Programa

Aula 1
Embricamentos entre o cinema e a antropologia
O filme etnográfico e o documentário
Cinema Ficcional e não-ficcional
A subjetividade na pesquisa antropológica: Imaginação, faz de conta, como se...

Filme: Nanook do Norte, Robert Flaherty, 1922
https://archive.org/details/nanookOfTheNorth1922
Artigos:
COSTA, Catarina Alves. “O filme etnográfico em Portugal: condicionantes à realização de três filmes etnográficos”.
Doc On-line: 1998. Disponível em: http://bocc.ubi.pt/pag/costa-catarina-filme-etnografico.html
FLAHERTY, Robert. “How I filmed Nanook of the North”. In http://www.cinemaweb.com/silentfilm/bookshelf/23_rf1_2.htm
GERVAISEAU, Henri. “Nanook of the north”. In Cadernos de Antropologia e Imagem nº 1, Rio de Janeiro, UERJ, 1995, p.91. (será disponibilizado)
PENAFRIA, Manuela. O Documentarismo do Cinema. Doc On-line: 2006. Disponível em:
http://www.bocc.ubi.pt/pag/penafria-manuela-documentarismo-reflexao.pdf
SALLES, João Moreira. “A dificuldade do documentário”. In: ECKERT, Cornelia; NOVAES, Sylvia Caiuby. O
imaginário e o poético nas ciências sociais. Bauru: EDUSC: 57-72, 2005. (será disponibilizado)

Aula 2
Etnoficção enquanto prática
Pesquisa de campo
"Não" atores – sujeitos - performers
Direção dos “não” atores
Histórias de vida
Criação colaborativa (falar sobre e falar com)

Filmes:
Behind The Scene Turtles Can fly, Bahman Ghobadi - https://www.youtube.com/watch?v=k7Io-syTNsM
Jean Rouch - Subvertendo Fronteiras, de Ana Lúcia Ferraz, Edgar Teodoro da Cunha, Paula Morgado e Renato Stutzman - https://vimeo.com/54448649
Moi un Noir, de Jean Rouch - https://www.youtube.com/watch?v=GgZJEPekuJA
Artigos
HIKIJI, Rose S G. Rouch Compartilhado. Iluminuras, Porto Alegre, v.14, n.32, p.113-122, jan./jun. 2013.
SZTUTMAN, Renato & SCHULER, Evelyn. A louca maestria de Jean Rouch (entrevista). In Sexta Feira.
Antropologia artes humanidades, n. 1, São Paulo: Pletora, 1997, pp. 12-22.

Aula 3
Dramatização – personagens
Cine-transe (câmera, encontro)
Cinema observativo x Cinema verdade
Etnoficção no Brasil

Filmes:
Fabrik Funk, de Alexandrine Boudreault-Fornier, Rose S G Hikiji, Sylvia Caiuby Novaes.
https://vimeo.com/116293697
Artigos:
BOUDREAULT-FORNIER A, HIKIJI RSG, CAIUBY NOVAES S. Etnoficção: uma ponte entre fronteiras. In: A
experiência da imagem na etnografia. São Paulo: Terceiro Nome; 2016.
COLLEYN, Jean-Paul. Jean Rouch, 54 anos sem tripé. in Cadernos de Antropologia e Imagem vol. 1. Rio de Janeiro, UERJ, 1995, pp. 65-74.
HIKIJI, R. S. G. et al. O vídeo e o encontro etnográfico. Cadernos de Campo: Revista dos alunos de pós-graduação em antropologia social da USP, 15 (ja/dez. 2006), 287-299.

Aula 4
Polifonia
Autorrepresentação
Ética

Filmes:
Marangmotxíngmo Mïrang - Das crianças Ikpeng para o mundo (2001), Kumaré Ikpeng, Karané Ikpeng e Natuyu Yuwipo Txicão
https://www.youtube.com/watch?v=MNIeHjdfvJg
Oficinas Hotel Cambridge
https://www.youtube.com/channel/UC0dI4Kn6hig9m7mRiA9uE-A
Artigos:
ARAÚJO, Ana Carvalho Ziller; CARELLI, Rita; CARELLI, Vincent. Cineastas indígenas para jovens e crianças. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 2010. http://www.videonasaldeias.org.br/downloads/vna_guia_criancas.pdf
SHOHAT, Ella; STAM, Robert. A estética da resistência. In: SHOHAT, Ella; STAM, Robert. Crítica da Imagem Eurocêntrica: Multiculturalismo e Representação. São Paulo: Cosac Naify, 2006, pp. 445 a 453 (será disponibilizado).

Programa

Asuntos

• Nomes de Frutas e Legumes
• Locais de compras
• Expressões de compras
• Pretérito Perfeito Testemunhado (sufixo -di, -du)
• Adjetivos -superlativo (Kopkoyu, sapsari, yemyesil)
• Adjetivos duplos (ikilemeler)
• Nomes de Comidas e Bebidas
• Expressões de Compras
• Expressões de Tempo
• Ser – Estar Pretérito Perfeito Testemunhado
• Adjetivos Indetermindos
• Caso Anlativo (Sufixo -dan, -den)
• Nomes de Comidas
• Nomes de Bebidas
• Nomes de Sobremesas
• Presente (Genis Zaman)
• Caso optativo (Yapayim, Edeyim)
• Nomes de Roupas
• Nomes de Cores
• Expressões sobre vestimento
• Pronomes de Posse (Sufixo -ki)
• Pronomes Reflexivos (Kendi)

Programa

Detalhamento:

Aula 1. Apresentação do curso: as linhas do pensamento de Eisenstein.

Aula 2. Eisenstein na obra de V. V. Ivánov: o problema fundamental.

Aula 3. Imagem e representação (parte 1)

Aula 4. Imagem e representação (parte 2)

Aula 5. Composição e sentido.

Aula 6. A montagem como elemento criativo.

Aula 7. A montagem vertical: movimento interno.

Aula 8. Conversas finais: tensão e significado.

