Programa

Unidade I – Governança das Plataformas: Conceitos
a) Governança das e pelas plataformas
b) Networked governance

Unidade II – Governança das Plataformas: Consequências Práticas
a) Termos de uso e serviço e políticas de privacidade
b) O terreno legislativo

Unidade I - Governança das Plataformas: Conceitos
Aula 1 – 07/11/2024
Tema: Governança das e pelas plataformas
Gorwa, R. (2019). What is platform governance? Information, Communication & Society, 22(6): 854-871.
Gillespie, T. (2017). Governance of and by platforms. In J. Burgess, T. Poell & A. Marwick (Eds.), The SAGE handbook of social media (254-278). London: Sage.

Aula 2 – 14/11/2024
Tema: Networked governance

Caplan, R. & Gillespie, T. (2020). Tiered governance and demonetization: the shifting terms of labor and compensation in the platform economy. Social Media + Society, 6(2): 1-13.
Crawford, K. & Lumby, C. (2013). Networked governance: users, platforms, and the challenges of networked media regulation. International Journal of Technology, Policy & Law, 2(1): 1-15.

Unidade II – Governança das Plataformas: Consequências Práticas
Aula 3 – 21/11/2024
Tema: Termos de uso e serviço e políticas de privacidade

Stegeman, H. (2024). Regulating and representing camming: strict limits on acceptable content on webcam sex platforms. New Media & Society, 26(1): 1-17.
Ticona, J. (2022). Red flags, sob stories, and scams: the contested meaning of governance on carework labor platforms. New Media & Society, 24(7): 1548-1566.
Tiidenberg, K. (2021). Sex, power, and platform governance. Porn Studies, 8(4): 381-393.

Aula 4 – 28/11/2024
Tema: O terreno legislativo

Pereira, L. & Júnior, J. (2024). Regulação das plataformas digitais no Brasil e a defesa da soberania nacional. Revista de Ciências do Estado, 9(1): 1-22.
Lima, M. & Valente, J. (2020). Regulação das plataformas digitais: mapeando o terreno internacional. Liinc em Revista, 16(1): 1-13.

Programa

Aula 1: A história da polícia e os desafios contemporâneos
Aula 2: Os conceitos de inimigo interno e preso político na violência de Estado
Aula 3: Continuidades autoritárias na apuração criminal
Aula 4: Atores jurídicos e sensibilidade jurídica: a produção social do sistema de justiça criminal
Aula 5: A fragmentação do sistema de justiça criminal e os desafios do sistema penitenciário no Brasil

Bibliografia básica:
Aula 1:
AZEVEDO; Rodrigo Ghiringhelli de; NASCIMENTO, Andrea Ana do. Desafios da reforma das polícias no Brasil. Permanência autoritária e perspectivas de mudança. Civitas, v. 16, n. 4, p. 653-674, 2016.
CALDEIRA, Teresa Pires do Rio. “A Polícia: uma Longa História de Abusos” In: Cidade de Muros: crime, segregação e cidadania. São Paulo: Edusp, 2000.
PINHEIRO, Paulo Sérgio. Violência, crime e sistemas policiais em países de novas democracias. Tempo Social, v. 9, n. 1, p. 43-52, 1997.

Aula 2:
MISSE, Michel. Crime, sujeito e sujeição criminal: aspectos de uma contribuição analítica sobre a categoria “bandido”. Lua Nova, São Paulo, n. 79, p. 15–38, 2010.
MISSE, Michel; GRILLO, Carolina Christoph; NERI, Natasha Elbas. Letalidade policial e indiferença legal: a apuração judiciária dos ‘autos de resistência’ no Rio de Janeiro (2001-2011). Dilemas: Revista de Estudos de Conflito e Controle Social, edição especial n. 1, p. 43-71, 2015.
RAUPP, M. M. O seleto mundo da justiça: análise de processos penais de tráfico de drogas. Dissertação (Mestrado). São Paulo: Universidade de São Paulo, 2005.
SANTOS, Malu Stanchi; PIRES, Thula. Quem é o preso político da necropolítica? In: GALEANO, Diego; CORRÊA, Larissa Rosa; PIRES, Thula (orgs.). De presos políticos a presos comuns: estudos sobre experiências e narrativas de encarceramento. Rio de Janeiro: PUC-Rio, 2021. p. 287–312.
SINHORETTO, Jacqueline. Violência, controle do crime e racismo no Brasil contemporâneo. Revista do PPGCS – UFRB – Novos Olhares Sociais, v. 1, n. 2, p. 4–20, 2018.

Aula 3:
AZEVEDO; Rodrigo Ghiringhelli de; VASCONCELLOS, Fernanda de. O Inquérito Policial em Questão – Situação atual e a percepção dos Delegados de Polícia sobre as fragilidades do modelo brasileiro de investigação criminal. Revista Sociedade e Estado - Vol. 26, N. 1, Jan.-Abr. 2011. p. 59-75.
FOUCAULT, Michel. A verdade e as formas jurídicas. Rio de Janeiro: Nau, 2013.
MISSE, Michel.O Papel do Inquérito Policial no Processo de Incriminação no Brasil: algumas reflexões a partir de uma pesquisa. Revista Sociedade e Estado. Vol.26. N. 1 Jan./Abr. 2011
PINHEIRO, Paulo Sérgio. Autoritarismo e transição. Revista da USP, mar-maio 1991. p. 45-56.

