Programa

1- MODELO DE ANÁLISE DO NONSENSE: uma metodologia
2- O NONSENSE REESCRITO: análise e aplicação do modelo em Pompeu e Qorpo-Santo
3- Gêneros, faces e estruturas
4- O nonsense nas artes plásticas
5- O nonsense no cinema e nos quadrinhos

Bibliografia

ÁVILA, Myriam. Rima e solução: a poesia nonsense de Lewis Carroll e Edward Lear. São Paulo: Annablume, 1995.
GRANATO, FERNANDA MARQUES; BASTAZIN, Vera. On the edge of sense: nonsense and paradox in Edward Lear’s and Qorpo Santo’s selected works. ILHA DO DESTERRO , v. 74, p. 82-113, 2021.
GRANATO, FERNANDA MARQUES.; BASTAZIN, Vera. O livro infantil ilustrado: a produção nonsense de Edward Lear (1812-1888) e Edward Gorey (1925-2000) em diálogo. Cadernos de Literatura Comparada, v. 6, p. 245-270, 2019.
GRANATO, FERNANDA MARQUES; BASTAZIN, VERA LUCIA. Edward Lear e Renato Pompeu: possível diálogo para um nonsense reinventado. Em Tese (Belo Horizonte. Online), v. 21, p. 186-202, 2015
GRANATO, FERNANDA MARQUES; BASTAZIN, Vera. Edward Lear e Edward Gorey: o livro infantil ilustrado nonsense. 1. ed. Curitiba: Appris, 2020. v. 1000. 139p.
GRANATO, FERNANDA MARQUES. A estética de ruptura: o nonsense em Edward Lear e Renato Pompeu. 1. ed. Curitiba: Appris, 2020. v. 1000. 131p.
Lecercle, Jean Jacques. The polyphony of nonsense. In: Philosophy of nonsense: the intuitions of Victorian nonsense literature. Londres e Nova York: Routledge, 1994.
MALCOLM, Noel. The Origins of English Nonsense. HarperCollins Publisher. Fontana Press: London, 1998.
Pignatari, Decio. Poesia não linear. In: O que é comunicação poética. São Paulo: Ateliê Editorial, 2011.
Sewell, Elizabeth. The field of nonsense. Chatto and Windus: Londres, 1952.
SEWELL, Elizabeth. The field of nonsense. London: Chatto and Windus, 1952.
STEWART, Susan. Nonsense: aspects of intertextuality in folklore and literature. Johns Hopkins University Press, 1978.
Tigges, Wim. An Anatomy of Literary Nonsense. Amsterdam: Rodopi, 1988.
TIGGES, Wim. Explorations in the field of nonsense. Edited by Wim Tigges. Amsterdam: Rodopi B., 1987.
VAN LEEUWEN, Hendrik. The Liaison of Visual and Written Nonsense. In: Explorations in the Field of Nonsense. Edited by Wim Tigges. Amsterdam: Rodopi,1987.

Programa

Bibliografia - Curso de Grego Moderno


ΚΛΙΚ στα ελληνικά – Klik sta ellinika (Unidades 1 a 4)
Publicado pelo Centro para a Língua Grega – do Ministério de Educação, o KLIK é o livro de curso grego
mais completo e confiável.
É um livro inovador para aprender grego moderno como segunda língua / língua estrangeira. Baseia-se
no novo programa de exame detalhado, implementando métodos de ensino contemporâneos e é
constantemente enriquecido com material novo em formato digital.
KLIK sta Ellinika compreende opções úteis e funcionais que permitem aos alunos aprender e praticar o
grego moderno de maneira rápida e fácil. Quando o aluno inicia este curso ele estabelece as bases para
a Certificação em grego moderno.

Material será fornecido pela ministrante.

Programa

Aula 1: O FEMININO SOBRENATURAL
1.1 Adaptação — Intertextualidade — Intermidialidade
1.2 Sobrenatural e Supernatural Fiction

Aula 2: DO KABUKI À BOMBA ATÔMICA PARTE I (1897-1922)
2.1 O Cinema Silencioso/Narrado (1897–1931)
2.2 A chegada do cinema ao Japão
2.3 Contemplação das Folhas de Outono (1899)
2.4 Os primórdios do cinema japonês de cunho sobrenatural (1899–1909)
2.5 Os grandes temas
2.6 A definição do sistema de estúdios e os empréstimos do cinema internacional (1909–1921)
2.7 Makino Shôzô e O Grande Herói Jiraiya (1921)
2.8 Shibukawa Bangorô (1922)

Aula 3: DO KABUKI À BOMBA ATÔMICA PARTE II (1922-1959)
3.1 A Greve dos Oyama, O Grande Terremoto de Kantô e os últimos anos do cinema narrado (1922–1931)
3.2 A transição para um cinema sonoro (1931–1938)
3.3 Kaibyô: o Shamisen do Mistério (1938)
3.4 Imperialismo, propaganda, censura e guerra (1939–1945)
3.5 Ocupação Americana (1945–1952)
3.6 Soberania Restaurada (1952–1959)

Aula 4: A GESTAÇÃO DE UM NOVO SUBGÊNERO DO TERROR (1960–2025)
4.1 Dos Golden Sixties ao colapso da bolha (1960–2000)
4.2 O surgimento do J-Horror
4.3 Ringu, Ju-On e o boom do terror asiático
4.4 O sobrenatural para além do J-Horror

REFERÊNCIAS
ANDERSON, Joseph L.; RICHIE, Donald. The Japanese film: art and industry. New York: Grove Press, 1960. With a foreword by Akira Kurosawa. ISBN 978-0-691-00792-2.
BALMAIN, Colette. Introduction to Japanese horror film. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2008. ISBN 9780748624751.
BARRETT, Gregory. Archetypes in Japanese film: the sociopolitical and religious significance of the principal heroes and heroines. [Cranbury, New Jersey]: Associated University Presses, c1989. ISBN 0941664937.
FERREIRA, Cláudio Augusto. Personagens folclóricos, deuses, fantasmas e História Extraordinária de Yotsuya em Tôkaidô: o sobrenatural na cultura japonesa. 259 f. Dissertação (Mestrado em Letras, Literatura e Cultura Japonesa) — Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Sociais, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014.
HAND, Richard J. Aesthetics of Cruelty: Traditional Japanese Theatre and the Horror Film. In: MCROY, Jay (Ed.). Japanese Horror Cinema. Honolulu: University of Hawai’i Press, 2005. p. 1–31. ISBN 9780824829902.
HARAGUCHI, Tomô; MURATA, Hideki. Nihon kyôfu (horâ) eiga e no shôtai (Convite para o cinema de terror japonês). Tokyo: Heibonsha, 2000. 144 p., il. color. ISBN 4582943462.
IWASAKA, Michiko; TOELKEN, Barre. Ghosts and the Japanese. Logan, Utah: Utah State University Press, 1994. xx, 138 p., il. ISBN 0874211794.
IZUMI, Toshiyuki. Ginmaku no hyakkai (Cem histórias estranhas na tela prateada): honchô kaiki eiga taigai (quase todos os filmes fantásticos deste país). Tokyo: Seidosha, 2000. 343, 37 p. ISBN 4791758099.
PAPP, Zília. Traditional monster imagery in manga, anime and Japanese cinema. Folkestone: Global Oriental, 2011. xxi, 244 p., il. ISBN 9781906876524.

