Programa

Aula1
• Introdução
• Uma breve história da Bíblia e seus estudos acadêmicos
• Referenciais teóricos: Protocolos e Práticas de leitura
• O caso do códice 2437 da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro

Aula 2
• A Bíblia como literatura: novas práticas de leitura bíblica
• Erich Auerbach e Robert Alter
• A Bíblia como literatura no Brasil: um panorama bibliográfico

Aula 3
• A Bíblia de Frederico Lourenço
• Tradução, paratextos, suporte, edições...
• Bíblias laicas: a secularização dos objetos religiosos

Aula 4
• Análises de narrativas bíblicas: exercícios de leitura e aplicação práticas dos conteúdos estudados


Bibliografia Básica:
ALTER, Robert. A Arte da Narrativa Bíblica. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
AUERBACH, Erich. Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental. São Paulo: Perspectiva, 2011.
BÍBLIA, volume I: Novo Testamento: os quatro Evangelhos. Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
BÍBLIA, volume I: Novo Testamento: os quatro Evangelhos. Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço – 2 ª edição revista e aumentada. Lisboa: Quetzal, 2018.
BÍBLIA, volume II: Novo Testamento: apóstolos, epístolas, Apocalipse. Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
BÍBLIA, volume III: Antigo Testamento: os livros proféticos. Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
BÍBLIA, volume IV: Antigo Testamento: os livros sapienciais (Tomo 1). Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço. Lisboa: Quetzal, 2018.
BÍBLIA, volume IV: Antigo Testamento: os livros sapienciais (Tomo 2). Tradução do grego, apresentação e notas por Frederico Lourenço. Lisboa: Quetzal, 2019.
CHARTIER, Roger. A história ou a leitura do tempo. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2010.
CHARTIER, Roger. Os desafios da escrita. São Paulo: Editora UNESP, 2002.
CHARTIER, Roger (org.). Práticas de leitura. São Paulo: Estação Liberdade, 2011.
FRYE, Northrop. O código dos códigos: a Bíblia e a literatura. São Paulo: Boitempo, 2004.
GABEL, John B.; WHEELER, Charles B. A Bíblia como literatura. São Paulo: Loyola, 2003.
GENETTE, Gérard. Paratextos editoriais. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2009.
LIMA, Anderson de Oliveira. A Bíblia como literatura no Brasil: história e análise de novas práticas de leitura bíblica. São Paulo: Universidade Presbiteriana Mackenzie (Tese de doutorado), 2015.
LOURENÇO, Frederico. O livro aberto: leituras da Bíblia. Rio de Janeiro: Oficina Raquel, 2017.
MARGUERAT, Daniel; BOURQUIN, Yvan. Para ler as narrativas bíblicas: iniciação à análise narrativa. São Paulo: Loyola, 2009.
MCKENZIE, Donald Francis. Bibliografia e sociologia dos textos. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2018.
MILES, Jack. Cristo: uma crise na vida de Deus. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
MILES, Jack. Deus, uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
ZABATIERO, Júlio P. T.; LEONEL, João. Bíblia, literatura e linguagem. São Paulo: Paulus, 2011.

Programa

Aula 1: Terminologia: história e conceitos básicos
Aula 2: Diferentes concepções teóricas
Aula 3: Aplicabilidades da Terminologia na vida cotidiana
Aula 4: Etapas do trabalho terminológico – Primeira parte
Aula 5: Etapas do trabalho terminológico – Segunda parte
Aula 6: Elaboração de glossários e dicionários especializados
Aula 7: Apresentação e avaliação do trabalho final

Bibliografia:

ALVES, I. M. Definição terminológica: da teoria à prática. TradTerm 3. CITRAT/FFLCH/USP, 1996.
AUGER, P. Pour une typologie des langues de spécialité. Circuit 98. OTTIAQ, Montréal, p. 10-11, 2008.
AUBERT, F. H. Introdução à metodologia da pesquisa terminológica bilíngue. Cadernos de Terminologia 2. São Paulo: CITRAT/FFLCH/USP, 1996.
BARROS, L. A. Curso básico de terminologia. São Paulo: USP, 2004.
BOULANGER, J. C. Les dictionnaires généraux monolingues, une voie royale pour les technolectes. TradTerm 3. CITRAT/FFLCH/USP, 1996.
CABRÉ, M. T. La terminología. Teoría, metodología, aplicaciones. Barcelona: Editorial Antártida/Empúries, 1993.
_______. La terminología: representación y comunicación. Elementos para una teoría de base comunicativa y otros artículos. Barcelona: IULA, 1999.
DUBUC, R. Manuel pratique de terminologie. Montréal: Linguatech, 1985.
ISO/FDIS 704. Organisation internationale de normalisation. - Travail terminologique : principes et méthodes. Genève : ISO, 2000. 41 p.
KOCOUREK, R. La langue française de la technique et de la science : vers une linguistique de la langue savante. 2e éd. Wiesbaden: O. Brandstetter Verlag, 1991, ©1982.
KRIEGER, M. G. A obra e o fazer dicionarísticos. Cadernos do IL – Terminologia. Porto Alegre: UFRGS, 1993. p. 9-16.
KRIEGER, M. G.; FINATTO, M. J. B. Introdução à terminologia: teoria e prática. São Paulo: Contexto, 2004.
L’HOMME, M.-C. La terminologie: principes et techniques. Montréal: Les Presses de l’Université de Montréal, 2004. p. 83-118.
RONDEAU, G. Introduction à la terminologie. Québec: Gaëtan Morin, 1984.

Programa

1. Reflexões introdutórias: percurso de desenvolvimento da teoria Semiótica
2. Panorama crítico da Semiótica greimasiana: os níveis de pertinência da análise semiótica
3. Semiótica greimasiana: dos textos às práticas
4. A questão do suporte como componente do objeto semiótico segundo J. Fontanille e M. G. Dondero
5. As práticas semióticas segundo J. Fontanille.
5.1. A constituição de cenas práticas.
6. As formas de vida: de A. J. Greimas a J. Fontanille.
6.1. A concepção de formas de vida
6.2. O belo gesto: a invenção de novas formas de vida
7. Problematização da construção da semiose em práticas semióticas e formas de vida diversas: discussão de textos teóricos e analíticos.

METODOLOGIA
Aulas síncronas via Google Meet;
Aulas expositivas;
Discussão de textos teóricos e analíticos.

CRITÉRIOS DE APROVAÇÃO
Mínimo de 75% de frequência obrigatório.

