Programa

Encontro 1: A Pedagogia dos Multiletramentos, do manifesto publicado em 1996 aos dias atuais.
Parte teórica:
- Discutir os argumentos do manifesto A Pedagogia dos Multiletramentos: Desenhando Futuros Sociais (1996) e
suas reformulações em 2009 e 2022.
Parte prática:
- Criar uma conta na plataforma CGScholar;
- Entrar na comunidade do curso na plataforma;
- Iniciar o rascunho de um texto.

Leituras sugeridas:
COPE, Bill, KALANTZIS, Mary. Big Data Comes to School: Implications for Learning, Assessment, and
Research. AERA Open, 2016. doi:10.1177/2332858416641907
GRUPO NOVA LONDRES. Uma Pedagogia dos Multiletramentos: Projetando Futuros Sociais. Revista
Linguagem em Foco, v.13, n.2, p. 101-145, 2021. Disponível em:
https://revistas.uece.br/index.php/linguagemem- foco/article/view/5578.
KNOBEL, Michele; KALMAN, Judy. Teacher learning, digital technologies and new literacies. In:
KNOBEL, Michele; KALMAN, Judy. New literacies and teacher learning professional development
and the digital turn. New York, Peter Lang, 2016.
MONTE MÓR, Walkyria. Sociedade da escrita e sociedade digital: línguas e linguagens em revisão. In:
MONTE MÓR, Walkyria; TAKARI, Nara Hiroko (Orgs.) Construções de sentido e letramento digital
crítico na área de línguas/linguagens. Campinas, SP: Pontes Editores, 2017.

Encontro 2:
Parte teórica:
- Discutir como alguns autores brasileiros têm lido as propostas da pedagogia dos multiletramentos.
Parte prática:
- Finalizar a escrita do rascunho e publicar o texto da comunidade do curso;
- Ler e comentar dois textos publicados na comunidade do curso.
Leituras sugeridas:
KALANTZIS, Mary; COPE, Bill; PINHEIRO, Petrilson. Letramentos. Campinas: Editora da Unicamp,
2020.
Duboc, A. P. M., & Souza, L. M. T. M. D. (2021). Delinking Multiliteracies and the Reimagining of
Literacy Studies. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, 21(2), 547-576.
https://doi.org/10.1590/1984-6398202117998
Monte Mór, W. (2015). Learning by design: Reconstructing knowledge processes in
teaching and learning practices. In B. Cope & M. Kalantzis (Eds.), A Pedagogy
of Multiliteracies. (pp. 186-209). Palgrave Macmillan.
Rojo, R. (2012a) Pedagogia dos multiletramentos: diversidade cultural e de linguagens na escola. In
Rojo, R., & Moura, E. (Orgs.) Multiletramentos na Escola. São Paulo: Parábola.
Rojo, R. (2012b). Escola conectada: os multiletramentos e as TICs. São Paulo: Parábola.
Rojo, R., & Moura, E. (2019) Letramentos, Mídias, Linguagens. São Paulo: Parábola.

Encontro 3: Multiletramentos como modelo de aprendizagem
Parte teórica:
● Discutir a proposta de multiletramentos como modelo de aprendizagem, considerando a
plataforma usada para o curso.
● Discutir sobre a viabilidade de trabalhar na perspectiva dos multiletramentos em contextos com
poucos recursos tecnológicos ou mesmo sem tecnologia.
Parte prática:
- Ler e comentar dois textos publicados na comunidade do curso;
- Verificar na ferramenta de análise de aprendizagem da plataforma (Analytics), se atendeu aos
requisitos de participação no curso.
Leituras sugeridas:
KALANTZIS, Mary; COPE, Bill; PINHEIRO, Petrilson. Letramentos. Campinas: Editora da Unicamp,
2020.

Programa

1.Introdução. O paradigma europeu do Bildungsroman. O Bildungsroman: a fundação moderna da juventude. Leitura crítica de fragmentos de Goethe, A Aprendizagem de Wilhelm Meister (1795-1796) e Jane Austen, Orgulho e Preconceito (1813). Pessoa, indivíduo, casamento e sociedade.

2. O romance napoleónico segundo o paradigma francês. Leitura crítica de fragmentos de Stendhal, La Certosa di Parma (1839). O herói romântico e o “destino” da juventude. A declinação italiana do romance napoleônico. Pátria e psique. Leitura crítica de Ippolito Nievo, As confissões de um italiano (1857-1858), cap. VIII: os anos universitários. Sensação, sentimento, paixão.

