Programa

PROGRAMA COMPLETO
Objetivo: O curso oferecerá um breve panorama da literatura russa para crianças produzida nos anos 1920 e 1930, do ponto de vista literário e gráfico. Os livros dessas duas décadas, condensando várias tendências estéticas modernas e de vanguarda, constituem um legado sem igual, sendo apreciados e estudados há anos não apenas na Rússia, como na Europa e nos Estados Unidos, e em alguns de seus mestres serão vistos nas aulas, como os poetas Samuel Marchak e Kornei Tchukóvski e os artistas gráficos Vera Ermoláierva e Vladímir Lébedev. Como a literatura russa infantojuvenil foi muito pouco abordada no Brasil, será também apresentado, na primeira aula, um apanhado de seu desenvolvimento no período pré-revolucionário, do séc. XVI ao XX.
Justificativa: A literatura russa ganha mais e mais interessados desde sua introdução no Brasil (fim do séc. 19), reunindo um número considerável de traduções e pesquisas e despertando atenção de jornais e revistas. A despeito disso, as letras russas infantis são praticamente desconhecidas aqui. O curso, destinado aos interessados por literatura e por design, foi criado para explorar essa vertente da cultura russa partindo de um de seus momentos mais fecundos: as décadas de 1920 e 1930.

Aula 1 (24/07, sexta, 15h). Breve apanhado da literatura russa infantil: de Catarina II a Lev Tolstói. Serão levantados alguns períodos, obras e autores representativos.
Aula 2 (27/07, segunda, 15h). O incipiente mundo soviético e a questão da literatura infantil: o contexto que delineou uma nova forma de escrever e de ilustrar livros para a infância na Rússia. Principais linhas educativas, debates e autores.
Aula 3 (29/07, quarta, 15h). Samuel Marchak e Kornei Tchukóvski: expoentes da nova poesia russa para crianças
Aula (31/07, sexta, 15). Nova relação entre forma e conteúdo nos livros soviéticos infantis: a presença da estética de vanguarda nas artes gráficas dos anos 1920. Apresentação de algumas tendências e seus artistas gráficos.

BIBLIOGRAFIA
BERNARDINI, Aurora Fornoni. As cartilhas do Conde Lev Nikoláievitch Tolstói. In: Aulas de literature russa: de Púchkin a Gorenstein. São Paulo: Kalinka, 2018.
CAROLINSKI, Flavia Cristina Moino. Aleksandr Nikoláevitch Afanássiev e o conto popular russo. Dissertação (Mestrado em Letras) — Universidade de São Paulo, 2008. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8155/tde-12092008-170622/publi…
GURIANOVA, Nina et al. The Russian Avant-Garde Book 1910-1934. Nova Iorque, Museum of Modern Art, 2002. Disponível em:
https://assets.moma.org/documents/moma_catalogue_155_300153266.pdf?_ga=…
KHARMS, Daniil. Os sonhos teus vão acabar contigo: prosa, poesia, teatro. Tradução Aurora Fornoni Bernardini, Daniela e Moissei Mountian. São Paulo, Kalinka, 2013.
KHARMS, Daniil. Esqueci como se chama. Tradução Luis Felipe Labaki. São Paulo: Cosac Naify, 2015.
KRYLOV, Ivan. Fábulas russas de Krylov. Tradução e adaptação Tatiana Belinky. São Paulo: Amarilys, 2012.
HELLMAN, BEN. Fairy Tales and True Stories: The History of Russian Literature for Children and Young People (1574–2010). Leiden Boston: Brill, 2013.
HELLMAN, BEN. Tolstoy’s “The Three Bears”: The Metamorphosis of an English Tale into A Russian National Myth. ACTA SLAVICA ESTONICA VI. Studia Russica Helsingiensia et Tartuensia XIV. Russian National Myth in Transition. Tartu, 2014, Disponível em: https://www.ruthenia.ru/National_myth/Hellman_Ben.pdf
MAIAKÓVSKI, Vladímir. O que é bom, o que é ruim? Tradução Jorge Sallum e Tatiana Larkina. São Paulo, Hedra, 2012.
MOUNTIAN, Daniela. Monteiro Lobato e Samuel Marchak através de seus ilustradores. Rus – Revista de Literatura e Cultura Russa, São Paulo, São Paulo, 2020, v.11, n. 15. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/
PAIXÃO, Biana Alves da. A literatura infantil de Daniil Kharms: tradição e modernidade. Dissertação (Mestrado em Letras) — Universidade de São Paulo, 2015. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8155/tde-12012016-122954/publi…
PULLMAN, Philip. Inside the raibow: Russian children literature 1920-35: beautiful books, terrible times. Londres: Redstone Press, 2013, p. 14.
POGORIÉSLKI, Antoni. A galinha preta ou os habitantes do subterrâneo. Tradução Klara Gourianova. São Paulo: Edição SM, 2010.
TCHUKÓVSKI, Kornei. Tarakã, o bigodudo. Tradução Aurora Fornoni Bernardini e Maria Vragova. São Paulo: Ars et Vita/Kalinka, 2016.
TOLSTÓI, Lev. Contos da nova cartilha. Primeiro livro de leitura. Tradução M. Aparecida B. P. Soares. São Paulo: Ateliê Editorial, 2005.
TOLSTÓI, Lev. Contos da nova cartilha. Segundo livro de leitura. Tradução Aurora Fornoni Bernardini e Belkiss Rabello. São Paulo: Ateliê Editorial, 2005.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DOBRENKO, Evgeny; TIHANOV, Galin (orgs.). A history of Russian literary theory and criticism: the soviet age and beyond. Pittsburgh (USA): University of Pittsburgh Press, 2013.
MALÉVITCH, Kazimir. Dos novos sistemas da arte. Tradução Cristina Dunaeva. São Paulo: Hedra, 2007.
MOUNTIAN, Daniela. Mitologia poética de Daniil Kharms. Tese (Doutorado em Letras) — Universidade de São Paulo, 2016. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8155/tde-08032017-142720/publi…
OSTASHEVSKY, Eugene (org.). Oberiu, an antology of Russian Absurdism. Illinois: Northwestern University Press, 2006.
PERLOFF, Marjorie. O momento futurista: avant-garde, avant-guerre e a linguagem da ruptura. São Paulo: EDUSP, 1993.
PERLOFF, Marjorie. Formalismo e futurismo: a teoria formalista russa e seu ambiente poético. 2 ed. São Paulo: Perspectiva, 2010.
TELES, Gilberto Mendonça. Vanguarda Europeia e Modernismo Brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1983, 7ª ed.