BIBLIOGRAFIA
BERTRAND, Denis. L’impersonnel de l’énonciation. Praxis énonciative: conversion,
convocation, usage. Protée. Théories et pratiques sémiotiques. Québec: Université du
Québec à Chicoutimi, v. 21, n. 1, p. 25-32, 1993.
CORREA, Thiago Moreira. Inscrições urbanas: abordagem semiótica. Tese
(Doutorado em Linguística) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas,
Universidade de São Paulo. São Paulo: 2016. 211 p.
CORREA, Thiago Moreira. Mudanças de suporte na história das inscrições urbanas.
Revista Estudos Semióticos, vol. 17, n. 1, p. 72-81, 2021.
DISCINI, Norma. Semiótica: da imanência à transcendência (questões sobre o estilo).
Alfa: Revista de Linguística (UNESP. Online), v. 53, p. 595-617, 2009.
DISCINI, Norma. O estilo e o ator da enunciação: Greimas na contemporaneidade.
ESTUDOS SEMIÓTICOS (USP), v. 14, p. 117-132, 2018.
DUARTE, Renata Cristina. Formas de vida e acontecimentos em contos de Rubem
Fonseca. Tese (Doutorado em Linguística e Língua Portuguesa) – Departamento de
Linguística da Faculdade de Ciência e Letras. Araraquara: Universidade Estadual
Paulista Júlio de Mesquita Filho, 2018. 237 p.
DUARTE, Renata Cristina; OLIVEIRA, Raíssa Medici de. Reflexões semióticas acerca
dos conceitos de forma de vida e práxis enunciativa. Revista Todas as Letras, v. 20, p.
237-248, 2018. Disponível em <
http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tl/article/view/10569/7157 >. Acesso em:
14 out. 2018.
DUARTE, Renata Cristina. Fidelidade e mudança: a relação entre formas de vida e
práxis enunciativa. ESTUDOS SEMIÓTICOS (USP), v. 16, p. 35-55, 2020.
FLOCH, Jean-Marie. Êtes-vous arpenteur ou somnambule ? L’élaboration d’une
typologie comportementale des voyageurs du métro. In : FLOCH, Jean-Marie.
Sémiotique, marketing et communication : sous les signes, les stratégies. Paris:
Presses Universitaires de France, 1990. 233 p.
FLOCH, Jean-Marie. Identités visuelles. Paris: Puf, 1995. (Formes sémiotiques).
FLOCH, Jean-Marie. Diário de um bebedor de cerveja. In: LANDOWSKI, E.; FIORIN,
J. L. (Orgs.). O gosto da gente, o gosto das coisas: abordagem semiótica. São Paulo:
Educ, 1997, p. 203-218.
FONTANILLE, Jacques. Les formes de vie. Recherches sémiotiques/Semiotic
Inquiry. Montreal, n. 13, p. 5 – 12, 1993.
FONTANILLE, Jacques. Significação e visualidade: exercícios práticos. Tradução de
Elizabeth Bastos Duarte e Maria Lilia Dias de Castro. Porto Alegre: Sulina, 2005a.
191p.
FONTANILLE, Jacques. Du support matériel au support formel. In: KLOCK-
FONTANILLE; ARABYAN, Marc (Org.) L’écriture entre support et surface. Paris:
L’Harmattan, 2005b. p. 183-200.
FONTANILLE, Jacques. Pratiques sémiotiques. Paris: Presses Universitaires de
France, 2008a. 303 p.
FONTANILLE, Jacques. Práticas semióticas: imanência e pertinência, eficiência e
otimização. In: DINIZ, Maria Lúcia Vissotto Paiva; PORTELA, Jean Cristtus (Orgs.).
Semiótica e Mídia: textos, práticas, estratégias. Bauru: Unesp/Faac, 2008b, p. 271. p.
17-76.
FONTANILLE, Jacques. Semiótica do discurso. Tradução de Jean Cristtus Portela.
São Paulo: Contexto, 2011. 287 p.
FONTANILLE, Jacques. Quando a vida ganha forma. Tradução e notas de Jean Cristtus
Portela. Revisão de Matheus Schwartzmann. In: NASCIMENTO, Edna Maria
Fernandes dos Santos; ABRIATA, Vera Lucia Rodella (Orgs.). Formas de vida: rotina
e acontecimento. Ribeirão Preto: Coruja, 2014a. 218 p. p.55-86.
FONTANILLE, Jacques. L’énonciation pratique: exploration, schématisation et
transposition. 2014b Disponível em:
<http://www.lucid.ulg.ac.be/conferences/common14/downloads/Expose%20Jacq…
0Fontanille.pdf>. Acesso em: 25 abr. 2017.
FONTANILLE, Jacques. Formes de vie. Liège: Presses Universitaires de Liège, 2015a.
274 p.
FONTANILLE, Jacques. La sémiotique face aux grands défis sociétaux du XXI e siècle.
Actes Sémiotiques, n° 118, jan. 2015b. Disponível em: <https://www.unilim.fr/actes-
semiotiques/5320>. Acesso em: 11 jun. 2015.
FONTANILLE, Jacques. A semiótica hoje: avanços e perspectivas. Estudos
semióticos, v. 12, n° 2, p. 01-09, dez. 2016. Disponível em:
<https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/127608/124672&gt;. Acesso em: 11 jun.
2018.
FONTANILLE, Jacques. Práxis e enunciação: Greimas herdeiro de
Saussure. Gragoatá, [S.l.], v. 22, n. 44, p. 986-1004, dez. 2017. Disponível em: <
http://www.periodicos.uff.br/gragoata/article/view/33545 >. Acesso em: 01 mar. 2018.
FONTANILLE, Jacques. Práticas e formas de vida: a semiótica de Greimas posta à
prova pela antropologia contemporânea. Estudos Semióticos, 13 (2), p. 66 – 76, dez.
2017. Disponível em: < http://www.revistas.usp.br/esse/article/view/141609 >. Acesso
em: 04 out. 2019.
FONTANILLE, Jacques; ZILBERBERG, Claude. Tensão e significação. Tradução de
Ivã Carlos Lopes, Luiz Tatit e Waldir Beividas. São Paulo: Discurso Editorial/
Humanitas/FFLCH/USP, 2001. 331 p.
GREIMAS, Algirdas Julien. Sémantique structurale. 3 e éd. Paris : Presses
Universitaires de France, 2002. 262 p.
GREIMAS, Algirdas Julien. La parabole: une forme de vie. Nouveaux Actes
Sémiotiques, Limoges: PULIM, n. 25, 1993.
GREIMAS, Algirdas Julien; COURTÉS, Joseph. Dicionário de semiótica. Tradução de
Alceu Dias Lima et al. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2011. 544 p.
GREIMAS, Algirdas Julien; FONTANILLE, Jacques. O belo gesto. Tradução de Edna
Maria Fernandes dos Santos Nascimento. Revisão e notas de Matheus Schwartzmann.
In: NASCIMENTO, Edna Maria Fernandes dos Santos; ABRIATA, Vera Lucia Rodella
(Orgs.). Formas de vida: rotina e acontecimento. Ribeirão Preto: Coruja, 2014. 218 p.
p.13-33.
LANDOWSKI, Eric. A sociedade refletida: ensaios de sociossemiótica. São Paulo:
EDUC/Pontes, 1992, 213 p.
LANDOWSKI, Eric. Le regard impliqué. In: _____. Passions sans nom. Paris: PUF,
2004, pp. 15-37.
LIMA, Eliane Soares de. O texto e seus entornos: a geração do sentido e os níveis de
pertinência na proposta de Jacques Fontanille. Estudos Semióticos (USP), v. 6, p. 10,
2010.
NASCIMENTO, Edna Maria Fernandes dos Santos. Imaginário cultural e persuasão em
textos publicitários. In: CORTINA, Arnaldo; MARCHEZAN, Renata Coelho (Orgs.).
Razões e sensibilidades: a semiótica em foco. Araraquara: Laboratório
Editorial/FCL/UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica Editora, 2004. 190 p. p.191-202.
NASCIMENTO, Edna Maria Fernandes dos Santos. Prudência e aventura: revista O
Cruzeiro e formas de vida da mulher da década de 40. Alfa, São Paulo, v. 53, n. 2, 2009.
Disponível em: <https://periodicos.fclar.unesp.br/alfa/article/view/2134/1752&gt;. Acesso
em: 16 jun. 2014.
NASCIMENTO, Edna Maria Fernandes dos Santos. Duas mulheres: duas formas de
vida no romance Navio Ancorado de Ondina Ferreira. ALERE, Tangará da Serra, v. 4,
n. 1, 2011. Disponível em:
<https://periodicos.unemat.br/index.php/alere/article/view/549/480&gt;. Acesso em: 16
jun. 2014.
NASCIMENTO, Edna Maria Fernandes dos Santos. Mulheres em destaque nos anos 40:
o acontecimento como forma de vida na revista O Cruzeiro. Estudos linguísticos, São
Paulo, n. 41 (3), 2012a. Disponível em: <https://revistas.gel.org.br/estudos-
linguisticos/article/view/1153/718>. Acesso em: 16 jun. 2014.
NASCIMENTO, Edna Maria Fernandes dos Santos. O Cruzeiro : acontecimento e
rotina como forma de vida da mulher nos anos 1950. Revista da Anpoll, v. 1, n. 32,
2012b. Disponível em:
<https://revistadaanpoll.emnuvens.com.br/revista/article/view/617/628&gt; Acesso em: 16
jun. 2014.
NASCIMENTO, Edna Maria Fernandes dos Santos. Paixão, mito e formas de vida em
textos publicitários. Signum: estudos da linguagem, Londrina, v. 16, n. 2, 2013.
Disponível em:
<http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/signum/article/view/15681/1402…;. Acesso
em: 16 jun. 2014.
NASCIMENTO, Edna Maria Fernandes dos Santos; ABRIATA, Vera Lucia Rodella
(Orgs.). Formas de vida da mulher brasileira. Ribeirão Preto: Ed. Coruja, 2012. 174
p.
NASCIMENTO, Edna Maria Fernandes dos Santos; ABRIATA, Vera Lucia Rodella
(Orgs.). Formas de vida: rotina e acontecimento. Ribeirão Preto: Ed. Coruja, 2014. 218
p.
OLIVEIRA, Raíssa Medici de. Homens "no lar" ou homens "do lar"?: forma de vida
do ator homem "dono de casa" na cultura brasileira. Tese (Doutorado em Linguística e
Língua Portuguesa) – Departamento de Linguística da Faculdade de Ciência e Letras.
Araraquara: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, 2018. 336 p.
Disponível em:
https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/180372/oliveira_rm_…
equence=3&isAllowed=y . Acesso em: 30 jul. 2020.
OLIVEIRA, Raíssa Medici de. Mulheres no poder: forma de vida do ator mulher
executiva contemporânea na revista VOCÊ S/A. Dissertação (Mestrado em Linguística
e Língua Portuguesa) - Departamento de Linguística da Faculdade de Ciência e Letras.
Araraquara: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, 2014. 164 f.
Disponível em:
https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/115866/000805759.pd…
&isAllowed=y. Acesso em: 16 jun. 2020.
PORTELA, Jean Cristtus. Conversations avec Jacques Fontanille. Alfa, São Paulo, v.
50, n. 1, 2006. Disponível em:
< https://periodicos.fclar.unesp.br/alfa/article/view/1401/1101 >. Acesso em: 09 mai.
2016.
PORTELA, Jean Cristtus. Práticas didáticas: um estudo sobre os manuais brasileiros
de semiótica greimasiana. Tese (Doutorado em Linguística e Língua Portuguesa) -
Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara, Universidade Estadual Paulista.
Araraquara: 2008a. p. 181.
PORTELA, Jean Cristtus. Semiótica midiática e níveis de pertinência. In: DINIZ, Maria
Lúcia Vissotto Paiva; PORTELA, Jean Cristtus (Orgs.). Semiótica e Mídia: textos,
práticas, estratégias. Bauru: Unesp/Faac, 2008b. 271 p. pp. 93-113.
PORTELA, Jean Cristtus; LOPES, Ivã Carlos. Formas de vida do semioticista. In:
NASCIMENTO, Edna Maria Fernandes dos Santos; ABRIATA, Vera Lucia Rodela
(orgs.). Formas de vida: rotina e acontecimento. Ribeirão Preto: Coruja, 2014, p. 87-
108.
SANTOS, Flavia Karla Ribeiro. Novas possibilidades de práticas de leitura na
incorporação de propriedades de um gênero por outro. In: Revista Trama, v. 12, n. 26,
2016, p. 363-381. Disponível em: http://e-
revista.unioeste.br/index.php/trama/article/view/14298. Acesso em: 31 jul. 2020.
SANTOS, Flavia Karla Ribeiro; PORTELA, Jean Cristtus. A comunicação científica na
revista Actes Sémiotiques: práticas e estratégias de difusão do saber científico. Diálogos
Pertinentes: Revista Científica de Letras, v. 14, p. 53-75, 2018.
SCHWARTZMANN, Matheus Nogueira. A carta-objeto: uma análise semiótica da
plástica das cartas de Sá-Carneiro. Estudos Semióticos, 8 (2), São Paulo, julho de 2012.
P. 28 – 39. Disponível em: < http://www.revistas.usp.br/esse/article/view/49509&gt;.
SCHWARTZMANN, Matheus Nogueira. Escrita epistolar: da cena prática à forma de
vida. Estudos Linguísticos, 42 (3), São Paulo, 2013. P. 1450 - 1464.
SCHWARTZMANN, Matheus Nogueira. A noção de texto e os níveis de pertinência da
análise semiótica. Estudos Semióticos, 14 (1), São Paulo, março de 2018. P. 1 – 6.
Disponível em: < http://www.revistas.usp.br/esse/article/view/144288&gt;.
SCHWARTZMANN, Matheus Nogueira; PORTELA, Jean Cristtus. Rê Bordosa: forma
de vida e moralização. In: NASCIMENTO, Edna Maria Fernandes dos Santos;
ABRIATA, Vera Lucia Rodella (Orgs.). Formas de vida da mulher brasileira.
Ribeirão Preto: Ed. Coruja, 2012. 174 p. p. 113-136.
SCHWARTZMANN, Matheus Nogueira. Estratégia e formas de vida em cartas de
leitores da revista Veja. In: Edna Maria Fernandes dos Santos Nascimento, Vera Lucia
Rodella Abriata. (Org.). Formas de vida: rotina e acontecimento. 1ed.Ribeirão Preto:
Editora Coruja, 2014, p. 68-89.
SCHWARTZMANN, Matheus Nogueira; PORTELA, Jean Cristtus . Reflexões para
uma semiótica das culturas: o caso da identidade trans. In: BUENO, Alexandre
Marcelo; MANZANO, Luciana Carmona; ABRIATA, Vera Lucia Rodella. (Org.). As
crises na/da contemporaneidade. Franca: Unifran, 2017, p. 43-68.
SILVA, Cintia Alves; PORTELA, Jean Cristtus. Níveis de pertinência semiótica na
edição das cartas de Chico Xavier. In: PORTELA, J. C. et. al (Orgs.). Semiótica:
identidade e diálogos. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012, p. 49-67.
SILVA, Cintia Alves da. A prática da psicografia: corpo e transmissão em relatos
de experiência mediúnica. Tese (Doutorado em Linguística e Língua Portuguesa).
Faculdade de Ciências e Letras, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita
Filho”, Araraquara. 2016, 361p. Disponível em:
file:///C:/Users/flavi/AppData/Local/Temp/silva_ca_dr_arafcl.pdf. Acesso em: 02 set.
2016.
SILVA, Cintia Alves da. As cartas de Chico Xavier: uma análise semiótica. São
Paulo: Cultura Acadêmica, 2012. Disponível em:
https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/109246/ISBN97885798…
equence=1&isAllowed=y. Acesso em: 02 set. 2016.

