Programa

1. Contexto europeu, espanhol e galego entre 1900 e 1936;
2. A fundação das Irmandades e as assembleias nacionalistas;
3. Revistas: Lar, Céltiga, A Nosa Terra, Nós... e outras revistas da época: Orpheu, Presença, Klaxon.
4. A Geração do 16: grupo Nós;
5. A Geração do 25: as vanguardas;
6. Otero Pedrayo;
7. Vicente Risco;
8. Ramón Cabanillas;
9. Os irmáns Vilar Ponte;
10. Alfonso Daniel Rodríguez Castelao;
11. Outros autores: Alexandre Bóveda, Florentino López Cuevillas, Fermín Bouza Brey.
12. A arte no 1º terço do século XX em Galicia.


Manuais teóricos:
Asociación Socio-Pedagóxica Galega (ed.) (1996). Historia da Literatura Galega 5 vols.. Vigo: A Nosa Terra
Bernárdez, Carlos L. et alii (2001). Literatura galega S. XX. Vigo: A Nosa Terra
Carballo Calero, Ricardo (1981). Historia da Literatura Galega Contemporánea. Vigo Xerais
Pena, Xosé Ramón (2013). Historia da Literatura III. De 1916 a 1936. Vigo: Xerais
Rodríguez Sánchez, Francisco (1990 ). Literatura galega contemporánea. Problemas de método e interpretación .
Vilaboa: Ed. do Cumio
Tato Fontaíña, Laura (1999). Historia do Teatro Galego. das orixes a 1936. Vigo: A Nosa Terra
Vilavedra, Dolores (1999). Historia da Literatura Galega. Vigo: Galaxia


Obras de leitura (fragmentos disponibilizados pelo professor):
Alfonso R. Castelao: Retrincos;
Ramón Cabanillas: Da terra asoballada;
Ramón Otero Pedrayo: Arredor de si;
Manuel Antonio: De catro a catro;
Rafael Dieste: Dos arquivos do trasno;
Vicente Risco: O porco de pé.

Programa

Aula 1 (16/10)  – Queer/Quare e a questão do cânone Introdução teórica 
Aula 2  (23/10) – Memórias da AIDS em The Story of the Night de Colm Toíbín
Aula 3  (30/10) – Romance histórico e nacionalismo queer em At Swim, Two Boys de Jamie O’Neill
Aula 4   (06/11)– Migrações I: Stir Fry de Emma Donoghue
Aula 5  (13/11) – Migrações II: The Hennah Wars de Adiba Jaigirdar
Aula 6  (20/11) – Transgeneridades: Son de William Keoghane
Aula 7  (27/11) – Encerramento: Queer e outras artes na Irlanda
Referências bibliográficas
BARRETT, D.C.; et al. “Whose Gay Community: Social Class, Sexual Self-Expression”. The
Sociological Quarterly. 46 (3): 437–456. 2005.
BHABHA, Homi. The location of culture. Routledge, 1994, London.