 

Bibliografia inicial:
AUMONT, Jacques. As teorias dos cineastas. Trad. Marina Appenzeller. Campinas, SP: Papirus, 2004.
BORDWELL, David. El cine de Eisenstein: teoría y práctica. Trad. José García Vázquez. Barcelona; Buenos Aires: Paidós, 1999.
EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Trad. Teresa Ottoni. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002.
IVÁNOV, V. V. Dos diários de Serguei Eisenstein e outros ensaios. Trad. Aurora Fornoni Bernardini e Noé Silva. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2009.
MACHADO, Arlindo. Eisenstein. um dialogismo radical. In Revista Polímica. n. 3 São Paulo: Ed. Moraes Ltda, 1981. p. 23-43.
PEREIRA, E. M. de B. Literatura e cinema: a imagem artística nos escritos de Serguei Eisenstein. 2023. 298p. Tese (Doutorado em Teoria e História Literária) – Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2023. Disponível em: https://repositorio.unicamp.br/acervo/detalhe/1310808.
XAVIER, Ismail. Eisenstein: da montagem de atrações ao cinema intelectual. In O discurso cinematográfico: a opacidade e a transparência. 4 ed. São Paulo: Paz e Terra, 2008. p. 129-146.
ИВАНОВ, Вяч. Вс. Эстетика Сергея Эйзенштейна. Москва: Академический проект, 2019.

 

Programa

Aula 1: Por que comunicar ciência?

- A comunicação no desenvolvimento da ciência.
- Tipologia de comunicação de/sobre ciência.
Bibliografia:
BUCCHI, M. Of deficits, deviations and dialogues: theories of public communication of science. In: BUCCHI, M.; TRENCH, B. (org.). Handbook of Public Communication of Science and Technology. 1st editioned. London: Routledge, 2008. p. 57–76. Disponível em: https://www.taylorfrancis.com/books/9781134170142. Acesso em: 10 jan. 2024.
CALLON, M. Is Science a Public Good? Fifth Mullins Lecture, Virginia Polytechnic Institute, 23 March 1993. Science, Technology, & Human Values, [s. l.], v. 19, n. 4, p. 395–424, 1994.
ISOLA-LANZONI, G. Eixo do ideal da Divulgação Científica Politizada. In: ISOLA-LANZONI, G. Por uma caracterização da Divulgação Científica Politizada. 2025. Tese (Doutorado em Filologia e Língua Portuguesa) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2025. p. 61-80. DOI: http://doi.org/10.11606/T.8.2025.tde-25082025-120250.
ROSENBERG, A.; MCINTYRE, L. Philosophy of Science: A Contemporary Introduction. 4. ed. New York: Routledge, 2020. Disponível em: https://www.taylorfrancis.com/books/9780429824180. Acesso em: 22 set. 2024.

Aula 2: Por que comunicar ciência publicamente?

- Razões para comunicar ciência para público não especialista.
- Tipologia de comunicação pública sobre ciência: déficit, contextual, expertise leiga e participação pública.

Bibliografia:
BUCCHI, M. Of deficits, deviations and dialogues: theories of public communication of science. In: BUCCHI, M.; TRENCH, B. (org.). Handbook of Public Communication of Science and Technology. 1st editioned. London: Routledge, 2008. p. 57–76. Disponível em: https://www.taylorfrancis.com/books/9781134170142. Acesso em: 10 jan. 2024.
FARES, D. C.; NAVAS, A. M.; MARANDINO, M. Qual a participação? Um enfoque CTS sobre os modelos de comunicação pública da ciência nos museus de ciência e tecnologia. In: X REUNIÓN DE LA ... San José, Costa Rica: [s. n.], 2007. p. 1–10. Disponível em: https://www.cientec.or.cr/archivo/pop/2007/BR-DjanaFares.pdf. Acesso em: 10 jan. 2024.
GRILLO, S. V. de C.; GIERING, M. E.; MOTTA-ROTH, D. Perspectivas discursivas da divulgação/popularização da ciência. Bakhtiniana: Revista de Estudos do Discurso, [s. l.], v. 11, n. 2, p. 3–13, 2016. https://doi.org/10.1590/2176-457327166.
ISOLA-LANZONI, G. Eixo do ideal da Divulgação Científica Politizada. In: ISOLA-LANZONI, G. Por uma caracterização da Divulgação Científica Politizada. 2025. Tese (Doutorado em Filologia e Língua Portuguesa) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2025. p. 61-80. DOI: http://doi.org/10.11606/T.8.2025.tde-25082025-120250.

Programa

 
Aula 1: Apresentação do curso (Abertura) 
Descrição 
A incorporação da temática indígena, africana e afro-brasileira nos currículos oficiais de ensino é fruto do engajamento dos movimentos indígenas e negros e promove o reconhecimento dos direitos destas populações, suas histórias e contribuições para a constituição da sociedade nacional. Contribui, ainda, para o combate às desigualdades étnico-raciais no ensino básico, momento importante na formação da cidadania. 
Inicialmente serão apresentados os dispositivos legais (Constituição Federal de 1988, Lei 9.394/96 - Diretrizes e Bases da Educação Nacional -, alterada pelas Leis 10.639/08 e 11.645/08 que incluíram as temáticas de cultura e história africanas, afro-brasileiras e indígenas no currículo do Ensino Básico) e sua regulamentação (Parâmetros Curriculares Nacionais: pluralidade cultural (1997), Orientações e Ações para Educação das Relações Étnico-raciais (2006), Plano Nacional de Implementação da Lei 10.639/03 (2009)). 
No segundo momento, será introduzida a noção de “conceitos-ferramentas” que norteará o curso proposto e sua reflexão sobre o papel da crítica cultural e da ação política nas reivindicações de direitos pelas populações afro-brasileiras e indígenas. 
 
Bibliografia 
BAKKE, Rachel R. B. Na escola com os orixás: o ensino das religiões afro-brasileiras na aplicação da Lei 10.639. São Paulo, tese de doutorado, FFLCH-USP (Cap. II, p. 42 a p. 56). 
_____. Parâmetros curriculares nacionais: apresentação dos temas transversais. Brasília: MEC/SEF, 1997b. 
_____. Parâmetros curriculares nacionais: pluralidade cultural e orientação sexual. Brasília: MEC/SEF, 1997a. 
¬¬¬_____. Lei 10639/03. Disponível em: http/www.planalto.gov.br/civil_03/leis/2003/l10.639.htm 
GOMES. Nilma Lino. Indagações sobre o currículo: diversidade e currículo. In: BEAUCHAMP, Sandra D. P. e NASCIMENTO, Aricélia R. do. Coleção Indagações sobre o currículo. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008. 
LOPES DA SILVA, Aracy; GRUPIONI, Luís Benzi (Orgs.). A temática indígena na escola: Novos subsídios para professores de 1 e 2 graus. São Paulo: MEC/MARI/UNESCO, 1995. 
MEC. Plano Nacional de Implementação das diretrizes curriculares para educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, 2009. 
_____. Parâmetros curriculares nacionais: Introdução aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1997c. 
SECAD. Orientações e Ações para a Educação das Relações Étnico-raciais. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. 2006 
SMESP. Orientações Curriculares e Proposição de Expectativas de Aprendizagem de História e Geografia . São Paulo: Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. 2007 
 
 
Aula 2 e 3: O conceito de cultura 
Descrição 
Introdução aos conceitos de cultura, etnocentrismo, relativismo cultural, tradição, transformação, aculturação e hibridismo e a importância destes na ação política e nas reivindicações de direitos pelas populações negras e indígenas no Brasil atual. 
Compartilhar informações balizadas e críticas sobre as culturas indígenas e negras do Brasil, aproximando estes conhecimentos da realidade dos professores e alunos para que reconheçam a diversidade e a diferença culturais. 
 