Programa

Aula 01: Montesquieu e suas Cartas persas
Aula 02: Voltaire e O Cândido
Aula 03: Rousseau e A Nova Heloísa
Aula 04: Diderot e O Sobrinho de Rameau
Aula 05: Laclos e As relações perigosas
Aula 06: Sade e A Filosofia na alcova

BIBLIOGRAFIA

DIDEROT, Denis. O Sobrinho de Rameau. Trad. Daniel Garroux. São Paulo: UNESP, 2019.
LACLOS, Choderlos de. As Relações perigosas. Trad. Carlos Drummond de Andrade. São Paulo: Editora Globo, 2013.
MONTESQUIEU. Cartas persas. Trad. Renato Janine Ribeiro. São Paulo: Paulicéia, 1991.
ROUSSEAU, Jean-Jacques. A Nova Heloísa. Trad.: Fúlvia Moretto. São Paulo: Hucitec, 2006.
SADE, Marquês de. Filosofia na Alcova. Trad: Augusto Contador Borges. São Paulo: Iluminuras, 1999.
VOLTAIRE. O Cândido ou o otimismo. Trad. Samuel Titan Jr. São Paulo : Editora 34.

Programa

O curso está organizado em uma introdução e dez módulos temáticos, cobrindo os seguintes temas: introdução à linguística e à BNCC; aquisição de linguagem; fonética e
fonologia; morfologia; sintaxe; semântica; pragmática; sociolinguística; linguística histórica e semiótica discursiva.
Para cada módulo, além das leituras e dos exercícios, haverá um encontro síncrono semanal com duração de quatro horas. Estes encontros servirão para discutir a assimilação do conteúdo, bem como para relacionar o conteúdo das aulas à experiência dos participantes. 

Programação do Curso
Introdução 18/03/2023 Introdução ao curso e à linguística
Módulo 1 18/03/2023 BNCC e o ensino de língua portuguesa
Módulo 2 25/03/2023 Aquisição de português brasileiro como L1 e L2
Módulo 3 01/04/2023 Fonética e fonologia do português brasileiro
Módulo 4 15/04/2023 Morfologia: estrutura da palavra
Módulo 5 06/05/2023 Sintaxe: dimensão da estrutura oracional
Módulo 6 13/05/2023 Semântica: tempo e aspecto gramatical
Módulo 7 20/05/2023 Pragmática: linguagem em uso
Módulo 8 27/05/2023 Sociolinguística
Módulo 9 03/06/2023 Linguística histórica: mudanças no português brasileiro
Módulo 10 17 e 24/06/2023 Semiótica discursiva
Encerramento 01/07/2023 Encerramento e avaliação geral do curso com os alunos

 

Bibliografia:

Texto Base do Curso

SCHER, A. P.; BARBOSA, J.; MARANGONI JR.; SILVA, B. P. A Gramática e a
Linguística na sala de aula. São Paulo: Pontes, 2022.
Complementar:
FARACO, C.A.; ZILLES, A.M. Para conhecer: norma linguística. São Paulo: Contexto,
2017.
FIORIN, J.L. (org.). Introdução à Linguística: I. Objetos teóricos. São Paulo: Contexto,
2002.
FIORIN, J.L. (org.). Introdução à Linguística: II. Princípios de análise. São Paulo:
Contexto, 2002.
ILARI, R.; BASSO, R. O português da gente: a língua que estudamos, a língua que
falamos. São Paulo: Contexto, 2006.

Módulo 1 - BNCC e o ensino de língua portuguesa”

7

Básica:
GERALDI, J. W. O ensino de língua portuguesa - e a Base Nacional Comum Curricular.
Revista Retratos da Escola, Brasília, v. 9, n. 17, p. 381-396, jul./dez. 2015. Disponível em:
&lt;http://retratosdaescola.emnuvens.com.br/rde/article/view/587&gt;.
Complementar:
ANTUNES, I. C. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola Editorial,
2005.
ANTUNES, I. C. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no
caminho. São Paulo: Parábola Editorial, 2007.
ANTUNES, I. C. Gramática contextualizada: limpando “o pó das ideias simples”. São
Paulo: Parábola Editorial, 2014.
BORTONI-RICARDO, S. M. et al. (org.) Por que a escola não ensina gramática assim?
São Paulo: Parábola Editorial, 2014.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.
FARACO, C. A. Gramática e ensino. Revista Diadorim, Rio de Janeiro, v. 2, n. 19, p. 11-
26, jul./dez. 2017.
MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo:
Parábola Editorial, 2008.
NEVES, M. H. M. Que gramática estudar na escola? Norma e uso na língua portuguesa.
São Paulo: Contexto, 2003.
ROJO, R.; BARBOSA, J. P. Hipermodernidade, multiletramentos e gêneros discursivos.
São Paulo: Parábola Editorial, 2015.
SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. Gêneros orais e escritos na escola. 2. ed. São Paulo: Mercado
de Letras, 2010.
TRAVAGLIA, L. C. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática.
14. ed. São Paulo: Cortez, 2016.

