Programa

Aula 1: Leitura crítica e o problema da desordem informacional. Noção de gênero, hipergênero e o papel da tecnologia no desenvolvimento dos gêneros textuais. Formulação de um plano de aula a ser revisto no final do curso.
Aula 2: O que é argumentação? Reflexão sobre enquadramentos teóricos e a
argumentação como elemento constitutivo do discurso.
Aula 3: A internet e a cena da enunciação. As fake news e o seu elemento cênico.
Aula 4: A noção de ethos, pathos e logos. O papel da emoção e da razão segundo a análise
do discurso.
Aula 5: O papel da doxa e dos esteriótipos para a estabilização da comunicação.
Aula 6: A imagem como recurso persuasivo. Os textos multimodais.
Aula 7: Os esquemas argumentativos (análise de discursos enganosos) e as formas de
sistematização desses achados para uso em sala de aula.
Aula 8: A questão da modalidade veridictória como uma das marcas desses textos. Outras
marcas linguísticas que aparecem recorrentemente nesses textos. Reflexão sobre o conteúdo do curso e os planos de aula elaborados no início do curso.

Bibliografia:
Amossy, Ruth. “Argumentação e Análise Do Discurso: Perspectivas Teóricas E Recortes
Disciplinares”. Revista Eletrônica De Estudos Integrados Em Discurso E Argumentação, Vol. 1,
nº 1, Nov. 2011, p. 129-44, http://periodicos.uesc.br/index.php/eidea/article/view/389.
Amossy, Ruth. A argumentação no discurso. São Paulo: Ed. Contexto, 2018. Impresso
Antunes, Irandé. Aula de português: encontro & interação. São Paulo: Parábola, 2006.
Antunes, Irandé. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola, 2009.
Azevedo, T. de Transposição Didática De Gêneros Discursivos: Algumas Reflexões. Revista
Desenredo, Vol. 6, nº 2, May 2011, http://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/1716.
Janeiro, 2021
Bakhtin, Mikhail. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
Bakhtin, Mikhail, and Valentin Nikolaevich Volochinov. Marxismo e filosofia da linguagem.
Vol. 7. São Paulo: Hucitec, 2006.
de Barros, Diana Luz Pessoa. Teoria Semiótica do Texto. São Paulo: Ed. Ática, 2005. Impresso
de Barros, Diana Luz Pessoa. "Algumas reflexões sobre o papel dos estudos linguísticos e
discursivos no ensino-aprendizagem na escola." Estudos Semióticos 15.2 (2019): 1-14.
de Barros, Diana Luz Pessoa. "AS FAKE NEWS E AS “ANOMALIAS”." VERBUM. CADERNOS DE
PÓS-GRADUAÇÃO. ISSN 2316-3267 9.2 (2020)
Brandão, Helena Hathsue Nagamine. “O leitor: co-enunciador do texto”. Polifonia. Cuiabá.
Revista de Letras, n. 1, (1994): 85-90.
Cabral, Ana Lúcia Tinoco. "Leitura de Textos Multimodais: simultaneidade e integração na
construção dos sentidos." Revista Intersecções 6.10 (2013): 89-106.
http://www.portal.anchieta.br/revistas-elivros/interseccoes/pdf/interse…
Charaudeau, Patrick. Discurso das Mídias. Tradução de Ana M. S. Corrêa. São Paulo:
Contexto, 2006.
Charaudeau, Patrick. “A argumentação em uma problemática da influência”. ReVEL, edição
especial vol. 14, n. 12, 2016. Tradução de Maria Aparecida Lino Pauliukonis.
[www.revel.inf.br].
Fiorin, J. L. “O pathos do enunciatário”. ALFA: Revista De Linguística, vol. 48, nº 2, julho de
2004, https://periodicos.fclar.unesp.br/alfa/article/view/4297.
Gonçalves-Segundo, P. R. “Fake news, Information Disorder and Moral Panic: Exploring
Discursive Strategies”. Cadernos De Linguística, Vol. 1, no. 4, Mar. 2021, pp. 01-26,
doi:10.25189/2675-4916.2020.v1.n4.id261.
Grize, J.-B. O Ponto De Vista Da Lógica Natural. Revista Eletrônica De Estudos Integrados Em
Discurso E Argumentação, Vol. 20, nº 3, Dec. 2020, doi:10.47369/eidea-20-3-3012
Liberali, Fernanda Coelho. "Argumentação em contexto escolar." Campinas:Pontes
Editores (2013).
Maingueneau, Dominique. Analyser les textes de communication. Paris: Nathan, 1998
[Análise de textos de comunicação. Tradução de Cecília P. Souza-e-Silva e Décio
Rocha. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2002].
Marcuschi, Luiz Antonio. Produção Textual, Análise de Gêneros e Compreensão. São Paulo:
Parábola Editorial, 2008. Impresso
Plantin, Christian. As razões das emoções. Trad. Emília Mendes. In: Mendes, E.;
Machado, I. L. (Org.). As emoções no discurso. V. II. Campinas: Mercado de Letras, 2010. p.
57-80. Impresso
Plantin, C. Análise E Crítica Do Discurso Argumentativo. Revista Eletrônica De Estudos
Integrados Em Discurso E Argumentação 1.1 (2011), 17-37,
http://periodicos.uesc.br/index.php/eidea/article/view/365.
Rodrigues, Sonia Maria Valente. “A escrita argumentativa na escolaridade obrigatória:
descrição e fundamentação de um percurso didático”, Argumentação e discurso: fronteiras e
desafios, 2020, FLUP, https://hdl.handle.net/10216/128425. 7 de jan. 2021
Sintra, Marta Catarina Dias. (2019). Fake news e a Desinformação: perspetivar
comportamentos e estratégias informacionais. (Dissertação de Mestrado). FCSH -
Universidade Nova de Lisboa, Lisboa. Disponível em: http://hdl.handle.net/10362/79564
Wardle, Claire; Derakhshan, Hossein. Information Disorder: Toward an interdisciplinary
framework for research and policy making. Council of Europe, October, 2017. Disponível em:
https://rm.coe.int/information-disorder-toward-an-interdisciplinary-fra….

Programa

Objetivos:
O curso visa a divulgar a obra de Honoré de Balzac, com principal foco em algumas de suas narrativas curtas, inseridas em A Comédia humana. Promoveremos, portanto, a leitura de A obra-prima ignorada, O Elixir da longa vida, Sarrasine e Gambarra. Apesar de serem curtos em número de páginas, as quatro obras selecionadas não oferecem, por isso, menos material para reflexão. Partiremos de alguns textos teóricos, tais quais as teorias do filósofo Didi-Huberman, a fim de fomentar discussões sobre arte, criação e literatura na obra oitocentista balzaquiana e suas relações com a contemporaneidade.

