Programa

Aula 1: Contextualização. O Brasil e a França na segunda metade do século XVI.

Aula 2: André Thevet: a América, a corte e a ficção. Leitura de passagens de Singularidades da França Antártica e da Cosmografia Universal.

Aula 3: Jean de Léry: o canibalismo entre Guanabara e Sancerre. Leitura de passagens de História de uma viagem veita à Terra do Brasil e de História Memorável do Sítio de Sancerre.

Referências Bibliográficas

DAHER, Andrea. O Brasil Francês: As Singularidades da França Equinocial (1612-1615). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.
LÉRY, Jean de. Histoire d'un voyage faict en la terre du Brésil. Paris: Le Livre de Poche, 1999.
LESTRINGANT, Frank. Le Huguenot et le Sauvage: L'Amérique et la controverse coloniale, en France, au temps des guerres de religion. Genève: Droz, 2004.
______. A Oficina do Cosmógrafo ou A imagem do mundo no Renascimento. Tradução de Edmir Missio. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
______. Le Brésil d'André Thevet. Les Singularités de la France Antarctique (1557). Paris: Chandeigne, 2011.
LUSSAGNET, Suzanne (ed.)Les Français en Amérique pendant la deuxième moitié du XVIe siècle: le Brésil et les brésiliens. Paris: Presses Universitaires de France, 1953.
MÉTRAUX, Alfred. La religion des Tupinamba. Paris: Presses Universitaires de France, 2014.
RONSARD, Pierre de. Discours; Derniers Vers. Présentation par Yvonne Bellenger. Manchecourt: GF Flammarion, 1979.
THEVET, André. La Cosmographie Universelle. Paris: Chez Guillaume Chaudier, 1575.

Programa

Aula 1 - A literatura enquanto instituição: o caso brasileiro

CANDIDO, Antonio. Formação da Literatura Brasileira. Belo Horizonte: Editora Itatiaia, 2000.
BAPTISTA, Abel Barros. Livro agreste. Campinas: Editora da Unicamp, 2005. Page
GUIMARÃES, Hélio de Seixas. Leitores de Machado de Assis. . Tese: Unicamp – SP. 2001.
MORAES, Anita. Contornos humanos. Recife: Cepe Editora, 2023, 204p
NATALI, Marcos. Além da literatura. In Revista Literatura e Sociedade (USP), v. 9, p. 30-43, 2006. 8.
OLIVEIRA, Acauam. O fim da canção?. Universide de São Paulo, 2014. Tese de doutorado.

Aula 2 - Crítica, literatura e escravidão: Memórias de um sargento de milícias

ARANTES, Paulo. Sentimento da dialética na experiência intelectual brasileira. São Paulo: 2021, ePUB, Open Access.
CANDIDO, Antonio. Formação da Literatura Brasileira.
FRANCO, Maria Sylvia de Carvalho. Homens livres na ordem escravocrata. São Paulo: Unesp, 2008.
NEGREIROS, Dario de. Formação do autoritarismo social brasileiro: escravidão.
OTSUKA, Edu Teruki. Espírito rixoso: para uma reinterpretação das Memórias de um sargento de milícias.
PASTA JR, José Antonio. Formação supressiva; constantes estruturais do romance brasileiro.
SCHWARZ, Roberto. Pressupostos, salvo engano, da dialética da malandragem.


Aula 3 - A centralidade do escravismo no projeto político literário de José de Alencar

Vellozo, J. C. de O., & Cárnio, H. G. . (2023). Os romances de fazenda de José de Alencar : Uma nova narrativa sobre a formação da nacionalidade. Princípios, 42(167), 203–226. https://doi.org/10.4322/principios.2675-6609.2023.167.011
QUEIROZ, Marcos. O Haiti é aqui: ensaio sobre formação social e cultura jurídica latino-americana (Brasil, Colômbia e Haiti, século XIX). 2022. 700 f., il. Tese (Doutorado em Direito) — Universidade de Brasília, Brasília, 2022.
ALENCAR, José de; PARRON, Tâmis (org.). Cartas a favor da escravidão. São Paulo, SP: Hedra, 2010. 155 p
FAÇANHA, Dayana. Sombra e escravidão [recurso eletrônico] : tráfico de africanos e antiescravismo na literatura brasileira, 1830-1871. Tese (Doutorado em História) — UNICAMP, Campinas, 2021.
: um estudo do romance Til, de José de Alencar. 2012. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012.


