Programa

Programa Completo


Aula 01 – 04/Mar (seg): Fundamentos do estudo de língua coreana (3h) [Módulo 3]
Aula 02 – 06/Mar (qua): Teoria de aquisição de língua estrangeira (3h) [Módulo 2]
Aula 03 – 11/Mar (seg): Fundamentos do estudo de língua coreana 1 (3h) [Módulo 1]
Aula 04 – 13/Mar (qua): Fundamentos do estudo de língua coreana 2 (3h) [Módulo 3]
Aula 05 – 18/Mar (seg): Didática de língua coreana 1 (3h) [Módulo 3]
Aula 06 – 20/Mar (qua): Didática de língua coreana 2 (3h) [Módulo 3]
Aula 07 – 01/Abr (seg): Norma padrão da língua coreana 1 (3h) [Módulo 1]
Aula 08 – 03/Abr (qua): Norma padrão da língua coreana 2 (3h) [Módulo 1]
Aula 09 – 08/Abr (seg): Currículo na educação/língua coreana (3h) [Módulo 3]
Aula 10 – 10/Abr (qua): Estudo do material didático (3h) [Módulo 3]
Aula 11 – 15/Abr (seg): Morfologia de língua coreana (3h) [Módulo 1]
Aula 12 – 17/Abr (qua): Sintaxe de língua coreana (3h) [Módulo 1]
Aula 13 – 22/Abr (seg): Ensino de leitura de língua coreana (3h) [Módulo 3]
Aula 14 – 24/Abr (qua): Ensino de produção de texto em língua coreana (3h) [Módulo 3]
Aula 15 – 29/Abr (qua): Fonologia de coreano 1 (3h) [Módulo 1]
Aula 16 – 06/Mai (seg): Fonologia de coreano 2 (3h) [Módulo 1]
Aula 17 – 08/Mai (qua): Ensino de pronúncia de língua coreana (3h) [Módulo 3]
Aula 18 – 13/Mai (seg): Ensino da gramática de língua coreana 1 (3h) [Módulo 3]
Aula 19 – 15/Mai (qua): Sociedade da Coreia moderna (3h) [Módulo 4]
Aula 20 – 20/Mai (seg): História da Coreia (3h) [Módulo 4]
Aula 21 – 22/Mai (qua): Ensino da gramática de língua coreana 2 (3h) [Módulo 3]
Aula 22 – 27/Mai (seg): Ensino da gramática de língua coreana 3 (3h) [Módulo 3]
Aula 23 – 29/Mai (qua): Cultura coreana (3h) [Módulo 4]
Aula 24 – 03/Jun (seg): Cultura tradicional da Coreia (3h) [Módulo 4]
Aula 25 – 05/Jun (qua): Ensino da cultura coreana (3h) [Módulo 3]
Aula 26 – 10/Jun (seg): Medição e avaliação de língua coreana (3h) [Módulo 3]
Aula 27 – 12/Jun (qua): História de língua coreana (3h) [Módulo 1]
Aula 28 – 17/Jun (seg): Lexicologia de coreano (3h) [Módulo 1]
Aula 29 – 19/Jun (qua): Ensino dos vocabulários de língua coreana (3h) [Módulo 3]
Aula 30 – 24/Jun (seg): Linguística aplicada (3h) [Módulo 2]
Aula 31 – 26/Jun (qua): Pragmática de coreano 1 (3h) [Módulo 1]
Aula 32 – 01/Jul (seg): Pragmática de coreano 2 (3h) [Módulo 1]
Aula 33 – 03/Jul (seg): Ensino de linguagem oral de língua coreana (3h) [Módulo 3]

Aula 34 – 05/Ago (seg): Ensino da audição em coreano (3h) [Módulo 3]
Aula 35 – 07/Ago (qua): Entendimento da cultura coreana 1 (3h) [Módulo 4]
Aula 36 – 12/Ago (seg): Entendimento da cultura coreana 2 (3h) [Módulo 4]
Aula 37 – 14/Ago (qua): Linguística comparativa 1 (3h) [Módulo 2]
Aula 38 – 19/Ago (seg): Linguística comparativa 2 (3h) [Módulo 2]
Aula 39 – 21/Ago (qua): Política educacional de língua coreana (3h) [Módulo 3]
Aula 40 – 26/Ago (seg): Professor de língua coreana (3h) [Módulo 3]
Aula 41 – 28/Ago (qua): Aula supervisionada 1 (3h) [Módulo 5]
Aula 42 – 09/Set (seg): Discussão supervisionada 1 (3h) [Módulo 5]
Aula 43 – 11/Set (qua): Aula supervisionada 2 (3h) [Módulo 5]
Aula 44 – 16/Set (seg): Discussão supervisionada 2 (3h) [Módulo 5]
Aula 45 – 18/Set (qua): Aula supervisionada 3 (3h) [Módulo 5]
Aula 46 – 23/Set (seg): Discussão supervisionada 3 (3h) [Módulo 5]
Aula 47 – 25/Set (qua): Planos de ensino (Falar/ Ouvir/ Ler/ Escrever) 1 (3h) [Módulo 5]
Aula 48 – 30/Set (seg): Planos de ensino (Falar/ Ouvir/ Ler/ Escrever) 2 (3h) [Módulo 5]
Aula 49 – 02/Out (qua): Aula simulada (Falar/ Ouvir/ Ler/ Escrever) 1 (3h) [Módulo 5]
Aula 50 – 07/Out (seg): Aula simulada (Falar/ Ouvir/ Ler/ Escrever) 2 (3h) [Módulo 5]
Aula 51 – 09/Out (qua): Planos de ensino (Vocab/ Gram/ Pron/ Cultura) 1 (3h) [Módulo 5]
Aula 52 – 14/Out (seg): Planos de ensino (Vocab/ Gram/ Pron/ Cultura) 2 (3h) [Módulo 5]
Aula 53 – 16/Out (qua): Aula simulada (Vocab/ Gram/ Pron/ Cultura) 1 (3h) [Módulo 5]
Aula 54 – 21/Out (seg): Aula simulada (Vocab/ Gram/ Pron/ Cultura) 2 (3h) [Módulo 5]
Aula 55 – 23/Out (qua): Planos de ensino integrado 1 (3h) [Módulo 5]
Aula 56 – 28/Out (seg): Planos de ensino integrado 2 (3h) [Módulo 5]
Aula 57 – 30/Out (qua): Planos de ensino integrado 3 (3h) [Módulo 5]
Aula 58 – 04/Nov (seg): Aula simulada integrada 1 (3h) [Módulo 5]
Aula 59 – 06/Nov (qua): Aula simulada integrada 2 (3h) [Módulo 5]
Aula 60 – 11/Nov (seg): Discussão geral (3h) [Módulo 5]

