Programa

Detalhamento:
A Oficina de Bioescritas – Texto, Corpo, Vida, Mundo tem como objetivo convidar os participantes, por meio de atividades práticas de escrita, discussões e leituras de fragmentos de obras, a uma incursão pelo campo das bioescritas (autobiografias, biografias, autoficção, ensaio, diários etc).
Composto de 5 encontros com duas horas duração cada, a oficina pretende discutir a escrita como cuidado de si, como caminhada, relações entre o corpo e escrita, a importância da linguagem e, ainda, a escrita como via de intervenção e cuidado do mundo.
Os encontro são abertos à toda comunidade, não sendo exigido nenhum pré-requisito, apenas a vontade de escrever a partir da própria experiência e testemunho do mundo.
 
Programa:
 
Dia 1:A escrita como cuidado de si
Dia 2: A escrita como caminhada
Dia 3: Corpo e escrita
Dia 4: Escrita e linguagem
Dia 5: A escrita como cuidado do mundo
 
Bibliografia:
 
AIRA, César. Pequeno manual de procedimentos. Pesq. e trad.: Eduard Marquardt; org.: Marco Maschio Chaga. Curitiba: Arte & Letra, 2007.
ACKER, Kathy. Bodies of work. Nova York: Serpent’s Tail, 1997.
_____________. In memorian to identity. Nova York: Pantheon Books, 1990.
BLANCHOT, Maurice. O livro por vir. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
AGAMBEN, Giorgio. The fire and the tale. Trad.: Lorenzo Chiesa. Stanford, California: Stanford University Press, 2017.
CANÇADO, Maura Lopes. Hospício é deus. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2016.
______________________. O sofredor do ver. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2016.
CONY, Carlos Heitor. Maura Lopes Cançado. Folha de S. Paulo, São Paulo, 15 jun. 2003. Ilustrada. Disponível em . Acesso em: 20-06-2018.
DELEUZE, Gilles. Foucault. Trad.: Claudia Sant´t Anna Martins. São Paulo: Brasiliense, 2013.
DELEUZE, Gilles & GUATTARI, Félix. Mil platôs – capitalismo e esquizofrenia, vol. 3. Trad.: Aurélio Guerra Neto et alii. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1996.
DERRIDA, Jacques. A farmácia de Platão. Trad.: Rogério da Costa. São Paulo: Iluminuras, 2005.
________________. Demorar: Maurice Blanchot. Trad.: Flavia Trocoli e Carla Rodrigues. Florianópolis: Editora UFSC, 2015.
FERREIRA, Vilma Moreira. Enunciação do cotidiano: estudo de textos de Clarice Lispector para o Caderno B do Jornal do Brasil de 1967 a 1973. Tese (Doutorado em Ciências da Comunicação). Escola de Comunicação e Artes, Universidade de São Paulo. São Paulo, 2008.
FOULCAULT, Michel. História da loucura na idade Clássica. São Paulo: Perspectiva, 2010.
__________________ . Nascimento da Biopolítica. Lisboa: Edições 70, 2010.
___________________. Raymond Roussel. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1999.
Gonçalves, Oscar. Viver narrativamente: A psicoterapia como adjectivação da experiência. Coimbra: Quarteto, 2000.
GUATTARI, Félix. As três ecologias. Trad.: Maria Cristina F. Bittencourt. Campinas: Papirus, 1990.
GULLAR, Ferreira. Etapas da arte contemporânea. Do cubismo à arte neoconcreta. Rio de Janeiro: Revan, 1999.
LASCOUMES, Pierre. A perpendicularização da sociedade. Soldados, dançarinos, carrosséis e danças da corte. In: Michel Foucault, a Literatura e as Artes. Trad.: Pedro de Souza e Jonas Tenfen. São Paulo: Rafael Copetti Editor, 2014.
LLANSOL, Maria Gabriela. Entrevistas. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2011.
LOPES, Silvina Rodrigues. A legitimação em literatura. Lisboa: Edições Cosmos, 1994.
MACHEREY, Pierre. Foucault/Roussel/Foucault. In: Raymond Roussel/Michel Foucault. Trad.: Manoel Barros da Motta e Vera Lúcia Avellar Ribeiro. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1999.
MEIRELES, Maurício. Perfil biográfico. In: Hospício é deus. Maura Lopes Cançado. Belo Horizonte: Autêntica, 2016.
McAdams, Dan . P. The stories we live by. Personal miths and the making of the self. Nova York: The Guilford Press, 1997.
NEGRI, Antonio. Como e quando eu li Foucault. Org. e trad.: Mario Antunes Marino. São Paulo: n-1 edições, 2016.
PELBART, Peter Pál. A bordo de um veleiro destroçado. In: Máquina Kafka. Félix Guattari. São Paulo: n-1 edições, 2011.
REVEL, Judith. Les “grands absents”: une bibliographie par le vide. In: Michel Foucault. Paris: Éditions de L’Herne, 2011.
_____________. O nascimento literário da biopolítica. In: Michel Foucault, a literatura, as artes. Trad.: Pedro de Souza e Jonas Tenfen. São Paulo: Rafael Copetti Editor, 2014.
RONELL, Avital. Campo de Provas sobre Nietzsche e o test-drive. Florianópolis: Cultura e Bárbarie, 2010.
SLOTERDIJK, Peter. Regras para o parque humano: uma resposta à carta de Heidegger sobre o humanismo. Trad,: José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Estação Liberdade, 2000.
TABARÓVISKY, Damian. Literatura de esquerda. Trad.: Ciro Lubner e Tiago Cfer. Belo Horizonte: Relicário Edições, 2017.
UNO, Kuniichi. A gênese de um corpo desconhecido. Trad.: Christine Greiner. São Paulo/Helsinki: n-1 edições, 2014.
_____________. Guattari: confrontações/conversas com Kuniichi Uno e Laymert Garcia dos Santos. São Paulo: n-1 edições, 2016.
VASCONCELOS, Mauricio Salles. Ana C. – Extracampo. In: Alvaro Faleiros;Roberto Zular; Viviana Bosi. (Org.). Sereia de Papel - Visões de Ana Cristina Cesar. 1ed.Rio de Janeiro: EDUERJ, 2015, v. , p. 103-126.
_____________________________. Exterior. Noite – Filosofia/Literatura. São Paulo: Lumme Editor, 2015.
_____________________________. Para estar aqui. In: Impasses do narrador e da narrativa na contemporaneidade. Org.: Maria Rosa Duarte de Oliveira e Maria José Palo. São Paulo: EDUC, 2016.
______________________________. Poética documental: a quadratura do novo cinema. In: Fabiana Carelli, Fátima Bueno, Maria Zilda da Cunha (Org.). Texto em Tela: ensaios sobre literatura e cinema. 1ª ed. São Paulo: FFLCH/USP, 2014. p. 87-102. Disponível em: . Acesso em: 01 ago. 2016.

