Programa

CONTEÚDO (EMENTA):

Aula 1 (28/06):
- A competência tradutória e suas subcompetências;
- Tradução, tecnologias e relações de poder;
- Ferramentas computacionais: dicionários e glossários on line, sistemas de tradução automática e ferramentas de tradução assistida por computador (CAT Tools);
- Como criar uma conta no software livre Wordfast Anywhere e reconhecimento da interface do software.

Aula 2 (29/06):
- Primeiros elementos da prática com Wordfast Anywhere: quais os recursos disponíveis no Wordfast Anywhere; como preparar um arquivo para ser trabalhado no software; como subir um arquivo para o software; como construir e/ou importar/exportar um glossário; como construir e/ou importar/exportar uma memória de tradução; como definir o par linguístico; quais os comandos básicos do Wordfast Anywhere.

Aula 2 (30/06):
- Outros elementos da prática com Wordfast Anywhere: como revisar uma tradução no Wordfast Anywhere; como baixar um arquivo do software; quais os formatos possíveis de arquivo para download e as diferenças entre eles; alguns problemas técnicos que podem ocorrer e como solucioná-los.
- Discussão sobre os resultados.


BIBLIOGRAFIA:

ALBIR, Amparo Hurtado. Competência tradutória e formação por competências. Cadernos de Tradução, Florianópolis, v. 40, nº 1, p. 367-416, jan-abr, 2020. Traduzido por Lavínia Teixeira Gomes e Marta Pragana Dantas. Disponível em: . Acesso em: 5 jun. 2020.
ALCINA, Amparo. Translation Technologies: Scope, Tools and Resources. Target: International Journal on Translation Studies, maio, 2008. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/233657002_Translation_technolo….
AMARAL, Ana Lúcia Ribeiro do. A experiência da tradução comparando ferramentas de auxílio a tradução: Wordfast Anywhere x Smartcat. Trabalho de Conclusão de Curso. Instituto de Letras, Universidade de Brasília, Brasília, 2019.
CRONIN, Michael. Translation in the digital age. Abingdon: Routledge, 2013.
SANTOS, Diana; FREITAS, Cláudia. Áreas emergentes e ferramentas especializadas: tradução e tecnologia em revista. Tradução em Revista, n. 22, v. 1, 2007. Disponível em: https://comum.rcaap.pt/handle/10400.26/20482.
STUPIELLO, Érika. "Relações de poder na tradução praticada na era digital". In. ESTEVES, Lenita (org.), O traduzir traduzido: diálogos com a tradução. São Paulo: FFLCH-USP, 2019. Disponível em: http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/401.

OBSERVAÇÕES:
O curso será ministrado remotamente via Google Meet. Os slides explicativos, textos e demais materiais de apoio serão disponibilizados na plataforma Google Classroom. Cada aluna/a inscrito/a abrirá (na primeira aula) uma conta de acesso individual ao software Wordfast Anywhere, com a qual trabalhará durante o curso.

Programa

Horário: quarta (27/10)/ quinta (28/10); quarta (3/11); quinta (4/11) das 19h às 21h. (4h semanais)

Programa: Historicamente, a relação da alma com o corpo no ser humano mobilizou diversos filósofos a proporem suas teorias. A partir da questão da tristeza da alma e doença do corpo colocada por Elisabeth, este curso pretende ser uma breve introdução a esse problema em Descartes, apresentando alguns aspectos gerais nas principais obras desse autor, além de propor uma leitura através da perspectiva de sistema.

Objetivo: O curso de difusão tem como objetivo apresentar os principais aspectos, de forma resumida, da relação entre a alma e o corpo em Descartes, filósofo francês do séc XVII, a partir da crítica feita por Elisabeth da Boêmia. Espera-se analisar principalmente a questão do problema entre a tristeza da alma e a doença do corpo através das noções de movimento material e de causa, questões que ainda nos inquietam atualmente.

Aulas (2h cada):
1. Apresentação detalhada do programa e introdução à relação entre alma e corpo em Descartes.
2. Como os infortúnios da vida levam à tristeza da alma e às doenças do corpo: Leitura da crítica de Elisabeth a Descartes.
3. Principais desenvolvimentos dessa questão na filosofia cartesiana a partir de suas obras clássicas.
4. Proposta de interpretação do problema a partir da perspectiva de sistema.

Bibliografia básica:

DESCARTES, R. As paixões da alma. Correspondência; Discurso do Método; Meditações Metafísicas. In: Os Pensadores. Trad de Bento Prado Jr., Jacó Guinsburg. São Paulo: Abril Cultural, 1973.
_____________. Regras para a direção do espírito. Trad. Port. De João Gama. Lisboa: Edições 70, 1989.
______________. Princípios da Filosofia. Lisboa: Edições 70. 1997.
______________. Carta-prefácio dos Princípios da Filosofia. Apresentação e Notas: Denis Moreau; Trad: Homero Santiago. SP: Martins Fontes, 2003.

