Programa

A partir do século XXI aparecen en Galicia pluralidade de voces poéticas e moitas escolmas conxuntas: Para saír do século, Poetas de arestora, Efecto 2000. Existen certas características en común: o peso da escrita feminina, unha poesía que trata dos temas políticos actuais (ecoloxismo, violencia de xénero, consumismo), ruptura formal e
temática e a procura de edicións alternativas como o incremento da “ciberliteratura” ou literatura de performance.
Atopamos así nomes coma: Emma Pedreira, Arancha Nogueira, Yolanda Castaño, Daniel Salgado, Alberte Momán, Marta Dacosta ou Gonzalo Hermo. Tamén continúan algúns das xeracións anteriores como Lupe Gómez, Domingo Tabuyo ou Miguel Sande. Canto ao teatro, varios críticos sinalan que, após os anos 2000, o teatro galego vive unmomento de desmantelamento debido á política de desapego, a desaparición de mostras, salas alternativas e de compañías. Así é todo, atopamos 4 grandes xéneros: crítica (que denuncia a propia situación do teatro galego actual ou da sociedade galega no xeral), irónica e retranqueira (Salgueiro, Pernas, Guisán, Pazó, Prieto), dramática (Dans,Pisón, Ruibal) e culto ou experimental (Fernán-Vello, Vallés). Tamén debemos salientar a obra das principais compañías actuais: Chévere, Ibuprofeno, Charlatana, Os náufragos, Caramuxo, Ártika, Sarabela e Pistacatro. Os textos serán mostrados en versión orixinal, así como os espectáculos e encenacións teatrais.


Bibliografía
Castaño, Yolanda. 2022. Materia. Edicións Xerais de Galicia
Dacosta, Marta. 2017. Na casa da avoa. Galaxia.
Dans, Raúl. 2008. Nachtmahr. Edicións Xerais de Galicia.
Fernán Vello, Miguel Anxo. 2007. Dicionario do estremecemento. Espiral Maior.
Nogueira, Arancha. 2020. Dente de leite. Edicións Xerais.
Pazó, Cándido. 2021. Fillos do sol. Galaxia.
Pedreira, Emma. 2023. As posturas do día. Nueva York Poetry Press.

Programa

Descrição: Este minicurso irá introduzir o conceito de memória social e apresentar algumas possibilidades de sua aplicação na ciência política. Na primeira aula, abordaremos as formulações clássicas sobre memória social, sobretudo o trabalho de Maurice Halbwachs, e o chamado “boom da memória” ocorrido no contexto europeu e norte-americano a partir da década de 1990. Na segunda aula, serão discutidas duas formas em que o conceito de memória social se conjuga com os estudos da política: nos estudos de nacionalismo e formação de identidades nacionais, com uma política de memória fomentada a partir do Estado nacional, e nos estudos de movimentos sociais e demandas por reparação por violações de direitos, quando a memória se torna uma reivindicação destes movimentos.

Bibliografia geral:

BLIGHT, D. W. “The Memory Boom: Why and Why Now?”. Em: BOYER, P.; WERTSCH, J. V., Memory in Mind and Culture. New York: Cambridge University Press, 2009.
CONNERTON, P. Como as sociedades recordam. Oeiras: Celta Editora, 1999.
DAPHI, P.; ZAMPONI, L. “Exploring the Movement-Memory Nexus: Insights and Ways Forward”. Mobilization: An International Journal 24 (4), 2019, pp. 399–417.
DAVID, L. The past can’t heal us. Cambridge: Cambridge University Press, 2020.
HALBWACHS, M. A memória coletiva. São Paulo: Vértice, 1990.
HUYSSEN, A. Present Pasts. Urban Palimpsests and the Politics of Memory. Stanford: Stanford University Press, 2003
JELIN, E. Los trabajos de la memoria. Madrid: Siglo XXI Editores; SSRC, 2002.
LIFSCHITZ, J. A. “Os agenciamentos da memória política na América Latina”. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 29(85), 2014, pp. 145–158.
MCBRIDE, I. “Introduction: memory and national identity in modern Ireland”. In: McBride, I. (ed.). History and Memory in Modern Ireland. Cambridge: Cambridge University Press, 2001. P. 1-42.
OLICK, J. The Politics of Regret. On Collective Memory and Historical Responsibility. New York: Routledge, 2007.
ROTHBERG, M. Multidirectional Memory. Remembering the Holocaust in the Age of Decolonization. Stanford: Stanford University Press, 2009.
TILMANS, K.; VREE, F. V.; WINTER, J. Performing the Past. Memory, History, and Identity in Modern Europe. Amsterdam: Amsterdam University Press, 2010.
VOM HAU, M. “Nationalism and war commemoration - a Latin American exceptionalism?”. Em: Nations and Nationalism, vol 19, no. 1, 2013.
WINTER, J.; SIVAN, E. War and Remembrance in the Twentieth Century. Cambridge: Cambridge University Press, 2000.

