Programa

Aula 1
04/02/2026
A Abordagem Anglo-Americana Dominante: Monismo, Pluralismo e Niilismo Lógico

Aula 2
11/02/2026
Um Rudolf Carnap Alemão: Proto-Experimentalismo Lógico

P.S: Não haverá aula no dia 18/02/2026, Quarta-Feira de Cinzas

Aula 3
25/02/2026
Experimentalismo Lógico Fortalecido

Aula 4
04/02/2026
A Filosofia da Lógica da Libertação

Referência bibliográfica atualizada
Bondy, A.S. (1995) Dominacion y Liberación: Escritos 1966-1974. Lima: Fondo Editorial de la Facultad de Letras Y Ciencias Humanas, Universidad Nacional Mayor de San Marcos.
Beall, JC., and Restall, G. (2006) Logical Pluralism. Oxford: Oxford University Press.
Béziau, J-Y. (2010) Logic is not Logic. Abstracta 6:1: p. 73-102.
Bueno, O. (2021) Modality and the Plurality of Logics. In Bueno, O and Shalkowski, S.A. (eds.), The Routledge Handbook of Modality, New York: Routledge.
Carnap, R. (1937) Logical Syntax of Language. London: Kegan Paul, Trench, Trubner and Co Ltd.
Cotnoir, A. J. (2018) Logical Nihilism. In Wyatt, J., Pederson N. J. L. L. and Kellen, N. (eds.) Pluralisms in Truth and Logic, Cham: Palgrave MacMillan.
da Costa, N. C. A. (1994) Ensaio sobre os fundamentos da lógica (2nd ed.). São Paulo: Hucitec.
de Souza, E.G. (2003) Existência e contradição. Cognitio, São Paulo, v. 4, n.1, p. 80-86.
de Souza, E.G. (2013) Analiticidade e Protocolos Interpretativos. Cognitio (PUCSP), v. 14, p. 247-253.
de Souza, E.G., Bueno, O. (1996) The Concept of quasi-truth. Logique et Analyse, v. 153/54, p. 183-199.
Dussell, E. (1980) Filosofía de la liberación. Bogotá: Universidad Santo Tomás.
Dutilh Novaes, C. (2021) The Dialogical Roots of Deduction. Cambridge: Cambridge University Press.
Haack, S. (1978) Philosophy of Logics. Cambridge: Cambridge University Press.
Moreira, F.G.A. (2022) The Politics of Metaphysics. Cham: Palgrave Macmillan.
Moreira, F.G.A., Alves, M.A. (no prelo 1). Carnap’s Alternative to Logical Pluralism, Monism and Nihilism. Kriterion.
Moreira, F.G.A., Alves, M.A. (no prelo 2). Logical Experimentalism Outlined. Manuscrito.
Nye, A. (1990) Words of Power: A Feminist Reading of the History of Logic. New York: Routledge.
Priest, G. (2006) Doubt Truth to be a Liar. Oxford: Oxford University Press.
Quine, W.V.O. (1986) Philosophy of Logic. Cambridge: Harvard University Press.
Shapiro, S. (2014) Varieties of Logic. Oxford: Oxford University Press.

Programa

. Leitura e análise de alguns poemas de Inéditos e Dispersos – abordaremos um
conjunto de poemas que trazem uma data: 2.10.1972.

2. Leitura e análise de luvas de pelica.

3. Leitura e análise de alguns poemas de a teus pés com ênfase em “travelling”.

BIBLIOGRAFIA:

BOSI, Viviana. "À mercê do impossível" in Ana Cristina Cesar - poética. São Paulo:
Companhia das Letras, 2013.
Bosi, Viviana; FALEIROS, Álvaro & ZULAR, Roberto (orgs.). Sereia de Papel - Visões de
Ana Cristina Cesar. Rio de Janeiro: Eduerj, 2015.
CESAR, Ana Cristina. Poética. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.
_____________. Crítica e Tradução. São Paulo: Ática e IMS, 1999.
____________. Correspondência Incompleta. Rio de Janeiro: Aeroplano e IMS, 1999.
____________. Antigos e soltos - poemas e prosas da pasta rosa. Organização de
Viviana Bosi. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2008.
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Kafka. Para uma literatura menor. Trad. Rafael
Godinho. Lisboa: Assírio e Alvim, 2003.
DERRIDA, Jacques. A Escritura e a Diferença. São Paulo: Perspectiva, 2002.
_________________. Torres de Babel. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006.
_________________. O monolinguismo do outro. Belo Horizonte: Chão da Feira, 2016.
________________. Margens da Filosofia. Campinas: Papirus, 1991.
DOLAR, Mladen. "A política da voz". In: Revista Literatura e Sociedade 19, 2014.
Disponível em: http://www.revistas.usp.br/ls/article/view/97234/96278
_____________. “A Ética da Voz”. In: Revista Literatura e Sociedade 18, 2014. Disponível
em: https://www.revistas.usp.br/ls/article/view/95929.
____________. “O objeto voz”. In: Prometeus – Filosofia em Revista- Viva Vox. Sergipe:
Universidade Federal de Sergipe. Ano 5, 2012.
FLORES, V. N. “Sujeito da enunciação: singularidade que advém da sintaxe
da enunciação” in: D.E.L.T.A., 29:1, 2013, p. 95-120.
HARAWAY, Donna; KUNZRU, Hari. Tomaz Tadeu (org.). Antropologia do Ciborgue – as
vertigens do pós-humano. Belo Horizonte: Aitêntica, 2009. (Mimo).
MALUFE, Annita Costa. Poéticas da imanência: Ana Cristina Cesar e Marcos Siscar. Rio
de Janeiro: 7 Letras/FAPESP, 2011.
MASAGÃO, Andrea Menezes. Habitats. Campinas: Mercado de Letras, 2013.
MESCHONNIC, Henri. Linguagem ritmo e vida. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2006.
__________________. Manifesto em defesa do ritmo. Trad. Cícero Oliveira. São Paulo:
Chão de Feira, 2015.
NANCY, Jean-Luc. À escuta. Trad. Fernanda Bernardo. Belo Horizonte: Edições Chão da
Feira, 2014.
_____________. “Fazer, a poesia”. In: Resistência da poesia. Trad. Bruno Duarte.
Lisboa: Vendaval, 2005.
NOVARINA, Valère. Diante da palavra. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2009.
(trad. publicada na revista Folhetim, nº15, Rio de Janeiro: Teatro do pequeno gesto,
out. dez. 2002. Disponível:
http://www.ingresso.ufu.br/sites/default/files/certificacao/Teatro_Dian…
_Valere_Novarina.pdf
PORGE, Erik. Voz do Eco. Campinas: Mercado de Letras, 2014.
RANCIÈRE, Jacques. A partilha do sensível: estética e política. Tradução: Mônica Costa
Netto. São Paulo: EXO Experimental / Editora 34, 2005.
_________________. “O dissenso”. In. Novaes, Adauto (org.). A crise da Razão. São
Paulo: Companhia das Letras, 1996. p. 367-382.
_________________. O inconsciente estético. Trad. Mônica Costa Netto. São Paulo:
Editora 34, 2009.
_________________. Políticas da escrita. Trad. Raquel Ramalhete [et al]. Rio de
Janeiro: Editora 34, 1995.
SISCAR, Marcos. Ana Cristina Cesar. Rio de Janeiro: Eduerj, 2012.
VIVEIROS DE CASTRO, E. A inconstância da alma selvagem. São Paulo: CosacNaify,
2002.
_____________________. Metafísicas canibais. São Paulo: CosacNaify n-1 edições,
2015.
VIVÈS, J.M. “A Pulsão invocante e os destinos da voz”. Psicanálise & Barroco
em Revista, v. 7, n.1, p. 187
disponível em:
https://www.researchgate.net/profile/Jean_michel_Vives/publication/4960…
OCATORY_DRIVE_AND_DESTINATIONS_VOICE/links/57b57f0308aeaab2a1045da
b/INVOCATORY-DRIVE-AND-DESTINATIONS-VOICE.pdf
ZULAR, Roberto. "Luto, Antropofagia e a Comunidade como Dissenso" in:
https://www.academia.edu/15264052/LUTO_ANTROPOFAGIA_E_A_COMUNIDADE_C
OMO_DISSENSO.
_______________. "Sereia de papel (algumas anotações sobre a escrita e a voz em
Ana Cristina Cesar" in: Sereia de Papel - Visões de Ana Cristina Cesar. Rio de
Janeiro: Eduerj, 2015.
_______________. "Apresentação" - Dossiê voz - revista Literatura e Sociedade 18,
2014. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/ls/issue/view/7053
______________. "Apresentação" - A voz como limiar - revista Literatura e Sociedade
19, 2014. Disponível em:
http://www.revistas.usp.br/ls/issue/view/7302
ZUMTHOR, P. Performance, recepção, leitura. São Paulo: CosacNaify, 2007.
_____________. Escritura e Nomadismo. São Paulo: Ateliê Editorial, 2005.