Bibliografia


- NATIONAL INSTITUTE OF KOREAN LANGUAGE. Oeguk-ineul wihan Hangugeo munbbeop 1 [Gramática Coreana para Estrangeiros 1]. Seul: CommunicationBooks, 2005.
- NATIONAL INSTITUTE OF KOREAN LANGUAGE. Oeguk-ineul wihan Hangugeo munbbeop 2 [Gramática Coreana para Estrangeiros 2]. Seul: CommunicationBooks, 2005.
- KIM, J. H. Oegugeoroseo-ui Hangugeohak Gaeron [Introdução à Linguística Coreana como Língua Estrangeira]. Seul: Pagijong Press, 2008.
- WOO, H.S., BAE, D.Y. Hangugeo Eohwi-ui Ihae [Compreensão do Vocabulário Coreano para Ensino de Língua Coreana]. Busan: BUFS Press, 2009.
- KANG, H.H. et al. Hangugeo Gyowon-eul wihan Hangugeo Gyoyukak [Estudo do Ensino de Língua Coreana para professores de coreano]. Seul: Korea National Open University Press, 2016.

Programa

Módulo 1 – Abertura e fundamentos interdisciplinares
Apresentação do curso e dos objetivos. Discussão introdutória sobre a importância dos documentos judiciais para a História, o Direito, a Linguística e a Filologia. Espaço para interação e perguntas dos participantes.

Módulo 2 – Materialidade dos processos judiciais
Análise dos elementos materiais dos documentos: suporte em papel, tintas, carimbos, selos, fotografias anexadas aos autos e outros elementos constitutivos dos processos. Reflexão sobre as informações históricas e sociais extraídas da observação material.

Módulo 3 – Paleografia e leitura crítica
Leitura de diferentes grafias presentes em processos judiciais, identificação de variações gráficas, abreviações e desafios paleográficos. Discussão dos elementos diplomáticos próprios da documentação judicial e estratégias de leitura crítica.

Módulo 4 – Transcrição de documentos judiciais
Introdução aos princípios da transcrição filológica. Atividades práticas em duplas, com transcrição de trechos selecionados de diferentes tipologias documentais, como cartas, testamentos, ações judiciais e outros autos. Discussão sobre fidelidade ao documento original e implicações interpretativas da transcrição.

Módulo 5 – Socialização e conclusão
Apresentação dos resultados das atividades práticas, debate coletivo e considerações finais sobre o uso de documentos judiciais como fontes de pesquisa, ensino e difusão cultural.

Bibliografia:

ALMADA, Márcia. Cultura escrita e materialidade: possibilidades interdisciplinares de pesquisa. Pós, Belo Horizonte, v. 4, n. 8, p. 134-147, nov. 2014.
ÁLVAREZ, Marco César; SALLA, Fernando; SOUZA, Luís Antônio Francisco. A Sociedade e a lei: o código penal de 1890 e as novas tendências penais na primeira República. Justiça & História: Revista do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. Rio Grande do Sul, v. 3, 2003. Disponível em: nev.prp.usp.br.
BELLOTO, H. L. Como fazer análise diplomática e análise tipológica de documento de arquivo. São Paulo: Arquivo do Estado, 2002. Disponível em: repositorio.usp.br. Acesso em: 02 jun. 2025.
BERWANGER, Ana Regina; LEAL, João Eurípides Franklin. Noções de paleografia e diplomática. 3. ed. Santa Maria: EdUFSM, 2008.
BRASIL. [Lei nº 585, de 6 de setembro de 1850]. Coleção de Leis do Império do Brasil de 1850. Brasília, DF: Presidência da República. Disponível em: www2.camara.leg.br.
BRÜGGEMANN, Adelson André. Arquivos, bibliotecas e museus judiciários: construção e acesso à memória institucional do Poder Judiciário brasileiro. Cadernos Jurídicos, São Paulo, n. 60, p. 17-38, out./dez. 2021. Disponível em: www.tjsp.jus.br. Acesso em: 26 fev. 2026.
CASTRO, Ivo. Introdução à história do português. 2. ed. Lisboa: Colibri, 2006.FACHIN, P. R. M. Filologia e o labor do filólogo. Filologando, 2024. Disponível em: filologando.fflch.usp.br. Acesso em: 2 jun. 2025.
GUMBRECHT, Hans Ulrich. Los poderes de la filología: dinámicas de una práctica académica del texto. Traducción de Aldo Mazzucchelli. México: Universidad Iberoamericana, 2007.
MARTÍNEZ, Tomás Marín; ASENCIO, José Manuel Ruiz. Paleografía y Diplomática. Madrid: Universidad Nacional de Educación a Distancia, 1982.
MENESES, Ulpiano Toledo Bezerra de. A cultura material no estudo das sociedades antigas. Revista de História, São Paulo, n. 115, p. 103-117, 1983.
MENESES, Ulpiano Toledo Bezerra de. Memória e cultura material: documentos pessoais no espaço público. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, n. 21, p. 89-103, 1998.
ROISIN, Christopher Alexander. O periodismo do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo no século XIX. Cadernos Jurídicos, São Paulo, n. 60, p. 119-140, out./dez. 2021. Disponível em: www.tjsp.jus.br. Acesso em: 26 fev. 2026.
SÃO PAULO (Estado). Tribunal de Justiça. Evolução das Comarcas. São Paulo: TJSP, [s.d.]. Disponível em: https://www.tjsp.jus.br/download/Museu/Exposicao7Tribunais/TJs/SP/ANEXO…. Acesso em: 26 fev. 2026

Programa

Objetivo
Desenvolver habilidades comunicativas de produção de textos por meio dos gêneros textuais acadêmicos orais e escritos mais necessários para participar e atuar em contextos de mobilidade acadêmica internacional em língua inglesa a nível de graduação (entrevista de seleção, carta de apresentação, relatório semanal da pesquisa, apresentação oral e abstract) possibilitando a aquisição das estruturas linguísticas, discursivas e lexicais dos gêneros.