Programa

Comunicação: identificar notícias falsas; analisar notícias falsas; captar a atenção de um público;
explicar e argumentar; compreender um programa que apresenta uma inovação tecnológica;
descobrir jovens talentos francófonos e suas realizações; explicar simplesmente uma descoberta
científica; apresentar uma inovação tecnológica; fazer com que um conceito inovador seja
compreendido; exprimir uma opinião; imaginar o futuro; considerar as consequências positivas e
negativas de uma inovação; fazer uma crítica positiva de um evento cultural; apresentar uma obra;
exprimir seu entusiasmo; falar de artes cênicas; se informar sobre a carreira de um artista;
compreender um palmarès; comentar filmes; reagir a uma crítica; encontrar livros francófonos; se
questionar sobre a importância da leitura.

Vocabulário: os termos da informação e da desinformação; insistir sobre fatos significativos e
interpelar o interlocutor; introduzir um assunto em um programa/ uma reportagem; algumas
atividades para praticar esporte e relaxar; compartilhar uma descoberta científica; falar da economia
da inovação; explicar algo a alguém; identificar as características do texto de opinião; humanizar um
objeto; exprimir a inquietude; exprimir um julgamento positivo; os termos para falar das artes
cênicas; os termos para recompensar e felicitar; os julgamentos positivos e negativos para comentar;
os termos para falar do livro e da livraria.

Gramática: alguns verbos preposicionais para falar da informação e da desinformação; os
procedimentos de evidenciação para captar a atenção: a ênfase; os pronomes relativos compostos
para evitar as repetições; algumas estruturas para explicar a utilidade e o funcionamento de uma
inovação; estabelecer uma progressão cronológica em uma argumentação; a expressão da dúvida e
da certeza; exprimir a maneira e a semelhança; o superlativo para exprimir o entusiasmo; os tempos
do infinitivo para compreender uma cronologia; a dupla pronominalização para evitar repetir; a
interrogação para organizar sua reflexão.
Elementos de fonética: truncamento e nível de língua; os sons [r] e [l]; a pronúncia ou não do “e”; a
expressão do entusiasmo; a ligação obrigatória e a ligação facultativa.

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e
semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliografia Geral:

CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de la communication. Paris, Didier, 1998.
LAROUSSE. Dicionário Larousse Francês-Português/ Português-Francês. Larousse Brasil, 2009.
GARCIA, F. En avant la grammaire! Intermédiaire. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed.
Montréal, Marcel Didier, 2006.
GREGOIRE, M. ; THIÉVENAZ, O. et al. Grammaire progressive du français - niveau avancé Paris, CLE,
2013.
______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau avancé. Paris, CLE, 2002.
HIRSCHPRUNG, N.; TRICOT, T. Cosmopolite 3. Niveau B1. Paris: Hachette, 2017.
REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.

Programa

Detalhamento:
A Oficina de Bioescritas – Texto, Corpo, Vida, Mundo tem como objetivo convidar os participantes, por meio de atividades práticas de escrita, discussões e leituras de fragmentos de obras, a uma incursão pelo campo das bioescritas (autobiografias, biografias, autoficção, ensaio, diários etc).
Composto de 5 encontros com duas horas duração cada, a oficina pretende discutir a escrita como cuidado de si, como caminhada, relações entre o corpo e escrita, a importância da linguagem e, ainda, a escrita como via de intervenção e cuidado do mundo.
Os encontro são abertos à toda comunidade, não sendo exigido nenhum pré-requisito, apenas a vontade de escrever a partir da própria experiência e testemunho do mundo.
 
Programa:
 
Dia 1:A escrita como cuidado de si
Dia 2: A escrita como caminhada
Dia 3: Corpo e escrita
Dia 4: Escrita e linguagem
Dia 5: A escrita como cuidado do mundo
 
Bibliografia:
 
