (1548–1555). História de duas viagens ao Brasil. [ed.] Publicação em conjunto com o Instituto Martius-Staden. [trad.] Guiomar de Carvalho Franco e Joachim Tiemann. Edição crítica: Franz Obermeier. Kiel: Westensee Verlag, 2007, Fontes Americanae 1.

BRENNER, P. (1990): Der Reisebericht in der deutschen Literatur. Ein Forschungsüberblick als Vorstudie zu einer Gattungsgeschichte. Tübingen: Niemeyer.

CAMPANÁRIO, Manoel de Abreu (1980): Hans Staden: O Homem e a Obra. São Paulo: Editora Parma.

CARNEIRO DA CUNHA (1990), Manuela: Imagens de Índios do Brasil: O Século XVI. Estudos Avançados, 4(10), 91-110. Recuperado de http://www.revistas.usp.br/eav/article/view/8582.

MÜNKLER, H.; LADWIG, B. (1997): Dimensionen der Fremdheit. Em: Herfried Münkler/ Ladwig, Bernd (Org.): Furcht und Faszination. Facetten der Fremdheit. Berlin: Akademie Verlag.

MÜNKLER, M. (2000): Erfahrung des Fremden. Die Beschreibung Ostasiens in den Augenzeugenberichten des 13. und 14. Jahrhunderts. Berlin: Akademie Verlag.

OBERMEIER, F. (2002): Hans Stadens Wahrhafftige Historia 1557 und die Literatur der Zeit. In: STÄCKER, T.; WEYRAUCH, E. (Org.): Wolfenbütteler Notizen zur Buchgeschichte. Herzog August Bibliothek Wiesbaden: Harrassowitz, p. 43–80. (https://macau.uni-kiel.de/servlets/MCRFileNodeServlet/macau_derivate_00…)

____________ (2005): Identidades latinoamericanas no século dos descobrimentos: pontos de encontro e divergências nas definições das identidades indígena e européia. In: ERTLER, Klaus-Dieter; RODRIGUES-MOURA, Enrique: Fronteras e identitdades – Identidades e fronteiras. Civilizacíon y barbarie – Sertão e litoral. Frankfurt am Main et al.: Peter Lang, p. 17–43. (https://macau.uni-kiel.de/receive/publ_mods_00000466)

STICHWEH, R. (2010): Der Fremde. Berlin: Suhrkamp.

VIVEIROS DE CASTRO, E. (2018): Metafísicas canibais: Elementos para uma antropologia pós-estrutural. São Paulo: Ubu Editora, n-1 edições.

WALDENFELS, B. (2013): Topographie des Fremden. Studien zur Phänomenologie des Fremden 1. Frankfurt am Main: Suhrkamp.

Programa

Módulo 1: “ AMÉFRICA”
● Abertura e apresentação do curso.
● Discutir o processo de formação e criação da América Latina e ressignificar esse conceito, através da categoria de amefricanidade.

Módulo 2: “Diásporas Negras: Argentina e Colômbia”
● “Buenos Aires Negra, Negra Buenos Aires”: Com enfoque na cidade de Buenos Aires propomos pluralizar as narrativas acerca do ideário brancocentrado da cidade, através da discussão das geo-grafias negras e identificar os antigos “barrios negros”.
● Pacífico Negro Colombiano: Trazer novas releituras da história e geografia da população negra na Colômbia, com o intuito de problematizar como esse país construiu uma imagem que remete à colonização pela imigração europeia, mas oculta a presença afrocolombiana.

Módulo 3: “Diásporas Negras: Brasil”
● População negra em São Paulo (virada séc XIX -XX): Apresentar as sociabilidades negras e a ocupação do espaço urbano frente ao projeto higienista de modernização da cidade.
● Momento para debate e reflexões com o grupo.
● Encerramento

