Programa

Aula 1: Introdução a William Faulkner e seu projeto literário: comentários sobre a forma em Enquanto agonizo (1930) e Palmeiras selvagens (1939)
Aula 2: A magnus opus de Faulkner: O som e a fúria (1929)
Aula 3: a) Luz em agosto (1932), um romance discreto entre os pares; b) o grotesco em Enquanto agonizo (1930)
Aula 4: Absalão, Absalão! (1936): a história e os pontos de vista

 

Bibliografia:
ARSENAULT, Raymond. “The South”. In: A Companion to 20th century America. WHITFIELD,

Stephen J. Maiden: Blackwell Publishing, 2004.

BARNARD, Rita. “Modern American Fiction”. In: The Cambridge Companion to American Modernism. Cambridge: Cambridge University Press, 2006.

BLOOM, Harold. William Faulkner (Bloom’s Modern Critical View) New York: Infobase Publishing, 2008.

BRINKMEYER JR, Robert H. “The Southern Literary Renaissance”. In: GRAY, Richard.

ROBINSON, Owen. A Companion to the Literature and Culture of the American South. Malden: Blackwell Publishing, 2004

BROOKS, Cleanth. “History and the Sense of Tragic”. William Faulkner: The Yoknapatawpha Country. New Haven: Yale University Press, 1974, p. 295-324.

BRUMM, Ursula. “William Faulkner and the Southern Renaissance” In: CUNLIFFE, Marcus. American Literature Since 1900. New York: Penguin Books, 1993.

FAULKNER, William. Absalão, Absalão!. Tradução de Celso Mauro Paciornik e Julia Romeu. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.

FAULKNER, William. Enquanto agonizo. Porto Alegre: L&PM, 2009.

FAULKNER, William. Luz em agosto. São Paulo: Companhia das Letras, 2021.

FAULKNER, William. O som e a fúria. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.

FAULKNER, William. Palmeiras selvagens. São Paulo: Companhia das Letras, 2024.

GRAY, Richard. “The Social and Historical Context''. The Literature of Memory: Modern Writers of the American South. Baltimore: The John Hopkins University Press, 1977.

HOFFMAN, Frederick J. The Art of Southern Fiction: A study of some modern novelists. Carbondale: Southern Illinois University Press, 1967.

KARTIGANER, Donald M. “Absalom, Absalom!”. The Fragile Thread: the meaning of form in Faulkner’s novels. Amherst: The University of Massachusetts Press, 1979, p. 69-106.

KAZIN, Alfred. “The Secret of the South: from Faulkner to Percy”. Bright Book of Life: American Novelists and Storytellers from Hemingway to Mailer. Boston: Little, Brown and Company, 1973.

LAWSON, Levis A. “The Grotesque in Recent American Fiction”. In: Patterns of Commitment in American Literature. LaFRANCE, Marston. Toronto: University of Toronto Press, 1967. 

MILLGATE, Michael. Faulkner. Edinburgh: Oliver and Boyd, 1961.

TOWNER, Theresa M. The Cambridge Introduction to William Faulkner. Cambridge: Cambridge University Press, 2008.

WEAVER, Richard M. “Contemporary Southern Literature”. Texas Quarterly II. Summer 1959.

WEINSTEIN, Philip M. The Cambridge Companion to William Faulkner. Cambridge: Cambridge University Press, 1995.

WEINSTOCK, Jeffrey Andrew. The Cambridge Companion to the American Gothic. Cambridge: Cambridge University Press, 2017.

WILSON, Charles Reagan. The American South: A Very Short Introduction. New York: Oxford University Press, 2021.

WILLIAMSON, Joel. William Faulkner and Southern History. New York: Oxford University Press, 1993.

 

Programa

Aula 1 – Henry James e o olhar moderno sobre a ficção
Apresentação do autor, seu contexto histórico-geográfico e seu projeto literário. Discussão sobre como James transformou o modo de narrar, aproximando a ficção da experiência psicológica.

Aula 2 – Tempo e espaço na literatura
Introdução aos conceitos literários de tempo e espaço. Exemplos mostrarão como essas dimensões moldam a forma e o sentido das histórias.

Aula 3 – O realismo de A Herdeira (1880)
Análise de A Herdeira observando como James constrói um tempo no geral cronológico e um espaço doméstico específico que refletem convenções do realismo.

Aula 4 – O olhar marginal em Pelos Olhos de Maisie (1897)
Discussão sobre Pelos Olhos de Maisie e sua inovação na representação do tempo e do espaço vistos pela perspectiva de uma criança. O deslocamento do ponto de vista para a posição infantil renova a narrativa.