Aula 4:
ADORNO, S.. Discriminação racial e justiça criminal em São Paulo. Novos Estudos, São Paulo, Cebrap, n.43, p.45-63, nov. 1995.
ADORNO, S.. Os aprendizes do poder: o bacharelismo liberal na política brasileira. 2. ed. são paulo: Edusp, 2019. v. 1. 318p.
BRASIL, 2o censo do Poder Judiciário 2023 : relatório, [s.l.]: Conselho Nacional de Justiça, 2024.
GARAU, M. G. R.; BABO, M. N.. O fazer judicial e as moralidades da defesa pública: O ‘procedimentalizar’ e as relações com a ‘família judicial’. Dilemas: Revista de Estudos de Conflito e Controle Social, v. 15, n. 1, p. 201–223, jan. 2022.
KANT DE LIMA, Roberto. Cultura jurídica e práticas policiais: A tradição inquisitorial. Revista Brasileira de Ciências Sociais, São Paulo/SP, v. nº 04, n.10, p. 65-84, 1989.
KANT DE LIMA, Roberto. Sensibilidades jurídicas, saber e poder: bases culturais de alguns aspectos do direito brasileiro em uma perspectiva comparada, Anuário Antropológico, v. v.35 n.2, p. 25–51, 2010.
NUÑEZ, Izabel Saenger. Aqui não é casa de vingança, é casa de justiça!: moralidades, hierarquizações e desigualdades na administração de conflitos no Tribunal do Júri. 2018. 283 f. Tese (Doutorado em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense Instituto De Ciências Humanas e Filosofia Programa de Pós-Graduação em Antropologia, Niterói, 2018.
RIBEIRO, L.; LAGES, L.; NEVES, J.. A família judicial nas audiências de custódia. Sociologias, v. 26, p. e–soc123601, 2024.
SADEK, Maria Tereza Aina; BENETI, Sidnei Agostinho; FALCÃO, Joaquim, Magistrados: uma imagem em movimento, 1a. ed. Rio de Janeiro, RJ, Brasil: FGV Editora, 2006.
TOLEDO, Fábio Lopes; JESUS, Maria Gorete Marques de, “O FIM DE NOSSAS POLÍCIAS?”, Revista de Estudos Empíricos em Direito, v. 11, 2024.
VIANNA, Luiz Werneck; CARVALHO, Maria Alice Rezende de; MELO, Manuel Palacios da Cunha e (Orgs.), Corpo e alma da magistratura brasileira, Rio de Janeiro: Ed. Revan, 1997.

Aula 5:
ADORNO, Sérgio. Sistema Penitenciário no Brasil: Problemas e desafios. In: Revista USP, Dossiê Violência, n. 9. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1991.
ADORNO, Sérgio; DIAS, Camila Caldeira Nunes. Cronologia dos “Ataques de 2006” e a nova configuração de poder nas prisões na última década. Revista Brasileira de Segurança Pública, v. 10, n. 2, p. 118-132, 2016.
ALEXANDER, Michele. Capítulo II - O Encarceramento. A Nova Segregação. Editora Boitempo. 2017
ANGOTTI, Bruna; SALLA, Fernando. Apontamentos para uma história de presídios de mulheres no Brasil. Revista de la Historia de las Prisiones, v. 6, p. 7-23, 2018.
CAMPOS, Marcelo da Silveira ALVAREZ, Marcos César. Pela metade Implicações do dispositivo médico-criminal da “Nova” Lei de Drogas na cidade de São Paulo. Tempo Social. 29 (2) • May-Aug 2017.
DAVIS. Angela. Capítulo IV – Como o gênero estrutura o sistema prisional. Estarão as prisões obsoletas? Tradução de Marina Vargas. – 1ª ed. – Rio de. Janeiro: Difel, 2018.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Tradução de Raquel Ramalhete. Petrópolis: Vozes, 2014.
KOERNER, Andrei. O Impossível ‘Panóptico Tropical-Escravista’: Práticas Prisionais, Política e Sociedade no Brasil do Século XIX. Revista Brasileira de Ciências Criminais, 35, Ano 9, Julho-Setembro,2001, pp. 211-224.
LOURENÇO, Luiz Claudio. O jogo dos sete erros nas prisões do Brasil: discutindo os pilares de um sistema que não existe. O Público e o Privado, v. 15, n. 30 jul. dez, p. 285-301, 2017
WACQUANT, Loïc. O lugar da prisão na nova administração da pobreza. Novos estudos - CEBRAP, São Paulo, n. 80, p. 9-19, mar. 2008.
 