Programa

1.       História das línguas indígenas no Brasil. Uma classificação das línguas indígenas brasileiras e sua distribuição no território do país no passado e no presente.

2.       A importância histórica do tupi antigo, das línguas gerais coloniais e do nheengatu da Amazônia.

3.       Os nomes geográficos de origem indígena em comparação com os nomes de outras origens. Regionalização toponímica indígena do Brasil.

4.      Classificação histórica dos nomes geográficos de origem tupi: nomes dos séculos XVI, XVII, XVIII, XIX, XX e XXI. A morfologia dos nomes geográficos de origem tupi. Os nomes originários do tupi antigo, das línguas gerais coloniais e do nheengatu.

5.       O mito do tupi  e a toponímia artificial em línguas indígenas nos séculos XIX e XX.

 

Programa

Aula 1 - Desenho(s) de pesquisa e acesso ao campo
Apresentação das pesquisadoras e dos alunos
Delimitando o objeto
Conhecendo as fontes disponíveis sobre o tema:
Construindo o projeto:
Acessando o campo

Aula 2 - Desenrolar da pesquisa (quais técnicas adotar, adaptações ao projeto inicial)
Análise documental
Etnografia
Entrevistas semiestruturadas
Grupos Focais

Aula 3 - Saída do campo, organização do material coletado, categorização, análise
Quando é hora de finalizar o campo?
Categorização do material coletado
Softwares NVivo, MaXqdA, Atlas TI, TextStat…

Bibliografia 

ARNAUD, André-Jean & FARIÑAS DULCE, María José. Introdução à Análise Sociológica dos Sistemas Jurídicos. Rio de Janeiro: Renovar, 2000.
AZEVEDO, Rodrigo Ghiringhelli. Conhecimento e Transparência - Investigação Sociológica, Teoria Social e Direito. Revista Ciência em Movimento, nº 16, p. 23-36, 2006.
BAUER, Martin; GASKELL, George. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. Um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002.
MAY, Tim. Social Research: Issues, Methods and Process. New York: Open University Press, 2011.
POUPART, Jean et al. (Org.), A pesquisa qualitativa. Enfoques teóricos e metodológicos. Petrópolis: Editora Vozes, 2010

Bibliografia complementar:

BOURDIEU, Pierre. ‘A ilusão biográfica’. In. FIGUEIREDO, Janaína & FERREIRA, Marieta. Usos e Abusos da História Oral. Rio de Janeiro: FGV, 1996.
BOURDIEU, Pierre; CHAMBOREDON, Jean-Claude; PASSERON, Jean-Claude. 5.ed. Oficio de sociólogo: metodologia da pesquisa na sociologia. Petrópolis: Vozes, 2004.
CHIES-SANTOS, Mariana. Resistentes, Conformados e Oscilantes: Um estudo acerca das resistências produzidas pelos adolescentes privados de liberdade no Brasil e na França. Tese de doutorado. Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFRGS. 2018.
CRUZ, Fernanda Novaes. Os Doze Passos do “ganso”: a trajetória de policiais militares usuários de drogas em uma instituição reinterpretativa. 2019. 222f. Tese (Doutorado em Sociologia)- Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Instituto de Estudos Sociais e Políticos, Rio de Janeiro, 2019.
DINIZ, D. Ética na pesquisa em ciências humanas: novos desafios. Ciênc. saúde coletiva [online]. 2008, vol.13, n.2, pp.417-426. ISSN 1678-4561. http://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232008000200017.
ECKERT, Cornélia. Questões em torno do uso de relatos e narrativas biográficas na experiência etnográfica. In: HUMANAS, Revista do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Porto Alegre, v. 19, n 1-2, 1996-1997 p.21-44.
FLICK, Uwe. An introduction to qualitative research. Oxford: Sage, 2006
JESUS, Maria Gorete Marques de. Verdade policial como verdade jurídica: narrativas do tráfico de drogas no sistema de justiça. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 35, n. 102, 2020.
Disponível em: https://nev.prp.usp.br/wp-content/uploads/2020/01/0102-6909-rbcsoc-35-1…
MACHADO, Maíra Rocha (Org.). Pesquisar empiricamente o direito. São Paulo: Rede de Estudos Empíricos em Direito, 2017. Disponível em: http://reedpesquisa.org/wp-content/uploads/2019/04/MACHADO-Mai%CC%81ra-…
MORIN, Edgar. A entrevista nas ciências sociais, no rádio e na televisão. A. MOLES et al., Linguagem da cultura de massa. Petrópolis, Vozes, p. 144-158, 1973.
OLIVEIRA, Fabiana Luci de. Triangulação metodológica e abordagem multimétodo na pesquisa sociológica: vantagens e desafios. Revista Ciências Sociais Unisinos, v. 51, p. 133-143, 2015. Disponível em: http://revistas.unisinos.br/index.php/ciencias_sociais/article/view/csu…
REVISTA BRASILEIRA DE INFORMAÇÃO BIBLIOGRÁFICA EM CIÊNCIAS SOCIAIS - BIB, São Paulo n. 84, 2/2017 (publicada em abril de 2018)
SILVESTRE, Giane. “Enxugando Iceberg”: Como as instituições estatais exercem o controle do crime em São Paulo. 2016. 313 f. Tese (doutorado). Programa de Pós-graduação em Sociologia da Universidade Federal de São Carlos, 2016. (Ver: Introdução e considerações metodológicas).
______. Dias de visita: uma sociologia da punição e das prisões em Itirapina. 2011. 192 f. Dissertação (Mestrado em Sociologia) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2011. (Ver: Introdução).
VELHO, Gilberto. Observando o familiar. In: Nunes, Edson de Oliveira (Org.) A aventura sociológica – objetividade, paixão, improviso e método na pesquisa social. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1978.

Programa


Unitat 0: Domini.cat
GRAMÀTICA
-Alfabet
-Signes ortogràfics
LÈXIC
- Paraules en català
- Frases de classe
FONÈTICA
- Les lletres i els sons del català
CULTURA
- Imatges dels Països Catalans
- El territori on es parla català
Unitat 1: Tot un món
GRAMÀTICA
-Articles personals
-Articles definits
-Pronoms forts: jo, tu, ell, ella, vostè
-Pronoms febles: em, et, es, en
-Interrogatius: com, qui, quants, quantes, quines, d’on, per què
-Adjectius de nacionalitat: gènere
- Numerals de l’1 al 100
-Preposicions: de, per
-Present d’indicatiu: ser, dir-se, tenir, parlar, estudiar
LÈXIC
- Noms de països, nacionalitats i llengües
FONÈTICA
- Entonació de preguntes i respostes
- El verb dir-se
CULTURA
- Noms i cognoms
Unitat 2: Família, amics i coneguts
GRAMÀTICA
-Possessius
-Demostratius: aquest, aquesta, aquests, aquestes
-Pronoms forts: nosaltres, vosaltres, ells, elles, vostès
-Pronoms febles: ens, us, es
-Interrogatius: de què
-Substantius i adjectius: gènere i nombre
-Present d’indicatiu: ser, dir-se, tenir, parlar, estudiar, treballar, fer, viure
-Preposicions: a, en, de
-Connector: però
LÈXIC
-Noms de professions
-Noms de parentiu