 

Programa

1. Breve história do ensino de língua japonesa nas redes públicas estaduais

2. Histórico e análise crítica sobre os livros didáticos de língua japonesa utilizados no Brasil e sua (in)adequação ao contexto educativo atual

3. O papel do professor de língua japonesa como agente glotopolítico transformador

4. Peculiaridades do ensino de japonês nos Anos Finais do Ensino Fundamental e Médio: currículos nacionais e estaduais e seus impactos na elaboração de planos de aulas

5. O uso da imagem no ensino de japonês: reflexões sob a perspectiva dos letramentos visuais

6. O impacto da pandemia no ensino de japonês nas redes públicas e novos aprendizados: softwares e plataformas aplicáveis

7. Os gêneros no ensino de língua japonesa como língua adicional na Educação Básica

8. Atividades sociais no ensino de japonês e produção oral: elaboração de unidades didáticas e trocas de experiências

9. Formas de avaliação aplicadas no ensino-aprendizagem de japonês na Educação Básica

10. Apresentação dos planos de aulas dos participantes

Bibliografia

BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. 2ºed. São Paulo: Martins Fontes, 1997b.

BAKHTIN, M.; VOLOCHINOV, V.N. Marxismo e filosofia da linguagem (1929). Problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. 13ºed. São Paulo: Hucitec, 2009.

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Educação é a Base. Brasília: MEC, 2018.

BUZATO, M. E. K. Letramentos digitais e formação de professores. São Paulo: Texto originalmente publicado pelo Portal Educarede. 2006. Disponível em:< http://www.educarede.org.br/educa/img_conteudo/marcelobuzato.pdf&gt;. Acesso em 16/07/21.

