Programa

Aula 1 (20 de outubro):
- Fals Borda: biografia fundamental - Julio César Suzuki
- Fals Borda e o campesinato - Bernardo Mançano Fernandes
- Fals Borda e sua importância na Psicologia Latino-Americana - Marilene Proença Rebello. Ementa: Vida e obra de Orlando Fals Borda. Questão agrária colombiana. Campesinato colombiano. Agricultura camponesa. Psicologia latino-americana.

Aula 2 (21 de outubro):
- Os aportes de Fals Borda ao pensamento crítico latino-americano - Nicolás Herrera
- Antecedentes e emergência da Investigação-Ação Participativa - Alfonso Torres. Ementa: Pensamento crítico latino-americano. Contexto histórico latino-americano do século XX. Investigação-ação participativa. Pesquisa-participante.

Aula 3  (22 de outubro):
- Viajando pelo pensamento de Fals Borda - Nohra León
- Fals Borda em 2025: vigência e atualidade - Breno Bringel. Ementa: Investigação-ação participante. Subversão. Compromisso-ação.

Aula 4 (23 de outubro):
- Fals Borda: intersecções entre investigação participativa e Educação Popular - Fernanda do Santos Paulo
- Investigar transformando: Fals Borda e a atualidade da Investigação-Ação Participativa - Luz Angela Rojas. Ementa: Educação popular. Diálogos entre Orlando Fals Borda, Paulo Freire e Carlos Rodrigues Brandão. Pesquisa participante. Investigação-ação participativa.
 

Bibliografia básica do curso:
● FALS BORDA, Orlando. Una sociología sentipensante para América Latina: antología essencial. Edição: Daniel Guillermo López. Bogotá: CLACSO: Siglo del Hombre
Editores: Universidad Nacional de Colombia, 2017. (Coleção Pensamiento Crítico Latino-americano)
● FALS BORDA, Orlando. La insurgencia de las masas en Colombia: antología essencial. Edição: Daniel Guillermo López. Bogotá: CLACSO: Siglo del Hombre Editores: Universidad Nacional de Colombia, 2017. (Coleção Pensamiento Crítico Latino- americano)
● FALS BORDA, Orlando. La violencia en Colombia: la trayectoria de la Guerra Civil en el siglo XIX: antología essencial. Edição: Daniel Guillermo López. Bogotá: CLACSO:
Siglo del Hombre Editores: Universidad Nacional de Colombia, 2017. (Coleção Pensamiento Crítico Latino-americano)
● FALS BORDA, Orlando. El problema de la tierra en Colombia y el desarrollo del capitalismo: antología essencial. Edição: Daniel Guillermo López. Bogotá: CLACSO: Siglo del Hombre Editores: Universidad Nacional de Colombia, 2017. (Coleção
Pensamiento Crítico Latino-americano)
● FALS BORDA, Orlando. El poder de las regiones y la lucha popular en Colombia: antología essencial. Edição: Daniel Guillermo López. Bogotá: CLACSO: Siglo del Hombre Editores: Universidad Nacional de Colombia, 2017. (Coleção Pensamiento Crítico Latino-americano)
● FALS BORDA, Orlando. Historia de la cuestión agraria en Colombia y la lucha de clases: antología essencial. Edição: Daniel Guillermo López. Bogotá: CLACSO: Siglo del Hombre Editores: Universidad Nacional de Colombia, 2017. (Coleção Pensamiento Crítico Latino-americano)
● FALS BORDA, Orlando. El legado de la IAP: antología essencial. Edição: Daniel Guillermo López. Bogotá: CLACSO: Siglo del Hombre Editores: Universidad Nacional de Colombia, 2017. (Coleção Pensamiento Crítico Latino-americano)

Programa

Aula 1: Apresentação da disciplina. Noções de ensaio. Guia de perplexos: A reflexão como criação, a reflexão como experiência
Leituras: T.W. Adorno, “O ensaio como forma” (em Notas de literatura); Calasso: “A sereia Adorno” (em Os 49 degraus); Borges, “Nova refutação do tempo”; Eliot Weinberger, “Tigres” (em Algo elemental); Octavio Armand, “Laberinto y ágora” (em El pez volador).
 
Aula 2: Escrever o mundo: viagens à volta da esquina; viagens ao fim do mundo; viagens no tempo
Leitura: Virgina Woolf, “Maré de Oxford Street” (em Cenas londrinas); Clarice Lispector, “Brasília” (em A descoberta do mundo); Robert Macfarlane, “Limestone” (em The old ways); V.S. Naipaul, “Trinidad” (em The Middle Passage); Pierre Bergounioux, Um quarto em Holanda.
 
Aula 3: Elogio da conversação: observação, critica, biografismos
Leituras: Janet Malcolm, “Forty-one false starts” (em Forty-one false starts); Walter Benjamin, “Elogio da boneca” (em Reflexões sobre a criança, o brinquedo e a educação); Massimo Cacciari, “Andrey Rublev” (em Três ícones); Guillermo Cabrera Infante, “Lorcahace llover en La Habana” (em Mea Cuba); Antonio José Ponte, 2 ensaios.
 
Aula 4: Vida examinada: o ensaio como espelho; a intimidade refletida; a subjetividade ensaiada
Leitura: Cynthia Ozick, “Metaphor & Memory” (em Metaphor & Memory); Victoria de Stefano, La insubordinación de los márgenes (trechos); Juliano Garcia Pessanha, “Certeza do agora” (em Testemunho transiente); Armando Rojas Guardia, El calidoscopio de Hermes (trechos); Peter Handke, Ensayo sobre el cansancio.
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
 