Bibliografia secundária (comentadores traduzidos) será apresentada na primeira aula.

Programa

Aula 1: Antigos e modernos: o surgimento da comédia lacrimosa no século das luzes
ANDIOC, René. Teatro y sociedad en el Madrid del siglo XVIII. Valencia: Fundación Juan March y Editorial Castalia, 1976.
CARBONELL, Juan Bautista M. El arte poética de Nicolas Boileau Despréaux traducida en verso francés al castellano por Juan Bautista Madramany y Carbonell. Valencia: Joseph y Tomas de Orga, 1788.
LAFARGA, Francisco. El teatro europeo en la España del siglo XVIII. Barcelona: Edicions Universität de Lleida, 1997.
MIÑANO Y LAS CASAS, Andrés. El gusto del día. Comedia original en dos actos. Valencia: Imprenta de Villalpando, 1802.

Aula 2: O método histórico e a arte epistolar: a consolidação do romance no entresséculos
BARRIENTOS, Joaquín Álvarez. La novela del siglo XVIII. Madrid: Ediciones Júcar, 1991.
EGIDO, Aurora & LAPLANA, José Enrique. (Og.) La luz de la razón: literatura y cultura del siglo XVIII. Zaragoza: Institución Fernando el católico, 2010.
FERNÁNDEZ DE LIZARDI, Joaquín. La educación de las mujeres o la Quijotita y su prima. Historia muy cierta con apariencias de novela. México: Ballescá y Compañía, 1897.
​​OLAVIDE, Pablo. El evangelio en triunfo o historia de un filósofo desenganado. Madrid: Imprenta Don Josef Doblado, 1803.

Aula 3. A história e a revisão da conquista da América
CAÑIZARES ESGUERRA, Jorge. Spanish America in Eighteenth-Century European Travel Compilations: a new “art of reading” and the transition to modernity. Journal of Early Modern History, v. 2, n. 4, p. 329–349, 1998.
CAÑIZARES-ESGUERRA, Jorge. Cómo escribir la historia del Nuevo Mundo: historiografías, epistemologías e identidades en el mundo del Atlántico del siglo XVIII. México, D.F: Fondo de Cultura Económica, 2007. (Historia).
CARLYON, Jonathan Earl. Andrés González de Barcia and the creation of the colonial Spanish American library. Toronto ; Buffalo: University of Toronto Press, 2005. (Studies in book and print culture).
GERBI, Antonello. La disputa del Nuovo Mondo: storia di una polemica (1750-1900). Milão: Riccardo Ricciardi Editore, 1955.

Aula 4: O ensaio, gênero iluminista
ALVAREZ BARRIENTOS, Joaquín; MESTRE SANCHÍS, Antonio. La nueva mentalidad científica. El ensayo y la ciencia literaria. In: Historia de la Literatura Española. Espanha: Espasa Calpe, 1995, v. 6.
BUENO MARTÍNEZ, Gustavo. Sobre el concepto de “ensayo”. Cuadernos de la Cátedra Feijoo, v. 1, p. 89–112, 1966. (18).
ESCOBAR, José. El ensayo en las revistas españolas del siglo XVIII: espíritu crítico y caracterización del autor. Actas del cuarto Congreso Internacional de Hispanistas, v. 1, p. 483–490, 1982.
FEIJOO, Benito Jerónimo. Teatro crítico universal. Alicante: Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes, 1999. Disponível em: <https://www.cervantesvirtual.com/obra-visor/teatro-critico-universal--0…;. Acesso em: 24 maio 2022.

Programa

Nível A1 – modulo 2

Matéria “KLIK em Grego A1”

Data Conteúdo de aula
MÉTODO “ KLIK EM GREGO”.
Unidades 5-8

02/09/24 Unidade 4: Revisão Vocabulário, p100
05/09/24 Unidade 4: Gramatica “acusativo e verbos” 103-107
09/09/24 Unidade 4: Gramatica “acusativo e verbos” 103-107
12/09/24 Unidade 4: Revisão – Conversa p108-109
16/09/24 Unidade 5: Vocabulário “viagem” p110-114
19/09/24 Unidade 5: Gramática “subjuntivo” p115-118
23/09/24 Unidade 5: Gramática “subjuntivo” p115-118
26/09/24 Unidade 5: Gramática “subjuntivo” p115-118
30/09/24 Unidade 5: Vocabulário “viagem” p119- 125
03/10/24 Unidade 5: Gramática “comparativo” p126-129
07/10/24 Unidade 5: Revisão – Conversa p130-131
10/10/24 Unidade 6: Vocabulario “casa” p132-135
14/10/24 Emenda Feriado
17/10/24 Unidade 6: Gramática “adjetivos” p136-137
21//10/24 Unidade 6: Gramática “adjetivos” p138-139
24/10/24 Unidade 6: Vocabulario “espaço” p140-143
28/10/24 Feriado
31/10/24 Unidade 6: Gramatica “Imperativo” p144-147
04/11/24 Unidade 6: Conversa & Escrita-Revisão p148-151
07/11/24 Unidade 7: Vocabulario “festas” p154-156
11/11/24 Unidade 7: Gramática “futuro simples” p157-161
14/11/24 Unidade 7:Vocabulario “festas” p162-167
18/11/24 Emenda Feriado
21/11/24 Unidade 7: Gramática “pronomes pessoais” p168-171
25/11/24 Unidade 7: Conversa & Escrita p172-173
28/11/24 Revisão - tirar dúvidas

