Programa

1. Elaboração de diálogos mais completos.
2. Reforço da oralidade.
3. Verbos - infinitivos – verbos no presente e no passado.
4. Reforço da parte escrita - elaboração de textos usando verbos no presente e no passado.
5. Leitura de textos
6. Preposições.
7. Situações do cotidiano e elaboração de diálogos correspondentes tanto no presente como no passado.
8. Revisão de verbos nas diferentes construções verbais no presente e no passado.
9. Apresentação do tempo futuro.

Bibliografia
CHAYAT; ISRAELI & KOBLINER - Ivrit myn Haatchalá. Jerusalém, Academon, Ed. Universidade Hebraica de Jerusalém, Parte I, 2007.
ELIOR, Mika; DOLBERG, Lilach e RIVLIN, Tina – Ivrit Mibait Tov. Jerusalém, Haagaf Lechinuch mevugarim, 2004
GANENI, Nili e SHIMONI, Ruth – Ivrit Mibereshit. Holon, David Rachgold, 2005 – Volumes I e II
MAADIA, Meira – Leatsliach Beivrit – helek alef. Ramat Gan, Haagaf Lechinuch mevugarim, 2008
WAINBECH, Liora e LAUDAN, Edna – Et Laivrit. Tel Aviv, Matach, 1992.

Programa

1) Onde publicar e como se preparar para escrever
2) Como se organizar e começar a escrever
3) Revisão da literatura (Introdução 2)
4) Desenvolvimento 1 – Explicando a metodologia
5) Desenvolvimento 2 – Resultados e discussão
6) Introdução 1 e Resumo
7) Conclusão e Referências
8) Dicas úteis para escrita em inglês

Referências bibliográficas:

BELCHER, Wendy L. Writing your journal article in 12 weeks : a guide to academic publishing success. Thousand Oaks, Calif.: Sage Publications, 2009.
FESTAS, Isabel; SEIXAS, Ana ; MATOS, Armanda. Escrita a partir de fontes e suas relações com o plágio em estudantes universitários ,. Educação e Pesquisa, v. 49, n. 49, 2023. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ep/a/spwRLssv5fwX7Q4k8dZmkYF/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 5 set. 2023.
FURTADO, Alfredo Braga. Como Escrever Artigos Científicos, Dissertações e Teses. São Paulo: Saraiva, 2010.
MENSAH, Felicia. Like Words Falling Onto the Page. [s.l.: s.n.], 2020.
SWALES, John M ; FEAK, Christine B. Academic writing for graduate students: Essential tasks and skills. Ann Arbor: The University of Michigan Press, 2019.
VOLPATO, Gilson Luiz. Como escrever um artigo científico. Anais da Academia Pernambucana de Ciência Agronômica, v. 4, p. 97–115, 2007.

Programa

Aula 1
“Competência linguística: uma dotação biológica da espécie humana.”
Referências bibliográficas
GROLLA, E.; SILVA, M. C. Para conhecer: aquisição da linguagem. São Paulo: Contexto, 2014

Aula 2
“Competência morfológica: o lugar da morfologia na arquitetura da gramática.”
Referências bibliográficas
CORREIA, M.; ALMEIDA, G. Neologia em português. São Paulo: Parábola Editorial. 2012.

BASILIO, M. Formação e classes de palavras no português do Brasil. – 3. ed. – São Paulo: Contexto, 2011.
ALVES, I. Neologismo. Criação lexical. São Paulo: Ática, 1990.

Aula 3
“Neologismos em Guimarães Rosa e nas obras literárias de outros autores.”
Referências bibliográficas
ESPADARO, M.; SCHER, A. P. O papel da morfologia apreciativa na criação lexical na obra de Guimarães Rosa. Estudos Linguísticos e Literários, Salvador, v. 1, n. 47, 2013.
CARNEIRO, T.. Um processo produtivo e nada marginal: a reduplicação nas criações vocabulares de Guimarães Rosa. 24 p. (Relatório final de pesquisa de Iniciação Científica) - Departamento de Linguística. Universidade de São Paulo, São Paulo, 2024.
MAXIMO, E.. Estudo do mecanismo de criação neológica na obra de Guimarães Rosa. Orientadora: Miriam Lemle. Dissertação (Mestrado) - curso linguística, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2011.
ROCHA, Luiz Carlos de Assis. Teoria sufixal do léxico português aplicada às formações nominais de Guimarães Rosa. Tese de Doutorado em Língua Portuguesa, UFRJ, Rio de Janeiro, 1992.

Aula 4
“Neologismos no X (antigo Twitter) e em outros textos não literários.”
Referências bibliográficas
MARANGONI JUNIOR, C. E. A blendtividade na formação de palavras: a derivação dos blends na interface entre morfologia, fonologia e pragmática. Dissertação apresentada à Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo para obtenção do título de Mestre em Letras. 2021.
LIMA, K. O uso do empréstimo na criação de palavras do twitter: uma análise sob a perspectiva da morfologia distribuída. Trabalho de conclusão de Curso em Letras Português-Latim. Universidade Federal do Rio de Janeiro. 2023.

Aula 5
“O lugar da morfologia no ensino básico e no superior.”
Referências bibliográficas
GALLEGO, Á.; CHOMSKY, N. The Faculty of Language: A Biological Object, a Window into the Mind, and a Bridge across Disciplines. Revista Sociedad Española De Lingüística, v. 1, n. 1, p.1 - 25, 2020.
MINUSSI, R. D; BARBOSA, J. W. C. Ensino de morfologia: uma proposta de estrutura para o estudo das classes de palavras e da formação de palavras. ReVEL, v. 19, n. 37, 2021.

Programa

Este curso de atualização para professores de ensino Infantil e Fundamental I propõe a leitura e discussão de narrativas africanas, afro-brasileiras e indígenas voltadas para o público infantil e juvenil, assim como sugere alternativas de abordagem dessas narrativas em sala de aula. Além das literaturas, o curso propõe pensar outras dimensões das culturas e identidades africanas, afro-brasileiras e indígenas que ampliem os referenciais ofertados para as crianças no que diz respeito à lei 11.645/08 (10.639/03). Dessa forma, jogos, brincadeiras, músicas e danças também serão elementos importantes nas discussões e propostas pedagógicas elaboradas. O curso foi desenvolvido no intuito de trabalhar para a concretização de ações para o cumprimento da lei e para a superação da ausência de referências da cultura afro-brasileira, africana e indígena nos currículos escolares do ensino Infantil e Fundamental I. Ademais, o presente curso pretende fornecer, aos professores da educação básica pública e particular do primeiro ciclo de ensino, um repertório de textos teóricos e referências literárias que permitam observar as relações entre literatura, história e sociedade e a importância político-social da inclusão dos temas étnico-raciais nas séries iniciais.
 
PROGRAMA:
 
1ª aula – 05 de agosto de 2017 – 9h00 -13h30
Um século de Literatura Infantil Brasileira: um panorama de produções e reflexões
Século XX. No ano 1920, a publicação de A Menina do Narizinho Arrebitado, de Monteiro Lobato, inaugura a Literatura Infantil Brasileira. A partir desse marco inicial, a aula tem por objetivo propor uma visão panorâmica da nossa literatura infantil, estimulando reflexões sobre a importância do gênero, (re)apresentando alguns conceitos fundamentais para sua compreensão.
Ministrante: Fabio Eduardo Muraca
 
2ª aula – 12 de agosto de 2017  – 9h00 -13h30
Leitura, afeto e identidade leitora
Que mapas afetivos desenhamos com as nossas leituras? A partir da leitura e análise do conto Inventário de imóveis e jacentes, do moçambicano Luís Bernardo Honwana, e do livro infantil Esperando a chuva, de Veronique Vernette, pretendemos suscitar reflexões acerca da identidade leitora e da importância do exercício crítico de educadoras e educadores em seu processo de planejamento, execução e avaliação de atividades de leitura voltadas aos educandos sob a perspectiva da lei 11.645/08.
Ministrante: Denise Censi
 
3ª aula – 19 de agosto de 2017 – 9h00 -13h30
Multiletramentos e as tecnologias
A partir do conceito de letramento, apresentado por Magda Soares (1998), diferenciá-lo dos conceitos de analfabetismo e alfabetização a partir de Rojo (2009). Ampliar a discussão, apontando os conceitos de novos letramentos, a partir de Lemke (2010), apresentando a nova mentalidade de multiletramentos. Neste contexto, discutir a relação dos novos multiletramentos com os letramentos convencionais escolares e de que forma eles podem contribuir para a educação. É possível ainda, conhecer ou aprofundar a discussão e os conhecimentos dos multiletramentos por meio do uso de TDICs com a prática formativa a partir da apresentação e da discussão de uma sequência didática digital e interativa produzida para professores de Ensino Fundamental I sobre lendas ou contos clássicos.
Ministrante: Camila Castro
 
4ª aula – 26 de agosto de 2017 – 9h00 – 13h30 
O Jongo de Piquete
O encontro será conduzido por Gilberto Augusto da Silva, mestre jongueiro de Piquete, cidade que recebeu muitos negros libertos após a Abolição e que tem o Jongo como manifestação cultural de afirmação da identidade negra e da memória viva que se faz resistência. A aula se propõe elaborar um espaço de discussão e de reconhecimento da cultura jongueira a partir dos pressupostos da Lei 11.645/08. 
 