Programa

Cronograma:

Semana Santa: 14 a 19 de abril (não haverá aulas) Tiradentes: 21 de abril (não haverá aulas)

Programa:
1. Sempre Xonxa de Chano Piñeiro (1989)
2. Lena de Gonzalo Tapia (2001)
3. A Esmorga de Ignacio Vilar (2014)
4. Rosamanta de Paco Plaza (2004)
5. Galego de Manuel Octavio Gómez (1988)
6. O lápis do Carpinteiro de Antón Reixa (2003)
7. Divertimento de José García Hernández (2000)
8. Lúa Vermella de Lois Patiño (2019)

Programa

Aula 1
1 - Apresentaçōes;
2 - Explicação sobre linguística de corpus e apresentação de pesquisas que envolvem LC;
3 - Apresentar pesquisa de FRANKENBERG-GARCIA (2012) onde ela explica o uso do corpus para o ensino.
4- Breve explicação de como escrever um “Statement of Purpose”.
 
Aula 2
1 - Dinamica em grupo: cada um falar um pouco de si como forma de “brainstorm” o que deverão escrever sobre si.
2 - Escrever (em 60 minutos) um draft do próprio “Statement of Purpose”.
3 - Após a escrita do draft, participantes deverão responder a um questionário a respeito das ferramentas que usaram como consulta e enviar tudo através de um google form.
 
Aula 3
1 - Workshop de como usar o COCA para consulta e edição dos textos – alunos aprenderão como usar as ferramentas;
2 -Aplicação do uso do COCA em frases com erros gramaticais e lexicais disponibilizadas pela ministrante.
 
Aula 4
1 - Participantes receberão de volta os drafts com possíveis erros marcados;
2 - Participantes usarão o COCA para edição de seus drafts;
3 - Participantes enviarão o texto com as mudanças e preencherão outro formulário respondendo quais ferramentas foram usadas para edição do texto.
 
Aula 5
1 - Participantes receberão seus textos de volta;
2 - Feedback dos participantes sobre o uso de COCA;
3 - Encerramento.
 
 
2 – Objetivo geral
O objetivo do curso é auxiliar a integração do uso de corpus em uma aula de Inglês como segunda língua para ajudar alunos a melhorarem aspectos léxico-gramaticais da escrita através de consultas em um corpus online e consequentemente auxiliar professores no uso da ferramenta. Baseia-se em Johns (1994), Chang (2010), O'Keefee, McCarthy, Carter (2007), Boutlon (2012), Tartoni (2012) e Frankenberg-Garcia (2012), que apresentaram os benefícios da integração do uso de corpus em sala de aula para melhorar habilidades de escrita na segunda língua (L2). O corpus escolhido para essa pesquisa foi o Corpus of Contemporary American English (COCA). Também utilizaremos ferramentas de corpus na abordagem DDL (Data Driven Learning) (JOHNS, 1994). DDL envolve dar aos alunos acesso a dados suficientes da língua, para que eles possam descobrir e aprender por si mesmos, em vez de somente receberem informação (JOHNS, 1991). Ferramentas de corpora podem ser efetivamente usadas para ensinar e aprender, pois os corpora on-line podem estimular os alunos e expô-los a língua autêntica. As atividades nas quais os alunos são expostos a materiais autênticos podem ser alternativas eficazes para desafiar e aprimorar o aprendizado de idiomas no século XXI.
 