 

Nível A1 – modulo 4

Unidades 9 até 11

03/09/24 Unidade 9 Vocabulário - Aulas e Atividades p194-196
06/09/24 Unidade 9 Vocabulário - Aulas e Atividades p197-198
10/09/24 Unidade 9 Gramática - Adjetivos e Advérbios e Audio p199-201
13/09/24 Unidade 9 Vocabulário - Profissões p202-204 e Fonética p205
17/09/24 Unidade 9 Gramática - Pretérito Perfeito p206-208
20/09/24 Unidade 9 Gramática - Pretérito Perfeito p209-211
24/09/24 Unidade 9 Conversação e Escrita p212-213
27/09/24 Unidade 10 Vocabulário - Saúde p218-221
01/10/24 Unidade 10 Gramática e Áudio p221-223
04/10/24 Unidade 10 Vocabulário - Corpo p223-226
08/10/24 Unidade 10 Gramatica p227-229
11/10/24 Unidade 11 Vocabulário - Dados Pessoais p232-235
15/10/24 Feriado
18/10/24 Unidade 11 Gramática p235-236 e Discurso Indireto p240-241
22/10/24 Unidade 11 Áudio e Vocabulário p237-239
25/10/24 Sem aula
29/10/24 Unidade 10 e 11 Conversação p230 e 242
01/11/24 Unidade 10 e 11 Escrita p231 e 243
05/11/24 Unidade 11 Vocabulário - Dados Pessoais p232-235
08/11/24 Unidade 11 Gramática p235-236 e Discurso Indireto p240-241
12/11/24 Unidade 11 Áudio e Vocabulário p237-239
15/11/24 Feriado
19/11/24 Emenda Feriado
22/11/24 Unidade 10 e 11 Conversação p230 e 242
26/11/24 Unidade 10 e 11 Escrita p231 e 243
29/11/24 Simulado de Prova de Proficiencia p248-253

 

Nível B1 – modulo 3

04/09/24 Unidade 3 Vocabulário atividades p103-106
11/09/24 Unidade 3 Vocabulário educação p107-109
18/09/24 Unidade 3 Vocabulário Artes p117-118
25/09/24 Unidade 3 Gramática Voz passivo p113-114
02/10/24 Unidade 3 Gramática Voz passivo p115-116
09/10/24 Unidade 3 Vocabulário Artes p117-120
16/10/24 Unidade 3 Vocabulário Artes p121-124
23/10/24 Unidade 3 Gramática Subjuntivo p125-127
30/10/24 Unidade 3 Conversação p 128-129
06/11/24 Unidade 3 Audio p130-131
13/11/24 Unidade 3 Escrita 132-133
20/11/24 Feriado
27/11/24 Revisão Un1-3 p 135-138

Bibliografia - Curso de Grego Moderno


ΚΛΙΚ στα ελληνικά – Klik sta ellinika
Publicado pelo Centro para a Língua Grega – do Ministerio de Educação, o KLIK é o livro de curso grego mais completo e confiável.
É um livro inovador para aprender grego moderno como segunda / língua estrangeira. Baseia-se no novo programa de exame detalhado, implementando métodos de ensino contemporâneos e é constantemente enriquecido com material novo em formato digital.
KLIK sta Ellinika compreende opções úteis e funcionais que permitem aos alunos aprender e praticar o grego moderno de maneira rápida e fácil. Quando o aluno inicia este curso ele estabelece as bases para a Certificação em grego moderno.

 

Programa

O cerne e o propósito da Comunicação Não-Violenta (CNV);
O modelo de quatro componentes da CNV;
Expressão honesta e Escuta empática através dos componentes.

Bibliografia:
Rosenberg, Marshall B. (2006). Comunicação Não-Violenta: técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais. São Paulo: Ágora. Tradução de Mário Vilela.

