Programa
PROGRAMA
1ª aula: Desafios comparativos. A China e o Brasil no entreséculos: crises monárquicas. Data: 2/2/2021
Breve exposição do conteúdo programático: apresentação do programa; fundamentação teórica; e exposição da situação contextual do Brasil e da China entre 1888-1948.
2ª aula: A problemática do republicanismo. Data: 9/2/2021
Breve exposição do conteúdo programático: aula voltada a explorar os entedimento e os usos das ideias liberais sobre a organização da república, tangendo temáticas como constitucionalismo e federaislimo, nos contextos chinês e brasileiro.
Leitura comum
ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA. A Constituição dos Estados Unidos. In: MORRIS, Richard B. Documentos básicos da História dos Estados Unidos. São Paulo: Fundo de Cultura, 1964, p. 68-89.
Leituras específicas
Brasil
SANTOS, Wanderley Guilherme dos. Regresso: máscara institucionais do liberalismo oligárquico. Rio de Janeiro: Opera Nostra, 1994, p. 1-74.
China
KRONCKE, Jedidiah. An Early Tragedy of Comparative Constitutionalism: Frank Goodnow and the Chinese Republic. Washington International Law Journal 21, n. 3, 2012, p. 535-590.
3ª aula: A saída autoritária. Data: 23/2/2021
Breve exposição do conteúdo programático: aula voltada a explorar a recepção das ideias autoritárias no Brasil e na China e a organizaçaõ de movimentos corporativas nessas realidades.
Leitura comum
ARENDT, Hannah. Origens do Totalitarismo: anti-semitismo, imperialismo, totalitarismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1989 [1951], p. 439-511.
Leituras específicas
Brasil
FAUSTO, Boris. O pensamento nacionalista autoritário. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
China
EASTMAN, Lloyd. Fascism in Kuomintang China: The Blue Shirts. The China Quarterly 49, 1972, p. 1-31.
4ª aula: As ideias de esquerda. Data: 2/3/2021
Breve exposição do conteúdo programático: aula voltada a explorar a difusão das ideias de socialistas por meio da Internacional Comunsita na China e no Brasil
Leitura comum
ENGELS, Friedrich; MARX, Karl. Manifesto Comunista. São Paulo: Boitempo, 2010 [1848].
Leituras específicas
Brasil
SECCO, Lincoln. A Batalha dos Livros: formação da Esquerda no Brasil. Cotia: Ateliê, 2017, p. 51-101.
China
SUN Yat-sen. The three principles of the people = San min chu i. Vancouver: Soul Care Publishing, 2011.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ARENDT, Hannah. Origens do Totalitarismo: anti-semitismo, imperialismo, totalitarismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
BARY, William Theodore de: The Liberal Tradition in China. Hong Kong: Chinese University of Hong Kong Press, 1983.
BASTID, Marianne. The Japanese-Induced German Connection of Modern Chinese Ideas of the State: Liang Qichao and the Guojia lun of J. K. Bluntschli. In: The Role of Japan in Liang Qichao’s Introduction of Modern Western Civilization to China, Ed. Fogel, p. 105-124.
BEIRED, José Luis Bendicho. Sob o signo da nova ordem: intelectuais autoritários no Brasil e na Argentina (1914-1945). São Paulo: Loyola, 1999.
BLITSTEIN, Pablo. El concepto de “partido politico” y los mandarines chinos en el exilio: concepto y experiencia entre China y las Américas (fines del siglo XIX-principios del XX). In: Araucaria. Revista Iberoamericana de Filosofía, Política, Humanidades y Relaciones Internacionales 20, nº 40 (2018), pp. 159-184.
CARONE, Edgard. O Marxismo no Brasil. Rio de Janeiro: Dois Pontos, 1986.
CARVALHO, José Murilo de. Forças armadas e política no Brasil. São Paulo: Todavia, 2019.
CLINTON, Maggie. Revolutionary Nativism: Fascism and Culture in China, 1925-1937. Durham: Duke University Press, 2017.
COCO, Orazio. The Penetration of Italian Fascism in Nationalist China: Political Influence and Economic Legacy. The International History Review, 2020, p. 1-17. Disponível em: http://10.1080/07075332.2020.1754273. Acesso em: 04 out. 2020.
DEAECTO, Marisa Midori; MOLLIER, Jean-Yves (org.). Edição e Revolução. Cotia; Belo Horizonte: Ateliê Editorial; UFMG, 2013.
DEAECTO, Marisa Midori; SECCO, Lincoln (org.). Leituras marxistas e outros estudos. São Paulo: Xamã, 2004, p. 17-74.
DIRLIK, Arif. Anarchism in the Chinese Revolution. Berkeley: Univ. of California Press, 1991.
DIRLIK, Arif. Marxism in the Chinese Revolution. Lanham: Rowman & Littlefield, 2006.
DIRLIK, Arif. Revolution and History. The Origins of Marxist Historiography in China, 1919-1937. Berkeley et al.: University of California Press, 1989.
FAUSTO, Boris. O pensamento nacionalista autoritário. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
FUNG, Edmund S. K. The Intellectual Foundations of Chinese Modernity: Cultural and Political Thought in the Republican Era. Cambridge: Cambridge University Press, 2010.
GASSTER, Michael. Chinese Intellectuals and the Revolution of 1911: The Birth of Modern Chinese Radicalism. Seattle, London: University of Washington Press, 1969.
GOLDMANN, Merle; LEE, Ou-fan. An Intellectual History of Modern China. Cambridge: Cambridge University Press, 2002.