Aula 4 - A disputa em torno de Machado de Assis

BREDA, Fernando. Dialética, subjetividades e história. Navegações, 14(2), e41611. https://doi.org/10.15448/1983-4276.2021.2.41611
CHALHOUB, Sidney. Machado de Assis historiador. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
SCHWARZ, Roberto. Ao vencedor as batatas: forma literária e processo social nos inícios do romance brasileiro. São Paulo: Duas cidades/Editora 34, 2012.
SCHWARZ, Roberto. Um mestre na periferia do capitalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

Obras literárias:

ALENCAR, José de. Til. São Paulo: Melhoramentos, 2012.
ALENCAR, José de. Tronco de ipê. São Paulo: Martin Claret, 2013.
ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. . Porto Alegre: L&PM, 2019
ASSIS, Machado de. Relíquias de casa velha.

Programa

Ementa: A efervescente e fértil atmosfera sociopolítica do Brasil atual contrasta com a apatia dos espaços de debate e de discussão das produções literárias afrodescendentes no espaço acadêmico nacional. É papel social das universidades públicas – em especial a USP, por sua relevância produtiva e vocação para a vanguarda científica – fomentar a construção de perspectivas teóricas que auxiliem seu corpo discente a encontrar a instrumentalização adequada para intervir positivamente no preocupante quadro de profundas tensões raciais que o século XXI apresenta. Esse curso oferece uma problematização crítica da literatura afro-brasileira, a partir de um ponto de vista histórico-materialista.


Objetivo:

Em uma recuperação bibliográfica que começa em Úrsula, de Maria Firmina dos Reis (publicado em 1859) e se projeta até Estela sem Deus, de Jeferson Tenório (publicado em 2018), esse curso tem como objetivo desenvolver um arcabouço teórico capaz de fomentar uma perspectiva crítico-materialista da produção literária afro-brasileira.

Programa:

Dia 1 – 27/07/2020
Tema: Por uma Teoria literária materialista negra – parte I

Texto-base:

MARX, Karl. O 18 de brumário de Luís Bonaparte. São Paulo: Boitempo, 2013 (leitura obrigatória)

Bibliografia:

BASTIDE, Roger. A poesia afrobrasileira. São Paulo: Martins Editora, 1943.
DAMASCENO, Benedita. Poesia negra no modernismo brasileiro. Campinas: Pontes Editores,
1988.
DUARTE, Eduardo de Assis. Literatura e afrodescendência. In: ___. Literatura, política, identidades. Belo Horizonte: FALE-UFMG: 2005. p. 113-131. Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro;
EAGLETON, Terry. Teoria da Literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2012.

Dia 2 – 28/07/2020
Tema: Por uma Teoria literária materialista negra – parte II

Texto-base

SILVA, Luiz Mauricio Azevedo. Ideologias literárias da cor na reconfiguração do cânone brasileiro. Revista Brasil Brazil, volume 33, número 61, disponível em https://seer.ufrgs.br/brasilbrazil/article/view/103525 (leitura obrigatória)

Bibliografia:

BENTO, Maria Aparecida Silva. Pactos narcísicos no racismo: branquitude e poder nas
organizações empresariais e no poder público. São Paulo: Biblioteca Dante Moreira Leite, 2002.

DALCASTAGNÈ, Regina. A personagem do romance brasileiro contemporâneo: 1990-2004.
Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, Brasília, n. 26, jul.-dez. 2005.


Dia 3 – 29/07/2020
Tema: Literatura negra: raízes

Texto-base

ASSIS, Machado. Dom Casmurro. Porto Alegre: Figura de Linguagem, 2020. (leitura obrigatória)

Bibliografia:

REIS, Maria Firmina. Ursula. Porto Alegre: Figura de Linguagem, 2018.
BARRETO, Lima. Cemitérios dos vivos. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.


