Programa

Composto de 4 encontros com duas horas de duração cada, o curso é aberto a todos interessados em escrita literária e artes do corpo.

AULA 1
- Apresentação do curso;
- Arte performática vs estética performativa – uma aproximação teórica;
- O que é um programa performativo?
- Primeira sessão de escrita.

AULA 2
- A noção de procedimento na literatura
- Literatura numa perspectiva expandida (noção de “poesia pós-poética”)
- Segunda sessão de escrita.

AULA 3
- O corpo sob o domínio da técnica
- Terceira sessão de escrita

AULA 4
- Ciclo performativo – texto, leitura e escrita.
- Impressões finais e compartilhamento dos materiais levantados.

BIBLIOGRAFIA

AGAMBEN, Giorgio. O que é o ato de criação. 1987. In: AGAMBEN, Giorgio. O fogo e o relato: ensaios sobre criação, escrita, artes e livros. Tradução de Andrea Santurbano e Patricia Peterle. São Paulo: Boitempo, 2018.
AGUILAR, Gonzalo; CÁMARA, Mario. A máquina performática: a literatura no campo experimental. Rio de Janeiro: Rocco, 2017.
AIRA, César. Pequeno manual de procedimentos. Tradução de Eduardo Marquardt e Marcos Maschio Chaga. Curitiba: Arte e Letra, 2007.
BARTHES, Rolland. A morte do autor. In: O rumor da língua. Trad. Mário Laranjeira. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
BERARDI, Franco. Depois do Futuro. Trad. Regina Silva. São Paulo: Ubu, 2019.
BOURRIAUD, Nicolas. Pós-produção: como a arte reprograma o mundo contemporâneo. Trad. Denisse Bottman. São Paulo: Martins, 2009.
CRARY, Jonathan. 24/7: Capitalismo Tardio e os fins do sono. Trad. Joaquim Toledo Junior. São Paulo: Ubu, 2016.
CHKLOVSKI, Viktor. “A arte como procedimento”. 1917. In: RIBEIRO, Ana Mariza et al. Teoria da literatura: os formalistas russos. Porto Alegre: Editora Globo, 1976. p. 39-56.
FABIÃO, Eleonora. Programa Performativo: o corpo-em-experiência. ILINX Revista do LUME (Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas Teatrais da UNICAMP, v. 4, 2013.
FERNANDES, Sílvia. Teatralidades contemporâneas. São Paulo: Perspectiva, 2010.
FISCHER-LICHTE, Erika. Estética do performativo. Trad.: Manuela Gomes. Lisboa: Orfeu Negro, 2019.
GOLDSMITH, K. Uncreative Writing. Managing Language in the Digital Age. New York: Columbia University Press, 2011.
MALLO, Augustín Fernández. Postpoesia: hacia un nuevo paradigma. Barcelona: Anagrama, 2009.
MALLO, Augustín Fernández. Blog Up. Ensayos sobre cultura y sociedad. Valladolid: Universidad de Valladolid, 2012.
MALLO, Augustín Fernández. Nocilla Experience. Tradução de Joana Angélica d'Avila Melo. São Paulo: Cia. Das Letras, 2013.
MALLO, Augustín Fernández. Teoría General de la Basura (cultura, apropiación, complejidad). Barcelona: Galaxia Gutenberg, 2018.
MOLINA, Débora. Autoria no século XXI: escrita não criativa e gênio não original. 2017. 81f. Dissertação (Mestrado em Letras) – Instituto de Letras, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2017.
PERLOFF, Marjorie. O gênio não original: poesía por otros meios no novo século. Belo Horizonte: UFMG, 2013.

Programa

1º encontro: A produção da cidade e suas desigualdades em linhas de raça, gênero e classe social
FRANÇA, Danilo S. N. Segregação Racial em São Paulo: Residências, redes pessoais e trajetórias urbanas de
negros e brancos no século XXI. 2017. 241p. Tese (Doutorado em Sociologia), FFLCH/USP, São Paulo, 2018.
GALICHO, Bruna S. Caminhos da Diferença: corpo e cidade na circulação cotidiana das mulheres da periferia sul
de São Paulo. 2021, 168 p. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social), FFLCH/USP, São Paulo, 2021.
Bibliografia complementar
D`Andrea, Tiaraju. Contribuições para a definição sobre os conceitos periferia e sujeitas e sujeitos periféricos

Dosseiê Subjetividades Periféricas, Novos Estudos CEBRAP 39 (1). Jan-Abri 2020.
Das, Veena; Poole, Deborah. (2008). El estado e sus márgenes: Etnografías comparadas
Milena Mateuzi. (2022). Introdução. in: Tramas do cuidado entre a vida e a morte: agenciamentos femininos nas
periferias de São Paulo. 2022. Tese (Doutorado em Antropologia Social), FFLCH/USP, São Paulo.

