Programa

Axe 1 : Le sentiment d’exclusion et l’amour de l’enseignement
Chagrin d’école, Daniel Pennac

Axe 2 : Ubu roi : entre l’absurde et le surréalisme
Ubu roi, Alfred Jarry

Axe 3 : L’amour est-il un piège ?
La Petite Fille aux yeux sombres, Marcel Pagnon

Axe 4 : La guerre de l’Algérie et la peine capitale
De nos frères blessés, Joseph Andras

Axe 5 : L’immigration : Vietnam – Québec
Ru, Kim Thúi

Bibliographie

ANDRAS, Joseph. De nos frères blessés. Arles: Actes Sud, 2016.

JARRY, Alfred. Ubu roi. Paris: Mercure de France, 1896.

PAGNON, Marcel. La Petite Fille aux yeux sombres. Paris : Éditions de Fallois, 1991. [Fortunio]

PENNAC, Daniel. Chagrin d’école. Paris : Gallimard, 2007. [Folio]

THÚI, Kim. Ru. Montréal: Libre Expression, 2009.

Programa

1. Leitura do poema “Peregrinação” [Lira dos cinquent’anos, 2. ed. 1944], de Manuel Bandeira.
 
a) Questões de método de leitura;
b) Aspectos da função poética da linguagem;
c) Aspectos de metro e ritmo;
d) Sobre o verso livre;
e) Algumas figuras de sonoridade;
f) Relações som e sentido;
g) A composição das estrofes;
h) A unidade de sentido.
 
2. Leitura de “Assalto” [A rosa do povo, 1945], de Carlos Drummond de Andrade.
 
3. Leitura de “Desfile” [do mesmo autor e obra], a partir do qual os alunos farão um exercício de avaliação.
 
Bibliografia
 
a) Sobre a teoria dos gêneros
 
ARISTÓTELES, HORÁCIO, LONGINO. A poética clássica. Trad. de Jaime Bruna. 3. ed. São Paulo: Cultrix, 1988.
KAYSER, Wolfgang. “A estrutura do gênero”. Análise e interpretação da obra literária. Trad. de Paulo Quintela. 7. ed. Coimbra: Arménio Amado, 1985, p. 367-388.
ROSENFELD, Anatol. “A teoria dos gêneros”. O teatro épico. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1985, p. 13-36.
SCHILLER, Friedrich. Poesia ingênua e sentimental. Trad. e estudo de Márcio Suzuki. São Paulo: Iluminuras, 1991.
STAIGER, Emil. “Estilo lírico: a recordação”. Conceitos fundamentais da poética. Trad. de Celeste Aída Galeão. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1975, p. 19-75.
 
b) Questões de método de leitura
 
ARRIGUCCI JR., Davi. “Abertura”. Humildade, paixão e morte. A poesia de Manuel Bandeira. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 13-18.
BOSI, Alfredo. “A interpretação da obra literária”. Céu, inferno. Ensaios de crítica literária e ideológica. São Paulo: Ática, 1988, p. 274-287.
CANDIDO, Antonio. “Apresentação do programa” e “Comentário e interpretação literária”. O estudo analítico do poema. 4. ed. São Paulo: Humanitas, 2004, p. 21-25 e 27-36.
CANDIDO, Antonio. “Os elementos de compreensão”. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 5. ed. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia; São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo, 1975, 1º vol., p. 34-36.
CANDIDO, Antonio. Na sala de aula. Caderno de análise literária. São Paulo: Ática, 1985.
STAIGER, Emil. “A arte da interpretação”. Trad. de Fernando Camacho. Humboldt, 4 (9), 1964, p. 10-22.
 
c) Alguns exemplos de leitura
 
ARRIGUCCI JR., Davi. Humildade, paixão e morte. A poesia de Manuel Bandeira. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
ARRIGUCCI JR., Davi. O cacto e as ruínas. A poesia entre outras artes. São Paulo: Duas Cidades, 1997.
ARRIGUCCI JR., Davi. Coração partido. Uma análise da poesia reflexiva de Drummond. São Paulo: Cosac & Naify, 2002.
AUERBACH, Erich. “As flores do mal e o sublime”. Ensaios de literatura ocidental. Trad. de José Marcos M. Macedo e Samuel Titan Jr. São Paulo: Duas Cidades, Editora 34, 2007, p. 303-332.
BOSI, Alfredo (org.). Leitura de poesia. São Paulo: Ática, 1996.
BOSI, Viviana et al. (orgs.). O poema: leitores e leituras. Cotia: Ateliê Editorial, 2001.
CANDIDO, Antonio. Na sala de aula. Caderno de análise literária. São Paulo: Ática, 1985.
SCHWARZ, Roberto. “A carroça, o bonde e o poeta modernista”. Que horas são? São Paulo: Companhia das Letras, 1989, p. 11-28.
SPITZER, Leo. Três poemas sobre o êxtase. Trad. de Samuel Titan Jr. São Paulo: Cosac & Naify, 2003.
VIDAL, Ariovaldo. “O chamado do mar” [Leitura de um poema de Manuel Bandeira]. Revista Contexto. Vitória, n. 23, 2013/1, p. 133-150.
VIDAL, Ariovaldo. “Um soneto antológico” [Sobre um poema de Vinicius de Moraes]. Seminário Primavera dos Centenários: Rubem Braga e Vinicius de Moraes. UEL, Londrina, 23-25 set. 2013. Publicado nos Anais, p. 50-63.
VILLAÇA, Alcides. Passos de Drummond. São Paulo: Cosac Naify, 2006.
 
d) Sobre a linguagem da poesia
 
CAMPOS, Haroldo de. “Comunicação na poesia de vanguarda”. A arte no horizonte do provável. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 1977, p. 131-154.
CANDIDO, Antonio. “O destino das palavras no poema”. O estudo analítico do poema. 4. ed. São Paulo: Humanitas, 2004, p. 111-120.
CHKLOVSKI, Victor. “A arte como procedimento”. Teoria da literatura: formalistas russos. Trad. de Regina Zilberman et al. Porto Alegre: Globo, 1971, p. 39-56.
FRIEDRICH, Hugo. Estrutura da lírica moderna. Da metade do século XIX a meados do século XX. Trad. de Marise M. Curioni. São Paulo: Duas Cidades, 1978.
JAKOBSON, Roman. “Linguística e poética”. Linguística e comunicação. Trad. de Isidoro Blikstein e José Paulo Paes. São Paulo: Cultrix/Edusp, 1969, p. 118-162.
JAKOBSON, Roman. “O que fazem os poetas com as palavras”. Lisboa, Colóquio/Letras, n. 12, mar. 1973, p. 5-9.
MARQUES, Oswaldino. “Traços diferenciais da poesia moderna”. Ensaios escolhidos. Teoria e crítica literárias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968, p. 37-47.
POE, Edgar Allan. “A filosofia da composição”. Poemas e ensaios. Trad. de Oscar Mendes e Milton Amado. Rio de Janeiro: Globo, 1985, p. 101-112.
 
