Programa

 

Aula 1: O que é Chanoyu – Cerimônia do Chá. O que é Chadô – Caminho do Chá. Objetos indispensáveis para as aulas.//Etiqueta do Convidado: Postura para sentar-se e para levantar-se. Formas de cumprimentar. Forma de servir-se dos doces e do chá fraco.

Aula 2: Fukusa – Pano de seda para purificação // Revisão da aula anterior. Fukusa sabaki Maneira de dobrar o fukusa para purificar.

Aula 3: Usucha-ki - pote para chá fraco // Revisão da aula anterior. Formas de purificar os potes para o chá fraco.

Aula 4: Chashaku – colher de bambu para o chá // Revisão da aula anterior. Formas de purificar a colher de bambu.

Aula 5: Chawan – tigela. Chakin – pano de linho branco. Chasen – batedor de bambu // Revisão da aula anterior. Maneira de dobrar o chakin e purificar a tigela.

Aula 6: Kensui – recipiente para entornar a água usada e o futaoki – descanso para a tampa da chaleira // Revisão geral.

Aula 7: Mizuya – sala de apoio para preparativos e arrumação dos objetos. // Ryakubon Temae – Cerimônia do Chá Simplificada com o
uso da bandeja.

Aula 8: Temae – sequência de movimentos da Cerimônia // Ryakubon Temae


Aula 9: Os doces e seus recipientes // Ryakubon Temae

Aula 10: Sobre o chá // Ryakubon Temae

Aula 11: Kakemono – rolo de caligrafia ou pintura // Ryakubon Temae

Aula 12: Chabana - Arranjo Floral para o Chá e seus recipientes // Ryakubon Temae


Aula 13: Chashitsu – Recinto do chá.

Aula 14: Roji – a passagem do jardim // Ryakubon Temae


Aula 15: Os 4 princípios e as 7 normas. Ryakubon Temae

 

Bibliografia
IGUCHI, Kaisen (supervisão). Genshoku Chado Daijiten (Enciclopédia Ilustrada de Chado).  Editora Tankôsha – Kyoto, 1975.
HAYASHI, Sokei e HAYASHI, Soen (compilação e adaptação). Cha no Yu – Arte e Filosofia. Aliança Cultural Brasil-Japão.
São Paulo, 1995
KANEKO, Mitsuko e outros (org.). Matcha no Hon (Livro do Chá Verde em Pó)
– Editora Sekai Bunkasha – Tokyo, 1992.
KUWATA, Tadachika. Cha no Kokoro – Chado Meigenshû (O espírito do Chá – Antologia de Chadô)
– Editora Tokyodô – Tokyo, 1957.
OKAKURA, Tenshin. Cha no Hon - The Book of Tea – Editora Kôdansha – Tokyo, 1971.
SEN, Soshitsu (supervisão). Genshoku Odôgu no Atsukai (Livro Ilustrado sobre o Uso dos Utensílios)
– Editora Tankôsha – Kyoto, 1972.
SEN, Soshitsu (supervisão). Urasenke Chado Kyôka – Kyôyôhen – 16 volumes (Livros Didáticos de Urasenke Chado)
– Editora Tankôsha – Kyoto, 1979.
TANAKA, Sen-ô. Nanpô Roku Kenkyû (Estudos sobre Registros de Nanpô)
– Editora Chadô no Kenkyûsha – Tokyo, 1978.
UMEHARA, Takeshi e outros. Geijutsu Shinchô (Revista de Artes) – Editora Shinchô – Tokyo, agosto de 1991.
TANAKA, Sen-ô. Nanpô Roku Kenkyû (Estudos sobre Registros de Nanpô)
– Editora Chadô no Kenkyûsha – Tokyo, 1978.

Programa

Aula I – Construindo sentidos sobre feminismos 
a) Apresentação do curso;
b) proposta de construção colaborativa de sentidos sobre o feminismo, a partir de imagens;
c) aprofundamento das discussões por meio de conhecimentos sobre feminismo interseccional.
 
Leituras obrigatórias
- Introdução (“Aproxime-se do feminismo”);
- Capítulo 1 (“Políticas feministas: em que ponto estamos”);
- Capítulo 2 (“Conscientização: uma constante mudança de opinião”) – do livro O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras, de Bell Hooks.
- Artigo “Feminismo: uma história a ser contada”, de Constância Lima Duarte – no livro Pensamento feminista brasileiro: formação e contexto.
- Livro Interseccionalidade, de Carla Akotirene.
 
Leituras complementares
- Artigo “Feminismo, gênero e representações sociais”, de Angela Arruda – no livro Pensamento feminista brasileiro: formação e contexto.
- Artigo “Meio século de feminismo e o empoderamento das mulheres no contexto das transformações sociodemográficas do Brasil, de José Eustáquio et al – no livro 50 anos de feminismo: Argentina, Brasil e Chile.
- Capítulo 8 (“Feminismo global”) – do livro O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras, da autora Bell Hooks.
- Livro Mulheres e caça às bruxas, de Silvia Federici. 
 
Aula II – Feminismos, violência e decolonialidade
a) Proposta de construção colaborativa de sentidos sobre violências e preconceitos ligados a gênero, sexualidade e intersecções culturais, a partir de linguagens multimodais em cenários online-offline;
b) Aprofundamento das discussões por meio de conhecimentos sobre matriz colonial do poder, feminismo decolonial, gênero como performance e teoria Queer.
 
Leituras obrigatórias
- Artigo “Colonialidade: o lado mais escuro da modernidade”, de Walter Mignolo.
- Artigo “Rumo a um feminismo descolonial”, de María Lugones.
- Artigo “Atos performáticos e a formação dos gêneros: um ensaio sobre fenomenologia e teoria feminista”, de Judith Butler – no livro Pensamento feminista: conceitos fundamentais.
 
Leituras complementares
- Artigo “Quem reivindica a alteridade”, de Gayatri Spivak – no livro Pensamento feminista: conceitos fundamentais.
- Artigo “Racismo e sexismo na cultura brasileira, de Lélia Gonzalez – no livro Pensamento feminista brasileiro: formação e contexto.
- Artigo “(Re)definições e (des)construções identitárias em comunidades ativistas do Facebook: contribuições das epistemologias pós-feminista e queer”, de Fabiana Biondo e Inês Signorini.
- Manifesto ciborgue: ciência, tecnologia e feminismo-socialista no final do século XX, da autora Donna Haraway – no livro Antropologia do Ciborgue.
- Artigo “Transidiomaticity and transperforamnces in queer rap: toward an abject aesthetics”, de Branca Falabella Fabrício e Luiz Paulo da Moita Lopes.
 
Aula III – Feminismos, letramentos e educação crítica
a) Proposta de construção de sentidos sobre feminismos, direitos humanos e educação crítica, a partir de linguagens multimodais em cenários online-offline;
b) Aprofundamento das discussões, por meio de trabalhos sobre gênero, letramentos, educação crítica e currículo.
 
Leituras obrigatórias 
- Capítulo 3 (“Abraçar a mudança”); capítulo 8 (“Pensamento feminista na sala de aula agora”);
- Capítulo 12 (“Confrontação da classe social da sala de aula” – do livro Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade, da autora Bell Hooks.
- Artigo “Os novos letramentos digitais como lugares de construção de ativismo político sobre sexualidade e gênero, autor Luiz Paulo da Moita Lopes.
- Artigo “Convergência e diversidade no ensino de línguas: expandindo visões sobre a diferença”, da autora Walkyria Monte Mór.
 
