Programa

Objetivo:
Apresentar a leitura de uma produção específica e ainda pouco divulgada de Clarice Lispector, mostrando como a escritora, em 1952, ao lado de receitas e conselhos comuns na imprensa feminina, publicou textos que subvertiam o estereótipo da mulher burguesa da época, como crônicas e citações de outros autores, muitos deles também citados por Simone de Beauvoir em O segundo sexo.
 
Programa:
O semanário Comício e a seção “Entre mulheres”
A dualidade da colunista: a reafirmação do estereótipo feminino e sua subversão.
Leitura de algumas crônicas: Enfermeirinhas espertas; Um dia cheio; Pastoral; Lar, engenharia de mulher.
A receita de matar baratas e outros textos
A influência de Simone de Beauvoir na coluna
 
Bibliografia:
BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo. Rio de Janeiro: Difusão Européia do Livro, 1967.
BUITONI, Dulcília Schroeder. A imprensa feminina. São Paulo: Ática, 1986.
CANDIDO, Antonio et al. A crônica: o gênero, sua fixação e suas transformações no Brasil. Campinas: Unicamp, 1992.
CANDIDO, Antonio. Brigada ligeira. São Paulo: Livraria Martins, 1945.
______. Recortes. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
______. Literatura e sociedade. Rio de Janeiro: Ouro sobre azul, 2010.
______. Vários escritos. Rio de Janeiro: Ouro sobre azul, 2011.
HELENA, Lúcia. Nem musa nem medusa: itinerários da escrita em Clarice Lispector. Rio de Janeiro: EDUFF, 1997.
LISPECTOR, Clarice. Correspondências. Organização de Teresa Montero. Rio de Janeiro: Rocco, 2002.
LISPECTOR, Clarice. Correio feminino. Organização de Aparecida Maria Nunes. Rio de Janeiro: Rocco, 2006a.
LISPECTOR, Clarice. Só para mulheres. Organização de Aparecida Maria Nunes. Rio de Janeiro: Rocco, 2006b.
LISPECTOR, Clarice. Minhas queridas. Organização de Teresa Montero. Rio de Janeiro: Rocco, 2007.
NUNES, Aparecida Maria. Clarice Lispector jornalista: páginas femininas e outras páginas. São Paulo: Senac, 2006.
NUNES, Aparecida Maria. Clarice Lispector na cabeceira – Jornalismo. Rio de Janeiro: Rocco, 2012.
PINSKY, Carla Bassanezi. Mulheres nos anos dourados. São Paulo: Contexto, 2014.
PINTO, Céli Regina Jardim. Uma história do feminismo no Brasil. São Paulo: Perseu Abramo, 2003.
SABINO, Fernando e LISPECTOR, Clarice. Cartas perto do coração. Rio de Janeiro: Record, 2001.

 

Programa

Aula 1: Elementos de história dos países de língua portuguesa;
Aula 2: O patrimônio cultural material dos países de língua portuguesa, com slides e foco nos vários bens culturais;
Aula 3: O patrimônio cultural imaterial dos países de língua portuguesa, com slides e foco nos vários bens culturais;
Aula 4: Elementos de literaturas dos países de língua portuguesa, com foco nos autores escolhidos: Jorge Amado (Brasil); Paulina Chiziane (Moçambique); Henrique de Senna Fernandes (Macau); Baltasar Lopes da Silva (Cabo Verde); Miguel Torga (Portugal).

Sobre os bens que integram o patrimônio cultural nos países de língua portuguesa, a professora mostrará apresentações em power point que disponibilizará para os alunos no final do curso. Não é necessária leitura prévia das obras literárias.
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Língua, Cultura e Educação, disponível em https://www.cplp.org/id-2604.aspx (Acesso 26/10/2023);
Direção Geral do Patrimônio Cultural, Patrimônio Mundial de Origem Portuguesa, disponível em https://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-mundial/… (Acesso 26/10/2023);
AMADO, Jorge, Tieta do Agreste, São Paulo, Companhia das Letras, 2009.
CHIZIANE, Paulina, Balada de Amor ao Vento, Companhia das Letras, 2022.
FERNANDES, Henrique de Senna, A Trança Feiticeira, Rio de Janeiro, Gryphus, 2009.
SILVA, Baltasar Lopes da, Chiquinho, Claridade, 1947.
TORGA, Miguel, Novos Contos da Montanha, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2007.

Programa

24/10. Aula 1: fundamentos teóricos e descritivos
- Teoria Sistêmico-Funcional: dimensões semióticas globais;
- relações interactanciais como parâmetro contextual;
- necessidades interpessoais “positivas” e “negativas”;
- panorama do curso;
- sistemas rotulativos e relacionais.

31/10. Aula 2. DISTÂNCIA SOCIAL: afastamento e intimidade na linguagem
- DISTÂNCIA SOCIAL: sistema e realização;
- fundamentos: relações de interdependência, proxêmica e homofilia;
- TIPO DE RELACIONAMENTO;
- desenvolvimento relacional.

07/11. Aula 3. STATUS: poder e saber como variáveis contextuais
- STATUS: sistema e realização;
- interpretações rotulativas e relacionais;
- status epistêmico e prático;
- congruência e metaforicidade gramatical.

14/11. Aula 4: Identidades: modos sociossemióticos de ser e pertencer
- identidade na TSF;
- individuação, alocação e afiliação;
- estilo como subpotencial relacional de significação-identificação.