ADORNO, T.W. “O ensaio como forma”. In: Notas de literatura I. Trad. Jorge de Almeida. São
Paulo: Editora 34, 2003.
__________________Minima moralia. Trad. Artur Morão. Rio de Janeiro: Azougue, 2008.
BENJAMIN, Walter. “Elogio da boneca”. In: Reflexões sobre a criança, o brinquedo e a educação.
Trad. Marcus Vinicius Mazzari. São Paulo: Editora 34, 2002.
_______________________ Rua de mão única/ Infância berlinense: 1900. Trad. Joao Barrento. São
Paulo: Autentica, 2013.
BORGES, Jorge Luis Borges. “Nova refutação do tempo”. In: Outras inquisições. Trad. Davi
Arrigucci Jr. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
CABRERA INFANTE, Guillermo. “Lorca hace llover en La Habana”. In: Infantería. México: FCE,
1999.
CACCIARI, Massimo. Três Ícones. Veneza: Ayiné, 2016.
CALASSO, Roberto. Os 49 degraus. Trad. Nilson Moulin. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
DE STEFANO, Victoria. La insubordinación de los márgenes. Diarios 1989-1990. Caracas: El
Estilete, 2017.
GARCIA PESSANHA, Juliano. Testemunho transiente. São Paulo: Cosac Naify, 2015.
HANDKE, Peter. Ensayo sobre el cansancio. Madrid: Alianza, 2016.
LISPECTOR, Clarice. “Brasília”. In: A descoberta do mundo. São Paulo: Rocco, 1999.
MACFARLANE, Robert. “Limestone”. In: The old ways. Londres: Hamish Hamilton, 2012.
MALCOLM, Janet. “Forty-one false starts”. In: Forty-one false starts. Nova York: Farrar, Giroux &
Strauss, 2013.
NAIPAUL, V.S. “Trinidad”. In: The Middle Passage. Londres: Penguin, 1978.
OZICK, Cynthia. “Metaphor & memory”. In: Metaphor & memory.
PONTE, Antonio José. 2 ensaios. São Paulo: Malha Fina, 2017.
ROJAS GUARDIA, Armando. El calidoscopio de Hermes. In: Obra completa. Ensayo. Mérida:
Equinoccio/El otro, el mismo, 2006.
STAROBINSKI, Jean. “É possível definir o ensaio”. In: Doze ensaios sobre o ensaio. Antologia
Serrote. Org. Paulo Roberto Pires. Rio: Instituto Moreira Salles, 2018.
WEINBERGER, Eliot Weinberger. “Tigres”. In: Algo elemental. Trad. Aurelio Major. Barcelona:
Atalanta, 2007.
WOOLF, Virginia. Cenas londrinas. Trad. Myriam Campello. São Paulo: José Olympio, 2017.
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
 
AGAMBEN, Giorgio. A potência do pensamento. Trad. António Guerreiro. São Paulo: Auténtica,
2015.
BARTHES, Roland. Incidentes. Trad. Mário Laranjeira. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
_____________________Fragmentos de um discurso amoroso. Trad. Valéria Martínez de Aguiar. São
Paulo: Martins Fontes, 2003.
_____________________Roland Barthers por Roland Barthes. Trad. Leyla Perrone-Moisés. São Paulo:
Estacão Liberdade, 2003.
_____________________”Salir del cine”. In: Lo obvio y lo obtuso. Trad. C. Fernández Medrano. Madri:
Paidós, 1982.
_____________________Diário de luto. Trad. L. Perrone-Moisés. São Paulo: Martins Fontes, 2011.
BENET, Juan. La inspiración y el estilo. Barcelona: Seix Barral, 1978.
_______________Otoño en Madrid hacia 1950. Madri: Alianza Editoria, 2016.
CATELLI, Nora. En la era de la intimidad. Seguido de El espacio autobiográfico. Rosario: Beatriz
Viterbo, 2006.
DERRIDA, Jacques. Le monolinguisme de l'autre, ou, La prothèse d'origine. Paris: Galilée, 1996.
______________________ Essa estranha instituição chamada literatura. Trad. M. Dias Esqueda. Belo
Horizonte: Ed. UFMG, 2014.
DIDI-HUBERMAN, Georges. Cascas. Trad. André Telles. São Paulo: Editora 34, 2017.
_______________________________ Survivance des lucioles. Paris: Minuit, 2009.
EAGLETON, Terry. A funcão da crítica. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
FERREIRA, Evandro: Nunca houve tanto fim como agora. Rio de Janeiro: Record, 2017.
GENETTE, Gerard. “L’utopie littéraire”. In: Figures I. Paris: Seuil, 1966.
GIDE, André. Journal. Une anthologie (1889-1949). Paris : Gallimard, 2012.
HORKHEIMER, Max. “Montaigne y la función del escepticismo”. In: Historia, metafísica y
escepticismo. Madri: Alianza, 1982.
JAUSS, H.R. « Petite apologie de l’expérience esthétique ». In : Pour una esthétique de la
réception. Paris : Gallimard, 1978.
JUNQUEIRA, Iván. “Ellman e o ensaísmo biográfico”. In. Ensaios escolhidos. Volume 2: da prosa
de ficcão, do ensaísmo e da crítica literária. São Paulo: A Girafa, 2005.
LE BRETON, David. Eloge de la marche. Paris : Métaillé, 2000.
LEVI, Primo. L’altrui mestiere. Torino: Einaudi, 1993.
MARÍAS, Javier. Miramientos. Madri: Mondadori, 2007.
MONTAIGNE, Michel de. “Du repentir”. In : Essais III. Paris : Gallimard, 2009.
MONTALBETTI, Christine. Le voyage, le monde et la bibliothéque. Paris : PUF, 1997.
PALACIOS, María Fernanda. Sabor y saber de la lengua. Caracas : Otero Ediciones, 2004.
PERRONE-MOISÉS, Leyla. “Os críticos-escritores”. In: Texto, crítica, escritura. São Paulo: Ática,
1978.
PITOL, Sergio. El arte de la fuga. Barcelona: Anagrama, 2006.
PONTE, Antonio José. Un seguidor de Montaigne mira La Habana/Las comidas profundas. Madri:
Verbum, 2001.
QUIGNARD, Pascal. La Leçon de musique. Paris : Gallimard, 2002.
RANCIÈRE, Jacques. A partilha do sensível: estética e política. Trad. Monica Costa Neto. São
Paulo: Editora 34, 2005.
ROSA, Nicolás. El arte del olvido (sobre la autobiografía). Buenos Aires: Punto Sur, 1990.
ROSSI, Alejandro. Manual del distraído. México: Fondo de Cultura Económica, 1987.
RIBEYRO, Julio Ramón. Prosas apátridas. Barcelona: Seix Barral, 2007.
SAVATER, Fernando. Diccionario filosófico. Madri: Ariel, 2007.
SONTAG, Susan. Questão de Ênfase. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
___________________A doença como metáfora/Aids e suas metáforas. Trad. Rubens Figuereido. São
Paulo: Companhia das Letras, 2007.
SUCRE, Guillermo. “Paz: la vivacidad, la transparencia”. In. La máscara, la transparencia. México:
FCE, 2001.
STEINER, George. “O leitor incomum”. In: Nenhuma Paixão Desperdiçada. Rio: Record, 2001.
TSVETAIEVA, Marina. Vivendo sob o fogo. Trad. Aurora Fornoni Bernardini. São Paulo: Martins
Fontes, 2008.
VILA-MATAS, Enrique. Dietario voluble. Barcelona: Anagrama, 2008.
WEINBERG, Liliana. Situación del ensayo. México: Universidad Nacional Autónoma de México,
2006.
ZAMBRANO, María. Algunos lugares de la poesía. Madri: Trotta, 2007.