KIRBY, William. Images and Realities of Chinese Fascism. In: LARSEN, Stein, Fascism Outside Europe: The European Impulse Against Domestic Conditions in the Diffusion of Global Fascism. New York: Columbia University Press, 2001, p. 233-268.
KONDER, Leandro. A Derrota da Dialética: a recepção das ideias de Marx no Brasil, até o começo dos anos trinta. Rio de Janeiro: Campus, 1988.
KWAK, Jun-Hyeok; JENCO, Leigh. Republicanism in Northeast Asia. Londres: Routledge, 2017.
LACERDA, Felipe Castilho de. Octávio Brandão e as matrizes intelectuais do marxismo no Brasil. Cotia: Ateliê, 2019.
LAMOUNIER, Bolivar. Formação de um pensamento político autoritário na Primeira República. Uma interpretação. In: FAUSTO, Boris (org.). História Geral da Civilização Brasileira: O Brasil Republicano. Sociedade e Instituições (1889-1930). Rio de Janeiro: Berthand Brasil, 2004, p. 345-374.
LINS, Ivan. História do Positivismo no Brasil. 2. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1967.
LOWY, Michael. Le Marxisme en Amérique Latine de 1909 à nos jours: anthologie. Paris: Maspero, 1980.
MADEIROS, Jarbas. Ideologia autoritária no Brasil, 1930-1945. Rio de Janeiro: FGV, 1978.
MARCHAL, Kai; SHAW, Carl K. Y. Carl Schmitt and Leo Strauss in the Chinese-Speaking World: Reorienting the Political. Lanham: Lexington Books, 2007
MOTA, Carlos Guilherme. Ideologia da cultura brasileira (1933-1974). 4. ed. São Paulo: Editora 34, 2014.
PAIM, Antonio. História do Liberalismo Brasileiro. 2. ed. São Paulo: LVM Editora, 2018.
PRADO, Eduardo. A ilusão americana. Brasília: Senado Federal, 2003 [1895].
PUGACH, Noel. Embarassed Monarchist: Frank J. Goodnow and Constitutional Development in China, 1913–1915. Pacific Historical Review 42, n. 4, 1973, p. 499-517.
RAMOS, Alexandre Pinheiro. Intelectuais, livros e política: Schmidt Editor e José Olympio Editora na divulgação do Integralismo. Topoi, Rio de Janeiro, v. 16, n. 31, p. 641-666, jul./dez. 2015.
SANTOS, Wanderley Guilherme dos. Regresso:máscara institucionais do liberalismo oligárquico. Rio de Janeiro: Opera Nostra, 1994.
SCHWARZ, Roberto Ao vencedor as batatas. 3. ed. São Paulo: Duas Cidades, 1988.
SECCO, Lincoln. A Batalha dos Livros: formação da Esquerda no Brasil. Cotia: Ateliê, 2017.
SCHARTZMAN, Simon. Bases do autoritarismo brasileiro. Rio de Janeiro: Campus, 1988.
TRESCOTT, Paul B. Jingji Xue: The History of the Introduction of Western Economic Ideas into China, 1850-1950. Hong Kong: Chinese University Press, 2007.
WAGNER, Rudolf G. The Free Flow of Communication between High and Low: The Shenbao as Platform for Yangwu Discussions on Political Reform 1872-1895. T’oung Pao 104, n. 1-2, 2018, p. 116-188.
WANG Xiaoling. Jean-Jacques Rousseau en Chine: de 1871 à nos jours. Montmorency: Société internationale des amis du Musée Jean-Jacques Rousseau, [2010].
WILL, Pierre-Étienne; DELMAS-MARTY, Mireille. La Chine et la Démocratie. Paris: Fayard, 2007.
XIONG Yuezhi. “Liberty”, “Democracy”, “President”: The Translation and Usage of Some Political Terms in Late Qing China. In: New Terms for New Ideas: Western Knowledge and Lexical Change in Late Imperial China. Eds. Michael Lackner, Iwo Amelung e Joachim Kurtz, 69-89. Leiden: Brill, 2001.
XIONG Yuezhi. Difficulties in Comprehension and Differences in Expression: Interpreting American Democracy in the Late Qing. Late Imperial China 23, n. 1, 2002, p. 1-27.
ZHAO, Xuduo. Democracy, Enlightenment, and Revolution: Cantonese Marxists and Chinese Social Democracy, 1920–1922. Modern China, 2020, p. 1-30. Disponível em: http://10.1177/0097700420954771. Acesso em: 04 out. 2020.
Programa
JUSTIFICATIVA:
O curso pretende contribuir para a difusão do estudo de narrativas da obra As mil e uma noites, buscando apresentar um recorte de diferentes adaptações literárias direcionadas ao público infantil e juvenil, contextualizando-as histórica e culturalmente, apontando as especificidades de cada adaptação, evidenciando também as relações entre o texto verbal e as ilustrações presentes nessas obras e elencando possibilidades de abordagem dessas narrativas na educação básica, em consonância com a nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a fim de que o leitor e/ou mediador de leitura conheça a estrutura de diferentes adaptações de As mil e uma noites e, com isso, apreenda melhor o sentido de cada uma das adaptações.
OBJETIVO:
Apresentar um panorama de adaptações literárias da obra As mil e uma noites direcionadas ao público infantil e juvenil, realizadas por Tatiana Belinky, Katia Canton, Alaíde Lisboa, Ludmila Zeman (tradução de Ana Maria Machado), Julieta de Godoy Ladeira, Patativa do Assaré, Fábio Sombra, Carlos Heitor Cony, Tahir Shah (tradução de Pedro Ribeiro), fornecendo subsídios teóricos e críticos para maior compreensão dessas adaptações literárias.