Dia 4 – 30/07/2020
Tema: Literatura negra: troncos

Texto-base

JESUS, Carolina Maria. Quarto de despejo. São Paulo: Ática, 2008. (leitura obrigatória)

Bibliografia:

AUGUSTO, Ronald. Entre uma praia e outra. Porto Alegre: Artes e ecos, 2018.
EVARISTO, Conceição. Becos da Memória. Rio de Janeiro: Pallas, 2017.
GONÇALVES, Ana Maria. Um defeito de cor. Rio de Janeiro: Record, 2006.

Programa

Programa:
1. Uma história brasileira dos estudos de gênero e sexualidade nos estudos de Literatura;
2. Amoras: outras formas de enunciar o amor;
3. A literatura se transfaz;
4. Da pele à palavra: marcas da identidade quare na arte literária;

5. Expressões negro-sapatão na produção literária brasileira como exercício de libertação e prática democrática;
6. Autobiografias trans brasileiras;
7. Exercício e desejo (homos)sexual em algumas narrativas do entre séculos XIX e XX;
8. Leituras lésbicas no Brasil contemporâneo;
9. As donzelas-guerreiras e a crítica literária brasileira e portuguesa.


Bibliografia

ÁDREON, Loris. Meu corpo, minha prisão: Autobiografia de um transexual. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1985.

BEAUVOIR, Atena. Contos transantropológicos. Poro Alegre: Taverna, 2018.

BUTLER, Judith. Relatar a si mesmo: Crítica da violência ética. Belo Horizonte: Autêntica, 2015.

CRENSHAW, Kimberlé. A intersecionalidade na discriminação de raça e gênero. VV. AA. Cruzamento: raça e gênero. Brasília: Unifem, 2004. Disponível em: https://static.tumblr.com/7symefv/V6vmj45f5/kimberle-crenshaw.pdf Acesso em: 14 jul. 2020.

DELUCA, Naná. O sexo dos tubarões. São Paulo: Patuá, 2017.

EL FAR, Alessandra. Os romances que o povo gosta: o universo das narrativas populares de finais do século XIX. Floema (UESB), v. 9, p. 11-31, 2011.

EVARISTO, Conceição. Insubmissas lágrimas de mulheres. Rio de Janeiro, Malê, 2016.

GALVÃO, Walnice. A donzela-guerreira: um estudo de gênero. São Paulo: Senac, 1998.

HERZER. A queda para o alto. Rio de Janeiro: Vozes, 1982.

LESLÃO, Janaína. A princesa e a costureira. Metanoia editora, 2016.

LEONEL, Vange. As Sereias da Rive Gauche. 2002. São Paulo: Brasiliense, 2002.

LORDE, Audre Lorde. Irmã Outsider: ensaios e conferências. Tradução: Stephanie Borges. Belo Horizonte: Autêntica, 2019.

LOURO, Guacira Lopes. Um corpo estranho: ensaios sobre a sexualidade e a teoria queer. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2015.

LUGARINHO, Mário. A crítica literária e os estudos gays e lésbicos: uma introdução a um problema. In: Rick Santos; Wilton Garcia. (Org.). A escrita de adé: perspectivas teóricas dos estudos gays e lésbic@s no Brasil. 1ed.São Paulo: Xamã, 2002, p. 51-58.

LUGARINHO, Mário. Como traduzir a teoria Queer para a Língua Portuguesa. REVISTA GÊNERO, Niterói, v. 1, n.2, p. 36-46, 2013.
LUGARINHO, Mário. Antropofagia crítica: para uma teoria queer em português. Olhar (UFSCar), v. 22, p. 105-111, 2010.

MAIA, Helder Thiago. Transgressões Canônicas: Queerizando a Donzela-Guerreira. Cadernos de literatura comparada, n. 39, p. 91-108, 2018.

MENDES, L. P. Livros para Homens: sucessos pornográficos no Brasil no final do século XIX. In: CADERNOS DO IL, PORTO ALEGRE, v. 53, p. 173-191, 2016.

MORAIS, Fernando Luís de. Diamantes negros sob um arco-íris multicolorido: as identidades negras-gay na poesia de Thomas Grimes. Orientadora: Cláudia Maria Ceneviva Nigro. 2019. 150 f. Dissertação (Mestrado Teoria da Literatura) - Universidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Biociências Letras e Ciências Exatas, São José do Rio Preto, 2019.   
 
MORSCH, Bruna Sofía. Van Ella Citron. Joinville: Micronotas, 2017.