2º encontro: Periferias e seus movimentos a partir de uma perspectiva racial e generificada: movimentos
populares dos anos de 1990, clube de mães, hip hop, coletivos, feminismo periférico, luta contra o
genocidio, dentre outras lutas.

OLIVEIRA, Alessandra K. T. Capítulo 1. In: Gritos e silêncios: um mergulho no cotidiano e na intimidade de
mulheres negras ativistas da periferia sul de São Paulo. 2022, 219 f. Dissertação (Mestrado em Antropologia
Social), FFLCH/USP, São Paulo, 2022
OLIVEIRA-MACEDO, Shisleni (2021). Introdução e capítulo 2. In: Salve quebradas! Raça, educação e articulações
feministas na periferia de São Paulo. 2021, 186 p. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social), FFLCH/USP,
São Paulo, 2021
Bibliografia complementar
FELTRAN, Gabriel. Movimentos, entidades: o CEDECA Sapopemba. In Fronteiras de tensão: um estudo sobre
política e violência nas periferias de São Paulo. São Paulo: Editora Unesp, 2011
MACEDO, Márcio. Hip-Hop SP: transformações entre uma cultura de rua, negra e periférica (1983-2013). In:
KOWARICK, Lúcio; FRÚGOLI, Heitor (orgs). Pluralidade urbana em São Paulo: vulnerabilidade, marginalidade e
ativismos. São Paulo: Editora 34; FAPESP, 2016. Cap. 1, pp 23-55.
OLIVEIRA, Danielle R. Encruzilhada das Guerreiras da periferia sul de São Paulo: Feminismo Periférico e
Fronteiras Políticas. 2019, 269 p. Dissertação (Mestrado em Sociologia), IFCS/UNICAMP, São Paulo, 2019.
http://repositorio.unicamp.br/Acervo/Detalhe/1097490 (Cap. 4 -terra fértil em que corpos (re)vivem rebeldias e
alegrias de mulheres guerreiras – feminismo periférico )
MOUTINHO, Laura; Alves, Valéria; Carmo, Milena M. “Quanto Mais Você Me Nega, Mais Eu Me Reafirmo”:
Visibilidade e Afetos na Cena Negra Periférica. Paulistana Revista Tomo, v. 28, jan/jun, 1-27, 2014

3º encontro: Violência e cuidado - formas generificadas de produzir territórios em tempos neoliberais
OLIVEIRA, Alessandra K. T. Capítulo 1. In: Gritos e silêncios: um mergulho no cotidiano e na intimidade de
mulheres negras ativistas da periferia sul de São Paulo. 2022, 219 f. Dissertação (Mestrado em Antropologia
Social), FFLCH/USP, São Paulo, 2022
CARMO, MILENA M.. (2022). Capítulo 1 e 2. in: Tramas do cuidado entre a vida e a morte: agenciamentos
femininos nas periferias de São Paulo. 2022. Tese (Doutorado em Antropologia Social), FFLCH/USP, São Paulo.
Bibliografia Complementar
FELTRAN, Gabriel S. Fronteiras de tensão: um estudo sobre política e violência nas periferias de São Paulo. São
Paulo: Editora Unesp, 2011.
BIRMAN, Patrícia; PIEROBON, Camila. Viver sem guerra? Poderes locais e relações de gênero no cotidiano
popular. Revista de Antropologia. São Paulo, v. 64, n. 2, jun, 2021
ROCHA, Luciane O., Outraged Mothering: black woman, racial violence, and the power of emotion in Rio de Janeiro’
african diaspora. 2014. 346 p. Tese (Doutorado em Filosofia) - The University of Texas at Austin, 2014
TELLES, Vera S. Cidade: produção de espaços, formas de controle e conflito. Revista de Ciências Sociais,
Fortaleza, v. 46, n.1, jan-jun, 2015, p. 15-41

4º encontro: Políticas de ampliação e acesso ao ensino superior: o impacto do Prouni e das Cotas as
periferias e na produção acadêmica sobre elas

OLIVEIRA-MACEDO, Shisleni (2021). Capítulo 3. In: Salve quebradas! Raça, educação e articulações feministas na
periferia de São Paulo. 2021, 186 p. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social), FFLCH/USP, São Paulo, 2021.
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-12112021-

