Programa

1. A esfera científica e sua relação com a popularização científica: objetivos do artigo científico e sua relação com gêneros da popularização científica

2. O gênero artigo científico: modalidades (teórico, de revisão bibliográfica, análise de corpus etc.), partes constituintes (título, resumo, introdução, referências, anexos etc.), estilo (linguagem acadêmica).

3. Apresentação de critérios de avaliação por pares de periódicos das áreas de Letras e Educação.

4. Estratégias para indexação nas bases de dados (Scielo, Scopus, Web of Science etc.) e classificação de periódicos (WebQualis)

5. O processo de submissão e publicação de artigos: planejamento, escrita, revisão, formatação segundo critérios dos periódicos, status de avaliação, estratégias de submissão, exigência de versão em língua estrangeira, titulação exigida do autor

Bibliografia:

Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Disponível em: http://www.abnt.org.br/
BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso (1952-1953). Organização, posfácio, tradução e notas de Paulo Bezerra. 1. ed. São Paulo: Editora 34, 2016.
BERLINCK, M. T. Editor de revistas científicas: relatos de um interminável aprendizado. Psicologia USP, São Paulo, vol. 22, nº 2, p. 423-435, 2011.
BEZERRA, B. G. Letramentos acadêmicos e construção da identidade: a produção do artigo científico por alunos de graduação. Linguagem em (dis)curso, v. 15, p. 61-76, 2015.
BOURDIEU, P. Os usos sociais da ciência. Por uma sociologia clínica do campo científico. Trad. D. B. Catani. São Paulo: Editora UNESP, 2004 [1997].
______. Homo academicus. Trad. I. R. Valle e N. Valle. 2. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2017.
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES. Qualis: classificação de periódicos, anais, jornais e revistas. Disponível em: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoP…
CARLINO, Paula. Escribir, ler y aprender en la universidad: una introducción a la alfabetización académica. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica, 2009.
CORACINI, M. J. Um fazer persuasivo. O discurso subjetivo da ciência. Campinas: Pontes, 1991.
FERREIRA, Marília Mendes; LOUSADA, Eliane Gouvêa. Ações do Laboratório de Letramento Acadêmico da Universidade de São Paulo: Promovendo a Escrita Acadêmica na Graduação e na Pós-graduação. Ilha Desterro, Florianópolis , v. 69, n. 3, p. 125-140, Dec. 2016. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S2175-80262016000300125&script=sci…. Acesso em 26 de jan. de 2021.
FILHO, M. A. Escrita acadêmica, uma prática estratégica. Jornal da UNICAMP. 2019. Disponível em: https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2019/08/12/escrita-academica… Acesso em: 26 jan. 2021.
GRILLO, Sheila Vieira de Camargo. Divulgação científica: linguagens, esferas e gêneros. Tese (Livre-docência em Filologia e Língua Portuguesa) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2013.
GUSTAVII, Björn. Como escrever e ilustrar um artigo científico. Tradução: Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola Editorial, 2017.
KEMIAC, L. Uma Proposta de Análise Do Gênero “Artigo Experimental” a partir dos Pressupostos Teóricos de Bakhtin e do Círculo. Tese (Doutorado em Linguística) - Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2019. Disponível em: https://sig-arq.ufpb.br/arquivos/2020075148004018574796c817ef0cc3d/LK20…. Acesso em 23 jan. 2020.
LOUSADA, E. Resumo. São Paulo: Parábola Editorial, 2004.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola Editorial, 2005.
MOTTA-ROTH, D.; HENDGES, G. H. Produção textual na universidade. São Paulo: Parábola Editorial, 2010.
OLIVEIRA, M. do S. Aprendendo a ler para escrever: o gênero textual resumo científico e letramento acadêmico. Revista da Anpoll, vol. 51, nº 2, p. 125-138, Florianópolis, jul./set. 2020.
PEREIRA, Mauricio Gomes. Artigos científicos: como redigir, publicar e avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
PINKER, S. Guia de escrita: como conceber um texto com clareza, precisão e elegância. Tradução de Rodolfo Ilari. São Paulo: Editora Contexto. 2016.
SIGNORINI, I. Metapragmáticas da “redação” científica de “alto impacto”. Revista do GEL, v. 14, n. 3, p. 59-85, 2017.
SOARES, Magda. (2001) Letramento: um tema em três gêneros. 3 ed. 4 reimpressão. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.