BORGES, Esther Gazzola. The Self in the Other: an analysis of Stir-Fry by Emma Donoghue. 2022. Dissertação
(Mestrado em Estudos Lingüísticos e Literários em Inglês) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas,
Universidade de São Paulo, São Paulo, 2021. doi:10.11606/D.8.2021.tde-26052022-125249..
BUTLER, Judith. Gender Trouble. Feminism and the Subversion of Identity. New York: Routledge, 1999.
BUTLER, Judith. Bodies that Matter. On the Discursive Limits of “Sex”. New York, Routledge, 1993. 
BUTLER, Judith. “Endangered/Endangering: Schematic Racism and White Paranoia”. In: Reading Rodney King,
Reading Urban Uprising. Robert Gooding-Williams, Ed. Routledge, 1993, pp. 16-22.
CARREGAL, José. Queer Whispers: Gay and Lesbian Voices of Irish Fiction. Dublin: University College Dublin
Press, 2021.
CRONIN, M.G. “‘He’s My Country’: Liberalism, Nationalism, and Sexuality in Contemporary Irish Gay Fiction”. In:
Éire-Ireland, Volume 39:3&4, Fómhar/Geimhreadh / Fall/Winter 2004, pp. 250-267. Disponível em
<https://muse.jhu.edu/article/176049&gt;. Acessado em novembro de 2018.
DONOGHUE, Emma. Stir-Fry. Penguin Books, 1995: London.
FOUCAULT, M. The History of Sexuality. New York: Random House, 1978.
JAIGIRDAR, Adiba. The Henna Wars. Page Street Kids, 2020.
JAIGIRDAR, Adiba. Hani and Ishu’s Guide to Fake Dating. Page Street Kids, 2021.
KEOHANE, William. Son. Belfast: The Lifeboat Press, 2023.
LUIBHEID, E. Nationalist Heterosexuality, Migrant (Il)legality, and Irish Citizenship Law: Queering the Connections.
South Atlantic Quarterly, 110 (1), 2010, pp. 179–204. doi:10.1215/00382876-2010-028
MACLEOD, Allison. Irish Queer Cinema. Edinburgh University Press Ltd, 2018
MULHALL, Anne. “Queer in Ireland: ‘Deviant’ Filiation and the (Un)holy Family”. In DOWNING, L., GILLET, R.
Queer in Europe. Surrey: Ashgate, 2011. pp. 99-112.
O’NEILL, Jamie. At Swim, Two Boys. New York: Scribner, 2003.
O’TOOLE, Tina. “Cé Leis Tú? Queering Irish Migrant Literature.” Irish University Review,
vol. 43, no. 1, 2013, pp. 131–45. Crossref, doi:10.3366/iur.2013.0060.
PACHECO, V.A.C. “Homonacionalismo na literatura irlandesa contemporânea”. In: e-scrita Revista do Curso de
Letras da UNIABEU Nilópolis, v.11, Número 2, 2020, 129-145.
https://revista.uniabeu.edu.br/ojs2/index.php/RE/article/view/4053
PATTEN, E. “Contemporary Irish fiction”. In: FOSTER, J. W. The Cambridge Companion to the Irish Novel.
Cambridge: Cambridge University Press, 2006. pp. 259-275.
PUAR, J. K. Terrorist Assemblages. Homonationalism in Queer Times. Duke University Press, Durham: 2017.
SEDGWICK, Eve Kosofsky. Between Men. English Literature and Male Homosexual Desire. New York: Columbia
University Press, 1985.
SOMERVILLE, Siobhan B. (Ed). The Cambridge Companion to Queer Studies. New York: Cambridge University
Press, 2020.
TÓIBÍN, Cólm. The Story of the Night. New York: Scribner, 2005.
VALENTE, J. The Myth of Manliness in Irish National Culture. 1880-1922. Chicago: University of Illinois Press, 2011.

Programa

• Revisão do Módulo 1
• Números
• Cumprimentos
• Presente Contínuo
• Sufixos de casos dativo, ablativo e locativo
- Sufixos de direção
- Sufixos de localização
- Sufixos de procedência
• antes de, depois de
• Países, Nacionalidades
- De onde você é?

Programa

Aula 1 - Da historicidade a espacialidade: o processo de reprodução, as representações e a tríade concebido-vivido-percebido

Ministrantes: Ana Fani Alessandri Carlos e Glória da Anunciação Alves

A obra a “produção do espaço” de 1974 desenvolve a proposta, já assinalada em obras anteriores - como em “ do rural ao urbano” , “ O Direito à cidade” e a “ Revolução urbana” – de que a segunda metade do séc. XX anuncia a passagem da historicidade à espacialidade com a predominancia na explicação da sociedade, do espaço sobre o tempo. Nessa perspectiva, a dialética do tempo dá lugar àquela do espaço. Esse movimento inaugura a problemática urbana e refere-se ao desenvolvimento da sociedade urbana saída do movimento da urbanização induzida pela industrialização. Desse modo, a produção do espaço ganha centralidade na compreensão do mundo moderno. O conhecimento da produção do espaço, surge, assim, das transformações do mundo da práxis abalando as possíveis certezas. Nesse plano, a relação entre teoria e prática ganham um novo contorno, definidos no seio do modo de produção em sua expansão no espaço mundial.
No livro a Produção do Espaço, que este ano completa 50 anos de sua primeira edição, Lefebvre trabalha com a tríade concebido/percebido/vivido para, naquele momento, discutir o processo de produção e reprodução do espaço, bem como de suas representações, impactando o cotidiano das pessoas na sociedade. Nossa proposta, nesta segunda parte da aula, é, a partir do contexto atual, discutir como essa tríade Lefebvriana ajuda a compreender a realidade atual apontando caminhos para a transformação social, procurando trazer ao debate possibilidades para pensarmos outros caminhos de construção socioespacial.