134026/publico/2021_ShisleniDeOliveira_Macedo_VCorr.pdf
MACEDO, Renata G. M. Capítulo 1. Escolhas possíveis: narrativas de classe e gênero no ensino superior privado.
2019, 235 p. Tese (Doutorado em Antropologia Social). FFLCH/USP, São Paulo, 2019
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-16122019-
182552/publico/2019_RenataGuedesMouraoMacedo_VCorr.pdf
Bibliografia complementar
GUIMARÃES, Antonio S. A.; RIOS, Flávia; SOTERO, Edilsa. (2020). Coletivos negros e novas identidades raciais.
Novos Estudos Cebrap, São Paulo, v. 3 n.2, Mai-Ago.
LIMA, Márcia; CAMPOS, Luiz Augusto. (2020). Apresentação: inclusão racial no ensino superior. Novos Estudos
Cebrap, São Paulo, v. 3 n.2, Mai-Ago.
CARMO, Milena M.; MOUTINHO, Laura, KLEIN, Charles.. Periferias nas universidades: ecos das políticas de ações
afirmativas (no prelo)

Programa

Axe 1 : Le fantastique chez Maupassant et Gautier
● Le Horla, de Guy de Maupassant, publié en 1887 (œuvre).
● La cafetière et autres contes fantastiques, de Théophile Gautier, publié en 1831 (œuvre).
Axe 2 : Une question de mémoire : interroger ses souvenirs d’enfance
● Enfance, de Nathalie Sarraute, publié en 1983 (œuvre).
● Un siècle d’écrivains : Nathalie Sarraute, réalisé par Jacques Doillon, 1995 (documentaire).
Axe 3 : Rapport entre la littérature et le cinéma.
● Thérèse Desqueyroux, de François Mauriac, publié en 1927 (œuvre).
● Thérèse Desqueyroux, réalisé par Claude Miller, 2012 (film).
Axe 4 : La haine et la honte de soi
● Nouvelle histoire de Mouchette, de Bernanos, publié en 1937.
Bibliographie :
BERNANOS, Georges. Nouvelle histoire de Mouchette. Paris : Le Livre de Poche, 2012.
GAUTIER, Théophile. La cafetière et autres contes fantastiques. Paris: Folio, 2023.
MAUPASSANT, Guy de. Le Horla. Paris: Folio, 2014.
MAURIAC, François. Thérèse Desqueyroux. Paris : Hachette, 2019.
SARRAUTE, Natalie. Enfance. Paris : Gallimard [Folio], 2022.
TODOROV, Tzvetan. Introduction à la littérature fantastique. Paris: Éditions du Seuil, 1970.

Programa

Cronograma:

AULA 1 - A concepção de História de Giambattista Vico (1668 - 1744) e sua influênciana construção do conceito de Incivilimento proposto por Romagnosi

AULA 2 - A Religião. Como o temor a uma divindade superior refreia os instintos primários do Homem.

AULA 3 - A Agricultura. Como a fixação do Homem a um determinado território possibilita a construção das cidades.

AULA 4 - O Governo. Como a sofisticação da Vida proporcionada pelas melhorias econômicas abrandam os costumes e as leis das cidades.

AULA 5 - O conceito de Incivilimento com chave de leitura do processo histórico de desenvolvimento dos povos.

Bibliografia:

