Programa

Aula 1: A substância e seu ponto de vista.
Descrição: Introdução dos conceitos básicos da filosofia de Leibniz. Exploraremos a noção de substância e de alma a partir da ideia da “noção completa” e de seu “fundamento na realidade das coisa", no Discurso de Metafísica. Também buscaremos elucidar a relação expressiva entre substâncias através da metáfora dos pontos de vista sobre a cidade e, a partir disso, explorar a ideia de percepção e da gradação entre percepções claras e obscuras.

Bibliografia: Discurso de Metafísica, artigos 8 a 14


Aula 2: A substancialidade dos corpos e a força.
Descrição: Investigaremos o problema da substancialidade dos corpos e as sucessivas tentativas de Leibniz em fornecer uma fundamentação metafísica da física através das noções de forma substancial e enteléquia. Buscaremos introduzir a crítica leibniziana à ao mecanicismo cartesiano a partir da leitura do Discurso de Metafísica, em especial à necessidade de considerar que os corpos devem consistir em algo mais do que a pura
extensão, e que deve haver neles uma força. Num segundo momento, abordaremos a partir do Sistema Novo a adoção do termo “enteléquia” e as implicações metafísicas dessa escolha.

Bibliografia: Discurso de Metafísica, artigos 18 a 21; Sistema Novo da Natureza e da Comunicação das Substâncias.


Aula 3: “Os aguilhões do desejo”, as pequenas percepções e as apetições.
Descrição: Introduziremos a famosa distinção entre percepção, apercepção e as “pequenas percepções”. Trataremos da profunda aliança entre percepção e apetição (também nomeada “tendência", “impulso" ou “desejo”) na teoria do conhecimento de Leibniz. Exploraremos a analogia leibniziana entre a força enquanto motor dos corpos e inquietude das pequenas percepções-apetições como “aguilhões do desejo” que movem a alma.

Bibliografia: Novos Ensaios, II, XX, “Dos modos do prazer e da dor”; Novos Ensaios, II, XXII, “Da potência e da liberdade”, parágrafo 36.


Aula 4: A mônada e o problema do corpo nos anos finais de Leibniz.
Voltando-nos para os anos finais de Leibniz e para o que se conhece como sua “última metafísica", buscaremos explorar seus avanços com relação ao Discurso de Metafísica (1686). Em especial, trataremos de como as suas descobertas enquanto físico influenciaram uma reforma da metafísica. Abordaremos a definição da mônada como “ser capaz de ação”, para então explicar como a dinamização da noção de substância lança nova luz sobre o
problema do corpo em Leibniz.

Bibliografia: Monadologia (1714), artigos 1 a 14; Princípio da Natureza e da Graça (1714), artigos 1 a 4.

Programa

1. Relações entre História e Literatura: o romance como documento e o fato histórico estilizado
 
2. Rodolfo Teófilo e A fome
 
3. Rachel de Queiroz e O Quinze
 
4. Graciliano Ramos e Vidas Secas
 
Bibliografia:
 