5ª aula – 02 de setembro de 2017 – 9h00 -13h30
Memória e história como resistência: narrativas, biografias e autobiografias
O encontro se propõe discutir o direito à memória e ao registro significativo das biografias, histórias e expressões culturais que envolvem não só nomes já reconhecidos das literaturas, das artes e da historiografia. A aula pretende discutir estratégias para pensar a escrita das biografias e das narrativas de memória que contemplem personagens e expressões culturais próximas do cotidiano dos educandos e educadores, e que valorizem as referências da cultura afrobrasileira e da resistência negra no Brasil. Nesse sentido, o diálogo com o Samba Lenço e com os processos de transmissão dessa tradição sustentada principalmente por mulheres negras vindas do interior paulista para a periferia da capital servirá como importante ponto de apoio para pensar a biografia e as narrativas de personagens pouco conhecidas, mas cuja importância para a memória da resistência negra pode ser ressaltada. Caixas de memórias com cartas, diários, fotos e objetos pessoais serão elementos importantes para pensar a memória que também pode expressar seu interesse e significância como autobiografia.  
Ministrantes: Rosemeire da Silva Vargas, Maria Paula de Jesus, e Rosana Baú Rabello
                                      
6ª aula – 16 de setembro de 2017 – 9h00-13h30
Mulheres negras escritoras, histórias que se cruzam: um olhar atento sobre as questões de gênero, raça e classe na atualidade
No encontro, o texto literário será pensado como território político e de disputa com aspecto biopsicossociais.  Nesse sentido, abordaremos a importância da literatura como espaço de ação política para o enfrentamento do sexismo, do racismo e da hierarquia de classe e discutiremos a psicologia enquanto ciência crítica e engajada na sociedade. Serão analisados criticamente contos de escritoras negras contemporâneas com vistas ao lugar da mulher negra na sociedade de classes e à compreensão da violência contra a mulher no patriarcado. A partir dessas análises, serão realizadas propostas para uma educação voltada para o debate de gênero, raça e classe na sala de aula. Processos de resistência e de ação política, assim como a importância política e social do ativismo de intelectuais e de escritoras negras também serão temas abordados no encontro.
Ministrante: Ianá Souza
 
7ª aula – 23 de setembro de 2017 – 9h00-13h30
Literatura, jogos e brincadeiras
No encontro, apresentaremos diferentes possibilidades de abordagens e práticas pedagógicas que consigam acessar, por meio da poesia, da literatura, dos jogos e das brincadeiras, referências às culturas e às histórias africanas, afro-brasileiras e indígenas. Entendemos que esses elementos podem constituir-se como importantes dispositivos da educação para as relações étnico-raciais e que a experimentação do aprendizado lúdico, da leitura compartilhada de textos e da recreação podem tanto proporcionar a valorização da identidade étnico-racial negra e indígena, como também possibilitar o aprendizado dessas referências como experiência partilhada.
Ministrante: Rosana Baú Rabello
 
8ª aula – 30 de setembro de 2017 – 9h00-13h30
América Latina: contos e encantos.
A partir do livro A Flor de Lirolay e outros contos da América Latina, de Celina Bodenmüller e Fabiana Prando, abordaremos temas pertinentes ao trabalho em sala de aula, tais como:  cultura popular, narração de histórias, o processo de colonização e a permeabilidade do imaginário entre outros. O livro traz 22 contos da tradição oral dos países latino-americanos e um apêndice com informações e curiosidades sobre o continente, seus povos e costumes. A experiência da autora na pesquisa, escrita e narração das histórias da coletânea enriquecerão o encontro. Uma oportunidade ímpar de compartilhar, aprofundar e multiplicar essa vivência. Os educadores serão portadores dessa paixão por nosso continente de muitas vozes, cores, tradições e histórias. Somos loucos por ti, América!
Ministrante: Fabiana Prando
 
9ª aula – 07 de outubro de 2017 – 9h00-13h30
O lugar da poesia no mundo e na formação de crianças leitoras
Um breve panorama dos estudos sobre leitura no Brasil revela o triste cenário no qual a leitura de poesia tem cada vez menos adeptos, reiterando o caráter de resistência que tem marcado historicamente o gênero (BOSI, 1996).  Diante desse quadro, este encontro propõe discutir o lugar da poesia no mundo contemporâneo e na formação de crianças leitoras. Serão, portanto, estimuladas leituras e reflexões acerca de poemas que articulem subjetividades e identidades sociais na relação entre produção e recepção, destacando imagens da infância presentes nos textos. Assim, voltado a princípio para as especificidades da poesia, pretende-se ainda problematizar as suas fronteiras em relação aos demais gêneros, evidenciando perspectivas libertárias tanto na forma quanto no conteúdo de poemas produzidos por poetas afro-brasileiros, africanos e indígenas, considerando as demandas educacionais da lei 11.645/08.
Ministrante: José Welton Ferreira Jr.
 
10ª aula – 21 de outubro de 2017 – 9h00-13h30
A aula tem por objetivo apresentar referências das literaturas afro-brasileiras e africanas de língua portuguesa e promover o conhecimento da obra dos autores por meio de alguns textos literários selecionados para o encontro. A seleção dos textos foi regida sobretudo pelo critério de representatividade (das obras e dos autores) e pelo interesse que os textos possam despertar nos professores e nos estudantes que começam a familiarizar-se com as literaturas africanas.                 
Ministrante: Maria Paula de Jesus
 
11ª – 11 de novembro de 2017 – 9h00-13h30
Escuta, mediação e diálogo
Pretende-se discutir a importância da escuta, da conversação literária, da mediação e do registro para um significativo trabalho com a leitura e com a formação do leitor. "Quando escutamos a maneira singular com a qual as crianças nomeiam o mundo, colocamos em saudável tensão nossas fibras interpretativas", diz Cecilia Bajour no livro "Ouvir nas entrelinhas - o valor da escuta nas práticas de leitura" (editora Pulo do Gato, 2012). Essa escuta, observação e abertura para dialogar com o texto e com as interpretações das crianças são elementos importantes do trabalho de mediação de leitura. O encontro será permeado por essa reflexão e pelo debate sobre práticas para a interlocução com o aluno a partir de textos, vivências, experiências, memórias partilhadas e encontros significativos com a cultura e a história africana, afrobrasileira e indígena.  Será proposta ainda uma avaliação do curso e um diálogo para partilhar experiências no campo da educação e da atuação dos professores para o cumprimento da lei 11.645/08.   
Ministrantes: Maria Paula de Jesus e Rosana Baú Rabello
 
 
BIBLIOGRAFIA:
 
Narrativas:
ADICHIE, Chimamanda Ngozi. Sejamos todos feministas. Tradução Christina Baum. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
 
BARBOSA, Rogério Andrade. Ndule Ndule, assim brincam as crianças africanas.
 
BONDENMÜLLER, Celina. PRANDO, Fabiana. A flor de Lirolay.  São Paulo: Panda Books, 2015
 
COUTO Mia, O beijo da palavrinha. Rio de Janeiro: Língua geral, 2006.
______. O gato e o escuro. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2008.
 
DIOUF, Sylviane A.. As tranças de Bintou. Tradução de Charles Cosac, Ilustrações de Shane W. Evans. São Paulo: Cosac Naify, 2010.
 
EVARISTO, Conceição. Olhos d`água. Rio de Janeiro: Pallas: Fundação Biblioteca Nacional, 2016.
 
FRANCO, Blandina. LOLLO, José Carlos. A lenda da noite. São Paulo: Callis Ed, 2014.
 
HONWANA, Luís Bernardo. Nós matamos o Cão-Tinhoso. São Paulo: Ática, 1980.
 
INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL. Povos indígenas no Brasil Mirim. São Paulo: ISA, 2015.
 
LIMA, Maurício. BARRETO, Antônio. O jogo da onça e outras brincadeiras indígenas.
 
LEITE, Márcia. Poeminhas da terra. Ilustrações de Tatiana Móes. São Paulo: Editora Pulo do Gato, 2016.
 
NDIAYE, Marie. A diaba e sua filha. Tradução Paulo Neves. São Paulo: Cosac Naif, 2011.
 
NEVES, André. Obax. São Paulo: Brinque-Book, 2010. 
 
OBEID, César. Tupiliques: heranças indígenas no português do Brasil. São Paulo: Ed. Moderna,
 
OBEID, César. Sou indígena e sou criança. São Paulo: Moderna, 2014.
 
