Programa

Aula 1. O deslocamento como desconstrução.

Aula 2. A primazia do olhar na história da filosofia.

Aula 3. A contaminação da visão

Aula 4. A cegueira como condição de impossibilidade de ver

Bibliografia básica:

DERRIDA, Jacques. A diferença. In: Margens da Filosofia. Porto: Rés-Editora, 1973.
______. Posições. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.

______. Qu'est-ce que la déconstruction?. Le Monde, 12 Out. 2004.

______. A voz e o fenômeno: introdução ao Problema do Signo na Fenomenologia de Husserl, Trad. Maria José Semião e Carlos Aboim de Brito. Lisboa: Edições 70, 2012.

______. Memórias de Cego: o auto-retrato e as ruínas. 1ed. Trad. Fernanda Bernardo. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2010.

HUSSERL, Edmund. Investigações Lógicas: sexta investigação. In: Os Pensadores. v. XLI. São Paulo: Abril
Cultural, 1975.

______. Investigaciones Lógicas. v. 1. Madri: Alianza Editorial, 1985.

______. Lições para uma fenomenologia da consciência interna do tempo. Lisboa: Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1994.

KANT, Immanuel. Crítica da Razão Pura. Tradução de Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1994.

MOURA, Carlos Alberto Ribeiro de. Crítica da razão na fenomenologia. São Paulo: Edusp, 1989.

NAAS, Michael. A noite do desenho: fé e saber em Memórias de Cegos de Jacques Derrida. Revisão e Tradução
de Dirce Solis. Ensaios Filosóficos, v. XI, pp. 9-13, Jul. 2015.

PIAZZOLLA, Mariana Di Stella. Hospitalidade oferecida pelas lágrimas da cega: Jacques Derrida e a habitação do feminino. 2024. Dissertação (Mestrado em Filosofia). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2023.

PLATÃO. A República: ou sobre a justiça, diálogo político. São Paulo: Martins Fontes, 2006.

SERRA, Alice Mara. Temporalidade e différance: Derrida leitor de Freud e Husserl. Tese, v. 16, n. 3, 2010

Programa

Aula 1 – 07/08: Apresentação da Filosofia Herderiana
Aula 2 – 12/08: Linguagem e Interpretação
Aula 3 – 14/08: Filosofia Antropológica

Os textos das aulas serão enviados previamente aos participantes. As leituras incluirão trechos das obras Também uma Filosofia da História para a Formação da Humanidade, Sobre a Origem da Linguagem, e Shakespeare.

Bibliografia:
Textos principais:
HERDER, J. G. (1995b). Auch eine Philosophie der Geschichte zur Bildung der Menschheit: Beitrag zu vielen Beiträgen des Jahrhunderts. In. Vol. 4: Schriften zu Philosophie, Literatur und Altertum (1774-1787). Frankfurt am Main: Deutscher Klassiker Verlag, p. 9-107.
_____. (1995) Também uma filosofia da história para a formação da humanidade. Trad. e posfácio de José M. Justo. Lisboa: Antígona.
_____. (2019) Shakespeare in Escritos sobre arte e literatura.trad. Pedro A. Franceschini e Marco A. Werle. São Paulo: EDUSP.
_____.(1987) Ensaio sobre a origem da linguagem. Trad. José M. Justo Lisboa: Antígona.

Textos complementares:
BARNARD, F. M. (2003) Herder on nationality, humanity, and history. McGill-Queen’s University Press.
CASSIRER, E. (1950) Fundamental forms and tendencies of Historical Knowledge, in. The Problem of Knowledge. New Haven: Yale University Press.
DE SOUZA, N.; WALDOW, Anik.(eds.) (2017) Herder: Philosophy and Anthropology, Oxford University Press.
FRAGELLI, I. (2015) Explicar ou interpretar - Kant e Herder, entre a filosofia e a ciência; in. DoisPontos, volume 12; p. 67-78. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/doispontos/article/view/39117/26523
_____. (2013) Sobre as Resenhas de Kant às Ideias para uma filosofia da história da humanidade, de Herder. Cadernos De Filosofia Alemã: Crítica E Modernidade, 21, 47-60. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/filosofiaalema/article/view/64739
NASSAR, D. (2022) The Hermeneutics of Nature: Herder on Animal and Human Worlds In. Romantic Empiricism: Nature, Art, and Ecology from Herder to Humboldt. Oxford University Press.
TOLLE, Oliver. (2013). Herder e a metafísica. Discurso, 1(42), 97-116. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/discurso/article/view/69229/71692
ZAMMITO, J. H. (2002) Kant, Herder, and the Birth of Anthropology. University of Chicago Press.