AZEVEDO, S. (org). O PÃO da Padaria Espiritual. Fortaleza: Academia Cearense de Letras; Edições UFC, 1982.
____________. Aspectos da literatura cearense. Fortaleza, Edições Universidade Federal do Ceará, Academia Cearense de Letras, 1982.
____________. Dez ensaios de literatura cearense. Fortaleza: Edições UFC, 1985.
____________. Literatura cearense. Fortaleza: Academia Cearense de Letras, 1976.
____________. O centro literário. (1894 – 1904). Fortaleza: Imprensa Universitária, 1973.
BARREIRA, Dolor. História da literatura cearense. Fortaleza: Instituto do Ceará,1948.
BOSI, A. Céu, inferno. Ensaios de crítica literária e ideológica. São Paulo: Duas cidades/ Ed. 34, 2003.
____________. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
____________. História concisa da literatura brasileira. 33a. ed. São Paulo, Editora Cultrix, 1994.
____________. Literatura e resistência. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
BUENO, L. Uma história do romance de 30. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo; Campinas: Editora da Unicamp, 2006.
CANDIDO, A. (sel). Sílvio Romero : teoria, crítica e história literária. São Paulo, Universidade de São Paulo, 1978.
____________. et al. A personagem de ficção.São Paulo: Perspectiva, 1974.
____________. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 6. ed. Belo Horizonte, Ed. Itatiaia, 1981. v. I e II.
____________. Literatura e sociedade. São Paulo: Editora Nacional, 1976.
CANDIDO, Antônio; CASTELLO, José Aderaldo. Presença da literatura brasileira. História e antologia. Das origens ao realismo. São Paulo: Difel, 1985.
COLARES, Otacílio. Lembrados e esquecidos. Ensaios sobre Literatura Cearense. Fortaleza: Imprensa Universitária do Ceará - UFC, 1975.
COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria. Literatura e senso comum. Trad. Cleonice Paes Barreto Mourão e Consuelo Fortes Santiago. 3ª reimpr. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2006.
LAFETÁ, João Luiz. 1930: a crítica e o modernismo. 2ª ed. São Paulo: Duas Cidades; Ed. 34, 2000.
LANDIM, T. Seca: a estação do inferno: uma análise dos romances que tematizam a seca na perspectiva do narrador. Fortaleza: Casa de José de Alencar, 1992.
LIRA NETO. O poder e a peste. A vida de Rodolfo Teófilo. Fortaleza: Edições Fundação Demócrito Rocha, 1999.
MERQUIOR, José Guilherme. De Anchieta a Euclides: breve história da literatura brasileira. Rio de Janeiro: José Olímpio, 1977.
PEREIRA, Lúcia Miguel. História da literatura brasileira: prosa de ficção de 1870 a 1920. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1988. (Col. Reconquista do Brasil. 2a série, v. 131)
QUEIROZ, Rachel de. O Quinze. 43ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1990.
RAMOS, Graciliano. Vidas secas. 102ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2007.
SCOVILLE, A. L. M. L. de. Literatura das secas: ficção e história. 2011. 240f. Tese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes, Programa de Pós- Graduação em Letras. Defesa: Curitiba, 2011.
SEVCENKO, N. Literatura como missão: Tensões sociais e criação cultural na primeira república. São Paulo: Brasiliense, 1983.
SODRÉ, Nelson Werneck. O naturalismo no Brasil. Rio de Janeiro: Companhia Editora Nacional, 1965.
TEÓFILO, Rodolfo. A fome. Violação. Rio de Janeiro: J. Olympio; Fortaleza: Academia Cearense de Letras, 1979.
______________. A seca de 1915. Fortaleza: Edições UFC, 1980.
______________. História da seca do Ceará - 1877 a 1880. Fortaleza: Typ. do Libertador, 1883.
VERÍSSIMO, José. História da literatura brasileira: de Bento Teixeira (1601) a Machado de Assis (1908). São Paulo: Letras & Letras, 1998.
ZOLA, É. O romance experimental e o naturalismo no teatro. Trad. Célia Berrettini e Ítalo Caroni. São Paulo: Perspectiva, 1982.

 

Programa

As aulas serão amparadas em leituras recomendadas e complementares (para os que desejam aprofundar em determinado assunto ou tempo histórico), além de uma base dos fatos históricos de cada período tratado. Tudo isso servirá como fundamento e pano de fundo para a discussão em aula e exposições orais mais detalhadas do professor para posteriormente debater entre todos.

