Programa

Aula 1: Elizabeth Gaskell e o industrialismo inglês

Aula 2: O narrador de North and South (1854-1855)

Aula 3: Jean Rhys e o projeto imperialista britânico

Aula 4: Os narradores de Wide Sargasso Sea (1966)


Referências bibliográficas


● Sobre North and South:
ANDERSON, Amanda. Bleak Liberalism. Chicago & London: The University of Chicago Press, 2016.
ANDERSON, Kathleen; SATALINO, Kelsey. ‘An honest up and down fight’: Confrontation and Social Change in North and South. The Gaskell Journal, vol. 27 (2013), pp. 108-125.
BODENHEIMER, Rosemarie. North and South: A Permanent State of Change. GASKELL, Elizabeth. North and South. A Norton Critical Edition. New York; London: W. W. Norton, 2005, pp. 531-547.
BRIGGS, Asa. Victorian cities. London: Penguin Books, 1990.
CARLYLE, Thomas. Chartism. New York: John B. Alden Publisher, 1885.
CELESTE, Mark. “‘You say you want a Revolution’: Dialectical Soundscapes in Gaskell´s North and South”. The Gaskell Journal, Vol. 26 (2012), pp. 18-35.
CHAPMAN, Alison. Elizabeth Gaskell: Mary Barton and North and South. Cambridge: Icon Books, 1999.
DAVID, Deirdre. Fictions of Resolution in Three Victorian Novels. New York: Columbia University Press, 1981.
DUTHIE, Enid. L. The Themes of Elizabeth Gaskell. London: Macmillan, 1980.
FREEDGOOD, Elaine. Worlds Enough: The Invention of Realism in the Victorian Novel. Princeton: Princeton University Press, 2019.
GASKELL, Elizabeth. North and South. London: Penguin Books, 1995.
GUY, Josephine M. The Social-Problem Novel. London: MacMillan, 1996.
INGHAM, Patricia. The Language of Gender and Class: Transformation in the Victorian Novel. London & New York: Routledge, 1996.
LANSBURY, Coral. Elizabeth Gaskell: The Novel of Social Crisis. New York: Harper & Row Publishers; Barnes & Noble, 1975.
MORETTI, Franco. O burguês. Trad. Alexandre Morales. São Paulo: Três Estrelas, 2014.
PARRINDER, Patrick. Nation and Novel: The English Novel from its Origins to the Present Day. New York: Oxford University Press, 2006.
SPENCER, Jane. Women Writers: Elizabeth Gaskell. New York: Macmillan, 1993.
TORTONESE, Paolo. Em busca da completude: O burguês entre o cômico e o sério. Trad. Natasha Belfort Palmeira. Novos Estudos CEBRAP, São Paulo. v. 40, n. 01. pp. 193-203.
WILLIAMS, Raymond. O campo e a cidade. Trad. Paulo Henriques Britto. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.
WRIGHT, Terrence. Elizabeth Gaskell ‘We Are Not Angels’: Realism, Gender, Values. London: MacMillan, 1995.

● Sobre Wide Sargasso Sea:
ASHCROFT, Bill; GRIFFITHS, Garrett; TIFFIN, Helen. The Empire Writes Back. 2. ed. London and New York: Routledge, 2002.
BLACKBURN, Robin. A queda do escravismo colonial: 1776-1848. Trad. Maria Beatriz de Medina. Rio de Janeiro: Record, 2002.
BRATHWAITE, Kamau. The Development of Creole Society, 1770-1820. Oxford: Clarendon Press, 1971.
CIOLKOWSKI, Laura E. Navigating the Wide Sargasso Sea: Colonial History, English Fiction and British Empire. Twentieth-Century Literature, v. 43, n. 3 p. 339-359, 1997.
EAGLETON, Terry.; JAMESON, Fredric; SAID, Edward. Nationalism, Colonialism and Literature. 5. ed. Minneapolis: University of Minnesota Press, 2001. Introdução de Seamus Deane.
EMERY, Mary Lou. Modernism, the Visual, and Caribbean Literature. Cambridge: Cambridge University Press, 2007.
FANON, Frantz. Os condenados da terra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.
FRIEDMAN, Norman. O ponto de vista na ficção: o desenvolvimento de um conceito crítico. Revista USP, São Paulo, n. 53, p. 166-182, 2002.
FREITAS, Viviane Ramos de. Cartografias do exílio: errância e espacialidade na ficção da escritora caribenha Jean Rhys. Tese (Doutorado em Literatura e Cultura) – Instituto de Letras, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2017, 280f.
GREGG, Veronica Marie. Jean Rhys and Modernism: A Different Voice. Jean Rhys Review, v. 1, n. 2, p. 30-46, 1987.