Programa

Comunicação: Exprimir emoções e sensações; compreender um menu e dar sua opinião; fazer comparações práticas; falar de uma evolução no tempo (entre ontem e hoje); Fazer uma apreciação positiva e/ou negativa; caracterizar um restaurante e fazer um pedido; fazer compras; caracterizar uma pessoa ou uma coisa; aconselhar um filme ou um espetáculo; organizar uma saída.


Vocabulário: Vocabulário das emoções e das sensações; alimentação; ingredientes de um menu; compras; vocabulário da gastronomia; roupas e acessórios; estrutura para fazer apreciações positivas ou negativas; adjetivos; vocabulário para fazer pedidos no restaurante; comprar/alugar roupas; palavras ligadas às refeições; filmes e espetáculos; palavras ligadas à eventos festivos (festas, aniversários e outras comemorações).


Gramática: Artigos indefinidos e partitivos; expressar quantidades precisas; o pronome “en”; estruturas para comparar; l’imparfait; algumas marcas temporais do passado; estruturas para compreender e receber um cliente; verbo “payer” no presente do indicativo; verbos “pronominaux réciproques”; “’imparfait, le passé composé et le présent” para evocar mudanças; estruturas para fazer um pedido no restaurante; pronomes pessoais COD (le, la, les); pronomes relativos “qui” e “que” ; “chez/avec/pour + pronom tonique”; estruturas para especificar uma opinião; estruturas para dar conselhos; pronomes pessoais COI (lui, leur).

Elementos de fonética: Serão trabalhados alguns sons específicos do francês de acordo com sua aparição nas lições. Os exercícios de fonética farão parte de cada aula.


Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliografia Geral:

CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de la communication. Paris, Didier, 1998.
LAROUSSE. Dicionário Larousse Francês-Português/ Português-Francês. Larousse Brasil, 2009.
GARCIA, F. En avant la grammaire! Débutant. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed. Montréal, Marcel Didier, 2006.
GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.
______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.
HIRSCHPRUNG, N.; TRICOT, T. Cosmopolite 1. Niveau A1. Paris: Hachette, 2017.
REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.

Programa

1ª aula
 
1. Antecedentes
1.1. Circunstâncias políticas e sociais: do armistício à Revolução de 30, uma década de transição para uma nova realidade capitalista.
1.2. O Modernismo: as manifestações culturais e literárias que abriram as portas para o surgimento do Romance de 30.
1.3. O lançamento de 'A Bagaceira', de José Américo de Almeida, referência de uma nova 'voz nordestina' na literatura.
1.4. O surgimento da Indústria Editorial e as bases para um grande florescimento do mercado de livros da década de 1930.
 
2. A formação literária de Jorge Amado
2.1. Iniciação literária do rebelde Jorge Amado na Bahia
2.2. A germinação de uma 'nova literatura'
2.3. Mudança para o Rio: o vertiginoso sucesso
 
2ª aula
 
5- O protagonista Jorge Amado
5.1. Surge o crítico Jorge Amado
5.2. Polarização: esquerda e direita na literatura
 
6. A Poética de Jorge Amado (e confrades)
6.1. A nova voz nordestina
6.2. A literatura 'intencional'
6.3. Academicismo e o 'escritor B'
6.4. O Romance Proletário
 
