Programa

Aula 1: Ginzburg e a página 3


Para introduzir a obra de não-ficção de Natalia Ginzburg, apresentaremos as coletâneas de ensaios das quais a
autora participou da edição e da seleção de textos, As pequenas virtudes (1962) [2020, edição brasileira]; Não me
pergunte jamais (1970) [2022, edição brasileira]; Vita immagiaria [Vida imaginária] (1974) e a seção Scritti sparsi
[Escritos esparsos] dos seus volumes de Obras Completas; e os dois volumes póstumos Non possiamo saperlo [Não
temos como saber] e Un’assenza [Uma ausência], organizados por Domenico Scarpa.
Em seguida apresentaremos os textos da autora publicados na página 3, espaço tradicionalmente na imprensa
italiana dedicado a artigos de opinião, dos jornais “La Stampa” e “Corriere della sera”, do intervalo 1969-1974.
Destacaremos os principais temas e as características do pensamento da autora no período.
Ginzburg, Natalia, Le piccole virtù. A cura di Domenico Scarpa, Torino: Einaudi, 2015.
Ginzburg, Natalia. Mai devi domandarmi. A cura di Domenico Scarpa, Torino: Einaudi, 2015.
Ginzburg, Natalia. Vita immaginaria. A cura di Domenico Scarpa, Torino: Einaudi, 2015.
Ginzburg, Natalia. Non possiamo saperlo. A cura di Domenico Scarpa, Torino: Einaudi, 2015.
Ginzburg, Natalia. Un’assenza. A cura di Domenico Scarpa, Torino: Einaudi, 2015.
Ginzburg, Natalia. As pequenas virtudes. Tradução de Maurício Santana Dias. São Paulo: Companhia das Letras,
2020.
Ginzburg, Natalia. Não me pergunte jamais. Tradução de Julia Scamparini. Belo Horizonte: Âyiné, 2022.
Textos de jornal de Natalia Ginzburg:
L’idiota, “La Stampa”, 24 novembre 1969, p. 3.
La madre di Portnoy, “La Stampa”, 22 marzo 1970, p.3.
La felicità è alle spalle, “La Stampa”, 08 novembre 1970, p.3.
Io pubblicista, “La Stampa”, 21 marzo 1971, p. 3.
Love story, “La Stampa”, 4 aprile 1971, p. 3
Buddenbrook, “La Stampa”, 18 aprile 1971, p. 3.
Hanno scritto per allegria, “La Stampa”, 07 maggio 1972, p.3.
Il piacere d’aver paura, “Corriere della Sera”, 24 novembre 1974, p.3.

Aula 2: A coluna semanal no Il Mondo
Nesse encontro apresentaremos os textos de Natalia Ginzburg da sua coluna semanal de cinema, publicada entre
março e dezembro de 1975 na revista “Il Mondo”. Destacaremos os critérios de análise da autora e o modo como
ela correlaciona o cinema com as características da sociedade do período.
Questa storia d’amore somiglia a una cartolina, “Il Mondo”, a. XXVII, n. 12, 20 marzo 1975, p. 4.
Tante, troppe parole, ma le ultime sono belle, “Il Mondo”, 23 marzo 1975, a. XXVII, n. 13, 27 marzo 1975, p. 4.
Ben nutriti, ben lavati, non sono più loro, “Il Mondo”, a. XXVII, n.14, 3 aprile 1975, p.4.
Una testa d’argento senza volto, “Il Mondo”, a. XXVII, n. 23, 5 giugno 1975, p.66.
Cathy fa l’amore con i vivi e i morti, “Il Mondo”, a. XXVII, n. 24, 12 giugno 1975, p. 66.
La grigia valigia del killer di stato, “Il Mondo”, a. XXVII, n. 25, 19 giugno 1975, p. 82
Un piccolo albergo dove tutti bevono, “Il Mondo”, a. XXVII, n. 33, 14 agosto, 1975, p. 74.
I saltimbanchi liberi e desolati di Bergman, “Il Mondo”, a. XXVII, n. 36, 4 settembre 1975, p. 58.
Mel Brooks non mi fa ridere, “Il Mondo”, 11 settembre 1975, a. XXVII, n. 37, p. 64
Due cabarettisti, un investigatore e una storia atroce, “Il Mondo”, a. XXVII, n. 38, 18 settembre 1975, p. 69.
Dodici sedie, un giocatore e i gialli di Hitchcock, “Il Mondo”, a. XXVII, n. 39, 25 settembre 1975, p. 65.
Orribile la violenza calcolata, “Il Mondo”, a. XXVII, n. 45, 6 novembre 1975, p. 63.
Woody Allen sbaglia ma diverte, “Il Mondo”, a. XXVII, n. 46, 13 novembre 1975, p. 57.

Aula 3: Visto in Tv 1975-1977
Na aula 3 apresentaremos a coluna de crítica de televisão de Natalia Ginzburg, chamada “Visto in Tv”.
Destacaremos a grande produtividade do período – ela escrevia quatro breves textos semanais para o espaço –, a
seleção do conteúdo a ser comentado, a construção de um estilo irônico e a especial atenção da autora com a
programação infantil.
Visto in Tv: Gabriella Ferri e gli anni ‘50, “Corriere della sera”, 16 novembre 1975, p. 24.
Visto in Tv: Romanzo popolare, “Corriere della Sera”, 22 novembre 1975, p. 16.
Visto in Tv: Le fiabe povere, “Corriere della Sera”, 18 dicembre 1975, p. 10.
Visto in Tv: Un “corvo” dolciastro, “Corriere della Sera”, 21 febbraio 1976, p. 17
Visto in Tv: Ironie sulle favole, “Corriere della Sera”, 12 marzo 1976, p. 16.
Visto in Tv: Fascino del coraggio e dell’avventura, “Corriere della Sera”, 09 febbraio 1976, p. 9.
Visto in Tv: Camilla nel freddo ’46, “Corriere della Sera”, 20 aprile 1976, p. 16.
Visto in Tv: È più reale il dopoguerra nella Milano di “Camila”, “Corriere della Sera”, 26 aprile 1976, p. 25.
Visto in Tv: Camilla donna “vera”, “Corriere della Sera”, 10 maggio 1976, p. 15.
Noi, la Tv e i bambini, “Corriere della Sera, 29 aprile 1977, p.3.

