Programa

1. Jorge Amado, a literatura, a civilização e a barbárie.
2. O Ciclo do cacau e o romance proletário.
3. O trabalhador rural: uma aproximação entre “Cacau” e “Vidas Secas”.
4. O trabalhador urbano: relações entre “Suor” e “Os Corumbas”.
5. O negro no romance de 30: leituras de “Jubiabá” e “O moleque Ricardo”.

Bibliografia básica:

ADORNO, T. W. Notas de Literatura I. 1ª edição. São Paulo: Duas Cidades; Editora 34, 2003.
ADORNO, T. W. e HORKHEIMER, M. Dialética do Esclarecimento. 2ª edição. Editora Zahar. Rio de Janeiro, 2006.
ALICE, Beja. Proletarian Literature, an Unidentified Literary Object. Revista L’atelier. (disponível em http://ojs.u-paris10.fr/index.php/latelier/article/view/434/html)
AMADO, Jorge. Cacau. 1ª edição. Companhia das Letras. São Paulo, 2011.
_____________. Suor. 1ª edição. Companhia das Letras. São Paulo, 2011.
_____________. Jubiabá. 46ª edição. Editora Record. São Paulo, 1984.
BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. 1ª edição. Editora Brasiliense. São Paulo, 1985.
BOGDANOV, Alexander. Red Star – The First Bolshevik Utopia. Indiana University Press. Bloomington, 1984.
BUENO, Luís. Uma história do Romance de 30. 1ª Editora Unicamp; Edusp. São Paulo, 2006.
CANDIDO, Antonio. A educação pela noite. 5ª edição. Editora Ouro sobre azul. Rio de Janeiro, 2006.
________________. O discurso e a cidade. 4ª edição. Editora Ouro sobre azul. Rio de Janeiro, 2010
DOS PASSOS, John. Paralelo 42. 1ª edição. Editora Rocco. Rio de Janeiro, 1987.
________________. 1919. 1ª edição. Editora Rocco. Rio de Janeiro, 1989.
________________. O Grande Capital. 1ª edição. Editora Rocco. Rio de Janeiro, 1999.
DUARTE. Jorge Amado: romance em tempo de utopia. 1ª edição. Editora Record. Rio de Janeiro, 1996.
EAGLETON. Terry. Marxismo e crítica literária. 1ª edição. Editora da UNESP. São Paulo, 2011.
FOLEY, Barbara. Radical Representations: Politics and Form in US. Proletarian Fiction. 1ª edição. Duke University Press. Durham, 1993.
FONTES, Amando. Os Corumbas. José Olympio Editora, São Paulo, 2003.
FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. 30ª edição. Companhia Editora Nacional. São Paulo, 2001.
GOLD, Michael. The New Masses. Volume 4. New Masses. Nova York, 1928.
LOSA, Margarida. Do romance realista ao romance proletário. 1ª edição. Editora Campo da Comunicação. Lisboa, 2014.
LUKÁCS, Georg. A teoria do romance. 1ª edição. Duas cidades, Editora 34. São Paulo, 2000.
___________. História e Consciência de classe – Estudos sobre a dialética marxista. 1ª edição. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
PRADO JR., Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. 1ª edição. Companhia das Letras. São Paulo, 2011.
RAILLARD, Alice. Conversando com Jorge Amado. 1ª edição. Editora Record. Rio de Janeiro, 1990.
SHERRER, Jutta. The cultural Hegemony of the Proletariat. In Studies in History nº 5. Sage Publications. London, 1989.
TROTSKI, Leon. Literatura e Revolução. 1ª edição. Zahar Editora. Rio de Janeiro, 2007.

Programa

 

Programa:

1. Problemas da crítica: gênero e sexualidade na literatura canônica

2. As donzelas-guerreiras e a crítica literária brasileira e portuguesa.

3. Nzinga Mbandi e o imaginário literário angolano e brasileiro.

4. Maria Úrsula de Abreu e Lencastro/Baltasar do Couto Cardoso e os relatos históricos e literários brasileiros e portugueses.

5. Maria Quitéria/Soldado Medeiros: a história e a literatura.

Bibliografia

 

AGUALUSA, José Eduardo. A rainha Ginga: e de como os africanos inventaram o mundo. Rio de Janeiro: Foz, 2015.

 

BARROSO, Gustavo. A Senhora de Pangim. Rio de Janeiro: Guanabara, 1932.

 

COELHO, Raphael. A Memória de uma heroína: a construção do mito de Maria Quitéria pelo exército brasileiro. Niterói: UFF, 2019. 144f. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal Fluminense, 2019.

 

GALVÃO, Walnice. A donzela-guerreira: um estudo de gênero. São Paulo: Senac, 1998.

 

HEYWOOD, Linda. Jinga de Angola: A Rainha Guerreira da África. São Paulo: Todavia, 2019.

 

LIMA, João Francisco. A incrível Maria Quitéria. São Paulo: Nova Época, 1977.

 

LUGARINHO, Mário. A apoteose da Rainha Ginga: gênero e nação em Angola. Cerrados, Brasília, v. 25, n. 41, p. 88-96, 2016.

 

LUGARINHO, Mário. Ordem, gênero e transgressão em A senhora de Pangim, de Gustavo Barroso. Via Atlântica, n.º 33, p. 253-272, 2017.

 

MACEDO, Joaquim Manoel. Anno Biographico Brazileiro. Terceiro Volume. Rio de Janeiro: Typographia e Lithographia do Imperial, 1876.

 

MAIA, Helder Thiago. Transgressões Canônicas: Queerizando a Donzela-Guerreira. Cadernos de literatura comparada, n. 39, p. 91-108, 2018.

 

MAIA, Helder Thiago. Entra na roda e ginga: imaginário literário brasileiro sobre a Rainha Ginga. RAC, v.2, n.2, 2020.

 

MAIA, Helder Thiago. Baltasar do Couto Cardoso: transgeneridades guerreiras no império colonial português. 2020. No prelo.