7. Tema para debate: O legado literário de Jorge Amado
 
Bibliografia
 
ABDALA JÚNIOR, Benjamin. O Romance Social Brasileiro. São Paulo: Editora
Scipione, 1993.
ADONIAS, Filho. O Romance Brasileiro de Trinta. Rio de Janeiro: Edições Bloch,
1969.
ALBUQUERQUE, Durval Muniz de. A Invenção do Nordeste e outras artes. São
Paulo: Cortez, 1999.
ALMEIDA, Alfredo Wagner Berno de. Jorge Amado: política e literatura. Rio de
Janeiro: Editora Campus, 1979.
ALMEIDA, José Maurício Gomes de. A tradição regionalista no Romance Brasileiro
1875-1945. Rio de Janeiro: Topbooks, 1999.
AMADO, Jorge.País do Carnaval, Cacau, Suor. São Paulo: Editora Martins, 1974.
______. Capitães da Areia. São Paulo: Editora Martins, 1937.
______. Jubiabá. Rio de Janeiro: Editora Record, 1982.
______. Navegação de Cabotagem. Rio de Janeiro: Editora Record, 1992.
ANDRADE, Mário de. O Empalhador de Passarinho, São Paulo: Livraria Martins
Editora, 1972.
ANDRADE, Mário. Aspectos da Literatura Brasileira. Belo Horizonte: Itatiaia, 2002.
BUENO, Luís. Os três tempos do romance de 30. Teresa, São Paulo: n. 3, pp. 254-283,
26 dezembro de 2002.
______. Uma história do romance de 30. São Paulo: Edusp, 2015.
BARTHES, Roland. O Rumor da Língua. São Paulo: Editora Brasiliense, 1988
CANDIDO, Antonio. Brigada Ligeira. São Paulo: Livraria Martins Editora,1945
______. A Educação pela Noite e Outros Ensaios. São Paulo: Ática, 1989.
______. Formação da Literatura Brasileira, 2o volume (1836-1880). Belo Horizonte -
Rio de Janeiro: Editora Itatiaia, s/d.
______. Literatura e Sociedade. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1965.
______. O Discurso e a Cidade. São Paulo: Livraria Duas Cidades, 1993
CARELLI, Fabiana. Casas com rio atrás: Jorge Amado em África. Via Atlântica no.
27, p. 111-143, São Paulo: Universidade de São Paulo, Jun/2015
 
CASTRO, Moacyr Werneck de. Sobre um Romance do Norte. Revista Acadêmica. Rio
de Janeiro ano II ,no10, IV, 1934. s/p
COUTINHO, Afrânio. A Literatura no Brasil. Volume 5 Parte II - Era Modernista. São
Paulo: Global Editora, 2001
DÓRIA, Carlos Alberto. 1930: Romance e revolução. Ensaios enveredados. São Paulo:
Edições Siciliano, 1991
DUARTE, Eduardo de Assis. Jorge Amado: Romance em Tempo de Utopia. Rio de
Janeiro: Editora Record, 1996.
FREYRE, Gilberto. Casa-Grande e Senzala. São Paulo: Global, 2011.
HALLEWELL, Laurence. O Livro no Brasil. São Paulo: T.A Queiroz, Editor, 1985.
HOLLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio, 1978
JORGE AMADO: 30 ANOS DE LITERATURA. São Paulo: Livraria Martins Editora,
1961.
LAFETÁ, João Luiz. 1930: A Crítica e o Modernismo. São Paulo: Editora 34/ Duas
cidades, 2000.
MICELI, Sérgio. Intelectuais à Brasileira. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Martins,
1942
PRATT, Marie Louise. Os Olhos do Império: Relatos de Viagem e Transculturação.
Florianópolis: Edusc, 1999.
OLIVEIRA, José Osório de. História Breve da Literatura Brasileira. Lisboa: Editorial
Inquérito, 1939.
PAES, José Paulo. De Cacau a Gabriela, Um Percurso Pastoral. Salvador: Casa das
Palavras, Fundação Jorge Amado, 1991.
PEREIRA, Lucia Miguel. Livros. Gazeta de Notícia. Rio de Janeiro; 14 de outubro de
1934, p. 16
PEREIRA, Lucia Miguel. Prosa de Ficção. Rio de Janeiro: José Olympio Editora,
1957.
RAILLARD, Alice. Conversando com Jorge Amado. Rio de Janeiro: Editora Record,
1992.
RAMOS, Graciliano. Linhas Tortas. Rio de Janeiro: Editora Record, 1980.
ROSSI, Luiz Gustavo Freitas. A militância política na Obra de Jorge Amado, Caderno
de Leituras 22,São Paulo, Companhia das Letras, s/d
 