Justificativa:
Quando falamos o nome de Honoré de Balzac (1799-1850), uma das primeiras ideias que temos é o fato de ficar popularmente conhecido como “o pai do realismo francês”. Sua obra, muito lida no Brasil, foi reunida pelo autor sob o título de A Comédia humana. Na década de 1950, a Editora Globo lançou a primeira edição completa da obra no Brasil, seguindo a ordem da edição de base francesa. Composta por oitenta e oito romances, contos e novelas e um prefácio, ocupou dezessete volumes, com organização, introduções e notas de Paulo Rónai. O sucesso da edição foi tamanho que o nome de Balzac ficou em evidência e, pouco tempo depois, surgiram peças de teatro e até uma marchinha de carnaval sobre o escritor e a obra.
Balzac é muito conhecido por seus romances, cujo objetivo é representar a sociedade francesa por meio da história de costumes, segundo palavras do próprio escritor. No entanto, sua obra não se resume apenas aos romances. Há também uma grande quantidade de contos e novelas que tratam de assuntos importantes para o escritor e que são ilustres obras-primas. Propomos, nesse curso, a leitura comentada de quatro obras curtas, A obra-prima ignorada, Sarrasine, Gambara e O elixir da longa vida, que nos permitem ingressar e/ou aprofundar nossos conhecimentos sobre o universo balzaquiano. Os três primeiros tratam da figura do artista na França oitocentista e o último se enquadra no viés do conto fantástico. A importância desse curso é que, por meio desses textos, abrimos, não somente uma discussão sobre A Comédia humana, como sobre a literatura francesa do século XIX e sua relação com outras artes. Além disso, podemos ter uma visão panorâmica dos caminhos e temas percorridos por Balzac nos romances, tanto os considerados mais realistas, como os relacionados ao fantástico.

Tópicos do Programa:
Apresentação de Honoré de Balzac;
Contextualização de A Comédia humana;
Balzac contista;
Análise das obras: A obra-prima ignorada, Sarrasine, Gambara e O elixir da longa vida

Metodologia: aulas expositivas, leituras guiadas e discussão com os alunos. Cada aula terá a duração de duas horas e utilizaremos a plataforma Google Meet para os quatro encontros. Os textos da bibliografia fundamental e complementar serão enviados aos participantes por e-mail.

Cronograma:

Aula 1

Tema:
A obra-prima ignorada:
Apresentação das duas partes da obra, Gilette e Catherine Lescault;
Apresentação do trecho do filme La belle noiseuse (1991);
A criação artística: a figura do poeta e do pintor;
Discussão sobre anacronismo como estratégia narrativa;
Discussão do texto A pintura incarnada, de Didi-Huberman;

Textos:
BALZAC, H. “A obra-prima ignorada”. In._____. A Comédia humana XV. Organização, introdução e notas de Paulo Rónai. Tradução de Vidal de Oliveira. 1. ed. Porto Alegre: Globo, 1954, p. 387-412.


Aula 2

Tema:
Sarrasine:
Resumo do enredo;
Discussão sobre o elemento
A figura do escultor;
A voz e a música;
Exploração da atmosfera do fantástico;
Breve comparação com a literatura contemporânea francesa, o caso da personagem Marcia, em Vernon Subutex, de Virgnie Despentes.

Texto:
BALZAC, H. “Sarrasine”. In._____. A Comédia humana IX. Organização, introdução e notas de Paulo Rónai. Tradução de Gomes da Silveira. 3.ed. São Paulo: Globo, 2015, p. 742-786.

Aula 3

Tema:
Gambara:
Resumo do enredo;
Personagens e tempo narrativo;
Elementos da música;
Balzac e a música;
A figura do músico;
A loucura do artista.

Texto:
BALZAC, H. “Gambara”. In._____. A Comédia humana XV. Organização, introdução e notas de Paulo Rónai. Tradução de Vidal de Oliveira. 1. ed. Porto Alegre: Globo, 1954, p. 415-469.

Aula 4

Tema: O elixir da longa vida:
Apresentação do conto;
Discussão sobre o mito de Don Juan;
Breve estudo dos elementos do fantástico, com base nos conceitos apresentados por Tzvetan Todorov em Introdução à literatura fantástica.

Texto:
BALZAC, H. “O elixir da longa vida”. In._____. A Comédia humana XVI. Organização, introdução e notas de Paulo Rónai. Tradução de Vidal de Oliveira. 1. ed. Porto Alegre: Globo, 1955, p. 621-645.


Bibliografia fundamental

BALZAC, H. “Sarrasine”. In._____. A Comédia humana 9. Organização, introdução e notas de Paulo Rónai. Tradução de Gomes da Silveira. 3.ed. São Paulo: Globo, 2015, p. 742-786.
BALZAC, H. “A obra-prima ignorada”. In._____. A Comédia humana XV. Organização, introdução e notas de Paulo Rónai. Tradução de Vidal de Oliveira. 1. ed. Porto Alegre: Globo, 1954, p. 387-412.
BALZAC, H. “Gambara”. In._____. A Comédia humana XV. Organização, introdução e notas de Paulo Rónai. Tradução de Vidal de Oliveira. 1. ed. Porto Alegre: Globo, 1954, p. 415-469.
BALZAC, H. “O elixir da longa vida”. In._____. A Comédia humana XVI. Organização, introdução e notas de Paulo Rónai. Tradução de Vidal de Oliveira. 1. ed. Porto Alegre: Globo, 1955, p. 621-645.


Bibliografia complementar

BALZAC, H. “Prefácio à Comédia humana”. In._____. A comédia humana I. Organização, introdução e notas de Paulo Rónai. Tradução Vidal de Oliveira. 1. ed. Porto Alegre: Globo, 1955.
BARTHES, R. S/Z. Paris: Éditions du Seuil, 2002.
BRANDÃO, G. Arte, criação e crítica em a A obra-prima ignorada, de Honoré de Balzac. Cuiabá: Polifonia, v. 20, n. 28, 2013, p. 72-100.
DIDI-HUBERMAN, Georges. A pintura encarnada seguido de A obra-prima desconhecida de Honoré de Balzac. Tradução de Osvaldo Fontes filho e Leila de Aguar Costa. São Paulo: Escuta, 2012.
GARLET, D. J. Relações intersemióticas e transtextuais em A obra-prima ignorada, de Honoré de Balzac. Revista de Letras Dom Alberto, Santa Cruz do Sul, v. 1, n. 6, 2014, p. 127-138.
KAWANO, M. E.T.A Hoffmann, Honoré de Balzac e a figura do artista. Anais. São Paulo: ABRALIC, 2008.
LAGO, I. B. O espaço de criação do pintor na obra de Balzac: um passeio pelos ateliês de Porbus, Servin e Grassou. Revista Non Plus, São Paulo, nº 6, p. 98-110, 2014.
MENDES, F. H. M. Entre literatura e música: as novelas musicais de Balzac. 2018. 80 f. Dissertação (Mestrado em Letras) Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas. Universidade Estadual Paulista (UNESP), São José do Rio Preto, 2018.
MORAIS, M. X. S. Le chef d’oeuvre inconnu de Honoré de Balzac e a representação artística: literatura e pintura. 2012. 101 f. Dissertação (Mestrado em Letras) Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2012.
RÓNAI, P. “Balzac contista”. In._____. Balzac e a Comédia humana. 4. ed. São Paulo: Globo, 2012.
TARDIVO, A. E. Fantasticidade e alquimia: uma leitura do conto O elixir da longa vida (1830), de Honoré de Balzac. Revista Humanidades e Inovação, Palmas, v.7, nº 3, p. 202-213, 2020.
TODOROV, T. Introdução à Literatura Fantástica. São Paulo: Perspectiva, 2008.