Aula 4: Visto da Natalia Ginzburg: “La Stampa 77-78”

No último encontro, comentaremos o último período de contribuição assídua de Natalia Ginzburg a veículos de comunicação,
apresentando o seu retorno ao jornal “La Stampa” com a coluna semanal de crítica de teatro, televisão e cinema “Visto da
Natalia Ginzburg”. Comentaremos também os poucos artigos da autora para a página 3 dessa última fase de colaboração, e
encerraremos com a apresentação de fragmentos de entrevistas da autora nos quais ela comenta a sua atividade jornalística,
explica a interrupção e a correlaciona com a sua obra ficcional.
Visto da Natalia Ginzburg: La ballata di Stroszek, “La Stampa”, 11 dicembre 1977, p.9. 1977.73
Visto da Natalia Ginzburg: La verità di Maurizio Costanzo, “La Stampa”, 18 dicembre 1977, p.9. 1977.74
Visto da Natalia Ginzburg: I mongoli, “La Stampa”, 19 febbraio 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: Zio Vania, “La Stampa”, 26 febbraio 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: La caccia, “La Stampa”, 05 marzo 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: Incontri ravvicinati, “La Stampa”, 12 marzo 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: Pinocchio, “La Stampa”, 19 marzo 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: Il giardino dei ciliegi, “La Stampa”, 26 marzo 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: Weimar e Pabst, “La Stampa”, 02 aprile 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: Una donna nella luna, “La Stampa”, 23 aprile 1978, p.11.
Visto da Natalia Ginzburg: I donni della Piaf, “La Stampa”, 30 aprile 1978, p.9.
La qualità della vita, “La Stampa”, 05 maggio 1978, p. 3.
Visto da Natalia Ginzburg: Maternale, “La Stampa”, 07 maggio 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: Nel corso del tempo, “La Stampa”, 14 maggio 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: Una scelta di vita, “La Stampa”, 21 maggio 1978, p.9.
Tra ferocia e allegria. Sabba familiare, “La Stampa”, 25 maggio 1978, p.3.
Visto da Natalia Ginzburg: Le donne e la violenza, “La Stampa”, 28 maggio 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: Cassavetes e la moglie, “La Stampa”, 04 giugno 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: Le coppie di Colantoni, “La Stampa”, 11 giugno 1978, p.9.

Entrevistas:
C’era una volta la famiglia. “Epoca”, Milano, 6 dicembre 1975, pp. 82-86.
Con quale sguardo. “Noi donne”, Roma, aprile 1981, pp. 30-32.
Walter Mauro parla con Natalia Ginzburg. In: Natalia Ginzburg: la narratrice e i suoi testi. Vários autores. Roma: La Nuova
Italia Scientifica, 1986, pp. 57-73.
A professora ministrante apresenterá fotos e repoduções digitais dos artigos de jornal e fragmentos dos textos traduzidos
em português.

Programa

Aula 1: Apresentação do programa
Aula 2: O Homo academicus fflchiano: delimitando o campo universitário da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Aula 3: O Homo psychologicus fflchiano: Olhares Antropológicos e Interdisciplinares
Aula 4: Descendo ao ordinário do sofrimento psíquico universitário - Parte I: Fatores Acadêmicos
Aula 5: Descendo ao ordinário do sofrimento psíquico universitário - Parte II: Fatores Extra-acadêmicos
Aula 6: Entre Eventos Críticos e Precariedades - Parte I: Pandemia
Aula 7: Entre Eventos Críticos e Precariedades - Parte II: Suicídios
Aula 8: As múltiplas dimensões do cuidado no cotidiano universitário