MOTTA, Waldo. Eis o homem. Vitória: Ed. Da Fundação Ceciliano Abel de Almeida, 1987.

NASCIMENTO, Tatiana. Cuierlombismo literário. São Paulo: edições n-1, 2019. Série Pandemia.

NASCIMENTO, Tatiana. Lundu. Brasília: Padê, 2016.
OLIVEIRA, Valdeci. Figurações da donzela-guerreira nos romances Luzia-Homem e Dona Guidinha do Poço. Campinas: UNICAMP, 2001. 154f. Dissertação (Mestrado em Teoria e História Literária) – Universidade Estadual de Campinas, 2001.

POLESSO, Natália Borges. Amora. Porto Alegre: Não Edtora, 2016.

PONTUAL, Cesar. Abra. São Paulo: Patuá, 2017.

SANTOS, Claudiana Gois dos. A Bruta Flor do Querer: amor, performance e heteronormatividade na representação das personagens lésbicas. 2018. Dissertação (Mestrado em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018.

SANTOS, Rick; GARCIA, Wilton. A escrita de adé: perspectivas teóricas dos estudos gays e lésbic@s no Brasil. São Paulo, New York: Xamã, CUNY, 2003.

SILVA, Cidinha da. Um Exu em Nova York. Editora Pallas, 2018.

SILVA, E. K. da; CAMARGO, F F. Os gozos de Bem Bem. In: MALUCO, C. O menino do Gouveia. Uberlândia: O sexo da palavra, 2017.
 

Programa

Aula 1: 12 agosto – Apresentação do curso – Bovarismo all’italiana: a personagem feminina em Sibilla Aleramo e Neera. Ministrante: Profa. Dra. Erica Salatini.

Aula 2: 17 agosto - Os artesãos da personagem romanesca italiana: Pirandello e Svevo
Ministrante: Prof. Dr. Aislan Macieira

Aula 3: 19 agosto - As meninas de Alba de Céspedes e as de Lígia Fagundes Telles
Ministrante: Profa. Dra. Erica Salatini

Aula 4: 24 agosto A personagem do romance da Resistência: Vittorini (Homens e não, 1944) e Calvino (A trilha dos ninhos de aranha, 1945).
Ministrante: Prof. Dr. Aislan Macieira

Aula 5: 26 agosto: Personagens e pluralidade em Igiaba Scego
Ministrante: Profa. Dra. Tatiana Fantinatti

Aula 6: 31 agosto As personagens femininas em Elena Ferrante (A vida mentirosa dos adultos, 2020) e Clarice Lispector (A Hora da estrela).
Ministrante: Profa. Ms. Dayana Loverro

Bibliografia:
ALERAMO, S. Uma mulher. Trad. Marcella Mortara, Rio de Janeiro: Marco Zero, 1984.
BERARDINELLI, A. “O problema da personagem na narrativa do século XX”. In: Não incentivem o romance e outros ensaios. Trad. Doris N. Cavallari, Francisco Degani, Patricia de Cia. São Paulo: Nova Alexandria, 2007.
CALVINO, Italo. A trilha dos ninhos de aranha. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
CANDIDO, Antonio. A personagem de ficção. 10ª. ed. São Paulo: Perspectiva, 2000.
CASINI, Maria Cecilia; CAVALCANTI, Thaís Helena de Barros. Os primórdios da literatura feminina na Itália: Una donna, de Sibilla Aleramo. Revista Mulheres e literatura, Rio de Janeiro, v. 17, n. [7 p.] jul/dez. 2016, 2016.
CÉSPEDES, Alba de. Ninguém volta atrás. Trad. Augusto de Souza. Rio de Janeiro: IPE, 1962.
DALCASTAGNÈ, Regina. “A personagem do romance brasileiro contemporâneo: 1990-2004”. In: “Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea”, n. 26, Brasília, jul.-dez. 2005, pp. 13-71.
FERRANTE, E. A Vida Mentirosa dos Adultos, trad. Marcello Lino. Rio de Janeiro: Editora Intrínseca, 2020.
FRIEDMAN, Norman. “O ponto de vista na ficção. O desenvolvimento de um conceito crítico”. Trad. Fabio Fonseca de Melo. In: Revista Usp. São Paulo, n. 53. pp. 166-182. Mar/mai 2002.
(Disponível em: http://www.usp.br/revistausp/53/15-norman-2.pdf )
GUERINI, Andrea e ANDRADE, A. A. S. “Sibilla Aleramo: consciência e escrita”. In: Revista Estudos Feministas. vol.17 no.2. Florianópolis Mai/Ago. 2009.
PONTIERI, Regina. “Onde foi parar o sujeito? – Experiências da subjetividade na ficção do século XX.” In: Revista Literatura e Sociedade. São Paulo: USP/FFLCH/DTLLC, n. 14, 2012. (Disponível em: http://dtllc.fflch.usp.br/node/157 ).
SALATINI, Erica. Antonio Tabucchi contista: entre a incerteza do sentido e os equívocos da experiência. São Paulo: Nova Alexandria, 2016.
__________ "Alba de Céspedes entre o romance sentimental feminino e a resistência ao fascismo". In "Literatura Italiana Traduzida", v. 1, n. 11, nov. 2020.  Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/217905
TESTA, Enrico. Heróis e figurantes. O personagem no romance. Trad. Patricia Peterle. Florianópolis: Rafael Copetti Ed., 2019.
VITTORINI, Elio. Homens e não. Trad. Maria Helena Arrigucci. São Paulo: Cosac&Naify, 2007.