e) Sobre imagem/figuras de linguagem
 
BOSI, Alfredo. “Imagem, discurso”. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Cultrix/Edusp, 1977, p. 11-36.
CANDIDO, Antonio. A parte final do livro, desde o capítulo “As unidades expressivas”. O estudo analítico do poema. 4. ed. São Paulo: Humanitas, 2004, p. 103-155.
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 14. ed. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1988 [conceitos e exemplos de figuras de linguagem].
MARTINS, Nilce Sant’Anna. “A linguagem figurada”. Introdução à estilística. São Paulo: T.A. Queiroz, 1989, p. 90-104.
Obs.: Para este tópico, consultar também obras de referência (manuais, dicionários e gramáticas).
 
f) Sobre a sonoridade no poema
 
BOSI, Alfredo. “O som no signo”. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Cultrix/Edusp, 1977, p. 37-62.
CANDIDO, Antonio. “Os fundamentos do poema: sonoridade”. O estudo analítico do poema. 4. ed. São Paulo: Humanitas, 2004, p. 37-66.
JAKOBSON, Roman. “Linguística e poética”. Lingüística e comunicação. Trad. Isidoro Blikstein e José Paulo Paes. São Paulo, Cultrix/ Edusp, 1969, especialmente p. 144-146 e 150-156.
MARTINS, Nilce Sant’Anna. “A estilística do som”. Introdução à estilística. São Paulo: T.A. Queiroz, 1989, p. 26-70.
 
g) Sobre metro e ritmo
 
BOSI, Alfredo. “Frase: música e silêncio”. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Cultrix/Edusp, 1977, p. 63-107.
CANDIDO, Antonio. “Os fundamentos do poema: o ritmo”. O estudo analítico do poema. 4. ed. São Paulo: Humanitas, 2004, p. 67-101.
KAYSER, Wolfgang. “O ritmo”. Análise e interpretação da obra literária. Trad. de Paulo Quintela. 7. ed. Coimbra, Arménio Amado, 1985, p. 261-299.
PROENÇA, M. Cavalcanti. Ritmo e poesia. Rio de Janeiro: Organização Simões, 1955.
SAID ALI, Manuel. Versificação portuguesa. 2. ed. São Paulo: Edusp, 1999.
 
h) Sobre lírica e sociedade
 
ADORNO, Theodor. “Palestra sobre lírica e sociedade”. Notas de literatura I. Trad. de Jorge de Almeida. São Paulo: Duas Cidades/Editora 34, 2003, p. 65-89.
BENJAMIN, Walter. “Sobre alguns temas em Baudelaire”. Charles Baudelaire: um lírico no auge do capitalismo. Trad. de José Carlos M. Barbosa e Hemerson A. Baptista. São Paulo: Brasiliense, 1989, p. 103-149.
BOSI, Alfredo. “O encontro dos tempos”. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Cultrix/Edusp, 1977, p. 109-137.
CANDIDO, Antonio. “A literatura e a formação do homem”. Textos de intervenção. Sel. de Vinicius Dantas. São Paulo: Duas Cidades/Editora 34, 2002, p. 77-92.
CANDIDO, Antonio. “Notas de Crítica Literária – Duas notas de poética”. Textos de intervenção, ed. cit., p. 153-158.
CANDIDO, Antonio. “Vanguarda: renovar ou permanecer”. Textos de intervenção, ed. cit., p. 214-225.
 

 

Programa

Aula 1 - Introdução: Machado de Assis na sala de aula: para quê, por quê, para quem?
Aula 2 - Machado de Assis, suportes e práticas de escrita no século XIX.
Aulas 3 e 4 - O texto machadiano e a interface com a História.
Aula 5 - Narradores e autores ficcionais de Machado de Assis.
Aula 6 - Machado de Assis em outras mídias: adaptações, aproximações e contrastes.

ASSIS, Machado de. A Semana: crônicas (1892-1893). Edição, introdução e notas de John
Gledson. São Paulo: Editora Hucitec, 1996.
___________. Bons Dias!. Edição, introdução e notas de John Gledson. São Paulo: Editora

Hucitec, 1990.
___________. Dom Casmurro. Col. 15 vol. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977.
___________. Esaú e Jacó. Edições críticas das obras de Machado de Assis. Col. 15 vol. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 1977.
___________. História de quinze dias, história de trinta dias - Crônicas de Machado de Assis -
Manassés. AZEVEDO, Sílvia Maria. (org.) São Paulo: Editora Unesp, 2011.
___________. Machado de Assis: crítica literária e textos diversos. AZEVEDO, Sílvia Maria;
DUSILEK, Adriana; CALLIPO, Daniela Mantarro Callipo (Orgs.). São Paulo: Editora Unesp,
2013
___________. Memórias póstumas de Brás Cubas. Edições críticas das obras de Machado de
Assis. Col. 15 vol. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977.
___________. Obra Completa em quatro volumes. São Paulo: Editora Nova Aguilar, 2015.
___________. Quincas Borba. Edições críticas das obras de Machado de Assis. Col. 15 vol.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977.
___________. Relíquias de casa velha. Edições críticas das obras de Machado de Assis. Col. 15
vol. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977.
BAPTISTA, Abel Barros. A formação do nome - duas interrogações sobre Machado de Assis.
Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 2003.
___________. Autobibliografias: solicitação do livro na ficção de Machado de Assis.
Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 2003.
CANDIDO, Antonio. "Esquema de Machado de Assis". In: ______. Vários Escritos. Rio de
Janeiro: Ouro sobre Azul, 2011, p. 15-34.
GLEDSON, John. Machado de Assis: Ficção e História. Tradução Sônia Coutinho. – 2.ed. Rev.
– São Paulo: Paz e Terra, 2003.
GRANJA, Lúcia. Machado de Assis – Antes do livro, o jornal: suporte, mídia e ficção. São
Paulo: Editora Unesp Digital, 2018.
GUIMARÃES, Hélio de Seixas. Machado de Assis, o escritor que nos lê. São Paulo: Editora
Unesp, 2017.
SCHWARZ, Roberto. Ao vencedor as batatas: forma literária e processo social nos inícios do
romance brasileiro. São Paulo: Duas Cidades; Ed. 34, 2000.
___________. Um mestre na periferia do capitalismo. São Paulo: Duas Cidades/Editora 34,
2000.

