Programa

PROGRAMA:
Eixos temáticos: reflexão, discussão e propostas de solução para questões de sociedade; escolha temática dos
participantes.
Comunicação: analisar uma questão de sociedade; tomar posição sobre um fato de sociedade; descrever e comparar
fatos culturais e políticos; comentar um fenômeno de sociedade; fazer um balanço; provocar uma tomada de
consciência e fazer recomendações; compreender e propor uma ação; denunciar um problema de sociedade; propor
soluções.
Vocabulário: falar de saúde; falar das instituições e da política; falar das emoções e dos sentimentos; falar de
economia e de finança; falar da biodiversidade; as locuções e os verbos preposicionais para falar de uma ação; falar
de publicidade; falar de solidariedade.
Gramática: a voz passiva para colocar em valor um elemento; diferentes empregos do subjuntivo para tomar
posição; nuançar uma comparação; o subjuntivo para exprimir uma alternativa; exprimir a condição; o condicional
para atenuar ou exprimir fatos hipotéticos; o condicional passado para exprimir uma repreensão ou um
arrependimento; os adjetivos ou os pronomes indefinidos para especificar uma identidade ou uma quantidade; a
concordância do particípio passado com o COD colocado antes do verbo.
Elementos de fonética: fonética-grafia das consoantes [s] et [z] ; as elisões
Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos
necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso, além de um eixo temático a ser escolhido
pelos participantes.
Bibliografia Geral:
ABRY, Dominique ; CHALARON, Marie-Laure. La grammaire des premiers temps B1-B2. Presses
Universitaires de Grenoble, 2015.
BRIET, Geneviève ; COLLIGE, Valérie; RASSART, Emmanuelle. La prononciation en classe. Presses
Universitaires de Grenoble, 2014.
CALLET, Stéphanie. Entraînez-vous de A à Z : 200 exercices de grammaire, orthographe, lexique. Presses
Universitaires de Grenoble, 2016.
HEU-BOULHAT, Élodie ; MABILAT, Jean-Jacques. Édito Méthode de Français Niveau B2. Didier, 2015.
HIRSCHPRUNG, N.; TRICOT, T. Cosmopolite 4. Niveau B2. Paris: Hachette, 2019.
PARIZET, Marie-Louise. ABC DELF B2 : 200 exercices. CLE International, 2013.
PETITMENGIN, Violette ; FAFA, Clémence. La grammaire en jeux. Presses Universitaires de Grenoble, 2017.

Programa

Detalhamento:

Dia 1 - Norte versus Sul Global: Um Panorama da Inteligência Artificial
A partir da pesquisa Governança de Inteligência Artificial na América Latina, conduzida por Guilherme Mattas Garcia e Glauco Antonio Truzzi Arbix, exploraremos o desenvolvimento da IA no Sul Global, com destaque para o Brasil. Neste primeiro dia, os participantes serão introduzidos a questões fundamentais que serão aprofundadas ao longo da semana, oferecendo uma visão inicial do cenário global e regional da IA.

Dia 2 - A Pesquisa em IA no Brasil
Neste segundo dia, as atividades serão baseadas no levantamento realizado pelo Centro de Inteligência Artificial da USP, sob coordenação do professor Álvaro Augusto Comin. Por meio do mapeamento da produção de conhecimento sobre IA, com destaque para pesquisas nas Humanidades e práticas de introdução da computação entre estudantes dessa área, pretendemos apresentar ferramentas, perspectivas e métodos para integrar a IA ao cotidiano da pesquisa acadêmica.

Dia 3 - Estudo de Caso: Intellectia - Plataforma para Vestibulandos
Por fim, apresentaremos um estudo de caso que reforça as possibilidades da pesquisa em IA no Brasil. Demonstrando como pesquisadores em Humanidades e professores da rede pública podem colaborar em projetos multidisciplinares, apresentaremos o Intellectia: uma plataforma baseada em Inteligência Artificial desenvolvida para apoiar estudantes que se preparam para vestibulares nacionais. O projeto, coordenado pela professora Solange Oliveira Rezende ilustra a interseção entre pesquisa acadêmica e impacto social, promovendo novas formas de colaboração.

 

Bibliografia:

1. Benamara, F., Inkpen, D., & Taboada, M. (2018). Introduction to the Special Issue on Language in Social Media: Exploiting Discourse and Other Contextual Information. Computational Linguistics, 44(4), 663-681. https://doi.org/10.1162/coli_a_00333
2. Benamara, F., Taboada, M., & Mathieu, Y. (2017). Evaluative Language Beyond Bags of Words: Linguistic Insights and Computational Applications. Computational Linguistics, 43(1), 201-264. https://doi.org/10.1162/COLI_a_00278
3. Boyd-Graber, J., Hu, Y., & Mimno, D. (2017). Application of Topic Models. Foundations and Trends® in Information Retrieval, 11(2-3), 143-296. https://doi.org/10.1561/1500000030
4. Carmo, I., Rêgo, A. L. C., Barreto, M., Schuler, M., Heine, A., Villas, M. V., & Lifschitz, S. (2023). Gerenciamento de Dados de Redes Sociais com Análise de Redes e Modelagem de Tópicos. Anais do 38º Simpósio Brasileiro de Banco de Dados (SBBD) (pp. 64-70). Sociedade Brasileira de Computação. https://doi.org/10.5753/sbbd_estendido.2023.233417
5. Chauhan, U., & Shah, A. (2021). Topic Modeling Using Latent Dirichlet Allocation: A Survey. ACM Computing Surveys, 54(7), Article 138. https://doi.org/10.1145/3462478
6. Dou, W., & Liu, S. (2016). Topic and Time-Oriented Visual Text Analysis. IEEE Computer Graphics and Applications, 36(2), 8-13. https://doi.org/10.1109/MCG.2016.73
7. Géron, A. (2019). Mãos à Obra Aprendizado de Máquina com Scikit-Learn e TensorFlow: Conceitos, Ferramentas e Técnicas Para a Construção de Sistemas Inteligentes (R. Contatori, Trans.). Alta Books. ISBN 978-85-508-0902-1
8. Grimmer, J., Roberts, M. E., & Stewart, B. M. (2022). Text as Data: A New Framework for Machine Learning and the Social Sciences. Princeton University Press. ISBN 978-0691207551
9. Grootendorst, M. (2022). BERTopic: Neural Topic Modeling with a Class-Based TF-IDF Procedure. https://doi.org/10.48550/arXiv.2203.05794
10. Pangakis, N., Wolken, S., & Fasching, N. (2023). Automated Annotation with Generative AI Requires Validation. arXiv. https://doi.org/10.48550/arXiv.2306.00176
11. Silva, T. F. L. da. (2022); O Pão Que O Viado Amassou: contribuições da semiótica para o processamento de língua natural. Estudos Semióticos, 18(3), 70-92, 2022. https://doi.org/10.11606/issn.1980-4016.esse.2022.198626
12. Silva, T. F. L. da. (2023); Using transformer networks and tensive semiotics to improve sentiment analysis accuracy in tourism digital platforms; in Semiotica e intelligenza artificiale, pp. 131-147, Aracne; Italia, 2023, ISBN 979-12-218-0429-4; https://www.aracneeditrice.eu/free-download/9791221804294.pdf
13. Silva, T. F. L. da. (2023); Humanismo digital e transformação social: campos abertos para o fomento da inovação nas Ciências Humanas e Sociais; in Revista Sciencia Veritas, 2; https://prpg.usp.br/attachments/article/8936/Scientia_2_pg_5-8.pdf
14. Silva, T. F. L. da, et al. (in press). CDB: A Unified Framework for Hope Speech Detection Through Counterfactual, Desire, and Belief. In Findings of the Association for Computational Linguistics: NAACL 2025.
15. Sun, X., Li, X., Guo, S., Zhang, T., Wang, G., Li, J., & Wu, F. (2023). Text Classification via Large Language Models. In Findings of the Association for Computational Linguistics: EMNLP 2023; https://aclanthology.org/2023.findings-emnlp.603.pdf
16. Zhang, W., Deng, Y., Liu, B., Pan, S. J., & Bing, L. (2024). Sentiment Analysis in the Era of Large Language Models: A Reality Check. In Findings of the Association for Computational Linguistics: NAACL 2024; https://aclanthology.org/2024.findings-naacl.246.pdf
17. Zong, C., Xia, R., & Zhang, J. (2022). Text Data Mining. Springer.