3- Bibliografia
 
BERBER SARDINHA, A. P. Linguística de corpus. Barueri: Manole, 2004. BERBER SARDINHA, A. P.; SHEPERD, T. An online system for error identification in Brazilian learner English. In: Anais do 8th Teaching and Language Corpora Conference. 2008. p. 257- 262.
BERBER SARDINHA, T., SHEPHERD, T., DELEGÁ-LÚCIO, D., & FERREIRA, T. Tecnologias & mídias no ensino de inglês–O corpus nas “receitas”. 1 ed. Ano 2012, São Paulo. Macmillan do Brasil. 136 páginas. ISBN é 978-85-7418-859-1. 2012.
BIBER, Douglas; REPPEN, Randi (Ed.). The Cambridge handbook of English corpus linguistics. Cambridge University Press, 2015.
BOULTON, Alex. Looking (for) empirical evidence of data-driven learning at lower levels. Barbara Lewandowska-Tomaszczyk. Corpus Linguistics, Computer Tools, and Applications: State of the Art., Frankfurt: Peter Lang. Lodz Studies in Language., pp.XX, 2008.
BOULTON, Alex. Learning outcomes from corpus consultation. M. Moreno Jaén, F. Serrano Valverde & M. Calzada Pérez. Exploring New Paths in Language Pedagogy: Lexis and CorpusBased Language Teaching., Equinox, pp. 129-144, 2010.
CHENG, Winnie. What can a corpus tell us about language teaching. The Routledge handbook of corpus linguistics, p. 319-332, 2010.
CONZETT, Jane. Teaching collocation: Further developments in the lexical approach. Hove: Language Teaching Publications, 2000. Corpus of Global Web-Based English (GloWbE). Available at . Accessed in Apr. 1st 2018.
Corpus of Contemporary American English. Available at Accessed in Apr. 1st 2018.
DUTRA, Deise P. Conscientização linguística com base em corpora online. Intercâmbio. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem. ISSN 2237-759X, v. 20, 2009.
DUTRA, Deise P.; SILERO, Rejane P. Descobertas linguísticas para pesquisadores e aprendizes: a Linguística de Corpus e o ensino de gramática. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, v. 10, n. 4, 2010.
DUTRA, Deise Prina; GOMIDE, Andressa Rodrigues. Compilation of a University Learner Corpus. BELT-Brazilian English Language Teaching Journal, p. 21-33. 2015 DUTRA, Deise Prina; GOMIDE, Andressa; OLIVA, Katherine; GUEDES, Annallena. Corpus de aprendizes do Inglês sem Fronteiras: caminhos para compreender a interlíngua de alunos universitários brasileiros. In Sarmento, Simone, Abreu-e-Lima, Denise Martins de, & Moraes Filhos, Waldenor Barros. Do Inglês sem Fronteiras ao Idiomas sem Fronteiras: na construção de uma política linguística para a internacionalização. p. 151-172. 2016
FRANKENBERG-GARCIA, Ana. Integrating corpora with everyday language teaching. Input, ProcessandProduct. DevelopmentinTeachingand Language Corpora. Brno: Masaryk University Press, p. 36-53, 2012.
GRANGER, Sylviane; TRIBBLE, Chris. Learner corpus data in the foreign language classroom: Form-focused instruction and data-driven learning. 1998.
Granger, S. 2012a. “How to use foreign and second language learner corpora”. In A. Mackey & S. G. Gass (Eds), A Guide to Research Methods in Second Language Acquisition. Malden: Basil Blackwell, 7–29.
SWALES, John M.; FEAK, Christine B. Navigating academia: Writing supporting genres. University of Michigan Press, 2011.
XIE, Fang; JIANG, Xue-mei. Error analysis and the EFL classroom teaching. Online Submission, v. 4, n. 9, p. 10-14, 2007.

 

Programa

1. A esfera científica e sua relação com a popularização científica: objetivos do artigo científico e sua relação com gêneros da popularização científica

2. O gênero artigo científico: modalidades (teórico, de revisão bibliográfica, análise de corpus etc.), partes constituintes (título, resumo, introdução, referências, anexos etc.), estilo (linguagem acadêmica).