Módulo 2 - Aquisição de português brasileiro como L1 e L2

Básica:
KLEIN, W. “O processo de aquisição de línguas”. In: KLEIN, W. L’aquisition de Langue
Étrangère. Paris : Armand Colin, 1989. p. 12-29 (texto traduzido para o português)
Complementar:
DELL’ ISOLA, R. L. P. (org.). O Exame de Proficiência Celpe-Bras em foco. Campinas:
Pontes, 2014.
GROLLA, E.; SILVA, M. C. F. “A fala do bicho homem e a fala dos outros bichos”. In:
Para conhecer: aquisição de linguagem. São Paulo: Contexto, 2014, p. 14-25.
KENEDY, E. “O problema de Platão”. In: KENEDY, E. Curso básico de linguística
gerativa. São Paulo: Contexto, 2016.
OLIVEIRA, R. S. Linha do tempo da didática das línguas estrangeiras no Brasil. In: Non
plus, nº 7, 2015. Disponível em:
&lt;http://www.revistas.usp.br/nonplus/article/view/80013/106747&gt;
UFRGS. Acervo de provas Celpe-Bras. Disponível em:
&lt;http://www.ufrgs.br/acervocelpebras&gt;

Módulo 3 - Fonética e fonologia do português brasileiro

Básica:

8
BASSO, R. M. “Os sons do português brasileiro e sua escrita”. In: BASSO, R. M. Descrição
do português brasileiro. Linguística para o Ensino Superior, vol. 8. São Paulo: Parábola,
2019.
Complementar:
BATTISTI, E. “Fonologia”. In: SCHWINDT, L. C. (org.). Manual de Linguística:
fonologia, morfologia e sintaxe. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014.
CHAGAS DE SOUZA, P.; SANTOS, R. S. “Fonética”. In: FIORIN, J. L. (org.). Introdução
à Linguística: II. Princípios de análise. São Paulo: Contexto, 2002.
CHAGAS DE SOUZA, P.; SANTOS, R. S. “Fonologia”. In: FIORIN, J. L. (org.).
Introdução à Linguística: II. Princípios de análise. São Paulo: Contexto, 2002.
MASSINI-CAGLIARI, G.; CAGLIARI, L. C. “Fonética”. In: MUSSALIM, F.; BENTES, A.
C. (org.). Introdução à linguística: domínios e fronteiras. Vol. 1. São Paulo: Cortez
Editora, 2001.
MORI, A. C. “Fonologia”. In: MUSSALIM, F.; BENTES, A. C. (org.). Introdução à
linguística: domínios e fronteiras. Vol. 1. São Paulo: Cortez Editora, 2001.
SEARA, I. C.; NUNES, V. G.; LAZZAROTTO-VOLCÃO, C. Para conhecer fonética e
fonologia do português brasileiro. São Paulo: Contexto, 2015.


Módulo 4 - Morfologia: estrutura da palavra

Básica:
BASÍLIO, M. Formação e classes de palavras no português do Brasil. 3ª edição. São
Paulo: Contexto, 2011.
Complementar:
FIGUEIREDO SILVA, M. C.; BOECHAT DE MEDEIROS, A. Para conhecer Morfologia.
1ª edição. São Paulo: Contexto, 2016.
GONÇALVES, C. A. V. Blends lexicais em português: não-concatenatividade e
correspondência. Veredas, v.7, n.1, p.149-167, 2003.
GONÇALVES, C. A. V. A ambimorfemia de cruzamentos vocabulares: uma abordagem
por ranking de restrições. Revista da Abralin, v. 5, n.1, p. 169-183, 2006.
PREARO-LIMA, R. Blends lexicais e neologismos: alguns conceitos e problematizações.
Entrepalavras, [S.l.], v. 9, n. 3, p. 38-56, out. 2019. ISSN 2237-6321. Disponível em:
&lt;http://www.entrepalavras.ufc.br/revista/index.php/Revista /article/view/1502/633&gt;.
MINUSSI, R. D.; OLIVEIRA, C. da S. Observações sobre o pejorativo sufixal: testando a
intuição dos falantes diante de uma teoria de fase nas palavras. Gragoatá, [S.l.], v. 23, n.
46, p. 470-491, aug. 2018. ISSN 23584114. Disponível em:
&lt;https://periodicos.uff.br/gragoata/article/view/33586&gt;.
PETTER, M. M. T. “Morfologia”. In: FIORIN, José Luiz. Introdução à linguística II:
Princípios de Análise. São Paulo: Contexto, 2003.
ROSA, M. C. Introdução à Morfologia. 1ª edição. São Paulo: Contexto, 2000.
SANDALO, M. F. “Morfologia”. In: MUSSALIN, F.; BENTES, A. C. (eds.). Introdução à
linguística. São Paulo: Cortez, 2001.
SANDMANN, A. J. Formação de Palavras. Curitiba: Scientia et Labor, 1988.
SANDMANN, A. J. Morfologia Geral. São Paulo: Contexto, 1991.
SANDMANN, A. J. Morfologia Lexical. São Paulo: Contexto, 1992.
SCHER, A. P. Formas truncadas em português brasileiro e espanhol peninsular:
descrição preliminar. ReVEL, ed. esp. n. 5, p. 61-79, 2011.9
VILLALVA, A. Estruturas morfológicas: unidades e hierarquia do Português. Lisboa:
FCT, 2000.

Módulo 5 - Sintaxe: dimensão da estrutura oracional

Básica:
KATO, M. A. &amp; NASCIMENTO, M. do. A arquitetura da Gramática. Gramática do
Português Culto Falado no Brasil. Volume III: A construção da sentença. Campinas: Editora
da Unicamp, 2009, p. 19 – 41.
Complementar:
CORRÊA, M. L. G. Pontuação: sobre seu ensino e concepção. Leitura: Teoria e prática,
24: 52-65. 1994.
DAHLET, V. A pontuação e as culturas da escrita. Filologia e Linguística Portuguesa, n. 8,
p. 287-314, 2 ago. 2006.
KENEDY, E.; OTHERO, G. A. “A noção de constituinte”. In: KENEDY, E.; OTHERO, G.
A. Para conhecer sintaxe. São Paulo: Contexto, 2018. 
KENEDY, E.; OTHERO, G. A. “Articulação entre orações”. In: KENEDY, E.; OTHERO, G.
A. Para conhecer sintaxe. Editora Contexto, São Paulo, 2018. 
KENEDY, E.; OTHERO, G. A. “Funções Sintáticas”. In: KENEDY, E.; OTHERO, G. A.
Para conhecer sintaxe. São Paulo: Contexto, 2018. 
NEGRÃO, E.V.; SCHER, A.P.; VIOTTI, E.C. “Sintaxe: explorando a estrutura da sentença”.
Introdução à Linguística: II. Princípios de análise. São Paulo: Contexto, 2010.
MIOTO, C.; SILVA, M. C.; LOPES, R. “O estudo da Gramática”. In: MIOTO, C.; SILVA,
M. C.; LOPES, R. Novo manual de sintaxe. São Paulo: Contexto, 2013.
KATO, M. A. “A Gramática do Letrado: questões para a teoria gramatical”. In: KOLLER, E.
et. al. (orgs.) Ciências da Linguagem: trinta anos de investigação e ensino. Braga:
CEHUM (Universidade do Minho), 2005. p. 131-145.

Módulo 6 - Semântica: tempo e aspecto gramatical

Básica:
GUEDES, M. M. F. “Descrição Semântica de Tempo Gramatical e Aspecto e o Ensino dos
Tempos Verbais”. In: MULLER, A.; Martins, N. P. (org.) Ensino de Gramática: Reflexões
sobre a Semântica do Português Brasileiro. 1. ed. Campinas: Pontes Editores, 2021, p. 98-
115. Disponível em:
&lt;http://semanticaensino.fflch.usp.br/sites/semanticaensino.fflch.usp.br/…-
files/Ensino_Gramatica%20ebook-compactado.pdf&gt;.
Complementar:
ILARI, R. A expressão do tempo em Português. São Paulo: Contexto, 1997.
_______. A linguística e o ensino de língua portuguesa. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes,
1997.
ILARI, R.; OLIVEIRA, F.; BASSO, R. “Tense and Aspect: a Survey”. In: WETZELS, W. L.;
COSTA, J.; MENUZZI, S. The Handbook of Portuguese Linguistics. John Wiley &amp; Sons,
2016.
KLEIN, W. “How time is encoded”. In: KLEIN, W.; Li, P. (eds.) The expression of time.
Berlin: Mouton de Gruyter, 2009, p. 39-82.
_______. Time in Language. London and New York: Routledge, 1994.10
LACA, B.; MULLER, A. A Semântica dos tempos não marcados. Universidade de São
Paulo, 2005.
OLIVEIRA, R. P. Semântica Formal: uma breve introdução. Campinas: Mercado das
Letras, 2004.
WACHOWICZ, T. C. &amp; FOLTRAN, M. J. Sobre a noção de aspecto. Cadernos de estudos
linguísticos, Unicamp, 48, 2006. p. 211-232.

Módulo 7 - Pragmática: linguagem em uso

Básica:
FIORIN, J. L. “A Linguagem em uso”. In: FIORIN, J. L. (org.). Introdução à Linguística I:
Objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2003, p. 165-186.
Complementar:
BENVENISTE, E. Problemas de linguística Geral I. São Paulo: Editora da Universidade de
São Paulo, 1976, p. 247-259.
FIORIN, J. L. Astúcias da enunciação: as categorias de pessoa, espaço e tempo. São
Paulo: Contexto, 1996.
FIORIN, J. L. “Pragmática”. In: FIORIN, J. L. (org.). Introdução à Linguística II:
Princípios de análise. São Paulo: Contexto, 2003, p. 161-185.
GRICE, H. P. “Logic and Conversation”. In: GRICE, H. P. Studies on the way of words.
Massachusetts: Harvard University Press, 1991, p. 32-40.
LEVINSON, S. C. “O âmbito da Pragmática”. In: LEVINSON, S. C. Pragmática. Tradução
de Luiz Carlos Borges &amp; Aníbal Mari. São Paulo: Martins Fontes, 2007, p. 1-64.
STALNAKER, R. Common ground. Linguistics and philosophy, 25, 2002. p. 701–721.
STALNAKER, R. Pragmatic Presuppositions. In: STALNAKER, R. Context and Content.
Oxford University Press, 1999, p. 47-62.
SEARLE, J. “Uma Taxinomia dos Atos Ilocucionários”, In: SEARLE, J. Expressão e
Significado: estudos da teoria dos atos de fala. 2a ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002
AUSTIN, J. L. Quando dizer é fazer. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990.