3. A crise do Bildungsroman. As novas “leis” do gênero. A irrupção da esfera psicológica na literatura de Joseph Conrad, Robert Musil, James Joyce. A derivação do caso italiano: Elsa Morante, L'isola di Arturo (1957). Eros, desejo.

4. O romance geracional a partir da geração beat. Histórias italianas "na estrada". Leitura crítica de fragmentos de Pier Vittorio Tondelli, Altri libertini (1980). Uma nova juventude: marginalidade e desespero.

Bibliografia

Leonoro Arfuch, El espacio biográfico. Dilemas de la subjetividad contemporánea. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica, 2002.

Leonor Arfuch, Identidades, Sujetos y Subjetividades, Buenos Aires: Prometeo, 2006.

Giorgio Agamben, Epilogo, in Idem, Pinocchio. Le avventure di un burattino doppiamente commentate e tre volte illustrate, Einaudi, Torino, 2021, pp. 151-163.

Giancarlo Alfano e Francesco De Cristofaro, Il romanzo in Italia, vol. 1: Forme, poetiche e questioni, Carocci, Roma, 2018.

Hanna Arendt, L’umanità in tempi bui, Mimesis, 2023.

Homi Bhabha (compilador), Narración y nación entre la ilusión de una identidad y las diferencias de culturas, Buenos. Aires: Siglo XXI, 2010.

Zygmunt Bauman, Intervista sull’identità, a cura di Benedetto Vecchi, Laterza, Bari-Roma, 2003.

Alberto Beretta Anguissola, Il romanzo francese di formazione, Laterza, Bari-Roma, 2009.

Philippe Chardin (dir), Roman de formation, roman d'éducation dans la littérature française et dans les littératures étrangères, Paris, Kimé, 2007.

Francesca Corvi, Lorenzo Viani a Parigi, in Il romanzo di formazione nell’Ottocento e nel Novecento, a cura di Maria Carla Papini, Daniele Fioretti, Teresa Spignoli, Edizioni ETS, Pisa, 2007, pp. 329-336.

Delia Garofano, Il porto di Toledo di Anna Maria Ortese, in Il romanzo di formazione nell’Ottocento e nel Novecento, a cura di Maria Carla Papini, Daniele Fioretti, Teresa Spignoli, Edizioni ETS, Pisa, 2007, pp. 505-512.

Sara Graham, A History of the Bildungsroman, Cambridge University Press, Cambridge, 2018.

Ortrud GUTJAHR, Einführung in den Bildungsroman. Edição epub. Darmstadt: Wissenschaftliche Buchgesellschaft, 2010.

René KOSELLECK, Sobre a estrutura antropológica e semântica do conceito de Bildung. In: ___. Histórias de conceitos: estudos sobre a semântica e a pragmática da linguagem política e social. Trad. M. Hediger. Rio de Janeiro: Contraponto, 2020. p.115-68.

Giovanni Levi / Jean Claude Schmitt, Storia dei giovani, 2 voll., Laterza, Bari-Roma, 1994.

Maria Cecilia MARKS; Marcus MAZZARI (Org.) Romance de Formação: Caminhos e descaminhos do herói. São Paulo: Ateliê Editorial, 2020.


Clelia Martignoni, Per il romanzo di formazione nel Novecento italiano: linee, orientamenti, sviluppi, in Il romanzo di formazione nell’Ottocento e nel Novecento, a cura di Maria Carla Papini, Daniele Fioretti, Teresa Spignoli, Edizioni ETS, Pisa, 2007, pp. 57-92.

Carlo Mazzacurati, Effetto Sterne. La narrazione umoristica in Italia da Foscolo a Pirandello, Nischi-Lischi, 1990.

Pier Vincenzo Mengaldo, Storia e formazione nelle Confessioni, in Il romanzo, vol. V: Lezioni, a cura di Franco Moretti, Pier Vincenzo Mengaldo e Ernesto Franco, Einaudi, Torino, 2003, pp. 255-268.

Franco Moretti, Il romanzo di formazione, Einaudi, Torino, 1999. (MORETTI, F. O romance de formação. Trad. N. B. Palmeira. São Paulo: Todavia, 2020.)