Programa

Aula 01 - Introdução: Arte na América Latina, História das Relações de Gênero

Nesta aula introdutória, temos como intuito apresentar certos paradigmas teórico-metodológicos caros à discussão de Arte, Gênero e História na América. É possível falar em arte latino-americana? Quais são as contribuições do campo da história das relações de gênero e da crítica feminista de arte para uma ideia de arte latino-americana? De quais modos a disciplina da história pode acessar estes debates, diversificando suas fontes e aparatos teórico-metodológicos?

Aula 02 - Escritas de si e gênero

A segunda aula do curso tem como intuito explorar as contribuições das chamadas escritas de si para o campo da história das relações de gênero, da história da arte e história social de modo mais amplo. A utilização dos escritos autobiográficos - como cartas, diários e autobiografias - ampliou a possibilidade de investigação da trajetória de mulheres, sobretudo de artistas e intelectuais.
Na ocasião também será abordada a produção documental gerada a partir da relação intersubjetiva de entrevistas de história oral, com ênfase para iniciativas que resultaram em escritos em primeira pessoa.

Aula 03 - Intelectuais, artistas e ideias

Na terceira aula serão discutidas diferentes perspectivas de mulheres intelectuais e artistas sobre o tema da arte na América Latina, tomando como eixo central as suas respectivas produções, especialmente os ensaios críticos, textos e obras que indicam a sua relevância para a história da arte.

Aula 04 - As questões de gênero na arte latino-americana

Nesta aula, apresentaremos como algumas artistas e coletivos de arte feminista abordaram as questões de gênero em suas obras, performances ou instalações e trouxeram à público discussões muitas vezes consideradas privadas ou tabus.

Aula 05 - Fechamento / Levantamento de dúvidas dos alun@s

Critérios de Aprovação:
Resumo - Formulário Google



Referências Bibliográficas

ARCQ, Tere; FORT, Ilene Susan; GEIS, Terri. In Wonderland: The Surrealist Adventures of Women Artists in Mexico and the United States. Los Angeles: Prestel Publishing, 2012.

ARCQ, Tere; VAN RAAY, Stefan. Leonora Carrington: Cuentos mágicos. Cidade do México: Museo del Palacio de Bellas Artes, Museo de Arte Moderno, 2018.
CAPELATO, Maria Helena Rolim. “Modernismo latino-americano e construção de identidades através da pintura”. In. Revista de História, no. 153, 2º. Semestre 2005.
COTA JR., Eustáquio Ornelas. A formação da coleção latino-americana do MOMA: arte, cultura e política (1931 – 1943). São Paulo: Paco Editorial, 2019.
CORDERO REIMAN, Karen. Aparições corporais/além das aparências: mulheres e o discurso do corpo na arte mexicana, 1960-1985. In: [catálogo] Mulheres radicais: arte latino-americana, 1960-1985 [catálago], 2018.
CUNHA, Maria Teresa. Diários pessoais: territórios abertos para a História.In: PINSKY, Carla Bassanezi; LUCA, Tania Regina de. (orgs.). Historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2012.

DEPÉTRIS, Carolina. La escritura de los viajes: del diario cartográfico a la literatura. Serie Viajeros, Colección Sextante. Mérida: Universidad Nacional Autónoma de México, 2007.
FRANCO, Stella Maris Scatena. Gênero em debate: problemas metodológicos e perspectivas historiográficas. In: VILLAÇA, Mariana M.; PRADO, Maria Ligia C.. (Org.). História das Américas: fontes e abordagens historiográficas. 1ed.São Paulo: Humanitas; Capes, 2015, v., p. 36-51.
__________________________.Viagem e gênero: tendências e contrapontos nos relatos de viagem de autoria feminina*. Cad. Pagu[online]. 2017, n.50, e175016. Epub Sep 28, 2017.

GIUNTA, Andrea. Archivos. Políticas del conocimiento en el arte de América Latina. Errata. Revista de Artes Visuales, v. 1, p. 20-37, 2010.