CARGA HORÁRIA: 12 horas, sendo 8 horas de aulas ao longo do curso e 4 horas acrescidas em razão das leituras dos materiais que serão abordados nas aulas.
AULA 1:
Sucinta problematização do conceito de adaptação e síntese de diferentes traduções de As mil e uma noites (anônimo). Panorama da literatura infantil e juvenil no Brasil.
AULA 2:
Autores abordados: Alaíde Lisboa, Ludmila Zeman (tradução de Ana Maria Machado) e Carlos Heitor Cony.
AULA 3:
Autores abordados: Tatiana Belinky, Katia Canton e Patativa do Assaré.
AULA 4:
Autores abordados: Julieta de Godoy Ladeira, Fábio Sombra e Tahir Shah (tradução de Pedro Ribeiro).
BIBLIOGRAFIA:
ADICHE, Chimamanda Ngozi. O perigo de uma historia única. Trad. Júlia Romeu. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
ANÔNIMO. Livro das mil e uma noites. Trad. Mamede Mustafa Jarouche. São Paulo: Biblioteca Azul, 4 volumes, 2005.
ASSARÉ, Patativa do. Historia de Aladim e a lâmpada maravilhosa. Ilustração de Fernando de Almeida. São Paulo: Hedra, 2011.
BABO, Carolina Chamizo Henrique. Era uma vez... outra vez: a reinvenção dos contos de fadas. Curitiba: Appris, 2016.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: Ministério de Educação e Cultura, 2018.
BELINKY, Tatiana. Aladim e a lâmpada maravilhosa. Ilustração de Franz Richter. São Paulo: Melhoramentos, 2012.
_______. Ali Babá e os quarenta ladrões Ilustração de Franz Richter. São Paulo: Melhoramentos, 2012.
______. Simbad, o marujo. Ilustração de Franz Richter. São Paulo: Melhoramentos, 2012.
BENJAMIN, Walter. O narrador: considerações sobre a obra de Nikolai Leskov. In: Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. Trad. Paulo Sérgio Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 1994.
________. Reflexões sobre a criança, o brinquedo e a educação. Trad. Marcus Vinicius Mazzari. São Paulo: Duas Cidades/Editora 34, 2002.
BORGES, Jorge Luís. Historia da eternidade. Trad. Heloísa Jahn. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
BUORO, Anamelia Bueno. Olhos que pintam. A leitura da imagem e o ensino da arte. São Paulo: Educ/Fapesp/Cortez, 2002.
CALVINO, Italo. Mundo escrito e mundo não escrito: artigos, conferências e entrevistas. Trad. Maurício Santana Dias. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
CANTON, Katia. Mil e uma noites à luz do dia: Sherazade conta historias árabes. Ilustração de Beatriz Milhares. São Paulo: DCL, 2010.
COELHO, Nelly Novaes. A literatura infantil: história, teoria, análise. São Paulo: Quíron, 1987.
_________. O conto de fadas: símbolos, mitos e arquétipos. São Paulo: DCL, 2003.
_________. Panorama histórico da literatura infantil: das origens indo-europeias ao Brasil contemporâneo. Barueri: Manole, 2010.
CONY, Carlos Heitor. As melhores historias das mil e uma noites. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001.
EAGLETON, Terry. Como ler literatura. Trad. Denise Bottman. Porto Alegre: LP&M, 2017.
HUECK, Karin. O lado sombrio dos contos de fadas. São Paulo: Abril, 2016.
LACERDA, Nilma; RENNHACK, Ana; FARIAS, Fabíola. Temas polêmicos na literatura: a necessária presença na escola. Campinas, julho de 2018. Mesa-redonda realizada no Congresso de Leitura do Brasil.
LADEIRA, Julieta de Godoy. As mil e uma noites. São Paulo: Scipione, 1996.
LEWIS, Bernard. O Oriente Médio: do advento do Cristianismo aos dias de hoje. Trad. Ruy Jungmann. Rio de Janeiro: Zahar, 1996.
LLOSA, Mário Vargas. La verdad de las mentiras y La literatura y la vida. In: La verdade de las mentiras. Buenos Aires: Alfaguara, 2009.
MEREGE, Ana Lúcia. Os contos de fadas: origens, historia e permanência no mundo moderno. São Paulo: Claridade, 2010.
OLIVEIRA, Alaíde Lisboa. Simbad, o marujo. Ilustração de ngelo Abu. São Paulo: Peirópolis, 2014.
OLIVEIRA, Maria Rosa Duarte; PALO, Maria José. Literatura Infantil: Voz de criança. 4. ed. São Paulo: Ática, 2006.
PROPP, Vladimir. Morfologia do conto. Trad. Jasna Paravich Sarhan. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1984.
_______. As raízes históricas do conto maravilhoso. Trad. Rosemary Costhek Abílio e Paulo Bezerra. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
RAMOS, Graça. A imagem nos livros infantis: caminhos para ler o texto visual. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013.
SAID, Edward W. Orientalismo: o Oriente como uma invenção do Ocidente. Trad. Rosaura Eichenberg. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
SANTAELLA, Lucia. Leitura de imagens. São Paulo: Melhoramentos, 2012.