 

Programa

1. Quinta-feira - 27/05 (2:00h)

Apresentação do curso;
Repasse das referências;
Esclarecimentos dos conteúdos a serem abordados;
Construção do panorama das mulheres do século XIX: Revolução Francesa, Era Napoleônica, Monarquia de Julho de 1830;
Pausa de 10 minutos;
Construção do panorama das mulheres do século XIX: Revolução de 1848, Comuna de Paris de 1870, Terceira República;
Exposição das trocas discursivas estabelecidas por essas mulheres, por meio do fenômeno compreendido pelas correspondências
feministas;

2.1 Sexta-feira - 28/05 (1:00h)

Introdução à Semiótica Discursiva (ou standard):
Síntese da proposta semiótica elaborada Greimas, nos detendo, contudo, no percurso gerativo de sentido: nível fundamental,
nível narrativo e nível discursivo.
Apresentação das categorias do nível discursivo: sintaxe e semântica discursiva;
Pausa de 10 minutos;


2.2 Sexta-feira - 28/05 (1:00h)
​​​​​​​

Jornais: La Citoyenne e La Fronde;
Imersão na prática: análise de editoriais de ambos os jornais;
Resultado de análise / Abertura para discussões;

Referencias básicas

Ativismo feminino no século XIX
ABRAHAM, P., DESNÉ, R. Manuel d'histoire littéraire de la France: 1789-1848. Poitiers : Aubin, 1987,
4v.
ALBISTUR, M.; ARMOGATHE, D. Histoire du féminisme français: de l’empire napoléonien à nos
jours. Paris: Éditions des Femmes, 1977, 2v.
ANDRADE, Joana El-Jaick. O feminismo marxista e a demanda pela socialização do trabalho doméstico
e do cuidado com as crianças. Revista Brasileira de Ciência Política, no 18, 2015, p. 265-300.
BEAUVOIR, Simone. O segundo sexo: fatos e mitos. Tradução: Sérgio Milliet. São Paulo: Difusão
Europeia do Livro, 1970.
DUBY, G.; FRAISSE, G.; PERROT, M. História das Mulheres no Ocidente: o século XIX. Porto:
Edições Afrontamento, 1994. 4v.
FEDERICI, Silvia. Calibã e a Bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva. Tradução Coletivo
Sycorax. São Paulo : Elefante, 2017.
PERROT, Michelle. Os excluídos da história. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
PERROT, Michelle . Mulheres públicas. Tradução: Roberto Leal Ferreira. São Paulo: Fundação Editora
da UNESP, 1998.
PERROT, Michelle. Minha história das mulheres. Tradução: Angela M. S. Corrêa. São Paulo: Contexto,
2015.
PRIMI, Alice. « Être fille de son siècle »: L’engagement politique des femmes dans l’espace public em
France et em Allemagne de 1848 à 1870. 2006. Tese (Doutorado em História) – História, Literatura e

Sociedade, Universidade Paris 8, Paris, 2006.
MICHEL, Andrée. Que sais-je : Le féminisme. Paris: Presse Universitaire de France, 1979.
MOSES, Claire Goldberg. French Feminism in the Nineteenth Century. New York : State of University of
New York Press, 1984.
SCOTT, Joan W. A cidadã paradoxal : as feministas francesas e os direitos dos homens. Tradução Élvio
Antônio Funck. Florianópolis : Ed. Mulheres, 2002.
ZYLBERBERG-HOCQUARD, Marie-Hélène. Femmes sans droit / Droits des femmes au XIXo siècle.
Les femmes face à la citoyenneté. Cahiers du GEDISST, no 6, 1993, p. 11-27.

Semiótica discursiva

BARROS, Diana Luz Pessoa de. Teoria do Discurso: fundamentos semióticos. São Paulo: Atual Editora,
2002.
________________. Teoria Semiótica do Texto. São Paulo: Ática, 2005.
________________. Estudos do discurso. In : FIORIN, José Luiz (Org.). Introdução à Linguística : II
Princípios de análise. São Paulo : Contexto, 2019.
FIORIN, José Luiz..Sendas e Veredas da Semiótica Narrativa e Discursiva. DELTA. São Paulo, v. 15, n.
1, p. 177-207, 1999.
________________. As astúcias da enunciação: as categorias de pessoa, espaço e tempo. São Paulo:
Contexto, 2016.
________________. Elementos de análise do discurso. São Paulo: Contexto, 2018.
FIORIN, J. L. DISCINI, N. O uso linguístico: a pragmática e o discurso. In: FIORIN, José Luiz (Org.).
Linguística? Que é isso?. São Paulo: Contexto, 2019.
GREIMAS, A. J.; COURTÉS, J. Dicionário de Semiótica. Tradução de Alceu Dias lima et al.. São Paulo:
Cultrix, 1983.
LARA, G. M. P.; MATTE, A. C. F. Um panorama da semiótica Greimasiana. Alfa: Revista de
Linguística.v. 53, n. 2, dez. 2009. p. 339-350.
Referências específicas
Revolução Francesa de 1789 a Revolução de 1848
AMARANTE, Maria Inês. Flora Tristan: jornalismo militante em tempo de revoltas. Revista Katal, v. 13
n.1, 2010.
DEVANCE, Louis. Femme, famille, travail et morale sexuelle dans l'idéologie de 1848. Romantisme, no
13/14, 1976, p. 77-103.
FORGET, Evelyn L. Saint-Simonian Feminism. In : Feminist Economics, vol. 7, no 1, 2001, p. 79-96.
GODINEAU, Dominique. Femmes en citoyenneté. Annales historiques de la Révolution française, no
300, 1995, p. 197-207.
HUFTON, Olwen H. Women and the Limits of Citzenship in the French Revolution. Toronto: University
of Toronto Press, 1999.
JAUME, Lucien. Terminer la Révolution par le Code civil?. Association française pour l’histoire de la

