Programa


26/10 (10h) Apresentação do curso (Prof. Rafael Villa)
Aula 1: Formação da identidade latino-americana (Prof. Vivian Urquidi)

09/11 (10h) Aula 2: Dilemas da América Latina: dinâmicas de conflito e paz (Prof. Thales Carvalho)
Apresentação do Observatório de Conflito e Paz na América Latina (Prof. Camila Braga)

23/11 (10h) Aula 3: Dilemas da América Andina: crime organizado e ilícitos transfronteiriços (Prof. Marcos Alan Ferreira)

30/11 (10h) Aula 4: Dilemas da América Central – El Salvador, Guatemala e Nicarágua: das guerras civis aos novos tempos de paz (Prof. Vanessa Matijascic e Prof. Camila Braga)

07/12 (10h) Aula 5: Dilemas latinos na América do Norte – México: violência e direitos humanos (Prof. Anais Medeiros)

14/12 (10h) Aula 6: Dilemas do Caribe – Haiti: um país em busca de autonomia (Prof. Vanessa Matijascic e Prof. Rafael Villa)

Referências

AGUILAR CAMÍN, H. & MEYER, L. À Sombra da Revolução Mexicana: História Mexicana Contemporânea, 1910-1989. São Paulo: Edusp, 2000.

AYERBE, L. F. Novas lideranças e alternativas de governo na América do Sul. São Paulo: Editora UNESP, 2008.

BRAGA MATIJASCIC, V. Acordos de paz para a América Central nos anos 1980: a busca pela solução negociada 10.5102/uri.v13i1.3088. Revista Universitas: Relações Internacionais, v. 13, p. 15-39, 2015.

BETHELL, L. (Org.). História da América Latina: da independência até 1870, volume III. São Paulo: Edusp/Imprensa Oficial do Estado; Brasília, DF: Fundação Alexandre de Gusmão, 2001.

BERNARDI, B. B. Repensando a mobilização dos direitos humanos: relações entre ativistas e vítimas de violações no caso Alvarado contra o México. Lua Nova. Revista de Cultura e Política, v. 113, p. 57-102, 2021.

CARMO, C. A.; WINAND, E.C.A.; BARNABÉ, I.R.; PINHEIRO, L.M. (orgs). Relações internacionais: olhares cruzados. Brasília: FUNAG, 2013.

CARVALHO, T. Mechanisms of defense policy diffusion in South America: evidence from the South American Defense Council. Revista Brasileira de Política Internacional, v.66, p.1-21, 2023.

FARRET, R. L.; PINTO, S. R. "América Latina: da construção do nome à consolidação da ideia". Topoi, v. 12, n. 23, p. 30-42, jul-dez. 2011.

FRANZONI, M. La nueva alternancia en México y los impactos en las relaciones con Latinoamérica. Pensamento Proprio, v. 49-50, p. 275-302, 2019.

GRANDIN, G. A revolução guatemalteca. São Paulo: Editora Unesp, 2004.

MATIJASCIC, V. B. Haiti, Violência e Recondução Política. Dossiê de Conflitos Contemporâneos, v. 2, p. 68-72, 2021.

MATIJASCIC, V. B. As Interferências Externas e a Manutenção da Ordem Pública no Haiti História e Cultura, v. 1, p. 119, 2012.

MATIJASCIC, V. B. El Salvador: da guerra civil às reformas institucionais dos anos 1990. In: 5º Encontro Nacional da ABRI, 2015, Belo Horizonte. Anais Eletrônicos do 5º Encontro Nacional da Associação Brasileira de Relações Internacionais. Belo Horizonte: ABRI, 2015. v. 5. p. 1-26.

MARTÍ, J. Nossa América (Antologia). São Paulo: Hucitec, 1983.

PASSOS, A. M. Breaking the Law to ensure order: the case of Tijuana (2007-2012). Bulletin of Latin American Research, 2020.

PRADO, M. L. C. A formação das nações latino-americanas. São Paulo: Editora Atual, 1987.

PRADO, M. L. C. América Latina no século XIX – Tramas, Telas e Textos. SP: Edusp; Bauru-SP: Edusc, 1999.

PRADO, M. L. C. Repensando a história comparada da América Latina. In: Revista de História, São Paulo, FFLCH/USP, n. 153, 2° semestre de 2005.

PRADO, M. L. C.; PELLEGRINO, Gabriela. História da América Latina. São Paulo: Contexto, 2014.

ROJAS, C. A. A. América Latina: história e presente. Campinas: Papirus, 2004.

SAINT-PIERRE, H. L. A política armada: fundamentos da guerra revolucionária. São Paulo: Editora UNESP, 2000.

SARMIENTO, D. F. Facundo: civilização e barbárie. Petrópolis, RJ: Vozes, 1996.

SUE-MONTGOMERY, T.; WADE, C. A revolução salvadorenha. São Paulo: Editora Unesp, 2006.

VILLA, R. D.; BRAGA, C.; FERREIRA, M. A. S.V. Violent Nonstate Actors and the Emergence of Hybrid Governance in South America. Latin American Research Review, v. 56, p. 36-49, 2021.

URQUIDI, V.; TEIXEIRA, V.; LANA, E. Questão Indígena na América Latina: Direito Internacional, Novo Constitucionalismo e Organização dos Movimentos Indígenas. Cadernos PROLAM/USP, v. 1/ano7, p. 199-222, 2008.

ZIMMERMANN, M. A revolução nicaraguense. São Paulo: Editora Unesp, 2006.

Programa

Aula 1 – A figuração indígena em A Confederação dos Tamoios de Gonçalves de Magalhães (1856)
 
A Confederação dos Tamoios (1856) reconfigura um passado imemorial no qual a fundação do Rio de Janeiro ocorre a partir do sacrifício tamoio na resistência contra o invasor português. Comprometido com a construção de uma nacionalidade brasileira, o poema épico A Confederação dos Tamoios se filia diretamente ao projeto historiográfico de cunho literário do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) financiado por d. Pedro II. Essa primeira aula do curso tratará da representação indígena no poema e da centralidade da obra de Magalhães enquanto referencial épico para as subsequentes narrativas.
 