3. Apresentação de critérios de avaliação por pares de periódicos das áreas de Letras e Educação.

4. Estratégias para indexação nas bases de dados (Scielo, Scopus, Web of Science etc.) e classificação de periódicos (WebQualis)

5. O processo de submissão e publicação de artigos: planejamento, escrita, revisão, formatação segundo critérios dos periódicos, status de avaliação, estratégias de submissão, exigência de versão em língua estrangeira, titulação exigida do autor

Bibliografia:

Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Disponível em: http://www.abnt.org.br/
BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso (1952-1953). Organização, posfácio, tradução e notas de Paulo Bezerra. 1. ed. São Paulo: Editora 34, 2016.
BERLINCK, M. T. Editor de revistas científicas: relatos de um interminável aprendizado. Psicologia USP, São Paulo, vol. 22, nº 2, p. 423-435, 2011.
BEZERRA, B. G. Letramentos acadêmicos e construção da identidade: a produção do artigo científico por alunos de graduação. Linguagem em (dis)curso, v. 15, p. 61-76, 2015.
BOURDIEU, P. Os usos sociais da ciência. Por uma sociologia clínica do campo científico. Trad. D. B. Catani. São Paulo: Editora UNESP, 2004 [1997].
______. Homo academicus. Trad. I. R. Valle e N. Valle. 2. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2017.
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES. Qualis: classificação de periódicos, anais, jornais e revistas. Disponível em: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoP…
CARLINO, Paula. Escribir, ler y aprender en la universidad: una introducción a la alfabetización académica. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica, 2009.
CORACINI, M. J. Um fazer persuasivo. O discurso subjetivo da ciência. Campinas: Pontes, 1991.
FERREIRA, Marília Mendes; LOUSADA, Eliane Gouvêa. Ações do Laboratório de Letramento Acadêmico da Universidade de São Paulo: Promovendo a Escrita Acadêmica na Graduação e na Pós-graduação. Ilha Desterro, Florianópolis , v. 69, n. 3, p. 125-140, Dec. 2016. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S2175-80262016000300125&script=sci…. Acesso em 26 de jan. de 2021.
FILHO, M. A. Escrita acadêmica, uma prática estratégica. Jornal da UNICAMP. 2019. Disponível em: https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2019/08/12/escrita-academica… Acesso em: 26 jan. 2021.
GRILLO, Sheila Vieira de Camargo. Divulgação científica: linguagens, esferas e gêneros. Tese (Livre-docência em Filologia e Língua Portuguesa) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2013.
GUSTAVII, Björn. Como escrever e ilustrar um artigo científico. Tradução: Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola Editorial, 2017.
KEMIAC, L. Uma Proposta de Análise Do Gênero “Artigo Experimental” a partir dos Pressupostos Teóricos de Bakhtin e do Círculo. Tese (Doutorado em Linguística) - Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2019. Disponível em: https://sig-arq.ufpb.br/arquivos/2020075148004018574796c817ef0cc3d/LK20…. Acesso em 23 jan. 2020.
LOUSADA, E. Resumo. São Paulo: Parábola Editorial, 2004.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola Editorial, 2005.
MOTTA-ROTH, D.; HENDGES, G. H. Produção textual na universidade. São Paulo: Parábola Editorial, 2010.
OLIVEIRA, M. do S. Aprendendo a ler para escrever: o gênero textual resumo científico e letramento acadêmico. Revista da Anpoll, vol. 51, nº 2, p. 125-138, Florianópolis, jul./set. 2020.
PEREIRA, Mauricio Gomes. Artigos científicos: como redigir, publicar e avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
PINKER, S. Guia de escrita: como conceber um texto com clareza, precisão e elegância. Tradução de Rodolfo Ilari. São Paulo: Editora Contexto. 2016.
SIGNORINI, I. Metapragmáticas da “redação” científica de “alto impacto”. Revista do GEL, v. 14, n. 3, p. 59-85, 2017.
SOARES, Magda. (2001) Letramento: um tema em três gêneros. 3 ed. 4 reimpressão. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.

Programa

1 day
Introduction
Historical connections between Eastern Europe and Africa
20th-century connections, socialist world
Current situation

2 day
Race, racialization and racism issues in the region Representations of Africa and Africans in Eastern European visual arts
Conclusion, questions

Programa

Aula 1: Literatura e linguagem transviada - Amara Moira
Aula 2: “Disforia de gênero” em literaturas trans? - Erick Gregner
Aula 3: Como míseros animais que rastejam no chão: Escrita de si e poesia transmasculina - Esteban Rodrigues
Aula 4: Marcas da não-binariedade na literatura contemporânea - Cris Judar
Aula 5: Autopoéticas Trans: Opacidade, Equivocalidade, e Resistência à Interpretação - Salomé Honório

Bibliografia:
Aula 1:
S.n. Lady Hamilton. In: JAIME, Jorge. Homossexualismo masculino. Rio de Janeiro: ed. do autor, 1953, 2ed, p.83-205.
OROCIL Junior. Bichonário: um dicionário gay. Salvador: ed. do autor, 1996.
GREEN, James N.; TRINDADE, Ronaldo (org.). Homossexualismo em São Paulo e outros escritos. São Paulo: Ed. Unesp, 2005.