Justice, no 19, 2009, p. 183 – 202.
LOTTERIE, Florence. De la littérature comme une chose sérieuse : Chateaubriand, Madame de Staël et
Napoléon. Bulletin de l’Association Guillaume Budé, no 3, 2000, p. 259-272.
NORA, Pierre. Retour au XIX° siècle. In: MITTERAND, H., LECHERBONNIER, B., RINCÉ. D.
Litterature : textes et documents. Paris: Nathan, 1986. cap. 1, p. 3-6.
PILBEAM, Pamela. French Socialists Before Marx: workers, women and the social question in France.
Teddington : Acumen, 2000
.RANVIER, Adrien. Une féministe de 1848 : Jeanne Deroin. Bulletin de la Société d’histoire de la
Révolution de 1848, no 26, 1908, p. 480-498.
RÉGNIER, Philippe. Du côté de chez Saint Simon : question raciale, question sociale et question
religieuse. Romantisme, no 130, 2005, p. 23-37.
SCHWARTZ, Jorge (org.) Borges babilônico: Uma enciclopédia. São Paulo: Companhia das Letras,
2017
SCOTT, Joan W. O enigma da igualdade. Estudos feministas, v. 13, no 1, 2005.
STEPAN, Nancy Leys. Raça e gênero : o papel da analogia na ciência. In : HOLLANDA, Heloísa
Buarque de (Org.). Tendências e impasses – o feminismo como crítica da cultura. Rio de Janeiro : Rocco,
1994.
VEAUVY, Christiane. As proletárias saint-simonianas e sua herança. Entre ocultação e (re)descoberta de
seus itinerários e escritos. Ilha : Revista de Antropologia, v. 19, no 1, 2017.
WOLLSTONECRAFT, Mary. Reivindicação dos direitos da mulher. Tradução Ivania Pocinho Mota. São
Paulo: Boitempo, 2016.
XAVIER, Martin. Fonction paternelle et Code Napoléon. Annales historiques de la Révolution française,
n°305, 1996, p. 465-475.
ZÉVAÈS, Alexandre. Une candidature féministe. La Révolution de 1849 et les révolutions du XIXe siècle, no 138, 1931, p. 127-134.
Comuna de Paris e Terceira República
ARTOUS, Antoine. Système capitaliste et oppression des femmes. Critique Communiste, no 21, 1978.
BORON, Atílio A. Os duradouros ensinamentos da Comuna de Paris. Revista: Lutas Sociais, no 25-26,
2011.
CHENUT, H. H. L'esprit antiféministe et la campagne pour le suffrage en France, 1880-1914. Cahiers du Genre, vol. 52, no. 1, 2012, p. 51-73.
COSSET, Charlotte; MALANDAIN, Gilles. André Léo journaliste. Engagement et témoignage (1866-
1871). Cahier d’histoire: Revue d’histoire critique, no 132, 2016, p. 139-154.
DAUNE-RICHARD, Anne-Marie. Travail et citoyenneté: un enjeu sexué hier et aujourd’hui. Cahiers du
GEDISST (Groupe d’études sur la division sociale et sexuelle du travail), no 16, 1996.
KLEJMAN, L., ROCHEFORT, F. Le féminisme sous la troisième république: 1870-1914. Matériaux
pour l'histoire de notre temps, n°1, 1985. Histoire des femmes et du féminisme. p. 8-11
MENDES, Amanta Colhado. Louise Michel e a Comuna de Paris (1871). História Revista, v. 16, 2011, p.
69-90.
SCHULKIND, Eugene W. Le rôle des femmes dans la Commune de 1871. 1848. Revue des révolutions
contemporaines, no 185, 1950, p. 15-29.
TAÏEB, Édith. Le politique et le domestique : l’argumentation d’Hubertine Auclert sous la Troisième
République. Mots. Les langages du politique, no 78, 2005.
VINTEUIL, Frédérique. Marxisme et féminisme. Critique Comuniste, no hors de série, 1983
Imprensa
DZEH-DJEN, Li. La presse féministe en France de 1869 à 1914. Paris : L. Rodstein, 1934.
THÉRENTY, Marie-Ève. La littérature au quotidien : poétiques journalistiques au XIXe siècle. Paris :
Seuil, 2007.
VEAUVY, Christiane. As proletárias saint-simonianas e sua herança. Entre ocultação e (re)descoberta de
seus itinerários e escritos. Ilha : Revista de Antropologia, v. 19, no 1, 2017.

Programa

1ª aula – Profa. Cristina Pellegrino Feres – As noivas de guerra: histórias de amor e de imigração de mulheres italianas que se casaram com soldados da FEB
2a. aula – Profa. Dra. Catarina Zanini (UFSM/RS) – A imigração italiana feminina no Rio Grande do Sul (final do século XIX)  
3a. aula – Profa. Dra. Adriana Marcolini – A imigração de italianas para o Brasil após a Segunda Guerra nos relatos autobiográficos
4a. aula – Profa. Dra. Syrléa Marques Pereira –  Mulheres migrantes italianas: memórias, fotografias de família e história oral.

Bibliografia

1ª aula:
ASSIS, Glaucia de Oliveira. Mulheres migrantes no passado e no presente: gênero, redes sociais e migração internacional. Estudos Feministas, 15(3): 745-772, 2007.
CASSAMAGNAGHI, Silvia. Operazione spose di guerra. Milano: Feltrinelli, 2014.
FERES, Pellegrino Cristina de Lourdes. Amor em tempo de guerra e a imigração de 58 esposas para o Brasil. Rivista del Cesla, International Latin-American Studies Review, (22), 2018, p.95-
114. Disponível em: https://www.revistadelcesla.com/index.php/revistadelcesla/article/view/… Último acesso em 24/5/2022.
PRIORE, Mary del. História da Gente Brasileira. Vol. 3: República. Rio de Janeiro: Editora Casa da Palavra, 2017.
QUETEL, Claude. As mulheres na guerra: 1939-1945. São Paulo: Editora Larousse, 2009.

2ª aula:
ZANINI, Maria Catarina Chitolina. Um olhar antropológico sobre fatos e memórias da imigração italiana. Rio de Janeiro: Mana, v. 13, p. 521-547, 2007. Disponível em: https://www.scielo.br/j/mana/a/yYBvc5XNc5CrxTyYqSvmVQw/abstract/?lang=pt

3ª aula:
CATTARULLA, Camilla. Di proprio pugno. Autobiografie di emigranti italiani in Argentina e in Brasile. 1ª edizione, Reggio Emilia: Edizioni Diabasis, 2003.
HERZOG, Nerina Bortoluzzi. Nerina. Relatos de uma vida. Vitória: Casa d’Italia do Espírito Santo, 2018. 
LAGANÀ, Liliana. Terra Amada. São Paulo: Casa Amarela, 2005. 
_______________. A última fábula. São Paulo: Casa Amarela, 2002.
RÓNAI, Nora. Memórias de um lugar chamado onde. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2014.