Programa

Apresentação do curso. Common Law e Civil Law. Diferenças históricas e culturais e suas consequências para a tradução jurídica. Estruturas jurídicas. A linguagem de especialidade jurídica.
A linguagem jurídica para profissionais de direito e tradutores. A escrita jurídica em português/inglês. Discussão e exercícios de leitura e escrita. Termos enganosos e efeitos jurídicos. Busca terminológica e escolha da metodologia aplicada.
O uso de ferramentas de pesquisas e de tradução: memórias de tradução, recursos on-line, editores de texto. Fontes confiáveis. Como utilizar as ferramentas e quais utilizar. Exercícios de tradução.
Contratos internacionais – parte 1. Terminologia e exercícios.
Contratos internacionais – parte 2. Especificidades – exercícios.
Constituição de sociedades: Contratos Sociais e de Incorporação. Terminologia e exercícios.
Procurações e Declarações/Atestados/ Affidavits. Terminologia e exercícios.
Escrituras e Sentenças/decisões judiciais. Terminologia e exercícios.
Documentos jurídico-comerciais: Documentos bancários e relatórios comerciais. Terminologia e exercícios.
Revisão final e feedback.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
ALCARAZ, Enrique and HUGHES, Brian Legal Translation Explained. Manchester: St. Jerome, 2002.
BEATA, Piecychna. Legal translation competence in the light of translational hermeneutics. University of Bialystok , 2013.
DINIZ, Maria Helena. Curso de direito civil brasileiro. Vol. 3. São Paulo: Saraiva, 2008.
FONSECA, Luciana Carvalho. Inglês Jurídico – Tradução e Terminologia. São Paulo. Lexema, 2014.
FRADE, Celina. Estratégias e Técnicas de Leitura e Redação de Contratos em Inglês - Col. Direito e Linguagem, Lumenjuris, 2013.
GODDARD, Chris with Amy Fellner and Rue-Ann Ormand. Basic principles of contract drafting course materials. Ulapland, 2015.
GUBBY, Helen (2004): English Legal Terminology. Legal Concepts in Language. The Hague: Boom Juridische uitgevers.

FONTES SUPLEMENTARES:
CASTRO, Marcílio Moreira de, 1981- Dicionário de direito, economia e contabilidade, 2015 (on-line edition).
MEISSNER, William Baynard. How to Explain Brazilian Civil Procedure in English - Coleção FGV Direito Rio, 2015.

Programa

1. PROGRAMA COMPLETO

Unitat 5: Fem les maletes!
GRAMÀTICA
- Futur
- Pensar + infinitiu
- Connector: si
- Expressions temporals: demà, demà passat, l’any que ve, aquest cap de setmana...
- Recurs expressiu: de debò?
LÈXIC
- Lèxic relacionat amb els viatges i els serveis turístics
- Els mitjans de transport
- Lèxic relacionat amb el temps meteorològic
FONÈTICA
- La sílaba tònica i l’accentuació gràfica de les formes de futur
- L’entonació de les frases exclamatives
CULTURA
- Rutes literàries

Unitat 6: Tenir cura de la salut
GRAMÀTICA
- Ser i estar + adjectiu / participi
- Condicional
- Estructures per aconsellar: convenir + infinitiu / anar bé + infinitiu
- Imperatiu
- Estructures: fer-se mal, tenir mal de, fer mal
- Recurs expressiu: això rai!
LÈXIC
- Adjectius relacionats amb el caràcter i l’estat anímic
- Noms de les parts del cos
- Noms per indicar mals, malalties, símptomes i medicaments
- Verbs relacionats amb l’activitat física
FONÈTICA
- La síl·laba tònica de les formes del condicional
- L’entonació de frases imperatives
- L’apostrofació dels pronoms
CULTURA
- El sistema sanitari català

Unitat 7: Feines de tota mena
GRAMÀTICA
- Adjectius: bo, bon, dolent, mal
- Adverbis: bé, ben, malament, mal
- Present de subjuntiu: parlar, ser, tenir, poder, fer, saber...
- Estructures per a expressar obligació, necessitat...: és necessari, és imprescindible... + infinitiu / que + present de subjuntiu
- Perífrasi d’obligació en present d’indicatiu: caldre + infintiu / que + present de subjuntiu
- Recurs expressiu: ves per on!
LÈXIC
- Lèxic relacionat amb les professions i la feina
FONÈTICA
- La pronunciació del present de subjuntiu
- La vocal neutra de que
- La pronunciació de bo, bon, bé, ben
CULTURA
- L’ofici de marger
- Oficis que desapareixen

Unitat 8: I si sortim?
GRAMÀTICA
- Pronoms febles: el, la, els, les, ho
- Preferir, estimar-se més, agradar més
- Formes verbals amb pronoms d’objecte indirecte: anar bé, semblar bé, venir de gust
- Imperatiu
- Quan + present de subjuntiu
- Recurs expressiu: au, vinga!
LÈXIC
- Lèxic relacionat amb el món del lleure
- Expressions per indicar hores i temps de manera imprecisa: a les set tocades, a quarts de vuit...
- Lèxic per donar indicacions per anar a un lloc
FONÈTICA
- L’entonació de les frases per a fer propostes
CULTURA
- Festivals dels Països Catalans

Unitat 9: Fem vida social?
GRAMÀTICA
- Estructures per demanar favors, demanar permís i oferir ajuda: et fa res + infinitiu / que + present de subjuntiu / si
+ present de subjuntiu, vols que + present de subjuntiu
- Present de subjuntiu
- Perífrasi: estar + gerundi
- Formació del gerundi
- Recurs expressiu: què dius?
LÈXIC
- Lèxic relacionat amb esdeveniments socials
- Expressions per a reaccionar: per molts anys, enhorabona, felicitats
FONÈTICA
- La vocal e: tònica i àtona
CULTURA
- Costums culturals a diferents països
- El significat dels colors