CHOPIN, A. História dos livros e das edições didáticas: sobre o estado da arte. Educação e Pesquisa, Revista da faculdade de Educação da USP, São Paulo, v. 30, n. 3, p. 549-566, set./dez/ 2004

FERRAZ, D. M.; SANT'ANNA, P.M. Jogos digitais e educação linguística: precisamos falar mais desse encontro. In: Perspectiva, 38 (2), p. 1-16. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/perspectiva/article/view/2175-795X…. DOI: https://doi.org/10.5007/2175-795X.2020.e65135

FERRAZ, D. M; NOGAROL, I.V. Letramento digital: os usos dos celulares em aulas de licenciatura em letras-inglês. In: R. Tecnol. Soc., Curitiba, v. 12, n. 26, p. 97-114, set./dez. 2016. Disponível em :< https://periodicos.utfpr.edu.br/rts/article/view/3998&gt;. Acesso em 16/07/2021. DOI: 10.3895/rts.v12n26.3998

FERRAZ, D.M. Letramento visual: as imagens e as aulas de inglês. In: TAKAKI,N.H.; MACIEL, R.F. (Orgs.). Letramentos em terra de Paulo Freire. Campinas: Pontes,2014. p. 255-270.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido, 17ª. ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra,1987.

FUNDAÇÃO JAPÃO. Ensino de Língua Japonesa - escolas e cursos: ensino fundamental, médio e superior. 1.ed. São Paulo: Fundação Japão, 2015.

GADOTTI, M. Educação e poder - introdução à pedagogia do conflito. São Paulo: Cortez, 2003.

GIROUX, H. Os professores como intelectuais transformadores, 1997 ou GIROUX, H. Rupturas Pós-Coloniais/ possibilidades democráticas, 1999.

KRESS, G. Multimodality. In: KALANTZIS, M.; COPE, B. (Orgs.). Multiliteracies:Literacy learning and the design of social futures. New York: Routledge, 2000. p. 182-202.

KRESS, G. Literacy in the new media age. New York: Routledge, 2003.

KRESS, G.; VAN LEEUWEN, T. Reading images: the grammar of visual design. 2nd ed.New York: Routledge, 2006.

LIBERALI, F. Atividade social nas aulas de língua estrangeira. São Paulo: Richmond, 2009.

MAYRINK, M. F.; ALBUQUERQUE-COSTA, H. B. (Org.). Ensino e aprendizagem de línguas em ambientes virtuais. 01. ed. São Paulo: Humanitas, 2013.

NAGUMO, S. F. F. Nippongo - relatos do cotidiano e da língua nikkei num livro didático de japonês do Brasil. 2017. Dissertação (Mestrado em Língua, Literatura e Cultura Japonesa) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017. doi:10.11606/D.8.2018.tde-13032018-104036. Acesso em: 2021-07-14.

SILVA, O. O.; NAGUMO, S. F. F. . Políticas de gestão in vivo e in vitro nas comunidades aloctones na era vargas (1930-1945) ? enfoque no ensino de japonês. In: Seminário GrAELL: língua(gens), embates e resistências na contemporaneidade, 2020, Rio Branco. Caderno de Resumos GrAELL: língua(gens), embates e resistências na contemporaneidade. Rio Branco: Neplan, 2020

SILVA, O. O. A evolução do ensino de língua japonesa nas escolas públicas do estado de São Paulo através da análise e crítica de dois livros didáticos de japonês – LE. Estudos Japoneses, [S. l.], n. 43, p. 129-148, 2020. DOI: 10.11606/issn.2447-7125.vi43p129-148. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/ej/article/view/186228. Acesso em: 21 jun. 2021.

SILVA, O. O. De línguas minorizadas dos núcleos de imigrantes a disciplinas escolares da educação básica: o ensino de línguas alóctones nas redes públicas estaduais sob a perspectiva glotopolítica. In: COTINGUIBA, M.L.P.; TONDINELI, P.G. (Org.). Contextos de aprendizagem e de descrição de línguas autóctones e alóctones. 1ed.Porto Velho: Edufro, 2021.

SILVA, O. O. O Centro de Estudos de Línguas (CEL) na história do ensino de língua japonesa nas escolas públicas paulistas. 2017.178f. Dissertação de Mestrado (Letras) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017.