 

MAIA, Helder Thiago. Figurações de Maria Quitéria na literatura brasileira. No prelo.

 

MATA, Inocência. A condição pós-colonial das literaturas africanas de língua portuguesa: algumas diferenças e convergências e muitos lugares-comuns, in Vaz Leão, Ângela. Contatos e Ressonâncias: Literaturas africanas de língua portuguesa. Belo Horizonte: Editora PUCMinas, 2003.

 

MATA, Inocência. Representações da rainha Njinga/Nzinga na literatura angolana. In: MATA, Inocência (Org). A Rainha Nzinga Mbandi: história, memória e mito. Lisboa: Edições Colibri, 2014.

 

MEIRELES, Cecilia. Uma antepassada da donzela-guerreira. Revista Brasileira de Folclore, Ano IV, n. 8/10, p. X, 1964.

 

OLIVEIRA PINTO, Alberto. Representações culturais da Rainha Njinga Mbandi (c.1582-1663) no discurso colonial e no discurso nacionalista angolano. Estudos Imagética, Rio de Janeiro, 2014.

 

OLIVEIRA, Valdeci. Figurações da donzela-guerreira nos romances Luzia-Homem e Dona Guidinha do Poço. Campinas: UNICAMP, 2001. 154f. Dissertação (Mestrado em Teoria e História Literária) – Universidade Estadual de Campinas, 2001.

PACAVIRA, Manuel Pedro. Nzinga Mbandi. Lisboa: Edições 70, 1975.

 

SABINO, Ignez. Mulheres Illustres do Brazil. Rio de Janeiro: Garnier, 1899.

 

SOUZA SILVA, Joaquim Norberto. D. Maria Ursula de Abreu Lencastre. In: Revista Trimensal de História e Geografia. Rio de Janeiro: Typographia de D. L. dos Santos, 1841.

 

VILALVA, Walnice. Marias: estudo sobre a donzela-guerreira no romance brasileiro. Campinas: UNICAMP, 2004. 193f. Tese (Doutorado em Teoria e História Literária) – Universidade Estadual de Campinas, 2004.

PLANO DE ATIVIDADES

 

ATIVIDADE

TEXTO

AULA 1

DONZELAS GUERREIRAS

GALVÃO, Walnice. A donzela-guerreira: um estudo de gênero. São Paulo: Senac, 1998.

 

OLIVEIRA, Valdeci. Figurações da donzela-guerreira nos romances Luzia-Homem e Dona Guidinha do Poço. Campinas: UNICAMP, 2001. 154f. Dissertação (Mestrado em Teoria e História Literária) – Universidade Estadual de Campinas, 2001.

 

MAIA, Helder Thiago. Transgressões Canônicas: Queerizando a Donzela-Guerreira. Cadernos de literatura comparada, n. 39, p. 91-108, 2018.

AULA 2

NZINGA MBANDI

AGUALUSA, José Eduardo. A rainha Ginga: e de como os africanos inventaram o mundo. Rio de Janeiro: Foz, 2015.

 

MATA, Inocência. Representações da rainha Njinga/Nzinga na literatura angolana. In: MATA, Inocência (Org). A Rainha Nzinga Mbandi: história, memória e mito. Lisboa: Edições Colibri, 2014.

 

MAIA, Helder Thiago. Entra na roda e ginga: imaginário literário brasileiro sobre a Rainha Ginga. RAC, v.2, n.2, 2020.

AULA 3

BALTASAR DO COUTO CARDOSO / MARIA ÚRSULA DE ABREU E LENCASTRO

BARROSO, Gustavo. A Senhora de Pangim. Rio de Janeiro: Guanabara, 1932.

 

LUGARINHO, Mário. Ordem, gênero e transgressão em A senhora de Pangim, de Gustavo Barroso. Via Atlântica, n.º 33, p. 253-272, 2017.

 

MAIA, Helder Thiago. Baltasar do Couto Cardoso: transgeneridades guerreiras no império colonial português. 2020. No prelo.

AULA 4

SOLDADO MEDEIROS / MARIA QUITÉRIA

LIMA, João Francisco. A incrível Maria Quitéria. São Paulo: Nova Época, 1977.

 

COELHO, Raphael. A Memória de uma heroína: a construção do mito de Maria Quitéria pelo exército brasileiro. Niterói: UFF, 2019. 144f. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal Fluminense, 2019.

 

MAIA, Helder. Figurações de Maria Quitéria na literatura brasileira. No prelo.

 

Programa

1. PROGRAMA COMPLETO

Unitat 5: Casa meva és casa vostra
GRAMÀTICA
- Quantificadors: massa, molt, bastant, força, més aviat, una mica, poc, gaire, gens
- Interrogatius: on / (a) quin
- Preposicions: a, en, amb
- Present d’indicatiu: haver-hi, ser, viure, estar-se, preferir
- Numerals ordinals: primer, segon...
- Estructures comparatives
- Expressions locatives: a prop, al costat, al mig, al darrere, entre, al final, lluny, al davant
- Connectors: a més, també
LÈXIC
- Noms de les vies públiques
- Noms i adjectius per indicar característiques de barris, pobles i ciutats
FONÈTICA
- La vocal neutra
CULTURA
- Barris de Barcelona i València

Unitat 6: Històries de vida
GRAMÀTICA
- Pronoms febles: el, la, els, les, ho
- Pronoms febles: em, et, es, ens, us (davant i darrere del verb)
- Interrogatiu: quan
- Numerals a partir del 100
- Expressions temporals: als 10 anys, quan, al cap de, l’any 2009, fa tres mesos, del 2010 al 2012...
- Present d’indicatiu: saber, conèixer
- Passat perifràstic d’indicatiu
- Imperfet d’indicatiu: ser, tenir, haver-hi
- Connector: per això
LÈXIC
- Verbs que indiquen experiències personals
- Noms i verbs que indiquen fets històrics
- Expressions per a reaccionar: què dius ara?, que fort, quina pena!, ostres!...
FONÈTICA
- Entonació d’expressions de sorpresa i tristesa
- El verb conèixer
CULTURA
- Dones invisibles de la història de Catalunya
- Persones destacades en diferents àmbits
- Fets rellevants de la història de Catalunya