Programa

1) A produção geográfica sobre futebol no Brasil (Aula 1)
- Introdução ao curso
- O desenvolvimento do futebol nas Ciências Humanas no Brasil
- O pioneirismo de Gilmar Mascarenhas.
- O futebol entra em campo: dissertações e teses em Geografia Humana.


2) Globalização, Divisão Internacional do Trabalho e Futebol; (Aula 2)
- FIFA: uma transnacional ou uma entidade supranacional?
- O desenvolvimento do mercado de transferência de jogadores
- Uma Divisão Internacional do Trabalho do Futebol


3) A crise urbana e o futebol (Aula 3)
- A ofensiva contra a festa no espaço público;
- A arenização do futebol;
- Especulação imobiliária e os Grandes Eventos no Brasil;


4) Uma abordagem cultural sobre o futebol na Geografia (Aula 4)
- A topofilia da Geografia Humanística;
- As torcidas organizadas: territorialidades e experiências do torcer;
- A produção simbólica da paisagem: conflitos e territorialidades;


Bibliografia 

AUGUSTIN, J. P.. Espaces Urbains et pratiques sociales. Bordeaux: Presses Universitaires de Bordeaux, 1988;
BALE, J. The changing face of football: soccer and community. In: Soccer and Society,vol.1, n.1, p.91-101, 2000;
________. In the shadow of the stadium: football grounds as urbans nuisances. In: Geography, vol. 75, n.4, 325-334, outubro de 1990;
BRAGUETO, Claudio R.; HÖFIG, Pedro. Considerações sobre geografia e futebol: produção do espaço urbano e apropriação do território. In:Terra Plural.Ponta Grossa: v.7, n.1, p.79-92, jun.2013;
CASTILLO, R. FEDERICO, S. Espaço geográfico, produção e movimento: uma reflexão sobre o conceito de circuito espacial produtivo. In: Revista Sociedade&Natureza. Uberlândia: nº22, v.3,p. 461-474, dez. 2010;
CAMPOS, F. A política no pódio: episódios de tensões e conflitos nos Jogos Olímpicos da Era Moderna. In: Revista USP – Jogos Olímpicos: o que a universidade tem a dizer sobre o maior evento esportivo do planeta. Superintendência de Comunicação Social da Universidade de São Paulo, nº93, 2012, p. 11-20;
______________. MORAES, J,G. Como o Brasil entra em campo. In: Revista de História: Dossiê História e Futebol. Revista de História/ Departamento de História. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Universidade de São Paulo. N 163, julho/dezembro de 2010, p. 129-139;
CAMPOS, H. Polarização urbana, identidade territorial e futebol: a Zona da Mata e Juiz de Fora (MG) entre o Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Tese apresentada a FFLCH-USP para obtenção do título de Doutor em Geografia Humana. Orientador: Profa. Dra. Amália Inés Geraiges de Lemos. São Paulo: 2016;
CHASE, James; HEALEY, Mick. The spatial externality effects of football matches and rock concerts: The case of Portman Road Stadium, Ipswich, Suffolk. In: Applied Geography. Vol. 15, Issue 1, jan. 1995, p. 18-24;
CLAVAL, P. A geografia cultural. Florianópolis: UFSC, 1999.
COSGROVE, D. Em direção a uma geografia cultural radical: problemas da teoria. In: Antípode – A Radical Journal Of Geography. Worcester, n.15, 1983, p. 1-11;
CORRÊA, R.L. Caminhos Paralelos e entrecruzados. São Paulo: Editora UNESP, 2018.
DAMO, A. Para o que der e vier: o pertencimento clubístico no futebol brasileiro a partir do Grêmio Foot-ball Porto Alegrense e seus torcedores. 1998. 247 f. Dissertação (Mestrado em Antropologia) – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 1998;
DA MATTA, R. Antropologia do óbvio: notas em torno do significado do futebol brasileiro. In:Revista USP, n.22, 1994,p.10-17;
______________. O universo do Futebol: esporte e sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Pinakotheke, 1982.
DOS SANTOS, D. Futebol e política: a criação do Campeonato Nacional de Clubes de Futebol. Dissertação (mestrado) – Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil, Programa de Pós-Graduação em História Política e Bens Culturais. - 2012.148;
DUNCAN, J. Landscape taste as a symbol of group identity: a Westchester County village. In: Geographical Review, vol 63, n.3 (JUL), 1973, p.334-355;
FAVERO, P. Os donos do campo e os donos da bola: alguns aspectos da globalização do futebol. Dissertação apresentada a FFLCH-USP para obtenção do título de Mestre em Geografia Humana. Orientador: Prof. Dr. André R. Martin. São Paulo: 2009;
FOUCAULT, M. Microfísica do poder. São Paulo: Editora Paz e Terra, 2014;
______________. Vigiar e punir: história da violência nas prisões. Petrópolis: Editora Vozes, 2010, 38ª edição;