ONDJAKI. Ynari: A Menina das Cinco Tranças, São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
 
______. Os da minha rua. Rio de Janeiro: Língua Geral, 2007.
 
_____. O leão e o coelho Saltitão. Rio de Janeiro: Língua Geral, 2009.
 
______. O voo do golfinho. São Paulo: Companhia das letras, 2012
 
______. a bicicleta que tinha bigodes. Rio de Janeiro: Pallas editorial, 2012.
 
ROSA, Sônia. Os tesouros de Monifa. São Paulo: Brinque-Book, 2009.
 
PAULINA, Chiziane. As andorinhas. Belo Horizonte: Nandyala, 2013.
 
VERNETTE, Véronique. Esperando a Chuva. Tradução Renato Pedrosa. São Paulo: Pulo do Gato, 2015.
 
Apoio teórico:
ABDALA JR., Benjamin. “A literatura, a diferença e a condição intelectual” In: Revista Brasileira de Literatura Comparada. Rio de Janeiro, 2006, no. 8.
 
ABDALA JR., Benjamin. “Necessidade e solidariedade nos estudos de literatura comparada”  In: De vôos e ilhas – Literatura e Comunitarismos. São Paulo: Ed. Ateliê, 2003.
 
ANDRUETTO, María Teresa. Por uma literatura sem adjetivos. São Paulo: Editora Pulo do Gato, 2012.
 
ANDERSON, Perry. “Trajetos de uma forma literária”. In: Novos Estudos, Nº 77. CEBRAP, Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, Rio de Janeiro: Março, 2007.
 
ARROYO, Leonardo. Literatura infantil brasileira. São Paulo: Editora UNESP, 2011.
 
BAJOUR, Cecília. Ouvir nas entrelinhas: o valor da escuta nas práticas de leitura. São Paulo: Pulo do gato, 2012.
 
BATISTA, A. A. G. A avaliação dos livros didáticos: Para entender o Programa Nacional dos Livros Didáticos (PNLD). In: ROJO, R. H. R.; BATISTA, A. A. G. (Orgs.). Livro Didático de Língua Portuguesa, letramento e cultura da escrita. Campinas/SP: Mercado de Letras/EDUC, Coleção As Faces da Linguística Aplicada, 2003. p. 25-68.
 
BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo: fatos e mitos/experiências. Tradução Sérgio Milliet. – 3 e.d. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016. 2 vol.
 
BORDINI, Maria da Glória. Poesia Infantil e transitoriedade do leitor criança. Via Atlântica, Universidade de São Paulo, São Paulo, n14/dez 2008, p. 23-33.
 
BOSI, Alfredo. Sobre alguns modos de ler poesia: memórias e reflexões. In: BOSI, Alfredo (org.). Leitura de Poesia. São Paulo, Editora Ática, 1996.
 
BOSI, Alfredo. Literatura e resistência. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
 
BUNZEN, C. & ROJO, R. Livro didático de língua portuguesa como gênero do discurso: autoria e estilo. In: Maria da Graça Costa Val e Beth Marcuschi (Orgs.). Livros didáticos de língua portuguesa: letramento e cidadania. Belo Horizonte: CEALE/Autêntica, 2005, p. 73-117.
 
BUNZEN, C. Os significados do letramento escolar como uma prática sociocultural. In:
VÓVIO, C; SITO, L; DE GRANDE, P. Letramentos: rupturas, deslocamentos e repercussões de pesquisa em Linguística aplicada: Campinas, SP: Mercado de Letras, 2010, p. 99-120.
 
CÂNDIDO, A. A literatura e a formação do homem. Ciência e Cultura, v. 24, n. 9, 1972.
______. Literatura e Sociedade. 10ª Ed., Rio de Janeiro: Ouro sobre azul, 2008.
______. O direito à literatura. In: Vários escritos. São Paulo/Rio de Janeiro: Duas cidades, 2004, p.169 a 192.
 
CARDEMATORI, Lígia. O que é literatura infantil. São Paulo: Brasiliense, 2010.
 
CAVACAS, Fernanda; CHAVES, Rita; MACÊDO, Tânia. Mia Couto: um convite à diferença. São Paulo: Humanitas, 2013.
 
CHABAL, Patrick. Vozes moçambicanas, literatura e nacionalidade. Águeda: Veja, 1994.
 
COELHO, Nelly Novaes. Panorama Histórico da Literatura Infantil/Juvenil. São Paulo: Manole, 2010.
 
COPE, B.; KALANTZIS, M. Designs for Social Futures. In: COPE, B.; KALANTZIS, M. (Orgs.) Multiliteracies: Literacies Learning and the Design of Social Futures. Nova York, Routledge, 2006, p. 203-234.
_____. Multiliteracies: New Literacies, New Learning. Pedagogies: An International
Journal, vol.4, p.164-195, 2009.
 
CUNHA, Maria Zilda da. Na tessitura dos signos contemporâneos: novos olhares para a literatura infantil e juvenil. São Paulo: Humanitas/Paulinas, 2009.
 
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Autores Associados: Cortez, 1989.
______. Educação e mudança. Trad. Moacir Gadotti et Lílian Lopes Martin. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
 
GREGORIN FILHO, José Nicolau. Literatura infantil: múltiplas linguagens na formação do leitor. São Paulo: Melhoramentos, 2009.
 
DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2016.
 
FANON, Frantz. Os condenados da terra. Juiz de Fora: Ed. UFJF, 2005.
 
FONSECA, Maria Nazareth Soares Fonseca e CURY, Maria Zilda Ferreira. Mia Couto: Espaços ficcionais.  Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
 
FRYE, Northrop. Fábulas de identidade. São Paulo: Nova Alexandria, 1999.
 
GIROUX, Henry A. Os professores como intelectuais: rumo a uma pedagogia crítica da aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 1997.
 
GOMES, Nilma Lino. Diversidade cultural, currículo e questão racial. In: ABRAMOVICZ, Anete, BARBOSA, Lúcia Maria de Assunção & SILVÉRIO, Valter Roberto (Org.). Educação como prática da diferença. Campinas: Ed. Autores associados, 2006.
 
GRAÚNA, Graça. Contrapontos da literatura indígena contemporânea no Brasil. Belo Horizonte: Editora Mazza, 2013.
 
JAMESON, Frederic. “O romance histórico ainda é possível?” In: Novos Estudos, Nº 77. Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, Rio de Janeiro: Março, 2007.
 
KISHIMOTO, Alexandre. TRONCARELLI, Maria Cristina (org.). O jongo do Tamandaré. São Paulo: Associação Cultural Cachuera!, 2013.
 
KISHIMOTO, Alexandre. TRONCARELLI, Maria Cristina (org.). O reinado da irmandade de Nossa Senhora do Jatobá. São Paulo: Associação Cultural Cachuera, 2015.
 
LAJOLO, Marisa e ZILBERMAN, Regina. Literatura infantil brasileira: história & histórias. São Paulo: Ática, 1999.
 
LEÃO. Ângela Vaz (org.). Contatos e ressonâncias: Literaturas Africanas de Língua Portuguesa. Belo Horizonte: PUCMINAS, 2003.
 
LE GOFF, Jacques. História e Memória. Campinas: 5ªed. Editora Unicamp, 2003.
 
LEITE, Ana Mafalda. Oralidades e escritas nas literaturas africana. Lisboa: Edições Colibri, 1998.
 
LEMKE, Jay L. Letramento metamidiático: transformando significados e mídias. Trab. linguíst. Apl., Campinas,  v. 49, n. 2, p. 455-479,  Dez.  2010. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-1813201000…. Acesso em: 21 mar. 2017.
 
MARGARIDO, Alfredo. “A literatura angolana: da descoberta ao combate”. In: Estudos sobre as literaturas das nações africanas de língua portuguesa. Lisboa: A Regra do Jogo, 1980.
 
MIRANDA, Maria Geralda de e SECCO, Carmen Lúcia Tindó (org). Paulina Chiziane, vozes e rostos femininos de Moçambique. Curitiba: Ed. Appris. 2014.
 
MORAES, Anita Martins Rodrigues de. O inconsciente teórico: investigando estratégias interpretativas de terra sonâmbula, de Mia Couto. São Paulo: Annablume; Fapesp, 2009.
 
MUNANGA, Kabengele. (Org.) Superando o racismo na escola. Brasília: EC/SECAD/BID/UNESCO, 2005.
 
NETO, Agostinho. Sagrada esperança. Salvador; Luanda: Edições Maianga, 2004
 
OLIVEIRA, Gabriela R. O professor de português e a literatura: Relações entre formação, hábitos de leitura e práticas de ensino. São Paulo: Editora Alameda, 2009.
 
PADILHA, Laura. “Da construção identitária a uma trama de diferenças – um olhar sobre as literaturas de língua portuguesa”. In: Revista Crítica de Ciências Sociais, 73. Coimbra, 2005.
 
PALO, Maria José e OLIVEIRA, M. Rosa. Literatura Infantil: voz de criança. São Paulo: Ática, 2003
 
REYES, Yolanda. Ler e brincar, tecer e cantar: literatura, escrita e educação. Tradução Rodrigo Petronio. São Paulo: Editora Pulo do Gato, 2012.
 