Bibliografia

BACHELARD, Gaston. A poética do espaço. Tradução Antonio de Pádua Danesi. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
BELLEI, Sérgio Luiz Prado. Theory of the novel: Henry James. Florianópolis: UFSC, 1997.
BAKHTIN, Mikhail. Formas de tempo e de cronotopo no romance: ensaios de poética histórica. In: ______. Questões de literatura e de estética: a teoria do romance. 1. ed. Tradução Aurora Fornoni Bernardini et al. São Paulo: UNESP; HUCITEC, 1988. p. 211-362.
BAKHTIN, Mikhail. O problema do romance de educação. In: ______. Estética da criação verbal. Introdução e tradução do russo Paulo Bezerra. 6. ed. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2011. p. 217-224.
BROOKS, Peter. Henry James goes to Paris. Princeton: Princeton University Press, 2007.
CLARK, Katerina; HOLQUIST, Michael. Mikhail Bakhtin. Cambridge: Harvard University Press, 1984.
COSTA, Natasha V. S. The Rhetoric of Space in James’s The Wings of the Dove. The Henry James Review, v. 38, p. 176-187, 2017.
COSTA, Natasha Vicente da Silveira; NEVES, Larissa Garay (Org.). Estudos contemporâneos sobre Henry James. Goiânia: CEGRAF, 2024.
EMERSON, Caryl. Critical essays on Mikhail Bakhtin. New York: G.K. Hall, 1999.
GENETTE, Gérard. Discurso da narrativa. Tradução de Fernando Cabral Martins. Lisboa: Vega, 1995.
JAMES, Henry. A arte do romance: antologia de prefácios. Tradução, organização e notas de Marcelo Pen. São Paulo: Globo, 2003.
______. A herdeira. Tradução e posfácio de Margarida Patriota. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2015.
______. A outra volta do parafuso. Tradução de Paulo Henriques Britto. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
______. A taça de ouro. Tradução de Alves Calado. Rio de Janeiro: Record, 2002.
______. As asas da pomba. Tradução de Marcos Santarrita. Rio de Janeiro: Ediouro, 1998.
______. Os embaixadores. Tradução de Marcelo Pen. São Paulo: Cosac Naify, 2010.
______. Pelos olhos de Maisie. Tradução de Paulo Henriques Britto. São Paulo: Penguin/Companhia, 2010.
______. The ambassadors. New York: Oxford University Press, 1998.
______. The golden bowl. London: Penguin Books, 2009.
______. The turn of the screw and other stories. Oxford; New York: Oxford University Press, 2008.
______. The wings of the dove. London: Penguin Books, 2008.
______. Washington Square. London: Penguin Books, 2007.
______. What Maisie Knew. Harmondsworth: Penguin, 1973.
LINS, Osman. Lima Barreto e o espaço romanesco. São Paulo: Ática, 1976.
MCWHIRTER, David. Henry James in context. Cambridge: Cambridge University Press, 2010.
MELLO, Luiza Larangeira Silva. Depois da Queda: A cultura norte-americana na obra de Henry James. Rio de Janeiro: Gramma, 2020.
MELLO, Luiza Larangeira Silva. O sentido de um fim: formação, escolha ética e finais inconclusos na ficção de Henry James. Revista Letras (UFSM), v. 71, 2025.
MIZRUCHI, Susan. Henry James: a very short introduction. Oxford: Oxford University Press, 2021.
MORSON, Gary Saul; EMERSON, Caryl. Mikhail Bakhtin: creation of a prosaics. Stanford: Stanford University Press, 1990.
PARREIRA, Marcelo Pen. Realidade possível: dilemas da ficção em Henry James e Machado de Assis. Cotia: Ateliê Editorial, 2012.
PARREIRA, Marcelo Pen. Da não-vaca à vaca e da vaca à não-vaca: descaminhos do dinheiro e das mercadorias em Henry James. In: MONTEIRO, Daniel Lago et al. (org.). Vitorianos: contradições e desdobramentos. São Paulo: LiberArs, 2022. p. 319-330.
RAWLINGS, Peter. Palgrave advances in Henry James studies. Houndmills: Palgrave Macmillan, 2007.
ROWE, John Carlos (Org.). Henry James Today. Newcastle upon Tyne: Cambridge Scholars Publishing, 2014.
ROWE, John Carlos. The theoretical dimensions of Henry James. Madison: The University of Wisconsin Press, 1984.
TALLY, Robert. Spatiality. London: Routledge, 2013.
TREDY, Dennis; DUPERRAY, Annick; HARDING, Adrian (Org.). Reading Henry James in the twenty-first century: heritage and transmission. Newcastle upon Tyne: Cambridge Scholars Publishing, 2019.
WHITROW, G. J. O que é tempo? Uma visão clássica sobre a natureza do tempo. São Paulo: Zahar, 2005.
ZACHARIAS, Greg. A companion to Henry James. Malden, MA: Wiley-Blackwell, 2008.

Programa

1- "De São Paulo"- Mário de Andrade (21/07)
2 - "Espírito de São Paulo" e outros textos - Ribeiro Couto (22/07)
3 - "Ronda da meia-noite: vícios, misérias e esplendores da cidade de São Paulo" - Sylvio Floreal (23/07)
4 - "Pela cidade" e "Cosmópolis" - Guilherme de Almeida (24/07)

Bibliografia

ALMEIDA, Guilherme de. Cosmópolis: oito reportagens de Guilherme de Almeida. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1962.
__________. Pela cidade/Meu roteiro sentimental da cidade de S. Paulo. São Paulo Martins Fontes, 2004.
ANDRADE, Mário de. De São Paulo: cinco crônicas de Mário de Andrade, 1920-1921. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2004.
ARRIGUCCI JR, Davi. Enigma e comentário. Ensaios sobre literatura e experiência. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.
BIGNOTTO, Cilza Carla “O Caso Sylvio Floreal”. In: Figuras de autor, figuras de editor: as práticas editoriais de Monteiro Lobato. São Paulo: Editoras Unesp, 2018.
BROCA, Brito. A vida literária no Brasil – 1900. Rio de Janeiro: José Olympio, 2005.
BULHÕES, Marcelo Magalhães. “Um jornalista do submundo: a reportagem narrativa em Sylvio Floreal”. In: Revista Comunicação Midiática: Revista do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação da Universidade Estadual Paulista, Bauru, ano 2, n.º 3, ago 2005, p. 105-116.
CANDIDO, Antonio et al. A Crônica: o gênero, sua fixação e suas transformações no Brasil. São Paulo: Editora da UNICAMP; Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1992.
CARVALHO, José Murilo de. Sobre o pré-modernismo. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1988.
COUTO, Ribeiro. Espírito de São Paulo. Rio de Janeiro: Schmidt Editor, 1932.
FLOREAL, Sylvio. Ronda da Meia-Noite: Vícios, Misérias e Esplendores da Cidade de São Paulo. São Paulo: Boitempo, 2002.
HARDMAN, Francisco Foot. "Antigos Modernistas". In: NOVAES, Adauto (org). Tempo e História. São Paulo: Cia das Letras, 1992.
KALIFA, Dominique. Os Bas-fonds: História de um Imaginário. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2017.
LINS, Vera. Ribeiro Couto, uma questão de olhar. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1997.
LOPEZ, T. A. Mário de Andrade cronista de São Paulo nos primórdios do modernismo. Remate de Males, v. 33, n. 1-2, p. 51-89, 17 jun. 2015.
MEDINA, Cremilda. Notícia, um produto à venda: jornalismo na sociedade urbana e industrial. São Paulo: Summus, 1988.
MEYER, Marlise. Folhetim: uma história. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
MICELI, Sergio. Intelectuais à Brasileira. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
OLIVEIRA, Milena Fernandes de. O mercado de prestígio: consumo, capitalismo e modernidade na São Paulo da “Belle Époque” (1890-1914). São Paulo: Alamedam 2014.
RAGO, Margareth. “Apresentação: Nas margens da Paulicéia”. In: FLOREAL, Sylvio. Ronda da Meia-Noite: Vícios, Misérias e Esplendores da Cidade de São Paulo. São Paulo: Paz e Terra, 2003, p. 3-7.
RIO, João do. O momento Literário. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, Dep. Nacional do Livro, [1905] 1994.
SALIBA, Elias Thomé. Histórias, memórias, tramas e dramas da identidade paulistana. In: PORTA, P. (org). História da Cidade de São Paulo, v. 3: a cidade na primeira metade do século XX. São Paulo: Paz e Terra, 2004, p. 555-588.
SCHAPOCHNIK, Nelson. “Apresentação: Prelúdio à Sinfonia Cosmopolita”. In: FLOREAL, Sylvio. Ronda da Meia-Noite: Vícios, Misérias e Esplendores da Cidade de São Paulo. São Paulo: Boitempo, 2002, p. 13-17.
SODRÉ, Nelson Werneck. História da Imprensa no Brasil. São Paulo: Martins Fontes, 1983.
SUSSEKIND, Flora. Cinematógrafo de letras: literatura, técnica e modernização no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.