FRANCO JÚNIOR, H. A dança dos deuses: futebol, cultura e sociedade. São Paulo: Companhia das Letras, 2007;
GAFFNEY, C., MASCARENHAS, G.. The soccer stadium as a disciplinary space. In:Esporte e Sociedade, nº1, Nov/2005-Fev/2006, p.1-16, disponívelem: http://www.lazer.eefd.ufrj.br/espsoc/. Acesso em 20/02/2017;
_____________________. Temples of earthbound gods: stadiums in cultural landscapes of Rio de Janeiro and Buenos Aires. Austin: University of Texas Press, 2008, 1St ed.;
GIULIANOTTI, R. Social identity and public order: political and academic discourses on football violence. In: __________________; BONNEY, N; HEPWORTH, M. Football, violence and social identity. London: Routledge, 1994; p.10-36;
GONÇALVES, G. A crise da cidade em jogo: o futebol na contramão em ruas da Penha, 2011.160p. Dissertação de mestrado –Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011;
_______________. A produção espetacular do espaço: as cidades como cenário da Copa do Mundo de 2014. Tese para obtenção do título de doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo, 2016,170f;
HARVEY, D. The enigma of capital. Nova Iorque: Oxford University Press, 2010;
HAESBAERT R. O mito da desterritorialização: do “fim dos territórios” à multiterritorialidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004, 400p;
________________. Territórios alternativos. Niterói: EdUFF; São Paulo: Contexto, 2002, 186p;
HOLLANDA,B. Futebol, arte e política: a catarse na representação do torcedor. In: O&S, v.16, n.48, p.123-140, Janeiro/Março 2009;
______________. Torcidas organizadas de futebol: entre memória e história. X Encontro Nacional de História Oral – Testemunhos: História e Política. Recife, abril de 2010;MASCARENHAS, G. A Bola nas Redes e o Enredo do Lugar: uma geografia do futebol e de seu advento no Rio Grande do Sul. Tese (doutorado) – Departamento de Geografia. Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas. Universidade de São Paulo. São Paulo, 2001;
______________________. Entradas e Bandeiras: a conquista do Brasil pelo futebol. Rio
de Janeiro: EdUERJ, 2014, 256p.;
______________________.Futebol e modernidade: a geografia histórica de uma inovação. In: Lecturas: Educación Física y Deportes. Año 3, Nº 10. Buenos Aires: Maio, 1998. Disponível in sitio: http://www.efdeportes.com;
SACK, Robert. Human territoriality: its theory and history.Cambridge: Cambridge
University Press, 1986;
SANTOS, M. A Natureza do Espaço: Técnica e Tempo, Razão e Emoção. São Paulo: Edusp, 2014, 4 ed, 8 reipr.;
___________. A urbanização brasileira. São Paulo: EDUSP, 2005;
___________. Por uma nova globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Editora Record, 6ª. Edição, 2001;
SERPA, A. O espaço público na cidade contemporânea. São Paulo: Editora Contexto, 2ed, 2017;
THRIFT, N. Non-Representational Theory: Space, Politics, Affect. London: Routledge, 2007. TUAN, Y.F. Cultural Geography: Glances Backward and Forward. Annals of the Association of American Geographers, Volume 94, Issue 4, pages 729–733, December 2004.
TOLEDO, L. H. No pais do futebol. Rio de Janeiro: Zahar Ed., 2000;
__________. Torcidas Organizadas de futebol. Campinas: AutoresAssociados/Anpocs, 1996;
__________. Torcer: a metafísica do homem comum. In: Revista de História: Dossiê História e Futebol. Revista de História/ Departamento de História. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Universidade de São Paulo. N 163, julho/dezembro de 2010, p. 175-190;

Programa

O curso de língua e cultura galegas no nivel básico abrange as 4 grandes destrezas clássicas (expressão oral e
escrita, compreensão oral e escrita), também a interação comunicativa, a dimensão pragmática-cultural e a
dimensão metafórica (o mundo simbólico, o imaginário dos jogos de palavras, etc):


- expressão oral (com o professor ou entre alunos sobre temas de atualidade e sobre a questão da história do
galego e a sua situação na sociedade). Resolver situações e tarefas como intervenções simples de carácter social;
- compreensão escrita (textos não só literários mas também jornalísticos adaptados ao nível do curso).
Compreensão, interpretação e identificação de informação e instruções relacionadas com situações habituais e
previsíveis encontradas em textos;
- compreensão oral (canções, fragmentos de filmes e vídeos, reportagens, series...). Compreensão de expressões e
vocabulário sobre temas de interesse pessoal.
- expressão escrita (expressar opiniões, sentimentos, desejos e preferencias; fazer sugestões, convites e dar
instruções mínimas, saudar, se apresentar, agradecer e pedir desculpas);
- dimensão intercultural e sociolinguística (serão abordados diferentes temas sobre a cultura galega como o folclore,
a música, as tradições, os símbolos, os principais autores, a relação Galícia-Brasil, a emigração). O marco cultural
ajuda a entender melhor o funcionamento interno e externo da língua galega, o marco pragmático.
O professor fornecerá ao aluno muitas ferramentas virtuais para que a aprendizagem possa se tornar autónoma e
para que o aluno use os recursos on-line para o estudo e a revisão dos conteúdos. Ao longo do curso será
entregado muito material procedente de revistas e jornais culturais galegos.
Os conteúdos gramaticais incluem: letras e sons (pronúncia), demonstrativos, o grupo nominal, os pronomes, a
colocação dos pronomes átonos, os acentos, os principais tempos verbais (presente, copretérito, imperativo...) e
perífrases verbais básicas, assim como uso de conetores e formas de coesão e coerência.
Cada sessão estará dividida em 2 partes: 1 hora teórica (por exemplo as regras da colocação dos pronomes
átonos...) e outra hora prática (exposição de um tema de cultura). Deste jeito, as aulas são muito participativas.