Bibliografia:
ALMEIDA, A. M. F., SERRONI PEROSA, G., LAMANA, G. ., e MAIA, R. Metamorfoses de uma universidade: os estudantes da USP entre 2000 e 2020. Tempo Social, 36(1), 2024.
BEZERRA, Carolina dos Santos. A gente não vai acreditar nessa neguinha!: violência sexual, de gênero, raça e classe na universidade. Revista do Instituto de Políticas Públicas de Marília, Marília, v. 8, 2022.
___________________________; PIVA, Felipe Paes. Os pactos narcísicos da Academia: subalternidades, exclusões e violências.Revista Antropolítica, v. 57, n. 1, 2025.
BOURDIEU, Pierre. Homo academicus. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2011.
________________. Escritos de educação. Rio de Janeiro: Vozes, 2017.
________________; PASSERON, Jean-Claude.A Reprodução. Rio de Janeiro: Vozes, 2014.
________________; PASSERON, Jean-Claude. Os herdeiros: os estudantes e a cultura. Editora UFSC: Florianópolis, 2014.
BUTLER, Judith. Quadros de Guerra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2015.
______________. Corpos em Aliança e a Política das Ruas. Rio de Janeiro: Civ. Brasileira, 2018.
______________. Vidas Precárias. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2019.
CANGUILHEM, Georges. “O que é a psicologia?”. Tempo Brasileiro, 30-31, 1973.
CARLOTTO, Maria. A Universidade Vista “A Certa Distância”: a estrutura social da USP e sua representação simbólica. Política " Sociedade - Florianópolis, vol. 17, nº 38, 2018.
_______________. O campo brasileiro de ensino superior em perspectiva estrutural: tendências históricas e contemporâneas. Pensata, v. 10, n. 1, 2021.
CORBANEZI, Elton. Saúde mental, depressão e capitalismo. São Paulo: Editora UNESP, 2021.
COSTA, Jurandir Freire. “Saúde mental: produto da educação?”. In: Violência e Psicanálise. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1986.
COSTA ALD, PICANÇO F. PARA Além do Acesso e da Inclusão Impactos da raça sobre a evasão e a conclusão no Ensino Superior. Novos estudos CEBRAP, 9(2), 2020.
DAS, Veena. Vida e Palavras A Violência e sua Descida ao Ordinário São Paulo: Editora da Unifesp, 2020.
GIROTTO, E. D. A classe trabalhadora vai à universidade: análise das implicações político-pedagógicas a partir dos dados do Departamento de Geografia – USP. Revista Da ANPEGE, 13(20), 2017.
HACKING, Ian. “Inventando Pessoas”. In: Ontologia Histórica. São Leopoldo: Unisinos, 2009.
LEÃO, T; IANNI, A; GOTO, C. Individualização e Sofrimento Psíquico na Universidade: Entre a Clínica e a Empresa De Si. Revista Humanidades & Inovação, v. 6, n. 9, 2019a.
__________________________. Sofrimento psíquico e a universidade em tempos de crise estrutural. Revista EM PAUTA, Rio de Janeiro, v. 17, n. 14, 2019b.
LIMA M, CAMPOS LA. APRESENTAÇÃO: INCLUSÃO RACIAL NO ENSINO SUPERIOR Impactos, consequências e desafios. Novos estudos CEBRAP, 39(2), 2020.
PIVA, Felipe Paes.. As transformações do fazer etnográfico no mundo digital: uma discussão a partir de narrativas midiáticas sobre violência sexual nas universidades paulistas, Ponto Urbe, v 25, São Paulo, 2019b.
_______________. Estratégias antropológicas incipientes para uma etnografia digital: uma discussão a partir de narrativas midiáticas sobre violências sexuais, de gênero, e trotes numa Faculdade de Medicina. Cadernos de Campo,v. 29 n. 2, 2020.
_______________. A racionalidade neoliberal como gestora e geradora do sofrimento psíquico universitário: uma análise interseccional do sofrimento psíquico na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (USP). 33ª Reunião Brasileira de
Antropologia, 2022, Curitiba. Anais da 33ª Reunião Brasileira de Antropologia, 2022.

_______________. O adoecimento psíquico na graduação e os marcadores sociais da diferença na Faculdade de Filosofia, Letras
e Ciências Humanas (FFLCH-USP).Etnográfica – Revista do Centro em Rede de Investigação em Antropologia, v. 27, n. 2, 2023.
_______________. Os Impactos das Transformações dos Arranjos Institucionais de Cuidado na Saúde Mental Discente: um
estudo das múltiplas dimensões do sofrimento psíquico de graduandos da FFLCH-USP. Práticas e Cuidado: Revista de Saúde Coletiva, Salvador, v. 5, 2024.
 _______________. Nas encruzilhadas da emoção e da razão: uma análise antropológica do sofrimento psíquico e social na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH-USP). 2025. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2025. Disponível em: https://doi.org/10.11606/D.8.2025.tde-24072025-123345
PUSSETTI, C.; BRAZZABENI, M. “Sofrimento social: idiomas da aflição e políticas assistenciais”. Etnográfica, Lisboa, v. 15, n. 3, 2011.
RABINOW, Paul; ROSE, Nikolas. “O conceito de biopoder hoje”. Pol Trab Rev Cienc Soc., 24, 2006.
ROSE, Nikolas. Inventando nossos selfs: Psicologia, poder e subjetividade. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2011.
SILVA, Franklin Leopoldo e. A experiência universitária entre dois liberalismos. Tempo social. 11(1), 1999.
SILVA, M. M. de C. Relações étnico-raciais no ensino superior em São Paulo: (anti) racismo em pauta. Plural, 29(01), 2022.

Programa

Comunicação: discutir sobre aspectos da cultura contemporânea relativos aos diferentes países francófonos. Debater temas da atualidade francófona, escolhidos conjuntamente entre alunos e professores, podendo abranger os seguintes conteúdos temáticos: arte, cinema, literatura, música, aspectos sociais, gastronomia, turismo, aspectos linguísticos, aspectos regionais dos países francófonos, entre outros. 
Vocabulário: termos ligados à arte, cinema, literatura, música, aspectos sociais, gastronomia, turismo, níveis de língua, visando a um desenvolvimento mais preciso e completo do campo lexical dos alunos. 
Gramática: serão desenvolvidos aspectos julgados necessários pelos professores e/ou pelos alunos, tendo em vista sua expressão em relação aos temas tratados. 
Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso. 
 
BIBLIOGRAFIA GERAL: 
 
BARTHÉLEMY, Fabrice ; KLESZEWSKI, Christine ; PERRICHON, Emilie ; WUATTIER, Sylvie. Version originale 4. Paris : Editions Maison des Langues, 2012. 
GRÉGOIRE, M. Grammaire progressive du français – perfectionnement. Paris : CLE International, 2012. 
MEYER, Denis. Clés pour la France. Paris : Hachette, 2010. 
MONNERIE-GOARIN, Annie. Le français au présent. Paris : Didier, 1996. 
ROESCH, R. ; ROLLE-HAROLD, R. La France au quotidien. Grenoble : PUG, 2012. 
TREVISIOL, Pascale ; VASILJEVIC, Ivana. Vocabulaire en action. Niveau avancé (B1-B2). Paris, CLE International, 2011.