-Adjectius per descriure persones
FONÈTICA
- La grafia i el so ny
CULTURA
- L’hereu i la pubilla
Unitat 3: Per a tots els gustos
GRAMÀTICA
-Quantificadors: molt, força, bastant, una mica, gaire, gens
-Pronoms de complement indirecte: m’ (a mi), t’ (a tu), li (a ell, a ella, a vostè), ens (a nosaltres), us (a
vosaltres), els (a ells, a elles, a vostès)
- Present d’indicatiu: agradar, suportar, odiar, encantar, escoltar, anar, sortir, llegir
- Connector: doncs
LÈXIC
-Noms dels dies de la setmana
-Noms de les estacions
-Noms i verbs relacionats amb el món del lleure
- Verbs que indiquen gustos
- A mi, també / a mi, tampoc / a mi, sí / a mi, no / jo, també / jo, tampoc / jo, sí / jo, no
FONÈTICA
- L’apostrofació dels pronoms
- El verb llegir
CULTURA
- El temps lliure dels joves
Unitat 4: Les coses de cada dia
GRAMÀTICA
-Expressions temporals: abans de, després de, havent dinat, havent sopat, sempre, mai, sovint...
-Present d’indicatiu
-Preposicions: de... a..., des de... fins a..., entre... i...
-Connector: perquè
LÈXIC
-Parts del dia
-Adjectius per descriure persones
-Verbs que indiquen activitats quotidianes
- Noms d’establiments
FONÈTICA
-Els sons [ʒ] i [ʃ]
-Les terminacions del present d’indicatiu
CULTURA
- Els horaris dels catalans


BIBLIOGRAFIA


ALABADÍ, J. [et al.]. D’ací i d’allà: Oral A2. València: Tabarca Llibres, 2010.
BADIA, D.; PÉREZ, M. Camí de Ronda: 40 primeres classes de català. Vic: L’Àlber, 2015.
BASTONS, N. [et al.].Gramàtica pràctica del català. Barcelona: Teide, 2012.
BERNADÓ, X.; ESCARTÍN, M. ; PUJOL, A. Som-hi! Bàsic 1, 2 i 3. Llengua catalana. Barcelona: Barcanova, 2019.
ESTEBAN, J. Català A2. Barcelona: Teide, 2019.
GUERRERO, I. [et al.]. Nou nivell bàsic (1, 2 i 3): Curs de llengua catalana: Formació de persones adultes.
Barcelona: Castellnou, 2017.
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2016
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017. (També
disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans, 2018. (També disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS Gramàtica bàsica i d’ús de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans: 2019.
MAS, M. [et al.]. Veus: Curs de català: Nivell 1. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2010.
MONEGAL, C. 156 activitats per a parlar en català. Vic: L’Àlber, 2003.
ROIG, N.; PADRÓS, M.; CAMPS, S. Passos 1: Nivell bàsic: Curs de català per a no catalanoparlants. Barcelona:
Octaedro, 2017.
RUAIX I VINYET, J. Català fàcil: Curs bàsic per a catalanoparlants. Barcelona: Claret, 2012.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 1. Curs de català. Llibre de l’alumne. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de
Montserrat, 2018.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 1. Curs de català. Llibre d’exercicis. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de
Montserrat, 2018.
CARRERA, J.; PONS, C.; SOLÀ, J. Els sons del català. http://www.ub.edu/sonscatala
Enxaneta.info. http://enxaneta.info/index.htm
GENERALITAT DE CATALUNYA, INSTITUT RAMON LLULL I CONSORCI PER A LA NORMALITZACIÓ
LINGÜÍSTICA. Parla.cat. http://www.parla.cat
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017.
https://www.iec.cat/llengua/documents/ortografia_catalana_versio_digita…
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis
Catalans, 2018. https://geiec.iec.cat/

Programa

Aula 1 - Apresentação da proposta do curso: introdução, conceitos e contextos. Estudantes e trabalhadores/trabalhadoras africanos/africanas e afrodiaspóricos/afrodiaspóricas em Londres, Paris e Lisboa.