Referências bibliográficas

ANDREWS, George Reid. Los Afroargentinos de Buenos Aires. Buenos Aires: Ediciones de la Flor S.R.L., 1989.
CARNEIRO, Sueli. A construção do outro como não-ser como fundamento do ser. FEUSP, 2005. Disponível em: <https://negrasoulblog.files.wordpress.com/2016/04/a-construc3a7c3a3o-do… > Acesso: 14/10/2020.
GELER, Lea. Andares negros, caminos blancos: afroporteños, Estado y Nación. Argentina a fines del siglo XIX. Rosario: Prohistoria Ediciones, TEIAA (Universidad de Barcelona), 2010.
GONZALEZ, Lélia. A categoria político-cultural de Amefricanidade. In: Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro, nº 92/93 (jan/jun) 1988.
GROSFOGUEL, Ramón. “A estrutura do conhecimento nas universidades ocidentalizadas: racismo/sexismo epistêmico e os quatro genocídios/epistemicídios do longo século XVI”. In: Revista e Sociedade e Estado- Volume 31, Número 1, Janeiro/ Abril 2016.
GROSFOGUEL, Rámon. Para descolonizar os estudos da economia política e os estudos pós-coloniais. Trasmodernidade, pensamento de fronteira e colonialidade global. in SANTOS, Boaventura S.; MENESS, Maria P. (org.). Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez, 2010.
GUERRA, Geinne Monteiro de Souza Guerra. Pacífico Negro Colombiano: territorialidades e os movimentos negros de 1980 a 1990. 73f. Trabalho de Graduação Individual (TGI)- FFLCH- Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: http://www.tcc.sc.usp.br/tce/disponiveis/8/8021104/tce-18022019-081013/… Acesso: 09/12/2021.
GUIMARÃES, Geny Ferreira. “Geo-grafias Negras e Geografias Negras”. In: Revista da ABPN, v. 12, n. Ed. Especial. Caderno Temático: “Geografias Negras”, abril de 2020, pp. 292-311. Disponível em: http://abpnrevista.org.br/revista/index.php/revistaabpn1/article/view/8…. Acesso em: julho de 2020.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano. Rio de Janeiro: Editora Cobogó, 2019.
MIGNOLO, Walter D. La idea de América Latina. La herida colonial y la opción decolonial. Trad. JAWERBAUM, Silvia; BARBA, Julieta. Barcelona: Editorail Gedisa, 2007.
MORAES, Amanda de Lima. Negras e negros na cidade de São Paulo: A igreja do Rosário como espaço de resistência. In: Estudios afrolatinoamericanos 4 : actas de las sextas jornadas del GEALA . p.357-367 - 1a ed . - Ciudad Autónoma de Buenos Aires : Ediciones del CCC Centro Cultural de la Cooperación Floreal Gorini, 2019. Disponível em: https://geala.files.wordpress.com/2019/09/estudios-afrolatinoamericanos…
NASCIMENTO, Elisa Larkin. Lutas Africanas no Mundo e nas Américas. A Matriz Africana no Mundo. Elisa Larkin Nascimento (org.). São Paulo: Selo Negro, 2008. Sankofa: Matrizes africanas da cultura brasileira. Disponível em: https://afrocentricidade.files.wordpress.com/2016/04/a-matriz-africana-… Acesso: 09/ 02/2021.
QUIJANO, Aníbal. “Colonialidade do poder, Eurocentrismo e América Latina”. In: A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: CLACSO, 2005. Disponível em: http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/clacso/sur-sur/20100624103322/12…. Acesso em: julho de 2020.
RATTS, Alex. Eu sou Atlântica. Sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento. São Paulo: Imprensa Oficial, 2006.
REIS, Marilise Luiza Martins dos. Vozes e políticas da diáspora na América Latina e Caribe: A Red de Mujeres Afrolatinoamericanas, Afrocaribeñas y de la Diáspora como movimento transnacionl afrodiaspórico. Florianópolis, 2012. Disponível em: <https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=159121748006&gt; Acesso: 25/01/2021.
ROLNIK, Raquel. Territórios negros nas cidades brasileiras. In:Revista de Estudos Afro-Asiáticos 17 – CEAA, Universidade Cândido Mendes, Rio de Janeiro, 1989.
SANTOS, Carlos José Ferreira dos. Nem tudo era italiano. São Paulo e Pobreza 1890-1915. São Paulo, Annablume, 1998.
SANTOS, Maria do Carmos Rebouças da Cruz Ferreira dos. “Lélia Gonzalez: a amefricanidade como contributo para a construção de uma nova epistemologia”. In: Revista Espaço Acadêmico, n. 225. nov/dez, 2020. Disponível em: http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/539…. Acesso em 22/01/2021.
SANTOS, Milton. “Sociedade e Espaço: a Formação Social como Teoria e como Método” In: Boletim Paulista de Geografia. São Paulo, n. 54, Junho, 1977.
SILVA, Beatriz Pereira. “Buenos Aires Negra, Negra Buenos Aires: uma contextualização acerca das geo-grafias negras da cidade (século XIX)”. In: Boletim Paulista de Geografia, n. 104: Edição Especial – Geografia e relações étnico-raciais. (pp. 121-141), São Paulo, 2020. Disponível em: https://www.agb.org.br/publicacoes/index.php/boletim-paulista/article/v…. Acesso em 09/02/2021.
TROUILLOT, Michel-Rolph. Silenciando o passado: poder e a produção da história. Curitiba: huya, 2016. 272p.