4ª aula:
PEREIRA, Syrléa Marques. Entre histórias, fotografias e objetos: imigração italiana e memórias de mulheres. Tese de Doutorado em História Social, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia – Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2008.
PEREIRA, S. M.; MATOS, M. I. S. de; MENEZES, L. M.; GOMES, E. S. Italianos no Brasil: partidas, chegadas e heranças. Rio de Janeiro: UERJ / LABIMI, 2013, v.01. p.470.
PEREIRA, S. M.; VENDRAME, M. I. Mulheres em Movimento. Experiências, conexões e trajetórias. São Leopoldo: Oikos / Editora Unisinos, 2017, v.1. p.382
PEREIRA, S. M.; MATOS, M. I. S. de; MENEZES, L. M.; GOMES, E. S. Italianos no Brasil: história, presença e cultura. São Paulo: e-Manuscrito, 2020, v.01.

Programa

1) As primeiras representações da bruxa na Antiguidade Clássica.

2) A degradação da bruxa no período de Inquisição.

3) As releituras literárias e o resgate da bruxa.

4) A bruxa na literatura contemporânea.

Referências bibliográficas

ALEXANDER, B. & RUSSEL, J. B. História da Bruxaria. São Paulo: Aleph, 2019.
BAUM, L. Frank. O Mágico de Oz. São Paulo: Pandorga, 2020.
BRADLEY, M. Z. As brumas de Avalon: A senhora da magia. Rio de Janeiro: Imago, 2008.
CASTRO, Fernanda. Mariposa Vermelha. Suma, 2023.
CHIOVATTO, Carol. Porém bruxa. Rio de Janeiro: Suma, 2022.
CHOLLET, Mona. Bruxas - A força invencível das mulheres. Tradução: Camila Boldrini. Minas Gerais: Âyiné, 2022.
CONDÉ, Maryse. Eu, Tituba - Bruxa Negra de Salém. Tradução: Natalia Borges Polesso. 1°. ed. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2019.
EURÍPEDES. Medeia. Rio de Janeiro: Zahar, 2021.
FEDERICI, Silvia. Calibã e a bruxa: mulheres, corpos e acumulação primitiva. São Paulo: Editora Elefante, 2019.
HOMERO. Odisseia. Tradução, notas e comentários de Frederico Lourenço. Lisboa: Quetzal Editores, 2018.
KRAMER, Heinrich; SPRENGER, James. O martelo das feiticeiras. Editora Record, 2020.
MAGUIRE, Gregory. Wicked: a história não contada das bruxas de Oz. São Paulo: Leya, 2016.
MALORY, Sir Thomas. A morte de Arthur. 2a edição. Belo Horizonte: Barbudânia, 2020.
MICHELET, Jules. A Feiticeira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1992.
MILLER, Arthur. As Bruxas de Salém. Trad. de Valeria Chamon. Rio de Janeiro: Ediouro, 1997
MILLER, Madeline. Circe. São Paulo: Planeta, 2020.
RICE, Anne. A hora das bruxas. Rio de Janeiro: Rocco, 2022.

Programa

Aula 1: Escrita Andrógina (50 minutos de exposição teórica, 30 minutos de debate, 15 minutos de intervalo, 40 minutos de sessão de escrita, 45 minutos de leituras e comentários)
Aula 2: Escrita Livre de Ressentimento (50 minutos de exposição teórica, 30 minutos de debate, 15 minutos de intervalo, 40 minutos de sessão de escrita, 45 minutos de leituras e comentários)

Bibliografia:
BAKHTIN, Mikhail. Problemas da obra de Dostoiévski. Trad. Sheila Grilo e Ekaterina Vólkova Américo. 1ª. ed. São Paulo, Editora 34, 2022.
BECKETT, Samuel. Proust. Trad. Arthur Nestrovski. São Paulo: Cosac Naify, 2003.
BENJAMIN, Walter. O contador de histórias. In: O contador de histórias e outros textos. Trad. Georg Otte, Marcelo Backes, Patrícia Lavelle. São Paulo: Hedra, 2020.
BLANCHOT, Mauríce A parte do fogo. Trad. Ana Maria Scherer. Rio de Janeiro: Rocco, 1997.
DEBENHAM, Marian Clare. The 1918 book by Marie Stopes that launched the birth control movement. 26 de março de 2018. Disponível em: https://www.manchester.ac.uk/discover/news/married-love/ . Acesso em 26 de junho de 2024.
DELEUZE, Gilles. Proust e os signos. Trad. Antonio Piquet e Roberto Machado. 2ª ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2003.
FAVIER, Emmanuelle. Virgínia. Trad. Marcela Vieira. São Paulo: Editora Nós, 2022.
________________. O eu e o Id. In: Obras completas, volume 16: O eu e o Id, “autobiografia” e outros textos (1923-1925). Trad. Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.
GUATARRI, Félix. Fundamentos ético-políticos da interdisciplinaridade. In: Interdisciplinaridade. Antologia. Porto: Campo das Letras, 2006.
HOBSBAW, Erick. Era dos Extremos: o breve século XX – 1914-1991. Trad. Marcos Santarrita. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
HOMERO. Ilíada. Trad. Haroldo de Campos. São Paulo: Arx, 2002-2003. 2v.
KEHL, Maria Rita. Ressentimento. 3ª ed. São Paulo: Boitempo, 2020.
LACAN, Jacques. O Seminário: Livro I: os escritos técnicos de Freud, 1953-54; texto estabelecido por Jacques Alain-Miller. Trad. Betty Milan. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1986.
LARROSA, Jorge. O ensaio e a escrita acadêmica. Educação e Realidade, v.2, n.28, p.101-115, jul/dez 2003.
LINS, Osman. A Rainha dos cárceres da Grécia. São Paulo: Melhoramentos, 1976.
LISPECTOR, Clarice. Amor. In: Todos os contos. Rio de Janeiro: Rocco, 2016.
________________. Uma aprendizagem ou o Livro dos Prazeres. Rio de janeiro: Rocco, 2020.
MBEMBE, A. Necropolítica. São Paulo: N-1 edições, 2018.
________________. Brutalismo. São Paulo: N-1 edições, 2023.
NIETZSCHE, F. Assim Falou Zaratustra. Tradução, notas e posfácio de Paulo César de Souza. São Paulo, 2011. Companhia das Letras.
PROUST, Marcel. Em busca do tempo perdido. V. 7. Trad. Lúcia Miguel Pereira. 15ª ed. São Paulo: Globo, 2004.
REID, James H. Proust, Beckett and Narration. New York: Cambridge University Press, 2003.
SERRES, Michel. Tempo, erosão: faróis e sinais de bruma. In: WOOLF, Virginia. O tempo passa. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013, p. 63-92.
SÓFOCLES. Ájax. Trad. Jaa Torrano. São Paulo: Ateliê Editorial; Editora Mnema, 2022.
STOPES, Marie Carmichael. Married Love. London: Fifield & Co, 1918.
________________. Love’s Creation. London : John Bale, Sons & Danielsson, 1928.
STOPES, Marie Carmichael & FUJII, Kenjiro. Love letters of a Japanese. 2ª ed.London: S.Paul, 1911.
VASCONCELOS, Maurício S. Blanchot, paradoxo plural. In: Caligrama, Revista de Estudos Românicos, Belo Horizonte, v.7, p.143-160, julho 2002.
________________. Exterior. Noite --- Filosofia/Literatura. Bauru: Lumme, 2015.
WELLS, B. (2014). Love’s Creation. In: Women: A Cultural Review, 25(1), 141–143. Disponível em: https://doi.org/10.1080/09574042.2014.899868 . Acesso em 26 de junho de 2024.
WOOLF, Virgínia. Selected Essays. New York: Oxford University Press Inc., 2009.
________________. Mrs. Dalloway. Trad. Claudio Alves Marcondes. São Paulo: Cosac Naify, 2013.
________________. Um teto todo seu. Tradução Bia Nunes de Souza. São Paulo: Editora Tordesilhas, 2014.
________________. Orlando: uma biografia. Trad. Tomaz Tadeu. 1ª ed; 1ª reimp. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.
________________. Ao Farol. Trad. Tomaz Tadeu. 1ª ed; 5ª reimp. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.
________________. Os diários de Virgínia Woolf: Diário 1 – 1915-1918. Tradução: Ana Carolina Mesquita. São Paulo: Editora Nós, 2021.