Bibliografia 
ALBERT, Bruce. & RAMOS, Alcida Rita (Orgs.). Pacificando o branco: Cosmologias do contato no Norte-Amazônico. São Paulo: Editora UNESP, Imprensa Oficial SP, Institut de recherche pour le développemnent, 2002. 
CARNEIRO DA CUNHA, Manuela. Cultura com aspas. São Paulo: Cosac e Naify, 2009. 
DAMATTA, R. “Você tem cultura?”. Disponível em http://naui.ufsc.br/files/2010/09/DAMATTA_voce_tem_cultura.pdf 
GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC, 1989. Capítulo 1 "Uma descrição densa: por uma teoria interpretativa da cultura". 
LADEIRA, Maria Inez; AZANHA, Gilberto. Os índios da serra do mar: A presença Mbyá-Guarani em São Paulo. São Paulo: CTI, 1987. 
LARAIA, Roque de B. Cultura um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Zahar, 2007. 
LINTON, R. O cidadão 100% americano. Disponível em http://olhardaciencia.wordpress.com/2012/07/09/cidadao-100-americano/&n…;
MINNER, Horace – O ritual do corpo entre os Nacirema. In: American Anthropologist, vol. 58 (1956), pp. 503 - 507. 
SAHLINS, Marshall. O “pessimismo sentimental” e a experiência etnográfica: por que a cultura não é um “objeto” em via de extinção. In: Revista MANA, 3(1): 41-73, 1997. Parte 1. 
_____. O “pessimismo sentimental” e a experiência etnográfica: por que a cultura não é um “objeto” em via de extinção. In: Revista MANA, 3(2): 103-150, 1997. Parte 2. 
¬¬¬_____. Cultura na prática. Rio de Janeiro, Editora UFRJ, 2004. 
SANTOS, Jocélio Teles. O poder da cultura e a cultura no poder: a disputa simbólica da herança cultural negra no Brasil. Salvador: Edufba, 2005. 
 
 
Aula 4 e 5: Identidades : 04 e 11/04/16 
Descrição 
O objetivo é mostrar que as noções antropológicas de identidade permitem pensar as diversas sociedades humanas nas suas diferentes configurações políticas, culturais e sociais sem a necessidade de hierarquizá-las. Na formação dos Estados Nacionais, por exemplo, diferentes grupos podem compartilhar alguns aspectos em torno dos quais criam valores comuns sem, no entanto, deixarem de construir relações entre si organizadas a partir de outros valores como parentesco, mitologia etc. Neste sentido, a identidade, e/ou seus conteúdos, não é algo fixo, mas relacional e situacional. 
 
Bibliografia 
Agier, Michel. Distúrbios identitários em tempos de globalização. In: Revista Mana, vol.7, n.2, 2001, pp. 7-33. 
ANDERSON, Benedict. Comunidades Imaginadas. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. 
BARTH, Fredrik. “Grupos étnicos e suas fronteiras”. In: POUTIGNAT, P. e STREIFF-FENART, J. Teorias da etnicidade. São Paulo: Editora da UNESP, 1998. 
CARNEIRO DA CUNHA, Manuela. (Org.). História dos Índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras/Fapesp, 1992. 
CLASTRES, Pierre. A sociedade contra o Estado: pesquisas de antropologia política. São Paulo: Cosac Naify, [1962] 2003. 
HALL, Stuart. “A questão da identidade cultural”. In: Textos Didáticos. Campinas: IFCH/ Unicamp, n° 18, junho de 2003. 
_____. “Quem precisa de identidade?”. In: SILVA, T. T. Da (org.). Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis: Vozes, 2009. 
_____. Da Diáspora: identidades e mediações culturais. Belo Horizonte, Editora da UFMG, 2006. 
SILVA, Tomaz Tadeu da. A produção social da identidade e da diferença. In: SILVA, T. T. Da (org.). Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis: Vozes, 2009. 
 
Aula 6 e 7: Relações Étnico-raciais 
Descrição 
Discutir os conceitos de “etnia”, “raça”, relações étnico-raciais e democracia racial e os modos pelos quais eles têm sido mobilizados no contexto social e político brasileiro. Refletir sobre o papel que a escola exerce como forma de promover a inclusão das populações afro-brasileiras e indígenas na história e cultura do país. 
 
Bibliografia 
CARVALHO, José Jorge de. Inclusão étnica e racial no Brasil: a questão das cotas no ensino superior. São Paulo: Attar, 2006. 
CAVALLEIRO, Eliane. Do silêncio do lar ao silêncio escolar: racismo, preconceito e discriminação na educação infantil. São Paulo: Contexto, 2000. 
CAVALLEIRO, Eliane (org.). Educação Anti-racista: Caminhos abertos pela lei federal n°10.639/2003. Coleção Educação para todos. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. 
COSTA, Sérgio. Dois Atlânticos: teoria social, anti-racismo e cosmopolitismo. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006. 
FONSECA, Dagoberto. Diversidade e Educação. In: Marco Conceitual – A cor da Cultura, s/d. Disponível em : www.cordacultura.org.br. 
GOMES. Nilma Lino. Limites e possibilidades da implementação da lei 10.639/03 no contexto das políticas públicas em educação. In: PAULA, Marilene de, HERINGER, Rosana. Caminhos Convergentes: Estado e sociedade na superação das desigualdades raciais no Brasil. Henrich Böll Stiftung/ActionAid, 2009. 
GUIMARÃES, Antonio Sergio Alfredo. Racismo e Anti-racismo no Brasil. São Paulo: Editora 34, 2005. 
MUNANGA, Kabengele. As facetas de um racismo silenciado. In: SCHWARCZ, Lilia M. e QUEIROZ, Renato (Orgs.). Raça e diversidade. São Paulo: Edusp, 1996. 
QUEIROZ, Renato (org.). Superando o racismo na sala de aula. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2005. 
SCHWARCZ. Lilia K. Moritz. O espetáculo das raças. São Paulo: Companhia das Letras, 2001a. 
¬¬¬¬_____. “Dando nome às diferenças”. In: SAMARA, Eni de Mesquita (org.). Racismo & Racistas: trajetória do pensamento racista no Brasil. São Paulo, Humanitas FFLCH-USP, 2001b. 
 