Programa

07/02- Aula 1- Breve panorama do amor na obra de Clarice e análise das crônicas “Uma revolta”, “Ao que leva o amor”, “Mas há vida” e “Amor”
09/02- Aula 2- Análise do conto "Os desastres de Sofia"
14/02- Aula 3- Análise do conto "O búfalo"
16/02- Aula 4- Análise do romance Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres

Bibliografia:

FITTIPALDI, Eliane Pereira. Trajetórias do feminino em narrativas de Clarice Lispector, Simone de Beauvoir & Agnès Varda. Hucitec Editora, 2021.
FRANCO JR., Arnaldo (2008). “Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres, de Clarice Lispector, romance moderno e romance de mocinha”. In: Signótica, vol. 18, no 1, pp. 1-16. Disponível em https://www.revistas.ufg.br/index.php/sig/article/view/3716 Acesso em 14 nov. 2022.
FREUD, Sigmund. Luto e melancolia. Trad. Marilene Carone. São Paulo: Cosac Naify, 2011.
HOMEM, M. L. Notas sobre o impossível: dizer e amor em Clarice Lispector. Insight, , v. 119, 01 jun. 2001.
LISPECTOR, Clarice. A legião estrangeira. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. p. 74-76.
________________. Todos os contos. Rio de Janeiro: Rocco, 2016.
________________. Todas as crônicas. Rio de Janeiro: Rocco, 2018.
________________. Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres. Rio de Janeiro: Rocco, 2009.
LACAN, Jacques.(1972-73) O Seminário, livro 20: Mais, ainda. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1985.
MAIA, Ana Martha W. (1999). As máscaras d’A Mulher: a feminilidade em Freud e Lacan. Rio de Janeiro : Rios Ambiciosos.
ROSENBAUM, Yudith. Metamorfoses do mal: uma leitura de Clarice Lispector. São Paulo: EDUSP, 2006.
__________________. “Na contramão da palavra: a escrita de Clarice”. In: Constelação Clarice. São Paulo: IMS, 2021.

Programa

Neste curso de língua galega continuar-se-á com a análise dos principais elementos constitutivos do sistema
linguístico galego: prosódia, morfologia, sintaxe, léxico e questões sociolinguísticas e culturais. Dado que o galego e
o português são muito inteligíveis, o aluno não encontrará dificuldades na aprendizagem da língua e por isso o
curso será ministrado integramente em língua galega. Como o nível é intermédio será necessário um conhecimento
prévio da língua. O curso faz referência às diferentes competências da língua:
- expressão oral: resolver situações e tarefas como intervenções simples de carácter social;
-compreensão escrita: compreensão, interpretação e identificação de informação e instruções simples relacionadas
com situações habituais e previsíveis encontradas em textos;
- compreensão oral: compreensão de expressões e vocabulário sobre temas de interesse pessoal.
- expressão escrita (expressar opiniões, sentimentos, desejos e preferencias; fazer sugestões, convites e dar
instruções mínimas, saudar, se apresentar, agradecer e pedir desculpas);
- dimensão intercultural e sociolinguística (serão abordados diferentes temas sobre a cultura galega como a
mitologia, as tradições, os símbolos, os principais autores, a relação Galícia-Brasil).
- dimensão metafórica: saber falar em modo simbólico e indireto mediante metáforas e metonímias.
O professor fornecerá ao aluno muitas ferramentas virtuais para que a aprendizagem possa se tornar autónoma e
para que o aluno use os recursos on-line para o estudo e a revisão dos conteúdos. Ao longo do curso será
entregado muito material procedente de revistas e jornais culturais galegos.
Os conteúdos gramaticais incluem: o grupo nominal, os pronomes, a colocação dos pronomes átonos, os acentos,
os principais tempos verbais (pretérito, imperfecto, condicional) e perífrases verbais.
As seguintes referências bibliográficas incluem os textos que o professor fará chegar aos alunos virtualmente. De
cada obra serão selecionados os fragmentos mais pertinentes e nunca a obra inteira.
Recursos didáticos
Livro de texto didático
Lingua e Literatura I, 2005, Rodeira-grupo edebé.
Chamorro, Margarita; da Silva, Ivonete; Núñez, Xaquín, 2008. Aula de Galego 4. Xunta de Galicia.
https://www.lingua.gal/celga-4/aula-de-galego/alumnado
Gramáticas e manuais de estilo
———— 2003. Normas ortográficas e morfolóxicas do idioma galego. Real Academia Galega.
Freixeiro Mato, Xosé Ramón. 2013. Estilística da lingua galega. Xerais.
López Viñas, Xoán; Lourenço Módia, Cilha; Moreda Leirado, Marisa. 2011. Gramática práctica da lingua galega.
Baía Edicións.
Livros de leitura
Prado, Tucho; Prado, Miguelanxo. 2007. O xabaril branco. Biblos Clube De Lectores
Tabuyo Romero, Domingo M. 1998. Balsaín blues. Espiral Maior.
Quadrinhos