Programa

Aula 1 (21 de agosto de 2024): Introdução ao curso de extensão e explicação da dinâmica dos encontros

Módulo I - Contextualização do debate
Aula 2 (28 de agosto de 2024): O surgimento da psicanálise freudiana e suas principais prerrogativas
Aula 3 (11 de setembro de 2024): O “retorno a Freud” de Jacques Lacan
Aula 4 (18 de setembro de 2024): As reviravoltas no pensamento de Michel Foucault nos anos 1970

Módulo II - Sujeito, lei e desejo
Aula 5 (25 de setembro de 2024): A influência da antropologia lévi-straussiana em Lacan (A proibição do incesto)
Aula 6 (2 de outubro de 2024): Considerações gerais sobre o totemismo freudiano (A proibição do incesto)
Aula 7 (9 de outubro de 2024): O Pai como aquele que diz “Não!” (Nome-do-Pai)
Aula 8 (16 de outubro de 2024): O falo é o significante do poder (O falo)
Aula 9 (23 de outubro de 2024): Ontologia da falta (O desejo)

Módulo III - A arqueologia da psicanálise em “História da sexualidade”
Aula 10 (30 de outubro de 2024): Considerações gerais sobre a sexualidade
Aula 11 (6 de novembro de 2024): Crítica de Foucault à concepção monárquico-jurídica do poder
Aula 12 (13 de novembro de 2024): A “polimorfia múltipla” na análise foucaultiana das relações de poder
Aula 13 (27 de novembro de 2024): A suspeita em relação à “hipótese repressiva”
Aula 14 (4 de dezembro de 2024): Crítica à teoria lacaniana do desejo

Aula 15 (11 de dezembro de 2024): Encerramento do curso


Referências Bibliográficas

ERIBON, Didier. Michel Foucault, 1926-1984. Tradução de Hildegard Feist. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
DELEUZE, Gilles. Foucault. Tradução de Claudia Sant’Anna Martins. Rio de Janeiro: Editora Brasiliense, 2013.
DOSSE, François. A saga dos intelectuais franceses, volume II: o futuro em migalhas (1968-1989). Tradução de Leila de Aguiar Costa. São Paulo: Estação Liberdade, 2023.
FOUCAULT, Michel. Ditos e escritos, volume 1: problematização do sujeito: psicologia, psiquiatria e psicanálise. Tradução de Vera Lucia Avellar Ribeiro. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1999.
FOUCAULT, Michel. História da sexualidade 1: a vontade de saber. Tradução de Maria Thereza da Costa Albuquerque e J. A. Guilhon Albuquerque. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2023.
FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. Tradução de Roberto Machado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2023.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Tradução de Raquel Ramalhete. Petrópolis: Vozes, 2014.
FREUD, Sigmund. A moral sexual “cultural” e a doença nervosa moderna (1908). In: ______. Cultura, sociedade, religião: O mal-estar na cultura e outros escritos. Tradução de Maria Rita Salzano Moraes. Belo Horizonte: Autêntica, 2020. pp. 65-97.
FREUD, Sigmund. Totem e tabu. In: ______. Obras completas, volume 11: totem e tabu, contribuição à história do movimento psicanalítico e outros textos (1912-1914). Tradução de Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. pp. 13-244.
LACAN, Jacques. A significação do falo (1958). In: ______. Escritos. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Zahar, 1998. pp. 692-703.
LACAN, Jacques. O seminário, livro 5: as formações do inconsciente (1957-1958). Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.
LÉVI-STRAUSS, Claude. As estruturas elementares de parentesco. Tradução de Mariano Ferreira. Petrópolis: Vozes, 2012.
ROUDINESCO, Elisabeth. Jacques Lacan: esboço de uma vida, história de um sistema de pensamento. Tradução de Paulo Neves. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
ROUDINESCO, Elisabeth. Sigmund Freud na sua época e em nosso tempo. Tradução de André Telles. Rio de Janeiro: Zahar, 2016.