AIRA, César. Pequeno manual de procedimentos. Pesq. e trad.: Eduard Marquardt; org.: Marco Maschio Chaga. Curitiba: Arte & Letra, 2007.
ACKER, Kathy. Bodies of work. Nova York: Serpent’s Tail, 1997.
_____________. In memorian to identity. Nova York: Pantheon Books, 1990.
BLANCHOT, Maurice. O livro por vir. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
AGAMBEN, Giorgio. The fire and the tale. Trad.: Lorenzo Chiesa. Stanford, California: Stanford University Press, 2017.
CANÇADO, Maura Lopes. Hospício é deus. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2016.
______________________. O sofredor do ver. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2016.
CONY, Carlos Heitor. Maura Lopes Cançado. Folha de S. Paulo, São Paulo, 15 jun. 2003. Ilustrada. Disponível em . Acesso em: 20-06-2018.
DELEUZE, Gilles. Foucault. Trad.: Claudia Sant´t Anna Martins. São Paulo: Brasiliense, 2013.
DELEUZE, Gilles & GUATTARI, Félix. Mil platôs – capitalismo e esquizofrenia, vol. 3. Trad.: Aurélio Guerra Neto et alii. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1996.
DERRIDA, Jacques. A farmácia de Platão. Trad.: Rogério da Costa. São Paulo: Iluminuras, 2005.
________________. Demorar: Maurice Blanchot. Trad.: Flavia Trocoli e Carla Rodrigues. Florianópolis: Editora UFSC, 2015.
FERREIRA, Vilma Moreira. Enunciação do cotidiano: estudo de textos de Clarice Lispector para o Caderno B do Jornal do Brasil de 1967 a 1973. Tese (Doutorado em Ciências da Comunicação). Escola de Comunicação e Artes, Universidade de São Paulo. São Paulo, 2008.
FOULCAULT, Michel. História da loucura na idade Clássica. São Paulo: Perspectiva, 2010.
__________________ . Nascimento da Biopolítica. Lisboa: Edições 70, 2010.
___________________. Raymond Roussel. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1999.
Gonçalves, Oscar. Viver narrativamente: A psicoterapia como adjectivação da experiência. Coimbra: Quarteto, 2000.
GUATTARI, Félix. As três ecologias. Trad.: Maria Cristina F. Bittencourt. Campinas: Papirus, 1990.
GULLAR, Ferreira. Etapas da arte contemporânea. Do cubismo à arte neoconcreta. Rio de Janeiro: Revan, 1999.
LASCOUMES, Pierre. A perpendicularização da sociedade. Soldados, dançarinos, carrosséis e danças da corte. In: Michel Foucault, a Literatura e as Artes. Trad.: Pedro de Souza e Jonas Tenfen. São Paulo: Rafael Copetti Editor, 2014.
LLANSOL, Maria Gabriela. Entrevistas. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2011.
LOPES, Silvina Rodrigues. A legitimação em literatura. Lisboa: Edições Cosmos, 1994.
MACHEREY, Pierre. Foucault/Roussel/Foucault. In: Raymond Roussel/Michel Foucault. Trad.: Manoel Barros da Motta e Vera Lúcia Avellar Ribeiro. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1999.
MEIRELES, Maurício. Perfil biográfico. In: Hospício é deus. Maura Lopes Cançado. Belo Horizonte: Autêntica, 2016.
McAdams, Dan . P. The stories we live by. Personal miths and the making of the self. Nova York: The Guilford Press, 1997.
NEGRI, Antonio. Como e quando eu li Foucault. Org. e trad.: Mario Antunes Marino. São Paulo: n-1 edições, 2016.
PELBART, Peter Pál. A bordo de um veleiro destroçado. In: Máquina Kafka. Félix Guattari. São Paulo: n-1 edições, 2011.
REVEL, Judith. Les “grands absents”: une bibliographie par le vide. In: Michel Foucault. Paris: Éditions de L’Herne, 2011.
_____________. O nascimento literário da biopolítica. In: Michel Foucault, a literatura, as artes. Trad.: Pedro de Souza e Jonas Tenfen. São Paulo: Rafael Copetti Editor, 2014.
RONELL, Avital. Campo de Provas sobre Nietzsche e o test-drive. Florianópolis: Cultura e Bárbarie, 2010.
SLOTERDIJK, Peter. Regras para o parque humano: uma resposta à carta de Heidegger sobre o humanismo. Trad,: José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Estação Liberdade, 2000.
TABARÓVISKY, Damian. Literatura de esquerda. Trad.: Ciro Lubner e Tiago Cfer. Belo Horizonte: Relicário Edições, 2017.
UNO, Kuniichi. A gênese de um corpo desconhecido. Trad.: Christine Greiner. São Paulo/Helsinki: n-1 edições, 2014.
_____________. Guattari: confrontações/conversas com Kuniichi Uno e Laymert Garcia dos Santos. São Paulo: n-1 edições, 2016.
VASCONCELOS, Mauricio Salles. Ana C. – Extracampo. In: Alvaro Faleiros;Roberto Zular; Viviana Bosi. (Org.). Sereia de Papel - Visões de Ana Cristina Cesar. 1ed.Rio de Janeiro: EDUERJ, 2015, v. , p. 103-126.
_____________________________. Exterior. Noite – Filosofia/Literatura. São Paulo: Lumme Editor, 2015.
_____________________________. Para estar aqui. In: Impasses do narrador e da narrativa na contemporaneidade. Org.: Maria Rosa Duarte de Oliveira e Maria José Palo. São Paulo: EDUC, 2016.
______________________________. Poética documental: a quadratura do novo cinema. In: Fabiana Carelli, Fátima Bueno, Maria Zilda da Cunha (Org.). Texto em Tela: ensaios sobre literatura e cinema. 1ª ed. São Paulo: FFLCH/USP, 2014. p. 87-102. Disponível em: . Acesso em: 01 ago. 2016.

 

Programa

1. Breve história do ensino de língua japonesa nas redes públicas estaduais

2. Histórico e análise crítica sobre os livros didáticos de língua japonesa utilizados no Brasil e sua (in)adequação ao contexto educativo atual

3. O papel do professor de língua japonesa como agente glotopolítico transformador

4. Peculiaridades do ensino de japonês nos Anos Finais do Ensino Fundamental e Médio: currículos nacionais e estaduais e seus impactos na elaboração de planos de aulas

5. O uso da imagem no ensino de japonês: reflexões sob a perspectiva dos letramentos visuais

6. O impacto da pandemia no ensino de japonês nas redes públicas e novos aprendizados: softwares e plataformas aplicáveis

7. Os gêneros no ensino de língua japonesa como língua adicional na Educação Básica

8. Atividades sociais no ensino de japonês e produção oral: elaboração de unidades didáticas e trocas de experiências

9. Formas de avaliação aplicadas no ensino-aprendizagem de japonês na Educação Básica

10. Apresentação dos planos de aulas dos participantes

Bibliografia

BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. 2ºed. São Paulo: Martins Fontes, 1997b.

BAKHTIN, M.; VOLOCHINOV, V.N. Marxismo e filosofia da linguagem (1929). Problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. 13ºed. São Paulo: Hucitec, 2009.

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Educação é a Base. Brasília: MEC, 2018.

BUZATO, M. E. K. Letramentos digitais e formação de professores. São Paulo: Texto originalmente publicado pelo Portal Educarede. 2006. Disponível em:< http://www.educarede.org.br/educa/img_conteudo/marcelobuzato.pdf&gt;. Acesso em 16/07/21.

CHOPIN, A. História dos livros e das edições didáticas: sobre o estado da arte. Educação e Pesquisa, Revista da faculdade de Educação da USP, São Paulo, v. 30, n. 3, p. 549-566, set./dez/ 2004

FERRAZ, D. M.; SANT'ANNA, P.M. Jogos digitais e educação linguística: precisamos falar mais desse encontro. In: Perspectiva, 38 (2), p. 1-16. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/perspectiva/article/view/2175-795X…. DOI: https://doi.org/10.5007/2175-795X.2020.e65135

FERRAZ, D. M; NOGAROL, I.V. Letramento digital: os usos dos celulares em aulas de licenciatura em letras-inglês. In: R. Tecnol. Soc., Curitiba, v. 12, n. 26, p. 97-114, set./dez. 2016. Disponível em :< https://periodicos.utfpr.edu.br/rts/article/view/3998&gt;. Acesso em 16/07/2021. DOI: 10.3895/rts.v12n26.3998

FERRAZ, D.M. Letramento visual: as imagens e as aulas de inglês. In: TAKAKI,N.H.; MACIEL, R.F. (Orgs.). Letramentos em terra de Paulo Freire. Campinas: Pontes,2014. p. 255-270.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido, 17ª. ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra,1987.

FUNDAÇÃO JAPÃO. Ensino de Língua Japonesa - escolas e cursos: ensino fundamental, médio e superior. 1.ed. São Paulo: Fundação Japão, 2015.

GADOTTI, M. Educação e poder - introdução à pedagogia do conflito. São Paulo: Cortez, 2003.

GIROUX, H. Os professores como intelectuais transformadores, 1997 ou GIROUX, H. Rupturas Pós-Coloniais/ possibilidades democráticas, 1999.