 

Programa

Aula 1:
Atravanco na contramão: o lugar de Ana Cristina na cena poética dos anos 70 + O prazer é anterior: o livro enquanto objeto a integrar o mundo.
 
Aula 2:
Não quero mais a fúria da verdade (leitura de Cenas de abril) + My dear (leitura de Correspondência completa) + Não consigo contar a história completa (leitura de Luvas de pelica).
 
Aula 3:
É para você (leitura de A teus pés) + Sob o signo da paixão: o projeto poético de Ana Cristina.
 
Referência bibliográfica:
 
CESAR, Ana Cristina. A teus pés. São Paulo: Brasiliense, 1982.
_______. “Cenas de abril” In: Poética. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.
_______. “Correspondência completa” In: Poética. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.
_______. “Luvas de pelica” In: Poética. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.
_______. Crítica e tradução. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
COHN, Sergio (org.). Nuvem cigana: poesia e delírio no Rio dos anos 70. Rio de Janeiro: Azougue Editorial, 2007.
 
FALEIROS, Álvares, ZULAR, Roberto, BOSI, Viviana. Sereia de papel: visões de Ana Cristina Cesar. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2015.
 
FARIA, Alexandre (org.) Poesia e vida: anos 70. Juiz de Fora: Ed. UFJF, 2007.
 
FERRAZ, Eucanaã (org.). Inconfissões: fotobiografia de Ana Cristina Cesar. São Paulo: IMS, 2016.
______. Poesia marginal: palavra e livro. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2013.
 
FILHO, Armando Freitas; Hollanda, Heloisa Buarque de (orgs.). Correspondência incompleta. Rio de Janeiro: Aeroplano, 1999.
 
HOLLANDA, Heloisa Buarque de (org.). 26 poetas hoje. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2007.
______. Impressões de viagem: CPC, vanguarda e desbunde. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2004.
______; PEREIRA, Carlos Alberto Messeder. Poesia jovem anos 70. São Paulo: Abril Educação, 1982.
 
JARDIM, Eduardo. Tudo em volta está deserto: encontros com a literatura e a música no tempo da ditadura. Rio de Janeiro: Bazar do tempo, 2018.
 
LEONE, Luciana di. Ana C.: as tramas da consagração. Rio de Janeiro: 7Letras, 2008.
______. “Não ter posição marcada: Ana C. nos anos 70”. Remate de Males, Campinas, 2016, v. 36, n. 2, p. 559-579.
 
MALUFE, Annita Costa. Poéticas da imanência: Ana Cristina Cesar e Marcos Siscar. Rio de Janeiro: 7Letras; Fapesp, 2011.
______. Territórios dispersos: a poética de Ana Cristina Cesar. São Paulo: Annablume; Fapesp, 2006.
 
MATTOSO, Glauco. O que é poesia marginal? São Paulo: Brasiliense, 1982.
 
MORICONI, Italo. Ana Cristina Cesar: o sangue de uma poeta. Rio de Janeiro: Relume Dumará: Prefeitura, 1996.
 
PEREIRA, Carlos Alberto Messeder. Retrato de época: poesia marginal anos 70. Rio de Janeiro: Funarte, 1981.

 

Programa

Duração/ carga horária:  6 encontros com 4 aulas de 45’ cada, totalizando 24 horas de aula, mais seis horas de atividades complementares dadas ao longo do curso. Total: 30 horas.

Cronograma: aulas aos sábados, das 9:30 às 12:30, nos dias: 14, 21, 28 de novembro e 05, 12 e 19 de dezembro.

Objetivos gerais:

  1. O corpus deste curso – para além do cânone literário nacional – pretende discutir características e impasses da literatura de autoria feminina. O aluno terá contato com memórias, diários, romances, contos e poemas, escritos por mulheres a partir do final do século XIX, que ainda não foram assimilados pelo currículo tradicional literário, de modo a ampliar seu repertório. 

  1. Ao final do curso os alunos terão sido levados a investigar:

a) aspectos da expressão literária e do caráter social da escrita da mulher no Brasil, para além da discussão restrita dos discursos de gênero;

b) Características estruturais e contextuais das obras abordadas;

c) o caráter de visibilidade/invisibilidade da escrita de autoria feminina.

Objetivos específicos:  Ao final do curso os alunos terão sido levados a:

  1. Identificar ou ponderar o caráter literário das obras abordadas; analisar e problematizar questões de forma; avaliar as circunstâncias sociais das produções escolhidas.
  2. Acompanhar e pensar a problemática da inserção dessas e outras obras similares no sistema literário hegemônico e a sistemática de apagamento de obras de autoria feminina nas historiografias e outros mecanismos de consagração de textos e livros.
  3. Colocar em questão algumas práticas que atravessam a  sua participação na composição desse sistema. Exemplos de indagações relevantes: Os professores costumam inserir tais obras nos seus cursos? Essas obras costumam fazer parte dos vestibulares e outras provas para admissão em instituições públicas ou privadas? É possível articular o estudo de tais obras àquelas escolhidas pelo sistema tradicional? Qual a relevância do ‘lugar de fala’ no campo literário para os alunos da rede pública ou privada? E, sobretudo, quais os impasses do “lugar de fala” em face da exigência da literariedade das obras?

Atividades complementares:

  1. Antes de cada encontro os alunos serão solicitados a ler obras ou trechos de obras de autoria feminina disponibilizados anteriormente.
  2. A cada encontro, durante a aula, os alunos serão solicitados a compartilhar suas opiniões, impressões e engajarem-se em atividades guiadas ou livres (oralmente e/ou por escrito). Quatro atividades serão solicitadas pelas professoras para serem entregues, por escrito, após cada segmento do conteúdo (aulas 2, 3, 5 e 6), e os alunos serão convidados a escolher uma dessas quatro propostas para fazer fora do horário da aula. A equipe de professoras dará um retorno com comentários e/ou sugestões. 