1) A 1ª República: a formação da música popular urbana e das camadas médias
Discussão sobre o conto: O homem célebre ¬– Machado de Assis (no portal)
• Os pianeiros
• Os espaços de sociabilidade
• Os circos e pavilhões
• O maxixe
• A “segunda geração” de gêneros abrasileirados: choros e maxixes. Nazareth e o refinamento das texturas. O fechamento de um ciclo: a música que volta das ruas para o piano. A questão “tango brasileiro versus maxixe”. Anacleto de Medeiros, Mário Álvares, Irineu de Almeida.
• As tias baianas no Rio de Janeiro e o projeto de modernização do RJ


2) O projeto nacional de Mário de Andrade e a década de 30
• Do projeto estético ao ideológico
• O rádio e a profissionalização dos músicos e compositores
• Villa-Lobos, Catulo da Paixão Cearense, o samba do Estácio de Sá, Noel Rosa x Wilson Batista
• O carnaval das escolas de Samba


3) 2º processo de modernização do Brasil - Bossa nova
• O samba-canção e Dorival Caymmi.
• A 2ª internacionalização da música brasileira
• A negação do samba
• O advento de Copacabana e da classe média emergente e o aumento favelização


4) 3º momento de modernização do Brasil – A ditadura militar
• Os festivais e a MPB;
O nacional-popular, a canção de protesto, a busca ao povo;
• A nova fase da indústria cultural: o advento da televisão.
• Arranjadores e produtores artísticos

BIBLIOGRAFIA

CANDIDO, Antonio. Artista e Sociedade. In: Revista Literatura e Sociedade.

CANDIDO, Antonio. A Revolução de 30 e a cultura. In: A educação pela noite & outros ensaios. São Paulo: Ática, 1989.

GARCIA, W. Bim bom: a contradição sem conflitos de João Gilberto. SP: Paz e Terra, 1999.

HOLANDA, Heloísa Buarque de. Cultura e Participação nos anos 60. São Paulo: Brasiliense, 1984.

IPHAN. Dossiê das Matrizes do Samba do Rio de Janeiro/RJ: partido alto, samba de terreiro e samba enredo. Rio de Janeiro: IPHAN, 2006.

MAMMÌ, Lorenzo. Dorival Caymmi. In: A fugitiva. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.

MAMMÌ, Lorenzo. João Gilberto e o projeto utópico da bossa nova. In: A fugitiva. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.

SANDRONI, Carlos. Feitiço decente: As transformações do samba no Rio de Janeiro (1917-1933). São Paulo: Zahar, 2001.

SANDRONI, Carlos. Adeus à MPB. Em Decantando a República, B. Cavalcante, H. Starling e J. Eisenberg (orgs.), Rio de Janeiro: Nova Fronteira; São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2004, p.23-35.

SCHWARZ, Roberto. Entrevista à Folha de S.Paulo, Ilustríssima. In: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2018/07/roberto-schwarz-refl…

SCHWARZ, Roberto. Notas sobre vanguarda e conformismo. In: Teoria e Prática. n.2, 1967.

SQUEFF, E. & WISNIK, J.M. O nacional e o popular na cultura brasileira: Música. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.

DIAS, Marcia Tosta. Os donos da voz: indústria fonográfica brasileira e mundialização da cultura. São Paulo: Boitempo, 2008.

ZAN, José Roberto. Jovem Guarda: música popular e de consumo no Brasil dos anos 60.

Programa

1ª AULA - Introdução

• Conceitos

• Berço das civilizações

• Povos da região entre as nações

•O Oriente Médio no contexto geopolítico

• O Século XIX

• O Antissemitismo europeu, origens do sionismo e as primeiras imigrações. Confronto de impérios

• Ascensão da Alemanha e Japão e declínio da Rússia

• Ben Gurion, Chaim Weizmann

• A Primeira Guerra Mundial, A Declaração Balfour e as promessas aos árabes

• Tratado Sykes-Picot.


2ª AULA - O confronto de nacionalismos

• Consolidação da nova comunidade judaica e do Mandato Britânico, primeiras revoltas árabes na Palestina. A Segunda Guerra Mundial, o Holocausto e seu impacto sobre o Oriente Médio. A intensificação da violência - 1948 a 1967

• A Guerra Fria

• A Criação do Estado de Israel, surgimento dos refugiados palestinos, Guerra de Independência e Nakba

• Imigração judaica dos países árabes.