Recursos didáticos


Livro de texto didático
Chamorro, Margarita; da Silva, Ivonete; Núñez, Xaquín, 2008. Aula de Galego 2. Xunta de Galicia.
https://www.lingua.gal/o-galego/aprendelo/celga-2/aula-de-galego/alumna…
Manuais de apoio
———— 2003. Normas ortográficas e morfolóxicas do idioma galego. Real Academia Galega.
Callón, Carlos. 2012. Como falar e escribir en galego con corrección e fluidez. Xerais.
Freixeiro Mato, Xosé Ramón. 2013. Estilística da lingua galega. Xerais.
López Viñas, Xoán; Lourenço Módia, Cilha; Moreda Leirado, Marisa. 2011. Gramática práctica da lingua galega.
Baía Edicións.
Regueira Fernández, Xosé Luis. 2010. Dicionario de pronuncia da lingua galega. Real Academia Galega.
Exercícios de língua

Bermúdez, Ana; Colmenero, Antonio. 1999. Prácticas de lingua. Edicións do Cumio.
Manuais de sociolinguistica
Mariño Paz, Ramón. 1998. Historia da lingua galega. Sotelo Blanco Edicións
Monteagudo, Henrique. 1999. Historia social da lingua galega. Galaxia.
Revistas
VV.AA. Boletín galego de literatura. Universidade de Santiago de Compostela.
VV.AA. Revista Erregueté.
VV.AA. Revista Grial. Galaxia.

Programa

- Introdução ao tema. Apresentação da produção acadêmica, em especial, de Yessai Ohannes
Kerouzian e Sossi Amiralian, a respeito da matéria;
- A literatura armênia: especificidades, características; a literatura oral.
- Os Cantos de Goghten. Correlação com a história, a cultura e a mitologia armênias. A obra de
Khorenatsi.
- Análise dos Cantos de Goghten, disponíveis em língua portuguesa, tradução, história, lendas, heróis.
- Análise do contexto histórico e cultural.
- Conclusões.


Bibliografia
AMIRALIAN, Sossi. Literatura Armênia: os cantos de Goghten. Anotações de aula. São Paulo: FFLCH,
1993.
ANTUNES, Sérgio Pereira. Introdução ao universo armênio. São Paulo: Sésamo, 2012.
CAMARGO, Yêda de Moraes. A importância dos Cantos de Goghten para a cultura armênia. In revista
de Estudos Orientais. n.º 1. São Paulo: FFLCH, 1997. p.105-122.
KEROUZIAN, Yessai Ohannes. Os antigos documentos da literatura armênia. IN Língua e Literatura. Nº
7. São Paulo: FFLCH, 1978. p. 263-299.
KHORENATSI, Moisés. História dos armênios. Tradução de Deize Crespim Pereira. São Paulo:
Humanitas, 2012
NEVES, António Loja e PEREIRA, Margarida Neves. Armênia: povo e identidade. Lisboa: Tinta da
China, 2018.
SAPSEZIAN, Aharon. História da Armênia: drama e esperança de uma nação. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1988.
SAPSEZIAN, Aharon. Literatura Armênia: uma introdução. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1994.

Programa

- Introdução à Preservação de Documentos Históricos
- Técnicas de Higienização de Documentos
- Preservação e Conservação de Fotografias Históricas
- Confecção de Embalagens de Acondicionamento
- Armazenamento e Manuseio Seguro

Bibliografia:

FRONER, Yacy-Ara.; ROSADO, Alessandra. Princípios históricos e filosóficos da Conservação Preventiva Tópicos em Conservação Preventiva-2. Belo Horizonte: UFMG. 2008.
JÚNIOR, Jayme Spinelli. Conservação de acervos bibliográficos e documentais. Fundação da Biblioteca Nacional – Departamento de Processos Técnicos. Rio de Janeiro, 1997.
PEDERSOLI, José Luiz Jr; SPINELLI, Jaime. Biblioteca Nacional - Plano de gerenciamento de riscos: salvaguarda; emergência. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2010.
Projeto CPBA - Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos. Textos traduzidos disponíveis em: http://www.arqsp.org.br/cpba Resource: The Council for Museums, Archives and Libraries.
Revista do Arquivo Público do Estado de São Paulo. ISSN: 2447-908X. V. 2, n. 4, mar. 2017.