Leituras complementares
- Os demais capítulos do livro Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade, da autora Bell Hooks.
- Capítulo “Uma política pós-identitária para a Educação”, do livro Um corpo estranho: ensaios sobre sexualidade e teoria queer, da Guacira Lopes Louro.
- Capítulo “Estranhar o currículo”, do livro Um corpo estranho: ensaios sobre sexualidade e teoria queer, da Guacira Lopes Louro.
- Artigo “Direitos humanos: perspectivas, mediações, práticas comunicativas – uma apresentação”, de Daniela Palma e Daniel Silva.
- Seção “Cidadania”, seção “Igualdade” e seção “Violências” do Dicionário crítico do feminismo, de Helena Hirata et al. Avaliação
- Participação efetiva nas discussões e atividades realizadas em sala de aula; leitura prévia dos textos indicados no programa do curso.
 
Bibliografia geral
AKOTIRENE, Carla. Interseccionalidade. São Paulo: Sueli Carneiro; Pólen, 2019.
Coleção Feminismos Plurais, de Djamila Ribeiro.
BIONDO, Fabiana Poças; SIGNORINI, Inês. (Re) definições e (des) construções identitárias em comunidades ativistas do Facebook: contribuições das epistemologias pós-feminista e queer. DELTA: Documentação e Estudos em Linguística Teórica e Aplicada, v. 31, n. 4, 2015. 
BLAY, Eva Altermman; AVELAR, Lúcia. 50 anos de feminismo: Argentina, Brasil e Chile. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, Fapesp, 2019. 
DA MOITA LOPES, Luiz Paulo. Os novos letramentos digitais como lugares de construção de ativismo político sobre sexualidade e gênero. Trabalhos em linguística aplicada, v. 49, n. 2, p. 393-417, 2010.
FABRICIO, Branca Falabella ; MOITA-LOPES, Luiz Paulo. Transidiomaticity and transperforamnces in queer rap: toward an abject aesthetics. Revista Gragoatá (UFF), v. 24, p. 136-159, 2019. 
FEDERICI, Silvia. Mulheres e caça às bruxas. São Paulo: Boitempo, 2019.
HARAWAY, Donna; KUNZRU; Hari; TADEU, Tomas (orgs.) Antropologia do Ciborgue: as vertigens do pós-humano. Belo Horizonte: Autêntica, 2000. 
Hirata, Helena et al. Dicionário crítico do feminismo. São Paulo: Editora Unesp, 2009.
HOLLANDA, Heloisa Buarque de. Pensamento feminista brasileiro: formação e contexto. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.
HOLLANDA, Heloisa Buarque de. Pensamento feminista: conceitos fundamentais. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.
HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2017.
HOOKS, Bell. O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2019.
LOURO, Garcia Lopes. Um corpo estranho: ensaios sobre sexualidade e teoria queer. Belo Horizonte: Autêntica, 2018.
LUGONES, María. Rumo a um feminismo descolonial. Revista Estudos Feministas, v. 22, n. 3, p. 935- 952, 2014.
MIGNOLO, Walter D.; trad. OLIVEIRA, Marco. Colonialidade: o lado mais escuro da modernidade. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 32, n. 94, 2017.
MONTE MÓR, Walkyria. Convergência e diversidade no ensino de línguas: expandindo visões sobre a" diferença". Polifonia, v. 21, n. 29, 2014.
PALMA, Daniela; NASCIMENTO, Daniel. Direitos humanos: perspectivas, mediações, práticas comunicativas–uma apresentação. Trabalhos Em Linguística Aplicada, v. 57, n. 2, p. 601-615, 2018.

 

Programa


Aula 1: Os Livros de horas: seu conteúdo, usos e funções na sociedade medieval
• A formação dos Livros de horas
• Conteúdo textual dos Livros de horas
• Usos e funções dos Livros de horas

Aula 2: Mercado e trabalho
• A confecção dos Livros de horas
• Os agentes sociais do mercado de livros

Aula 3: A iluminação dos Livros de horas
• O programa iconográfico dos Livros de horas
• As funções das iluminuras nos Livros de horas

Aula 4: Os manuscritos da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro I
• A formação da coleção da Biblioteca Nacional
• Os Livros de horas da seção de manuscritos


Aula 5: Os manuscritos da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro II
• Os Livros de horas provenientes da Real Biblioteca Portuguesa

Bibliografia:


ALEXANDER, Jonathan J. G. Medieval Illuminators and Their Methods of Work. New Heaven: Yale University Press, 1992.

AVRIL, François. “Les copies à repetition. A propos de la circulation et de la dissemination des modéles”. In.: Tributes to Jonathan J. G. Alexander. Harvey Miller, 2006, p. 127 – 140.

BASCHET, Jérôme; SCHMITT, Jean-Claude (org.). L’Image: fonctions et usages des images dans l’Occident medieval. Paris: Le Leopard D’Or, 1996.

BASCHET, Jérôme. “A expansão ocidental das imagens”. In: ______. A Civilização Feudal: do ano mil à colonização da América. Rio de Janeiro: Globo, 2005, p. 481 – 523.

______. L’iconographie médiévale. Paris: Gallimard, 2008.

BELL, Susan. “Medieval Women Book Owners: Arbiters of Lay Piety andAmbassadors of Culture”. In: Signs: Journal of women in culture and society 7/4, 1982, p. 742-768.

BELL, Susan. “Medieval Women Book Owners: Arbiters of Lay Piety and Ambassadors of Culture”.Signs: Journal of women in culture and society 7/4, 1982, p. 742-768.

BERGE, Damião. “Um livro de horas do século XIV na Biblioteca Nacional”. In: Revista Verbum, Rio de Janeiro, Tomo II, n.1, p. 49-99, mar. 1945.

______. Livros de Horas manuscritos iluminados da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. [Rio de Janeiro, 1973?]. [609] f. Original. Dat. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional (ms. 23,2,12).

BERGEN, Saskia Van. “The production of Flemish books of hours for the English market: standardization and workshop practices”. In: DEKEYZER, Brigitte; STOCK, Jan Van der. Manuscripts in Transition: recycling manuscripts, texts and images. Leuven: Uitgeverij Peeters, 2005, p. 271-283.

BROWN, Michelle. Understanding illuminated manuscripts: a guide to technical terms. Los Angeles: The J. Paul Getty Museum/The British Library, 1994.

CAMILLE, Michael. “Seeing and Reading: some visual implications of medieval literacy and illiteracy”. In: Art History, vol. 8, n.1, 1985, p. 26 – 49.

______. “Making margins”. In: Image on the Edge: The Margins of Medieval Art. Londres: Reaktion Books Ltd, 1992.

CASTELNUOVO, Enrico. “O Artista”. In: LE GOFF, J. O homem medieval. Lisboa: Ed. Presença, 1998, p. 145-162.

CUNHA, Lygia da Fonseca Fernandes. “Subsídios para a história da Biblioteca Nacional”. Anais da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro, Vol. 101, 1981, p. 123-146.

______. “Real Biblioteca: apontamentos sobre seu acervo”. Anais do Seminário Internacional D. João VI – Um Rei aclamado na América. Rio de Janeiro: MHN, março/2000, p. 208-220.