Aula 2 - A produção do espaço: do espaço contraditório ao espaço diferencial

Ministrantes: Danilo Volochko e Rafael Faleiros de Padua

A proposta da aula se baseia nas seguintes preocupações iniciais: 1) Do ponto de vista do processo de construção do conhecimento: a busca de uma geografia anticapitalista partindo dos elementos da teoria marxista e de uma leitura dialética do espaço/da cidade, tendo a produção do espaço como eixo teórico-conceitual de construção de um conhecimento crítico sobre o espaço urbano (um conhecimento menos fragmentado, especializado e funcionalizado); 2) Do ponto de vista da análise socioespacial como fio condutor da análise da realidade: uma leitura da atualidade, da centralidade e da complexidade da relação entre a produção do espaço urbano, a reprodução do capital, de relações de poder e das relações sociais de reprodução da vida.
Essa preocupação ilumina o caso brasileiro, onde nas cidades a produção e o controle de espaços definem disputas e territórios de atuação do setor imobiliário, do mundo do crime, dos movimentos sociais e das ações do Estado. Seguindo estas orientações iniciais, buscaremos na aula desenvolver a possibilidade de apreensão da produção do espaço destacando a dimensão da
utopia, sinalizando uma tríade produção do espaço-utopia-espaços diferenciais. Tal tríade pode revelar a centralidade da dimensão utópica como eixo da produção teórica, histórica e política do autor, que contribui (decisivamente) para a construção dialética e crítica do conhecimento sobre a realidade atual, e que também pode apontar transformações concretas e possíveis dessa realidade. Outra noção potente para pensarmos a radicalidade concreta dessa dimensão é a noção de necessidade, articulada àquela de desejo, pois tais noções se revelam como mediação entre o espaço contraditório e o espaço diferencial. Este caminho pode nos habilitar a refletir que no universo das precarizações, nem tudo é precarização. O pensamento não pode destituir as lutas, as resistências, as conquistas, mesmo que modestas, que moradores e movimentos fazem a vida toda. Sem fetichizar e romancear sujeitos e processos de luta, mas também sem desprezá-los, pois tal desprezo pode acabar ajudando a deslegitimar as suas ações. Esse movimento adota como referência os capítulos “5: O espaço contraditório” e “6: Das contradições do espaço ao espaço diferencial” do livro A Produção do Espaço.

Aula 3 – Do espaço abstrato à produção do espaço: lógica formal e dialética frente à problemática do planejamento

Ministrantes: César Simoni Santos e Elisa Favaro Verdi.

A produção do espaço não pode ser confundida ou reduzida aos processos ligados estritamente à produção banal de objetos (ainda que fixados ao solo), aí inclusa à produção da indústria da construção e, mesmo, as atividades construtivas mais prosaicas, muitas vezes definidas como artesanais. Não se trata disso! O urbano contemporâneo é meio e produto da autonomização do planejamento a partir do espaço construído como espaço abstrato, mas é também a resistência dos conteúdos sociais, a inadequação das exigências da vida, a incompatibilidade da diferença frente aos ímpetos homogenizantes, seletivos e redutores da lógica formal e da forma pura. É nesse âmbito que se definem as contradições do espaço: é somente diante do reconhecimento de que a dimensão formal, com propensão a se autonomizar e se impor sobre a realidade dos conteúdos, não é uma abstração no sentido convencional. Ela está na base daquilo que Lefebvre chama de “abstração concreta”. Ela se impõe sobre a realidade como forma espacial e entra em contradição com os conteúdos sociais e históricos do espaço. Essa dialética propriamente espacial está no fundamento da compreensão das contradições que envolvem o planejamento nos dias de hoje.