Aula 2 - O V Congresso Panafricano (Manchester, 1945) e A Negritude e o I Congresso de Escritores e Artistas Negros (Paris, 1956).

Aula 3 – A Casa dos Estudantes do Império e os movimentos unitaristas (Lisboa, década de 1950).

Aula 4 – Leituras e abordagens anticoloniais em espaços metropolitanos: itinerâncias, escritas e edições.


Bibliografia Básica

ADI, Hakim. Pan-africanismo. Uma história. Salvador: EDUFBA, 2022.
ANDRADE, Mário Pinto de. Origens do nacionalismo africano (1911-1961). Continuidade e ruptura nos movimentos unitários emergentes da luta contra a dominação colonial portuguesa; 1911-1961. Lisboa: Dom Quixote, 1997.
BHABHA, Homi. “Introdução”. In: O local da cultura. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014, p. 19-42.
BARBOSA, Muryatan Santana. “O debate pan-africanista na revista Présence Africaine (1956-1963)”. In: História (São Paulo), v. 38, 2019, p. 1-21.
FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. Salvador, EDUFBA, 2008.
HERNANDEZ, Leila Leite; MARCUSSI, Alexandre Almeida (org.). Ideias e práticas em trânsito. Poderes e resistências em África (séculos XIX-XX). São Paulo: Editora Intermeios, 2020.
M’BOKOLO, Elikia. “O despertar político”; “A emancipação”. In: África Negra. História e civilizações (Do século XIX aos nossos dias). Salvador: EDUFBA/ São Paulo: Casa das Áfricas, 2011, Tomo II, p. 541-557; p. 574-596.
MCCLINTOCK, Anne. Couro Imperial. Raça, gênero e sexualidade no embate colonial. Campinas: Editora Unicamp, 2021.
MORENO, Helena Wakim; CASTELO, Cláudia. “Encerramento em Lisboa da Casa dos Estudantes do Império (1965)”. In: CARDINA, Miguel; MARTINS, Bruno Sena (org.). As voltas do passado. A guerra colonial e as lutas de libertação. Lisboa: Tinta-da-China, 2018, p. 143-148.
MORENO, Helena Wakim. Intelectuais de Angola na Casa dos Estudantes do Império: itinerâncias, mediações e redes de apoio (Lisboa, 1944-1965). 513 f. Tese (Doutorado em História Social). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2022.
MUDIMBE, Valentin Yves. A invenção da África. Gnose, filosofia e ordem do conhecimento. Petrópolis: Editora Vozes, 2019.
PRATT, Mary Louise. Os olhos do império – relatos de viagens e transculturação. Bauru: Edusc, 1999.
SAID, Edward W. Cultura e imperialismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.
SAID, Edward. “Reconsiderando a teoria itinerante”. In: SANCHES, Manuela Ribeiro (org.). Deslocalizar a Europa. Antropologia, arte, literatura e história na pós-colonialidade. Lisboa: Edições Cotovia, 2005, p. 25-42.
SANCHES, Manuela Ribeiro (org.). “Viagens da teoria antes do pós-colonial”. In: Malhas que os impérios tecem. Textos anticoloniais, contextos pós-coloniais. Lisboa: Edições 70, 2011, p. 9-43.
SIRINELLI, Jean-François. “Os intelectuais”. In: RÉMOND, René (org.). Por uma história política. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2003, p. 231-270.