DAMASCENO, Darcy. Manuscritos – séc XII-XVIII: Pergaminhos iluminados e documentos preciosos. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 1973.

EXPOSIÇÃO PERMANENTE DOS CIMÉLIOS DA BIBLIOTECA NACIONAL. Rio de Janeiro: Leuzinger & Filhos, 1885. Catálogo de exposição.

FAILLACE, Vera Lucia Miranda. Catálogo dos livros de horas da Biblioteca Nacional do Brasil. Rio de Janeiro: FBN, 2016.

FRÓES, Vânia Leite. “O livro de horas dito de D. Fernando – maravilha para ver e rezar”. Anais da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro, Vol. 129, 2011, p. 83-135.

HAMEL, Christopher. “Books for Everybody”. In: A history of illuminated manuscripts. Londres: Phaidon Press, 2006, p. 168-199.

____________. Scribes and Illuminators. Buffalo: University of Toronto Press, 1992.

____________. Manuscritos notáveis. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2017.

______. “Book of Hours”. In: TURNER, Jane (ed.). The Grove Dictionary of Art. Londres: Macmillan Publishers Limited, 1996, p. 369-372.

MARROW, James. As Horas de Margarida de Cleves. Lisboa: Ms. Calouste Gulbenkian,
1995.

______. “The Pembroke Psalters Hours”. In: Als Ich Can: liber amicorum in memory of professor Dr. Maurits Smeyers. Leuven: Uitgeverij Peeters, 2005, p. 861-902.

MARTIMORT, Aimé. “A Liturgia e o Tempo”. In.: A Igreja em Oração: introdução à liturgia. Petrópolis: Vozes, 1992.

PÄCHT, O. La Miniatura Medieval: una introducción. Madrid: Alianza, 1993.

PENKETH, Sandra. “Women and Book of Hours”. In: SMITH, L., TAYLOR, J. Women and the book: assessing the visual evidence. Toronto: University of Toronto Press, 1996, p. 266-281.

RANDALL, Lilian. Images in the margins of gothic manuscripts. Berkeley: University of California Press, 1996.

REINBURG, Virginia. “‘For the use of women’: women and books of hours”. Early Modern Women Journal, vol. 4, 2009, p. 235-240.

SAENGER, Paul. “Reading in the Later Middle Ages”. In: CHARTIER, Roger; CAVALLO, Guglielmo. A History of reading in the west. Cambridge: Polity Press, 1999.

SCHMITT, Jean-Claude.; LE GOFF, Jacques. “Imagens”. In: Dicionário Temático do Ocidente Medieval, vol. 1. São Paulo: EDUSC, 2002, p. 591 – 605.

______. O Corpo das Imagens: ensaios sobre a cultura visual na Idade Média. São Paulo: EDUSC, 2007.

SCHWARCZ, Lilia Moritz. A longa viagem da Biblioteca dos Reis: do terremoto de Lisboa à Independência do Brasil. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2002.

SMEYERS, Maurice. La miniature. Turnhout: Brepols, 1974.

STERPONI, Laura. “Reading and meditation in the Middle Ages: Lectio divina and the book of hours”. Text & Talk, nº 28, ano 5, 2008, p. 667-689.

VAUCHEZ, André. A espiritualidade da Idade Média Ocidental. Rio de Janeiro: Zahar, 1995.

WALTHER, I. WOLF, N. Codices Ilustres: los manuscritos iluminados más bellos del mundo desde 400 hasta 1600. Madrid: Taschen, 2005.

WIECK, Roger S. Painted Prayers: The Book of Hours in medieval and Renaissance Art. New York: The Pierpont Morgan Library, 1997.

______. Time Sanctified: the book of hours in medieval art and life. New York: George Braziller Inc, 2001.

WIRTH, Jean. Les marges à drôleries des manuscrits gothiques (1250-1350). Chartres: Libraire Droz, 2008.

Programa

A – Introdução: o entrelaçamento do tempo histórico-ficcional.
B – Narrativas, cotidiano e dinâmicas político-culturais do humor.
C – Balanços, perspectivas.