Programa

Este curso de extensão tem por objetivo auxiliar os alunos pós-graduandos na redação de seus artigos, teses ou dissertações. Com base em iniciativas desenvolvidas em universidades americanas e canadenses, propomos um curso em que os alunos vão de fato utilizar o tempo do curso para trabalhar em suas dissertações ou teses. Durante as aulas, serão intercalados momentos de discussão sobre os gêneros “dissertação” e “tese”, sobre a escrita acadêmica, sobre as dificuldades e problemas na escrita de textos acadêmicos, além do trabalho propriamente dito em seu texto a escrever (artigo, tese ou dissertação). Ao final, os alunos serão convidados a apresentarem o que conseguiram desenvolver sobre seus trabalhos acadêmicos durante o curso.


Público-alvo: pós-graduandos

Pré-requisito: ter e apresentar um projeto de escrita na inscrição: escrita de um artigo, capítulo de dissertação/tese, relatório de qualificação etc.

Carga horária total e número de horas semanais: 12 horas
Carga horária total em autonomia: 8h
Duração: 4 aulas de 3 horas
Modalidade: on line
Programa resumido do curso: Maratona de escrita acadêmica: 20 horas de imersão em seu artigo, tese ou dissertação

Aula 1 – Escrita acadêmica: o contexto de produção dos gêneros textuais pertencentes à esfera acadêmica e organização textual dos gêneros acadêmicos. Apresentação dos objetivos e das perguntas de pesquisa. Escrita de uma parte do artigo, dissertação ou tese.

Aula 2 – Dificuldades ou problemas nas diferentes partes dos textos acadêmicos. Escrita de uma parte do artigo, dissertação ou tese. Apresentação de alguma das partes redigida.

Aula 3 – Dificuldades ou problemas nas diferentes partes dos textos acadêmicos. Escrita de uma parte do artigo, dissertação ou tese. Apresentação de alguma das partes redigida.

Aula 4 – Dificuldades ou problemas nas diferentes partes dos textos acadêmicos. Escrita de uma parte do artigo, dissertação ou tese. Apresentação da pesquisa.

Metodologia:
Aulas interativas, pelo Google Meet (ou outra plataforma virtual) com leitura dos textos dos alunos, discussões e produção textual; uso de vídeos que abordem os temas trabalhados na aula e a partir dos quais os alunos possam realizar produções escritas.


Recursos necessários:
Computador, internet e equipamento de áudio.

Bibliografia:
ECO, U. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2008. 21.edição.
MACHADO, A. R. ; LOUSADA, E. L. ; ABREU-TARDELLI, L. S. Resenha. São Paulo: Parábola, 2004a.
__________. Resumo. São Paulo: Parábola, 2004b.
__________. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola, 2005.
MOTTA-ROTH, D.; HENDGES, G. H. Produção textual na universidade. São Paulo: Parábola Editorial, 2010.
PERROTTA, C. Um texto para chamar de seu. São Paulo: Martins Fontes, 2004.

Bibliografia para elaboração do curso:

BRONCKART, J.-P. Atividade de linguagem, textos e discursos: Por um interacionismo sócio-discursivo. São Paulo: Educ, 1999/2012.
DOLZ, J.; GAGNON, R. ; DEC NDIO, F. Produção escrita e dificuldades de aprendizagem. Campinas: Mercado de Letras, 2010.
DOLZ, J. As atividades e os exercícios de língua: uma reflexão sobre a engenharia didática. DELTA, vol.32, no.1 , São Paulo jan./abr. 2016, p. 237-260.
FAYOL, M., SCHNEUWLY, B. La mise en texte et ses problèmes. In: J.-L. Chiss, J.-P. Laurent, J.-C. Meyer, H. Romian & B. Schneuwly. Apprendre/enseigner à produire des textes écrits : actes du 3e Colloque international de didactique du français, Namur 09-1986. Bruxelles : De Boeck, 1987. p. 223-239.
GERE, A.R. (Org.) Developing Writers in Higher Education. E-book, Ann Arbor, MI: University of Michigan Press, 2019, https://doi.org/10.3998/mpub.10079890. Accessed 9 Apr 2020.
LEA, M. R.; STREET, B.V. Student writing in higher education: an academic literacies approach. Studies in Higher Education, v. 23, n. 2, p. 157-172, 1998.
LEITE, E. G.; LEITE, F. E. G. ; PEREIRA, R. C. M. A infraestrutura textual de resumos acadêmicos (abstracts) publicados em periódicos de literatura. Veredas (UFJF. Online), v. 17, p. 252-265, 2013.
LOUSADA, E.G.; DEZUTTER, O. La rédaction de genres universitaires : pratiques et points de vue d’étudiants universitaires au Brésil et au Québec. Le Français à l’Université, 21e année, numéro 01, 2016. Consultado em www.bulletin.auf.org/index.php?id=2219.
LOUSADA, E. G.; BRASIL, J. T. . Letramento acadêmico: ações, pesquisa e formação em contexto universitário. In: Regina Celi Mendes Pereira; Juliene Lopes Ribeiro Pedrosa; Mônica Mano Trindade Ferraz. (Org.). Letramentos em Cena: Teorias e vivências. 1ed.João Pessoa: Ideia, 2019, v. 1, p. 55-78.

LOUSADA, E.G.; BUENO, L.; DEZUTTER, O. Gêneros textuais na Universidade na perspectiva de graduandos brasileiros e canadenses. In: NASCIMENTO, E. L.; CRISTOVAO, V. L. L.; LOUSADA, E. G. Lousada. (Org). Gêneros de texto/discurso: novas práticas e desafios. Campinas: Pontes, 2019.