3ª AULA – A década de 1950 – Guerra Fria no Oriente Médio – Descolonização - Da Guerra dos Seis Dias (1967) à Guerra do Yom Kippur (1973)

• Setembro Negro e o Exílio Palestino

• Choque do petróleo e um novo Oriente Médio. A guerra civil libanesa – 1977, a direita no poder em Israel, o Egito de Sadat, a invasão do Líbano

• A derrubada do Xá no Irã e a nova sociedade israelense.


4a AULA - A Guerra Irã-Iraque, segundo choque do petróleo

• Alternativas energéticas
• Surgimento do Hizballh - A Primeira Intifada

• Fim da Guerra Fria, imigração soviética e a ilusão da paz.

5ª AULA - As Guerras do Golfo e suas consequências, os acordos de Oslo, as negociações de Camp David, Segunda Intifada e a guerra assimétrica.


6ª AULA - O Estado Islâmico

• O Arco Xiita, terrorismo islâmico suicida e a ameaça iraniana

• O Hamas e a estagnação das negociações entre Israel e os palestinos. Acordos de Abraão e cenários para o futuro. A minoria árabe em Israel.

Bibliografia:
FELDBERG, Samuel, Estados Unidos e Israel: Uma aliança em questão, São Paulo, Editora
Hucitec, 2008
GILBERT, Martin, História de Israel, São Paulo, Edições 70, 2010
SAYIGH, Yezid, Armed Struggle and the Search for State, Oxford, Clarendon Press, 1997
SHAPIRA, Anita, Israel, uma história, Rio de Janeiro: Editora Record, 2017

Programa

Día 1. Semiótica y Estudios Culturales: consideraciones epistemológicas
Los Estudios Culturales surgen como alternativa “iconoclasta” a los trabajos centrados en la cultura hegemónica e institucionalizada. Así, la noción misma de “cultura” es reformulada, extendiéndose, más allá de los objetos investidos de una cierta axiología, a las prácticas sociales que determinan nuestro modo de interacción y de aprehensión del sentido. En esta primera sesión pondré en evidencia la cercanía entre tal concepción de la cultura y aquella desarrollada por la semiótica en su vertiente praxeológica, tras el giro que permitió la extensión paulatina del plano de inmanencia. Asimismo, insistiré en el hecho de que ambos campos de estudio tienen el común el cuestionamiento de las fronteras disciplinarias.
Una vez reconocidas estas convergencias, me centraré en las divergencias tanto epistemológicas como metodológicas entre ambas disciplinas, en lo relativo a: la concepción de la inter- o la trans-disciplinariedad, la integración de conceptos “importados” de otros campos del conocimiento, la aprehensión de los objetos de estudio, y la construcción del ethos del investigador.

Día 2. Memory Studies y semiótica de la memoria
En el marco de los Estudios Culturales, en esta sesión presentaré los principales ejes de lo que se ha llamado Memory Studies, así como las dificultades epistemológicas y metodológicas a las que este subcampo de estudios se ha visto confrontado desde sus orígenes. Por contraste, abordaré la especificidad de la semiótica frente al tema la memoria histórica, sugiriendo algunas soluciones posibles para las mencionadas dificultades, así como pistas de análisis para el desarrollo de una “semiótica de la memoria” en continuidad con las reflexiones de Paul Ricoeur. En particular, me centraré en el célebre concepto de “irrepresentable”, interrogando sus implicaciones en términos de relación con el lenguaje.

Día 3. Estrategias semióticas de la memoria
Una vez planteado el horizonte epistemológico de la reflexión semiótica sobre la memoria, presentaré algunas estrategias discursivas desarrolladas por distintos escritores y artistas confrontados a la experiencia extrema, para hacer frente a aquello que se considera como “irrepresentable”. La transversalidad de estas estrategias (Europa, América Latina), que el enfoque semiótico permite aprehender, me conducirá a cuestionar la segmentación (e incluso la sobre-segmentación) de las áreas derivadas de los Estudios Culturales (denominadas Area Studies), sobre la base de criterios extra-discursivos.