________. Vanguardia, internacionalismo y politica: arte argentino en los años sesenta. Buenos Aires: Siglo Veintiuno Editores, 2015.

________. Feminismo y arte latino-americano: historias de artistas que emanciparon el cuerpo. Buenos Aires: Siglo Veintuino Editores. 2018.

______; FLAHERTY, George F. Latin-American Art History: An historiographic turn. Art In translation. V. 9, 2017.

GOMES, Ângela de Castro (Org.) Escrita de si, escrita da história. Rio de Janeiro: FGV, 2004.

MOTTA, Romilda Costa. Práticas e representações de si: Os escritos autobiográficos da mexicana Antonieta Rivas Mercado e da brasileira Patrícia Galvão. Tese de doutoramento, FFLCH/USP. 2015.

MOLLOY, Sylvia. Vale o escrito: a escrita autobiográfica na América Hispânica. Chapecó: Argos, 2003.

NOCHLIN, Linda. Why have there been no great women in the arts? ARTnews , p.22, 1971.

SIMIONI, Ana Paula Cavalcanti. Profissão artista: pintoras e escultoras acadêmicas brasileiras. São Paulo: EDUSP/FAPESP, 2008.

PERROT, Michelle. “Práticas da Memória Feminina. A Mulher e o espaço público”. In: Revista Brasileira de História 18. ANPUH/Marco Zero, 1989.
POLLOCK, Griselda. Diferenciando: El encuentro del feminismo con el canon. In: CORDERO REIMAN, Karen; SÁENZ, Inda (orgs.). Crítica feminista en la teoría e historia del arte, México, Universidad Iberoamericana, Universidad Nacional Autónoma de México, FONCA, CURARE, 2007.
WITINZG, Mara R. Voicing our vision: writings by women artists. Londres: The Women’s Press, 1992.

Programa

- Aula 01:
- A importância da argumentação e retrospecto sobre a argumentação no ensino (Professora Zilda Gaspar Oliveira de Aquino)
- A argumentação na Base Nacional Comum Curricular (Professora Janayna Betollo Cozer Casotti)
- A relação entre ensino de argumentação, construção de pontos de vista e desenvolvimento da competência leitora (Professora Renata Palumbo)

- Aula 02:
- O livro didático e a argumentação (Professora Janayna Betollo Cozer Casotti)

- Aula 03:
- As figuras retóricas e o gênero textual debate (Professora Renata Palumbo)

- Aula 04:
- O ethos em diferentes mídias (Professora Zilda Gaspar Oliveira de Aquino)

Referências Bibliográficas

AMOSSY, R. A argumentação no discurso. São Paulo: Contexto, 2018.
AQUINO, Z. G. O. de. Conversação e conflito: um estudo das estratégias discursivas em interações polêmicas. Vol. I e II. Tese de Doutoramento. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1997.
AQUINO, Z.G.O. de; PALUMBO, R. Diálogos com Marcuschi: sociocognição, argumentação e ensino. Filol. Linguíst. Port., São Paulo, v. 21, n. 1, p. 9-24, jan./jun. 2019
BRASIL. Ministério da Educação (MEC). Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília: Secretaria de Educação Básica; 2018.
DASCAL, M. Interpretação e compreensão. Traduzido por Rocha MHL. São Leopoldo: Unisinos, 2005.
______. Linguagem como tecnologia cognitiva [aula inaugural]. Porto Alegre: Curso de pós-graduação em Filosofia, Universidade do Vale do Rio dos Sinos, 2008 [publicado em 04 de setembro de 2017]. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=coknMODBcdQ&t=860s
INSTITUTO PAULO MONTENEGRO (IPM). Indicador de Analfabetismo Funcional (INAF). Estudo especial sobre alfabetismo e mundo do trabalho. São Paulo: SP, 2016.
KERBRAT-ORECCHIONI, C. Texte et contexte. SCOLA – Sciences Cognitives, Linguistique & Intelligence Artificielle, n.6, 1996, p.40-59.
LAKOFF, G.; JOHNSON, M. Metaphors We Live By. Chicago: Chicago University Press, 1980.
LURIA, A.R. Pensamento e linguagem: as últimas conferências de Luria. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986.
MARCUSCHI, l. Compreensão de texto: algumas reflexões. In: Dionísio, AP, Bezerra, MA, organizadores. O livro didático de Português: múltiplos olhares. Rio de Janeiro: Lucerna; 2003. p.46-59.
______. Cognição, linguagem e práticas interacionais. Rio de Janeiro: Lucerna, 2007.
______. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola, 2008.
MEYER, M. Questões de retórica: linguagem, razão e sedução. Lisboa: Edições 70, 2014.
PALUMBO, R. Referenciação, metáfora e argumentação no discurso presidencial. Tese de Doutorado. São Paulo: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, FFLCH-USP, 2013.
PERELMAN, C.; OLBRECHTS-TYTECA, L. [1958]. Tratado da argumentação. A Nova Retórica. Tradução Maria Ermantina Galvão. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
PINKER, S. Tábula rasa – A negação contemporânea da natureza humana. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
VAN DIJK, T. A. Discurso e poder. São Paulo: Contexto, 2010.
______. Discurso-cognição-sociedade: estado atual e perspectivas da abordagem sociocognitiva do discurso. Letrônica, Porto Alegre, v. 9, número especial, p.8-29, 2016.
VYGOTSKY, L.S. [1934]. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2015.