Referências bibliográficas:
AGOSTINI, Ângelo; CAMPOS, Américo; REIS, Antônio Manoel dos. Cabrião: semanário humorístico editado por Ângelo Agostini, Américo de Campos e Antônio Manoel dos Reis: 1866-1887/introdução de Délio Freire dos Santos. - 2 ª ed. rev. e ampl. – São Paulo: UNESP: Imprensa Oficial do Estado, 2000.
ALMEIDA, Silvia Capanema e SILVA, Rogério Sousa. Do (in) visível ao risível: o negro e a “raça nacional” na criação caricatural da Primeira República. Em: Estudos Históricos, vol. 26, nº 52. Rio de Janeiro: CPDOC, julho-dezembro de 2013, p. 316-345.
AMARAL, Aracy. Correspondência Mário de Andrade & Tarsila do Amaral. Edusp & IEB, São Paulo, 1ª ed., 2001.
AMARAL, Leônidas do, Os pródromos da campanha presidencial - As cartas e primeiros discursos, Edição do Autor, São Paulo, 1929.
BAKHTIN, Mikhail. A cultura popular na Idade Média e no Renascimento: o contexto de François Rabelais. Trad. Yara Frateschi Vieira. São Paulo: Hucitec; Brasília: Editora da UnB, 1987 (Linguagem e cultura).
BALABAN, Marcelo. Poeta do lápis: sátira e política na trajetória de Angelo Agostini no Brasil imperial (1864-1888). Campinas: Unicamp, 2009.
BELLUZZO, Ana Maria de Moraes. Voltolino e as raízes do modernismo. São Paulo: Marco Zero, 1992.
BENJAMIN, Walter. Charles Baudelaire: um lírico no auge do capitalismo. Trad. José Carlos Martins Barbosa e Hemerson Alves Baptista. Brasiliense: São Paulo, 1989. (Obras escolhidas, vol. 3)
BIBLIOTECA NACIONAL. O Rio na caricatura. Apresentação Adonias Filho. Introdução Álvaro Cotrim. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 1965.
BRAIT, Beth. Ironia em perspectiva polifônica. 2ª Ed. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 2008.
BRAUDEL, Fernand. Civilização material, economia e capitalismo: séculos XV-XVIII. São Paulo, Martins Fontes, 1995. v. 1. (As estruturas do cotidiano).
CARDOSO, Athos Eichler (org.). As aventuras de Nhô Quim & Zé Caipora: os primeiros quadrinhos brasileiros (1869 - 1883). 2ª. Ed. Brasília: Senado Federal, Conselho Editorial, 2005.
CARUSO, Paulo. Avenida Brasil: “assim caminha a modernidade”. 2 ª ed. São Paulo: Globo, 1993.
CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: 1. Artes de fazer. 13ª. Ed. Tradução de Ephraim Ferreira Alves. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.
CERTEAU, Michel de; GIARD, Luce; MAYOL; Pierre. A invenção do cotidiano: 2. Morar, cozinhar. 7ª. Ed. Tradução de Ephraim Ferreira Alves e Lúcia Endlich Orth. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
COTRIM, Álvaro (Alvarus). J. Carlos: época, vida, obra. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
CUNHA, Euclides Rodrigues Pimenta da. Diário de uma expedição. São Paulo, SP: O Estado de São Paulo, 1897.
CRUZ, Heloísa Faria. São Paulo em papel e tinta: periodismo e vida urbana, 1890-1915. São Paulo: Arquivo Público do Estado de São Paulo, 2013.
FALCÃO, Edgar de Cerqueira (org.). Oswaldo Cruz monumenta histórica, tomo I: A incompreensão de uma época Oswaldo Cruz e a caricatura. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1971 (Brasiliensia Documenta vol. VI).
FRADIQUE, Mendes. História do Brasil pelo methodo confuso. 4ª. ed. Rio Janeiro: Livraria Leite Ribeiro, 1922.
FRYE, Northop. Anatomia da crítica. Trad. De Péricles Eugênio da Silva Ramos. São Paulo: Cultrix, 1973.
FUNARTE. J. Carlos: cem anos. Texto de Irma Arestizábal. Rio de Janeiro: FUNARTE/Instituto Nacional de Artes Plásticas; PUC/Solar Gradjean de Montigny, 1984.
GAMA, Luís. Diabo coxo: São Paulo: 1864-1865/ redigido por Luís Gama; ilustrado por Angelo Agostini. – ed. fac-similar. São Paulo: a Universidade de São Paulo, 2005.
GUMBRECHT, Hans Ulrich. Modernização dos sentidos. Trad. Lawrence Flores Pereira. São Paulo: Ed. 34, 1998.
JOÃO DO RIO. Pall-Mall Rio: o inverno carioca de 1916. Rio de Janeiro: Villas Boas, 1917. Crônica. BARRETO, Paulo. (João do Rio).
JONOVITCH, Paula Ester. Preso por trocadilho - A imprensa de narrativa irreverente paulistana de 1900 a 1911. São Paulo: Alameda, 2006.
KONDER, Leandro. O humorista da democracia. São Paulo: Brasiliense, 2002 (Encanto Radical; 37).
LAGO, Pedro Corrêa. Caricaturistas brasileiros: 1836 – 2001. 2ª. Ed. revista pelo autor. Rio de Janeiro: Contracapa, 2001.
LEITE, Sylvia Helena Telarolli de Almeida. Chapéus de palha, panamás, plumas, cartolas: a caricatura na literatura paulista (1900-1920). São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1996.
LEMOS, Renato (org.). Uma história do Brasil através da caricatura: 1840-2006. 2ª. Ed. Rio de Janeiro: Bom Texto, 2006.
LIMA BARRETO, Afonso Henriques de. Diário íntimo. São Paulo: Brasiliense, 1956.
LIMA, Herman. Alvarus e seus bonecos. Rio de Janeiro: Ministério da Educação e Cultural, 1954.
______. História da caricatura no Brasil, vol. I. Rio de Janeiro: José Olympio, 1963.
______. História da caricatura no Brasil, vol. II. Rio de Janeiro: José Olympio, 1963.
______. História da caricatura no Brasil, vol. III. Rio de Janeiro: José Olympio, 1963.
______. História da caricatura no Brasil, vol. IV. Rio de Janeiro: José Olympio, 1963.
LUSTOSA, Isabel (org.). Imprensa, humor e caricatura: a questão dos estereótipos. Belo Horizonte: UFMG, 2011.
MACHADO DE ASSIS, Joaquim Maria. Esaú e Jacó. Rio de Janeiro : H. Garnier, 1904.
MAGNO, Luciano. História da caricatura brasileira: os precursores e a consolidação da caricatura no Brasil, vol. 1. Rio de Janeiro: Gala Edições, 2012.
MANTUA, Simão de. Figurões vistos por dentro: estudo de psychologia social brasileira, vol. II. São Paulo: Monteiro Lobato & Cia. - Editores, 1921.
MONTEIRO LOBATO, José Bento Renato. Urupês. Revista do Brasil: São Paulo, 1918.
MOTTA, Rodrigo P. Sá. Jango e o golpe de 1964. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
MUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES. Calixto Cordeiro. Apres. De Alcídio Mafra de Souza. Depoimento de Antônio Nássara. Texto de Mônica F. Braunschweiger Xexéo e Macus Tadeu Daniel Ribeiro. Rio de Janeiro, 1987.
PEDERNEIRAS, Raul. Nós pelas costas: notas soltas de um caderno de viagem - Textos e calungas de Raul. Rio de Janeiro: Officinas Graphicas do “Jornal do Brasil”, 1930.
POSSENTI, Sírio. Humor, língua e discurso. São Paulo: Contexto, 2010.
SALIBA, Elias Tomé. Raízes do riso: a representação humorística na história brasileira: da Belle Époque aos primeiros tempos do rádio. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
SANSOT, Pierre. Les formes sensibles de la vie sociale. Paris: Presses Universitaires de France, 1987.
SETH. Desenhos a pena de Seth (1929-1936). Edição do atelier Seth: Rio de Janeiro, 1937.
SILVA, Hippolyto da. Humorismos da propaganda republicana (Primeira Parte). São Paulo: Duprat & Cia., 1904.
SILVA, Marcos A. Caricata República: Zé Povo e o Brasil. São Paulo: Marco Zero, 1990.
______________. Prazer e Poder do Amigo da Onça: 1943-1962; Editora Paz e Terra, Rio de Janeiro, 1989.
SILVA, Rogério Souza. Modernidade em desalinho: costumes, cotidiano e linguagens na obra humorística de Raul Pederneiras (1898-1936). Jundiaí: Paco, 2017.
SILVEIRA, Mauro Cesar. A batalha de papel: a guerra do Paraguai através da caricatura. Porto Alegre: L&PM, 1996.
SINZIG, Frei Pedro. A caricatura na imprensa brasileira: contribuição para um estudo histórico-social. Petrópolis, RJ: Typ. das “Vozes de Petrópolis”, 1911.
SOBRAL, Julieta. O desenhista invisível. Rio de Janeiro: Folha Seca, 2007.
SOUZA FILHO, Henrique de. Urubu e o Flamengo. São Paulo: Trinta e Quatro 1996.
TAUNAY, Alfredo d'Escragnolle (Visconde de Taunay). O Encilhamento. Cenas contemporâneas da Bolsa do Rio de Janeiro em 1890, 1891 e 1892. Rio de Janeiro: Domingos de Magalhães, 1894.
TAVORA, Araken. Dom Pedro II e seu mundo através da caricatura. Rio de Janeiro: Documentário, 1976.

1) Textos de apoio:
VELLOSO, Monica Pimenta. Modernismo no Rio de Janeiro: turunas e quixotes. Rio de Janeiro: Editora Fundação Getúlio Vargas, 1996.
WHITE, Hayden. Meta-História: a imaginação histórica do século XIX. Trad. José Laurêncio de Melo. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1992. (coleção Ponta vol. 4).
______. Trópicos do discurso: ensaios sobre a crítica da cultura. Trad. Alípio Correia de Franca Neto. 2 ª ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001 (Ensaios de Cultura: 6).

Periódicos:

CARETA.
FILHOTE DO CARETA.
FON-FON!
ILUSTRAÇÃO BRASILEIRA
O MALHO.
REVISTA DA SEMANA.
REVISTA DO BRASIL.
D. QUIXOTE.
TAGARELA.