Alves, Abel; Tolj, Esteban. 2018. A tumba de Breogán. Demo.
Prado, Miguelanxo. 2012. Ardalén. Norma Editorial.
Prado, Migueanxo. 2020. O pacto do letargo. Retranca Edicións.
Ensaios sobre cultura
Barreiro Fernandez, Xosé Ramón. 2007. Os símbolos de Galicia. Consello Cultura Galega.
Cuba, Xohán R.; Reigosa, Antonio; Miranda, Xosé. 2007. Dicionario dos seres míticos galegos. Xerais.
Mariño Paz, Ramón. 1998. Historia da lingua galega. Sotelo Blanco Edicións
Reigosa, Antonio. 2015. Galicia Encantada: O país das mil e unha fantasías. Xerais.

Programa

A idade média e o dinheiro, desenvolvimento do crédito.

As instituições bancárias e a relação com a pobreza.

O banqueiro dos pobres, Muhammad Yunus criador do Grammen Bank.

Aspectos do crédito que precisam ser conhecidos para uma melhor atuação dentro das finanças pessoais.

Economia Solidária.

Bibliografia
GOFF, Jacques Le, A idade média e o dinheiro, 1. Ed. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 2014.
YUNUS, Muhammad: O banqueiro dos pobres. Tradução Maria Cristina Guimarães Cupertino. 1.ed. São Paulo: Editora Ática, 1997.
YUNUS, Muhammad; WEBER, Karl: Um mundo sem pobreza: a empresa social e o futuro do capitalismo. Tradução Juliana A. Saad e Henrique Amat Rêgo Monteiro. 1. ed. São Paulo: Editora Ática, 2007.
SECURATO, José Roberto. Crédito: Análise e avaliação do risco. 2. ed. São Paulo: Ed. Saint Paul, 2012
SINGER, Paul. Dominação e Desigualdade estrutura de classes e repartição de renda no Brasil. 1. ed. São Paulo: Ed. Paz e Terra, 1981.
SINGER, Paul. Globalização e desemprego: Diagnóstico e alternativas. 3. ed. São Paulo: Ed. Contexto, 1999.
SINGER, Paul. Introdução à economia solidária. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2002.