Aula 8 e 9: Igualdade e Diferença – Direitos e Políticas Públicas: 02 e 09/05/16 
Descrição 
A diferença entre os grupos sociais sempre esteve associada à construção das desigualdades por meio de mecanismos de repressão, violência e exclusão. Mas ela também pode ser acionada como estratégia de luta política para o estabelecimento de direitos compensatórios nos casos de discriminação de segmentos sociais no interior do Estado. Esta aula pretende discutir as estratégias atuais de combate ao racismo, à discriminação e ao preconceito, assim como as políticas públicas no âmbito da educação que têm sido implementadas. 
 
Bibliografia 
AQUINO, Júlio Groppa (org.). Diferenças e preconceitos na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus Editorial, 1998. 
BRAH, Avatar. Diferença, diversidade e diferenciação. In: Cadernos Pagu, 26, janeiro-junho de 2006, p. 329-376. 
CIRNE, Michelle. Não é uma tonalidade de pele, é uma posição política: a formação da identidade negra através do Projeto Universidade Livre. Salvador, dissertação de mestrado, CEAO-UFBA (cap.2 p. 49 a p.80) . Disponível em: http://www.posafro.ufba.br/_ARQ/dissertacao_michelle_cirne.pdf 
CUNHA, Sonia Regina Soares da. A mídia dos outros somos nós :a experiência audiovisual de jovens potiguares. In: Anais do XXXV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. Fortaleza, CE, de 3 a 7 de setembro de 2012. Disponível em: http://www.intercom.org.br/sis/2012/resumos/R7-1992-1.pdf. 
FRENCH, Jan Hoffman. 2009. Legalizing Identities: becoming Black or indian in Brazil’s northeast. University of North Carolina Press. 
GALLOIS, Dominique T.; CARELLI, Vincent. Vídeo e diálogo cultural: experiência do projeto vídeo nas aldeias. In: Horizontes Antropológicos. Porto Alegre, ano 1, nº 2, pp. 61-72, 1995. 
GUSMÃO, Neusa Maria M de (org.). Diversidade, cultura e educação: olhares cruzados. São Paulo: Biruta, 2003. 
HANCHARD, Michael George. Orfeu e o poder: movimento negro no Rio e São Paulo (1945-1988). Rio de Janeiro: EdUERJ, 2001. 
HOFBAUER, Andreas. Uma história de branqueamento ou o negro em questão. São Paulo: Editora Unesp, 2006. 
OLIVEIRA, Eliane. Identidade, intolerância e as diferenças no espaço escolar: questão para debate”. In: Revista Espaço Acadêmico, ano I, n. 7, dezembro de 2001. 
VALENTE, Ana Lúcia E. F. Conhecimentos antropológicos nos parâmetros curriculares nacionais: para uma discussão sobre a pluralidade cultural. In: GUSMÃO, Neusa Maria M de (org.). Diversidade, cultura e educação: olhares cruzados. São Paulo: Biruta, 2003. 
 
Material Audiovisual 
O Arquitecto e a Cidade Velha. Direção de Catarina Alves Costa, 2004. 
Mais Alma. Direção Catarina Alves Costa, 2001. 
Pulso, um vídeo com Alessandra. Direção: Rose Saiko Hikiji, 2006. 
Oficinas Kinoforum - Real Parque - SP. Raiz Pankararu. Disponível em: http://www.kinooikos.com/acervo/video/6978/ http://www.kinooikos.com/acervo/video/1043/ 
Wauja a dança das Grandes Máscaras Amazônicas. Direção Aristóteles Barcelos Neto, 2006. 
 
 
Aula 10 e 11: Construção de saberes 
Descrição 
Falar da história dos povos indígenas, africanos e afro-brasileiros é reconhecer, antes de tudo, a existência de diferentes concepções de história e temporalidade que ampliam a lógica da “historiografia ocidental” e suas noções de fato, tempo e espaço trabalhadas na educação básica, ainda que de modo crítico. As especificidades dos processos de criação e circulação de conhecimento das populações enfocadas, como a oralidade, a memória, as práticas de corporalidade e outros recursos, contribuem para que pensemos o conhecimento como um processo dinâmico e não apenas como um produto ou objeto acabado. Ou seja, os conhecimentos tradicionais também se renovam e a tradição não se opõe à modernidade, cristalizando um passado, mas implica uma relação com o presente e o futuro. 
 
Bibliografia 
ADÉKÒYÀ, Olúmúyiwá Anthony. Yorùbá: tradição oral e história. São Paulo: Terceira Margem, 1999 
BOVINI, Emilio. Línguas africanas e português falado no Brasil. In: FIORIN, J. L. e PETTER, M. (Orgs.) África no Brasil: a formação da língua portuguesa. São Paulo: Contexto, 2008 
CARNEIRO DA CUNHA, Manuela. Lógica do mito e da ação: O movimento messiânico canela de 1963. In: Antropologia do Brasil: mito, história, etnicidade. São Paulo: EDUSP/Brasiliense, 1986. 
GALLOIS, Dominique Tilkin. 1994. Mairi Revisitada: A Reintegração da Fortaleza de Macapá na Tradição Oral dos Waiãpi. São Paulo: NHII-USP/FAPESP. 92 pp. 
_________. Donos, detentores e usuários da arte gráfica kusiwa. Revista de Antropologia, v. 55, p. 19-49, 2012. 
VEYNE, Paul. Acreditavam os gregos nos seus mitos?. Lisboa: Setenta, 1987. 
LÉVI-STRAUSS, Claude. A estrutura dos mitos. In: Antropologia estrutural. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1967. (pp. 237-265). 
_________. Raça e História. In: Os Pensadores, vol. 1, São Paulo, Abril Cultural. [1952] 1978. 
_________. O pensamento selvagem. Campinas: Papirus, 1989. 
HAMA, Boubou, KI-ZERBO, J. Lugar da história na sociedade africana. In: História geral da África, I: Metodologia e pré-história da África. Brasília : UNESCO, 2010. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/ 
HAMPATÉ Bâ, A. A tradição viva. In: História geral da África, I: Metodologia e pré-história da África. Brasília : UNESCO, 2010. Disponível em: http://www.casadasafricas.org.br/wp/wp-content/uploads/2011/08/A-tradic…;
OVERING, Joana. O mito como história. Mana v. 1, n. 1. pp. 107-140. 
PETTER, Margarida Maria Taddoni. Línguas Africanas no Brasil. Revista África (USP), v. 27/28, p. 63-89, 2010. 
VANSINA, J. A tradição oral e sua metodologia. In: História geral da África, I: Metodologia e pré-história da África. Brasília: UNESCO, 2010. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/ 
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Histórias ameríndias. Novos Estudos, n. 36, julho 1993, pp. 22-33. [Resenha do livro: CARNEIRO DA CUNHA, Manuela (Org.). História dos índios no Brasil. São Paulo: Cia. Das Letras/Sec. Municipal de Cultura/FAPESP, 1992]. 
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. A inconstância da alma selvagem e outros ensaios de antropologia. 2. ed. São Paulo: Cosac Naify, 2006. 
 