Programa

Aula 1: 08/08 – Zabel Yesayan: Vozes de resistência no império otomano
- Apresentação da trajetória biográfica de Zabel Yesayan (1878–1943)
- Contexto histórico: mulheres intelectuais e o genocídio armênio
- Principais obras: In the Ruins, Gardens of Silihdar, entre outras
- Análise de sua atuação como intelectual, ativista e cronista da tragédia de seu povo

Aula 2: 15/08 – Silva Kaputikian: Poesia, identidade e a pátria armênia
- Breve biografia e formação intelectual de Silva Kaputikian (1919–2006)
- O cenário político-cultural da Armênia soviética
- Principais obras: My World, Let the Sun Always Shine
- Reflexões sobre o papel da mulher e da poesia na construção da identidade nacional

Aula 3: 22/08 – Aurora Mardiganian: A escrita do testemunho e a denúncia do genocídio
- Vida e trajetória de Aurora Mardiganian (1901–1994)
- O impacto do genocídio armênio em sua experiência pessoal
- Estudo da obra Ravished Armenia como literatura de testemunho
- A recepção da obra e sua importância na memória coletiva armênia e internacional

Aula 4: 29/08 – Magdalena Tagtachian: Literatura e identidade na diáspora contemporânea
- Biografia e inserção de Magdalena Tagtachian no cenário literário argentino-armênio
- Temáticas centrais de suas obras: identidade, memória, pertencimento
- Análise da obra : Alma Armênia e Rojava
- Entrevista ao vivo com a autora: debate sobre sua trajetória, processo criativo e o lugar da mulher na literatura armênia contemporânea

Programa

03/02 – aula 1: “A arte como possibilidade de resistência”. Estudo do livro L’hiver du mécontentement (2018), de Thomas B. Reverdy.
Me. e Profa. Liz Helena Gouveia Afonso
Profa. Eliana Junko Takara
 
04/02 – aula 2: “Irmãos de experiência e de alma”: Les Leïlas, o primeiro Choix Goncourt Brésil e estudo do livro Frère d’âme (2018), de David Diop.
Me. e Profa. Barbara Carolina Dias
Profa. Larissa Aparecida Esperança da Silva
 
05/02 – aula 3: “Jovens de hoje: nossos, deles, do mundo”: estudo do livro Leurs enfants après eux (2018), de Nicolas Mathieu.
Profa. Dra. Lucília Souza Lima Teixeira
Profa. Mariana Cunha Firmino
 
06/02 – aula 4: “Escravidão e liberdade: de quem? Para quem?” Estudo do livro Maîtres et esclaves (2018), de Paul Greveillac.
Profa. Dra. Cristina Casadei Pietraroia
Profa. Sandra Catrouxo
 
07/02 – aula 5: “Narrar o amor, narrar a si mesmo”: estudo do livro Ça raconte Sarah (2018) de Pauline Delabroy-Allard.
Profa. Dra. Raquel Peixoto do Amaral Camargo
Profa. Mayara Nahime
 
Bibliografia:
 
COMPAGNON, Antoine. Le démon de la théorie. Littérature et sens commun. Paris: Editions du Seuil, 1998.
____________________. La littérature pour quoi faire?. Paris : Collège de France – Fayard, 2007.
DELABROY-ALLARD, Pauline. Ça raconte Sarah. Paris: Les éditions de minuit, 2018.
DEWEY, John. A arte como experiência. Tradução Vera Ribeiro. São Paulo: Martins Fontes, 2010 [1934].
DIOP, David. Frère d’âme. Paris: Seuil, 2018.
DUFAYS, Jean-Louis; GEMENNE, Louis; LEDUR. Pour une lecture littéraire. Louvain-la-Neuve: de Boeck Supérieur, 2015 [2005] .
GODARD, Anne (dir.). La littérature dans l’enseignement du FLE. Paris: Les Éditions Didier, 2015.
GREVEILLAC, Paul. Maîtres et esclaves. Paris: Gallimard, 2018.
JOUVE, Vincent. Por que estudar literatura? Tradução Marcos Bagno e Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola, 2012.
______________. A leitura. Tradução Brigitte Hervot. São Paulo: Editora da UNESP, 2002.
MANGUEL, Alberto. La méthode de Schéhérazade: Résister, écrire, imaginer. Chêne-Bourg: Georg Éditeur, 2018.
MATHIEU, Nicolas. Leurs enfants après eux. Paris: Actes Sud, 2018.
PENNAC, Daniel. Comme un roman. Paris: Éditions Gallimard, 1992.
PETIT, Michèle. Éloge de la lecture. La construction de soi. Paris: Éditions Belin, 2002.
____________. Os jovens e a leitura. Tradução Celina Olga de Souza. São Paulo: Editora 34, 2009.
REVERDY, Thomas B. L’hiver du mécontentement. Paris : Flammarion, 2018.
ROUXEL, Annie e LANGLADE, Gérard. Le sujet lecteur. Lecture subjective et enseignement de la littérature. Rennes : Presses Universitaires de Rennes, 2004
SÉOUD, Amor. Pour une didactique de la litterature. LAL (Lagues et apprentissage des langues) Paris: Créfif. Hartier, 1997.
TODOROV, Tzvetan. Literatura em perigo. Tradução Caio Meira. Rio de Janeiro: DIFEL, 2009.
YAGUELLO, Marina. Catalogue des idées reçues sur la langue. Paris: Éditions du Seuil, 1986.