Programa

1. 09/08 - Movimento Negro Brasileiro: da década de 1970 aos dias atuais

2. 12/08 - Processos de Racialização e o Enigma do Pardo

3. 16/08 -  Ações afirmativas na Graduação e Pós-Graduação

4. 19/08 - Encarceramento e Violência Policial

BIBLIOGRAFIA

ADORNO, Sérgio. “Racismo, criminalidade violenta e justiça penal: réus brancos e negros em perspectiva comparativa”. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, 9 (18), pp. 283-300, 1996.
ADORNO, Sérgio. Discriminação racial e justiça criminal em São Paulo. Novos estudos CEBRAP, São Paulo, v. 43, p. 45-63, 1995.
Campos, Luiz Augusto. "O pardo como dilema político." Insight Inteligência 62 (2013): 80-91.
DAFLON, Verônica Toste. Tão longe, tão perto: pretos e pardos e o enigma racial brasileiro. Tese de Doutorado. Instituto de Estudos Sociais e Políticos, Rio de Janeiro, 2014.
FERES JÚNIOR, João; CAMPOS, Luiz Augusto; DAFLON, Veronica Toste. Fora de quadro: a ação afirmativa nas páginas d’O Globo.
GONZALEZ, Lélia. O movimento negro na última década. In: ; HASENBALG, Carlos (Orgs.). Lugar de negro. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1982.
GONZALEZ, Lélia; HASENBALG, Carlos Alfredo. Lugar de negro. Editora Marco Zero, 1982.
GUIMARÃES, Antônio Sérgio Alfredo. Racismo e Anti-racismo no Brasil. Novos Estudos, São Paulo, v. 3, n. 43, p. 26-44, 1 nov. 1995.
Hasenbalg, Carlos e Silva, Nelson do Valle (1988(. Estrutura social, mobilidade e raça. Rio de Janeiro: IUPERJ
LIMA, Márcia. Desigualdades raciais e políticas públicas: ações afirmativas no governo Lula. Novos estudos CEBRAP, n. 87, p. 77-95, 2010.
LIMA, Márcia; PRATES, Ian. Desigualdades raciais no Brasil: um desafio persistente. Trajetórias das desigualdades: como o Brasil mudou nos últimos cinquenta anos. São Paulo, SP: Editora Unesp, p. 163-189, 2015
MISSE, Michel. Crime, sujeito e sujeição criminal: aspectos de uma contribuição analítica sobre a categoria" bandido". Lua Nova: Revista de Cultura e Política, São Paulo, n. 79, p. 15-38, 2010b.
MOURA, Clóvis. Organizações negras. In: SINGER, Paul; BRANT, Vinicius de Caldeira. São Paulo: o povo em movimento. São Paulo: Editora Brasileira de Ciências, 1983.
PEREIRA, Amilcar Araújo. O mundo negro : relações raciais e a constituição do movimento negro contemporâneo no Brasil . Niterói: UFF, 2010.
RIOS, Flávia M. Elite Negra no Brasil. 2014. Tese de Doutorado. Tese (Doutorado). Departamento de Sociologia, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo.
RIOS, Flávia Matheus. Movimento negro brasileiro nas Ciências Sociais (1950-2000). Sociedade e Cultura, 12(2), 2009.
SILVA, Graziella; LEÃO, Luciana. O Paradoxo da Mistura: Identidades, Desigualdades e Percepção de Discriminação Entre Brasileiros Pardos. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 27, n. 80, p. p.117-133, 2012.
SINHORETTO, Jacqueline; DE LIMA, Renato Sérgio. Narrativa autoritária e pressões democráticas na segurança pública e no controle do crime. Contemporânea-Revista de Sociologia da UFSCar, v. 5, n. 1, p. 119, 2015
SINHORETTO, Jacqueline; et al. A filtragem racial na seleção policial de suspeitos: segurança pública e relações raciais. In: LIMA, Cristiane S. L.; BAPTISTA, Gustavo C.; FIGUEIREDO, Isabel S. de (org.). Segurança pública e direitos humanos: temas transversais. Brasília: Ministério da Justiça, 2014.
TILLY, Charles. Movimentos sociais como política. Revista Brasileira de Ciência Política,
Venturini,
Venturini, Anna Carolina. Políticas de inclusão na pós-graduação: os bastidores e o histórico da edição da portaria normativa 13/2016. Novos estudos CEBRAP. 2021, v. 40, n. 2, pp. 261-279.

Programa

Semana 1 : Motivação e Introdução Geral

Aula Expositiva:                        
 Apresentação do curso - estrutura, conteúdo programático, conhecendo a turma
- diagnóstico do perfil 
 O que é uma linguagem de programação ? 
 O que é Python? Onde instalar, como utilizar
 Debate (parte I) : Ferramentas do dia-a-dia baseadas em linguística
computacional (chatbots, modelos de linguagem, assistentes de digitação)
 Debate (parte II) : A visão dos professores do ciclo básico sobre possibilidades
no uso destas tecnologias 

Aula Prática:

 Como criar e abrir um notebook (em distribuição local ou através do Google
Colab)
 Comandos iniciais: Hello World!, variáveis e tipos de objetos
 Como abrir um arquivo no Python? (csv)
 Criando uma calculadora com Python para realizar as 4 operações 

Semana 2: Aplicando Linguística Computacional para Ensino da Língua

Portuguesa

Aula Expositiva: 

 Como computadores processam um língua humana
 Conceitos de Linguística Computacional: O que é?  Aplicações cotidianas
 Níveis de conhecimentos linguísticos
 Tokenização, Lematização, Stemmização 
 Partes-da-fala (POS Tags)
 Palavras de Função vs Conteúdo (Stop Words vs Content Words).
 Expressões Regulares e Pattern Matching
 Debate: possibilidades no uso de linguística Computacional como ferramenta
didática.