Bibliografia complementar
ANÔNIMO (Walter). Minha vida secreta: memórias de um libertino do século XIX. Tradução de J. M. Bertolote. São Paulo: Editora DeGustar, 2005.
BOU ALI, Nadia; GOEL, Rohit (Orgs.). Lacan Contra Foucault: Subjectivity, Sex and Politics. London, New York: Bloomsbury Academic, 2019.
BUTLER, Judith. Corpos que importam: os limites discursivos do “sexo”. Tradução de Veronica Daminelli e Daniel Yago Françoli. São Paulo: n-1 edições; Crocodilo Edições, 2019.
BUTLER, Judith. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Tradução de Renato Aguiar. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2017.
BUTLER, Judith. A vida psíquica do poder: teorias da sujeição. Tradução de Rogério Bettoni. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.
DERRIDA, Jacques. “Fazer justiça a Freud”: a história da loucura na era da psicanálise. In: ROUDINESCO, Elisabeth (Org.). Foucault: leituras da história da loucura. Tradução de Maria Ignes Duque Estrada. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1994. pp. 53-107.
DUTRA, Vinícius. Antígona no limite do Simbólico: a crítica de Judith Butler ao parentesco em Jacques Lacan. Monografia. 75 f. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Filosofia) – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2023.
DUTRA, Vinícius. Dos afetos em psicanálise. 204 f. 2022. Dissertação de Mestrado (Psicanálise) – Instituto de Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2022.
FOUCAULT, Michel. Ditos e escritos, volume 5: ética, sexualidade, política. Tradução de Elisa Monteiro e Inês Autran Dourado Barbosa. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2014.
FOUCAULT, Michel. Ditos e escritos, volume 9: genealogia da ética, subjetividade e sexualidade. Tradução de Abner Chiquieri. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2014.
FREUD, Sigmund. Análise da fobia de um garoto de 5 anos (caso Pequeno Hans). In: ______. Histórias clínicas: cinco casos paradigmáticos da clínica psicanalítica. Tradução de Tito Lívio Cruz Romão. Belo Horizonte: Autêntica, 2021. pp. 173-333.
Gallop, Jane. Lendo Lacan. Tradução de Ana Maria Barreiros. Rio de Janeiro: Imago, 1992.
MILLER, James. The passion of Michel Foucault. Nova York: Simon & Schuster, 1993.
RAJCHMAN, John. Foucault. Eros e verdade: Lacan, Foucault e a questão da ética. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.
RUBIN, Gayle. Políticas do sexo. Tradução de Jamille Pinheiro Dias. São Paulo: Ubu Editora, 2017. p. 9-61.
SADE, Marquês. Os 120 dias de Sodoma ou a Escola da Libertinagem. Tradução de Rosa Freire Aguiar. São Paulo: Penguin Classics Companhia das Letras, 2018.
SAFATLE, Vladimir. Cinismo e falência da crítica. São Paulo: Boitempo, 2008.
SAFATLE, Vladimir. Introdução a Jacques Lacan. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2017.
SAFATLE, Vladimir. Maneiras de transformar mundos: Lacan, política e emancipação. Belo Horizonte: Autêntica, 2020.
SAFATLE, Vladimir. A paixão do negativo: Lacan e a dialética. São Paulo: Editora Unesp, 2006.
WHITEBOOK, Joel. Contra a interioridade: a luta de Foucault com a psicanálise. In: GUTTING, Gary. Foucault. Tradução de André Oídes. São Paulo: Ideias & Letras, 2016. pp. 373-412.
ŽIŽEK, Slavoj. Interrogando o real. Tradução de Rogério Bettoni. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.
ZUPANČIČ, Alenka. O que é sexo?. Tradução de Rafael Bozzola. Belo Horizonte: Autêntica, 2023.

Programa

Produções textuais do Módulo 1 da Oficina de redação 2025

Aula 1 – Redação inicial
Aula 2 – Primeiras construções textuais - Construção de 1 parágrafo com período simples
Aula 3 – Construção de um parágrafo com 1 período composto por 2 ou por 3 orações, com limite mínimo e máximo de palavras, com determinação de uso de 1 conectivo oracional com noção semântica especifica
Aula 4 – Construção de 1 parágrafo, com 2 períodos de 2 ou de 3 orações, com o uso de 2 conectivos oracionais com noção semântica especificada
Aula 5 – Construção de 1 parágrafo, com limite mínimo e máximo de palavras, com 2 períodos de 2 ou de 3 orações, com limite máximo de palavras do 1º período, com uso de 2 conectivos oracionais com noção semântica determinada
Aula 6 – Construção de 2 parágrafos, com limite mínimo e máximo de palavras, com enfoque antagônico, com 2 períodos, com limite máximo de palavras do 1º período, com uso de 2 conectivos oracionais com noção semântica determinada
Aula 7 – Construção de 2 parágrafos, com 3 períodos, com limite mínimo e máximo de palavras, com enfoque antagônico, com limite máximo de palavras do 1º período, com uso de 3 conectivos oracionais com noção semântica determinada
Aula 8 – Construção de 2 parágrafos, com 3 períodos, com limite mínimo e máximo de palavras, com enfoque antagônico, com limite máximo de palavras do 1º período, com conectivo obrigatório entre os 2 parágrafos
Aula 9 – Construção de 2 parágrafos, com 3 períodos, com seleção de tipo de argumento, com limite mínimo e máximo de palavras, com enfoque antagônico, com limite máximo de palavras do 1º período, com uso obrigatório de conectivos determinados
Aula 10 – Construção de 2 parágrafos, com 3 períodos, com seleção de tipo de argumento, com limite mínimo e máximo de palavras, com enfoque antagônico, com limite máximo de palavras do 1º período, com uso de conectivos causal