Programa

  • 1. Breve histórico da língua russa e seu alfabeto
  • 2. Algumas particularidades da língua russa (casos, aspectos verbais, verbos de movimento)
  • 3. Alfabetização
  • 4. O caso nominativo
  • 5. O gênero do substantivo: masculino, feminino e neutro
  • 6. O número do substantivo: singular e plural
  • 7. O adjetivo: gênero e número
  • 8. O verbo russo: primeira e segunda conjugação
  • 9. Os advérbios
  • 10. O caso prepositivo: declinação do substantivo singular
  • 11. O caso prepositivo: declinação do adjetivo e pronomes
  • 12. Vocabulário
  • 13. Fonética
  • 14. Informações complementares relativas à história e à cultura russa 

- Bibliografia
AMÉRICO, Ekaterina Volkova; FERNANDES, Gláucia Roberta Rocha. Fale tudo em russo! Barueri: Disal
Editora, 2013. 336 p.
CASTRO, Tanira. Fale russo: leitura. Porto Alegre: Ediplat, 2007. 144 p.
ESMANTOVA, T. Russkii iazyk: 5 elementov. Nível A1 (elementar). São Petersburgo: Zlatoust, 2016,
319p.
KHAVRÓNINA, S. A e CHIROTCHÉNSKAIA, A. I. Russian in exercises. Moscou: Progress Publishers, 1981.
MILLER, L. V.; POLITKÔVA, L. V.; RIBAKÔVA I. I. Jíli-bíli – 28 urokov rússkogo iaziká dlia
natchináiuschikh. 4ª edição. São Petersburgo: Zlatoust, 2003. 152 p.
STEPÁNOVA, F.; IÉVLIEVA, Z.; TRÍUCHINA, L. Rússki iazyk dliá vsiekh. Moscou: Editorial Progresso,
1981.
TCHERNICHÔV, S. I. Poiekhali! Rússki iazik dlia vzroslikh. Natchalni kurs. 7ª edição. São Petersburgo:
Zlatoust, 2009. 280 p.

Programa

1. PROGRAMA COMPLETO

1. Introducció: història de la llengua catalana des dels orígens.
2. Els conceptes de llengua i dialecte.
3. El nom de la llengua. El cas del valencià.
4. El domini lingüístic actual de la llengua catalana. Oficialitat.
5. Els dos grans blocs dialectals del català (oriental i occidental) i els dialectes que els componen.
6. Selecció de cançons de grups de música i cantautors de cada dialecte.
7. Treball d’identificació dels trets dialectals exposats (lèxics, morfosintàctics, fonètics…) a partir de l’escolta activa i l’anàlisi de les cançons seleccionades.
8. Difusió dels canals per poder accedir a la recerca de grups de música i cantautors en llengua catalana de tot el domini lingüístic.