   
Aula Prática:
 Abrindo um arquivo de texto no editor de código 
 Contar o número de palavras
 Contar o número de Pronomes Pessoais, Verbos e Advérbios
 Contar a Frequência de Palavras
 Gerar uma nuvem de palavras

Semana 3: Análise de Corpora com o Python

Aula Expositiva: 

 Revisão dos conceitos da aula anterior: (Tokenização, POS Tags, Stop Words,
Lematização) com novos exemplos
 Visão Geral das Ferramentas disponíveis
 Avaliação da Relevância de Expressões em um Corpus : Bag of Words e TF-
IDF.
 Corpora disponíveis em português : NLTK, Linguateca, Projeto Gutenberg
Aula Prática:

 Pré-processamento Linguístico (Tokenização, Remoção de Stop Words)
 Gerando uma representação Bag of Words
 Gerando uma Representação em TF-IDF
 Exercícios: Análise de assuntos em notícias

Semana 4 : O futuro em sala de aula

Aula Expositiva: 
 Introdução à Inteligência Artificial: Usos reais, mercado de trabalho e
perspectivas
 Aspectos Éticos: ChatGPT e Modelos de Linguagem
 Quais os principais desafios de um professor na atualidade?
 O que se espera do futuro na sala de aula? 
 Explicação do trabalho final 

Aula Prática:

 Apresentação do trabalho final
 Ferramentas disponíveis na web 
 Onde buscar exercícios para usar em sala de aula
 Dicas de cursos de aperfeiçoamento
Material Necessário:
Computador pessoal e acesso à internet.

Referências:

FERREIRA, Marcelo; LOPES, Marcos. Linguística Computacional. São Paulo:
Contexto, 2020. 
FREITAS, Cláudia. Linguística Computacional. São Paulo: Parábola, 2022. 
JURAFSKY, Daniel; MARTIN, James H. Speech and Language Processing (draft).
New Jersey: Prentice Hall PTR, 2021.

Programa

1° Sessão: Introdução
2° Sessão: Cenografias expandidas: teatralidades e performatividades
3° Sessão: Exposições universais e coloniais: espetáculos políticos das metrópoles (Parte 1)
4° Sessão: Exposições universais e coloniais: espetáculos políticos das metrópoles (Parte 2)