Programa

Unidade I – Raízes das relações étnico-raciais no Brasil e nos EUA (Aulas 1 e 2)
- A vida póstuma da escravidão: diferenças entre o contexto brasileiro e o norte-americano
- Formação sociocultural do povo brasileiro
- Relações étnico-raciais e cultura negra
- Teorias Racistas e Antirracistas
- Negritude, Branquitude e estratégias de branqueamento no Brasil
- O Pacto Narcísico da Branquitude e a Ignorância Branca
Unidade II – Gênero e relações raciais nas ciências sociais brasileira e norte-americana (Aulas 3 e 4)
- Raça, Gênero, Classe e Sexualidade: as diversas genealogias do feminismo negro
- Intelectuais negras e atuantes do feminismo negro brasileiro e norte-americano
- Projetos e escritas coletivas, propostas de co-criação nas ciências sociais
- Comunidades tradicionais, quilombolas e indígenas
- Ações afirmativas nas universidades brasileiras
Unidade III - As diversas faces do pensamento negro radical contemporâneo (Aulas 5 e 6)
- O legado de Frantz Fanon nas Américas: a crítica da colonialidade e o mal-estar colonial
- Antinegritude como dinâmica ontológica e social da modernidade
- Afropessimismo e onticídio
- Possibilidades de resistências, subversões e fugas negras

Referências Bibliográficas:


ALEXANDER, Michelle. A nova segregação: racismo e encarceramento em massa. São Paulo: Boitempo, 2018.
AUDEBERT, Cédric et al. Negritude e relações raciais: racismo e antirracismos no espaço atlântico. Horizontes Antropológicos, v. 28, n. 63, 2022.
BARBOSA, Deisiane. Inventário da ilha de Tereza: cartografias de um livro devir. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2020. Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/40197.
BASTIDE, Roger. As religiões africanas no Brasil. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, v. 1 e 2, [1960] 1971.
BAZÍLIO, Genivaldo; VALE, Maíra. A gente faz teatro ensaiando a revolução: movimentos de territórios, cultura e arte entre Olinda, Recife e Paulista. PragMATIZES - Revista Latino-Americana de Estudos em Cultura, Niterói/RJ, Ano 12, n. 22, 2022.
BENTO, Cida. O Pacto da Branquitude. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.
BEZERRA-PEREZ. Carolina dos Santos. Juventude, Música e Ancestralidade na comunidade jongueira do Tamandaré – Guaratinguetá/SP. In: Imaginário. – Revista do Núcleo Interdisciplinar do Imaginário e Memória – NIME e do Laboratório de Estudos do Imaginário – LABI – IP-USP – Juventude. USP, ano XI – nº 11 – 2º sem./2005b. p. 247-276.
_________________________________. O imaginário sobre o negro no espaço escolar: das imagens da angústia à força da ancestralidade africana, trilhando caminhos na construção de uma educação para as relações etnicorraciais. In: MONTEIRO, Sueli Aparecida Itman. Culturas Contemporâneas, Imaginário e Educação: Reflexões e Relatos de Pesquisa. São Carlos: Editora Rima, 2010.
_________________________________. Saravá Jongueiro Velho!: Memória e Ancestralidade no Jongo do Tamandaré. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2012.
CARNEIRO, Sueli. A Construção do Outro como Não-Ser como fundamento do Ser. FEUSP, 2005. (Tese de doutorado)
________________. Mulheres em movimento . Estudos Avançados, 17(49), 117-133, 2003. Disponível em: (https://www.revistas.usp.br/eav/article/view/9948)
________________. O mito da democracia racial. In: LAMOUNIER, Bolívar. (Org). Brasil & África do Sul: uma comparação. São Paulo: Editora Sumaré: Idesp, 1996.
COLLINS, Patricia Hill. “Se perdeu na tradução? Feminismo negro, interseccionalidade e política emancipatória”. Parágrafo, vol. 5, n.1, jan/jun de 2007. (https://www.geledes.org.br/wp-content/uploads/2017/07/01.pdf)
CONCEIÇÃO, Willian Luiz da. Branquitude: dilema racial brasileiro. Rio de Janeiro: Papéis Selvagens, 2020.
CORRÊA, Mariza. “Traficantes do Excêntrico: Os Antropólogos no Brasil dos Anos 30 aos Anos 60”. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 6, n. 3, 1988.
_______________. As Ilusões da Liberdade: a Escola Nina Rodrigues e a Antropologia no Brasil. Bragança Paulista: Editora da Universidade São Francisco, 1998.
_______________. O mistério dos orixás e das bonecas: raça e gênero na antropologia brasileira. Etnográfica, Vol. IV (2), 2000.
CRENSHAW, Kimberlé. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. In: Revista Estudos Feministas. vol 10, nº 1, Jan 2002.
DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2016.
DÍAZ-BENÍTEZ, María Elvira e RANGEL, Everton. Evocações da escravidão. Sobre sujeição e fuga em experiências negras. Horizontes Antropológicos, v. 28, n. 63, 2022.
ERICKSON, Sandra S. Fernandes; BÖSCHEMEIER, Ana Gretel Echazú. Edição especial da Ayé completa - FIRE!!! Textos escolhidos de Zora Neale Hurston. Ayé: Revista de Antropologia, 2021.
FANON, Frantz. Pele Negra, Máscaras Brancas. São Paulo: Ubu, 2020.
FAUSTINO, Deivison. Frantz Fanon: capitalismo, racismo e a sociogênese do colonialismo. SER Social, v. 20, n. 42, 2018.
__________________. O mal-estar colonial: racismo e o sofrimento psíquico no Brasil. Clín. & Cult., vol.8, n.2, 2019.
FERNANDES, Florestan, 1920-1995. A integração do negro na sociedade de classes: o legado da raça branca. 3. ed. São Paulo: Ática, 1978.
FIGUEIREDO, Ângela. “Dialogando com os estudos de gênero e raça no Brasil”. In: Livio Sansone, Osmundo Araújo Pinho (org.). Raça: novas perspectivas antropológicas. 2 ed. Ver. Salvador: Associação Brasileira de Antropologia: EDUFBA, 2008.
FIGUEIREDO, Ângela; Pinho, Osmundo. “Idéias Fora do Lugar e o Lugar do Negro nas Ciências Sociais Brasileiras”. Estudos Afro-Asiáticos, Ano 24, n. 1, 2002.
FREYRE, Gilberto. Casa Grande e Senzala. Rio de Janeiro: Livraria José Olímpio Editora, 1966.
GONZALEZ, Lélia. “Por um feminismo afro-latino-americano”. In: HOLANDA, Heloisa Buarque de. Pensamento feminista hoje: perspectivas decoloniais. Rio de Janeiro, Bazar do Tempo, 2020.
________________. “Racismo e sexismo na cultura brasileira”. In: HOLANDA, Heloisa Buarque de. Pensamento feminista brasileiro: formação e contexto. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.
HARTMAN, Saidiya. O Tempo da Escravidão. Revista Periódicus, 1(14), 2021.
________________. Perder a mãe: uma jornada pela rota atlântica da escravidão. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2021.
________________. Vidas Rebeldes, Belos Experimentos: Histórias íntimas de meninas negras desordeiras, mulheres encrenqueiras e queers radicais. São Paulo: Fósforo, 2022.
hooks, bell. E eu não sou uma mulher? Mulheres negras e feminismo. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2019.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 1994.
HURSTON, Zora Neale. Olualê Kossola: As palavras o último homem negro escravizado. Rio de Janeiro: Editora Record, 2021.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano. Rio de Janeiro: Cobogó, 2019.
LORDE, Audre. Irmã Outsider: Ensaios e Conferências. Belo Horizonte: Autêntica, 2020
____________. “Não existe hierarquia de opressão”. In: HOLANDA, Heloisa Buarque de. Pensamento feminista: conceitos fundamentais. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.
MUNANGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos. 2ª ed. São Paulo: Ática, 1988.
____________________. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. 3.ed. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2008.
____________________. Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia. In: BRANDÃO, André Augusto P. Brandão. Programa de Educação sobre o negro na Sociedade Brasileira. Niterói: EdUFF, 2000.
MILLS, Charles W. Ignorância Branca. Griot : Revista de Filosofia, Amargosa-BA, v.17, n.1, 2018.
MOMBAÇA, Jota. Não vão nos matar agora. Rio de Janeiro: Cobogó, 2021.
MORETTI, Felipe Coimbra. “Estamos tentando destruir o mundo”. Uma entrevista com Frank B. Wilderson III". Ayé: Revista de Antropologia, Edição Especial - Traduções, 2020.
MOTEN, Fred. A Resistência do Objeto: O Grito de Tia Hester. Revista Eco-Pós, 23(1), 2020.
NASCIMENTO, Beatriz. “A mulher negra no mercado de trabalho” e “A mulher negra e o amor”. In: HOLANDA, Heloisa Buarque de. Pensamento feminista brasileiro: formação e contexto. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.
NOGUEIRA, Isildinha Baptista. Cor e Inconsciente. In: KON, Noemi Moritz; SILVA, Maria Lúcia da; ABUD, Cristiane Curi (orgs.). O Racismo e o Negro no Brasil. São Paulo: Editora Perspectiva, 2017.
PEREIRA, A. K. A condição sem análogo da antinegridade: uma introdução ao afro-pessimismo. In: ASSUNÇÃO, M. F. M. ; MIRANDA, F. R. (Org.). Pensamento afrodiaspórico em perspectiva. Porto Alegre: Editora Fi, 2021.
PEREIRA, Luena N. N. Alteridade e raça entre África e Brasil: branquidade e descentramentos nas ciências sociais brasileiras. Revista De Antropologia, 63(2)., 2020.
PINHO, O.. O Mundo Negro: Hermenêutica Crítica da Reafricanização em Salvador. Curitiba: Progressiva, 2010.
_______________; VARGAS, J. H. C. Antinegritude: o impossível sujeito negro na formação social brasileira. Cachoeira: FT: Editora UFRB: Uniafro, 2016.
PIZA, Edith. Porta de vidro: entrada para a branquitude. In: BENTO, Maria Aparecida Silva & CARONE Iray. Psicologia Social do Racismo: estudos sobre branquitude e branqueamento no Brasil. Petropólis, RJ: Vozes, 2002.
RAMOS, Arthur. Introdução à Antropologia Brasileira. Vol I – As culturas não-européias. Rio de Janeiro: Casa do Estudante do Brasil, 1943.
SERRA, Ordep. Águas do Rei. Petrópolis: Editora Vozes Ltda., 1995.
VALE, Maíra. “‘É daquele que vem da mata e dá uns pulos”: o movimento do caboclo na vida e na escrita. Debates do NER, Porto Alegre, ano 20, n. 38,. 2020.
____________. “Desengano da vista é ver, escrita etnográfica em Cachoeira”. Tessituras: Revista De Antropologia e Arqueologia, v. 7, 2019.
___________. Cachoeira & a inversão do mundo. Tese em Antropologia Social. Campinas: Unicamp, 2018.
SEGATO, Rita. Crítica da Colonialidade em Oito Ensaios e Uma Antropologia por Demanda. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2021,
SOARES, Maria A. dos Santos. Antinegritude: ser negro e fobia nacional. Horizontes Antropológicos, v. 28, n. 63, 2022.
SPILLERS, Hortense J. et al. Pensamento Negro Radical. São Paulo: Crocodilo, 2021.
VARGAS, João H. Costa. Racismo não dá conta: antinegritude, a dinâmica ontológica e social definidora da modernidade. EM PAUTA, Rio de Janeiro, n. 45, v. 18, 2020.
VIGOYA, Mara Viveros. La interseccionalidad: una aproximación situada a la dominación. Debate Feminista, 52, p. 1-17. Disponível em: (https://doi.org/https://doi.org/10.1016/j.df.2016.09.005)
DU BOIS, W. E. B; HARTMAN, Saidiya. O Cometa + O Fim da Supremacia Branca. São Paulo: Fósforo, 2021.
WARREN, Calvin. Onticídio: Afropessimismo, Teoria Queer e Ética. Revista Periódicus, 2(16), 2021.
WIEVIORKA, Michel. O racismo, uma introdução. São Paulo: Perspectiva, 2007.
WILDERSON, Frank B. Afropessimismo. São Paulo: Editora Todavia, 2021.

Programa

OBJETIVOS:
Desenvolver habilidades comunicativas intermediárias em e sobre a Língua Francesa, que possibilitem a aquisição de estruturas linguísticas, discursivas e do léxico utilizados em situações comunicativas variadas, permitindo a comunicação oral e escrita. Sensibilizar para os elementos de cultura dos países francófonos.