Programa

1ª Aula (14/09)
Oswaldo de Camargo - Jornalista e Escritor; Especialista em Literatura.
Língua e Literatura Negra no Brasil

2ª Aula – (21/09)
Profª Drª Marina Pereira de Almeida Mello (UNIFESP-Guarulhos/SP)
O negro no território brasileiro e o regime escravista: adaptação e resistência

3ª Aula – (28/09)
Profª Drª Rosângela Malachias (FEBF/UERJ-RJ) rosmalach@gmail.com
O negro pós abolição e novas formas de resistências

4ª Aula – (05/10)
Prof. Dr. Vágner Gonçalves da Silva (DA/FFLCH/USP)
Religiões de matrizes africanas no Brasil: Arte, símbolo e poder

5ª Aula – (19/10)
Prof. Dr. Luiz Mauricio Azevedo da Silva (pós-doutorando DLCV/FFLCH/USP)
Resistência negra na Literatura

6ª Aula – (26/10)
Profª Drª Maria Cecília Félix Calaça (FLATED/CE)
Resistência negra na arte afro-brasileira

7ª Aula – (09/11)
Profª Drª Rosenilton Silva de Oliveira (FE/USP)
Diversidade étnico-racial na educação: desafios e perspectivas

8ª Aula – (16/11)
Profa. Ms. Mônica Mendes Gonçalves (doutoranda FSP/USP)
Racismo e saúde pública

Bibliografia
AMARAL, Rita e SILVA, Vagner Gonçalves da -"Religiões afro-brasileiras e cultura nacional: uma etnografia em hipermídia”. Caderno Pós Ciências Sociais. v.3, n.6, jul/dez, São Luis, pp 107-130.
AZEVEDO, Luiz Mauricio. “Cidinha da Silva e o O homem azul do deserto”. Porto Alegre: Nau Literária, Dossiê Literatura , Raça e Etnia. v. 17, n. 1, 2020.
AZEVEDO, Luiz Mauricio. “Ideologias Literárias da cor na reconfiguração do cânone Brasileiro”. Porto Alegre: Revista de Literatura Brasileira, V. 33, N. 61, 2020.
AZEVEDO, Luiz Mauricio. Estética e raça: ensaios sobre a literatura negra. Porto Alegre: Sulina, 2021.
CAMARGO, Oswaldo de. O negro escrito. São Paulo: Imprensa Oficial do Estados de São Paulo, 1987.
CAVALLEIRO, Eliane (org.).  Educação Anti-racista: Caminhos abertos pela lei federal n°10.639/2003 .  Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2004. 
DOMINGUES, P - Cidadania por um fio: o associativismo negro no Rio de Janeiro (1888-1930). Disponível: https://www.scielo.br/j/rbh/a/tVPZ74sD7FXPzSjrgh5BVtk/?format=pdf&lang=…
DUARTE, Eduardo de Assis. “Por um conceito de Literatura afro-brasileira”. Terceira Margem, Rio de Janeiro • Número 23 • p. 113-138 • julho/dezembro 2010
EAGLETON, Terry. Teoria literária: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2013.
FERRARA, M - A Imprensa Negra Paulista, 1985 - In: https://www.anpuh.org
FOLEY, Barbara. Marxist literary criticism today. Nova York: Pluto books, 2020.
GERBER, Raquel (Direção). Ôrí. Fotografia de Hermano Penna, Pedro Farkas, Jorge Bodanzky, entre outros, música de Naná Vasconcelos e arranjos de Teese Gohl. 1989. 
GOMES. Nilma Lino.  Indagações sobre o currículo: diversidade e currículo   In: BEAUCHAMP, Sandra D. P. e NASCIMENTO, Aricélia R. do. Coleção Indagações sobre o currículo. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007.
GONÇALVES, M. M. Capítulo 5. Racismo na Saúde: Os Mecanismos (pp. 155-173).
GONÇALVES, M. M. Raça e Saúde: Concepções, Antíteses e Antinomia na Atenção Básica. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Saúde Pública. 2017.
GONÇALVES, M. M.; SCHUCMAN, L. V. “Saúde, Branquitude e Racismo Estrutural em Tempos Pandêmicos. Entrevista à Revista Nossa Voz. Disponível em  https://medium.com/nossa-voz/sa%C3%BAde-branquitude-e-racismo-estrutura…
GONZALEZ, LÉLIA . Nanny: Pilar da amefricanidade* - Este texto reproduz algumas passagens também presentes em “A categoria político-cultural de amefricanidade”. Ambos foram publicados em 1988. 
GONZALEZ, Lélia. “A categoria político-cultural de amefricanidade.” Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro (92/93): 69-82, jan./jun. 1988. Disponível em: https://negrasoulblog.files.wordpress.com/2016/04/a-categoria-polc3adti…
GONZALEZ, Lélia. “Racismo e sexismo na cultura brasileira.” In: SILVA, Luiz Antônio Machado et alii. Movimentos sociais urbanos, minorias étnicas e outros estudos. Brasília, ANPOCS, 1983. 303p. p. 223-44. (Ciências Sociais Hoje, 2.).
GUIMARÃES, A.S.A. Racismo e Antirracismo no Brasil. 3 ed. São Paulo, Editora 34, 2009. Cap. I (pp. 20 a 37)
HOCHMAN, G.; LIMA, N.T. “Condenado pela Raça, Absolvido pela Medicina: O Brasil Descoberto Pelo Movimento Sanitarista da Primeira República”. In  MAIO, M. C.; SANTOS, R. V. (Org). Raça, Ciência e Sociedade. Rio de Janeiro, Fiocruz, 1996.
LOPES, F. Para além das Barreiras dos Números: Desigualdades Raciais em Saúde. Cad. Saúde Pública. Rio de Janeiro, v. 21, n. 5, p. 1595-1601, Set-Out. 2005. 
MARX, Karl. Ideologia alemã. São Paulo, Boitempo, 2013.
MENEZES, Hélio. “Exposições e críticos de arte afro-brasileira: um conceito em disputa”. Histórias afro-atlânticas (vol 2) – Antologia, organização editorial: Adriano Pedrosa, Amanda Carneiro, André Mesquita. São Paulo: MASP, 2018
MOREL, Marco. João Cândido: A luta pelos direitos humanos. Brasília: Projeto Memória; ACAN; Fundação Banco do Brasil; Petrobrás, 120p. Visite:  http://www.projetomemoria.art.br/JoaoCandido/downloads2.html
MORSS, Susan Buck. Hegel e o Haiti. São Paulo: N-1 edições, 2018.
MOTA, A. Quem é Bom já Nasce Feito: Sanitarismo e Eugenia no Brasil. Rio de Janeiro, DP&A, 2003.
MUNANGA, K. “Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia”. In: 3º Seminário Nacional Relações Raciais e Educação, PENESB-RJ, 5 nov. 2003. 
MUNANGA, K. “Arte afro-brasileira: o que é, afinal?”. Histórias afro-atlânticas (vol 2) – Antologia, organização editorial: Adriano Pedrosa, Amanda Carneiro, André Mesquita. São Paulo: MASP, 2018
NASCIMENTO, Abdias do. “Teatro Experimental do Negro: trajetória e reflexões”. In: Cultura • Estudos Avançados. 18 (50) • Abr 2004. Disponível: https://doi.org/10.1590/S0103-40142004000100019
NASCIMENTO, Abdias. “Arte afro-brasileira: um espírito libertador”. Histórias afro-atlânticas (vol 2) – Antologia, organização editorial: Adriano Pedrosa, Amanda Carneiro, André Mesquita. São Paulo: MASP, 2018
NASCIMENTO, Beatriz. A mulher negra e o amor. Jornal Maioria Falante. No. 17, Fev – março, 1990, p. 3.
OLIVEIRA, Rosenilton Silva de.  Educação para a diversidade racial no contexto brasileiro: o contexto das leis 10639/2003 e 11645/2008.  Argumentos, v. 15, n. 1, jan/jun, 2018.
PEREIRA, Artur Oriel; SANTIAGO, Flavio; SOUZA, Ellen Gonzaga Lima.  Ubuntu: acolhimento ancestral e inquietações feministas negras à educação de bebês e crianças pequenas em creches e pré-escolas . Revista Teias, v. 19, n. 53, p. 314-329, jul. 2018.
RATTS, A. Eu sou atlântica: sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento. São Paulo: Instituto Kuanza; Imprensa oficial, 2006.
ROBINSON, Cedric. Black marxism. Chappel Hill, 1982.
SCHECHTER, RC & VIDA, EV. “O apagamento de Virgínia Leone Bicudo e seus Trabalhos Sociológicos”. Revista Transversos. Rio de Janeiro, n. 20, dez. 2020. Disponível: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/transversos/article/view/54…
SILVA, Vagner Gonçalves da. Candomblé & Umbanda: Caminhos da Devoção Brasileira. São Paulo, Summus/Selo Negro, 2005, 149 pp.
SILVA, Vagner Gonçalves; OLIVEIRA, Rosenilton Silva de; SILVA NETO, José Pedro (Orgs). Alaiandê Xirê: desafios da cultura religiosa afro-americana no Século XXI. São Paulo: FEUSP, 2019.
TODOROV, T. Nós e os Outros. A Reflexão Francesa sobre a Diversidade Humana. Jorge Zahar, Rio de Janeiro, 1993. [Parte 2 - Raças - A Raça e o racismo (pp. 107 - 141)]
VALLADARES, Clarival do Prado. “O impacto da cultural africana no Brasil – 2 o . FESTAC, Lagos, Nigéria”. Histórias afro-atlânticas (vol 2) – Antologia, organização editorial: Adriano Pedrosa, Amanda Carneiro, André Mesquita. São Paulo: MASP, 2018