AGAMBEN, Giorgio Agamben, Qu’est-ce qu’un dispositif ?, Paris, Rivages, 2007.
BARTHES, Roland et all. O efeito de real. In: Literatura e Semiologia: Pesquisas Semiológicas. Petrópolis: Ed. Vozes, 1972, pp.35-44.
BERNAL, Óscar Cornago, « Atuar “de verdade”. A confissão como estratégia cênica », Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, v. 2, n. 13, pp. 2018.
BLOEMBERGEN, Marieke. Colonial Spectacles: the Netherlands and the Dutch East Indies at the world exhibitions, 1880-1931, Singapore: Singapore University Press, 2006.
BOËTSCH, Gilles e BLANCHARD, Pascal. From Cabinets of Curiosity to the “Hottentot Venus”: A Long History of Human Zoos. In: BANCEL, Nicolas, DAVID, Thomas e THOMAS, Dominic. The Invention of Race: Scientific and Popular Representations. New York: Routledge, 2014.
COHEN, Matthew Isaac. Performing otherness: Java and Bali on international stages, 1905-1952. Basingstoke:
CONKLIN, Alice L. In the Museum of Man: Race, Anthropology, and Empire in France, 1850–1950. Ithaca: Cornell University Press, 2013.
DE L’ESTOILE, Benoît. Do Museu do Homem ao Quai Branly: as transformações dos Museus dos Outros na França. In: Cândido, Manuelina Maria Duarte; Ruoso, Carolina (Org.) Museus e patrimônio: experiências e devires. Recife: Fundação Joaquim Nabuco: Editora Massangana, 2015.
DE L’ESTOILE, Benoît. Le Goût des Autres. De l’Exposition coloniale aux arts premiers. Paris: Flammarion, 2007.
ETIENNE, Noémie. Memory in Action: Clothing, Art, and Authenticity in Anthropological Dioramas (New York, 1900). Material Culture Review, volume 79, 2014, p. 46–59.
ÉTIENNE, Noémie, Les Autres et les ancêtres. Les dioramas de Franz Boas et d’Arthur C. Parker à New York, 1900, Dijon, Les presses du réel – Œuvres en sociétés, 2020.
GOFFMAN, Erving. A representação do eu na vida cotidiana. Vozes, 1985.
FANON, Franz. (trad. Renato da Silveira) Peles negras, máscaras brancas. Salvador : EDUFBA, 2008.
FERAL, Josette. (trad. J. Guinsburg) Além dos limites: teoria e prática do Teatro. São Paulo: Perspectiva, 2015.
FISCHER-LICHTE, Erika. (trad. BORJA, M) Realidade e ficção no teatro contemporâneo. Sala Preta, v. 13, n. 2, p. 14-32, 15 dez. 2013.
FRANÇOZO, M. C. De Olinda a Holanda: o gabinete de curiosidades de Nassau. Campinas: editora Unicamp, 2014. (Introdução e capítulo 4)
HALE Dana. Races on display: French representations of colonized peoples (1886-1940). Bloomington : Indiana University Press, 2007.
MBEMBE, Achille. La colonie : son petit secret et sa part maudite. Politique Africaine, 2006/2 (N° 102), p. 101-127.
MBEMBE, Achille. De la scène coloniale chez Frantz Fanon. Rue Descartes 2007/4 (n° 58), p. 37-55.
MORTON, Patrícia. A. Hybrid Modernities : Architecture and Representation at the 1931 Colonial Exposition, Paris. Cambridge : MIT Press, 2003.
PESAVENTO, Sandra Jatahy. Exposições Universais: Espetáculos da Modernidade do Século XIX. São Paulo: Hucitec, 1997.
PERRONE-MOISES, Beatriz. L’alliance normando-tupi au XVIe siècle: la célébration de Rouen, Journal de la société des américanistes, vol. 94 / 94-1, pp. 45-64, juillet 2008.
RANCIERE, Jacques. O efeito de realidade e a política da ficção. Novos estud. - CEBRAP [online]. 2010, n.86 [cited 2020-09-27], pp.75-80.
ROTHFELS, Nigel. Savages and Beasts: The Birth of the Modern Zoo. London: The Johns Hopkins University Press, 2002.
SANJAD, Nelson. Exposições internacionais: uma abordagem historiográfica a partir da América Latina. Hist. cienc. Saúde-Manguinhos, Rio de Janeiro , v. 24, n. 3, pp. 785-82, 2017.
SEGALEN, Victor. Essays on Exotism: Aesthetics of Diversity. Durham & London: Duke University Press, 2002.
STOLER, Ann Laure. Race and the Education of Desire: Foucault's History of Sexuality and the Colonial Order of Things. Durham and London, Duke University Press, 1995.
SCHWARTZ, Vanessa R. Spectacular Realities, Berkeley, University of California Press, 1998.
TAYLOR, Diana. O arquivo e o repertório: performance e memória cultural nas Américas. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2013. (Capítulo 1)
VIEIRA, Marina Cavalcante. Figurações Primitivistas: Trânsitos do Exótico entre Museus, Cinema e Zoológicos Humanos. Tese (Doutorado) – Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, 2019.

Programa

Dia 1 (10/2/2025) - Introdução ao curso / Fundamentos teóricos do Meridionalismo
Este tema será abordado a partir de uma perspectiva histórica e teórica. Serão apresentados os principais conceitos da geopolítica, as teorias de integração regional e as perspectivas sobre o papel do Brasil no Hemisfério Sul.

Dia 2 (11/2/2025) - História do Meridionalismo
Este tema visa analisar como o Meridionalismo emergiu e foi moldado por eventos históricos, considerando fatores como a Guerra Fria, diferentes regimes políticos e mudanças no cenário internacional, analisando especialmente a evolução das relações do Brasil com as regiões da América do Sul, África, Ásia e Oceania.