 
Aula 2 – A crítica à escravidão em Meditação (1850) e a caraterização indígena no poema d’Os Timbiras (inacabado) de Gonçalves Dias
 
Na prosa poética inacabada Meditação (1850), Gonçalves Dias converge a dura crítica à escravidão enquanto fundamento econômico da sociedade oitocentista à defesa do trabalho livre, por meio da valorização de uma essência mítica indígena da cultura brasileira, encontrada incólume apenas no período prévio à violenta invasão portuguesa. Desdobramento épico de Meditação com o qual constitui um díptico de denúncia à política imperial luso-brasileira de extermínio indígena, os quatro cantos existentes d’Os Timbiras (inacabado) exibem um potencial descritivo que confere um tratamento enargético à natureza animada e ao elemento humano. Esta aula visa refletir sobre os procedimentos literários empregados na caracterização da figura do indígena, tendo em vista o período de composição da obra marcado por tensões políticas posteriores à aprovação do Aberdeen Act (1845) e à turbulência das revoltas regenciais.
 
Aula 3 – A representação negra em A Cachoeira de Paulo Afonso (1876) e A República de Palmares (inacabada) de Castro Alves
 
Esta aula objetiva apresentar e discutir aspectos da poética de Castro Alves referentes à figuração do herói negro por meio da análise dos poemas A Cachoeira de Paulo Afonso e A República de Palmares, que comporiam um projeto integral de uma obra abolicionista. As temáticas da denúncia dos horrores da escravidão, do republicanismo e da iminência das revoltas escravas e populares surgem nos poemas como resposta a questões históricas e políticas prementes das últimas décadas do Segundo Reinado, reverberando, ainda, ecos dos poemas do livro d’Os Escravos.
 
Bibliografia
 
ACKERMANN, Fritz. A obra poética de Antônio Gonçalves Dias. São Paulo: Conselho Estadual de Cultura, 1964.
ALENCAR, José de. Cartas sobre A confederação dos tamoyos. Rio de Janeiro: Empreza Typographica Nacional do Diario, 1856.
ALONSO, Angela. Flores, votos e balas. O movimento abolicionista brasileiro. (1868-88). São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
ALVES, Castro. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar S. A., 1997.
ANDERSON, Benedict. Imagined communities. London: Verso, 2006.
ARAÚJO, Giovanna Gobbi Alves. A pintura das águas: um estudo da visualidade poética n’A Cachoeira de Paulo Afonso de Castro Alves. 2015. 195f. Dissertação (Mestrado em Literatura Brasileira). Universidade de São Paulo. São Paulo, 2015.
ASSIS, Machado de. “Instinto de nacionalidade”. Machado de Assis: crítica, notícia da atual literatura brasileira. São Paulo: Agir, 1959. pp. 28 – 34.
BARROS, Roque Spencer Maciel de. A significação educativa do romantismo brasileiro: Gonçalves de Magalhães. São Paulo: Grijalbo; Edusp, 1973.
BASTIDE, Roger. “A incorporação da poesia africana à poesia brasileira” In Poetas do Brasil. São Paulo: Edusp, 1997.
BOSI, Alfredo. Entre a literatura e a história. 1ª ed. São Paulo: Editora 34, 2013.
______. Dialética da colonização. São Paulo: Cia. das Letras, 1992.
CAMPATO JR., João Adalberto. “A Confederação de Magalhães: Epopeia e Necessidade Cultural”. In TEIXEIRA, Ivan (Org.). Épicos. São Paulo: Edusp/Imprensa Oficial, 2008.
______. A Confederação dos Tamoios: gênese, retórica e ideologia da epopeia do Segundo Reinado. Curitiba: CRV, 2014.
CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 6ª ed. Belo Horizonte: Editora Itatiaia, 2000.
CARVALHO, José Murilo de. A construção da ordem: a política imperial. Teatro de sombras: a política imperial. 3. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.
______. “A vida política”. in CARVALHO, José Murilo de (Coord.) A construção nacional: 1830-1889. v. 2., Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.
CASTELO, José Aderaldo. Gonçalves de Magalhães. Trechos escolhidos. Rio de Janeiro: Agir, 1961.
______. Gonçalves de Magalhães. São Paulo: Editora Assunção Limitada, 1946.
CUNHA, Cilaine Alves. “Introdução” In DIAS, Gonçalves. Cantos. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
CUNHA, Fausto. O Romantismo no Brasil: de Castro Alves a Sousândrade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, Brasília, DF, INL, 1971.
DIAS, Gonçalves. Os Timbiras. Leipzig: F. A. Brockhaus, 1857.
______. “Meditação”. In Obras póstumas de A. Goncalves Dias. Precedidas de uma notícia de sua vida e obras. Antonio Henriques Leal. v. III. São Luís do Maranhão, 1868.
______. Poesia e prosa completas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1998.
DENIS, Ferdinand. “Resumo da história literária do Brasil”. in CÉSAR, Guilhermino. Historiadores e críticos do romantismo – 1: a contribuição europeia, crítica e história literária. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos; São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1978. pp. 35-82.
FAORO, Raymundo. Os donos do poder. Formação do patronato político brasileiro. 5. ed. São Paulo: Globo, 2012.
FRANCHETTI, Paulo. “O triunfo do romantismo: Indianismo e estilização épica em Gonçalves Dias” In TEIXEIRA, Ivan (Org.). Épicos. São Paulo: Edusp, 2008.
GOMES, Eugênio. “Castro Alves e o romantismo brasileiro”. In ALVES, Castro. Obra completa. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 1997.
GUIMARÃES, Manoel Luís Salgado. Historiografia e Nação no Brasil. 1838 – 1857. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2011.
_______. Nação e civilização nos trópicos: O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e o projeto de uma História Nacional. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, 1(1) 1988, p.5-27.
MAGALHÃES, D. J. Gonçalves de. Poesias de D. J. G. de Magalhaens. Rio de Janeiro: Typographia de R. Ogier, 1832.
______. Suspiros poéticos e saudades. 2. ed. Paris: Livreiro-editor Morizot, 1859.
______. A confederação dos tamoyos. Rio de Janeiro: Empresa Tipográfica Dois de Dezembro, 1857.
______. A confederação dos tamoyos: poema por D. J. G. de Magalhaens. 2. ed. revista, correta e acrescentada pelo autor. Rio de Janeiro: Livraria de B. L. Garnier, 1864.
______. A confederação dos tamoios. Organização Maria Eunice Moreira, Luís Bueno. Curitiba: UFPR, 2007.
 