Programa

Aula 01 | Fundamentos Históricos e a Formação das Identidades:: Dos Rus de Kiev ao Império Russo
Kolsto, Pal; Blakkisrud, Helge (2016) The New Russian Nationalism: Imperialism, Ethnicity and Authoritarianism, 2000-2015. Edinburgh: Edinburgh University Press.
Kuzio, Taras (1998) Ukraine: State and Nation Building. London: Routledge
Perrie, Maureen (ed.) (2006) The Cambridge History of Russia, Vol. I: From Early Rus' to 1689. Cambridge University Press.

Aula 02 | A Formação do Estado Russo no Pós-Guerra Fria: Reconstrução (Geo)Política
Sousa, Danilo Rogério de (2012) ‘A Nova Geopolítica Russa e o Eurasianismo’. Revista de Geopolítica. 3(2), pp. 61-70.
Tsygankov, Andrei (2010) Russia’s Foreign Policy: Change and Continuity in National Identity. Lanhan: Rowman & Littlefield Publishers, Inc.

Aula 03 | A Disputa das Grandes Potências: EUA, OTAN e a Contenção da Heartland
Íseri, Emre (2009) ‘The US Grand Strategy and the Eurasian Heartland in the Twenty-First Century’. Geopolitics. 14(1), pp. 26-46.
Mackinder, Halford (1904) ‘The Geographic Pivot of History’. The Geographic Journal. 23(4), pp. 421-437.

Aula 04 | A Rússia e a Ucrânia no Período Pós-Soviético: Da Separação ao Conflito
D'Anieri, Paul (2019) Ukraine and Russia: From Civilized Divorce to Uncivil War. Cambridge: Cambridge University Press.
Kuzio, Taras (2017) Putin's War Against Ukraine: Revolution, Nationalism, and Crime. Createspace Independent Publishing; Published in Association with the Chair of Ukrainian Studies, University of Toronto.
Mankoff, Jeffrey (2014) ‘Russia’s Latest Land Grab: How Putin Won Crimea and Lost Ukraine’. Foreign Affairs.
Villa, Rafael; Lebelem, Cristiane (2022) ‘A Guerra Russo-Ucraniana: Impactos sobre a Segurança Regional e Internacional’. CEBRI-Revista. 1(3), pp. 112-136.

Programa

1. Introdução: O panorama da poesia catalã atual nos Países Catalães.
2. Apresentação de uma seleção de poetas atuais de todo o domínio linguístico da língua catalã (breve biografia e
obra).

a. Blanca Llum Vidal
b. Enric Casasses
c. Antonina Canyelles
d. Pol Guasch
e. Lucia Pietrelli
f. Josep Pedrals
g. Maria Cabrera
h. Esteve Plantada
i. Laia Noguera
j. Edgar Alemany
k. Carles Hac Mor
l. Meritxell Cucurella-Jorba
m. Miquel de Palol
n. Laia Malo
o. Eduard Escoffet
p. Àngels Gregori
q. Roc Casagran
r. Anna Gual

3. Leitura, interpretação e análise de uma seleção de poemas dos poetas apresentados.
4. Mostra de poemas musicados
5. Apresentação de recursos poéticos nos sites.