Aula 2:
DELUCA, Naná. Desculpe o transtorno, falo de disforia. In: Antologia Trans: 30 poetas trans, travestis e não-binários. São Paulo: Invisíveis Produções, p. 96-98, 2017.
MISSÉ, Miquel. A la conquista del cuerpo equivocado. Barcelona: Egales, 2018.
PRECIADO, Paul B. Yo soy el monstruo que os habla: informe para una academia de psicoanalistas. Barcelona: Anagrama, 2020.

Aula 3:
AGUILLAR, Gonzalo; CÁMARA, Mario. A máquina performática: a literatura no campo experimental. Tradução de Gênese de Andrade. 1. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2017.
FOUCAULT, Michel. A escrita de si. In: O que é um autor? Lisboa: Passagens, 1992. p. 129-160.
MOURA, Thales Gabriel. Como míseros animais que rastejam no chão. Minas Gerais: Autopublicação, 2020.

Aula 4:
MELO, Iran. Linguística Queer. Campinas: Pontes Editores, 2024.
VILHAS, Jinx. Não binariedade, linguagem não binária e transfeminismo no Brasil. cadernos pagu, p. e247201, 2024.
SONSA, Mercedes. Dedo no cru y gritaria. Cotia: Hecatombe, 2022.
Aula 5:
MOMBAÇA, Jota. Ñ Ṽ NOS MATAR AGORA. Cobogó Edições, 2021.
FEIJÓ, Pê. Episódios de Fantasia e Violência. Orfeu Negro: 2023.
GLISSANT, Edouard. Poética da Relação Trad. de Eduardo Jorge Oliveira e Marcela Oliveira. Rio de
Janeiro: Bazar do Tempo Edições, 2021.

Programa

AULA 01: Ditadores no teatro brasileiro em 1968 – Papa Highirte (Oduvaldo Vianna Filho) e Dr. Getúlio, sua vida e sua glória (Dias Gomes e Ferreira Gullar)

GOMES, Dias; GULLAR, Ferreira. Dr. Getúlio, sua vida e sua glória. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.
MUELLER, Izis; SOUSA, Maria Aparecida Silva de. O problema do herói Getúlio Vargas: o tempo da escrita e seus interesses na atualização de personagens históricos. Revista de Literatura, História e Memória, Cascavel, v. 16, n. 27: 61 – 82, 2020. Disponível em: https: //e-revista.unioeste.br/index.php/rlhm/article/view/24794/16075. Acesso em: 12 de outubro de 2021.
PARANHOS, Kátia Rodrigues. Dias Gomes, 'Dr. Getúlio' e o teatro musical: engajamento, sonoridades e encenação no Brasil sob a ditadura militar. Revista de Estudos Teatrais Pitágoras, v. 10: 69-78, 2016. Disponível em: https: //periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/pit500/article/view/8647183/14097.
ROSELL, Mariana. “Você quer ser herói eu quero fazer a revolução”: reflexões sobre autoritarismo e revolução na América Latina a partir da peça Papa Highirte. In: Anais do XII Encontro Internacional da ANPHLAC. Campo Grande: ANPHLAC, 2016. pp. 1-14.
VIANNA FILHO, Oduvaldo. Papa Highirte. São Paulo: Temporal Editora, 2019.

AULA 02: Ditadores no cinema de Glauber Rocha – Terra em transe (1967) e Cabezas cortadas (1970)

CABEZAS cortadas. Direção de Glauber ROCHA. Brasil; Espanha, 1970. 94 min.
CARDOSO, Maurício. O Cinema Tricontinental de Glauber Rocha: política, estética e revolução (1969-1974). Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo. São Paulo, 2007, 285 f. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-12022008-110659/p…. Acesso em: 27 de dezembro de 2023.
TERRA em transe. Direção de Glauber ROCHA. Brasil: Difilm, 1967. 106 min.
VILLAÇA, Mariana. “America Nuestra” – Glauber Rocha e o cinema cubano. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 44, n.22, 2002, pp. 489-510. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbh/a/tLFH86SbpxJhkNsZyGZpkdg/?format=pdf. Acesso em: 24 de junho de 2025.
XAVIER, Ismail. “Terra em transe: alegoria e agonia”. IN: Alegorias do subdesenvolvimento. São Paulo: Cosac Naify, 2012.