ROJO, R. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.
 
SOARES, M. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica,1998.
 
ROSA, Allan da. Pedagoginga, autonomia e mocambagem. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2013
 
ROSÁRIO, Lourenço do. Moçambique: história, culturas sociedade e literatura. Belo Horizonte: Nandyala, 2010.
 
SANTILLI, Maria Aparecida. “Literaturas de Língua Portuguesa. A polêmica do denominador comum”. In: Paralelas e tangentes – entre literaturas de língua portuguesa. São Paulo: Centro de Estudos Portugueses/USP, 2003. Via Atlântica.
 
SANTILLI, Maria Aparecida. “O fazer-crer nas histórias de Mia Couto”. In: Via Atlântica: Dossiê África. São Paulo: Centro de Estudos Portugueses/USP, 1999. Texto disponível no endereço: http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/viewFile/49010/53088
 
SEN, Amartya. Desenvolvimento como liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. letras em laços. Rio de Janeiro: Atlântica, 2000.
 
SERRANO, Carlos; WALDMAN, Maurício. Memória d’África: a temática africana em sala de aula. São Paulo: Cortez, 2010.
 
SILVA, Cidinha da (Org.). Africanidades e relações raciais: insumos para políticas públicas na área do livro, leitura, literatura e bibliotecas no Brasil. Brasília: Fundação Cultural Palmares, 2014.    
 
SOUSA, Cynthia Pereira de (et. al.). A diversidade e o trabalho escolar, 4: histórias de vida, autobiografias e projetos de formação. São Paulo: FAFE – Fundação de Apoio à Faculdade de Educação, 2006.
 
SOUZA, Florentina e LIMA, Maria Nazaré (Org). Literatura Afro-Brasileira. Centro de Estudos Afro - Orientais, Brasília: Fundação Cultural Palmares, 2006.
 
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.
 
TAVARES, Ana Paula. “Cinquenta anos de literatura angolana”. In: Via Atlântica, São Paulo, n. 3, 1999. Texto disponível em: <
 
VARGAS, Rosimeire da Silva. Samba-lenço de Mauá: memória e tradição do samba de bumbo paulista; 2016; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em UNIAFRO - política de promoção da igualdade racial na escola) - Universidade Federal de São Paulo, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, 2016. 
 
 
Legislação
BRASIL. Lei 10.639/2003. Brasília: MEC, 2003.
______. Lei 11.645/2008. Brasília: MEC, 2008.
______. Orientações e ações para educação das relações étnico-raciais. Brasília: SECAD, 2006.
______. Parecer CNE/CP 003/2004. Relatores: Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva (Relatora), Carlos Roberto Jamil Cury, Francisca Novantino, Marilia Ancona-Lopez. Brasília: MEC, 2004.
 
Sites: 
ROSA, Allan da. Mukundo Lírico. Disponível em: http://www.mukondolirico.com.br/. Acesso em 20 de março de 2017. 
 
MAE. Recursos Pedagógicos no MAE/USP. Disponível em:
 
Instituto Catitu – Aldeia em cena. Disponível em: http://institutocatitu.org.br/. Acesso em 20 de março de 2017. 
Ikpeng. Projeto Mawo. Disponível em: www.ikpeng.org. Acesso em 23 de março de 2017. 
 
Vídeo nas aldeias. Cineastas indígenas Hunikui. Disponível em:
 http://www.videonasaldeias.org.br/2009/. Acesso em 27 de março de 2017. 
 
Canal Lagarta Listrada. Acessível em:
 
SESCSP. Jogos e brincadeiras Kalapalo. Disponível em:
 https://ww2.sescsp.org.br/kalapalo/. Acesso em 28 de março de 2017. 
 
GELEDÉS. Jogos e brincadeira africanas. Disponível em:

Programa

PROGRAMA


1ª aula: Desafios comparativos. A China e o Brasil no entreséculos: crises monárquicas. Data: 2/2/2021

Breve exposição do conteúdo programático: apresentação do programa; fundamentação teórica; e exposição da situação contextual do Brasil e da China entre 1888-1948.


2ª aula: A problemática do republicanismo. Data: 9/2/2021


Breve exposição do conteúdo programático: aula voltada a explorar os entedimento e os usos das ideias liberais sobre a organização da república, tangendo temáticas como constitucionalismo e federaislimo, nos contextos chinês e brasileiro.

Leitura comum

ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA. A Constituição dos Estados Unidos. In: MORRIS, Richard B. Documentos básicos da História dos Estados Unidos. São Paulo: Fundo de Cultura, 1964, p. 68-89.


Leituras específicas

Brasil

SANTOS, Wanderley Guilherme dos. Regresso: máscara institucionais do liberalismo oligárquico. Rio de Janeiro: Opera Nostra, 1994, p. 1-74.

China

KRONCKE, Jedidiah. An Early Tragedy of Comparative Constitutionalism: Frank Goodnow and the Chinese Republic. Washington International Law Journal 21, n. 3, 2012, p. 535-590.


3ª aula: A saída autoritária. Data: 23/2/2021

Breve exposição do conteúdo programático: aula voltada a explorar a recepção das ideias autoritárias no Brasil e na China e a organizaçaõ de movimentos corporativas nessas realidades.

Leitura comum

ARENDT, Hannah. Origens do Totalitarismo: anti-semitismo, imperialismo, totalitarismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1989 [1951], p. 439-511.

Leituras específicas

Brasil

FAUSTO, Boris. O pensamento nacionalista autoritário. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.

China

EASTMAN, Lloyd. Fascism in Kuomintang China: The Blue Shirts. The China Quarterly 49, 1972, p. 1-31.


4ª aula: As ideias de esquerda. Data: 2/3/2021

Breve exposição do conteúdo programático: aula voltada a explorar a difusão das ideias de socialistas por meio da Internacional Comunsita na China e no Brasil

Leitura comum

ENGELS, Friedrich; MARX, Karl. Manifesto Comunista. São Paulo: Boitempo, 2010 [1848].

Leituras específicas

Brasil

SECCO, Lincoln. A Batalha dos Livros: formação da Esquerda no Brasil. Cotia: Ateliê, 2017, p. 51-101.