Programa

Composto de 4 encontros com duas horas de duração cada, o curso é aberto a todos interessados em escrita literária e artes do corpo.

AULA 1
- Apresentação do curso;
- Arte performática vs estética performativa – uma aproximação teórica;
- O que é um programa performativo?
- Primeira sessão de escrita.

AULA 2
- A noção de procedimento na literatura
- Literatura numa perspectiva expandida (noção de “poesia pós-poética”)
- Segunda sessão de escrita.

AULA 3
- O corpo sob o domínio da técnica
- Terceira sessão de escrita

AULA 4
- Ciclo performativo – texto, leitura e escrita.
- Impressões finais e compartilhamento dos materiais levantados.

BIBLIOGRAFIA

AGAMBEN, Giorgio. O que é o ato de criação. 1987. In: AGAMBEN, Giorgio. O fogo e o relato: ensaios sobre criação, escrita, artes e livros. Tradução de Andrea Santurbano e Patricia Peterle. São Paulo: Boitempo, 2018.
AGUILAR, Gonzalo; CÁMARA, Mario. A máquina performática: a literatura no campo experimental. Rio de Janeiro: Rocco, 2017.
AIRA, César. Pequeno manual de procedimentos. Tradução de Eduardo Marquardt e Marcos Maschio Chaga. Curitiba: Arte e Letra, 2007.
BARTHES, Rolland. A morte do autor. In: O rumor da língua. Trad. Mário Laranjeira. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
BERARDI, Franco. Depois do Futuro. Trad. Regina Silva. São Paulo: Ubu, 2019.
BOURRIAUD, Nicolas. Pós-produção: como a arte reprograma o mundo contemporâneo. Trad. Denisse Bottman. São Paulo: Martins, 2009.
CRARY, Jonathan. 24/7: Capitalismo Tardio e os fins do sono. Trad. Joaquim Toledo Junior. São Paulo: Ubu, 2016.
CHKLOVSKI, Viktor. “A arte como procedimento”. 1917. In: RIBEIRO, Ana Mariza et al. Teoria da literatura: os formalistas russos. Porto Alegre: Editora Globo, 1976. p. 39-56.
FABIÃO, Eleonora. Programa Performativo: o corpo-em-experiência. ILINX Revista do LUME (Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas Teatrais da UNICAMP, v. 4, 2013.
FERNANDES, Sílvia. Teatralidades contemporâneas. São Paulo: Perspectiva, 2010.
FISCHER-LICHTE, Erika. Estética do performativo. Trad.: Manuela Gomes. Lisboa: Orfeu Negro, 2019.
GOLDSMITH, K. Uncreative Writing. Managing Language in the Digital Age. New York: Columbia University Press, 2011.
MALLO, Augustín Fernández. Postpoesia: hacia un nuevo paradigma. Barcelona: Anagrama, 2009.
MALLO, Augustín Fernández. Blog Up. Ensayos sobre cultura y sociedad. Valladolid: Universidad de Valladolid, 2012.
MALLO, Augustín Fernández. Nocilla Experience. Tradução de Joana Angélica d'Avila Melo. São Paulo: Cia. Das Letras, 2013.
MALLO, Augustín Fernández. Teoría General de la Basura (cultura, apropiación, complejidad). Barcelona: Galaxia Gutenberg, 2018.
MOLINA, Débora. Autoria no século XXI: escrita não criativa e gênio não original. 2017. 81f. Dissertação (Mestrado em Letras) – Instituto de Letras, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2017.
PERLOFF, Marjorie. O gênio não original: poesía por otros meios no novo século. Belo Horizonte: UFMG, 2013.

Programa

1º encontro: A produção da cidade e suas desigualdades em linhas de raça, gênero e classe social
FRANÇA, Danilo S. N. Segregação Racial em São Paulo: Residências, redes pessoais e trajetórias urbanas de
negros e brancos no século XXI. 2017. 241p. Tese (Doutorado em Sociologia), FFLCH/USP, São Paulo, 2018.
GALICHO, Bruna S. Caminhos da Diferença: corpo e cidade na circulação cotidiana das mulheres da periferia sul
de São Paulo. 2021, 168 p. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social), FFLCH/USP, São Paulo, 2021.
Bibliografia complementar
D`Andrea, Tiaraju. Contribuições para a definição sobre os conceitos periferia e sujeitas e sujeitos periféricos

Dosseiê Subjetividades Periféricas, Novos Estudos CEBRAP 39 (1). Jan-Abri 2020.
Das, Veena; Poole, Deborah. (2008). El estado e sus márgenes: Etnografías comparadas
Milena Mateuzi. (2022). Introdução. in: Tramas do cuidado entre a vida e a morte: agenciamentos femininos nas
periferias de São Paulo. 2022. Tese (Doutorado em Antropologia Social), FFLCH/USP, São Paulo.

2º encontro: Periferias e seus movimentos a partir de uma perspectiva racial e generificada: movimentos
populares dos anos de 1990, clube de mães, hip hop, coletivos, feminismo periférico, luta contra o
genocidio, dentre outras lutas.