SHAH, Tahir. Nas noites árabes: uma caravana de historias. Trad. Pedro Ribeiro. Rio de Janeiro: Roça Nova Editora, 2009.
SILVA, Márcia Cabral da. Infância e literatura. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2010.
SOMBRA, Fábio. Sertão das arábias. Ilustração de Fábio Sombra. São Paulo: Escarlate, 2016.
TODOROV, Tzvetan. As estruturas narrativas. Trad. Leyla Perrone-Moisés. São Paulo: Perspectiva, 1970.
WOOD, James. A coisa mais próxima da vida. Trad. Célia Euvaldo. São Paulo: SESI-SP Editora, 2017.
ZEMAN, Ludmila. Simbad. Trad. Ana Maria Machado. Ilustração de Ludmila Zeman. Porto Alegre: Projeto, 2000.
Programa
Aula 1 – Introdução das atividades; história do mangá: de emakimono a atualidade (teoria I); como desenhar
personagens de mangá – cabeça; expressões faciais (prático I).
Aula 2 – como desenhar personagens de mangá – cabeça; expressões faciais (prático II).
Aula 3 – Mangá e a cultura pop japonesa (teoria II); como desenhar personagens de mangá – corpo:
frontal, perfil, 3/4 (prático III).
Aula 4 – como desenhar personagens de mangá – corpo: escorço e movimentos (prático IV).
Aula 5 – Mercado de mangá; Mangá X animê (teoria III); como desenhar personagens de mangá –
corpo: escorço e movimentos e cenas (prático V).
Aula 6 – como desenhar personagens de mangá – criação de personagens: protagonista e
antagonista (prático VI).
Aula 7 –Ilustração: grafite, nanquim e lápis de cor (prático VII)
Aula 8 – ilustração: aquarela, pastel seco e canetinhas (prático VIII)
Aula 9 – Estudo para criação de uma imagem: ilustração e construção de personagem (prático IX)
Aula 10 – Finalização da ilustração dos personagens (prático X).
Bibliografia:
ACEVEDO, Juan. Como fazer histórias em quadrinhos. Tradução de Sílvio Neves Ferreira. São Paulo:
Global, 1990.
AIZEN, Naumim. Bum! Prááá! Bam! Tchááá! Pou! Onomatopéias nas histórias-em-quadrinhos. In. MOYA,
Álvaro de. Shazam!. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 269-306.
ANDRAUS, Gazy. A autoria artística das histórias em quadrinho (HQs) e seu potencial imagético
informacional. Visualidades - Revista do Programa de Mestrado em Cultura Visual – FAV - UFG, 2013, vol. 7,
n° 1, p.42-67.
BAN, Toshio; TEZUKA PRODUCTIONS. Osamu Tezuka: uma biografia mangá. Tradução de Adriana Sada.
São Paulo: Conrad, 2003.
CIRNE, Moacy. A explosão criativa dos quadrinhos. 4ª ed. Petrópolis: Vozes, 1974.
CHINEN, Nobu. Linguagem HQ: conceitos básicos. 1ª ed. São Paulo: Criativo, 2011.
_____. Linguagem mangá: conceitos básicos. 1ª ed. São Paulo: Criativo, 2013.
CRAWFORD, Ben. Emperor Tomato-Ketchup: cartoon properties from Japan. In. BRODERICK, Mick.
Hibakusha Cinema: Hiroshima, Nagasaki and the nuclear image in Japanese film. Londres e Nova York:
Kegan Paul International, 1996, p. 75-90.
ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. 15ª ed. Tradução de Perola de Carvalho. São Paulo: Perspectiva,
1993.
FUJINO, Yoko. Identidade e alteridade: a figura feminina nas revistas ilustradas japonesas nas Eras Meiji,
Taishô e Shôwa. Tese (Doutorado em Comunicação e Estética do Audiovisual) – Universidade de São Paulo.
São Paulo, 2002.
_____. Narração e ruptura no texto visual do shojo-maga: estudo das histórias em quadrinhos para público
adolescente feminino japonês. Dissertação (Mestrado em Imagem e som) – Universidade de São Paulo. São
Paulo, 1997.
GARCÍA, Héctor. A geek in Japan: discovering the land of manga, anime, zen, and the tea ceremony. North
Clarendon: Tuttle, 2011.
GASCA, Luis; GUBERN, Roman. El discurso del comic. 3ª ed. Madri: Cátedra, 1994.
GRAVETT, Paul. Mangá: como o Japão reinventou os quadrinhos. Tradução de Ederli Fortunato. São Paulo:
Conrad Editora, 2006.
GUERINI, Andreia; BARBOSA, Tereza Virgínia Ribeiro. Pescando imagens com rede textual: HQ como
tradução. São Paulo: Peirópolis, 2013. 111 p.
HASHIMOTO, Madalena. Pintura e escritura do mundo flutuante: Hishikawa Moronobu e ukiyo-e Ihara
Saikaku e ukiyo-zôshi. 1ª ed. São Paulo: Hedra, 2002.
KLAWA, Laonte; COHEN, Haron. Os quadrinhos e a comunicação de massa. In. MOYA, Álvaro de. Shazam!.
2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 103-114.
KOYAMA-RICHARD, Brigitte. One thousand years of manga. Paris: Flammarion, 2007.
LEITÃO, Renata Garcia de Carvalho. Representações dos sons nos mangás. In. VERGUEIRO, Waldomiro;
RAMOS, Paulo; CHINEN, Nobu. Intersecções acadêmicas: panorama das 1 as Jornadas Internacionais de
Histórias em Quadrinhos. São Paulo: Criativo, 2013, p. 50-61.