Giovanna Rosa, Tre adolescenti nell’Italia del dopoguerra: Agostino, Arturo, Ernesto, in Il romanzo di formazione nell’Ottocento e nel Novecento, a cura di Maria Carla Papini, Daniele Fioretti, Teresa Spignoli, Edizioni ETS, Pisa, 2007, pp. 105-121.

Programa

Justificativa
A família Romanov, seus últimos membros e a Revolução sempre foram objeto de enorme interesse no mundo Ocidental, gerando, desde os primórdios do cinema, inúmeras adaptações cinematográficas. No mundo contemporâneo, esta simpatia continua a gerar ressonância, inclusive na plataforma paga de filmes por streaming Netflix. O objetivo deste curso será a análise de duas obras transmitidas pelo Netflix: “Os últimos czares” e “O caminho dos tormentos” e os motivos por que a primeira, supostamente histórica, gerou uma onda de críticas enfurecidas por parte dos russos – e qual foi a reação à segunda, produzida na Rússia com base em obra de ficção do renomado escritor soviético pró-governo Aleksêi Tolstói. Além dos dois títulos, outras obras cinematográficas célebres produzidas ao longo do século 20.
 
Objetivo
A disciplina insere-se em um esforço de fornecer aos alunos um panorama dos pontos de vista divergentes russo-ocidentais da história russa entre finais do século 19 e início do 20, passando por diversos sistemas de governo e econômicos, revoltas e revoluções, no contexto de relevantes questões sociais e políticas de diferentes épocas. Prevê-se, para tanto, também um estudo da historiografia básica do período.
 
Conteúdo
1. A Rússia e o Ocidente. As relações internacionais russas. A Rússia no cinema ocidental e a relação dos russos com o cinema nacional.
2. “Os últimos czares”. Gafes e acertos. A recepção russa e a crítica ocidental. Rasputin, Primeira Guerra Mundial, a família Romanov, a coroação e o domingo sangrento.
3. “O caminho dos tormentos” e o imaginário russo da revolução. História e historiografia da revolução. A posição da mulher na Rússia revolucionária.
 
Bibliografia
FIGES, Orlando. Uma história cultural da Rússia. Rio de Janeiro: Record, 2017.
GOLDMAN, Wendy. Mulher, Estado e Revolução. São Paulo: Boitempo, 2014.
PERMIAKOV, E.V. Kazan, Moskva, Peterburg: Rossiiskaia imperia vzgliadom iz raznikh uglov. Moscou: O.G.I., 1997.
SMITH, Douglas. Raspútin. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
SCHNAIDERMAN, Boris. Os escombros e o mito. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
SCHNEIDER, Graziela (org.). A revolução das mulheres. São Paulo: Boitempo, 2002.
TOLSTÓI, Alexei. O caminho dos tormentos (vol. 1-3). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1966.
TCHERNICHEVSKI, Nikolai. O que fazer? Curitiba: Prismas, 2015.
TSYGANKOV, Andrei. Russia and the West from Alexander to Putin: Honor in International Relations. New York: Cambridge University Press, 2012.
ZEN, Erick. Imigração e Revolução. São Paulo: Edusp, 2010.
ZIGAR, Mikhail. Imperia doljna umeret: Istoria russkikh revoliutsii v litsakh. Moscou: Alpina publisher, 2017.

 

Programa

Aula 1: O arquivo como artefato e seus instrumentos: organicidade, arranjo, instrumentos de pesquisa.
Aula 2: Evidências, provas, demonstrações, disposição. Temporalidades dos arquivos.
Aula 3: Tipologias de arquivos: ciência, etnografia, espólios, arquivos pessoais.
Aula 4: A disponibilização pública de conjuntos documentais. Direito à memória e direitos nos arquivos.
Aula 5: A disponibilização pública de conjuntos documentais (II): arquivos e direitos humanos.
Aula 6: Arquivos como patrimônio. As relações entre arquivos e memória. Arquivo e etnografia.
Aula 7: Aula prática. Exercícios.
Aula 8: Discussão final.

Bibliografia:

Recomendamos que conheçam a revista Acervo, do Arquivo Nacional: http://revista.arquivonacional.gov.br/index.php/revistaacervo.

ALMEIDA, Sônia Vespeira de; CACHADO, Rita Ávila (Org.). Os Arquivos dos Antropólogos. Lisboa: Palavrão, 2016.
Disponível em:
https://run.unl.pt/bitstream/10362/89537/1/2016_Os_Arquivos_dos_Antropo…

BELLOTTO, Heloísa. Arquivos permanentes: Tratamento documental. Rio de Janeiro, Editora FGV, 2006.