BAGIOTTI, Tullio. "L'incivilimento come principio di determinazione del problema economico in Gian Domenico Romagnosi" in Gionali degli Economisti e Annali di Economia, nuova serie, anno 20, n 9/10 (settembre - ottobre 1961) pp 604 - 630
BARUCCI, Piero. "Economia e Incivilimento in Gian Domenico Romagnosi" in Giornale degli Economisti e Annali di Economia, nuova serie, anno 20, n 11/12 (novembre - dicembre 1961) pp 701 - 750
CANTÙ, Cesare. Gian Domenico Romagnosi per Cesare Cantù. Torino: Unione Tipografico - Editrice, 1861
DIODORO SICULO . Diodorus of Sicily, in twelve volumes; with an English translation by Francis R. Walton, with a general index to Diodorus by Russel M. Greer. London: William HeinemannLtd, 1984 (first printed 1967
ESTRABÃO. The Geography of strabo, in eight volumes; with an English translation by Horace Leonard Jones. London: William Heinemann Ltd, 1959 (first printed 1932)
GREEN, Peter. Alexandre, o Grande, e o Período Helenístico. Rio de Janeiro: Objetiva,2014
HERÓDOTO. História; tradução do grego, introdução e notas de Mário da Gama Kury. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1988
LESKI, Ivan . "Ciência da História como Ciência das Leis: uma leitura viquiana" in Intelligere: Revista de Historia Intelectual, n 7, julho de 2019, pp 238 - 246
PAUSANIAS. Description of Greece, in five volumes; with an English translation by W. H. S. Jones, companion volume containing illustrations and index prepared by R. E. Whycherley. London: William Heinemann Ltd, 1955 (first printed 1935)
PLUTARCO. Plutarch 's Moralia, in sixteen volumes; with an English translation by Benedict Einarson and Philip H. de Lacey. London: Harvard University Press, 1996 (first printed 1967)
POLÍBIO. The Histories, in six volumes; with an English translation by W. R, Paton. London: William Heinemann Ltd, 1980 (first printed 1927)
--------------. História Pragmática, Livros I a V; tradução, introdução e notas de Breno Battistin Sebastiani. São Paulo: Editora Perspectiva/Fapesp, 2016
ROMAGNOSI, Gian Domenico. Dell'indole e dei fattori dell'Incivilimento con esempio del suo risorgimento in Italia. Milano: Società degli Editori degli Annali Universali delle Scienze e dell' Industria, 1832
ROSTOVZTZEFF, Mihail. The Social and Economic History of the Hellenistic World (3 volumes). London: Oxford University Press, 1952 (2nd edition)
TITO LÍVIO . História de Roma (6 volumes); introdução, tradução e notas de Paulo Matos Peixoto. São Paulo: Paumape, 1990
VICO, Giambattista. Opere; a cura di Fausto Nicolini. Milano/Napoli: Riccardo Ricciardi Editore, 1953
----------------------------. Ciência Nova; tradução de Vilma de Katinzky. São Paulo: Hucitec, 2010

Programa

Aula 1: Instinto e impulso na antropologia e biologia alemãs do século XVIII
Aula 2: Finalidade interna e a unidade pulsional da mente: Kant, Jacobi e Reinhold.
Aula 3: Pulsão como fundamento estético e prático da liberdade: Schiller e Fichte
Aula 4: O ponto de partida metodológico no sistema hegeliano: pulsão entre lógica, natureza e espírito

Bibliografia:

Primária:
BLUMENBACH, J. F. Sobre o impulso de formação e a geração. Santo André: Editora UFABC, 2019.
FICHTE, J. G. A Doutrina-da-ciência de 1794 e Outros Escritos - Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1984.
FICHTE, J. G. Sobre o espírito e a letra na filosofia. São Paulo: Humanitas, 2014.
HEGEL, G. W. F. Ciência da lógica: 3. A doutrina do conceito. Petrópolis: Vozes, 2018.
HEGEL, G. W. F. Fenomenologia do espírito. Petrópolis, Vozes, 2011b
HEGEL, G. W. F. Enciclopédia das Ciências Filosóficas em Compêndio (1830): I - A Ciência da Lógica. São Paulo: Loyola, 1995a.
HEGEL, G. W. F. Enciclopédia das Ciências Filosóficas em Compêndio (1830): II - A Filosofia da Natureza. São Paulo: Loyola, 1997a.
HEGEL, G. W. F. Enciclopédia das Ciências Filosóficas em Compêndio (1830): III - A Filosofia do espírito. São Paulo: Loyola, 1995b.
KANT, Immanuel. Crítica da Faculdade de Julgar. São Paulo: Editora Unesp, 2016.
SCHILLER, F. Educação estética do homem numa série de cartas. São Paulo: Iluminuras, 1989.