 

Programa

Módulo 1 – Aspectos Teóricos da relação entre Estado, Água e Capitalismo
1.1 Ecologia Mundo Capitalista e Natureza Barata: por uma concepção de Água Barata
1.2 Abordagens do Estado no Capitalismo
1.3 Estado e ciclo hidrossocial no capitalismo
1.4 Aspectos “naturais”, históricos e econômicos do Estado do Paraná
1.5 Comentários e Discussões

Módulo 2 – Sistemas Hídrico e Político da Água no Paraná
2.1 Estrutura Hídrica do Paraná
2.2 Intervenção Estatal no Ciclo Hidrossocial
2.3 Modelo Institucional da Água
2.4 Retardando o Controle Social da Água
2.5 Comentários e Discussões

Módulo 3 - Cenas da produção da Água Barata: Apropriação/Externalização-Internalização da Água no Paraná
3.1 A expansão da apropriação
3.2 A gratuidade da água para o Agronegócio
3.3. Legitimando a externalização de custos: a subclassificação dos rios
3.4 Tratamento especial aos agrotóxicos
3.5 Comentários e Discussões

Módulo 4 - Crise Hídrica: crise da Ecologia Mundo Regional?
4.1 Evidências de uma crise hídrica no estado paranaense e suas implicações para refletir sobre as tensões e contradições da Água Barata e o potencial e limites dessa abordagem
4.2 Apresentação e discussão de relatos de outras experiências trazidas pelos alunos e indicação de possíveis questões para futuras pesquisas
4.3 Indicação e discussão de ações políticas necessárias ao controle público da água e ao acesso universal à água de qualidade

Referências


ARRUDA, G. Rios e governos no Estado do Paraná pontes, “força hydraúlica” e a era das barragens. Varia Historia, Belo Horizonte, vol. 24, nº 39, pp. 153-175, jan./jun. 2008.
BANISTER, J. M. Are you Wittfogel or against him? Geophilosophy, hydro-sociality, and the state. Geoforum, v. 57, p. 205-214, 2014.
BAKKER, K. Neoliberalizing nature? Market environmentalism in water supply in England and Wales. Annals of the association of American Geographers, v. 95, n. 3, p. 542-565, 2005.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Carta das águas subterrâneas do Paraná: resumo executivo / Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano. – Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2015.
CASTRO, J. E.; HELLER, L.; MORAIS, M. P. (Orgs.). O direito à água como política pública na América Latina: uma exploração teórica e empírica. Brasília: Ipea, 2015. Disponível em: http://goo.gl/nrYtTV.
BORINELLI, B.; COLTRO, F. L.; ROWIECH, J.; ROSA, K. Natureza Barata e Desigualdade Hidrossocial no Capitaloceno. Relatório de Pesquisa do Grupo de Pesquisa em Política e Gestão Socioambiental (GEA): Universidade Estadual de Londrina, 2020.
FERREIRA, Miriam RODRIGUES; REBELO JÚNIOR, Manoel. As Oligarquias da água e a mercantilização da água doce: um processo de conquistas do capital. Economia & Pesquisa, v. 1, n. 1, p. 54-77, 2007.
GAGG, Maíra. Descentralização ou re-centralização? Uma análise do processo de implementação dos comitês de bacias hidrográficas no Estado do Paraná. 2014. 125 f. Dissertação (Mestrado em Administração) – Programa de Pós-graduação em Administração, Universidade Estadual de Londrina, Londrina, 2014.
HARVEY, D. Novo imperialismo. São Paulo: Edições Loyola, 2014.
JACOBI, P. R.; FRACALANZA, A. P. Comitês de bacias hidrográficas no Brasil: desafios de fortalecimento da gestão compartilhada e participativa. Desenvolvimento e Meio Ambiente, v. 11-12, p. 41-49, jan./dez. 2005.
JESSOP, B. Critical realism and the strategic-relational approach. New Formations, v. 56, p. 40-53, 2005.
JESSOP, B. The State: Past, Present, Future. Cambridge: Polity Press, 2016.
JESSOP, B. SUM, N. What is critical? Critical Policy Studies, vol. 10, n. 1, p. 105–109, 2016.
KURI, G. H.; RIBEIRO, W. C. Gestión del agua y relaciones de poder en América Latina. Agua y Territorio, n. 15, p. 11-12, jan./jun. 2020.
MACHADO, E. S. Introdução à História de Gestão de Recursos Hídricos no Estado do Paraná. In: Anais Simpósio Internacional de Gestão de Recursos Hídricos, 1998, Gramado. Gramado: Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1998.
MARQUES, L. Capitalismo e colapso ambiental. 2. ed. Campinas: Unicamp, 2016.
MCCARTHY, J. States of nature: Theorizing the state in environmental governance. Review of International Political Economy, v. 14, n. 1, p. 176-194, 2007.
MOORE, J. W. Capitalism in the Web of Life: ecology and the Accumulation of Capital. London: Verso Books, 2015.
MOORE, J. W. The rise of cheap nature. In: MOORE, J. W. (ed.). Anthropocene or Capitalocene? Nature, History, and the Crisis of Capitalism. San Francisco: PM Press, 2016. p. 78-115.
MOORE, J. W. Cheap Food & Bad Money: food, Frontiers, and Financialization in the Rise and Demise of Neoliberalism. Review (Fernand Braudel Center), v. 33, n. 2-3, p. 125-161, 2012.
REIS, N. Finance Capital and the Water Crisis: Insights from Mexico. Globalizations, Volume14 (6), p. 976- 990, 2017.
OFFE, C. Problemas estruturais do Estado capitalista. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1984.
PARANÁ. Relatório de conjuntura dos recursos hídricos do Estado do Paraná / Instituto Água e Terra. Curitiba: IAT - Instituto Água e Terra, 2020.
PARANÁ. Plano Estadual de Recursos Hídricos do Paraná. Resumo Executivo. Instituto das Águas. Curitiba: Instituto das Águas, 2010.
PARANÁ. Lei Estadual nº 12.726 de 1999. Instaura a Política Estadual de Recursos Hídricos do Paraná. Curitiba, 1999.
PARANÁ. Decreto nº 2.317, de 15 de julho de 2000. Regulamenta competências da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, como órgão executivo gestor e coordenador central do Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos – SEGH/PR, e adota outras providências. Curitiba, 2000.
PARANÁ. Decreto nº 2.135, de 18 de julho de 2000. Regulamenta o processo de instituição de Comitês de bacia hidrográfica e adota outras providências. Curitiba, 2000.
PARANÁ. Assembleia Legislativa do Paraná. Projeto de Lei nº 255/98. Curitiba: ALEP, 1999. Disponível em: http://portal.assembleia.pr.leg.br/index.php/pesquisa-legislativa/propo… Acesso em: 10 maio de 2021.
PARANÁ. Assembleia Legislativa do Paraná. Projeto de Lei nº 515/08. Curitiba: ALEP, 2009. Disponível em: http://portal.assembleia.pr.leg.br/index.php/pesquisa-legislativa/propo… Acesso em: 10 maio de 2021.
PARENTI, C. Environment-Making in the Capitalocene Political Ecology of the State. In: MOORE, J. W. (ed.). Anthropocene or Capitalocene? Nature, History, and the Crisis of Capitalism. San Francisco: PM Press, 2016. p. 166-184.
PATEL, R. MOORE, J. W. A history of the world in seven cheap things: A guide to capitalism, nature, and the future of the planet. Berkeley: University of California Press, 2018.
PINTO, J. R. L.; NORONHA, S. FERREIRA, M. Quem são os proprietários do saneamento no Brasil? Instituto Mais Democracia, 2018. Disponível em: https://br.boell.org/pt-br/2018/04/16/quem-sao-os-proprietarios-do-sane…. 24. Acesso em: 20 jun. 2020.
QUASTEL, N. Ecological Political Economy: Towards a strategic relational approach. Review of Political Economy, v. 28, n. 3, p. 336-353, 2016.
RIBEIRO, W. C.; SANTOS, C. L. S.; SILVA, L. P. B. Conflito pela água, entre a escassez e a abundância: Marcos teóricos. AMBIENTES - Revista de Geografia e Ecologia Política, v.1, n. 2, p. 11-37, 2019.
SMITH, N. Desenvolvimento desigual: natureza, capital e a produção do espaço. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1988.
SMITH, N. Nature as an accumulation strategy. In: PANITCH, L.; LEYS, C. (eds.). Socialist Register 2007: coming to terms with nature. Monmouth: The Merlin Press, 2007. p. 16-36.
SVAMPA, M. As fronteiras do neoextrativismo na América Latina. São Paulo: Editora Elefante, 2019.
SWYNGEDOUW, E. Liquid Power: Contested hydro-modernities in twentieth-century Spain. Cambridge: MIT Press, 2015.
SWYNGEDOUW, E. The political economy and political ecology of the hydro‐social cycle. Journal of contemporary water research & education, v. 142, n. 1, p. 56-60, 2009.