MARQUES, Wilton José. Gonçalves Dias: o poeta na contramão. Literatura e escravidão no romantismo brasileiro. São Carlos: EDUFSCar, 2010.
MARTINS, Eduardo Vieira. A fonte subterrânea. Londrina: Eduel, 2005.
MERQUIOR, José Guilherme. De Anchieta a Euclides. Breve história da literatura brasileira. São Paulo: É Realizações Editora, 2011.
MOLINA, Diego A. A Meditação de Gonçalves Dias. A natureza dos males brasileiros. Estudos Avançados, São Paulo , v. 30, n. 86, p. 235-252, Apr. 2016. Disponível em:
MOREIRA, Vânia. “O ofício do historiador e os índios: sobre uma querela no Império”. Revista Brasileira de História, São Paulo. v. 30, n. 59, 2010. pp. 53-72.
PEREIRA, L.M. A vida de Gonçalves Dias. Rio de Janeiro: José Olympio, 1952.
REIS, João José; GOMES, Flávio dos Santos. (Orgs.) Liberdade por um fio – história dos quilombos no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
RICARDO, Cassiano. O indianismo de Gonçalves Dias. São Paulo: Conselho Estadual de Cultura, 1964.
TREECE, David. Exilados, aliados, rebeldes: o movimento indianista, a política indigenista e o estado-nação imperial. Tradução Fábio Fonseca de Melo. São Paulo: Edusp, 2008.

 

Programa

Programa

1. Introdução ao Chengyu
Por que estudar Chengyu?
Tipos de Chengyu
Provindos de Fábulas 寓言成语故事
拔苗助长(bá miáo zhù zhǎng)
Provindos de Contos Históricos 历史成语故事
纸上谈兵( zhǐ shàng tán bīng)
Provindos Mitos 神话成语故事
精卫填海( jīng wèi tián hǎi)
De uso prático 其他
津津有味 (jīn jīn yǒu wèi)

2. Chengyu de Citação Alusiva :
Provindos de Fábulas 寓言成语故事(parte 1)
滥竽充数( làn yú chōng shù)
画蛇添足(huà shé tiān zú)
守株待兔(shǒu zhū dài tù)
刻舟求剑(kè zhōu qiú jiàn)
愚公移山(yú gōng yí shān)

3. Chengyu de Citação Alusiva :
Provindos de Fábulas 寓言成语故事(parte 2)
买椟还珠(mǎi dú huán zhū)
自相矛盾(zì xiāng máo dùn)
亡羊补牢(wáng yáng bǔ láo)
对牛弹琴(duì niú tán qín)

4.Chengyu de Citação Alusiva :
Provindos de Contos Históricos 历史成语故事
破釜沉舟(pò fǔ chén zhōu)
望梅止渴(wàng méi zhǐ kě)
Provindos Mitos 神话成语故事
画龙点睛(huà lóng diǎn jīng)
叶公好龙(yè gōng hào lóng)
De uso prático 其他
不可思议 (bù kě sī yì)
乱七八糟 (luàn qī bā zāo)
心血来潮 (xīn xuè lái cháo)
全力以赴 (quán lì yǐ fù)
理所当然 (lǐ suǒ dāng rán)

Bibliografia Básica
徐盛恒(2004),成语的生成(河南大学外语学院,河南,开封)
王征(2011),汉语成语的结构特点及汉译法等效研究(浙江工工业大学外语学
院,浙江,杭州)
Liwei Jiao, Cornelius C. Kubler and Weiguo Zhang (2009), 500 Common Chinese
Idioms An annotated frequency dictionary

Programa

1; Os primeiros escritos e a questão da democracia
A tônica do primeiro encontro é a democracia nos primeiros escritos de Luxemburg. Apresentaremos brevemente os anos iniciais de militância de Rosa Luxemburg, pouco analisados. Entre 1893 e 1898 a autora se dedicou à análise do desenvolvimento do capitalismo na Polônia e às implicações políticas desse desenvolvimento para o movimento socialista polonês. Tratando da Polônia, a autora apresenta a ideia de “democratização das estruturas estatais” do Império Russo. O tema da democracia é desenvolvido em seguida na sua polêmica com Eduard Bernstein em, “Reforma social ou revolução?”, texto base do encontro.


2. “No princípio era a ação”
No segundo encontro analisaremos o impacto da Revolução Russa de 1905 sobre Luxemburgo. Neste encontro analisaremos a interpretação que Rosa Luxemburgo dá à “massa” e a relação da “massa” com as organizações políticas. O texto de base será “Greve de massa, partido e sindicato”.

3. “Uma economista muito política”

Em toda sua obra, Luxemburgo conecta economia e política. Neste encontro analisaremos aspectos do livro “Introdução à Economia Política” e “A acumulação do capital”.
4. A crise da social-democracia No dia 04 de agosto de 1914 o Partido Social Democrata Alemão (SPD) vota a favor dos créditos de guerra solicitados pelo Imperador Guilherme II. Dessa forma, a I Guerra Mundial eclode com o apoio do maior partido socialista. Esse episódio marca o fim da II Internacional e do próprio SPD como um partido revolucionário. No quarto encontro, analisaremos como Luxemburgo percebeu o avanço do oportunismo no SPD e sua análise sobre o surgimento do imperialismo. O texto de base será “A crise da social-democracia", também conhecido como “Panfleto Junius”.