Programa

1º Encontro: Sobre as bases teóricas e metodológicas da Geoliteratura

- Da Geografia à Literatura
- Da Literatura à Geografia
- Epistemologias Geoliterárias

Serão tratados temas como as conceituações presentes tanto na Geografia como Literatura, no sentido de ofertar uma reflexão sobre a Geoliteratura. De igual modo, propõe-se um breve debate sobre o papel das epistemologias geoliterárias a partir das quais o protagonismo da dimensão espacial é estruturado a partir das bases teóricas e metodológicas da Geografia e Literatura aproximando-as da Nona Arte, na conjunção entre imagem e texto e a narrativa desenvolvida a partir da estrutura e singularidade das histórias em quadrinhos.

2º Encontro: Fenomenologia, Linguagem e Nona Arte

- Ontologia e Fenomenologia
- Três fenomenologias: Heidegger, Sartre e Merleau-Ponty
- Linguagem, arte geoliterária e ontologia fenomenológica

No segundo encontro serão tratados algumas das principais bases da ontologia fenomenológica tendo como referência obras de e ideias dos filósofos Martin Heidegger, Jean-Paul Sartre e Maurice Merleau-Ponty. Após esse primeiro momento será possível correlacionar a fenomenologia e sua proposta ontológica à linguagem e suas formas de expressão, tendo como foco a Nona Arte a partir do arcabouço teórico e metodológico da geoliteratura.

3º Encontro: Ilustrações dialógicas entre Nona Arte, Geoliteratura e Fenomenologia - Parte 1

Como sarjetas e requadros podem ser signos passíveis de leitura? A obra e a sistematização da técnica construída por Will Eisner ilustram muito bem essa possibilidade. Vamos explorar os elementos técnicos da narrativa gráfica e sua relação com os fenômenos socioespaciais.

4º Encontro: Ilustrações dialógicas entre Nona Arte, Geoliteratura e Fenomenologia – Parte 2

No quarto encontro do curso serão tratados os conceitos, ideias e formas de análise geoliterária da Nona Arte a partir da ontologia fenomenológica, a partir da obra Un peu de bois et’acier de Christophe Chabouté (2012).