Nível exigido: 2º grau completo. N5 do curso Introdução à língua francesa e à cultura francófona ou conhecimentos em francês equivalentes a esse nível. Estudantes da graduação em Francês: comprovar Francês 5. Será realizado teste de nível para alunos que não cumprirem os requisitos acima.

PROGRAMA:
Comunicação: compreender um modo de funcionamento, contar uma série de ações, contar uma lembrança, compreender um relato, expor uma série de fatos, defender uma causa, fazer uma crítica, propor soluções, pedir e dar uma opinião, falar sobre fatos da atualidade, compreender informações da imprensa, reagir e dar precisões, dar sugestões, expressar desejos e esperança, falar sobre a atualidade literária.

Vocabulário: objetos do quotidiano, vocabulário da higiene e cosméticos, vocabulário relacionado ao mundo do trabalho, às lembranças, à memória, à vida associativa, à proteção da natureza, às atualidades, aos faits divers, aos comportamentos e atitudes, à atualidade literária.

Gramática: si + imparfait, pronomes indefinidos, pronomes possessivos, acordo do particípio passado com “avoir”, marcadores cronológicos e temporais (avant, après etc.), passé composé, imparfait, plus-que-parfait, causa e consequência, preposições à e de, de plus en plus e de moins en moins, forma passiva, nominalização, gerúndio, conditionnel, subjuntivo, valores do pronome ON,

Elementos de fonética: Ritmo e entonação; sons [y], /O/ e [u]; sons específicos de difícil pronúncia para brasileiros.

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliografia Geral:

CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de la communication. Paris, Didier, 1998.
LAROUSSE. Dicionário Larousse Francês-Português/ Português-Francês. Larousse Brasil, 2009.
GARCIA, F. En avant la grammaire! Intermédiaire. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed. Montréal, Marcel Didier, 2006.
GREGOIRE, M. ; THIÉVENAZ, O. et al. Grammaire progressive du français - niveau intermédiaire. Paris, CLE, 2013.
______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau intermédiaire. Paris, CLE, 2002.
HIRSCHPRUNG, N.; TRICOT, T. Cosmopolite 2. Niveau A2. Paris: Hachette, 2017.
REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.

Programa

Aula 01 – As provas retóricas na construção do discurso político: ethos, logos e pathos
1. Ethos, logos e pathos: um panorama sobre os conceitos
2. Estratégias de construção do ethos no discurso político e suas implicações pragmáticas

Aula 02 – A gestão da razão e da emoção no discurso político: estratégias de persusão do auditório
1. Auditório universal e auditório particular: implicações para o processo argumentativo
2. A polarização identitária no discurso político: nós x eles e a retórica do medo
3. Populismo: discurso, poder e tipos de dominação legítima no contexto político

Aula 03 – Falácias e fake news: o discurso político no fio da navalha
1. Falácias como modus operandi: ad hominem, espantalho e apelo à autoridade
2. Fake News: quando as “versões” ocupam o lugar da realidade na construção dos argumentos

Aula 04 – A invenção da realidade no discurso político: processos de referenciação e orientação argumentativa
1. Breve panorama sobre os processos de referenciação
2. O papel da linguagem na criação de identidades sociais e no fortalecimento da coesão do grupo
3. Processos de ancoragem no discurso e orientação argumentativa do discurso político

Referências:
ABREU, Antônio Suárez. A arte de argumentar: gerenciando razão e emoção. 5. ed. Cotia: Ateliê Editorial, 2002.
AMOSSY, Ruth (org.). Imagens de si no discurso: a construção do ethos. Trad. Dilson Ferreira da Cruz, Fabiana Komesu e Sírio Possenti. São Paulo: Contexto, 2008.
ARISTÓTELES. Retórica. São Paulo: Ediouro, 2017.
ARISTÓTELES. A retórica das paixões. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
BOURDIEU. P. A economia das trocas simbólicas. Trad. Sérgio Miceli. São Paulo: Perspectiva, 2005.
CHARAUDEAU. P. A manipulação da verdade: do triunfo da negação às sombras da pós-verdade. São Paulo: Contexto, 2022.
CHARAUDEAU. P. Linguagem e discurso: modos de organização. São Paulo: Contexto, 2008.
CHARAUDEAU. P. Discurso político. São Paulo: Contexto, 2006.
FAIRCLOUGH, N. Discurso e mudança social. 2ª ed. Brasília: UnB, 2019.
GONÇALVES-SEGUNDO. P.R. Argumentação e falácias em entrevistas televisivas: por um diálogo entre o modelo Toulmin e a perspectiva textual-interativa. Linha D'Água (Online), São Paulo, v. 29, n. 2, p. 69-96, dez. 2016. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/linhadagua/article/view/119318/120195.
LAKOFF, G. No pienses en un elefante: lenguaje y debate político. Barcelona: Ediciones Peninsula, 2017.
MARQUES-SILVA. A. Ha’u timoroan: a construção discursiva das identidades leste-timorenses. Tese de doutorado. Universidade de São Paulo, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, 2018. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8142/tde-19032019-120634/p….
MARQUES-SILVA. A. A imagem por trás do mito: estratégias discursivas e construção do ethos no discurso político presidencial. Dissertação de Mestrado. Universidade de São Paulo, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, 2011. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8142/tde-14092011-133813/p….
PERELMAN, C.; OLBRECHTS-TYTECA, L. Tratado da argumentação. São Paulo: Martins Fontes, 2014 [1958].
REBOUL, O. Introdução à retórica. Trad. Ivone Castilho Benedetti São Paulo: Martins Fontes, 2017.
VAN DIJK, T. A. Discurso e poder. São Paulo: Contexto, 2008.
WALTON, D. Lógica informal: manual de argumentação crítica. São Paulo: Martins Fontes, 2012.
WEBER, M. Metodologia das Ciências Sociais. São Paulo: Cortez, 1995.