Programa

1. A vida e a obra de Hilda Hilst (HH): um panorama

2. Percurso editorial e materialidades dos livros hilstianos no século XX

3. O mercado editorial como temática interna e externa aos livros

4. Reacomodações editoriais da obra de HH no século XXI

BIBLIOGRAFIA

ABDALA JUNIOR, Benjamin (org.). Estudos comparados: teoria, crítica e metodologia. Cotia: Ateliê Editorial, 2014.
ABREU, Márcia. Cultura letrada: literatura e leitura. São Paulo: Editora Unesp, 2006.
ALVES, Mariana Garcia de Castro. Hilda Hilst – respiros: uma experiência de divulgação. 2012. 144 f. Dissertação (Mestrado em Divulgação Científica e Cultural) – Instituto de Estudos da Linguagem, Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2012.
BARBOSA, Aline Leal Fernandes. Lacraia e Unicórnia – A Hilda das cartas de Mora e Caio. Revista Sapiência: sociedade, saberes e práticas educacionais, Iporá, v. 13, n. 2, p. 26-40, 2024. Disponível em: https://www.revista.ueg.br/index.php/sapiencia. Acesso em: 03 jun. 2024.
BORGES, Luciana. Narrando a edição: escritores e editores na Trilogia obscena, de Hilda Hilst. Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, [S. l.], n. 34, p. 117–145, 2009. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/estudos/article/view/9638. Acesso em: 20 set. 2020.
BORGES, Luciana. O erotismo como ruptura na ficção brasileira de autoria feminina: um estudo de Clarice Lispector, Hilda Hilst e Fernanda Young. Florianópolis: Editora Mulheres, 2013.
BOURDIEU, Pierre. As regras da arte: gênese e estrutura do campo literário. Tradução Maria Lucia Machado. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
BOURDIEU, Pierre. Uma revolução conservadora na edição. Tradução Luciana Salazar Salgado e José de Souza Muniz Jr. In: Política & Sociedade, Florianópolis, v. 17, n. 39, p. 198-249, maio/ago. 2018.
BRITTO, Clovis Carvalho. A economia simbólica dos acervos literários: itinerários de Cora Coralina, Hilda Hilst e Ana Cristina César. 2011. Tese (Doutorado em Sociologia), Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Sociologia, Universidade de Brasília, Brasília, 2011.
CALASSO, Roberto. A marca do editor. Belo Horizonte; Veneza: Âyiné, 2020.
CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos (1750-1880). São Paulo: Todavia, 2023.
CASANOVA, Pascale. A república mundial das letras. Tradução Marina Appenzeller. São Paulo: Estação Liberdade, 2002.
CHARTIER, Roger. A mão do autor e a mente do editor. Tradução George Schlesinger. São Paulo: Editora Unesp, 2014.
CHARTIER, Roger. Os desafios da escrita. Tradução Fulvia M. L. Moretto. São Paulo: Editora Unesp, 2002.
CHARTIER, Roger. Textos, impressão, leituras. In: HUNT, Lynn. A nova história cultural. Tradução Jefferson Luiz Camargo. São Paulo: Martins Fontes Editora, 1995.
DIAZ, Brigitte. O gênero epistolar ou o pensamento nômade: formas e funções da correspondência em alguns percursos de escritores no século XIX. Tradução Brigitte Hervot e Sandra Ferreira. São Paulo: Edusp, 2016.
DINIZ, Cristiano (org.). Fico besta quando me entendem: entrevistas com Hilda Hilst. São Paulo: Globo, 2013.
DINIZ, Cristiano. Fortuna crítica de Hilda Hilst: levantamento bibliográfico atualizado (1949-2018). Campinas: UNICAMP/IEL/Setor de Publicações; UNICAMP/IEL/CEDAE, 2018.
DUARTE, Edson Costa. A recepção da literatura de Hilda Hilst. Palimpsesto - Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras da UERJ, [s.l.], v. 13, n. 18, p. 135-145, jun. 2014. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/palimpsesto/article/view/34…. Acesso em: 07 abr. 2022.
EL FAR, Alessandra. O livro e a leitura no Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2006.
FERNANDES, Bruna Kalil Othero. Além do ponto G, o ponto H: a pornocracia como projeto literário de Hilda Hilst. 2020. 145 f. Dissertação (Mestrado em Letras: Estudos Literários) – Faculdade de Letras, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2020.
FOLGUEIRA, Laura Santos; DESTRI, Luisa. Eu e não outra: a vida intensa de Hilda Hilst. São Paulo: Tordesilhas, 2018.
FOLGUEIRA, Laura Santos. The obscene madame D: um levantamento sobre a tradução de A obscena senhora D, de Hilda Hilst, nos Estados Unidos. 2017. 154 f. Dissertação (Mestrado em Estudos da Tradução) — Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017.
GENETTE, Gérard. Paratextos editoriais. Tradução Álvaro Faleiros. Cotia: Ateliê Editorial, 2009.
HALLEWELL, Laurence. O livro no Brasil: sua história. Tradução Maria da Penha Villalobos, Lólio Lourenço de Oliveira e Geraldo Gerson de Souza. 3. ed. São Paulo: Edusp, 2012.
HENDEL, Richard. O design do livro. Tradução Geraldo Gerson de Souza e Lúcio Manfredi. Cotia: Ateliê Editorial, 2003.
IRIAS, Taynara do Nascimento. A coleção “Obras reunidas de Hilda Hilst” da Editora Globo: materialidade dos livros e outras estratégias editoriais. In: 47º CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO - INTERCOM, 2024, Balneário Camboriú. Anais [...]. São Paulo: Intercom, 2024. Disponível em: https://sistemas.intercom.org.br/pdf/link_aceite/nacional/17/1007202423…. Acesso em: 01 nov. 2025.
IRIAS, Taynara do Nascimento. As reescrituras das imagens de Hilda Hilst nas edições do livro O caderno rosa de Lori Lamby. In: 45° CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO - INTERCOM, 2022, João Pessoa. Anais [...]. São Paulo: Intercom, 2022. Disponível em: https://portalintercom.org.br/anais/nacional2022/resumo/080220220040176…. Acesso em: 17 jul. 2024.
IRIAS, Taynara do Nascimento. “E se eu ficasse eterna?”: um itinerário de reescrituras das obras e das imagens públicas de Hilda Hilst ou um catálogo de edições. 2023. 525 f. Dissertação (Mestrado em Estudos de Linguagens) — Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens, Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2023.
LEFEVERE, André. Tradução, reescrita e manipulação da fama literária. Tradução Cláudia Matos Seligmann. Bauru: Edusc, 2007.
MCKENZIE, Donald Francis. Bibliografia e a Sociologia dos Textos. São Paulo: Edusp, 2018.
MASSI, Augusto (org. e texto); LEMOS, Fernando (fotografias e fotomontagens). Fernando Lemos Hilda Hilst. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2018.
MORAES, Eliane Robert. A prosa degenerada. In: HILST, Hilda. Pornô Chic. São Paulo: Globo, 2014.
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MORAES, Marcos Antonio de. Edição da correspondência reunida de Mário de Andrade: histórico e alguns pressupostos. Patrimônio e memória, Assis, v. 4, n. 2, p. 115-128, jun. 2009. Disponível em: https://pem.assis.unesp.br/index.php/pem/article/view/114/506. Acesso em: 05 abr. 2024.
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PÉCORA, Alcir (org.). Por que ler Hilda Hilst. São Paulo: Globo, 2010.
PÉCORA, Alcir. Cinco pistas para a prosa de ficção de Hilda Hilst. In: HILST, Hilda. Da prosa. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
RIBEIRO, Ana Elisa Ferreira. O ar de uma teimosia: trilhas da publicação em Clarice Lispector, Lúcia Machado de Almeida e Henriqueta Lisboa. Rio de Janeiro: Macabéa, 2020.
SALLA, Thiago Mio. Graciliano Ramos na terra de Camões: difusão, recepção e leitura (1930-1950). Cotia: Ateliê Editorial; São Paulo: Nankin Editorial, 2021.
SAPIRO, GISÈLE. Sociologia da literatura. Tradução Juçara Valentino. Belo Horizonte: Moinhos; Contafios, 2019.
SILVA, José Armando Pereira da. Massao Ohno, Editor. Cotia: Ateliê Editorial, 2019.
TEIXEIRA, Ivan. Literatura como imaginário: introdução ao conceito de poética cultural. Revista Brasileira: revista da Academia Brasileira de Letras, [Rio de Janeiro], v. 10, n. 37, p. 43-67, out./dez. 2003. Disponível em: https://www.eca.usp.br/acervo/producaoacademica/001362669.pdf. Acesso em: 05 jul. 2024.
THOMPSON, John B. Mercadores de cultura: o mercado editorial no século XXI. Tradução Alzira Allegro. São Paulo: Editora Unesp, 2013.