LOUSADA, E. G.; DEZUTTER, O. ; BLASER, C. . A formação de futuros professores-pesquisadores: o letramento acadêmico em foco em experiências didáticas com os gêneros resenha e artigo científico. In: Regina Celi Mendes Pereira. (Org.). Escrita na universidade: panoramas e desafios na América Latina. 1ed.João Pessoa: UFPB, 2020, v. 1, p. 207-238. http://www.editora.ufpb.br/sistema/press5/index.php/UFPB/catalog/book/2…
LOUSADA, E.G.; GUIMARÃES-SANTOS, L. O ensino da escrita acadêmica como segunda língua: um projeto piloto no Canadá. FERREIRA, M. M.; STELLA, V.C.R. (Orgs.) Redação Acadêmica - múltiplos olhares para o ensino da escrita acadêmica em português e línguas estrangeiras. São Paulo: Humanitas, 2018.

MATENCIO, M. L. M. Referenciação e retextualização de textos acadêmicos: um estudo do resumo e da resenha. Texto publicado nos ANAIS DO III CONGRESSO INTERNACIONAL DA ABRALIN, março de 2003 (disponível no Site da ABRALIN).
MOTTA-ROTH, D. Comunidade acadêmica internacional? Multicultural? Onde? Como? In Linguagem & Ensino, Vol. 5, No. 2, 2002, p.49-65.
MUNIZ-OLIVEIRA, S. Os verbos de dizer em resenhas acadêmica e a interpretação do Agir verbal. Dissertação de mestrado. PUC: São Paulo, 2004.
RUSSELL, D. R. Activity Theory and Its Implications for Writing Instruction. In Reconceiving Writing, Rethinking Writing Instruction. Ed. Joseph Petraglia. Hillsdale, NJ: Erlbaum,1995.pp 51-78. Consultado em http://s3.amazonaws.com/academia.edu.documents/30609014/Russell-Activit…
SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. Gêneros Orais e Escritos na Escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004.

Programa

Dividimos o curso em duas partes: 1) A Massa; 2) O Indivíduo. Cada parte tem três artigos sobre o seu tema geral, porém discorrendo sobre particularidades e esferas distintas de discussão. Na primeira parte, A Massa, temos os seguintes artigos e seus resumos:

1. UMA ANÁLISE LITERÁRIA DO INDIVÍDUO NA UTOPIA, NO ROMANCE E NA DISTOPIA EM 1984 E NÓS: Neste artigo, procuramos analisar a configuração e desconfiguração do indivíduo por meio de um percurso literário, das ficções universais medievais e seu subgênero, a utopia, até os romances e seu subgênero, a distopia. Neste percurso, desenvolvemos também um diálogo com o psicanalista, Erich Fromm, o escritor e crítico e historiador literário, Ian Watt, e o escritor e sociólogo, Aldous Huxley.

2. SEXUALIDADE NA DISTOPIA 1984 DE GEORGE ORWELL: REPRESSÃO, MANIPULAÇÃO E ENCONTRO: O presente artigo procurará analisar o indivíduo no gênero literário distopia, em especial 1984 de George Orwell e Nós de Yergiev Zamyatin. Para tanto, o escopo se dará em três campos da vida do indivíduo: a sexualidade, a massa e o amor. O primeiro, no contexto distópico, é o do campo da privação, mas também do controle e da funcionalidade. O segundo, o dos mecanismos para desviar as pulsões e energias não satisfeitas do sexo. Já o terceiro, o da emancipação de si por meio do outro. De modo que busca-se na medida do possível mostrar uma relação entre os tópicos e como a individualidade se comporta neste desenvolvimento. Assim, utilizaremos autores como Wilhelm Reich, Sigmund Freud, Aldous Huxley e Erich Fromm para criar este possível diálogo entre eles.

3. KIERKEGAARD, NIETZSCHE E FREUD: MELANCOLIA E O HOMEM-MASSA: O artigo problematiza a relação entre as análises da Modernidade, feitas por Kierkegaard, Nietzsche e Freud, buscando por semelhanças que
podem dar luz a uma descrição de um mesmo fenômeno. Para tanto, dividimos nosso percurso em três etapas: 1) análise do fenômeno da melancolia e seus paralelos em Nietzsche, com a vertigem, e a própria melancolia com Freud; 2) análise da causa desse sentimento na expressão da Queda, do assassinato de
Deus e do pai primevo; 3) análise dos efeitos: a massa/rebanho.

Na segunda parte, O Indivíduo, adentramos a subjetividade dentro do fascismo, a fim de compreender sua existência, atentando também para como construir um personagem mergulhado na ideologia totalitária.

1. AMÓS OZ: COMO CURAR UM FANÁTICO: Neste discurso, o escritor israelense aborda as origens do fanatismo, suas peculiaridades e possibilidades de desenvolvimento, além de apontar a cura para um mal de todos os tempos, sobretudo o nosso.

2. SARTRE: MÁ-FÉ, AUTOENGANO E SOLIPSISMO: Neste artigo, analisaremos o conceito de má-fé de Sartre fazendo conexões com seu conceito de angústia, de transcendência e facticidade.

3. O SUB-HOMEM DE SIMONE DE BEAUVOIR E O EICHMANN DE HANNAH ARENDT: Neste artigo, analisaremos a existência dos sub-homens por Simone de Beauvoir a fim de encontrar paralelos com a análise feita por Hannah Arendt do nazista Eichmann. Num primeiro momento, explicamos brevemente os modos de existir na visão de Beauvoir desde a infância até o sub-homem para, então, mostrar os motivos pelos quais Eichmann se encaixaria no perfil. Na segunda parte, continuaremos a analisar ambas as visões, a fim de encontrar
uma possível relação e alguns desdobramentos na perspectiva das duas filósofas.

BIBLIOGRAFIA:


ABE, Paulo. Sexualidade na distopia de 1984 de George Orwell: Repressão, manipulação e encontro. Revista Arcádia, v. 5, p. 95-110, 2019.
FROMM, Erich. In: ORWELL, George. 1984. São Paulo: Companhia das letras, 2009.
FROMM, Erich. O Medo à Liberdade. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1980.
HUXLEY, Aldous. Regresso ao admirável mundo novo. São Paulo: Editora Hemus. S/D.
ORWELL, George. 1984. São Paulo: Companhia das letras, 2003.
WATT, Ian. A ascensão do romance. São Paulo: Editora Companhia de Bolso, 2010.
FROMM, Erich. O medo à liberdade. Rio de Janeira: Zahar Editores, 1980.
HUXLEY, Aldous. O despertar do mundo novo. São Paulo: Hemus, 1975.
HUXLEY, Aldous. Regresso ao admirável mundo novo. São Paulo: Editora Hemus, sem ano.
ORWELL, George. 1984. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
REICH, Wilhelm. A irrupção da moral sexual repressiva. São Paulo: Martins Fontes, sem ano.
REICH, Wilhelm. Psicologia de massas do fascismo. São Paulo: Martins Fontes, 2015.
ROAZEN, Paul. Orwell, Freud and 1984. Disponível em < http://www.vqronline.org/essay/orwell-freud-and-1984 >. Visitado em: 10 out. 2017.
WATT, Ian. A ascensão do romance. Editora companhia do bolso. São Paulo. 2010.
ZAMYATIN, Yergeny. We. London: Vintage Books, 2007.
CAPPELØRN, N. J.; HANNAY, Alastair; KANGAS, David; KIMMSE, Bruce H.; RUMBLE, Vanessa; SØDERQUIST, K. Brian; PATTISON, George (ed.). Princeton/Oxford: Princeton University Press, Kierkegaard’s jornals and notebooks – Volume 2 – Journals EE–KK, 2008.
CAPPELØRN, N. J. Spleen essentialy concealed – yet a little spleen retained In: MOONEY, Edward F. (ed.). Ethics, Love, and Faith in Kierkegaard. Bloomington: Indiana University Press, 2008.
FREUD, S. Luto e Melancolia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
FREUD, S. O mal-estar na civilização. São Paulo: Penguin Classics Companhia das Letras, 2013
FREUD, Sigmund. Psicologia das massas e análise do eu e outros textos. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.
GLENN Jr., John D. The Definition of the Self and the Structure of Kierkegaard’s Work. In: Perkins, Robert L. (org.). International Kierkegaard Commentary: The Sickness unto Death. Georgia: Mercer University Press, 1987.
HANNAY, Alastair. Despair as Defiance: Kierkegaard’s Definitions in “The Sickness unto Death” In: Open Philosophy. Berlin/New York: 2018.
HOBERMAN, J. M. Kierkegaard on vertigo In. PERKINS, R. L. (org.). International Kierkegaard Commentary: The Sickness Unto Death. Georgia: Mercer University Press, 1987.
HUBBEN, William. Dostoevsky, Kierkegaard, Nietzsche, and Kafka – The four prophets of our destiny. New York: Collier books. 1962.
KAHN, Abrahim. Melancholy, irony and Kierkegaard In: International Journal for Philosophy of Religion 17. Dordrecht: Martinus Nljhoff Publishers, 1985, p. 67-85.
KIERKEGAARD, Søren. Sickness unto death. New Jersey: Princeton University Press, 1980.
KIERKEGAARD, Søren. O desespero humano – Coleção: Os pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1974.
MARINO, Gordon D. Despair and depression. In: MOONEY, Edward F. (Ed.). Ethics, Love, and Faith in Kierkegaard. Bloomington: Indiana University Press, 2008.
MCCARTHY, Vincent. The phenomenology of moods. The Hague: Martinus Nijhoff, 1978.
MJAALAND, Marius Timmann. Suicide and despair In: STOKES, Patrick; BUBEN, Adam J. Kierkegaard and Death. Indiana: Indiana University Press, 2011.
NIETZSCHE, Friedrich. A Gaia Ciência. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.
NISHITANI, K. The self-overcoming of nihilism. Albany: State University of New York Press, 1990.
PODMORE, S. D. Kierkegaard and the self before God – Anatomy of the abyss. Bloomington/Indianapolis: Indiana University Press, 2011.
RICÆUR, Paul. Leituras 2 – A Região dos filósofos. São Paulo. Editora Loyola, 1996.
WESTPHAL, Merold. Kierkegaard’s psychology and unconscious despair In: PERKINS, Robert L. (ed.). International Kierkegaard Commentary: The Sickness unto Death. Georgia: Mercer University Press, 1987.
DETMER, David Sartre explicou - da má fé à autenticidade.Illinois: Tribunal Aberto, 2008.
ARENDT, Hannah. 1963 Eichmann em Jerusalém: Um relatório sobre a banalidade do mal.Nova York: Viking Press.
BEAUVOIR, Simone de. 2015. A ética da ambigüidade . Nova York: Open Road Media.
ELLISTON, Clark J. 2016. Dietrich Bonhoeffer e o self ético . Minneapolis: Fortaleza de Augsburg.
HUTCHINGS, Kimberly. 2007. Simone de Beauvoir e a ética ambígua da violência política In: Hypatia vol. 22, não. 3, 111-132.
MORGAN, Anne. 2009. Ética de Simone de Beauvoir, a dialética mestre / escravo e Eichmann como um sub-homem In: Hypatia vol. 24, não. 2, 39-53.
SARTRE, Jean-Paul. 2007. Existentialism Is a Humanism. New Haven: Yale University Press.

Programa

Programa:

Unidade I – Raízes das relações étnico-raciais no Brasil
Formação sociocultural do povo brasileiro
Relações étnico-raciais
Teorias Racistas e Antirracistas
Negritude, Branquitude e estratégias de branqueamento no Brasil
Relações étnico-raciais e cultura negra

Unidade II – Gênero e relações raciais nas ciências sociais
Raça, Gênero, Classe e Sexualidade
Intelectuais negras e atuantes do feminismo negro
Escritas coletivas de mulheres negras no Recôncavo da Bahia
Comunidades tradicionais, quilombolas e indígenas
Ações afirmativas nas universidades brasileiras