Programa

Aula 1: Augusto de Campos: do salto participante ao “Stelegramas” - 05/08/2025 (terça-feira)
AGUILAR, Gonzalo. Poesia concreta brasileña: las vanguardias em la encrucijada modernista. Rosário: Beatriz Viterbo, 2003
BOSI, Viviana. Poesia em risco. São Paulo: Editora 34, 2021
BOSI, Viviana., NUERNBERGER, Renan. Neste instante. São Paulo: Humanitas, 2018
CAMPOS, Augusto. Viva vaia. São Paulo: Ateliê Editorial, 2014
CAMPOS, Augusto. Despoesia. São Paulo: Perspectiva, 2004
CAMPOS, Augusto. Não. São Paulo: Perspectiva, 2003
CAMPOS, Augusto. Poesia da recusa. São Paulo: Perspectiva, 2011
CAMPOS, A., Pignatari, D., Campos, H. Teoria da poesia concreta. São Paulo: Ateliê Editorial, 2006
GUIMARÃES, Julio Castañon, SÜSSEKIND, Flora. (org) Sobre Augusto de Campos. Rio de Janeiro, 7Letras, 2004
LINO, Patrícia. Imperativa ensaísta diabólica. Belo Horizonte: Relicário, 2024
PERLOFF, Marjorie. O gênio não original. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2013
SISCAR, Marcos. Poesia e crise. Campinas: Unicamp, 2010.
STERZI, Eduardo. (org) Do céu do futuro: cinco ensaios sobre Augusto de Campos. São Paulo: Marco, 2006
SÜSSEKIND, Flora. Literatura e vida literária. Belo Horizonte: UFMG, 2004.

Aula 2: Ana Cristina Cesar e a crítica brasileira: leituras de Mário de Andrade e de Antonio Candido - 07/08/2025 (quinta-feira)
26 poetas hoje. Seleção e introdução de Heloisa Buarque de Hollanda. Rio de Janeiro: Labor, 1976.
ANDRADE, Mário de. Aspectos da literatura brasileira. 1ª ed. São Paulo: Martins, 1943.
CAMARGO, Maria Lucia de Barros. Atrás dos olhos pardos: uma leitura da poesia de Ana Cristina Cesar. Chapecó: Argos, 2003. / Atrás dos olhos pardos: uma leitura da poesia de Ana Cristina Cesar. 1990. Tese (Doutorado em Letras) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1990.
CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 4ª ed. São Paulo: Martins, 1971. v 1.
CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 4ª ed. São Paulo: Martins, 1971. v 2.
CANDIDO, Antonio. Vários escritos. 1ª ed. São Paulo: Duas Cidades, 1970.
CESAR, Ana Cristina. A teus pés. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.
CESAR, Ana Cristina. Correspondência incompleta. Org. Armando Freitas Filho e Heloisa Buarque de Hollanda. Rio de Janeiro: Aeroplano, 1999a.
CESAR, Ana Cristina. Crítica e tradução. 1ª ed. São Paulo: Editora Ática, 1999b.
GALVÃO, Raquel Machado. De corpo presente: a crítica jornalística de Ana Cristina Cesar. Tese (Doutorado em Teoria e História Literária) – Instituto de Estudos da Linguagem, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2021. Disponível em: https://repositorio.unicamp.br/acervo/detalhe/1246535;
GALVÃO, Raquel Machado; TEIXEIRA, Heloisa. Heloisa Teixeira sobre Ana Cristina Cesar. Conexões Críticas (site). DOI: 10.13140/RG.2.2.33498.15049;
MELO NETO, João Cabral de. Museu de tudo. Rio de Janeiro: José Olympio, 1975.
RIAUDEL, Michel. A nebulosa marginal e Ana Cristina Cesar. Belo Horizonte: Mambembe Livros; Conexões Críticas, 2025. Disponível em: https://sites.usp.br/conexoescriticas/ebooks/ebook-a-nebulosa-marginal/
TRANS/FORM/AÇÃO, Revista. Entrevista: Antonio Candido de Mello e Souza. Trans/Form/Ação, Marília, SP, v. 34, 2011. Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/….

Aula 3: Ana Cristina Cesar leitora de mulheres: escritoras brasileiras e crítica feminista na biblioteca de Ana Cristina Cesar - 12/08/2025 (terça-feira)
CESAR, Ana Cristina. Crítica e Tradução. São Paulo, Editora Ática, 1999.
CESAR, Ana Cristina. Poética. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.
GILBERT, Sandra GUBAR, Susan. The Madwoman in the Attic: The Woman Writer and the Nineteenth-Century Literary Imagination. New Haven and London: Yale University Press, 1979.
LEDUSHA. Finesse e Fissura. São Paulo: Brasiliense, 1984.
LISPECTOR, Clarice. A Legião Estrangeira. Rio de Janeiro: Rocco, 2019.
MELIM, Angela. Toda Vida: Poesia Reunida. São Paulo: Companhia das Letras, 2024.
PRADO, Adélia. Poesia Reunida. São Paulo: Siciliano, 1999.
Woolf, Virginia. Um quarto só seu. Tradução: Julia Romeu. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2021.

Aula 4: Entrecruzamentos entre gênero, humor e resistência na poesia de autoria feminina à volta dos anos 1970 - Leila Míccolis, Alice Ruiz e Ledusha - 14/08/2025 (quinta-feira)
BARRECA, Regina. “How many feminists does it take to change a light bulb? Power, politics, and women’s humor.” In: They used to call me Snow White… But I drifted: Women’s strategic use of humor. Lebanon: University Press of New England, 1991.
BOSI, Viviana. “Agressivo e irônico: sangra e ri”. In: Poesia em risco: itinerários para aportar nos anos 1970 e além. São Paulo: Editora 34, 2021.
CÁMARA, Mario. Corpos pagãos: usos e figurações na cultura brasileira. Tradução de Luciana di Leone. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014.
CESAR, Ana Cristina. “Literatura e mulher: essa palavra de luxo”. In: Crítica e tradução. São Paulo: Editora Ática, 1999.
FRYE, Northrop. “O mythos do inverno: a Ironia e a Sátira”. In: Anatomia da Crítica. São Paulo: Cultrix, 1973.
HOLLANDA, Heloísa Buarque (org.) 26 poetas hoje: antologia [1976]. São Paulo:Companhia das Letras, 2021.
HOLLANDA, Heloísa Buarque. “Introdução: Feminismo em tempos pós-modernos”. In: Tendências e impasses - o feminismo como crítica da cultura. Rio de Janeiro: Rocco, 1994.
MÍCCOLIS, Leila. Desfamiliares: poesia completa de Leila Míccolis (1965-2012). São Paulo: Annablume, 2013.
NUNES, Benedito. O riso modernista. Terceira Margem, Rio de Janeiro, ano 1, n. 1, p. 28-38, 1993.
KEMPINSKA, Olga. Ironia e discurso feminino. Revista Estudos Feministas. v. 22, n. 2. pp. 465-476. 2014.
RUIZ, Alice. Navalhanaliga. Curitiba: Edição ZAP, 1982.
RUIZ, Alice. Pelos pêlos. São Paulo: Brasiliense, 1984.
SANTIAGO, Silviano. “Poder e alegria”. In: Nas malhas da letra: ensaios. Rio de Janeiro: Rocco, 2000.
SILVA, Alba. Deus e o diabo no humor das mulheres: contos, casos e crônicas com humor escritos por mulheres. Salvador: EDUFBA, 2015.
SPINARDI, Ledusha, B. A. Finesse e Fissura. São Paulo: Brasiliense, 1984.