5. “Eu fui, eu sou, eu serei”: Rosa Luxemburgo e as Revoluções Russa e Alemã
No último encontro, analisaremos a Revolução Russa de 1917 e a interpretação de Luxemburgo sobre ela. Presa desde 1915, Luxemburgo acompanha de perto a evolução dos acontecimentos na Rússia e da própria cadeia redige seu panfleto “A revolução russa”, base para a discussão do último encontro. Analisaremos as esperanças da autora quanto a experiência socialista russa e suas críticas à política implantada pelos bolcheviques. Por fim, veremos brevemente a atuação da autora no início da Revolução Alemã.

Programa

1) Introdução: Transmissão de uma identidade étnico-religiosa minoritária em contextos
de mudança. O judeu como estrangeiro. Inserção diferenciada na estrutura da sociedade
maior: a lógica das expulsões. 

2) A Alta Idade Média na Europa: a transformação urbana, o papel dos judeus.

3) A situação dos judeus sob o domínio muçulmano: o "povo protegido". Principais
contribuições culturais. 

4) A Era das Cruzadas. As matanças de 1096 e o kidush há'shem. Efeitos psicológicos. 

5) Marginalidade dos judeus na Idade Média: um estudo de caso, os judeus da França.

6) A entrada em cena dos judeus no comércio mundial. Prestamistas, ramificações das
atividades bancárias.

7) A transformação das lideranças judaicas: do Exilarca aos Rabinos. O conceito de kehilá

8) Desenvolvimento da cultura judaica em diferentes contextos: Talmude, a Ética dos Pais,
Rashi, Saadia Gaon, Ibn Gabirol, Iehuda Há'levi, Maimônides.
 
 
Bibliografia

Baron, S. História Social y Religiosa del Pueblo Judío: El encuentro de Oriente y
Occidenete. Buenos Aires: Paidós, 1968 (vol. IV)

Berezin, R. (org): Caminhos do Povo Judeu. São Paulo: Vaad há'chinuch, 1975
Bonfin Batalla, G. "La teoría del control cultural en el estudio de procesos etnicos",
em Revista Papeles de la Casa Chata, Año 2, N*3, México, 1987.

Dinur, Bem-Zion "História Judaica: Singularidade e Continuidade" em Vida e
Valores do Povo Judeu. São Paulo: Editora Perspectiva.

Guglielmi, N. "La condición de los judíos medievales (Francia siglo XIV), em Anales
de Historia Antigua y Medieval, Vol. 20, Buenos Aires, 1982

Guinsburg, J. Do Estudo da Oração. São Paulo: Editora Perspectiva, 1968.

Johnson, P. História dos Judeus, Rio de Janeiro: Imago Ed., 1995.

Koltai, K. (org) O Estrangeiero. São Paulo: Editora Escuta, 1998.

Lewis, B. Os judeus e o Islão. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1993.

Malamat, A, Tadmor, H., Stern, M, Safrai, S., Bem-Sasson, H. H. & Ettinger, S.
Historia del Pueblo Judío. Madrid: Alianza Editorial, 1988 (Volume II)

Pirenne, H. Las Ciudades de la Edad Media. Madrid: Alianza Editorial, 1980.

Obs. Outros itens bibliográficos serão incorporados ao longo do curso.

Programa

Programa:

Detalhamento:

1) Onde publicar e como se preparar para escrever

2) Como se organizar e começar a escrever 

3) Revisão da literatura (Introdução 2)

4) Desenvolvimento 1 - Explicando a metodologia

5) Desenvolvimento 2 - Resultados e discussão

6) Introdução 1 e resumo

7) Conclusão e Referências

8) Dicas úteis para a escrita em inglês

Referências bibliográficas:


BELCHER, Wendy L. Writing your journal article in 12 weeks: a guide to academic publishing success. ThousandOaks,Calif.:Sage Publications, 2009.
FESTAS, Isabel; SEIXAS, Ana ; MATOS, Armanda. Escrita a partir de fontes e suas relações com o plágio em estudantes universitários ,. Educação e Pesquisa, v. 49, n. 49, 2023. Disponível em:
<https://www.scielo.br/j/ep/a/spwRLssv5fwX7Q4k8dZmkYF/?format=pdf&la…;. Acesso em: 5 set. 2023.
FURTADO, Alfredo Braga. Como Escrever Artigos Científicos, Dissertações e Teses. São Paulo: Saraiva, 2010.
MENSAH, Felicia. Like Words Falling Onto the Page. [s.l.: s.n.], 2020.
SWALES, John M.; FEAK, Christine B. Academic writing for graduate students: Essential tasks and skills. Ann Arbor: The University of Michigan Press, 2019.
VOLPATO, Gilson Luiz. Como escrever um artigo científico. Anais da Academia Pernambucana de Ciência
Agronômica, v. 4, p. 97–115, 2007.

Programa

AULA 1 (25/08) - Teoria dos Movimentos Sociais
O estudo dos movimentos sociais adquiriu destaque a partir dos anos 70, seguindo três principais linhas de abordagem, pautadas empiricamente na análise dos atores, das associações e dos eventos de protesto – sendo elas, respectivamente, a Teoria dos Novos Movimentos Sociais, de Touraine, Melucci e Castells; a Teoria da Mobilização de Recursos e Teoria da Sociedade Civil, de Zald e McCarthy/Cohen e Arato e, por fim, a Teoria do Confronto Político, de Charles Tilly e Sidney Tarrow. Estudaremos nesta aula estas principais linhas de análise dos movimentos sociais e seus desdobramentos.