Aula 4 – As contradições do espaço: o momento da mobilização do espaço no cerne da reprodução econômica

Ministrantes: Gustavo Teixeira Prieto e Madisson Yojan Carmona Rojas.

A descoberta da produção social do espaço possibilitou um salto teórico na compreensão da sociedade contemporânea na medida em que atinge a dimensão espacial pelos processos de acumulação do capital e pela racionalidade do Estado. Uma possível leitura da obra de Henri Lefebvre, em especial A produção do espaço, aponta a passagem do espaço social à produção do espaço por sua inserção, simultaneamente, nas tramas do processo de reprodução do capital e da sociedade. Ademais, no coração da noção da produção do espaço, encontra-se a passagem das contradições no espaço para contradições do espaço, que se revelam nos novos conteúdos da relação centro e periferia. Para além da fetichização das formas espaciais, Lefebvre auxilia o descortinar da raridade do espaço e seus conteúdos contemporâneos: a homogeinização pela propriedade privada, as lutas pelo espaço e pela cidade e a segregação socioespacial. Partindo da discussão da perspectiva dos momentos espaciais, esta intervenção também procura compreender os mecanismos de atuação da racionalidade capitalista no espaço e o papel que o quotidiano desempenha diante disso.

Programa

OBJETIVOS:
Desenvolver habilidades comunicativas iniciais em e sobre a Língua Francesa, que possibilitem a aquisição de estruturas linguísticas, discursivas e do léxico utilizados em situações comunicativas cotidianas, permitindo a comunicação oral e escrita. Sensibilizar para os elementos de cultura dos países de expressão francesa.

Nível exigido: 2º grau completo. N1 em Francês ou conhecimentos em francês equivalentes a esse nível. Estudantes da graduação em Francês: comprovar Francês 1. Será realizado teste de nível para alunos que não cumprirem os requisitos acima.

Não há livro didático programado, mas pode ser escolhido um livro, de comum acordo com o professor.

PROGRAMA:
Comunicação: falar de suas atividades; explicar um problema de saúde; indicar a hora e os horários; falar de suas atividades e hábitos quotidianos; falar de sua jornada de trabalho; falar de suas saídas (atividades de lazer externas noturnas ou de fim de semana); propor uma saída, convidar, aceitar, recusar um convite; contar eventos passados; falar de experiências recentes ou de projetos; compreender informações biográficas; descrever fisicamente uma pessoa; falar de eventos passados e atuais; dar conselhos; compreender o programa de uma estadia; escolher uma destinação e uma fórmula de viagem.


Vocabulário: atividades esportivas e artísticas; partes do corpo; horários e hora formal e informal; hábitos quotidianos; hábito e frequência; as atividades e os horários de trabalho; saídas (atividades de lazer externas noturnas ou de fim de semana); expressões para propor, aceitar ou recusar um convite para sair; indicar um momento preciso no tempo; palavras de aprendizagem; palavras ligadas a sucesso ou projetos; números; algumas etapas da vida de uma pessoa; descrição e semelhança físicas; palavras ligadas à profissão de dono de restaurante; imprensa e reportagem; palavras ligadas a viagem; expressões para situar um lugar.


Gramática: verbo “faire de” + artigos contraídos “du, de la, des”; “avoir mal à” + partes do corpo; alguns articuladores temporais; diferentes maneiras de dizer a hora; verbos pronominais; verbos “lire” e “écrire” no presente; expressão de hábito e de frequência; o pronome “on”; verbos “pouvoir”, “devoir” e “vouloir” no presente; verbos “choisir” e “sortir” no presente; fazer perguntas; o presente do imperativo; o passado composto ; o passado recente e o futuro próximo; verbo “dizer” no presente; marcadores temporais; passado composto 2; “être” + adjetivo, “avoir” + substantivo + adjetivo; o adjetivo “même”; o passado composto para falar de eventos passados e o presente para falar de fatos atuais; “mais”; o presente do imperativo 2; o futuro simples; “il faut”; o pronome “y”
Elementos de fonética: dizer a hora; a entonação para expressar diversas ações; o som [ɵ]; o som [õ]; o som [y]; a pronúncia de [jɜ] [jɜn]; identificar o “e” mudo; diferença entre passado composto e presente.


Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliografia Geral:

CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de la communication. Paris, Didier, 1998.
LAROUSSE. Dicionário Larousse Francês-Português/ Português-Francês. Larousse Brasil, 2009.
GARCIA, F. En avant la grammaire! Débutant. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed. Montréal, Marcel Didier, 2006.
GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.
______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.
HIRSCHPRUNG, N.; TRICOT, T. Cosmopolite 1. Niveau A1. Paris: Hachette, 2017.
REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.

Programa

– Aula 1 (27/07/2020) – O despertar dos livros ilustrados infantis na Coreia do Sul
O apanhado dos 30 anos de obras que mesclam palavras e imagens, com foco no leitor criança, vai levantar os principais nomes que marcam seu registro na história recente do livro ilustrado infantil na Coreia do Sul – um dos países de maior destaque nessa produção atualmente. Partindo de nomes como Lee Geum-Yi – com seus contos de fadas ilustrados por diversos artistas plásticos –, na virada das décadas de 1980 e 1990, e Hwang Sun-mi – com suas histórias ilustradas por artistas locais e internacionais –, no começo do anos 2000; passando por nomes que escrevem e ilustram fora da Coreia do Sul, como Patti Kim, Yumi Heo e Julie Kim; até as produções mais experimentais e marcas da forma de arte híbrida que se estabeleceu como geu-rim-chaek (livro ilustrado) coreano, em especial, por nomes como Suzy Lee e Baek Heena.

– Aula 2 (28/07/2020) – Estratégias composicionais entre palavra e imagem no livro ilustrado infantil
Os estudos literários focados no livro ilustrado – objeto artístico surgido entre as décadas de 1960 e 1970 – são um ramo estabelecido entre críticos de Literatura Infantil, nacional e internacionalmente, logo, apresentar as características que estruturam esse produto cultural em níveis sintáticos é ação fundamental para uma leitura profícua da composição textual imbricada entre verbal e visual, por vezes, objetual. Serão pontos a se discutir: elementos formais do livro (formatos, tamanhos, página dupla) e aspectos formais (contiguidade, inclusão) e narrativos (dominância, redundância, complementaridade, contradição) da relação entre palavra e imagem. Toda a discussão será exemplificada com obras da Literatura Infantil contemporânea.

– Aula 3 (29/07/2020) – Leituras plurais dos livros ilustrados coreanos no século XXI
Após o panorama histórico marcando um tempo-espaço dessa produção, bem como uma breve assimilação dos elementos estruturais que compõem o livro ilustrado infantil, serão realizadas as leituras crítico-literárias de quatro (4) títulos de autores coreanos – que se encontram como representativos do geu-rim-chaek contemporâneo –, partindo de perspectivas narrativas distintas na relação entre palavra e imagem, como: Esperando mamãe (2012), escrito por Lee Tae-jun e ilustrado por Kim Dong-seong; Here I Am (2013), escrito por Patti Kim e ilustrado por Sonia Sánchez; Zoo sans animaux (2008), escrito e ilustrado por Suzy Lee; e KongKongKong (2018), escrito e ilustrado por Lee Hee-eun.