 
 
Aula 12 e 13: Diversidade religiosa 
Descrição 
As diferentes culturas religiosas no Brasil permitem pensar a pluralidade e a diversidade como elemento constitutivo de nossa experiência social e da própria formação da noção de espaço público, considerando que a separação entre Igreja e Estado é algo relativamente novo em nossa história. 
 
Bibliografia 
ALTUNA, Raúl Ruiz de Asúa. Cultura tradicional Banto. Luanda: Secretariado Arquidiocesano de Pastoral, 1985. 
ARAUJO, Eveline Stella de. “A noção de pessoa e os médicos-espíritas”. Reunião Brasileira de Antropologia. São Paulo-SP, 2012. 
BAKKE, Rachel R. B. Na escola com os orixás: o ensino das religiões afro-brasileiras na aplicação da Lei 10.639. São Paulo, tese de doutorado, FFLCH-USP (Cap. III, p. 179 a p. 203). 
BIRMAN, Patrícia (org.). Religião e Espaço Público. São Paulo: Attar, 2003. 
CAVALCANTI, Maria Laura Viveiros de Castro. O Mundo Invisível: Cosmologia, Sistema Ritual e Noção de Pessoa no Espiritismo. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1983. 
CISCATO, Elia. Ao serviço deste homem – apontamentos de iniciação cultural. Edições Paulistas - África, 1989. 
COSTA, Flamarion Laba da. Demônios e anjos: o embate entre espíritas e católicos na República Brasileira até a década de 60 do século XX. Ponta Grossa/PR. (Tese de Doutoramento), 2001. 
GIUMBELLI, Emerson. O Cuidado dos Mortos: uma história da condenação e legitimação do Espiritismo. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1997. 
GOMES, Antonio Luis. “Divisões da fé: as diferenças religiosas na escola”. In: 210AQUINO, Júlio Groppa (org.). Diferenças e Preconceito na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo, Editora Summus, 1998. 
MARTINEZ, Francisco Lerma. O povo Macua e a sua cultura. Análise dos valores culturais do povo macua no ciclo vital, Mauá, Moçambique. Maputo: Paulinas, 2ª edição, 2008. 
SILVA, Vagner G. da. (org.). Intolerância religiosa: impactos do neopentecostalismo no campo religioso afro-brasileiro. São Paulo: Edusp, 2007. 
SILVA, Vagner Gonçalves da. Candomblé e Umbanda. São Paulo: Selo Negro, 2005. 
TEMPELS, Placide. Bantu Philosophy. 
 
 
Aula 14: Democracia e Educação (Encerramento) 
Descrição 
Apresentar, por meio de um vídeo que reúne a equipe responsável pelo curso, uma reflexão final correlacionando os temas abordados e de que modo eles contribuem para uma reflexão sobre os impactos da educação na construção da cidadania e da democracia. 
 
Sites relacionados aos temas trabalhados 
Centro de Trabalho Indigenista: http://www.trabalhoindigenista.org.br 
Comissão Pró-Índio de São Paulo: http://www.cpisp.org.br/ 
Educomunicação: 
Fundação Nacional do Índio (FUNAI): www.funai.gov.br 
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística: http://www.ibge.gov.br 
Instituto Socioambiental: www.socioambiental.org 
O Ensino Superior para Indígenas no Brasil- Mapeamento de Controvérsias http://ensinosuperiorindigena.wordpress.com/ 
Página do Projeto: Os Índios na História do Brasil 

 

Programa

1. Metodologia 

Utilizando situações já conhecidas, ampliamos o vocabulário. Realizamos produções de textos escritos e orais de diálogos, narração, descrição e argumentação, mensagens longas. Praticamos a compreensão de materiais audiovisuais e a recriação do seu conteúdo. Participamos de exercícios e jogos que envolvem os alunos individualmente, em pares ou em pequenos grupos. Fazemos debates sobre os assuntos decorrentes. 

2. Programa 

1. Cultura: Apresentação do curso, objetivos, resumo do conteúdo, avaliação. Revisão sobre a cultura e história húngara (com materiais audiovisuais). "Hungaricum" – os produtos típicos húngaros. 
2. Língua: Revisão do semestre anterior: Criação e compreensão de textos no presente, no passado e no futuro. 
3. Língua: Situação: "Na estação de trem/ônibus"; "No aeroporto".Aperfeiçoar a ordem das palavras nas frases simples e compostas. 
4. Cultura: A história da música húngara. Apresentação de danças húngaras. 
5. Língua: Situação: "Loja de roupas". Vocabulário: Materiais, moda, características, expressões. Aperfeiçoar a conjugação dos verbos irregulares. 
6. Cultura: Cientistas húngaros na área da física, matemática, biologia. Invenções que mudaram nosso cotidiano. Palestrante convidado. 
7. Língua: Situação: "Procurando aluguel". Vocabulário: moradia, imóveis. Aperfeiçoar todas as declinações. 
8. Cultura: História da Literatura Húngara 1. (com materiais audiovisuais) 
9. Língua: Situação: "Comprar ingressos para cinema/teatro/concerto/museu". Vocabulário: gêneros, características, expressões. Aperfeiçoar os prefixos verbais 
10. Cultura: História da Literatura Húngara 2. (com materiais audiovisuais) 
11. Língua: Situação: "Hotel". Vocabulário: reserva, características do quarto, reclamação 
12. Cultura: História da Literatura Húngara 3. (com materiais audiovisuais) 
13. Língua: Situação: "Na Polícia" Vocabulário: resolver situações desagradáveis 
14. Cultura: História da Literatura Húngara 4. (com materiais audiovisuais) 
15. Prova 