Programa

O ensino por meio de gêneros à luz do interacionismo sócio discursivo propõe que toda a 
produção de texto, sejam eles orais ou escritos, se faça a partir de textos presentes nas 
práticas sociais em uso, significativos para os alunos, procurando evidenciar a diversidade 
textual inerente a todo gênero, por meio de um ensino planejado em torno de módulos de 
forma contextualizada, com vistas a um ensino intensivo e não-fragmentado do objeto de 
estudo. A proposta do ensino por meio dos gêneros textuais valoriza o uso de textos 
autênticos na sala de aula, de maneira a melhor preparar o aluno de francês a lidar com a 
língua em seus mais diversos usos no dia-a- dia. O uso de material não autêntico acaba 
dificultando não apenas a compreensão do texto, que perde elementos contextuais e 
cotextuais que facilitam o seu entendimento, mas também a produção de textos semelhantes, 
já que os textos fabricados dificilmente são adaptáveis ou eficientes para o uso real da língua. 
Ensinar francês como língua estrangeira por um viés estreitamente ligado às práticas sociais 
como é o caso do ensino por meio de gêneros textuais, requer do professor além de uma 
compreensão bastante aprofundada dos elementos contextuais, discursivos e linguísticos, 
uma didática diferenciada dos textos. 
Este curso permitirá compreender todas as etapas de trabalho com os gêneros textuais, tal 
como proposto pela engenharia didática genebrina: a) a construção do modelo didático, que 
tem como princípio norteador descrever as características do gênero a ser ensinado de forma 
que o professor possa apreender o fenômeno complexo da aprendizagem de um gênero; b) a 
criação de sequência didática do gênero eleito com vistas a melhorar as práticas de linguagem 
dos alunos. 
As sequências que os professores vão elaborar permitirão confrontar os alunos aos textos 
sociais em uso, em oposição aos textos fabricados de que muitos materiais didáticos de 
ensino do francês se servem como objeto de ensino. Os módulos de aprendizagem que serão 
construídos pelos professores terão como princípio norteador a reflexão sobre as práticas de 
linguagem em sua forma mais complexa. 
Os professores terão a possibilidade de aplicar suas sequências e poderão refletir sobre seu 
uso em sala de aula, avaliando a necessidade de torná-las mais eficazes e mais significativas 
para o seu contexto de ensino. 
 
BIBLIOGRAFIA 
BAKHTIN, M./ VOLOSHINOV, V. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992. 
BRONCKART, J-P. Atividade de linguagem, textos e discursos. Por um Interacionismo sócio-discursivo. SP: Educ, 1999. 
BRONCKART, J. P. Genres textuels/discursifs et enseignement des langues. Recherche et Applications : Le Français dans le monde, n. 58, julho 2015. 
DE PIETRO, Jean-François; SCHNEUWLY, Bernard. Le modèle didactique du genre : un concept 
de l’ingénierie didactique. Les cahiers Théodile no 3 (janvier 2003), pp : 27 – 52 
DIONÍSIO, Angela; MACHADO, Anna Rachel; BEZERRA, Maria Auxiliadora (Orgs.) Gêneros 
Textuais & Ensino. Rio de Janeiro: Editora Lucerna. 2002. 
LOUSADA, E. G. A abordagem do interacionismo sociodiscursivo para a análise de textos. 
Abordagens metodológicas em estudos discursivos. São Paulo: Paulistana, 2010. 
MACHADO, A. R et al. O ensino e a aprendizagem de gêneros textuais. Campinas: Mercado 
de Letras, 2009 
MELÃO, P. A.; LOUSADA, E. G. As contribuições do gênero textual anúncio publicitário para o 
ensino- aprendizagem do francês: a capacidade de argumentar e a variedade linguística e 
cultural através da linguagem verbal e visual. Revista Moara, n.42, jul.-dez. 2014 
ROCHA, S. M; ANEZ, R. O; MELÃO, P. A. Le fait divers et le récit de voyage : deux genres 
textuels pour le développement de la production écrite en FLE. In : LOUSADA, E. G; 
BRONCKART, J. P. Genres textuels/discursifs et enseignement des langues. Recherche et 
Applications : Le Français dans le monde, n. 58, julho 2015. 
SCHNEUWLY, Bernard.; DOLZ, Joaquim. Gêneros Orais e Escritos na Escola. Campinas: 
Mercado de Letras. 2004 
REGO, T. C. Vygotsky. Uma Perspectiva Histórico-Cultural da Educação. Petrópolis: Vozes, 1995. 
VYGOTSKY, L. S. Psicologia Pedagógica. Edição Comentada. Porto Alegre: Artmed, 2003. 
VYGOTSKY, L.S. A Construção do Pensamento e da Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2001. 
VYGOTSKY, L.S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

 