Programa

 

Aula 1: O que é Chanoyu – Cerimônia do Chá. O que é Chadô – Caminho do Chá. Objetos indispensáveis para as aulas.//Etiqueta do Convidado: Postura para sentar-se e para levantar-se. Formas de cumprimentar. Forma de servir-se dos doces e do chá fraco.

Aula 2: Fukusa – Pano de seda para purificação // Revisão da aula anterior. Fukusa sabaki Maneira de dobrar o fukusa para purificar.

Aula 3: Usucha-ki - pote para chá fraco // Revisão da aula anterior. Formas de purificar os potes para o chá fraco.

Aula 4: Chashaku – colher de bambu para o chá // Revisão da aula anterior. Formas de purificar a colher de bambu.

Aula 5: Chawan – tigela. Chakin – pano de linho branco. Chasen – batedor de bambu // Revisão da aula anterior. Maneira de dobrar o chakin e purificar a tigela.

Aula 6: Kensui – recipiente para entornar a água usada e o futaoki – descanso para a tampa da chaleira // Revisão geral.

Aula 7: Mizuya – sala de apoio para preparativos e arrumação dos objetos. // Ryakubon Temae – Cerimônia do Chá Simplificada com o
uso da bandeja.

Aula 8: Temae – sequência de movimentos da Cerimônia // Ryakubon Temae


Aula 9: Os doces e seus recipientes // Ryakubon Temae

Aula 10: Sobre o chá // Ryakubon Temae

Aula 11: Kakemono – rolo de caligrafia ou pintura // Ryakubon Temae

Aula 12: Chabana - Arranjo Floral para o Chá e seus recipientes // Ryakubon Temae


Aula 13: Chashitsu – Recinto do chá.

Aula 14: Roji – a passagem do jardim // Ryakubon Temae


Aula 15: Os 4 princípios e as 7 normas. Ryakubon Temae

 

Bibliografia
IGUCHI, Kaisen (supervisão). Genshoku Chado Daijiten (Enciclopédia Ilustrada de Chado).  Editora Tankôsha – Kyoto, 1975.
HAYASHI, Sokei e HAYASHI, Soen (compilação e adaptação). Cha no Yu – Arte e Filosofia. Aliança Cultural Brasil-Japão.
São Paulo, 1995
KANEKO, Mitsuko e outros (org.). Matcha no Hon (Livro do Chá Verde em Pó)
– Editora Sekai Bunkasha – Tokyo, 1992.
KUWATA, Tadachika. Cha no Kokoro – Chado Meigenshû (O espírito do Chá – Antologia de Chadô)
– Editora Tokyodô – Tokyo, 1957.
OKAKURA, Tenshin. Cha no Hon - The Book of Tea – Editora Kôdansha – Tokyo, 1971.
SEN, Soshitsu (supervisão). Genshoku Odôgu no Atsukai (Livro Ilustrado sobre o Uso dos Utensílios)
– Editora Tankôsha – Kyoto, 1972.
SEN, Soshitsu (supervisão). Urasenke Chado Kyôka – Kyôyôhen – 16 volumes (Livros Didáticos de Urasenke Chado)
– Editora Tankôsha – Kyoto, 1979.
TANAKA, Sen-ô. Nanpô Roku Kenkyû (Estudos sobre Registros de Nanpô)
– Editora Chadô no Kenkyûsha – Tokyo, 1978.
UMEHARA, Takeshi e outros. Geijutsu Shinchô (Revista de Artes) – Editora Shinchô – Tokyo, agosto de 1991.
TANAKA, Sen-ô. Nanpô Roku Kenkyû (Estudos sobre Registros de Nanpô)
– Editora Chadô no Kenkyûsha – Tokyo, 1978.

Programa

Aula I – Construindo sentidos sobre feminismos 
a) Apresentação do curso;
b) proposta de construção colaborativa de sentidos sobre o feminismo, a partir de imagens;
c) aprofundamento das discussões por meio de conhecimentos sobre feminismo interseccional.
 
Leituras obrigatórias
- Introdução (“Aproxime-se do feminismo”);
- Capítulo 1 (“Políticas feministas: em que ponto estamos”);
- Capítulo 2 (“Conscientização: uma constante mudança de opinião”) – do livro O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras, de Bell Hooks.
- Artigo “Feminismo: uma história a ser contada”, de Constância Lima Duarte – no livro Pensamento feminista brasileiro: formação e contexto.
- Livro Interseccionalidade, de Carla Akotirene.
 
Leituras complementares
- Artigo “Feminismo, gênero e representações sociais”, de Angela Arruda – no livro Pensamento feminista brasileiro: formação e contexto.
- Artigo “Meio século de feminismo e o empoderamento das mulheres no contexto das transformações sociodemográficas do Brasil, de José Eustáquio et al – no livro 50 anos de feminismo: Argentina, Brasil e Chile.
- Capítulo 8 (“Feminismo global”) – do livro O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras, da autora Bell Hooks.
- Livro Mulheres e caça às bruxas, de Silvia Federici. 
 
Aula II – Feminismos, violência e decolonialidade
a) Proposta de construção colaborativa de sentidos sobre violências e preconceitos ligados a gênero, sexualidade e intersecções culturais, a partir de linguagens multimodais em cenários online-offline;
b) Aprofundamento das discussões por meio de conhecimentos sobre matriz colonial do poder, feminismo decolonial, gênero como performance e teoria Queer.
 
Leituras obrigatórias
- Artigo “Colonialidade: o lado mais escuro da modernidade”, de Walter Mignolo.
- Artigo “Rumo a um feminismo descolonial”, de María Lugones.
- Artigo “Atos performáticos e a formação dos gêneros: um ensaio sobre fenomenologia e teoria feminista”, de Judith Butler – no livro Pensamento feminista: conceitos fundamentais.
 
Leituras complementares
- Artigo “Quem reivindica a alteridade”, de Gayatri Spivak – no livro Pensamento feminista: conceitos fundamentais.
- Artigo “Racismo e sexismo na cultura brasileira, de Lélia Gonzalez – no livro Pensamento feminista brasileiro: formação e contexto.
- Artigo “(Re)definições e (des)construções identitárias em comunidades ativistas do Facebook: contribuições das epistemologias pós-feminista e queer”, de Fabiana Biondo e Inês Signorini.
- Manifesto ciborgue: ciência, tecnologia e feminismo-socialista no final do século XX, da autora Donna Haraway – no livro Antropologia do Ciborgue.
- Artigo “Transidiomaticity and transperforamnces in queer rap: toward an abject aesthetics”, de Branca Falabella Fabrício e Luiz Paulo da Moita Lopes.
 