Bibliografia indicada
ALONSO, Angela. Teorias dos movimentos sociais: balanço do debate. Lua Nova, 2009, no. 75. 2009.
DIANI, Mario. The concept of social movement. The Sociological Review. Volume 40, Issue1 February 1992, (pps 1-25).
__. Revisando el concepto de movimiento social. Encrucijadas. Revista Critica de Ciencias Sociales, n. 9, 2015.
JASPER, James. Social movement theory today: towards a theory of action? Sociology Compass, 4/11, 2010.
MELLUCCI, Alberto. The new social movements: a theoretical approach. Social science information, vol 19, no 2, 1980.
__. Challenging Codes. Collective Action in the information age. Cambridge U.P, 1996.
TARROW, Sidney. Power in Movement. New York: Cambridge University Press. 1994.
TILLY, Charles. Social Movements, 1768-2004. London, Paradigm, 2004. Chap 1. Social movements as politics (p 1-15).
__. Contentious performances. Cambridge Univ. Press, 2008. Chap 5. Invention of the Social
movement (p 116-145).

AULA 2 (26/08) - Análise de Eventos de Protesto (AEP)
A Análise de Eventos de Protesto (AEP) se popularizou nos estudos da ação coletiva e dos movimentos sociais nos anos 1980. Uma das contribuições centrais dessa linhagem metodológica é acentuar o caráter relacional e interacional da ação coletiva, analisando os movimentos sociais para além de suas relações internas, mas nas suas relações com outros movimentos sociais contemporâneos, aliados, opositores e o Estado. Esta aula abordará quando e porquê devemos usar a AEP e quais são os critérios em jogo para a classificação de um evento de protesto, bem como os desafios e limites da AEP como método de pesquisa.

Bibliografia indicada
ALONSO, Angela. A política das ruas: protesto em São Paulo de Dilma a Temer. Revista Novos
Estudos: São Paulo, Especial, p. 49-58, jun. 2017.
EARL, Jennifer; MARTIN, Andrew; McCARTHY, John; SOULE, Sarah. The Use of Newspaper Data in the Study of Collective Action. Annual Review of Sociology, v. 30, p. 65-80, 2004.
FILLIEULE, Olivier; JIMÉNEZ, Manuel. The Methodology of Protest Event Analysis and the Media Politics of Reporting Environmental Protest Events. In: ROOTES, C. (ed.). Environmental Protest in Western Europe, Oxford: Oxford University Press, 2003.
VAN DYKE, Nella; SOULE, Sarah; TAYLOR, Verta. The targets of social movements: beyond a focus on the State. Authority in Contention, v. 25, p. 27–51, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLETA
ALONSO, Angela. Teorias dos movimentos sociais: balanço do debate. Lua Nova, 2009, no. 75. 2009.
__. Métodos qualitativos de pesquisa: uma introdução. São Paulo: Sesc São Paulo/CEBRAP, 2016.
__. A política das ruas: protesto em São Paulo de Dilma a Temer. Revista Novos Estudos: São Paulo,
Especial, p. 49-58, jun. 2017.
DIANI, Mario. The concept of social movement. The Sociological Review. Volume 40, Issue1 February 1992, (pps 1-25).
__. Revisando el concepto de movimiento social. Encrucijadas. Revista Critica de Ciencias Sociales, n. 9, 2015.
EARL, Jennifer; MARTIN, Andrew; McCARTHY, John; SOULE, Sarah. The Use of Newspaper Data in the Study of Collective Action. Annual Review of Sociology, v. 30, p. 65-80, 2004.
FILLIEULE, Olivier; JIMÉNEZ, Manuel. The Methodology of Protest Event Analysis and the Media Politics of Reporting Environmental Protest Events. In: ROOTES, C. (ed.). Environmental Protest in Western Europe, Oxford: Oxford University Press, 2003.
JASPER, James. Social movement theory today: towards a theory of action? Sociology Compass, 4/11, 2010.
MELLUCCI, Alberto. The new social movements: a theoretical approach. Social science information, vol 19, no 2, 1980.
__. Challenging Codes. Collective Action in the information age. Cambridge U.P, 1996.
TARROW, Sidney. Power in Movement. New York: Cambridge University Press. 1994.
TILLY, Charles. Social Movements, 1768-2004. London, Paradigm, 2004. Chap 1. Social movements as politics (p 1-15).
__. Contentious performances. Cambridge Univ. Press, 2008. Chap 5. Invention of the Social movement (p 116-145).
VAN DYKE, Nella; SOULE, Sarah; TAYLOR, Verta. The targets of social movements: beyond a focus on the State. Authority in Contention, v. 25, p. 27–51, 2004.AUYERO, Javier. Appendix: On fieldwork, theory, and the question of biography. In: AUYERO, Javier. Contentious Lives: Two Argentine Women, Two Protests, and the Quest for Recognition. Durham: Duke University Press, 2003.

A bibliografia completa do curso será disponibilizada em uma pasta compartilhada com os alunos através da nuvem Google Drive, assim como todas as demais indicações de leitura complementar e referências multimídias utilizadas nas aulas.

Programa

PROGRAMA COMPLETO
Objetivo: O curso oferecerá um breve panorama da literatura russa para crianças produzida nos anos 1920 e 1930, do ponto de vista literário e gráfico. Os livros dessas duas décadas, condensando várias tendências estéticas modernas e de vanguarda, constituem um legado sem igual, sendo apreciados e estudados há anos não apenas na Rússia, como na Europa e nos Estados Unidos, e em alguns de seus mestres serão vistos nas aulas, como os poetas Samuel Marchak e Kornei Tchukóvski e os artistas gráficos Vera Ermoláierva e Vladímir Lébedev. Como a literatura russa infantojuvenil foi muito pouco abordada no Brasil, será também apresentado, na primeira aula, um apanhado de seu desenvolvimento no período pré-revolucionário, do séc. XVI ao XX.
Justificativa: A literatura russa ganha mais e mais interessados desde sua introdução no Brasil (fim do séc. 19), reunindo um número considerável de traduções e pesquisas e despertando atenção de jornais e revistas. A despeito disso, as letras russas infantis são praticamente desconhecidas aqui. O curso, destinado aos interessados por literatura e por design, foi criado para explorar essa vertente da cultura russa partindo de um de seus momentos mais fecundos: as décadas de 1920 e 1930.