Secundária:
BUCHENAU, S. Trieb, Antrieb, Triebfeder dans la philosophie morale prékantienne, Revue germanique internationale, n.18, 2002, pp. 11-24.
FICHTE, J. G. Early Philosophical Writings. Nova York: Cornell University Press, 1988.
FICHTE, J. G. Le système de l'éthique selon les principes de la doctrine de la science. Paris: PUF, 1986.
GOH, Kienhow. Drive. In: Marina F. Bykova (ed.), The Bloomsbury Handbook to Fichte. New York: Bloomsbury. pp. 399-407, 2020.
JACOBI, F. H. The main philosophical writings and the novel Allwill. Montreal: McGill-Queen's University Press, 1994.
KISNER, Manja. Kant on Driving Forces: Parallels and Differences in Kant’s Conceptualization of Trieb and Triebfeder. In Manja Kisner & Jörg Noller (eds.), The Concept of Drive in Classical German Philosophy: Between Biology, Anthropology, and Metaphysics. Palgrave-Macmillan. pp. 127-148, 2021.
KOSCH, M. (2021). Fichte's Theory of Drives. Journal of the History of Philosophy, v. 59, n.2, p. 247-269. 2021.
MCLAUGHLIN, Peter. Kant’s Critique of Teleology in Biological Explanation. New York: Cambridge University Press, 1982.
NUZZO, Angelica. The Trieb of Dialectic: Systematic and Thematic Extension of the Concept of Trieb in Hegel. In Manja Kisner & Jörg Noller (eds.), The Concept of Drive in Classical German Philosophy: Between Biology, Anthropology, and Metaphysics. Palgrave-Macmillan. pp. 281-297, 2021.
WARE, Owen. Drive. In: Fichte's Moral Philosophy. Nova York: Oxford University Press, 2020.
Peña, P. E. The Role of the Concept of Drive in Fichte’s Theory of Knowledge. Revista de Estud(i)os sobre Fichte [online], v. 25, 2024, Publicado el 30 julio 2024, consultado el 08 noviembre 2024. URL: http://journals.openedition.org/ref/2075.
REIMARUS, Hermann Samuel. Allgemeine Betrachtungen über die Triebe der Thiere, hauptsächlich über ihre Kunsttriebe. Hamburg: Bohn, 1760.
REINHOLD, K. L. Essay on a New Theory of the Human Capacity for Representation. Nova York: de Gruyter, 2011.
TORRES FILHO, R. R. O espírito e a letra: a crítica da imaginação pura em Fichte. São Paulo: Ática, 1975.
ZAMMITO, John. The Gestation of German Biology: Philosophy and Physiology from Stahl to Schelling. Chicago: The University of Chicago Press, 2017.
ZAMMITO, John. Between Reimarus and Kant: Blumenbach’s Concept of Trieb. In Manja Kisner & Jörg Noller (eds.), The Concept of Drive in Classical German Philosophy: Between Biology, Anthropology, and Metaphysics. Palgrave-Macmillan. pp. 39-60, 2021.

Programa

Programa

1. Caso prepositivo (pergunta ГДЕ?).
2. Caso acusativo (perguntas КОГО/ЧТО?).
3. Expressão da frequência e do tempo (pergunta КОГДА?)
4. Adjetivos qualificativos (pergunta КАКОЙ?)
5. Numerais.
6. Léxico: esportes, instrumentos musicais, comida, meteorologia etc.
7. Fonética
8. Prática de leitura.
9. Elementos culturais.

Bibliografia

AMÉRICO, Ekaterina Volkova; FERNANDES, Gláucia Roberta Rocha. Fale tudo em russo! Barueri: Disal
Editora, 2013. 336 p.
CASTRO, Tanira. Fale russo: leitura. Porto Alegre: Ediplat, 2007. 144 p.
ESMANTOVA, T. Russkii iazyk: 5 elementov. Nível A1 (elementar). São Petersburgo: Zlatoust, 2016,
319p.
KHAVRÓNINA, S. A e CHIROTCHÉNSKAIA, A. I. Russian in exercises. Moscou: Progress Publishers,
1981.
MILLER, L. V.; POLITKÔVA, L. V.; RIBAKÔVA I. I. Jíli-bíli – 28 urokov rússkogo iaziká dlia
natchináiuschikh. 4ª edição. São Petersburgo: Zlatoust, 2003. 152 p.
STEPÁNOVA, F.; IÉVLIEVA, Z.; TRÍUCHINA, L. Rússki iazyk dliá vsiekh. Moscou: Editorial Progresso,
1981.
TCHERNICHÔV, S. I. Poiekhali! Rússki iazik dlia vzroslikh. Natchalni kurs. 7ª edição. São Petersburgo:
Zlatoust, 2009. 280 p.

Programa

1. A esfera científica e sua relação com a popularização científica: objetivos do artigo científico e sua
relação com gêneros da popularização científica

2. O gênero artigo científico: modalidades (teórico, de revisão bibliográfica, análise de corpus etc.),
partes constituintes (título, resumo, introdução, referências, anexos etc.), estilo (linguagem acadêmica).