Programa
Para o desenvolvimento das habilidades comunicativas de produção de textos orais e escritos, trabalharemos com atividades de compreensão e produção de textos observando:
- Contextos de produção e circulação dos gêneros: finalidade e usos dos gêneros relevantes para a mobilidade acadêmica internacional em língua inglesa;
- Infraestrutura geral dos textos;
- Coerência temática: elementos de conexão e de coesão nominal e verbal nos textos (mecanismos de textualização);
- Coerência pragmática: função, marcação e inserção de vozes e modalizações e;
- Revisão de aspectos linguísticos.

Público-alvo
Estudantes de graduação do Instituto Federal do Maranhão (público externo da USP) interessados em participar de mobilidade acadêmica internacional em língua inglesa.

Pré-requisito
O estudante deverá:
- Possuir nível intermediário de inglês equivalente ao nível B1 de acordo com o Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas – QCER;
- Estar vinculado a um curso de graduação em qualquer área e;
- Ter disponibilidade de recursos e de acesso (como computador/smartphone com acesso à internet) durante o período de realização do curso.
Após inscrição no sistema Apolo, deverá enviar para: maycon.wernz@usp.br
1) Currículo Lattes e Histórico Escolar (contendo o coeficiente de rendimento acadêmico) atualizados;
2) Carta de apresentação do candidato em língua inglesa para participar do curso, observando que será realizado o processo de seleção dos inscritos e;
3) Documento que comprove possuir nível intermediário de inglês equivalente ao nível B1 de acordo com o Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas – QCER, comprovado por uma das duas formas:
a) Certificado de Curso de Inglês do nível básico ou;
b) Teste de Proficiência com a seguinte faixa: TOEIC Bridge (Listening + Reading acima de 169), TOEIC Listening and Reading (550 ou mais), TOEIC Speaking and Writing (240 ou mais), IELTS (mínimo 5.0 ou mais), TOEFL iBT (acima de 41), TOEFL ITP (acima de 459) ou Cambridge PET pass.

Carga horária
45 horas
Máximo de 20 inscritos
Mínimo de 04 inscritos
Certificado/critério de aprovação: Mínimo de 75% de frequência e nota 7,0. Após a finalização do curso os alunos deverão solicitar o certificado pelo e-mail: agenda@usp.br.

Ministrante: Maycon Cesar Pereira Wernz

BIBLIOGRAFIA GERAL
GERE, A. R (Ed.). Developing Writers in Higher Education - A Longitudinal Study. E-book, Ann Arbor, MI: University of Michigan Press, 2019.

BROOK-HART, G.; JAKEMAN, V. Complete IELTS bands 6.5 – 7.5: student’s book without answers. Cambridge (UK): Cambridge University Press, 2013

BAZERMAN, C.; BONINI, A.; FIGUEIREDO, D. (Orgs.) Genre in a changing world. Fort Collins, Colorado: The WAC Clearinghouse; West Lafayette, Indiana: Parlor Press, 2009.

BRONCKART, J-P. Atividade de linguagem, textos e discursos: por um interacionismo sociodiscursivo. Trad. Anna Rachel Machado, Péricles Cunha. 2.ed. São Paulo: EDUC, 1999 [2012].

FERREIRA, M. M.; STELLA, V. C. R. (Orgs.). Redação Acadêmica. Múltiplos olhares para o ensino da escrita em português e em línguas estrangeiras. 1. ed. São Paulo: FFLCH/Humanitas, 2018.

LOUSADA, E. G.; SILVA, E. C.; DIAS, A. P. S. O ensino da apresentação oral em francês e sua contribuição para o letramento acadêmico e para o plurilinguismo na ciência. Linha D’Água, [S. l.], v. 33, n. 2, p. 161-188, 2020.

MACHADO, A. R.; LOUSADA, E. G.; ABREU-TARDELLI, L. S. Resumo. São Paulo: Parábola, 2004.

HEWINGS, M. Advanced grammar in use: a self-study reference and practice book for advanced learners of English. 3.ed. Cambridge (UK): Cambridge University Press, 2013.

MURPHY, R. English grammar in use: a self-study reference and practice book for elementary students of English. 4.ed. Cambridge (UK): Cambridge University Press, 2012.

SWALES, J. M. Occluded genres in the academy: the case of submission letter. In: VENTOLA, E.; MAURANEN, A. (Orgs.). Academic writing: intercultural and textual issues. Amsterdam: John Benjamins, 1996.

Programa

Encontro 1 - Introdução: direitos reprodutivos como direitos humanos
PATRIOTA, Tania. Introdução ao Relatório da Conferência Internacional sobre população e Desenvolvimento -
Plataforma de Cairo, 1994. UNFPA, Brasil, 2004. Disponível em> http://www.unfpa.org.br/Arquivos/relatorio-
cairo.pdf. Acesso em 15/11/2022.
CABRAL, Cristiane da Silva. Articulações entre contracepção, sexualidade e relações de gênero. Saúde e
Sociedade [online]. 2017, v. 26, n. 4 [Acessado 10 Julho 2022] , pp. 1093-1104. Disponível em:
<https://doi.org/10.1590/S0104-12902017000001&gt;. ISSN 1984-0470. https://doi.org/10.1590/S0104-
12902017000001.
BRANDÃO, Elaine Reis. Contracepção Reversível de Longa Duração (Larc): solução ideal para tempos
pandêmicos?. Saúde debate, Rio de Janeiro, v. 46, n. spe1, p. 237-247, 2022
Bibliografia complementar:
VIVEROS VIGOYA, Mara. La sexualización de la raza y la racialización de la sexualidad en el contexto
latinoamericano actual. Rev.latinoam.estud.fam. Vol. 1, enero - diciembre, 2009. pp. 63 - 81.