Programa

1. Metodologia 

Neste nível ao invés de separar as aulas entre língua e cultura, analisamos textos usando os conhecimentos dos semestres anteriores. Aproveitamos vários tipos de materiais e continuamos aumentando o vocabulário com palavras e expressões de alto nível. Realizamos produções de textos escritos e orais de diálogos, narração, descrição. Praticamos a compreensão de materiais audiovisuais e a recriação do seu conteúdo. Participamos de exercícios e jogos que envolvem os alunos individualmente, em pares ou em pequenos grupos. Fazemos debates sobre assuntos decorrentes. 

2. Programa 

1. Análise de "Notícia" de televisão com assuntos variados sobre política, economia, problemas da sociedade em linguagem formal. Criação de "Notícias". 
2. Análise de "Talk show": linguagem informal. Situação: "Entrevista" 
3. Análise de artigos de revista com temas e linguagem complexa 
4. Análise e criação de artigos de revista de entretenimento 
5. Análise e criação da linguagem usada no rádio 
6. Análise da linguagem de um seriado húngaro 
7. Análise de um curta metragem 1. 
8. Análise de "Stand up comedy". 
9. Análise de um curta metragem 2. 
10. Análise de Manuais para montar e consertar objetos. 
11. Situação: "No hospital". Análise de bulas de remédios e vocabulário de doenças e tratamentos. 
13. Situação: "Na natureza". Análise de textos sobre a fauna e flora do planeta, especialmente da Hungria 
14. Canções e jogos infantis com palestrante convidada. 
15. Prova 

3. Bibliografia 

Língua: 
DURST, Péter: Lépésenként magyarul 1.-2-3., Szegedi Tudományegyetem, Szeged, 2004. 
SZITA, Szilvia – PELCZ, Katalin: MagyarOK 1-2, Pécsi Tudományegyetem, Pécs, 2013. 
MARSCHALKÓ, Gabriella: Hungarolingua 1-2, Debreceni Nyári Egyetem, Debrecen, 2012. 
ERDŐS, József – PRILESZKY, Csilla: Halló, itt Magyarország! 1-2, Akadémiai kiadó, Budapest, 2007. 
Cultura: 
RÓNAI, Paulo: Antologia do conto húngaro, Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1998. 
SZABÓ, Ladislao: Hungria 1956. Contexto, São Paulo, 2006. 
MÁRAI, Sándor: As velas ardem até o fim, Dom Quixote, São Paulo, 2001.

Programa

O curso abordará a vida e obra de Ivan Búnin no contexto literário de sua época. A aula será expositiva e contará com a participação dos alunos. As aulas seguirão o seguinte programa:

14.08.21: Búnin e o contexto literário até a Revolução de Outubro e Guerra Civil
21.08.21: Búnin e o contexto literário do exílio
28.08.21: Búnin – Dias Malditos

Ao término do o curso, espera-se que os alunos estejam mais familiarizados com o contexto da literatura russa do exílio e com a obra do escritor Ivan Búnin.