Día 4. Postmemory Studies y semiótica de la posmemoria
La cuarta y última sesión de este curso estará dedicada al Area Study centrada en la posmemoria, es decir, la transmisión generacional de la memoria. En continuidad con la semiótica de la memoria postulada en las sesiones anteriores, sugeriré algunas pistas para el desarrollo de una semiótica de la posmemoria, identificando las estrategias discursivas características de la “segunda generación” de sobrevivientes. Una vez más, este modo de proceder me permitirá reconocer las divergencias metodológicas y epistemológicas entre la semiótica y los Studies. En particular, haré hincapié en los problemas que plantea la proliferación de puntos de vista (psicológico, sociológico, histórico, epigenético) sobre un mismo fenómeno, reunidos en un campo (los Postmemory Studies) caracterizado por su heterogeneidad. En ese marco, insistiré en los rasgos metodológicos y epistemológicos que le permiten a la semiótica, confrontada a la posmemoria, mantener su coherencia conceptual.

BIBLIOGRAFIA

BAETENS, J. (2011) « Mon grand tour en sémiotique. La sémiotique vue depuis les cultural studies », in Signata, « La sémiotique, entre autres », n° 2.
CERVULLE, M. et QUEMENER, N. (2018), Cultural Studies. Théories et méthodes, Paris : Armand Colin, « Cursus ».
CHALARD-FILLAUDEAU, A. (2015). Les études culturelles. Saint-Denis : PUV, « Libre cours ».
CONFINO, A. (1997), « Collective Memory and Cultural History : Problems of Method », American Historical Review, n° 105, p. 1386-1403.
DARRAS, B. (2007). Études culturelles et Cultural Studies. Paris : L’Harmattan.
ESTAY STANGE, V.« Survivre à la survie. Remarques sur la post-mémoire », Esprit, 2017/10, n° 438, « Hantés par la mémoire », p. 62-72.
ESTAY STANGE, V. “Gesto teórico, gesto político. A semiótica diante dos Cultural Studies”, in V. Estay Stange Estudos Semioticos, “A semiótica e a cultura”, vol. 17, n° 2, Univ. de São Paulo, 2021. DOI: https://doi.org/10.11606/issn.1980-4016.esse.2021.188607
ESTAY STANGE, V. « Art, littérature et post-mémoire : enjeux sémiotiques », in Stefania Caliandro et Angela Mengoni (éds.), Actes Sémiotiques [en ligne], n° 127 : « Sémiotique de l’art. L’épaisseur à l’œuvre », 2022. Disponible sur : https://www.unilim.fr/actes-semiotiques/7717.
FONTANILLE, J. (2018) « Sémiotique et Cultural Studies », in A. Biglari (éd.), La sémiotique en interface, Paris, Kimé.
GENSBURGER, S. (2011), « Réflexion sur l’institutionnalisation récente des memory studies », Revue de Synthèse, Springer Verlag/Lavoisier, 2011, 132-VI (3), p. 1-23.
GREIMAS, A. J. et COURTÉS, J. (1979). Sémiotique. Dictionnaire raisonné de la théorie du langage. Paris : Hachette.
HALBWACHS, M. (1925), Les Cadres sociaux de la mémoire [1925], rééd., Albin Michel, 1994.
HALL, S. (2008). « Les cultural studies et leurs fondements théoriques ». In : S. Hall, Identités et cultures. Politiques des cultural studies. Paris : Amsterdam, 2017.
LAVABRE, M.-Cl. (1994), « Usages du passé, usages de la mémoire », Revue française de science politique (3).
MARRONE, G. (2017), Sémiotique et critique de la culture. Espace, nourriture, nature, objets, Limoges, PULIM, « Semiotica viva ».
Ricœur, P. (2000), La mémoire, l’histoire, l’oubli, Paris, Seuil.