Unitat 7: Menjar-se el món
GRAMÀTICA
- Quantificadors: gens, cap
- Pronoms febles: el, la, els, les, en
- Perífrasi d’obligació en present d’indicatiu: haver de + infinitiu
- Forma impersonal: es pot / s’ha de + infinitiu
- Present d’indicatiu: preferir, estimar-se més, agradar (més), voler, poder
- Connector: doncs
LÈXIC
- Noms de plats, d’aliments i de mesures
- Adjectius per a indicar qualitats del menjar
- Noms de dietes especials
FONÈTICA
- Entonació de preguntes que comencen amb que: Que tenim oli?
- Entonació de preguntes que comencen amb de + objecte directe: D’oli, en tenim?
CULTURA
- Arrossos tradicionals dels Països Catalans
- Plats típics catalans

Unitat 8: Xarxes, estils i tendències
GRAMÀTICA
- Interrogatius: què, quin, quina, quins, quines
- Demostratius: aquest, aquesta, aquests, aquestes / aquell, aquella, aquells, aquelles
- Pronom feble: hi
- Present d’indicatiu: dur, portar, posar-se, anar (vestit) amb / de
- Connectors: i tant, és clar, exacte
LÈXIC
- Noms de peces de vestir, de complements, de materials i de colors
- Adjectius per a descriure peces de vestir i complements
FONÈTICA
- Les vocals o i u
- Emmudiments
CULTURA
- Dissenyadors dels Països Catalans
- Els premis Gaudí del cinema català

Unitat 9: Hem fet molta feina!
GRAMÀTICA
- Expressions temporals: avui, fins ara, aquest matí, aquesta setmana...
- Pronoms febles: m’, t’, s’, ens, us
- Present d’indicatiu: saber, poder
- Perfet d’indicatiu
- Participis
- Connector: és que
LÈXIC
- Lèxic relacionat amb les habilitats, i l’experiència laboral i formativa
- Expressions per a reaccionar: quin greu, em sap greu, ho sento, perdona...
FONÈTICA
- Les consonants p, b, t, d, c, g a final de paraula
- Entonació de frases de disculpa
CULTURA
- Voluntariats

2. BIBLIOGRAFIA
ALABADÍ, J. [et al.]. D’ací i d’allà: Oral A2. València: Tabarca Llibres, 2010.
BADIA, D.; PÉREZ, M. Camí de Ronda: 40 primeres classes de català. Vic: L’Àlber, 2015.
BASTONS, N. [et al.].Gramàtica pràctica del català. Barcelona: Teide, 2012.
BERNADÓ, X.; ESCARTÍN, M. ; PUJOL, A. Som-hi! Bàsic 1, 2 i 3. Llengua catalana. Barcelona: Barcanova, 2019.
ESTEBAN, J. Català A2. Barcelona: Teide, 2019.
GUERRERO, I. [et al.]. Nou nivell bàsic (1, 2 i 3): Curs de llengua catalana: Formació de persones adultes. Barcelona: Castellnou, 2017.
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2016
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017. (També disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2018. (També disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS Gramàtica bàsica i d’ús de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans: 2019.
MAS, M. [et al.]. Veus: Curs de català: Nivell 1. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2010.
MONEGAL, C. 156 activitats per a parlar en català. Vic: L’Àlber, 2003.
ROIG, N.; PADRÓS, M.; CAMPS, S. Passos 1: Nivell bàsic: Curs de català per a no catalanoparlants. Barcelona: Octaedro, 2017.
RUAIX I VINYET, J. Català fàcil: Curs bàsic per a catalanoparlants. Barcelona: Claret, 2012.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 1. Curs de català. Llibre de l’alumne. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2018.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 1. Curs de català. Llibre d’exercicis. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2018.
CARRERA, J.; PONS, C.; SOLÀ, J. Els sons del català. http://www.ub.edu/sonscatala Enxaneta.info. http://enxaneta.info/index.htm
GENERALITAT DE CATALUNYA, INSTITUT RAMON LLULL I CONSORCI PER A LA NORMALITZACIÓ LINGÜÍSTICA. Parla.cat. http://www.parla.cat
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017. https://www.iec.cat/llengua/documents/ortografia_catalana_versio_digita…
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2018. https://geiec.iec.cat/

Programa

Aula 1 (07.08) - Introdução. Abordagem interdisciplinar e holística. - Paola Cantarini e Willis S Guerra Filho
Aula 2 (08.08) -Ética quântica. Importância da abordagem crítica. Desafios e oportunidades da IA; ética, regulação e governança da IA - Paola Cantarini, Walter Gomide
Aula 3 (14.08) - IA e Direitos humanos e fundamentais. Batalha pela supremacia tecnológica, modelos regulatórios em jogo e o fim da internet global e a disparidade entre o sul e o norte do mundo; competição regulatória. O futuro do trabalho e o caso dos trabalhadores invisíveis. Perspectivas futuras - Paola Cantarini e Willis S. Guerra Filho
Aula 4 (15.08)- Panóptico digital e vigilância digital; supremacia tecnológica; capitalismo de dados, colonialismo de dados e soberania digital. A “virada decolonial” e perspectivas decolonizadoras da IA – IA inclusiva, democrática e decolonial. Epistemologias do Sul. Ferramentas contra-hegemônicas na luta contra a desigualdade e inequidade digital - Paola Cantarini
Aula 6 (22.08) - Fake News, deep fake, discurso de ódio. Moderação de conteúdo e problemáticas. racionalidade performativa dos algoritmos - Paola Cantarini e Erick Felinto
Aula 7 (28.08) - Machine bias”, “Algorithm bias” ou “Bias”, inequalidades digitais, e outras problemáticas relacionadas à IA – Paola Cantarini e professor convidado - Marcio Pugliesi