SALLA, Thiago Mio. Literatura, política e legitimação institucional: o romance de 1930
e o modernismo de 1922 segundo a retórica estadonovista. Teresa. São Paulo: 2015, no
16, 201, p. 119.
______. Graciliano e a Cultura Política. São Paulo: Edusp, 2016
SÜSSEKIND, Flora. Tal Brasil, Qual Romance?. Rio de Janeiro: Achiamé, 1984.
TATI, Miécio. Jorge Amado: Vida e Obra. Belo Horizonte: Editora Itatiaia, 1961.
TROTSKY, Leon. Literatura e Revolução. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1969.
 

 

Programa

Aula 01 (06/02/23) - Parte 1: Conceito de cultura visual; parte 2: realismo socialista soviético e realismo socialista com características chinesas.

CASTRO, Teresa; MEDEIROS, Margarida. O que é a cultura visual? RCL – Revista de Comunicação e Linguagens, Lisboa, n. 47, p. 1 – 7, 2017.
STRADA, Vittorio. Do “realismo socialista” ao zdhanovismo. In: CERUTI, Mauro et. al. (Orgs.). História do marxismo IX - O marxismo na época da Terceira Internacional: Problemas da cultura e da ideologia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. (Pensamento crítico, v. 68)
SULLIVAN, Michael. Art in China since 1949. The China Quarterly, London, v. 159, p. 712-722, Sep. 1999.


Aula 02 (07/02/23) - Parte 1: Pôster - conceito e história; parte 2: Os cartazes de propaganda na República Popular da China (1949-1978).

DUO, Duo; LANDSBERGER, Stefan; MIN, Anchee. Chinese propaganda posters: from the collection of Michel Wolf: Köln. Taschen, 2003.
GALLO, Max. The poster in history. New York: W. W. Norton & Company, 2002.
SONTAG, Susan. Pôster: anúncio, arte, artefato político, mercadoria. In: BIERUT, Michael et al (Orgs.). Textos clássicos do design gráfico. São Paulo: Martins Fontes, 2010.

Aula 03 (08/02/23): Estudos de caso: Representações de gênero e de estrangeiros nos pôsteres de propaganda chineses (1949-78).

HERNÁNDEZ, Beatriz. Mao, China y los “otros”. Lisboa: Instituto Internacional de Macau, 2014 (Suma Oriental)
PARNOV, Edelson Costa. Novas mulheres para uma China nova? As representações de gênero das legislações e dos pôsteres de propaganda do início da transição chinesa ao socialismo (1949-1962). Orientadora: Tatiana da Silva Poggi de Figueiredo. 2020. 133 f. Dissertação (Mestrado em História) - Instituto de História, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2020.

Programa

1- MODELO DE ANÁLISE DO NONSENSE: uma metodologia
2- O NONSENSE REESCRITO: análise e aplicação do modelo em Pompeu e Qorpo-Santo
3- Gêneros, faces e estruturas
4- O nonsense nas artes plásticas
5- O nonsense no cinema e nos quadrinhos