Textos/base:

  1. Diário de Cecília de Assis Brasil, de Cecília Assis Brasil
  2. Minha vida de menina, de Helena Morley
  3. O diário de Bernardina: Da monarquia à República pela filha de Benjamin Constant, de Bernardina Botelho de Magalhães
  4. Álbum, de Maria Firmina dos Reis
  5. Isabel quis Valdomiro, de Maria Isabel Silveira
  6. Dias ensolarados no Paraízo, de Brazília O. de Lacerda
  7. Páginas de recordações, de Floriza B. Ferraz
  8. Meu Glorioso Pecado, de Gilka Machado
  9. Parque Industrial, de Patrícia Galvão
  10. Água Funda, de Ruth Guimarães
  11. Reino dos bichos e dos animais é o meu nome, de Stela do Patrocínio
  12. Antologia Pessoal de Carolina Maria de Jesus
  13. Clíris: Poemas Recolhidos de Carolina Maria de Jesus
  14. Dia bonito pra chover, de Lívia Natália
  15. Prosa Poesia, de Noêmia Duque
  16. Eu não Quero Flores de Plástico, de Ana Cruz
  17. Eu, Mulher Negra, Escrevo, de Selma Maria da Silva
  18. Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus
  19. Um defeito de cor, de Ana Maria Gonçalves

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Programa:

Aula 1 – 14 de novembro

Parte 1) Contextualização da literatura de autoria feminina e dos estudos de gênero no Brasil

Parte 2) Diários e Memórias: escrita que rompe com a lacuna historiográfica engendrada no cenário de assimetria na relação entre os sexos

Aula 2 – 21 de novembro

Parte 1) Diários e Memórias: escrita de mulheres presas a imagens e condutas

Parte 2) Gilka Machado e o pioneirismo na poesia erótica: reações e desdobramentos

 

Aula 3 – 28 de novembro

Parte 1) Patrícia Galvão e o pioneirismo no romance proletário: o impacto da escrita com afirmação política envolvendo a situação da mulher

Parte 2) Água Funda e o regionalismo: embates entre razão e loucura na cultura no Sul de Minas dentro do contexto da colonização e seus efeitos, pelo olhar de uma caipira

Aula 4 – 05 de dezembro
Parte 1) 2) Stela do Patrocínio e os falatórios: a forma desconcertante e lúcida do poema em desrazão

Parte 2) Investigação sobre auto-apresentação da mulher negra na poesia brasileira a partir do século XX / Panorama da poesia de autoria feminina negra brasileira na contemporaneidade

Aula 5 – 12 de dezembro

Parte 1 e 2) Investigação sobre auto-apresentação da mulher negra na poesia brasileira a partir do século XX / Panorama da poesia de autoria feminina negra brasileira na contemporaneidade

Aula 6 – 19 de dezembro

Parte 1) Romance: Um defeito de cor

Parte 2) Romance: Um defeito de cor

 

Bibliografia de Referência:

ADORNO, Theodor W. “Palestra sobre lírica e sociedade”. In: Notas de literatura I. Tradução Jorge de Almeida. São Paulo: Editora 34, 2003. 

BERND, Zilá. “Em busca dos rastros perdidos da memória ancestral: um estudo de Um defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves”. In: Estudos de literatura brasileira contemporânea, n.40, jul./dez.2012, p.29-42.

DALCASTAGNÈ, Regina. “Renovação e permanência: o conto brasileiro da última década”. Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, nº 11. Brasília, 2001, pp. 3-17.

___________. “Uma voz ao sol: representação e legitimidade na narrativa brasileira contemporânea”. Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, nº 20. Brasília, 2002, pp. 33-77.

___________. “A personagem do romance brasileiro contemporâneo: 1990-2004”, Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, n. 26, Brasília, jul./dez. 2005, p. 13-7.

DAL FARRA, Maria Lucia. “Gilka – A mulher proibida” in Poesia Completa Gilka Machado. São Paulo: V. de Moura Mendonça – Livros, 2017.

DE LUCA, Leonora. “O ‘feminismo possível’ de Júlia Lopes de Almeida (1862-1934)” In: Cadernos Pagu (12) 1999: pp. 275-299.

EVARISTO, CONCEIÇÃO. “Da grafia-desenho de minha mãe, um dos lugares de nascimento de minha escrita”. In: Alexandre, Marcos Antonio (org.). Representações performáticas Brasileiras: Teorias, Práticas e suas interfaces. Belo Horizonte: Mazza, 2007.

 _____________________“Gênero e Etnia: uma escre(vivência) de dupla face”. In: MOREIRA, Nadilza Martins de Barros; SCHNEIDER, Liane (Orgs.). Mulheres no Mundo: Etnia, Marginalidade e Diáspora. João Pessoa: UFPB, Idéia/Editora Universitária, 2005.

EVARISTO, Conceição. “Da representação à auto-apresentação da Mulher Negra na Literatura Brasileira”. Revista Palmares: cultura afro-brasileira, Brasília, ano 1, n. 1, p. 52-57, ago. 2005. Disponível em: http://www.palmares.gov.br/sites/000/2/download/52%20a%2057.pdf (Acesso em: 07 out. 2020).

FOUCAULT, Michel. “A escrita de si”. In: O que é um autor? Lisboa: Passagens. 1992. pp. 129-160.

GONZALEZ, Lélia. “Por um feminismo Afro-latino-Americano”. Caderno de Formação Política do Círculo Palmarino n.1. p. 12-20. Brasil: Batalha de Ideias, 2011.

HOOKS, Bell. Não sou eu uma mulher? 1ª edição 1981. Tradução livre para a Plataforma Gueto. Janeiro 2014.