Referências bibliográficas:
ACEMOGLU, Daron; JOHNSON, Simon. Power and Progress: Our Thousand-Year Struggle Over Technology and Prosperity. New York: PublicAffairs, 2023.
ALLEN, Danielle. Justice by Means of Democracy. Chicago: University of Chicago Press, 2023.
BADIOU, Alain. Trump. Cambridge: Polity Press, 2018.
BADIOU, Alain. “The Democratic Emblem”. In: AGAMBEN, Giorgio et al. Democracy in What State?. New York: Columbia University Press, 2011.
BOAVENTURA DE SOUSA SANTOS. A Difícil Democracia: Reinventar as Esquerdas. São Paulo: Boitempo, 2021.
CASALEGGIO, Davide. AI Democracy: How Artificial Intelligence Will Rewrite Politics and Society. Milano: Casaleggio Associati, 2024.
CHOMSKY, Noam. Surviving the 21st Century. New York: Penguin Books, 2021.
CRAWFORD, Kate. Atlas of AI: Power, Politics, and the Planetary Costs of Artificial Intelligence. New Haven: Yale University Press, 2021.
FILGUEIRAS, Fernando; MENDONÇA, Ricardo; ALMEIDA, Virgilio. Inteligência Artificial e Democracia: Humanos, Máquinas e Instituições Algorítmicas. Brasília: IPEA, 2025.
HABERMAS, Jürgen. A New Structural Transformation of the Public Sphere and Deliberative Politics. Cambridge: Polity Press, 2023.
MOROZOV, Evgeny. The Net Delusion: The Dark Side of Internet Freedom. New York: PublicAffairs, 2011.
MOROZOV, Evgeny. Silicon Valley: I Signori del Silicio. Milano: Codice Edizioni, 2019.
OECD. Reinforcing Democracy Initiative: Monitoring Report. Paris: OECD Publishing, 2024.
SIMONS, Josh. Algorithms for the People: Democracy in the Age of AI. Princeton: Princeton University Press, 2022.
STIEGLER, Bernard. The Neganthropocene. London: Open Humanities Press, 2018.
UNESCO. Artificial Intelligence and Democracy. Paris: UNESCO, 2024. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000389736
V-Dem Institute. Democracy Report 2024: Democracy Winning and Losing at the Ballot. Gothenburg: University of Gothenburg, 2024.
WEYL, E. Glen; TANG, Audrey; PLURALITY Community. Plurality: The Future of Collaborative Technology and Democracy. Washington: RadicalxChange Press, 2023.
 

Programa

Aula 1. Panorama global de conflitos contemporâneos

ADLER, Emanuel; BARNETT, Michael (Ed.). Security communities. Cambridge University Press, 1998.
BOOTH, Ken; DUNNE, Timothy; DUNNE, Timothy (Ed.). Worlds in collision: terror and the future of global order. New York: Palgrave Macmillan, 2002.
BOOTH, Ken; WHEELER, Nicholas .The security dilemma: fear, cooperation and trust in world politics: New York: Palgrave, 2008.
BUZAN, Barry. Regions and Powers: The Structure of International Security. Cambridge University Press, 2003.
COHEN, Michael A.; KÜPÇÜ, Maria Figueroa. Privatizing foreign policy. World Policy Journal, v. 22, n. 3, p. 34-52, 2005.Disponível em: https://www.jstor.org/stable/40209975. Acesso em: 04/11/2025.
HERZ, John H. Idealist internationalism and the security dilemma. World politics, v. 2, n. 2, p. 157-180, 1950. Disponível em: http://slantchev.ucsd.edu/courses/ps240/04%20Conflict%20with%20States%2… . Acesso em: 04/11/2025.
HOLMQVIST, Caroline. Private security companies. The Case for Regulation, SIPRI Policy Paper, n. 9, p. 1-2, 2005. Disponível em: https://www.sipri.org/sites/default/files/files/PP/SIPRIPP09.pdf. Acesso em: 04/11/2025.
JERVIS, Robert. Security regimes. International organization, v. 36, n. 2, p. 357-378, 1982. Disponível em: https://www.cambridge.org/core/journals/international-organization/arti…. Acesso em: 04/11/2025.
KARL, David J. Proliferation pessimism and emerging nuclear powers. International Security, v. 21, n. 3, p. 87-119, 1996. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/2539274. Acesso em: 04/11/2025.
MEARSHEIMER, John. The tragedy of the great powers. New York: Norton and Company, 2001.
SAGAN, Scott Douglas et al. The spread of nuclear weapons: A debate. New York: WW Norton, 1995.
SCHWELLER, Randall L. Bandwagoning for profit: Bringing the revisionist state back in. International security, v. 19, n. 1, p. 72-107, 1994. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/2539149. Acesso em: 04/11/2025.
THOMPON, et al. Regions, powers and conflict. Constrained capabilities, hierarchy, and rivaltry. Singapore: Springer, 2022.
VILLA, Rafael Duarte; CHAGAS-BASTOS, Fabrício H.; DE MACEDO BRAGA, Camila. Hybrid security governance in South America: An empirical assessment. Latin American Politics and Society, v. 61, n. 4, p. 72-94, 2019. Disponível em: https://www.cambridge.org/core/journals/latin-american-politics-and-soc…. Acesso em: 04/11/2025.
WALLANDER, Celeste A.; KEOHANE, Robert O. Risk, threat, and security institutions. In:___. Power and governance in a partially globalized world. Routledge, 2003. p. 88-114.