21/11. Aula 5. PAPÉIS INSTITUCIONAIS: quando fazer é ser
- PAPÉIS INSTITUCIONAIS como sistema (vs. descrições “lexicais”);
- permeabilidade contextual;
- padrões de cosseleção e realização.

28/11. Aula 6. POLIDEZ, CARGA EMOCIONAL e RELAÇÃO SOCIOMÉTRICA: linguagem,
cooperação e conflito
- RELAÇÃO SOCIOMÉTRICA e o (não) enviesamento relacional;
- (im)polidez como papel, significado e realização léxico-gramatical;
- CARGA EMOCIONAL: emotividade interpessoal.

05/12. Aula 7: PAPÉIS DE PARTICIPAÇÃO
- participação e recepção como papéis;
- especificação interactancial;
- responsabilidade de produção semiótica;
- direcionamento de recepção.

Programa

Aula 1: Apresentação, introdução ao curso e aproximações a conceitos de povo
Aula 2: O povo nas representações literárias latino-americanas sobre futebol
Aula 3: Romances de futebol na América Hispânica e no Brasil - convidado Me. Guilherme Trevisan
Aula 4: O corpo nas representações literárias latino-americanas sobre futebol I: erotismo
Aula 5: O corpo nas representações literárias latino-americanas sobre futebol II: dança
Aula 6: Outros futebóis: fotografia, audiovisual e roteiro - convidados Dra. Nadja Marin (Antropóloga e Documentarista/ Etnolhar e Apoti) e Alex Kuaray (futebolista, cineasta e ator guarani mbya)
Aula 7: O espetáculo nas representações literárias latino-americanas sobre futebol I: Borges, Benedetti e Vianinha
Aula 8: O espetáculo nas representações literárias latino-americanas sobre futebol II e encerramento do curso

 

Bibliografia:

ADORNO Theodor A. 1998. Prismas – Crítica cultural e sociedade. Augustin Wernet e Jorge Mattos Brito de Almeida, trad. São Paulo: Ática.
ALABARCES, Pedro; RODRÍGUEZ, María Graciela. Futbol y Patria: La crisis de la representación de lo nacional en el futbol argentino. Lecturas: Educación Física y Deportes. Año 3, Nº 10. Buenos Aires. Mayo 1998.
ANDRADE, Oswald. Pau Brasil. 1925. Paris: Au Sans Pareil.
BARBERO, Jesús Martín. De los medios a las mediaciones. Barcelona. Gustavo Gilli, 1987.
BARTHES, Roland. O prazer do texto. São Paulo: Perspectiva, 2015.
BATAILLE, Georges. El límite de lo útil (fragmentos de una versión abandonada de La Parte maldita). Traducción de Manuel Arranz. Madrid: Losada, 2005.
BENEDETTI, Mario. Montevideanos. Tradução de Ercílio Tranjan e Nilce Tranjan. São Paulo: Mundaréu, 2016.
BORGES, Jorge Luis. Nuestras imposibilidades. Sur, Buenos Aires, Año I, N° 4, primavera de 1931 [clasificado como "Notas"]
BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira / Alfredo Bosi. 54. ed. São Paulo: Cultrix, 2022.
BIOY CASARES, Adolfo;BORGES, Jorge Luis. Cronicas de Bustos Domecq LOSADA, 1980, Avellaneda
CANCLINI, Nestor García. Culturas Híbridas. São Paulo: EDUSP, 2013.
CANDIDO, Antonio. A Educação pela noite e outros ensaios. São Paulo: Ática, 1989.
CANDIDO, Antonio. “O direito à literatura” in Vários escritos. Rio de Janeiro: Ouro sobre azul, 2011.
CAPARRÓS, Martín. Al estilo argentino. Ida y vuelta: un mundial de ida y vuelta con Caparrós y Villoro. EL PAÍS. 03/12/2022. Disponível em: https://elpais.com/deportes/mundial-futbol/2022-12-03/al-estilo-argenti…
CARVALHO, Mayra Moreira. Além das linhas do campo e dos versos do poema: investigações sobre o futebol-arte
DUPERRON, Celia. « El desplazamiento en Dos veces junio o la construcción de un lenguaje crítico de la memoria », Amerika [En ligne], 15 | 2016, mis en ligne le 25 décembre 2016, consulté le 23 août 2023. URL : http://journals.openedition.org/amerika/7692 ; DOI : https://doi.org/10.4000/amerika.7692
COCCARO, Luciane Moreau. A sagração da primavera: no roteiro as marcas do arquivo e do repertório. PROA - Revista de antropologia e arte, Campinas. N. 8. v.1. jan-jun, 2018.
CORNELSEN. Vinicius e o futebol: um soneto para Garrincha. Todas as Musas, a. 5, n. 1, 2013, p. 2-11.
DALPIAZ, Jamile. Os caminhos e os (des)caminhos apontados em A Sociedade do Espetáculo para se pensar o futebol brasileiro. Revista Famecos. Porto Alegre, v. 9, n. 17, p. 142-152, 2002.
Debord, Guy. A sociedade do espetáculo / Guy Debord;tradução Estela dos Santos Abreu. - Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.
EAGLETON, Terry Teoria da literatura : uma introdução / tradução Waltensir Outra ; [revisão da tradução João Azenha Jr_]_ - 6" ed. - São Paulo: Martins Fontes, 2006. - (Biblioteca universal)
FILHO, Mario. O Negro no Futebol Brasileiro. Mauad, 2010.
VIANNA FILHO, Oduvaldo. Chapetuba Futebol Clube. Versão para eBook. Organização e adaptação: Carolina Godinho, Diego Molina, Peter Boos. Digitalização do acervo particular de Maria Lúcia Vianna. Diagramação adaptada aos formatos de eBook disponíveis. Coleção Vianninha Digital, volume 2. © 2007.
FONTANARROSA, Roberto. Puro Futbol. Rosario: Ediciones de la Flor, 2000.
FUSCO, Ignacio. Nena, yo te llevo a probar. Revista Anfibia, 21 de janeiro de 2017. Disponível em: . Acesso em 14 de abril de 2022.
GASPARINI, Pablo. Puertos: Diccionarios. Literaturas y alteridad lingüística desde la pampa. Rosario, Beatriz Viterbo, 2021, Ensayos críticos, 335 páginas
GIGLIO, Sérgio Settani; PRONI, Marcelo Weishaupt. (Orgs.). O futebol nas ciências humanas no Brasil. Campinas: Editora da Unicamp, 2020.
GIGLIO, S. S.; SPAGGIARI, E. A produção das ciências humanas sobre futebol no Brasil: um panorama (1990-2009) . Revista de História, [S. l.], n. 163, p. 293-350, 2010. DOI: 10.11606/issn.2316-9141.v0i163p293-350. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/revhistoria/article/view/19180. Acesso em: 8 dez. 2023.
HOLLANDA, Bernardo Borges Buarque de, « O futebol como alegoria antropofágica : modernismo, música popular e a descoberta da "brasilidade" esportiva », in Dossier thématique : Brésil, questions sur le modernisme . (c) Artelogie, n° 1, Septembre 2011.
HUIZINGA, Johan. Homo Ludens: o jogo como elemento da cultura; [tradução João Paulo Monteiro]. - São Paulo: Perspectiva, 2007. - (Estudos/dirigida por J. Guinsburg).
JOZAMI. "Una filosofia de la ambigüedad", "Los matices de la ilustración" en El conflicto que perdura. La idea de pueblo en la tradición liberal argentina.Tres de febrero, Eduntref, 2018pp. 25-50.
LACLAU, Ernesto. La razón Populista. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica, 2011.
LEMEBEL, Pedro. Cómo no te voy a querer (o la micropolítica de las barras). In: ______. La esquina es mi corazón. Santiago: Cuarto Propio, 1995.
LIMA BORGES Luiz Paixão. O NACIONAL E O POPULAR NA OBRA DE ODUVALDO VIANNA FILHO. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. 2015.
MASIELLO, Francine. "Para leer lo popular:sonido, voz, contacto" en El cuerpo de la voz. Rosario, Beatriz Viterbo, pp. 211-236.
MAINGUENEAU, Dominique. Discurso literário. São Paulo: Contexto, 2006
MARENGO, María del Carmen. LA OBRA DE BUSTOS DOMECQ Y B. SUÁREZ LYNCH:
PROBLEMATIZACIÓN ESTÉTICA Y CAMPO CULTURAL University of Maryland, 2002
MENDONÇA, Anna Amélia. Os poetas da copa. Correio da manhã. 1970. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/Hotpage/HotpageBN.aspx?bib=089842_08&pag…
MONSIVÁIS, Carlos, “Notas sobre el Estado, la Cultura Nacional y las Culturas Populares”, Cuadernos políticos, N.30, 1984.
MORAES, Marcos Antonio de, “Mario, o futebol e um poema esquecido” in Revista LETRAS. Universidade Federal de Santa Maria: Santa Maria. n. 7: (Dez. 1993) – Edição Especial - Mário de Andrade
PARRA DEL RIEGO, Juan. Prosa. Montevideo: Biblioteca de Cultura Uruguaya, 1943.
RAMA, Ángel. Ruben Dario y el Modernismo. Alfadil Ediciones: Barcelona, 1985.
RAMA, Ángel. “Prólogo” a Rubén Dario - Poesía. Caracas: Biblioteca Ayacucho, 1977.
SEBRELI, Juan José. La era del fútbol. Buenos Aires: Editorial Sudamericana, 1998.
SKÁRMETA, Antonio. Soñé que la nieve ardía. Editorial Planeta: Barcelona, 1975.
STREAPCO, João Paulo França. "Cego é aquele que só vê a bola". O futebol em São Paulo e a formação das principais equipes paulistanas: S.C. Corinthians Paulista, S. E. Palmeiras e São Paulo F.C. (1894-1942). 2011. Dissertação (Mestrado em História Social) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011. doi:10.11606/D.8.2011.tde-28092012-183257. Acesso em: 2023-12-14.
TURNER, Victor W. O Processo Ritual estrutura e anti-estrutura Petrópolis,Vozes, 1974.
VILLORO, Juan. Los once de la tribu. CLACSO: Brigada para leer en libertad - José Martí, 2017. Disponível em: https://www.clacso.org/casa-de-las-americas-brigada para-leer-en-libertad-jose-marti/.
MORAES, J. G. V. Mário de Andrade e a música entram em campo. Plural Pluriel, v.12, p.1, 2015.
STEIN, Shawn; CAMPISI, Nicolás. Lesiones de la consciencia: Fútbol y memoria colectiva en Soñé que la nieve ardía de Antonio Skármeta y La luz oscura de Nicolás Vidal. TRANSMODERNITY: Journal of Peripheral Cultural Production of the Luso-Hispanic World. Berkeley, v. 7, n. 2, p. 1-19, 2017.
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. CARNEIRO DA CUNHA, Manuela. Vingança e Temporalidade: Os Tupinambás
WISNIK, José Miguel: veneno remédio. O futebol e o Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2008,
Zumthor, Paul. Performance, recepção, leitura. Tradução de Jerusa Pires Ferreira e Suely Fenerich. Apresentação de Jerusa Pires Ferreira. São Paulo: Ubu Editora, 2018.