Encontro 2 - Contexto latino-americano: disputas contemporâneas no Brasil
DINIZ, Débora. Estado laico, objeção de consciência e políticas de saúde. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.
29, n. 9, pp. 1704-1706, 2013.
VIANNA, Adriana de Resende Barreto. Introdução: fazendo e desfazendo inquietudes no mundo dos direitos. In:
______. O fazer e o desfazer dos direitos: experiências etnográficas sobre políticas, administração e moralidades.
Rio de Janeiro, e-papers, 2013
MOTTA, Flávia de Mattos. Não contra pra ninguém: o aborto segundo mulheres de uma comunidade popular
urbana. In: Arend SMF, Assis GO, Motta FM, organizadores. Aborto e contracepção: histórias que ninguém conta.
Florianópolis: Editora Insular; 2012. p. 97-136

Encontro 3 - Contexto latino-americano: disputas contemporâneas no Uruguai
CANO, Virginia. Imaginarios sexuales y des/atención médica: La ginecología como dispositivo de hetero-cis-
normalización. Sex., Salud Soc. (Rio J.), Rio de Janeiro , n. 33, p. 42-58, 2019.
PEREIRA, Juliana Vieira Wahl. Marcadores sociais da diferença e a Lei de Interrupção Voluntária da Gravidez no
Uruguai: uma etnografia do atendimento em um hospital de Montevidéu. In: REUNIÃO DE ANTROPOLOGIA DO
MERCOSUL, XIII, 2019, Porto Alegre. Anais do Congresso. Porto Alegre, Online, 2019. pp. 1- 20.
PEREIRA, Juliana Vieira Wahl. Si ella vuelve es error nuestro: uma etnografia do atendimento de interrupção
voluntária da gravidez no Uruguai. 2022. Dissertação de mestrado (Mestrado em Antropologia Social) - Faculdade
de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2022. No prelo. [Capítulo a
selecionar]


Bibliografia complementar:


BRIOZZO, Leonel et al . El aborto provocado en condiciones de riesgo emergente sanitario en la mortalidad
materna en Uruguay.: Situación actual e iniciativas médicas de protección materna. Rev. Méd. Urug., Montevideo ,
v. 18, n. 1, p. 4-13, 2002 . Disponível em <http://www.scielo.edu.uy/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1688-
03902002000100002&lng=es&nrm=iso>.
Encontro 4 - Contexto latino-americano: disputas contemporâneas na Argentina e no México
BARRANCOS, Dora, ARCHENTI, Nélida. Feminismos e direitos das mulheres na Argentina: história e situação
atual. In: BLAY, Eva, AVELAR, Lúcia (orgs.). 50 Anos de Feminismo: Argentina, Brasil e Chile. A Construção das
Mulheres como Atores Políticos e Democráticos. São Paulo: Edusp, 2017.
LAMAS, Marta. La interrupción legal del embarazo: El Caso De La Ciudad De México. Ciudad de México: Fondo de
Cultura Económica, 2017
SOUZA, Marcelle Cristine de. "No estás sola": aborto seguro e acompanhado como estratégia feminista para a
descriminalização social na América Latina. 2021. Tese (Doutorado em Integração da América Latina) - Integração
da América Latina, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2021. doi:10.11606/T.84.2021.tde-19042022-171145
[Capítulo a selecionar
Bibliografia complementar:
MÁRQUEZ MURRIETA, Alicia. El aborto en el México del siglo XXI. Acontecimiento y problema público en el Caso
Paulina: de víctima a protagonista. México: Instituto Mora, 2013.
LAMAS, Marta. El largo camino hacia la ILE: mi versión de los hechos. Ciudad de México: Universidad Nacional
Autónoma de México, 2015.

Programa

Unitat 5: Fem les maletes!
GRAMÀTICA
- Futur
- Pensar + infinitiu
- Connector: si
- Expressions temporals: demà, demà passat, l’any que ve, aquest cap de setmana...
- Recurs expressiu: de debò?
LÈXIC
- Lèxic relacionat amb els viatges i els serveis turístics
- Els mitjans de transport
- Lèxic relacionat amb el temps meteorològic
FONÈTICA
- La sílaba tònica i l’accentuació gràfica de les formes de futur
- L’entonació de les frases exclamatives
CULTURA
- Rutes literàries
Unitat 6: Tenir cura de la salut
GRAMÀTICA
- Ser i estar + adjectiu / participi
- Condicional
- Estructures per aconsellar: convenir + infinitiu / anar bé + infinitiu
- Imperatiu
- Estructures: fer-se mal, tenir mal de, fer mal
- Recurs expressiu: això rai!
LÈXIC
- Adjectius relacionats amb el caràcter i l’estat anímic
- Noms de les parts del cos
- Noms per indicar mals, malalties, símptomes i medicaments
- Verbs relacionats amb l’activitat física
FONÈTICA
- La síl·laba tònica de les formes del condicional
- L’entonació de frases imperatives
- L’apostrofació dels pronoms
CULTURA
- El sistema sanitari català
Unitat 7: Feines de tota mena
GRAMÀTICA
- Adjectius: bo, bon, dolent, mal
- Adverbis: bé, ben, malament, mal
- Present de subjuntiu: parlar, ser, tenir, poder, fer, saber...
- Estructures per a expressar obligació, necessitat...: és necessari, és imprescindible... + infinitiu / que + present
de subjuntiu
- Perífrasi d’obligació en present d’indicatiu: caldre + infintiu / que + present de subjuntiu