Programa

Aula 1 – “Mangakás do grupo CLAMP e suas obras no Brasil”
 
Contextualização sobre as artistas que compõem o grupo CLAMP e sobre suas obras. Explanação sobre sua relevância e destaque no cenário dos quadrinhos japoneses, além de uma apresentação e discussão sobre seus títulos publicados no Brasil.
 
Aula 2 – “Especificidades criativas: enredo, personagens, influências, abordagens temáticas e universos em conexão”
 
Exposição sobre os aspectos criativos que distinguem as artistas do CLAMP de outros mangakás dentro do contexto artístico e editorial japonês. Reflexões a respeito do crossover (ou fusão de universos) presente nas histórias produzidas pelo grupo, trazendo Tsubasa: RESERVoir CHRoNiCLE e xxxHOLiC como exemplos e ponto de partida para o debate. Exposição sobre os diversos temas empregados no desenvolvimento dos mangás do grupo, que podem se complementar ou estabelecer uma relação de oposição dependendo da história.
 
 
Referências bibliográficas
 
Mangás que serão discutidos
CLAMP. Card Captor Sakura. São Paulo: Editora JBC, 2012.
______. Chobits. São Paulo: Editora JBC, 2015.
______. Gate 7. São Paulo: NewPop Editora, 2012.
______. Guerreiras Mágicas de Rayearth. São Paulo: Editora JBC, 2013.
______. Kobato. São Paulo: Editora JBC, 2011.
______. Miyuki-chan no País das Maravilhas. São Paulo: Editora JBC, 2010.
______. RG Veda. São Paulo: Editora JBC, 2012.
______. Shunkaden: A nova lenda de Chun Hyang. São Paulo: NewPop Editora, 2012.
______. Tsubasa: RESERVoir CHRoNiCLE. São Paulo: Editora JBC, 2006.
______. Wish. São Paulo: Editora JBC, 2016.
______. xxxHOLiC. São Paulo: Editora JBC, 2006.
 
Obras consultadas
 
BARBIERI, Daniele. A Linguagem dos Quadrinhos. São Paulo: Peirópolis, 2017.
 
CAGNIN, Antônio Luiz. Os Quadrinhos. São Paulo: Ática, 1975.
 
COHN, Neil. Comics, Linguistics and Visual Language: The Past and Future of a Field. Disponível em: . Acesso em: 17 de set. 2019.
______. Japanese Visual Language. Disponível em: . Acesso em: 17 de set. 2019.
EISNER, Will. Quadrinhos e Arte Sequencial. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
 
FARIA, Mônica. Comunicação Pós Moderna nas Imagens do Mangá. Dissertação (Mestrado em Comunicação Social), Famicos, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre: 2007.
FUJINO, Yoko. Narração e ruptura no texto visual do Shojo-Manga: estudo das histórias em quadrinhos para público adolescente feminino japonês. Dissertação de Mestrado. Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo: 1997.
GRAVETT, Paul. Mangá: Como o Japão Reinventou os Quadrinhos. São Paulo: Conrad, 2006.
LOPES, João Henrique. Elementos do Estilo Mangá. Belém: Edição do Autor, 2010.
LUYTEN, Sonia. Mangá: O Poder dos Quadrinhos Japoneses. São Paulo: Hedra, 2011.
______. História em Quadrinhos: Leitura Crítica. São Paulo: Paulinas, 1984.
MOLINÉ, Alfons. O Grande Livro dos Mangás. São Paulo: JBC, 2004.
OI, Sheila Kiemi. Shôjo Mangá: de Genji Monogatari a Miou Takaya. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais), Instituto de Artes, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, São Paulo, 2009. Disponível em: . Acesso em: 08 Out. 2019.
RAMOS, Paulo. A leitura dos quadrinhos. São Paulo: Editora Contexto, 2009.
 
SATO, Cristiane A. Japop: o poder da cultura pop japonesa. São Paulo: NSP-Hakkosha, 2007.
SCHODT, Frederik. Manga! Manga! The world of Japanese Comics. New York: Kodansha International, 1983.
TOKU, Masami. Shojo Manga Girl Power (Girls Comics from Japan). Chico: Published by Flame Press at California State University, 2005.
 
YAMAMOTO, L. Elementos visuais no shoujo mangá: expressando sensações, emoções e sentimentos. Trabalho de Conclusão de Curso (Artes Visuais) – Instituto de Artes, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, São Paulo, 2015.

 

Programa

14.06.2021: O que é Paleografia? Breve história da Paleografia. Normas para a transcrição de manuscritos, séculos XVI-XIX.
- O conceito de Paleografia com suas múltiplas abordagens; considerações e curiosidades sobre a História da Paleografia; normas que balizam uma transcrição diplomática, semi-diplomática e moderna orientada para publicações diversas, estudos acadêmicos e ensaios; sistematização do processo de apresentação de uma transcrição.