2. BIBLIOGRAFIA
ALABADÍ, J. [et al.]. D’ací i d’allà: Oral A2. València: Tabarca Llibres, 2010.
BADIA, D.; PÉREZ, M. Camí de Ronda: 40 primeres classes de català. Vic: L’Àlber, 2015.
BASTONS, N. [et al.].Gramàtica pràctica del català. Barcelona: Teide, 2012.
BERNADÓ, X.; ESCARTÍN, M. ; PUJOL, A. Som-hi! Bàsic 1, 2 i 3. Llengua catalana. Barcelona: Barcanova, 2019.
ESTEBAN, J. Català A2. Barcelona: Teide, 2019.
GUERRERO, I. [et al.]. Nou nivell bàsic (1, 2 i 3): Curs de llengua catalana: Formació de persones adultes. Barcelona: Castellnou, 2017.
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2016
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017. (També disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2018. (També disponible en línia)
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS Gramàtica bàsica i d’ús de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans: 2019.
MAS, M. [et al.]. Veus: Curs de català: Nivell 2. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2011.
MONEGAL, C. 156 activitats per a parlar en català. Vic: L’Àlber, 2003.
ROIG, N.; PADRÓS, M.; CAMPS, S. Passos 1: Nivell bàsic: Curs de català per a no catalanoparlants. Barcelona: Octaedro, 2017.
RUAIX I VINYET, J. Català fàcil: Curs bàsic per a catalanoparlants. Barcelona: Claret, 2012.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 2. Curs de català. Llibre de l’alumne. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2018.
VILAGRASA GRANDIA, A. A punt 2. Curs de català. Llibre d’exercicis. Barcelona: Publicacions de l’Abadia de Montserrat, 2018.
CARRERA, J.; PONS, C.; SOLÀ, J. Els sons del català. http://www.ub.edu/sonscatala Enxaneta.info. http://enxaneta.info/index.htm
GENERALITAT DE CATALUNYA, INSTITUT RAMON LLULL I CONSORCI PER A LA NORMALITZACIÓ LINGÜÍSTICA. Parla.cat. http://www.parla.cat
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Ortografia catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2017. https://www.iec.cat/llengua/documents/ortografia_catalana_versio_digita…
INSTITUT D’ESTUDIS CATALANS. Gramàtica essencial de la llengua catalana. Barcelona: Institut d’Estudis Catalans, 2018. https://geiec.iec.cat/

Programa

Aula 1: Caixa de Costura – Aspectos Histórico-Culturais da Relação Texto-Tecido
Aula 2: O firme Fascínio – “Desenredo” e os fios do Pharmakon
Aula 3: Os fios encantado da autoria em “A Moça Tecelã”, de Marina Colasanti
Aula 4: Ruptura e Tessitura em Outros Cantos, de Maria Valéria Rezende

Bibliografia:
BENJAMIM, Walter. Magia e técnica, arte e política. São Paulo: Editora Brasiliense, 2014.
BERGREN Ann. Weaving Truth: Essays on Language and the Female in Greek Thought. Washington, Center for Hellenic Studies/ Harvard University, 2008.
BERGSON, Henri. Matéria e Memória. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
COLASANTI, Marina. “A Moça Tecelã”. In Um Espinho de Marfim e outras histórias. Porto Alegre: L&PM, 2009.
FEDERICI, Silvia. Calibã e a Bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva. São Paulo: Editora Elefante, 2017.
HOMERO, Odisseia. Tradução: Frederico Lourenço. Lisboa: Editora Cotovia, 2010. INGOLD, Tim. Lines: a brief history. London: Routledge, 2007.
GAGNEBIN, Jeanne Marie. Lembrar, esquecer, escrever. São Paulo: Ed. 34, 2006.
KAMENSZAIN, Tamara. “Bordado y Costura del Texto”. Revista de la Universidad UNAM.nº3, Julio, 1981.
LAURENT, Jenny. “A estratégia da forma” In: Poétique nº27 (intertextualités). Livraria Almedina: Coimbra, 1979.
MARCO, Valeria de. “A Literatura de Testemunho e a Violência de Estado.” In Lua Nova n. 62, 2004. p. 45- 68.
RICOEUR, Paul. Memória, história, esquecimento, 2003.
REZENDE, Maria Valéria. Outros Cantos. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2016
ROSA, João Guimarães Rosa. “Desenredo”. In: Tutaméia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.
SAMOYAULT, Tiphaine. A intertextualidade. São Paulo: Hucitec, 2008.
SCHOESER, Mary. Word textiles: A concise history. London: Thames & Hudson, 2003.
STALLYBRASS, Peter. O casaco de Marx – roupas, memória, dor. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2008.
VIDAL, Paloma. Configurações do comum na narrativa latino-americana contemporânea. In: SELIGMANN-SILVA, Márcio; GINZBURG, Jaime; HARDMAN, Francisco Foot (Orgs.). Escritas da violência. Vol. II. Rio de Janeiro: 7Letras, 2012, p. 86-95.

Programa

Aula 1: Mudanças climáticas e turismo
A relação entre mudanças climáticas e turismo é complexa e ainda pouco estudada no Brasil. Esta relação envolve impactos do turismo na poluição atmosférica, por um lado, e, por outro, impactos das mudanças climáticas sobre o turismo em geral. Entretanto, é preciso superar essa relação de causa e efeito e analisar a complexa trama que envolve, por exemplo, a urbanização para o turismo, a segregação socioespacial, a privatização da planície costeira e os desdobramentos desses processos no aumento do risco social a que as classes populares são submetidas quando moradores de localidades em que o turismo é uma atividade economicamente relevante. Diante do exposto, esta aula tem por objetivo analisar criticamente a participação do turismo na produção de riscos sociais em tempos de mudanças climáticas.
Duração: 3 horas.
Bibliografia:
Cruz, R. C. A. da; Todesco, C.; Grim, I.; Fogaça, I. Mudanças Climáticas e turismo. Editora da FFLCH, 2025. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/16…
Carlos,A.F.A.(2020).Segregaçãosocioespacialeo”DireitoàCidade”.GEOUSP
Espaço e Tempo (Online), 24(3), 412-424.
Gil, J., Marques, N. R. & Andrade, G. N. (2023), Agenda climática e o turismo
no Brasil: contribuições para políticas públicas de adaptação frente às mudanças climáticas, Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo, 17, 1-14.
Grimm, I. J., & Sampaio, C. A. C. (2017). Crise ambiental, política climática e o turismo: algumas reflexões. Revista Brasileira De Ciências Ambientais, 44, 95–112. https://doi.org/10.5327/Z2176-947820170164.
Grimm, I. J., Prado, L. R., Giacomitti, R. B., & Mendonça, F. A. (2012). Mudanças Climáticas e o Turismo: desafios e possibilidades. Revista Brasileira De Climatologia, 11. https://doi.org/10.5380/abclima.v11i0.29717
Macedo, E. S. de & Sandre, L. H. (2022), Mortes por deslizamentos no Brasil: 1988 a 2022. Revista Brasileira de Geologia de Engenharia e Ambiental, 12(1), 110-117.