Módulo 8 - Sociolinguística

Básica:
BAGNO, M. “O que é ensinar português?”. In: BAGNO, M. Preconceito linguístico: o que
é, como se faz. 55ª ed. São Paulo: Edições Loyola, 2013. p. 143-147.
BAGNO, M. “O que é erro?”. In: BAGNO, M. Preconceito linguístico: o que é, como se
faz. 55ª ed. São Paulo: Edições Loyola, 2013. p. 147-154.
BAGNO, M. “Então vale tudo?”. In: BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é,
como se faz. 55ª ed. São Paulo: Edições Loyola, 2013. p. 154-156.
BORTONI-RICARDO, S. M. “Diversidade linguística e pluralidade cultural no Brasil”. In:
BORTONI-RICARDO, S. M. Educação em língua materna: a sociolinguística na sala de
aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2004. p. 23-35.
FARACO, C. A. “Os três continua e a linguagem urbana comum”. In: FARACO, C. A.
Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. p. 43-
49.
Complementar:
BAGNO, M. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 55ª ed. São Paulo: Edições
Loyola, 2013.11
BORTONI-RICARDO, S. M. Educação em língua materna: a sociolinguística na sala de
aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2004.
FARACO, C. A. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola
Editorial, 2008.
MENDES, R. B. “Língua e variação”. In: FIORIN, J. L. (org.). Linguística? Que é isso? São
Paulo: Contexto, 2013. p. 111-135.

Módulo 9 - Linguística histórica: mudanças no português brasileiro

Básica:
CHAGAS, P. “A mudança linguística”. In: FIORIN, J. L. (org.). Introdução à Linguística I:
objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2003. p. 141-164.
Complementar:
DE CAUX, D. D. TARALLO, Fernando (1990) Tempos linguísticos: itinerário histórico
da língua portuguesa. DELTA: Documentação e Estudos em Linguística Teórica e
Aplicada, v. 7, n. 2, 1991.
FARACO, C. A. Linguística histórica: Uma introdução ao estudo da história das línguas.
São Paulo: Parábola, 2005.
NEGRÃO, E. V.; VIOTTI, E. Em busca de uma história linguística. Revista de Estudos da
Linguagem, v. 20, n. 2, p. 309-342, 2012.
SILVA, R. V. M. Orientações atuais da linguística histórica brasileira. DELTA:
Documentação de Estudos em Linguística Teórica e Aplicada, v. 15, n. SPE, p. 147-166,
1999.
TARALLO, Fernando. Tempos linguísticos. São Paulo: Ática, 1990.
VIOTTI, E. “Mudança linguística”. In: FIORIN, J. L. (org.). Linguística? O que é isso? São
Paulo: Contexto, 2015. p. 137-179.

Módulo 10 - Semiótica discursiva

Básica:
BARROS, D. L. P. “Estudos do discurso”. In: FIORIN, J. L. (org.) Introdução à Linguística
II: princípios de análise. 4. ed. São Paulo: Contexto, 2005. p. 187-213.
Complementar:
BARROS, D. L. P. Teoria semiótica do texto. 5. ed. São Paulo: Ática, 2014.
BRASIL. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Diário Oficial
da União: Brasília: MEC/CEF, 2017. Disponível em:
&lt;http://basenacionalcomum.mec.gov.br/#/site/inicio&gt;
FIORIN, J. L. Elementos de análise do discurso. 15. ed. São Paulo: Contexto, 2018.
FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Para entender o texto: leitura e redação. 7. ed. São Paulo:
Ática, 1993.
FLOCH, J-M. Alguns conceitos fundamentais em semiótica geral. Documentos de estudo
do CPS, 1. São Paulo: CPS PUC-SP, 2001, p. 9-29.

Programa

A narrativa galega actual conta con numerosos nomes (masculinos e femininos), aínda que a crítica sinala a imposibilidade das novas xeracións para entrar no circuito editorial, o cal tamén vive un momento de contracción fronte ao auxe de literatura traducida cara ao galego. Deste xeito, apóstase antes polos autores consagrados nos 90
que por outros menos recoñecidos por premios literarios. Existe unha enorme pluralidade de liñas temáticas: policial (Diego Ameixeiras), humorística (Héctor Carré), fantástica (Alfonso Álvarez Cáccamo), terror (Ramon Caride, Uxía Casal), sentimental (Manuel Veiga), evocativa (Riveiro Coello), ficción científica (María Reimóndez, Isidro Novo), piratas (Hixinio Puentes), histórica (Marcos S. Calveiro, Antonio Piñeiro), a diglosia en Galicia (Manuel Veiga, Séchu Sende) e experimental (Samuel Solleiro, Xurxo Borrazás, Pacho Blanco). Por outra banda, cabe salientar a voz de muller narradora: Teresa Moure, Rexina Vega, Eva Moreda, Alba Cid, Rosa Aneiros, Begoña Caamaño, Iolanda Zúñiga. A propósito do ensaio, atopamos na Galicia dos últimos lustros revistas de pensamento, coleccións e editoras específicas para ensaio como Laiovento, Ir Indo, Toxosoutos... os traballos académicos universitarios, o ensaio económico (Xosé Manuel Beiras), ensaio político (Camilo Nogueira, Suso de Toro), ensaio histórico (Ana
Romero, Dionisio Pereira), ensaio sociolóxico e psicolóxico (Iria Presedo, Santiago Lamas), ensaio cultural e artístico (Elisardo López Varela, Xurxo Borrazás), ensaio filosófico (Antón Baamonde, Rebeca Baceiredo), ensaio feminista (García Negro, Carmen Blanco), etc...


Bibliografía
Ameixeiras, Diego. 2013. Matarte lentamente. Xerais.
Caamaño, Begoña. 2012. Morgana em esmelle. Galaxia.
Carré, Héctor. 2015. Hai que matalos a todos. Xerais.
Moure, Teresa. 2005. Herba moura. Xerais.
Moure, Teresa. 2011. Queer-emos un mundo novo. Galaxia.
Puentes, Hixinio. 2009. Monbars o Exterminador. Xerais.
Solleiro, Samuel. 2006. dz ou o libro do esperma. Xerais
Solleiro, Samuel. 2012. Gran tiburón branco. Xerais.
Pereira, Dionisio. 2014. Emigrantes, exiliados e perseguidos. Xerais.
Reimóndez, María. 2021. Cobiza. Xerais.
Rivas, Manuel. 2018. Vivir sem permiso. Xerais.
Riveiro Coello, Antón. 2022. Días de intemperie. Galaxia.
Veiga, Manuel. 2023. Perder as bestas. Xerais.

Programa

Aula 1: Ginzburg e a página 3

Para introduzir a obra de não-ficção de Natalia Ginzburg, apresentaremos as coletâneas de ensaios das quais a
autora participou da edição e da seleção de textos, As pequenas virtudes (1962) [2020, edição brasileira]; Não me
pergunte jamais (1970) [2022, edição brasileira]; Vita immagiaria [Vida imaginária] (1974) e a seção Scritti sparsi
[Escritos esparsos] dos seus volumes de Obras Completas; e os dois volumes póstumos Non possiamo saperlo [Não
temos como saber] e Un’assenza [Uma ausência], organizados por Domenico Scarpa.
Em seguida apresentaremos os textos da autora publicados na página 3, espaço tradicionalmente na imprensa
italiana dedicado a artigos de opinião, dos jornais “La Stampa” e “Corriere della sera”, do intervalo 1969-1974.
Destacaremos os principais temas e as características do pensamento da autora no período.
Ginzburg, Natalia, Le piccole virtù. A cura di Domenico Scarpa, Torino: Einaudi, 2015.
Ginzburg, Natalia. Mai devi domandarmi. A cura di Domenico Scarpa, Torino: Einaudi, 2015.
Ginzburg, Natalia. Vita immaginaria. A cura di Domenico Scarpa, Torino: Einaudi, 2015.
Ginzburg, Natalia. Non possiamo saperlo. A cura di Domenico Scarpa, Torino: Einaudi, 2015.
Ginzburg, Natalia. Un’assenza. A cura di Domenico Scarpa, Torino: Einaudi, 2015.
Ginzburg, Natalia. As pequenas virtudes. Tradução de Maurício Santana Dias. São Paulo: Companhia das Letras,
2020.
Ginzburg, Natalia. Não me pergunte jamais. Tradução de Julia Scamparini. Belo Horizonte: Âyiné, 2022.
Textos de jornal de Natalia Ginzburg:
L’idiota, “La Stampa”, 24 novembre 1969, p. 3.
La madre di Portnoy, “La Stampa”, 22 marzo 1970, p.3.
La felicità è alle spalle, “La Stampa”, 08 novembre 1970, p.3.
Io pubblicista, “La Stampa”, 21 marzo 1971, p. 3.
Love story, “La Stampa”, 4 aprile 1971, p. 3
Buddenbrook, “La Stampa”, 18 aprile 1971, p. 3.
Hanno scritto per allegria, “La Stampa”, 07 maggio 1972, p.3.
Il piacere d’aver paura, “Corriere della Sera”, 24 novembre 1974, p.3.