Aula 5: Poesia e crítica, as máquinas sem mistério de Sebastião Uchoa Leite - 19/08/2025 (terça-feira)
ARRIGUCCI JR, Davi. “O guardador de segredos”. In: O guardador de segredos: ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
BARBOSA, Frederico. “A engenhosidade do crime perfeito”. In: LEITE, Sebastião Uchoa. Poesia Completa. Cosac Naify: São Paulo, 2015.
COSTA LIMA, Luiz. “A poética átona de Sebastião Uchoa Leite”. In: Pensando nos trópicos: dispersa demanda II. Rio de Janeiro: Rocco, 1991.
COSTA LIMA, Luiz. “Sebastião em prosa e verso”. In: Intervenções. São Paulo: EDUSP, 2002.
DASSIE, Franklin Alves. Sebastião Uchoa Leite. Coleção Ciranda da Poesia. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2010.
GUIMARÃES, Julio Castañon & SÜSSEKIND, Flora (orgs.). Sobre Sebastião Uchoa Leite. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 2014.
LEITE, Sebastião Uchoa. Participação da palavra poética. Petrópolis: Editora Vozes, 1966.
LEITE, Sebastião Uchoa. Crítica clandestina. Rio de Janeiro: Taurus, 1986.
LEITE, Sebastião Uchoa. Jogos e enganos. São Paulo: Editora 34, 1995.
LEITE, Sebastião Uchoa.Crítica de ouvido. São Paulo: Cosac & Naify, 2003.
LEITE, Sebastião Uchoa. Poesia completa. São Paulo: Cosac Naify, 2015.

Programa

Conteúdos
Aula 1: O que é arte, o que é literatura, e por que ensiná-las.
Aula 2: Ensino-aprendizagem com foco no aluno e baseado em tarefas.
Aula 3: Estilos de aprendizagem.
Aula 4: Planejamento de aulas; definição de objetivos; elaboração de atividades.
Aula 5: Avaliação: conceitos, tipologia, propósitos. Elaboração de atividades avaliativas. Noções básicas de educação a distância; a polidocência; o ensino-aprendizagem a distância e híbrido.


Metodologia
Vídeo-aulas, atividades e discussões na Plataforma Moodle, leituras e análises.

Certificado/Critério de Aprovação
Mínimo de 75% de frequência.

Atividade avaliativa opcional
Elaboração por escrito de sequência didática onde o aluno proponha uma atividade de ensino-aprendizagem tendo como objeto uma obra de literatura infantil ou juvenil (em aspecto a escolher), aplicando os conceitos trabalhados durante o curso.

Bibliografia

BARROS, D.M.V. Estilos de aprendizagem e o uso das tecnologias. De facto Editores: Santo Tirso, Portugal, 2013.
BIANCHI, P. C. F. Avaliação da Aprendizagem na Educação a Distância: algumas concepções e práticas avaliativas desenvolvidas no curso de Licenciatura em Pedagogia, Modalidade EaD, da UFSCar. Programa de Pós-Graduação em Educação (Mestrado), São Carlos: UFSCar, 2013.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/introducao.pdf&gt; Acesso em 12 abr. 2018.
COELHO, B. Contar histórias: uma arte sem idade. São Paulo: Ática, 1986.
COELHO, N. N.. Literatura infantil: teoria análise didática. São Paulo: Moderna, 2000.
COENTRO,V. S. A arte de contar histórias e letramento literário: caminhos possíveis. Dissertação (Mestrado em Linguística Aplicada) – Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas, Campinas. 2008. 196f.
COSTA, M. M. Metodologia do ensino da literatura infantil. São Paulo: IBPEX, 2007.
CUNHA, Maria Zilda; BASEIO, M. A. . Por uma aliança entre literatura e educação. Fronteiraz (São Paulo), v. 1, p. 51, 2015.
DALMÁS, A. Planejamento – definições e pontos comuns. In: ______. Planejamento participativo na escola: elaboração, acompanhamento e avaliação. Petrópolis: Vozes, 1994. p. 23-5.
GALLEGO, D.J.; ALONSO, C.M. e BARROS, D. M. V. Estilos de Aprendizaje: desafíos para una educación inclusiva e innovadora. Coleção Estudos Pedagógicos. Whitebooks, Santo Tirso. Portugal, 2015.
HADJI, C. Avaliação desmistificada. Porto Alegre: Artmed, 2011.
HOFFMANN, J. Avaliação: mito & desafio. Porto Alegre, RS: educação - realidade, 10ª edição, 1993
MACHADO, A. M.; ROCHA, R. Contando histórias, formando leitores. São Paulo: Papirus 7 Mares, 2011.
MILL, D. Docência virtual: uma visão crítica. Campinas: Papirus, 2012.
MILL, D. Sobre o conceito de polidocência ou sobre a natureza do processo de trabalho pedagógico na Educação a Distância. In: MILL, D.; OLIVEIRA, M. R. G.; RIBEIRO, L. R. C. (Org.). Polidocência na educação a distância: múltiplos enfoques. 2.ed., São Carlos: EdUFSCar, 2014. p. 23-40.
NÓVOA, A. (Org.). Profissão professor. 2. ed. Porto: Porto Editora, 1995
RAMOS, A. C. Contação de histórias: um caminho para a formação de leitores? Dissertação (Mestrado em Educação). Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2011. 136f.
SILVA, C. F. Em busca do leitor literário: um passeio com Chapeuzinho Vermelho. São Paulo: Esfera, 2013.
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. 13. ed. Petrópolis: Vozes, 2012.
ZILBERMAN, R. A literatura infantil na escola. São Paulo: Global, 2006.