Programa

Programa
08/03 (10h): Apresentação do curso (Prof. Rafael Villa)
Aula 1: formação histórica da identidade latino-americana (Prof. Vanessa Matijascic)


15/03 (10h): Aula 2: Dilemas da América do Sul – Bolívia: direitos sociais e indígenas (Prof. Clayton Cunha Filho)


22/03 (10h): Aula 3: Dilemas da América do Sul – Venezuela: entre democracia e autoritarismo (Prof. Marsílea Gombata e Prof.
Rafael Villa)


29/03 (10h): Aula 4: Dilemas internacionais na América do Sul – Paraguai e a tríplice fronteira (Prof. Isabelle Castro)


05/04 (10h): Aula 5: Dilemas internacionais na América do Sul – Argentina e o Tratado Antártico (Prof. Ignacio Cardone)


12/04 (10h): Aula 6: Dilemas na América do Sul – Peru e Chile: estabilidade democrática? (Prof. Marsílea Gombata)


Referências
AGGIO, A. Democracia e socialismo: a experiência chilena. São Paulo: Editora UNESP, 1993.
AGGIO, A. “Uma insólita visita: Fidel Castro no Chile de Allende”. História. São Paulo: Ed. UNESP, v. 22, n.2, 2003.
AYERBE, L. F. Novas lideranças e alternativas de governo na América do Sul. São Paulo: Editora UNESP, 2008.
BETHELL, L. (Org.). História da América Latina: da independência até 1870, volume III. São Paulo: Edusp/Imprensa Oficial
do Estado; Brasília, DF: Fundação Alexandre de Gusmão, 2001.
CAPELATO, M. H. Multidões em cena. Campinas: Papirus, 1998.
CARDONE, I. J. The continental, the hemispheric and the global Antarctica: Southern perspectives of climate change and the
governance of Antarctica. The Polar Journal, v.12, p.62-87, 2022.
CARMO, C.A.; WINAND, E.C.A.; BARNABÉ, I.R.; PINHEIRO, L.M. (orgs). Relações internacionais: olhares cruzados.
Brasília: FUNAG, 2013.
CASTRO, I.C.S. Fronteiras discursivas: a securitização do terrorismo na divisa entre Brasil, Argentina e Paraguai. In: Lisboa,
M. T.; Silva, M. A.; Saavedra, O.M.. (Org.). Fronteiras e Relações Internacionais: perspectivas a partir do Cone Sul.
1ed.Curitiba: Appris, p.53-80, 2020.
CASTRO, I.C.S. Os impactos da flexibilização do acesso a armas no tráfico transfronteiriço entre Brasil e Paraguai. Revista
Brasileira de Estudos de Defesa, v. 1, n. 1 (2014). Niterói: Associação Brasileira de Estudos de Defesa, 2014. ISSN 2358-3932
FARRET, R. L.; PINTO, S. R. "América Latina: da construção do nome à consolidação da ideia". Topoi, v. 12, n. 23, p. 30-42,
jul-dez. 2011.
GOMBATA, M.; CAMERON, M.A. Endogenous hybridity: regime change in Venezuela (1998-2020). Canadian Journal of
Latin American and Caribbean Studies, v. 47, p. 1-20, 2021.
MARTÍ, J. Nossa América (Antologia). São Paulo: Hucitec, 1983.
PRADO, M. L.C. A formação das nações latino-americanas. São Paulo: Editora Atual, 1987.
PRADO, M. L.C. América Latina no século XIX – Tramas, Telas e Textos. SP: Edusp; Bauru-SP: Edusc, 1999.
PRADO, M. L.C. Repensando a história comparada da América Latina. In: Revista de História, São Paulo, FFLCH/USP, n. 153,
2° semestre de 2005.
PRADO, M. L.C.; PELLEGRINO, G. História da América Latina. São Paulo: Contexto, 2014.
ROJAS, C. A. A. América Latina: história e presente. Campinas: Papirus, 2004.
SAINT-PIERRE, H. L. A política armada: fundamentos da guerra revolucionária. São Paulo: Editora UNESP, 2000.
SARMIENTO, D. F. Facundo: civilização e barbárie. Petrópolis, RJ: Vozes, 1996.
URQUIDI, V.; TEIXEIRA, V.; LANA, E. Questão Indígena na América Latina: Direito Internacional, Novo Constitucionalismo
e Organização dos Movimentos Indígenas. Cadernos PROLAM/USP, v. 1/ano7, p. 199-222, 2008.
VILLA, R. D.; BRAGA, C.; FERREIRA, M. A. S.V. Violent Nonstate Actors and the Emergence of Hybrid Governance in
South America. Latin American Research Review, v. 56, p. 36-49, 2021.