3. Apresentação de critérios de avaliação por pares de periódicos das áreas de Letras e Educação.

4. Estratégias para indexação nas bases de dados (Scielo, Scopus, Web of Science etc.) e classificação
de periódicos (WebQualis)

5. O processo de submissão e publicação de artigos: planejamento, escrita, revisão, formatação
segundo critérios dos periódicos, status de avaliação, estratégias de submissão, exigência de versão
em língua estrangeira, titulação exigida do autor

Bibliografia:

Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Disponível em: http://www.abnt.org.br/
BAKHTIN, Mikhail.  Os gêneros do discurso (1952-1953). Organização, posfácio, tradução e notas de
Paulo Bezerra. 1. ed. São Paulo: Editora 34, 2016. 
BERLINCK, M. T. Editor de revistas científicas: relatos de um interminável
aprendizado. Psicologia USP, São Paulo, vol. 22, nº 2, p. 423-435, 2011.
BEZERRA, B. G. Letramentos acadêmicos e construção da identidade: a produção do artigo
científico por alunos de graduação. Linguagem em (dis)curso, v. 15, p. 61-76, 2015.
BOURDIEU, P. Os usos sociais da ciência. Por uma sociologia clínica do campo científico. Trad. D. B.
Catani. São Paulo: Editora UNESP, 2004 [1997].
______. Homo academicus. Trad. I. R. Valle e N. Valle. 2. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2017.
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES. Qualis: classificação de
periódicos, anais, jornais e revistas. Disponível
em: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoP…
GeralPeriodicos.jsf 
CARLINO, Paula. Escribir, ler y aprender en la universidad: una introducción a la
alfabetización académica. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica, 2009. 
CORACINI, M. J. Um fazer persuasivo. O discurso subjetivo da ciência. Campinas: Pontes, 1991.
 FERREIRA, Marília Mendes; LOUSADA, Eliane Gouvêa. Ações do Laboratório de Letramento
Acadêmico da Universidade de São Paulo: Promovendo a Escrita Acadêmica na Graduação e na Pós-
graduação. Ilha Desterro,  Florianópolis ,  v. 69, n. 3, p. 125-140,  Dec.  2016. Disponível em:
<https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S2175-80262016000300125&script=sci…;. Acesso
em 26 de jan. de 2021. 
FILHO, M. A. Escrita acadêmica, uma prática estratégica. Jornal da UNICAMP. 2019.
Disponível em: https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2019/08/12/escrita-academica-
uma-pratica-estrategica Acesso em: 26 jan. 2021.
GRILLO, Sheila Vieira de Camargo. Divulgação científica: linguagens, esferas e gêneros. Tese (Livre-
docência em Filologia e Língua Portuguesa) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da
Universidade de São Paulo, São Paulo, 2013.
GUSTAVII, Björn. Como escrever e ilustrar um artigo científico. Tradução: Marcos Marcionilo. São
Paulo: Parábola Editorial, 2017. 
KEMIAC, L. Uma Proposta de Análise Do Gênero “Artigo Experimental” a partir dos Pressupostos
Teóricos de Bakhtin e do Círculo. Tese (Doutorado em Linguística) - Universidade Federal da Paraíba,
João Pessoa, 2019. Disponível em: https://sig-
arq.ufpb.br/arquivos/2020075148004018574796c817ef0cc3d/LK20122019.pdf. Acesso em 23 jan. 2020.
LOUSADA, E. Resumo. São Paulo: Parábola Editorial, 2004.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Planejar gêneros
acadêmicos. São Paulo: Parábola Editorial, 2005.
MOTTA-ROTH, D.; HENDGES, G. H. Produção textual na universidade. São Paulo: Parábola
Editorial, 2010.
OLIVEIRA, M. do S. Aprendendo a ler para escrever: o gênero textual resumo científico e
letramento acadêmico. Revista da Anpoll, vol. 51, nº 2, p. 125-138, Florianópolis, jul./set. 2020.
PEREIRA, Mauricio Gomes. Artigos científicos: como redigir, publicar e avaliar. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011.
PINKER, S. Guia de escrita: como conceber um texto com clareza, precisão e elegância.
Tradução de Rodolfo Ilari. São Paulo: Editora Contexto. 2016.
SIGNORINI, I. Metapragmáticas da “redação” científica de “alto impacto”. Revista do GEL, v.
14, n. 3, p. 59-85, 2017. 
SOARES, Magda. (2001) Letramento: um tema em três gêneros. 3 ed. 4 reimpressão. Belo Horizonte:
Autêntica, 2017.    
STREET, Brian. Letramentos sociais: abordagens críticas do letramento no desenvolvimento, na
etnografia e na educação. São Paulo: Parábola Editorial, 2014. 
TRZESNIAK, Piotr. As dimensões da qualidade dos periódicos científicos e sua presença em um
instrumento da área da educação. Revista Brasileira de Educação.,  Rio de Janeiro ,  v. 11, n. 32, p.
346-361,  Agosto, 2006. Disponível em: <https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-
24782006000200013&script=sci_arttext>. Acesso em 26 de jan. de 2021.