OLIVEIRA, Alessandra K. T. Capítulo 1. In: Gritos e silêncios: um mergulho no cotidiano e na intimidade de
mulheres negras ativistas da periferia sul de São Paulo. 2022, 219 f. Dissertação (Mestrado em Antropologia
Social), FFLCH/USP, São Paulo, 2022
OLIVEIRA-MACEDO, Shisleni (2021). Introdução e capítulo 2. In: Salve quebradas! Raça, educação e articulações
feministas na periferia de São Paulo. 2021, 186 p. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social), FFLCH/USP,
São Paulo, 2021
Bibliografia complementar
FELTRAN, Gabriel. Movimentos, entidades: o CEDECA Sapopemba. In Fronteiras de tensão: um estudo sobre
política e violência nas periferias de São Paulo. São Paulo: Editora Unesp, 2011
MACEDO, Márcio. Hip-Hop SP: transformações entre uma cultura de rua, negra e periférica (1983-2013). In:
KOWARICK, Lúcio; FRÚGOLI, Heitor (orgs). Pluralidade urbana em São Paulo: vulnerabilidade, marginalidade e
ativismos. São Paulo: Editora 34; FAPESP, 2016. Cap. 1, pp 23-55.
OLIVEIRA, Danielle R. Encruzilhada das Guerreiras da periferia sul de São Paulo: Feminismo Periférico e
Fronteiras Políticas. 2019, 269 p. Dissertação (Mestrado em Sociologia), IFCS/UNICAMP, São Paulo, 2019.
http://repositorio.unicamp.br/Acervo/Detalhe/1097490 (Cap. 4 -terra fértil em que corpos (re)vivem rebeldias e
alegrias de mulheres guerreiras – feminismo periférico )
MOUTINHO, Laura; Alves, Valéria; Carmo, Milena M. “Quanto Mais Você Me Nega, Mais Eu Me Reafirmo”:
Visibilidade e Afetos na Cena Negra Periférica. Paulistana Revista Tomo, v. 28, jan/jun, 1-27, 2014

3º encontro: Violência e cuidado - formas generificadas de produzir territórios em tempos neoliberais
OLIVEIRA, Alessandra K. T. Capítulo 1. In: Gritos e silêncios: um mergulho no cotidiano e na intimidade de
mulheres negras ativistas da periferia sul de São Paulo. 2022, 219 f. Dissertação (Mestrado em Antropologia
Social), FFLCH/USP, São Paulo, 2022
CARMO, MILENA M.. (2022). Capítulo 1 e 2. in: Tramas do cuidado entre a vida e a morte: agenciamentos
femininos nas periferias de São Paulo. 2022. Tese (Doutorado em Antropologia Social), FFLCH/USP, São Paulo.
Bibliografia Complementar
FELTRAN, Gabriel S. Fronteiras de tensão: um estudo sobre política e violência nas periferias de São Paulo. São
Paulo: Editora Unesp, 2011.
BIRMAN, Patrícia; PIEROBON, Camila. Viver sem guerra? Poderes locais e relações de gênero no cotidiano
popular. Revista de Antropologia. São Paulo, v. 64, n. 2, jun, 2021
ROCHA, Luciane O., Outraged Mothering: black woman, racial violence, and the power of emotion in Rio de Janeiro’
african diaspora. 2014. 346 p. Tese (Doutorado em Filosofia) - The University of Texas at Austin, 2014
TELLES, Vera S. Cidade: produção de espaços, formas de controle e conflito. Revista de Ciências Sociais,
Fortaleza, v. 46, n.1, jan-jun, 2015, p. 15-41

4º encontro: Políticas de ampliação e acesso ao ensino superior: o impacto do Prouni e das Cotas as
periferias e na produção acadêmica sobre elas

OLIVEIRA-MACEDO, Shisleni (2021). Capítulo 3. In: Salve quebradas! Raça, educação e articulações feministas na
periferia de São Paulo. 2021, 186 p. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social), FFLCH/USP, São Paulo, 2021.
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-12112021-

134026/publico/2021_ShisleniDeOliveira_Macedo_VCorr.pdf
MACEDO, Renata G. M. Capítulo 1. Escolhas possíveis: narrativas de classe e gênero no ensino superior privado.
2019, 235 p. Tese (Doutorado em Antropologia Social). FFLCH/USP, São Paulo, 2019
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-16122019-
182552/publico/2019_RenataGuedesMouraoMacedo_VCorr.pdf
Bibliografia complementar
GUIMARÃES, Antonio S. A.; RIOS, Flávia; SOTERO, Edilsa. (2020). Coletivos negros e novas identidades raciais.
Novos Estudos Cebrap, São Paulo, v. 3 n.2, Mai-Ago.
LIMA, Márcia; CAMPOS, Luiz Augusto. (2020). Apresentação: inclusão racial no ensino superior. Novos Estudos
Cebrap, São Paulo, v. 3 n.2, Mai-Ago.
CARMO, Milena M.; MOUTINHO, Laura, KLEIN, Charles.. Periferias nas universidades: ecos das políticas de ações
afirmativas (no prelo)

Programa

Axe 1 : Le fantastique chez Maupassant et Gautier
● Le Horla, de Guy de Maupassant, publié en 1887 (œuvre).
● La cafetière et autres contes fantastiques, de Théophile Gautier, publié en 1831 (œuvre).
Axe 2 : Une question de mémoire : interroger ses souvenirs d’enfance
● Enfance, de Nathalie Sarraute, publié en 1983 (œuvre).
● Un siècle d’écrivains : Nathalie Sarraute, réalisé par Jacques Doillon, 1995 (documentaire).
Axe 3 : Rapport entre la littérature et le cinéma.
● Thérèse Desqueyroux, de François Mauriac, publié en 1927 (œuvre).
● Thérèse Desqueyroux, réalisé par Claude Miller, 2012 (film).
Axe 4 : La haine et la honte de soi
● Nouvelle histoire de Mouchette, de Bernanos, publié en 1937.
Bibliographie :
BERNANOS, Georges. Nouvelle histoire de Mouchette. Paris : Le Livre de Poche, 2012.
GAUTIER, Théophile. La cafetière et autres contes fantastiques. Paris: Folio, 2023.
MAUPASSANT, Guy de. Le Horla. Paris: Folio, 2014.
MAURIAC, François. Thérèse Desqueyroux. Paris : Hachette, 2019.
SARRAUTE, Natalie. Enfance. Paris : Gallimard [Folio], 2022.
TODOROV, Tzvetan. Introduction à la littérature fantastique. Paris: Éditions du Seuil, 1970.

Programa

Cronograma:

AULA 1 - A concepção de História de Giambattista Vico (1668 - 1744) e sua influênciana construção do conceito de Incivilimento proposto por Romagnosi

AULA 2 - A Religião. Como o temor a uma divindade superior refreia os instintos primários do Homem.

AULA 3 - A Agricultura. Como a fixação do Homem a um determinado território possibilita a construção das cidades.

AULA 4 - O Governo. Como a sofisticação da Vida proporcionada pelas melhorias econômicas abrandam os costumes e as leis das cidades.

AULA 5 - O conceito de Incivilimento com chave de leitura do processo histórico de desenvolvimento dos povos.