China

SUN Yat-sen. The three principles of the people = San min chu i. Vancouver: Soul Care Publishing, 2011.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ARENDT, Hannah. Origens do Totalitarismo: anti-semitismo, imperialismo, totalitarismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
BARY, William Theodore de: The Liberal Tradition in China. Hong Kong: Chinese University of Hong Kong Press, 1983.
BASTID, Marianne. The Japanese-Induced German Connection of Modern Chinese Ideas of the State: Liang Qichao and the Guojia lun of J. K. Bluntschli. In: The Role of Japan in Liang Qichao’s Introduction of Modern Western Civilization to China, Ed. Fogel, p. 105-124.
BEIRED, José Luis Bendicho. Sob o signo da nova ordem: intelectuais autoritários no Brasil e na Argentina (1914-1945). São Paulo: Loyola, 1999.
BLITSTEIN, Pablo. El concepto de “partido politico” y los mandarines chinos en el exilio: concepto y experiencia entre China y las Américas (fines del siglo XIX-principios del XX). In: Araucaria. Revista Iberoamericana de Filosofía, Política, Humanidades y Relaciones Internacionales 20, nº 40 (2018), pp. 159-184.
CARONE, Edgard. O Marxismo no Brasil. Rio de Janeiro: Dois Pontos, 1986.
CARVALHO, José Murilo de. Forças armadas e política no Brasil. São Paulo: Todavia, 2019.
CLINTON, Maggie. Revolutionary Nativism: Fascism and Culture in China, 1925-1937. Durham: Duke University Press, 2017.
COCO, Orazio. The Penetration of Italian Fascism in Nationalist China: Political Influence and Economic Legacy. The International History Review, 2020, p. 1-17. Disponível em: http://10.1080/07075332.2020.1754273. Acesso em: 04 out. 2020.
DEAECTO, Marisa Midori; MOLLIER, Jean-Yves (org.). Edição e Revolução. Cotia; Belo Horizonte: Ateliê Editorial; UFMG, 2013.
DEAECTO, Marisa Midori; SECCO, Lincoln (org.). Leituras marxistas e outros estudos. São Paulo: Xamã, 2004, p. 17-74.
DIRLIK, Arif. Anarchism in the Chinese Revolution. Berkeley: Univ. of California Press, 1991.
DIRLIK, Arif. Marxism in the Chinese Revolution. Lanham: Rowman & Littlefield, 2006.
DIRLIK, Arif. Revolution and History. The Origins of Marxist Historiography in China, 1919-1937. Berkeley et al.: University of California Press, 1989.
FAUSTO, Boris. O pensamento nacionalista autoritário. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
FUNG, Edmund S. K. The Intellectual Foundations of Chinese Modernity: Cultural and Political Thought in the Republican Era. Cambridge: Cambridge University Press, 2010.
GASSTER, Michael. Chinese Intellectuals and the Revolution of 1911: The Birth of Modern Chinese Radicalism. Seattle, London: University of Washington Press, 1969.
GOLDMANN, Merle; LEE, Ou-fan. An Intellectual History of Modern China. Cambridge: Cambridge University Press, 2002.
KIRBY, William. Images and Realities of Chinese Fascism. In: LARSEN, Stein, Fascism Outside Europe: The European Impulse Against Domestic Conditions in the Diffusion of Global Fascism. New York: Columbia University Press, 2001, p. 233-268.
KONDER, Leandro. A Derrota da Dialética: a recepção das ideias de Marx no Brasil, até o começo dos anos trinta. Rio de Janeiro: Campus, 1988.
KWAK, Jun-Hyeok; JENCO, Leigh. Republicanism in Northeast Asia. Londres: Routledge, 2017.
LACERDA, Felipe Castilho de. Octávio Brandão e as matrizes intelectuais do marxismo no Brasil. Cotia: Ateliê, 2019.
LAMOUNIER, Bolivar. Formação de um pensamento político autoritário na Primeira República. Uma interpretação. In: FAUSTO, Boris (org.). História Geral da Civilização Brasileira: O Brasil Republicano. Sociedade e Instituições (1889-1930). Rio de Janeiro: Berthand Brasil, 2004, p. 345-374.
LINS, Ivan. História do Positivismo no Brasil. 2. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1967.
LOWY, Michael. Le Marxisme en Amérique Latine de 1909 à nos jours: anthologie. Paris: Maspero, 1980.
MADEIROS, Jarbas. Ideologia autoritária no Brasil, 1930-1945. Rio de Janeiro: FGV, 1978.
MARCHAL, Kai; SHAW, Carl K. Y. Carl Schmitt and Leo Strauss in the Chinese-Speaking World: Reorienting the Political. Lanham: Lexington Books, 2007
MOTA, Carlos Guilherme. Ideologia da cultura brasileira (1933-1974). 4. ed. São Paulo: Editora 34, 2014.
PAIM, Antonio. História do Liberalismo Brasileiro. 2. ed. São Paulo: LVM Editora, 2018.
PRADO, Eduardo. A ilusão americana. Brasília: Senado Federal, 2003 [1895].
PUGACH, Noel. Embarassed Monarchist: Frank J. Goodnow and Constitutional Development in China, 1913–1915. Pacific Historical Review 42, n. 4, 1973, p. 499-517.
RAMOS, Alexandre Pinheiro. Intelectuais, livros e política: Schmidt Editor e José Olympio Editora na divulgação do Integralismo. Topoi, Rio de Janeiro, v. 16, n. 31, p. 641-666, jul./dez. 2015.
SANTOS, Wanderley Guilherme dos. Regresso:máscara institucionais do liberalismo oligárquico. Rio de Janeiro: Opera Nostra, 1994.
SCHWARZ, Roberto Ao vencedor as batatas. 3. ed. São Paulo: Duas Cidades, 1988.
SECCO, Lincoln. A Batalha dos Livros: formação da Esquerda no Brasil. Cotia: Ateliê, 2017.
SCHARTZMAN, Simon. Bases do autoritarismo brasileiro. Rio de Janeiro: Campus, 1988.
TRESCOTT, Paul B. Jingji Xue: The History of the Introduction of Western Economic Ideas into China, 1850-1950. Hong Kong: Chinese University Press, 2007.
WAGNER, Rudolf G. The Free Flow of Communication between High and Low: The Shenbao as Platform for Yangwu Discussions on Political Reform 1872-1895. T’oung Pao 104, n. 1-2, 2018, p. 116-188.
WANG Xiaoling. Jean-Jacques Rousseau en Chine: de 1871 à nos jours. Montmorency: Société internationale des amis du Musée Jean-Jacques Rousseau, [2010].
WILL, Pierre-Étienne; DELMAS-MARTY, Mireille. La Chine et la Démocratie. Paris: Fayard, 2007.
XIONG Yuezhi. “Liberty”, “Democracy”, “President”: The Translation and Usage of Some Political Terms in Late Qing China. In: New Terms for New Ideas: Western Knowledge and Lexical Change in Late Imperial China. Eds. Michael Lackner, Iwo Amelung e Joachim Kurtz, 69-89. Leiden: Brill, 2001.
XIONG Yuezhi. Difficulties in Comprehension and Differences in Expression: Interpreting American Democracy in the Late Qing. Late Imperial China 23, n. 1, 2002, p. 1-27.
ZHAO, Xuduo. Democracy, Enlightenment, and Revolution: Cantonese Marxists and Chinese Social Democracy, 1920–1922. Modern China, 2020, p. 1-30. Disponível em: http://10.1177/0097700420954771. Acesso em: 04 out. 2020.

Programa

JUSTIFICATIVA:
O curso pretende contribuir para a difusão do estudo de narrativas da obra As mil e uma noites, buscando apresentar um recorte de diferentes adaptações literárias direcionadas ao público infantil e juvenil, contextualizando-as histórica e culturalmente, apontando as especificidades de cada adaptação, evidenciando também as relações entre o texto verbal e as ilustrações presentes nessas obras e elencando possibilidades de abordagem dessas narrativas na educação básica, em consonância com a nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a fim de que o leitor e/ou mediador de leitura conheça a estrutura de diferentes adaptações de As mil e uma noites e, com isso, apreenda melhor o sentido de cada uma das adaptações.

OBJETIVO:
Apresentar um panorama de adaptações literárias da obra As mil e uma noites direcionadas ao público infantil e juvenil, realizadas por Tatiana Belinky, Katia Canton, Alaíde Lisboa, Ludmila Zeman (tradução de Ana Maria Machado), Julieta de Godoy Ladeira, Patativa do Assaré, Fábio Sombra, Carlos Heitor Cony, Tahir Shah (tradução de Pedro Ribeiro), fornecendo subsídios teóricos e críticos para maior compreensão dessas adaptações literárias.

CARGA HORÁRIA: 12 horas, sendo 8 horas de aulas ao longo do curso e 4 horas acrescidas em razão das leituras dos materiais que serão abordados nas aulas.

AULA 1:
Sucinta problematização do conceito de adaptação e síntese de diferentes traduções de As mil e uma noites (anônimo). Panorama da literatura infantil e juvenil no Brasil.

AULA 2:
Autores abordados: Alaíde Lisboa, Ludmila Zeman (tradução de Ana Maria Machado) e Carlos Heitor Cony.

AULA 3:
Autores abordados: Tatiana Belinky, Katia Canton e Patativa do Assaré.

AULA 4:
Autores abordados: Julieta de Godoy Ladeira, Fábio Sombra e Tahir Shah (tradução de Pedro Ribeiro).