Aula III – Feminismos, letramentos e educação crítica
a) Proposta de construção de sentidos sobre feminismos, direitos humanos e educação crítica, a partir de linguagens multimodais em cenários online-offline;
b) Aprofundamento das discussões, por meio de trabalhos sobre gênero, letramentos, educação crítica e currículo.
 
Leituras obrigatórias 
- Capítulo 3 (“Abraçar a mudança”); capítulo 8 (“Pensamento feminista na sala de aula agora”);
- Capítulo 12 (“Confrontação da classe social da sala de aula” – do livro Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade, da autora Bell Hooks.
- Artigo “Os novos letramentos digitais como lugares de construção de ativismo político sobre sexualidade e gênero, autor Luiz Paulo da Moita Lopes.
- Artigo “Convergência e diversidade no ensino de línguas: expandindo visões sobre a diferença”, da autora Walkyria Monte Mór.
 
Leituras complementares
- Os demais capítulos do livro Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade, da autora Bell Hooks.
- Capítulo “Uma política pós-identitária para a Educação”, do livro Um corpo estranho: ensaios sobre sexualidade e teoria queer, da Guacira Lopes Louro.
- Capítulo “Estranhar o currículo”, do livro Um corpo estranho: ensaios sobre sexualidade e teoria queer, da Guacira Lopes Louro.
- Artigo “Direitos humanos: perspectivas, mediações, práticas comunicativas – uma apresentação”, de Daniela Palma e Daniel Silva.
- Seção “Cidadania”, seção “Igualdade” e seção “Violências” do Dicionário crítico do feminismo, de Helena Hirata et al. Avaliação
- Participação efetiva nas discussões e atividades realizadas em sala de aula; leitura prévia dos textos indicados no programa do curso.
 
Bibliografia geral
AKOTIRENE, Carla. Interseccionalidade. São Paulo: Sueli Carneiro; Pólen, 2019.
Coleção Feminismos Plurais, de Djamila Ribeiro.
BIONDO, Fabiana Poças; SIGNORINI, Inês. (Re) definições e (des) construções identitárias em comunidades ativistas do Facebook: contribuições das epistemologias pós-feminista e queer. DELTA: Documentação e Estudos em Linguística Teórica e Aplicada, v. 31, n. 4, 2015. 
BLAY, Eva Altermman; AVELAR, Lúcia. 50 anos de feminismo: Argentina, Brasil e Chile. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, Fapesp, 2019. 
DA MOITA LOPES, Luiz Paulo. Os novos letramentos digitais como lugares de construção de ativismo político sobre sexualidade e gênero. Trabalhos em linguística aplicada, v. 49, n. 2, p. 393-417, 2010.
FABRICIO, Branca Falabella ; MOITA-LOPES, Luiz Paulo. Transidiomaticity and transperforamnces in queer rap: toward an abject aesthetics. Revista Gragoatá (UFF), v. 24, p. 136-159, 2019. 
FEDERICI, Silvia. Mulheres e caça às bruxas. São Paulo: Boitempo, 2019.
HARAWAY, Donna; KUNZRU; Hari; TADEU, Tomas (orgs.) Antropologia do Ciborgue: as vertigens do pós-humano. Belo Horizonte: Autêntica, 2000. 
Hirata, Helena et al. Dicionário crítico do feminismo. São Paulo: Editora Unesp, 2009.
HOLLANDA, Heloisa Buarque de. Pensamento feminista brasileiro: formação e contexto. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.
HOLLANDA, Heloisa Buarque de. Pensamento feminista: conceitos fundamentais. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.
HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2017.
HOOKS, Bell. O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2019.
LOURO, Garcia Lopes. Um corpo estranho: ensaios sobre sexualidade e teoria queer. Belo Horizonte: Autêntica, 2018.
LUGONES, María. Rumo a um feminismo descolonial. Revista Estudos Feministas, v. 22, n. 3, p. 935- 952, 2014.
MIGNOLO, Walter D.; trad. OLIVEIRA, Marco. Colonialidade: o lado mais escuro da modernidade. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 32, n. 94, 2017.
MONTE MÓR, Walkyria. Convergência e diversidade no ensino de línguas: expandindo visões sobre a" diferença". Polifonia, v. 21, n. 29, 2014.
PALMA, Daniela; NASCIMENTO, Daniel. Direitos humanos: perspectivas, mediações, práticas comunicativas–uma apresentação. Trabalhos Em Linguística Aplicada, v. 57, n. 2, p. 601-615, 2018.

 

Programa


Aula 1: Os Livros de horas: seu conteúdo, usos e funções na sociedade medieval
• A formação dos Livros de horas
• Conteúdo textual dos Livros de horas
• Usos e funções dos Livros de horas

Aula 2: Mercado e trabalho
• A confecção dos Livros de horas
• Os agentes sociais do mercado de livros

Aula 3: A iluminação dos Livros de horas
• O programa iconográfico dos Livros de horas
• As funções das iluminuras nos Livros de horas

Aula 4: Os manuscritos da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro I
• A formação da coleção da Biblioteca Nacional
• Os Livros de horas da seção de manuscritos


Aula 5: Os manuscritos da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro II
• Os Livros de horas provenientes da Real Biblioteca Portuguesa

Bibliografia:


ALEXANDER, Jonathan J. G. Medieval Illuminators and Their Methods of Work. New Heaven: Yale University Press, 1992.

AVRIL, François. “Les copies à repetition. A propos de la circulation et de la dissemination des modéles”. In.: Tributes to Jonathan J. G. Alexander. Harvey Miller, 2006, p. 127 – 140.

BASCHET, Jérôme; SCHMITT, Jean-Claude (org.). L’Image: fonctions et usages des images dans l’Occident medieval. Paris: Le Leopard D’Or, 1996.

BASCHET, Jérôme. “A expansão ocidental das imagens”. In: ______. A Civilização Feudal: do ano mil à colonização da América. Rio de Janeiro: Globo, 2005, p. 481 – 523.

______. L’iconographie médiévale. Paris: Gallimard, 2008.

BELL, Susan. “Medieval Women Book Owners: Arbiters of Lay Piety andAmbassadors of Culture”. In: Signs: Journal of women in culture and society 7/4, 1982, p. 742-768.

BELL, Susan. “Medieval Women Book Owners: Arbiters of Lay Piety and Ambassadors of Culture”.Signs: Journal of women in culture and society 7/4, 1982, p. 742-768.

BERGE, Damião. “Um livro de horas do século XIV na Biblioteca Nacional”. In: Revista Verbum, Rio de Janeiro, Tomo II, n.1, p. 49-99, mar. 1945.

______. Livros de Horas manuscritos iluminados da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. [Rio de Janeiro, 1973?]. [609] f. Original. Dat. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional (ms. 23,2,12).