Aula 2: América Latina em voga: conflitos e tensionamentos regionais

ABDENUR, Adriana Erthal, Giovanna Kuele, e Alice Amorim. 2019. Clima e Segurança na América Latina e no Caribe. Instituto Igarapé.
CARVALHO, Thales; MARES, David. (2025). International Security Governance in Latin America: a Historical Assessment. Em Oxford Research Encyclopedia of International Studies.
Declaração da Conferência da OEA sobre governança multidimensional. Disponível em: https://www.oas.org/pt/topicos/seguranca_multidimensional.asp.
GARCÍA PÉREZ, Juan. 2005. “Conflictos territoriales y luchas fronterizas en América Latina durante los siglos XIX y XX”. Norba. Revista de História, 18:215–41.
GUIMARÃES, Feliciano De Sá; MAITINO, Martin Egon. 2017. “Socializing Brazil into Regional Leadership: The 2006 Bolivian Gas Crisis and the Role of Small Powers in Promoting Master Roles Transitions”. Foreign Policy Analysis.
MARES, David R. 2022. Resource Nationalism and Energy Policy: Venezuela in Context. Columbia University Press.
SANTOS, Marcelo. 2012. “Exploração de recursos naturais e conflitos sociais: os casos de Peru e Equador”. Em Territorialidades, conflitos e desafios à soberania estatal na América Latina, editado por Luís Fernando Ayerbe. São Paulo, Brazil: Fundação Memorial da América Latina.
SCHENONI, Luis; GOERTZ, Gary; OWSIAK, Andrew P.; DIEHL, Paul F. 2020. “Settling Resistant Territorial Disputes: The Territorial Boundary Peace in Latin America”. International Studies Quarterly 64 (1): 57–70.

Aula 3: Da Europa Ocidental ao Leste asiático: Rússia, Ucrânia e a OTAN

BARROSO, J. L. V.. Segurança e uso da força no contexto da OTAN pós-Guerra Fria. Revista de Sociologia e Política, n. 27, p. 43–63, nov. 2006. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0104-44782006000200005 . Acesso em: 13/08/2024.
BERTAZZO, J.. Atuação da OTAN no pós-Guerra Fria: implicações para a segurança internacional e para a ONU. Contexto Internacional, v. 32, n. 1, p. 91–119, jan. 2010. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0102-85292010000100003. Acesso em: 13/08/2024.
CASIER, Tom. The EU and Russia: The War that Changed Everything. Journal of common market studies, v. 61, p.31-44,2023. Disponível em: https://openurl.ebsco.com/EPDB%3Agcd%3A4%3A1769684/detailv2?sid=ebsco%3…. Acesso em: 29/10/2025.
FREIRE, Maria Raquel. A Rússia de Putin: vectores estruturantes de política externa. Coimbra: Almedina, 2011.
GONÇALVES, Williams; TEIXEIRA, Tatiana. Trump e a inflexão da Grande Estratégia. In: VELASCO E CRUZ, Sebastião; BOJIKIAN, Neusa M. P (org.). Trump: primeiro tempo: partidos, políticas, eleições e perspectivas. São Paulo: Editora Unesp, 2019. P. 185-206.
GUZZINI, Stefano. O retorno da geopolítica na Europa? Mecanismos sociais e crises de identidade de política externa. São Paulo: Unesp, 2020.
LEMOS, José Késsio Floro. A guerra da Ucrânia e os impactos sobre as estratégias energéticas de Rússia e União Europeia. Semina: Ciências Sociais e Humanas, v. 45, n. 1, p. 81-94, 2024. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/seminasoc/article/view/51345. Acesso em: 29/10/2025.
LOUREIRO, Felipe. Linha vermelha: a guerra da Ucrânia e as relações internacionais no século XXI. Campinas: Unicamp, 2022.
ORTOLLAND, Didier. A guerra na Ucrânia desestabiliza o Ártico. Le Monde Diplomatique Brasil, ano 17, n. 206, p. 18-9 , set.2024.
KLARE, Michael. A geopolítica de Donald Trump. Le Monde Diplomatique Brasil, ano 17, n.210, p.14-5, jan. 2025.
SAKWA, Richard. A paz perdida: como o Ocidente fracassou em evitar uma segunda Guerra Fria. São Paulo: Editora Unesp, 2025.
SEGRILLO, Angelo. A guerra da Ucrânia: repercussões historiográficas no contexto da questão nacional. Revista Brasileira de História, v. 43, n. 94, p.305-326, set. 2023.Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbh/a/FV8gsv8HssVFxM95yDGySQc/?format=pdf&lang=…. Acesso em: 29/10/2025.
SEGRILLO, Angelo. A expansão da Otan e a Rússia: desvelando uma "unlove story" do pós-Guerra Fria à luz de fontes primárias. Tempo, v. 30, n.1, p. 1-16, 2024. Disponível em: https://www.scielo.br/j/tem/a/r73Gtq4ZGVRsf4S7CRnhq6B/?format=pdf&lang=…. Acesso em: 29/10/2025.
SHIFRINSON, Joshua. NATO enlargement and US foreign policy: the origins, durability, and impact of an idea. International Politics, n. 57, p. 342-370,mar. 2020. Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1057/s41311-020-00224-w. Acesso em: 30/03/2025.
PETRO, Nicolai N. A tragédia da Ucrânia: o que a tragédia grega pode nos ensinar sobre a solução de conflitos. São Paulo: Editora Unesp, 2025.
THOMPSON, Jack. The US role in NATO: past, present, and future. In: TESTONI, Michele (ed.). NATO and transatlantic relations in the 21st century: foreign and security policy perspectives. New York: Routledge, 2021. P. 18-32.