Aula 1 (24/07, sexta, 15h). Breve apanhado da literatura russa infantil: de Catarina II a Lev Tolstói. Serão levantados alguns períodos, obras e autores representativos.
Aula 2 (27/07, segunda, 15h). O incipiente mundo soviético e a questão da literatura infantil: o contexto que delineou uma nova forma de escrever e de ilustrar livros para a infância na Rússia. Principais linhas educativas, debates e autores.
Aula 3 (29/07, quarta, 15h). Samuel Marchak e Kornei Tchukóvski: expoentes da nova poesia russa para crianças
Aula (31/07, sexta, 15). Nova relação entre forma e conteúdo nos livros soviéticos infantis: a presença da estética de vanguarda nas artes gráficas dos anos 1920. Apresentação de algumas tendências e seus artistas gráficos.

BIBLIOGRAFIA
BERNARDINI, Aurora Fornoni. As cartilhas do Conde Lev Nikoláievitch Tolstói. In: Aulas de literature russa: de Púchkin a Gorenstein. São Paulo: Kalinka, 2018.
CAROLINSKI, Flavia Cristina Moino. Aleksandr Nikoláevitch Afanássiev e o conto popular russo. Dissertação (Mestrado em Letras) — Universidade de São Paulo, 2008. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8155/tde-12092008-170622/publi…
GURIANOVA, Nina et al. The Russian Avant-Garde Book 1910-1934. Nova Iorque, Museum of Modern Art, 2002. Disponível em:
https://assets.moma.org/documents/moma_catalogue_155_300153266.pdf?_ga=…
KHARMS, Daniil. Os sonhos teus vão acabar contigo: prosa, poesia, teatro. Tradução Aurora Fornoni Bernardini, Daniela e Moissei Mountian. São Paulo, Kalinka, 2013.
KHARMS, Daniil. Esqueci como se chama. Tradução Luis Felipe Labaki. São Paulo: Cosac Naify, 2015.
KRYLOV, Ivan. Fábulas russas de Krylov. Tradução e adaptação Tatiana Belinky. São Paulo: Amarilys, 2012.
HELLMAN, BEN. Fairy Tales and True Stories: The History of Russian Literature for Children and Young People (1574–2010). Leiden Boston: Brill, 2013.
HELLMAN, BEN. Tolstoy’s “The Three Bears”: The Metamorphosis of an English Tale into A Russian National Myth. ACTA SLAVICA ESTONICA VI. Studia Russica Helsingiensia et Tartuensia XIV. Russian National Myth in Transition. Tartu, 2014, Disponível em: https://www.ruthenia.ru/National_myth/Hellman_Ben.pdf
MAIAKÓVSKI, Vladímir. O que é bom, o que é ruim? Tradução Jorge Sallum e Tatiana Larkina. São Paulo, Hedra, 2012.
MOUNTIAN, Daniela. Monteiro Lobato e Samuel Marchak através de seus ilustradores. Rus – Revista de Literatura e Cultura Russa, São Paulo, São Paulo, 2020, v.11, n. 15. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/
PAIXÃO, Biana Alves da. A literatura infantil de Daniil Kharms: tradição e modernidade. Dissertação (Mestrado em Letras) — Universidade de São Paulo, 2015. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8155/tde-12012016-122954/publi…
PULLMAN, Philip. Inside the raibow: Russian children literature 1920-35: beautiful books, terrible times. Londres: Redstone Press, 2013, p. 14.
POGORIÉSLKI, Antoni. A galinha preta ou os habitantes do subterrâneo. Tradução Klara Gourianova. São Paulo: Edição SM, 2010.
TCHUKÓVSKI, Kornei. Tarakã, o bigodudo. Tradução Aurora Fornoni Bernardini e Maria Vragova. São Paulo: Ars et Vita/Kalinka, 2016.
TOLSTÓI, Lev. Contos da nova cartilha. Primeiro livro de leitura. Tradução M. Aparecida B. P. Soares. São Paulo: Ateliê Editorial, 2005.
TOLSTÓI, Lev. Contos da nova cartilha. Segundo livro de leitura. Tradução Aurora Fornoni Bernardini e Belkiss Rabello. São Paulo: Ateliê Editorial, 2005.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DOBRENKO, Evgeny; TIHANOV, Galin (orgs.). A history of Russian literary theory and criticism: the soviet age and beyond. Pittsburgh (USA): University of Pittsburgh Press, 2013.
MALÉVITCH, Kazimir. Dos novos sistemas da arte. Tradução Cristina Dunaeva. São Paulo: Hedra, 2007.
MOUNTIAN, Daniela. Mitologia poética de Daniil Kharms. Tese (Doutorado em Letras) — Universidade de São Paulo, 2016. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8155/tde-08032017-142720/publi…
OSTASHEVSKY, Eugene (org.). Oberiu, an antology of Russian Absurdism. Illinois: Northwestern University Press, 2006.
PERLOFF, Marjorie. O momento futurista: avant-garde, avant-guerre e a linguagem da ruptura. São Paulo: EDUSP, 1993.
PERLOFF, Marjorie. Formalismo e futurismo: a teoria formalista russa e seu ambiente poético. 2 ed. São Paulo: Perspectiva, 2010.
TELES, Gilberto Mendonça. Vanguarda Europeia e Modernismo Brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1983, 7ª ed.

Programa

1) A produção geográfica sobre futebol no Brasil (Aula 1)
- Introdução ao curso
- O desenvolvimento do futebol nas Ciências Humanas no Brasil
- O pioneirismo de Gilmar Mascarenhas.
- O futebol entra em campo: dissertações e teses em Geografia Humana.