AULA 03: Ditadores no romance latino-americano - El recurso del método (Alejo Carpentier, 1974), Yo el supremo (Augusto Roa Bastos, 1974) e El otoño del patriarca (Gabriel García Márquez, 1975).

BARATA, Eduarda. “Romance de ditadura e de ditador”. In: E-Dicionário de Termos Literários, 2018. Disponível em: www.edtl.fcsh.unl.pt/encyclopedia/romance-ditadura/. Acesso em 21.mai.2019.
CARPENTIER, Alejo. O recurso do método. Rio de Janeiro: Editora Marco Zero, 1985.
COSTA, Adriane Vidal. Os intelectuais, o boom da literatura latino-americana e a Revolução Cubana. Anais do XXVI Simpósio Nacional de História – ANPUH, São Paulo, 2001.
GARCÍA MÁRQUEZ, Gabriel. O outono do patriarca. Rio de Janeiro: Record, 2014.
ROA BASTOS, Augusto. Eu o supremo. São Paulo: Pinard, 2022.

AULA 04: O arquétipo do ditador latino-americano como ferramenta de análise crítica

JIMÉNEZ, Francisca Noguerol. El dictador latinoamericano: aproximación a un arquetipo narrativo. Philologia Hispalensis, n.7, Sevilla, 1992, pp. 91-102. Disponível em: https://gredos.usal.es/handle/10366/136954. Acesso em: 18 jan.2025.
NAVARRO, Marcia Hoppe. Romance de um ditador. Poder e História na América Latina. São Paulo: Ícone, 1989.
ROSELL, Mariana. Representações do poder ditatorial na cultura latino-americana (anos 1960 e 1970). In: 6º Ciclo Ibero-americano de Diálogos Contemporâneos - História, Poder e Sociedade, 2025, Porto. Actas completas e resumos do 6º Ciclo Ibero-americano de Diálogos Contemporâneos - História, Poder e Sociedade. Porto: Editora Cravo, 2025. v. 1. p. 478-490.

Programa

 
Ementa: 
Aula 1 - Breve história de Israel pré-exílico e da Judéia no período do Segundo Templo. 
Aula 2 - Introdução aos Manuscritos do Mar Morto e o sítio de Qumran e as origens do grupo que o habitava. 
Aula 3 - As origens do grupo de Qumran. 
Aula 4 - O estilo de vida peculiar da seita de Qumran. 
Aula 5 - A Lei Mosaica nos Manuscritos do Mar Morto. 
Aula 6 - O lugar da mulher nos Manuscritos de Qumran. 
Aula 7 – As crenças escatológicas e messianismo. 
Aula 8 - Quem escreveu os Manuscritos do Mar Morto? 
 