- Recurs expressiu: ves per on!
LÈXIC
- Lèxic relacionat amb les professions i la feina
FONÈTICA
- La pronunciació del present de subjuntiu
- La vocal neutra de que
- La pronunciació de bo, bon, bé, ben
CULTURA
- L’ofici de marger
- Oficis que desapareixen
Unitat 8: I si sortim?
GRAMÀTICA
- Pronoms febles: el, la, els, les, ho
- Preferir, estimar-se més, agradar més
- Formes verbals amb pronoms d’objecte indirecte: anar bé, semblar bé, venir de gust
- Imperatiu
- Quan + present de subjuntiu
- Recurs expressiu: au, vinga!
LÈXIC
- Lèxic relacionat amb el món del lleure
- Expressions per indicar hores i temps de manera imprecisa: a les set tocades, a quarts de vuit...
- Lèxic per donar indicacions per anar a un lloc
FONÈTICA
- L’entonació de les frases per a fer propostes
CULTURA
- Festivals dels Països Catalans
Unitat 9: Fem vida social?
GRAMÀTICA
- Estructures per demanar favors, demanar permís i oferir ajuda: et fa res + infinitiu / que + present de subjuntiu / si
+ present de subjuntiu, vols que + present de subjuntiu
- Present de subjuntiu
- Perífrasi: estar + gerundi
- Formació del gerundi
- Recurs expressiu: què dius?
LÈXIC
- Lèxic relacionat amb esdeveniments socials
- Expressions per a reaccionar: per molts anys, enhorabona, felicitats
FONÈTICA
- La vocal e: tònica i àtona
CULTURA
- Costums culturals a diferents països
- El significat dels colors
B. BIBLIOGRAFIA
ALABADÍ, J. [et al.]. D’ací i d’allà: Oral A2. València: Tabarca Llibres, 2010.
BADIA, D.; PÉREZ, M. Camí de Ronda: 40 primeres classes de català. Vic: L’Àlber, 2015.
BASTONS, N. [et al.].Gramàtica pràctica del català. Barcelona: Teide, 2012.
BERNADÓ, X.; ESCARTÍN, M. ; PUJOL, A. Som-hi! Bàsic 1, 2 i 3. Llengua catalana. Barcelona: Barcanova, 2019.
ESTEBAN, J. Català A2. Barcelona: Teide, 2019.
GUERRERO, I. [et al.]. Nou nivell bàsic (1, 2 i 3): Curs de llengua catalana: Formació de persones adultes.
Barcelona: Castellnou, 2017.
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2016
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017. (També
disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans, 2018. (També disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS Gramàtica bàsica i d’ús de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans: 2019.
MAS, M. [et al.]. Veus: Curs de català: Nivell 2. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2011.
MONEGAL, C. 156 activitats per a parlar en català. Vic: L’Àlber, 2003.
ROIG, N.; PADRÓS, M.; CAMPS, S. Passos 1: Nivell bàsic: Curs de català per a no catalanoparlants. Barcelona:
Octaedro, 2017.
RUAIX I VINYET, J. Català fàcil: Curs bàsic per a catalanoparlants. Barcelona: Claret, 2012.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 2. Curs de català. Llibre de l’alumne. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de
Montserrat, 2018.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 2. Curs de català. Llibre d’exercicis. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de

Montserrat, 2018.
CARRERA, J.; PONS, C.; SOLÀ, J. Els sons del català. http://www.ub.edu/sonscatala
Enxaneta.info. http://enxaneta.info/index.htm
GENERALITAT DE CATALUNYA, INSTITUT RAMON LLULL I CONSORCI PER A LA NORMALITZACIÓ
LINGÜÍSTICA. Parla.cat. http://www.parla.cat
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017.
https://www.iec.cat/llengua/documents/ortografia_catalana_versio_digita…
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans, 2018. https://geiec.iec.cat/

Programa

PROGRAMA:
Eixos temáticos: reflexão, discussão e propostas de solução para questões de sociedade; escolha temática dos
participantes.
Comunicação: analisar uma questão de sociedade; tomar posição sobre um fato de sociedade; descrever e comparar
fatos culturais e políticos; comentar um fenômeno de sociedade; fazer um balanço; provocar uma tomada de
consciência e fazer recomendações; compreender e propor uma ação; denunciar um problema de sociedade; propor
soluções.
Vocabulário: falar de saúde; falar das instituições e da política; falar das emoções e dos sentimentos; falar de
economia e de finança; falar da biodiversidade; as locuções e os verbos preposicionais para falar de uma ação; falar
de publicidade; falar de solidariedade.
Gramática: a voz passiva para colocar em valor um elemento; diferentes empregos do subjuntivo para tomar
posição; nuançar uma comparação; o subjuntivo para exprimir uma alternativa; exprimir a condição; o condicional
para atenuar ou exprimir fatos hipotéticos; o condicional passado para exprimir uma repreensão ou um
arrependimento; os adjetivos ou os pronomes indefinidos para especificar uma identidade ou uma quantidade; a
concordância do particípio passado com o COD colocado antes do verbo.
Elementos de fonética: fonética-grafia das consoantes [s] et [z] ; as elisões
Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos
necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso, além de um eixo temático a ser escolhido
pelos participantes.
Bibliografia Geral:
ABRY, Dominique ; CHALARON, Marie-Laure. La grammaire des premiers temps B1-B2. Presses
Universitaires de Grenoble, 2015.
BRIET, Geneviève ; COLLIGE, Valérie; RASSART, Emmanuelle. La prononciation en classe. Presses
Universitaires de Grenoble, 2014.
CALLET, Stéphanie. Entraînez-vous de A à Z : 200 exercices de grammaire, orthographe, lexique. Presses
Universitaires de Grenoble, 2016.
HEU-BOULHAT, Élodie ; MABILAT, Jean-Jacques. Édito Méthode de Français Niveau B2. Didier, 2015.
HIRSCHPRUNG, N.; TRICOT, T. Cosmopolite 4. Niveau B2. Paris: Hachette, 2019.
PARIZET, Marie-Louise. ABC DELF B2 : 200 exercices. CLE International, 2013.
PETITMENGIN, Violette ; FAFA, Clémence. La grammaire en jeux. Presses Universitaires de Grenoble, 2017.

Programa

Detalhamento:

Dia 1 - Norte versus Sul Global: Um Panorama da Inteligência Artificial
A partir da pesquisa Governança de Inteligência Artificial na América Latina, conduzida por Guilherme Mattas Garcia e Glauco Antonio Truzzi Arbix, exploraremos o desenvolvimento da IA no Sul Global, com destaque para o Brasil. Neste primeiro dia, os participantes serão introduzidos a questões fundamentais que serão aprofundadas ao longo da semana, oferecendo uma visão inicial do cenário global e regional da IA.

Dia 2 - A Pesquisa em IA no Brasil
Neste segundo dia, as atividades serão baseadas no levantamento realizado pelo Centro de Inteligência Artificial da USP, sob coordenação do professor Álvaro Augusto Comin. Por meio do mapeamento da produção de conhecimento sobre IA, com destaque para pesquisas nas Humanidades e práticas de introdução da computação entre estudantes dessa área, pretendemos apresentar ferramentas, perspectivas e métodos para integrar a IA ao cotidiano da pesquisa acadêmica.

Dia 3 - Estudo de Caso: Intellectia - Plataforma para Vestibulandos
Por fim, apresentaremos um estudo de caso que reforça as possibilidades da pesquisa em IA no Brasil. Demonstrando como pesquisadores em Humanidades e professores da rede pública podem colaborar em projetos multidisciplinares, apresentaremos o Intellectia: uma plataforma baseada em Inteligência Artificial desenvolvida para apoiar estudantes que se preparam para vestibulares nacionais. O projeto, coordenado pela professora Solange Oliveira Rezende ilustra a interseção entre pesquisa acadêmica e impacto social, promovendo novas formas de colaboração.