Referências

CHO, Boo-kyung; KIM, Jeong-jun. The Improvement of Children's Creativity - Through Korean Picture Books. Childhood Education, Washington, v. 75, n. 6, p. 337-341, 1999.
KIM, Kwan-sik. The Origin of Korean Children’s Literature and the Necessity of Children’s Literature History. The Korean Journal of Children's Literature Studies, Seoul, n. 34, p. 5-28, jun. 2018.
KWON, Hyug-jun. The reconsideration about the definition, scope, and the types of fantasy in children's literature. The Korean Journal of Children's Literature Studies, Seoul, n. 16, p. 5-42, may 2009.
LEE, Guang-lea. Today and Yesterday in Early Childhood Education in Korea. Teaching & Learning Faculty Publications, Orlando, v. 16, p. 1-14, apr. 1997. Disponível em: https://digitalcommons.odu.edu/teachinglearning_fac_pubs/16. Acesso em: 19 nov. 2019.
LEE, Suzy. A trilogia da margem: O livro-imagem segundo Suzy Lee. Trad. Cid Knipel. São Paulo: Cosac Naify, 2012.
LINDEN, Sophie V. D. Para ler o livro ilustrado. Trad. Dorothée de Bruchard. São Paulo: Cosac Naify, 2011.
NIKOLAJEVA, Maria; SCOTT, Carole. Livro ilustrado: Palavras e imagens. Trad. Cid Knipel. São Paulo: Cosac Naify, 2011.
SANTAELLA, Lucia. Leitura de imagens. São Paulo: Melhoramentos, 2012
SHIN, Heon-jae. A Study on Fantasy of Children’s Literature of Korea. The Korean Journal of Children's Literature Studies, Seoul, n. 27, p. 63-84, dec. 2014.
SON, Eun-hye; SUNG, Yoo-kyung. The Journey of U. S. Korean Children: (Re)constructing bicultural identities in picture books. The Dragon Lode, Bangor, v. 33, n. 2, p. 52-65, spring 2015.
SUNG, Yoo-kyung. A Post-Colonial Critique of the (Mis)Representation of Korean-Americans in Children's Picture Books. Thesis (Doctor of Philosophy in Language Reading and Culture). The University of Arizona/UA, Tucson, 2009.
______. Emerging Trends in Korean‐Diaspora and Translated Korean Picture Books. The Reading Teacher, Newark, v. 73, n. 4, p. 399-404, dec. 2019.
______. Experiencing Korean Culture and Language through Korean Children's Literature. In: GOODMAN, Ken et al. (Eds.). Reading in Asian Languages: Making Sense of Written Texts in Chinese, Japanese, and Korean. New York: Routledge, 2012. p. 221-235.
______. New Trends in Transnational Korean Children’s Books. Worlds of Words: Center of Global Literacies and Literatures, Tucson, 10 out. 2016. Disponível em: https://wowlit.org/blog/2016/10/10/new-trends-transnational-korean-chil…. Acesso em: 10 abr. 2020.
ZUR, Dafna. Figuring Korean Futures: Children’s Literature in Modern Korea. Redwood City: Stanford University Press, 2017.
“Children’s Literature of North and South Korea”. Seminário apresentado pela Dra. Dafna Zur. [S.I.: s. n.] 2015. 1 vídeo (34m46s). Publicado pelo canal Korea Vid. 

Programa

Introdução ao software Transkribus.
Lucia Werneck Xavier
Lívia Borges Souza Magalhães
Total de horas: 6, em 3 encontros de 2 horas.
Pausa: 15 minutos.
Pré-requisito: criar uma conta em https://readcoop.eu
Instalar o Transkribus no computador.
Informar a instrutura o nome da conta de cada aluno.
Cada participante pode enviar um documento de interesse particular para trabalhar durante o minicurso. Máximo de quatro páginas.
Importante: até o momento, o Transkribus está disponível somente em inglês.

Dia 1:


Informações gerais sobre paleografia digital
Por que Transkribus?
Facilidades e dificuldades
Trabalhando todos juntos, a versão web.
Versão desktop:
1. Visão geral de todos os botões.
2. Importar documentos para o Transkribus.
3. Ligar e copiar documentos para coleções diferentes.
Tempo: 45 minutos.
Pausa: 15 minutos.
Algumas dicas para melhor trabalhar no Transkribus:1. Dock e undock as janelas, trabalho em tela inteira.
Layout analysis ou segmentação 1, manual.
1. Após a demonstração, os alunos deverão manualmente segmentar as páginas de seus documentos. (não salvar. Ao final da sessão serão informados que a segmentação pode ser automática, do que trataremos na sessão seguinte).