Programa Completo da Oficina de Redação 2025

1. Os tipos de texto dissertativo
2. As partes do texto dissertativo argumentativo
3. A relevância dos elementos coesivos entre orações, períodos e parágrafos
4. A esquematização de ideias antagônicas
5. A ordem de planejamento e de escrita dos argumentos do esquema final de ideias
6. O parágrafo e o tópico frasal
7. Tipos de enfoque dos argumentos
8. Tipos de introdução
9. Tipos de conclusão
10. A dissertação argumentativa com uma proposta de intervenção
11. Revisão das principais regras gramaticais da norma culta da Língua Portuguesa


Referências:
GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em Prosa Moderna. 27 ed. São Paulo: FGV, 2010.
PACHECO, Angelo de Carvalho. A dissertação – teoria e prática. 20 ed. São Paulo: Atlas, 2012.

Programa

Aula 1: A ideologia do desenvolvimento
Aula 2: As teorias da dependência
Aula 3: "Dialética da dependência"
Aula 4: Consequências políticas da teoria marxista da dependência

Bibliografia:
AMARAL, Marisa Silva. Teorias do Imperialismo e da dependência: a atualização necessária ante a financeirização do capital. São Paulo: FEA-USP, 2012. Tese de doutorado.
AMARAL, Marisa Silva e CARCANHOLO, Marcelo Dias. “A superexploração do trabalho em economias periféricas dependentes”. Revista Katálysis, Florianópolis, v.12, n.2, p.216-225, jul-dez., 2009.
ARRIGHI, Giovanni. O longo século XX. Rio de Janeiro/São Paulo: Contraponto/Unesp, 2009.
AMIR, Samin. The Political Economy of the Twentieth Century. Monthly Review, v. 52, n2, June, 2000.
BAMBIRRA, Vânia. Capitalismo dependente latino-americano. Florianópolis: Insular, 2013.
________________. Teoría de la dependencia: una anticrítica. México: Ed. Era, 1978.
BAGÚ, Sergio. Economia de la sociedad colonial: ensayo de historia comparada de América Latina. México: Grijalbo - Conaculta, 1993.
BARREDA MARÍN, Andrés. La Dialéctica de la dependencia y el debate marxista latinoamericano, en La Teoria Social latino-americana. Subdesarrollo y dependencia, Tomo II, Ediciones El Caballito, México, 1984.
BARROS, Celso Rocha de. PT, uma história. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.
BICHIR, Maíra. A problemática da dependência: um estudo sobre a vertente marxista da dependência. Dissertação de Mestrado apresentada ao programa de Pós-graduação em Ciência Política da UNICAMP. Campinas: UNICAMP, 2011.
BICHIR, Maíra, GOUVÊA, Marina Machado, ROCHA, Mirella (orgs.). “A atualidade do pensamento de Ruy Mauro Marini (Dossiê). Cadernos Cemarx, Unicamp, n. 9, 2016.
BONENTE, Bianca. Desenvolvimento em Marx e na teoria econômica: por uma crítica negativa do desenvolvimento capitalista. Tese de doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Econômicas da Universidade Federal Fluminense, Niterói: UFF, 2011.
BRAGA, Ruy. A política do precariado: do populismo à hegemonia lulista. São Paulo: Boitempo, 2012.
CANO, Wilson; SILVA, Ana. Política industrial do governo Lula em IE/UNICAMP. n. 181, julho de 2010.
CAPUTO, Orlando e PIZARRO, Roberto. Dependencia y relaciones internacionales. São José: Educa, 1982.
___________________________________. “Imperialismo, dependencia y relaciones económicas internacionales”. Cuadernos de Estudios Socioeconómicos, CESO, Santiago de Chile: 1971, n.12-13.
CARCANHOLO, Marcelo Dias. A crise do capitalismo dependente brasileiro em MACÁRIO, Epitácio et alli. Dimensões da crise brasileira. Fortaleza: Ed. UECE, 2018. P. 23 - 57.
__________________________. “Dialética do desenvolvimento periférico: dependência, superexploração da força de trabalho e política econômica. Revista de Economia contemporânea, Rio de janeiro, v.12, n.2, p. 246 - 272, maio-ago., 2008.
__________________________. “(Im)precisões sobre a categoria superexploração da força de trabalho”. In: FILHO, Niemeyer Almeida. (org.) Desenvolvimento e dependência. Brasília: EPIA, 2013.
__________________________. “O atual resgate crítico da teoria marxista da dependência”. Trabalho, Saúde e Educação, Rio de Janeiro, v.11, n.1, p. 191 - 205, jan. - abr., 2008.
CARCANHOLO, Reinaldo. La transferencia de valor y el desarollo del capital en Costa Rica. Tese de doutorado. Cidade do México: Universidade Nacional Autónoma de México, Facultad de Eonomía, 1981.
CASTELO, Rodrigo. (org.) Encruzilhadas da América Latina no século XXI. Rio de Janeiro: Ed. Pão e Rosas, 2009.
CASTRO, Juan Cristóbal Cárdenas e SEABRA, Raphael Lana. El giro dependentista latinoamericano. Los orígenes de la teoría marxista de la dependencia. Santiago de Chile: Ariadna Ediciones, 2022.
CHESNAIS, François. A mundialização do capital. São Paulo: Xamã, 1996.
COSTA FILHO, Samuel. O resultado macroeconômico do primeiro Governo Lula. Edição: Centro de Ciências Humanas e Letras e Cursos de Ciências Econômicas. Teresina, PI: Universidade Federal do Piauí, 2007.
CUEVA, Agustín. América Latina en la frontera de los años 90. 1ª ed. Quito: Planeta/Letraviva, 1989.
______________. Problemas y perspectivas de la teoría de la dependencia [1974]. Em: Entre la ira y la esperanza y otros ensayos de crítica latinoamericana. Bogotá: Clacso, 2008.
DE OLIVEIRA, Francisco, BRAGA, Ruy e RIZEK, Cibele (org.). Hegemonia às avessas. São Paulo: Boitempo, 2010.
DOS SANTOS, Theotonio. A Teoria da dependência: balanço e perspectivas. 2ª ed. Florianópolis: Editora Insular, 2023.
_____________________. A estrutura da dependência. Revista da Sociedade Brasileira de Economia Política, São Paulo, n. 30, v. 1, p. 5 - 16, outubro, 2011.
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Programa