Programa

 
EMENTA 
O curso de difusão cultural Aspectos da cultura e da história do negro no Brasil foi organizado pelo Centro de Estudos Africanos da FFLCH/USP em 2006, e vem sendo ministrado desde então de acordo com o espírito das leis nº 10.639/03 e nº 11.645/08 que tornam obrigatório o ensino das culturas e histórias dos povos indígenas e afro-descendentes na escola brasileira. Pretende-se no presente módulo, ampliar o leque dos temas e questões não tratadas no Módulo I, de acordo com a demanda e as necessidades do nosso público alvo. 
 
PROGRAMA 
1ª aula - 07/03/2016 
Profª Drª Margarida Petter (Diretora CEA/USP) 
Apresentação do Curso (Objetivos e Questões administrativas) 
 
2ª Aula - 14/03/2016 
Profª Drª Rosângela Malachias 
Doutora em Ciências da Comunicação – ECA/USP 
Professora Adjunta da UERJ 
Tema: Movimento Negro Contemporâneo: (MNU e outras entidades do movimento negro da atualidade) 
 
3ª Aula - 28/03/2016 
Profª Drª Sandra Regina do Nascimento Santos 
Doutora em Ciências da Comunicação, ECA/USP 
Tema: O negro no território brasileiro: resistências quilombolas 
 
4ª Aula - 04/04/2016 
Prof. Dr. Kabengele Munanga 
Antropólogo, Professor Titular da USP 
Professor Sênior do CEA/USP e UFRB 
Tema: O processo de Construção da Identidade Negra no Brasil 
 
5ª Aula - 11/04/2016 
Prof. Dr. Alberto T. Ikeda 
Etnomusicólogo – Professor e Pesquisador do Instituto de Artes da UNESP/SP 
Tema: Resistências Negras na Cultura Popular (Sonoridades apropriadas: música da diáspora negra no Brasil - expressões sonoro-coreográfico-rituais de tradição negra no Brasil (congada, samba, jongo, ijexá) 
 
6ª Aula - 18/04/2016 
Prof. Dr. André Paula Bueno 
Pós-Doutorado em Linguística (Línguas, Etnomusicologia e Literatura Oral) 
Tema: Cultura Tradicional - Resistência e resgate nas Danças Populares (Congadas, Bois, Maracatus, Jongos, Cavalos-Marinhos, Sambas-de-viola) 
 
7ª Aula - 25/04/2016 
Profª Drª Rosangela Costa Araújo 
Professora da Faculdade de Educação da UFBA 
Fundadora do Instituto Nzinga de Capoeira 
Tema: Estratégias e formas da resistência artística: o caso da Capoeira 
 
8ª Aula - 02/05/2016 
Prof. Oswaldo de Camargo 
Jornalista e Escritor 
Especialista em Literatura. Coordenador da área de Literatura do Museu Afro-Brasil 
Tema: Língua e Literatura Negra de Resistência 
 