Bibliografia

ÁVILA, Myriam. Rima e solução: a poesia nonsense de Lewis Carroll e Edward Lear. São Paulo: Annablume, 1995.
GRANATO, FERNANDA MARQUES; BASTAZIN, Vera. On the edge of sense: nonsense and paradox in Edward Lear’s and Qorpo Santo’s selected works. ILHA DO DESTERRO , v. 74, p. 82-113, 2021.
GRANATO, FERNANDA MARQUES.; BASTAZIN, Vera. O livro infantil ilustrado: a produção nonsense de Edward Lear (1812-1888) e Edward Gorey (1925-2000) em diálogo. Cadernos de Literatura Comparada, v. 6, p. 245-270, 2019.
GRANATO, FERNANDA MARQUES; BASTAZIN, VERA LUCIA. Edward Lear e Renato Pompeu: possível diálogo para um nonsense reinventado. Em Tese (Belo Horizonte. Online), v. 21, p. 186-202, 2015
GRANATO, FERNANDA MARQUES; BASTAZIN, Vera. Edward Lear e Edward Gorey: o livro infantil ilustrado nonsense. 1. ed. Curitiba: Appris, 2020. v. 1000. 139p.
GRANATO, FERNANDA MARQUES. A estética de ruptura: o nonsense em Edward Lear e Renato Pompeu. 1. ed. Curitiba: Appris, 2020. v. 1000. 131p.
Lecercle, Jean Jacques. The polyphony of nonsense. In: Philosophy of nonsense: the intuitions of Victorian nonsense literature. Londres e Nova York: Routledge, 1994.
MALCOLM, Noel. The Origins of English Nonsense. HarperCollins Publisher. Fontana Press: London, 1998.
Pignatari, Decio. Poesia não linear. In: O que é comunicação poética. São Paulo: Ateliê Editorial, 2011.
Sewell, Elizabeth. The field of nonsense. Chatto and Windus: Londres, 1952.
SEWELL, Elizabeth. The field of nonsense. London: Chatto and Windus, 1952.
STEWART, Susan. Nonsense: aspects of intertextuality in folklore and literature. Johns Hopkins University Press, 1978.
Tigges, Wim. An Anatomy of Literary Nonsense. Amsterdam: Rodopi, 1988.
TIGGES, Wim. Explorations in the field of nonsense. Edited by Wim Tigges. Amsterdam: Rodopi B., 1987.
VAN LEEUWEN, Hendrik. The Liaison of Visual and Written Nonsense. In: Explorations in the Field of Nonsense. Edited by Wim Tigges. Amsterdam: Rodopi,1987.

Programa

Bibliografia - Curso de Grego Moderno


ΚΛΙΚ στα ελληνικά – Klik sta ellinika (Unidades 1 a 4)
Publicado pelo Centro para a Língua Grega – do Ministério de Educação, o KLIK é o livro de curso grego
mais completo e confiável.
É um livro inovador para aprender grego moderno como segunda língua / língua estrangeira. Baseia-se
no novo programa de exame detalhado, implementando métodos de ensino contemporâneos e é
constantemente enriquecido com material novo em formato digital.
KLIK sta Ellinika compreende opções úteis e funcionais que permitem aos alunos aprender e praticar o
grego moderno de maneira rápida e fácil. Quando o aluno inicia este curso ele estabelece as bases para
a Certificação em grego moderno.

Material será fornecido pela ministrante.

Programa

Aula 1: O FEMININO SOBRENATURAL
1.1 Adaptação — Intertextualidade — Intermidialidade
1.2 Sobrenatural e Supernatural Fiction

Aula 2: DO KABUKI À BOMBA ATÔMICA PARTE I (1897-1922)
2.1 O Cinema Silencioso/Narrado (1897–1931)
2.2 A chegada do cinema ao Japão
2.3 Contemplação das Folhas de Outono (1899)
2.4 Os primórdios do cinema japonês de cunho sobrenatural (1899–1909)
2.5 Os grandes temas
2.6 A definição do sistema de estúdios e os empréstimos do cinema internacional (1909–1921)
2.7 Makino Shôzô e O Grande Herói Jiraiya (1921)
2.8 Shibukawa Bangorô (1922)

Aula 3: DO KABUKI À BOMBA ATÔMICA PARTE II (1922-1959)
3.1 A Greve dos Oyama, O Grande Terremoto de Kantô e os últimos anos do cinema narrado (1922–1931)
3.2 A transição para um cinema sonoro (1931–1938)
3.3 Kaibyô: o Shamisen do Mistério (1938)
3.4 Imperialismo, propaganda, censura e guerra (1939–1945)
3.5 Ocupação Americana (1945–1952)
3.6 Soberania Restaurada (1952–1959)