Bibliografia: 
ABEGG, Martin G. The Messiah at Qumran: Are We Still Seeing Double? In: Dead Sea Discoveries. Volume II, Leiden: E. J. Brill, pp. 125-144, 1995. 
BEN-SASSON, H.H. (dir.). Historia del Pueblo Judío: desde los origenes lasta la Edad Media. Madrid: Alianza Editorial, 1988. 
BRIGHT, John. História de Israel. São Paulo: Paulus, 1980. 
BURROWS, Millar. Os Documentos do Mar Morto. Porto: Porto Editora, 1956. 
COLLINS, John. Beyond the Qumran Community: the Sectarian Movement of the Dead Sea Scrolls. Grand Rapids, Cambridge: Eerdmans Publishing Company, 2010. 
FITZMYER, Joseph A. 101 Perguntas sobre os Manuscritos do Mar Morto. São Paulo: Loyola, 1997. 
FLUSSER, David. O Judaísmo e as Origens do Cristianismo - vol. I: os Manuscritos do Mar Morto e o Novo Testamento. Rio de Janeiro: Imago, 2000. 
GILLIHAN, Yonder Moynihan. Civic Ideology, Organization, and Law in the Rule Scrolls: a comparative study of the covenanter’s sect and contemporary voluntary associations in political context. Leiden, Boston: Brill, 2012. 
GOODMAN, Martin A Classe Dirigente da Judéia: as origens da revolta judaica contra Roma, 66 – 70 d.C. Rio de Janeiro: Imago, 1994. 
GOTTWALD, Norman K. Introdudação Socioliterária à Bíblia Hebraica. São Paulo: Paulus,1988. 
GRELOT, P.; A Esperança Judaica no Tempo de Jesus. São Paulo, Loyola, 1996. 
HIRSCHFELD, Yizhar. Qumran in Context: Reassessing the Archaeological Evidence. Massachussets: Hendrickson Publishers, 2004. 
JEREMIAS, Joachim. Jerusalém no Tempo de Jesus: pesquisa de História econômico-social no período neotestamentário. São Paulo: Paulus, 1983. 
KNIBB, Michael A. The Qumran Community. Cambridge: Cambridge University Press, 1987. 
LAMADRID, Antonio G. Los Descubrimientos del Mar Muerto: balance de veinticinco años de hallazgos y estudio. Madrid: Biblioteca de autores cristianos, 1971. 
LAPERROUSAZ, E-M. Os Manuscritos do Mar Morto. São Paulo: Cultrix, 2001. 
MAGNESS, Jodi. The Archaeology of Qumran and the Dead Sea Scrolls. Michigan: Eerdmans Publishing, 2002. 
MARTÍNEZ, Florentino García. Textos de Qumran. Petrópolis: Vozes, 1995. 
______. Textos de Qumrã. In: PÉREZ, G. Aranda, MARTÍNEZ, F. García, FERNÁNDEZ, M. Pérez. Literatura Judaica Intertestamentária. São Paulo: Ave-Maria, 2000. 
______; BARRERA, Julio Trebolle. Os Homens de Qumran: literatura, estrutura e concepções religiosas. Petrópolis: Vozes, 1996. 
_____; TIGCHELAAR, Eibert J.C. (ed.). The Dead Sea Scrolls: study edition. Vols. I e II. Leiden, New York e Köln: Brill, 1997. 
MATEOS, J. E CAMECHO F. Jesus e a Sociedade de seu Tempo. São Paulo: Paulinas, 1992. 
MILIK, J.T. Ten Years of Discovery in the Wilderness of Judaea. London: SCM Press LTD, 1959. 
REICKE, Bo. História do Tempo do Novo Testamento. São Paulo: Paulus, 1996. 
ROST, Leonard. Introdução aos Livros Apócrifos, Pseudopigrafos do Antigo Testamento e aos Manuscritos de Qumran. São Paulo: Paulinas, 1981. 
SCHIFFMAN, Lawrence. The Halakhah at Qumran. Leiden: E.J. Brill, 1975. 
______. Sectarian Law in the Dead Sea Scrolls : Courts, Testimony and Penal Code. Brown Judaic Studies 33. Chico, California: Scholars Press, 1983. 
______. The Eschatological Community of the Dead Sea Scrolls: a Study of the Rule of the Congregation. Atlanta: Scholars Press, 1989. 
______. Reclaiming the Dead Sea Scrolls: the history of Judaism, the background of Christianity, the lost library of Qumran. New York: Doubleday, 1994. 
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Programa

 
1 – Leçon 0 ; 2- « La belle et la bête – Contes de fées» de Jeanne-Marie Leprince de 
Beaumont 
2 - « La belle et la bête – Contes de fées» de Jeanne-Marie Leprince de Beaumont 
3 – « La belle et la bête – Contes de fées» de Jeanne-Marie Leprince de Beaumont 
4 – « Le Vicomte de Bragelonne » de Alexandre Dumas 
5- « Le Vicomte de Bragelonne » de Alexandre Dumas 
6- « Le Vicomte de Bragelonne » de Alexandre Dumas 
7– « Le magasin de suicides » de Jean Teulé 
8– « Le magasin de suicides » de Jean Teulé 
9– « Rue des boutiques obscures» de Patrick Modiano 
10 - « Rue des boutiques obscures» de Patrick Modiano 
11- « Rue des boutiques obscures» de Patrick Modiano 
12 – Présentation des travaux 
13 - Remise/ fête 
 
Évaluation: Présentation qui établit une relation entre un texte littéraire d’un des 
auteurs et autre une oeuvre (film, peinture, sculpture, pièce de théâtre, exposition, 
musique, culinaire). (Présentation de 15 minutes)