 

Programa

Aula 1. (05/02/2026) - “Mulheres Públicas”: Redes de Sociabilidade Intelectual Femininas - As trajetórias de Clorinda Matto de Turner, Soledad Acosta de Samper e Aurora Cáceres
Texto da aula: Perrot, Michelle. Mulheres públicas. tradução Roberto Leal Ferreira.-. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1998.

Aula 2. (12/02/2026) - Educação, imprensa e mercado de livros: as trajetórias de Ignez Sabino (1853-1911) e María Eugenia Martínez (s/d).
Texto da aula: SILVA, Laila Thaís Correa e. Introdução (pp. 12-38). In: Dos projetos literários dos “homens de letras” à literatura combativa das mulheres de letras: imprensa, literatura e gênero no Brasil de fins do século XIX. Tese de Doutorado em História Social. Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Campinas, SP, 2021.

Bibliografia complementar:

ARAÚJO, Maria da Conceição Pinheiro. Tramas femininas na imprensa do século XIX: tessituras de Ignez Sabino e Délia. Orientadora: Maria Luiza Ritzel Remédios. 2008. 284 f. Tese (Doutorado) - Curso de Pós-Graduação em Letras, da Faculdade de Letras, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2008.
CHARTIER, Roger. "Diferenças entre os sexos e dominação simbólica" (nota crítica). Cadernos Pagu, Campinas, SP, n. 4, p. 37-47, 1995. p. 40.
CORNEJO, Marina Alvarado. Discursos femeninos/feministas y posicionamiento de revistas. Taller de Letras, n. 48, p. 29-44, 2011.
________________. Escritoras anónimas en las columnas de revistas chilenas de fines del XIX e inicios de siglo XX: un problema de género y autoral. Contextos, n. 33, p. 13-28, 2015.
FRANCO, Stella Maris Scatena. Peregrinas de outrora: viajantes latino-americanas no século XIX. Santa Cruz do Sul: Edunisc; Florianópolis: Editora Mulheres: 2008.
GOMES, Ângela de Castro (Org.) Escrita de si, escrita da história. Rio de Janeiro: FGV, 2004.
SILVA, Laila Thaís Correa e. Dos projetos literários dos “homens de letras” à literatura combativa das mulheres de letras: imprensa, literatura e gênero no Brasil de fins do século XIX. Tese de Doutorado em História Social. Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Campinas, SP, 2021.
________________. Ignez Sabino: interpretações sobre o brasil e uma historiografia feminista no século XIX. Temáticas, Campinas, 30, (59): 22-56, fev./jun. 2022.
PERROT, Michelle. “Práticas da Memória Feminina. A Mulher e o espaço público”. In: Revista Brasileira de História 18. ANPUH/Marco Zero, 1989.
SIRINELLI, Jean-François. “Os intelectuais”. In: RÉMOND, René (org.). Por uma história política. 2ª edição, Rio de Janeiro: Editora FGV, 2010.
SOIHET, Rachel; PEDRO, Joana Maria. A emergência da pesquisa da história das mulheres e das relações de gênero. Rev. Bras. Hist.[online]. 2007, vol.27, n.54, pp.281-300.
SOIHET, Rachel. Violência Simbólica: Saberes Masculinos e Representações Femininas. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 5, n. 1, p. 7-31, 1 jan. 1997.
VILLALOBOS, Joyce Contreras. Formas de inserción en el campo literario y principales debates en el ensayo de y sobre mujeres en el Chile de fines del siglo XIX. LITERATURA Y LINGUÍSTICA, n.42, 2020.