 

Programa

Aula 1 - Paleografia na teoria (02/02/26)

Aula 2 - Paleografia na prática (03/02/26)

Aula 3 - Edição e normas (04/02/26)

Aula 4 - Edição pelo eDictor (Parte I) (05/02/26)

Aula 5 - Edição pelo eDictor (Parte II) (06/02/26)

Referências Bibliográficas

BANZA, Ana Paula. As edições digitais e o futuro da Filologia. In: DIOS, Ángel Marcos de (ed.). La Lengua Portuguesa, Vol II Estudios Lingüísticos. Salamanca: Ediciones Universidad, 2014. p. 125-134. Disponível em:
http://hdl.handle.net/10174/11450. Acesso em: 29 out. 2025.
CAMBRAIA, César Nardelli. Introdução à crítica textual. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
CASTRO, Ivo; RAMOS, Maria Ana. Estratégia e táctica da transcrição. In: COLLOQUE CRITIQUE TEXTUELLE PORTUGAISE, 1981, Paris. Anais [...]. Paris: Fondation Calouste Gulbenkian, Centre Culturel Portugais, 1986. p. 99-122.
CONTRERAS, Luis Núñez. Manual de Paleografía. Madrid: Cátedra, 1994.
MONTE, Vanessa Martins do; PAIXÃO DE SOUSA, Maria Clara. Por uma filologia virtual: o caso das atas da câmara de São Paulo (1562-1596). Revista da ABRALIN, [S. l.], v. 16, n. 1, p. 239-264, 2017. Disponível em:
https://revista.abralin.org/index.php/abralin/article/view/1317. Acesso em: 29 out. 2025.
PAIXÃO DE SOUSA, Maria Clara. A Filologia Digital em Língua Portuguesa: alguns caminhos. In: BANZA, Ana Paula; GONÇALVES, Maria Filomena (coord.). Património textual e humanidades digitais: da antiga à nova Filologia. Évora: Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora, Fundação para a Ciência e a Tecnologia, 2014. Disponível em: http://dspace.uevora.pt/rdpc/bitstream/10174/10468/1/e-
book.pdf. Acesso em: 29 out. 2025. PAIXÃO DE SOUSA, Maria Clara. Edição piloto. Denúncias contra Francisca Luís. 2020. Disponível em: http://map.prp.usp.br/Corpus/FL/FL.html. Acesso em: 29 out. 2025.
PAIXÃO DE SOUSA, Maria Clara; KEPLER, Fábio Natanael; FARIA, Pablo Picasso Feliciano de. E-Dictor: novas perspectivas na codificação e edição de corpora de textos históricos. In: PINTO, Marcia Veirano; SHEPERD, Tania M. G.; SARDINHA, Tony Berber (org.). Caminhos da linguística de corpus. Campinas: Mercado de Letras, 2010.
PAIXÃO DE SOUSA, Maria Clara; KEPLER, Fábio Natanael, FARIA, Pablo Picasso Feliciano de. e-Dictor. Programa de Computador. Versão 1.0 beta 10. 2013. Disponível em: https://humanidadesdigitais.org/edictor/. Acesso em: 29 out. 2025.
PAIXÃO DE SOUSA, Maria Clara. Texto Digital: uma perspectiva material. Revista da Anpoll, [S. l.], v. 1, n. 35, p. 15-60, 2013. Disponível em: https://revistadaanpoll.emnuvens.com.br/revista/article/view/643. Acesso em: 29 out.
2025.
TERRERO, Ángel Riesco (ed.). Introducción a la paleografía y la diplomática general. Madrid: Síntesis, 2000.
TOLEDO NETO, Sílvio de Almeida. Datação e localização dos tipos de escrita: informações relevantes para a crítica textual?. In: LOSE, Alícia Duhá; SOUZA, Arivaldo Sacramento de (org.) Paleografia e suas interfaces. Salvador: Memória & Arte, 2018. 1 v. p. 294-305.
TOLEDO NETO, Sílvio de Almeida. Um caminho de retorno como base: proposta de normas de transcrição para textos manuscritos do passado. Travessias Interativas, São Cristóvão, v. 10, n. 20, p. 192-208, jan./jun. 2020. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/Travessias/article/view/13959. Acesso em: 29 out. 2025.

Programa

DIA 1 – 30/07/2020
Tema: A tradição herdada: Ellison e a destruição dos legados literários

Textos-base:

AZEVEDO, Luiz Mauricio. A toupeira invisível: marxismo negro e cultura antimarxista em Ralph Ellison. Porto Alegre: Figura de Linguagem, 2018. (leitura obrigatória)
ELLISON, Ralph. Homem Invisível. Rio de Janeiro: José Olympio, 2013. (leitura obrigatória)

Bibliografia:

EAGLETON, Terry. Teoria da Literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2012.
FOLEY, Barbara. Wrestling with the left: the making of Ralph Ellison’s invisible man. Duke Press, 2010.
BRADLEY, Adam. Ralph Ellison in progress. New Haven: Yale Press, 2010.
MARX, Karl. O 18 de brumário de Luís Bonaparte. São Paulo: Boitempo, 2013.
__________. O Capital. São Paulo: Boitempo, 2012.