Aula 2: Turismo Global em tempos de Neoliberalismo e de Financeirização
O turismo, como atividade econômica de grande relevância para a acumulação de capital no mundo atual, é parte e ao mesmo tempo um produto das lógicas dominantes do capitalismo global. Em linhas gerais, o objetivo desta aula é abordar o avanço do neoliberalismo e da financeirização sobre e pelo turismo, considerando a articulação entre as dimensões Estado, capital e trabalho. Serão tratadas questões como: (i) as mudanças nas formas de operação das empresas turísticas e a natureza de atuação do Estado nos quadros do neoliberalismo; (ii) os processos de expansão das corporações turísticas transnacionais para a América Latina e as suas relações com a exploração do trabalho; (iii) o surgimento de novas tipologias de produtos turísticos como tendência do pós-fordismo; e (iv) o avanço do processo de financeirização no turismo por instrumentos financeiros na produção e na reprodução de empreendimentos turísticos. Nesta aula, o neoliberalismo e a financeirização serão colocados em perspectiva para analisar o fenômeno turístico contemporâneo em seus processos de desenvolvimento à luz da crítica à economia política do turismo, buscando enfatizar as formas de organização, desenvolvimento e extração de lucros e rendas a partir da atividade turística global.
Duração: 3 horas.
Bibliografia:
ARTIGUES, Antoni; BLÀZQUEZ, Macià. Empresas Multinacionales Turísticas. In: CAÑADA, Ernest; MURRAY, Ivan. Turistificación Global: perspectivas críticas en turismo. Barcelona: AlbaSud, 2019.
BIANCHI, Raoul. The political economy of tourism development: A critical review. Annals of Tourism Research, v. 70, 2017. https://doi.org/10.1016/j.annals.2017.08.005
CAÑADA, Ernest; MURRAY, Ivan. Introducción: perspectivas críticas en turismo. In: CAÑADA, E.; MURRAY, I. Turistificación Global: perspectivas críticas en turismo. Barcelona: AlbaSud, 2019.
DUFFY, Rosaleen. The international political economy of tourism and the neoliberalisation of nature: Challenges posed by selling close interactions with animals. Review of International Political Economy, v. 20, n. 3, 2012. https://www.jstor.org/stable/42003325
FLETCHER, Robert. Neoliberalismo y turismo. In: CAÑADA, Ernest; MURRAY, Ivan. Turistificación Global: perspectivas críticas en turismo. Barcelona: AlbaSud, 2019.
HARVEY, David. O Neoliberalismo: História e Implicações. 5. ed. São Paulo: Loyola, 2014.
IOANNIDES, Dimitri.; DEBBAGE, Keith. Post-Fordism and flexibility: the travel industry polyglot. Tourism Management, v. 18, n. 4, 1997. https://doi.org/10.1016/S0261-5177(97)00019-8
MOSEDALE, Jan. Neoliberalism and the political economy of tourism. New York: Routledge, 2016.
YRIGOY, Ismael. Financialization of hotel corporations in Spain. Tourism Geographies, v. 18, n. 4, 2016. https://doi.org/10.1080/14616688.2016.1198829

Aula 3: Turismo como estratégia de soft power na geopolítica contemporânea
O conceito de soft power está associado aos meios de obtenção de poder no sistema internacional por meio de estratégias não bélicas. Com o crescente consumo dos espaços pelo turismo e a mercantilização das cidades, essas estratégias se estendem para a atividade turística como meio de promoção internacional da nação. Nesta aula será discutido como o turismo vem sendo utilizado estrategicamente para construção de uma imagem/marca nacional, especialmente por meio de megaeventos esportivos.
Duração: 3 horas
Bibliografia:
CHEN, Y.-W. e DUGGAN, N. (2016) 'Soft power and tourism: a study of Chinese outbound tourism to Africa', Journal of China and International Relations, 4(1), pp. 45-66. doi: 10.5278/ojs.jcir.v4i1.1514
GRIX, J.; LEE, D. (2013) Soft Power, Sports Mega-Events and Emerging States: The Lure of the Politics of Attraction, Global Society, 27:4, 521-536, DOI: 10.1080/13600826.2013.827632
LEE, C.; TAYLOR, T.; LEE, Yong-Ki; LEE, Bongkoo (2005) The Impact of a Sport Mega-Event on Destination Image, International Journal of Hospitality & Tourism Administration, 6:3, 27-45, DOI: 10.1300/J149v06n03_03
VAINER, C. B. Como serão nossas cidades após a Copa e as Olimpíadas?. In: JENNINGS, A. et al. Brasil em jogo: o que fica da Copa e das Olimpíadas?. Boitempo Editorial, 2014.

Aula 4: Turismo e patrimônio no mundo contemporâneo
A relação entre o turismo e o patrimônio é fortemente consolidada na sociedade contemporânea. No entanto, ao se tornar um objeto de consumo do turismo, o patrimônio e a patrimonialização comumente passam a ser orientados pela lógica de mercado e submetidos a interesses capitalistas neoliberais. Nesta aula serão discutidos os sentidos atribuídos ao termo “patrimônio”, a construção de sua relação com o turismo e seus desdobramentos no mundo contemporâneo.
Duração: 3 horas
Bibliografia:
CARLOS, Ana Fani Alessandri. Turismo e patrimônio: um aporte geográfico. In: PAES, Maria Tereza Duarte; SOTRATTI, Marcelo Antonio (orgs.). Geografia, turismo e patrimônio cultural: identidades, usos e ideologias. São Paulo: Annablume, p. 27-43, 2017.
DEGALDILLO, Victor. Patrimonio urbano, turismo y gentrificación. In: DEGALDILLO, V.; DIAZ, I.; SALINAS, L. Perspectivas de la gentrificación em Mexico y America Latina. Mexico: Unam, p. 113-132, 2015.
MENESES, Ulpiano. O campo do patrimônio cultural: uma revisão de premissas. 1o Fórum Nacional de Patrimônio Cultural, v. 1, p. 25-39, 2009.
SCIFONI, Simone. A construção do patrimônio natural. Tese (Doutorado em Geografia) − Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas -USP, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2006. p. 11-18 e p. 26-52.

Aula 5: O turismo no regime global de (i)mobilidades
Se ao longo do século XX o mundo assistiu ao desenvolvimento tecnológico e transformações socioeconômicas que permitiram a expansão contínua do turismo moderno, também é visível acesso desigual às possibilidades de práticas turísticas e os benefícios a elas associados. Ademais, a crise climática e a expansão expressiva dos fluxos em escala global impõem outras camadas de reflexão e ação em termos conceituais e políticos. Nesse sentido, o debate sobre o turismo exige trazer para discussão conceitos sobre mobilidades justas e regimes de mobilidades, reconhecendo que o acesso e os desdobramentos para as mobilidades turísticas implicam em trocas desiguais e, quase sempre, reforço das iniquidades. O estudo do turismo pela perspectiva da “virada das mobilidades” implica um olhar interdisciplinar, com vistas a combinar abordagens teóricas e, ao mesmo tempo, desenvolver ou aprimorar aplicações metodológicas pertinentes - no marco do que vem sendo chamado de “método móveis””
Duração: 3 horas.
Bibliografia:
ALLIS, T., MORAES, C. M. dos S., SHELLER, M. Revisitando as mobilidades turísticas. Revista Turismo em Análise, v. 31, n. 2, p. 271-295. 2020 https://doi.org/10.11606/issn.1984-4867.v31i2p271-295
BIANCHI, R. V., STEPHENSON, M. L., HANNAM, K. The contradictory politics of the right to travel: mobilities, borders & tourism. Mobilities, vol. 15, n. 2, p. 290–306, 2020. https://doi.org/10.1080/17450101.2020.1723251
COHEN, E. Mobility Regimes, Subversive Mobilities, and Tourism. Tourism Analysis, Vol. 26, n. 1, p. 91-103, 2021. https://doi.org/10.3727/108354220X15972821930657
MILANO, C., KOENS, K., & RUSSO, A. P. (2024). The politics of urban tourism (im)mobilities: Critical perspectives on inequalities and social justice. Cities, v. 152, 105148, 2024. https://doi.org/10.1016/j.cities.2024.105148
SHELLER, M. Theorising mobility justice. Tempo Social, v. 30, n. 2, p. 17-34, 2018. https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2018.142763