Programa

Aula 1: As origens do ciclo Meister; recepção da obra e o que ela antecipa sobre o enredo
Aula 2: Os antagonismos na tradição interpretativa do romance moderno e o conceito de Bildungsroman
Aula 3: Trajetória de Wilhelm Meister da perspectiva de sua atividade individual
Aula 4: Consciência e destino de Wilhelm Meister.

Bibliografia Principal:
GOETHE, J.W. von: Os Anos de Aprendizado de Wilhelm Meister. São Paulo: Ensaio, 1994.
[reedição Ed.34, 2020]
________. Wilhelm Meisters Lehrjahre. Werke, Kommentare und Register. Hamburger
Ausgabe (HA) in 14 Bänden. Vol. 7. Romane und Novellen II. Erich Trunz (Org..). München:
C.H. Beck, 2002.

Bibliografia Secundária:
BAHR, Eberhard. Erläuterungen und Dokumente. Johann Wolfgang Goethe Wilhelm Meisters Lehrjahre.
Stuttgart: Reclam, 1982.
BARNER, Wilfried: Geheime Lenkung. Zur Turmgesellschaft in Goethes Wilhelm Meister. In:
Lillyman, william J.: Goethe's Narrative Fiction. The Irvine Goethe Symposium. Berlin, NY: Walter de
Gruyter, 1983. p.85-103
________________: “Die Verschiedenheit unserer Naturen”. Zu Goethes und Schillers
Briefwechsel über Wilhelm Meisters Lehrjahre. In: Barner, Wilfried; Lämmert, Eberhard; Oellers, Nobert
(Hg.): Unser Commercium. Goethes und Schillers Literaturpolitik. Stuttgart: Cotta'sche, 1984. p.379-404.
BLANCKENBURG, Christian Friedrich von. Versuch über den Roman. Edition Holzinger. Taschenbuch
– Berliner Ausgabe, 2013, 2. Edição.
BLESSIN, Stefan: Die radikal-liberale Konzeption von Wilhelm Meisters Lehrjahre. In: Gruenter,
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Programa

1. Um panorama sobre Machado de Assis
2. Papéis Avulsos no contexto da obra machadiana
3. Os contos e suas especificidades
4. A recepção de Papéis Avulsos no calor da hora

BIBLIOGRAFIA

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BARBIERI, Ivo. Papéis à Mesa como Parentes. Disponível em: http://www.idelberavelar.com/abralic/txt_1.pdf . Acesso em: 11/10/2016.
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SILVEIRA, Daniela Magalhães da. Fábrica de Contos: Ciência e Literatura em Machado de Assis. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2010.
TEIXEIRA, Ivan. “Pássaro Sem Asas ou Morte de Todos os Deuses”. In: ASSIS, Machado de. Papéis Avulsos. São Paulo: Martins Fontes, 2005, pp. IX-LIII.
PAPÉIS AVULSOS. Gazeta de Notícias. Rio de Janeiro: n. 299, 27 out. 1882, p. 1.
PAPÉIS AVULSOS por Machado de Assis. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro: n. 305b, 04 nov. 1882, p. 2.
PAPÉIS AVULSOS. Gazeta da Tarde. Rio de Janeiro: n. 246, 26 out. 1882, p. 1.
SOB O TÍTULO de Papéis Avulsos (…). O Fluminense. Rio de Janeiro: n. 697, 03 nov. 1882, p. 2.

Programa

Day 1: Thinking and being in Schelling and Hegel
Day 2: The philosophy of religion in Schelling and Hegel
Day 3: The philosophy of history in Schelling and Hegel
Day 4: The concept of freedom in Schelling and Hegel

Bibliografia
Peter Dews, Schelling’s Late Philosophy in Confrontation with Hegel (Oxford University Press, 2023)
F. W. J. Schelling, Philosophical Investigations into the Essence of Human Freedom (SUNY Press,
2007)
F. W. J. Schelling, The Grounding of Positive Philosophy (SUNY Press, 2008)