B. BIBLIOGRAFIA
Associació d’Escriptors en Llengua Catalana. https://www.escriptors.cat/index.php/autors
LletrA. La literatura catalana a internet. https://lletra.uoc.edu/
Mag poesia. UIB. http://magpoesia.mallorcaweb.com/
Música de poetes. UOC i Departament d’Ensenyament. GENCAT. http://www.musicadepoetes.cat/presentacio
Poesia catalana contemporània (2000-2020). UIB. LICETC. https://blocs.uib.cat/licetc/poesia-catalana-
contemporania-2000-2020/
Poesia catalana. http://www.poesia.cat/
Poeteca. https://poeteca.cat/
Racó de poesia. http://racodepoesia.blogspot.com/
Tèrbol atzur. Dones a la literatura catalana i universal. http://trbolatzur.blogspot.com/

Versos.cat. https://www.versos.cat/
Viu la poesia. http://www.viulapoesia.com/
33 poetes de menys de 35. Antologia editada per Josep Pedrals. https://lletra.uoc.edu/ca/tema/poetes-joves/poetes

Programa

Programa
- Estratégias de aprendizado de uma língua estrangeira;
- Estratégias de compreensão e produção oral;
- Revisão de aspectos linguísticos em função das dificuldades dos alunos, como: passé composé, imparfait, plus-que-parfait, futur simple, présent, conditionnel, subjonctif; sistema de pronomes e adjetivos;
- Prática da fonética e pronúncia em francês.

Programa

O módulo I deste curso é dedicado à identificação dos elementos da frase nominal, no texto, e à aquisição de ferramentas para a compreensão de suas diferentes construções sintáticas. Os tópicos relacionados ao verbo serão abordados no módulo seguinte, isto é, no curso “Árabe para leitura de textos (II)”.

1. Nome
1.1. Nomes definidos e indefinidos (substantivos, adjetivos e pronomes);
1.2. Sintagma nominal qualificativo;
1.3. Casos;
1.4. Gênero (marca de feminino e palavras femininas).
1.5. .
2. Idāfa (estado construto)
2.1. adjetivo;
2.2. casos de ambiguidade.
3. Possessivos (sufixais)
3.1. adjetivo;
3.2. desconstrução da idāfa com a preposição li- .
4. Demonstrativos
4.1. nome determinado;
4.2. nome indeterminado;
4.3. idāfa.
5. Número do nome
5.1. Singular;
5.2. Plural “são”;
5.3. Dual;
5.4. Plural fracto;
5.5. idāfa.
6. Números (ordinais e cardinais)

Material
Os materiais utilizados durante o curso são desenvolvidos pelo professor e serão compartilhados com os inscritos no formato digital por meio do Google Drive.

Bibliografia
Manuais e gramáticas de apoio

Badawi, El-Said; Carter, Michael G.; Gully, Adrian. Modern Written Arabic: A Comprehensive Grammar. Nova Iorque: Routledge, 2004.
Corriente, F. Gramática árabe. Espanha: Herder, 2002.
Cowan, David. 2007. Gramática do árabe moderno. Rio de Janeiro: Globo, 2007.
Dickins, James; Hervey, Sándor; Higgins, Ian. Thinking Arabic Translation: A course in translation method: Arabic to English. 2a Ed. Nova Iorque: Routledge, 2017.
Durand, Olivier; Langone, Angela; Mion, Giuliano. Corso di arabo contemporaneo. Milão: HOEPLI, 2010.
Lutz, Edzard; Bjørsnøs, Amund. Chrestomathy of Classical Arabic Prose Literature. 8a Ed. Wiesbaden: Harrassowitz Verlag, 2008.
Sabbagh, Alphonse Nagib. Dicionário Árabe-Português. Rio de Janeiro/Rio Bonito: Fundação Biblioteca Nacional/Almádena, 2011.