Referências Bibliográficas:
BARBOSA, Deisiane. Inventário da ilha de Tereza: cartografias de um livro devir. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2020. Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/40197.
BASTIDE, Roger. As religiões africanas no Brasil. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, v. 1 e 2, [1960] 1971.
1BAZÍLIO, Genivaldo; VALE, Maíra. A gente faz teatro ensaiando a revolução: movimentos de territórios, cultura e arte entre Olinda, Recife e Paulista. PragMATIZES - Revista Latino-Americana de Estudos em Cultura, Niterói/RJ, Ano 12, n. 22, p. 50-78, mar. 2022.
BEZERRA-PEREZ. Carolina dos Santos. Juventude, Música e Ancestralidade na comunidade jongueira do Tamandaré – Guaratinguetá/SP. In: Imaginário. – Revista do Núcleo Interdisciplinar do Imaginário e Memória – NIME e do Laboratório de Estudos do Imaginário – LABI – IP-USP – Juventude. USP, ano XI – nº 11 – 2º sem./2005b. p. 247-276.
_________________________________. O imaginário sobre o negro no espaço escolar: das imagens da angústia à força da ancestralidade africana, trilhando caminhos na construção de uma educação para as relações etnicorraciais. In: MONTEIRO, Sueli Aparecida Itman. Culturas Contemporâneas, Imaginário e Educação: Reflexões e Relatos de Pesquisa. São Carlos: Editora Rima, 2010.
_________________________________. Saravá Jongueiro Velho!: Memória e Ancestralidade no Jongo do Tamandaré. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2012.
CARNEIRO, Sueli. A Construção do Outro como Não-Ser como fundamento do Ser. FEUSP, 2005. (Tese de doutorado)
________________. Mulheres em movimento . Estudos Avançados, 17(49), 117-133, 2003. Disponível em https://www.revistas.usp.br/eav/article/view/9948
________________. O mito da democracia racial. In: LAMOUNIER, Bolívar. (Org). Brasil & África do Sul: uma comparação. São Paulo: Editora Sumaré: Idesp, 1996.
COLLINS, Patricia Hill. “Se perdeu na tradução? Feminismo negro, interseccionalidade e política emancipatória”. Parágrafo, vol. 5, n.1, jan/jun de 2007. (https://www.geledes.org.br/wp-content/uploads/2017/07/01.pdf)
CORRÊA, Mariza. “Traficantes do Excêntrico: Os Antropólogos no Brasil dos Anos 30 aos Anos 60”. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 6, n. 3, p. 79-98, 1988.
_______________. As Ilusões da Liberdade: a Escola Nina Rodrigues e a Antropologia no Brasil. Bragança Paulista: Editora da Universidade São Francisco, 1998.
_______________. O mistério dos orixás e das bonecas: raça e gênero na antropologia brasileira. Etnográfica, Vol. IV (2), 2000, pp. 233-265.
CRENSHAW, Kimberlé. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. In: Revista Estudos Feministas. vol 10, nº 1, Jan 2002. p.171-188.
DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2016.
FERNANDES, Florestan, 1920-1995. A integração do negro na sociedade de classes: o legado da raça branca. 3. ed. São Paulo: Ática, 1978
FIGUEIREDO, Ângela. “Dialogando com os estudos de gênero e raça no Brasil”. In: Livio Sansone, Osmundo Araújo Pinho (org.). Raça: novas perspectivas antropológicas. 2 ed. Ver. Salvador: Associação Brasileira de Antropologia: EDUFBA, 2008.
FIGUEIREDO, Ângela; Pinho, Osmundo. “Idéias Fora do Lugar e o Lugar do Negro nas Ciências Sociais Brasileiras”. Estudos Afro-Asiáticos, Ano 24, n. 1, p. 189-210, 2002.
FREYRE, Gilberto. Casa Grande e Senzala. Rio de Janeiro: Livraria José Olímpio Editora, 1966.
GONZALEZ, Lélia. “Por um feminismo afro-latino-americano”. In: HOLANDA, Heloisa Buarque de. Pensamento feminista hoje: perspectivas decoloniais. Rio de Janeiro, Bazar do Tempo, 2020.
________________. “Racismo e sexismo na cultura brasileira”. In: HOLANDA, Heloisa Buarque de. Pensamento feminista brasileiro: formação e contexto. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 1994.
LORDE, Audre. “Não existe hierarquia de opressão”. In: HOLANDA, Heloisa Buarque de. Pensamento feminista: conceitos fundamentais. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.
MUNANGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos. 2ª ed. São Paulo: Ática, 1988.
____________________. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. 3.ed. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2008
____________________. Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia. In: BRANDÃO, André Augusto P. Brandão. Programa de Educação sobre o negro na Sociedade Brasileira.Niterói: EdUFF, 2000.
NASCIMENTO, Beatriz. “A mulher negra no mercado de trabalho” e “A mulher negra e o amor”. In: HOLANDA, Heloisa Buarque de. Pensamento feminista brasileiro: formação e contexto. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.
PEREIRA, Luena N. N. (2020). Alteridade e raça entre África e Brasil: branquidade e descentramentos nas ciências sociais brasileiras. Revista De Antropologia, 63(2). In: https://www.revistas.usp.br/ra/article/view/170727/163192
PINHO, Osmundo. O Mundo Negro: Hermenêutica Crítica da Reafricanização em Salvador. Curitiba: Progressiva, 2010.
PIZA, Edith. Porta de vidro: entrada para a branquitude. In: BENTO, Maria Aparecida Silva & CARONE Iray. Psicologia Social do Racismo: estudos sobre branquitude e branqueamento no Brasil. Petropólis, RJ: Vozes, 2002.
RAMOS, Arthur. Introdução à Antropologia Brasileira. Vol I – As culturas não-européias. Rio de Janeiro: Casa do Estudante do Brasil, 1943.
SERRA, Ordep. Águas do Rei. Petrópolis: Editora Vozes Ltda., 1995.
VALE, Maíra. “‘É daquele que vem da mata e dá uns pulos”: o movimento do caboclo na vida e na escrita. Debates do NER, Porto Alegre, ano 20, n. 38, p. 28-313, ago./dez. 2020.
____________. “Desengano da vista é ver, escrita etnográfica em Cachoeira”. Tessituras: Revista De Antropologia e Arqueologia, v. 7, p. 30-47, 2019.
___________. Cachoeira & a inversão do mundo. Tese em Antropologia Social. Campinas: Unicamp, 2018.
VIGOYA, Mara Viveros. La interseccionalidad: una aproximación situada a la dominación. Debate Feminista, 52, p. 1-17. Disponível em: https://doi.org/https://doi.org/10.1016/j.df.2016.09.005
WIEVIORKA, Michel. O racismo, uma introdução. São Paulo: Perspectiva, 2007.

Programa

Over the past century, major American authors have imagined the arrival of
fascism on the Potomac. A bully, a braggart, an anti-Semite, a menacing drunk—all
these are characters in the great push to Make America Fascist.
                This course invites students of American literature, history, psychology (and
other fields) to join in discussing the Achilles heel of American democracy: What would
happen if voters made the wrong choice in a presidential election. The excerpts the
class reads will be supplemented with context and historical periods. A schedule of
readings is attached; all are in English. Please keep up with readings as the class
moves quickly.
                A demagogue elected President of the U.S. or other nations? What does
History say? Famous American authors such Olivia Butler and Philip Roth have
considered the damage that could do to democracy and to our environment, worldwide.
 