Bibliografia:
Averin, B., Riniker, K., Stepánov, K. (org.) Ivan Búnin Pro et Contra. SPb: Ruskii Khristianskii Gumanitarnyi Institut,
2000.
Bunin, I. Okaiánie Dni. Vospominánia. Statí = Dias malditos. Recordações. Artigos. Moscou: Soviétskie Pisáteli,
1990.
______. Ivan Bunin: Russian Requiem 1885-1920. Marullo, T. G. (trad.). Chicago: Ivan R. Dee, 1993.
______. Ivan Bunin: from the other shore 1920-1933. Marullo, T. G. (trad.). Chicago: Ivan R. Dee, 1995.
______. Cursed days. Marullo, T. G. (trad.). Chicago: Ivan R. Dee, 1998.
______. The liberation of Tolstoi: a tale of two writers. Marullo, T. G. (trad.). Evanston: Northwestern University
Press, 2001.
Búnin, I. O Amor De Mítia. Schnaiderman, B. (trad.). São Paulo: Editora 34, 2016.
_______. O processo do Tenente Ieláguin. Schnaiderman, B. (trad.). São Paulo: Editora 34, 2016.
_______. Contos escolhidos. Vinha, M. (trad.). São Paulo: Amarilys, 2014.
Cavaliere, A. (org.) “A literatura russa da emigração – o caso Búnin.” In: Rus. https://doi.org/10.11606/issn.2317-
4765.rus.2019.164355 . Acesso em: 14.06.2021.
________. (org.) Clássicos do conto russo. São Paulo: Editora 34, 2015.
Doróntchenkov, A. I. Emigrátsia “pérvoi volný”: o natsionál’nikh problémakh i o sud’bé Rossíi = Emigração da
“primeira onda”: sobre os problemas nacionais e sobre o destino da Rússia. São Petersburgo: Dimitri
Bulanin, 2001.
Eikheinbaum, B. “Como é feito ‘O Capote’ de Gógol”. In: Toledo, D. (org.). Teoria da Literatura: formalistas russos.
Porto Alegre: Globo, 1973.
Gomide, B. (org.) Nova Antologia do Conto Russo. São Paulo: Editora 34, 2011.
________. (org.) Antologia do pensamento crítico russo. São Paulo: Editora 34. 2013.
Grin, M. (org.) Ustámi Búninykh = Pelos lábios dos Búnin. Moscou: Póssiev, 2005. V. I-II.
Jakobson, R. “Do realismo artístico”. In: Toledo, D. (org.) Teoria da Literatura: formalistas russos. Porto Alegre:
Globo, 1973.
Khazánov, B. Otetchiéstvo izgnannikh = A pátria dos exilados. In: Znamia, 1999, No. 12. Disponível em:
<http://magazines/russ/ru/znamia/1999/12/hazanov-pr.html&gt;. Acesso em: 12 abr. 2006.
Khodassiévitch, V. Literatura v izgnáni = Literatura no exílio. In: Korostiliov, O.; Mélnikov, N. In: Bibliotéka Ruskói
Krítiki = Biblioteca da Crítica Russa, Moscou: Olimp, 2002. V. I.
Korostiliov, O.; Davis, R. I. Búnin, Nóvie Materiáli = Novos Materiais. Moscou: Ruskii Put’, 2004.
Kuznetsova, G. Gráskii Dnevník = Diário de Grasse. Moscou: Moskovski Rabotchii,1995.
Lotman, Iu. “Osnovníe etápi razvítia rúskogo realízma” = “Etapas básicas do desenvolvimento do Realismo russo.” In: O rússkoi literature. SPb: Iskússtvo-SPB, 1997, p. 530-547.
Ponomariov, E. Rossia, rastvorennaia v vetchnosti = A Rússia, diluída na eternidade. In: Vopróssy literatúry =
Questões de Literatura, n. 1, 2004 Disponível em: <http://magazines.russ.ru/voplit/2004/1/pon6.htm&gt; Acesso
em: 04 out. 2006.
Reis Filho, D. A. As Revoluções Russas e o Socialismo Soviético. São Paulo: Editora da UNESP, 2003.
Riniker, D. “‘Okaiánnie dni’ kak tchást’ tvórtcheskogo naslédia I. A. Búnina” = “‘Dias Malditos’ como parte da
herança artística de I. A. Búnin.” In: Averin, B.; Riniker, K.; Stepánov, K. (org.). Ivan Búnin: Pro et Contra. São
Petersburgo: Ruskii Khristianskii Gumanitarnyi Institut, 2001.
Struve, G. Rúskaia literatura v izgnani = A Literatura Russa no Exílio. Paris/Moscou: YMCA Press/Ruski Put’, 1996.
Tinianov, Iu. Poétika. Istória literatúri. Kino = Poética. História da literatura. Cinema. Moscou: Iskustvo, 1977.
Vássina, E., Vinha, M. “Pelo prisma de violência: percurso pelo universo artístico de Ivan Búnin”. In: Rus, vol. 11,
no. 15. Doi: https://doi.org/10.11606/issn.2317-4765.rus.2020.168012. Acesso em 14 jun 2021.

Programa

Neste 3º curso de língua galega se continuará com a análise dos principais elementos constitutivos do sistema linguístico galego: fonética e prosódia, morfologia, léxico e questões sociolinguísticas. Dado que o galego e o português são muito inteligíveis, o aluno não encontrará dificuldades na aprendizagem da língua e por isso o curso será ministrado integramente em língua galega. Como o nível é intermédio será necessário um conhecimento prévio da língua. Também serão vistos textos galegos literários simples dos três géneros: lírica (poesia galega atual), narrativa (prosa atual juvenil) e teatro (obras curtas). O nome do curso faz referência às diferentes competências da língua:
- expressão oral: resolver situações e tarefas como intervenções simples de carácter social;
- compreensão escrita: compreensão, interpretação e identificação de informação e instruções simples relacionadas com situações habituais e previsíveis encontradas em textos;
- compreensão oral: compreensão de expressões e vocabulário sobre temas de interesse pessoal.
- expressão escrita (expressar opiniões, sentimentos, desejos e preferencias; fazer sugestões, convites e dar instruções mínimas, saudar, se apresentar, agradecer e pedir desculpas);
- dimensão intercultural e sociolinguística (serão abordados diferentes temas sobre a cultura galega como a mitologia, as tradições, os símbolos, os principais autores, a relação Galícia-Brasil).

O professor fornecerá ao aluno muitas ferramentas virtuais para que a aprendizagem possa se tornar autónoma e para que o aluno use os recursos on-line para o estudo e a revisão dos conteúdos. Ao longo do curso será entregado muito material procedente de revistas e jornais culturais galegos.

Os conteúdos gramaticais incluem: o grupo nominal, os pronomes, a colocação dos pronomes átonos, os acentos, os principais tempos verbais (presente, copretérito, imperativo...) e perífrases verbais.

Cada sessão estará dividida em 2 partes: 1 hora teórica (por exemplo as regras da colocação dos pronomes átonos...) e outra hora prática (estudo da colocação dos pronomes em um texto ou a criação de frases por parte dos próprios alunos). As aulas são participativas e obrigam ao aluno a intervir ativamente.