KRESS, G. Multimodality. In: KALANTZIS, M.; COPE, B. (Orgs.). Multiliteracies:Literacy learning and the design of social futures. New York: Routledge, 2000. p. 182-202.

KRESS, G. Literacy in the new media age. New York: Routledge, 2003.

KRESS, G.; VAN LEEUWEN, T. Reading images: the grammar of visual design. 2nd ed.New York: Routledge, 2006.

LIBERALI, F. Atividade social nas aulas de língua estrangeira. São Paulo: Richmond, 2009.

MAYRINK, M. F.; ALBUQUERQUE-COSTA, H. B. (Org.). Ensino e aprendizagem de línguas em ambientes virtuais. 01. ed. São Paulo: Humanitas, 2013.

NAGUMO, S. F. F. Nippongo - relatos do cotidiano e da língua nikkei num livro didático de japonês do Brasil. 2017. Dissertação (Mestrado em Língua, Literatura e Cultura Japonesa) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017. doi:10.11606/D.8.2018.tde-13032018-104036. Acesso em: 2021-07-14.

SILVA, O. O.; NAGUMO, S. F. F. . Políticas de gestão in vivo e in vitro nas comunidades aloctones na era vargas (1930-1945) ? enfoque no ensino de japonês. In: Seminário GrAELL: língua(gens), embates e resistências na contemporaneidade, 2020, Rio Branco. Caderno de Resumos GrAELL: língua(gens), embates e resistências na contemporaneidade. Rio Branco: Neplan, 2020

SILVA, O. O. A evolução do ensino de língua japonesa nas escolas públicas do estado de São Paulo através da análise e crítica de dois livros didáticos de japonês – LE. Estudos Japoneses, [S. l.], n. 43, p. 129-148, 2020. DOI: 10.11606/issn.2447-7125.vi43p129-148. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/ej/article/view/186228. Acesso em: 21 jun. 2021.

SILVA, O. O. De línguas minorizadas dos núcleos de imigrantes a disciplinas escolares da educação básica: o ensino de línguas alóctones nas redes públicas estaduais sob a perspectiva glotopolítica. In: COTINGUIBA, M.L.P.; TONDINELI, P.G. (Org.). Contextos de aprendizagem e de descrição de línguas autóctones e alóctones. 1ed.Porto Velho: Edufro, 2021.

SILVA, O. O. O Centro de Estudos de Línguas (CEL) na história do ensino de língua japonesa nas escolas públicas paulistas. 2017.178f. Dissertação de Mestrado (Letras) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017.

Programa

Aula 1 (21 de agosto de 2024): Introdução ao curso de extensão e explicação da dinâmica dos encontros

Módulo I - Contextualização do debate
Aula 2 (28 de agosto de 2024): O surgimento da psicanálise freudiana e suas principais prerrogativas
Aula 3 (11 de setembro de 2024): O “retorno a Freud” de Jacques Lacan
Aula 4 (18 de setembro de 2024): As reviravoltas no pensamento de Michel Foucault nos anos 1970

Módulo II - Sujeito, lei e desejo
Aula 5 (25 de setembro de 2024): A influência da antropologia lévi-straussiana em Lacan (A proibição do incesto)
Aula 6 (2 de outubro de 2024): Considerações gerais sobre o totemismo freudiano (A proibição do incesto)
Aula 7 (9 de outubro de 2024): O Pai como aquele que diz “Não!” (Nome-do-Pai)
Aula 8 (16 de outubro de 2024): O falo é o significante do poder (O falo)
Aula 9 (23 de outubro de 2024): Ontologia da falta (O desejo)

Módulo III - A arqueologia da psicanálise em “História da sexualidade”
Aula 10 (30 de outubro de 2024): Considerações gerais sobre a sexualidade
Aula 11 (6 de novembro de 2024): Crítica de Foucault à concepção monárquico-jurídica do poder
Aula 12 (13 de novembro de 2024): A “polimorfia múltipla” na análise foucaultiana das relações de poder
Aula 13 (27 de novembro de 2024): A suspeita em relação à “hipótese repressiva”
Aula 14 (4 de dezembro de 2024): Crítica à teoria lacaniana do desejo

Aula 15 (11 de dezembro de 2024): Encerramento do curso


Referências Bibliográficas

ERIBON, Didier. Michel Foucault, 1926-1984. Tradução de Hildegard Feist. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
DELEUZE, Gilles. Foucault. Tradução de Claudia Sant’Anna Martins. Rio de Janeiro: Editora Brasiliense, 2013.
DOSSE, François. A saga dos intelectuais franceses, volume II: o futuro em migalhas (1968-1989). Tradução de Leila de Aguiar Costa. São Paulo: Estação Liberdade, 2023.
FOUCAULT, Michel. Ditos e escritos, volume 1: problematização do sujeito: psicologia, psiquiatria e psicanálise. Tradução de Vera Lucia Avellar Ribeiro. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1999.
FOUCAULT, Michel. História da sexualidade 1: a vontade de saber. Tradução de Maria Thereza da Costa Albuquerque e J. A. Guilhon Albuquerque. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2023.
FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. Tradução de Roberto Machado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2023.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Tradução de Raquel Ramalhete. Petrópolis: Vozes, 2014.
FREUD, Sigmund. A moral sexual “cultural” e a doença nervosa moderna (1908). In: ______. Cultura, sociedade, religião: O mal-estar na cultura e outros escritos. Tradução de Maria Rita Salzano Moraes. Belo Horizonte: Autêntica, 2020. pp. 65-97.
FREUD, Sigmund. Totem e tabu. In: ______. Obras completas, volume 11: totem e tabu, contribuição à história do movimento psicanalítico e outros textos (1912-1914). Tradução de Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. pp. 13-244.
LACAN, Jacques. A significação do falo (1958). In: ______. Escritos. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Zahar, 1998. pp. 692-703.
LACAN, Jacques. O seminário, livro 5: as formações do inconsciente (1957-1958). Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.
LÉVI-STRAUSS, Claude. As estruturas elementares de parentesco. Tradução de Mariano Ferreira. Petrópolis: Vozes, 2012.
ROUDINESCO, Elisabeth. Jacques Lacan: esboço de uma vida, história de um sistema de pensamento. Tradução de Paulo Neves. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
ROUDINESCO, Elisabeth. Sigmund Freud na sua época e em nosso tempo. Tradução de André Telles. Rio de Janeiro: Zahar, 2016.