Programa

Programa
UNIDAD I: Siglos XV y XVI. Pueblos originarios del Caribe. Conquista por parte de España. Debates sobre la humanidad de los pueblos originarios y sobre la conquista. La construcción de la sociedad colonial española en el Caribe. Genocidio, encomienda y esclavitud. Del auge al rápido declive.
UNIDAD II: Siglos XVI-XVII. El Caribe frontera imperial. La lucha inter-imperial por el Caribe. Piratas, bucaneros y filibusteros. La pérdida de la hegemonía española. La colonización holandesa, francesa e inglesas en las Antillas.
UNIDAD III: Siglos XVII-XVIII. La construcción y la consolidación de la esclavitud y el sistema de plantaciones en el Caribe. El tráfico de esclavos y el boom azucarero. La esclavitud y la emergencia del capitalismo. Debate en torno a las tesis de Eric Williams.
UNIDAD IV: Siglos XVII-XVIII. La vida de los esclavos en las plantaciones. La cultura de los esclavos, transculturación y resistencia. Micro y macro resistencia social y política. Cimarronaje y rebeliones.
UNIDAD V: Siglos XVIII-XIX. Esclavitud y Colonialismo en Saint Domingue. La revolución en Saint Domingue. El nacimiento de Haití. La influencia de la revolución de Haití en las Antillas , Hispanoamérica y Brasil.
Unidad VI: Siglo XIX. La abolición de la esclavitud en las antillas no hispanas. Cuba y Puerto Rico, boom azucarero, abolición de la esclavitud y luchas de independencia. La guerra de 1898 y el comienzo del imperialismo estadounidense en el Caribe.
UNIDAD VII: Siglo XX. El imperialismo estadounidense en el Caribe. Movimientos políticos culturales anti-coloniales y anti-racistas en el Caribe. Dictaduras en el Caribe. La revolución cubana y su influencia en la región. Descolonización y nuevas formas de colonialismo en las antillas no hispanas.
 
 
Bibliografia (Bibliography)
Blackburn, Robin, A Construção do Escravismo no Novo Mundo,, 1492-1800, Record, Río de Janeiro, 2003, capítulos 6,7.
Blackburn, Robin, A queda do escravismo colonial, 1776-1848, Record, Rio de Janeiro, 2002, capítulos 11,12. Bush-Slimani, Barbara, “Hard Labour: Women, Childbirth and Resistance in British Caribbean Slave Societies”, en History Workshop, No. 36, Colonial and Post-Colonial History (Autumn, 1993), pp. 83- 99.
Césaire, Aimé, El discurso sobre el colonialismo, AKAL, Madrid, 2006, capítulo 1.
Drescher, Seymour, Abolição: Uma História da Escravidão e do Antiescravismo, USEP, São Paulo, 2011, capítulo 11.
Fanon, Frantz, Piel Negra, Máscaras Blancas, AKAL, Barcelona, 2007, capítulo 7.
Gaztambide Géigel, Antonio, Tan Lejos de Dios: Las relaciones del Caribe con Estados Unidos, Editorial Callejón, San Juan, 2006, capítulo 2.
Genovese, Eugene, Da Rebelião À Revolução, Global, São Paulo, 1983, capítulos 2,3.
Geggus, David ( coord.) The Impact of the Haitian Revolution in the Atlantic World, University of South Carolina Press, Columbia, 2002., capítulos 3.
Gilroy, Paul, O Atlântico negro: Modernidade e dupla consciência, São Paulo, Editora 34, Universidade Cândido Mendes, Río de Janeiro, 2001, capítulo 2.
Gomes, Flávio dos Santos e Soares, Carlos Eugênio Líbano. "Sedições, haitianismo e conexõesno Brasil: outras margens do atlântico negro”, Novos Estudos, nº 63, 2002, pp. 131-144.
Guerra Villaboy, Sergio; Maldonado Alejo, Historia de la Revolución Cubana, Txalaparta, Navarra, 2009, capítulo 3.
Higman, B.W, A concise history of the Caribbean, Cambridge University Press, Camrbidge, 2011 capítulo 4.
James, CLR, Os Jacobinos Negros, Boitempo, São Paulo, 2000, capítulo 4.
Klein, Herbert, A Escravidão Africana na América Latina e Caribe, Brasiliense, São Paulo, 1988, capítulo 3,8.
Martinez Peria, Juan Francisco, ¡Libertad o Muerte! Historia de la Revolución Haitiana, Ediciones del CCC, Buenos Aires, capítulo 3.
Martínez Peria, Juan Francisco “Entre el terror y la solidaridad: La influencia de la revolución haitiana en las independencias de Venezuela y Nueva Granada (1804-1825)”, Anuario del Instituto de Historia Argentina, UNLP, 2016, 16 (1).
Mezilas, Glodel, África y discurso de identidad en el Caribe, Soledonte Editorial, Madrid, 2016, capítulos 3, 4,5.
Moreno Fraginals, Manuel, El Ingenio: complejo económico social cubano del azúcar, Crítica, Barcelona, 2001, capítulos 3.
Moya Pons, Frank, History of the Caribbean, Markus Wiener Publishers, Princenton, 2007 capítulo 1
Naranjo Orovio, Consuelo, Historia Mínima de las Antillas, Colegio De México, Turner, México, 2017 capítulo 4, 5.
Palmié, Stephan; Scarano, Francisco (eds.) The Caribbean: A history of the Region and its Peoples, University of Chicago Press, Chicago, 2011, capítulos 11, 19, 22, 24.
Rediker, Marcus; Linebaugh Peter, A hidra de muitas cabeças, Companhia das Letras, São Paulo, 2008, capítulo 3.
Santos Nascimiento, Washington, “São Domingos, o grande São Domingos”: repercussões e representações da Revolução Haitiana no Brasil escravista (1791 – 1840)” DIMENSÕES . Vol. 21 – 2008, pp. 125-142.
Stinchcombe, Arthur, “Freedom and Oppression of Slaves in the Eighteenth-Century Caribbean”, en American Sociological Review, Vol. 59, No. 6 (Dec., 1994), pp. 911-929.
Thompson, Alvin, Huida a la Libertad: Fugitivos y Cimarrones africanos en el Caribe, Siglo XXI, México DF, 2005, parte 2.
Thorton, John, Africa and Africans in the Making of the Atlantic World 1400-1800, Cambridge, Cambridge University Press, capítulos 9.
Williams, Eric, Capitalismo e escravidão, Companhia das Letras, São Paulo, 2000, capítulo 4
Zanetti, Oscar, Historia mínima de Cuba, Turner, El Colegio de México, México, 2013, capítulo 5- 9.