Aula 4: Vista para o Oriente Médio: o conflito Israel-Palestina

BACONI, Tareq. Gaza and the one-state reality. Journal of Palestine studies, v. 50, n. 1, p. 77-90, 2020.Disponível em: https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/0377919X.2020.1842002. Acesso em: 03/11/2025.
COGGIOLA, Osvaldo. Guerra Israel-Palestina e crise mundial. São Paulo: L. F. Editorial, 2023.
DOS SANTOS, Isabella Agostinelli; NASSER, Reginaldo Mattar. From forced displacement to forced immobility: the Israeli mobility regime to the pos-disengagement Gaza Strip. Monções: Revista de Relações Internacionais da UFGD, v. 13, n.25, p.250-276, 2024.Disponível em: https://ojs.ufgd.edu.br/moncoes/article/view/17279. Acesso em: 03/11/2025.
FILIU, Jean-Pierre. Uma história secular do Oriente Médio: do ano 395 aos nossos dias. Petrópolis, RJ: Vozes, 2023.
FROMKIN, David. Paz e guerra no Oriente Médio: a queda do Império Otomano e a criação do Oriente Médio Moderno. Rio de Janeiro: Contraponto, 2008.
HUBERMAN, Bruno; NASSER, Reginaldo. Continuidades entre as políticas externas de Biden e Trump para Palestina/Israel. Conjuntura internacional, v. 19, n. 2, p. 16-24, 2022.Disponível em: https://periodicos.pucminas.br/conjuntura/article/view/28769. Acesso em: 03/11/2025.
KHALIDI, Rashid. Palestina: um século de guerra e resistência (1917-2017). São Paulo: Todavia, 2024.
PAPPE, Ilan. Brevíssima história do conflito Israel-Palestina. São Paulo: Editora Elefante, 2025.
SAID, Edward W. A questão da Palestina. São Paulo: Editora Unesp, 2012.
SANTOS, I. A; NASSER, R. M.; HUBERMAN, B. Living in death: the new dystopian reality of Israeli settler colonialism in Gaza. Contexto Internacional, v. 46, n. 3, p.1-25, 2024.Disponível em: https://www.scielo.br/j/cint/a/DGnwyMZT36HRPS45LqZBzhw/?format=html&lan…. Acesso em: 03/11/2025.

Programa

PROGRAMA: 
01/03/2016 – Abertura: Panorama do Teatro Irlandês (Munira Mutran). 
O olhar do humor em Trad, de Mark Doherty (ministrante: Camila Luly). 
08/03/2016 – A transposição do romance The Butcher Boy, de Patrick McCabe, para o palco (ministrante: Cecília Martins). 
15/03/2016 – O humor e o sobrenatural na arte de contar histórias nas peças de Conor Mc Pherson (ministrante: Rita Köster). 
22/03/2016 – NÃO HAVERÁ AULA – SEMANA DA PÁSCOA 
29/03/2016 – Da biografia para o palco: Andersen’s English, de Sebastian Barry (ministrante: Célia Helene). 
05/04/2016 – Ideias sobre teatro nas peças de Thomas Kilroy (ministrante: Adriana Torquete). 
12/04/2016 – Reescrevendo mitos e lendas na Wexford moderna de Billy Roche (ministrante: Sandra Stevens). 
19/04/2016 – O entrelaçamento de Literatura e História em Catalpa, de Danal O’Kelly (ministrante: Mariana Bolfarini). 
 
BIBLIOGRAFIA: 
BARRY, Sebastian. Andersen’s English. Dublin: Arts Council, 2010. 
DOHERTY, Mark. Trad. Galway: Oberon, 2010. 
GRENE, Nicholas. The Politics of Irish Drama. Cambridge: University Press, 1999. 
GIBBONS, Luke. Transformations in Irish Culture. Cork: University Press, 1996. 
KILROY, Thomas. Tea and Sex and Shakespeare. Loughcrew: Gallery Books, 1998. 
LONERGAN, Patrick and Riana O’Dwyer. Ed. Echoes Down the Corridor. Irish Theatre – Past, Present and Future. Dublin: Carysfort Press, 2007. 
MC CABE, Patrick. The Butcher Boy. London: Picador, 1992. 
______________ . Nó na Garganta (The Butcher Boy). São Paulo: Geração Editorial, 1997. 
MC PHERSON, Conor. St. Nicholas. In: Four Plays. London: Nick Hern Books, 1999. 
MURRAY, Christopher. Twentieth-Century Irish Drama. Syracuse University Press, 2000. 
O’KELLY, Donal. Catalpa. Dublin: New Ireland Books, 1997. 
RICHARDS, Shaun. The Cambridge Companion to Twentieth-Century Irish Drama. Cambridge:University Press, 2004. 
ROCHE, Billy. Amphibians and Cavalcaders. London: Nick Hern Books, 2001.
 

 

Programa

Ementa:

A disciplina desenvolve um programa de iniciação ao estudo das Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, versando sobre a literatura de Angola, de Cabo Verde e de Moçambique. Para viabilizar a abrangência de três países, foi necessária uma seleção estrita, cujo critério de escolha foi o da literatura moderna e de obras e escritores mais divulgados ou renomados, através dos quais essas séries literárias vêm se definindo e consolidando.


Objetivos:

Oferecer subsídios práticos e teóricos, por meio indispensáveis à compreensão dessas literaturas, que propiciem o conhecimento de suas singularidades culturais. No Brasil, onde o hibridismo cultural e a presença da África são relevantes, esta disciplina concorre com subsídios fundamentais para a compreensão do próprio perfil do povo brasileiro.


Conteúdo Programático:

1. Introdução
1.1 O uso comum do Português como primeira ou segunda língua
A mesma língua e a diversidade cultural, na comunidade dos países de língua portuguesa. O respeito à diferença. A função cultural da língua.
O encontro das culturas: européia e africanas. Língua e identidade cultural.
A literatura como manifestação de plenitude do uso da língua, de momentos privilegiados do desempenho lingüístico. Literatura escrita e oralidade.

1.2 Literaturas Africanas de Língua Portuguesa: Angola, Cabo Verde e Moçambique. Do mapa à línguas e culturas.
Africanidade, angolanidade, cabo-verdianidade.