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LORDE, Audre… (et al). Pensamento Feminista: conceitos fundamentais (organização Heloisa Buarque de Hollanda). Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.

NASCIMENTO, Abdias. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. São Paulo: Perspectivas, 2016.

REIS, João José. Negociação e conflito: a resistência negra no Brasil escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

RIBEIRO, Djamila. O que é lugar de fala? Belo Horizonte (MG): Letramento, 2017.

SANTOS, Lívia Maria Natália de Souza. “Poéticas da Diferença: A representação de si na lírica afro-feminina”. Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro/artigos/artigos-teorico-conceituais… (Acesso em 07 out. 2020).

SANTOS, Mirian Cristina. Intelectuais negras: prosa negro-brasileira contemporânea. Rio de Janeiro: Editora Malê, 2018.

WERNECK, Maria Helena. “Mulheres e literatura no século XIX: O poder feminino sobre a pena dos escritores” In: Forum educ. abr./jun. 86.

Programa

A partir da análise de fontes testemunhais diversas – documentos, fotografias, diários, testemunhos orais, documentários, livros, desenhos, poemas -, o curso pretende discutir temas contemporâneos e de relevância, bem como propor reflexões sobre a necessidade de construirmos diferentes caminhos para a educação, pautados na ética,
na estética, na sensibilidade e no respeito às diferentes formas de ser e estar no mundo, para que a Shoá nunca mais se repita.


Referências bibliográficas
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Janeiro: Paz e Terra, 1995.
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CARNEIRO, Maria Luiza Tucci. Holocausto: Crime contra a Humanidade. São Paulo: Ática,
2000.
FERNANDES, Luciane Bonace Lopes. Onde as borboletas não habitam: a história de
crianças e adolescentes que enfrentaram o nazismo com arte. Belo Horizonte: Aletria, 2022
FERNANDES, Luciane Bonace Lopes. Escrever poesia [durante] Auschwitz: concepções do
universo concentracionário nos poemas das crianças de Terezín. 36 f. Relatório Final
(Pós-Doutorado em Letras Orientais) Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da
Universidade de São Paulo. São Paulo, 2019.
FERNANDES, Luciane Bonace Lopes. Concepções do universo concentracionário: diálogos
entre os poemas e desenhos das crianças de Terezín. 127 f. + anexos. Relatório Final
(Pós-Doutorado em Metodologia do Ensino e Educação Comparada) Faculdade de
Educação da Universidade de São Paulo. São Paulo, 2018.
FERNANDES, Luciane Bonace Lopes. Pelos olhos da criança: concepções do universo
concentracionário nos desenhos de Terezín. 2015, 468 f. Tese (Doutorado em Educação) –
Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo.
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para crianças. In. CUNHA, Maria Zilda, et ali. (orgs.). Literaturas de recepção infantil e

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campo de concentração. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2013.
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London: University of California Press; Ltd. London, 1999. WIX, Linney. Through a narrow
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Artigos
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RABINOW, Paul. Michel Foucault. Un parcours philosophique. Paris: Gallimard, 1984, p.
297-321. Disponível em: . Acesso em: 26 Out. 2011.
KARDOS, Suzan M. Not Bread alone: clandestine Schooling and resistance in the Warsaw
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2002. Disponível em: www.harvardeducationreview.org. Acesso em: 10 jul. 2012.
SOUZA,, Nanci Nascimento de. “Educação Clandestina no Gueto de Varsóvia:
Cantinas-Escola Como Espaço de Resistência” foi publicado na revista Cadernos de Língua
e Literatura Hebraica, da Universidade de São Paulo, n. 11, 2013. Ver http://www.revistas.
usp.br/cllh/article/view/83523.
YITZHAK, Arad; GUTMAN, Israel; MARGALIOT, Abraham (Ed). Documents on the
Holocaust (Documentos sobre el Holocausto). Jerusalém: Yad Vashem, 1981, p. 173-178.
SOUZA, Regina Maria; GALLO, Silvio. Por que matamos o barbeiro? Reflexões preliminares
sobre a paradoxal exclusão do outro. Educação e Sociedade – Dossiê “Diferenças”. Revista
Quadrimestral de Ciência da Educação, (S.l.), n. 79, ano XXIII, p. 1-25, ago. 2002.

Programa

4/3/2024: El siglo XIX y el problema del tiempo histórico en literatura
El tiempo histórico (Koselleck). El esquema temporal moderno (Hunt). El tiempo del siglo XIX
(Osterhammel). El futuro decimonónico (Hölscher). Corrientes de la literatura del siglo XIX. Figuras
literarias del tiempo: proposiciones generales y herramientas metodológicas.

5/3/2024: Novela gótica y revolución: Frankenstein, or the modern Prometheus (1818)
Novela gótica clásica: de Walpole a Mary Shelley. La Revolución Francesa y el concepto de revolución.
Europa en la década de 1790 y el auge de la novela gótica. El contexto histórico de Mary Shelley en
1816-1818. El tiempo en Frankenstein: alegoresis, crítica de la epistemología del progreso, cronología
ficcional y cronología histórica, apertura al futuro.

7/3/2024: Utopía temporal y capital: Paris en el Siglo XX (1863)
La tradición de la utopía temporal. La época victoriana y el Segundo Imperio como archivo de la era del
capital. La transformación urbana, la burguesía financiera y el tiempo del capital. La carrera profesional
de Jules Verne. La utopía temporal en Paris au XXe siècle: el futuro como realización totalitaria del
capitalismo; la literatura como tecnología. Benjamin y Verne.

8/3/2024: Fantasía científica y evolución: The Time Machine (1895)
El concepto de evolución y la ampliación de la escala del tiempo (deep time, slow time). La teoría de
Darwin y su impacto cultural. Ciencia y literatura en la segunda mitad del siglo XIX. La literatura post-
darwinista y los experimentos literarios de H. G. Wells. The time machine (1895): antiutopía y
experimento evolutivo.