Aula 2: A coluna semanal no Il Mondo

Nesse encontro apresentaremos os textos de Natalia Ginzburg da sua coluna semanal de cinema, publicada entre
março e dezembro de 1975 na revista “Il Mondo”. Destacaremos os critérios de análise da autora e o modo como
ela correlaciona o cinema com as características da sociedade do período.
Questa storia d’amore somiglia a una cartolina, “Il Mondo”, a. XXVII, n. 12, 20 marzo 1975, p. 4.
Tante, troppe parole, ma le ultime sono belle, “Il Mondo”, 23 marzo 1975, a. XXVII, n. 13, 27 marzo 1975, p. 4.
Ben nutriti, ben lavati, non sono più loro, “Il Mondo”, a. XXVII, n.14, 3 aprile 1975, p.4.
Una testa d’argento senza volto, “Il Mondo”, a. XXVII, n. 23, 5 giugno 1975, p.66.
Cathy fa l’amore con i vivi e i morti, “Il Mondo”, a. XXVII, n. 24, 12 giugno 1975, p. 66.
La grigia valigia del killer di stato, “Il Mondo”, a. XXVII, n. 25, 19 giugno 1975, p. 82
Un piccolo albergo dove tutti bevono, “Il Mondo”, a. XXVII, n. 33, 14 agosto, 1975, p. 74.
I saltimbanchi liberi e desolati di Bergman, “Il Mondo”, a. XXVII, n. 36, 4 settembre 1975, p. 58.
Mel Brooks non mi fa ridere, “Il Mondo”, 11 settembre 1975, a. XXVII, n. 37, p. 64
Due cabarettisti, un investigatore e una storia atroce, “Il Mondo”, a. XXVII, n. 38, 18 settembre 1975, p. 69.
Dodici sedie, un giocatore e i gialli di Hitchcock, “Il Mondo”, a. XXVII, n. 39, 25 settembre 1975, p. 65.
Orribile la violenza calcolata, “Il Mondo”, a. XXVII, n. 45, 6 novembre 1975, p. 63.
Woody Allen sbaglia ma diverte, “Il Mondo”, a. XXVII, n. 46, 13 novembre 1975, p. 57.

Aula 3: Visto in Tv 1975-1977

Na aula 3 apresentaremos a coluna de crítica de televisão de Natalia Ginzburg, chamada “Visto in Tv”.
Destacaremos a grande produtividade do período – ela escrevia quatro breves textos semanais para o espaço –, a
seleção do conteúdo a ser comentado, a construção de um estilo irônico e a especial atenção da autora com a
programação infantil.
Visto in Tv: Gabriella Ferri e gli anni ‘50, “Corriere della sera”, 16 novembre 1975, p. 24.
Visto in Tv: Romanzo popolare, “Corriere della Sera”, 22 novembre 1975, p. 16.
Visto in Tv: Le fiabe povere, “Corriere della Sera”, 18 dicembre 1975, p. 10.
Visto in Tv: Un “corvo” dolciastro, “Corriere della Sera”, 21 febbraio 1976, p. 17
Visto in Tv: Ironie sulle favole, “Corriere della Sera”, 12 marzo 1976, p. 16.
Visto in Tv: Fascino del coraggio e dell’avventura, “Corriere della Sera”, 09 febbraio 1976, p. 9.
Visto in Tv: Camilla nel freddo ’46, “Corriere della Sera”, 20 aprile 1976, p. 16.
Visto in Tv: È più reale il dopoguerra nella Milano di “Camila”, “Corriere della Sera”, 26 aprile 1976, p. 25.
Visto in Tv: Camilla donna “vera”, “Corriere della Sera”, 10 maggio 1976, p. 15.
Noi, la Tv e i bambini, “Corriere della Sera, 29 aprile 1977, p.3.

Aula 4: Visto da Natalia Ginzburg: “La Stampa 77-78”

No último encontro, comentaremos o último período de contribuição assídua de Natalia Ginzburg a veículos de comunicação,
apresentando o seu retorno ao jornal “La Stampa” com a coluna semanal de crítica de teatro, televisão e cinema “Visto da
Natalia Ginzburg”. Comentaremos também os poucos artigos da autora para a página 3 dessa última fase de colaboração, e
encerraremos com a apresentação de fragmentos de entrevistas da autora nos quais ela comenta a sua atividade jornalística,
explica a interrupção e a correlaciona com a sua obra ficcional.
Visto da Natalia Ginzburg: La ballata di Stroszek, “La Stampa”, 11 dicembre 1977, p.9. 1977.73
Visto da Natalia Ginzburg: La verità di Maurizio Costanzo, “La Stampa”, 18 dicembre 1977, p.9. 1977.74
Visto da Natalia Ginzburg: I mongoli, “La Stampa”, 19 febbraio 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: Zio Vania, “La Stampa”, 26 febbraio 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: La caccia, “La Stampa”, 05 marzo 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: Incontri ravvicinati, “La Stampa”, 12 marzo 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: Pinocchio, “La Stampa”, 19 marzo 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: Il giardino dei ciliegi, “La Stampa”, 26 marzo 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: Weimar e Pabst, “La Stampa”, 02 aprile 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: Una donna nella luna, “La Stampa”, 23 aprile 1978, p.11.
Visto da Natalia Ginzburg: I donni della Piaf, “La Stampa”, 30 aprile 1978, p.9.
La qualità della vita, “La Stampa”, 05 maggio 1978, p. 3.
Visto da Natalia Ginzburg: Maternale, “La Stampa”, 07 maggio 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: Nel corso del tempo, “La Stampa”, 14 maggio 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: Una scelta di vita, “La Stampa”, 21 maggio 1978, p.9.
Tra ferocia e allegria. Sabba familiare, “La Stampa”, 25 maggio 1978, p.3.
Visto da Natalia Ginzburg: Le donne e la violenza, “La Stampa”, 28 maggio 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: Cassavetes e la moglie, “La Stampa”, 04 giugno 1978, p.9.
Visto da Natalia Ginzburg: Le coppie di Colantoni, “La Stampa”, 11 giugno 1978, p.9.

Entrevistas:
C’era una volta la famiglia. “Epoca”, Milano, 6 dicembre 1975, pp. 82-86.
Con quale sguardo. “Noi donne”, Roma, aprile 1981, pp. 30-32.
Walter Mauro parla con Natalia Ginzburg. In: Natalia Ginzburg: la narratrice e i suoi testi. Vários autores. Roma: La Nuova
Italia Scientifica, 1986, pp. 57-73.
A professora ministrante apresenterá fotos e repoduções digitais dos artigos de jornal e fragmentos dos textos traduzidos
em português.

Programa

Não haverá aula no dia 17/04, no dia 01/05 e no dia 19/06

1. PROGRAMA COMPLETO

Unitat 0: Oh, benvinguts!
GRAMÀTICA
-Interrogatius
-Present d’indicatiu
-Passat perifràstic
LÈXIC
-Paraules en català
-Frases de classe
FONÈTICA
- Les lletres i els sons del català
CULTURA
- Imatges que es relacionen amb els Països Catalans
Unitat 1: Primeres impressions
GRAMÀTICA
-Adjectius: gènere i nombre
-Pronom feble: HO
-Present d’indicatiu: ser, estar, semblar
-Expressions temporals: quan, al principi, aleshores, llavors, després...
-Recurs expressiu: de veritat?
LÈXIC
-Adjectius per descriure el caràcter
-Noms de les parts del cos
-Verbs per descriure gestos
FONÈTICA
-La vocal o tònica i àtona
CULTURA
- Els tòpics o estereotips dels catalans
Unitat 2: Fets i gent
GRAMÀTICA
-Perfet d’indicatiu i passat perifràstic d’indicatiu
-Participis
-Expressions temporals: avui, ara, fins ara, fa una estona, ahir, abans-d’ahir, fa una setmana...
-Demostratius aquest, aquesta, aquests, aquestes + període de temps
-Adverbis: jo encara no, mai
-Pronoms febles: el, la, els, les, hi, en
-Que + adjectiu / adverbi
-Quin, quina, quins, quines + nom
-Recurs expressiu: n’estàs segur?
LÈXIC
-Lèxic relacionat amb esdeveniments, experiències personals i notícies
-Adjectius per descriure el caràcter
FONÈTICA
- Enllaços fònics
- L’entonació neutra i exclamativa
CULTURA
-Les televisions públiques en llengua catalana
-El programa informatiu InfoK
-Persones destacades en diferents àmbits
Unitat 3: Temps de canvis
GRAMÀTICA
-Imperfet d’indicatiu: fer, dur, ser, tenir, soler, portar...
-Passat perifràstic d’indicatiu, perfet d’indicatiu i imperfet d’indicatiu
-Estructures: soler / acostumar a + infinitiu
-Expressions temporals: abans, en aquell temps, en aquella època, durant una temporada...
-Recurs expressiu: sí, home!
LÈXIC
- Adjectius per descriure característiques físiques i maneres de ser
- Noms de jocs d’infants
FONÈTICA
-La síl·laba tònica de les formes de l’imperfet d’indicatiu
CULTURA
- Canvis socials als Països Catalans
Unitat 4: Com a casa, enlloc
GRAMÀTICA
-Present d’indicatiu: ser, haver-hi
-Pronoms febles: el, la, els, les (darrere infinitiu), en, ho
-Perífrasi d’obligació en condicional: haver de + infinitiu
-Demostratius: això, allò, aquest, aquell
-Expressions locatives: a baix, a dalt, a mà dreta, a mà esquerra, al costat, al fons...
-Recurs expressiu: oi?, no?
LÈXIC
- Noms de les parts d’un habitatge
- Lèxic relacionat amb la decoració de l’habitatge
-Lèxic relacionat amb el sector immobiliari
-Verbs per indicar posar ordre
FONÈTICA
-El so de la lletra l i la combinació ll
CULTURA
- Arquitectes i edificis famosos