DIA 2 – 31/07/2020
Tema: A tradição transmitida: Ellison e a reconstrução dos legados literários

Texto-base:

ELLISON, Ralph. Homem Invisível. Rio de Janeiro: José Olympio, 2013. (leitura obrigatória)

Bibliografia:

RAMPERSAD, Arrnold. Ralph Ellison: a biography. Nova York: Random House, 2007.
WEST, Cornell. Questão de raça. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
OBAMA, Barack. Dreams of my father: a story of race and inheritance. Chicago: Three rivers press, 2004.
COATES, Ta-Nehisi. Entre o mundo e eu. São Paulo: Objetiva, 2015.
MAXWELL, William. How J. Edgar Hoover & ghostreaders framed african american literature.
Washington: WPL, 2010.

Programa

1a aula
Apresentação do Curso e da respectiva dinâmica. Significado de Projeto e utilização. Preparação para a escolha do Projeto a ser desenvolvido por cada um.

2a aula
Escolha do Projeto para Aplicação Prática. Elementos Componentes de um Projeto. Matriz Básica.
Sessão de dúvidas

3a aula
Desenvolvimento do Projeto e respectivas contingências I

4a aula
Desenvolvimento do Projeto e respectivas contingências II
Sessão de dúvidas

5a aula
Noções Básicas sobre as Principais Escolas e Teorias de Administração. (Obtenção de Cultura Geral sobre o assunto de forma a poder aplicá-la). Conclusão das Definições do Projeto e finalização do Plano Inicial de Ação.

6a aula
Intersecção entre o Projeto e Orçamento.
Sessão de dúvidas

7a aula
Noção de Orçamento. Elementos Primordiais.

8a aula
Dinâmica de Orçamento. Tipos e Possibilidades.
Sessão de dúvidas

9a aula
Aplicação do Orçamento no Projeto escolhido.

10a aula
Finalização do Plano de Ação Definitivo com Orçamento incluso.
Sessão de dúvidas

11a aula
Como definir conjunto de Projetos para a empresa ou subordinados. Mecanismos de Acompanhamento, Controle e Correção.

12 a aula
Dinâmica de perguntas e respostas, temporizadas - verificação de conceitos para ajustes e saber sistêmico.
Sessão de dúvidas

13a aula
Estudo de Caso para fixação dos conceitos primordiais. Preparação Prática para Trabalho de Criatividade.

14a aula
INSTÂNCIAS & ANÁLISE DE DECISÃO
Âmbitos de Análise - Horizontes de Viabilidade & Concretização

Referências bibliográficas:

Carvalho, Marly Monteiro de. “Fundamentos em gestão de projetos: construindo competências para gerenciar projetos” – 5. ed. – São Paulo : Atlas, 2019.

MARQUES, Euvaldo. Finanças públicas: administração financeira e orçamentária. São Paulo: Saraiva, 2015. E-book. (1 recurso online). ISBN 9788502621916. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788502621916. Acesso em: 7 Oct. 2020.

SILVA, Lino Martins da. Contabilidade governamental: um enfoque administrativo da nova contabilidade pública. 9ª São Paulo: Atlas, 2012. E-book. (1 recurso online). ISBN 9788522477968. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522477968. Acesso em: 7 Oct. 2020.

SOUZA, Acilon Batista de. Curso de administração financeira e orçamento: princípios e aplicações. São Paulo: Atlas, 2014. E-book. (1 recurso online). ISBN 9788522485642. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522485642. Acesso em: 7 Oct. 2020.

Programa

1. Apresentação do curso. Os “Prolegômenos à Lógica Pura”: A controvérsia em torno do psicologismo lógico;
2. Definindo “fenomenologia”: A fenomenologia como psicologia descritiva eidética;
3. O conceito de vivência intencional e a descrição de seus componentes intrínsecos;
4. A concepção fenomenológica de conhecimento: o “esquema conteúdo-apreensão” e a teoria da síntese de preenchimento;
5. Sensibilidade e entendimento na fenomenologia: intuição sensível e intuição categorial.