2) Globalização, Divisão Internacional do Trabalho e Futebol; (Aula 2)
- FIFA: uma transnacional ou uma entidade supranacional?
- O desenvolvimento do mercado de transferência de jogadores
- Uma Divisão Internacional do Trabalho do Futebol


3) A crise urbana e o futebol (Aula 3)
- A ofensiva contra a festa no espaço público;
- A arenização do futebol;
- Especulação imobiliária e os Grandes Eventos no Brasil;


4) Uma abordagem cultural sobre o futebol na Geografia (Aula 4)
- A topofilia da Geografia Humanística;
- As torcidas organizadas: territorialidades e experiências do torcer;
- A produção simbólica da paisagem: conflitos e territorialidades;


Bibliografia 

AUGUSTIN, J. P.. Espaces Urbains et pratiques sociales. Bordeaux: Presses Universitaires de Bordeaux, 1988;
BALE, J. The changing face of football: soccer and community. In: Soccer and Society,vol.1, n.1, p.91-101, 2000;
________. In the shadow of the stadium: football grounds as urbans nuisances. In: Geography, vol. 75, n.4, 325-334, outubro de 1990;
BRAGUETO, Claudio R.; HÖFIG, Pedro. Considerações sobre geografia e futebol: produção do espaço urbano e apropriação do território. In:Terra Plural.Ponta Grossa: v.7, n.1, p.79-92, jun.2013;
CASTILLO, R. FEDERICO, S. Espaço geográfico, produção e movimento: uma reflexão sobre o conceito de circuito espacial produtivo. In: Revista Sociedade&Natureza. Uberlândia: nº22, v.3,p. 461-474, dez. 2010;
CAMPOS, F. A política no pódio: episódios de tensões e conflitos nos Jogos Olímpicos da Era Moderna. In: Revista USP – Jogos Olímpicos: o que a universidade tem a dizer sobre o maior evento esportivo do planeta. Superintendência de Comunicação Social da Universidade de São Paulo, nº93, 2012, p. 11-20;
______________. MORAES, J,G. Como o Brasil entra em campo. In: Revista de História: Dossiê História e Futebol. Revista de História/ Departamento de História. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Universidade de São Paulo. N 163, julho/dezembro de 2010, p. 129-139;
CAMPOS, H. Polarização urbana, identidade territorial e futebol: a Zona da Mata e Juiz de Fora (MG) entre o Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Tese apresentada a FFLCH-USP para obtenção do título de Doutor em Geografia Humana. Orientador: Profa. Dra. Amália Inés Geraiges de Lemos. São Paulo: 2016;
CHASE, James; HEALEY, Mick. The spatial externality effects of football matches and rock concerts: The case of Portman Road Stadium, Ipswich, Suffolk. In: Applied Geography. Vol. 15, Issue 1, jan. 1995, p. 18-24;
CLAVAL, P. A geografia cultural. Florianópolis: UFSC, 1999.
COSGROVE, D. Em direção a uma geografia cultural radical: problemas da teoria. In: Antípode – A Radical Journal Of Geography. Worcester, n.15, 1983, p. 1-11;
CORRÊA, R.L. Caminhos Paralelos e entrecruzados. São Paulo: Editora UNESP, 2018.
DAMO, A. Para o que der e vier: o pertencimento clubístico no futebol brasileiro a partir do Grêmio Foot-ball Porto Alegrense e seus torcedores. 1998. 247 f. Dissertação (Mestrado em Antropologia) – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 1998;
DA MATTA, R. Antropologia do óbvio: notas em torno do significado do futebol brasileiro. In:Revista USP, n.22, 1994,p.10-17;
______________. O universo do Futebol: esporte e sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Pinakotheke, 1982.
DOS SANTOS, D. Futebol e política: a criação do Campeonato Nacional de Clubes de Futebol. Dissertação (mestrado) – Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil, Programa de Pós-Graduação em História Política e Bens Culturais. - 2012.148;
DUNCAN, J. Landscape taste as a symbol of group identity: a Westchester County village. In: Geographical Review, vol 63, n.3 (JUL), 1973, p.334-355;
FAVERO, P. Os donos do campo e os donos da bola: alguns aspectos da globalização do futebol. Dissertação apresentada a FFLCH-USP para obtenção do título de Mestre em Geografia Humana. Orientador: Prof. Dr. André R. Martin. São Paulo: 2009;
FOUCAULT, M. Microfísica do poder. São Paulo: Editora Paz e Terra, 2014;
______________. Vigiar e punir: história da violência nas prisões. Petrópolis: Editora Vozes, 2010, 38ª edição;