COOK, Terry. “O passado é prólogo: uma história das ideias arquivísticas desde 1898 e a futura mudança de paradigma”. In: HEYMANN, Luciana; NEDEL, Letícia (Org.). Pensar os Arquivos: uma antologia. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 2018.

FERNANDES, Pádua. “Arquivos e direitos humanos: documentos e violações durante a ditadura militar no Brasil”. Revista do Arquivo. São Paulo, ano II, n. 5, 2017.

FOUCAULT, Michel (1969). A Arqueologia do Saber. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2008, 7a edição.

_____ (1973). A verdade e as formas jurídicas. Rio de Janeiro: NAU Editora, 2002.

GINZBURG, Carlo. “O inquisidor como antropólogo: uma analogia e suas implicações”. In: A microhistória e outros ensaios. Rio de Janeiro: Betrand Brasil, 1991.

GLASS, A. “Drawing on Museums: Early Visual Fieldnotes by Franz Boas and the Indigenous Recuperation of the Archive”. American Anthropologist, 120(1), 2017, pp. 72–88. doi:10.1111/aman.12975

HEYMANN, Luciana. “Indivíduo, memória e resíduo histórico: uma reflexão sobre arquivos pessoais e o caso Filinto Müller”. Revista Estudos Históricos, v. 10, n. 19, 1997.
Disponível em: https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/reh/article/view/2041

HEYMANN, Luciana. De “arquivo pessoal” a “patrimônio nacional”: reflexões acerca da produção de “legados”. Rio de Janeiro: CPDOC, 2005. Disponível em: http://cpdoc.fgv.br/producao_intelectual/arq/1612.pdf

HEYMANN, Luciana; NEDEL, Letícia (Org.). Pensar os Arquivos: uma antologia. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 2018.

LOPES, André Porto Ancona. Como descrever documentos de arquivo: elaboração de instrumentos de pesquisa. São Paulo: Arquivo do Estado, Imprensa Nacional, 2002. Disponível em: https://repositorio.unb.br/handle/10482/589.

LEOPOLD, Robert. “The second life of ethnographic fieldnotes”. Ateliers du LESC, 32, 2008. Disponível em: https://journals.openedition.org/ateliers/3132.

PETSCHELIES, Erik. “Introdução”. In: As redes da etnografia alemã no Brasil (1884-1929). Tese de Doutorado (Antropologia Social). Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2019. Disponível em: http://www.etnolinguistica.org/tese:petschelies-2019

ROLLO, Maria Fernanda et al. “Arquivos de Ciência: memória e história da organização da ciência em Portugal”. Revista Electrônica de Fuentes y Archivos, año 4, número 4, 2013.

ROSA, Frederico Delgado. “Vozes intuídas, silêncios recuperados: as etnografias de um arquivo não etnográfico”. In: ALMEIDA, Sônia Vespeira de; CACHADO, Rita Ávila (Org.). Os Arquivos dos Antropólogos. Lisboa: Palavrão, 2016.

SELIGMANN-SILVA, Márcio. “Estética e política, memória e esquecimento: novos desafios na era do Mal de Arquivo”. Remate de Males, Campinas, SP, v. 29, n. 2, p. 271–281, 2010. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/remate/article/view/863….

SILVA, Maria Cardeira da; ROSA, Frederico Delgado; JULIÃO, José. (Org.). Cadernos de Jill Dias. Inventário de um arquivo. Lisboa: CRIA, 2011.

STOLER, Ann Laura. “Os arquivos coloniais e a arte da governança”. In: HEYMANN, Luciana; NEDEL, Letícia (Org.). Pensar os Arquivos: uma antologia. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 2018.

THIESEN, Icléia. “Museus, arquivos e bibliotecas entre lugares de memória e espaços de produção de conhecimento”. MAST. Rio de Janeiro: MAST, 2011. Disponível em: https://core.ac.uk/download/pdf/335067278.pdf#page=62

VALENTINI, Luisa. “O meio de ter ideias imprevistas: Lévi-Strauss, fichas e fichários”. Campos, Curitiba, v. 18, n. 1-2, 2017.

VIEGAS, Susana de Matos. “As múltiplas vidas dos arquivos de campo - Tupinambá de Olivença (1997-2014)”. In: ALMEIDA, Sônia Vespeira de; CACHADO, Rita Ávila (Org.). Os Arquivos dos Antropólogos. Lisboa: Palavrão, 2016.