2. BIBLIOGRAFIA


ALABADÍ, J. [et al.]. D’ací i d’allà: Oral A2. València: Tabarca Llibres, 2010.
BADIA, D.; PÉREZ, M. Camí de Ronda: 40 primeres classes de català. Vic: L’Àlber, 2015.
BASTONS, N. [et al.].Gramàtica pràctica del català. Barcelona: Teide, 2012.
BERNADÓ, X.; ESCARTÍN, M. ; PUJOL, A. Som-hi! Bàsic 1, 2 i 3. Llengua catalana. Barcelona: Barcanova, 2019.
ESTEBAN, J. Català A2. Barcelona: Teide, 2019.
GUERRERO, I. [et al.]. Nou nivell bàsic (1, 2 i 3): Curs de llengua catalana: Formació de persones adultes.
Barcelona: Castellnou, 2017.
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2016
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017. (També disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans, 2018. (També disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS Gramàtica bàsica i d’ús de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans: 2019.
MAS, M. [et al.]. Veus: Curs de català: Nivell 2. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2011.
MONEGAL, C. 156 activitats per a parlar en català. Vic: L’Àlber, 2003.
ROIG, N.; PADRÓS, M.; CAMPS, S. Passos 1: Nivell bàsic: Curs de català per a no catalanoparlants. Barcelona:
Octaedro, 2017.
RUAIX I VINYET, J. Català fàcil: Curs bàsic per a catalanoparlants. Barcelona: Claret, 2012.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 2. Curs de català. Llibre de l’alumne. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de
Montserrat, 2018.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 2. Curs de català. Llibre d’exercicis. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de
Montserrat, 2018.
CARRERA, J.; PONS, C.; SOLÀ, J. Els sons del català. http://www.ub.edu/sonscatala
Enxaneta.info. http://enxaneta.info/index.htm
CONSORCI PER A LA NORMALITZACIÓ LINGÜÍSTICA. Gramàtica. https://www.cpnl.cat/gramatica/
GENERALITAT DE CATALUNYA. Optimot Consultes lingüístiques.
https://aplicacions.llengua.gencat.cat/llc/AppJava/index.html
GENERALITAT DE CATALUNYA, INSTITUT RAMON LLULL I CONSORCI PER A LA NORMALITZACIÓ
LINGÜÍSTICA. Parla.cat. http://www.parla.cat
GRUP ENCICLOPÈDIA. DIDAC (Diccionari escolar). https://www.diccionari.cat/didac
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Diccionari de l’Institut d’Estudis Catalans. https://dlc.iec.cat/
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017.
https://www.iec.cat/llengua/documents/ortografia_catalana_versio_digita…
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans, 2018. https://geiec.iec.cat/

 

 

Programa

Justificativa:
O curso se justifica não apenas pela possibilidade da comunidade, tanto interna quanto externa à USP, obter um aprofundamento sobre os romancistas Virginia Woolf e Bertolt Brecht, mas também pela discussão a respeito de ideias tão importantes para as humanidades de maneira geral, tal como tragédia, romance e revolução. Além disso, não se pode perder de vista que a ênfase nas inter-relações entre a forma literária dos livros e o processo social da Europa dos anos 1920 e 1930 tem o potencial de oferecer aos interessados um conhecimento, a um só tempo, estético, histórico e político de um momento histórico do maior interesse. Daí, o curso ser dividido de modo a contemplar a análise dos romances As ondas (1931) de Woolf e O romance de três vinténs (1931) de Brecht, bem como a reflexão sobre o modo pelo qual essas três ideias se articularam sócio-historicamente e dentro das obras supracitadas.
 
Programa:
 
1a parte
Tragédia, Romance, Revolução
As ideias como interpretações objetivas dos fenômenos.
 
Aula 1: Segunda feira (03/02)
Tragédia
Poética da tragédia: conhecimento da lei formal da poesia trágica. Poética (335 a.C.-323 a.C.) de Aristóteles.
Transição de uma poética dos gêneros normativa para uma poética dos gêneros especulativa, ou, para uma filosofia da arte. Ensaio sobre o trágico (1961) de P. Szondi.
Filosofia do trágico: a ideia da tragédia em um trágico em si. O nascimento da tragédia (1872) de F. Nietzsche.
Filosofia da história da tragédia: é filosofia, porque pretende conhecer a ideia da tragédia e não a lei formal da poesia trágica, diferenciando-se assim das poéticas normativas, mas essa filosofia se recusa a ver a ideia da tragédia em um trágico em si, em algo que não esteja ligado nem a uma situação histórica, nem necessariamente à forma da tragédia, à arte em geral. Origem do drama trágico alemão (1928) de W. Benjamin.
Tragédia Moderna e tragédia no século XX: a tomada de consciência de que as forças que se apresentaram para protagonizar a superação do capitalismo, na verdade, faziam parte da sustentação do capitalismo. Programa de transição (1938) de L. Trotsky; Tragédia moderna (1966) de R. Williams.
 
Aula 2: Terça feira (04/02)
Romance
2.1. A ascensão do romance: A ascensão do romance (1957) de I. Watt.
2.2. O romanesco: Cursos de estética vol. 2 (1820-21/23; 1835) de G. W. F. Hegel.
2.3. O romance: “O que é um romance?” (2005) de T. Eagleton.
2.4. A teoria do romance: A teoria do romance (1916) de G. Lukács.
2.5. A estilística e o problema do romance como épica: “Épica e romance” e Teoria do romance I: a estilística de M. Bakhtin.
2.6. O romance e a formação da subjetividade burguesa: “O Romance como Epopéia Burguesa” de G. Lukács.
2.7: Romance modernista: “A crise do romance” (1930) de W. Benjamin; “Posição do narrador no romance contemporâneo” (1954) de T. W. Adorno e “Reflexões sobre o romance contemporâneo” de A. Rosenfeld.
 
Aula 3: Quarta feira (05/02)
Revolução
3.1. História da revolução. A longa revolução (1961) e Palavras-chave (1976) de R. Williams.
3.2. A revolução como programa: Manifesto do Partido Comunista (1848) de K. Marx e F. Engels; “Reforma ou revolução?” (1899) de R. Luxemburgo; A revolução permanente (1930) de L. Trotsky.
3.3. Tragédia e revolução: Tragédia moderna (1966) de R. Williams.
3.4. Vanguarda: O estado e a revolução (1917) de V. Lênin; Literatura e revolução (1923) de L. Trotsky; Subdesenvolvimento e revolução (1969) de R. M. Marini.
3.5. Revolução e modernismo: Teoria da vanguarda (1974) de P. Bürger; “Modernidade e Revolução” (1984) de P. Anderson.
 
2a parte
As ondas (1931) de Virginia Woolf e O romance de três vinténs (1934) de Bertolt Brecht
 
Aula 4: Quinta feira (06/02)
As ondas (1931) de Virginia Woolf
4.1. Make it new.
4.2. Memória e intelecto, revelação e razão.
 
Aula 5: Segunda feira (10/02)
As ondas (1931) de Virginia Woolf (continuação)
5.1. Acumulação existencial: o ruir da tensão entre a vida e a morte.
5.2. O longo adeus do capitalismo liberal.
 
Aula 6: Terça feira (11/02)
O romance de três vinténs (1934) de Bertolt Brecht
6.1. A hora da agitprop no romance.
6.2. Artimanhas da acumulação do capital.
 
Aula 7: Quarta feira (12/02)
O romance de três vinténs (1934) de Bertolt Brecht (continuação)
7.1. Os deuses não entrarão em Valhalla: sobre putas e trambiqueiros.
7.2. A ordem reina em Berlim.
 
3a parte
Revolução e Contrarrevolução
 
Aula 8: Quinta feira (13/02)
Revolução e Contrarrevolução na história e na literatura
8.1. Irracionalismo e decadência ideológica: “Marx e o problema da decadência ideológica” (1938) de G. Lukács e “Contra Georg Lukács” de B. Brecht.
8.2. Reação no front cultural: transposição e disseminação de velhos conteúdos por novas formas. “Teatro na luta de classes” (2009) de Iná Camargo Costa.  
8.3. A ideia de contrarrevolução: Revolução e contrarrevolução segundo Marx, Trotsky e Marini.
8.4. Imperialismo e modernismo: A acumulação do capital (1913) de R. Luxemburgo; Imperialismo, fase superior do capitalismo (1917); Dialética da dependência (1973) de R. M. Marini; “The metropolitan perception and the emergence of modernism” (1985) de R. Williams; “Modernism and imperialism” (1990) de F. Jameson.
 