Course Schedule
March 6                Alexis de Tocqueville: the Achilles Heel of
American                                                  Democracy;  historical background   

March 7                Sinclair Lewis: American Red      
March 8                Philip Roth: American Noir                         
March 9                Octavia Butler: dystopian fiction
March 10           Philip K. Dick: How History and Literature Interact          
                                                                                               

Schedule of Readings

 

March 6             Alexis de Tocqueville: Democracy in America,
“What Sort of Despotism Democratic Nations Have to Fear”
Philip Roth: The Plot against America, “Afterword”
March 7                Sinclair Lewis: It Can’t Happen Here, excerpts
March 8                Philip Roth: The Plot Against America, excerpts
March 9                Octavia E. Butler: Parable of the Sower, excerpts

Bibliography


Bellamy, Edward. Looking Backward. 1888. New York: Signet, 1960.
Berger, John. In These Times. May 12, 1980.:14.
Butler, Octavia. Parable of the Sower. New York: Grand Central Publishing, 1933, p. 7–27, 47–59,
153–166, 245–259, 318–329.
de Tocqueville, Alexis. Democracy in America. New York: Mentor, 1956, p. 301–307.
Dick, Philip K. The Man in The High Castle. New York: Mariner Books, 1962.  Pp.7-14; 22-28; 70-78;
132-136; 250-274.
Hutchison, James M., ed. Sinclair Lewis: New Essays and Criticisms. Troy, NY: Whitston, 1997.
Lepore, Jill. “No, We Cannot.” New Yorker (June 5, 2017): 104.
Lewis, Sinclair. It Can’t Happen Here. New York: Signet, 2014, p. v–xv, 26–61, 134–147, 283–289,
333–397. Scharnhorst, Gary. “Afterword.”
London, Jack. The Iron Heel. London: The Journeyman Press, 1980.
Roth, Philip. The Plot Against America. New York: Vintage Books, 2004, p. 12–19, 36–40, 52–56,
174–179, 227–230, 306–327, 364–372, 380–385.
 LITERATURE/HISTORY OF AMERICAN FASCISM.     VIDEO LIST
 DAY ONE
 Alexis De Toqueville    (7:04)
https://www.youtube.com/watch?v=Rzr3AOtFA8o
 DAY TWO
 It Can’t Happen Here, Can it?  3:51:
https://www.youtube.com/watch?v=rxJWw7WAlLo
DAY THREE
 The Plot Against America and Philip Roth
https://www.youtube.com/watch?v=vFs5kbx8qT8
 Trailer
https://www.youtube.com/watch?v=RwMwrft7So8
DAY FOUR
Remembering Octavia Butler: (On Democracy Now)
https://www.youtube.com/watch?v=e0UgiE8vYuI
From beginning until 4:07
DAY FIVE
Amazon The Man In the High Castle              Episode
One          https://www.amazon.com/gp/video/detail/B086VXRXBT?ref_=atv_dp_pb_core

Programa

05/09 - Multatuli, Louis Couperus, Marcellus Emants – século XIX
12/09 - Nescio, Carry van Bruggen, Jan Jacob Slauerhoff, Simon Vestdijk – modernismo holandês
19/09 - Hella Haasse, W.F. Hermans, Gerard Reve, Harry Mulisch, Jan Wolkers – os cinco grandes do pós-Segunda Guerra
26/09 - Cees Nooteboom, Jeroen Brouwers, Arnon Grunberg, Marieke Lucas Rijneveld – os contemporâneos

BORDEWIJK, Ferdinand. Caráter. Santo André: Rua do Sabão, 2022.
BROUWERS, Jeroen. Sunken red. Nova Iorque: New Amsterdam, 1988.
BRUGGEN, Carry van. Eva. London: UCL Press, 2019.
COUPERUS, Louis. Sobre pessoas velhas e coisas que passam…. Porto Alegre: Zouk, 2019.
ALETRINO, Arnold; BRUGGEN, Carry van; COUPERUS, Louis; EEDEN, Frederik van; EMANTS, Marcellus; HAAN, Jacob
Israël de; HEIJERMANS, Herman; HILDEBRAND; LEEUW, Aart van der; LOOY, Jacobus van; MARSMAN, Hendrik;
MULTATULI; PERRON, Edgar du; SCHENDEL, Arthur van; SLAUERHOFF, Jan Jacob; THIJSSEN, Theo; VERWEY,
Albert; VESTDIJK, Simon. Contos holandeses (1839-1939). Porto Alegre: Zouk, 2017.
EMANTS, Marcellus. Uma confissão póstuma. Porto Alegre: Zouk, 2019.
GRUNBERG, Arnon. Tirza. Rio de Janeiro: Rádio Londres Editores, 2015.
HAASSE, Hella. O amigo perdido. Santo André: Rua do Sabão, 2021.
HERMANS, Willem Frederik. The darkroom of Damocles. Nova Iorque; Woodstock: The Overlook Press, 2008.
MULISCH, Harry. O atentado. Rio de Janeiro: José Olympio, 2007.
MULTATULI, Max Havelaar. Belo Horizonte: Âyiné, 2019.
NESCIO, Amsterdam stories. Nova Iorque: New York Review of Books, 2012.
NOOTEBOOM, Cees. Dias de finados. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
REVE, Gerard. The evenings. Londres: Pushkin Press, 2016.
RIJNEVELD, Marieke Lucas. The discomfort of the evening. Londres; Boston: Faber and Faber, 2020.
SLAUERHOFF, Jan Jacob. The forbidden kingdom. Londres: Pushkin Press, 2012.
VESTDIJK, Simon. The garden where the brass band played. Nova Iorque: New Amsterdam, 1989.
WOLKERS, Jan. Turkish delight. Nova Iorque: Tin House Books, 2017.

Programa

Programa:

O curso de língua e cultura galegas no nível básico abrange as 4 grandes destrezas clássicas (expressão oral e escrita, compreensão oral e escrita), também a interação comunicativa, a dimensão pragmática-cultural e a dimensão metafórica (o mundo simbólico, o imaginário dos jogos de palavras, etc.):


Tópico 1: O alfabeto. Letras e sons. Vogais abertas e pechadas. Prosódia e pronúncia do galego.
Tópico 2: Apresentação breve e simples da família e de outras pessoas, das condições de vida ou de trabalho, das atividades diárias, costumes, gostos e preferências, objetos e possessões.
Tópico 3: Cartas, catálogos, prospectos, menus de restaurantes, listas, horários, anúncios publicitários e artigos breves de carácter informativo.
Tópico 4: Informação e instruções de âmbitos como a hotelaria, a sanidade e a vida académica; identificação pessoal e professional.
Tópico 5: Interpretação eficaz do discurso para poder se enfrentar a necessidades concretas.
Tópico 6: Música, cinema, seriais e televisão de Galícia. O galego nas plataformas digitais.
Tópico 7: Numerais. O grupo nominal. O artigo. Os demonstrativos. Os possesivos. Os pronomes pessoais. Colocação dos pronomes átonos. Contrações. Comparações. Presente dos verbos. Relatar em passado. Imperativo afirmativo e negativo. Gerúndio. Particípio. Perífrases verbais simples.
Tópico 8: Expressar opiniões, sentimentos, desejos e preferencias; fazer sugestões.
5. Saber (dimensão pragmática, intercultural e sociolinguística):
Tópico 9: Mitologia, tradições, símbolos, festividades e principais escritores galegos. Emigração, diáspora e relação Galícia-Brasil hoje.
Tópico 10: Bilinguismo e diglossia, normalização e normativização. A construção da norma padrão.