Dia 3 (12/2/2025) - Instrumentos meridionalistas do Brasil
Este tema busca examinar as relações bilaterais e multilaterais do Brasil com países do Hemisfério Sul, como Argentina, África do Sul, Índia, entre outros, bem como avaliar como essas relações impactam a diplomacia, o comércio e a segurança regional, considerando a perspectiva do Meridionalismo. Ao final, os alunos serão incentivados a analisar casos concretos e a propor soluções para os desafios da integração regional.

Dia 4 (13/2/2025) - Desafios da liderança meridional brasileira / Encerramento do curso
Este tema será abordado a partir da análise dos obstáculos que o Brasil enfrenta para promover a integração regional nas regiões da América do Sul, África, Ásia e Oceania. Serão discutidos os problemas políticos, econômicos e sociais que dificultam a cooperação entre os países dessas regiões.

Bibliografia

ALBUQUERQUE, Edu Silvestre. A teoria geopolítica meridionalista de André Martin. Revista de Geopolítica, v. 5, nº 2, p. 5-18, jul./dez. 2014.

“FOREIGN RELATIONS OF THE UNITED STATES, 1964–1968, VOLUME XXXIV, ENERGY DIPLOMACY AND GLOBAL ISSUES”, The Office of Historian – Department of State. Disponível em: https://history.state.gov/historicaldocuments/frus1964-68v34/summary

GABRIEL, João Paulo Nicoline et all. Brazilian engagement to Asia and the Belt and Road Initiative in 2017: less politics, more trade and investments. Estudos internacionais. Belo Horizonte, ISSN 2317 773X, v.6 n.1 (2018), p.26 43

KAPLAN, R.D. (2009), Center stage for the twenty first century, Foreign Affairs, Vol. no.2, pp. 16 32.

KORNEGAY, Francis A. África do Sul, o Atlântico Sul e a Equação IBAS-BRICS: o Espaço Transatlântico em Transição. In: Austral - Revista Brasileira de Estratégia e Relações Internacionais. Porto Alegre: UFRGS, v.2, n.3, Jan-Jun 2013, p.79-106.

KORNEGAY JR, Francis A. & Sanusha Naidu (2019): BRICS in the Post Liberal World Order: A New Agenda for Cooperation? Perspectives from South Africa, Strategic Analysis, DOI: 10.1080/09700161.2019.1669893

KUMAR, Deepak. Competição no Oceano Índico à Luz do Emergente Triângulo Estratégico. Revista da Escola de Guerra Naval, Rio de Janeiro, no 14 (2009), p. 123-153.

LEITE, Patrícia Soares. O Brasil e a Cooperação Sul-Sul em três momentos de política externa: os governos Jânio Quadros/João Goulart, Ernesto Geisel e Luiz Inácio Lula da Silva. Brasília: FUNAG, 2011.

MARTIN, André R. Qual é o nosso bloco? O Brasil procura o seu lugar no mundo. In: Globalização e Espaço Latino-Americano. São Paulo: Hucitec, 1994, pp. 34-39

MARTIN, André R. Brasil, geopolítica e poder mundial: O anti-Golbery. São Paulo: Hucitec, 2018.

PENHA, Eli Alves. Relações Brasil-África e Geopolítica do Atlântico Sul. Salvador: EDUFBA, 2011.

PEREIRA, Analúcia D; CLOSS, Marília B. A Importância do Fórum IBAS na Nova Geopolítica Mundial. Conjuntura Internacional. Belo Horizonte, v. 11, n. 2, p. 35 - 44, 2o sem. 2014.

REGIANI, Rafael. Meridionalismo: o novo paradigma da geopolítica brasileira? Revista de Geopolítica, v. 11, nº 1, p. 48-61, jan./fev./mar. de 2020.

RIBEIRO, Erik Herejk; OTAVIO, Anselmo. Geopolítica E Cooperação No Atlântico Sul E No Oceano Índico: Uma Análise Comparativa Das Iniciativas E Desafios. S/d. Acesso em: Disponível em: https://www.academia.edu/31361577/Geopol%C3%ADtica_e_coopera%C3%A7%C3%A…

RIZZO, Aline Duarte da Graça. Avaliação da cooperação Sul-Sul: uma análise comparada das perspectivas de avaliação do Brasil, Índia e África do Sul. Brasília: IPEA, 2019.

“The colapse of the Trans Pacific Partnership”. THE ECONOMIST EXPLAINS. Disponível em: https://www.economist.com/the-economist-explains/2016/11/23/the-collaps…. Acessado em 20/11/2023