Bibliografia:
ALMEIDA, G. A. D. Sinn und Inhalt in der Genetischen Phänomenologie E. Husserls. Den Haag: Martinus
Nijhoof, 1972.
ALVES, P. Intersubjectividade e Comunicação: Uma Abordagem Fenomenológica. Lisboa: Centro de Filosofia
da Universidade de Lisboa, 2009.
BOER, T. D. The Development of Husserl’s Thought. The Hague: Martinus Nijhoof, 1978.
BELLO, A. Introdução à fenomenologia. Trad. Jacinta Turolo Garcia e Miguel Mahfoud. Bauru, SP: Edusc, 2006.
BERNET, R. et al. An introduction to Husserlian phenomenology. Evanston (EUA): Northwestern University
Press, 1993
CASTILHO, F. Husserl e a via redutiva da pergunta-recorrente que parte da Lebenswelt. Campinas:
Edunicamp, 2015.
COBB-STEVENS, R. Husserl’s Fifth Logical Investigation. In: DAHLSTROM, D. Husserl’s Logical Investigations,
pp. 95-107. Dordrecht/Boston/London: Kluwer Academic Publishers, 2003.
D'ANGELO, D. Zeichenhorizonte: Semiotische Strukturen in Husserls Phänomenologie der Wahrnehmung. [S.l.]:
Springer, 2019.
ENGLISH, J. Les Recherches Logiques et la découverte de l’intentionnalité. In: BENOIST, J et VINCENT, G. (org.).
Lectures de Husserl, pp. 77-128, Paris: Ellipses, 2010.
GADAMER, H.-G. Hegel - Husserl - Heidegger. Trad. Marco Antônio Casanova. Petrópolis: Vozes, 2012.
GUILHERMINO, D. A crítica de Husserl à teoria do juízo de Brentano e seu papel na formulação da primeira teoria
fenomenológica da intencionalidade. Ekstasis: Revista de Hermenêutica e Fenomenologia, Rio de Janeiro, v. 9,
n. 1, p. 102-119, Junho 2020.
______. O Desenvolvimento da teoria semiótica de Husserl de 1890 a 1901. Kriterion, Belo Horizonte, v. 61, n.
147, p. 649-674, Dezembro 2020.
HUSSERL, E. Psychologische Studien zur Elementaren Logik (1894). In: HUSSERL, E. Aufsätze und
Rezensionen (1890-1910). The Hague, Boston, London: Martinus Nijhoff, 1979. p. 92-123.
______. Logische Untersuchungen. Erster Band: Prolegomena zur reinen Logik. Text der 1. und 2. Auflage.
Hrsg. von Elmar Holenstein. 1975.
______. Logische Untersuchungen. Zweiter Band: Untersuchungen zur Phänomenologie und Theorie der
Erkenntnis. Hrsg. von Ursula Panzer. 1984.
______. Logische Untersuchungen. Ergänzungsband. Erster Teil. Entwürfe zur Umarbeitung der VI.
Untersuchung und zur Vorrede für die Neuafulage der Logischen Untersuchungen (Sommer 1913). Hrsg. von
Ullrich Melle. 2002.
______. Logische Untersuchungen. Ergänzungsband. Zweiter Teil. Texte für die Neufassung der VI.
Untersuchung: Zur Phänomenologie des Ausdrucks und der Erkenntnis (1893/94 - 1921). Hrsg. von Ullrich
Melle, 2005.
______. Investigações Lógicas: Prolegômenos à Lógica Pura: volume 1. Tradução de Diogo Ferrer, Rio de
Janeiro: Forense, 2014.
______. Investigações Lógicas (Segundo Volume, parte I): Investigações para a Fenomenologia e a Teoria do
Conhecimento. Tradução de Pedro M. S. Alves e Carlos Aurélio Morujão. Rio de Janeiro: Forense Universitária,
2012.
______. Investigações Lógicas (Segundo Volume, parte II): Investigações para a Fenomenologia e a Teoria do
Conhecimento. Tradução de Carlos Aurélio Morujão. Lisboa: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 2007.
______. Investigações Lógicas: sexta investigação. Tradução de Zeljko Loparic. São Paulo: Nova Cultural, 2000
LEVINAS, E. Théorie de l'intuition dans la phénoménologie de Husserl. Paris: Vrin, 1994.
LOHMAR, D. Erfahrung und kategoriales Denken: Hume, Kant und Husserl über vorprädikative erfahrung und
prädikative Erkenntnis. Dordrecht, Boston, London: Kluwer Academic Publishers, 1998.
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______. Racionalidade e Crise: Estudos de História da Filosofia Moderna e Contemporânea. São Paulo:
Discurso Editorial, Editora UFPR, 2001.
______. Sensibilidade e entendimento na fenomenologia. Manuscrito, 23(2), 207-250, 2016.
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Leading Philosophers. London, New York: Routledge, v. III. , 2005. p. 125-144.
SANTOS, J. H. Do Empirismo à Fenomenologia. A Crítica do Psicologismo nas Investigações Lógicas de
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SACRINI, M. A cientificidade na fenomenologia de Husserl. São Paulo: Edições Loyola, 2019.
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SOKOLOWSKI, R. Introdução à Fenomenologia. São Paulo: Edições Loyola, 2004.
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University Press, 1984.
ZAHAVI, D. A Fenomenologia de Husserl. Rio de Janeiro: Via Verita, 2015.

Programa

Durante os seis encontros do curso, nos deteremos sobre a forma épica em solo britânico, enfocando peças (utilizaremos as traduções) de quatro dramaturgas, cuja obra contestadora é muitas vezes negligenciada pela historiografia e pela crítica. O curso pretende evidenciar o trabalho das dramaturgas Joan Littlewood, Shelagh Delaney, Caryl Churchill e Sarah Kane dentro do moderno teatro britânico, em especial nos desdobramentos da forma épica.