2. BIBLIOGRAFIA

BIBILONI, G. Llengua estàndard i variació lingüística. València, 1997.
INSTITUT D'ESTUDIS CATALANS. Secció Filològica. Proposta per a un estàndard oral de la llengua catalana, I. Fonètica. Barcelona: Institut d'Estudis Catalans, 1990 [1999].
INSTITUT D'ESTUDIS CATALANS. Secció Filològica. Proposta per a un estàndard oral de la llengua catalana, II. Morfologia. Barcelona: Institut d'Estudis Catalans, 1992 [1999].
INSTITUT D'ESTUDIS CATALANS. Secció Filològica. Gramàtica de la llengua catalana. Barcelona: Institut d'Estudis Catalans, 2016.
MOLL, F. DE B. Llengua o dialecte? Català o mallorquí? Palma, 1978.
MOLLÀ, T. / PALANCA, C. Curs de sociolingüística 1. València, 1987.
POLANCO, L. “Llengua i dialecte: una aplicació dialectomètrica a la llengua catalana”. Miscel·lània Sanchis Guarner. València, 1984.
VENY, J. Els parlars catalans. Síntesi de dialectologia catalana. Palma: Editorial Moll, 1982.
VENY, J; MASSANELL, M. Dialectologia catalana. Aproximació pràctica als parlars catalans. Barcelona: Edicions de la Universitat de Barcelona, 2015.

Atles lingüístic del domini català. Veny- Pons i Griera. https://aldc.espais.iec.cat/
Diccionari català-valencià-balear. Alcover-Moll. https://dcvb.iec.cat/
Els sons del català. Universitat de Barcelona. http://www.ub.edu/sonscatala/ca/presentacio
Enderrock. La música de la teva generació. https://www.enderrock.cat/
Viasona. Tota la música en català. https://www.viasona.cat/

Programa

Aula 1: A intraduzibilidade em questão
Eco (2007), Laranjeira (2003), Steiner (2005).

Aula 2: Fidelidade e equivalência
Eco (2007), Laranjeira (2003).

Aula 3: Tradutor-criador
Campos (2011), Laranjeira (2003).

Aula 4: Problemas de tradução
Comentários aos textos e propostas de traduções feitas pelos alunos

Bibliografia:
APEL, Friedmar. Il manuale del traduttore letterario. Milão: 1993, Edizioni Angelo Guerini e Associati.
CAMPOS, Haroldo. Transcriação. São Paulo: Perspectiva, 2011
ECO, Umberto, Dire quasi la stessa cosa: esperienze di traduzione. Milão: Bompiani, 2007.
LARANJEIRA, Mário. Poética da tradução: do sentido à significância. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2003.
NERGAARD, Siri (org.). La teoria della traduzione nella storia. Milão: Strumenti Bompiani, 2013.
NERGAARD, Siri (org.). Teorie contemporanee della traduzione. Milão: Strumenti Bompiani, 1995.
PYM, Anthony. Explorando as teorias da tradução. São Paulo: Perspectiva, 2017.
STEINER, George. Depois de Babel: questões de linguagem e tradução. Traduzido por Carlos Albert Faraco. Curitiba: Editora da UFPR, 2005.
 

Programa

Programa do Curso - (Syllabus)
 
First lesson (3 hours): introduction to the course; the main problems of ancient oratory; fundamentals of argumentation theory (Perelman-Olbrechts Tyteca, van Eemeren, Rigotti) and its applicability to the ancient literary oratory; the relationship between rhetoric and ancient oratory; contextualization of the examined works (Sallust, De Catilinae coniuratione; Livy, Ab urbe condita libri; Virgil, Aeneis; Lucan, Bellum civile); 
 
Second lesson: (3 hours): analysis of Catilina's speeches in Sallust, De Catilinae coniuratione 20-22 and 58 and of the orations of Scipio and Hannibal in Livy, Ab urbe condita 21, 39-44. 
 
Third lesson: oratory in epic poetry, taking as starting point G. Highet, The speeches in Vergil's Aeneid, Princeton 1972: analysis of the discourses of Ilioneus (Aen. I, 522-538) and of Drances (Aen. XI, 343-375); synthetic argumentative analysis and reflection on the debate of Aeneas and Dido in the fourth book 
 
Fourth lesson (3 hours): analysis of the speeches of Brutus and Cato in Lucan, Bellum Civile II, 242-323. Final remarks on the course; further methodological and research perspectives.
 