3. Bibliografia 

Língua: 
DURST, Péter: Lépésenként magyarul 1.-2-3., Szegedi Tudományegyetem, Szeged, 2004. 
SZITA, Szilvia – PELCZ, Katalin: MagyarOK 1-2, Pécsi Tudományegyetem, Pécs, 2013. 
MARSCHALKÓ, Gabriella: Hungarolingua 1-2, Debreceni Nyári Egyetem, Debrecen, 2012. 
ERDŐS, József – PRILESZKY, Csilla: Halló, itt Magyarország! 1-2, Akadémiai kiadó, Budapest, 2007. 
Cultura: 
RÓNAI, Paulo: Antologia do conto húngaro, Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1998. 
SZABÓ, Ladislao: Hungria 1956. Contexto, São Paulo, 2006. 
MÁRAI, Sándor: As velas ardem até o fim, Dom Quixote, São Paulo, 2001. 

Obs.: Não haverá aulas no dia 10/10/2017.

Programa

Dia 01 – 28/07/2020
Da Antiguidade ao Século XVI/ De Roma a Madri:
1. A influência das ideias de Platão, Aristóteles e Horácio no pensamento quinhentista espanhol;
2. O influxo das ideias de eruditos italianos na Espanha
Dia 02 – 29/07/2020
Poética e poéticas:
1. A influência de Petrarca na poesia de Garcilaso de la Vega
2. Fray Luis de León, San Juan de la Cruz e Santa Teresa de Jesús
Dia 03 – 30/07/2020
1. O surgimento do teatro nacional espanhol
2. Lope de Rueda e Lope de Vega
3. Arte nuevo de hacer comedias en este tiempo e o diálogo com as artes poéticas do Século XVI

Bibliografia fundamental:
ARISTÓTELES. Poética. Trad. Antonio López Eire. Madri: Istmo, 2002
CARVALLO, Luis Alfonso de. Cisne de Apolo. Kassel: Reichenberger, 1997 [1602]
CASCALES, Francisco. Cartas Filológicas. Madri: Espasa-Calpe, 1961 [1634]
DÍAZ RENGIFO, Juan. Arte poética española. Salamanca: Universidad de Salamanca, 1592 (original disponível na Biblioteca General da Universidad de Salamanca)
DU BELLAY, Joachim. La défense et Illustration de la langue française. Imprimé à Paris pour Arnold l’Angelier, 1549
FARIA E SOUSA, Manuel de. “Juicio del poema” in CAMÕES, Luis de. Os Lusídas. Lisboa: Imprensa Nacional, 1972. [edição facsimilar da de Madri, de 1639]
GONZÁLEZ DE SALAS, Jusepe Antonio. Nueva idea de la tragedia antigua. Kassel: Reichenberger, 2003 [1633]
GRACIÁN, Baltasar. Agudeza y arte de ingenio. Aragón: Prensa universitaria, 2010 [1648]
HORACIO. Arte poética. Trad. Juan Antonio González Iglesias. Madri: Cátedra, 2012
LÓPEZ PINCIANO, Alonso. Philosophía antigua poética. Madri: Fundación José Antonio Castro, 1998 [1596]
PLATÃO. La república. Madri: Alianza Editorial, 1994
PLAUTO. “Anfitrión” in Comedias. Madri: Gredos, 1993
SÁNCHEZ DE LIMA, Miguel. El arte poética en romance castellano. Madri: Instituto Nicolás Antonio. 1944 [1582]
TASSO, Torquato. Discorsi dell'arte poetica e del poema eroico. Bari: Gius. Laterza, 1964 [1594]
VEGA, Lope. El arte nuevo de hacer comedias en este tiempo. Cátedra: Madri, 2006 [1609]

Programa

Língua galega 1

- expressão oral (com o professor ou entre alunos sobre temas de atualidade e sobre a questão da história do galego e a sua situação na sociedade). Resolver situações e tarefas como intervenções simples de carácter social;
- compreensão escrita (textos não só literários mas também ensaísticos e jornalísticos). Compreensão, interpretação e identificação de informação e instruções simples relacionadas com situações habituais e previsíveis encontradas em textos;
- compreensão oral (canções, fragmentos de filmes e vídeos, reportagens, series...). Compreensão de expressões e vocabulário sobre temas de interesse pessoal.
- expressão escrita (expressar opiniões, sentimentos, desejos e preferencias; fazer sugestões, convites e dar instruções mínimas, saudar, se apresentar, agradecer e pedir desculpas);
- dimensão intercultural e sociolinguística (serão abordados diferentes temas sobre a cultura galega como a mitologia, as tradições, os símbolos, os principais autores, a relação Galícia-Brasil). O marco cultural ajuda a entender melhor o funcionamento interno e externo da língua galega, o marco pragmático.
O professor fornecerá ao aluno muitas ferramentas virtuais para que a aprendizagem possa se tornar autónoma e para que o aluno use os recursos on-line para o estudo e a revisão dos conteúdos. Ao longo do curso será entregado muito material procedente de revistas e jornais culturais galegos.
Os conteúdos gramaticais incluem: o alfabeto (gráfico e fonético), letras e sons, os numerais, o grupo nominal, os pronomes, a colocação dos pronomes átonos, os acentos, os principais tempos verbais (presente, copretérito, imperativo...) e perífrases verbais básicas.
Cada sessão estará dividida em 2 partes: 1 hora teórica (por exemplo as regras da colocação dos pronomes átonos...) e outra hora prática (estudo da colocação dos pronomes em um texto ou a criação de frases por parte dos próprios alunos). Deste jeito, as aulas são mais participativas.

Anexo referências bibliográficas
Língua galega 1

Recursos didáticos
Livro de texto didático
Chamorro, Margarita; da Silva, Ivonete; Núñez, Xaquín, 2008. Aula de Galego 1. Xunta de Galicia.
https://www.lingua.gal/c/document_library/get_file?file_path=/portal-li…

Manuais de apoio
———— 2003. Normas ortográficas e morfolóxicas do idioma galego. Real Academia Galega.
Callón, Carlos. 2012. Como falar e escribir en galego con corrección e fluidez. Xerais.
Freixeiro Mato, Xosé Ramón. 2013. Estilística da lingua galega. Xerais.
López Viñas, Xoán; Lourenço Módia, Cilha; Moreda Leirado, Marisa. 2011. Gramática práctica da lingua galega. Baía Edicións.
Regueira Fernández, Xosé Luis. 2010. Dicionario de pronuncia da lingua galega. Real Academia Galega.