Bibliografia secundária:
 
Adorno, Theodor. “Sobre a ingenuidade épica” e “Posição do narrador no romance contemporâneo”. In: Notas de literatura I. Trad. Jorge de Almeida. São Paulo: Editora 34 e Livraria duas cidades, 2003, p. 47-63.
_____. In search of Wagner. Trans. Rodney Livingstone. London and New York: Verso, 2009.
Anderson, Perry. “Modernity and revolution”. In: Zone of engagement. London and New York: Verso, 1992, p. 25-55.
_____. English questions. London and New York: Verso, 1992.
Aristóteles. Retórica. Trad. Manuel Alexandre Júnior, Paulo Farmhouse Alberto e Abel do Nascimento Pena. São Paulo: Martins Fontes, 2012.
Bakhtin, Mikhail. “Epic and novel: toward a methodology for the study of the novel”. In: The dialogic imaginaton: four essays by M. M. Bakhtin. Trans. Caryl and Michael Holquist. Austin: University of Texas press, 1981.
_____. Teoria do romance I: a estilística. Trad. Paulo Bezerra. São Paulo: Editora 34, 2015.
Benjamin, Walter. Origem do drama barroco alemão. Trad. João Barrento. São Paulo e Belo Horizonte: Autêntica, 2011.
_____. “A crise do romance. Sobre Alexanderplatz, de Döblin”. In: Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. Trad. Sergio Paulo Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 2011, p. 54-60.
Booth, Wayne C. The rhetoric of fiction. Chicago and London: The University of Chicago Press, 1983.
_____. A rhetoric of irony. Chicago and London: The University of Chicago Press, 1974.
Bürger, Peter. Teoria da vanguarda. Trad. José Pedro Antunes. São Paulo: Cosac Naify, 2008.
Burnett, Henry. Para ler o nascimento da tragédia de Nietzsche. São Paulo: Edições Loyola, 2012,
Candido, Antonio. “A timidez do romance”. In: Vários escritos. Rio de Janeiro: Ouro sobre azul, 2004, p. 61-80.
_____. “Aparecimento da ficção”. In: Formação da literatura brasileira: momentos decisivos 1750-1880. Rio de Janeiro: Ouro sobre azul, 2013, p. 427-461.
_____. “A personagem do romance”. In: A personagem de ficção. São Paulo: Perspectiva, 2017, p. 51-80.
Eagleton, Terry. Doce violência: a ideia do trágico. Trad. Alzira Allegro. São Paulo: Editora Unesp, 2003.
_____. “What is a novel?” In: The English novel. Oxford: Blackwell, 2005, p. 1-21.
_____. “Walter Benjamin”. In: Walter Benjamin or towards a revolutionary criticism. London and New York: Verso, 2009, p. 3-78.
Hitler, Adolf. Minha luta. Trad. Editora Geek. São Paulo: Editora Geek, 2018.
Hobsbawm, Eric. Era dos extremos: o breve século XX – 1914-1991. Trad. Marcos Santarrita, 2005.
Lenin, Vladímir I. O estado e a revolução. Trad. Edições avante! e Paula Almeida. São Paulo: Boitempo, 2017.
Loureiro, Isabel. A revolução alemã (1918-1923). São Paulo: Editora Unesp, 2005.
Lukács, Georg. A teoria do romance. Trad. José Marco Mariani de Macedo. São Paulo: Livraria duas cidades e editora 34, 2007.
_____. “O romance como epopeia burguesa”. In: Arte e sociedade: escritos estéticos 1932-1967. Carlos Nelson Coutinho e José Paulo Netto (org.). Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2009.
Luxemburgo, Rosa. Reforma social ou revolução?. São Paulo: Expressão popular, 2019.
_____. Textos escolhidos II (1914-1919). Trad. Isabel Loureiro. São Paulo: Editora Unesp, 2017.
Marx, Karl. Manifesto comunista. Trad. Álvaro Pina. São Paulo: Boitempo, 2019.
_____. Revolution and conter-revolution or, Germany in 1848. Dumfries and Galloway: Anodos books, 2019.
_____. Lutas de classes na Alemanhã. Trad. Nélio Schneider. São Paulo: Boitempo, 2016.
Machado, Roberto (org.). Nietzsche e a polêmica sobre o nascimento da tragédia. Trad. Pedro Süssekind. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.
Mandel, Ernest. O capitalismo tardio. Trad. Carlos Eduardo Silveira Matos, Regis de Castro Andrade e Dinah de Abreu Azevedo. São Paulo: Abril cultural, 1982.
Nietzsche, Friedrich. O nascimento da tragédia. Trad. J. Guinsburg. São Paulo: Companhia das letras, 2017.
_____. O caso Wagner e Nietzsche contra Wagner. Trad. Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das letras, 2016.
_____. Crepúsculo dos ídolos. Trad. Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das letras, 2019.
Schmitt, Carl. A crise da democracia parlamentar. Trad. Inês Lohbauer. São Paulo: Página aberta, 1996.
Sohn-Rethel, Alfred. The economy and class structure of German fascism. London: Free association books, 1987.
Szondi, Peter. Ensaio sobre o trágico. Trad. Pedro Süssekind. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004.
Trotsky, A luta contra o fascismo: revolução e contrarrevolução na Alemanha. Trad. Mario Pedrosa e Rafael Padial. São Paulo: Sundermann, 2019.
_____. Literatura e revolução. Trad. Luiz Alberto Moniz Bandeira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007.
_____. A revolução permanente. Trad. São Paulo: Expressão popular, 2007.
Wagner, Richard. A arte e a revolução. Trad. José M. Justo. Lisboa: Antígona, 2000.
_____. O ouro do reno. São Paulo: Theatro Municipal, 2013.
Watt, Ian. “O realismo e a forma do romance”. In: A ascensão do romance: estudos sobre Defoe, Richardson e Fielding. Trad. Hildegard Feist. São Paulo: Companhia das letras, 2010.
Williams, Raymond. Tragédia moderna. Trad. Betina Bischof. São Paulo: Cosac Naify, 2002.
_____. The long revolution. London: Penguin, 1984.
_____. “Notes on English prose 1780-1950”. In: Writing in society. London and New York: Verso, 1991.

 

Programa

I parte (3 horas)
Conceitos da linguística de contato. Diversidade linguística da América do Sul
II parte (3 horas)
As línguas românicas em contato na América do Sul.
III parte (3 horas)
Línguas indígenas em contato na América do Sul
IV parte (3 horas)
Línguas mistas e crioulas da América do Sul.

Língua do curso: Português

Descrição das partes
A primeira parte. Introdução na teoria da linguística de contato e na diversidade linguística da América do Sul
Fatores gerais de câmbio e evolução das línguas. Situações de contato e de aquisição das línguas. Bilinguismo e multilinguismo. Diglossia. Tipos de adoção de material linguístico. Mecanismos de alternância do código e empréstimos. Empréstimos linguísticos (no nível fonológico, morfossintático, semântico e pragmático).
Línguas de contatos e seus tipos: pidgins, línguas crioulas, línguas mistas. Áreas linguísticas.
Línguas da América do Sul. As línguas européias, asiáticas, africanas e indígenas da América do Sul. As línguas crioulas e mistas da América do Sul. As principais áreas linguísticas de contato da América do Sul.

A segunda parte.
As línguas românicas em contato na América do Sul. Casos de estudo. Línguas italo-românicas em contato. O vêneto brasileiro. A situação sociolinguística e as principais características formadas nas situações de contato.
Línguas ibero-românicas em contato. As variedades do português brasileiro e do espanhol na América do Sul. A situação sociolinguística e as principais características formadas nas situações de contato.

A terceira parte.
Línguas indígenas em contato na América do Sul. Casos de estudo.
As línguas quechuas em contato. A situação sociolinguística e as principais características formadas nas situações de contato com outras línguas indígenas e espanhol.
As línguas tupis em contato. O nheengatú e o guaraní do Paraguai. A situação sociolinguística e as principais características formadas nas situações de contato com outras línguas indígenas e com as línguas européias.

A quarta parte.
Línguas mistas e crioulas da América do Sul. Casos de estudo. Palenquero. A situação sociolinguística e as principais características. Media língua. A situação sociolinguística e as principais características.

1. Adelaar, Willem F. H., and Pieter Muysken. The Languages of the Andes. New York: Cambridge University Press, 2004.
2. Aikhenvald A. Y. .Languages of the Amazon. Oxford: Oxford University Press. 2012.
3. Bakker P., Matras Y. Contact languages: A comprehensive guide. Language contact and bilingualism. De Gruyter Mouton. 2013.
4. Cerrón-Palomino R. M..Quechumara: Estructuras paralelas del quechua y del aimara. La Paz: Plural. 2008
5. da Cruz A. Fonologia e Gramática do Nheengatú: A língua geral falada pelos povos Baré, Warekena e Baniwa. PhD dissertation, Vrije Universiteit Amsterdam. 2011
6. Dixon R. M. W., Aikhenvald A.Y. (eds.) The Amazonian Languages. Cambridge Language Surveys. Cambridge, U.K., and New York: Cambridge University Press, 1999.
7. Heine B. & Kuteva T. Language contact and grammatical change. Cambridge university press. 2005.
8. Kabatek J., Wall A. (eds.). Manual de Brazilian Portuguese Linguistics. Berlin/Boston: Walter de Gruyter. 2023.
9. Klee A. C. & Lynch A. El español en contacto con otras lenguas. Georgetown University press. Washington D.C. 2009.
10. Lipski, J. M. Palenquero and Spanish in contact: Exploring the interface. John Benjamins Publishing Company. 2020.
11. Luzzatto D. L. Talian (Vêneto Brasileiro): Noções de Gramática, História e Cultura. Porto Alegre: Sagra: DC Luzzatto. 1994.
12. Manuel Díaz-Campos. The handbook of Hispanic Sociolinguistics. Wiley-Blackwell. 2011.
13. Matras Y. Language Contact. Second edition. Cambridge: Cambridge University Press. 2020.
14. Moreno-Fernández F., Caravedo R. Dialectología hispánica/The Routledge Handbook of Spanish Dialectology. New York/London: Routledge 2023
15. Muysken P. Media Lengua. In S. G. Thomason (Ed.) Contact languages: A wider perspective (pp. 365-426). Amsterdam: John Benjamins. 1997.
16. Palacios A. (coord.) El español en América. Contactos lingüísticos en Hispanoamérica. Ariel Letras. Primera edicion. 2008. p. 319
17. Rendón J. A G. Typological and social constraints on language contact. Amerindian languages in contact with Spanish. Utrecht: LOT Dissertation Series. 2008.
18. Winford D. An introduction to contact linguistics. Blackwell publishing. 2003.