 
Texts:
 
C. Sallustius Crispus, Catilina, Iugurtha, Fragmenta ampliora, ed. A. Kurfess, Stutgardiae et Lipsiae 1957;
Titi Livi Ab urbe condita libri. Rec. et adnotatione critica instr. C. F. Walters et R. S. Conway. Tomus III, libri XXI-XXV, Oxonii 1929 (often reprinted); Livius, Ab Urbe Condita, Libri XXI–XXII; XXIII-XXV, ed. T. A. Dorey, Leipzig, Teubner, 1971-1976
P. Vergilius Maro, Aeneis. Recensuit atque apparatu critico instruxit Gian Biagio Conte, Berolini et Novi Eboraci 2009.
Lucani Opera. R. Badalì recensuit, Romae, 1992.
 
Bibliografia:
 
G. Abbamonte, L. Miletti, L. Spina (eds.), Discorsi alla prova, Napoli 2009.
G. Aldrete, Gestures and acclamations in ancient Rome, Baltimore-London 1999.
A. Balbo, I frammenti degli oratori romani dell’età augustea e tiberiana. Parte prima. Età augustea, Alessandria 20072.
A. Balbo, I frammenti degli oratori romani dell’età augustea e tiberiana. Parte seconda. Età tiberiana, Alessandria 2007.
A. Balbo, Marcus Junius Brutus the Orator. Between Philosophy and Rhetoric, in Community and Communication. Oratory and Politics in Republican Rome, Oxford 2013, 315-328.
A. Balbo, Profili argomentativi del discorso di Catilina in Sall. Cat. 20-22, «Philologia Antiqua». 11, 2018, 9-24.
D. H. Berry - A. Erskine (eds.), Form and Function in Roman oratory, Cambridge 2010.
W. W. Batstone, Catiline's speeches in Sallust's « Bellum Catilinae ». Form and function : 227-246.
A. Cavarzere, Gli arcani dell'oratore: alcuni appunti sull'actio dei romani, Roma-Padova 2011.
J.C. De Nadaï, Rhétorique et poétique dans la Pharsale de Lucain, Paris 2000.
F. H. van Eemeren (et alii), Handbook of Argumentation Theory, New York 2014.
A. Feldherr, « Magna mihi copia est memorandi »: modes of historiography in the speeches of Caesar and Cato (Sallust, Bellum Catilinae 51-4) in Time and narrative in ancient historiography : the « plupast » from Herodotus to Appian ed. by J. Grethlein and Ch. B. Krebs. Cambridge ; New York 2012, 95-112.
R. P. Geckle, The rhetoric of morality in Sallust's speeches and letters. Diss. Columbia University New York 1995.
J.C. Hall, Oratorical Delivery and the Emotions: Theory and Practice, in A companion to Roman Rhetoric, eds. W. J. Dominik, J. Hall, Oxfrod 2007, 218–234.
G. Highet, The speeches in Vergil's Aeneid, Princeton 1972.
A. Iacona, L'argomentazione, Torino 2005.
G. A. Kennedy, A New History of Classical Rhetoric, Princeton 1994.
A. Laird, Power of expression, expressions of power. Speech presentation and Latin literature, Oxford 1999.
H. Lausberg, Handbook of Literary Rhetoric, English translation by D. E. Orton and R. D. Anderson, Leiden 1998 (based upon Lausberg second German edition of 1973).
J. Marincola, Speeches in Classical Historiography, in J. Marincola (ed.), A Companion to Greek and Roman Historiography, Oxford 2007, 118-132.
N.P. Miller, Dramatic speech in Roman Historians, Greece and Rome 22, 1975, 42-57.
R. Mueller, Zum Verhältnis von narrativen und strukturellen Elementen in der antiken Geschichtsschreibung. SStor 10, 1986, 25-35
R. Nicolai « Unam ex tam multis orationem perscribere »: riflessioni sui discorsi nelle monografie di Sallustio. Atti del primo convegno nazionale sallustiano: L'Aquila 28-29 settembre 2001 a cura di G. Marinangeli. L’Aquila 2002, 43-67.
F.R. Nocchi, Tecniche teatrali e formazione dell’oratore in Quintiliano, Berlin; Boston (Mass.) 2013.
E. Norden, Die antike Kunstprosa, Berlin 19153
D. Pausch (ed.), Stimmen der Geschichte. Funktionen von Reden in der antiken Historiographie, Berlin-New York 2010.
R. Ullmann, La technique des discours dans Salluste, Tite Live et Tacite : la matiere et la composition, Oslo 1927.
A. J. Woodman, Rhetoric in classical historiography, London and Sydney 1988.
C. Perelman, L. Olbrechts-Tyteca, Traité de l'argumentation. La nouvelle rhétorique, Paris, PUF, 1958, tr. it. Trattato dell'argomentazione. La nuova retorica, Torino 1966.
C. Steel, H. van der Blom (eds.), Community and Communication. Oratory and Politics in Republican Rome. Oxford 2013.
 