LUYTEN, Sonia Bibe. Mangá, o poder dos quadrinhos japoneses. São Paulo: Hedra, 2000.
______. Onomatopéia e mímesis no mangá: a estética do som. In. Revista USP, São Paulo, dez./fev. 2001 –
2002, n o 52, p. 176-188.
McCARTHY, Helen. The art of Osamu Tezuka: god of manga. Lewes: ILEX, 2013.
McCLOUD, Scott. Desvendando os quadrinhos. Tradução de Helcio de Carvalho, Marisa do Nascimento
Paro. 1ª ed. São Paulo: Makron Books, 1995.
NAPIER, Susan J. Anime: from Akira to Princess Mononoke. Nova York: PALGRAVE, 2001.
NATSUME, Fusanosuke. Manga wa Naze Omoshiroi no ka: sono hyôgen to bunpô. (Por que mangá é tão
interessante: suas expressões e gramática.). Tokyo: NHK raiburari, 1997.
RAMOS, Paulo. A leitura dos quadrinhos. 1ª ed. São Paulo: Contexto, 2010.
______. Tiras livres: um novo gênero dos quadrinhos. João Pessoa: Marca de Fantasia, 2014.
SHODT, Frederik L.. Manga! Manga! The world of Japanese comics. Tokyo: Kodansha International, 2001.
VASCONCELLOS, Pedro Vicente Figueiredo. Mangá-Dô, os caminhos das histórias em quadrinhos
japonesas. Mestrado (Dissertação em Artes e Design) – Pontifícia Universidade Católica. Rio de Janeiro,
2006.
VERGUEIRO, Waldomiro; RAMOS, Paulo (Org.). Muito além dos quadrinhos: análises e reflexões sobre a 9a
arte. 1ª ed. São Paulo: Devir Livraria, 2009.
FONTES ELETRÔNICAS
AIHARA, Hiroyuki. JAPAN: Kingdom of Characters. Japan Foundation. Disponível em:
http://fjsp.org.br/agenda/kingdom_of_characters/. Acesso em: 05 out. 2015.
ALLISON, Anne. Cuteness as Japan’s: Millennial Product. In. TOBIN, Joseph. Pikachu’s Global Adventure:
the rise and fall of Pokémon. London: Duke University Press, 2004. Disponível em:
http://web.mit.edu/condry/Public/NausicaaFiles/Allison-PikachusGlobalCh…. Acesso em: 20 nov. 2013.
BOUISSOU, Jean-Marie. Por que o mangá se tornou um produto cultural globlal? (Pourquoi le manga est-il
devenu un produit culturel global?). In. Eurozine, 27 de outubro de 2010. Diponível em:
http://www.eurozine.com/articles/2008-10-27-bouissou-fr.html. Acesso em: 29 jun. 2015.
EISNER, Will. Disponível em: http://www.willeisner.com/. Acesso em: 02 abr. 2014.
NATSUME, Fusanosuke. Japanese Manga: Its Expression and Popularity. Trad. Ueki Kaori. In. ABD-
UNESCO, vol. 34, n° 1, 2003. Disponível em: http://www.accu.or.jp/appreb/09/pdf34-1/34-1P003-005.pdf.
Acesso em: 03 abr. 2014.
ODAGIRI, Hiroshi. Manga truism: on the insularity of Japanese manga discourse. In. BERNDT, Jaqueline.
Comics Worlds and the World of Comics: Towards Scholarship on a Global Scale. IMRC, vol. 1, 2009.
Disponível em: http://imrc.jp/lecture/2009/12/comics-in-the-world.html. Acesso em: 07abr. 2014.
SHARLIN, Naomi. Sounds like…: understanding Japanese sound symbolism. Projetos e teses. (Tese em
Línguistica). Faculdade Bryn Mawr College. Pennsylvania, 2009. Disponível em:
http://www.swarthmore.edu/SocSci/Linguistics/2010theses/NaomiSharlinBMC…. Acesso em: 24 abr. 2014.
YANO, Christine R. Wink on Pink: Interpreting Japanese Cute as It Grabs the Global Headlines. In. The
Journal of Asian Studies, vol. 68, n° 3, agosto 2009. Disponível em:
http://www.jstor.org/stable/20619791 http://www.jstor.org/stable/20619791 . Acesso em: 14 fev. 2014.
Programa
Aula 1 - 18 de março - “A fantasia desafia a lógica”: a Europa de 1600
Aula 2 - 25 de março - A cena literária francesa do século XVII
Aula 3 - 1 de abril - As fontes primordiais
Aula 4 - 8 de abril - As fontes italianas: Basile e Straparola
Aula 5 - 15 de abril - Madame d’Aulnoy
Aula 6 - 22 de abril - Charles Perrault
Aula 7 - 29 de abril - A segunda preciosidade: autores e autoras
Aula 8 - 6 de maio - Teorias do conto de fadas
Aula 9 - 13 de maio - Contos de fadas: adaptações e contemporaneidade
Referências bibliográficas
AULNOY, Marie-Catherine Le Jumel de Barneville, Madame d’. A Ilha da Felicidade. Tradução de Paulo César Ribeiro Filho. Kindle, 2021.
ÁLVARES, C.; RIBEIRO FILHO, P. C. “L’Histoire de Mira, un récit bref dans les mots de Madame d’Aulnoy : traduction en langue portugaise et réévaluation herméneutique”. In: Synergies Portugal, 8, 2020, p. 115-126. Disponível em: https://tinyurl.com/alvrib. Acesso em 16 de maio de 2022.
ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. 2ª ed. Tradução de Dora Flaksman. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1986.
BASILE, Giambattista. O Conto dos Contos: Pentameron. Tradução de Francisco Degani. São Paulo: Nova Alexandria, 2018.
BOTTIGHEIMER, Ruth B. “Sobre a Natureza dos Contos de Fadas: Entrevista com Ruth Bottigheimer”. Literartes, v. 1, n. 12, p. 44-70, 2020. Disponível em: https://tinyurl.com/bottigheimer1. Acesso em 21 de julho de 2022.
BRANDÃO, Jacyntho Lins. “Posfácio”. In: BERGERAC, Cyrano de. Viagem à Lua. Tradução de Fulvia M. L. Moretto. São Paulo: Globo, 2007.
CALVINO, Ítalo. Sobre o Conto de Fadas. Tradução de José Colaço Barreiros. Lisboa: Teorema, 1999.
CHARTIER, Roger. Leituras e leitores na França do Antigo Regime. Tradução de Álvaro Lorencini. São Paulo: Editora Unesp, 2004.
COELHO, Nelly Novaes. O Conto de Fadas. 2ª ed. São Paulo: Editora Ática, 1991.
COELHO, Nelly Novaes. O Conto de Fadas: Símbolos – Mitos – Arquétipos. 4ª ed. São Paulo: Paulinas, 2012.
COELHO, Nelly Novaes. Panorama histórico da literatura infantil-juvenil: das origens indoeuropéias ao Brasil contemporâneo. 3ª ed. ref. e amp. São Paulo: Quíron, 1985.
COLAPIETRO, Vincent. “Sonhos: o material de que são feitos os significados”. In: Revista FACE, vol. 2, n. 1, p. 23-41. SP, EDUC, jan/jun. 1989.
COSTA, Leila de Aguiar. Antigos e Modernos: A cena literária na França do século XVII. São Paulo: Nankin Editorial/Edusp, 2009.
CUNHA, Maria Zilda da. Na tessitura dos signos contemporâneos: novos olhares para a Literatura Infantil e Juvenil. São Paulo: Paulinas, 2009.
FONTENELLE, Bernard de. Diálogos sobre a pluralidade dos mundos. Tradução de Denise Bottmann. 2ª ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2013.
GALILEI, Galileu. O Mensageiro das Estrelas. Tradução de Carlos Ziller Camenietzki. São Paulo: Duetto Editorial, 2009. [Suplemento da Scientifc American Brasil n. 85, de junho de 2009].
GÓES, Lúcia Pimentel. Introdução à Literatura para Crianças e Jovens. São Paulo: Paulinas, 2010.
KEPLER, Johannes. “O Sonho”. Tradução de Jair Lúcio Prados Ribeiro. In: “O Sonho de Johannes Kepler: uma tradução do primeiro texto de hard sci-fi”. Revista Brasileira de Ensino de Física, v. 40, n. 1, e1602. Sociedade Brasileira de Física, 2018. Disponível em: https://tinyurl.com/kepler1634. Acesso em 13 de julho de 2022.
PERRAULT, Charles. Contos e Fábulas. Tradução de Mário Laranjeira. São Paulo: Iluminuras, 2009.
RIBEIRO FILHO, Paulo César. Madame d'Aulnoy e o conto de fadas literário francês do século XVII. 2023. Tese (Doutorado em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2023. doi:10.11606/T.8.2023.tde-17052023-142303. Acesso em: 2023-07-07.
SIMONSEN, Michèle. O Conto Popular. Tradução de Luis Claudio de Castro e Costa. São Paulo: Martins Fontes, 1987.
STRAPAROLA, Giovanni Francesco. The Facetious Nights of Straparola. Tradução de W. G. Waters. S/L: Entail Books, 2015.
TOLKIEN, J.R.R. Sobre histórias de fadas. Tradução de Ronald Kyrmse. 2ª ed. São Paulo: Conrad, 2010.
TORRES, M. C.; SOUSA, A.; LEITE, A. (orgs). Antologia de contos de fadas franceses de autoria feminina do século XVII. Florianópolis: DLLE/UFSC, 2019. Disponível em: https://mnemosineantologiasdotcom.files.wordpress.com/2019/08/antologia…
VENTURA, Susana. Na companhia de Bela: contos de fadas por autoras dos séculos XVII e XVIII. Seleção, organização e comentários: Susana Ventura, Cassia Leslie/ Ilustrações: Roberta Asse. 1. Ed. Londrina: Florear Livros, 2019
WARNER, Marina. Da Fera à Loira: sobre contos de fadas e seus narradores. Tradução de Thelma Médici Nóbrega. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
ZIPES, Jack. Contos de fadas: a esperança que ecoa do “Era uma vez...”: Entrevista com Jack Zipes. Literartes, [S. l.], v. 1, n. 11, p. 13-26, 2019. Disponível em: https://tinyurl.com/zipes1. Acesso em 21 de julho de 2022.
Programa
Detalhamento:
1) Introdução: Transmissão de uma identidade étnico-religiosa minoritária em contextos de mudança. O judeu como estrangeiro. Inserção diferenciada na estrutura da sociedade maior: a lógica das expulsões.
2) A Alta Idade Média na Europa: a transformação urbana, o papel dos judeus.
3) A situação dos judeus sob o domínio muçulmano: o "povo protegido". Principais contribuições culturais.