Programa

Fundamentación:
Corrientemente, los poemas homéricos son clasificados como obras literarias que, stricto sensu, no pertenecen al pensamiento filosófico. Sin embargo, a partir de nuevas perspectivas, se ha reconocido el valor filosófico del pensamiento homérico en la tradición y su relevancia en la elaboración de teorías filosóficas posteriores. Desde esta óptica, la filosofía no surge como una exploración contemplativa en torno a la phýsis, como se da en los llamados “presocráticos”, sino que florece a partir de un cuestionamiento sobre la existencia del ser humano y su lugar en el cósmos, abordado bajo el prisma de la pólis del periodo Arcaico. De este modo, el surgimiento de la filosofía se encuentra ligado no tanto a un estudio sobre el mundo físico o natural, sino que se orienta hacia la esfera de lo político, como se visualiza en los poemas homéricos.

4 encuentro de 3 hs.

Primer encuentro: Cuestiones homéricas.
Las fuentes de Homero. Datación de los poemas homéricos. La composición de los poemas homéricos y la individualidad del poeta. Neoanálisis y oralidad. Las audiencias homéricas y la performance. La perspectiva orientalista. El proceso de fijación de los poemas. El modelo evolutivo y la multiformidad de la épica. La teoría del dictado. La escritura en los poemas homéricos: evidencia externa. El contexto sociocultural. La sociedad homérica. La ideología de los poemas homéricos.

Segundo encuentro: Algunas aproximaciones preliminares a la filosofía de homero
El origen y principio de la filosofía. La filosofía política en Homero. Reelaboración de los tópicos de filosofía política de los poemas homéricos en la Atenas del siglo V-IV a. C. El asombro como principio de la filosofía en Homero. Metafísica homérica. El tiempo. La interpretación alegórica. Teágenes de Regio. Ferécides de Siros. Metrodoro de Lámpsaco. Filiaciones alegóricas entre Homero y los filósofos presocráticos. La interpretación alegórica¿exégesis filosófica o mera apología?

Tercer encuentro: Acerca del concepto de pólis en homero
Las póleis homéricas. Los feacios. Los cíclopes. El campamento aqueo La sagrada ciudad de Troya. Ítaca. Odiseo el restaurador de la paz. Pilos y Esparta. El escudo de Aquiles. Etíopes, lotófagos, Eolia, lestrigones, Eea y Ogigia. Kairós y performance políticos. La pólis (homérica), ¿una ciudad-Estado? La pólis (homérica) y el sentido de comunidad. Una comunidad religiosa.

Cuarto encuentro: El concepto de soberanía en los poemas homéricos
Acerca del concepto de soberanía. La legitimación de la soberanía. La soberanía entre soberanos: Aquiles y Agamenón. Diomedes y Agamenón. La soberanía en la Ítaca de Odiseo. Telémaco, Penélope y los pretendientes. Odiseo. Eumeo, órchamos andrón. El dêmos homérico. Tersites. Héctor y Polidamante. El dêmos itacense. La soberanía de los dioses. La MoiraPlano divino – Plano humano. Conclusiones finales

Bibliografía

BARKER, E. (2004), “Achilles’ Last Stand: Institutionalising Dissent in Homer’s ‘Iliad’, Proceedings of the Cambridge Philological Society 50, 92-120.
___________ (2009), Entering the Agon: Dissent and Authority from Homer to Tragedy, NY, Oxford University Press.
BECK, H. (ed.) (2013), Companion to Ancient Greek Government, Oxford, Wiley- Blackwell.
BURGESS, J. (2006), “Neoanalysis, Orality, and Intertextuality: An Examination of Homeric Motif Transference”, Oral Tradition 21, 148-189.
CAIRNS, D. (2015), “The First Odysseus: Iliad, Odyssey, and the Ideology of Kingship”, Gaia: revue interdisciplinaire sur la Grèce Archaïque 18, 51-66.
CRIELAARD, J. P. (1995) (eds), Homeric Questions. Essays in Philology, Ancient History and Archaeology, Amsterdam, Brill.
DENEEN, P. (2003), The Odyssey of Political Theory, Lanham, Rowman & Littlefield.
DE JONG, I. (2004), A Narratological Commentary on the Odyssey, Cambridge University Press.
FEENEY, D. (1991), The Gods in Epic. Poets and Critics of the Classical Tradition, Oxford, Oxford University Press.
HAMMER, D. (2002), The Iliad as politics. The performance of Political Thought, Norman, University of Oklahoma Press.
HUNTER, R. (2018), The Measure Of Homer. The Ancient Reception of the Iliad and the Odyssey, Cambridge, University Press.
MONTANARI, F. y RENGAKOS, A. (eds.) (2006), La poésie épique grecque: métamorphoses d’un genre littéraire, Genève, Fondation Hardt.
QUINLAN, S. (2009), The Iliad, the Athlete and the Ancient Greek Polis, Ottawa, University of Ottawa.
SAKELLARIOU, M. (1989), The polis-state. Definition and origins, Athens, FNRS Athènes.
SALE, M. (1994), “The Government of Troy: Politics in the Iliad”, GRBS 35, 5-102.
SALKEVER, S. (2009), The Cambridge Companion to Ancient Greek Political Thought, Cambridge, University Press.
VAN DE MIEROOP, M. (2016), Philosophy Before the Greeks, Princeton & Oxford, Princeton University Press.
WILSON, D. (2002), Ransom, Revenge, and Heroic Identity in the Iliad, Cambridge, University Press.