15.06.2021: Aprendendo a utilizar manuais paleográficos; Braquigrafia; Grafologia; Galeria de detalhes em abreviaturas, símbolos e numerais.
- Introdução a utilização de manuais para facilitar o processo de paleografar; compreensão da importância do estudo braquigráfico e grafológico para transcrição de manuscritos; observação de detalhes estratégicos para interpretar abreviaturas, símbolos e numerais.

21.06.2021: Apresentação dos principais arquivos com documentação em língua portuguesa para os estudos em História da África, História Atlântica e Afro-brasileira, séculos XVI-XIX; Documento digitalizado: vilão ou mocinho?
- Instrumentalização à pesquisa em arquivo; aprendendo a utilizar e localizar documentos nos sistemas dos bancos de dados, catálogos e cotas arquivísticas; reflexão sobre as possibilidades de acesso remoto aos arquivos; cuidados que devem ser empregados ao pesquisar um documento manipulado: digitalizado, microfilmado, fotocopiado, fotografado.

22.06.2021: Ateliê de Paleografia: leitura e transcrição de manuscritos para os estudos em História da África, História Atlântica e Afro-brasileira, séculos XVI-XIX
- Exercícios de transcrição paleográfica em documentos disponibilizados digitalmente; oportunidade de sanar dúvidas e exercitar o que aprendeu nas aulas anteriores; disponibilização de referências bibliográficas para aprofundar os estudos em paleografia, e na história tratada pelos documentos utilizados.

Referências:
ANDRADE, Elias Alves de. Aspectos paleográficos em manuscritos dos séculos XVIII e XIX. Revista Filologia
Linguística Portuguesa USP, 2008/2009, n. 10-11, p. 149-172.
ASSIS Jr. A. de. Dicionário kimbundo-português: linguístico, botânico e corográfico. Luanda: Argente, Santos e Cia. Ltda., 1967.
BERWANGER, Ana Regina. Noções de paleografia e de diplomática. Santa Maria: Editora UFSM, 2015.
BIDERMAN, Maria Tereza. Dicionários do português: da tradição à contemporaneidade. Alfa, São Paulo, 47(1): 53-69, 2003.
BRASIL. Lei Federal nº 5.433, de 8 de maio de 1968. Regula a microfilmagem de documentos oficiais e dá outras providências. Brasília, Presidência da República, [1968]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5433.htm . Acesso em 12/10/2019.
BRASIL. Lei Federal nº 12.682, de 9 de julho de 2012. Dispõe sobre a elaboração e o arquivamento de documentos em meios eletromagnéticos. E mensagem de veto. Brasília, Presidência da República, [2012]. Disponível em:  http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12682.htm . Acesso em: 12/10/2019
CASTILLO. Francisco de Andújar. Venalidade de ofícios y honores. Metodologia de Investigacion. In. STUMPF,
Roberta; CHATURVEDULA, Nandini. (orgs.) Cargos e ofícios nas monarquias Ibéricas: provimento, controlo e
venalidade (séculos XVII e XVIII). Lisboa, Centro de História do Além-Mar, Universidade de Nova Lisboa, 2012.
DIAS, João José Alves; MARQUES, A. H de Oliveira; RODRIGUES, Teresa. Álbum de paleografia. Lisboa:
Estampa, 1987.
MAIA, António da Silva. Dicionário complementar português-Kimbundo-Kigingo: línguas do centro e norte de
Angola. Cuvujães: Ed. do Autor, 1964.
MATTA. Fábio Maria de. Do privilégio do editor ao aparecimento da propriedade literária e artística em fins do
século XVIII. Revista de Informação Legislativa, Brasília, Biblioteca do Senado, n 63, jul/set 1979.
MACEDO, José Rivair. LOPES, Nei. Dicionário de História da África. Séculos VI ao XVI. Belo Horizonte: Autêntica,
2017.
NUNES, Borges E. Abreviaturas paleográficas portuguesas. Lisboa: Cosmos, 1981.
SCHWARCZ, Lilia.; GOMES, Flávio. Dicionário da escravidão e liberdade. São Paulo: Cia das Letras, 2018.
SOUZA, Marina de Mello e. Além do visível: Poder, Catolicismo e Comércio no Congo e em Angola (séculos XVI e
XVII). São Paulo: EDUSP, 2018.
VAINFAS, Ronaldo. Dicionário do Brasil Colonial, 1500-1808. Rio de janeiro: Objetiva, 2000.
VIEIRA, Marisa Leite da Silva; BRAGA, Eliane de Oliveira. Recomendações para a digitalização de documentos
arquivísticos: uma análise da lei nº 12.682/2012. ÁGORA: Arquivologia Em Debate, 31(62), 1–22.