Dia 2:


Layout analysis ou segmentação 2, mãos a obra!
Ajustando manualmente a diagramação.
Tempo: 45 minutos
Pausa: 15 minutos
Transcrição e demais botões. (60 minutos, trabalho individual). Ao final dessa sessão, o documento de cada participante deve estar completamente transcrito.

Dia 3:


E viva as tags! Uma vez transcrito o documento, é hora de colocar tags.
Ajustando transcrição e diagramação para exportação.
Como exportar seu trabalho.
Como exportar tags.

Programa

Aula 1 - A tendência global das crises da democracia e do neoliberalismo
Leituras obrigatórias:
STREECK, Wolfgang. Tempo comprado: a crise adiada do capitalismo democrático. São Paulo: Boitempo, 2018. Capítulo 1: Da
crise de legitimidade à crise fiscal. p. 51-94.
FRASER, Nancy. Por que dois “Karls” é melhor do que um: Integrando Polanyi e Marx numa teoria crítica da crise atual. Working
Paper apresentado na Universidade de Jena (Alemanha), 2017. Disponível em:
<https://eleuterioprado.files.wordpress.com/2019/02/por-que-dois-karlsc3…;.

Aula 2 - A extrema-direita frente à crise do capitalismo
Leituras obrigatórias:
ADORNO. T. W. Aspectos do novo radicalismo de direita. Trad. F. Catalani. São Paulo: Unesp, 2020 [1967]. p. 45-77.
LAZZARATO, Maurizio. Fascismo ou revolução. São Paulo: n-1 edições, 2019. p. 37-45.

Aula 3 - Impeachment de Dilma Rousseff: Ruptura democrática?
Leituras obrigatórias:
SINGER, André. O lulismo em crise: um quebra-cabeça do período Dilma (2011-2016). São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
Conclusão: Dois passos adiante, zigue-zague e queda. p. 287-298.
RUGITSKY, Fernando. Do ensaio desenvolvimentista à austeridade: uma leitura kaleckiana. In: BELLUZZO, Luiz Gonzaga de
Mello; BASTOS, Paulo Zahluth (org.). Austeridade para quem? Balanço e perspectivas do governo Dilma Rousseff. São Paulo:
Carta Maior/Friedrich Ebert Stiftung, 2015, p. 131-137.

Aula 4 - O que é o Bolsonarismo? Neofascismo, bonapartismo e militares na política
Leituras obrigatórias:
AVRITZER, Leonardo. O pêndulo da democracia. São Paulo: Todavia, 2019. Conclusão: A restauração da institucionalidade
democrática. p. 167-182.
BOITO, Armando. Por que caracterizar o bolsonarismo como neofascismo. Crítica Marxista, v. 50, p. 111-119, 2020.
RICUPERO, Bernardo. Notas sobre o bonapartismo, o fascismo e o bolsonarismo. Carta Maior, 11 dez. 2019. Disponível em:
<https://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/Notas-sobre-o-bonapar…;. Acesso
em: 09 jul. 2021.
SAFATLE, Vladimir. Entrevista com Vladimir Safatle: Não houve eleição em 2018. [Entrevista concedida à Carta Maior] Leneide
Duarte-Plon, Carta Maior, online, mai. 2021. Disponível em: <https://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/Entrevista-com-
Vladimir-Safatle-nao-houve-eleicao-em-2018-/4/50662>. Acesso em 11 jun. 2021. Trechos sobre participação dos militares no
governo Bolsonaro.
SINGER et al. Por que assistimos a uma volta do fascismo à brasileira. Folha de S. Paulo, 31 mai. 2020. Disponível em:
<https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2020/06/por-que-assistimos-a…;.