Exercícios de língua
Bermúdez, Ana; Colmenero, Antonio. 1999. Prácticas de lingua. Edicións do Cumio.

Manuais de sociolinguistica
Mariño Paz, Ramón. 1998. Historia da lingua galega. Sotelo Blanco Edicións
Monteagudo, Henrique. 1999. Historia social da lingua galega. Galaxia.

Revistas
VV.AA. 2014. Revista Grial nº 203. Galaxia.
VV.AA. 1998. Boletín galego de literatura nº19. Universidade de Santiago de Compostela.

Programa

1. Introdução à história da língua aramaica - Introdução ao desenvolvimento das gramáticas do aramaico bíblico.
2. Morfologia comparativa do verbo hebraico/aramaico com as principais línguas semíticas.
3. Estrutura morfológica do verbo aramaico – guizeret.
4. Estrutura morfológica do verbo aramaico: binyānîm. Nomenclaturas tradicionais e atuais do contexto semítico.
5. Sentidos e usos do verbo no binyān peal (ativo) e peil (passivo) – imperfeito, perfeito.
6. Sentidos e usos do verbo no binyān pael – imperfeito, perfeito.
7. Sentidos e usos do verbo no binyān hafel e hofal – imperfeito, perfeito.
8. Sentidos e usos do verbo no binyān hitpeel e hitpaal – imperfeito, perfeito.
9. Sentidos e usos do verbo aramaico nas formas imperativas.
9. Sentidos e usos do verbo aramaico nas formas infinitivas.
10. Sentidos e usos do verbo aramaico nas formas do particípio.
11. Sentidos e usos do verbo aramaico nas formas itpeel, itpaal, afel e shafel.
12. Leituras dirigidas e exercícios com textos da Bíblia em aramaico.
13. Leituras dirigidas e exercícios com textos da Bíblia em aramaico.
14. Leituras dirigidas e exercícios com textos da Bíblia em aramaico.
15. Leituras dirigidas e exercícios com textos da Bíblia em aramaico.

BIBLIOGRAFIA
ARAÚJO, Reginaldo Gomes de. Gramática do aramaico bíblico. São Paulo: Targumim, 2005.
BEYER, Klaus. The Aramaic language: its distribuition and subdivisions. Translate from BÍBLIA. Hebraico. Bíblia Hebraica. 5a. ed. Editada por Rudolf KITTEL & P. KAHLE. New York/Stuttgart: The American Bible Society & Württembergische Bibelanstalt, 1997.
COMPREHENSIVE ARAMAIC LEXICON PROJECT. CAL. Disponível em: <http://cal.huc.edu/index.html&gt;, acesso em 16 out. 2018.
CONYBEARE, F. C.; STOCK, St. George. Gramática do grego da Septuaginta. São Paulo: Loyola, 2011.
DAVIDSON, Benjamin. The analytical hebrew and chaldee lexicon. Michigan: Zondervan, 1993.
DeMOSS, Matthew S. Dicionário gramatical do grego do Novo Testamento. São Paulo: Vida, 2007.
DOUGLAS, J. D. (ORG.). O Novo Dicionário da Bíblia. 2.ª ed. São Paulo: Vida Nova, 2001.
FRANCISCO, Edson de Faria. Manual da Bíblia Hebraica. 3.ª Edição revista e ampliada. São Paulo:Vida Nova, 2008.
GESENIUS, Wilhelm. Gesenius’ Hebrew and Chaldee Lexicon. 7th edition. Ada, MI: Baker Pub Group, 1990. Disponível em: <http://www.tyndalearchive.com/tabs/Gesenius/&gt; acesso em 02 mar. 2018.
GESENIUS, Wilhelm. Gesenius’ Hebrew Grammar. Edited and enlarged by E. Kautzsch. Tradução A. E. Cowley. Mineola, NY: Dover Publications, INC, 2006.
GZELLA, Holger. A cultural history of aramaic: from the beginnings to the advent of Islam. Leiden/Boston: Brill, 2015.
GREENSPAHN, Frederick E. An introduction to aramaic. Second edition corrected. Atlanta, Georgia: Society of Biblical Literature, 2007.
HARRIS, R. Laird, ARCHER Jr, Gleason L. e WALTKE, Bruce K. Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1998.
HETZRON, Robert (ed.). The semitic languages. London/New York: Routledge, 1997.
HOLLADAY; William Lee; KÖHLER, Ludwig. A concise Hebrew and Aramaic lexicon of the Old Testament. Leiden: Brill, 2000.
HUEHNERGARD, John. A grammar of Akkadian. Vol. 45. Harvard Semitic Studies. Winona Lake: Eisenbrauns, 1996.
HUEHNERGARD, John. Semitic languages. Civilizations of the ancient Near East, New York, v. IV, p. 2117-2134, 1995.
JASTROW, Marcus. A Dictionary of the Targumim: the Talmud Babli and Yerushalmi and the Midrashic Literature and II. London; New York: Luzac & Co.; G. P. Putnam’s Sons, 1903.
JENNI, Ernst; WESTERMANN, Claus. Diccionario teologico manual del Antiguo Testamento. Vol. I-II. Madrid: Ediciones Cristandad, 1985.
JOHNS, Alger F. A short grammar of biblical Aramaic. Berrien Springs, Michigan: Andrews University Press, 1972.
KIRST, Nelson; KILPP, Nelson; SCHWANTES, Milton; RAYMANN, Acir; ZIMMER; Rudi. Dicionário hebraico-português e aramaico-português. 31ª. ed. São Leopoldo, RS: Editora Sinodal, 2015.
KOEHLER-BAUMGARTNER. Hebrew and Aramaic Lexicon of the OT (HALOT). In: BibleWorks™ Copyright © 2015. Version 10.0.4.114. BibleWorks, LLC. All rights reserved. BibleWorks was programmed by Michael S. Bushell, Michael D. Tan, and Glenn L. Weaver. 
KOUWENBERG, N. J. C. The Akkadian verb and its semitic background. Winona Lake, Indiana: Eisenbrauns, 2010.
LOGOS Software. Version 9. Bellingham, WA: Faithlife, 2022.
MACHIELA, Daniel A. (2014). Hebrew, Aramaic, and the Differing Phenomena of Targum and Translation in the Second Temple Period and Post-Second Temple Period. In The Language Environment of First Century Judaea. Leiden, The Netherlands: Brill. doi: https://doi.org/10.1163/9789004264410_008.
MEADOWCROFT, T.J. Aramaic Daniel and Greek Daniel: A Literary Comparison. Sheffield, England: Sheffield Academic Press, 1995.
MITCHEL, Larry A; PINTO, Carlos Osvaldo Cardoso; METZGER, Bruce M. Pequeno dicionário de línguas bíblicas: hebraico e grego. São Paulo: Vida Nova, 2002.
O’LEARY, De Lacy. Comparative gramar of the semitic languages. London/New York: Kegan Paul, Trech, Trubner & Co., Ltd./E. P. Dutton & Co., 1923.
PAULI, Rev. C. W. H. (tradutor). The chaldee paráfrase on the prophet Isaiah. London: London Society’s House, 1871.
RIGGS, Elias. Manual of the chaldee language. 4th ed. New York: Anson D. F. Randolph & Co., 1858.
RIGGS, Elias. Manual of the chaldee language. Boston, USA: Perkins and Marvin, 1932.
ROBERTSON, A. T. Grammar of the greek New Testament in the Light of historical research. 3ª ed. London: Hodder & Stoughton, 1919.
ROSENTHAL, Franz. A grammar of biblical Aramaic. Wiesbaden: Otto Harrassowitz, 1961.
SCHNIEDEWIND, William M.; HUNT, Joel H. A primer on ugaritic: language, culture, and literature. Cambridge: Cambridge University Press, 2007.
STEFANOVIC, Zdravko. The Aramaic of Daniel in the light of old Aramaic. Journal for the study of the Old Testament. Suplement Series 129. Sheffield, UK: JSTOR Press, 1992.
SUCHARD, Benjamin D. The origins of the biblical Aramaic reading tradition. Vetus Testamentum 71, 2021, p. 105-119.
SURETH DICTIONARY. disponível em: <http://www.assyrianlanguages.org/sureth/index.php&gt; acesso em: 04 mar. 2018.
THACKSTON, W. M. Introduction to Syriac: an elementary grammar with readings from Syriac literature. Bethesda, Maryland: IBEX Publishers, 1999.
THACKSTON, Wheeler M. An introduction to koranic classical arabic: an elementary grammar of the language. Bethesda, Maryland: IBEX Publishers, 2000.
THE LEXHAM ANALYTICAL LEXICON TO THE SEPTUAGINT. Bellingham, WA: Lexham Press, 2012.
TREGELLES, Samuel P. (Tradutor para a Língua Inglesa). Gesenius’ Hebrew-Chaldee Lexicon to the Old Testament. Michigan: WM. B. Eerdmans Publishing Company, 1949.
VAN PELT, Miles V. Basics of biblical aramaic: complete grammar, lexicon, and annotated text. Michigan: Zondervan, 2011.
VANGEMEREN, Willem A. Novo dicionário internacional de teologia e exegese do Antigo Testamento. Vol. I-V. São Paulo: Cultura Cristã, 2011.
WENINGER, Stefan. Semitic languages: an international handbook. in collaboration with Geoffrey Khan, Michael P. Streck, Janet C. E.Watson. Berlin/Boston: Walter de Gruyter GmbH & Co. KG, 2012.
WOODARD, Roger (ed.). The ancient languages of Syria-Palestine and Arabia. Cambridge: Cambridge University Press, 2008.