Programa

1 day
Introduction
Historical connections between Eastern Europe and Africa
20th-century connections, socialist world
Current situation

2 day
Race, racialization and racism issues in the region Representations of Africa and Africans in Eastern European visual arts
Conclusion, questions

Programa

Aula 1: Literatura e linguagem transviada - Amara Moira
Aula 2: “Disforia de gênero” em literaturas trans? - Erick Gregner
Aula 3: Como míseros animais que rastejam no chão: Escrita de si e poesia transmasculina - Esteban Rodrigues
Aula 4: Marcas da não-binariedade na literatura contemporânea - Cris Judar
Aula 5: Autopoéticas Trans: Opacidade, Equivocalidade, e Resistência à Interpretação - Salomé Honório

Bibliografia:
Aula 1:
S.n. Lady Hamilton. In: JAIME, Jorge. Homossexualismo masculino. Rio de Janeiro: ed. do autor, 1953, 2ed, p.83-205.
OROCIL Junior. Bichonário: um dicionário gay. Salvador: ed. do autor, 1996.
GREEN, James N.; TRINDADE, Ronaldo (org.). Homossexualismo em São Paulo e outros escritos. São Paulo: Ed. Unesp, 2005.

Aula 2:
DELUCA, Naná. Desculpe o transtorno, falo de disforia. In: Antologia Trans: 30 poetas trans, travestis e não-binários. São Paulo: Invisíveis Produções, p. 96-98, 2017.
MISSÉ, Miquel. A la conquista del cuerpo equivocado. Barcelona: Egales, 2018.
PRECIADO, Paul B. Yo soy el monstruo que os habla: informe para una academia de psicoanalistas. Barcelona: Anagrama, 2020.

Aula 3:
AGUILLAR, Gonzalo; CÁMARA, Mario. A máquina performática: a literatura no campo experimental. Tradução de Gênese de Andrade. 1. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2017.
FOUCAULT, Michel. A escrita de si. In: O que é um autor? Lisboa: Passagens, 1992. p. 129-160.
MOURA, Thales Gabriel. Como míseros animais que rastejam no chão. Minas Gerais: Autopublicação, 2020.

Aula 4:
MELO, Iran. Linguística Queer. Campinas: Pontes Editores, 2024.
VILHAS, Jinx. Não binariedade, linguagem não binária e transfeminismo no Brasil. cadernos pagu, p. e247201, 2024.
SONSA, Mercedes. Dedo no cru y gritaria. Cotia: Hecatombe, 2022.
Aula 5:
MOMBAÇA, Jota. Ñ Ṽ NOS MATAR AGORA. Cobogó Edições, 2021.
FEIJÓ, Pê. Episódios de Fantasia e Violência. Orfeu Negro: 2023.
GLISSANT, Edouard. Poética da Relação Trad. de Eduardo Jorge Oliveira e Marcela Oliveira. Rio de
Janeiro: Bazar do Tempo Edições, 2021.

Programa

AULA 01: Ditadores no teatro brasileiro em 1968 – Papa Highirte (Oduvaldo Vianna Filho) e Dr. Getúlio, sua vida e sua glória (Dias Gomes e Ferreira Gullar)