Referências


ALVES, Ida. A Literatura é uma Geografia?. Revista Geografia, Literatura e Arte, São Paulo, n.1, v. 2, p. 20-34, 2018
ALMEIDA, Maria Geralda & RATTS Alecsandro J. P. (orgs.). Geografia: leituras culturais. Goiânia, GO: Alternativa, 2003, p. 71-88.
BACHELARD, Gaston. A Poética do Espaço. 2ª Ed. Trad. Antonio de Pádua Danesi. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
BESSE, Jean-Marc. Ver a Terra: seis ensaios sobre paisagem e geografia. Tradução de Vladimir Bartalini. São Paulo: Perspectiva, 2006.
BLANCHOT, M. O espaço literário. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Rocco, 1987.
BOSI, Alfredo. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
BRANDÃO, Luis Alberto. Teorias do Espaço Literário. São Paulo: Perspectiva, 2013.
CAGNIN, Antonio Luiz. Os Quadrinhos: um estudo abrangente da arte sequencial: linguagem e semiótica. São Paulo: Criativo, 2014.
CÂNDIDO, Antônio et.al A personagem de Ficção, 13a. Edição, São Paulo: Editora Perspectiva Ltda., 2017.
CASTRO, Júlia Fonseca. Geografia e Literatura: da aproximação ao diálogo. In: In: SUZUKI, J. C.; LIMA, A. P.; CHAVEIRO, E. F. (Org.). Geografia, literatura e arte: epistemologia, crítica e interlocuções. Porto Alegre: Imprensa Livre, p. 332-347, 2016.
CAUQUELIN, Anne. A invenção da paisagem. Trad. Marcos Marciolino. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
CAVALCANTI, Ionaldo de Andrade. O mundo dos quadrinhos. São Paulo: Símbolo, 1977.
COLLOT, Michel. Rumo a uma geografia literária. In: Gragoatá, Niterói, n. 33, p. 17-31, 2. sem. 2012. 
COLLOT, Michel. Poética e filosofia da paisagem. Trad. Ida Alves. Editora: Oficina Raquel, 2013.
COMPAGNON. O demônio da teoria: literatura e senso comum. Trad. Cleonice Paes Barreto Mourão. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1999.
COUTINHO, Evaldo. O lugar de todos os lugares. São Paulo: Perspectiva, 1976.
DARDEL, Eric. O homem e a terra: natureza da realidade geográfica. (Trad.Werther Holzer). Perspectiva: São Paulo, 2011.
DIMAS, Antonio. Espaço e romance. São Paulo: Ática, 1985.
ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. São Paulo: Perspectiva, 1993
EISNER, Will. Narrativas Gráficas de Will Eisner. São Paulo: Devir, 2005.
EISNER, Will. Nova York: a vida na grande cidade. São Paulo: Companhia das letras, 2009.
EISNER, Will. Quadrinhos e arte sequencial: princípios e práticas do lendário cartunista. 4ª. ed. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2010.
GOMES, Paulo César da Costa; GOIS, M. P. F. A cidade em quadrinhos: elementos para a análise da espacialidade nas histórias em quadrinhos. Cidades (Presidente Prudente), v. 5, p. 17-32, 2008.
HEIDEGGER, Martin. Marcas do Caminho. Trad. Enio Paulo Giachini e Ernildo Stein. Petrópolis RJ: Vozes, 2008.
HEIDEGGER, Martin. Sobre a essência da linguagem: a metafísica da linguagem e a vigência da palavra. Trad. Enio Paulo Giachini. Petrópolis\RJ: Vozes, 2015.
LIMA, E. A. B. G. D. As geografias nas HQs: possibilidades. Universidade Federal de Londrina. Paraná, p. 1-10. 2005.
MARANDOLA JR., Eduardo; HOLZER, Werther; OLIVEIRA, Lívia de. (Orgs.) Qual o Espaço do Lugar? Geografia, Epistemologia, Fenomenologia. São Paulo: Editora Perspectiva, 2012
MERLEAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da Percepção. Trad. Carlos. A. Ribeiro de Moura. São Paulo: Martins Fontes, 2011.
MONTEIRO, Carlos Augusto de Figueiredo. O mapa e trama: ensaios sobre o conteúdo geográfico em criações romanescas. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2002.
OLANDA, D. A.; ALMEIDA, M. G. de. A geografia e a literatura: uma reflexão. Geosul. Florianópolis, v. 23, n. 46, p. 7-32, jul/dez 2008.
OLIVEIRA, M. V. A metrópole em Will Eisner. 2013. 92 f. Trabalho de Graduação Individual em Geografia – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2013.
PAZ, Octávio. O arco e a lira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.
PIGLIA, Ricardo. O laboratório do escritor. Trad. Josey Vianna Baptista. São Paulo: Editora Iluminuras Ltda.,1994.
RAMA, M. Â. G. A representação do espaço nas histórias em quadrinhos do gênero super-heróis: a metrópole nas aventuras de Batman. São Paulo: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas. Departamento de Geografia. Programa de Geografia Humana, 2006.
SARTRE, Jean-Paul. O Ser e o Nada: Ensaio de Ontologia Fenomenológica. Trad. Paulo Perdigão. Petrópolis: Vozes, 2008.
SUZUKI, Julio Cesar. Geografia e Literatura: abordagens e enfoques contemporâneos. In: Revista do Centro de Pesquisa e Formação, v. 5, p. 129-147, 2017. Disponível em: < https://www.sescsp.org.br/files/artigo/e5e7f714/f8ed/443d/b048/0b3a58e2… > Acesso: 16\01\2018.

Programa

- Aula 1: Sexismo e antissufragismo no início do século XX

- Aula 2: Da misoginia aos discursos antigênero da contemporaneidade

Bibliografia:

ALVES, Branca Moreira. A luta das sufragistas. In: HOLLANDA, Heloisa Buarque de. Pensamento feminista brasileiro – formação e contexto. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.
BARD, Christine (org.). Un siècle d’antiféminisme. Éditions Fayard, 1999.
BARD, Christine; BLAIS, Mélissa; DUPUIS-DÉRI, Francis. Antiféminismes et masculinismes d'hier et d'aujourd'hui. Presses Universitaires de France, 2019.
BESSE, Susan K. Modernizando a desigualdade: reestruturação da ideologia de gênero no Brasil, 1914-1940. São Paulo: Edusp, 1999.
BERGMANN, M. How many feminists does it take to make a joke? Sexist humor and what’s wrong with it.” Hypatia (1) 1, 63-82, 1986. doi:10.1111/j.1527-2001.1986.tb00522.x
CHARTIER, Roger. Diferenças entre os sexos e dominação simbólica (nota crítica). Cadernos Pagu, v. 4, p. 37-47, 1995.
CORBIN, Alain; COURTINE, Jean-Jacques; VIGARELLO, Georges. História da Virilidade. Vol. 3 (A virilidade em crise? Séculos XX-XXI). Petrópolis: Vozes, 2013.
CRAWFORD, Mary. Gender and humor in social context. Journal of Pragmatics, 35 , 2003.
GALZERANO, L. S. A OFENSIVA ANTI-GÊNERO NA SOCIEDADE BRASILEIRA. Revista Trabalho Necessário, v. 19, n. 38, p. 82-104, 16 jun. 2021.
GAY, Peter. A experiência burguesa: da Rainha Vitória a Freud. 1. A educação dos sentidos. São Paulo: Companhia das Letras, 1988 [1984].
HARRISON, Brian. Separete spheres : the oposition to women’s suffrage in Britain. London, Routledge Library Editions: Women’s History, 2013.
JUNQUEIRA, Rogério. “Ideologia de gênero”: uma ofensiva reacionária transnacional. Tempo e Presença, 2019, vol. 32, p. 1-22.
KARAWEJCZYK, Mônica. As Suffragettes e a Luta pelo Voto Feminino. História, imagem e narrativas, nº 17 (out. 2013).
LAQUEUR, Thomas. Inventando o Sexo – corpo e gênero dos gregos a Freud. Rio de Janeiro: Editora Dumará, 2001.
LERNER, Gerda. A criação da consciência feminista. Editora Cultrix, 2022.
LÓPEZ, Elvira. El movimiento feminista: primeros trazos del feminismo em Argentina (1901), Buenos Aires: Biblioteca Nacional, 2009. Disponível em: https://www.bn.gov.ar/micrositios/admin_assets/issues/files/72971dd6d3d… Acesso em julho de 2021.
MOREIRA, T. B. R. Os essencialismos de gênero pelo viés da ironia: o antifeminismo em publicações das revistas ilustradas humorísticas "O Malho" e "Careta". Epígrafe, [S. l.], v. 7, n. 7, p. 55-81, 2019. DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v7i7p55-81. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/epigrafe/article/view/154020.
_______________. A representação (anti)feminista na imprensa ilustrada argentina do início do século XX: entre disputas e apropriações. Revista Angelus Novus, [S. l.], v. 12, n. 17, p. 189318, 2022. DOI: 10.11606/issn.2179-5487.v12i17p189318. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/ran/article/view/189318. Acesso em: 3 nov. 2022.
_______________. O (anti)feminismo nas representações da virilidade na imprensa ilustrada humorística (Brasil e Argentina, 1904-1918). Revista Eletrônica da ANPHLAC, [S. l.], v. 21, n. 31, p. 257–292, 2021. DOI: 10.46752/anphlac.31.2021.3951. Disponível em: https://anphlac.emnuvens.com.br/anphlac/article/view/3951.
PERROT, Michelle. Mulheres públicas. São Paulo: Editora Unesp, 1998.
PRESTES, Ana (org.). 100 anos da luta das mulheres pelo voto na Argentina, Brasil e Uruguai. Porto Alegre, RS: Instituto E Se Fosse Você?, 2021.
SOIHET, Rachel. Feminismos e antifeminismos: Mulheres e suas lutas pela conquista da cidadania plena. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2013.
VIANNA, Cláudia; BORTOLINI, Alexandre. Discurso antigênero e agendas feministas e LGBT nos planos estaduais de educação: tensões e disputas. Educação e Pesquisa [online]. 2020, v. 46 [Acessado 15 Novembro 2022] , e221756. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1678-4634202046221756. Epub 30 Set 2020. ISSN 1678-4634. https://doi.org/10.1590/S1678-4634202046221756.