Aula 4: A GESTAÇÃO DE UM NOVO SUBGÊNERO DO TERROR (1960–2025)
4.1 Dos Golden Sixties ao colapso da bolha (1960–2000)
4.2 O surgimento do J-Horror
4.3 Ringu, Ju-On e o boom do terror asiático
4.4 O sobrenatural para além do J-Horror

REFERÊNCIAS
ANDERSON, Joseph L.; RICHIE, Donald. The Japanese film: art and industry. New York: Grove Press, 1960. With a foreword by Akira Kurosawa. ISBN 978-0-691-00792-2.
BALMAIN, Colette. Introduction to Japanese horror film. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2008. ISBN 9780748624751.
BARRETT, Gregory. Archetypes in Japanese film: the sociopolitical and religious significance of the principal heroes and heroines. [Cranbury, New Jersey]: Associated University Presses, c1989. ISBN 0941664937.
FERREIRA, Cláudio Augusto. Personagens folclóricos, deuses, fantasmas e História Extraordinária de Yotsuya em Tôkaidô: o sobrenatural na cultura japonesa. 259 f. Dissertação (Mestrado em Letras, Literatura e Cultura Japonesa) — Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Sociais, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014.
HAND, Richard J. Aesthetics of Cruelty: Traditional Japanese Theatre and the Horror Film. In: MCROY, Jay (Ed.). Japanese Horror Cinema. Honolulu: University of Hawai’i Press, 2005. p. 1–31. ISBN 9780824829902.
HARAGUCHI, Tomô; MURATA, Hideki. Nihon kyôfu (horâ) eiga e no shôtai (Convite para o cinema de terror japonês). Tokyo: Heibonsha, 2000. 144 p., il. color. ISBN 4582943462.
IWASAKA, Michiko; TOELKEN, Barre. Ghosts and the Japanese. Logan, Utah: Utah State University Press, 1994. xx, 138 p., il. ISBN 0874211794.
IZUMI, Toshiyuki. Ginmaku no hyakkai (Cem histórias estranhas na tela prateada): honchô kaiki eiga taigai (quase todos os filmes fantásticos deste país). Tokyo: Seidosha, 2000. 343, 37 p. ISBN 4791758099.
PAPP, Zília. Traditional monster imagery in manga, anime and Japanese cinema. Folkestone: Global Oriental, 2011. xxi, 244 p., il. ISBN 9781906876524.

Programa

Comunicação: identificar notícias falsas; analisar notícias falsas; captar a atenção de um público;
explicar e argumentar; compreender um programa que apresenta uma inovação tecnológica;
descobrir jovens talentos francófonos e suas realizações; explicar simplesmente uma descoberta
científica; apresentar uma inovação tecnológica; fazer com que um conceito inovador seja
compreendido; exprimir uma opinião; imaginar o futuro; considerar as consequências positivas e
negativas de uma inovação; fazer uma crítica positiva de um evento cultural; apresentar uma obra;
exprimir seu entusiasmo; falar de artes cênicas; se informar sobre a carreira de um artista;
compreender um palmarès; comentar filmes; reagir a uma crítica; encontrar livros francófonos; se
questionar sobre a importância da leitura.

Vocabulário: os termos da informação e da desinformação; insistir sobre fatos significativos e
interpelar o interlocutor; introduzir um assunto em um programa/ uma reportagem; algumas
atividades para praticar esporte e relaxar; compartilhar uma descoberta científica; falar da economia
da inovação; explicar algo a alguém; identificar as características do texto de opinião; humanizar um
objeto; exprimir a inquietude; exprimir um julgamento positivo; os termos para falar das artes
cênicas; os termos para recompensar e felicitar; os julgamentos positivos e negativos para comentar;
os termos para falar do livro e da livraria.