GOMES, Dias; GULLAR, Ferreira. Dr. Getúlio, sua vida e sua glória. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.
MUELLER, Izis; SOUSA, Maria Aparecida Silva de. O problema do herói Getúlio Vargas: o tempo da escrita e seus interesses na atualização de personagens históricos. Revista de Literatura, História e Memória, Cascavel, v. 16, n. 27: 61 – 82, 2020. Disponível em: https: //e-revista.unioeste.br/index.php/rlhm/article/view/24794/16075. Acesso em: 12 de outubro de 2021.
PARANHOS, Kátia Rodrigues. Dias Gomes, 'Dr. Getúlio' e o teatro musical: engajamento, sonoridades e encenação no Brasil sob a ditadura militar. Revista de Estudos Teatrais Pitágoras, v. 10: 69-78, 2016. Disponível em: https: //periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/pit500/article/view/8647183/14097.
ROSELL, Mariana. “Você quer ser herói eu quero fazer a revolução”: reflexões sobre autoritarismo e revolução na América Latina a partir da peça Papa Highirte. In: Anais do XII Encontro Internacional da ANPHLAC. Campo Grande: ANPHLAC, 2016. pp. 1-14.
VIANNA FILHO, Oduvaldo. Papa Highirte. São Paulo: Temporal Editora, 2019.

AULA 02: Ditadores no cinema de Glauber Rocha – Terra em transe (1967) e Cabezas cortadas (1970)

CABEZAS cortadas. Direção de Glauber ROCHA. Brasil; Espanha, 1970. 94 min.
CARDOSO, Maurício. O Cinema Tricontinental de Glauber Rocha: política, estética e revolução (1969-1974). Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo. São Paulo, 2007, 285 f. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-12022008-110659/p…. Acesso em: 27 de dezembro de 2023.
TERRA em transe. Direção de Glauber ROCHA. Brasil: Difilm, 1967. 106 min.
VILLAÇA, Mariana. “America Nuestra” – Glauber Rocha e o cinema cubano. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 44, n.22, 2002, pp. 489-510. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbh/a/tLFH86SbpxJhkNsZyGZpkdg/?format=pdf. Acesso em: 24 de junho de 2025.
XAVIER, Ismail. “Terra em transe: alegoria e agonia”. IN: Alegorias do subdesenvolvimento. São Paulo: Cosac Naify, 2012.

AULA 03: Ditadores no romance latino-americano - El recurso del método (Alejo Carpentier, 1974), Yo el supremo (Augusto Roa Bastos, 1974) e El otoño del patriarca (Gabriel García Márquez, 1975).

BARATA, Eduarda. “Romance de ditadura e de ditador”. In: E-Dicionário de Termos Literários, 2018. Disponível em: www.edtl.fcsh.unl.pt/encyclopedia/romance-ditadura/. Acesso em 21.mai.2019.
CARPENTIER, Alejo. O recurso do método. Rio de Janeiro: Editora Marco Zero, 1985.
COSTA, Adriane Vidal. Os intelectuais, o boom da literatura latino-americana e a Revolução Cubana. Anais do XXVI Simpósio Nacional de História – ANPUH, São Paulo, 2001.
GARCÍA MÁRQUEZ, Gabriel. O outono do patriarca. Rio de Janeiro: Record, 2014.
ROA BASTOS, Augusto. Eu o supremo. São Paulo: Pinard, 2022.

AULA 04: O arquétipo do ditador latino-americano como ferramenta de análise crítica

JIMÉNEZ, Francisca Noguerol. El dictador latinoamericano: aproximación a un arquetipo narrativo. Philologia Hispalensis, n.7, Sevilla, 1992, pp. 91-102. Disponível em: https://gredos.usal.es/handle/10366/136954. Acesso em: 18 jan.2025.
NAVARRO, Marcia Hoppe. Romance de um ditador. Poder e História na América Latina. São Paulo: Ícone, 1989.
ROSELL, Mariana. Representações do poder ditatorial na cultura latino-americana (anos 1960 e 1970). In: 6º Ciclo Ibero-americano de Diálogos Contemporâneos - História, Poder e Sociedade, 2025, Porto. Actas completas e resumos do 6º Ciclo Ibero-americano de Diálogos Contemporâneos - História, Poder e Sociedade. Porto: Editora Cravo, 2025. v. 1. p. 478-490.