4) A Era das Cruzadas. As matanças de 1096 e o kidush há'shem. Efeitos psicológicos.
5) Marginalidade dos judeus na Idade Média: um estudo de caso, os judeus da França.
6) A entrada em cena dos judeus no comércio mundial. Prestamistas, ramificações das atividades bancárias.
7) A transformação das lideranças judaicas: do Exilarca aos Rabinos. O conceito de kehilá
8) Desenvolvimento da cultura judaica em diferentes contextos: Talmude, a Ética dos Pais, Rashi, Saadia Gaon, Ibn Gabirol, Iehuda Há'levi, Maimônides.
Bibliografia
Baron, S. História Social y Religiosa del Pueblo Judío: El encuentro de Oriente y Occidenete. Buenos Aires: Paidós, 1968 (vol. IV)
Berezin, R. (org): Caminhos do Povo Judeu. São Paulo: Vaad há'chinuch, 1975 Bonfin Batalla, G. "La teoría del control cultural en el estudio de procesos etnicos", em Revista Papeles de la Casa Chata, Año 2, N*3, México, 1987.
Dinur, Bem-Zion "História Judaica: Singularidade e Continuidade" em Vida e Valores do Povo Judeu. São Paulo: Editora Perspectiva.
Guglielmi, N. "La condición de los judíos medievales (Francia siglo XIV), em Anales de Historia Antigua y Medieval, Vol. 20, Buenos Aires, 1982
Guinsburg, J. Do Estudo da Oração. São Paulo: Editora Perspectiva, 1968.
Johnson, P. História dos Judeus, Rio de Janeiro: Imago Ed., 1995.
Koltai, K. (org) O Estrangeiero. São Paulo: Editora Escuta, 1998.
Lewis, B. Os judeus e o Islão. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1993.
Malamat, A, Tadmor, H., Stern, M, Safrai, S., Bem-Sasson, H. H. & Ettinger, S. Historia del Pueblo Judío. Madrid: Alianza Editorial, 1988 (Volume II)
Pirenne, H. Las Ciudades de la Edad Media. Madrid: Alianza Editorial, 1980.
Obs. Outros itens bibliográficos serão incorporados ao longo do curso.
Programa
Aula 1: Vida material: a economia política dos conflitos sociais em São Paulo
Aula 2: Vida cultural: o cinema paulista e outras artes
Aula 3: São Paulo S. A.: o cinema moderno reflete sobre a modernização capitalista
Bibliografia:
ABREU, Nuno César. “Anotações sobre Mazzaropi: o Jeca que não era Tatu” In. Filme Cultura, Rio de Janeiro, n. 4, 1982, p. 37-41.
ALAMBERT, Francisco e CANHÊTE, Polyana. As Bienais de São Paulo: da era do museu à era dos curadores (1951-2001). São Paulo: Boitempo, 2004.
ALMEIDA SALLES, Francisco Luiz de. Cinema e verdade: Marylin, Buñuel, etc. Por um escritor de cinema. São Paulo/Rio de Janeiro: Companhia das Letras/Cinemateca Brasileira/Fundação do Cinema Brasileiro, 1988.
BARBOSA, Wilson do Nascimento. Alguns Efeitos da Política Econômica Durante a Ditadura Militar (1964 – 1985). São Paulo: 2019
BERNARDET, Jean-Claude. Cinema brasileiro: propostas para uma história. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
BERNARDET, Jean-Claude. “Análise sintagmática de “São Paulo Sociedade Anônima” In. METZ, Christian. A significação no cinema. São Paulo: Perspectiva, 2014.
BERNARDET, Jean-Claude e GALVÃO, Maria Rita. Cinema: repercussões em caixa de eco ideológica (as ideias de “nacional” e “popular” no pensamento cinematográfico brasileiro). São Paulo: Brasiliense/Embrafilme, 1983.
CARONE, Edgard. A República Liberal – Instituições e Classes Sociais (1945-1964), Vl. I, São Paulo, Difel, 1985,
CATANI, Afrânio Mendes. Cogumelos de uma só manhã. B. J. Duarte e o cinema brasileiro. Anhembi: 1950-1962. Tese (doutorado em Sociologia) - Universidade de São Paulo, São Paulo, 1991, 2 v.
COSTA, Hélio da. Em busca da memória – comissão de fábrica, partido e sindicato no pós-guerra. São Paulo: Editora Página Aberta, 1995.
DREIFUSS, R.A. 1964: a conquista do estado: ação política, poder e golpe de classe. 5. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1987
FABRIS, Mariarosaria. “A questão realista no cinema brasileiro: aportes neo-realistas” In. Alceu - Revista de Comunicação, Cultura e Política, v. 8, n. 15, 2007, p. 82-94.
FERREIRA, Fernando Sarti. “A onda de greves em São Paulo, 1945-1946: uma abordagem quantitativa”. Revista de História, São Paulo, n. 183, p. 1–31, 2024.
FERREIRA, Jorge; GOMES, Ângela de Castro. “Brasil, 1945-1964: una democracia representativa en consolidación” In. Estudios del ISHiR, n. 20, Rosário, 2018, p. 53-74.
FRENCH, John. Afogados em leis: a CLT e a cultura política dos trabalhadores brasileiros. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2001
GALVÃO, Maria Rita. “O desenvolvimento das ideias sobre cinema independente” In. Cadernos da Cinemateca, n. 4, São Paulo, 1980, p. 13-23.
GALVÃO, Maria Rita. Burguesia e cinema: o caso Vera Cruz. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira/Embrafilme, 1981.