Programa


Aula 1. Contribuição à teoria do fascismo, apresentando as categorias de análise “forma-fascismo”, “situação fascismo” e “emergência fascismo”: apresentação de textos clássicos que empreenderam esforços no sentido de compreender e definir o fascismo enquanto categoria de análise dos fenômenos autoritários no século XX e agora no início do século XXI;

Aula 2. Apresentação das principais emergências históricas do fascismo no sentido de compreender as aproximações e distanciamentos entre elas e considerando-as como modelos comparativos analíticos para compreender as demais escaladas fascistas ao longo da história;

Aula 3. Exposição concisa da história do autoritarismo brasileiro. As raízes coloniais do autoritarismo brasileiro: racismo e patriarcado e seus desdobramentos culturais e políticos;

Aula 4. Emergência do bolsonarismo, um roteiro ainda em movimento : debate a partir da experiência recente da política brasileira, destacando-se a ascensão do governo Bolsonaro, desde quando despontou nas pesquisas de intenção de voto até a sua eleição, em 2018.


BIBLIOGRAFIA

BARBOSA, Jefferson Rodrigues. Chauvinismo e extrema direita. Crítica aos herdeiros do sigma. São Paulo, Editora UNESP, 2015.
BERTONHA, João Fábio. Sobre a direita, estudos sobre o fascismo, o nazismo e o integralismo. Maringá, Editora da Universidade Estadual de Maringá, 2008.
BRAY, Mark. O manual antifascista. São Paulo, Autonomia Literária, 2019.
CARR, E. H. Vinte anos de crise 1919-1939. Brasília, Editora Universidade de Brasília, 1981.
CHAUI, Marilena. Manifestações ideológicas do autoritarismo brasileiro. São Paulo, Autêntica, 2013.
DIETRICH, Ana Maria. Nazismo tropical? O Partido Nazista no Brasil. Tese de doutorado. Janeiro 2007.
GEARY, Patrick J. O mito das nações. São Paulo, Conrad Livros, 2005.
LUKACS, John. O Hitler da história. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1997.
PINTO, Álvaro Vieira. Ciência e existência. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1969.
POULANTZAS, Nicos. Fascismo e ditadura. vol. I e II, Porto, Portucalense Editora, 1972.
SAFATLE, Vladimir. O circuito dos afetos, corpos políticos, desamparo e o fim do indivíduo. São Paulo, Autêntica, 2016.
SANTOS, Theotonio dos. Socialismo ou fascismo, o novo caráter da dependência e o dilema latino-americano. Florianópolis, Insular, 2018.
SILVA, Francisco Carlos Teixeira da. “Os fascismos.” O século XX, vol. II, Civilização Brasileira, 2005, pp. 109-163.
WILLIAMS, Raymond. “Base e superestrutura na teoria da cultura marxista.” Cultura e materialismo, Editora UNESP, 2011, pp. 42 - 68.
WILLIAMS, Raymond. Cultura. São Paulo, Editora Paz e Terra, 2000.
WILLIAMS, Raymond. Cultura e sociedade. São Paulo, Companhia Editora Nacional, 1969.
WILLIAMS, Raymond. “A ideia de uma cultura comum.” Recursos da esperança, Editora UNESP, 2014, pp. 49-57.
WILLIAMS, Raymond. Política do modernismo. São Paulo, Editora UNESP, 2011.
WILLIAMS, Raymond. Recursos da esperança. São Paulo, Editora UNESP, 2014.
ZETKIN, Clara. “A luta contra o fascismo.” Como nasce e morre o fascismo, Autonomia Literária, 2019, pp. 32-75.

Programa

1ª sessão: Entre ciborgues e céus que caem: uma introdução ao debate que descentraliza o
humano

HARAWAY, Donna. Manifesto ciborgue. In: Antropologia do ciborgue: as vertigens do pós-humano.
2ed. Belo Horizonte: Autêntica editora, 2009.
ALBERT, Bruce. KOPENAWA, Davi. A queda do céu. Palavras de um xamã yanomami. São Paulo,
Companhia das Letras, 2015.
INGOLD, Tim. A antropologia ganha vida. In: T. Ingold. Estar vivo: ensaios sobre movimento,
conhecimento e descrição. Petrópolis: Vozes. 2015.
DESPRET, Vinciane. Pesquisar junto aos mortos. Campos, v. 22, n. 1, p. 289-307, 2021.
TSING. Anna. Margens Indomáveis: cogumelos como espécies companheiras. Ilha: Revista de
Antropologia, v.17, n.1, p.177-201, 2015.

2ª sessão: A vida social dos espíritos – dinâmicas, contextos e possibilidades analíticas
MOURA MELO, Marcelo. Entidades espirituais: materializações, histórias e os índices de suas
presenças. Etnográfica, Vol. 20, n.1, 2016, pp. 211-225.
BLANES, Ruy. ESPÍRITO SANTO, Diana. Introduction: on the agency of intangible. In: _______. The
Social Life of Spirits. Chicago and London: The University of Chicago Press. 2014. p.01-32.