Bibliografia:

BAGIOTTI, Tullio. "L'incivilimento come principio di determinazione del problema economico in Gian Domenico Romagnosi" in Gionali degli Economisti e Annali di Economia, nuova serie, anno 20, n 9/10 (settembre - ottobre 1961) pp 604 - 630
BARUCCI, Piero. "Economia e Incivilimento in Gian Domenico Romagnosi" in Giornale degli Economisti e Annali di Economia, nuova serie, anno 20, n 11/12 (novembre - dicembre 1961) pp 701 - 750
CANTÙ, Cesare. Gian Domenico Romagnosi per Cesare Cantù. Torino: Unione Tipografico - Editrice, 1861
DIODORO SICULO . Diodorus of Sicily, in twelve volumes; with an English translation by Francis R. Walton, with a general index to Diodorus by Russel M. Greer. London: William HeinemannLtd, 1984 (first printed 1967
ESTRABÃO. The Geography of strabo, in eight volumes; with an English translation by Horace Leonard Jones. London: William Heinemann Ltd, 1959 (first printed 1932)
GREEN, Peter. Alexandre, o Grande, e o Período Helenístico. Rio de Janeiro: Objetiva,2014
HERÓDOTO. História; tradução do grego, introdução e notas de Mário da Gama Kury. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1988
LESKI, Ivan . "Ciência da História como Ciência das Leis: uma leitura viquiana" in Intelligere: Revista de Historia Intelectual, n 7, julho de 2019, pp 238 - 246
PAUSANIAS. Description of Greece, in five volumes; with an English translation by W. H. S. Jones, companion volume containing illustrations and index prepared by R. E. Whycherley. London: William Heinemann Ltd, 1955 (first printed 1935)
PLUTARCO. Plutarch 's Moralia, in sixteen volumes; with an English translation by Benedict Einarson and Philip H. de Lacey. London: Harvard University Press, 1996 (first printed 1967)
POLÍBIO. The Histories, in six volumes; with an English translation by W. R, Paton. London: William Heinemann Ltd, 1980 (first printed 1927)
--------------. História Pragmática, Livros I a V; tradução, introdução e notas de Breno Battistin Sebastiani. São Paulo: Editora Perspectiva/Fapesp, 2016
ROMAGNOSI, Gian Domenico. Dell'indole e dei fattori dell'Incivilimento con esempio del suo risorgimento in Italia. Milano: Società degli Editori degli Annali Universali delle Scienze e dell' Industria, 1832
ROSTOVZTZEFF, Mihail. The Social and Economic History of the Hellenistic World (3 volumes). London: Oxford University Press, 1952 (2nd edition)
TITO LÍVIO . História de Roma (6 volumes); introdução, tradução e notas de Paulo Matos Peixoto. São Paulo: Paumape, 1990
VICO, Giambattista. Opere; a cura di Fausto Nicolini. Milano/Napoli: Riccardo Ricciardi Editore, 1953
----------------------------. Ciência Nova; tradução de Vilma de Katinzky. São Paulo: Hucitec, 2010

Programa

Aula 1: Instinto e impulso na antropologia e biologia alemãs do século XVIII
Aula 2: Finalidade interna e a unidade pulsional da mente: Kant, Jacobi e Reinhold.
Aula 3: Pulsão como fundamento estético e prático da liberdade: Schiller e Fichte
Aula 4: O ponto de partida metodológico no sistema hegeliano: pulsão entre lógica, natureza e espírito

Bibliografia:

Primária:
BLUMENBACH, J. F. Sobre o impulso de formação e a geração. Santo André: Editora UFABC, 2019.
FICHTE, J. G. A Doutrina-da-ciência de 1794 e Outros Escritos - Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1984.
FICHTE, J. G. Sobre o espírito e a letra na filosofia. São Paulo: Humanitas, 2014.
HEGEL, G. W. F. Ciência da lógica: 3. A doutrina do conceito. Petrópolis: Vozes, 2018.
HEGEL, G. W. F. Fenomenologia do espírito. Petrópolis, Vozes, 2011b
HEGEL, G. W. F. Enciclopédia das Ciências Filosóficas em Compêndio (1830): I - A Ciência da Lógica. São Paulo: Loyola, 1995a.
HEGEL, G. W. F. Enciclopédia das Ciências Filosóficas em Compêndio (1830): II - A Filosofia da Natureza. São Paulo: Loyola, 1997a.
HEGEL, G. W. F. Enciclopédia das Ciências Filosóficas em Compêndio (1830): III - A Filosofia do espírito. São Paulo: Loyola, 1995b.
KANT, Immanuel. Crítica da Faculdade de Julgar. São Paulo: Editora Unesp, 2016.
SCHILLER, F. Educação estética do homem numa série de cartas. São Paulo: Iluminuras, 1989.

Secundária:
BUCHENAU, S. Trieb, Antrieb, Triebfeder dans la philosophie morale prékantienne, Revue germanique internationale, n.18, 2002, pp. 11-24.
FICHTE, J. G. Early Philosophical Writings. Nova York: Cornell University Press, 1988.
FICHTE, J. G. Le système de l'éthique selon les principes de la doctrine de la science. Paris: PUF, 1986.
GOH, Kienhow. Drive. In: Marina F. Bykova (ed.), The Bloomsbury Handbook to Fichte. New York: Bloomsbury. pp. 399-407, 2020.
JACOBI, F. H. The main philosophical writings and the novel Allwill. Montreal: McGill-Queen's University Press, 1994.
KISNER, Manja. Kant on Driving Forces: Parallels and Differences in Kant’s Conceptualization of Trieb and Triebfeder. In Manja Kisner & Jörg Noller (eds.), The Concept of Drive in Classical German Philosophy: Between Biology, Anthropology, and Metaphysics. Palgrave-Macmillan. pp. 127-148, 2021.
KOSCH, M. (2021). Fichte's Theory of Drives. Journal of the History of Philosophy, v. 59, n.2, p. 247-269. 2021.
MCLAUGHLIN, Peter. Kant’s Critique of Teleology in Biological Explanation. New York: Cambridge University Press, 1982.
NUZZO, Angelica. The Trieb of Dialectic: Systematic and Thematic Extension of the Concept of Trieb in Hegel. In Manja Kisner & Jörg Noller (eds.), The Concept of Drive in Classical German Philosophy: Between Biology, Anthropology, and Metaphysics. Palgrave-Macmillan. pp. 281-297, 2021.
WARE, Owen. Drive. In: Fichte's Moral Philosophy. Nova York: Oxford University Press, 2020.
Peña, P. E. The Role of the Concept of Drive in Fichte’s Theory of Knowledge. Revista de Estud(i)os sobre Fichte [online], v. 25, 2024, Publicado el 30 julio 2024, consultado el 08 noviembre 2024. URL: http://journals.openedition.org/ref/2075.
REIMARUS, Hermann Samuel. Allgemeine Betrachtungen über die Triebe der Thiere, hauptsächlich über ihre Kunsttriebe. Hamburg: Bohn, 1760.
REINHOLD, K. L. Essay on a New Theory of the Human Capacity for Representation. Nova York: de Gruyter, 2011.
TORRES FILHO, R. R. O espírito e a letra: a crítica da imaginação pura em Fichte. São Paulo: Ática, 1975.
ZAMMITO, John. The Gestation of German Biology: Philosophy and Physiology from Stahl to Schelling. Chicago: The University of Chicago Press, 2017.
ZAMMITO, John. Between Reimarus and Kant: Blumenbach’s Concept of Trieb. In Manja Kisner & Jörg Noller (eds.), The Concept of Drive in Classical German Philosophy: Between Biology, Anthropology, and Metaphysics. Palgrave-Macmillan. pp. 39-60, 2021.