Bibliografia complementar
ANÔNIMO (Walter). Minha vida secreta: memórias de um libertino do século XIX. Tradução de J. M. Bertolote. São Paulo: Editora DeGustar, 2005.
BOU ALI, Nadia; GOEL, Rohit (Orgs.). Lacan Contra Foucault: Subjectivity, Sex and Politics. London, New York: Bloomsbury Academic, 2019.
BUTLER, Judith. Corpos que importam: os limites discursivos do “sexo”. Tradução de Veronica Daminelli e Daniel Yago Françoli. São Paulo: n-1 edições; Crocodilo Edições, 2019.
BUTLER, Judith. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Tradução de Renato Aguiar. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2017.
BUTLER, Judith. A vida psíquica do poder: teorias da sujeição. Tradução de Rogério Bettoni. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.
DERRIDA, Jacques. “Fazer justiça a Freud”: a história da loucura na era da psicanálise. In: ROUDINESCO, Elisabeth (Org.). Foucault: leituras da história da loucura. Tradução de Maria Ignes Duque Estrada. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1994. pp. 53-107.
DUTRA, Vinícius. Antígona no limite do Simbólico: a crítica de Judith Butler ao parentesco em Jacques Lacan. Monografia. 75 f. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Filosofia) – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2023.
DUTRA, Vinícius. Dos afetos em psicanálise. 204 f. 2022. Dissertação de Mestrado (Psicanálise) – Instituto de Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2022.
FOUCAULT, Michel. Ditos e escritos, volume 5: ética, sexualidade, política. Tradução de Elisa Monteiro e Inês Autran Dourado Barbosa. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2014.
FOUCAULT, Michel. Ditos e escritos, volume 9: genealogia da ética, subjetividade e sexualidade. Tradução de Abner Chiquieri. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2014.
FREUD, Sigmund. Análise da fobia de um garoto de 5 anos (caso Pequeno Hans). In: ______. Histórias clínicas: cinco casos paradigmáticos da clínica psicanalítica. Tradução de Tito Lívio Cruz Romão. Belo Horizonte: Autêntica, 2021. pp. 173-333.
Gallop, Jane. Lendo Lacan. Tradução de Ana Maria Barreiros. Rio de Janeiro: Imago, 1992.
MILLER, James. The passion of Michel Foucault. Nova York: Simon & Schuster, 1993.
RAJCHMAN, John. Foucault. Eros e verdade: Lacan, Foucault e a questão da ética. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.
RUBIN, Gayle. Políticas do sexo. Tradução de Jamille Pinheiro Dias. São Paulo: Ubu Editora, 2017. p. 9-61.
SADE, Marquês. Os 120 dias de Sodoma ou a Escola da Libertinagem. Tradução de Rosa Freire Aguiar. São Paulo: Penguin Classics Companhia das Letras, 2018.
SAFATLE, Vladimir. Cinismo e falência da crítica. São Paulo: Boitempo, 2008.
SAFATLE, Vladimir. Introdução a Jacques Lacan. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2017.
SAFATLE, Vladimir. Maneiras de transformar mundos: Lacan, política e emancipação. Belo Horizonte: Autêntica, 2020.
SAFATLE, Vladimir. A paixão do negativo: Lacan e a dialética. São Paulo: Editora Unesp, 2006.
WHITEBOOK, Joel. Contra a interioridade: a luta de Foucault com a psicanálise. In: GUTTING, Gary. Foucault. Tradução de André Oídes. São Paulo: Ideias & Letras, 2016. pp. 373-412.
ŽIŽEK, Slavoj. Interrogando o real. Tradução de Rogério Bettoni. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.
ZUPANČIČ, Alenka. O que é sexo?. Tradução de Rafael Bozzola. Belo Horizonte: Autêntica, 2023.

Programa

Produções textuais do Módulo 1 da Oficina de redação 2025

Aula 1 – Redação inicial
Aula 2 – Primeiras construções textuais - Construção de 1 parágrafo com período simples
Aula 3 – Construção de um parágrafo com 1 período composto por 2 ou por 3 orações, com limite mínimo e máximo de palavras, com determinação de uso de 1 conectivo oracional com noção semântica especifica
Aula 4 – Construção de 1 parágrafo, com 2 períodos de 2 ou de 3 orações, com o uso de 2 conectivos oracionais com noção semântica especificada
Aula 5 – Construção de 1 parágrafo, com limite mínimo e máximo de palavras, com 2 períodos de 2 ou de 3 orações, com limite máximo de palavras do 1º período, com uso de 2 conectivos oracionais com noção semântica determinada
Aula 6 – Construção de 2 parágrafos, com limite mínimo e máximo de palavras, com enfoque antagônico, com 2 períodos, com limite máximo de palavras do 1º período, com uso de 2 conectivos oracionais com noção semântica determinada
Aula 7 – Construção de 2 parágrafos, com 3 períodos, com limite mínimo e máximo de palavras, com enfoque antagônico, com limite máximo de palavras do 1º período, com uso de 3 conectivos oracionais com noção semântica determinada
Aula 8 – Construção de 2 parágrafos, com 3 períodos, com limite mínimo e máximo de palavras, com enfoque antagônico, com limite máximo de palavras do 1º período, com conectivo obrigatório entre os 2 parágrafos
Aula 9 – Construção de 2 parágrafos, com 3 períodos, com seleção de tipo de argumento, com limite mínimo e máximo de palavras, com enfoque antagônico, com limite máximo de palavras do 1º período, com uso obrigatório de conectivos determinados
Aula 10 – Construção de 2 parágrafos, com 3 períodos, com seleção de tipo de argumento, com limite mínimo e máximo de palavras, com enfoque antagônico, com limite máximo de palavras do 1º período, com uso de conectivos causal


Programa Completo da Oficina de Redação 2025

1. Os tipos de texto dissertativo
2. As partes do texto dissertativo argumentativo
3. A relevância dos elementos coesivos entre orações, períodos e parágrafos
4. A esquematização de ideias antagônicas
5. A ordem de planejamento e de escrita dos argumentos do esquema final de ideias
6. O parágrafo e o tópico frasal
7. Tipos de enfoque dos argumentos
8. Tipos de introdução
9. Tipos de conclusão
10. A dissertação argumentativa com uma proposta de intervenção
11. Revisão das principais regras gramaticais da norma culta da Língua Portuguesa


Referências:
GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em Prosa Moderna. 27 ed. São Paulo: FGV, 2010.
PACHECO, Angelo de Carvalho. A dissertação – teoria e prática. 20 ed. São Paulo: Atlas, 2012.