2. Literatura Angolana

2.1 A poesia e a prosa de consciência nacional, na fase de emancipação política:
Agostinho Neto e Costa Andrade.
José Luandino Vieira, Jofre Rocha e Pepetela

2.2 Poesia e prosa na pós-independência: novos rumos
Arlindo Barbeitos, David Mestre, Ruy Duarte de Carvalho
Manuel Rui, Boaventura Cardoso e José Eduardo Agualusa

3. Literatura Cabo-Verdiana

3.1 Prosa e poesia no impulso da revista Claridade: Jorge Barbosa, Onésimo Silveira. Baltazar Lopes, Manuel Lopes.

3.2 Prosa e poesia, novas tendências: Ovídio Martins e Osvaldo Osório. Orlanda Amarílis e Germano Almeida.

4. Literatura Moçambicana
Expoentes da poesia e da prosa na pré e na pós libertação.

4.1 Noêmia de Souza, Rui Knopfli e José Craveirinha
4.2 Luiz Bernardo Honwana, Mia Couto e Paulina Chiziane

Avaliação:

Prova escrita


I. Bibliografia:

Dos autores estudados:

APA, A.; BARBEITOS, A. e DÁSKALOS, M. A. (org) Poesia africana de língua portuguesa. Antologia. Rio de Janiero: Lacerda Editores, 2003.

SANTILLI, Maria Aparecida. Estórias Africanas. História & Antologia. São Paulo: Ed. Ática 1985


Textos teóricos:

ERVEDOSA, C. Roteiro da Literatura Angolana. Lisboa, Ed. 70, 1979.

HAMILTON, R. Literatura africana, literatura necessária. Lisboa, Ed. 70, 1981.

CHAVES, R. A formação do romance angolano. São Paulo: Ed. FFLCH/USP, 1999. Co.. Via Atlântica

_______________. Angola e Moçambique: experiência colonial e territórios literários . São Paulo: Ateliê Editorial, 2005

FERREIRA, M. Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa. São Paulo. Ed. Ática, 1987

HARLOW, B. Literatura de resistencia. Santiago de Compostela. Edicións Laiovento, 1993

LEITE, M. Literaturas africanas e formulações pós-coloniais. Lisboa: Ed. Colibri, 2003

MARGARIDO, A. Estudos sobre literaturas das nações africanas de Língua Portuguesa. Lisboa: A Regra do Jogo, 1980.
SANTILLI, M.A.C.B. Paralelas e tangentes – entre literaturas de língua portuguesa. São Paulo Centro de Estudo Portugueses/USP, 2003. Col. Via Atlântica

Programa

Tópico 1: o contexto histórico e sociocultural da Idade Média estabelecendo claramente dois períodos separados
pelo nascimento da literatura em línguas romances por volta dos séculos XII, XIII.
Tópico 2: a transmissão dos autores gregos e latinos na Idade Média e a diferença entre Ocidente e Oriente
(Bizâncio e países islâmicos).
Tópico 3: a literatura latina medieval;
Tópico 4: a épica medieval em línguas romances;
Tópico 4: a lírica medieval em línguas romances;
Tópico 5: a prosa medieval em línguas romances;
Tópico 6: cantigas de amor galego-portuguesas;
Tópico 7: cantigas de amigo galego-portuguesas;
Tópico 8: cantigas de escárnio galego-portuguesas;
Tópico 9: cantigas de Santa María galego-portuguesas;
Tópico 10: a prosa galego-portuguesa;
Tópico 11: a figura de Afonso X, O Sabio;
Tópico 12: a literatura medieval europeia em línguas romances dos séculos XIV e XV.
Tópico 13: a historiografia galego-portuguesa e a haxiografia;
Tópico 14: a literatura italiana do Trecento e as traduções para o galego;
Tópico 15: o final da Idade Média em Galícia, textos renacentistas de mosteiros.


Serão contemplados os fragmentos pertinentes, disponibilizados sempre pelo professor, dos seguintes manuais:

- Manuais gerais de literatura medieval latina:
Aguadé Nieto, Santiago. 1994. Universidad, cultura y sociedad en la Edad Media. Alcalá de Henares: Publicaciones
de la Universidad de Alcalá de Henares.
Bodelón, Serafín. 1989. Literatura latina de la Edad Media en España. Madrid: Ediciones Akal.
Oroz Reta, Jose; Marcos Casquero, Manuel A. 1995. Lírica latina medieval I: poesía profana. Madrid: Biblioteca de
autores cristianos.
Curtius, Ernst Robert. 1996. Literatura européia e Idade Média Latina, São Paulo: EDUSP
Reynolds, L.D.; Wilson, N. G. 2013. Scribes & Scholars: a Guide to the Transmission of Greek and Latin Literature,
4 th edition. OUP Oxford. Disponível em:
https://www.hrstud.unizg.hr/_download/repository/Reynolds_LD_Wilson_NG_…
e_Transmission_of_Greek_and_Latin_Literature_3rd_ed%5B1%5D.pdf
Vergara Ciordia, Javier. 2006. Historia del currículo. Madrid: Universidad Nacional de Educación a distancia.


- Manuais gerais de história, arte, música e literatura:

Alén Garabato, Mª Pilar. 1997. Historia da música galega. Cantos, cantigas e cánticos. A Nosa Terra.
Cegarra, Basilio. 1992. Guia da arte de Galicia. Galaxia.
López Carreira, Anselmo. 2005. Historia xeral de Galicia. A Nosa Terra.
Pena, Xosé Ramón. 2013. Historia da Literatura Galega I: Das orixes a 1853. Xerais.
- Manuais de lírica e prosa medieval galego-portuguesa
Godinho, Hélder. 1986. Prosa medieval portuguesa. Editorial Comunicação.
Tavani, Giuseppe. 1990. A Poesia Lírica Galego-Portuguesa. Galaxia.
Videira Lopes, Mª da Graça. 2017. Cantigas medievais galego-portuguesas: corpus integral profano online.
Biblioteca Nacional. Projeto Littera.  https://cantigas.fcsh.unl.pt/