 

Programa

Ementa:

A disciplina desenvolve um programa de iniciação ao estudo das Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, versando sobre a literatura de Angola, de Cabo Verde e de Moçambique. Para viabilizar a abrangência de três países, foi necessária uma seleção estrita, cujo critério de escolha foi o da literatura moderna e de obras e escritores mais divulgados ou renomados, através dos quais essas séries literárias vêm se definindo e consolidando.


Objetivos:

Oferecer subsídios práticos e teóricos, por meio indispensáveis à compreensão dessas literaturas, que propiciem o conhecimento de suas singularidades culturais. No Brasil, onde o hibridismo cultural e a presença da África são relevantes, esta disciplina concorre com subsídios fundamentais para a compreensão do próprio perfil do povo brasileiro.


Conteúdo Programático:

1. Introdução
1.1 O uso comum do Português como primeira ou segunda língua
A mesma língua e a diversidade cultural, na comunidade dos países de língua portuguesa. O respeito à diferença. A função cultural da língua.
O encontro das culturas: européia e africanas. Língua e identidade cultural.
A literatura como manifestação de plenitude do uso da língua, de momentos privilegiados do desempenho lingüístico. Literatura escrita e oralidade.

1.2 Literaturas Africanas de Língua Portuguesa: Angola, Cabo Verde e Moçambique. Do mapa à línguas e culturas.
Africanidade, angolanidade, cabo-verdianidade.


2. Literatura Angolana

2.1 A poesia e a prosa de consciência nacional, na fase de emancipação política:
Agostinho Neto e Costa Andrade.
José Luandino Vieira, Jofre Rocha e Pepetela

2.2 Poesia e prosa na pós-independência: novos rumos
Arlindo Barbeitos, David Mestre, Ruy Duarte de Carvalho
Manuel Rui, Boaventura Cardoso e José Eduardo Agualusa

3. Literatura Cabo-Verdiana

3.1 Prosa e poesia no impulso da revista Claridade: Jorge Barbosa, Onésimo Silveira. Baltazar Lopes, Manuel Lopes.

3.2 Prosa e poesia, novas tendências: Ovídio Martins e Osvaldo Osório. Orlanda Amarílis e Germano Almeida.

4. Literatura Moçambicana
Expoentes da poesia e da prosa na pré e na pós libertação.

4.1 Noêmia de Souza, Rui Knopfli e José Craveirinha
4.2 Luiz Bernardo Honwana, Mia Couto e Paulina Chiziane

Avaliação:

Prova escrita


I. Bibliografia:

Dos autores estudados:

APA, A.; BARBEITOS, A. e DÁSKALOS, M. A. (org) Poesia africana de língua portuguesa. Antologia. Rio de Janiero: Lacerda Editores, 2003.

SANTILLI, Maria Aparecida. Estórias Africanas. História & Antologia. São Paulo: Ed. Ática 1985


Textos teóricos:

ERVEDOSA, C. Roteiro da Literatura Angolana. Lisboa, Ed. 70, 1979.

HAMILTON, R. Literatura africana, literatura necessária. Lisboa, Ed. 70, 1981.

CHAVES, R. A formação do romance angolano. São Paulo: Ed. FFLCH/USP, 1999. Co.. Via Atlântica

_______________. Angola e Moçambique: experiência colonial e territórios literários . São Paulo: Ateliê Editorial, 2005

FERREIRA, M. Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa. São Paulo. Ed. Ática, 1987

HARLOW, B. Literatura de resistencia. Santiago de Compostela. Edicións Laiovento, 1993

LEITE, M. Literaturas africanas e formulações pós-coloniais. Lisboa: Ed. Colibri, 2003

MARGARIDO, A. Estudos sobre literaturas das nações africanas de Língua Portuguesa. Lisboa: A Regra do Jogo, 1980.
SANTILLI, M.A.C.B. Paralelas e tangentes – entre literaturas de língua portuguesa. São Paulo Centro de Estudo Portugueses/USP, 2003. Col. Via Atlântica

Programa

Dia 1 (17/08) – Introdução


Parte 1 – Contextualização

​​​​​​​Conteúdo: Pretendemos situar o recorte do curso apresentando o contexto de avanço da urbanização e constituição da casa burguesa unifamiliar, quando são conformadas as identidades femininas e masculinas em um par de oposição e, ao mesmo tempo, complementaridade. A separação das esferas passa a associar a mulher ao espaço doméstico e a torna responsável pelo gerenciamento do lar, da família e de seus empregados - atribuições vistas como naturais - ao passo que o marido se torna cada vez mais o responsável pelo trabalho produtivo e associado ao espaço externo da casa.

Parte 2 – Introdução à cultura material

Conteúdo: Nesta aula, buscaremos apresentar o objeto como documento dentro de uma perspectiva histórica ao demonstrar que, para além de suas preocupações funcionais e semióticas, é nas interações com os humanos que eles são capazes de agir, produzir efeitos, ou seja, ser constituintes ativos das próprias relações sociais em que estão inseridos. Portanto, ao tratarmos dos circuitos de produção, circulação e consumo de um dado artefato será possível compreendê-lo como produto e vetor das relações sociais. A partir desta perspectiva pretendemos ampliar o escopo para o estudo da materialidade a partir dos diferentes suportes documentais (tridimensionais, iconográficos e textuais) a serem abordados ao longo do curso.

Dia 2 (19/08) – Fontes I


Parte 1 – Artefatos

Conteúdo: Nesta aula, trataremos do artefato como documento, ou seja, como suporte de informações de natureza material e aquelas a eles atribuídos no âmbito das relações sociais. Para isso, apontaremos algumas possibilidades de análise a partir das suas características físico-químicas, exploradas principalmente pela arqueologia. Também será abordada a formação de coleções museológicas e as potencialidades do seu estudo para o pesquisador que deseja entender a respeito dos sentidos atribuídos aos artefatos também no processo de musealização.


Parte 2 – Anúncios publicitários e catálogos

Conteúdo: Nesta segunda parte da aula, serão abordados os catálogos de estabelecimentos comerciais e, sobretudo, os anúncios publicitários como fontes históricas. Apresentaremos as informações que elas podem fornecer sobre os circuitos de produção e circulação do artefato doméstico. Também nos atentaremos para a análise das imagens publicitárias em articulação com os textos.