BIBLIOGRAFIA:
ADICHE, Chimamanda Ngozi. O perigo de uma historia única. Trad. Júlia Romeu. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
ANÔNIMO. Livro das mil e uma noites. Trad. Mamede Mustafa Jarouche. São Paulo: Biblioteca Azul, 4 volumes, 2005.
ASSARÉ, Patativa do. Historia de Aladim e a lâmpada maravilhosa. Ilustração de Fernando de Almeida. São Paulo: Hedra, 2011.
BABO, Carolina Chamizo Henrique. Era uma vez... outra vez: a reinvenção dos contos de fadas. Curitiba: Appris, 2016.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: Ministério de Educação e Cultura, 2018.
BELINKY, Tatiana. Aladim e a lâmpada maravilhosa. Ilustração de Franz Richter. São Paulo: Melhoramentos, 2012.
_______. Ali Babá e os quarenta ladrões Ilustração de Franz Richter. São Paulo: Melhoramentos, 2012.
______. Simbad, o marujo. Ilustração de Franz Richter. São Paulo: Melhoramentos, 2012.
BENJAMIN, Walter. O narrador: considerações sobre a obra de Nikolai Leskov. In: Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. Trad. Paulo Sérgio Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 1994.
________. Reflexões sobre a criança, o brinquedo e a educação. Trad. Marcus Vinicius Mazzari. São Paulo: Duas Cidades/Editora 34, 2002.
BORGES, Jorge Luís. Historia da eternidade. Trad. Heloísa Jahn. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
BUORO, Anamelia Bueno. Olhos que pintam. A leitura da imagem e o ensino da arte. São Paulo: Educ/Fapesp/Cortez, 2002.
CALVINO, Italo. Mundo escrito e mundo não escrito: artigos, conferências e entrevistas. Trad. Maurício Santana Dias. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
CANTON, Katia. Mil e uma noites à luz do dia: Sherazade conta historias árabes. Ilustração de Beatriz Milhares. São Paulo: DCL, 2010.
COELHO, Nelly Novaes. A literatura infantil: história, teoria, análise. São Paulo: Quíron, 1987.
_________. O conto de fadas: símbolos, mitos e arquétipos. São Paulo: DCL, 2003.
_________. Panorama histórico da literatura infantil: das origens indo-europeias ao Brasil contemporâneo. Barueri: Manole, 2010.
CONY, Carlos Heitor. As melhores historias das mil e uma noites. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001.
EAGLETON, Terry. Como ler literatura. Trad. Denise Bottman. Porto Alegre: LP&M, 2017.
HUECK, Karin. O lado sombrio dos contos de fadas. São Paulo: Abril, 2016.
LACERDA, Nilma; RENNHACK, Ana; FARIAS, Fabíola. Temas polêmicos na literatura: a necessária presença na escola. Campinas, julho de 2018. Mesa-redonda realizada no Congresso de Leitura do Brasil.
LADEIRA, Julieta de Godoy. As mil e uma noites. São Paulo: Scipione, 1996.
LEWIS, Bernard. O Oriente Médio: do advento do Cristianismo aos dias de hoje. Trad. Ruy Jungmann. Rio de Janeiro: Zahar, 1996.
LLOSA, Mário Vargas. La verdad de las mentiras y La literatura y la vida. In: La verdade de las mentiras. Buenos Aires: Alfaguara, 2009.
MEREGE, Ana Lúcia. Os contos de fadas: origens, historia e permanência no mundo moderno. São Paulo: Claridade, 2010.
OLIVEIRA, Alaíde Lisboa. Simbad, o marujo. Ilustração de ngelo Abu. São Paulo: Peirópolis, 2014.
OLIVEIRA, Maria Rosa Duarte; PALO, Maria José. Literatura Infantil: Voz de criança. 4. ed. São Paulo: Ática, 2006.
PROPP, Vladimir. Morfologia do conto. Trad. Jasna Paravich Sarhan. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1984.
_______. As raízes históricas do conto maravilhoso. Trad. Rosemary Costhek Abílio e Paulo Bezerra. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
RAMOS, Graça. A imagem nos livros infantis: caminhos para ler o texto visual. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013.
SAID, Edward W. Orientalismo: o Oriente como uma invenção do Ocidente. Trad. Rosaura Eichenberg. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
SANTAELLA, Lucia. Leitura de imagens. São Paulo: Melhoramentos, 2012.
SHAH, Tahir. Nas noites árabes: uma caravana de historias. Trad. Pedro Ribeiro. Rio de Janeiro: Roça Nova Editora, 2009.
SILVA, Márcia Cabral da. Infância e literatura. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2010.
SOMBRA, Fábio. Sertão das arábias. Ilustração de Fábio Sombra. São Paulo: Escarlate, 2016.
TODOROV, Tzvetan. As estruturas narrativas. Trad. Leyla Perrone-Moisés. São Paulo: Perspectiva, 1970.
WOOD, James. A coisa mais próxima da vida. Trad. Célia Euvaldo. São Paulo: SESI-SP Editora, 2017.
ZEMAN, Ludmila. Simbad. Trad. Ana Maria Machado. Ilustração de Ludmila Zeman. Porto Alegre: Projeto, 2000.

Programa

Aula 1 – Introdução das atividades; história do mangá: de emakimono a atualidade (teoria I); como desenhar
personagens de mangá – cabeça; expressões faciais (prático I).
Aula 2 – como desenhar personagens de mangá – cabeça; expressões faciais (prático II).
Aula 3 – Mangá e a cultura pop japonesa (teoria II); como desenhar personagens de mangá – corpo:
frontal, perfil, 3/4 (prático III).
Aula 4 – como desenhar personagens de mangá – corpo: escorço e movimentos (prático IV).
Aula 5 – Mercado de mangá; Mangá X animê (teoria III); como desenhar personagens de mangá –
corpo: escorço e movimentos e cenas (prático V).
Aula 6 – como desenhar personagens de mangá – criação de personagens: protagonista e
antagonista (prático VI).
Aula 7 –Ilustração: grafite, nanquim e lápis de cor (prático VII)
Aula 8 – ilustração: aquarela, pastel seco e canetinhas (prático VIII)
Aula 9 – Estudo para criação de uma imagem: ilustração e construção de personagem (prático IX)
Aula 10 – Finalização da ilustração dos personagens (prático X).

Bibliografia:

ACEVEDO, Juan. Como fazer histórias em quadrinhos. Tradução de Sílvio Neves Ferreira. São Paulo:
Global, 1990.
AIZEN, Naumim. Bum! Prááá! Bam! Tchááá! Pou! Onomatopéias nas histórias-em-quadrinhos. In. MOYA,
Álvaro de. Shazam!. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 269-306.
ANDRAUS, Gazy. A autoria artística das histórias em quadrinho (HQs) e seu potencial imagético
informacional. Visualidades - Revista do Programa de Mestrado em Cultura Visual – FAV - UFG, 2013, vol. 7,
n° 1, p.42-67.
BAN, Toshio; TEZUKA PRODUCTIONS. Osamu Tezuka: uma biografia mangá. Tradução de Adriana Sada.
São Paulo: Conrad, 2003.
CIRNE, Moacy. A explosão criativa dos quadrinhos. 4ª ed. Petrópolis: Vozes, 1974.
CHINEN, Nobu. Linguagem HQ: conceitos básicos. 1ª ed. São Paulo: Criativo, 2011.
_____. Linguagem mangá: conceitos básicos. 1ª ed. São Paulo: Criativo, 2013.
CRAWFORD, Ben. Emperor Tomato-Ketchup: cartoon properties from Japan. In. BRODERICK, Mick.
Hibakusha Cinema: Hiroshima, Nagasaki and the nuclear image in Japanese film. Londres e Nova York:
Kegan Paul International, 1996, p. 75-90.
ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. 15ª ed. Tradução de Perola de Carvalho. São Paulo: Perspectiva,
1993.
FUJINO, Yoko. Identidade e alteridade: a figura feminina nas revistas ilustradas japonesas nas Eras Meiji,
Taishô e Shôwa. Tese (Doutorado em Comunicação e Estética do Audiovisual) – Universidade de São Paulo.
São Paulo, 2002.
_____. Narração e ruptura no texto visual do shojo-maga: estudo das histórias em quadrinhos para público
adolescente feminino japonês. Dissertação (Mestrado em Imagem e som) – Universidade de São Paulo. São
Paulo, 1997.
GARCÍA, Héctor. A geek in Japan: discovering the land of manga, anime, zen, and the tea ceremony. North
Clarendon: Tuttle, 2011.
GASCA, Luis; GUBERN, Roman. El discurso del comic. 3ª ed. Madri: Cátedra, 1994.
GRAVETT, Paul. Mangá: como o Japão reinventou os quadrinhos. Tradução de Ederli Fortunato. São Paulo:
Conrad Editora, 2006.
GUERINI, Andreia; BARBOSA, Tereza Virgínia Ribeiro. Pescando imagens com rede textual: HQ como
tradução. São Paulo: Peirópolis, 2013. 111 p.
HASHIMOTO, Madalena. Pintura e escritura do mundo flutuante: Hishikawa Moronobu e ukiyo-e Ihara
Saikaku e ukiyo-zôshi. 1ª ed. São Paulo: Hedra, 2002.
KLAWA, Laonte; COHEN, Haron. Os quadrinhos e a comunicação de massa. In. MOYA, Álvaro de. Shazam!.
2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 103-114.
KOYAMA-RICHARD, Brigitte. One thousand years of manga. Paris: Flammarion, 2007.
LEITÃO, Renata Garcia de Carvalho. Representações dos sons nos mangás. In. VERGUEIRO, Waldomiro;
RAMOS, Paulo; CHINEN, Nobu. Intersecções acadêmicas: panorama das 1 as Jornadas Internacionais de
Histórias em Quadrinhos. São Paulo: Criativo, 2013, p. 50-61.
LUYTEN, Sonia Bibe. Mangá, o poder dos quadrinhos japoneses. São Paulo: Hedra, 2000.