Programa

Aula 1: A ideologia do desenvolvimento
Aula 2: As teorias da dependência
Aula 3: "Dialética da dependência"
Aula 4: Consequências políticas da teoria marxista da dependência

Bibliografia:
AMARAL, Marisa Silva. Teorias do Imperialismo e da dependência: a atualização necessária ante a financeirização do capital. São Paulo: FEA-USP, 2012. Tese de doutorado.
AMARAL, Marisa Silva e CARCANHOLO, Marcelo Dias. “A superexploração do trabalho em economias periféricas dependentes”. Revista Katálysis, Florianópolis, v.12, n.2, p.216-225, jul-dez., 2009.
ARRIGHI, Giovanni. O longo século XX. Rio de Janeiro/São Paulo: Contraponto/Unesp, 2009.
AMIR, Samin. The Political Economy of the Twentieth Century. Monthly Review, v. 52, n2, June, 2000.
BAMBIRRA, Vânia. Capitalismo dependente latino-americano. Florianópolis: Insular, 2013.
________________. Teoría de la dependencia: una anticrítica. México: Ed. Era, 1978.
BAGÚ, Sergio. Economia de la sociedad colonial: ensayo de historia comparada de América Latina. México: Grijalbo - Conaculta, 1993.
BARREDA MARÍN, Andrés. La Dialéctica de la dependencia y el debate marxista latinoamericano, en La Teoria Social latino-americana. Subdesarrollo y dependencia, Tomo II, Ediciones El Caballito, México, 1984.
BARROS, Celso Rocha de. PT, uma história. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.
BICHIR, Maíra. A problemática da dependência: um estudo sobre a vertente marxista da dependência. Dissertação de Mestrado apresentada ao programa de Pós-graduação em Ciência Política da UNICAMP. Campinas: UNICAMP, 2011.
BICHIR, Maíra, GOUVÊA, Marina Machado, ROCHA, Mirella (orgs.). “A atualidade do pensamento de Ruy Mauro Marini (Dossiê). Cadernos Cemarx, Unicamp, n. 9, 2016.
BONENTE, Bianca. Desenvolvimento em Marx e na teoria econômica: por uma crítica negativa do desenvolvimento capitalista. Tese de doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Econômicas da Universidade Federal Fluminense, Niterói: UFF, 2011.
BRAGA, Ruy. A política do precariado: do populismo à hegemonia lulista. São Paulo: Boitempo, 2012.
CANO, Wilson; SILVA, Ana. Política industrial do governo Lula em IE/UNICAMP. n. 181, julho de 2010.
CAPUTO, Orlando e PIZARRO, Roberto. Dependencia y relaciones internacionales. São José: Educa, 1982.
___________________________________. “Imperialismo, dependencia y relaciones económicas internacionales”. Cuadernos de Estudios Socioeconómicos, CESO, Santiago de Chile: 1971, n.12-13.
CARCANHOLO, Marcelo Dias. A crise do capitalismo dependente brasileiro em MACÁRIO, Epitácio et alli. Dimensões da crise brasileira. Fortaleza: Ed. UECE, 2018. P. 23 - 57.
__________________________. “Dialética do desenvolvimento periférico: dependência, superexploração da força de trabalho e política econômica. Revista de Economia contemporânea, Rio de janeiro, v.12, n.2, p. 246 - 272, maio-ago., 2008.
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CARCANHOLO, Reinaldo. La transferencia de valor y el desarollo del capital en Costa Rica. Tese de doutorado. Cidade do México: Universidade Nacional Autónoma de México, Facultad de Eonomía, 1981.
CASTELO, Rodrigo. (org.) Encruzilhadas da América Latina no século XXI. Rio de Janeiro: Ed. Pão e Rosas, 2009.
CASTRO, Juan Cristóbal Cárdenas e SEABRA, Raphael Lana. El giro dependentista latinoamericano. Los orígenes de la teoría marxista de la dependencia. Santiago de Chile: Ariadna Ediciones, 2022.
CHESNAIS, François. A mundialização do capital. São Paulo: Xamã, 1996.
COSTA FILHO, Samuel. O resultado macroeconômico do primeiro Governo Lula. Edição: Centro de Ciências Humanas e Letras e Cursos de Ciências Econômicas. Teresina, PI: Universidade Federal do Piauí, 2007.
CUEVA, Agustín. América Latina en la frontera de los años 90. 1ª ed. Quito: Planeta/Letraviva, 1989.
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DE OLIVEIRA, Francisco, BRAGA, Ruy e RIZEK, Cibele (org.). Hegemonia às avessas. São Paulo: Boitempo, 2010.
DOS SANTOS, Theotonio. A Teoria da dependência: balanço e perspectivas. 2ª ed. Florianópolis: Editora Insular, 2023.
_____________________. A estrutura da dependência. Revista da Sociedade Brasileira de Economia Política, São Paulo, n. 30, v. 1, p. 5 - 16, outubro, 2011.
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Pensamento e ação: O PT e o rumo do socialismo. São Paulo: Globo, 2006.
FERREIRA, Carla. LUCE, Mathias Seibel. OSORIO, Jaime. Padrão de Reprodução do Capital: Contribuições da Teoria Marxista da Dependência. São Paulo: Boitempo, 2012.
FILHO, Antonio Vogaciano Barbosa Mota. That's my man! Subimperialismo e dependência no governo Lula (2003-2010). Dissertação de mestrado. São Paulo: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, 2019.
FILHO, Niemeyer Almeida (org.). Desenvolvimento e dependência. Brasília: IPEA, 2013.
FONTES, Virgínia. O Brasil e o capital-imperialismo. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2010.
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____________________. Latin America: Underdevelopment or Revolution. Essays on the Development of Underdevelopment and the Immediate Enemy. New York: Modern Reader, 1969.
____________________. Acumulação dependente e subdesenvolvimento: repassando a teoria da dependência. São Paulo: Brasiliense, 1980.
FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. São Paulo, SP: Cia. Editora Nacional, 1986.
GONÇALVES, Reinaldo. “Balanço crítico da economia brasileira nos governos do Partido dos Trabalhadores”. Revista da Sociedade Brasileira de Economia Política, n. 37 (fevereiro de 2014).
GURGEL, Claudio. Estrelas e borboletas - origens e questões de um partido a caminho do poder. Rio de Janeiro: Ed. Papagaio, 1989.
HADLER, João Paulo de Toledo Camargo. Dependência e superexploração: Os limites do debate entre Fernando Henrique Cardoso e Ruy Mauro Marini. São Paulo: Editora Lutas Anticapital, 2022.
IASI, Mauro Luis. As metamorfoses da consciência de classe: o PT entre negação e o consentimento. São Paulo: Expressão Popular, 2006.
KATZ, Claudio. Neoliberalismo, neodesenvolvimentismo e socialismo. São Paulo: Expressão Popular e Perseu Abramo, 2016.
KAY, Cristóbal. Latin American theories of development and underdevelopment. Londo: Routledge, 1989.
KONDER, Leandro. A derrota da dialética. São Paulo: Expressão Popular, 2009.
KORSCH, Karl. Karl Marx. México: Ariel, 1983.