Dia 3 (23/08) – Fontes II


Parte 1 – Cadernos de receita, livros de receita e receituários corporativos

​​​​​​​Conteúdo: Nesta aula, apresentaremos o papel da mulher no cotidiano das escolhas alimentares e as diferentes possibilidades analíticas extraídas dos cadernos de receitas, livros de receitas e receituários corporativos. Para além da capacidade dessas fontes em fornecer dados acerca da manifestação da subjetividade feminina e da influência da indústria alimentícia e de eletrodomésticos na construção dos cardápios e hábitos alimentares, demonstraremos como ler, selecionar e sistematizar as informações para a pesquisa histórica.


Parte 2 – Manuais de instrução e manuais domésticos

Conteúdo: Nesta aula trataremos de textos prescritivos em dois tipos diferentes de documentos: manuais de instrução de eletrodomésticos e manuais domésticos. A partir das instruções de uso dos objetos será possível estudar a interação entre corpos e artefatos no espaço doméstico, as possíveis resistências e adaptações que teriam ocorrido no seu uso efetivo. Os aspectos técnicos e materiais também serão explorados nestas fontes para entender a presença dos objetos no cotidiano da casa e os sentidos e valores atribuídos a eles.

Dia 4 (26/08) – Estudos de caso


Parte 1 – Máquina de costura

Conteúdo: Nesta aula, aplicaremos os conhecimentos desenvolvidos nas aulas anteriores para o estudo de uma máquina de costura.


Parte 2 – Chocadeira

Conteúdo: Nesta aula, aplicaremos os conhecimentos desenvolvidos nas aulas anteriores para o estudo de uma chocadeira.


Parte 3 – Finalização

​​​​​​​
Conteúdo: Período reservado para dúvidas e sugestões sobre o curso.

Bibliografia
DEMETERCO, Solange Menezes da Silva. Doces lembranças: cadernos de receitas e comensalidade. Curitiba:
1900-1950. 1998.
CARVALHO, Vânia Carneiro de Gênero e artefato: o sistema doméstico na perspectiva da cultura material: São
Paulo, 1870-1920. Edusp, 2008.
GOMES, Laura Graziela Figueiredo Fernandes et al. Culinária de papel. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, n. 33,
janeiro-junho de 2004, p. 3-23., 2004.
HOMEM, Maria Cecília N. Mudanças espaciais na casa republicana. A higiene pública e outras novidades. Pós.
Revista Do Programa De Pós-Graduação Em Arquitetura E Urbanismo Da FAUUSP, n.3, p. 5-18, jun. 1993.
______. O princípio da racionalidade e a gênese da cozinha moderna. Pós. Revista Do Programa De Pós-
Graduação Em Arquitetura E Urbanismo Da FAUUSP, v. 13, p. 124-154, 2003.
LIRA; José T. C. de; NASCIMENTO, Flávia B. do; RUBINO, Silvana B; SILVA, Joana M.C; RUBINO (org.).
Domesticidade, gênero e cultura material. São Paulo: Centro de Preservação Cultural da Universidade de São
Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2017.
MARTINS, Ana Luiza. A produção de uma nova mulher: Revistas Femininas. In: ______. Revistas em revista:
imprensa e práticas culturais em tempos de República, São Paulo, 1890-1922. São Paulo: Editora da Universidade
de São Paulo, 2008.
______. São Paulo em papel e tinta: periodismo e vida urbana 1890-1915. São Paulo: Arquivo Público do Estado
de São Paulo, 2013.
MENESES, Ulpiano T. B. O objeto material como documento. Aula ministrada no curso Patrimônio cultural: políticas
públicas e perspectivas, Condephaat, 1980.
______. O fogão da Societé Anonyme du Gaz. Sugestões para uma Leitura Histórica de Imagem Publicitária.
Projeto História. Revista do Programa de Estudos de Pós-graduandos em História e do Departamento de História,
PUC-SP, São Paulo, n. 21, nov., 2000, p. 105-119.
MILLER, Daniel. Extracts from material culture and mass consumption. In: BUCHLI, Victor. Material culture: critical
concepts in the social sciences. Londres: Routledge, 2004.
KOPYTOFF, Igor. A biografia cultural das coisas: a mercantilização como processo. In: APPADURAI, Arjun (Org.).
A vida social das coisas: as mercadorias sob uma perspectiva cultural. Niterói: Editora da Universidade Federal
Fluminense, 2010, pp. 89-123.
REDE, Marcelo. História a partir das coisas: tendências recentes nos estudos de cultura material. Anais do Museu
Paulista: História E Cultura Material, 4(1), 265-282, 1996.
______. História e cultura material. In: CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo (org.). Domínios da História.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2012, p. 133-150.
SANTOS, Simoni A. dos. Senhoras e criadas no espaço doméstico, São Paulo (1875 - 1928), 2015. Dissertação
(mestrado) em História Social – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo,
São Paulo, 2015.
SILVA, João Luiz Máximo da. Cozinha modelo: o impacto do gás e da eletricidade na casa paulistana (1870-1930).
São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2008.

Programa

1. O contexto histórico da época da movida e da legalização do galego: Galicia caníbal;
2. A literatura galega dos 70: Xohana Torres e Xohán Casal;
3. A poesía dos 80: Xela Arias, Lois Pereiro e Antón Reixa;
4. A voz de mulher nos anos 90: Olga Novo, Pillar Pallarés e Marta Dacosta;
5. A eclosão da narrativa nos anos 80 e 90: o Premio Xerais;
6. Os libros Galau Z 28 de Lois Diéguez e Século XXI de Tucho Calvo;
7. Xosé Manuel Martínez Oca;
8. Carlos R. Reigosa;
9. Anxo rei Ballesteros
10. Suso de Toro
11. Xosé Cid Cabido
12. A literatura infanto-juvenil dos 80 e 90: Marilar Aleixandre, Fina Casadelrrey
13. O teatro independente e a mostra de Ribadavia: A Xeración Abrente
14. O teatro de Manuel Lourenzo e de Roberto Vidal Bolaño
15. O ensaio filosófico e divulgativo dos 80 e 90. Revistas populares da “movida” em galego.


Manuais teóricos:
Asociación Socio-Pedagóxica Galega (ed.) (1996). Historia da Literatura Galega 5 vols.. Vigo: A Nosa Terra
Bernárdez, Carlos L. et alii (2001). Literatura galega S. XX. Vigo: A Nosa Terra
Carballo Calero, Ricardo (1981). Historia da Literatura Galega Contemporánea. Vigo Xerais
Rodríguez Sánchez, Francisco (1990 ). Literatura galega contemporánea. Problemas de método e interpretación .
Vilaboa: Ed. do Cumio
Roig Rechou, Blanca Ana (2015). Historia da literatura infantil e xuvenil galega. Xerais.
Vilavedra, Dolores (1999). Historia da Literatura Galega. Vigo: Galaxia