I – OBJETIVO:

O curso tem por objetivo oferecer uma série de análises introdutórias aos problemas relativos ao conceito de gênero, a partir de diferentes perspectivas de conhecimento. Ministrado por professoras que integram a Rede Não Cala (USP), movimento social de combate à violência sexual e de gênero, as quais são provenientes de diversos departamentos e institutos da Universidade de São Paulo, o curso visa a fornecer uma ampla abordagem do tema de modo que alunos e alunas tenham acesso à história do conceito e à sua aplicação nos debates referentes a diferentes áreas do conhecimento.


II – CONTEÚDO:

1. Apresentação da Rede Não Cala e do Curso
2. Conceito de Gênero
3. Gênero e Sexualidades
4. Gênero, Corpo e Produção de Subjetividade
5. Feminismos Negros e Intelectuais Negras
6. Masculinidades e Machismo
7. Natureza e Criação
8. Gênero e Saúde
9. Gênero e Violência
10. Gênero e Direitos
11. Gênero e Educação
12. Gênero e Mídia
13. Gênero, Literatura e Psicologia
14. Gênero, Corpo e Esporte
15. Gênero, Modernidade e Capitalismo
16. Gênero na Academia: Relações de Gênero na Universidade Hoje


III - MÉTODOS UTILIZADOS

Aulas expositivas semanais. Leitura e discussão de textos sugeridos. Debates acerca dos temas abordados. Análise de filmes. Apresentação de casos e de depoimentos. Análises estatísticas.


IV - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

Frequência mínima de 75% e entrega de questionário preenchido, a ser fornecido pelas ministrantes.


V – BIBLIOGRAFIA DE REFERÊNCIA


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LANSKY, SÔNIA ; SOUZA, KLEYDE VENTURA DE ; PEIXOTO, ELIANE REZENDE DE MORAIS ; OLIVEIRA, BERNARDO JEFFERSON ; Diniz, Carmen Simone Grilo ; VIEIRA, NAYARA FIGUEIREDO ; CUNHA, ROSIANE DE OLIVEIRA ; FRICHE, AMÉLIA AUGUSTA DE LIMA. Violência obstétrica: influência da Exposição Sentidos do Nascer na vivência das gestantes. Ciência & Saúde Coletiva , v. 24, p. 2811-2824, 2019.
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Programa

PARTE 1: O curso começa apresentando a hipótese de Umberto Eco (1994, p. 21) de que narrativizamos a vida para encontrar sentido. Essa hipótese ganha força quando entendemos o conceito de “texto fundamental” de Martin Puchner (2019) e a tese de Erich Auerbach (2011) sobre o papel da Bíblia (e de Homero) na formação de nossa cultura. Por fim, estudamos alguns dos padrões narrativos da literatura bíblica a partir de métodos de Crítica Narrativa (MARGUERAT; BOURQUIN, 2009).