Programa

1.  A Esmorga (2015), Ignacio Vilar 
2.  Ilegal (2003), Ignacio Vilar 
3.  Eroski-Paraíso (2019), Jorge Coira e Xesús Ron
4.  Dhogs (2017), Andrés Goteira
5.  Sempre Xonxa (1988), Chano Piñeiro

Bibliografía
BLANCO AMOR, E.; “A Esmorga”. Citania, Buenos Aires, 1959. 
CABO, J. L.; “Espectáculos precinematográfica: das sombras chinescas ós panoramas”. CASTRO DE PAZ, J. L.; Historia do cine en Galicia. Vía Láctea, Oleiros, 1996
CASTRO DE PAZ, J. L.; “A chegada do cine a Galicia e as primitivas fórmulas de exhibición (1896-1908)”. CASTRO DE PAZ, J. L.; Historia do cine en Galicia. Vía Láctea, Oleiros, 1996.
NOGUEIRA, Xosé; O cine en Galicia. A Nosa Terra, Vigo, 1997.

Sites
http://culturagalega.gal/avg/historia.php 
http://www.cgai.org/archivos_fondos_bibliograficos/4508.pdf 

Programa

 
Ementa: 
Aula 1 - Breve história de Israel pré-exílico e da Judéia no período do Segundo Templo. 
Aula 2 - Introdução aos Manuscritos do Mar Morto e o sítio de Qumran e as origens do grupo que o habitava. 
Aula 3 - As origens do grupo de Qumran. 
Aula 4 - O estilo de vida peculiar da seita de Qumran. 
Aula 5 - A Lei Mosaica nos Manuscritos do Mar Morto. 
Aula 6 - O lugar da mulher nos Manuscritos de Qumran. 
Aula 7 – As crenças escatológicas e messianismo. 
Aula 8 - Quem escreveu os Manuscritos do Mar Morto? 
 