Programa

Aula 1: Paul Cézanne
Aula 2: O pensador e o pintor
Aula 3: Entre liberdade e determinação

Bibliografia:
CÉZANNE, Paul. Correspondência. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
MERLEAU-PONTY, Maurice. A dúvida de Cézanne In: O olho e o espírito. São Paulo: Cosac Naify, 2013.

Programa

AULA 1: Mapeando a manosfera (Renato)
BANET-WEISER, Sarah; BRATICH, Jack. From Pick-Up Artists to Incels: Con(fidence) Games, Networked Misogyny, and the Failure of Neoliberalism. In: International Journal of Communication, vol. 13, 2019, p. 5003-5027. Disponível em:
https://ijoc.org/index.php/ijoc/article/view/13216
ZDJELAR, Vanja. Alone together: exploring community on an Incel forum. 2020. 103 p. Dissertação (Master of Arts in Criminology). Simon Fraser University, Burnaby (CA), 2020. Disponível em: https://summit.sfu.ca/item/34471
GING, Debbie. Alphas, Betas, and Incels: Theorizing the Masculinities of the Manosphere. In: Men and Masculinities, vol. 22, n. 4,
2017, p. 1-20. Disponível em: https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/1097184X17706401

AULA 2: Masculinidades e ressentimentos (Renato)
LAURETIS, Teresa de. Gender Identities and Bad Habits. In: IV Congreso Estatal Insomnia sobre Identidad de Género vs. Identidad Sexual, 2008, Castelló de la Plana (ESP). Anais eletrônicos [...] Castelló de la Plana (ESP): Publicacions de la Universitat Jaume I, 2008. p. 13-23. Disponível em: https://repositori.uji.es/xmlui/bitstream/handle/10234/84711/IV_Actas.p…
ROSER, Meg; CHALKER Charlotte; & SQUIRRELL, Tim. Spitting out the blackpill: Evaluating how incels present themselves in their own words on the incel Wiki. Londres (UK): Institute for Strategic Dialogue (ISD), 2023, 23 p. Disponível em:
https://www.isdglobal.org/isd-publications/spitting-out-the-blackpill-e… n-the-incel-wiki/
CONNELL, Raewyn. Masculinities. 2° ed. Londres (UK): Routledge, 2005.

AULA 3: Extremismos e radicalização (Kayah)
BARCELLONA, Marta. Incel violence as a new terrorism threat: A brief investigation between Alt-Right and Manosphere dimensions. Sortuz: Oñati Journal of Emergent Socio-legal Studies, vol. 11, n. 2, 2022, p. 170–186. Disponível em:
https://opo.iisj.net/index.php/sortuz/article/view/1471
BRYAN, Dominic; KELLY, Liam & TEMPLER, Sara; The failed paradigm of ‘terrorism’. In: Behavioral Sciences of Terrorism and Political Aggression, vol. 3, n. 2, 2011, p. 86-96. Disponível em:
https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/19434472.2010.512151
SPECKHARD, Anne; ELLENBERG, Molly; MORTON, Jesse; ASH, Alexander. Involuntary Celibates’ Experiences of and Grievance over Sexual Exclusion and the Potential Threat of Violence Among Those Active in an Online Incel Forum. In: Journal of
Strategic Security, vol. 14, no. 2, 2021, pp. 89 - 121. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/27026635