BERGEN, Saskia Van. “The production of Flemish books of hours for the English market: standardization and workshop practices”. In: DEKEYZER, Brigitte; STOCK, Jan Van der. Manuscripts in Transition: recycling manuscripts, texts and images. Leuven: Uitgeverij Peeters, 2005, p. 271-283.

BROWN, Michelle. Understanding illuminated manuscripts: a guide to technical terms. Los Angeles: The J. Paul Getty Museum/The British Library, 1994.

CAMILLE, Michael. “Seeing and Reading: some visual implications of medieval literacy and illiteracy”. In: Art History, vol. 8, n.1, 1985, p. 26 – 49.

______. “Making margins”. In: Image on the Edge: The Margins of Medieval Art. Londres: Reaktion Books Ltd, 1992.

CASTELNUOVO, Enrico. “O Artista”. In: LE GOFF, J. O homem medieval. Lisboa: Ed. Presença, 1998, p. 145-162.

CUNHA, Lygia da Fonseca Fernandes. “Subsídios para a história da Biblioteca Nacional”. Anais da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro, Vol. 101, 1981, p. 123-146.

______. “Real Biblioteca: apontamentos sobre seu acervo”. Anais do Seminário Internacional D. João VI – Um Rei aclamado na América. Rio de Janeiro: MHN, março/2000, p. 208-220.

DAMASCENO, Darcy. Manuscritos – séc XII-XVIII: Pergaminhos iluminados e documentos preciosos. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 1973.

EXPOSIÇÃO PERMANENTE DOS CIMÉLIOS DA BIBLIOTECA NACIONAL. Rio de Janeiro: Leuzinger & Filhos, 1885. Catálogo de exposição.

FAILLACE, Vera Lucia Miranda. Catálogo dos livros de horas da Biblioteca Nacional do Brasil. Rio de Janeiro: FBN, 2016.

FRÓES, Vânia Leite. “O livro de horas dito de D. Fernando – maravilha para ver e rezar”. Anais da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro, Vol. 129, 2011, p. 83-135.

HAMEL, Christopher. “Books for Everybody”. In: A history of illuminated manuscripts. Londres: Phaidon Press, 2006, p. 168-199.

____________. Scribes and Illuminators. Buffalo: University of Toronto Press, 1992.

____________. Manuscritos notáveis. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2017.

______. “Book of Hours”. In: TURNER, Jane (ed.). The Grove Dictionary of Art. Londres: Macmillan Publishers Limited, 1996, p. 369-372.

MARROW, James. As Horas de Margarida de Cleves. Lisboa: Ms. Calouste Gulbenkian,
1995.

______. “The Pembroke Psalters Hours”. In: Als Ich Can: liber amicorum in memory of professor Dr. Maurits Smeyers. Leuven: Uitgeverij Peeters, 2005, p. 861-902.

MARTIMORT, Aimé. “A Liturgia e o Tempo”. In.: A Igreja em Oração: introdução à liturgia. Petrópolis: Vozes, 1992.

PÄCHT, O. La Miniatura Medieval: una introducción. Madrid: Alianza, 1993.

PENKETH, Sandra. “Women and Book of Hours”. In: SMITH, L., TAYLOR, J. Women and the book: assessing the visual evidence. Toronto: University of Toronto Press, 1996, p. 266-281.

RANDALL, Lilian. Images in the margins of gothic manuscripts. Berkeley: University of California Press, 1996.

REINBURG, Virginia. “‘For the use of women’: women and books of hours”. Early Modern Women Journal, vol. 4, 2009, p. 235-240.

SAENGER, Paul. “Reading in the Later Middle Ages”. In: CHARTIER, Roger; CAVALLO, Guglielmo. A History of reading in the west. Cambridge: Polity Press, 1999.

SCHMITT, Jean-Claude.; LE GOFF, Jacques. “Imagens”. In: Dicionário Temático do Ocidente Medieval, vol. 1. São Paulo: EDUSC, 2002, p. 591 – 605.

______. O Corpo das Imagens: ensaios sobre a cultura visual na Idade Média. São Paulo: EDUSC, 2007.

SCHWARCZ, Lilia Moritz. A longa viagem da Biblioteca dos Reis: do terremoto de Lisboa à Independência do Brasil. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2002.

SMEYERS, Maurice. La miniature. Turnhout: Brepols, 1974.

STERPONI, Laura. “Reading and meditation in the Middle Ages: Lectio divina and the book of hours”. Text & Talk, nº 28, ano 5, 2008, p. 667-689.

VAUCHEZ, André. A espiritualidade da Idade Média Ocidental. Rio de Janeiro: Zahar, 1995.

WALTHER, I. WOLF, N. Codices Ilustres: los manuscritos iluminados más bellos del mundo desde 400 hasta 1600. Madrid: Taschen, 2005.

WIECK, Roger S. Painted Prayers: The Book of Hours in medieval and Renaissance Art. New York: The Pierpont Morgan Library, 1997.

______. Time Sanctified: the book of hours in medieval art and life. New York: George Braziller Inc, 2001.

WIRTH, Jean. Les marges à drôleries des manuscrits gothiques (1250-1350). Chartres: Libraire Droz, 2008.

Programa

A – Introdução: o entrelaçamento do tempo histórico-ficcional.
B – Narrativas, cotidiano e dinâmicas político-culturais do humor.
C – Balanços, perspectivas.