Bibliografia: 
ABEGG, Martin G. The Messiah at Qumran: Are We Still Seeing Double? In: Dead Sea Discoveries. Volume II, Leiden: E. J. Brill, pp. 125-144, 1995. 
BEN-SASSON, H.H. (dir.). Historia del Pueblo Judío: desde los origenes lasta la Edad Media. Madrid: Alianza Editorial, 1988. 
BRIGHT, John. História de Israel. São Paulo: Paulus, 1980. 
BURROWS, Millar. Os Documentos do Mar Morto. Porto: Porto Editora, 1956. 
COLLINS, John. Beyond the Qumran Community: the Sectarian Movement of the Dead Sea Scrolls. Grand Rapids, Cambridge: Eerdmans Publishing Company, 2010. 
FITZMYER, Joseph A. 101 Perguntas sobre os Manuscritos do Mar Morto. São Paulo: Loyola, 1997. 
FLUSSER, David. O Judaísmo e as Origens do Cristianismo - vol. I: os Manuscritos do Mar Morto e o Novo Testamento. Rio de Janeiro: Imago, 2000. 
GILLIHAN, Yonder Moynihan. Civic Ideology, Organization, and Law in the Rule Scrolls: a comparative study of the covenanter’s sect and contemporary voluntary associations in political context. Leiden, Boston: Brill, 2012. 
GOODMAN, Martin A Classe Dirigente da Judéia: as origens da revolta judaica contra Roma, 66 – 70 d.C. Rio de Janeiro: Imago, 1994. 
GOTTWALD, Norman K. Introdudação Socioliterária à Bíblia Hebraica. São Paulo: Paulus,1988. 
GRELOT, P.; A Esperança Judaica no Tempo de Jesus. São Paulo, Loyola, 1996. 
HIRSCHFELD, Yizhar. Qumran in Context: Reassessing the Archaeological Evidence. Massachussets: Hendrickson Publishers, 2004. 
JEREMIAS, Joachim. Jerusalém no Tempo de Jesus: pesquisa de História econômico-social no período neotestamentário. São Paulo: Paulus, 1983. 
KNIBB, Michael A. The Qumran Community. Cambridge: Cambridge University Press, 1987. 
LAMADRID, Antonio G. Los Descubrimientos del Mar Muerto: balance de veinticinco años de hallazgos y estudio. Madrid: Biblioteca de autores cristianos, 1971. 
LAPERROUSAZ, E-M. Os Manuscritos do Mar Morto. São Paulo: Cultrix, 2001. 
MAGNESS, Jodi. The Archaeology of Qumran and the Dead Sea Scrolls. Michigan: Eerdmans Publishing, 2002. 
MARTÍNEZ, Florentino García. Textos de Qumran. Petrópolis: Vozes, 1995. 
______. Textos de Qumrã. In: PÉREZ, G. Aranda, MARTÍNEZ, F. García, FERNÁNDEZ, M. Pérez. Literatura Judaica Intertestamentária. São Paulo: Ave-Maria, 2000. 
______; BARRERA, Julio Trebolle. Os Homens de Qumran: literatura, estrutura e concepções religiosas. Petrópolis: Vozes, 1996. 
_____; TIGCHELAAR, Eibert J.C. (ed.). The Dead Sea Scrolls: study edition. Vols. I e II. Leiden, New York e Köln: Brill, 1997. 
MATEOS, J. E CAMECHO F. Jesus e a Sociedade de seu Tempo. São Paulo: Paulinas, 1992. 
MILIK, J.T. Ten Years of Discovery in the Wilderness of Judaea. London: SCM Press LTD, 1959. 
REICKE, Bo. História do Tempo do Novo Testamento. São Paulo: Paulus, 1996. 
ROST, Leonard. Introdução aos Livros Apócrifos, Pseudopigrafos do Antigo Testamento e aos Manuscritos de Qumran. São Paulo: Paulinas, 1981. 
SCHIFFMAN, Lawrence. The Halakhah at Qumran. Leiden: E.J. Brill, 1975. 
______. Sectarian Law in the Dead Sea Scrolls : Courts, Testimony and Penal Code. Brown Judaic Studies 33. Chico, California: Scholars Press, 1983. 
______. The Eschatological Community of the Dead Sea Scrolls: a Study of the Rule of the Congregation. Atlanta: Scholars Press, 1989. 
______. Reclaiming the Dead Sea Scrolls: the history of Judaism, the background of Christianity, the lost library of Qumran. New York: Doubleday, 1994. 
SCHOFIELD, Alison. From Qumran to the Yaḥad: A New Paradigm of Textual Development for the Community Rule. Leiden; Boston: Brill, 2009. 
SCHUBERT, Kurt. Os Partidos Religiosos Hebraicos da Época Neotestamentária. São Paulo: Paulinas, 1979. 
SHANKS, Hershel (org.). Para compreender os Manuscritos do Mar Morto. Rio de Janeiro: Imago, 1993. 
SILVA, Clarisse Ferreira da. O Comentário (Pesher) de Habacuc: a Comunidade de Qumran reinterpreta o passado. São Paulo: Humanitas, 2010. 
______. O Novo Templo e a Aliança Sacerdotal da Comunidade de Qumran. São Paulo: Humanitas, 2013. 
STEGEMANN, Hartmut. The Qumran Essenes – Local Members of the Main Jewish Union in Late Second Temple Times. In: BARRERA, Julio Trebolle e MONTANER, Luis Vegas (Ed.). The Madrid Qumran Congress. Proceedings of the International Congress on the Dead Sea Scrolls. Madrid 18-21 March, 1991 (Volume One). Leiden; New York; Köln: E. J. Brill; Madrid: Editorial Complutense, 1992, pp. 1-14. 
______. The Library of Qumran On the Essenes, Qumran, John the Baptist, and Jesus. Grand Rapids; Cambridge: Eerdmans Publishing Company; Leiden, New York; Köln: Brill Academic Publishers, 1998a. 
STONE, Michael. Scriptures, Sects and Visions: a profile of Judaism from Ezra to the Jewish revolt. Sydney: Hogbin, Poole (Printers), 1980. 
VANDERKAM, James C. The Dead Sea Scrolls Today. Michigan: Eerdmans, 1994. 
VERMÈS, Geza. Os Manuscritos do Mar Morto. São Paulo: Mercuryo, 1995. 
WASSEN, Cecilia. Women in the Damascus Document. Atlanta: Society of Biblical Literature, 2005. 
WISE, Michael O.; ABEGG Jr., Martin; COOK, Edward. The Dead Sea Scrolls: A NewTranslation. San Francisco: Harper, 2005.