______. Onomatopéia e mímesis no mangá: a estética do som. In. Revista USP, São Paulo, dez./fev. 2001 –
2002, n o 52, p. 176-188.
McCARTHY, Helen. The art of Osamu Tezuka: god of manga. Lewes: ILEX, 2013.
McCLOUD, Scott. Desvendando os quadrinhos. Tradução de Helcio de Carvalho, Marisa do Nascimento
Paro. 1ª ed. São Paulo: Makron Books, 1995.
NAPIER, Susan J. Anime: from Akira to Princess Mononoke. Nova York: PALGRAVE, 2001.
NATSUME, Fusanosuke. Manga wa Naze Omoshiroi no ka: sono hyôgen to bunpô. (Por que mangá é tão
interessante: suas expressões e gramática.). Tokyo: NHK raiburari, 1997.
RAMOS, Paulo. A leitura dos quadrinhos. 1ª ed. São Paulo: Contexto, 2010.
______. Tiras livres: um novo gênero dos quadrinhos. João Pessoa: Marca de Fantasia, 2014.
SHODT, Frederik L.. Manga! Manga! The world of Japanese comics. Tokyo: Kodansha International, 2001.
VASCONCELLOS, Pedro Vicente Figueiredo. Mangá-Dô, os caminhos das histórias em quadrinhos
japonesas. Mestrado (Dissertação em Artes e Design) – Pontifícia Universidade Católica. Rio de Janeiro,
2006.
VERGUEIRO, Waldomiro; RAMOS, Paulo (Org.). Muito além dos quadrinhos: análises e reflexões sobre a 9a
arte. 1ª ed. São Paulo: Devir Livraria, 2009.
FONTES ELETRÔNICAS
AIHARA, Hiroyuki. JAPAN: Kingdom of Characters. Japan Foundation. Disponível em:
http://fjsp.org.br/agenda/kingdom_of_characters/. Acesso em: 05 out. 2015.
ALLISON, Anne. Cuteness as Japan’s: Millennial Product. In. TOBIN, Joseph. Pikachu’s Global Adventure:
the rise and fall of Pokémon. London: Duke University Press, 2004. Disponível em:
http://web.mit.edu/condry/Public/NausicaaFiles/Allison-PikachusGlobalCh…. Acesso em: 20 nov. 2013.
BOUISSOU, Jean-Marie. Por que o mangá se tornou um produto cultural globlal? (Pourquoi le manga est-il
devenu un produit culturel global?). In. Eurozine, 27 de outubro de 2010. Diponível em:
http://www.eurozine.com/articles/2008-10-27-bouissou-fr.html. Acesso em: 29 jun. 2015.
EISNER, Will. Disponível em: http://www.willeisner.com/. Acesso em: 02 abr. 2014.
NATSUME, Fusanosuke. Japanese Manga: Its Expression and Popularity. Trad. Ueki Kaori. In. ABD-
UNESCO, vol. 34, n° 1, 2003. Disponível em: http://www.accu.or.jp/appreb/09/pdf34-1/34-1P003-005.pdf.
Acesso em: 03 abr. 2014.
ODAGIRI, Hiroshi. Manga truism: on the insularity of Japanese manga discourse. In. BERNDT, Jaqueline.
Comics Worlds and the World of Comics: Towards Scholarship on a Global Scale. IMRC, vol. 1, 2009.
Disponível em: http://imrc.jp/lecture/2009/12/comics-in-the-world.html. Acesso em: 07abr. 2014.
SHARLIN, Naomi. Sounds like…: understanding Japanese sound symbolism. Projetos e teses. (Tese em
Línguistica). Faculdade Bryn Mawr College. Pennsylvania, 2009. Disponível em:
http://www.swarthmore.edu/SocSci/Linguistics/2010theses/NaomiSharlinBMC…. Acesso em: 24 abr. 2014.
YANO, Christine R. Wink on Pink: Interpreting Japanese Cute as It Grabs the Global Headlines. In. The
Journal of Asian Studies, vol. 68, n° 3, agosto 2009. Disponível em:
http://www.jstor.org/stable/20619791 http://www.jstor.org/stable/20619791 . Acesso em: 14 fev. 2014.

 

 

Programa

Aula 1 - 18 de março - “A fantasia desafia a lógica”: a Europa de 1600
Aula 2 - 25 de março - A cena literária francesa do século XVII
Aula 3 - 1 de abril - As fontes primordiais
Aula 4 - 8 de abril - As fontes italianas: Basile e Straparola
Aula 5 - 15 de abril - Madame d’Aulnoy
Aula 6 - 22 de abril - Charles Perrault
Aula 7 - 29 de abril - A segunda preciosidade: autores e autoras
Aula 8 - 6 de maio - Teorias do conto de fadas
Aula 9 - 13 de maio - Contos de fadas: adaptações e contemporaneidade

Referências bibliográficas

AULNOY, Marie-Catherine Le Jumel de Barneville, Madame d’. A Ilha da Felicidade. Tradução de Paulo César Ribeiro Filho. Kindle, 2021.
ÁLVARES, C.; RIBEIRO FILHO, P. C. “L’Histoire de Mira, un récit bref dans les mots de Madame d’Aulnoy : traduction en langue portugaise et réévaluation herméneutique”. In: Synergies Portugal, 8, 2020, p. 115-126. Disponível em: https://tinyurl.com/alvrib. Acesso em 16 de maio de 2022.
ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. 2ª ed. Tradução de Dora Flaksman. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1986.
BASILE, Giambattista. O Conto dos Contos: Pentameron. Tradução de Francisco Degani. São Paulo: Nova Alexandria, 2018.
BOTTIGHEIMER, Ruth B. “Sobre a Natureza dos Contos de Fadas: Entrevista com Ruth Bottigheimer”. Literartes, v. 1, n. 12, p. 44-70, 2020. Disponível em: https://tinyurl.com/bottigheimer1. Acesso em 21 de julho de 2022.
BRANDÃO, Jacyntho Lins. “Posfácio”. In: BERGERAC, Cyrano de. Viagem à Lua. Tradução de Fulvia M. L. Moretto. São Paulo: Globo, 2007.
CALVINO, Ítalo. Sobre o Conto de Fadas. Tradução de José Colaço Barreiros. Lisboa: Teorema, 1999.
CHARTIER, Roger. Leituras e leitores na França do Antigo Regime. Tradução de Álvaro Lorencini. São Paulo: Editora Unesp, 2004.
COELHO, Nelly Novaes. O Conto de Fadas. 2ª ed. São Paulo: Editora Ática, 1991.
COELHO, Nelly Novaes. O Conto de Fadas: Símbolos – Mitos – Arquétipos. 4ª ed. São Paulo: Paulinas, 2012.
COELHO, Nelly Novaes. Panorama histórico da literatura infantil-juvenil: das origens indoeuropéias ao Brasil contemporâneo. 3ª ed. ref. e amp. São Paulo: Quíron, 1985.
COLAPIETRO, Vincent. “Sonhos: o material de que são feitos os significados”. In: Revista FACE, vol. 2, n. 1, p. 23-41. SP, EDUC, jan/jun. 1989.
COSTA, Leila de Aguiar. Antigos e Modernos: A cena literária na França do século XVII. São Paulo: Nankin Editorial/Edusp, 2009.
CUNHA, Maria Zilda da. Na tessitura dos signos contemporâneos: novos olhares para a Literatura Infantil e Juvenil. São Paulo: Paulinas, 2009.
FONTENELLE, Bernard de. Diálogos sobre a pluralidade dos mundos. Tradução de Denise Bottmann. 2ª ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2013.
GALILEI, Galileu. O Mensageiro das Estrelas. Tradução de Carlos Ziller Camenietzki. São Paulo: Duetto Editorial, 2009. [Suplemento da Scientifc American Brasil n. 85, de junho de 2009].
GÓES, Lúcia Pimentel. Introdução à Literatura para Crianças e Jovens. São Paulo: Paulinas, 2010.
KEPLER, Johannes. “O Sonho”. Tradução de Jair Lúcio Prados Ribeiro. In: “O Sonho de Johannes Kepler: uma tradução do primeiro texto de hard sci-fi”. Revista Brasileira de Ensino de Física, v. 40, n. 1, e1602. Sociedade Brasileira de Física, 2018. Disponível em: https://tinyurl.com/kepler1634. Acesso em 13 de julho de 2022.
PERRAULT, Charles. Contos e Fábulas. Tradução de Mário Laranjeira. São Paulo: Iluminuras, 2009.
RIBEIRO FILHO, Paulo César. Madame d'Aulnoy e o conto de fadas literário francês do século XVII. 2023. Tese (Doutorado em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2023. doi:10.11606/T.8.2023.tde-17052023-142303. Acesso em: 2023-07-07.
SIMONSEN, Michèle. O Conto Popular. Tradução de Luis Claudio de Castro e Costa. São Paulo: Martins Fontes, 1987.
STRAPAROLA, Giovanni Francesco. The Facetious Nights of Straparola. Tradução de W. G. Waters. S/L: Entail Books, 2015.
TOLKIEN, J.R.R. Sobre histórias de fadas. Tradução de Ronald Kyrmse. 2ª ed. São Paulo: Conrad, 2010.
TORRES, M. C.; SOUSA, A.; LEITE, A. (orgs). Antologia de contos de fadas franceses de autoria feminina do século XVII. Florianópolis: DLLE/UFSC, 2019. Disponível em: https://mnemosineantologiasdotcom.files.wordpress.com/2019/08/antologia…
VENTURA, Susana. Na companhia de Bela: contos de fadas por autoras dos séculos XVII e XVIII. Seleção, organização e comentários: Susana Ventura, Cassia Leslie/ Ilustrações: Roberta Asse. 1. Ed. Londrina: Florear Livros, 2019
WARNER, Marina. Da Fera à Loira: sobre contos de fadas e seus narradores. Tradução de Thelma Médici Nóbrega. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
ZIPES, Jack. Contos de fadas: a esperança que ecoa do “Era uma vez...”: Entrevista com Jack Zipes. Literartes, [S. l.], v. 1, n. 11, p. 13-26, 2019. Disponível em: https://tinyurl.com/zipes1. Acesso em 21 de julho de 2022.