3ª sessão: Symbiogênese: Como voltar a atenção para os emaranhamentos multiespécies
HARAWAY, Donna J. Staying with the trouble: Making kin in the Chthulucene. Duke University
Press, 2016.
VAN DOOREN, Thom; KIRKSEY, Eben; MÜNSTER, Ursula. Estudos multiespécies: cultivando artes
de atentividade. Clímaco, v. 3, n. 7, p. 39-66, 2016.
SÜSSEKIND, Felipe. Sobre a vida multiespécie. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, p. 159-
178, 2018.

4ª sessão: Trabalho de campo com não humanos: engajamento, história e criatividade
TSING. Anna. Margens Indomáveis: cogumelos como espécies companheiras. Ilha: Revista de
Antropologia, v.17, n.1, p.177-201, 2015.
TSING, Anna. 2019. Viver nas ruínas: paisagens multiespécies no Antropoceno. Brasília: IEB Mil
Folhas.
DESPRET, Vinciane. Que diriam os animais? Ubu Editora, 2021.

5ª sessão: Fantasmas e os rastros do colonialismo: O que recontam os fantasmas?
WILLIAMS, Brackette. “Fantasmas holandeses e o mistério da história: ritual e interpretações de
colonizados e colonizadores sobre a rebelião de escravos de Berbice de 1763”. Ilha: Revista de
Antropologia, v. 22, n. 1: 2020, p. 187-233.
Rodrigues, I. N. As múltiplas vidas de Batepá: memórias de um massacre colonial em São Tomé e
Príncipe (1953-2018). Estudos Ibero-Americanos, 45(2), 2019.pp- 4–15.
TORRES, Aline. A casa e os altares. Etnográfica. Vol.24 (2), 2020. Pp.371-370.

Bibliografia:

ALBERT, Bruce. KOPENAWA, Davi. A queda do céu. Palavras de um xamã yanomami. São Paulo,
Companhia das Letras, 2015.
BLANES, Ruy. ESPÍRITO SANTO, Diana. Introduction: on the agency of intangible. In: _______. The
Social Life of Spirits. Chicago and London: The University of Chicago Press. 2014. p.01-32.
DESPRET, Vinciane. Pesquisar junto aos mortos. Campos, v. 22, n. 1, p. 289-307, 2021.
DESPRET, Vinciane. Que diriam os animais? Ubu Editora, 2021.
HARAWAY, Donna J. Staying with the trouble: Making kin in the Chthulucene. Duke University
Press, 2016.
HARAWAY, Donna. Manifesto ciborgue. In: Antropologia do ciborgue: as vertigens do pós-humano.
2ed. Belo Horizonte: Autêntica editora, 2009.
INGOLD, Tim. A antropologia ganha vida. In: T. Ingold. Estar vivo: ensaios sobre movimento,
conhecimento e descrição. Petrópolis: Vozes. 2015.
MOURA MELO, Marcelo. Entidades espirituais: materializações, histórias e os índices de suas
presenças. Etnográfica, Vol. 20, n.1, 2016, pp. 211-225.
Rodrigues, I. N. As múltiplas vidas de Batepá: memórias de um massacre colonial em São Tomé e
Príncipe (1953-2018). Estudos Ibero-Americanos, 45(2), 2019.pp- 4–15.
SÜSSEKIND, Felipe. Sobre a vida multiespécie. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, p. 159-
178, 2018.
TORRES, Aline. A casa e os altares. Etnográfica. Vol.24 (2), 2020. Pp.371-370.
TSING, Anna. 2019. Viver nas ruínas: paisagens multiespécies no Antropoceno. Brasília: IEB Mil
Folhas.
TSING. Anna. Margens Indomáveis: cogumelos como espécies companheiras. Ilha: Revista de
Antropologia, v.17, n.1, p.177-201, 2015.
VAN DOOREN, Thom; KIRKSEY, Eben; MÜNSTER, Ursula. Estudos multiespécies: cultivando artes
de atentividade. ClimaCom, v. 3, n. 7, p. 39-66, 2016.
WILLIAMS, Brackette. “Fantasmas holandeses e o mistério da história: ritual e interpretações de
colonizados e colonizadores sobre a rebelião de escravos de Berbice de 1763”. Ilha: Revista de
Antropologia, v. 22, n. 1: 2020, p. 187-233.

Programa

1) Conhecendo as famílias e as sub-famílias de línguas indígenas;
2) As línguas indígenas do Alto Rio Negro;
3) As línguas indígenas do Guaporé-Mamoré;
4) As línguas indígenas do Alto-Xinguano;
5) Fonética e fonologia das línguas indígenas;
6) Morfossintaxe das línguas indígenas;
7) As línguas indígenas brasileiras na atualidade.