Gramática: alguns verbos preposicionais para falar da informação e da desinformação; os
procedimentos de evidenciação para captar a atenção: a ênfase; os pronomes relativos compostos
para evitar as repetições; algumas estruturas para explicar a utilidade e o funcionamento de uma
inovação; estabelecer uma progressão cronológica em uma argumentação; a expressão da dúvida e
da certeza; exprimir a maneira e a semelhança; o superlativo para exprimir o entusiasmo; os tempos
do infinitivo para compreender uma cronologia; a dupla pronominalização para evitar repetir; a
interrogação para organizar sua reflexão.
Elementos de fonética: truncamento e nível de língua; os sons [r] e [l]; a pronúncia ou não do “e”; a
expressão do entusiasmo; a ligação obrigatória e a ligação facultativa.

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e
semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliografia Geral:

CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de la communication. Paris, Didier, 1998.
LAROUSSE. Dicionário Larousse Francês-Português/ Português-Francês. Larousse Brasil, 2009.
GARCIA, F. En avant la grammaire! Intermédiaire. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed.
Montréal, Marcel Didier, 2006.
GREGOIRE, M. ; THIÉVENAZ, O. et al. Grammaire progressive du français - niveau avancé Paris, CLE,
2013.
______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau avancé. Paris, CLE, 2002.
HIRSCHPRUNG, N.; TRICOT, T. Cosmopolite 3. Niveau B1. Paris: Hachette, 2017.
REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.

Programa

Detalhamento:
A Oficina de Bioescritas – Texto, Corpo, Vida, Mundo tem como objetivo convidar os participantes, por meio de atividades práticas de escrita, discussões e leituras de fragmentos de obras, a uma incursão pelo campo das bioescritas (autobiografias, biografias, autoficção, ensaio, diários etc).
Composto de 5 encontros com duas horas duração cada, a oficina pretende discutir a escrita como cuidado de si, como caminhada, relações entre o corpo e escrita, a importância da linguagem e, ainda, a escrita como via de intervenção e cuidado do mundo.
Os encontro são abertos à toda comunidade, não sendo exigido nenhum pré-requisito, apenas a vontade de escrever a partir da própria experiência e testemunho do mundo.
 
Programa:
 
Dia 1:A escrita como cuidado de si
Dia 2: A escrita como caminhada
Dia 3: Corpo e escrita
Dia 4: Escrita e linguagem
Dia 5: A escrita como cuidado do mundo
 
Bibliografia:
 