Programa

1. Contexto europeu, espanhol e galego entre 1900 e 1936;
2. A fundação das Irmandades e as assembleias nacionalistas;
3. Revistas: Lar, Céltiga, A Nosa Terra, Nós... e outras revistas da época: Orpheu, Presença, Klaxon.
4. A Geração do 16: grupo Nós;
5. A Geração do 25: as vanguardas;
6. Otero Pedrayo;
7. Vicente Risco;
8. Ramón Cabanillas;
9. Os irmáns Vilar Ponte;
10. Alfonso Daniel Rodríguez Castelao;
11. Outros autores: Alexandre Bóveda, Florentino López Cuevillas, Fermín Bouza Brey.
12. A Guerra Civil e a Geração do 36. Textos da época da guerra.

Manuais teóricos:

Asociación Socio-Pedagóxica Galega (ed.) (1996). Historia da Literatura Galega 5 vols.. Vigo: A Nosa Terra
Bernárdez, Carlos L. et alii (2001). Literatura galega S. XX. Vigo: A Nosa Terra
Carballo Calero, Ricardo (1981). Historia da Literatura Galega Contemporánea. Vigo Xerais
Pena, Xosé Ramón (2013). Historia da Literatura III. De 1916 a 1936. Vigo: Xerais
Rodríguez Sánchez, Francisco (1990 ). Literatura galega contemporánea. Problemas de método e interpretación .
Vilaboa: Ed. do Cumio
Tato Fontaíña, Laura (1999). Historia do Teatro Galego. das orixes a 1936. Vigo: A Nosa Terra
Vilavedra, Dolores (1999). Historia da Literatura Galega. Vigo: Galaxia

Obras de lectura:

Ramón Cabanillas: Da terra asoballada;
Ramón Otero Pedrayo: Arredor de si;
Alfonso R. Castelao: Retrincos;
Manuel Antonio: De catro a catro.

Programa

BATTHYANY, Karina. Las políticas y el cuidado en América Latina - Una mirada a las experiencias
regionales. Santiago: CEPAL/Nações Unidas, 2015.
BÉRTOLA FLORES, Luis Eduardo; OCAMPO, José Antonio. O desenvolvimento econômico da
América Latina desde a independência. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
CANCLINI, Néstor García. Culturas Híbridas - estratégias para entrar e sair da modernidade. São
Paulo: EDUSP, 1997.
DOSSIÊ Movimentos Migratórios. Brazilian Journal of Latin American Studies. v. 17, n. 32, 28 jun.
2018.
FURTADO, Celso. A Economia Latino-Americana. 4.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra, 1967.
MARTÍN-BARBERO, J. De los medios a las mediaciones; comunicación, cultura y hegemonía.
2.ed. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 1991.
RUIZ, José Briceño. Las teorías de la integración regional; más allá del eurocentrismo. Bogotá:
Universidad Cooperativa de Colombia/Centro de Pensamiento Global, 2018.
SEGATO, Rita. La crítica de la colonialidad en ocho ensayos – Y una antropología por demanda.

Ciudad Antónoma de Buenos Aires, Prometeo Libros, 2015.
WOLTON, Dominique. Pensar a Comunicação. Anges (Portugal), Difusão Editorial, AS, 1997.

Programa

1) Crítica do governo, crítica do Estado: Henry David Thoreau e Mohandas K. Gandhi

2) Desobediência civil, liberalismo e Estado (democrático) de direita

3) O problema da violência

Leituras introdutórias:

Thoreau, Henry David. A desobediência civil. Antofágica, 2022. (Trad. André Czarnobai).
King Jr., Martin Luther. Por que não podemos esperar. Faro, 2020. (Trad. Sarah Pereira).
Fortas, Abe. Do direito de discordar e da desobediência civil. Cruzeiro, 1968. (Trad. Norah Levy).
Arendt, Hannah. Crises da república. Perspectiva, 2019. (Trad. José Volkmann).
Rawls, John. Uma teoria da justiça. Martins Fontes, 2016. (Trad. Jussara Simões).
Davis, Angela. Uma autobiografia. Boitempo, 2019. (Trad. Heci Regina Candiani).