Aula 1 – Introdução
(a) Apresentação do curso;
(b) A diversidade cultural e linguística;
(c) Número de línguas e falantes;
(d) Noções básicas de Linguística Histórica;
(e) Famílias linguísticas do território brasileiro;

Aula 2 – Áreas linguísticas e culturais no Brasil
(a) Mamoré-Guaporé;
(b) Alto Xingu;
(c) Alto Rio Negro;
(d) Nordeste;
(e) Línguas gerais.

Aula 3 – Fonética e fonologia de línguas indígenas
(a) Introdução à fonética e à fonologia das línguas indígenas;
(b) Sistemas vocálicos e consonantais das línguas indígenas;
(c) Processos fonológicos de harmonia vocálica, nasalidade e alternância consonantal;
(d) Línguas de sinais indígenas.

Aula 4 – Morfossintaxe de línguas indígenas
(a) Introdução à morfologia e sintaxe das línguas indígenas brasileiras;
(b) Partes do discurso e categorias gramaticais;
(c) Formação de palavras;
(d) Ordem dos constituintes;
(e) Recursividade.

Aula 5 – Línguas indígenas no Brasil hoje
(a) Situação das línguas indígenas hoje
(i) Escala de vitalidade das línguas indígenas
(ii) Como preservar línguas indígenas
(b) Linguística descritiva
(c) Revitalização linguística
(i) Gramáticas pedagógicas
(d) O futuro das línguas indígenas


Bibliografia:
AIKHENVALD, A. Y. The Languages of the Amazon. Oxford; New York: Oxford University Press, 2012. DOI:10.1093/acprof:oso/9780199593569.001.0001
AMARAL, L. Strategies for endangered language revitalization and the brazilian reality. Cadernos de Linguística, [S. l.], v. 1, n. 3, p. 01–44, 2020. DOI: 10.25189/2675-4916.2020.v1.n3.id251. Disponível em: https://cadernos.abralin.org/index.php/cadernos/article/view/251. Acesso em: 30 may. 2025.
CAYÓN, L.; CHACON, T. Diversity, multilingualism and inter-ethnic relations in the long-term history of the Upper Rio Negro region of the Amazon. Interface Focus, v. 13, p. 20220050, 2023.
CHACON, T. C.; CAYÓN, L. Considerações sobre a exogamia linguística no Noroeste Amazônico. Revista de Letras da Universidade Católica de Brasília, Brasília, v. 6, n. 1/2, p. 6-20, dez. 2013.
DUARTE, F. B. Diversidade Linguística no Brasil: A situação das línguas ameríndias. Caletroscópio, v. 4, n. especial, p. 27-62, 2016.
EBERHARD, D. M. Em defesa das línguas minoritárias do Brasil. SIL: Arquivos de Língua e Cultura, 2013.
EPPS, P.; MICHAEL, L. The Areal Linguistics of Amazonia. In: HICKEY, Raymond (ed.). The Cambridge Handbook of Areal Linguistics. Cambridge: Cambridge University Press, 2017. p. 934-963.
EPPS, P.; SALANOVA, A. P. A linguística amazônica hoje. LIAMES, Campinas, v. 12, p. 07-37, 2012.
EPPS, P.; STENZEL, K. Upper Rio Negro: Cultural and Linguistic Interaction in Northwestern Amazonia. Rio de Janeiro: Museu do Índio - FUNAI, Museu Nacional, 2013.
FRANCHETTO, Bruna; BALYKOVA, Kristina (orgs.). Índio não fala só tupi: uma viagem pelas línguas dos povos originários no Brasil. 1. ed. Rio de Janeiro: 7Letras, 2020.
FRANCHETTO, Bruna (org.) Alto Xingu: uma sociedade multilíngue. Rio de Janeiro: Museu do índio, 2011.
GALVÃO, E. Áreas culturais indígenas do brasil: 1900-1959. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. n. 8, 1960.
MAIA, M.; FRANCHETTO, B.; LEMLE, M.; VIEIRA, M. D. Línguas Indígenas e Gramática Universal. São Paulo: Contexto, 2019.
MELATTI, Julio Cezar. Índios do Brasil. São Paulo: EdUSP, 2014.
MOORE, D.; GALUCIO, A. V.; GABAS JUNIOR, N. Desafio de documentar e preservar línguas. Scientific American Brasil, v. 3, p. 36-43, 2008.
RODRIGUES. Aryon Dall’lgna. Línguas Brasileiras: para o conhecimento das línguas indígenas. São Paulo: Loyola, 1986.
SEKI. Alto Xingú: uma área linguística?. In: FRANCHETTO. O Alto Xingu: uma sociedade multilingue. 2011.
STORTO, L. Línguas Indígenas: tradição, universais e diversidade. Campinas: Mercado das Letras, 2019.