 

Programa

 
1 – Leçon 0 ; 2- « La belle et la bête – Contes de fées» de Jeanne-Marie Leprince de 
Beaumont 
2 - « La belle et la bête – Contes de fées» de Jeanne-Marie Leprince de Beaumont 
3 – « La belle et la bête – Contes de fées» de Jeanne-Marie Leprince de Beaumont 
4 – « Le Vicomte de Bragelonne » de Alexandre Dumas 
5- « Le Vicomte de Bragelonne » de Alexandre Dumas 
6- « Le Vicomte de Bragelonne » de Alexandre Dumas 
7– « Le magasin de suicides » de Jean Teulé 
8– « Le magasin de suicides » de Jean Teulé 
9– « Rue des boutiques obscures» de Patrick Modiano 
10 - « Rue des boutiques obscures» de Patrick Modiano 
11- « Rue des boutiques obscures» de Patrick Modiano 
12 – Présentation des travaux 
13 - Remise/ fête 
 
Évaluation: Présentation qui établit une relation entre un texte littéraire d’un des 
auteurs et autre une oeuvre (film, peinture, sculpture, pièce de théâtre, exposition, 
musique, culinaire). (Présentation de 15 minutes)

 

Programa

Aula1
• Introdução
• Uma breve história da Bíblia e seus estudos acadêmicos
• Referenciais teóricos: Protocolos e Práticas de leitura
• O caso do códice 2437 da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro

Aula 2
• A Bíblia como literatura: novas práticas de leitura bíblica
• Erich Auerbach e Robert Alter
• A Bíblia como literatura no Brasil: um panorama bibliográfico

Aula 3
• A Bíblia de Frederico Lourenço
• Tradução, paratextos, suporte, edições...
• Bíblias laicas: a secularização dos objetos religiosos

Aula 4
• Análises de narrativas bíblicas: exercícios de leitura e aplicação práticas dos conteúdos estudados


Bibliografia Básica:
ALTER, Robert. A Arte da Narrativa Bíblica. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
AUERBACH, Erich. Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental. São Paulo: Perspectiva, 2011.
BÍBLIA, volume I: Novo Testamento: os quatro Evangelhos. Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
BÍBLIA, volume I: Novo Testamento: os quatro Evangelhos. Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço – 2 ª edição revista e aumentada. Lisboa: Quetzal, 2018.
BÍBLIA, volume II: Novo Testamento: apóstolos, epístolas, Apocalipse. Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
BÍBLIA, volume III: Antigo Testamento: os livros proféticos. Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
BÍBLIA, volume IV: Antigo Testamento: os livros sapienciais (Tomo 1). Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço. Lisboa: Quetzal, 2018.
BÍBLIA, volume IV: Antigo Testamento: os livros sapienciais (Tomo 2). Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço. Lisboa: Quetzal, 2019.
CHARTIER, Roger. A história ou a leitura do tempo. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2010.
CHARTIER, Roger. Os desafios da escrita. São Paulo: Editora UNESP, 2002.
CHARTIER, Roger (org.). Práticas de leitura. São Paulo: Estação Liberdade, 2011.
FRYE, Northrop. O código dos códigos: a Bíblia e a literatura. São Paulo: Boitempo, 2004.
GABEL, John B.; WHEELER, Charles B. A Bíblia como literatura. São Paulo: Loyola, 2003.
GENETTE, Gérard. Paratextos editoriais. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2009.
LIMA, Anderson de Oliveira. A Bíblia como literatura no Brasil: história e análise de novas práticas de leitura bíblica. São Paulo: Universidade Presbiteriana Mackenzie (Tese de doutorado), 2015.
LOURENÇO, Frederico. O livro aberto: leituras da Bíblia. Rio de Janeiro: Oficina Raquel, 2017.
MARGUERAT, Daniel; BOURQUIN, Yvan. Para ler as narrativas bíblicas: iniciação à análise narrativa. São Paulo: Loyola, 2009.
MCKENZIE, Donald Francis. Bibliografia e sociologia dos textos. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2018.
MILES, Jack. Cristo: uma crise na vida de Deus. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
MILES, Jack. Deus, uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
ZABATIERO, Júlio P. T.; LEONEL, João. Bíblia, literatura e linguagem. São Paulo: Paulus, 2011.