PARTE 2: Então aplicaremos o conhecimento adquirido sobre a narratividade bíblica em exemplos pontuais dos discursos religiosos modernos. Trabalharemos a força mediadora das religiões na recepção da Bíblia, abordaremos os movimentos evangélicos fundamentalistas (AFONSO; CAMPOS, 2021) e suas práticas de leitura (CHARTIER, 2011) e, discorrendo sobre a semiótica aplicada à análise dos discursos (BARROS, 2003, 2011), estudaremos um exemplo textual capaz de demonstrar como a narratividade bíblica dá forma aos imaginários religiosos modernos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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PUCHNER, Martin. O mundo da escrita: como a literatura transformou a civilização. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.

Programa

Aula 1: Estudos críticos de segurança: definição e abordagens.
Aula 2: Gênero e raça como categorias de análise da segurança: debates contemporâneos.
Aula 3: Gênero e raça como objeto de estudo da segurança internacional: o caso do exército brasileiro no Haiti.
Aula 4: Entendendo a militarização brasileira a partir dos estudos feministas da segurança – resistências antimilitaristas e
antirracistas no Brasil.

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Bonditti, Philippe. “(Anti) terrorisme. Mutations des appareils de sécurité et figure de l’ennemi aux États-Unis depuis 1945”. Critique
internationale 61, no 4 (2013): 147–68.
Daho, G. La transformation des armées: enquête sur les relations civilo-militaires en France, Paris: Éditions de la Maison des
sciences de l’homme, 2016.
Wasinski, Christophe. “CounterPunch contre Counterinsurgency. Plagiat et contestation anthropologique à propos du nouveau
manuel contre-insurrectionnel des forces armées américaines”. Cultures & Conflits, no 71 (30 de outubro de 2008): 133–49.
Delori, M. « Humanitarian Violence: How Western Airmen Kill and Let Die in Order to Make Live », Critical Military Studies, 5, no 4,
2019, p. 322‐40.
Weizman, Eyal. The Least of All Possible Evils: Humanitarian Violence from Arendt to Gaza. 1. publ. London [u.a.]: Verso, 2011.

Programa

Bibliografia - Curso de Grego Moderno


ΚΛΙΚ στα ελληνικά – Klik sta ellinika (Unidades 5 a 8)
Publicado pelo Centro para a Língua Grega – do Ministério de Educação, o KLIK é o livro de curso grego
mais completo e confiável.
É um livro inovador para aprender grego moderno como segunda língua / língua estrangeira. Baseia-se
no novo programa de exame detalhado, implementando métodos de ensino contemporâneos e é
constantemente enriquecido com material novo em formato digital.
KLIK sta Ellinika compreende opções úteis e funcionais que permitem aos alunos aprender e praticar o
grego moderno de maneira rápida e fácil. Quando o aluno inicia este curso ele estabelece as bases para
a Certificação em grego moderno.

Material será fornecido pela ministrante.

Programa

Aula 1: Leitura crítica e o problema da desordem informacional. Noção de gênero, hipergênero e o papel da tecnologia no desenvolvimento dos gêneros textuais. Formulação de um plano de aula a ser revisto no final do curso.

Aula 2: O que é argumentação? Reflexão sobre enquadramentos teóricos e a argumentação como elemento constitutivo do discurso.

Aula 3: A internet e a cena da enunciação. As fake news e o seu elemento cênico.

Aula 4: A noção de ethos, pathos e logos. O papel da emoção e da razão segundo a análise do discurso.

Aula 5: O papel da doxa e dos estereótipos para a estabilização da comunicação.

Aula 6: A imagem como recurso persuasivo. Os textos multimodais.

Aula 7 e 8: A tipologia argumentativa de Perelman e Olbrechts-Tyteca. As falácias argumentativas.

Aula 9: Os esquemas argumentativos (análise de discursos enganosos) e as formas de sistematização desses achados para uso em sala de aula.A questão da modalidade veridictória como uma das marcas desses textos. Outras marcas linguísticas que aparecem recorrentemente nesses produções.

Aula 10: O tratamento da desinformação nos materiais didáticos Os recursos de checagem de informação. Reflexão sobre o conteúdo do curso e os planos de aula elaborados no início do curso.