 

Bibliografia:

1. Benamara, F., Inkpen, D., & Taboada, M. (2018). Introduction to the Special Issue on Language in Social Media: Exploiting Discourse and Other Contextual Information. Computational Linguistics, 44(4), 663-681. https://doi.org/10.1162/coli_a_00333
2. Benamara, F., Taboada, M., & Mathieu, Y. (2017). Evaluative Language Beyond Bags of Words: Linguistic Insights and Computational Applications. Computational Linguistics, 43(1), 201-264. https://doi.org/10.1162/COLI_a_00278
3. Boyd-Graber, J., Hu, Y., & Mimno, D. (2017). Application of Topic Models. Foundations and Trends® in Information Retrieval, 11(2-3), 143-296. https://doi.org/10.1561/1500000030
4. Carmo, I., Rêgo, A. L. C., Barreto, M., Schuler, M., Heine, A., Villas, M. V., & Lifschitz, S. (2023). Gerenciamento de Dados de Redes Sociais com Análise de Redes e Modelagem de Tópicos. Anais do 38º Simpósio Brasileiro de Banco de Dados (SBBD) (pp. 64-70). Sociedade Brasileira de Computação. https://doi.org/10.5753/sbbd_estendido.2023.233417
5. Chauhan, U., & Shah, A. (2021). Topic Modeling Using Latent Dirichlet Allocation: A Survey. ACM Computing Surveys, 54(7), Article 138. https://doi.org/10.1145/3462478
6. Dou, W., & Liu, S. (2016). Topic and Time-Oriented Visual Text Analysis. IEEE Computer Graphics and Applications, 36(2), 8-13. https://doi.org/10.1109/MCG.2016.73
7. Géron, A. (2019). Mãos à Obra Aprendizado de Máquina com Scikit-Learn e TensorFlow: Conceitos, Ferramentas e Técnicas Para a Construção de Sistemas Inteligentes (R. Contatori, Trans.). Alta Books. ISBN 978-85-508-0902-1
8. Grimmer, J., Roberts, M. E., & Stewart, B. M. (2022). Text as Data: A New Framework for Machine Learning and the Social Sciences. Princeton University Press. ISBN 978-0691207551
9. Grootendorst, M. (2022). BERTopic: Neural Topic Modeling with a Class-Based TF-IDF Procedure. https://doi.org/10.48550/arXiv.2203.05794
10. Pangakis, N., Wolken, S., & Fasching, N. (2023). Automated Annotation with Generative AI Requires Validation. arXiv. https://doi.org/10.48550/arXiv.2306.00176
11. Silva, T. F. L. da. (2022); O Pão Que O Viado Amassou: contribuições da semiótica para o processamento de língua natural. Estudos Semióticos, 18(3), 70-92, 2022. https://doi.org/10.11606/issn.1980-4016.esse.2022.198626
12. Silva, T. F. L. da. (2023); Using transformer networks and tensive semiotics to improve sentiment analysis accuracy in tourism digital platforms; in Semiotica e intelligenza artificiale, pp. 131-147, Aracne; Italia, 2023, ISBN 979-12-218-0429-4; https://www.aracneeditrice.eu/free-download/9791221804294.pdf
13. Silva, T. F. L. da. (2023); Humanismo digital e transformação social: campos abertos para o fomento da inovação nas Ciências Humanas e Sociais; in Revista Sciencia Veritas, 2; https://prpg.usp.br/attachments/article/8936/Scientia_2_pg_5-8.pdf
14. Silva, T. F. L. da, et al. (in press). CDB: A Unified Framework for Hope Speech Detection Through Counterfactual, Desire, and Belief. In Findings of the Association for Computational Linguistics: NAACL 2025.
15. Sun, X., Li, X., Guo, S., Zhang, T., Wang, G., Li, J., & Wu, F. (2023). Text Classification via Large Language Models. In Findings of the Association for Computational Linguistics: EMNLP 2023; https://aclanthology.org/2023.findings-emnlp.603.pdf
16. Zhang, W., Deng, Y., Liu, B., Pan, S. J., & Bing, L. (2024). Sentiment Analysis in the Era of Large Language Models: A Reality Check. In Findings of the Association for Computational Linguistics: NAACL 2024; https://aclanthology.org/2024.findings-naacl.246.pdf
17. Zong, C., Xia, R., & Zhang, J. (2022). Text Data Mining. Springer.

Programa

Aula 1: 08/08 – Zabel Yesayan: Vozes de resistência no império otomano
- Apresentação da trajetória biográfica de Zabel Yesayan (1878–1943)
- Contexto histórico: mulheres intelectuais e o genocídio armênio
- Principais obras: In the Ruins, Gardens of Silihdar, entre outras
- Análise de sua atuação como intelectual, ativista e cronista da tragédia de seu povo

Aula 2: 15/08 – Silva Kaputikian: Poesia, identidade e a pátria armênia
- Breve biografia e formação intelectual de Silva Kaputikian (1919–2006)
- O cenário político-cultural da Armênia soviética
- Principais obras: My World, Let the Sun Always Shine
- Reflexões sobre o papel da mulher e da poesia na construção da identidade nacional

Aula 3: 22/08 – Aurora Mardiganian: A escrita do testemunho e a denúncia do genocídio
- Vida e trajetória de Aurora Mardiganian (1901–1994)
- O impacto do genocídio armênio em sua experiência pessoal
- Estudo da obra Ravished Armenia como literatura de testemunho
- A recepção da obra e sua importância na memória coletiva armênia e internacional

Aula 4: 29/08 – Magdalena Tagtachian: Literatura e identidade na diáspora contemporânea
- Biografia e inserção de Magdalena Tagtachian no cenário literário argentino-armênio
- Temáticas centrais de suas obras: identidade, memória, pertencimento
- Análise da obra : Alma Armênia e Rojava
- Entrevista ao vivo com a autora: debate sobre sua trajetória, processo criativo e o lugar da mulher na literatura armênia contemporânea

Programa

03/02 – aula 1: “A arte como possibilidade de resistência”. Estudo do livro L’hiver du mécontentement (2018), de Thomas B. Reverdy.
Me. e Profa. Liz Helena Gouveia Afonso
Profa. Eliana Junko Takara
 