Programa

Aula 1: Poe e a tradição Gótica, o conto “O Retrato Oval”
Aula 2: Espacialidade Gótica, o conto “Ligeia”
Aula 3: Goticização da Consciência, os contos “O Demônio da Perversidade” & “O Gato Preto”
Aula 4: Análise dos poemas “O Palácio Assombrado” e “O Corvo”

Bibliografia:
ALTERTON, Margaret. Origins of Poe's Critical Theory. Iowa: Severus, 2011.
BALDWIN, Summerfield. The Aesthetic Theory of Edgar Poe. The Sewanee Review, Sewanee: v. 26, n. 2, p. 210-221, 1918.
BOTTING, Fred. Poe’s Phantasmagoreality. The Edgar Allan Poe Review, Philadelphia: Spring 2010, v. XI, ed. 1, p. 9-21.
BOTTING, Fred. Gothic. 2. ed. New York: Routledge, 2014.
BURWICK, Frederick. Romantic Supernaturalism: The Case Study as Gothic Tale. The Wordsworth Circle, Chicago: v. 34, n. 2, p. 73-81, 2003.
BURWICK, Frederick. Edgar Allan Poe: The Sublime, the Picturesque, the Grotesque, and the Arabesque. Amerikastudien, Heidelberg: v. 43, n. 3 - The American Sublime, pp. 423-436, 1998.
CLERY, E. J. Cambridge Studies in Romanticism: The Rise of Supernatural Fiction (1762-1800). Edinburgh: Edinburgh University Press, 1995. v. 12.
CLERY, E. J.; MILES, Robert (ed.). Gothic Documents: A Sourcebook 1700-1820. Manchester: Manchester University Press, 2000.
D'ANGELO, Paolo. A estética do romantismo. Trad. Isabel Teresa Santos. Lisboa: Editorial Estampa, 1998.
GROOM, Nick. The Gothic: A Very Short Introduction. Oxford: Oxford University Press, 2012.
GUINSBURG, Jacob (org.). O romantismo. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2019.
HAYES, Kevin J. (ed.). The Cambridge Companion to Edgar Allan Poe. 1. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2004.
KAYSER, Johannes Wolfgang. O grotesco. Trad. J. Guinsburg. São Paulo: Perspectiva, 2019.
LAWSON, Lewis A. Poe's Conception of the Grotesque. The Mississippi Quarterly, Starkville: v. 19, n. 4 (Fall), p. 200-205, 1966.
LIMA, Maria Antónia. Poe and Gothic Creativity. The Edgar Allan Poe Review, Philadelphia: Spring 2010, v. XI, ed. 1, p. 22-30.
PEEPLES, Scott; KENNEDY, J. Gerald (ed.). The Oxford Handbook of Edgar Allan Poe. 1. ed. New York; Oxford: Oxford University Press, 2019.
POE, Edgar Allan. Tales & Sketches: Volume I: 1831-1842. MABBOTT, Thomas Ollive (ed.). 1. ed. Urbana: University of Illinois Press, 2000.
POE, Edgar Allan. Tales & Sketches: Volume II: 1843-1849. MABBOTT, Thomas Ollive (ed.). 1. ed. Urbana: University of Illinois Press, 2000.
POE, Edgar Allan. Contos de imaginação e mistério. Trad. Cássio de Arantes Leite. São Paulo: Tordesilhas, 2012.
POE, Edgar Allan. Critical Theory: The Major Documents. LEVINE, Stuart; LEVINE, Susan F. (ed.). Urbana: University of Illinois Press, 2009.
POE, Edgar Allan. Essays and Reviews. THOMPSON, G. R. (ed.). 1. ed. New York: Library of America, 1984.
PUNTER, David (ed.). A New Companion to the Gothic. 1. ed. New Jersey: Wiley-Blackwell, 2012.
PUNTER, David (ed.). The Edinburgh Companion to Gothic and the Arts. 1. ed. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2019.
PUNTER, David. Early American Gothic. In The Literature of Terror: A History of Gothic Fictions from 1765 to the Present Day. 1. ed. London: Longman Publishing Group, 2013. v. 1, cap. VII, p. 165-186.
ROBERTS, Adam. Gothic and horror fiction. In: JAMES, Edward; MENDLESOHN, Farah (ed.). The Cambridge Companion to Fantasy Literature. Cambridge: Cambridge University Press, 2012. cap. 2, p. 21-36.
THOMPSON, G. R. Poe's Fiction: Romantic Irony in the Gothic Tales. Madison: The University of Wisconsin Press, 1973.
VASCONCELOS, Sandra G. Do outro lado do espelho (um estudo de E. A. Poe e Machado de Assis). Língua e Literatura, v. 15, n. 18, p. 23-39, 1990.
VASCONCELOS, Sandra G. Romance gótico: persistência do romanesco. In: DEZ lições sobre o romance inglês do século XVIII. 1. ed. São Paulo: Boitempo, 2002. p. 118-133.
WEINSTOCK, Jeffrey Andrew (ed.). The Cambridge Companion to American Gothic. 1. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2017.