Língua e cultura galegas II: falar, ler, entender escrever e saber.

As seguintes referências bibliográficas incluem os textos que o professor fará chegar aos alunos virtualmente. De cada obra serão selecionados os fragmentos mais pertinentes e nunca a obra inteira.

Recursos didáticos
Livro de texto didático
Chamorro, Margarita; da Silva, Ivonete; Núñez, Xaquín, 2008. Aula de Galego 3. Xunta de Galicia.
https://www.lingua.gal/c/document_library/get_file?file_path=/portal-li…

Gramáticas e manuais de estilo
———— 2003. Normas ortográficas e morfolóxicas do idioma galego. Real Academia Galega.
Freixeiro Mato, Xosé Ramón. 2013. Estilística da lingua galega. Xerais.
López Viñas, Xoán; Lourenço Módia, Cilha; Moreda Leirado, Marisa. 2011. Gramática práctica da lingua galega. Baía Edicións.

Livros de leitura
Arias, Xela. 2018. Poesía reunida (1982 – 2004). Xerais.
Losada, Juan Carlos. 2008. Game Over. Xerais.
Prado, Tucho; Prado, Miguelanxo. 2007. O xabaril branco. Biblos Clube De Lectores
Tabuyo Romero, Domingo M. 1998. Balsaín blues. Espiral Maior.

Quadrinhos
Alves, Abel; Tolj, Esteban. 2018. A tumba de Breogán. Demo.

Ensaios sobre cultura
Barreiro Fernandez, Xosé Ramón. 2007. Os símbolos de Galicia. Consello Cultura Galega.
Cuba, Xohán R.; Reigosa, Antonio; Miranda, Xosé. 2007. Dicionario dos seres míticos galegos. Xerais.
Mariño Paz, Ramón. 1998. Historia da lingua galega. Sotelo Blanco Edicións
Reigosa, Antonio. 2015. Galicia Encantada: O país das mil e unha fantasías. Xerais.

Programa

Mais de um século depois de sua publicação, o Ulysses de James Joyce tem sido o objeto de discussões em
diversos campos: da linguística à literatura comparada; da historiografia aos estudos de geografia irlandesa; da
filosofia espinozana à comunicação. Mas um aspecto que pouco se discute no âmbito joyceano é o da Educação.
Embora Joyce em si tenha falado muito sobre sua vida como aluno em Stephen Hero e em Portrait of the Artist as a
Young Man, é em Ulysses que o autor parece descrever algumas de suas frustrações como professor de idiomas.
Este curso pretende traçar alguns elementos da história acadêmica de Joyce: desde seu interesse por literatura já
no Belvedere College até as aulas particulares e na Berlitz School. E com o contexto histórico posto na mesa,
olhamos para as teorias de tempo, narrativa, representação e didática para observar como Joyce falava sobre a
atividade professoral.


Aula 1-2: Retrato de um Estudante
Com base na biografia de Richard Ellmann e de Joyce the Student de John Kelly, vamos trabalhar a vida de Joyce
no ambiente escolar.


Aula 3-4: Nestor
Vamos estabelecer nestas aulas algumas das bases teóricas do campo da Educação para que possamos fazer
uma leitura crítica de Ulysses. Para isso, vamos nos concentrar nos textos de Rodolfo Bohoslavsky e Jacques
Rancière.


Aula 5-6: Revém ao Ensino
Nas conclusões do curso, pretendemos explorar a dimensão representativa em Ulysses, cruzando o cânone de
estudos literários sobre Joyce com esses novos conceitos educacionais, para daí compreendermos como o autor se
via.


Bibliografia
ARENDT, Hannah. Entre o passado e o futuro. São Paulo: Perspectiva. 2019.
BOHOSLAVSKY, R. H. “A psicopatologia do vínculo professor aluno: o professor como agente socializante.” In:
PATTO, M. H. S. Introdução à Psicologia Escolar. São Paulo: T. A. Queiroz, 1981, p. 320 – 341.
BUENO, Belmira Oliveira; SOUSA, Cynthia Pereira de; CATANI, Denice Barbara e SOUZA, Maria Cecilia C.C. de.
Docência, memória e gênero: estudos alternativos sobre a formação de professores. Psicol. USP [online]. 1993,
vol.4, n.1-2, pp. 299-318. ISSN 1678-5177.
CONLEY, Tim. The Varieties of Joycean Experience. Nova Iorque: Anthem Press. 2020.
ELLMANN, Richard. James Joyce. Oxford University Press. 1982.
HOOKS, bell. Ensinando a transgredir: A educação como prática da liberdade. 2017.
KELLY, John. Joyce the Student: University College, Dublin 1898 - 1902. Gleoiteog Press. ASIN: B098TF5312.
2021.
KIBERD, Declan. Ulysses and Us. Londres: Faber and Faber Ltd. 2009.
NÓVOA, Antonio. “O passado e o presente dos professores”. In: NÓVOA, Antonio. (org.) Profissão Professor.
Lisboa: Porto Editora, 1992,
RANCIÈRE, Jacques. Políticas da escrita. São Paulo: Editora 34. 1995.
RICOEUR, Paul. Tempo e Narrativa, volume 2: A configuração do tempo na narrativa de ficção. São Paulo: WMF
Martins Fontes. 2019.
SWITAJ, Elizabeth. James Joyce’s teaching life and methods: Language and Pedagogy in A Portrait of the Artist as
a Young Man, Ulysses, and Finnegans Wake. Palgrave Macmillan. 2016.