AULA 4: Novas ontologias do masculino (Kayah)
SEGALEWITZ, Josh. “If you’re ugly, the Blackpill is born with you”: Sexual Hierarchies, Identity Construction, and Masculinity on an Incel Forum Board. In: Joyce Durham Essay Contest in Women's and Gender Studies. ed. 20. Dayton (USA): University of Dayton, 2020. Disponível em: https://ecommons.udayton.edu/wgs_essay/20/
PILKINGTON, Hillary. Why Should We Care What Extremists Think? The Contribution of Emic Perspectives to Understanding the “right-wing extremist” Mind-Set. In: Journal of Contemporary Anthropology, v. 51, n. 3, p. 318-346, 2022. Disponível em:
https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/08912416211041160

AULA 5: Apresentação de pesquisas sobre a manosfera (Kayah e Renato)
CONWAY, Maura. Online Extremism and Terrorism Research Ethics: Researcher Safety, Informed Consent, and the Need for Tailored Guidelines. Terrorism and Political Violence, v. 33, n. 2, p. 367–380, 24 mar. 2021. Disponível em:
https://doi.org/10.1080/09546553.2021.1880235 Acesso em 11 jul. 25.
TEITELBAUM, Benjamin. Collaborating with the Radical Right: Scholar-Informant Solidarity and the Case for an Immoral Anthropology. Current Anthropology, v. 60, n. 3, p. 414-435, 2019. Disponível em:
https://www.journals.uchicago.edu/doi/abs/10.1086/703199?journalCode=ca Acesso em 11 jul. 25.
KOVATS‐BERNAT, J. C. Negotiating Dangerous Fields: Pragmatic Strategies for Fieldwork amid Violence and Terror. American Anthropologist, New Series, v. 104, n. 1, p. 208–222, 2002. Disponível em: http://www.jstor.org/stable/683771 Acesso em 11 jul. 25.

Programa

Curso de introdução sobre a história e a cultura da Armênia, destinado principalmente a estudantes do ensino médio de escolas públicas, mas aberto a interessados em geral, oferecido à distância pela plataforma Google Meet.

Programa

1) Língua armênia e alfabeto armênio
2) Adoção do Cristianismo na Armênia
3) Genocídio Armênio do século XX
4) Formação da Diáspora Armênia

Bibliografia

KHORENATSI, M. (2021). História dos armênios. São Paulo, Ed. FFLCH/USP.
LOUREIRO, H. A. C. (2013). “Genocídio Armênio (1915-1923): massacre, deportações e expropriação”. In: ZAGNI, Rodrigo Medina; BORELLI, Andrea (orgs. 2013). Conflitos Armados, Massacres e Genocídios: Constituição e violações do direito à existência na era contemporânea. São Paulo: Fino Traço.
PEREIRA, D.C. (2021). Introdução: Narrativas tradicionais sobre a origem do cristianismo na Armênia. In: PEREIRA, D.C. (2021). Poesia Armênia Cristã: Grigor Narekatsi, Nersês Shnorhali e outros. São Paulo, Ed. FFLCH/USP.
SAPSEZIAN, A. (2010). História Sucinta e Atualizada da Armênia. São Paulo, Emblema.
YEGHIAZARYAN, L. (2017). Armênio Oriental e Armênio Ocidental. In: PEREIRA, D.C.; HAWI, M.M.; MENEZES JR., A. J. B. Estudos da Ásia: Artes, Tradução e Identidades Culturais. São Paulo, FFLCH.

Programa

 
I. Revisão da morfologia
Apresenta-se nesta primeira parte do estudo uma revisão geral sobre a morfologia do aramaico, especialmente o verbo.
1. As conjugações G (peal), D (pael), H (hafel) na voz ativa e passiva.
2. As conjugações reflexivas Gt (hitpeel) e Dt (hitpaal).
3. Aspecto verbal.
 