Programa

Língua galega 1

- expressão oral (com o professor ou entre alunos sobre temas de atualidade e sobre a questão da história do galego e a sua situação na sociedade). Resolver situações e tarefas como intervenções simples de carácter social;
- compreensão escrita (textos não só literários mas também ensaísticos e jornalísticos). Compreensão, interpretação e identificação de informação e instruções simples relacionadas com situações habituais e previsíveis encontradas em textos;
- compreensão oral (canções, fragmentos de filmes e vídeos, reportagens, series...). Compreensão de expressões e vocabulário sobre temas de interesse pessoal.
- expressão escrita (expressar opiniões, sentimentos, desejos e preferencias; fazer sugestões, convites e dar instruções mínimas, saudar, se apresentar, agradecer e pedir desculpas);
- dimensão intercultural e sociolinguística (serão abordados diferentes temas sobre a cultura galega como a mitologia, as tradições, os símbolos, os principais autores, a relação Galícia-Brasil). O marco cultural ajuda a entender melhor o funcionamento interno e externo da língua galega, o marco pragmático.
O professor fornecerá ao aluno muitas ferramentas virtuais para que a aprendizagem possa se tornar autónoma e para que o aluno use os recursos on-line para o estudo e a revisão dos conteúdos. Ao longo do curso será entregado muito material procedente de revistas e jornais culturais galegos.
Os conteúdos gramaticais incluem: o alfabeto (gráfico e fonético), letras e sons, os numerais, o grupo nominal, os pronomes, a colocação dos pronomes átonos, os acentos, os principais tempos verbais (presente, copretérito, imperativo...) e perífrases verbais básicas.
Cada sessão estará dividida em 2 partes: 1 hora teórica (por exemplo as regras da colocação dos pronomes átonos...) e outra hora prática (estudo da colocação dos pronomes em um texto ou a criação de frases por parte dos próprios alunos). Deste jeito, as aulas são mais participativas.

Anexo referências bibliográficas
Língua galega 1

Recursos didáticos
Livro de texto didático
Chamorro, Margarita; da Silva, Ivonete; Núñez, Xaquín, 2008. Aula de Galego 1. Xunta de Galicia.
https://www.lingua.gal/c/document_library/get_file?file_path=/portal-li…

Manuais de apoio
———— 2003. Normas ortográficas e morfolóxicas do idioma galego. Real Academia Galega.
Callón, Carlos. 2012. Como falar e escribir en galego con corrección e fluidez. Xerais.
Freixeiro Mato, Xosé Ramón. 2013. Estilística da lingua galega. Xerais.
López Viñas, Xoán; Lourenço Módia, Cilha; Moreda Leirado, Marisa. 2011. Gramática práctica da lingua galega. Baía Edicións.
Regueira Fernández, Xosé Luis. 2010. Dicionario de pronuncia da lingua galega. Real Academia Galega.

Exercícios de língua
Bermúdez, Ana; Colmenero, Antonio. 1999. Prácticas de lingua. Edicións do Cumio.

Manuais de sociolinguistica
Mariño Paz, Ramón. 1998. Historia da lingua galega. Sotelo Blanco Edicións
Monteagudo, Henrique. 1999. Historia social da lingua galega. Galaxia.

Revistas
VV.AA. 2014. Revista Grial nº 203. Galaxia.
VV.AA. 1998. Boletín galego de literatura nº19. Universidade de Santiago de Compostela.