Programa

AULA 1 (04/10/2023): História e Consciência de Classe - apresentação da obra e do autor
2.1 Breve biografia de Georg Lukács;
2.2 Aspectos globais da obra de Lukács;
2.3 Apresentação das discussões de História e consciência de classe: categoria da totalidade, divisão intelectual do trabalho, marxismo ortodoxo,
crítica à dialética da natureza, retomada de Hegel, reificação.

AULA 2 (05/10/2023): Marxismo e Filosofia - apresentação da obra e do autor
3.1 Breve biografia de Karl Korsch;
3.2 Aspectos globais da obra de Korsch;
3.3 Apresentação das discussões de Marxismo e Filosofia: crítica à dialética da natureza, retomada de Hegel, historicização do marxismo,
relação do marxismo e sociedade, marxismo e ciência, divisão intelectual do trabalho.

AULA 3 (06/10/2023): Semelhanças e diferenças entre Korsch e Lukács: 100 anos depois
4.1 Semelhanças e diferenças nas obras História e Consciência de Classe e Marxismo e Filosofia;
4.2 Autocrítica e anticrítica: destino das obras;
4.3 A importância de reler e discutir tais obras em seu centenário de publicação.

BIBLIOGRAFIA

ANDERSON, Perry. Considerações sobre o marxismo ocidental. Porto: Afrontamento, 1976.
ENGELS, Friedrich. Anti-Dühring. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
GOLDMANN, Lucien. Ciências humanas e filosofia. São Paulo: DIFEL, 1980.
KAUTSKY, Karl. As Três Fontes do Marxismo. São Paulo: Centauro, 2002.
KELLNER, Douglas. El Marxismo Revolucionário de Karl Korsch. México: Premia, 1981.
KORSCH, Karl. Lucha de Clases y Derecho del Trabajo. Barcelona: Ariel, 1980.
KORSCH, Karl. Marxismo e filosofia. Porto: Afrontamento, 1977.
KORSCH, Karl. Que Es La Socializacion? Um Programa de Socialismo Practico. México: PyP, 1973.
LÊNIN, Vladimir. As Três Fontes e as Três Partes Constitutivas do Marxismo. São Paulo: Global, 1985.
LÖWY, Michael. Para uma sociologia dos intelectuais revolucionários. São Paulo: Lech, 1979.
LUKÁCS, Georg. História e consciência de classe. São Paulo: Martins Fontes, 2012.
LUKÁCS, Georg. Meu caminho para Marx. In: LUKÁCS, Georg. Socialismo e democratização: escritos políticos (1956-1971). Rio de Janeiro:
Editora UFRJ, 2008.
LUKÁCS, Georg. Pensamento Vivido: autobiografia em diálogo. São Paulo: Instituto Lukács, 2017.
MAIA, Lucas. Marxismo e Proletariado em “História e Consciência de Classe”, de Georg Lukács. Sociologia em Rede, v. 5, nº 5, p. 82-113,
2015.
MARX, Karl. Contribuição à crítica da economia política. São Paulo: Expressão Popular, 2008.
MARX, Karl. Miséria da Filosofia. São Paulo: Centauro, 2001.

Programa

1a aula
Apresentação do Curso e da respectiva dinâmica. Significado de Projeto e utilização.
Preparac
̧ão para a escolha do Projeto a ser desenvolvido por cada um.

2a aula
Escolha do Projeto para Aplicac
̧ão Prática. Elementos Componentes de um Projeto.
Matriz Básica.
Sessão de dúvidas

3a aula
Desenvolvimento do Projeto e respectivas continge
̂ncias I

4a aula
Desenvolvimento do Projeto e respectivas continge
̂ncias II
Sessão de dúvidas

5a aula
Noc
̧ões Básicas sobre as Principais Escolas e Teorias de Administração.
(Obtenc
̧ão de Cultura Geral sobre o assunto de forma a poder aplicá-la).
Conclusão das Definic
̧ões do Projeto e finalização do Plano Inicial de Ação.

6a aula
Intersecc
̧ão entre o Projeto e Orçamento.
Sessão de dúvidas

7a aula
Noc
̧ão de Orçamento.
Elementos Primordiais.

8a aula
Dina
̂mica de Orçamento.
Tipos e Possibilidades.
Sessão de dúvidas

9a aula
Aplicaç
ão do Orçamento no Projeto escolhido.