04/02 – aula 2: “Irmãos de experiência e de alma”: Les Leïlas, o primeiro Choix Goncourt Brésil e estudo do livro Frère d’âme (2018), de David Diop.
Me. e Profa. Barbara Carolina Dias
Profa. Larissa Aparecida Esperança da Silva
 
05/02 – aula 3: “Jovens de hoje: nossos, deles, do mundo”: estudo do livro Leurs enfants après eux (2018), de Nicolas Mathieu.
Profa. Dra. Lucília Souza Lima Teixeira
Profa. Mariana Cunha Firmino
 
06/02 – aula 4: “Escravidão e liberdade: de quem? Para quem?” Estudo do livro Maîtres et esclaves (2018), de Paul Greveillac.
Profa. Dra. Cristina Casadei Pietraroia
Profa. Sandra Catrouxo
 
07/02 – aula 5: “Narrar o amor, narrar a si mesmo”: estudo do livro Ça raconte Sarah (2018) de Pauline Delabroy-Allard.
Profa. Dra. Raquel Peixoto do Amaral Camargo
Profa. Mayara Nahime
 
Bibliografia:
 
COMPAGNON, Antoine. Le démon de la théorie. Littérature et sens commun. Paris: Editions du Seuil, 1998.
____________________. La littérature pour quoi faire?. Paris : Collège de France – Fayard, 2007.
DELABROY-ALLARD, Pauline. Ça raconte Sarah. Paris: Les éditions de minuit, 2018.
DEWEY, John. A arte como experiência. Tradução Vera Ribeiro. São Paulo: Martins Fontes, 2010 [1934].
DIOP, David. Frère d’âme. Paris: Seuil, 2018.
DUFAYS, Jean-Louis; GEMENNE, Louis; LEDUR. Pour une lecture littéraire. Louvain-la-Neuve: de Boeck Supérieur, 2015 [2005] .
GODARD, Anne (dir.). La littérature dans l’enseignement du FLE. Paris: Les Éditions Didier, 2015.
GREVEILLAC, Paul. Maîtres et esclaves. Paris: Gallimard, 2018.
JOUVE, Vincent. Por que estudar literatura? Tradução Marcos Bagno e Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola, 2012.
______________. A leitura. Tradução Brigitte Hervot. São Paulo: Editora da UNESP, 2002.
MANGUEL, Alberto. La méthode de Schéhérazade: Résister, écrire, imaginer. Chêne-Bourg: Georg Éditeur, 2018.
MATHIEU, Nicolas. Leurs enfants après eux. Paris: Actes Sud, 2018.
PENNAC, Daniel. Comme un roman. Paris: Éditions Gallimard, 1992.
PETIT, Michèle. Éloge de la lecture. La construction de soi. Paris: Éditions Belin, 2002.
____________. Os jovens e a leitura. Tradução Celina Olga de Souza. São Paulo: Editora 34, 2009.
REVERDY, Thomas B. L’hiver du mécontentement. Paris : Flammarion, 2018.
ROUXEL, Annie e LANGLADE, Gérard. Le sujet lecteur. Lecture subjective et enseignement de la littérature. Rennes : Presses Universitaires de Rennes, 2004
SÉOUD, Amor. Pour une didactique de la litterature. LAL (Lagues et apprentissage des langues) Paris: Créfif. Hartier, 1997.
TODOROV, Tzvetan. Literatura em perigo. Tradução Caio Meira. Rio de Janeiro: DIFEL, 2009.
YAGUELLO, Marina. Catalogue des idées reçues sur la langue. Paris: Éditions du Seuil, 1986.

 

Programa

Módulo 1 – Aspectos Teóricos da relação entre Estado, Água e Capitalismo
1.1 Ecologia Mundo Capitalista e Natureza Barata: por uma concepção de Água Barata
1.2 Abordagens do Estado no Capitalismo
1.3 Estado e ciclo hidrossocial no capitalismo
1.4 Aspectos “naturais”, históricos e econômicos do Estado do Paraná
1.5 Comentários e Discussões

Módulo 2 – Sistemas Hídrico e Político da Água no Paraná
2.1 Estrutura Hídrica do Paraná
2.2 Intervenção Estatal no Ciclo Hidrossocial
2.3 Modelo Institucional da Água
2.4 Retardando o Controle Social da Água
2.5 Comentários e Discussões

Módulo 3 - Cenas da produção da Água Barata: Apropriação/Externalização-Internalização da Água no Paraná
3.1 A expansão da apropriação
3.2 A gratuidade da água para o Agronegócio
3.3. Legitimando a externalização de custos: a subclassificação dos rios
3.4 Tratamento especial aos agrotóxicos
3.5 Comentários e Discussões

Módulo 4 - Crise Hídrica: crise da Ecologia Mundo Regional?
4.1 Evidências de uma crise hídrica no estado paranaense e suas implicações para refletir sobre as tensões e contradições da Água Barata e o potencial e limites dessa abordagem
4.2 Apresentação e discussão de relatos de outras experiências trazidas pelos alunos e indicação de possíveis questões para futuras pesquisas
4.3 Indicação e discussão de ações políticas necessárias ao controle público da água e ao acesso universal à água de qualidade