Referências bibliográficas:
AGOSTINI, Ângelo; CAMPOS, Américo; REIS, Antônio Manoel dos. Cabrião: semanário humorístico editado por Ângelo Agostini, Américo de Campos e Antônio Manoel dos Reis: 1866-1887/introdução de Délio Freire dos Santos. - 2 ª ed. rev. e ampl. – São Paulo: UNESP: Imprensa Oficial do Estado, 2000.
ALMEIDA, Silvia Capanema e SILVA, Rogério Sousa. Do (in) visível ao risível: o negro e a “raça nacional” na criação caricatural da Primeira República. Em: Estudos Históricos, vol. 26, nº 52. Rio de Janeiro: CPDOC, julho-dezembro de 2013, p. 316-345.
AMARAL, Aracy. Correspondência Mário de Andrade & Tarsila do Amaral. Edusp & IEB, São Paulo, 1ª ed., 2001.
AMARAL, Leônidas do, Os pródromos da campanha presidencial - As cartas e primeiros discursos, Edição do Autor, São Paulo, 1929.
BAKHTIN, Mikhail. A cultura popular na Idade Média e no Renascimento: o contexto de François Rabelais. Trad. Yara Frateschi Vieira. São Paulo: Hucitec; Brasília: Editora da UnB, 1987 (Linguagem e cultura).
BALABAN, Marcelo. Poeta do lápis: sátira e política na trajetória de Angelo Agostini no Brasil imperial (1864-1888). Campinas: Unicamp, 2009.
BELLUZZO, Ana Maria de Moraes. Voltolino e as raízes do modernismo. São Paulo: Marco Zero, 1992.
BENJAMIN, Walter. Charles Baudelaire: um lírico no auge do capitalismo. Trad. José Carlos Martins Barbosa e Hemerson Alves Baptista. Brasiliense: São Paulo, 1989. (Obras escolhidas, vol. 3)
BIBLIOTECA NACIONAL. O Rio na caricatura. Apresentação Adonias Filho. Introdução Álvaro Cotrim. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 1965.
BRAIT, Beth. Ironia em perspectiva polifônica. 2ª Ed. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 2008.
BRAUDEL, Fernand. Civilização material, economia e capitalismo: séculos XV-XVIII. São Paulo, Martins Fontes, 1995. v. 1. (As estruturas do cotidiano).
CARDOSO, Athos Eichler (org.). As aventuras de Nhô Quim & Zé Caipora: os primeiros quadrinhos brasileiros (1869 - 1883). 2ª. Ed. Brasília: Senado Federal, Conselho Editorial, 2005.
CARUSO, Paulo. Avenida Brasil: “assim caminha a modernidade”. 2 ª ed. São Paulo: Globo, 1993.
CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: 1. Artes de fazer. 13ª. Ed. Tradução de Ephraim Ferreira Alves. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.
CERTEAU, Michel de; GIARD, Luce; MAYOL; Pierre. A invenção do cotidiano: 2. Morar, cozinhar. 7ª. Ed. Tradução de Ephraim Ferreira Alves e Lúcia Endlich Orth. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
COTRIM, Álvaro (Alvarus). J. Carlos: época, vida, obra. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
CUNHA, Euclides Rodrigues Pimenta da. Diário de uma expedição. São Paulo, SP: O Estado de São Paulo, 1897.
CRUZ, Heloísa Faria. São Paulo em papel e tinta: periodismo e vida urbana, 1890-1915. São Paulo: Arquivo Público do Estado de São Paulo, 2013.
FALCÃO, Edgar de Cerqueira (org.). Oswaldo Cruz monumenta histórica, tomo I: A incompreensão de uma época Oswaldo Cruz e a caricatura. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1971 (Brasiliensia Documenta vol. VI).
FRADIQUE, Mendes. História do Brasil pelo methodo confuso. 4ª. ed. Rio Janeiro: Livraria Leite Ribeiro, 1922.
FRYE, Northop. Anatomia da crítica. Trad. De Péricles Eugênio da Silva Ramos. São Paulo: Cultrix, 1973.
FUNARTE. J. Carlos: cem anos. Texto de Irma Arestizábal. Rio de Janeiro: FUNARTE/Instituto Nacional de Artes Plásticas; PUC/Solar Gradjean de Montigny, 1984.
GAMA, Luís. Diabo coxo: São Paulo: 1864-1865/ redigido por Luís Gama; ilustrado por Angelo Agostini. – ed. fac-similar. São Paulo: a Universidade de São Paulo, 2005.
GUMBRECHT, Hans Ulrich. Modernização dos sentidos. Trad. Lawrence Flores Pereira. São Paulo: Ed. 34, 1998.
JOÃO DO RIO. Pall-Mall Rio: o inverno carioca de 1916. Rio de Janeiro: Villas Boas, 1917. Crônica. BARRETO, Paulo. (João do Rio).
JONOVITCH, Paula Ester. Preso por trocadilho - A imprensa de narrativa irreverente paulistana de 1900 a 1911. São Paulo: Alameda, 2006.
KONDER, Leandro. O humorista da democracia. São Paulo: Brasiliense, 2002 (Encanto Radical; 37).
LAGO, Pedro Corrêa. Caricaturistas brasileiros: 1836 – 2001. 2ª. Ed. revista pelo autor. Rio de Janeiro: Contracapa, 2001.
LEITE, Sylvia Helena Telarolli de Almeida. Chapéus de palha, panamás, plumas, cartolas: a caricatura na literatura paulista (1900-1920). São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1996.
LEMOS, Renato (org.). Uma história do Brasil através da caricatura: 1840-2006. 2ª. Ed. Rio de Janeiro: Bom Texto, 2006.
LIMA BARRETO, Afonso Henriques de. Diário íntimo. São Paulo: Brasiliense, 1956.
LIMA, Herman. Alvarus e seus bonecos. Rio de Janeiro: Ministério da Educação e Cultural, 1954.
______. História da caricatura no Brasil, vol. I. Rio de Janeiro: José Olympio, 1963.
______. História da caricatura no Brasil, vol. II. Rio de Janeiro: José Olympio, 1963.
______. História da caricatura no Brasil, vol. III. Rio de Janeiro: José Olympio, 1963.
______. História da caricatura no Brasil, vol. IV. Rio de Janeiro: José Olympio, 1963.
LUSTOSA, Isabel (org.). Imprensa, humor e caricatura: a questão dos estereótipos. Belo Horizonte: UFMG, 2011.
MACHADO DE ASSIS, Joaquim Maria. Esaú e Jacó. Rio de Janeiro : H. Garnier, 1904.
MAGNO, Luciano. História da caricatura brasileira: os precursores e a consolidação da caricatura no Brasil, vol. 1. Rio de Janeiro: Gala Edições, 2012.
MANTUA, Simão de. Figurões vistos por dentro: estudo de psychologia social brasileira, vol. II. São Paulo: Monteiro Lobato & Cia. - Editores, 1921.
MONTEIRO LOBATO, José Bento Renato. Urupês. Revista do Brasil: São Paulo, 1918.
MOTTA, Rodrigo P. Sá. Jango e o golpe de 1964. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
MUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES. Calixto Cordeiro. Apres. De Alcídio Mafra de Souza. Depoimento de Antônio Nássara. Texto de Mônica F. Braunschweiger Xexéo e Macus Tadeu Daniel Ribeiro. Rio de Janeiro, 1987.
PEDERNEIRAS, Raul. Nós pelas costas: notas soltas de um caderno de viagem - Textos e calungas de Raul. Rio de Janeiro: Officinas Graphicas do “Jornal do Brasil”, 1930.
POSSENTI, Sírio. Humor, língua e discurso. São Paulo: Contexto, 2010.
SALIBA, Elias Tomé. Raízes do riso: a representação humorística na história brasileira: da Belle Époque aos primeiros tempos do rádio. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
SANSOT, Pierre. Les formes sensibles de la vie sociale. Paris: Presses Universitaires de France, 1987.
SETH. Desenhos a pena de Seth (1929-1936). Edição do atelier Seth: Rio de Janeiro, 1937.
SILVA, Hippolyto da. Humorismos da propaganda republicana (Primeira Parte). São Paulo: Duprat & Cia., 1904.
SILVA, Marcos A. Caricata República: Zé Povo e o Brasil. São Paulo: Marco Zero, 1990.
______________. Prazer e Poder do Amigo da Onça: 1943-1962; Editora Paz e Terra, Rio de Janeiro, 1989.
SILVA, Rogério Souza. Modernidade em desalinho: costumes, cotidiano e linguagens na obra humorística de Raul Pederneiras (1898-1936). Jundiaí: Paco, 2017.
SILVEIRA, Mauro Cesar. A batalha de papel: a guerra do Paraguai através da caricatura. Porto Alegre: L&PM, 1996.
SINZIG, Frei Pedro. A caricatura na imprensa brasileira: contribuição para um estudo histórico-social. Petrópolis, RJ: Typ. das “Vozes de Petrópolis”, 1911.
SOBRAL, Julieta. O desenhista invisível. Rio de Janeiro: Folha Seca, 2007.
SOUZA FILHO, Henrique de. Urubu e o Flamengo. São Paulo: Trinta e Quatro 1996.
TAUNAY, Alfredo d'Escragnolle (Visconde de Taunay). O Encilhamento. Cenas contemporâneas da Bolsa do Rio de Janeiro em 1890, 1891 e 1892. Rio de Janeiro: Domingos de Magalhães, 1894.
TAVORA, Araken. Dom Pedro II e seu mundo através da caricatura. Rio de Janeiro: Documentário, 1976.