Programa

1. A esfera científica e sua relação com a popularização científica: objetivos do artigo científico e sua relação com gêneros da popularização científica
2. O gênero artigo científico: modalidades (teórico, de revisão bibliográfica, análise de corpus etc.), partes constituintes (título, resumo, introdução, referências, anexos etc.), estilo (linguagem acadêmica).
3. Apresentação de critérios de avaliação por pares de periódicos das áreas de Letras e Educação.
4. Estratégias para indexação nas bases de dados (Scielo, Scopus, Web of Science etc.) e classificação de periódicos (WebQualis)
5. O processo de submissão e publicação de artigos: planejamento, escrita, revisão, formatação segundo critérios dos periódicos, status de avaliação, estratégias de submissão, exigência de versão em língua estrangeira, titulação exigida do autor

Referências:
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Disponível em: http://www.abnt.org.br/
BAKHTIN, Mikhail.  Os gêneros do discurso (1952-1953). Organização, posfácio, tradução e notas de Paulo Bezerra. 1. ed. São Paulo: Editora 34, 2016. 
BERLINCK, M. T. Editor de revistas científicas: relatos de um interminável aprendizado. Psicologia USP, São Paulo, vol. 22, nº 2, p. 423-435, 2011.
BEZERRA, B. G. Letramentos acadêmicos e construção da identidade: a produção do artigo científico por alunos de graduação. Linguagem em (dis)curso, v. 15, p. 61-76, 2015.
BOURDIEU, P. Os usos sociais da ciência. Por uma sociologia clínica do campo científico. Trad. D. B. Catani. São Paulo: Editora UNESP, 2004 [1997].
______. Homo academicus. Trad. I. R. Valle e N. Valle. 2. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2017.
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES. Qualis: classificação de periódicos, anais, jornais e revistas. Disponível em: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoP…;
CARLINO, Paula. Escribir, ler y aprender en la universidad: una introducción a la alfabetización académica. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica, 2009. 
CORACINI, M. J. Um fazer persuasivo. O discurso subjetivo da ciência. Campinas: Pontes, 1991.
 FERREIRA, Marília Mendes; LOUSADA, Eliane Gouvêa. Ações do Laboratório de Letramento Acadêmico da Universidade de São Paulo: Promovendo a Escrita Acadêmica na Graduação e na Pós-graduação. Ilha Desterro,  Florianópolis ,  v. 69, n. 3, p. 125-140,  Dec.  2016. Disponível em: <https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S2175-80262016000300125&script=sci…;. Acesso em 26 de jan. de 2021. 
FILHO, M. A. Escrita acadêmica, uma prática estratégica. Jornal da UNICAMP. 2019. Disponível em: https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2019/08/12/escrita-academica… em: 26 jan. 2021.
GRILLO, Sheila Vieira de Camargo. Divulgação científica: linguagens, esferas e gêneros. Tese (Livre-docência em Filologia e Língua Portuguesa) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2013.
GUSTAVII, Björn. Como escrever e ilustrar um artigo científico. Tradução: Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola Editorial, 2017. 
KEMIAC, L. Uma Proposta de Análise Do Gênero “Artigo Experimental” a partir dos Pressupostos Teóricos de Bakhtin e do Círculo. Tese (Doutorado em Linguística) - Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2019. Disponível em: https://sig-arq.ufpb.br/arquivos/2020075148004018574796c817ef0cc3d/LK20…. Acesso em 23 jan. 2020.
LOUSADA, E. Resumo. São Paulo: Parábola Editorial, 2004.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola Editorial, 2005.
MOTTA-ROTH, D.; HENDGES, G. H. Produção textual na universidade. São Paulo: Parábola Editorial, 2010.
OLIVEIRA, M. do S. Aprendendo a ler para escrever: o gênero textual resumo científico e letramento acadêmico. Revista da Anpoll, vol. 51, nº 2, p. 125-138, Florianópolis, jul./set. 2020.
PEREIRA, Mauricio Gomes. Artigos científicos: como redigir, publicar e avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
PINKER, S. Guia de escrita: como conceber um texto com clareza, precisão e elegância. Tradução de Rodolfo Ilari. São Paulo: Editora Contexto. 2016.
SIGNORINI, I. Metapragmáticas da “redação” científica de “alto impacto”. Revista do GEL, v.14, n. 3, p. 59-85, 2017. 
SOARES, Magda. (2001) Letramento: um tema em três gêneros. 3 ed. 4 reimpressão. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.    
STREET, Brian. Letramentos sociais: abordagens críticas do letramento no desenvolvimento, na etnografia e na educação. São Paulo: Parábola Editorial, 2014. 
TRZESNIAK, Piotr. As dimensões da qualidade dos periódicos científicos e sua presença em um instrumento da área da educação. Revista Brasileira de Educação.,  Rio de Janeiro ,  v. 11, n. 32, p. 346-361,  Agosto, 2006. Disponível em: <https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-
24782006000200013&script=sci_arttext>. Acesso em 26 de jan. de 2021.

Programa

Aula 1 - Gramsci: apresentação, história, conceitos e repercussão.

Aula 2 - Leitura da “Introdução ao estudo da filosofia”, de Gramsci, e exposição dos conceitos de
filosofia espontânea, filosofia da práxis, concepções e senso comum, e sua relação com a linguagem.

Aula 3 - Continuação da leitura da “Introdução ao estudo da filosofia” e de passagens da “Concepçãodialética da história”, de Gramsci, e exposição dos conceitos de ideologia, hegemonia, coerção e
consenso, sociedade civil e sociedade política.

Aula 4 - Leitura de “Os intelectuais e a organização da cultura”, de Gramsci, e exposição dos conceitos
de intelectual orgânico, organicidade política e organização da cultura.

Referências Bibliográficas

BIANCHI, Álvaro. O Laboratório de Gramsci: filosofia, história e política. Porto Alegre: Editora
Zouk, 2018.
BRANDIST, Craig. The Official and the Popular in Gramsci and Bakhtin. Theory, Culture & Society,
vol.13, n.2, pp.59-74, 1996.
BRANDIST, Craig. Gramsci, Bakhtin and the Semiotics of Hegemony. New Left Review, I/216, 1996.
DEBRUN, Michel. Gramsci: filosofia, política e bom senso. Ed.Unicamp, 2001.
GNERRE, Maurizio. Linguagem, Escrita e Poder. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
GRAMSCI, Antonio. Concepção Dialética da História. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.
_______ . Os Intelectuais e a Organização da Cultura. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1982.
________ . Introdução ao estudo da filosofia. In Cadernos do Cárcere (vol.1). Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 1999.
IVES, Peter. Gramsci’s politics of language: engaging the Bakhtin Circle & the Frankfurt School.
University of Toronto Press, 2004.
LIGUORI, Guido & VOZA, Pasquale (orgs.). Dicionário Gramsciano 1926-1937. São Paulo:
Boitempo, 2017.
MARX, Karl. Contribuição à Crítica da Economia Política. São Paulo: Expressão Popular, 2008.