Programa

O curso de Ikebana Sogetsu tem como objetivo desenvolver habilidade e ensinar técnicas para que o aluno consiga fazer um arranjo de ikebana Sogetsu. Serão usados conteúdos dos livros didáticos editados pela Sogetsu Japão.

Serão desenvolvidas aulas teóricas e práticas com o seguinte conteúdo: História da Ikebana; estética da ikebana; estilos de arranjos; técnicas de fixação e combinação de elementos.

Módulo I:
1. Fundamentos da arte floral no Estilo Ikenobo e a criação do arranjo livre – Jiyuka
2. A arte do séc. XX e o Ikebana (1) / Parte prática: - jiyuka 自由花 (arranjo livre)
3. A arte do séc. XX e o Ikebana (2) / Parte prática: - jiyuka (arranjo livre)
4. A arte do séc. XX e o Ikebana (3) / Parte prática: - jiyuka (arranjo livre)

Referências bibliográficas:

TESHIGAHARA, Akane. Sogetsu Textbook, 1 - 5, Sogetsu Foundation, 2017.
TESHIGAHARA, Hiroshi. Ikebana da escola Sogetsu. Tokyo, Japão, Sogetsu Shuppan Inc., 1983.
TESHIGAHARA, Sofu. Kadensho. Tokyo, Japão, Sogetsu Shuppan Inc.,1996.
TESHIGAHARA, Akane. Hana no Purisumu. Tokyo, Japão, 1995.
TESHIGAHARA, Kasumi. Kasumi’s Ikebanafor all seasons. Tokyo, Japão, Shufunotomo Co., Ltd., 1985.
SPARNON, Norman e TESHIGAHARA Kasumi. Ikebana with roses. Tokyo, Japão, Shufunotomo Co. Ltd., 1985

Programa

1 – Programa do curso
Dia 1- Introdução à Historiografia da Tradução e Interpretação
Dia 2 - Mulheres na Historiografia da Tradução e da Interpretação
Dia 3 - O uso de fotografias na análise histórica de tradutores e intérpretes
Dia 4 - Projetos históricos completados: teoria, metodologia e resultados. (Tradução Escrita)
Dia 5 - Projetos históricos completados: teoria, metodologia e resultados. (Tradução Oral)
 
2 – Objetivos
Introduzir o aluno/a aos estudos narrativos da tradução oral e escrita
Oportunizar o conhecimento de conceitos, métodos e abordagens da historiografia da tradução
Compartilhar pesquisas já completadas e motivar pesquisas futuras
Refletir e debater sobre a consciência histórica diacrônica e sincrônica
 