9ª Aula - 09/05/2016 
Profª Drª Maria da Glória Calado 
Doutora em Educação, USP 
Tema: Enfrentamento do racismo no contexto escolar: desafios cotidianos 
 
10ª Aula - 16/05/2016 – 
Profª Drª Ana Cristina Juvenal da Cruz 
Doutora em Educação pela UFSCar 
Professora Adjunta da UERJ 
Tema: Estereótipos e as Imagens do Negro no Livro Didático 
 
11ª Aula - 23/05/2016 
Prof. Dr. Kabengele Munanga 
Evento em Comemoração ao Dia da África 
 
12ª Aula - 30/05/2016 
Prof. Dr. Dennis de Oliveira 
Docente da área de Jornalismo e Editoração da ECA/USP 
Coordenador do CELACC (Centro de Estudos Latino Americanos de Cultura e Comunicação 
Tema: O negro na mídia e no mercado de trabalho 
 
13ª Aula - 06/06/2016 
Prof. Dr. Pedro Jaime de Coelho Junior 
Doutor em Antropologia Social pela USP 
Tema: A institucionalização das Políticas de Ação Afirmativa no Brasil. 
 
14ª Aula - 13/06/2016 – Entrega da Avaliação 
Profª Drª Margarida Petter (Diretora CEA/USP) 
Palestra de Encerramento do Curso (Professor Convidado) 
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
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MALACHIAS (e outros). Eles têm a cara preta. vol. 10. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009. 
 
MALACHIAS, Rosangela – Práticas educomunicativas e Teorias interdisciplinares no combate ao racismo - Revista Identidade Científica do Grupo de Pesquisa GEPEC – Faculdade de Comunicação Social de Presidente Prudente, UNOESTE , vol. 01, nº 03, Nov, 2004 p.68-73. 
 
MALACHIAS, Rosangela. Cabelo Bom, Cabelo Ruim. In: Coleção Percepções da Diferença – vol. 4 – Gislene A Santos (Org.) - MEC/UNIAFRO/NEINB-USP – São Paulo - Editora Terceira Margem, 2008. 
 
MALACHIAS, Rosângela. Mídia, Educação e Movimentos Negros. In: REVISTA MÍDIA E ETNIA, ano 1, nº 1.São Paulo: PMSP/CONE, s.d. 
 
MALACHIAS. Cabelo Bom. Cabelo Ruim, vol. 4. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009. 
 
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SILVA, Dilma de Melo. Por que riem da África?, vol. 6. COLEÇÃO PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA – Negros e Brancos na Escola. São Paulo: Terceira Margem, 2009. 
 
SILVA, Lucia Helena Oliveira e FERNANDES, Frederico Augusto Garcia (orgs.) Cultura Afro-Brasileira: expressões religiosas e questões escolares. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2006 (Caderno Uniafro, vol. 1) 
 
SILVA, P. B. G. Ensinar, aprender e relações étnico-raciais no Brasil. Porto Alegre/RS, ano XXX, n. 3 (63), p. 489-506, set./dez. 2007. http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/índex.php/daced/article/viewFil…;
 
SILVA, Silvio Jose Albuquerque. Combate ao Racismo. Brasília: Fundação Alexandre Gusmão, 2008. 
 
SOARES, Mariza de Carvalho. Devotos da cor: identidade étnica, religiosidade e escravidão no Rio de Janeiro, séc. XVIII. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000. 
 
SOUZA, Ana Lúcia Silva e CROSO, Camila (coords) Igualdade das relações étnico-raciais na escola: possibilidades e desafios para implementação da Lei 10.639/2003. São Paulo: Peirópolis: Ação Educativa, Ceafro, Ceert, 2007. 
 
SOVIK, Liv. “Aqui ninguém é branco: hegemonia branca e media no Brasil”. In: WARE, Vrom (org.) Branquidade, identidade branca e multiculturalismo. Rio de Janeiro: Garamond, 2004. 
 
TAYLOR, Charles. “A política de reconhecimento”. In: APPIAH, K. Anthony (e outros). Multiculturalismo: examinando a política de reconhecimento. Lisboa: Instituto Piaget, 1998. 
 
THEODORO, Mário (org). As políticas públicas e desigualdade racial no Brasil: 120 anos após a abolição. Brasília: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), 2008. 
 
TINHORÃO, José R. Os Sons dos negros no Brasil, São Paulo: Art Editora, 1988. 
 
VERGER, Pierre Fatumbi. Lendas dos Orixás. Salvador: Editora Corrupio, 1981.

 

Programa

Dia 1: Breve contextualização e antecedentes – O momento histórico no Brasil e na América Latina. O Teatro Paulista do Estudante e o Teatro de Arena. O CPC da UNE e Vianinha (exemplos de peças) e o encerramento desse momento com o golpe de 1964.
 
Dia 2: Exibição do documentário “A batalha da Maria Antônia” (2013), de Renato Tapajós, e discussão.
 
Dia 3: Discussão sobre a peça teatral “À Prova de Fogo” (1968), de Consuelo de Castro. Leitura dramática de trechos da peça por grupo convidado de estudantes da graduação em Letras.
 
Dia 4: Exibição e debate sobre “O Desafio” (1965), filme com roteiro e direção de Paulo César Saraceni, com Oduvaldo Vianna Filho no papel do protagonista.
 
 
BIBLIOGRAFIA:
 
ALMEIDA PRADO, Décio. Teatro Brasileiro Moderno. São Paulo: Perspectiva, 1996.
 