Bibliografia


Hölscher, Lucian. 2014. El descubrimiento del futuro. Siglo XXI Editores: Madrid (selección).
Hunt, Lynn. 2008. «The Modern Time Schema». En Measuring time, making history, 24-45. Budapest;
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Koselleck, Reinhart. 1979. «Futuro pasado en el comienzo de la modernidad» y «“Espacio de
experiencia” y “horizonte de expectativa”: dos categorías históricas». En Futuro pasado: para una
semántica de los tiempos históricos, 21-40 y 333-57. Barcelona: Paidós.
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Osterhammel, Jürgen. 2015. «Tiempo». En La transformación del mundo. Una historia global del siglo
XIX. Barcelona: Planeta.

Davison, Carol Margaret. 2009. Gothic Literature, 1764-1824. Cardiff: University of Wales Press.
Koselleck, Reinhart. 1979. «Criterios históricos del concepto moderno de revolución». En Futuro
pasado. Para una semántica de los tiempos históricos, 67-86. Barcelona, Buenos Aires, México: Paidós.
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editado y traducido por Jerónimo Ledesma, 1a., ix-cxv. Buenos Aires: Colihue.
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Rouhette, Anne. 2021. « “a disciple of Albertus Magnus [...] in the eighteenth century”: Anachronism and
Anachrony in Frankenstein». En Romanticism and Time: Literary Temporalities, editado por Sophie
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Shelley, Mary. 1993. Frankenstein, or the modern Prometheus. Editado por Marilyn Butler. Oxford:
Oxford University Press.

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Aires: Eterna Cadencia Editora.
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Revolución, 181-210. México: FCE.
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Akal.
Koselleck, Reinhart. 2012. «Sobre la historia conceptual de la utopía temporal». En Historias de
conceptos estudios sobre semántica y pragmática del lenguaje político y social, 171-88. Madrid: Trotta.
Ledesma, Jerónimo, y Carolina Ramallo. 2022. «La ficción del futuro en Paris au XX e siècle de Jules
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Laurel, Maria Hermínia, y José Carlos Mota. 2019. «Cronótopos da Modernidade em Paris au XXe
siècle, de Júlio Verne». Carnets. Revue électronique d’études françaises de l’APEF, n. o Deuxième série-
15 (enero). https://doi.org/10.4000/carnets.9111 .
Verne, Jules. 1994. Paris au XXe siècle. Editado por Piero Gondolo della Riva. 1 ed. Paris: Hachette.

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British Literature and Science. London, New York: Routledge, Taylor & Francis Group.
Hölscher, Lucian. 2014. «El auge de la novela futurista». En El descubrimiento del futuro, 126-33. Siglo
XXI Editores: Madrid.
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Wells, modernity, and the end of culture, 37-76. Oxford; New York: Oxford University Press.
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Fiction: Studies in the Poetics and History of a Literary Genre, 208-21. New Haven, London: Yale
University Press.
Wells, H. G. (Herbert George). 1996. The Time Machine and The Island of Doctor Moreau. Editado por
Patrick Parrinder. New York: Oxford University Press.

Programa

Aula 1: A substância e seu ponto de vista.

Descrição: Introdução dos conceitos básicos da filosofia de Leibniz. Exploraremos a noção de substância e de alma a partir da ideia da “noção completa” e de seu “fundamento na realidade das coisa", no Discurso de Metafísica. Também buscaremos elucidar a relação expressiva entre substâncias através da metáfora dos pontos de vista sobre a cidade e, a partir disso, explorar a ideia de percepção e da gradação entre percepções claras e obscuras.

Bibliografia: Discurso de Metafísica, artigos 8 a 14


Aula 2: A substancialidade dos corpos e a força.

Descrição: Investigaremos o problema da substancialidade dos corpos e as sucessivas tentativas de Leibniz em fornecer uma fundamentação metafísica da física através das noções de forma substancial e enteléquia. Buscaremos introduzir a crítica leibniziana à ao mecanicismo cartesiano a partir da leitura do Discurso de Metafísica, em especial à necessidade de considerar que os corpos devem consistir em algo mais do que a pura
extensão, e que deve haver neles uma força. Num segundo momento, abordaremos a partir do Sistema Novo a adoção do termo “enteléquia” e as implicações metafísicas dessa escolha.

Bibliografia: Discurso de Metafísica, artigos 18 a 21; Sistema Novo da Natureza e da Comunicação das Substâncias.
 

Aula 3: “Os aguilhões do desejo”, as pequenas percepções e as apetições.

Descrição: Introduziremos a famosa distinção entre percepção, apercepção e as “pequenas percepções”. Trataremos da profunda aliança entre percepção e apetição (também nomeada “tendência", “impulso" ou “desejo”) na teoria do conhecimento de Leibniz. Exploraremos a analogia leibniziana entre a força enquanto motor dos corpos e inquietude das pequenas percepções-apetições como “aguilhões do desejo” que movem a alma.

Bibliografia: Novos Ensaios, II, XX, “Dos modos do prazer e da dor”; Novos Ensaios, II, XXII, “Da potência e da liberdade”, parágrafo 36.
 

Aula 4: a mônada e o problema do corpo nos anos finais de Leibniz.

Voltando-nos para os anos finais de Leibniz e para o que se conhece como sua “última metafísica", buscaremos explorar seus avanços com relação ao Discurso de Metafísica (1686). Em especial, trataremos de como as suas descobertas enquanto físico influenciaram uma reforma da metafísica. Abordaremos a definição da mônada como “ser capaz de ação”, para então explicar como a dinamização da noção de substância lança nova luz sobre o problema do corpo em Leibniz.