3- Bibliografia
MILTON, John (2014): Los Estudios de Traducción en Brasil.Mutatis Mutandis (número especial La traductología en Brasil), v. 7, n. 1, p. 3-15.
____________; MARTINS, Márcia (2010): Apresentação - Contribuições para uma historiografia da tradução. Número especial de Tradução em Revista, n. 8, p. 1-10. http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/trad_em_revista.php?strSecao=i…
____________;. (Ed.) (2001): Emerging Views on Translation History in Brazil. São Paulo: Humanitas, FFLCH/USP.
____________; O Clube do Livro e a Tradução. Bauru: Editora da Universidade do Sagrado Coração (EDUSC), 2002.
____________; Um País se Faz com Traduções e Tradutores: a importância da tradução e da adaptação na obra de Monteiro Lobato. São Paulo: Martina Fontes, 2019.
____________; “The importance of economic factors in translation publication: an example from Brazil”, in Beyond Descriptive Translation Studies: Investigations in Homage to Gideon Toury, ed. Anthony Pym, Miriam Shlesinger and Daniel Simeoni. Amsterdam: John Benjamins, 2008, pp. 163-173. Versão em português: “A Importância de Fatores Econômicos na Publicação de Traduções: Um Exemplo do Brasil”, em TradTerm, no. 17. Número Especial: A Tradução no Brasil: História, Sociedade, Política, 2010/2011, pp. 85-100. http://www.revistas.usp.br/tradterm/article/view/40284/43169
____________; “Bringing Translation into the Canon: The Importance of the Folhetim in Translation Studies in Brazil”, in Via Panorâmica: Revista de Estudos Anglo-Americanos, série 3, no 4, 2015, 30-61. http://ler.letras.up.pt/site/default.aspx?qry=id05id1188id2697&sum=sim
OLIVEIRA, Damiana Rosa de; VAZQUEZ, Andreia de Jesus Cintas (2018): A Fantástica História (ainda não contada) da Tradução no Brasil. Transitiva: São Paulo.
PINILLA, José Antonio; PULIDO, Martha et al. (2017): A metodologia em História da Tradução: Estado da questão. Belas Infiéis (Brasília), v.6, n. 2, p. 223-255.
SILVA-REIS, Dennys (2017): História Visual da Tradução: a iconografia do século XIX no Brasil. Domínios de Lingu@gem(Uberlândia), v. 11, n. 5, p. 1475-1504.
SILVA-REIS, Dennys (2017). O intérprete negro na História da Tradução Oral: da tradição africana ao colonialismo português no Brasil. Tradução em Revista, n. 24, p. 1- 42.
SILVA-REIS, Dennys; BAGNO, Marcos (2016). “Os intérpretes e a formação do Brasil: os quatro primeiros séculos de uma história esquecida”. Cadernos de Tradução. V. 36. N. 3. Florianópolis: Universidade de Santa Catarina. p. 81-108.
SILVA-REIS, Dennys; CARVALHO, Luciana Fonseca (2018). Nineteenth Century Women Translators in Brazil: from Novel to Historiographical Narrative. Revista Brasileira de Literatura Comparada 20 (34). p. 23-46.
SILVA-REIS, Dennys; MILTON, John (2016): História da tradução no Brasil: percursos seculares. Translatio (Porto Alegre), n. 12, p. 2-42.
SILVA-REIS, Dennys; SILVA, Liliam Ramos da (2018): Horizontes da tradução na América Latina. Trabalhos de Linguística Aplicada, Campinas, v. 57, n. 1, p. 3-20.
WYLER, Lia (2003): Línguas, poetas e bacharéis: uma crônica da tradução no Brasil. Rio de Janeiro: Rocco.

 

Programa

Aula 1 – O conceito de gênero

1. Apresentação das alunas e roda de conversa virtual sobre expectativas para o
curso.
2. Apresentação da professora e programa do curso.
3. Aula expositiva sobre o conceito de gênero.

Bibliografia:

Leitura obrigatória: SCOTT, Joan. Gênero: uma categoria útil para a análise histórica.
Cadernos de História, vol.11, n. 11, Recife: UFPE, 2016, p. 9-39.

Leitura complementar: HARDING, Sandra. A instabilidade das categorias analíticas na
teoria feminista. Revista Estudos Feministas, vol.1, n.1, 1993, p. 7-31.

Aula 2 – Interseccionalidade e feminismos negros

1. Aula expositiva sobre o conceito de interseccionalidade a partir da perspectiva
dos feminismos negros.
2. Debate sobre os textos.

Bibliografia:

Leitura obrigatória: COLLINS, Patricia Hill. Pensamento feminista negro: o poder da
autodefinição. In: Pensamento feminista negro: conhecimento, consciência e a política
do empoderamento. Seminário Maria de Lourdes Nascimento, São Paulo: CEBRAP,
2013.

Leitura complementar: CARNEIRO, Sueli. Enegrecer o feminismo: a situação da
mulher negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero. In: Racismos
contemporâneos, Rio de Janeiro: Takano Editora, 2003, p. 49-58.

Aula 3 – Feminismos de(s)coloniais

1. Aula expositiva sobre feminismos de(s)coloniais.
2. Debate sobre os textos.

Leitura obrigatória: ANZALDÚA, Gloria. La conciencia de la mestiza: rumo a uma
nova consciência. Revista Estudos Feministas, vol.3 n. 3, 2005, p. 704-719.

Leitura complementar: LUGONES, María. Rumo a um feminismo descolonial. Revista
Estudos Feministas, vol. 22, n. 3, 2014, p. 935-952.

Aula 4 – Contrassexualidade e feminismos queer

1. Aula expositiva sobre o conceito de contrassexualidade a partir da perspectiva
dos feminismos queer.
2. Debate sobre os textos.
3. Encerramento e avaliação do curso.

Leitura obrigatória: PRECIADO, Paul B. Multidões queer: notas para uma política dos
“anormais”. Revista Estudos Feministas, vol. 19, n. 1, 2011, p. 11-20.

Leitura complementar: LAURETIS, Teresa de. Teoria queer 20 anos depois: identidade,
sexualidade e política. Revista Mora, vol. 21, n. 2, 2015, p. 107-118.