Programa

Detalhamento:

1) Introdução: Transmissão de uma identidade étnico-religiosa minoritária em contextos de mudança. O judeu como estrangeiro. Inserção diferenciada na estrutura da sociedade maior: a lógica das expulsões. 

2) A Alta Idade Média na Europa: a transformação urbana, o papel dos judeus.

3) A situação dos judeus sob o domínio muçulmano: o "povo protegido". Principais contribuições culturais. 

4) A Era das Cruzadas. As matanças de 1096 e o kidush há'shem. Efeitos psicológicos. 

5) Marginalidade dos judeus na Idade Média: um estudo de caso, os judeus da França.

6) A entrada em cena dos judeus no comércio mundial. Prestamistas, ramificações das atividades bancárias.

7) A transformação das lideranças judaicas: do Exilarca aos Rabinos. O conceito de kehilá

8) Desenvolvimento da cultura judaica em diferentes contextos: Talmude, a Ética dos Pais, Rashi, Saadia Gaon, Ibn Gabirol, Iehuda Há'levi, Maimônides.
 

Bibliografia

Baron, S. História Social y Religiosa del Pueblo Judío: El encuentro de Oriente y Occidenete. Buenos Aires: Paidós, 1968 (vol. IV)

Berezin, R. (org): Caminhos do Povo Judeu. São Paulo: Vaad há'chinuch, 1975 Bonfin Batalla, G. "La teoría del control cultural en el estudio de procesos etnicos", em Revista Papeles de la Casa Chata, Año 2, N*3, México, 1987.

Dinur, Bem-Zion "História Judaica: Singularidade e Continuidade" em Vida e Valores do Povo Judeu. São Paulo: Editora Perspectiva.

Guglielmi, N. "La condición de los judíos medievales (Francia siglo XIV), em Anales de Historia Antigua y Medieval, Vol. 20, Buenos Aires, 1982

Guinsburg, J. Do Estudo da Oração. São Paulo: Editora Perspectiva, 1968.

Johnson, P. História dos Judeus, Rio de Janeiro: Imago Ed., 1995.

Koltai, K. (org) O Estrangeiero. São Paulo: Editora Escuta, 1998.

Lewis, B. Os judeus e o Islão. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1993.

Malamat, A, Tadmor, H., Stern, M, Safrai, S., Bem-Sasson, H. H. & Ettinger, S. Historia del Pueblo Judío. Madrid: Alianza Editorial, 1988 (Volume II)

Pirenne, H. Las Ciudades de la Edad Media. Madrid: Alianza Editorial, 1980.


Obs. Outros itens bibliográficos serão incorporados ao longo do curso.

Programa

Aula 1: Vida material: a economia política dos conflitos sociais em São Paulo
Aula 2: Vida cultural: o cinema paulista e outras artes
Aula 3: São Paulo S. A.: o cinema moderno reflete sobre a modernização capitalista

Bibliografia:

ABREU, Nuno César. “Anotações sobre Mazzaropi: o Jeca que não era Tatu” In. Filme Cultura, Rio de Janeiro, n. 4, 1982, p. 37-41.
ALAMBERT, Francisco e CANHÊTE, Polyana. As Bienais de São Paulo: da era do museu à era dos curadores (1951-2001). São Paulo: Boitempo, 2004.
ALMEIDA SALLES, Francisco Luiz de. Cinema e verdade: Marylin, Buñuel, etc. Por um escritor de cinema. São Paulo/Rio de Janeiro: Companhia das Letras/Cinemateca Brasileira/Fundação do Cinema Brasileiro, 1988.
BARBOSA, Wilson do Nascimento. Alguns Efeitos da Política Econômica Durante a Ditadura Militar (1964 – 1985). São Paulo: 2019
BERNARDET, Jean-Claude. Cinema brasileiro: propostas para uma história. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
BERNARDET, Jean-Claude. “Análise sintagmática de “São Paulo Sociedade Anônima” In. METZ, Christian. A significação no cinema. São Paulo: Perspectiva, 2014.
BERNARDET, Jean-Claude e GALVÃO, Maria Rita. Cinema: repercussões em caixa de eco ideológica (as ideias de “nacional” e “popular” no pensamento cinematográfico brasileiro). São Paulo: Brasiliense/Embrafilme, 1983.
CARONE, Edgard. A República Liberal – Instituições e Classes Sociais (1945-1964), Vl. I, São Paulo, Difel, 1985,
CATANI, Afrânio Mendes. Cogumelos de uma só manhã. B. J. Duarte e o cinema brasileiro. Anhembi: 1950-1962. Tese (doutorado em Sociologia) - Universidade de São Paulo, São Paulo, 1991, 2 v.
COSTA, Hélio da. Em busca da memória – comissão de fábrica, partido e sindicato no pós-guerra. São Paulo: Editora Página Aberta, 1995.
DREIFUSS, R.A. 1964: a conquista do estado: ação política, poder e golpe de classe. 5. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1987
FABRIS, Mariarosaria. “A questão realista no cinema brasileiro: aportes neo-realistas” In. Alceu - Revista de Comunicação, Cultura e Política, v. 8, n. 15, 2007, p. 82-94.
FERREIRA, Fernando Sarti. “A onda de greves em São Paulo, 1945-1946: uma abordagem quantitativa”. Revista de História, São Paulo, n. 183, p. 1–31, 2024.
FERREIRA, Jorge; GOMES, Ângela de Castro. “Brasil, 1945-1964: una democracia representativa en consolidación” In. Estudios del ISHiR, n. 20, Rosário, 2018, p. 53-74.
FRENCH, John. Afogados em leis: a CLT e a cultura política dos trabalhadores brasileiros. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2001
GALVÃO, Maria Rita. “O desenvolvimento das ideias sobre cinema independente” In. Cadernos da Cinemateca, n. 4, São Paulo, 1980, p. 13-23.
GALVÃO, Maria Rita. Burguesia e cinema: o caso Vera Cruz. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira/Embrafilme, 1981.
GOMES, Ângela de Castro. A invenção do trabalhismo. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2005.
LANGENBUCH, Juergen Richard. A estruturação da Grande São Paulo: estudo de geografia urbana. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Geografia, Departamento de Documentação e Divulgação Geográfica e Cartográfica, 1971.
MELLO, João Manoel Cardoso de; NOVAIS, Fernando. “Capitalismo tardio e sociabilidade moderna” In. NOVAIS Fernando A.; SCHWARCZ, Lilia (org.). História da vida privada no Brasil 4: contrastes da intimidade contemporânea. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 559-658.
MOTA, Carlos Guilherme. Ideologia da cultura brasileira (1933-1974): pontos de partida para uma revisão histórica. São Paulo: Editora 34, 2014.
NAPOLITANO, Marcos. “A breve primavera antes do longo inverno: uma cartografia histórica da cultura brasileira antes do Golpe de Estado de 1964” In. História Unisinos, v. 18, n. 3, São Leopoldo, 2014, p. 418-428.
NAPOLITANO, Marcos. Cultura brasileira: utopia e massificação (1950-1980). São Paulo: Contexto, 2020.
PEREIRA NETO, M. L. A reinvenção da classe trabalhadora (1953-1964). Campinas: Unicamp, 2011
PEREIRA NETO, M. L. “Metropolização de São Paulo e ciclos de reivindicações populares urbanas (1945-1964 e 1973-1988)”. Acervo, [S. l.], v. 36, n. 1, p. 1–28, 2023
RIBEIRO, David Ricardo Sousa, A transição para a democracia no Brasil (1943-1956) – O PCB e a construção de um caminho alternativo. São Paulo: Alameda, 2023
RIDENTI, Marcelo. “Intelectuais e artistas brasileiros nos anos 1960/70: ‘entre a pena e o fuzil’” In. ArtCultura, v. 9, n. 14, Uberlândia, 2007, p. 185-195.
SALLES GOMES, Paulo Emílio. Uma situação colonial? São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
SECCO, Lincoln. A Batalha dos Livros – Formação da Esquerda no Brasil. Cotia: Ateliê Editorial, 2017
SIMIS, Anita. Estado e cinema no Brasil. São Paulo: Editora Unesp, 2015.
SUZIGAN, Wilson. “A industrialização de São Paulo”. Revista Brasileira de Economia, 25(2), Rio de Janeiro, abr.-jun. de 1971.
TAVARES, Maria da Conceição, Da substituição de importações ao capitalismo financeiro: ensaios sobre a economia brasileira (Rio de Janeiro: Zahar, 1972)
TEIXEIRA, Heloisa. Impressões de viagem: CPC, vanguarda e desbunde: 1960/70. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2004.
V.A. A Era Vargas: desenvolvimento, economia e sociedade, org. Pedro Paulo Zahluth Bastos; Pedro C. Dutra Fonseca (São Paulo: Editora UNESP, 2012).
VIGNERON, Victor Santos. “O atraso pede passagem: a longa espera de Paulo Emílio Salles Gomes” In. Significação – Revista de Cultura Audiovisual, v. 49, n. 58, São Paulo, 2022, p. 1-16