LAPYDA, Ilan. Financeirização no Brasil nos anos Lula (2003-2010). Tese de doutorado. São Paulo: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, 2019.
LUCE, Mathias Seibel. “A superexploração da força de trabalho no Brasil”. Revista da Sociedade Brasileira de Economia Política, São Paulo, n.32, junho 2012, p. 119 - 141.
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MACÁRIO, Epitácio e REIS, Luiz Fernando. Dívida pública, sistema tributário e financiamento de C&T no Brasil (2003-2017) em MACÁRIO, Epitácio et alli. Dimensões da crise brasileira. Fortaleza: Ed. UECE, 2018. P. 115 - 151.
MAGALHÃES, João Paulo de Almeida et alli (org.). Os anos Lula: contribuições para um balanço crítico 2003-2010. Rio de Janeiro: Garamond, 2010.
MALLORQUIN, Carlos. América Latina y su Teoría. México: Universidad Autónoma de Zacatecas, 2017.
MANDEL, Ernest. O capitalismo tardio. São Paulo: Nova Cultural, 1985.
MARCUSE, Herbert. Contra revolução e revolta. Rio de janeiro: Zahar, 1981.
MARINGONI, Gilberto. MEDEIROS, Juliano. RAMOS, Adriana. Cinco mil dias: o Brasil na era do lulismo. 1a̲ edição., 107–15. São Paulo, SP: Boitempo Editorial: Fundação Lauro Campos, 2017.
MARINI, Ruy Mauro. América Latina: dependência e integração. São Paulo: Brasil urgente. 1992.
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__________________. El ciclo del capital en la economía dependiente. In OSWALD, Úrsula. Mercado y dependencia. Ciudad de México: Nueva Imagen 1979.
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__________________. “Las razones del neodesarrollismo”. Revista Mexicana de Sociología, n. extraordinario, 1978.
__________________. Razón y sinrazón de la sociología marxista. Cuadernos Teoría y Sociedad, UAM-Iztapalapa, 1983.
__________________. “Reforma y Revolución: una crítica a Lelio Basso”. Sociedad y Desarrollo, n. 2, Santiago de Chile, abril-junho de 1972.
__________________. O reformismo e a contrarrevolução: estudos sobre o Chile. São Paulo: Expressão Popular, 2019.
__________________. Subdesenvolvimento e revolução. Florianópolis: Insular, 2012.
__________________. “Mais-valia extraordinária e acumulação de capital”. Revista Reoriente, v. 2, n. 2, Rio de Janeiro: 2022, p.11 - 46.
MARX, Karl. Grundrisse: manuscritos econômicos de 1857-1858: esboços da crítica da economia política. São Paulo: Boitempo; Rio de Janeiro: Ed. URFJ, 2011.
__________. O capital. Livro I (2ª ed.). São Paulo: Boitempo, 2017. Trad. Rubens Enderle.
__________. O capital. Livro II. São Paulo: Boitempo, 2014. Trad. Rubens Enderle.
__________. O capital. Livro III. São Paulo: Boitempo, 2017. Trad. Rubens Enderle.
MARTINS, Carlos Eduardo. Globalização, dependência e neoliberalismo na América Latina. (Tese de doutorado). São Paulo, Departamento de Sociologia,, 2003.
______________________. “Superexploração do trabalho e acumulação de capital: reflexões teórico-metodológicas para uma economia política da dependência”. Revista da Sociedade Brasileira de Economia Política, São Paulo: n. 5, 1999. P. 121-138.
MIRANDA, Vinícius Almeida Ribeiro de. Não há alternativa? O pensamento neodesenvolvimentista no Brasil e sua crítica marxista (2002 - 2016). Tese de doutorado. São Paulo: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, 2022.
NEVES, Lafaiete (org.). Desenvolvimento e dependência: atualidade do pensamento de Ruy Mauro Marini. Curitiba: Editora CRV, 2012.
NOGUEIRA, Camilla dos Santos. Economia Brasileira Contemporânea: dependência e superexploração. São Paulo: Editora Lutas Anticapital, 2021.
OSORIO, Jaime. “El Marxismo Latinoamericano y la dependencia”. Cuadernos Políticos, Cidade do México: Ediciones Era, n. 3, enero-marzo 194, pp. 40-59.
_____________. Estado & Superexploração do trabalho no capitalismo contemporâneo: A Atualidade da Teoria Marxista da Dependência (TMD). [Entrevista concedida a] Mario Soares Neto. Santa Catarina: REBELA v.10, n.1. jan. /abr. pp. 164-180, 2020.
_____________. “La ley del valor, intercambio desigual, renta de la tierra y dependencia”. Cuadernos de Economía Crítica, La Plata: año 3, n.6, 2017, pp. 45 - 70.
_____________. “Sistema mundial e formas de capitalismo. A teoria marxista da dependência revisitada”. Revista Direito e Práxis, Rio de Janeiro: vol. 7, 13, 2016, pp. 494-539.
OURIQUES, Nildo. O colapso do figurino francês. crítica às ciências sociais no Brasil. 5ª ed. Florianópolis: Editora Insular, 2023.
_________________. La teoría marxista de la dependencia: una historia crítica. Tese (doutorado). México: Facultad de Economía de La UNAM, 1996.
PETRAS, James. La metamorfosis de los intelectuales latinoamericanos em Revista Estudios Latinoamericanos, n.5, CELA/FCPyS, México, 1988.
POMAR, Valter. A metamorfose : análise econômica, programa e estratégia política do partido dos trabalhadores - 1980-2005. Tese (doutorado). São Paulo: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, 2005.
PRADO JUNIOR, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo, SP: Brasiliense, 1971.
PRADO, Fernando Correa. A ideologia do desenvolvimento e a controvérsia da dependência no Brasil. São Paulo: Editora Lutas Anticapital, 2021.
_______________________. “História de um não-debate: a trajetória da teoria marxista da dependência no Brasil”. Comunicação & Política, Rio de Janeiro: v. 29, n.2, 2011, p. 68 - 94.
PRADO, Fernando Correa e CASTELO, Rodrigo. “O início do fim? Notas sobre a teoria marxista da dependência no Brasil Contemporâneo”. In: Revista Pensata, vol.3, n.1, 2013.
QUIJANO, Aníbal. Imperialismo, clases sociales y estado en el Perú. Lima: Mosca Azul, 1978.
ROZALES, Pedro. Estado à deriva: impacto da financeirização na intervenção pública nos governos FHC e Lula. São Paulo: Editora Lutas Anticapital, 2021.
SADER, Emir. COSTA, Ana Maria (org.). Lula e Dilma: 10 anos de governos pós-neoliberais. São Paulo: Boitempo, 2013.
SADER, Emir. DOS SANTOS, Theotônio (org.). América Latina e os desafios da globalização. Rio de Janeiro; São Paulo: Boitempo, 2009.
SÀNCHEZ VAZQUEZ, Adolfo. El marxismo en América Latina, en Dalética, año XIII, n. 19, 1988.
SANTANA, Pedro Marques de. Um estudo sobre o conceito de superexploração do trabalho na obra de Ruy Mauro Marini. Dissertação de Mestrado em Economia, Universidade Federal da Bahia, 2012.
SCHINCARIOL, Vitor Eduardo. Crescimento Econômico No Brasil. 2003-2010. São Paulo: LCTE, 2012.
SEABRA, Raphael. A gênese da teoria da dependência como “análise concreta da situação concreta” em Germinal: educação e marxismo, v.12, n.2, p. 249 - 261, 2020.