Programa

1 – Programa do curso
- A importância de se ensinar colocações e expressões em língua estrangeira;
- Subsídios teóricos para ensinar colocações e expressões valendo-se de textos autênticos e corpus disponível on-line;
- Subsídios teóricos e práticos para elaborar materiais didáticos por meio de corpus e ferramentas disponíveis on-line;
- Aplicação dos subsídios aprendidos para a elaboração de material próprio, abordando colocações e expressões em língua inglesa.
 
2 – Objetivo geral
O objetivo deste curso é fazer com que os participantes conheçam subsídios teóricos e práticos para ensinar colocações e expressões em língua inglesa, valendo-se de textos autênticos e corpus disponível on-line.
 
 
3- Bibliografia
BERBER SARDINHA, Tony. Linguística de Corpus. São Paulo: Manole, 2004.
DAVIES, Mark. The Corpus of Contemporary American English (COCA): 560 million words, 1990-present. Available online at https://corpus.byu.edu/coca/. (2008-).
TAGNIN, Stella. E. O. O Jeito Que A Gente Diz. 2ª ed. São Paulo: Disal Editora, 2013.

 

Programa

Encontro 1 – 08 de maio
Contos crespos, de Cuti. A leitura das narrativas elencadas do livro Contos crespos, de Cuti, pretende apontar para tensões cotidianas das nossas relações raciais, e, a partir de uma perspectiva negra, apontar para o autoengano da democracia racial.
Ministrante: Emily Cristina dos Ouros

Encontro 2 – 22 de maio
Fronteira: espaço para efabulação em Cronicando, de Mia Couto. Orientadas pela leitura de crônicas escolhidas do livro Cronicando, de Mia Couto,  convidamos para uma conversa acerca da realidade social, política e cultural moçambicana e suas relações com o Brasil.  
Ministrante: Maria Paula de Jesus Correia
 
Encontro 3 – 12 de junho
Poesia como “abrigo e matilha”: Um buraco com meu nome, de Jarid Arraes Propomos a leitura de poemas selecionados do livro Um buraco com meu nome, de Jarid Arraes. Enfocaremos a construção das temáticas do livro, os recursos estilísticos mobilizados e a enunciação de um eu-lírico negro. 
Ministrante: Nara Lasevicius Carreira

Encontro 4 – 26 de junho: A poesia combativa de Noémia de Sousa
A partir da leitura de poemas do livro Sangue negro, de Noémia de Sousa, propomos uma reflexão sobre as relações entre a poesia moçambicana e a situação histórico-social de Moçambique no período de colonialismo português.
Ministrante: Juliana Kohari da Silva

Encontro 5 – 03 de julho
Mayombe: as muitas vozes de Angola. A leitura do romance do autor angolano Pepetela procurará refletir sobre os limites da ficção e da história. A construção da nação e as contradições da luta revolucionária.
Ministrante: Rosangela Sarteschi

Metodologias (Estratégias) de desenvolvimento do Curso
Em cada encontro, faremos leitura compartilhada de uma obra literária [romance, contos, crônicas e poemas], procurando, a partir de seus procedimentos literários, analisá-la e interpretá-la em suas relações contextuais. Para isso é obrigatória a leitura prévia dos textos indicados. As conversas sobre literaturas de língua portuguesa serão realizadas a partir de uma seleção de romances, contos, crônicas e poemas de modo que todas e todos possam apresentar impressões, descobertas e dúvidas que serão compartilhadas. No momento de cada reunião, serão propostas leituras coletivas seguidas de debate sobre os procedimentos literários e sobre as relações texto/contexto possíveis de serem apreendidas.

Forma de acompanhamento e avaliação dos participantes e do curso
A cada aula será solicitado uma ficha de leitura, a ser disponibilizada aos cursistas posteriormente, a respeito da obra para o acompanhamento da leitura compartilhada. Cada ficha de leitura deverá ser entregue até a o dia anterior a cada encontro.

Bibliografia

Literários:
ARRAES, Jarid. Um burraco com o meu nome. São Paulo: Ferina, 2018.
COUTO, Mia. Cronicando. Lisboa: Caminho, 1991.
CUTI. Contos crespos. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2008.
PEPETELA. Mayombe. São Paulo: Ática, 1982.
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