Bibliografia: Monadologia (1714), artigos 1 a 14; Princípio da Natureza e da Graça (1714), artigos 1 a 4.

Programa

Aula 1: Identidade Judaica e Literatura (MLG)

Aula 2: Memória judaica brasileira (AAB)

Aula 3: Expressões artístico-culturais e linguísticas do judaísmo no Brasil (EMH)

Aula 4: Sinagogas como patrimônio (MRS)

Bibliografia:

AVIGDOR, R. Judeus Sinagogas e Rabinos: O Judaísmo em São Paulo em mudança, 2010, Tese (Doutorado em sociologia) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2010.
BENCHIMOL, S. Eretz Amazônia: os judeus na Amazônia. Manaus: Comitê Israelita do Amazonas, 1998.
BLAY, E. A. O Brasil como destino: raízes da imigração judaica contemporânea para São Paulo. São Paulo: Editora Unesp, 2013.
BUCHALSKI, S. Memórias da Minha Juventude e do Teatro Ídiche no Brasil. São Paulo: Editora Perspectiva, 1995.
CARNEIRO, M. L. T. (Org.). Recordações dos Primórdios da Imigração Judaica em S. Paulo. São Paulo: Maayanot, 2013.
CYTRYNOWICZ, R., HONIGSBERG, E. M. et al. TAIB: Uma história do teatro. São Paulo: NarrativaUm. 2023.
DECOL, R. Imigrações urbanas para o Brasil: o caso dos judeus. 1999. Tese (Doutorado em Sociologia) – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1999.
ENCICLOPÉDIA Judaica, Rio de Janeiro: Editora Tradição, 1967.
FALBEL, A. Como cantaríamos o canto do Senhor numa terra estrangeira, parte I. Boletim Informativo Arquivo Histórico Judaico Brasileiro, São Paulo, n. 35, 2006.
__________. Como cantaríamos o canto do Senhor numa terra estrangeira, parte II. Boletim Informativo Arquivo Histórico Judaico Brasileiro, São Paulo, n. 37, 2007.
FALBEL, N. Judeus no Brasil: estudos e notas. São Paulo: Humanitas; Edusp, 2008.
FAUSTO, B. (Org.). Fazer a América. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1999.
FREIDENSON, M. L.; BECKER, G. (Org.). Passagem para a América: relatos da imigração judaica em São Paulo. São Paulo: Arquivo do Estado, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2003.
FREIDENSON, M. L. (Org.). Carta de chamada: relatos da imigração judaica em São Paulo de 1930 a 1942. São Paulo: Annablume, 2014.
FROCHTENGARTEN, F. Isaac Alperowitch – A vida de um filho de Israel. [s.l: s.n]
GEDANKIEN, A. Coragem, trabalho e fé - a história da comunidade judaica na região do ABC paulista. 1. ed. Santo André: [s.n.].
GOUSSINSKY, S. Era uma vez uma voz: o cantar ídiche, suas memórias e registros no Brasil. São Paulo: Humanitas, 2015.
GRINBERG, K. (Org.). Os judeus no Brasil: inquisição, imigração e identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
GUINSBURG, J. Aventuras de uma língua errante: ensaios de literatura e teatro idiche. São Paulo: Perspectiva, 1996. 507 p.
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https://www.precog.com.br/bc-texto/obras/lewin-9788579820182.pdf
Acesso em 1 nov. 2024.
LEWIN, H. Da Colônia à República: judeus construindo sua identidade brasileira. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2019.
MILGRAM, A.; KOIFMAN, F.; FALBEL, A. (Org.). Judeus no Brasil: história e historiografia. São Paulo: Garamond, 2021.
MINKOVICIUS, I. Você sabe onde fica o Bom Retiro?. São Paulo: Dagui Design, 2021.
MIZRAHI, R. Imigrantes judeus do Oriente Médio: São Paulo e Rio de Janeiro. Cotia: Ateliê Editorial, 2003.
PÓVOA, C. A. A territorialização dos judeus na cidade de São Paulo. São Paulo: Humanitas, 2010.
SALGADO, E (Org.). União Israelita Shel Guemilut Hassadim: 150 anos de atos de bondade. 1. ed. Rio de Janeiro, RJ: Talu Cultural, 2023. 162 p.
SCHEINDLIN, R.P. História Ilustrada do Povo Judeu. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
SZWARCBART, M. R. As Sinagogas em São Paulo - Arte e Arquitetura Judaica. Disponível em https:// https://artejudaicasaopaulo.blogspot.com/. Acesso em 23 out.2024
VALADARES, P.; FAIGUENBOIM, G.; ANDREAS, N. Os primeiros judeus de São Paulo: uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana. Rio de Janeiro: Fraiha, 2009.
VELTMAN, H. B. A História dos Judeus em São Paulo. Rio de Janeiro: Instituto Arnaldo Niskier, 1994.
WOLFF, E.; WOLFF, F. Guia histórico da comunidade judaica de São Paulo. São Paulo: Editora B’nei B’rith, 1988.

Programa

21/07/2020 – O feminino nos anos 60
24/07/2020 – A dor de viver e o tamponamento da angústia
28/07/2020 – A trajetória da “heroína” e a (des)aprendizagem do feminino
31/07/2020 – Uma Aprendizagem: “romance de romances”?


BIBLIOGRAFIA
LISPECTOR, Clarice ([1969] 1998). Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres. Rio de Janeiro: Rocco.

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NUNES, Benedito (1973). Leitura de Clarice Lispector. São Paulo: Quiron.
SILVA, Terezinha Zimbrão da (2008). “Mito em Clarice Lispector”. In: Interdisciplinar, ano 3, v. 7, ed. especial. Disponível em https://seer.ufs.br/index.php/interdisciplinar/article/viewFile/1071/909. Acesso em 16 de jan. 2019.