AIRA, César. Pequeno manual de procedimentos. Pesq. e trad.: Eduard Marquardt; org.: Marco Maschio Chaga. Curitiba: Arte & Letra, 2007.
ACKER, Kathy. Bodies of work. Nova York: Serpent’s Tail, 1997.
_____________. In memorian to identity. Nova York: Pantheon Books, 1990.
BLANCHOT, Maurice. O livro por vir. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
AGAMBEN, Giorgio. The fire and the tale. Trad.: Lorenzo Chiesa. Stanford, California: Stanford University Press, 2017.
CANÇADO, Maura Lopes. Hospício é deus. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2016.
______________________. O sofredor do ver. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2016.
CONY, Carlos Heitor. Maura Lopes Cançado. Folha de S. Paulo, São Paulo, 15 jun. 2003. Ilustrada. Disponível em . Acesso em: 20-06-2018.
DELEUZE, Gilles. Foucault. Trad.: Claudia Sant´t Anna Martins. São Paulo: Brasiliense, 2013.
DELEUZE, Gilles & GUATTARI, Félix. Mil platôs – capitalismo e esquizofrenia, vol. 3. Trad.: Aurélio Guerra Neto et alii. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1996.
DERRIDA, Jacques. A farmácia de Platão. Trad.: Rogério da Costa. São Paulo: Iluminuras, 2005.
________________. Demorar: Maurice Blanchot. Trad.: Flavia Trocoli e Carla Rodrigues. Florianópolis: Editora UFSC, 2015.
FERREIRA, Vilma Moreira. Enunciação do cotidiano: estudo de textos de Clarice Lispector para o Caderno B do Jornal do Brasil de 1967 a 1973. Tese (Doutorado em Ciências da Comunicação). Escola de Comunicação e Artes, Universidade de São Paulo. São Paulo, 2008.
FOULCAULT, Michel. História da loucura na idade Clássica. São Paulo: Perspectiva, 2010.
__________________ . Nascimento da Biopolítica. Lisboa: Edições 70, 2010.
___________________. Raymond Roussel. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1999.
Gonçalves, Oscar. Viver narrativamente: A psicoterapia como adjectivação da experiência. Coimbra: Quarteto, 2000.
GUATTARI, Félix. As três ecologias. Trad.: Maria Cristina F. Bittencourt. Campinas: Papirus, 1990.
GULLAR, Ferreira. Etapas da arte contemporânea. Do cubismo à arte neoconcreta. Rio de Janeiro: Revan, 1999.
LASCOUMES, Pierre. A perpendicularização da sociedade. Soldados, dançarinos, carrosséis e danças da corte. In: Michel Foucault, a Literatura e as Artes. Trad.: Pedro de Souza e Jonas Tenfen. São Paulo: Rafael Copetti Editor, 2014.
LLANSOL, Maria Gabriela. Entrevistas. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2011.
LOPES, Silvina Rodrigues. A legitimação em literatura. Lisboa: Edições Cosmos, 1994.
MACHEREY, Pierre. Foucault/Roussel/Foucault. In: Raymond Roussel/Michel Foucault. Trad.: Manoel Barros da Motta e Vera Lúcia Avellar Ribeiro. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1999.
MEIRELES, Maurício. Perfil biográfico. In: Hospício é deus. Maura Lopes Cançado. Belo Horizonte: Autêntica, 2016.
McAdams, Dan . P. The stories we live by. Personal miths and the making of the self. Nova York: The Guilford Press, 1997.
NEGRI, Antonio. Como e quando eu li Foucault. Org. e trad.: Mario Antunes Marino. São Paulo: n-1 edições, 2016.
PELBART, Peter Pál. A bordo de um veleiro destroçado. In: Máquina Kafka. Félix Guattari. São Paulo: n-1 edições, 2011.
REVEL, Judith. Les “grands absents”: une bibliographie par le vide. In: Michel Foucault. Paris: Éditions de L’Herne, 2011.
_____________. O nascimento literário da biopolítica. In: Michel Foucault, a literatura, as artes. Trad.: Pedro de Souza e Jonas Tenfen. São Paulo: Rafael Copetti Editor, 2014.
RONELL, Avital. Campo de Provas sobre Nietzsche e o test-drive. Florianópolis: Cultura e Bárbarie, 2010.
SLOTERDIJK, Peter. Regras para o parque humano: uma resposta à carta de Heidegger sobre o humanismo. Trad,: José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Estação Liberdade, 2000.
TABARÓVISKY, Damian. Literatura de esquerda. Trad.: Ciro Lubner e Tiago Cfer. Belo Horizonte: Relicário Edições, 2017.
UNO, Kuniichi. A gênese de um corpo desconhecido. Trad.: Christine Greiner. São Paulo/Helsinki: n-1 edições, 2014.
_____________. Guattari: confrontações/conversas com Kuniichi Uno e Laymert Garcia dos Santos. São Paulo: n-1 edições, 2016.
VASCONCELOS, Mauricio Salles. Ana C. – Extracampo. In: Alvaro Faleiros;Roberto Zular; Viviana Bosi. (Org.). Sereia de Papel - Visões de Ana Cristina Cesar. 1ed.Rio de Janeiro: EDUERJ, 2015, v. , p. 103-126.
_____________________________. Exterior. Noite – Filosofia/Literatura. São Paulo: Lumme Editor, 2015.
_____________________________. Para estar aqui. In: Impasses do narrador e da narrativa na contemporaneidade. Org.: Maria Rosa Duarte de Oliveira e Maria José Palo. São Paulo: EDUC, 2016.
______________________________. Poética documental: a quadratura do novo cinema. In: Fabiana Carelli, Fátima Bueno, Maria Zilda da Cunha (Org.). Texto em Tela: ensaios sobre literatura e cinema. 1ª ed. São Paulo: FFLCH/USP, 2014. p. 87-102. Disponível em: . Acesso em: 01 ago. 2016.