FRANCO JÚNIOR, H. A dança dos deuses: futebol, cultura e sociedade. São Paulo: Companhia das Letras, 2007;
GAFFNEY, C., MASCARENHAS, G.. The soccer stadium as a disciplinary space. In:Esporte e Sociedade, nº1, Nov/2005-Fev/2006, p.1-16, disponívelem: http://www.lazer.eefd.ufrj.br/espsoc/. Acesso em 20/02/2017;
_____________________. Temples of earthbound gods: stadiums in cultural landscapes of Rio de Janeiro and Buenos Aires. Austin: University of Texas Press, 2008, 1St ed.;
GIULIANOTTI, R. Social identity and public order: political and academic discourses on football violence. In: __________________; BONNEY, N; HEPWORTH, M. Football, violence and social identity. London: Routledge, 1994; p.10-36;
GONÇALVES, G. A crise da cidade em jogo: o futebol na contramão em ruas da Penha, 2011.160p. Dissertação de mestrado –Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011;
_______________. A produção espetacular do espaço: as cidades como cenário da Copa do Mundo de 2014. Tese para obtenção do título de doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo, 2016,170f;
HARVEY, D. The enigma of capital. Nova Iorque: Oxford University Press, 2010;
HAESBAERT R. O mito da desterritorialização: do “fim dos territórios” à multiterritorialidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004, 400p;
________________. Territórios alternativos. Niterói: EdUFF; São Paulo: Contexto, 2002, 186p;
HOLLANDA,B. Futebol, arte e política: a catarse na representação do torcedor. In: O&S, v.16, n.48, p.123-140, Janeiro/Março 2009;
______________. Torcidas organizadas de futebol: entre memória e história. X Encontro Nacional de História Oral – Testemunhos: História e Política. Recife, abril de 2010;MASCARENHAS, G. A Bola nas Redes e o Enredo do Lugar: uma geografia do futebol e de seu advento no Rio Grande do Sul. Tese (doutorado) – Departamento de Geografia. Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas. Universidade de São Paulo. São Paulo, 2001;
______________________. Entradas e Bandeiras: a conquista do Brasil pelo futebol. Rio
de Janeiro: EdUERJ, 2014, 256p.;
______________________.Futebol e modernidade: a geografia histórica de uma inovação. In: Lecturas: Educación Física y Deportes. Año 3, Nº 10. Buenos Aires: Maio, 1998. Disponível in sitio: http://www.efdeportes.com;
SACK, Robert. Human territoriality: its theory and history.Cambridge: Cambridge
University Press, 1986;
SANTOS, M. A Natureza do Espaço: Técnica e Tempo, Razão e Emoção. São Paulo: Edusp, 2014, 4 ed, 8 reipr.;
___________. A urbanização brasileira. São Paulo: EDUSP, 2005;
___________. Por uma nova globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Editora Record, 6ª. Edição, 2001;
SERPA, A. O espaço público na cidade contemporânea. São Paulo: Editora Contexto, 2ed, 2017;
THRIFT, N. Non-Representational Theory: Space, Politics, Affect. London: Routledge, 2007. TUAN, Y.F. Cultural Geography: Glances Backward and Forward. Annals of the Association of American Geographers, Volume 94, Issue 4, pages 729–733, December 2004.
TOLEDO, L. H. No pais do futebol. Rio de Janeiro: Zahar Ed., 2000;
__________. Torcidas Organizadas de futebol. Campinas: AutoresAssociados/Anpocs, 1996;
__________. Torcer: a metafísica do homem comum. In: Revista de História: Dossiê História e Futebol. Revista de História/ Departamento de História. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Universidade de São Paulo. N 163, julho/dezembro de 2010, p. 175-190;

Programa

O curso de língua e cultura galegas no nivel básico abrange as 4 grandes destrezas clássicas (expressão oral e
escrita, compreensão oral e escrita), também a interação comunicativa, a dimensão pragmática-cultural e a
dimensão metafórica (o mundo simbólico, o imaginário dos jogos de palavras, etc):


- expressão oral (com o professor ou entre alunos sobre temas de atualidade e sobre a questão da história do
galego e a sua situação na sociedade). Resolver situações e tarefas como intervenções simples de carácter social;
- compreensão escrita (textos não só literários mas também jornalísticos adaptados ao nível do curso).
Compreensão, interpretação e identificação de informação e instruções relacionadas com situações habituais e
previsíveis encontradas em textos;
- compreensão oral (canções, fragmentos de filmes e vídeos, reportagens, series...). Compreensão de expressões e
vocabulário sobre temas de interesse pessoal.
- expressão escrita (expressar opiniões, sentimentos, desejos e preferencias; fazer sugestões, convites e dar
instruções mínimas, saudar, se apresentar, agradecer e pedir desculpas);
- dimensão intercultural e sociolinguística (serão abordados diferentes temas sobre a cultura galega como o folclore,
a música, as tradições, os símbolos, os principais autores, a relação Galícia-Brasil, a emigração). O marco cultural
ajuda a entender melhor o funcionamento interno e externo da língua galega, o marco pragmático.
O professor fornecerá ao aluno muitas ferramentas virtuais para que a aprendizagem possa se tornar autónoma e
para que o aluno use os recursos on-line para o estudo e a revisão dos conteúdos. Ao longo do curso será
entregado muito material procedente de revistas e jornais culturais galegos.
Os conteúdos gramaticais incluem: letras e sons (pronúncia), demonstrativos, o grupo nominal, os pronomes, a
colocação dos pronomes átonos, os acentos, os principais tempos verbais (presente, copretérito, imperativo...) e
perífrases verbais básicas, assim como uso de conetores e formas de coesão e coerência.
Cada sessão estará dividida em 2 partes: 1 hora teórica (por exemplo as regras da colocação dos pronomes
átonos...) e outra hora prática (exposição de um tema de cultura). Deste jeito, as aulas são muito participativas.

Recursos didáticos


Livro de texto didático
Chamorro, Margarita; da Silva, Ivonete; Núñez, Xaquín, 2008. Aula de Galego 2. Xunta de Galicia.
https://www.lingua.gal/o-galego/aprendelo/celga-2/aula-de-galego/alumna…
Manuais de apoio
———— 2003. Normas ortográficas e morfolóxicas do idioma galego. Real Academia Galega.
Callón, Carlos. 2012. Como falar e escribir en galego con corrección e fluidez. Xerais.
Freixeiro Mato, Xosé Ramón. 2013. Estilística da lingua galega. Xerais.
López Viñas, Xoán; Lourenço Módia, Cilha; Moreda Leirado, Marisa. 2011. Gramática práctica da lingua galega.
Baía Edicións.
Regueira Fernández, Xosé Luis. 2010. Dicionario de pronuncia da lingua galega. Real Academia Galega.
Exercícios de língua

Bermúdez, Ana; Colmenero, Antonio. 1999. Prácticas de lingua. Edicións do Cumio.
Manuais de sociolinguistica
Mariño Paz, Ramón. 1998. Historia da lingua galega. Sotelo Blanco Edicións
Monteagudo, Henrique. 1999. Historia social da lingua galega. Galaxia.
Revistas
VV.AA. Boletín galego de literatura. Universidade de Santiago de Compostela.
VV.AA. Revista Erregueté.
VV.AA. Revista Grial. Galaxia.