10a aula
Finalizaç
ão do Plano de Ação Definitivo com Orçamento incluso.
Sessão de dúvidas

11 a aula
Dinâ
mica de perguntas e respostas, temporizadas - verificação de conceitos para ajustes e saber sistêmico.
Sessão de dúvidas

12a aula
INSTÂNCIAS;
ANÁLISE DE DECISÃO


Trabalho final:
Disserta
ção sobre: Projeto individual realizado durante o curso integrado ao Orçamento real do aluno

BIBLIOGRAFIA

Odiorne, George S. Administração: Análise dos erros administrativos / George S. Odiorne Ed. Interciência

Claude S. George Jr. História do pensamento administrativo Ed. Cultrix

Doerr, John. Avalie o que importa: como o Google, Bono Vox e a Fundação Gates sacudiram o mundo com os OKRs Ed. Alta Books

Bio, Sérgio Rodrigues. Sistemas de informação. Um enfoque gerencial Ed Atlas

Maximiniano, Antonio Cesar Amaru. Introdução à Administração Ed. Atlas

Kanri, Hoshin. Gerenciamento pelas diretrizes. O que todo membro da alta administração precisa saber para vencer os desafios do novo milênio Falconi Editora

Programa

Detalhamento:

Cada um dos oito encontros terá como foco uma língua, abrangendo informações sobre sua origem, sistema de escrita, características fonéticas, morfossintáticas, histórico-geográficas e aspectos culturais dos territórios em que a língua é falada. Os participantes terão oportunidade de ouvir e ler documentos autênticos das línguas focalizadas.

Serão tratadas nos encontros as seguintes línguas:
1. Grego
2. Coreano
3. Hebraico
4. Chinês
5. Armênio
6. Russo
7. Japonês
8. Árabe

 

Bibliografia:

ALLOUACHE F., BLONDEAU N., POTOLIA, A., TAOURIT, R. « Autobiographies langagières : arrimages existentiels, transmissions, élaborations identitaires », Revue Agencements, éditions du commun, 2022, pp.146-178.
BILLIEZ, Jacqueline (org.). De la didactique des langues à la didactique du plurilinguisme. Hommage à Louise Dabène. Grenoble: CDL/LIDILEM, 1998.
CANDELIER, Michel. Janua Linguarum – la porte des langues – L’introduction de l’éveil aux langues dans le curriculum. Strasbourg: Centre Européen pour les langues vivantes/Conseil de l’Europe. 2003c. Disponível em: http://archive.ecml.at/documents/pub121f2003candelier.pdf.
COSTE, D., MOORE, D., & ZARATE, G. (2009[1997]). Compétence plurilingue et pluriculturelle. Vers un Cadre Européen Commun de référence pour l’enseignement et l’apprentissage des langues vivantes. Strasbourg: Éditions du Conseil de l’Europe. https://rm.coe.int/168069d29c
FISCHER, Steven Roger (2009). História da Escrita. São Paulo: UNESP.
JEAN, Georges (2002). A Escrita: Memória dos Homens. Rio de Janeiro: Objetiva.
OLIVEIRA, G. M. de. (2009) Plurilinguismo no Brasil – repressão e resistência linguística. Synergies Brésil, 7, 19-26. http://gerflint.fr/Base/Bresil7/gilvan.pdf
SARSUR, É. & MIRANDA DE PAULO, L. (2022). “Florescer da consciência plurilíngue”: A intercompreensão na formação do estudante de Letras. In: Daher, C.H.; Rocha da Cunha, K.M. (Orgs.). Revista X, 17(2). ISSN: 1980-0614, 483-516 https://revistas.ufpr.br/revistax/article/view/83774/46677

Programa

Seminar session 1: Historic context of the South African city and post-apartheid spatial challenges A brief origin of the making of the apartheid city will be provided to set the scene for understanding the post-apartheid spatial development challenges. The apartheid city model and the post- apartheid city models will be discussed in-depth within the context of spatial planning and urban policy such as the urban renewal programme, transformation of the black townships, among others.
 
Seminar session 2: Spatial and social complexities The spatial realities of post-apartheid urban South Africa manifest in many ways, mostly reinforcing the segregation instilled during apartheid, but this time based on class. In this session we will on the one hand look at the ways in which the SA city has been reshaped through resegregation processes such as gated developments creative enclaves for the rich and on the other hand we will look at the manifested social disorder and protest outcomes in the less developed parts of SA cities. Here, the outcomes and reasons of the spate of urban unrest taking place in selected urban areas of post-apartheid SA will be discussed to understand how these actions viewed within the context of broader housing development and urban restructuring
 
Seminar session 3: Outside the metropolis: A focus on secondary cities and small town Intergovernmental relations have become more prescriptive and the small scale of small towns and cities has often led to them being unable to secure enough funds compared to larger towns and cities. Nonetheless, small towns and rural places are not given a high priority on the policy agendas of governments in the developing world, despite these centres facing profound development challenges, including issues of rural decline, immigration, economic collapse and the lack of adequate technical and financial resources (Nel, 2005). In addition, functionally, intermediate / secondary cities (and to a lesser extent small towns) play an important role in managing urbanisation, contribute to international competitiveness, are important for the country at a national scale and perform significant regional services and social roles. Yet, despite these important roles, most of them appear to be locked into growth pathways that will be extremely difficult to break. In this session we will look at how small towns and secondary cities are performing in terms of socio-spatial transformation and their role in the broader context of national urbanization.
 