Programa

Neste curso de língua galega continuar-se-á com a análise dos principais elementos constitutivos do sistema linguístico galego: prosódia, morfologia, sintaxe, léxico e questões sociolinguísticas e culturais. Dado que o galego e o português são muito inteligíveis, o aluno não encontrará dificuldades na aprendizagem da língua e por isso o curso será ministrado integramente em língua galega. Como o nível é intermédio será necessário um conhecimento prévio da língua. Também serão vistos textos galegos literários simples dos três géneros: lírica (poesia galega atual), narrativa (prosa atual juvenil) e teatro (obras curtas) e também obras cinematográficas.

O curso faz referência às diferentes competências da língua:
- expressão oral: resolver situações e tarefas como intervenções simples de carácter social;
-compreensão escrita: compreensão, interpretação e identificação de informação e instruções simples relacionadas com situações habituais e previsíveis encontradas em textos;
- compreensão oral: compreensão de expressões e vocabulário sobre temas de interesse pessoal.
- expressão escrita (expressar opiniões, sentimentos, desejos e preferencias; fazer sugestões, convites e dar instruções mínimas, saudar, se apresentar, agradecer e pedir desculpas);
- dimensão intercultural e sociolinguística (serão abordados diferentes temas sobre a cultura galega como a mitologia, as tradições, os símbolos, os principais autores, a relação Galícia-Brasil).
- dimensão metafórica: saber falar em modo simbólico e indireto mediante metáforas e metonímias.

O professor fornecerá ao aluno muitas ferramentas virtuais para que a aprendizagem possa se tornar autónoma e para que o aluno use os recursos on-line para o estudo e a revisão dos conteúdos. Ao longo do curso será entregado muito material procedente de revistas e jornais culturais galegos.

Os conteúdos gramaticais incluem: o grupo nominal, os pronomes, a colocação dos pronomes átonos, os acentos, os principais tempos verbais (presente, copretérito, imperativo...) e perífrases verbais.
Cada sessão estará dividida em 2 partes: 1 hora teórica (por exemplo as regras da colocação dos pronomes átonos...) e outra hora prática aplicada a textos literários do século XX. As aulas são participativas e obrigam ao aluno a intervir ativamente.

As seguintes referências bibliográficas incluem os textos que o professor fará chegar aos alunos virtualmente. De cada obra serão selecionados os fragmentos mais pertinentes e nunca a obra inteira.

Recursos didáticos

Livro de texto didático
Chamorro, Margarita; da Silva, Ivonete; Núñez, Xaquín, 2008. Aula de Galego 4. Xunta de Galicia.
https://www.lingua.gal/celga-4/aula-de-galego/alumnado

Gramáticas e manuais de estilo
———— 2003. Normas ortográficas e morfolóxicas do idioma galego. Real Academia Galega.
Freixeiro Mato, Xosé Ramón. 2013. Estilística da lingua galega. Xerais.
López Viñas, Xoán; Lourenço Módia, Cilha; Moreda Leirado, Marisa. 2011. Gramática práctica da lingua galega. Baía Edicións.

Livros de leitura
Prado, Tucho; Prado, Miguelanxo. 2007. O xabaril branco. Biblos Clube De Lectores Tabuyo Romero, Domingo M. 1998. Balsaín blues. Espiral Maior.

Quadrinhos
Alves, Abel; Tolj, Esteban. 2018. A tumba de Breogán. Demo.
Prado, Miguelanxo. 2012. Ardalén. Norma Editorial.
Prado, Migueanxo. 2020. O pacto do letargo. Retranca Edicións.

Ensaios sobre cultura
Barreiro Fernandez, Xosé Ramón. 2007. Os símbolos de Galicia. Consello Cultura Galega.
Cuba, Xohán R.; Reigosa, Antonio; Miranda, Xosé. 2007. Dicionario dos seres míticos galegos. Xerais.
Mariño Paz, Ramón. 1998. Historia da lingua galega. Sotelo Blanco Edicións
Reigosa, Antonio. 2015. Galicia Encantada: O país das mil e unha fantasías. Xerais.

Programa

Detalhamento: Módulo 3
- Resumo
- Presente Contínuo (resumo)
- Interrogativo de Presente de Contínuo
- Sufixo ¨Com¨
- Pretérito de Perfeito
- Interrogativo de Pretérito de Perfeito