GOMES, Ângela de Castro. A invenção do trabalhismo. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2005.
LANGENBUCH, Juergen Richard. A estruturação da Grande São Paulo: estudo de geografia urbana. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Geografia, Departamento de Documentação e Divulgação Geográfica e Cartográfica, 1971.
MELLO, João Manoel Cardoso de; NOVAIS, Fernando. “Capitalismo tardio e sociabilidade moderna” In. NOVAIS Fernando A.; SCHWARCZ, Lilia (org.). História da vida privada no Brasil 4: contrastes da intimidade contemporânea. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 559-658.
MOTA, Carlos Guilherme. Ideologia da cultura brasileira (1933-1974): pontos de partida para uma revisão histórica. São Paulo: Editora 34, 2014.
NAPOLITANO, Marcos. “A breve primavera antes do longo inverno: uma cartografia histórica da cultura brasileira antes do Golpe de Estado de 1964” In. História Unisinos, v. 18, n. 3, São Leopoldo, 2014, p. 418-428.
NAPOLITANO, Marcos. Cultura brasileira: utopia e massificação (1950-1980). São Paulo: Contexto, 2020.
PEREIRA NETO, M. L. A reinvenção da classe trabalhadora (1953-1964). Campinas: Unicamp, 2011
PEREIRA NETO, M. L. “Metropolização de São Paulo e ciclos de reivindicações populares urbanas (1945-1964 e 1973-1988)”. Acervo, [S. l.], v. 36, n. 1, p. 1–28, 2023
RIBEIRO, David Ricardo Sousa, A transição para a democracia no Brasil (1943-1956) – O PCB e a construção de um caminho alternativo. São Paulo: Alameda, 2023
RIDENTI, Marcelo. “Intelectuais e artistas brasileiros nos anos 1960/70: ‘entre a pena e o fuzil’” In. ArtCultura, v. 9, n. 14, Uberlândia, 2007, p. 185-195.
SALLES GOMES, Paulo Emílio. Uma situação colonial? São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
SECCO, Lincoln. A Batalha dos Livros – Formação da Esquerda no Brasil. Cotia: Ateliê Editorial, 2017
SIMIS, Anita. Estado e cinema no Brasil. São Paulo: Editora Unesp, 2015.
SUZIGAN, Wilson. “A industrialização de São Paulo”. Revista Brasileira de Economia, 25(2), Rio de Janeiro, abr.-jun. de 1971.
TAVARES, Maria da Conceição, Da substituição de importações ao capitalismo financeiro: ensaios sobre a economia brasileira (Rio de Janeiro: Zahar, 1972)
TEIXEIRA, Heloisa. Impressões de viagem: CPC, vanguarda e desbunde: 1960/70. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2004.
V.A. A Era Vargas: desenvolvimento, economia e sociedade, org. Pedro Paulo Zahluth Bastos; Pedro C. Dutra Fonseca (São Paulo: Editora UNESP, 2012).
VIGNERON, Victor Santos. “O atraso pede passagem: a longa espera de Paulo Emílio Salles Gomes” In. Significação – Revista de Cultura Audiovisual, v. 49, n. 58, São Paulo, 2022, p. 1-16
Programa
03/02/26: Aula 1 - Apresentação do Dialogo, personagens e posições discursivas
05/02/26: Aula 2 - Exemplos de tiranias do passado, citadas no Dialogo
10/02/26: Aula 3 - Como as tiranias nascem (do tirano à cidade)
12/02/26: Aula 4 - Condições ao nascimento das tiranias (da cidade ao tirano)
17/02/26: sem aula (semana de carnaval)
19/02/26: sem aula (semana de carnaval)
24/02/26: Aula 5 - Formas de resistir ao nascimento das tiranias
26/02/26: Aula 6 - Como superar as tiranias
03/03/26: Aula 7 - Releitura das tiranias de nossos tempos
05/02/26: Aula 8 - Reflexões sobre futuros nascimentos de tiranias
Referência bibliográfica:
BARBUTO, Gennaro M. La politica dopo la tempesta: ordine e crisi nel pensiero di Francesco Guicciardini. Nápoles: Liguori Editore, 1. ed., 2002.
GUICCIARDINI, Francesco. Dialogo e discorsi del reggimento di Firenze. A cura di Roberto Palmarocchi. Bari: Gius. Laterza & Figli, 1932.
_____. Dialogo sobre el gobierno de Florencia. Tradução de Antonio Hermosa Andújar. Madrid: Ediciones Akal, S.A., 1. ed., 2018.
_____. Dialogue on the Government of Florence. Tradução de Alison Brown. Cambridge: Cambridge University Press, 1994.
LEVITSKY, Steven; ZIBLATT, Daniel. Como as democracias morrem. Tradução de Renato Aguiar. Rio de Janeiro: Zahar, 2018.
RIDOLFI, Roberto. Vita di Francesco Guicciardini. Roma: Angelo Belardetti, 1960.
SIMONETTA, Marcello. Guicciardini e la “rovina d’Italia”. Archivio Storico Italiano, v. 177, n. 4 (662), p. 773–820, out./dez. 2019.
SKINNER, Quentin. Visions of politics. Cambridge: Cambridge University Press, 2002.
SOUZA, V. S. Autor, texto e contexto: a história intelectual e o “contextualismo linguístico” na perspectiva de Quentin Skinner. Fênix: Revista de História e Estudos Culturais, v. 5, n. 4, p. 1–19, 2008.
Programa
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