BARCELOS, Jalusa. CPC da UNE: Uma História de Paixão e Consciência. Rio de Janeiro, RJ : Editora Nova Fronteira : IBAC/MINC, 1994.
BETTI, Maria Silvia. A politização do teatro: do Arena ao CPC. In FARIA, João Roberto e GUINSBURG, Jacob. História do teatro brasileiro, v. 2. São Paulo: Perspectiva, 2013.
 
_________________. Oduvaldo Vianna Filho. São Paulo: Edusp, 1997.
 
CAMPOS,Claudia de Arruda. Zumbi, Tiradentes e outras histórias contadas pelo Teatro de Arena de São Paulo. São Paulo: Perspectiva.
 
CAMPOS LIMA, Eduardo. Coisas de Jornal no Teatro. São Paulo: Outras Expressões, 2013
CASTRO, Consuelo de. À Prova de Fogo. São Paulo: Editora Hucitec, 1977.
 
FREDERICO, Celso. “A Política Cultural dos Comunistas” in QUARTIM DE MORAES, João (org.). História do Marxismo no Brasil Volume III. Teses e Interpretações. Campinas: Editora da UNICAMP, 1998.
MAGALDI, Sábato. Um Palco Brasileiro: o Arena. São Paulo: Brasiliense, coleção tudo é História, 1984.
 
PEIXOTO, Fernando. Teatro em Pedaços 1959-1977 (1980). São Paulo: Hucitec.
 
_________________. O melhor teatro do CPC da UNE. São Paulo: Global, 1989.
 
____________________. (org) Vianinha: Teatro, Televisão, Política. São Paulo: Brasiliense. (1983)
Revista Dionysos número 24. 1978.
 
RAMOS, Alcides Freire. Oduvaldo Vianna Filho e o cinema novo: apontamentos em torno de um debate estético-politico. In: Fênix: Revista de História e Estudos Culturais. Vol. 1, Ano 1, nº1. Outubro/Novembro/Dezembro 2004.
 
ROSENFELD, Anatol. Heróis e Coringas.In Arte em Revista I Anos 60. São Paulo: Kairós, 1979.pp. 43-56
 
VARGAS, Maria Thereza & MAGALDI, Sábato. Cem Anos de Teatro em São Paulo: 1875-1974. São Paulo: SENAC, 2000
 
VIANNA , Deocélia . Companheiros de Viagem. São Paulo, Brasiliense, 1984.

 

Programa

-O homem pré-histórico no Brasil
-História externa da língua Tupi do século XVI ao século XXI
-Os falantes do tupi antigo: origem, história e distribuição geográfica no passado
-A problemática linguística do Renascimento às missões e os missionários gramáticos
-As fontes para o conhecimento do tupi antigo
-A ausência de poder político, de Estado e de propriedade privada entre os tupis da costa
-Aspectos da cultura dos antigos tupis da costa: a cosmologia e a religião, os principais mitos, a antropofagia, a alimentação, o parentesco, as guerras etc.


BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANCHIETA, J., Arte de Gramática da Língua mais Usada na Costa do Brasil. São Paulo, Edições Loyola, 1990.
BARBOSA, Antônio Lemos, Curso de Tupi Antigo. Rio de Janeiro, Livraria São José, 1956.
CLASTRES, Pierre, A Sociedade contra o Estado. Rio de Janeiro, Livraria Francisco Alves, 1982.
FUNARI, Pedro Paulo, A Pré-História do Brasil. São Paulo, Editora Contexto, 1998.
GRUPIONI, Donizete (org.), Índios no Brasil. São Paulo, Editora Global, 2011.
MELATTI, Júlio César, Índios do Brasil. São Paulo, Companhia Editora Nacional, 1993.
MÉTRAUX, Alfred, A religião dos Tupinambás. São Paulo, Companhia Editora Nacional, 1979.
NAVARRO, E.A., Método Moderno de Tupi Antigo, A língua do Brasil dos primeiros séculos. Editora Global, São Paulo, 2013 (3ª edição).
_______Dicionário de Tupi Antigo – A Língua Indígena Clássica do Brasil. São Paulo, Editora Global, 2ª reimpressão, 2013.
RODRIGUES, A.D.- Línguas Brasileiras - Para o Conhecimento das Línguas Indígenas. São Paulo, Edições Loyola, 1986.

Programa

Lista de filmes projetados:


- O lapis do carpinteiro de Antón Reixa (2003);
- Trece badaladas de Xavier Villaverde (2003);
- Pradolongo de Ignacio Villar (2008);
- O bonito crime do carabineiro de Miguel Conde (2009);
- Engurras de Ignacio Ferreras (2011);
- Arraianos de Eloy Enciso (2012);
- Vilamor de Ignacio Villar (2012);
- O ouro do tempo de Nerea Barros (2013);
- Dhogs de Andrés Goteira (2017);
- Lúa vermella de Lois Patiño (2019).

As seguintes referências bibliográficas incluem os textos que o professor fará chegar aos alunos virtualmente. De
cada obra serão selecionados os fragmentos mais pertinentes e nunca a obra inteira.
Cartier-Bresson, Henri (2015). Imaginário segundo a natureza. Editora Gustavlo Gil.
Flusser, Vilém (2019). Filosofia Da Caixa Preta Ensaios Para Uma Futura Filosofia Da Fotografia. Relume Dumará.
Nogueira, Xosé (1997). O cine en Galicia. A Nosa Terra.
Quiroga Valcarce. Luis (2016). Cinema en Galicia. Textos. Edición de autor.
Sontag, Susan (2004). Sobre fotografia. Companhia das Letras.