Programa

1. Introdução: O papel da mulher na narrativa catalã atual.
2. Mulheres escritoras: vida e obra.
a. Irene Solà
b. Marta Orriols
c. Eva Baltasar
d. Marta Rojals
e. Tina Vallès
f. Jenn Dìaz
g. Anna Ballbona
h. Maria Guasch
i. Llucia Ramis
j. Gemma Ruiz
k. Laura Gost
l. Núria Bendicho
m. Laia Viñas
n. Irene Pujadas
3. Leitura, interpretação e análise de uma seleção de trechos narrativos das escritoras apresentadas.
4. Apresentação de recursos literários nos sites.
4. Traduções.
5. Documentários, entrevistas e reportagens.
B. BIBLIOGRAFIA
BALLBONA, ANNA
Conill de gàbia (La Breu Edicions, 2012)
Joyce i les gallines (Editorial Anagrama, 2016)
No soc aquí (Editorial Anagrama, 2020)
BALTASAR, EVA
Permagel (Club Editor, 2018)
Boulder (Club Editor, 2020)
Mamut (Club Editor, 2022)
BENDICHO, NÚRIA
Terres mortes (Editorial Anagrama, 2021)
DÍAZ, JENN
Mare i filla (Editorial Amsterdam, 2015)
Vida familiar (Grup 62, 2016)
GOST, LAURA
La cosina gran (Lleonard Muntaner, 2019)

El món es torna senzill (Editorial Empúries, 2022)
GUASCH, MARIA
La neu fosa (El Toll, 2013)
Olor de clor sota la roba. (RBA-La Magrana, 2014)
Els fills de llacuna Park (L'Altra, 2017)
ORRIOLS, MARTA
Anatomia de les distàncies curtes (Edicions del Periscopi, 2016)
Aprendre a parlar amb les plantes (Edicions del Periscopi, 2018)
Dolça introducció al caos (Edicions del Periscopi, 2020)
La possibilitat de dir-ne casa (Proa, 2023)
PUJADAS, IRENE
Els desperfectes (L’altra editorial, 2021)
RAMIS, LLUCIA
Coses que et passen a Barcelona quan tens 30 anys (Columna, 2008)
Egosurfing (Destino, 2010)
Tot allò que una tarda morí amb les bicicletes (Columna, 2013)
Les possessions (Anagrama, 2018)
ROJALS, MARTA
Primavera, estiu, etcètera (La Magrana, 2011)
L'altra (La Magrana, 2014)
No ens calia estudiar tant (Sembra, 2015)
El cel no és per a tothom (Anagrama, 2018)
No siguis pobre! (Ara Llibres, 2023)
RUIZ, GEMMA
Argelagues (Proa, 2016)
Ca la Wenling (Grup 62, 2020)
Les nostres mares (Grup 62, 2022)
SOLÀ, IRENE
Bèstia (Galerada, 2012)
Els dics (L'Altra Editorial, 2018)
Canto jo i la muntanya balla (Anagrama, 2019)
Et vaig donar ulls i vas mirar les tenebres (Anagrama, 2023)
VALLÈS, TINA
Maic (Baula, 2011)
Un altre got d'absenta (La Breu, 2012)
El parèntesi més llarg (Proa, 2013)
La memòria de l'arbre (Anagrama, 2017)
El senyor Palomar (Anagrama, 2021)
Mira. Il·lustracions de Mercè Galí. (Ànimallibres, 2021)
VIÑAS, LAIA
Les closques (L’Altra Editorial, 2020)
Associació d’Escriptors en Llengua Catalana. https://www.escriptors.cat/index.php/autors
LletrA. La literatura catalana a internet. https://lletra.uoc.edu/

Programa

Tópico 1: História e arte da Galiza desde a Pré-história até a Idade Média
Tópico 2: o contexto literário medieval das línguas românicas: a literatura occitana, siciliana e florentina.
Tópico 3: a situação do galego-português na Idade Média. A figura dos trovadores. Lírica profana: cantigas de amor, de amigo, de escarnio e maldizer, lais de Bretanha. A lírica religiosa: as cantigas de Santa Maria.
Tópico 4: a prosa medieval galego-portuguesa. A matéria de Bretanha com leituras dos fragmentos do Livro de Merlin, a Crónica Troiana e o Livro de Linhagens.
Tópico 5: a literatura galega dos Séculos Escuros (XVI, XVII, XVIII). Fragmentos dos poucos textos que conservamos em galego deste período em que o castelão (ou espanhol) suplantou ao galego.
Tópico 6: A situação da língua galega na Ilustração e a figura de Frei Martín Sarmiento.
Tópico 7: Introdução à 1ª metade do século XIX, que será retomada depois pelo curso Literatura galega em contexto II (literatura galega oitocentista).
Tópico 8: A literatura atual histórica sobre o período medieval: Santiago Lopo e Darío Xohán Cabana.

Serão contemplados os fragmentos pertinentes, disponibilizados sempre pelo professor, dos seguintes manuais:
Manuais gerais de história, arte, música e literatura
Alén Garabato, Mª Pilar. 1997. Historia da música galega. Cantos, cantigas e cánticos. A Nosa Terra.
Cegarra, Basilio. 1992. Guia da arte de Galicia. Galaxia.
López Carreira, Anselmo. 2005. Historia xeral de Galicia. A Nosa Terra.
Pena, Xosé Ramón. 2013. Historia da Literatura Galega I: Das orixes a 1853. Xerais.

Manuais de lírica e prosa medieval galego-portuguesa
Godinho, Hélder. 1986. Prosa medieval portuguesa. Editorial Comunicação.
Tavani, Giuseppe. 1990. A Poesia Lírica Galego-Portuguesa. Galaxia.
Videira Lopes, Mª da Graça. 2017. Cantigas medievais galego-portuguesas: corpus integral profano online. Biblioteca Nacional. Projeto Littera. https://cantigas.fcsh.unl.pt/

Manuais dos Séculos Escuros e Prerrexurdimento
Baldomir Cabanas, Xohán Xavier. 2012. Historia da literatura dos Séculos Escuros e do Prerrexurdimento. Editorial Académica Española.
Gómez Sánchez, Anxo; Lourenzo González, M; Obelleiro, Luis, Tato Fontaíña, Laura. 1996. A prosa do primeiro renacemento. Antoloxía. Asociación Socio-Pedagóxica Galega. A Nosa Terra.