1) Textos de apoio:
VELLOSO, Monica Pimenta. Modernismo no Rio de Janeiro: turunas e quixotes. Rio de Janeiro: Editora Fundação Getúlio Vargas, 1996.
WHITE, Hayden. Meta-História: a imaginação histórica do século XIX. Trad. José Laurêncio de Melo. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1992. (coleção Ponta vol. 4).
______. Trópicos do discurso: ensaios sobre a crítica da cultura. Trad. Alípio Correia de Franca Neto. 2 ª ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001 (Ensaios de Cultura: 6).

Periódicos:

CARETA.
FILHOTE DO CARETA.
FON-FON!
ILUSTRAÇÃO BRASILEIRA
O MALHO.
REVISTA DA SEMANA.
REVISTA DO BRASIL.
D. QUIXOTE.
TAGARELA.

Programa

1ª Aula (14/09)
Oswaldo de Camargo - Jornalista e Escritor; Especialista em Literatura.
Língua e Literatura Negra no Brasil

2ª Aula – (21/09)
Profª Drª Marina Pereira de Almeida Mello (UNIFESP-Guarulhos/SP)
O negro no território brasileiro e o regime escravista: adaptação e resistência

3ª Aula – (28/09)
Profª Drª Rosângela Malachias (FEBF/UERJ-RJ) rosmalach@gmail.com
O negro pós abolição e novas formas de resistências

4ª Aula – (05/10)
Prof. Dr. Vágner Gonçalves da Silva (DA/FFLCH/USP)
Religiões de matrizes africanas no Brasil: Arte, símbolo e poder

5ª Aula – (19/10)
Prof. Dr. Luiz Mauricio Azevedo da Silva (pós-doutorando DLCV/FFLCH/USP)
Resistência negra na Literatura

6ª Aula – (26/10)
Profª Drª Maria Cecília Félix Calaça (FLATED/CE)
Resistência negra na arte afro-brasileira

7ª Aula – (09/11)
Profª Drª Rosenilton Silva de Oliveira (FE/USP)
Diversidade étnico-racial na educação: desafios e perspectivas

8ª Aula – (16/11)
Profa. Ms. Mônica Mendes Gonçalves (doutoranda FSP/USP)
Racismo e saúde pública

Bibliografia
AMARAL, Rita e SILVA, Vagner Gonçalves da -"Religiões afro-brasileiras e cultura nacional: uma etnografia em hipermídia”. Caderno Pós Ciências Sociais. v.3, n.6, jul/dez, São Luis, pp 107-130.
AZEVEDO, Luiz Mauricio. “Cidinha da Silva e o O homem azul do deserto”. Porto Alegre: Nau Literária, Dossiê Literatura , Raça e Etnia. v. 17, n. 1, 2020.
AZEVEDO, Luiz Mauricio. “Ideologias Literárias da cor na reconfiguração do cânone Brasileiro”. Porto Alegre: Revista de Literatura Brasileira, V. 33, N. 61, 2020.
AZEVEDO, Luiz Mauricio. Estética e raça: ensaios sobre a literatura negra. Porto Alegre: Sulina, 2021.
CAMARGO, Oswaldo de. O negro escrito. São Paulo: Imprensa Oficial do Estados de São Paulo, 1987.
CAVALLEIRO, Eliane (org.).  Educação Anti-racista: Caminhos abertos pela lei federal n°10.639/2003 .  Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2004. 
DOMINGUES, P - Cidadania por um fio: o associativismo negro no Rio de Janeiro (1888-1930). Disponível: https://www.scielo.br/j/rbh/a/tVPZ74sD7FXPzSjrgh5BVtk/?format=pdf&lang=…
DUARTE, Eduardo de Assis. “Por um conceito de Literatura afro-brasileira”. Terceira Margem, Rio de Janeiro • Número 23 • p. 113-138 • julho/dezembro 2010
EAGLETON, Terry. Teoria literária: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2013.
FERRARA, M - A Imprensa Negra Paulista, 1985 - In: https://www.anpuh.org
FOLEY, Barbara. Marxist literary criticism today. Nova York: Pluto books, 2020.
GERBER, Raquel (Direção). Ôrí. Fotografia de Hermano Penna, Pedro Farkas, Jorge Bodanzky, entre outros, música de Naná Vasconcelos e arranjos de Teese Gohl. 1989. 
GOMES. Nilma Lino.  Indagações sobre o currículo: diversidade e currículo   In: BEAUCHAMP, Sandra D. P. e NASCIMENTO, Aricélia R. do. Coleção Indagações sobre o currículo. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007.
GONÇALVES, M. M. Capítulo 5. Racismo na Saúde: Os Mecanismos (pp. 155-173).
GONÇALVES, M. M. Raça e Saúde: Concepções, Antíteses e Antinomia na Atenção Básica. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Saúde Pública. 2017.
GONÇALVES, M. M.; SCHUCMAN, L. V. “Saúde, Branquitude e Racismo Estrutural em Tempos Pandêmicos. Entrevista à Revista Nossa Voz. Disponível em  https://medium.com/nossa-voz/sa%C3%BAde-branquitude-e-racismo-estrutura…
GONZALEZ, LÉLIA . Nanny: Pilar da amefricanidade* - Este texto reproduz algumas passagens também presentes em “A categoria político-cultural de amefricanidade”. Ambos foram publicados em 1988. 
GONZALEZ, Lélia. “A categoria político-cultural de amefricanidade.” Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro (92/93): 69-82, jan./jun. 1988. Disponível em: https://negrasoulblog.files.wordpress.com/2016/04/a-categoria-polc3adti…
GONZALEZ, Lélia. “Racismo e sexismo na cultura brasileira.” In: SILVA, Luiz Antônio Machado et alii. Movimentos sociais urbanos, minorias étnicas e outros estudos. Brasília, ANPOCS, 1983. 303p. p. 223-44. (Ciências Sociais Hoje, 2.).
GUIMARÃES, A.S.A. Racismo e Antirracismo no Brasil. 3 ed. São Paulo, Editora 34, 2009. Cap. I (pp. 20 a 37)
HOCHMAN, G.; LIMA, N.T. “Condenado pela Raça, Absolvido pela Medicina: O Brasil Descoberto Pelo Movimento Sanitarista da Primeira República”. In  MAIO, M. C.; SANTOS, R. V. (Org). Raça, Ciência e Sociedade. Rio de Janeiro, Fiocruz, 1996.
LOPES, F. Para além das Barreiras dos Números: Desigualdades Raciais em Saúde. Cad. Saúde Pública. Rio de Janeiro, v. 21, n. 5, p. 1595-1601, Set-Out. 2005. 
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MENEZES, Hélio. “Exposições e críticos de arte afro-brasileira: um conceito em disputa”. Histórias afro-atlânticas (vol 2) – Antologia, organização editorial: Adriano Pedrosa, Amanda Carneiro, André Mesquita. São Paulo: MASP, 2018
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