Programa

Aula 1: Terminologia: história e conceitos básicos
Aula 2: Diferentes concepções teóricas
Aula 3: Aplicabilidades da Terminologia na vida cotidiana
Aula 4: Etapas do trabalho terminológico – Primeira parte
Aula 5: Etapas do trabalho terminológico – Segunda parte
Aula 6: Elaboração de glossários e dicionários especializados
Aula 7: Apresentação e avaliação do trabalho final

Bibliografia:

ALVES, I. M. Definição terminológica: da teoria à prática. TradTerm 3. CITRAT/FFLCH/USP, 1996.
AUGER, P. Pour une typologie des langues de spécialité. Circuit 98. OTTIAQ, Montréal, p. 10-11, 2008.
AUBERT, F. H. Introdução à metodologia da pesquisa terminológica bilíngue. Cadernos de Terminologia 2. São Paulo: CITRAT/FFLCH/USP, 1996.
BARROS, L. A. Curso básico de terminologia. São Paulo: USP, 2004.
BOULANGER, J. C. Les dictionnaires généraux monolingues, une voie royale pour les technolectes. TradTerm 3. CITRAT/FFLCH/USP, 1996.
CABRÉ, M. T. La terminología. Teoría, metodología, aplicaciones. Barcelona: Editorial Antártida/Empúries, 1993.
_______. La terminología: representación y comunicación. Elementos para una teoría de base comunicativa y otros artículos. Barcelona: IULA, 1999.
DUBUC, R. Manuel pratique de terminologie. Montréal: Linguatech, 1985.
ISO/FDIS 704. Organisation internationale de normalisation. - Travail terminologique : principes et méthodes. Genève : ISO, 2000. 41 p.
KOCOUREK, R. La langue française de la technique et de la science : vers une linguistique de la langue savante. 2e éd. Wiesbaden: O. Brandstetter Verlag, 1991, ©1982.
KRIEGER, M. G. A obra e o fazer dicionarísticos. Cadernos do IL – Terminologia. Porto Alegre: UFRGS, 1993. p. 9-16.
KRIEGER, M. G.; FINATTO, M. J. B. Introdução à terminologia: teoria e prática. São Paulo: Contexto, 2004.
L’HOMME, M.-C. La terminologie: principes et techniques. Montréal: Les Presses de l’Université de Montréal, 2004. p. 83-118.
RONDEAU, G. Introduction à la terminologie. Québec: Gaëtan Morin, 1984.

Programa

1. Reflexões introdutórias: percurso de desenvolvimento da teoria Semiótica
2. Panorama crítico da Semiótica greimasiana: os níveis de pertinência da análise semiótica
3. Semiótica greimasiana: dos textos às práticas
4. A questão do suporte como componente do objeto semiótico segundo J. Fontanille e M. G. Dondero
5. As práticas semióticas segundo J. Fontanille.
5.1. A constituição de cenas práticas.
6. As formas de vida: de A. J. Greimas a J. Fontanille.
6.1. A concepção de formas de vida
6.2. O belo gesto: a invenção de novas formas de vida
7. Problematização da construção da semiose em práticas semióticas e formas de vida diversas: discussão de textos teóricos e analíticos.

METODOLOGIA
Aulas síncronas via Google Meet;
Aulas expositivas;
Discussão de textos teóricos e analíticos.

CRITÉRIOS DE APROVAÇÃO
Mínimo de 75% de frequência obrigatório.

BIBLIOGRAFIA
BERTRAND, Denis. L’impersonnel de l’énonciation. Praxis énonciative: conversion,
convocation, usage. Protée. Théories et pratiques sémiotiques. Québec: Université du
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