Conteúdo programático:
Aula 1: Apresentação do curso e panorama da chegada do teatro épico na Grã-Bretanha
Aula 2: Excertos de Oh, Que Delícia de Guerra! (Oh, What A Lovely War!) (1963), de Joan Littlewood: questionando os limites da forma tradicional
Aula 3: Um Gosto de Mel (A Taste of Honey) (1958), de Shelagh Delaney: contestando a categoria Angry Young Men
Aula 4: Top Girls (1982), de Caryl Churchill: o neoliberalismo invade a cena
Aula 5: Excertos de Phaedra’s Love (1996), de Sarah Kane: o clássico como ponto de partida
Aula 6: Finalização do curso e apontamentos sobre o teatro contemporâneo britânico

Referências


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BARNETT, David. A History of the Berliner Ensemble. London: Cambridge University Press, 2015.
BROWN, John Russell. A Short Guide to Modern British Drama. London: Barnes & Noble, 1983.
CHURCHILL, Caryl. Top Girls. London: Methuen, 2013.
COELHO, Rui Pina. Dias difíceis: A representação da violência na dramaturgia britânica de matriz realista do pós-Segunda Guerra Mundial (1951-1967). 2013. 280 p. Tese (Doutoramento em Estudos Artísticos – Especialidade Estudos de Teatro) – Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, Lisboa.
DELANEY, Shelagh. A Taste of Honey. London: Playsmith, 2015.
DONNELLY, Mark. Sixties Britain: Culture, Society and Politics. Harlow: Pearson Longman, 2005.
HOBSBAWM, Eric. A era dos extremos – O breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
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KANE, Sarah. Complete Works. London: Methuen, 2001.
LACEY, Stephen. British Realist Theatre: The New Wave in Its Context 1956-1965. London: Routledge, 1995.
LITTLEWOOD, Joan. Oh, What A Lovely War!. London: Methuen, 1971.
LUCKHURST, Mary (ed.). A Companion to Modern British and Irish Drama 1880-2005. Oxford: Blackwell, 2006.
MARCUS, Laura, NICHOLLS, Peter (eds.). The Cambridge History of Twentieth-Century English Literature. London: Cambridge University Press, 2005.
MARWICK, Arthur. Culture in Britain since 1945. Oxford: Blackwell, 1994.
MIDDEKE, Martin, SCHNIERER, Peter Paul, SIERZ, Aleks (eds.). The Methuen drama guide to contemporary British playwrights. London: Bloomsbury, 2011.
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PATTERSON, Michael. Strategies of Political Theatre: Post-War British Playwrights. Cambridge: Cambridge University Press, 2006.
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ROSENFELD, Anatol. O Teatro Épico. São Paulo: Editora Perspectiva, 2014.
SHANK, Theodore. Contemporary British Theatre. London: Macmillan, 1996.
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SZONDI, Peter. Teoria do drama moderno (1880-1950). São Paulo: Cosac & Naify, 2001.
TAYLOR, John Russell. Anger And After. A Guide To The New British Drama. London: Methuen & Co., 1962.
__________________. The Second Wave: British Drama of the Sixties. London: Eyre Methuen, 1978.
WILLIAMS, Raymond. Britain in the 1960s. In: The Long Revolution. London: Penguin Books, 1965, p. 319-367.
ZARHY-LEVO, Yael. The Making of Theatrical Reputations Studies from the Modern London Theatre. Iowa: University of Iowa Press, 2008.

Programa

Aportar a la construcción de memorias colectivas regionales a través del análisis de experiencias desarrolladas en Latinoamérica sobre investigación en Derechos humanos y lesa humanidad. - Analizar el Plan Cóndor y el terrorismo de Estado en Argentina (1976-1983). La constitución de un nuevo actor social: los organismos de Derechos Humanos y las luchas por memoria, verdad y justicia. - Ofrecer un análisis histórico de las etapas del proceso de justicia y los periodos de impunidad en Argentina. - Indagar sobre las políticas públicas de memoria: creación de los sitios de Memoria, acceso a los archivos estatales y las estrategias desde el Poder Ejecutivo para impulsar los juicios por crímenes de lesa humanidad. - Abordar la reconstrucción del relato histórico desde una perspectiva de género. - Discursos negacionistas y nuevas formas de disciplinamiento en Argentina y Brasil.

Clase 1: Plan Condor en América del Sur y Terrorismo de Estado en Argentina. El ciclo de dictaduras en América del Sur. Accionar represivo del Estado Argentino en los diversos golpes de estado. Plan Sistemático desaparición de personas y apropiación de menores durante la última Dictadura cívico-militar en Argentina. Movimiento de Derechos Humanos, la experiencia de Madres de Plaza de Mayo y Abuelas de Plaza de Mayo en la lucha por el derecho a la verdad, justicia e identidad.

Clase 2: Las etapas del proceso de justicia y las leyes de impunidad: CONADEP. Juicio a la Junta de Ex Comandantes. Leyes de impunidad. Juicios por la verdad. Proceso Memoria, Verdad y Justicia. Juicios de lesa humanidad en Argentina.

Clase 3: Políticas públicas de memoria. Creación y apertura de sitios de memoria, desclasificación de información vinculada al terrorismo de Estado en Argentina. Discusiones y tensiones en torno a las políticas de memoria. Reconstrucción del relato histórico desde la perspectiva de género. - Invitación extracurricular a visitar el Memorial de la Resistencia de San Pablo.

Clase 4: Discursos negacionistas y nuevas formas de disciplinamiento en Argentina y Brasil. Las formas de negacionismo de las violaciones a los derechos humanos en los discursos actuales en Argentina y Brasil. Aproximación a las nuevas formas de disciplinamiento político, económico y social a nivel regional a partir del uso del poder judicial, los medios de comunicación y los servicios de inteligencia para encarcelar y perseguir a cuadros políticos.