II. Frases nominais e frases verbais
1. Que sujeito é comum nas frases nominais?
2. Concordância nominal
3. Concordância verbal
4. Incongruência verbal
 
III. Leitura, análise sintática e tradução de textos
 
1. Dn 2,4b-30
2. Dn 2,31-47
3. Dn 3,1-33
4. Dn 4,1-30
5. Dn 5,1-30
6. Dn 6,1-29
7. Dn 7,1-28
8. Es 4,8-24
9. Es 5,1-17
10. Es 6,1-18
 
 
IV. Comparação do aramaico de Daniel e Esdras
 
1. Morfologia
2. Sintaxe
3. Grafemática
 
V. Bibliografia
 
ARAÚJO, REGINALDO G. DE, Gramática do Aramaico Bíblico, São Paulo, 2005
BAUER, H. e LEANDER P., Kurzgefasste biblisch-aramäische Grammatik, Hildesheim, 1965
_________, Grammatik des biblisch-aramäischen, Hildesheim/Nova York, 1981
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Vol. V: Aramaic, Leiden/Nova York, 2000
COHEN, Sh., Eléments de Langue Talmudique, Jerusalém/Paris, 1982
DALMAN, G., Grammatik des jüdisch-palästinischen Aramäischen, Leipzig, 1978
DAMMRON, A., Grammaire de l’ Araméen Biblique, Strasburg, 1961
GESENIUS, W., Hebräisches und Aramäisches Handwörterbuch über das Alte Testament, 
Berlin/Göttingen/Heidelberg, 1962 [tradução inglesa: The Brown-Driver-Briggs Hebrew and English Lexicon, 4a ed. Peabody, 1999.
JASTROW, J., Dictionary of the Talmud: A Dictionary of the Targumim, The Talmud Babli and 
Yerushalmi, and the Midrashic Literature, Jerusalem, 1903
KIRSt, N e KILPP N., Dicionário Hebraico - Português e Aramaico - Português, São Leopol-do/ Petrópolis,1994
KRUPNIK, B. e SILBERMANN, A.M.,Dictionnaire du Talmud, du Midrach et du Targoum Hébreu/ Français/ Englais, 2 Volumes, Tel-Aviv, 1996
LEVIAS, C., A grammar of the Aramaic Idiom contained in the Babylonian Talmud, Cincin-nati, 1900
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________, A Dictionary of Jewish Palestinian Aramaic, Ramat-Gan/Londres/Baltimore, 2002
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VOGT, E., Lexicon Linguae Aramaicae Veteris Testamenti, Roma, 1971

Programa

1. Contextualização histórica, política e social das condições do exílio no século XX.
Ferramentas para leituras e análise de poesia. Leitura e análise de poemas de Hannah
Arendt. Apresentação e análise de poemas de Hilde Domin, alemã de origem judaica
exilada na República Dominicana.
 
2. Apresentação e análise de poemas de Nelly Sachs, alemã de origem judaica exilada
na Suécia, de Else Lasker-Schüler, alemã de origem judaica exilada em Jerusalém, e de
Paula Ludwig, austríaca auto-exilada no Brasil.
 
Bibliografia:
 
ADORNO, Theodor W. Palestra sobre lírica e sociedade. Tradução e apresentação de
Jorge M. B. de Almeida. São Paulo: Duas Cidades; Ed. 34, 2003.
ARENDT, Hannah. Ich selbst, auch ich tanze: Die Gedichte. München, Berlin, Zürich:
Piper, 2015. 157 p.
______. Origens do totalitarismo. Tradução Roberto Raposo. São Paulo: Companhia
das Letras; Companhia de Bolso, 2013.
ASSMANN, Aleida. Espaços da recordação: formas e transformações da memória
cultural. Tradução: Paulo Soethe. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2011.
BACHELARD, Gaston. A poética do espaço. Tradução de Antônio da Costa Leal e
Lídia do Valle Santos Leal. Rio de Janeiro: Livraria Eldorado Tijuca, 1976.
BERNSTEIN, Charles (Org.). The politics of poetic forms. Poetry and Public Policy.
New York: Roof, 1990.
BRINKER-GABLER, Gisela (Org.). Deutsche Dichterinnen von 16. Jahrhundert bis
zur Gegenwart. Frankfurt am Main: Fischer Taschenbuch, 1978.
BURKE, Peter. Perdas e ganhos: exilados e expatriados na história do conhecimento
na Europa e nas Américas, 1500-2000. São Paulo: Editora Unesp, 2017. 300 p.
CARNEIRO, Maria Luiza Tucci; ODÁLIA, Nilo (Coord.). Brasil, um refúgio nos
trópicos. A trajetória dos refugiados do Nazi-fascismo. Trad. de Dieter Strauß & Angel
Bojadsen. São Paulo, Estação Liberdade/Instituto Goethe, 1996.
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autobiografía. In: Teorías sobre la lírica. Compilación de textos y bibliografía Fernando
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