Referências


ARRUDA, G. Rios e governos no Estado do Paraná pontes, “força hydraúlica” e a era das barragens. Varia Historia, Belo Horizonte, vol. 24, nº 39, pp. 153-175, jan./jun. 2008.
BANISTER, J. M. Are you Wittfogel or against him? Geophilosophy, hydro-sociality, and the state. Geoforum, v. 57, p. 205-214, 2014.
BAKKER, K. Neoliberalizing nature? Market environmentalism in water supply in England and Wales. Annals of the association of American Geographers, v. 95, n. 3, p. 542-565, 2005.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Carta das águas subterrâneas do Paraná: resumo executivo / Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano. – Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2015.
CASTRO, J. E.; HELLER, L.; MORAIS, M. P. (Orgs.). O direito à água como política pública na América Latina: uma exploração teórica e empírica. Brasília: Ipea, 2015. Disponível em: http://goo.gl/nrYtTV.
BORINELLI, B.; COLTRO, F. L.; ROWIECH, J.; ROSA, K. Natureza Barata e Desigualdade Hidrossocial no Capitaloceno. Relatório de Pesquisa do Grupo de Pesquisa em Política e Gestão Socioambiental (GEA): Universidade Estadual de Londrina, 2020.
FERREIRA, Miriam RODRIGUES; REBELO JÚNIOR, Manoel. As Oligarquias da água e a mercantilização da água doce: um processo de conquistas do capital. Economia & Pesquisa, v. 1, n. 1, p. 54-77, 2007.
GAGG, Maíra. Descentralização ou re-centralização? Uma análise do processo de implementação dos comitês de bacias hidrográficas no Estado do Paraná. 2014. 125 f. Dissertação (Mestrado em Administração) – Programa de Pós-graduação em Administração, Universidade Estadual de Londrina, Londrina, 2014.
HARVEY, D. Novo imperialismo. São Paulo: Edições Loyola, 2014.
JACOBI, P. R.; FRACALANZA, A. P. Comitês de bacias hidrográficas no Brasil: desafios de fortalecimento da gestão compartilhada e participativa. Desenvolvimento e Meio Ambiente, v. 11-12, p. 41-49, jan./dez. 2005.
JESSOP, B. Critical realism and the strategic-relational approach. New Formations, v. 56, p. 40-53, 2005.
JESSOP, B. The State: Past, Present, Future. Cambridge: Polity Press, 2016.
JESSOP, B. SUM, N. What is critical? Critical Policy Studies, vol. 10, n. 1, p. 105–109, 2016.
KURI, G. H.; RIBEIRO, W. C. Gestión del agua y relaciones de poder en América Latina. Agua y Territorio, n. 15, p. 11-12, jan./jun. 2020.
MACHADO, E. S. Introdução à História de Gestão de Recursos Hídricos no Estado do Paraná. In: Anais Simpósio Internacional de Gestão de Recursos Hídricos, 1998, Gramado. Gramado: Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1998.
MARQUES, L. Capitalismo e colapso ambiental. 2. ed. Campinas: Unicamp, 2016.
MCCARTHY, J. States of nature: Theorizing the state in environmental governance. Review of International Political Economy, v. 14, n. 1, p. 176-194, 2007.
MOORE, J. W. Capitalism in the Web of Life: ecology and the Accumulation of Capital. London: Verso Books, 2015.
MOORE, J. W. The rise of cheap nature. In: MOORE, J. W. (ed.). Anthropocene or Capitalocene? Nature, History, and the Crisis of Capitalism. San Francisco: PM Press, 2016. p. 78-115.
MOORE, J. W. Cheap Food & Bad Money: food, Frontiers, and Financialization in the Rise and Demise of Neoliberalism. Review (Fernand Braudel Center), v. 33, n. 2-3, p. 125-161, 2012.
REIS, N. Finance Capital and the Water Crisis: Insights from Mexico. Globalizations, Volume14 (6), p. 976- 990, 2017.
OFFE, C. Problemas estruturais do Estado capitalista. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1984.
PARANÁ. Relatório de conjuntura dos recursos hídricos do Estado do Paraná / Instituto Água e Terra. Curitiba: IAT - Instituto Água e Terra, 2020.
PARANÁ. Plano Estadual de Recursos Hídricos do Paraná. Resumo Executivo. Instituto das Águas. Curitiba: Instituto das Águas, 2010.
PARANÁ. Lei Estadual nº 12.726 de 1999. Instaura a Política Estadual de Recursos Hídricos do Paraná. Curitiba, 1999.
PARANÁ. Decreto nº 2.317, de 15 de julho de 2000. Regulamenta competências da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, como órgão executivo gestor e coordenador central do Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos – SEGH/PR, e adota outras providências. Curitiba, 2000.
PARANÁ. Decreto nº 2.135, de 18 de julho de 2000. Regulamenta o processo de instituição de Comitês de bacia hidrográfica e adota outras providências. Curitiba, 2000.
PARANÁ. Assembleia Legislativa do Paraná. Projeto de Lei nº 255/98. Curitiba: ALEP, 1999. Disponível em: http://portal.assembleia.pr.leg.br/index.php/pesquisa-legislativa/propo… Acesso em: 10 maio de 2021.
PARANÁ. Assembleia Legislativa do Paraná. Projeto de Lei nº 515/08. Curitiba: ALEP, 2009. Disponível em: http://portal.assembleia.pr.leg.br/index.php/pesquisa-legislativa/propo… Acesso em: 10 maio de 2021.
PARENTI, C. Environment-Making in the Capitalocene Political Ecology of the State. In: MOORE, J. W. (ed.). Anthropocene or Capitalocene? Nature, History, and the Crisis of Capitalism. San Francisco: PM Press, 2016. p. 166-184.
PATEL, R. MOORE, J. W. A history of the world in seven cheap things: A guide to capitalism, nature, and the future of the planet. Berkeley: University of California Press, 2018.
PINTO, J. R. L.; NORONHA, S. FERREIRA, M. Quem são os proprietários do saneamento no Brasil? Instituto Mais Democracia, 2018. Disponível em: https://br.boell.org/pt-br/2018/04/16/quem-sao-os-proprietarios-do-sane…. 24. Acesso em: 20 jun. 2020.
QUASTEL, N. Ecological Political Economy: Towards a strategic relational approach. Review of Political Economy, v. 28, n. 3, p. 336-353, 2016.
RIBEIRO, W. C.; SANTOS, C. L. S.; SILVA, L. P. B. Conflito pela água, entre a escassez e a abundância: Marcos teóricos. AMBIENTES - Revista de Geografia e Ecologia Política, v.1, n. 2, p. 11-37, 2019.
SMITH, N. Desenvolvimento desigual: natureza, capital e a produção do espaço. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1988.
SMITH, N. Nature as an accumulation strategy. In: PANITCH, L.; LEYS, C. (eds.). Socialist Register 2007: coming to terms with nature. Monmouth: The Merlin Press, 2007. p. 16-36.
SVAMPA, M. As fronteiras do neoextrativismo na América Latina. São Paulo: Editora Elefante, 2019.
SWYNGEDOUW, E. Liquid Power: Contested hydro-modernities in twentieth-century Spain. Cambridge: MIT Press, 2015.
SWYNGEDOUW, E. The political economy and political ecology of the hydro‐social cycle. Journal of contemporary water research & education, v. 142, n. 1, p. 56-60, 2009.