Programa

Aula 1: 02/08/2023

CANDIDO, Antonio. Formação da Literatura Brasileira: momentos decisivos. São Paulo:
todavia, p. 1-75.

MORAES, Anita M. R. de. Sistema Literário. In: JOBIM, José L.; ARAÚJO, Nabil; SASSE,
Pedro P. Novas palavras da crítica (II). Rio de Janeiro: edições Makunaíma, 2023, p. 253-276.
Disponível em <http://www.edicoesmakunaima.com.br/wp-content/uploads/2023/03/NOVAS-
PALAVRAS-DA-CRITICA-II.pdf>.

Aula 2: 03/08/2023

CAMPOS, Haroldo de. O sequestro do Barroco na Formação da Literatura Brasileira: o caso
Gregório de Matos. São Paulo: Iluminuras, 2011.

LIMA, Luiz Costa. Concepção de história literária na “Formação”. In: D'INCAO, Maria A.;
SCARABÔTOLO, Eloísa F. (Orgs.). Dentro do texto, dentro da vida: ensaios sobre Antonio
Candido. São Paulo: Companhia das Letras, 1992, p. 153-169.

Aula 3: 04/08/2023

BAPTISTA, Abel B. O cânone como formação: a teoria da literatura brasileira de Antonio
Candido. O livro agreste: ensaio de curso de literatura brasileira. Campinas: Editora da
Unicamp, 2005, p. 41-80. Disponível em
<https://drive.google.com/file/d/1LhF4OBP5B4dLfeHJ1pbFU9ueQF86UEc2/view&…;.

FISCHER, Luis A. A Formação vista desde o sertão. In: Revista Brasileira de Literatura
Comparada, v. 13, n. 18, 2011. Disponível em
<https://revista.abralic.org.br/index.php/revista/article/view/258/262&gt;.

Aula 4: 09/08/2023

MORAES, Anita M. R. de. Formação da Literatura Brasileira. Para além das palavras:
representação e realidade em Antonio Candido. São Paulo: EdUNESP, 2015.

MORESCHI, Marcelo. D'a Espírita e de Encostando no barranco, para cândida apreciação.
Revista Criação & Crítica, 1(26), 190-209. https://doi.org/10.11606/issn.1984-1124.v1i26p190-
209.

Aula 5: 10/08/2023

MELO, Alfredo C. A formação como nacional-ocidentalização. Revista Criação & Crítica,
1(26), 136-148. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/criacaoecritica/article/view/166230.

SANTIAGO, Silviano. "Anatomia da Formação". Disponível em
<https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrissima/184397-anatomia-da-
formacao.shtml?origin=folha>.

SANTIAGO, Silviano. "A literatura brasileira precisa superar o paradigma da formação e entrar

no da inserção" (2015). Disponível em <https://www.ufmg.br/online/arquivos/037483&gt;.

SANTOS, Carolina C. dos. Fora do eixo: Notas feministas sobre a teoria da Formação da
literatura brasileira. Revista Criação & Crítica, 1(26), 88-108. Disponível em:
https://doi.org/10.11606/issn.1984-1124.v1i26p88-108.

Programa

Aulas 1-3: seção 1A e 1B;
Aulas 4-5: seção 1C;
Aulas 6-7: seção 1D;
Aulas 8-9: seção 1E;
Aulas 10-11: seção 1F;
Aulas 12-13: seção 1G;
Aula 14: revisão e exercícios da seção 1A-G;
Aulas 15-16: seção 2A;
Aulas 17-18: seção 2B;
Aulas 19-20: seção 2C;
Aulas 21-22: 2D;
Aulas 23-24: 2E;
Aulas 25-26: revisão e exercício da seção 2A-E;
Aula 27: avaliação;
Aula 28: devolutiva da avaliação.

Bibliografia básica:
Bechara, E. Lições de português pela análise sintática. Rio de Janeiro: Padrão, 1983.
Besselaar, J. van den. Propylaeum latinum. São Paulo: Herder, 1960.
Cart, A.; Grimal, P.; Lamaison, J. ; Noiville, R. Gramática latina. Tradução e adaptação de Maria Evangelina Villa Nova Soeiro. São Paulo: Edusp, 1986.
Faria, E. Gramática da língua latina. Revisão de Ruth Junqueira de Faria. Brasília: FAE (Fundação de Assistência ao Estudante), 1995 (1958).
Jones, Peter V.; Sidwell, Keith C. Aprendendo Latim: textos, gramática, vocabulário, exercícios. Tradução e supervisão: Isabella Tardin Cardoso, Paulo Sérgio de Vasconcellos e equipe. São Paulo: Odysseus, 2021.