Programa

I – OBJETIVO:

O curso tem por objetivo oferecer uma série de análises introdutórias aos problemas relativos ao conceito de gênero, a partir de diferentes perspectivas de conhecimento. Ministrado por professoras que integram a Rede Não Cala (USP), movimento social de combate à violência sexual e de gênero, as quais são provenientes de diversos departamentos e institutos da Universidade de São Paulo, o curso visa a fornecer uma ampla abordagem do tema de modo que alunos e alunas tenham acesso à história do conceito e à sua aplicação nos debates referentes a diferentes áreas do conhecimento.


II – CONTEÚDO:

1. Apresentação da Rede Não Cala e do Curso
2. Conceito de Gênero
3. Gênero e Sexualidades
4. Gênero, Corpo e Produção de Subjetividade
5. Feminismos Negros e Intelectuais Negras
6. Masculinidades e Machismo
7. Natureza e Criação
8. Gênero e Saúde
9. Gênero e Violência
10. Gênero e Direitos
11. Gênero e Educação
12. Gênero e Mídia
13. Gênero, Literatura e Psicologia
14. Gênero, Corpo e Esporte
15. Gênero, Modernidade e Capitalismo
16. Gênero na Academia: Relações de Gênero na Universidade Hoje


III - MÉTODOS UTILIZADOS

Aulas expositivas semanais. Leitura e discussão de textos sugeridos. Debates acerca dos temas abordados. Análise de filmes. Apresentação de casos e de depoimentos. Análises estatísticas.


IV - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

Frequência mínima de 75% e entrega de questionário preenchido, a ser fornecido pelas ministrantes.


V – BIBLIOGRAFIA DE REFERÊNCIA


AGUIAR, JANAINA MARQUES DE ; D?OLIVEIRA, ANA FLÁVIA PIRES LUCAS ; SCHRAIBER, Lilia Blima . Mudanças históricas na rede intersetorial de serviços voltados à violência contra a mulher - São Paulo, Brasil. Interface (Botucatu. Online), v. 24, p. 1-16, 2020.
AGUIAR JM ; d'Oliveira AFPL ; Schraiber LB . Violência institucional, autoridade médica e poder nas maternidades sob a ótica dos profissionais de saúde. Cadernos de Saude Publica , v. 29, p. 2287-2296, 2013.
ALMEIDA, H. B. Gênero. Blogs de Ciência da Universidade Estadual de Campinas: Mulheres na Filosofia, V. 6 N. 3, 2020, p. 33-43, ISSN 2526-6187 (https://www.blogs.unicamp.br/mulheresnafilosofia/genero/).
BUTLER,Judith. Problemas de Gênero-feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 2003.
BUTLER, J. A performatividade de gênero e do político. Entrevista com Judith Butler dada a Carla Rodrigues. Revista Cult, 14/09/2015.
CAMARGO, KARINA ACOSTA. Abuso sexual infantil - uma cartografia: silenciamento, testemunho, ressentimento, esquecimento. (Dissertação de Mestrado). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2016.
COLLINS, Patricia Hill. Aprendendo com a outsider whithin: a significação sociológica do pensamento feminista negro. Revista Sociedade e Estado, Volume 31, Número 1 Janeiro/Abril 2016, pp.99-127.
CONNEL, R. W.; MESSERSCHMIDT, J. W. “Masculinidade hegemônica: repensando o conceito”. Revista Estudos Feministas. 21(1):241-82, Abril, 2013.
CRUZ, E. F. ; ALMEIDA, H. B. ; OLIVEIRA, N. F. P. L. ; LIMA, E. F. A. ; LAGO, C. ; MACHADO, A. M. Don´t Stay Silent: Network of Female Professors Against Gender Violence at University of São Paulo (USP). ANNUAL REVIEW OF CRITICAL PSYCHOLOGY (online), v. 15, p. 223-245, 2018.
DAVIS, Angela. Mulheres, Raça e Classe. Trad. de Heci Regina Candiani. São Paulo: Boitempo, 2016.
d'OLIVEIRA AFPL ; Schraiber LB ; Hanada H ; Durand JG . Atenção integral à saúde de mulheres em situação de violência de gênero: uma alternativa para a atenção primária em saúde. Ciência & Saúde Coletiva , v. 14, p. 1037-1050, 2009. Citações: 25 | 92 | 19 84.
EVARISTO, Conceição. Insubmissas lágrimas de mulheres. Belo Horizonte: Nandyala, 2011.
FAUTO-STERLING, A. (2002). Dualismos em duelo. cadernos pagu, (17-18), 9-79.
FEDERICI, S. Calibã e a Bruxa – Mulheres, Corpo e Acumulação Primitiva. Trad. Coletivo Sycorax. São Paulo: Elefante, 2017.
FOUCAULT.História da Sexualidade I A vontade de saber. Rio de Janeiro: Graal, 1999.
GONZALEZ, Lelia. “Racismo e sexismo na cultura brasileira”. Revista Brasileira de Ciências Sociais, Anpocs, 1984.
HRDY, S. B. (2001). Mães desnaturadas; Capítulo 12: pp 308-337. Em Mãe natureza: uma visão feminina da evolução: maternidade, filhos e seleção natural. Campus.
Global Media Monitoring Project (GMMP). Disponível em: http://whomakesthenews.org/gmmp/gmmp-reports/gmmp-2015-reports.
LANSKY, SÔNIA ; SOUZA, KLEYDE VENTURA DE ; PEIXOTO, ELIANE REZENDE DE MORAIS ; OLIVEIRA, BERNARDO JEFFERSON ; Diniz, Carmen Simone Grilo ; VIEIRA, NAYARA FIGUEIREDO ; CUNHA, ROSIANE DE OLIVEIRA ; FRICHE, AMÉLIA AUGUSTA DE LIMA. Violência obstétrica: influência da Exposição Sentidos do Nascer na vivência das gestantes. Ciência & Saúde Coletiva , v. 24, p. 2811-2824, 2019.
LAURETIS, Teresa de. A tecnologia de gênero. In: Hollanda, Heloisa Buarque (org) Pensamento feminista: conceitos fundamentais. Rio de Janeiro, Bazar do Tempo, 2019.
MADERA, J.M., Hebl, M.R., Dial, H. et al. (2019) Raising Doubt in Letters of Recommendation for Academia: Gender Differences and Their Impact. J Bus Psychol 34, 287–303. DOI: 10.1007/s10869-018-9541-1.
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RAMOS, S. S. “Mulheres e gênese do capitalismo: de Foucault a Federici”. In: Princípios: Revista de Filosofia. Natal, v. 27, n. 52, jan.-abr. 2020, p. 199-212. Acessível em: https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/19783/12469.
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