Bibliografía por clase:

Clase 1: - Calveiro, P. 1998. “Los campos de concentración”. En: Poder y desaparición. Los campos de concentración en la Argentina. Buenos Aires, Colihue. - Duhalde, E. L. 2013 El Estado terrorista argentino. Quince años después, una mirada crítica, Colihue. - Laino Sanchis, F. 2022. Salir al mundo en tiempos de dictadura: Abuelas de Plaza de Mayo y las redes transnacionales de derechos humanos (1977-1983). Quinto Sol, vol. 24, nº1, ISSN 1851-2879, pp. 1-22. - Mazzei, D. 2002 La misión militar francesa en la Escuela Superior de Guerra y los orígenes de la guerra sucia En: Revista de Ciencias Sociales 13, (diciembre). - Slatman, M. 2012. “Archivos de al represión y ciclos de produccion de conocimiento social sobre las coordinaciones represivas en el Cono Sur de América Latina”. Taller (Segunda Época). Revista de Sociedad, Cultura y Política en América Latina, Vol 1, N°1. ISSN: 0328-7726. Pp. 47-66 - Villalta, C. 2009 “De secuestros y adopciones: el circuito institucional de la apropiación criminal de niños en Argentina (1976-1983)”. En revista Historia Crítica, nº38. Bogotá. -Zarankin, A. y Salerno, M. “Después de la tormenta. Arqueología de la represión en América Latina”. Complutum, 2008, Vol. 19 Núm. 2: 21-32 Clase 2: - Crenzel, E. 2008. “La historia política del nunca más. La memoria de las desapariciones en la Argentina”. Siglo XXI. - Feld, C. y L. Messina. 2014. En torno a la palabra testimonial de los sobrevivientes: testigos legitimados y denegados de los centros clandestinos de detención en Argentina Tramas. Subjetividad y procesos sociales; Lugar: Ciudad de México; p. 43 - 77 - Fernández, S. 2011. Juzgar los crímenes de genocidio: de Nüremberg a la Haya. En: La shoah, los genocidios y crímenes de lesa humanidad:

Enseñanza para los juristas. Editado por la Secretaría de Derechos Humanos, Ministerio de Justicia de la Nación: 32-40. - Guembe, M. J. 2005. La reapertura de los juicios por los crímenes de la dictadura militar argentina. Revista Sur. Número 3, Año 2. - Llonto, P. 2015. El juicio que no se vio: una mirada testimonial sobre el juicio a las Juntas Militares.Ediciones Continente: Buenos Aires. -Recurso pedagógico sobre el proceso de juicios en Argentina. Recuperado de: http://prezi.com/b-tb6sm_8zrc/?utm_campaign=share&utm_medium=c opy Clase 3: - Alvarez, V. 2018. “Además me violaron.”La violencia sexual en centros clandestinos de detencion durante la última dictadura militar en Argentina (1976-1983). Iberoamérica Social, número especial, vol. 3. - Agostini, V. y Lettieri, L. 2016. Cuando la burocracia atenta contra lo clandestino. Una mirada sobre los documentos de archivos de la Armada Argentina. - Bale, C. 2018 Usos del archivo y políticas de la memoria: un análisis del proceso de “apertura” de los archivos militares en Argentina (2003-2015). Revista Nuevo Mundo. Mundos Nuevos - Caetano, G. 2011. Los archivos represivos en los procesos de “justicia transicional”: una cuestión de derechos. Revista Perfiles Latinoamericanos 37. -Groppo, B. 2002. Las políticas de la memoria. Revista Sociohistórica Nro 11-12. Universidad Nacional de La Plata: Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación. Centro de Investigaciones Socio Históricas. - Jelin, E. 2002. Los trabajos de la memoria. Siglo XXI: Buenos Aires. - Karababikian, G. 2010. Archivos y Derechos Humanos en Argentina. Memoria Abierta. - Lavintman, J; López, H; Pankonin, L. 2017. Conocimiento histórico y justicia: el trabajo en el Archivo del Ejército Argentino. Aletheia, volumen 7, número 14, ISSN 1853-3701. -Messina, L. 2010. Políticas de la memoria y construcción de memoria social: acontecimientos, actores y marcas de lugar El caso del ex centro clandestino de detención "Olimpo". Capítulo 5, 166-196. Recuperado de: http://repositorio.filo.uba.ar/handle/filodigital/1647 Clase 4: - Feierstein, D. 2018. Los Dos Demonios Recargados. Editorial: MAREA. ISBN: 978987378382. - Ferrante, L. y Ludueña, M.E. De Wikilesa a Wiki derechos humanos. - Gallo, C. A. 2020. Quarenta anos da Lei da Anistia: da luta no passado aos desafios no presente -Nogués, G. La fábrica de la posverdad. El Gato y la Caja. - Sotelo Felipe, M. 2019. 1964, o ano que não termina. Jornal GGN - Teles, E. y Quinalha, R. 2020. “o alcance e os limites do discurso de justiça de transição no Brasil”. En: Espectros da Ditadura: da Comissão da Verdade ao bolsonarismo. Autonomia Literária. -Thus, V. 2017. Negacionismo y políticas públicas ¿Encarna Argentina un negacionismo estatal?. Revista Crítica Penal y Poder.
- Vollenweider, C. y Romano, S. 2022. Lawfare o la guerra judicial en Argentina y Brasil. CELAG.