Bibliografia:

Barreiro Fernandez, Xosé Ramón. 2007. Os símbolos de Galicia. Consello Cultura Galega.
Bermúdez, Ana; Colmenero, Antonio. 1999. Prácticas de lingua. Edicións do Cumio.
Callón, Carlos. 2012. Como falar e escribir en galego con corrección e fluidez. Xerais.
Chamorro, Margarita; da Silva, Ivonete; Núñez, Xaquín, 2008. Aula de Galego 1. Xunta de Galicia.
https://www.lingua.gal/c/document_library/get_file?file_path=/portal-li…
Corbacho Quintela, Antón. 2009. A aculturação e os galegos do Brasil: o vazio galeguista. Tese de doutorado. Universidade Santiago de Compostela.
Cuba, Xohán R.; Reigosa, Antonio; Miranda, Xosé. 2007. Dicionario dos seres míticos galegos. Xerais.
Mariño Paz, Ramón. 1998. Historia da lingua galega. Sotelo Blanco Edicións
Martínez Vilanova, Fernando. 1998. A pintura galega (1850- 1950). Xerais.

 

Programa

 
O curso objetiva trabalhar habilidades comunicativas em Língua Francesa que permitam aos alunos dominar a língua em situações variadas, desenvolvendo um comportamento discursivo consciente e elaborando atividades de escrita em situações complexas a partir da perspectiva dos gêneros textuais. Assim, visamos a promover o ensino sistemático da comunicação escrita, por meio de sequências didáticas criadas para melhorar as práticas de linguagem, mas também da comunicação oral, necessária para a comunicação em sala de aula. Vários gêneros textuais escritos e/ou orais poderão ser trabalhados nessas sequências, a saber: tutoriais em vídeo, receitas, anúncios publicitários, notícias, relatos e itinerários de viagem, entre outros. 
 
Aprender uma língua é aprender a compreender e produzir textos orais e escritos variados. O trabalho com os gêneros textuais permite uma compreensão da situação de produção desses textos, gerando não só uma leitura de extração de informações, mas também uma leitura interpretativa, reflexiva e crítica, além de uma produção guiada pelas situações de ação de linguagem, pelos conteúdos mobilizados e pelas finalidades dos textos. Nesse sentido, o curso permitirá que os alunos se apropriem dos gêneros trabalhados, mas também que desenvolvam outras habilidades comunicativas que poderão ser transpostas para outros gêneros textuais e outras situações de escrita e oralidade. 
 
Os alunos serão confrontados a situações reais durante a aprendizagem para que a linguagem seja usada como uma forma de ação no mundo e aprenderão também a adaptar um gênero textual em função de sua situação de produção particular. 
 
Serão estudados e praticados os elementos lexicais, gramaticais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão escrita e oral que será desenvolvida no curso. 
 
Pré-requisitos para inscrever-se no curso 
 
DELF A2 
Nível 3 completo – cursos extracurriculares 
Nível 3 completo- cursos da graduação 
Teste de nível- apto p/ Nível 4 
 
Bibliografia 
 
BRONCKART, Jean-Paul. Atividade de linguagem, textos e discursos. Por um interacionismo sociodiscursivo. SP: Educ, 1999. 
CHARAUDEAU, Patrick. Grammaire du sens et de l'expression. Paris, Hachette, 1998 
DIONÍSIO, Angela; MACHADO, Anna Rachel; BEZERRA, Maria Auxiliadora (Orgs.) Gêneros Textuais & Ensino. Rio de Janeiro: Editora Lucerna. 2002. (reedição em 2010 - Parábola editora) 
DOLZ, Joaquim; GAGNON, Roxane; TOULOU, Simon. Production écrite et difficultés d’apprentissage. Carnets des Sciences de l’Education, Université de Genève, 2008. 
DOLZ, Joaquim; GAGNON, Roxane; DECÂNDIO, Fabrício. Produção escrita e dificuldades de aprendizagem. Campinas: Mercado de letras, 2010. 
KARWOSKI, Acir Mário; GAYDECZKA, Beatriz; BRITO, Karim S. Gêneros textuais: reflexões e ensino. São Paulo: Parábola Editora, 2011. 
LOUSADA, E. G., ROCHA, S.M. Coerções e liberdades textuais: o relato de viagem na aprendizagem do FLE. Eutomia (Recife). , v.1, p.581 - 603, 2014. 
LOUSADA, E. G., AMORIM, R. O. Produção escrita e desenvolvimento da atividade linguageira“relatar”: uma experiência com alunos universitários por meio da plataforma Moodle. Gragoatá. , v.19, p.105 - 134, 2014. 
LOUSADA, E. G. Gêneros textuais e perspectiva acional no ensino do francês como língua estrangeira: prescrições e instrumentos para o agir de alunos e professores In: DIAS, R. ; DELL’ISOLA, R. L. P. Gêneros textuais: teoria e prática de esnino em LE.1 ed.Campinas : Mercado de Letras, 2012, v.1, p. 99-123. 
MELAO, P. A., LOUSADA, E. G. As contribuições do gênero textual anúncio publicitário para o ensino- aprendizagem do francês: a capacidade de argumentar e a variedade linguística e cultural através da linguagem verbal e visual. Moara. , v.42, p.161 - 180, 2014. 
ROCHA, S.M., LOUSADA, E. G. Gêneros textuais e escrita criativa: intersecções possíveis no ensino-aprendizagem do francês como língua estrangeira. Raído (Online). , v.6, p.37 - 54, 2012. 
SCHNEUWLY, Bernard.; DOLZ, Joaquim. Gêneros Orais e Escritos na Escola. Campinas: Mercado de Letras. 2004.