Seminar session 4: Is there such a thing as a post-apartheid city? If a paradox is defined as a self contradictory or false preposition, then understanding the making and moulding of the post apartheid city can best be defined as a paradox. The contemporary South African city and the myriad policies that advocate for spatial and social integration is a context that is difficult to understand because it contains two opposite facts and characteristics. In the last session we will argue that by overlooking the legacy of urban apartheid and the reorganization of urban spaces in a democratic society, current planning for integration has all but been contradictory.
 
(Bibliography)
 
Session 1:
Donaldson, R; du Plessis, D; Spocter, M & R. Massey. 2013. The South African area-based urban renewal programme: experiences from Cape Town, Jnl of Housing and the Built Environment.
Donaldson, R & Van der Merwe, I.J. 2000. Urban restructuring outcomes during transition: a model for South African urban development in the 21st century? Africa Insight 46-57.
Du Plessis, Danie. 2013. A critical reflection on urban spatial planning practices and outcomes in post-apartheid South Africa. Urban Forum, 25, 10.1007/s12132-013-9201-5.
Jürgens, U & Donaldson, R. 2012. A Review of literature on transformation processes in South African townships. Urban Forum. 23. 10.1007/s12132-012-9149-x.
Harrison, P & Todes, A. 2015. Spatial transformations in a “loosening state”: South Africa in a comparative perspective. Geoforum. 61. 10.1016/j.geoforum.2015.03.003.
Kovacic, Z. 2018. Governing informality through representation: Examples from slum policies in Brazil and South Africa. Cities. https://doi.org/10.1016/j.cities.2018.07.009
 
Session 2:
Alexander, P. 2010. Rebellion of the poor: South Africa's service delivery protests – a preliminary analysis, Review of African Political Economy, 37:123, 25-40, DOI: 10.1080/03056241003637870
CDS, 2008. The Cauldron of Local Protests: Reasons, Impacts and Lessons Learned. (only pages 1-14)
Ferreira, V. and Visser, G., 2015: A spatial analysis of gating in Bloemfontein, South Africa. Bulletin of Geography: Socio- Economic Series, 28, 37-51.
Landman, K. 2004: Gated communities in South Africa: the challenge for spatial planning and land use. Town and Regional Planning (75(2), 151-172.
Lemanski, C., 2004: A new apartheid? The spatial implications of fear of crime in Cape Town, South Africa. Environment and Urbanization, 16(1), 101-111
Spocter, M., 2012: Gated developments: International experiences and the South African context, Acta Academica, 44 (1), 1 – 27.
Spocter, M., 2013: Rural gated developments as a contributor to post-productivism in the Western Cape, South African Geographical Journal, 95 (2), 165-186.
Turok, I. 2016. South African cities becoming ungovernable again? State of the Nation 2016, Chapter: 9, Publisher: HSRC Press, Editors: Plaatjies, D, pp.220-237
 
Session 3:
Donaldson, R; Marais, L. & E Nel. 2019. Secondary cities in South Africa. In Massey, R & A Gunter (eds.) Urban geography in South Africa: perspectives and theory. Springer.
Donaldson, R. 2018. Small town tourism in South Africa. The urban book series, Springer. Amsterdam. (only last chapter)
Marais, L; Nel, E & Donaldson, R. 2016. The role of secondary cities in South Africa’s development. In Marais, L; Nel, E & Donaldson, R. (eds) Secondary cities and development. Routledge: London. (pp 159-178) SA Cities Network. 2014. Outside the core. Towards and understanding of intermediate cities in SA.
 
Session 4:
Donaldson, R. 2006. Mass rapid rail development in South Africa’s metropolitan core: towards a new urban form? Land Use Policy, 23: 344-352.
Du Plessis DJ & I. Boonzaaier. 2015. The evolving spatial structure of South African cities: A reflection on the influence of spatial planning policies. International Planning Studies, 20 (1-2): 87-111.
Freund, B. 2010. Is there such a thing as a post-apartheid city? Urban Forum, 21,283–298
Geyer, H.S. and Mohammed, F., 2016: Hypersegregation and class-based segregation processes in Cape Town. Urban Forum 27. Hamann, C & A. C. Horn, 2015. Continuity or discontinuity? Evaluating the changing socio-spatial structure of the City of Tshwane, South Africa. Urban Forum, 26: 39–57.
Harrison, P & Todes, A. 2015. Spatial transformations in a “loosening state”: South Africa in a comparative perspective.
Geoforum. 61. 10.1016/j.geoforum.2015.03.003. Kovacic, Z. 2018. Governing informality through representation: Examples from slum policies in Brazil and South Africa. Cities. https://doi.org/10.1016/j.cities.2018.07.009