Programa

Neste 1º curso de língua galega se fará uma introdução dos principais elementos constitutivos do sistema linguístico e cultural galego, que coincidem com os termos do título:
1. Falar (expressão oral):
Tópico 1: O alfabeto. Letras e sons. Vogais abertas e pechadas. Prosódia e pronúncia do galego.
Tópico 2: Apresentação breve e simples da família e de outras pessoas, das condições de vida ou de trabalho, das atividades diárias, costumes, gostos e preferências, objetos e possessões.
2. Ler (compreensão escrita):
Tópico 3: Cartas, catálogos, prospectos, menus de restaurantes, listas, horários, anúncios publicitários e artigos breves de carácter informativo.
Tópico 4: informação e instruções de âmbitos como a hotelaria, a sanidade e a vida académica; identificação pessoal e professional.
3. Entender (compreensão oral):
Tópico 5: Interpretação eficaz do discurso para poder se enfrentar a necessidades concretas.
Tópico 6: Música, cinema, seriais e televisão de Galícia. O galego nas plataformas digitais.
4. Escrever (expressão escrita, questões gramaticais e estilísticas):
Tópico 7: Numerais. O grupo nominal. O artigo. Os demonstrativos. Os possesivos. Os pronomes pessoais. Colocação dos pronomes átonos. Contrações. Comparações. Presente dos verbos. Relatar em passado. Imperativo afirmativo e negativo. Gerúndio. Particípio. Perífrases verbais simples.
Tópico 8: Expressar opiniões, sentimentos, desejos e preferencias; fazer sugestões.
5. Saber (dimensão pragmática, intercultural e sociolinguística):
Tópico 9: mitologia, tradições, símbolos, festividades e principais escritores galegos. Emigração, diáspora e relação Galícia-Brasil hoje.
Tópico 10: Bilinguismo e diglosia, normalização e normativização. A construção da norma padrão.

Anexo referências bibliográficas


Serão contemplados os fragmentos pertinentes, disponibilizados sempre pelo professor, dos seguintes manuais:
Barreiro Fernandez, Xosé Ramón. 2007. Os símbolos de Galicia. Consello Cultura Galega.
Bermúdez, Ana; Colmenero, Antonio. 1999. Prácticas de lingua. Edicións do Cumio.
Callón, Carlos. 2012. Como falar e escribir en galego con corrección e fluidez. Xerais.
Chamorro, Margarita; da Silva, Ivonete; Núñez, Xaquín, 2008. Aula de Galego 1. Xunta de Galicia.
https://www.lingua.gal/c/document_library/get_file?file_path=/portal-li…
Corbacho Quintela, Antón. 2009. A aculturação e os galegos do Brasil: o vazio galeguista. Tese de doutorado. Universidade Santiago de Compostela.
Cuba, Xohán R.; Reigosa, Antonio; Miranda, Xosé. 2007. Dicionario dos seres míticos galegos. Xerais.
Mariño Paz, Ramón. 1998. Historia da lingua galega. Sotelo Blanco Edicións
Martínez Vilanova, Fernando. 1998. A pintura galega (1850- 1950). Xerais.